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Exibindo conteúdo com a maior reputação em 05-02-2019 em todas áreas

  1. 2 pontos
    Muitas pessoas perguntaram: porque escolheram o Marrocos? Pesquisamos vários destinos, mas estamos numa vibe de conhecer lugares e coisas diferentes e não me arrependi nem um pouco de ter escolhido esse país exótico e fascinante. Como chegar ao Marrocos: Saímos de Recife em um voo direto para Madri (pela Air Europa e resumidamente a viagem foi tranquila, durou 8h e a cia aérea está aprovada). Em Madri pegamos um voo para Marrakesh, pela Ryanair e durou aproximadamente 2h. Chegando em Marraquexe: O aeroporto é muito lindo e moderno. A segurança lá é bem rígida, tudo seu é revistado nos mínimos detalhes, inclusive não pode nem entrar com drone no país. O aeroporto fica vazio, só pode entrar quem realmente vai pegar voo. As pessoas que estão esperando os passageiros, ficam na parte de fora. Como havíamos contratado um guia, ele estava já nos esperando. Contratando uma agência de turismo marroquina: Pesquisamos bastante como seria nosso roteiro pelo Marrocos. Tentamos fazer como de costume, tudo por conta própria, com mapa na mão e desvendando os lugares escolhidos. Depois de muitas pesquisas, decidimos fechar um roteiro com a agência Vamos a Marruecos e, sinceramente, foi a melhor decisão que tomamos. Vi que essa era a maneira mais segura e rápida. Com certeza aproveitaríamos melhor o pouco tempo que tínhamos. O Marrocos é um país bem diferente do nosso, com outras culturas e costumes. É um lugar famoso pela abordagem aos turistas, ou seja, constantemente aparecem pessoas e comerciantes querendo te vender algo ou te cobrando até por alguma informação que você peça na rua. Enfim, uns dos motivos pelo qual entramos em contato com algumas agências e fechamos com a que mais nos agradou. Fechamos um roteiro de 7 dias (virou 6 devido ao voo que perdemos), com motorista e guia o tempo todo a nossa disposição. Eles falam português muito bem, são muito simpáticos e prestativos e nos levaram a lugares maravilhosos. A propósito, todas as hospedagens foram escolhas deles. Sobre a agência Vamos a Marruecos: Pagamos um valor fechado, por uma excursão privada, que incluía transporte, ida e volta ao aeroporto, todas as hospedagens, guia local em todos os lugares visitados, algumas refeições e todo o passeio pelo deserto. Mais uma vez digo: foi a melhor escolha que fizemos. Foi tudo incrivelmente bom. Ficamos hospedados em lugares excelentes com os melhores atendimentos possíveis. O valor do pacote varia de acordo com suas preferências, pode até deixar claro se prefere ficar em hotéis mais sofisticados, quantos dias você vai querer ficar no total, etc. Nosso guia se chamava Mustapha. Assim que entramos em contato com ele, nos mandou um roteiro de acordo com a quantidade de dias que iríamos ficar e falamos mais ou menos nossas preferências, como por exemplo, fazíamos questão de dormir no deserto e queríamos ficar hospedados em Riads dentro das medinas (parte mais antiga das cidades). Para encontrar eles no TripAdvisor, é só clicar aqui. • Dia 1 Marraquexe: onde se hospedar Infelizmente tivemos um dia a menos no nosso roteiro (perdemos o voo em Madri e só conseguimos embarcar no outro dia a noite) e não conseguimos explorar Marraquexe como queríamos. Ficamos hospedados no Riad Bijoux. Explicando melhor o que é um Riad: são casas marroquinas que foram transformadas em locais para hospedar pessoas. Esse que ficamos é todo lindo, com detalhes apaixonantes e se falar que fomos recepcionados de uma forma bem alegre e acolhedora por Hassan, que toma conta do local. Como chegamos a noite, ele nos serviu um delicioso jantar com vinho. Ah, antes do jantar, tomamos um chá e comemos biscoitinhos, isso é bem comum quando você é recebido nos lugares (chá de boas vindas). Não conseguimos conhecer a medina, como estava programado, mas acordamos cedo, andamos um pouco pelas ruas e fomos conhecer a famosa praça Djemaa El Fna, aquela que fica uma loucura de tanta gente e turista. Tem povo com cobras, macacos (nem gostei do que vi, eles deixam os bichos acorrentados e presos em caixas), barracas de comida, entre outras coisas. Fomos até a frente da mesquita, tiramos umas fotos e depois pegamos o carro para continuar a viagem em direção a Ouarzazate. • Dia 2: Passando pelo Alto atlas: muita beleza e muita neve Cada paisagem de tirar o fôlego! Montanhas com muita neve e um céu bem ensolarado pra completar a perfeição. Durante o percurso, paramos para tomar um café em um lugar com uma vista linda. Depois, mais uma parada no ponto mais alto da viagem, Tizi-N-Tichka com 2260m de altitude e estava ventado bastante. Pense num frio! Também paramos pra conhecer uma cooperativa dos produtores de óleo de argan. Eles explicam todo o processo e lá vende vários produtos tanto para beleza quanto para comer. Compramos um mel com argan muito gostoso. Ait Benhaddou: patrimônio da UNESCO O Ksar mais famoso, uma aldeia fortificada, onde as casas são feitas de barro. Atualmente, poucas famílias ainda moram na região, mas encontramos lojas e vários artigos marroquinos sendo vendidos. Esse lugar serviu de cenário para algumas produções cinematográficas como: A Múmia, Gladiador, Alexandre, Príncipe da Pérsia, Indiana Jones, Game of Thrones entre outros. Não deixe de visitar esse lugar e vá com um guia. Você vai caminhar por ruas estreitas e cheias de detalhes até chegar ao ponto mais alto, na fortaleza, onde tem uma vista belíssima. Seguimos em direção a nossa próxima hospedagem, o Hotel Xaluca Dades. Grande, com uma decoração belíssima por toda parte. Jantamos com buffet livre e o café da manha também era no mesmo esquema. • Dia 3: Parada nas Gargantas do Todra: Desfiladeiros que chegam até 300m de altura São cânions de grande beleza, onde muita gente faz trilha e escalada nessa região. Fizemos apenas uma parada pra conhecer esse lugar que é realmente muito lindo. Tem bastante turistas e você encontra barraquinhas vendendo souvenirs. Seguimos em direção a Merzouga: Agora sim, chegamos na parte que me gerou mais ansiedade: conhecer o deserto do Saara e dormir no meio do nada. Antes de pegarmos os dromedários e seguirmos para o acampamento, decidimos fazer um passeio de quadriciclo pelas dunas e foi simplesmente uma experiência eletrizante (recomendo muito, pra quem curte aventura). Uma noite no deserto do Saara: dormindo em acampamento Pegamos os dromedários e seguimos viagem. No meio do caminho, uma parada estratégica para apreciar o belo por do sol (parecia uma pintura de tão linda que ficou a paisagem). Chegando no acampamento, fomos recebidos com chá de boas vindas e biscoitinhos. Depois, encaminhados a nossa tenda. Simplesmente me surpreendi com a estrutura. Como podem observar na foto, parecia um quarto de hotel, muito organizado e limpo. O banheiro tem todo estruturado, com pia, vaso sanitário e até banho quente. Fomos jantar numa tenda específica e estava tudo uma delícia. Mustapha (nosso guia), não estava presente no acampamento, mas nos mandou um vinho marroquino de presente e a noite foi ótima. Depois da janta, fomos pro meio do acampamento onde tinha uma fogueira. A noite foi bem animada com muita música, batuque e dança. Todos os funcionários foram maravilhosos, simpáticos e atenciosos. Havia um grupo de italianas, além de nós. Ainda fomos presenteados com um céu sem nuvem e muito estrelado. A dormida: confesso que não dormi direito, mas o fator foi o frio. Sim, fez um frio fora do normal de madrugada e não tinham mantas nem roupas que dessem jeito. A cama era confortável, tinham vários lençóis e mantas. Acordamos cedinho pra apreciar o nascer do sol (graças a Deus a temperatura já estava melhor). Tomamos um café e nos preparamos pra sair do deserto e encontrar nosso guia. Obs.: Existem vários tipos de acampamentos, dos mais rústicos aos quase comparados a um hotel 5 estrelas. Veja bem sua preferência. Nesse que ficamos, achei ideal: confortável, tinha uma estrutura ótima, energia elétrica, funcionários excelentes e levaram todas as nossas malas no carro deles (tem alguns que você leva apenas uma mochila com poucas coisas). Fomos e voltamos de dromedário, mas tem a opção de ir com eles de 4×4 (aviso logo que andar de dromedário não é muito confortável, porém queríamos vivenciar tudo intensamente). • Dia 4: Rumo ao norte do Marrocos atravessamos o palmeiral de Tafilalet até chegar ao vale de Ziz, onde paramos pra apreciar uma bela vista. A viagem de carro nos proporcionou cada cenário! Do nada, saímos do deserto e em poucas horas nos deparamos com neve. Tudo simplesmente apaixonante. Dessa vez estávamos passando pelo médio Atlas (midelt). Paramos em uma região que haviam uns macacos no meio da neve. Eles ficam loucos atrás de comida. E lá mesmo tem gente vendendo amendoim, pra quem quiser alimentá-los. Seguimos viagem até parar numa cidade muito linda, chamada Ifrane, a Suíça Marroquina. Estava cena de filme, toda coberta por neve. Foi apenas uma parada, mas achei tão fofa a cidade, que queria ter ficado hospedada pelo menos um dia (acho que preciso voltar ao Marrocos). Fes: A capital cutural do Marrocos Nos hospedamos Riad Dar Tafilalet. Já de cara amei o lugar que tem uma decoração linda. Ahmed, o cara que toma conta do Riad, é simplesmente uma figura que está sempre de bom humor e divertindo os hóspedes. Fomos recepcionados com chá de boas vindas e jantamos ali mesmo (estava tudo gostoso). • Dia 5: Conhecendo a medina de Fes, fábrica de cerâmica, tanques de tingir couro. Mustapha nos apresentou a um guia local, que também falava português. Primeiro, fomos conhecer a fachada do palácio real e saber mais sobre suas histórias. Seguimos para um mirante, que mostra uma vista panorâmica da cidade. Muito linda por sinal. Depois, fomos conhecer o lugar que produz as famosas cerâmicas. Vimos todas as etapas e confesso que fiquei impressionada com o trabalho e a delicadeza de tudo. Não deu pra sair sem levar nada, não é? Muita coisa linda e você fica até na dúvida nas escolhas. Hora de percorrer as várias ruas da medina. Lugar fácil de se perder, por isso, sem dúvidas, vá com um guia. As ruas são estreitas e não passa nenhum transporte, apenas burrinhos transportando cargas e mesmo assim, tem lugares que nem eles podem passar. É um mundo dentro da medina. Você encontra de tudo: moradias, todo tipo comércio, hospedagem (como o nosso Riad), restaurantes, mesquitas, a universidade mais antiga do mundo… Fizemos uma parada especial nos tanques de tingimento de couro. Aquele cenário da novela o clone (que é uma novela bem famosa e querida pelo povo marrooquino). Você entra por uma loja que vende vários artigos de couro e lá tem uma varanda que dá para tanques, onde tem várias pessoas trabalhando e o cheiro é bem forte, logo na entrada lhe dão um galhinho de hortelã pra ficar cheirando. Outra parada foi numa loja que vendia artigos de prata com um preço bem em conta. Não resistimos e compramos até um bule lindinho e outras coisinhas. Almoçamos em um restaurante dentro da medina e seguimos andando pelos corredores até chegarmos no nosso Riad. Foi um passeio muito bom e as explicações do guia foram excelentes. A tarde, fomos com Mustapha conhecer a parte nova, mais moderna da cidade. Uma cidade grande como qualquer outra, com casas, prédio, shopping, restaurantes, avenidas largas… • Dia 6: Ultimo dia nesse país africano chamado Marrocos Passamos a manha no Riad. Arriscamos até uma andada, sem guia, pelas ruas da medina, mas não fomos muito longe com medo de ficar