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Exibindo conteúdo com a maior reputação em 20-01-2019 em todas áreas

  1. 4 pontos
    CAPÍTULO 18: La Paz, Teleférico, o famoso Mercado das Bruxas, Chacaltaya e Valle de La Luna. 8 Meses depois aqui estou terminando o meu relato. Peço desculpas a todos que me acompanharam até aqui e até mesmo alguns que já viajaram e não chegaram a ver o final para pegar as dicas. Foi massa receber mensagens da galera de todos os lugares interessados em fazer o mochilão e também estar podendo acompanhar uma galera concretizando os planos. Se tudo der certo, em maio embarco com destino ao Equador e Colômbia, mas antes darei uma passada por Huaraz e Mâncora no Peru. Se alguém animar só vem! Quando cheguei em La Paz a ficha foi caindo do tempo que já estava na estrada e como tinha passado tão rápido. Eram meus últimos dias antes de chegar em Santa Cruz novamente e voltar para o Brasil. Novamente quem tiver interesse segue aí: @diegomoier e se tiverem alguma dúvida fiquem a vontade para perguntar. Sobre La Paz: A cidade ergueu-se em meio a cordilheira dos Andes situando-se a mais de 3.600 metros de altitude. La Paz conta com quase 1 milhão de habitantes, sendo a maior parte descendentes dos povos andinos. Faz muito sentido quando dizem que é em La Paz que se entende o que é a Bolívia. Todo mundo sabe que a Bolívia é um país com grandes dificuldades sociais e econômicas. As classes sociais mais baixas estão nos lugares mais altos, como nas encostas do El Alto por exemplo. Quando decidi incluir La Paz no meu roteiro, quis ficar pelo centrão, principalmente perto do mercado das bruxas. Pelo que tinha lido, La Paz seria a cidade que eu precisaria ter mais cuidado com furtos, batedores de carteiras, principalmente nos mercados. Tomei esses cuidados, porém não tive nenhum problema e olha que andei tudo, mas, pode acontecer, então tomem cuidado mesmo assim. O que me encantou foi perceber que é uma cidade com uma cultura muito rica, com museus, templos, mercados e tantas outras coisas que nem dá para enumerar. Os grandes mercados mostram como é um povo trabalhador. Olha essa mini Boliviana que fofinha ❤️ Copacabana x La Paz: Como já disse no capítulo anterior, compramos a passagem de Copacabana para La Paz na agência que fechamos os passeios para as Islas. Pagamos 20 BOL. Chegamos em Copacabana do passeio das Islas mais ou menos 17h. 18h30 pegamos o ônibus no lugar indicado pela agência. Esse trajeto merece um pouco de atenção. Mais ou menos umas 19h30, chegará em uma ponto onde não tem como fazer a travessia por terra, então todo mundo desce do ônibus, deixa suas malas lá dentro, paga um pedágio de 2 BOL e faz a travessia de barco. O ônibus atravessa em uma barca e pega a galera do outro lado novamente. Eles avisam rapidamente para o pessoal desder e quem não sabe disso fica bem perdido sem saber o que tá acontecendo. Vi gente com cara de assustado achando que deu merda. kkkkk Quando atravessamos ficamos um tempo esperando o ônibus, tem umas barracas de comida de rua e o clima é bem agradável. Todo mundo dentro do ônibus novamente, seguimos caminho para La Paz. Nem falei, mas o ônibus não era muito confortável. Poltronas apertadas, algumas não abaixavam, foi uma viagem um pouco desconfortável. Estava morto de cansado de tanto andar na Isla del Sol. Hostel em La Paz: Já tínhamos dado uma olhada em alguns hostels por perto do mercado das bruxas e fomos em direção a eles. Era bem perto da rodoviária de carro. O aplicativo de mapa offline ajuda muito neste caso. Escolha um que mesmo offline mostra os hostels disponíveis. No primeiro capítulo falei de um que usei e gostei muito. Chegamos em La Paz era aproximadamente 22h. Quando desci do ônibus senti um frio de cortar a alma, virei uma estátua de gelo. Nessas situações fica complicado pensar em pechinchar, massss não é impossível. Fomos direto para o Taxi e o cara cobrou 60 BOL. Oi? Mano eu virei estátua de gelo, mas ainda tenho consciência. Tá Maluco? Chamei a galera e falei que não dava, tava muito caro, afinal tinha um resto de roteiro a zelar. Qualquer grana que eu economizasse ajudaria. Fomos então para fora da rodoviária e o outro cara cobrou 30 BOL. Que diferença não? Não contente, falei que era muito perto e que a gente pagava 20 BOL. Foi os vintão. 0/ Pagamos 5 BOL cada um e descemos na rua Sagarnaga. Primeiro fomos no hostel que a galera tinha visto, porém estava tudo muito caro, pesquisamos alguns ali por perto, mas continuavam inviáveis. Era de 100 BOL para cima a diária. Já estava tarde e o frio castigando. Um menino me falou do Cactus hostel pelo grupo de mochileiros do whatsapp. Fica praticamente dentro do mercado das Bruxas, na calle Jimenez, do lado do hostel Jimenez. Fomos lá para ver qual é. Dois foram no Jimenez ver se tinha vaga e eu e a Angéllica fomos no Cactus. O Jimezes não tinha vaga e o Cactus tinha, porém em quartos separados. 30 BOL a diária. Decidimos que seria ali mesmo, por mais que a primeira impressão que ficou não foi legal. Foi péssima na verdade. Vinicius e eu ficamos em um quarto com mais uma pessoa. O Quarto não tinha janela e estava com um fedor que pqp. Um cara estava vendo um filme e ficava rindo, tossindo muito, fiz uma oração, me concentrei, entrei no modo avião e acabei apagando. Não tive como tomar banho, pois o banheiro estava impossível de usar e o chuveiro não esquentava. Foi apenas uma primeira impressão mesmo. Hoje até indico o Cactus para quem não gosta de muito luxo e pensa em economizar. Hostel Cactus Nosso primeiro dia em La Paz: Pela manhã rodamos tudo para achar um outro hostel, mas estava tudo acima do que a gente queria pagar. Foi quando eu decidi que ficaria ali mesmo no Cactus e dei a opção de cada um ir para outro lugar caso se sentisse a vontade. Tem hora que infelizmente você não pode querer que todo mundo faça tudo com você, mas infelizmente não tinha como pagar lugares mais caros. No final todo mundo decidiu ficar ali para minha felicidade, afinal a companhia do pessoal era massa. Quando voltamos conseguimos mudar para um outro quarto que tinha vagado para 4 pessoas. Quarto