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Exibindo conteúdo com a maior reputação em 06-02-2019 em todas áreas

  1. 1 ponto
    Após as férias de 2017 em Fernando de Noronha, decidimos que 2018 seria Cancun e região. Fiquei entrando no site "Melhores Destinos" e "Submarino Viagens" todos os dias até que em janeiro consegui passagem por R$ 1,950 por pessoa para maio. Em pesquisas, cheguei a conclusão que os melhores meses são abril e maio. Próximo da viagem o dólar começou a subir devido as guerras comerciais que Trump estava disposto a iniciar. Então fiz transferência usando o Western Union. Vi explicações na internet e fiz. Compensou bastante. Tem bastante pontos de saque. Ficou 5,19 pesos para cada 1 real. Não uso agências e dessa vez não foi diferente. Cobram tudo em dólar. Um chip de celular as agências estavam vendendo por 20 dólares. Minha mãe comprou um com 500 Megas de internet por 100 pesos direto na lojinha da Telcel. Tem lojinhas de celular na rua, o próprio vendedor configura tudo e vc já sai da loja conectado. Alugamos um carro. Fiz a reserva em janeiro logo depois de comprar o vôo. Pagamos 179 dólares por 10 dias com o carro, já com os seguros básicos inclusos. Aluguei na Alamo pois ninguém tinha reclamado e era a melhor avaliada nas pesquisas que fiz. A gasolina tem praticamente o mesmo preço que a do Brasil (só para ter noção, o litro custa aproximadamente 1 dólar). Pagamos uma média de 17, 50 pesos por litro. Só vi duas empresas de postos de gasolina: a Pemex, deve ser tipo a Petrobrás, mas com monopólio pois a grande maioria dos postos eram dessa marca. E a La gás, em bem menos quantidade.. Saímos de São Paulo às 09:45 com a Aeroméxico. Não tenho nada a me queixar. Assim que o avião subiu, serviram um café da manhã. Tinha pão com presunto e queijo, salada, bebidas depois serviram café com "crema y azucar". O entretenimento era bom, com filmes e telas individuais. Por volta das 13:00 nos serviram almoço. "Pasta ou Pollo?" Tinha macarrão (que estava maravilhoso) ou arroz com frango. Salada de frutas e bebidas. Serviram até vinho. Após 09:30 horas de vôo chegamos na cidade do Mexico. Tinha trocado 200 dólares para usar até que eu sacasse o dinheiro no Western Union, mas esqueci o dinheiro em casa. O marido trocou 100 reais. A cotação do aeroporto foi 4,50 pesos por 1 real. Chegamos!!! Ufaaaaa. Meia noite estávamos com o carro na mão. Baixei dois aplicativos que funcionam offline. Um é o Here we go (meia boca mas quebrou o galho) e o Offline Maps (foi melhor que o outro). Você tem que baixar o mapa do México (não esquece, caso contrário não vai funcionar!) Ou a região de Cancun, que é o Sudeste do México. Alugamos um hotel basiquinho só para dormir. O Blue Coconut, pelo booking. Nos custou 506 pesos. Ah, um detalhe, viajamos em 3 adultos e uma criança de 5 anos. O hotel foi ótimo. Com estacionamento, limpinho e chuveiro muito bom. Dia 2: fizemos um passeio pela zona hoteleira, tiramos fotos nos letreiros na praia Langosta e Delfines, depois seguimos para Puerto Morelos. Cheia de sargaço. Tirou toda a beleza do lugar. Depois seguimos para Playa Del Carmem. Ficamos de tarde na Punta Esmeralda. É uma pontinha de praia, onde brota agua doce, muito lindo, frequentado pelos locais. Lugar lindíssimo e não estava afetado pelos sargaços. Depois de um tempão alí fomos sacar a grana. Sacamos dentro da loja "Mega Playa Del Carmem Elektra". Lá dentro tem o Banco Azeteca. A loja tem estacionamento na parte de trás, entrada pela Avenida 30. A suite reservada pelo booking furou conosco. Não atenderam a campainha e nem o telefone. Kika Studio. Cansados, cheios de areia e frustrados, fomos jantar no Walmart. Tem comida por quilo. E tem mesinhas. Jantamos e compramos coisas essenciais, como aguá. Tentamos mais uma vez o Studio. Mas nada! Partimos para Valladolid (se pronuncia Valládôlí). Encontramos uma pousada novinha e