perdidos. A tarde, nos deixaram no aeroporto e pegamos um voo com destino a Sevilla. Dicas: Culinária: não deixe de experimentar o couscous marroquino e tajines, foram os pratos que mais gostei. Os docinhos deles são bem gostosinhos, o chá é fantástico (amo chá) e o suco de laranja é maravilhoso. A moeda é o dirham marroquino. Levamos euro (1 euro valia uns 11 dirham). Pode trocar no aeroporto ou pela cidade. Não é permitido entrar em nenhuma mesquita, só quem segue o islamismo. No Marrocos, apenas em Casa Blanca é permitido entrar em uma mesquita, a maior do país. Quando for comprar algo, negocie bastante os preços (sempre consegue um desconto bom). Dá uma olhada no roteiro do S2tation, tem várias dicas legais com uma visão diferente da nossa! Impressões: Achei o povo marroquino muito simpático. Inclusive me impressionei com a quantidade de gente que desenrola português e muitos falam espanhol, ou seja, a comunicação por lá, não achei um problema. Você pode escolher se hospedar dentro da medina e sentir mais como é a cultura local, ou há hotéis muito bons em todas as cidades. Em relação a segurança, achei tudo muito tranquilo. Porém, quando percebem que é turista, muitos mercadores ficam atrás de você, de forma bem insistente, tentando vender algo. Como estávamos com guia, sempre, isso não ocorreu com a gente. Também não me senti “estranha” por ser mulher. Já tinha ouvido relatos que não havia muito respeito, mas acho que pelo fato de estar com guia o tempo todo não fomos a nenhum lugar que me fez sentir mal. As medinas são muito grandes e confusas pra quem não conhece. Então, a melhor forma é ir com guia. Vi um povo perdido, durante o passeio e é difícil se achar. A gastronomia: gostei de tudo que comi, porém só comemos comida marroquina a viagem toda e no final estava sentindo falta do tempero brasileiro kkk. Então, foi demais conhecer esse país tão exótico com gente simpática. Passamos muito tempo viajando de carro, com nosso guia e foi simplesmente incrível. Passar por tantos lugares diferentes e lindos, com paisagens que pareciam cenas de filme, dava vontade de ficar tirando foto o tempo inteiro. Não quer ter dor de cabeça, nem perder tempo e conhecer o máximo de detalhes possíveis? Feche um roteiro personalizado com uma agência. Indico a que fomos sem medo de errar e chegamos nela, pela excelente nota no trip advisor e por tantos brasileiros já terem fechado com ela. Deixo aqui meu agradecimento especial a Mustapha, que sempre vinha falando com a gente desde o Brasil, nos recepcionou da melhor maneira possível, é um cara muito de bem com a vida, alto astral e ainda virou nosso amigo marroquino. Link de nosso blog e www.melhorviajar.com.br Link de agencia e www.vamosamarruecos.com Whatsapp Mustapha , 00212676461644
  2. 1 ponto
    Olá a todos. Em agosto de 2015 viajei para parte de Portugal e Espanha e montei minha viagem com a ajuda dos “mochileiros.com” e gostaria de compartilha-la em retribuição a toda ajuda que tive! Agradeço a todos que opinaram no meu tópico de roteiro e a todos que publicaram seus relatos. Gostaria de ter escrito antes, mas como estava estudando para concurso só agora deu para parar e escrever. 1. ORGANIZANDO O ROTEIRO Portugal nunca foi minha primeira opção de viagem para o exterior, mas tinha vontade de conhecer. Já havia passado pela Espanha há alguns anos atrás quando visitei Madrid e gostaria de voltar. Em 2015 resolvi junto a uma amiga que iríamos de férias a esses dois países. E foi sensacional! Eu tinha 18 dias completos para a viagem. Primeiramente eu li bastante sobre os dois países. Escolhi as cidades de acordo com meu interesse levando em conta o tempo total que eu teria e a facilidade de locomoção entre elas. Às vezes queremos visitar cidades muitos distantes e se temos pouco tempo isso pode significar “perder dias”. Após passar por diversas mudanças e reajustes o roteiro final foi: 16/08: Saída do Brasil 17 a 20/08: Lisboa (com daytrips) 21 a 23/08: Porto (com daytrips) 24 a 26/08: Madrid (com daytrips) 27 e 28/08: Granada 29 a 31/08: Sevilha 01 a 03/09: Albufeira 04/09: Retorno para Brasil OBS: Queria muito conhecer Barcelona, mas era longe e no final eu teria que voltar para Lisboa. Então decidi ficar na região da Andaluzia e em um outro momento conhecer Barcelona e arredores. 2. PLANEJAMENTO FINANCEIRO Como eu já pretendia viajar para o exterior (mesmo sem saber para onde) desde o final de 2014 eu fui acompanhando a cotação do euro e no final de janeiro de 2015 quando o euro estava a R$ 3,02 eu comprei uma parte e depois o restante quando eu vi que o euro só estava subindo. Fiz conta de levar entre 80 a 100 euros/dia. Deu e ainda voltei com dinheiro. Este dinheiro seria usado para alimentação, passeios, deslocamentos nas cidades e pagamento dos hotéis (com exceção de Lisboa que teve que ser pago aqui do Brasil). Transporte aéreo e trens de longa distância foram pagos adiantados. Embora seja sempre aconselhável não levar todo dinheiro in cash eu resolvi arriscar (e não foi a primeira fez que fiz isso). Cartão de crédito seria usado apenas em caso de última necessidade. 3. DESLOCAMENTOS Ida e volta – aéreo. Comecei a pesquisar pra qual cidade a passagem aérea era mais barata saindo do Rio de Janeiro e o melhor preço foi chegando a Lisboa. Como eu não sabia sobre multidestinos, comprei chegada e saída de Lisboa. Hoje conhecendo a possibilidade de multidestinos, ou seja, na mesma compra escolher um local de chegada e outro de saída a compra talvez teria sido diferente. Trechos interno. Sempre prefiro utilizar trem para deslocamentos entre as cidades, pois normalmente os países da Europa são bem servidos de trem, as estações não são tão distantes do centro como os aeroportos e não é necessário chegar muito antes. Então preferi buscar por trens, mas em alguns trajetos a solução encontrada foi ônibus e entre Porto e Madrid a melhor opção foi avião devido a grande distância e ao preço. Explico melhor durante o relato. Para cotação dos trens em Portugal o melhor site para mim foi http://www.cp.pt (faça cadastro para visualizar os descontos). Para trens na Espanha o site http://www.renfe.es (um site um tanto quanto confuso, mas foi a melhor opção). Levei todas as passagens impressas. 4. HOSPEDAGEM Todas as hospedagens foram feitas pelo booking.com. Sempre leio as avaliações e comentários e vejo o que mais se adéqua a mim. Procuro sempre por locais com boa localização, perto de estações de trens centrais, limpos e com banheiro privativo. A hospedagem para mim acaba sendo um local para tomar banho e dormir, pois fico o dia todo fora, então normalmente fico em locais simples. Minhas diárias foram em média 22-32 euros/noite. 5. DOCUMENTAÇÃO Imprimo sempre todos os comprovantes de tudo feito no Brasil (hotel, transportes, seguro, algum passeio comprado antes, etc.) e coloco numa pasta a qual levo comigo na mala de mão. Importante lembrar de que é essencial fazer um seguro viagem (nunca achamos que vai acontecer nada, mas podemos ler vários relatos de pessoas que precisaram). Para quem tem cartão de crédito platinum é oferecido um seguro viagem grátis. Basta entrar em contato com a sua bandeira que eles orientam o que deve ser feito. 6. ENFIM O RELATO... 16/08: Aéreo Rio-Lisboa às 17h10. 17/08: 1º dia - LISBOA Chegamos ao aeroporto de Lisboa às 5h30 da manhã. Lá mesmo compramos um Lisboa Card. Já havia lido sobre ele. Ele dá direito a transporte ilimitado de metro, transportes públicos da carris (ônibus, electricos e elevadores), trens da linha Sintra e Cascais e entrada grátis ou descontos em museus e monumentos. Fiz as contas e o de 72horas valeria a pena. Peguei um mapa da cidade, um mapa do metro e fomos de metro deixar as mochilas no hotel. Como o check in do hotel era somente a partir das 13h e ainda eram 7h, deixamos tudo no hotel e saímos para aproveitar o dia. Nesse primeiro dia aproveitamos para conhecer um pouco do centro histórico de Lisboa. Pegamos metro até o Rossio e de lá andamos pelo centro histórico de Lisboa – Rossio, Baixa Chiado, Praça do Comércio, rua Augusta, Largo da Sé, Catedral da Sé, Miradouro da Graça e um outro que não sei o nome até chegarmos ao Castelo de São Jorge onde entramos. É fácil andar a pé por Lisboa. Depois fizemos um passeio no electrico 28 que passa por ruelas e recantos de Lisboa. Depois de muito andar voltamos para o hotel umas 18h. Essa noite seria para dormir cedo, devido a viagem do dia anterior. Sobre o hotel: ficamos hospedadas no Lisbon City hotel no Anjos. Foi o hotel mais caro da viagem (31euros/noite/pessoa), mas também um dos melhores. Tinha supermercado próximo e era a menos de uma quadra da estação do metro anjos. Cama e banheiros bons, frigobar e ar condicionado. 18/08: 2º dia - LISBOA Acordamos cedo (sempre tento acordar cedo em viagens na tentativa de aproveitar o máximo possível) e fomos para Bélem. Pegamos metro até Cais de Sodré e de lá um ônibus para o bairro de Belém (tudo usando o Lisboa card, o que evitava filas para comprar tickts). Descemos em frente ao Mosteiro de Jerônimos e entramos na fila (que já estava grandinha). O lugar é muito bonito e vale a visita. Depois saímos e andando fomos até o monumento Padrão dos Descobrimentos e a Torre de Belém. E foi neste momento que descobrimos nosso erro. A fila para entrar na Torre era gigantesca sob o sol de meio dia. A fila não andava, pois tinha número máximo de visitantes e dependia da saída de pessoas para a entrada de outras. Ficamos um tempo na fila e desistimos. Foi aí que descobri que se tivéssemos comprado entrada combinada Jerônimos+Torre na bilheteria do mosteiro, poderíamos entrar sem ficar na fila. Mas em nenhum lugar tem isso escrito. Dali pegamos um ônibus até o famoso pastel de Belém (dá para ir andando, mas como estava super calor e não iríamos pagar o transporte, fomos de ônibus que parou na porta). Não havia mesas vazias no interior e a fila para compra era enorme. Mas entramos na fila (que até andou rápido) e pedíamos pasteis para viagem. Vale a pena experimentar. No ponto de ônibus em frente pegamos um ônibus para a estação de metro/trem Cais de Sodré onde pegamos um trem para Cascais (sem pagar devido ao Lisboa Card). A viagem tem duração de 40min. Conhecemos o centro da cidade que é bem bonitinho e almoçamos por ali mesmo (comemos um bacalhau ruim), depois andamos pela orla até chegarmos na Boca do Inferno (um local bonito e famoso para tirar algumas fotos). Voltamos também a pé até a estação de trem para voltarmos para Lisboa. Isso já era fim do dia. Nesse dia ainda fomos jantar na casa de um casal de brasileiros amigos da minha amiga. O Jantar foi excelente. OBS: Estoril fica na mesma linha, duas estações antes de Cascais. Não paramos devido a falta de tempo. 