com janela, estava limpo, arejado, coberta limpa, os banheiros já estavam limpinhos e o chuveiro esquentando. As vezes é só a primeira impressão mesmo, depois vimos que chegamos muito tarde e realmente estava tudo uma zona. Tudo se normalizou e ficamos felizes naquele quarto, tirando o fato de ter uma família do lado do nosso que não dormia e ficavam fazendo barulho até de manhã. Eu particularmente não tenho problema em dormir, então não incomodou tanto. Esse primeiro dia seria para conhecer a cidade, andar, descansar, fechar os passeios e aclimatar o corpo. UMA DICA SUPER IMPORTANTE: Não faça passeio nesse primeiro dia, se puderem. Tira esse dia para descansar, se acostumar com a altitude e o clima, pois La Paz foi o lugar que mais senti a altitude. Fiquei muito cansado, desanimado e esse primeiro dia serviu para dar um gás para continuar. Quarto tudo OK, saímos em direção a praça, fui trocar dinheiro (Meus últimos dólares), já estava no nível desesperador. Sabia que não iria dar e teria que partir para o plano B. Mais pra frente falo sobre a missão e como a Camila foi uma pessoa que me ajudou pra caralho nessa hora. Sobre a cotação de La Paz, não vai adiantar muito eu ficar falando disso, pois já se passaram tantos dias e os valores com certeza mudaram, mas o dólar estava 6,94, 6,95 e o real 1,70. Um detalhe importante é que lá as notas de 100 dólares novas são muito valorizadas, chegaram a pagar 6,96. O real como sempre não é tão valorizado. Muito cuidado com câmbio de rua. Uma estratégia que eu adotei foi ir em mercados locais e pedir para eles me ensinarem a identificar as notas falsas de lá. Consegui pegar algumas dicas e trocar a grana tranquilamente. Notas velhas e rasgadas eu sempre pedia para trocar por outras. Fechando os passeios: Ta aí uma coisa que me deixou bem frustrado... Eu queria muito fazer o Downhill na estrada da morte, mas infelizmente não teria tempo e muito menos grana. A Camila, amor de pessoa que é, ofereceu pagar e depois eu dava a ela, mas não achei justo e não quis abusar, apesar de ela ter me deixado muito a vontade para isso. Conhecer essas pessoas na viagem, nos fazem acreditar que as melhores pessoas estão de mochila nas costas viajando. De verdade! Decidi que fecharia com a agência apenas Chacaltaya + Valle de La Luna (Esse passeio é feito no mesmo dia). Detalhes da agência: Nome: Maya Tours Endereço: A agência ficava na mesma rua do Cactus (Jimenez), quase no final da rua, porém tem outras endereços e contatos e indicações no mapa (Acredito que era só um ponto de apoio): Illampu Street, 765 - Phone: 2-459389 - 72516104 Linares Street, 791 - Phone: 2-900489 - 2-480560 (24H) Foi umas das mais baratas que achamos, apesar de não ter pesquisado muito. Lá mesmo pegamos um mapa da cidade e orientações de como pegar o teleférico e ir até o mirador. Segue imagem do mapa com a referência de onde fica a agência (Marcado com uma bola vermelha): Depois de fechar os passeios (Conto detalhes e valores mais a frente), fomos achar um lugar para comer. Sei que quando a fome bate a vontade é de parar no primeiro lugar que aparece, mas todos queriam economizar, então saímos pelas ruas procurando restaurantes, apesar de não ser difícil encontrar restaurantes baratos (Mas queríamos o MAIS barato, porém limpinho e com cara boa ahahaha). Resultado: Entrada (Sopa) + Arroz + Batata + Frango + Salara + Coca = 14BOL. Tinha direito a um refresco lá, mas que desde Santa Cruz de La Sierra tinha decidido não beber. A próxima missão antes de conhecer melhor o mercado das Bruxas e ir até o Teleférico era achar um supermercado para fazer o lanche para levar para Chacaltaya no outro dia de manhã. Não tem lugar para almoçar lá e a agência não dá o almoço. Andamos um pouco até achar um supermercado (Detalhe que não é fácil achar supermercado grande pelo centro de La Paz). Gastei 20 BOL comprando coisas para fazer lanche, água e frutas. Comprei uns pães em uma padaria também. Mercado das Bruxas: O Mercado das Bruxas é cheio de ladeiras, ruas estreitas e barraquinhas onde é comercializado de tudo. A maioria são objetos místicos de todos os tipos, ervas, pedras, amuletos, etc. Estava bem ansioso na verdade para conhecer. O que chama mais atenção são os fetos de lhama pendurados na frente das lojas. Os fetos são enterrados no terreno antes de construir a casa para dar sorte. Esses fetos são de abortos naturais e não mortos para virar amuletos como alguns pensam. Que bom né? Coitadinhos! Mercado das Bruxas Mercado das Bruxas Outros mercados Mercado e uma apresentação de Teatro Teleféricos e Mirador: Esse dia foi muitcho loko... kkkk A agência nos explicou certinho como a gente fazia para chegar até o teleférico e nos indicaram pegar a linha vermelha que era onde tinha a melhor visão, assim fizemos. O valor do teleférico é 3 BOL, ida e volta 6 BOL. A infraestrutura da parada é surreal. Com cerca de 13 km, a rede de teleféricos passa por 11 estações. É a mais longa rede de teleféricos no mundo. Tudo muito organizado e limpo. Os teleféricos funcionam como meio de transporte para a população e é nítido como isso facilitou a vida de todo mundo e mudou a cara da cidade. Na saída do teleférico encontramos uma barraquinho de um tio que estava vendendo hambúrguer por 3.50 BOL. Vocês não tem noção de como aquilo tava bom. Entrada do Teleférico Mirador Observaram que tem um vidro aí? Pois é, a gente cismou que queria ver o pôr do sol pela frente, para ter uma visão panorâmica de toda a cidade. Assim fizemos, saímos do terminal do teleférico, entramos em umas ruas estreitas, passamos quase dentro de um quintal e fomos andando até chegar quase na frente desse vidro. Estava um frio surreal e eu fui de bermuda (Não sei o que deu na minha cabeça). Paramos em um lugar que era quase os fundos de um quintal de uma casa, porém imaginamos que estava tudo de boa. Começou a entardecer, o frio apertava mais e mais, ligamos um som e ficamos ali esperando o pôr do sol e a cidade se ascender. Entardecer As cores vão ficando maravilhosas, e ver a cidade se ascendendo é incrível. Detalhe que quando anoiteceu tivemos uma surpresa daquelas: Uma lua indecente saiu por trás da montanha Illimani ( A segunda montanha mais alta da Bolívia e a maior altitude da Cordillera Real. Atinge os 6.462 m de altitude) e posso dizer que tive um dos melhores momentos da viagem. Ver a lua aparecendo com aquela visão incrível da cidade foi maravilhoso, até surgir um cara da casa e fazer um monte de pergunta pra gente, mandando a gente sair dali e pra variar ele soltou um cachorro em cima da gente. O cachorro reconheceu que éramos brasileiros gente boa e começou a balançar o rabo e pular em cima de todo mundo brincando. Como garantia, voltamos no escuro no meio de um monte de mato e conseguimos finalmente entrar na estação novamente e descer. Quase levar uma mordida de cachorro valeu muito a pena. FOI INCRÍVEL! A foto não está tão maravilhosa como merecia, mas olha que maravilha. Nosso segundo dia em La Paz: Chacaltaya e Valle de La Luna: Esse passeio é um dos clássicos para quem vai visitar La Paz. A maioria das agências estavam cobrando 80, 90 Bolivianos, porém na Maya pagamos 65 cada pessoa (grupo de 4 pessoas). Tem uma taxa de entrada de 30 BOL que deve ser pago a parte. A 5421 metros Chacaltaya é um pico da Cordilheira dos Andes a cerca de 30 km da cidade de La Paz, e próximo a Huayna Potosí. Para chegar a base é necessário percorrer um caminho construído em 1930. É conhecido como a estação de esqui mais alta do mundo, porém devido ao aquecimento global está atualmente desativada. Acordamos às 6h30, preparamos nosso lanche e ficamos esperando o carro chegar (entre 8h e 8h30). Confesso que foi tenso e bem cansativo tendo em vista que são 5.400 metros: :@ Falta ar, tontura com força, um vento gelado de cortar a alma. Inicialmente fizemos a subida de carro. Estradas estreitas, muitos precipícios, um ziguezague sem fim, muitos pedregulhos. pode-se dizer que é um pouco pior do que a estrada que vai para Machu Picchu. Fiquei um pouco tenso, confesso! A base de esqui fica a 5.300 metros. Chegando na base a gente começa a subida a pé para chegar ao ponto mais alto. Quem fizer, vá devagar no seu tempo, respeite o limite. Fui o primeiro a chegar. Mas me preparei bem. Masquei folha de coca, tomei o Diamox (Consulte seu médico ahaha) e fiz um chá dentro de uma garrafa e fui bebendo durante todo o percurso. Me ajudou muito. O visual é espetacular, inclusive é a foto que coloquei no início do relato. É FANTÁSTICOOO! Vários picos nevados, vales, cores, contrastes. É lindo e vale muito a pena. Repetindo: Não aconselho a fazer esse passeio assim que chegar em La Paz. Faça uma aclimatação primeiro, pois seu corpo sentirá muito. Duas meninas resolveram não subir e ficar ali na base mesmo. Outras chegaram lá em cima quase morrendo, ser ar, boca roxa e sem voz (Famoso morreu, mas passa bem). Na volta, você pode parar na casinha para ir ao banheiro, tomar um fôlego para voltar em direção ao Valle de La Luna. Concluída a missão Chacaltaya, bora para o Valle de La Luna. Chegando lá na entrada a guia deu as explicações de como o Valle se formou, outras coisas lá de ver imagens e caras nas rochas, mas confesso que não prestei muita atenção. O Valle é legal, não é muito grande, é bem sinalizado e demarcado, mas se mistura muito com a paisagem urbana, o que perde um pouco a sensação de estar na Lua. Mesmo assim acho que vale muito a pena conhecer. Chegando no hostel e conhecemos um brasileiro de BH (Gente boa que esqueci o nome) e fomos dar uma volta pelos mercados e ruas e procurar o tio do Hambúrguer novamente, mas para nossa tristeza ele não estava lá. Fiquei muito decepcionado, pois andamos pacas para chegar lá. Em compensação encontramos uma barraquinha fazendo nachos, PQP como tava gostoso. Nachos: 8BOL + Refri: 2.50BOL. DINHEIRO ACABOU! ÇOCORRO! Não seria uma boa ideia vender meu corpo por ali. Hora do plano B. Quem acompanhou sabe que eu levei 100 dólares falsos e descobri só lé em Uyuni. Entrei em contato com a pessoa que me passou e pedi para depositar na minha conta os 350 reais e quando chegasse daria a nota falsa para ela ver o que ia fazer. Só que a merda seria retirar do banco, pois iria me comer uma taxa do cão. Lembrando que ainda teria que ter grana para pagar busão para Santa Cruz de La Sierra, pagar uma diária lá, comer e ainda pegar outro busão de SP para minha cidade no Rio de Janeiro. Tava ferrado resumindo. Com certeza eu conseguiria fazer a missão, porém ia ser muito apertado. Novamente a Camila (Anjo, ser humano incrível) me ofereceu dar a grana e eu poderia transferir para a conta dela. Ela me salvou muito PQP. Transferir 100,00 para a conta dela e ela me deu em real para trocar. Deu 170 Bolivianos. Era a grana que eu teria para terminar a viagem. Nosso terceiro e último dia em La Paz: Era hora de cada um seguir seu rumo. A Camila foi fazer a estrada da morte, o Vinicius ver no jogo de futebol e eu e Angéllica iríamos para SCLS. Nosso objetivo era viajar a noite para economizar na diária. Andamos pelos mercados, porém não tinha muita coisa aberta, pois era feriado. Deu nossa hora, hora de partir. La Paz x Santa Cruz de La Sierra (Como conseguimos economizar uma grana?) A maioria das agências vendem passagens para os mais diversos lugares em ônibus turísticos, porém o valor é absurdamente mais caro. Tinha agência vendendo passagem por 280 BOL. Era mais do que eu tinha para terminar a viagem toda, ahahaha. Foi aí que fomos até a rodoviária no dia anterior verificar e sondar para ver como a gente poderia economizar. Chegando lá descobrimos o grande, não tão grande, segredo, pois já tínhamos feito isso antes. Tem diversas empresas de ônibus na rodoviária de La Paz, para os mais variados lugares, inclusive Cusco, Uyuni, etc, porém os valores sofrem alteração a qualquer momento. Muita procura = mais caro, pouca procura = mais barato. Ônibus saindo vazio = bem mais barato. Claro que vão ter lugares onde tenha uma empresa apenas, ou que a procura é sempre grande. Minha experiência foi indo para SCLS. Aconselho a sempre ir um dia antes na rodoviária para sondar o que fica melhor para você e não se enrolar na hora. Nos aconselharam a não comprar antecipadamente, mas no dia