bonitinha: Las Mestizas. Calle 39, pertinho da praça principal e mais perto ainda da rodoviária. Ótima, com estacionamento, chuveiro maravilhoso, cama bacana. Wifi bom tb. Por 600 pesos a diária. Dia 3: Seguimos para o sítio arqueológico EK Balam. Custa 211 pesos por pessoa. Lindo. É um lugar que vc "sente", pois pode tocar, pode subir nas construções, se sentir fazendo parte do local. Imaginando a época vivida. De lá rumamos para Las Coloradas de Yucatán. Que lugar inimaginável!!! A lagoa rosa. Antes era tudo livre, mas devido o aumento de turistas, começaram a surgir erosões ( as ruas que dividem as lagoas são de areia), lixo e as pessoas entravam na lagoa (não pode). Agora tem um portão e os guias cobram 50 pesos por pessoa. Assim o lugar não fica mais sujo, não estragam a estrada e ninguém mais entra na água e trás o desenvolvimento sustentável, dando renda aos locais. O preço é pequeno, 10 reais convertidos. Voltamos para Valladolid, fomos ao mercado Super Che, fizemos nossos lanches na pousada e fomos dormir. Na cidade tem Burguer King e Subway. Dia 4: Passeamos pela cidade pela manhã. Depois rumamos para o Cenote Suytun, 8 km do centro de Valladolid. Custa 70 pesos com colete salva vidas incluso. Local lindo. Depois demos uma passadinha em Uayma. Uma igreja com arquitetura diferenciada. Linda mas despedaçada. Está sendo restaurada desde 2003 mas está extremamente degavar, acho que eles arrumam um tijolo por ano. Depois fomos para Izamal, a cidade amarela. Quanta lindeza. Me senti na Espanha. Passeamos de charrete por 150 pesos todos. Rumamos para Pisté, para chegarmos cedinho em Chichen no dia seguinte. Dormimos na pousada Dolores Alba, com um quarto bem confortável e piscina aquecida maravilhosa. Por 900 pesos e café da manhã incluído (não alugamos pelo Booking, vacilamos, por isso pagamos mais caro. No Booking estava 30 reais mais barato). Dia 5: Depois de 5 minutos na estrada (a pousada é pertinho de Chichen), pagamos 30 pesos pelo estacionamento e 254 pesos por pessoa para o sítio arqueológico de Chichén Itzá. Dispensa comentários. Só indo mesmo. Lugar bacana para comprar lembracinhas, preços muito bons. Não aceite o primeiro preço, eles abaixam mais duas vezes. De lá fomos para o Cenote Ik Kil. Lindo lindo lindo. Custa 80 pesos mais 30 pesos pelo aluguel do colete. Recomendo que aluguem o colete. O cenote tem 50 metros de profundidade. Coloque o colete e curta a paisagem numa boa. Só relex. De lá fomos para Tulum. Ficamos no Hotel Sun Caribbean Divine por 754 pesos a diária. Foi o melhor quarto. Espaçoso, com poltronas, mesinha. Porém, sem estacionamento. O carro ficou na rua. Local tranquilo. Dia 6: Acordamos e fomos direto para as ruínas de Tulum. Se vc puder, chegue às 08:00h, quando abre o sítio arqueológico pois chegamos às 09:00h em ponto e já estava movimentado. Saímos exatamente às 10:35h e a rua de acesso parecia a 25 de março em vésperas de Natal!!! Fomos direto para a área de estacionamento. Tem vários estacionamentos, desde 50 a 180 pesos. No estacionamento nos ofereceram passeio de barco para contemplar as ruínas vistas do mar, snorkelling nos arrecifes e para ver tartarugas. Tudo por 20 dólares ou 400 pesos por pessoa, com colete e snorkel inclusos, ainda ofereceram uma bebida de cortesia (água ou suco) e ducha após o passeio. Claro que fizemos o passeio e valeu SUPER a pena. Vimos tartarugas, as fotos em frente as ruinas ficaram lindas e os arrecifes tinham vários peixinhos. Mas antes, passeamos pelas ruínas. A entrada ao sítio de Tulum custa 70 pesos por pessoa. NÃO ESQUECER DE LEVAR REPELENTE, POIS TEM MUITO MUITO MUITO PERNILONGO. Depois disso fomos para a Playa Maya, de onde saiu o passeio de barco. Na volta, tiramos umas fotos na Playa Paraíso e fomos embora. A praia está cheia de sargaço e nem dá vontade de ficar na água. O chato desse dia foi que durante o snorkelling a nossa câmera a prova dágua (uma Olympus que muito nos serviu) parou de funcionar. Depois vimos que entrou água, apesar de estar vedada corretamente. Nem reclamamos. Temos ela por muitos anos, foram muitas fotos lindas, muita água salgada. Ela foi muito boa mesmo, enquanto durou. Então sabia que não teria fotos aquáticas dessa viagem! Dia 7: Primeiramente fomos para o Grand Cenote. O mais lindo de todos, vale os 180 pesos pagos para entrar. Tem parte aberta e tem caverna. Tem um túneo que você passa de um lado para o outro por dentro da caverna e não precisar mergulhar. Muito 10. Depois desse, nem quisemos mais conhecer o famoso Cenote dos Ojos. O Grand Cenote, para nós, foi super completo. Depois seguimos para a Laguna Kaan Luum. Um espetáculo da natureza. Ela é rasa porém no meio dela tem um cenote, que é de acesso proibido. O fundo da lagoa é de argila então a água é super azul. Custou 50 pesos para entrar. Não estava vazia como eu esperava. O povo vai para passar o dia, levam lanche e ficam lá. Passeio que super recomendo. De lá seguimos para Bacalar. Duas horas de estrada. Chegando em Bacalar, fomos almoçar no restaurante La Playta, que eu namorei bastante no face. Preço justo, comida ótima, pier com acesso para a lagoa. Imagens maravilhosas. O sol estava forte então a vista para a lagoa estava perfeita. Depois de comermos (gastamos 200 pesos por pessoa, uma bebida e um hambúrguer de camarão que vem acompanhado de fritas) pagamos a conta e fomos para o pier do restaurante nadar. O restaurante em sí é uma graça. O lugar é feito para você comer e ficar lá descansando, sem pressa nenhuma de ir embora. E assim fizemos. Depois fomos conhecer o forte e se hospedar. Gente! Em Bacalar comemos Marquesitas, é tipo crepe. Mas é bom demais. Eles vendem em barraca, tipo barraca de hot dog, na rua. Não deixem de comer!!! Dia 8: Fomos procurar pelo passeio de barco pela lagoa. O preço é tabelado, 250 pesos por pessoa. Eles vendem em frente aos restaurante na lagoa. Passeio lindo lindo. Depois do passeio procuramos pelas Marquesitas, mas não encontramos. Só vendem do final da tarde pela noite. Partimos rumo Cozumel. Atravessamos com o carro pelo ferry Boat Transcaribe, em Cálica (pertinho do Xcaret). Custou 500 pelo carro com todos os ocupantes. Dia 9: O dia começou com chatiação! Ficamos hospedados na Vila Flores em Cozumel. A estrutura do lugar é boa mas não tem estacionamento. Deixamos o carro na rua e amanheceu maldosamente riscado. Com um prego ou algo do tipo, riscaram a porta do motorista. Fizeram 9 riscos profundos. Partimos para a Playa Palancar. A forma mais barata de você conhecer El Cielo (o principal atrativo de Cozumel). Na playa Palancar, ao lado do restaurante tem um quiosque que vende o passeio para El cielo e o arrecife Columbia, por 35 dólares por pessoa. Chegamos tinha acabado de partir um barco. O próximo horário seria às 13:00h. Fomos passear, dar a volta na ilha - Nada de interessante para mim. Voltamos em Palancar às 12:40h mas ainda não tinha completado o mínimo de 6 pessoas para o barco sair. Quando o povo começou a chegar, caiu uma chuva torrencial. Brochei!!! Voltamos para o ferry para sair da ilha (mais 500 pesos). Definitivamente estávamos com azar em Cozumel. Para quem pretende ir, recomendo NÂO pernoitar em Cozumel. Pegue o ferry de passageiros logo cedo e alugue uma motinho - ou melhor, pois a volta a ilha não tem nada demais, compre o passeio assim que descer do barco. Tem o básico por 50 dólares ou um mais completo, que é all inclusive e para na playa Mia, por 70 dólares. Dia 10: Voltamos para Cancún. Agora iríamos curtir a zona hoteleira. Alugamos um apartamento no Booking por 3 dias. Chama-se "Departamento como en casa". Muito show. Tem tudo, é um apartamento montadinho, ar condicionado nos dois quartos e na sala, internet super boa, tv a cabo com muitos canais. O ônibus para a zona hoteleira passa em frente (R2-10) e na volta te