19/08: 3º dia - LISBOA Nesse dia fizemos um bate/volta a Sintra. Lugar fantástico. Talvez o passeio que mais valha a pena. Adoramos aquele lugar. Acordamos bem cedo para pegar o trem para Sintra às 8h11 que partia da Estação Rossio (40min). Chegamos em Sintra e estava frio e não fomos preparadas para isso. Tivemos que comprar um lenço (5 euros) para colocar nas costas, mas ao longo da manhã foi esquentando e somente no final do dia voltou a esfriar. Decidimos visitar o Palácio da Pena, o Castelo dos Mouros e a Quinta da Regaleira nessa ordem. Logo na saída da estação de metro tem ônibus para o centro histórico (o qual é relativamente perto e dá para ir andando). Mas como compramos bilhete para ir até o Palácio da Pena e esse dava direito para ir ao centro historio, fomos de ônibus e lá pegamos outro que iria para o Palácio. Como chegamos cedo não havia fila para comprar as entradas (dessa vez já compramos junto às entradas para o Castelo dos Mouros para evitar filas – ambos com desconto com Lisboa Card). O Palácio é bonito e possui um jardim enorme que levaria horas para ser percorrido por completo, por isso optamos por não passear pelos jardins; compramos um sanduíche, pois já era meio dia e descemos a pé para os Mouros (sim, tem que ser a pé, pois o ônibus que passa pelo Palácio da Pena vai direto para o centro histórico para depois subir tudo de novo e assim passar pelos Mouros). Outra opção é ir primeiro nos Mouros e depois subir a pé (ou de ônibus) para o Palácio da Pena, mas a nossa opção foi a melhor e já conto o motivo. Outro lugar super legal para se visitar: Castelo dos Mouros. Andamos por todo o muro do castelo e tiramos ótimas fotos do lugar. Nesse momento já estava extremamente calor com um sol muito forte. Quando acabamos a visita esperamos o ônibus em frente ao Castelo que subia para o Palácio da Pena e depois seguia para o centro. O ônibus sobe lotado, mas a quantidade de pessoas esperando o ônibus no castelo não se compara com a quantidade de pessoas esperando o ônibus no Palácio, desse modo, nem metade das pessoas que esperavam o ônibus no Palácio conseguiu subir no ônibus naquele momento. Descemos para o centro histórico (já era umas 16h), experimentei um doce típico chamado travesseiro (gostei bem) e fomos até a quinta da Regaleira (dá para ir a pé do centro histórico, mas fomos de mini ônibus porque não tínhamos certeza da distância e naquele momento tempo era precioso). Esse lugar é demais. Tem um Palácio sem grandes coisas, mas um jardim incrível que vale a pena ser explorado. Há vários monumentos, túneis subterrâneos, labirintos... Como está escrito no folder do lugar “o jardim é revelado pela sucessão de lugares imbuídos de magia e mistério. A demanda do paraíso é materializada em coexistência com um mundo inferus – um dantesco mundo subterrâneo (...)”. Vale a pena a visita. Um lugar único! Saímos de lá era um pouco mais de 18h. Voltamos para o centro histórico, visitamos as lojinhas e jantamos uma massa em um pequeno restaurante. Nessa altura já precisamos usar novamente o lenço comprado pela manhã que não teve utilidade nenhuma durante o dia. Depois subimos a pé para a estação de trem. Na subida existe a doceria da Sapa onde vendem as típicas queijadas da Sapa, mas o local já estava fechado. Conseguimos experimentar o doce em uma loja no caminho que revendia. Gostei mais dos travesseiros. Pegamos o trem de volta para Lisboa era mais de 20h. Chegando a Lisboa fomos para o hotel dormir. Foi um dia cansativo, mas muito produtivo. Cada momento valeu a pena. 20/08: 4º dia - LISBOA Nesse dia fizemos uma excursão de van para Óbidos/Nazaré/Fátima/Batalha. Valor 60 euros/pessoa. No hotel tinha várias propagandas de excursões para vários locais de várias empresas (inclusive para Sintra, Cascais, Estoril... as quais aconselho ir por conta própria), mas para esses outros lugares o transporte não era tão fácil e não conseguiríamos fazer tudo em um dia. Claro que fica corrido, mas achei que valeu. O dia estava muito quente! Inicialmente fomos para Fátima onde ficamos por 1h30. A Igreja mais antiga estava em reforma e não conseguimos entrar. Achei o tempo suficiente, pois não há muito que se ver. O tempo é pouco para quem quer assistir uma missa completa. Depois fomos conhecer o Mosteiro de Batalha; um mosteiro bonito e muito grande - local onde paramos para almoçar. Depois fomos até Nazaré (aí na verdade foi uma parada para ver do alto a vila de Nazaré e ver a capela onde Vasco da Gama rezou antes das grandes navegações). Por fim, fomos a Óbidos. Uma pequena vila cercada por um muro que se pode andar sobre ele. Local famoso pelo licor de ginja. Ficamos uma hora por lá. Chegamos a Lisboa antes das 18h. Saímos para comer na região perto do hotel mesmo, fomos ao supermercado e aproveitamos o resto do dia para descansar e dormir cedo já que no dia seguinte iríamos cedinho para o Porto. OBS: você que está lendo deve estar se perguntando: e o Parque das Nações? Resolvemos deixar para o dia que retornaríamos a Lisboa para pegar o voo de volta já que teríamos um dia completo. Mais para frente conto. 21/08: 5º dia - PORTO Saímos de Lisboa 8h09 da estação Oriente rumo à estação de Campanha na cidade do Porto. Chegamos ao Porto antes das 10h e fomos deixar as mochilas no hotel. Ficamos no hotel São Gabriel (25 euros/noite/pessoa) perto da estação de metro Bolhão e pertinho da rua comercial Santa Catarina. Hotel simples, com café da manhã simples, mas com boa localização. Só tivemos que usar metro no dia de ir embora. Fizemos tudo a pé. Nesse dia andamos pelas ruas do Porto até chegar à Ribeira; visitamos a Igreja de São Francisco. A entrada nessa Igreja é paga e pensamos duas vezes antes de entrar, mas que bom que entramos. A Igreja é pequena, mas muito bonita; toda trabalhada em madeira e ouro. O ingresso para a Igreja dá direito a conhecer um pequeno museu muito interessante onde tem um ossário. Achei que valeu a pena. Bem perto da Igreja está o Palácio da Bolsa. Apesar de caro (algo em torno de 12 euros) a entrada valeu muito a pena. A visita é guiada e é contada a história de cada local do palácio. O local é lindo e possui salas incríveis. Não deixe de entrar! Como a visita é guiada tem horários programados (em várias línguas) e número máximo de visitantes. Compramos o ingresso para a próxima visita em português e como tínhamos uma hora e meia de folga fomos até a torre dos clérigos. Claro que não deu tempo para subir na torre; foi tempo de chegar, conhecer a Igreja e voltar para o Palácio da Bolsa. Então, quando acabou nossa visita ao Palácio da Bolsa voltamos para Torre dos Clérigos, já era quase 18h e conseguimos comprar o bilhete antes do preço aumentar (sim, após 18h fica mais caro!). Na bilheteria a informação que estavam passando é que demoraria cerca de 2 horas para conseguir subir. Como estávamos ali pela segunda fez resolvemos ficar, mas a fila não demorou nem 40 minutos. A visão do alto é bonita. Bem perto dali se encontra a Livraria Lello (local que inspirou a autora do Harry Potter) e eu fazia questão de conhecer, mas ao sair da torre a livraria estava prestes a fechar. Voltaríamos em outro dia. 22/08: 6º dia – PORTO – BATE/VOLTA BRAGA Inicialmente (aqui do Brasil ainda) pensei em fazer bate/volta Braga e Guimarães no mesmo dia. Seria corrido, mas daria, pois já tinha pesquisado horários e transportes. Mas mudei de ideia durante a viagem. Nesse dia fomos a Braga com o objetivo de conhecer o Santuário Bom Jesus do Monte. Pegamos trem na estação São Bento (que por si só já vale a visita) e fomos até Braga (1h11min). Tem trem várias vezes ao dia). Em frente à estação passa um ônibus que vai até o santuário (aqui tem que ser de ônibus, pois é longe). Chegando ao santuário começou a chover e por isso subimos de funiculare, mas o objetivo era justamente andar pelas escadarias para apreciar o caminho. Ao chegar ao topo conhecemos a Igreja (que estava tendo um casamento no momento) e como a chuva estava fininha (e depois parou) descemos pelas escadarias. E é aí que vale a visita, descer ou subir pelas escadarias, pois a forma como foi construída a escada é que dá todo o brilho ao local. Achei que valeu a pena. Estávamos terminando a decida e começou novamente a chover fraco. Pegamos o ônibus e fomos para a cidade procurar um local para almoçar. Não achamos muitas opções e entramos em um restaurante que não tinha ninguém e que não dávamos nada por ele. Pedimos um bacalhau com batatas. Surpresa: estava delicioso!! Nesse momento a chuva já era muita e não deu para conhecer a cidade. Corremos para a estação (que não estava longe, mas foi suficiente para molharmos bastante) para tentarmos pegar o próximo trem que saía em 15 minutos. Chegamos ao Porto por volta das 17h e fomos novamente passear pela Ribeira. Tentamos de novo entrar na livraria Lello, mas a fila estava gigantesca e logo começou a chuviscar. Comemos e voltamos para o hotel. Tentaria a livraria no dia seguinte outra vez (o rapaz disse que domingo era o dia mais vazio). 23/08: 7º dia – PORTO – BATE/VOLTA GUIMARÃES Dia de conhecer Guimarães. Pegamos pela manhã na estação São Bento o trem (1h17min - tem vários horários por dia). Chegando a Guimarães é fácil ir ao centro histórico, basta descer toda vida uma rua até se deparar com a muralha da cidade em ruínas onde está o emblemático: “aqui nasceu Portugal”. Pegamos um mapa e fomos andando e conhecendo as Igrejas e praças locais. Entramos para conhecer o Museu Alberto de Sampaio onde além do acervo próprio tinha uma exposição de catapultas. Entramos nesse museu porque tinha um cartaz com uma frase do escritor José Saramago dizendo coisas bonitas sobre o local, como é um autor que tenho apreço entrei. Mas não valeu a pena! Não tinha praticamente nada para ser visto. Continuamos a andar pelas ruelas de Guimarães e pelas simpáticas praças locais com o objetivo de chegar ao Paço dos Duques e ao Castelo. Chegamos, conhecemos apenas algumas coisas no interior (pois tinha que pagar para entrar e era caro e parecia não ter muito que se ver). Começou a chover. Descemos na chuva até a Praça de Santiago onde paramos para almoçar. Aqui paro para explicar uma coisa. Desde que eu cheguei a Portugal eu estava procurando “bochecha de porco preto” prato típico da região segundo meu pai (que adora cozinhar!). Até o momento não havia encontrado em lugar nenhum e ninguém sabia me dizer onde encontrar. Pois bem, foi nessa pracinha que passando por restaurantes e lendo os cardápios das portas que encontrei o restaurante “tapas e manias” que tinha a tal bochecha de porco preto. Queria experimentar. E foi sensacional! Um dos melhores pratos que comi na viagem. A carne é macia e super saborosa. Tanto é que é o único restaurante da viagem que sei o nome. A garçonete me explicou que esse prato é mais comum nessa região de Portugal, sendo difícil encontrar na região de Lisboa ou no sul do país. Já era mais de 15h e como a chuva permanecia, a solução era voltar para o Porto. A visita já valeu pela bochecha de porco preto, mas a cidade é charmosa e mesmo na chuva deu para conhecer. De volta ao Porto fui finalmente conhecer a Livraria Lello. Três euros para entrar que pode ser convertido em compras. O local é lindo. Existe uma escada linda e super diferente, estantes até o teto e um teto lindo. Vale a pena conhecer. Minha vontade era passar horas lá dentro só admirando o local e aquele tanto de livros (eu adoro livros!!). No dia seguinte teríamos que pegar um voo para Madrid às 6h30. Horário péssimo, pois teríamos que madrugar para chegar a tempo, e o aeroporto era muito longe de onde estávamos; além disso, não teria metro nesse horário e o taxi ficaria muito caro. A outra opção que eu havia pesquisado aqui do Brasil era um trem noturno com duração 10h e o triplo do preço. Pois bem, compramos o avião (70 euros mais 25 para despachar o mochilão). A solução que encontrei foi: trocar de hotel um dia antes da viagem. E assim fizemos! No final do dia pegamos nossa mochila e fomos de metro até um hotel em frente ao aeroporto (hotel Ar e Sol – diária 42,50 euros para duas pessoas). Dessa forma já estávamos em frente ao aeroporto. Realmente foi a melhor coisa que fizemos. Acordamos e fomos andando para o aeroporto. Deu tudo certo, apesar da noite ter sido péssima. Não dormimos bem preocupadas com o horário. (.....continua....) PS:Não consegui inserir imagens.