da viagem, chegar mais cedo e ir sondando os valores, até achar um que vale a pena. Assim fizemos, chegamos umas 2 horas antes do horário que programamos (16h30) e começamos a correr preço. Começou em 150 BOL, depois achamos por 130, 120, 100 e por fim uma empresa veio até nós ofereceu por 80 Bolivianos. Fechamos! Saída de La Paz: 18h. Chegada em Santa Cruz: 11h30. Tempo de Viagem: 17h30 (É MUITA HORA!) Empresa: Trans Lucero. Valor: 80 BOL. O que precisa ficar claro é: Economia na maioria das vezes quer dizer abrir mão de conforto. O ônibus saiu vazio da rodoviária, eu fiquei todo feliz, caraca, que sorte, posso deitar, levantar, correr, deitar no corredor, etc etc.... Lembram quando falei que o pessoal mais pobre estava concentrado no El Alto? Pois muito que bem, o ônibus parou lá. Kkkkkk Irmãos, era caso de oração, o ônibus ficou lotado em 2 minutos, era bolsa, caixa, galinhas, criança chorando, cheiro de CC, gente que não parada de entrar, um vende milho, outro salgado, outro doce, outro criança, brincando, criança não kkkkk. Um senhor sentou do meu lado, o cheiro não estava tão bom, mas percebi que eram trabalhadores, provavelmente tinham acabado um dia daqueles. Inicialmente a gente sempre fica um pouco apático e estressado com essas situações, mas a gente está propenso a isso e muito mais. É deixar levar e vida que segue. Troquei uma ideia com ele, muito simpático e gente boa por sinal. Ele me contou algumas histórias da vida dele que me fizeram refletir bastante e seguimos viagem. Consegui dormir boa parte da viagem, a poltrona era confortável e deitava bastante. Em um momento da viagem fiquei acordado e tinha uma lua linda. Nesse momento pude refletir sobre toda a viagem e como eu tinha mudado. Certo que voltaria para o Brasil uma nova pessoa. Inevitavelmente as lágrimas desciam de alegria e ao mesmo tempo uma sensação de realização muito grande. No meio do caminho teve uma parada onde comi um salgado duro e sem gosto, mas tava com muita fome. Chegamos em Santa Cruz aproximadamente 11H30 com uma leve chuvinha. Chegada em Santa Cruz de La Sierra: Olhei no mapa e estávamos muito longe do centro, porém não passava ônibus por ali e não achamos ponto de taxi, foi ai que resolvemos ir andando para achar um hostel. A gente tava muito longe do que ficamos quando iniciamos a viagem. Olhei no mapa alguns, cheguei a procurar um que não existia, outro com valor super diferente do que estava anunciado, foi quando achamos um com preço bom e perto. Hostel: Residencial Ikandire II. Endereço: Calle Barron, 571 Valor: 35 BOL cada (Quarto para duas pessoas). Supimpa né? Super limpo, banho quente e cama muito confortável. A noite fomos dar uma volta pela praça e comer alguma coisa. Ficamos no segundo andar, quando voltamos a noite fomos para o quarto e do nada escutei uma voz conhecida, desci e era a Camila. Não tínhamos planejado nada, ela nem sabia onde estávamos, mas o destino nos uniu novamente. Foi aquela gritaria: "MANOOOOO COMO ASSIM?" kkkkk. Acordamos as 5 da manhã e fomos juntos para o aeroporto, o voo dela era mais tarde. Despedida e mais despedida, aquela sensação de tristeza, vendo tudo acabar, mas era hora de voltar para a realidade. O resto da viagem já foi aqui no Brasil, consegui chegar em casa de boa, dormi várias horas para recuperar as forças, comi muito feijão e carne vermelha. Kkkkk. Fiquei algumas semanas sem comer frango. A Camila teve o voo cancelado, teve que ficar mais dias em SCLS, mas no final deu tudo certo. Gastos (La Paz e Santa Cruz): Taxi dividido por 4 (Rodoviária x mercado das bruxas): 5 BOL. 3 diárias hostel Cactus: 90 BOL. Passeio Chacaltaya + Valle de La Luna: 65BOL. Sorvete: 2 BOL. Salgado: 3 BOL. Almoço: 14 BOL. Supermercado: 20 BOL. Padaria: 5 BOL. Teleférico (Subida e descida): 6 BOL. Hambúrguer delicioso: 3.50 BOL. Suspiro: 1 BOL. Nachos: 8 BOL Refri: 2.50 BOL. Pochete: 20 BOL. Passagem La Paz x Santa Cruz de La Sierra: 80 BOL. Taxa rodoviária La Paz: 1.50 BOL Salgado + Suco de caixinha + Laranja: 8 BOL. Diária em Santa Cruz: 35 BOL. Salgado + Refri: 6 BOL. Ônibus para Aeroporto: 6 BOL. Lanche aeroporto: 10 BOL. Total em Bolivianos: 391,50. Total em Reais: 230,29. Gasto total da viagem: R$ 5.409,76. Eu depois do mochilão: Quando estamos planejando o mochilão ou até mesmo durante, o medo bate em diversos momentos (o que fazer? Vai valer a pena? Será que estou sendo enganado? Estou pagando mais do que deveria? Esse lugar é seguro? Será que é de boa ficar nesse hostel? E se der merda? Se a grana não der? O que ferra tudo é o "SE"). Além disso ter que lidar com todos os questionamentos, se enturmar, conhecer pessoas novas é uma luta para quem é mais fechado e tímido como eu. A gente descobre portanto (repetindo o que já falei), que as melhores pessoas estão com a mochila nas costas pelo mundo. Conheci pessoas dos mais diversos tipos, mas todos me proporcionaram grandes momentos. É encorajador ver o sorriso estampado na cara delas. Elas podem ser pessoas ruins no seu dia a dia, podem ser ranzinzas na sua realidade, mas ali elas estão abertas para entregar o que há de melhor nelas. É claro que conheceremos pessoas que só ferram com o rolê, ou que não estão nada abertas para isso, mas em sua maioria as pessoas são as mais lindas que podemos conhecer. Tenho uma gratidão enorme pelo aprendizado, pela ajuda, pela amizade de todos, especialmente a Angéllica que me aturou muito. Aprendi a respeitar as diferenças sejam elas de personalidade, opinião, conhecimento ou cultura. Aprendi que por trás de uma roupa suja, com cheiro ruim, tem uma história de vida linda e uma experiência pronta para ser compartilhada. Que uma cara fechada pode guardar um lindo sorriso e nem sempre se esse sorriso não for oferecido para você, tornará aquela pessoa menos merecedora de sua bondade. Aprendi acima de tudo que ser mochileiro é para quem está aberto para doar o que há de melhor dentro do peito. Agradeço quem me acompanhou até aqui e todos que elogiaram o relato, comentaram, compartilharam com os amigos... Enfim... Nos vemos em breve, e o conselho para a vida é: "Enfia a cara e vai, que o mundo te espera".