deixa na porta do apartamento. A diária nos custou R$160,00 reais, uma pexincha por tudo que ofereceu e pela simpatia do proprietário. Tem piscina. Um taxi até a zona hoteleira por 100 a 120 pesos. Dia 11: Fomos conhecer o shopping La Isla. Coisas bonitas mas mais caro. É o tipo "pega turista". De lá fomos ao Mercado 28. Outro "pega turista". Eu sabia que o mercado 28 não é bom para compras, mas fomos conhecer. E de fato. Meu esposo comprou uma camiseta da Seleção do México em Tulum por 170 pesos. Uma igualzinha, no mercado 28 estava 500 pesos (tudo falsa, claro! Porém bem feitas. Uma original estava 1.600 pesos). O vendedor baixou até 300. Meu esposo riu e fomos embora. De lá fomos ao Walmart. Um monte de gente comprando lembranças de Cancún no mercado. Por incrível que pareça, mais barato. Então os melhores lugares para lembrancinhas são: Chichén Itzá (lá dentro vc pode negociar e chegar a bons preços) e no Walmart. Dia de devolver o carro.... os riscos nos custaram R$ 380 reais. Dia 12: Playa Caracol. Ficamos curtindo a praia. Estava um sol bacana. Fui andando até o farol para tirar fotos. Os hotéis não podem te barrar, mas você tem que ir beirando a praia, não pode usar a estrutura deles. Em frente ao Hyatt Ziva, o segurança me abordou, perguntou onde eu ia. Disse que ia ao farol. Ele disse para eu ir beirando a praia e pediu para coletar uma foto no tablet. Segui em frente numa boa. Dia 13: Choveu e ficamos de boa descansando pois o corpo pedia uma parada. A Noite fomos na Plaza de las Americas. Tem um shopping - Las Americas Cancun, se não me engano. Fomos de taxi e pagamos 40 pesos. Para voltar a mesma coisa. Dia 14: Fomos nos hospedar no Cancun Clipper Club. A 5 minutos a pé para a Playa Gaviotas. Não tinha datas suficientes para o apartamento, portanto tivemos que sair e resolvemos ficar pertinho da praia. Pagamos R$ 286 por dia para 3 adultos e uma criança. Devido à proximidade de tudo, da piscina e da comodidade, achei válido. A internet não vai ao quarto. Tem que ficar no Hall. O Chedraui que tem na esquina da pousada, tem comida no segundo andar. Choveu de manhã mas a tarde o sol chegou forte. Ficamos na Playa Gaviotas curtindo até quase o sol se pôr. Dia 15: Fomos para a praia mas tinha muito sargaço. Voltamos para o Clipper Club e ficamos na piscina. De tarde, fomos comprar mais lembrancinhas no Chedraui. Minha mãe comprou algumas coisas nas lojinhas, mas tem que ter paciência para ficar negociando. Dia de fazer as malas. Tivemos que comprar uma para trazer as coisas que compramos. Praticamente tudo mais barato que o Brasil. Pagamos R$ 200 reais em uma grandona, no shopping Das Americas. Na loja Del Sol. Foi um achado. Neste dia, o aplicativo mostrou uma compra que eu não havia feito! Por sorte, foi 0,12 centavos da TelCel... sei lá como arrumaram o número do meu cartão. Na dúvida, e depois de muito custo consegui cancelar. Tive que ligar para o número 018001230 e pedir para fazerem a ligação numero 11 2197-4005. Assim consegui falar com o Santander e bloquear o cartão. A volta foi bem tranquila. As bagagens que despachamos chegaram...uffaaaa! Se planejada, a viagem não sai cara. Em comparação com Fernando de Noronha, duas semanas em Cancun saiu 2.500, 00 a mais que uma semana em Noronha. Não nos interessou fazer os parques X (xcaret, xplor, xel há) pois o que tem lá, nós vimos tudo de forma natural. De todo o roteiro planejado, não consegui fazer El Cielo por conta da chuva e Isla Mulheres pois dia 13 choveu e dia 15 a praia estava cheia de sargaço, então não deu vontade de atravessar pois imaginamos que a Playa Norte tb deveria estar com sargaço. Mas o custo da travessia é U$ 19 dólares ida e volta por pessoa. Nosso gasto, tirando as passagens aéreas, foi em média de 450 reais por dia, incluindo TUDO (alimentação, hospedagens, lembrancinhas, aluguel do carro, gasolina). Ainda voltamos com 1000 pesos e 200 dólares.