  3. 1 ponto
    Data: 09-01-19 > 20-01-2019 Pessoal, fiz um mochilão com minha namorada este ano pelo Ceará. Decidi deixar o relato aqui pra ajudar quem estiver pensando em fazer o mesmo. Nossa intenção era viajar conhecendo vários lugares de ônibus e economizando o máximo de dinheiro que pudéssemos (mas sem ficar em campings, pois não levamos barraca). A única viagem de avião que fizemos foi a de BH pra Fortaleza, pois encontramos uma promoção muito boa ($630 reais por pessoa ida e volta). Já fizemos outros dois mochilões juntos, um no Sul de Santa Catarina e outro no sul da Bahia, na península de Barra Grande. Apesar disso, este é nosso primeiro relato. - Itinerário: Fortaleza (chegada) > Canoa Quebrada > Morro Branco (Beberibe) > Canto Verde > Flecheiras (Trairi) > Mundaú > Icaraí de Amontada > Jericoacoara > Fortaleza - Notas Gerais: A estadia no ceará não é tão cara. Chegamos a pagar menos de $50 por pessoa por noite em alguns lugares. Mas o preço varia muito, é preciso pesquisar e dar uma chorada. O preço dos petiscos nos restaurantes da praia varia bem, mas em geral são baratos comparados com o preço das cidades do sudeste. Uma porção de camarão alho e óleo varia de $15 e $45 reais. Bolinhos de camarão vão de $12 a $25. O côco vai de $2 a $5. Nós não comíamos muito na praia, comprávamos no supermercado e levávamos na mochila térmica. o Preço do supermercado é barato, considerando que são cidades de praia (gelo de $5 a $7, cerveja de $2 a $3, comida a preço normal). O preço dos passeios é que não é tão barato. Em praticamente todos os lugares havia opção de buggy, kitesurf, parapente, etc. Mas como queríamos visitar vários lugares e não tínhamos muita grana, acabamos deixando de fazer a maioria. Mas dá pra aproveitar sem isso também, com certeza. Uma coisa que notamos em praticamente todas as praias do Ceará, é que quase todas possuem muitas turbinas eólicas perto das praias. Isso infelizmente tira muito da beleza natural do lugar. Jericoacoara foi a única parada onde não víamos usinas eólicas ao redor da praia. - Relato: Chegamos em Fortaleza na madrugada do dia 09. Pegamos um Uber e fomos para a rodoviária de João Thomé (lá tem duas, mas disseram que esta é a maior e a mais usada). De lá pegamos um ônibus (empresa São Benedito) logo de manhãzinha para Canoa Quebrada. Canoa é conhecida por suas falésias, dunas, e esportes como kitesurf e parapente. Há várias barracas na praia que oferecem mesas, cadeiras e guarda sóis "de graça", com o cliente pagando apenas o consumo. As comidas não são tão baratas quanto em outros lugares do Ceará, mas não são caras comparadas ao sudeste. Nós não costumávamos comprar cerveja nas barracas, mas sim no supermercado, e levávamos na nossa mochila térmica. Dormimos dois dias em Canoa Quebrada. De lá pegamos outro ônibus da São Benedito. O ônibus da São Benedito vai para Beberibe, mas para na entrada que dá na vila de Canto Verde (são 6 km até a praia, mas há motoboys frequentemente que cobram R$ 6 por pessoa). Canto Verde é uma praia linda e bem mais preservada que Canoa Quebrada. Lugar de areia branca bem fininha com um mar muito bonito. Lá fizemos um passeio de charrete para conhecermos a reserva extrativista (com o francisco, $ 100 por 2 horas), e valeu muito a pena. O por do sol lá também é bastante bonito. Ficamos uma noite na casa de uma das lideranças comunitárias de lá, o seu Roberto. Canto Verde vive hoje uma disputa entre dois projetos, um baseado no turismo comunitário, e outro que tenta implantar o turismo comercial. É um lugar muito interessante por tudo, pela paisagem, pela história, e pelo momento que vive. De Canto Verde é possível pedir aos motoboys para te deixar novamente na BR, e de lá pegar um ônibus para Beberibe. Lá queríamos visitar Morro Branco, onde fica o labirinto das falésias. Descobrimos que, ao chegar na rodoviária de Beberibe, é possível pegar um taxi até a praia (cerca de 6 km). Nós demos sorte e fomos com um dos amigos do seu Roberto de Canto Verde. Descemos já em morro branco. Lá há vários guias locais que oferecem um passeio pelo labirinto das falésias (eles não têm um preço fixo, apenas pedem para contribuirmos de acordo com o que pudermos. pagamos $ 20 por duas pessoas). O labirinto não é tão grnade, mas é maravilhoso. Dá pra imaginar que se está em outro planeta. São falésias de várias cores, de onde os artesãos da cidade tiram sua areia colorida para produzir objetos muito bonitos (e não muito caros. Um vasinho custava cerca de $20. Um pacote com dez chaveirinhos, $10). A praia de Morro Branco em si não é tão bonita, e não ficamos por lá muito tempo. Vimos que é possível fazer passeios de buggy para conhecer os quatro ponto turísticos da cidade (morro branco, praia das fontes, Uruaú e um outro que não me lembro. não tínhamos tempo nem grana, então não fomos, mas ouvimos dizer que as praias são mais comerciais e não tão preservadas, então não nos preocupamos tanto). Precisávamos pegar um ônibus (empresa Fretcar) para nossa próxima parada, Flecheiras (na cidade de Trairi). Pegamos o ônibus pra Trairi, que desce pertinho da praia de flecheiras. Lá procuramos a pousada da Zena, que segundo ouvimos é a mais barata de lá (a diária mínima acho que fica em $70). Como lá estava lotado, fomos para a casa de uma amiga dela. A praia de Flecheiras é conhecida pelos esportes, principalmente o kitesurf, e também por suas pedras e piscinas, que se formam ao longo do dia na maré baixa (a partir das 13h). Infelizmente, quando fomos lá não conseguimos ver a maré muito baixa. Tirando isso, a praia de lá não é tão especial, e está bem tomada pelo turismo comercial. Tivemos uma noite muito legal em Flecheiras, onde há sempre música ao vivo nos bares da praçinha. Não me lembro como se chamava a banda de lá (acho que era chega de manha, ou chega na manha, mas era muito animada, melhor que todas as que escutamos em jericoacoara, por exemplo). A noite é meio família, e não muito badalada, mas essa banda fez com que a gente ficasse até de madrugada na rua, mesmo cansados de tanto andar de ônibus. Ficamos em flecheiras duas noites. De lá, pegamos o ônibus no mesmo ponto onde descemos (mas do outro lado da rua) e fomos pra Mundaú (ônibus Fretcar). Gostamos muito de Mundaú! Lá a praia é mais preservada que flecheiras e vimos muito mais nativos que turistas (talvez por ser dia de semana). A praia é bem bonita, com muitos coqueiros, e relativamente bem preservada. O ponto mais bonito que vimos é no encontro do rio com o mar. Vale muito a pena! Lá é possível fazer passeios de barco para ver outras partes do rio e passar pelo mangue (mas nós não fizemos). De Mundaú íamos pra Icaraí de Amontada. Pra chegar em Icaraí, é preciso pegar uma Topic pra Itapipoca ($15 por pessoa, sai às 14:45h, há poucas então é preciso ficar esperto). De itapipoca é possível pegar um ônibus da Fretcar para Icaraí de Amontada (cerca de $12,50 por pessoa, não me lembro). ATENÇÃO: pegue o ônibus para Icaraí, e não para Amontada, que é a cidade onde a vila fica localizada. Icaraí é bem bonita, e um lugar muito organizado. Apesar de não ser tão grande, tem uma infra-estrutura bem desenvolvida. Lá nós ficamos no restaurante Brisa do mar, com a Socorro, por um preço bem baratinho. Da praia de Icaraí, é possível visitar também a praia de Caetanos e a de Moitas. O passeio pelas praias pode ser feito de buggy, mas nós não tínhamos grana, então não fomos. Apesar disso, também é possível pegar uma Topic para a praia de moitas (por $3 ou $4). Fomos pra lá e ficamos realmente impressionados! A praia de moitas pra mim é maravilhosa. Lá também tem encontro de mar com rio, e é simplesmente lindo! Tirando Jericoacoara, foi a praia mais bonita que vimos. Ficamos o dia por lá e depois voltamos pra Icaraí (a última topic sai 12:20h, é preciso ficar esperto. Nós voltamos de carona depois com uma família que estava almoçando no restaurante e nos ajudou). No dia seguinte, íamos pra jericoacoara. Para sair de Icaraí de Amontada e chegar em Jericoacoara, é preciso pegar um ônibus da Fretcar para Amontada (sai às 5:50h), e de lá pegar outro ônibus para Jijoca de Jericoacoara (às 8:45h). Chegando em Jijoca, pega-se uma caminhonete, que saem em vários horários para Jericoacoara ($25 por pessoa). De tanto ouvir falar de Jericoacoara, e por saber que lá é um lugar bastante comercial, ficamos um pouco ressabiados a princípio. Mas lá realmente é um lugar paradisíaco. A primeira surpresa é nas dunas por onde se chega na vila. São simplesmente maravilhosas. Lá tem uma mistura de paisagens que nunca vimos em outras praias. É fenomenal. Em Jericoacoara, há basicamente 3 passeios a se fazer, e todos tomam um tempo razoável, então é bom separar um dia pra cada. O primeiro que fizemos foi o passeio do lado leste, que termina na Lagoa do Paraíso. São várias paradas e a paisagem é maravilhosa, apesar de ser bem cheio por conta do número de turistas. Na lagoa é possível fazer mergulho com cilindro ($150 por casal, 1:30h), deitar nas redes dentro da água, ou brincar num dos brinquedos que ficam na água (ao que parece de graça). São várias barracas ao longo da lagoa e a caminhonete para numa delas, mas pode te deixar em outra se preferir (a barraca que fomos é de graça, mas sabemos que se paga $20 pra ficar na alchemyst. Professores, estudantes, militares e idosos pagam meia). A lagoa é muito bonita e bem gostosa de se passar o dia. O segundo passeio que fizemos foi para o lado oeste (de 9:30h da manhã até 14:30h), que termina na lagoa de Tatajuba. Pagamos $60 pra ir numa caminhonete compartilhada (o buggy custa entre $350 e $400 e leva até quatro pessoas, mas você é quem tem que achar as 4. Além disso, eles não costumam dividir no cartão, e alguns nem aceitam cartão, então fomos de caminhonete). O passeio é simplesmente maravilhoso! Numa das paradas, é possível fazer um passeio de barco em camocim para ver o mangue e os cavalos