  2. 1 ponto
    Olá amigos da comunidade Mochileiros.com. Aqui é o Thiago e a Priscila. Nós moramos na cidade de Blumenau-SC. Em dezembro de 2018 fizemos nossa viagem de carro até San Pedro de Atacama no Chile. A comunidade mochileiros.com nos ajudou bastante, pois no site conseguimos várias dicas e conhecemos outras pessoas que também nos ajudaram com informações. Por esse motivo queremos compartilhar nossa experiência. E quem sabe poder ajudar ou até mesmo encorajar outras pessoas a saírem do sofá e encarar essa aventura. Para realizar esta viagem primeiro nós fizemos algumas pesquisas, como por exemplo: documentos necessários, seguros obrigatórios, melhor roteiro, condição das estradas, hotéis, pontos turísticos, custo com passeios, custo com alimentação, custo com gasolina, custo com pedágios, melhor câmbio, o que levar na bagagem, etc. Juntamos todas essas informações numa planilha e então começamos a trabalhar nela. Então no mês de Setembro/2018 começamos a fazer as contas e preparar tudo o que precisava para viajar. Nessa primeira parte vamos tentar abordar o máximo de informações com relação ao roteiro, situação das estradas, GPS, câmbio, aduanas, seguros, itens obrigatórios, pedágios e combustível. Na segunda parte vamos falar um pouco sobre San Pedro de Atacama e sobre os nossos passeios. Então vamos ao que interessa: Nessa viagem foram 04 pessoas: Eu (Thiago), minha esposa Priscila, meu Pai e a namorada do pai. Saída de Blumenau: 22/12/2018. Chegada em San Pedro de Atacama: 25/12/2018. Saída de San Pedro de Atacama: 31/12/2018. Chegada em Blumenau: 03/01/2019. Carro utilizado: Peugeot 207, ano 2012. Motor 1.4, c/ 04 portas. Roteiro/Condição das estradas/Pedágios: Dia 01 - Blumenau - SC x São Borja - RS. Total: 860 Km. Esse caminho é o mais curto, porém tem muitos trechos com pista ruim (buracos, desníveis, etc.), além disso tem muitos radares e lombadas eletrônicas. O motorista tem que ficar atento. Pedágios: Nenhum. Dia 02 - São Borja-RS x Presidência Roque Sáenz Peña - Argentina. Total: 620 Km. As estradas são boas, pelo menos são melhores que do que as do Brasil. Pedágio 01: logo que passa a Aduana, já tem um guichê de pedágio. Valor pago em moeda brasileira: R$ 50 para veículos de passeio. (na volta ao Brasil, o valor é R$ 65) Pedágio 02: RN-12 aprox. no Km 1262. Valor: 50 Pesos Argentinos. Pedágio 03: RN-16 aprox. no Km 05. Valor: 40 Pesos Argentinos. Pedágio 04: RN-16 aprox. no Km 60. Valor: 65 Pesos Argentinos. Dia 03 - Presidência Roque Sáenz Peña (Argentina) x Salta (Argentina). Total: 630 Km. As estradas também são muito boas. Observação: na RN-16, entre os KM 410 e 481 a estrada é "horrível". Tem muitos buracos. Buracos gigantes. Você vai perder tempo desviando deles. Pedágios: RN-09 chegando na cidade de Salta. Valor: 25 Pesos Argentinos. Dia 04 - Salta (Argentina) x San Pedro de Atacama (Chile). Total: 580 Km. As estradas também são muito boas. Observação: Nós usamos o caminho Paso de Jama, que é melhor, pois é todo asfaltado até San Pedro de Atacama. Pedágios: Nenhum. *Na volta pra casa fizemos o mesmo trajeto. Hospedagem: Dia 01 - Dormimos na casa de parentes. Não tivemos gastos com hospedagem nesse dia. Dia 02 - Ficamos hospedados no hotel de campo El Rebenque, que fica na cidade de Presidência Roque Sáenz Peña (Argentina). Dia 03 - Ficamos hospedados no hotel Pachá, que fica na cidade de Salta (Argentina). Dia 04 - Ficamos hospedados no hostal Casa Lascar, que fica em San Pedro de Atacama (Chile). Aqui dormimos dia 25, 26, 27, 28, 29 e 30 de dezembro/2018. *Na volta pra casa ficamos nos mesmos hotéis. Câmbio: Peso Argentino: nós trocamos todo o dinheiro brasileiro por Peso Argentino na aduana, que fica logo depois da Ponte internacional, saindo de São Borja-RS. Valeu muito a pena trocar o dinheiro na aduana, pois pagamos 0,10 por cada Peso Argentino. Já em Blumenau a melhor taxa que encontramos foi 0,15. Comparação de preços Blumenau x Aduana Argentina: R$ 1 Mil reais trocados em Blumenau valem: 6.666 Pesos Argentinos (sendo: 1000 / 0,15) R$ 1 Mil reais trocados na Aduana valem: 10.000 Pesos Argentinos (sendo: 1000 / 0,10) Peso Chileno: nós trocamos R$ 1 Mil (reais) em Pesos Chilenos aqui em Blumenau, para ter um pouco de dinheiro na chegada à San Pedro de Atacama. O restante do dinheiro brasileiro nós trocamos em San Pedro de Atacama. Trocar o dinheiro em San Pedro valeu muito a pena, pois recebemos 170 Pesos Chilenos por cada R$ 1,00 (Real). Já em Blumenau a melhor taxa que encontramos foi de 154 pesos Chilenos por cada R$ 1,00 (Real). Comparação de preços Blumenau x San Pedro de Atacama: R$ 1 Mil reais trocados em Blumenau valem: 154.000 Pesos Chilenos (sendo: 1000 x 154) R$ 1 Mil reais trocados em San Pedro de Atacama valem: 170.000 Pesos Chilenos (sendo: 1000 x 170) *Compare antes de trocar seu dinheiro. Combustível / Postos de abastecimento: Na Argentina tem dois tipos de gasolina: a Super (comum) e a