  2. 1 ponto
    Ola pessoal!!! Isso daqui é uma tentativa de fazer um guia completo sobre o Atacama, onde vou tentar detalhar tudo q da pra fazer e como fazer, segundo a experiencia de quem morou la por 6 meses e muito provavelmente vai voltar a viver la depois de setembro. Primeiro de tudo como chegar? Para quem esta sem meio de transporte propio: 1- Via aeroporto de Calama - Ha varias opçoes de transfer q custam em média 12.000 CLP ida e 20.000CLP ida e volta (por relatos q ouvi as melhores são Vivi tranfer e TransVIP) 2- Via Rodoviaria de Calama(ha mais de uma rodoviaria em calama, uam de cada empresa, coisa de loco) - Bus por entre 3.000 e 3.500 3- Via Tour pelo salar de Uyuni - O tour de 3 dias saindo da cidade de Uyuni na Bolivia custava cerca de 100USD. Chegando em San Pedro Clima De maio a Agosto faz um frio desgraçado. De Setembro a Abril faz um frio razoalvel pela noite e pela manha, mas clima agradavel durante o dia. A estaçao das chuvas é de entre fim da janeiro até começo de março e isso pode realmente estragar seu tour, esse ano os geyser del tatio ficaram inacessiveis por mais de uma semana, cuidado ao vir nessa epoca, vai muito da sorte Mal de Altitude, vende se remedio pra isso nas farmacias, tb ha a famosa folha de coca pra fazer cha e uma erva local chamada chachacoma tb pra fazer cha q ajuda combater esse mal q os sintomas em geral é dor de cabeça, dificuldade pra respirar e vomitos!!! San pedro esta ha 2.500m, nao é tao alto, mas mal de altura cada pessoa sente diferente. Hospedagem Não tem nenhum tipo de transporte publico em San Pedro, só taxi, então evite lugares muito afastado do centro. Onde é o Centro? Proximo da Igreja e da praça, evitar escolher lugares q fiquem a mais de 20 minutos de caminhada do centro. San Pedro tem hospedagem desde hostel bem simples na casa de 6.000 a 10.000 pela diaria, até hoteis 5 estrelas q custam centenas de dolares uma noite. De hostel q ouvi falar bem por turistas Pangea, o mais famoso dos hostel de San Pedro. Tatais, lascar, Atacama roots e Matty. Outro interessante é o Aji verde, tem uma boa area outside com arvores. Campings, tem muitos pela cidade q cobram um pouco mais barato q hostel e tb se pode fazer camping "selvagem", nao recomendo muito, mas muita gente faz, risco bem baixo de ser roubado, mas eu nao arriscaria. Alimentação Vc não vai encontrar nada por menos de 4.000 o menu(Uma sopa de entrada e um prato principal) e esse lugar de 4.000 se chama "los carritos", pergunte e qquer local vai saber te informar, fica perto do campo de futebol. Ha outros restaurantes na casa dos 5.000 a 6.000 como o Pica del Indio(se acostumem comer nas pica, pelo chile, pica significa restaurante bom e barato) Outro um pouco mais caro q eu curto é o Delicias de Carmen, sai uns 10.000 o prato. Bares NOTA: NÃO SE PODE BEBER NA RUA NO CHILE, SOB RISCO DE MULTA. Nota2: Pra consumir bebidas alcoolicas num bar tem q se comer algo. O unico bar q nao se necessita comer em San Pedro é o Chelacabur, mas la só vende cerveja, nada de destilados e la vende a melhoe piza de San pedro, nao é feita la eles pegam numa pizzaria na esquina. Outros bares, tem o Los gordos, Barros e Mal de Puna. Alem de Bares para beber ha uma opção pouco divulgada, chamada "los pimentos"ou "praitas", q são festas semi clandestinas( digo semi pq é proibido ter isso em atacama, mas a policia sabe da mesma, só q finge na ver), só perguntar no seu hostel, mas fica bem proximo ao mal de puna, na saida da cidade no meio de um terreno perto do rio, o pessoal leva uns alto falantes movidos a bateria de carro, lanternas e cooler e a festa roal até proximo do nascer do sol. (Dica, levem sua bebida, pq sai caro comprar la(Nota em san pedro só vende bebidas em lojas de bebidas, nao vende em mercado comum)). Artesanatos Infelizmente a grande maioria dos artesanatos, vendido la nao é feito a mao e sim bugigangas feitas industrialmente na bolivia e peru, com algumas