marinhos ($15 por pessoa, achei que vale a pena, apesar de serem apenas 15min). Em outra, é possível descer de tobogã em um dos lagos($15 por pessoa para descer 3 vezes. E são 3, alguns tentam falar que são apenas 2, mas é preciso ficar esperto). Também é possível descer de tirolesa ($15 por pessoa, mas apenas uma vez). Os dois valem a pena, mas se for pra escolher, é melhor descer de tobogã. Por fim, no último dia fizemos o passeio da pedra furada de manhã. São cerca de 1,8 km a pé a partir da vila. O sol castiga muito e não há sombra, então é preciso levar bastante protetor. É possível ir de charrete até o topo do morro de onde se desce pra ver a pedra (são $20 por pessoa). A paisagem é muito bonita, há vários cactos e pedras no caminho e do topo do morro a vista é linda. Há uma fila gigante na pedra pra tirar foto, o que tira um pouco do encanto do lugar, mas o passeio vale muito a pena. Falta falar da praia de Jericoacoara e da noite de lá. A praia é bonita, mas nada comparada aos passeios, e de lá dá pra subir uma duna pertinho para ver o pôr do sol (lá o sol se põe muito cedo, 17:45h, e lá não tem horário de verão). Nós demos azar e não pegamos um dia com céu limpo, mas mesmo assim foi bem bonito. Imagino que deve ser realmente fantástico. A praia em si é bem cheia, e bastante comercializada. É preciso pagar $30 para sentar nas mesas próximas ao mar. Ficamos na sombra de uma árvore perto da calçada e tomamos nossa cervejinha de supermercado mesmo. A noite de Jericoacoara é bem movimentada. Há várias opções para se fazer alguma coisa. Há música ao vivo nos bares perto da praça. Tem um esquenta na praia com música eletrônica de 22 às 02h, e também há lugares que tocam forró, samba, etc. Vale a pena sair pelo menos uma noite pra conhecer. No nosso último dia, depois de conhecer a pedra furada, pegamos a caminhonete da Fretcar até Jijoca (14:45h), e de lá o ônibus da Fretcar até fortaleza (chegamos no aeroporto às 22:20h mais ou menos). Descobrimos que é possível pegar um outro transporte que vai direto pra lagoa do paraíso de manhã, e de lá vai pra Jijoca, de onde é possível pegar um transporte pra fortaleza. É até mais barato que a fretcar (pagamos quase $90 por pessoa pra ir até Fortaleza, e esse ficava cerca de $75), e é uma opção legar pra aproveitar o último dia, caso já se tenha feito todos os passeios completos. Sobre o preço em Jericoacoara: Todo mundo falou que Jericoacoara era absurdamente caro, mas a verdade é que dá pra fazer as coisas lá saírem relativamente em conta. Os custos fixos são $50 de transporte ($25 na ida e $25 na volta pra Jijoca), mais a taxa de $5 por pessoa por dia para permanecer na ilha, fora a estadia. Os passeios são no mínimo $60 para o lado leste e $60 para o oeste de caminhonete, fora $20 opcionais pra ir de charrete pra pedra furada. Somando isso dá $195 por pessoa para fazer os passeios em 3 dias. Fora isso, os passeios duram praticamente o dia inteiro, e, levando isso em conta, não é tão caro. Em relação a outras coisas, é possível encontrar almoço por $12, ou até $10. O supermercado não é caro comparado aos outros lugares do ceará (gelo a $5, cerveja lata brahma a $2,75, por exemplo). É preciso ficar esperto pra achar um lugar pra ficar, pois os preços variam absurdamente. Nós ficamos na Pousada do Véio. Quem cuida de lá são Pussá e Iara, um casal de pessoas muito amáveis e muito gente boa. A suíte onde ficamos por três noites era originalmente $180 por noite, mas explicamos nossa situação e eles fizeram por um preço bem mais em conta (um hostel barato ficaria por $140 para duas pessoas em quarto compartilhado). O quarto tinha ar condicionado liberado (em alguns lugares ele fica ligado em horários pré-determinados, por exemplo das 22h às 10h) e uma geladeirinha onde guardamos as coisas. O café da manhã era ótimo, e no último dia eles ainda nos ofereceram almoço com churrasco! Fora isso, a pousada é super bonitinha, com muito verde e bem aconchegante. Em relação a alguns dos Hostels que vimos, o preço não era quase o mesmo, e o conforto imensamente maior.Recomendamos muito. É isso pessoal, espero que nosso relato ajude. Abs
  4. 1 ponto
    Pretendo fazer um mochilão pela Europa em Setembro de 2019 A principio penso no leste europeu, mas estou aberto a mudanças de roteiros ... Poderíamos criar um grupo de waths para irmos trocando informações, alguém interessado??? Aguardo vcs
  5. 1 ponto
    Amigo, você imigrará na primeira cidade da Europa que aterrizar... nesta cidade , se o agente lhe solicitar as comprovações de hospedagem você terá que comprovar as reservas ate o final da sia viagem. Ex: Não tem a possibilidade de você imigrar em Lisboa no dia 01/01/2020, dizer que vai ficar 07 dias lá, apresentar comprovante de hospedagem até o dia 08/01/2020 e dizer que no dia 07/01/2020 vai decidir a cidade que vai e fazer as reservas para seu próximo destino! Os agentes pedem essas comprovações a todo mundo? Não! Mas as vezes pedem e se você for o premiado e não as tiver... volta para casa depois um ou dois pernoites na salinha magica. É bem pessoal! Eu Rafael (rs) se você me desse uma passagem ida e volta para Berlin agora eu não queria. Também, baseado no que gosto em termos de viagem, não iria para Viena.
  6. 1 ponto
    Oi Victor! Respondendo sua pergunta e já dando continuidade ao pré-relato(se é que isso existe)! Agência Depois de descartar a possibilidade de fazer com o Morgado, resolvi buscar maneiras alternativas de chegar até lá. Vi que existem basicamente duas formas: indo por conta própria ou contratando uma agência. A primeira descartei desde o primeiro momento. Sozinha não rola! Sei que são muitas variáveis a serem controladas. E se eu passar mal com a altitude como já aconteceu na Colômbia? E se eu me perder? E se eu reservar o vôo pra Lukla e o aeroporto fechar por conta do mau tempo? E se me faltar algum equipamento/acessório/roupa por falta de conhecimento? E se... são muitos IS SIS. Fui convencida por um ex companheiro de aventura a fazer a contratação da agência assim que pisasse em solo catmanduzense. O que sairia em torno de 1000 dólares segundo ele, com tudo incluso. Pesquisa vai, pesquisa vem... Encontrei algumas empresas com valores próximos ao que ele pagou, sendo que ainda incluía um algo mais, como transfer ida e volta para o aeroporto, hospedagem antes e depois do trekking (3 diárias), jantar... Além de emprestar tanto o saco de dormir quanto o casado mais pesado. Então entrei em contato com Aiming Adventure e fechei com eles, pagando cerca de 20% do valor antecipadamente. Quando retornar da trip prometo fazer uma avaliação dessa agência! O pacote do Everest inclui: Aeroporto - Hotel- Aeroporto - veículo turístico privado Hospedagem compartilhada padrão em Katmandu em hotel padrão turístico com café da manhã para três noites Passeio de dia inteiro com guia pela cidade em Katmandu por um veículo particular Jantar de boas-vindas e despedida de cortesia em um dos restaurantes com programa cultural Toda a documentação necessária, autorizações do Parque Nacional e Cartão Tim Voo doméstico para Ktm-Luk-Ktm Todas as refeições padrão durante uma caminhada (café da manhã, almoço e jantar) Casa de chá de montanha na trilha Frutas frescas e temperadas depois de cada jantar, enquanto em uma caminhada Chá / café servido em um copo Água potável purificada durante a caminhada Governo licenciado e bem treinado falando Inglês guia de trekking local e todas as suas despesas O número necessário de funcionários locais e porteiros para levar sua bagagem durante a caminhada. Nós atribuímos um porteiro para cada dois convidados Seguro de Guia e Porter e todas as despesas Jaquetas e sacos de dormir (a serem devolvidos após a conclusão da viagem) Mapa de rotas de Free Aiming Adventure duffel bag, & Trekking Certificado de aventura (após a conclusão da caminhada) Kits de Primeiros Socorros (Básico) Todos os nossos impostos governamentais, IVA, taxas de serviço turístico O pacote do Everest exclui: Taxa de visto de chegada Nepal Excesso de bagagem (s) (15 kg incluído) Acomodação noturna extra em Katmandu por causa da chegada antecipada, partida tardia, retorno antecipado da montanha (devido a qualquer motivo) do que o itinerário programado Almoço e jantar em Kathmandu, exceto jantar oficial Vôos internacionais Taxas de entrada no Patrimônio Mundial Equipamento de trekking pessoal Seguro de viagem e resgate Despesas pessoais (telefonemas, lavanderia, contas de bar, recarga de bateria, carregadores extras, garrafa ou água fervida, banho extra, etc.) Gorjeta para as equipes de funcionários Alguns custos: Agência: 1235 USD (pacote de 15 dias)
  7. 1 ponto
    Não tem nada barato ai... Para chegar nas Baleares é avião ou catamarã. Não tem muito movimento essa época. E o forte de lá são as baladas e as praias no verão. Valencia.
  8. 1 ponto
    Vc já comprou os deslocamentos internos?
  9. 1 ponto
    @GreciaAugusta Achei o trecho Veneza-Florença apertado. Se vc puder fique ao menos 2 noites em Veneza, pois dessa forma vc não vai conseguir conhecer muita coisa. O dia 20 é praticamente perdido em função do deslocamento. Florença, depende se vc quer conhecer outras cidades da região como Pisa, Lucca e Siena, então são necessários mais dias (vale a pena). Paris e Roma estão com quantidade de dias suficientes.
  10. 1 ponto
    Olá galera, estarei fazendo o roteiro clássico no mês de agosto, se alguém for na mesma época e quiser trocar idéias ou informações podem me chamar no whats (11) 9 83110846. Deixo aqui o meu roteiro em excel. Roteiro Mochilao AmericaSul.xlsx
  11. 1 ponto
    Estou pretendendo estar na Europa em setembro também @Jeniffer Souza Lima
  12. 1 ponto
    Esse tour retorna a Cusco por volta das 17h - 17:30h. O risco sempre existe então é melhor ter uma margem de segurança pra não perder o voo por algum emprevisto. Acho que o último voo da Latam sai umas 21h ou 22h.