Infinia (aditivada). Infinia: variava de 45 a 48 pesos. Super: variava de 41 a 44 pesos. *Abastecemos com gasolina Infinia nos Postos YPF. *No Chile não abastecemos, por isso não informamos os tipos e preços que existem. Na Argentina tem muitos postos de abastecimento durante o trajeto. O último posto fica bem próximo da Aduana, no Paso Jama (divisa entre Argentina e Chile). Depois da Aduana não tem mais posto durante o caminho. Vai ter um posto somente em San Pedro Atacama (distância entre Aduana e San Pedro Atacama: 160 KM aprox.) GPS: Nós utilizamos dois aplicativos de geolocalização: o Google Maps e o Maps.me. Levamos dois Smartphones, em um deles usamos o Maps.me e no outro com Google Maps. Antes de sair nós fazíamos os trajetos pela rede WiFi e depois saíamos para a estrada. Os dois aplicativos funcionaram muito bem no modo off-line. Dica: o aplicativo Maps.me funciona totalmente no modo off-line. Para isso é necessário baixar os mapas off-line da região que você vai passar. Exemplo: nós baixamos todos os mapas da Argentina, do Chile e também dos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Seguros obrigatórios para seu carro: Na Argentina: seguro Carta Verde. Você pode fazer em qualquer corretora de seguros. Ele cobre danos a terceiros em caso de acidentes. Nós fizemos o seguro com a Porto Seguro, com a cobertura de até 15 dias. Custo: R$ 125. Débito em conta corrente. No Chile: seguro SOAPEX. Você pode fazer este seguro com a HDI do chile. Só digitar no Google "HDI Chile". Ele cobre danos a terceiros em caso de acidentes. Nós fizemos o seguro direto no site da HDI Chile, com a cobertura de até 10 dias. Custo: R$ 40. Pagamento somente no cartão de crédito. *Veja se o seu cartão está liberado para realizar esta compra. Observação: em nenhum momento a polícia ou aduana nos cobrou esses documentos. Seguros para você: Nós optamos por não fazer nenhum seguro de vida ou de acidente. Mas as empresas de seguro oferecem inúmeras modalidades. Avalie a que melhor se enquadra com seu bolso. Itens obrigatórios para o carro: Na Argentina: Vários blogs e pessoas nos disseram que teríamos que levar um monte de coisas no carro. Então nós entramos em contato com o departamento de trânsito da Argentina e também com o consulado Argentino no Brasil que fica em Florianópolis. Segundo eles, os itens obrigatórios são: - 01 Extintor de incêndio (exceto em motos); - 02 triângulos de segurança; - Além dos demais exigidos no Brasil (pneu estepe, chave de rodas e macaco). E tem também os itens recomendados: (notem que são recomendados, não obrigatórios) - Kit de primeiros socorros; Portanto, não é obrigatório levar o tal do "cambão", que muitos blogs informam ser obrigatórios. No Chile: Considerar todos os itens obrigatórios citados acima. E no Chile todos os motoristas são obrigados a ter no carro um "colete refletivo". Caso o motorista precise sair do carro para alguma manutenção ou emergência ele precisa estar vestindo o colete. Isso é LEI NACIONAL. Na dúvida leve um colete também. Observação: Na Argentina fomos parados diversas vezes pela polícia. Em quase todas as cidades que passamos ao longo do caminho a polícia nos parava para solicitar algum documento. Algumas vezes eles pediam os documentos de identidade e do carro. Em outras eles faziam o teste de bafômetro. Mas em nenhum momento a polícia precisou revistar o nosso carro. No Chile não fomos abordados. Aduana Brasil x Argentina: Muito tranquilo. O atendente solicita os documentos do carro e identidades. Preenche um formulário no computador. Por último entrega um recibo (parecido com um cupom fiscal de mercado). Este recibo precisa ser bem guardado, pois ele será útil na Aduana Argentina x Chile. Não tem custo. Aduana Argentina x Chile: chato/demorado (pode ter fila e os atendentes são malas) A Aduana que nós passamos foi no Paso Jama. Tem 06 guichês. É necessário preencher um formulário em espanhol. Nesse formulário tem uma parte que fala se você está levando algum alimento que é "proibido". Após passar em todos os guichês eles entregam um recibo (parecido com um cupom fiscal de mercado). Este recibo precisa ser bem guardado, pois ele será útil na Aduana Chile x Argentina. Comidas não podem passar. Exemplo: frutas, verduras, carnes, lanches, etc. Tudo que é animal ou vegetal fica na Aduana. Alimentos processados passam. Alegação deles é que pode haver alimentos contaminados ou pragas. Se no formulário estiver a opção NÃO, mas na hora de revistarem o carro eles encontrarem alguma coisa, você leva uma multa. Após sair dos guichês vem um fiscal da vigilância sanitária e inspeciona o carro. Só depois de inspecionar o carro você está livre para seguir viagem. Não tem custo. *Na volta pra casa é necessário fazer tudo de novo, porém a vigilância sanitária não revistou o carro dessa vez. Espero que tenham gostado dessa primeira parte. Se tiverem algum comentário ou dúvidas por favor nos retorne. Um abraço.
  3. 1 ponto
    Ressalto que; esse texto à seguir foi publicado por mim mesmo no grupo do Mochileiros.com no Facebook. E segue o baile; Para Vocês que buscam aplicativos úteis para sua viagem/mochilão roots, segue a lista; 🌎Worldpackers - App para encontrar o seu work exchange(trabalho voluntário) em hostels, guesthouse's, ong's, ecovilas(e muito mais) e em troca recebe acomodação, um lanche, lavanderia e as vezes até almoço, super indico! E aproveita que o Mochileiros.com tem um código de desconto super bacana, basta inserir a palavra mochileiros no campo Código Promocional. 🏄‍♂️Couchsurfing - Funciona de forma similar ao worldpackers, é basicamente "uma rede social que faz a conexão entre viajante/mochileiro que quer hospedagem grátis durante uma viagem," em troca geralmente o hospede fornece uma ajudinha básica ou somente uma troca de conhecimentos/idiomas, e o CS pode ser utilizado de forma gratuita,. 🗺️MAPS.ME - Maaaaaaano do Céu, esse salva vidas quando não se tem internet hahaha! É simplesmente um app que funciona como GPS, podendo fazer o download do mapa da localidade para o lugar onde queres visitar/conhecer e utilizar. Detalhe; funciona em tempo real. - Se curtiram esse textinho, comentem abaixo! Ou compartilhem suas experiências. **precisando de uma ajudinha ou dica? É só me chamar no instagram.com/LCoteOficial
  4. 1 ponto
    Olá! Estou planejando uma eurotrip passando pelas seguintes cidade: Berlim-Praga-Viena-Budapeste-Munique. No entanto, ainda estou em dúvida quanto a ordem do roteiro. Pretendo ir no começo de setembro/2019 (entre 10 e 12) e regressar ao final do mês (entre 23-26). Como isso, quero finalizar a trip em Munique, para conhecer a Oktoberfest. Assim, estou na dúvida quanto a cidade de início (chegada), se Berlim ou Budapeste, por questões logísticas (tempo de deslocamentos) e valor. Pretendo fazer os deslocamento de trem ou ônibus, a depender da relação custo (preço) x benefício (tempo). Eventualmente, não me oponho a realizar algum deslocamento aéreo, em caso de distância maior (possivelmente no último trecho de cada opção). Minha dúvida: 1) Berlim-Praga-Viena-Budapeste-Munique. ou 2) Budapeste-Viena-Praga-Berlim-Munique. Qualquer sugestão/dica sera bem vinda. Obrigado.
  5. 1 ponto
    Preciso de ajuda pretendo ir de São Paulo a Natal RN em Abril/2019. Internirario, onde parar, pousadas
  6. 1 ponto
    Gostaria da ajuda pra escolher 1 barraca no Estilo Mochilão Roots. Tenho disponível para investir nela cerca de R$200,00 e pretendo iniciar essa jornada em Abril. Esse Mochilão será por tempo indeterminado, começando pelo Brasil todo seguindo Uruguai, Argentina, Paraguai e adjacentes. Grato a todos pela ajuda.
  7. 1 ponto
    Estamos formando um grupo para fazer um bate e volta para Paraty, no mês de fevereiro 2019... saída de Jacareí SP quem tiver interesse! Curtir as paisagens e pegar umas cachoeiras, sem extress e sem correria.
  8. 1 ponto
    Alguém afim de viajar pra Santa Catarina? ?? Em março
  9. 1 ponto
    @luizh91 Obrigado! Uso w830 da sony e iphone8! Abs!
  10. 1 ponto
    Olá Clovis blz? No salar eu usei a Thiago agência. Mas há outras, escolhi ela por ser mais barata... foi muito de boa, não tive problemas. No salar faz muito frio a noite. Cheguei e pegar - 20 graus, Mal conseguir dormir. Essa Trip foi incrível, uma das mais legais que já fiz. Nao deixe de fazer a estrada da morte em la paz! Muito loko! Qualquer coisa só perguntas. Abraço! aproveite esse país incrível!
  11. 1 ponto
    Concordo com o colega acima. Eu fiz com Estrela del Sur, que me atendeu muito bem por sinal. Motorista bem legal, 4x4 Toyotão, alimentação boa. Não tive nenhum problema e pelos relatos ouvidos a empresa está entre as melhores.
  12. 1 ponto
    É questão de sorte, tenha certeza viu, é comum você fechar o passeio com a agencia A e você ir em um carro da agencia B. Já fiz este percurso duas vezes, a primeira em 2013 com a Sandra Tour, a segunda em 2017 com a Sol da Manana, as duas vezes não tive maiores problemas, tudo como combinado. Pode deixar para fechar na hora, sempre irão te encaixar em algum grupo, fora que da para conseguir bons descontos.
  13. 1 ponto
    Um dos pedágios argentinos De volta ao Uruguai, fronteira em Gualeguaychu-ARG, rumo a Rivera. Muita chuva na estrada. Floralis Genérica, Buenos Aires-ARG.
  14. 1 ponto
    @deborar Obrigado pelas dicas! Estarei em Barcelona em maio deste ano por 4 ou 5 noites. Vou ver se consigo seguir algumas dicas suas.
  15. 1 ponto
    Estou querendo passar o carnaval em Ouro Preto/MG. Vi que o forte do carnaval de la são as republicas, alguem tem alguma republica para me indicar?
  16. 1 ponto
    @Wagner Tânia primeiramente voce terá quanto tempo pra fazer a viagem? É muito chão e muitos locais pra passar entao creio que essa seja a informaçao crucial para alguma sugestão.
  17. 1 ponto
    Obrigado pelas dicas/comentários Davi Leichsenring e Rafael_Salvador. De fato, com bem disseram, tudo é questão pessoal! No meu caso, não sou tão apegado a passeios e atrações "demasiadamente culturais", como passar "horas e horas no interior de vários museus e etc". Não critico quem tem este perfil (minha irmã é assim), apenas não é o meu. Desta forma, pelo meu perfil, e também dos meus companheiros de viagem, e também considerando os dias totais que terei a disposição, acredito que meu roteiro final será parecido com a sugestão indicada pela Davi Leichsenring. Após fazer as devidas simulações (considerando os seguintes requisitos: preços; tempo de deslocamento; e horários) concluiu pela seguinte rota, com deslocamentos de trem (valor total aproximado $75): Budapeste (3 dias/noite) > Viena (2 dias/noite) > Praga (2 dias/noite) > Berlim (4 dias/noite) > Munique (2 dias/noite). Quando finalizar o roteiro aqui, para quem tiver interesse ou apenas curiosidade. No mais, aceito quaisquer dicas e sugestões. 😎
  18. 1 ponto
    Bom dia mariojr! Obrigado pelas considerações. Então, na verdade meu roteiro inicial não incluía Munique, embora reconheço que parece ser uma cidade super interessante e que valha a pena conhecer. A rota inicial era a mais tradicional Berlim > Praga > Viena > Budapeste, bem sequencial mesmo. Resolvemos acrescentá-la ao final da viagem visando apenas ir na Oktoberfest, e mais algo passeio básico na cidade mesmo. Assim ficaria apenas 02 dias (a depender dos horários de chegada e saída). Ao simular o roteiro, conclui, assim com você, que Budapeste ficaria um pouco fora de rota. Até estou pensando nessa possibilidade (tirar Budapeste), no entanto, tenho receio de fazer e não ter a oportunidade de inclui-la em outro roteiro na região, para uma futura trip. Outra questão, é que conseguir simular o trecho Brasil-Budapeste por 47k (multiplus), que considero bom. Infelizmente não teremos como ficar mais dias, pois, além de questões profissionais, não levarei meu filho, portanto, não pretendo ausentar por um período maior. Como sei como o dias serão pouco, não tenho a intenção de realizar bota-volta. De toda forma, vou ponderar as considerações e analisar o possibilidade reduzir o número de cidades. Obrigado, novamente. Att.