  13. 1 ponto
    Cara que relato foda, está de parabéns , muito detalhado, estou indo fazer esse mochilão no dia 1 abril saindo de SP e cara ansiedade a mil, falta pouco, medo de morrer ser sequestrado, roubado, morto, engado hahahahah mais vamo que vamo vou ficar 30 dias fechado,to acompanhando des do inicio o seu relato e de novo fodastico vai me ajudar muuuuitoo mas me de um conselho, qual cidade vale ficar mais tempo? e que é barato?
  14. 1 ponto
    Oi Mayara!!! Pego férias após o feriado de Setembro (15 dias), tenho interesse em conhecer a Bahia tbm (Morro de São Paulo, Itacaré, Salvador...enfim)! Podemos conversar e ver se as idéias batem!
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  16. 1 ponto
    @Jeniffer Souza Lima Também tô querendo ir em Setembro!
  17. 1 ponto
    @Thaissa PantojaIsso é loucura,na Europa os trens são caríssimos quando oferecem qualidade e os onibus impossíveis de dormir de tão apertados que são. Vai gastar muito,se cansar e não conheçera nada com esse pouco tempo.Além de que há lugares que fala em 1 noite,chegar, conhecer o que?Ir embora no outro dia?Isso não é viajar,mas jogar dinheiro fora.
  18. 1 ponto
    Oieee, to indo dia 17/06 a 07/07 E pensei no seguinte roteiro inicial: Milão - Paris - Bruxelas - Amsterdã - Berlim - Roma (se der).
  19. 1 ponto
    Pessoal, Preciso de alguém para viagem em 2019 com previsão para os meses de maço ou abril. É um pacote pelo Hotel Urbano que está em promoção este mês. Todos os amigos que eu tinha combinado desistiram, então vim aqui arriscar. Segue o link do pacote, caso alguém se interesse. São 12 dias sendo 3 dias em cada cidade. O pacote está em promoção este mês pelo black friday 2018. Amsterdã, Roma, Londres e Paris Aguardo contatos Abraços https://www.hotelurbano.com/pacote/paris-londres-roma-amsterdam-aereo-hotel/840346
  20. 1 ponto
    @eduu_frnds salvee Eu fui para Salvador primeiro e vale a pena ficar uns dias lá. Tinha ido para Tiradentes uma vez e fiquei impressionado com as igrejas, que são duas ou três. Mas em salvador tem 365, então vale a pena. Peguei um ônibus de salvador para lençois, expresso federal é a empresa. E de lençois você começa a viagem pela chapada, é minha dica. Lençois fica bem próximo de Palmeiras, cidade onde tem o Vale do capão. Onde tem a cachoeira da fumaça e é onde o tempo acompanha seu ritmo. Ambos no Norte do mapa. Depois de lençois e Vale do capão, pedimos ao nosso grande guia Jussemar, que foi o motivo desse link, para nos levar até o sul da chapada na cachoeira do buracão. Nisso ele passou nós poços Azul e Encantado que fica mais ou menos no meio do mapa, passamos no cemitério bizantino em Mucugê e seguimos até Ibicoara. No dia seguinte conhecemos a cachoeira do buracão que é a mais incrível, sendo que no meio do caminho até ela vc passa por uma outra cachoeira que também é sensacional. O que valeu a pena de descer ao sul do mapa foi conhecer a estrada que vai beirando a chapada de cima embaixo. Na volta nos passamos num alambique que chama cachoeira do buracão, que fica no caminho da cachoeira mesmo. Subimos o mapa de numa alegria sem fim, com aquele visual que parece filme na parte do final feliz. KKK Fazer a flutuação na gruta da Pratinha vale muito a pena, parece filme tbm, muito peixe, tartaruga e uma caverna que vc vai de lanterna 80 metros pra dentro. Quando eu voltar irei de carro, primeiro pra fazer essa estrada dirigindo e depois que acaba fazendo seu próprio horário. Em Lençóis foi onde fizemos mais amigos e onde tem uns bares. Se vc vier de ônibus por Minas gerais, vai conhecer fazendo a rota oposta, mas não afeta em nada. Chegando pelo sul da chapada é indo até o norte. Se acabar ficando só no sul ou só no norte já vale mais a pena. E sugiro que a opção seja o norte. Tem muito o que se ver lá, por exemplo o morro do pai Inácio que fica ao lado no monumento que marca o centro da Bahia. Foi uma viagem inesquecível. Voltamos de ônibus até feira de Santana, pegamos outro até Valença e atravessamos de barco até morro de São Paulo. Que é outro lugar massa, mas eu não teria saído da chapada hoje eu penso. Vai que vai! Boa viagem. Vai perguntando que se descola. Em Lençóis tem que fazer o roteiro 1. É caro mas vale a pena. Se negociar bem, cada passeio sai 200 reais com almoço. Qualquer dúvida estamos aqui. Tem foto dessa viagem no meu face e insta. @caiomarquesbens
  21. 1 ponto
    Dá sim. Vou te contar um pouquinho sobre a minha historia. Trabalhava como professora no Brasil, 12h por dia, sem contar os finais de semana e feriado prolongado. Ganhava um bom dinheiro (para o meu ponto de vista) tinha minha casa toda linda mobiliada , meu carro e minha dog. Fui de ferias para Mendoza, queria conhecer a neve, e para minha surpresa conheci o gerente desse hostel, nos apaixonamos e iniciamos um relacionamento a distancia, mas queriamos estar juntos, so que a ponte Argentina - Brasil acaba saindo cara. Foi ai que cheguei nesse mesmo dilema. Largo tudo que eu conquistei, todo o conforto da minha casa/carro e vou para a Argentina viver num hostel como voluntaria (sem salario fixo - trabalhar em troca de comida e hospedagem) Ou ele vem para o Brasil trabalhar tambem 12h por dia e nao ter tempo nem paciencia (ja que o estress de sao paulo nos engole) para desfrutar do relacionamento? Muitas dúvidas na cabeça, perguntas sem respostas... mas eu decidi. Vendi algumas coisas, dei outras , me desfiz de muitas... no final me encontrei com 1 mala e muita empolgação. Fazem 7 meses que levo essa vida e posso te garantir, foi a melhor escolha que poderia ter feito. Não me arrependo de absolutamente nada. Eu, assim como vc, ja havia ajuntado um dinheiro e me peguei com muito medo de nao ser suficiente. Passado esse tempo, meu dinheiro continua intacto, quer dizer, consegui aumentar ainda mais... Como? No hostel nao preciso pagar absolutamente nada (agua, luz, internet, cafe da manha nem almoço) meu custo é para materiais de higiene, janta, passeios e cachaça... rsrs De onde tiro esse dinheiro para os custos mencionados? Dos trabalhos que realizo fora do voluntariado - ensino idioma, bicos, comissões.... Uns dizem ser loucura, outros se impressionam pela coragem e desapego. Eu, vivo cada dia! Hoje estou no Brasil, comprei um carro e vou levar minha cachorrinha para completar essa história! Boa sorte em todas as suas decisões, acredite, no final só tem lucro! E se quiser fazer voluntariado em Mendoza é só me escrever! Inta: @kaarubio
  22. 1 ponto
    Em El Salvador fui só a Santa Ana subir o vulcão Santa Ana e acabei ficando 3 dias nesse hostel só pq achei muito bom! Todo dia almoçando no Rancho Santaneco e jantando pupusas!
  23. 1 ponto
    Estou fazendo o seguinte roteiro em junho/julho, Uruguay x Argentina x Chile e pelo que pesquisei, em termos de valor, compensa ir pelo Chile mesmo!
  24. 1 ponto
    24/08: 8º dia – MADRID – BATE/VOLTA TOLEDO Chegamos ao aeroporto de Madrid 8h45. O aeroporto é longe do centro, mas é servido de metro. A compra do ticket para embarcar tinha que ser em máquinas e as máquinas eram confusas até se familiarizar com elas e com a intricada rede de metro de Madrid. Mas compramos o ticket até a estação Sol e fomos procurar o hotel. Ficamos no Hostal Tijucal (20 euros/noite/pessoa), o pior hotel da viagem. Quarto muito pequeno e banheiro mínimo. Para usar o ar condicionado tinha que pagar uma taxa por dia (não lembro exatamente o valor). A localização era boa, pois era perto de estações de metro e restaurantes, mas havia barulho a madrugada inteira devido a um bar embaixo do hotel. Deixamos as mochilas no hotel, almoçamos em um lugar ali por perto e fomos andando para a estação Puerta de Atocha pegar um trem para Toledo. Compramos passagens na hora para às 13h50. Não foram passagens baratas (cerca de 40 euros ida e volta de trem rápido – 33min), mas não quis comprar adiantado aqui do Brasil (era sim mais barata) porque iria engessar demais a viagem. Não sabíamos ao certo quando iríamos a Toledo e nem a hora que iríamos. Chegando na estação de Toledo o ônibus 62 leva até a Plaza Zocodover no centro histórico. Tem a opção de comprar aqueles ônibus de dois andares sightseeing, mas não compensa, pois chegando ao centro histórico dá para fazer tudo andando. E o legal é andar e se perder pelas ruelas de Toledo. Chegando ao centro, com um mapa na mão e às vezes pedindo informações, fomos até a Catedral de Toledo. Entramos e pela primeira vez alugamos um fone com a história do local. Foi a coisa mais acertada que fizemos. A Catedral é impressionante! Gigantesca! E foi muito legal ouvir a história do lugar. Passamos horas ali. A entrada e o fone não foram muito baratos, mas valeu a pena. Depois fomos andando até Alcazar de Toledo, Monastério de San Juan de Lós Reys (não entramos) e Sinagoga de Santa Maria Blanca (estava fechada). Minha amiga estava super cansada e não aguentava mais (a noite anterior tinha sido ruim, pois madrugamos para pegar o avião), então voltamos andando pelas ruelas de Toledo até encontrar novamente a Plaza Zocodover. Dali pegamos um ônibus de volta a estação e voltamos para Madrid. Nesse dia não fizemos mais nada. Fomos direto dormir. 25/08: 9º dia – MADRID. Hoje não madrugamos. Acordamos por volta das 9h e gastamos o dia em Madrid. Seria o único dia inteiro para Madrid. Um dia para Madrid é muito pouco, mas eu já conhecia Madrid e minha amiga achou ok. Fomos a Plaza Mayor, Palácio Cibeles, Plaza Colon, Templo de Debod. Paramos para almoçar e para comprar ingressos para o musical STOMP no teatro Calderón que era praticamente vizinho do nosso hotel (mas só abria após 13h). Depois andamos pela Av. Gran Via e fomos para o Parque Del Retiro. Um parque agradável, com um lago bonito. Como minha amiga queria muito, andamos de barquinho pelo lago – serviu para tirar ótimas fotos. Andamos pelos jardins do parque e íamos parando sempre que tinha algo para se ver até chegarmos no palácio de cristal. Depois andamos um pouco mais pelo centro até chegar a Plaza Del Sol. Voltamos para o hotel, pois teríamos musical nessa noite. Adoro musicais e teatros. Quando estava montando a viagem eu havia pesquisado se teria algo em cartaz. Encontrei STOMP e Rei Leão (que já havia assistido, mas iria de novo se minha amiga quisesse). Só conseguimos comprar STOMP, pois Rei Leão estava esgotado. Compramos ingresso por 27 euros (quase o lugar mais barato do teatro). Era menos de um minuto do hotel. Chegando lá o rapaz da portaria falou algo sobre nosso assento e nos mostrou uma escada. Entendi que era para subir as escadas e entrar no primeiro pavimento. Fizemos isso. Ao procurar o assento indicado já tinha um casal sentado e fui falar com eles que deveria ter algum engano porque aquele era nossos lugares. Tivemos que chamar um ajudante do teatro para tirar dúvida e aqueles assentos eram realmente do casal. Os nossos lugares eram de mesmo número, mas no piso superior (bem que eu estava achando muito bom para o que tínhamos visto no mapa na hora de comprar). Pedi desculpas para o rapaz, mas disse que o atendente de baixo que havia orientado a subirmos para aquele piso. Aí que veio a surpresa! O rapaz disse: “ah sim! Hoje não vamos abrir o terceiro piso, pois poucos ingressos de lá foram vendidos. Vocês podem sentar aqui, venham comigo”. E nos levou a um camarote! Assistimos todo o musical de um camarote ótimo. Musical excelente. Incrível. Quem algum dia tiver a oportunidade assita! Ao término voltamos para o hotel para dormir. Dia seguinte era dia de acordar cedo! 26/08: 10º dia – MADRID – BATE/VOLTA SEGÓVIA Dia de conhecer Segóvia. Compramos na hora passagens de trem AVE (rápido) saindo da estação Chamartin pela manhã que custou em torno de 30 euros ida e volta (35min). O trem rápido é realmente mais caro, mas a diferença de tempo gasto era enorme e achamos que valeria a pena. A estação de trem em Segóvia é no meio do nada. Parecia que havíamos chegado a um deserto. Chegamos sem pressa, fomos ao banheiro sem pressa e depois fomos procurar o jeito de ir ao centro. Aqui estava o nosso erro!! Quando fomos ver o ônibus que vai até o centro já tinha passado e levado todos os passageiros que desceram na estação; o último táxi levava o último casal em frente da estação. O próximo ônibus seria dali a 2 horas. Não tinha mais táxis. Andando levaria mais de uma hora. Bateu um desespero. Aí apareceu um casal de japoneses também desinformados que queriam ir até o centro. Ficamos por lá resolvendo o que fazer por uns 15minutos até que apareceu um táxi (ufaa!!!). Chamei o casal de japoneses para dividir o táxi com a gente e por fim, chegamos no centro histórico de Segóvia. O motorista do táxi muito simpático contou histórias da cidade durante o trajeto. Ao descer do táxi a paisagem já impressionava: um aqueduto enorme diante dos nossos olhos. Enorme e lindo! Impressionante! Logo na praça onde o táxi nos deixou (mesmo lugar aonde o ônibus vindo da estação para) tem um local de informações turísticas. Pegamos um mapa, o atendente muito simpático nos deu dicas do melhor percurso a percorrer (a pé). Dali andamos e passamos por Plaza Mayor, Catedral de Segóvia (nesse momento da viagem já tínhamos entrado em muitas catedrais, como era paga e mais de 6 euros não entramos; nenhuma “ganharia” da Catedral de Toledo), bairro judeu até chegar no Alcazár onde entramos. O local é bonito e achei que valeu a visita. Tem ônibus sightseeing que leva até lá, mas o gostoso é andar pela cidade e ir observando o caminho. Durante o trajeto passa-se por parte do muro da cidade onde pode subir. No dia que estavámos lá a entrada era grátis (normalmente 3 euros). O prato típico de Segóvia é o Cuchinillo, um porquinho assado. O restaurante El Bernadino é tradicional e o mais cheio e dizem que muito bom. Queríamos experimentar, mas o porquinho inteiro seria um tremendo exagero. Em alguns restaurantes havia a opção de pedir um pedaço que vinha acompanhado com batatas. Não conseguimos vaga no El Bernardino e por isso entramos em outro restaurante. Gostamos médio do prato. É bastante gorduroso; uma refeição pesada. Não comeria de novo. Nossa volta estava comprada para 16h. Pegamos o ônibus na praça aonde chegamos e fomos para a estação. Ao chegar em Madrid fomos conhecer o Palácio Real. Entrada 10e, mas às 18h a entrada era franca. Chegamos lá e a fila já era gigantesca. Conseguimos entrar e teríamos até 19h para conhecer (horário que fecha), mas deu tempo. O Palácio tem cada sala inacreditável. Papel de parede e lustres extremamente chiques. Depois fomos ainda para o Museu Del Prado que também seria grátis a entrada. Eu já conhecia, mas minha amiga não. O museu ficava aberto naquele dia até às 22h. Andamos pelas imensas salas até quase o horário de fechar. Depois voltamos para o hotel. No dia seguinte iríamos para Granada. 27/08: 11º dia – GRANADA Acordamos cedo para pegar o trem na estação Porta de Atocha às 7h20 com destino a Granada. Esse trem vai até metade do caminho, depois temos que pegar um ônibus até o terminal de Granada (incluído na própria passagem). Não tem trem direto. Chegamos às 11h15 em Granada. Na estação pedimos informação e nos ensinaram a chegar ao centro da cidade. Teríamos que pegar um ônibus de um ponto ali perto. O motorista nos orientou onde descer. Descemos atrás da Catedral de Granada e dali fomos andando até a praça Bibrrambla onde estava nosso hotel. Ficamos no hotel Los Tilos (42e/quarto/noite). Hotel ótimo! Quarto, localização e staff excelentes. Quando chegamos à praça havia muitos bombeiros e uma aglomeração de pessoas; tinha um prédio pegando fogo, mas a situação logo foi contornada. Deixamos as mochilas no hotel, fomos almoçar em um dos vários restaurantes da própria praça e depois andar pela região e pelo bairro mulçumano de Albacín até chegarmos ao Mirador de San Nicolas onde tem uma vista muito bonita para Alhambra. Fizemos tudo a pé. O calor estava muito e a subida para o mirador não foi fácil, mas com algum esforço chegamos. No retorno para o hotel, perto a um dos muros da catedral iria começar uma apresentação de tango. Paramos para assistir. Foi bem legal. Voltamos ao hotel, tomamos banho e saímos para a praça onde ficamos olhando lojinhas e jantamos. Estávamos muito cansadas. Em Granada (como em outras cidades da Espanha) os estabelecimentos comercias fecham de 13h/14h às 17h/18h e depois ficam abertos até 21/22h. 28/08: 12º dia – GRANADA Dia de visitar ALHAMBRA! Tínhamos comprado os ingressos adiantados aqui do Brasil. Acho que é o ideal a se fazer. Os visitantes são muitos e pode acontecer de não ter ingressos na hora. Compramos para a parte da manhã com visita ao Palácio Nazaries 10h30. Para chegar a Alhambra existem dois ônibus: C3 e C4. Os dois saem do ponto de ônibus atrás da estátua da Rainha Isabel Católica e Cristovão Colombo no final da Gran Via. É fácil de achar e pedir informações se necessário. Na própria Gran Via, perto desse local, há uma loja de informações sobre Alhambra, onde pegamos nossos tickets de entrada. Ao comprar pela internet, você deve levar o cartão de crédito com o qual foi feita a compra e lá colocá-lo em máquinas específicas para retirar os ingressos. Os portões de Alhambra abrem 8h30. Pegamos o ônibus C3 (saem vários do ponto. Não precisamos esperar praticamente nada) e descemos na Puerta de la Justicia (pois já havíamos ingressos e sai perto do Palácio Nazaries). Quem não tem ingresso ou precisa pegá-los deve descer na entrada principal (pabellón de acesso). Chegamos e preferimos ficar pela região do Palácio de Nazaries, pois como o horário é marcado, não podíamos correr o risco de perder nossa entrada. Então conhecemos o Palácio Carlos V onde havia uma exposição belíssima de fotografia de Alhambra. Logo depois já entramos na fila para Nazaries. O lugar é lindo. Possui paredes de estilo árabe maravilhosas. Depois fomos conhecer a Alcazaba (uma das áreas mais antigas de Alhambra) e depois fomos andando até chegar no Generalife (os jardins). Só saímos de lá quando iria fechar as 13h30 para os visitantes da manhã. [*] Alhambra é lindo! Vários tipos de arquitetura em um só lugar. Fomos a Granada só para conhecer Alhambra e não me arrependi em nenhum momento. Mas Granada por si só já é um local que vale a visita. A cidade com suas diversas barraquinhas de chás e frutas secas, seus redutos árabes, os shows de tango nas praças publicas e sua gente simpática e prestativa fez toda a diferença. Depois de Alhambra descemos de ônibus (o mesmo C3) para o centro onde almoçamos. Já havíamos feito check out no hotel, pois iríamos naquela noite de ônibus para Sevilha. Ficamos um tempo andando pelo centro, mas como o sol estava muito forte, fomos fazer hora no hotel. As mochilas estavam guardadas e ficamos um bom tempo na recepção esperando o sol baixar para depois andar um pouco mais e encontrar um novo show de tango na praça. Nosso ônibus para Sevilha sairia 20h30 da rodoviária de Granada. Empresa ALSA (10 euros). Foi o melhor jeito (talvez o único) de ir para Sevilha. Saímos 17h30 para pegar ônibus para o terminal. Pegamos na Gran Via o ônibus LAC, descemos no ponto que o motorista orientou e com a mesma passagem pegamos o SN1 para a rodoviária. Seriam 3h de viagem e chegaríamos por volta das 23h30 em Sevilha. 29/08: 13º dia – SEVILHA A viagem até Sevilha foi péssima! Um calor horrível (um ar condicionado fraco) e duas crianças mal educadas no banco de trás que ficavam batendo nas cadeiras e falando alto. Chegamos era meia noite. Acho muito ruim chegar à noite em uma nova cidade. À noite tudo fica mais difícil. A rodoviária de Sevilha fica na Plaza de Armas e eu sabia que era bem perto do nosso hotel. Mas as pessoas que pedimos informação não conhecia o nome da rua do hotel. Mas andamos para onde achamos que podia ser e por sorte, era! Achamos o hotel. Quando estou montando a viagem eu já sei mais ou menos onde ficam os hotéis. Sempre tenho alguma noção de onde estão localizados, justamente para me ajudar a achá-los sem depender muito dos outros. Ficamos hospedadas no Hotel AACR Museo. Hotel muito bom. Boa localização, quarto e banheiros ótimos (40e/quarto/noite). Chegamos mortas. Tomamos banho e fomos dormir! Não acordamos muito cedo naquela manhã porque estávamos mortas. Acordamos por volta das 9h, tomamos café em um lugar perto do hotel e fomos conhecer Sevilha. Fomos até a Catedral que tinha uma fila gigante para entrar e custava 10e. Não entramos. Como disse já tínhamos entrado em várias Igrejas e a Catedral era no mesmo estilo da Catedral de Toledo. Fomos e entramos no Real Alcazar de Sevilha. Depois dos semelhantes que havíamos conhecido, o Alcazar de Sevilha não impressionou. Continuamos a andar e fomos até a Plaza de Espanha. Que lugar! Achei linda a praça. Nesse momento já fazia um calor insuportável. Estava difícil andar sob aquele sol quente. Já era mais de 13h e estávamos com fome. No mapa vimos uma plaquinha RENFE depois de umas três quadras da Plaza de Espanha. Concluímos que poderíamos comprar passagens para Córdoba. Que arrependimento. Era mais longe do que parecia, não tinha nada aberto na região e quando chegamos era uma estação de trem, mas que não vendia passagens inter cidades. O único lugar para comprar naquele sábado a tarde e no dia seguinte (domingo) era na estação de trem Santa Justa. Já que estávamos ali pegamos um trem até Santa Justa para comprar as passagens e depois tivemos que voltar de ônibus, pois não valia a pena ir de novo para aquela estação longe de onde saímos. Perdemos um tempão. Fomos comer alguma coisa já era 15h. Nesse dia fomos mais cedo para o hotel devido ao calor. Era um calor incapacitante, seco e insuportável. Que lugar quente é Sevilha no verão. Voltamos a sair ao entardecer para comer e dormimos cedo nesse dia. 30/08: 14º dia – SEVILHA – BATE/VOLTA CÓRDOBA Acordamos cedo, pegamos ônibus de um ponto a uns 10 minutos do hotel para ir para a estação Sevilha Santa Justa. Nosso trem para Córdoba sairia às 8h50. Da estação de Córdoba dá para ir andando até o centro histórico, basta descer a avenida que corta a estação. Logo encontramos a Catedral-Mesquita e entramos de imediato, pois ela iria fechar para visitação, pois teria missa. Poderíamos entrar para assistir a missa sem pagar ingresso, mas não daria para conhecer direito, tirar fotos e tinha gente vigiando. Vale a vista! Uma beleza diferente de todas as outras catedrais que havíamos entrado. Gostei muito! Depois andamos um pouco pelo centro, juderia, rua das flores (que não estava muito florida). O Alcazar estava fechado e não conseguimos entrar. Mais uma vez o sol castigava. Almoçamos rabo de touro, prato típico da cidade e bastante gostoso. Entramos no museu da tortura, pequeno museu com vários exemplares de “aparelhos” usados para tortura na época da inquisição. Muito interessante. Não sei se era porque era domingo, mas muitos locais estavam fechados. Voltamos para Sevilha no final da tarde e não fizemos mais nada nesse dia a não ser sair para comer por perto do hotel. 