  19. 1 ponto
    @GERALDOGFILHO , obrigada! Pode fazer quantas outras perguntas quiser! 1. porque vc escolheu o mês de dezembro para a acensão? Pq não em janeiro, na alta temporada? Foi por uma conjunção de fatores....primeiro pq eu coloquei na cabeça que iria em dezembro kkk (pensei que estaria mais bonito, com mais neve, mais limpo, com menos gente, mais com cara de montanha selvagem, e realmente tudo isso foi verdade); segundo porque a permissão era bem mais barata na baixa/média temporada; terceiro porque foi quando deu pra conciliar as férias.. 2. em relação a sua preparação física, você teria feito diferente se pudesse voltar atrás, teria se preparado melhor? Eu consegui recuperar meu joelho e a minha tendinite de aquiles a ponto de não sentir nadica de nada no aconcágua, e considerei isso uma baita vitória pessoal. Mas por causa desses mesmos problemas, treinei consideravelmente pouco. Mas não achei que fez falta... Talvez se eu tivesse mais preparo cardiorrespiratório tivesse tido mais facilidade com a falta de oxigênio... mas não posso afirmar. De qualquer forma, cardio deve ser o foco do preparo... A musculação vem pra prevenir lesões que podem surgir com o treino de cardio (corrida por exemplo). Os músculos fortes não acho que servem pra mta coisa em altitude (há controvérsias). Acho que ajudam no comecinho, mas depois a altitude acaba com eles...e quanto mais músculo mais consumo de oxigênio. Eu errei bastante no treino foi depois de voltar... voltei com o frostnip nos dedos do pé e a recomendação era corrida pra ativar a circulação e ajudar a "ressuscitar" o tecido... Só que a altitude tinha comido todos os meus músculos, e eu comecei a correr sem fortalecer a musculatura primeiro... Aí aconteceu o óbvio, sobrecarreguei a articulação do joelho e ganhei uma síndrome que tá me enchendo o saco. Só percebi o tamanho do problema quando comecei a correr mais pra preparar pra cordillera blanca, que fui em julho/agosto. Como eu não pretendia cancelar essa viagem, detonei meus joelhos, e to lidando com o problema até hoje. Enfim, músculo e altitude é um dilema que eu não sei como resolver... 3. Na sua opinião, valeu a pena adquirir alguns equipamentos ou hoje você teria alugado tudo? (eu moro no norte do Estado de Mato Grosso, onde o clima nunca fica frio e o montanhismo não será um hobby frequente para mim) Se realmente não será um hobby frequente pra vc, vale a pena alugar tudo, ou se achar barato pra comprar pode comprar e vender depois. No meu caso, arrependo é de não ter adquirido ainda mais coisas, ou de melhor qualidade, porque o que não comprei pro aconcágua acabei comprando depois, ou ainda estou comprando. E algumas coisas já estou substituindo por melhores opções. Mas pra mim é um hobby permanente rss. Arrependo principalmente de não ter investido em uma mochila cargueira boa na época. Fui com a minha quechua forclaz 60 (aquela laranja da decatlhon), sem suporte correto pro peso que precisa carregar lá e sem espaço suficiente, tinha que ficar pendurando um monte de coisa de fora e isso castiga. Uma boa mochila pode fazer uma baita diferença poupando energia.
  20. 1 ponto
    Se o hotel tiver politica de cancelamento sem custo até uma data (muitos tem até 1 semana antes), vc pode reservar agora... Com reserva prepaga eu nunca fiz com mais de 40 dias... geralmente faço entre 4 e 3 semanas... as vezes até 1 semana (depende do local/desconto). Como já perdi diaria que não podia cancelar, minha tendencia atual é deixar mais proximo da viagem. A não ser que seja cidade com pouca opção e em data especial, é muito dificil vc não encontrar onde ficar... já fiz algumas viagens que decidi onde me hospedar na semana que cheguei, mas prefiro escolher com mais calma. Faz uma simulação se estivesse chegando lá amanha. E semana que vem? Como estão as opções e preços comparados com a data que quer?
  21. 1 ponto
    Bom dia, pessoal. Visitei o Parque agora no início de janeiro 2018 e foi incrível!! Fiquei apenas 2 dias. Fui de Teresina a São Raimundo Nonato com a viação Princesa do Sul, paguei R$ 96 pela passagem. O meu guia se chamava Rafael o celular dele (whatsapp também) é 089 98129-0151. Como eu estava sozinho topei fazer o passeio de moto, ele fechou comigo R$ 200 por dia (150 guia e 50 transporte). Fizemos muitas trilhas, uma de 3 horas de duração. É cansativo, mas vale a pena. Fiquei hospedado na Pousada Ninho da Siriema que fica ao lado da rodoviária de São Raimundo Nonato. Super econômico! Dona Ivete e Ytamar um show de atenciosidade. Me cobraram R$ 30 pela noite em um quarto com ventilador e café da manhã incluído. Recomendo!
  22. 1 ponto
    A Crucero del Norte faz a linha SP - Cordoba. Se vc mora em SP, capital, fica fácil verificar na rodoviária Tietê. Se não, me diga que tento ver os horários p/ vc. Sei que o ônibus chega em Cordoba por volta de 23h, mas como vc já conhece a cidade isso não vai ser um grande problema. Por favor, me diga o que tem de legal p/ se ver em Cordoba. Estou pensando em começar por lá a minha próxima viagem à Argentina. Abraço. Marcio
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