31/08: 15º dia – SEVILHA Acordamos cedo e fomos andando pelas margens do Rio Guadalquivir. Chegamos a Plaza de Toros e lá descobrimos que a entrada era gratuita das 15-19h nas segundas-feiras (no caso hoje!). Voltaríamos. Não conhecia uma arena de tourada, nunca havia entrado em uma. Andamos até chegar à Torre de Ouro e subimos (nesse dia também entrada livre). Dentro dela tem um pequeno museu com mapas, painéis das grandes navegações e miniaturas incríveis de caravelas. No topo a vista é bonita. Depois atravessamos a ponte para tentarmos ir ao Museu da Carruagem, mas estava fechado. Depois andamos até chegar perto da Catedral onde se encontra o Arquivo das Índias, um lugar cheio de mapas e arquivos da época dos descobrimentos. Tinha um vídeo muito bom contando sobre Sevilha antiga. Repleto de história e conhecimento. Achei legal conhecer a história do local. A entrada é franca. Paramos para almoçar e retornamos para Plaza de Toros umas 14h20. Surpresa para nós: já existia fila que só foi aumentando cada vez mais. As visitas são guiadas e há número máximo em cada visita. Conseguimos ingresso para a visita de 15h45 pela nossa posição na fila. Tentamos encontrar uma sombra e fizemos hora por ali mesmo já que não daria para ir a lugar nenhum nesse tempo. A visita é guiada e passamos pelos pontos principais do local, bem como por um museu com fotos, quadros e roupas típicas. A guia contou sobre a história das touradas, o que significava os prêmios, os símbolos (...). Foi muito legal. Eu não sabia nada sobre o assunto. De qualquer forma, continuo contra esse tipo de prática, pois acho que é muito sofrimento para um animal. Depois andamos mais para ir até o monumento metropol parasol na Plaza de La encarnación. Um monumento moderno (e estranho) que pode-se subir como mirante. Fomos até ele, sentamos um pouco na praça, mas não subimos. Já tinha lido que era um pouco sem graça e compartilho dessa opinião. Depois voltamos para o hotel andando pelas ruelas de Sevilha e observando tudo por onde passávamos. Era o nosso último dia ali! [*] Sevilha é quente demais no verão. É um calor insuportável e que chega a atrapalhar o passeio. Já tinha lido sobre isso, mas só depois que você sente na pele é que dá valor. [*] Queria assistir uma ópera em Sevilha, mas não havia nenhuma no período que estivemos por lá. Na verdade em agosto é difícil achar alguma, pois é período de férias. 01/09: 16º dia – ALBUFEIRA Tínhamos que voltar para Portugal, especificamente Lisboa, no final da viagem. Então quando estava preparando o roteiro achei que passar por Albufeira para depois ir a Lisboa seria uma boa opção. Diminuiria o tempo de viagem, teria transporte fácil e ainda conheceria um lugar que tinha ouvido falar bem em outros relatos por aqui. Pegamos um ônibus com saída às 9h do terminal Sevilha Armas da companhia Eurolineas (12e) para Albufeira. Chegamos meio dia em Albufeira. O terminal em Albufeira é longe do centro e tivemos que pegar um ônibus circular. Existem algumas rotas de ônibus em Albufeira que são divididas por cores (vermelho, azul, amarelo...). Expliquei onde queria ir para a atendente do balcão de informações que orientou pegar a linha vermelha. Depois com a ajuda da motorista (muito simpática) descemos no ponto que era praticamente do lado do nosso hotel. Foi mais fácil achá-lo do que imaginávamos. Ficamos no Hotel Vila Recife (41e/quarto/noite). Um lugar muito bem localizado. Acomodações simples e antigas com ar condicionado. Estávamos com fome e paramos em um restaurante perto do hotel que tinha uma varanda com vista para o mar. Sentamos com aquele vista linda e eu pedi um espeto especial que vinha peixe, camarão e legumes. Excelente! Depois usamos o dia para conhecer a cidade. Andamos pelo simpático centro de Albufeira, andamos pela praia. Subimos de escadas rolantes para um mirante que visualizava o mar e onde passava um trenzinho. Pegamos esse trenzinho porque achamos que daria para conhecer um pouco da cidade. Não foi tão bom assim, pois não passava por muitos locais. E passamos o dia assim andando pra cima e pra baixo no simpático centro histórico de Albufeira. Voltamos para o hotel para tomar banho e depois saímos para comer. São vários os restaurantes e as ruas estavam cheias a noite. Super agradável de andar. Agendamos para o dia seguinte um passeio de barco que passaria por diversas praias bonitas da região, algumas cavernas. Achamos que seria bom fazer o passeio, pois não tínhamos muito tempo por ali e decidimos que não alugaríamos carro. 02/09: 17º dia – ALBUFEIRA Acordamos, saímos para tomar café e aproveitar a manhã por ali mesmo. Não fizemos nada de diferente ou especial. Almoçamos e pegamos um taxi para a marina de Albufeira de onde sairia nosso passeio de barco. Antes do passeio de barco que seria 16h50, marcamos um parasailing para às 15h. Uma lancha que puxa uma estrutura tipo um paraquedas há vários metros de altura. Minha amiga queria muito ir e então fomos. Nunca tinha visto algo parecido no Brasil (mas parece que agora já tem algo semelhante em algumas praias). Dá medo, mas é emocionante. Foi muito legal. O passeio acabou em cima da hora de embarcarmos no nosso outro passeio, foi uma correria. O passeio é feito em uma embarcação do tipo catamarã (não sei explicar diferenças de embarcações) e passamos por várias praias, paisagens e chegamos perto de algumas cavernas. Dizem que essa seria a rota dos Golfinhos, mas não vimos nenhum deles. Vimos o pôr do sol no trajeto de volta. Na volta ventava muito e passamos frio. Desembarcamos na marina era umas 19h30 e aí iniciou o problema. Fomos para o ponto de ônibus pegar um ônibus ou um taxi de volta para o centro. Ponto esse que fica em frente a Marina. Já estava escuro. Não tinha nenhum taxi no ponto de taxi e não passava ônibus. Pessoas que estavam também esperando tinham tentado ligar para o número que estava no ponto de taxi, mas ninguém atendia. Depois de uns 30 minutos passou um taxi cheio e pedimos para ele avisar para outros taxistas, mas passou mais uns 30 minutos e nada. Vi um ônibus passando longe, mas que não entrou na rua que estávamos; achei, então, que deveria ter outro ponto por perto. Eu, minha amiga e uma mãe chinesa com dois filhos fomos andando até chegarmos à avenida. Fomos subindo por ela até encontrarmos um ponto de ônibus. Ficamos ali mais um pouco até que passou um ônibus vazio com um motorista super mal humorado que não respondia nada direito para nós. De qualquer forma conseguimos chegar ao centro histórico, paramos para comer um sanduiche e fomos para o hotel dormir. 03/09: 18º dia – LISBOA Madrugamos para ir até a estação de trem que não era exatamente em Albufeira, mas em Ferreiras. Nosso trem sairia às 7h23. Como li que a estação era distante, chamamos um taxi (1e para o hotel chamar...afff ) às 6h (mineiro não perde o trem!!!! ). Um taxista super simpático e falante nos levou em menos de 15 minutos a estação, naquele horário não tinha trânsito algum! Tivemos que ficar um tempão esperando. Chegamos a Lisboa por volta das 10h30. Fomos ao hotel deixar a mochila e aproveitar nosso último dia de viagem. Ficamos no Pátria Hotel (45e/quarto/noite), um hotel extremamente simples, mas ok para se passar uma noite. Esse hotel foi escolhido em uma localização proposital. Como no dia seguinte teríamos que pegar o metro cedo para o aeroporto, escolhi um hotel na “boca”da linha vermelha do metro - no caso estação Saldanha, pois assim iríamos direto para o aeroporto sem fazer baldeações. Deixamos as mochilas no hotel e pegamos o metro para a estação Oriente que está de frente para o shopping Vasco da Gama. Atravessando o shopping e saindo pelo outro lado estamos no Parque das Nações! Como já estávamos com fome, almoçamos na praça de alimentação do shopping e depois fomos visitar a região. O Parque das Nações é uma região moderna de Lisboa construído para a Expo de 98. Andamos pelas margens do Tejo, pelos jardins locais e visitamos o oceanário de Lisboa. O local é legal para crianças e adultos. Grandes tanques com diversas espécies de animais marinhos. Existe no parque um teleférico que liga uma ponta a outra do parque, mas não fomos, pois achamos sem graça. Depois de passearmos pelo Parque das Nações rodamos um pouco pelo shopping e pegamos o metro de volta para o hotel. Tomamos banho e depois andamos um pouco pela região, comemos e fomos dormir. 04/09: RETORNO PARA BRASIL Acordamos cedo e pegamos o metro para o aeroporto. Nosso voo era 9h35. Não gosto de voos durante o dia, mas quando compramos não havia a opção de voos noturnos de volta. [*] Portugal. Estávamos deixando Portugal com uma imensa vontade de retonar aquele país. Portugal me surpreendeu positivamente em todos os aspectos. País de belas paisagens, de um povo educado e hospitaleiro, de culinária deliciosa. O meu apreço e respeito por esse país cresceu demais. É um lugar que indico a todos que puderem conhecer e que quero voltar um dia. [*] Espanha. Conheci apenas uma parte de um país rico em história e cultura. Para dizer que eu conheço a Espanha ainda falta muito! Posso dizer que a Andaluzia é linda e cheia de cultura. E que vale muito a pena viajar por ela. Agora é escolher um novo destino para as próximas férias (que ainda nem sei quando serão) e ler, pesquisar, planejar (...) um roteiro.
  25. 1 ponto
    Tudo que você precisa saber sobre El Salvador é o nome de um hostel em Santa Ana (a cidade que achei mais original, que usei como base por lá): chama-se Casa Verde! O Carlos é o dono do hostel Casa Verde e é uma figura... o hostel é impecável, com áreas excelentes, ventilador individual, chuveiro absurdo, piscina, terraço... enfim... mas o que vale são as dicas e o convívio no hostel que tem uma atmosfera legal demais. (não, eles não me pagaram para falar de lá... rs mas fica a dica). Abraços
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