varas excessoes, como os artesanatos q vendem do lado da rodoviaria e nos povoados de Socaire e Toconao. Mercados Não tem mercado grande la, só mini mercados, então os preço são meio caros, alias bem caros(pra quem chega de bus por calama e for ficar muitos dias e cozinhando no hostel, recomendo procurar um hipermercado de calama). Agencias de turismo Sim creio q é oq todos querem saber, acho q a parte mais dificil de dar dicas, mas vamos la. Tirando algumas exceções tanto pra boa quanto pra ruim, as agencias de San Pedro são quase a mesma coisa, fazem os tours pros mesmo lugares en vans, então o diferencial fica mais por conta de qualidade do veiculo e do café da manha e de certa forma do guia(mas ja ouvi reclamaçao sobre guias de agencias chamas de as melhores de SPA). Pra escolher funciona assim, agencias q tem o mesmo preço ou preço bem proximo( 10% pra cima ou pra baixo) vão oferecer o mesmo serviço. Excessão pra cima, são por coincidência as agencias focadas em brasileiros q é a Flavia Bia, Allyu e Araya, mas as mesmas tem o preço q nao cabe no orçamento da maioria das pessoas e coloquei os nomes na ordem da mais cara pra mais barata. Excessão pra baixo, Licanantay Turismo( Agencia do Jesus), é a mais barata de San Pedro, mas a qualidade é pessima, não to falando de algo ruim, to falando de pessimo mesmo, se tiver duvidas só ver os reviews do google e trip advisor. Do resto é tudo quase a mesma, nao vou ficar dando nomes, q nao ponho minha mão no fogo por nenhuma, usem o trip advisor e google pra ler review. E tb tem uma coisa q passa muito em San Pedro, é o "TRASPASSO", quando uma agencia nao tem passageiros o sufiente pra sair com um tour sem tomar prejuízo, elas vende esses pasajeiros pra outra agencia q ainda tem vaga(As 3 agencias brazucas q citei, na fazem isso, sem mesmo se for 2 pessoas, por isso sao tao caras), la vc acaba comprando gato por lebre as vezes. Outra fonte variaçao de preços é a quantidade de pessoas por auto, em geral são vans pra entre 12 ou 18 pessoas, as tb algumas agencias trabalham com buses pra 24 pax. Na boa, falo por experiencia propia como guia de turismo, tuor com mais 15 pessoas começa ficar ruim, sendo 18 o limite extremo pra um guia, mais q isso o tour fica uma merda. Então quando for comprar um tour, minha dica é perguntar se a agencia vai sair ou fazer traspasso e perguntar quanto o maximo de pax, nao vao com mais de 18, paguem 2.000 mais caro, mas peguem uma agencia q sai com menos passageiro. Tb perguntem se vai chofer + guia ou chofer/guia q é outro fator q muda a qualidade do tour, ja q eu dava muita informaçao com o auto em movimento quando trabalhei la e no caso de chofer/guia ele só passa informaçao com o auto parado, automaticamente vc tem menos informaçao. Atracões! Local pra se visitar é oq nao falta, da pra passar uma semana no Atacama e nao se conhece tudo. Vc pode fazer os tour no sistema corrido 2 tours por dia ou bem relaxado, lembrando q alguns locais ficam acima dos 4.000m e é aconselhavel aclimatação, pra nao se sentir mal. Em San Pedro ha atrações q só se chega em autos(particular ou agencia), outros pra ir bicicletas e algumas que até rola ir a pé. Ir a pé Free walking tour - Aquele famoso sistema de city tour q o pagamento é gorjeta no fim do tour no valor q vc acha q vale o tour(recomendo no minimo 5.000CLP), tem as 10am e 3pm, sai da praça san pedro, os guias usam camisetas vermelha e branca listrada. Os 2 tours sao distintos cada um tem foco em uma parte da história de san pedro, portanto se pode fazer os 2 se tiver tempo. Em bike Se aluga bikes em qquer lugar de san pedro com preços na casa de 3.000 meio dia e 6.000 dia inteiro Lembre de pros passeios de bike levar lanche e a agua. Vale da morte/marte(entrada 3.000) pode se ir só pra admirar a paisagem ou alugar um prancha de sand board e passar a tarde ou amanha deslizando nas dunas por la. Pukara de Quitor(entrada 2.000) - Ruinas de uma fortaleza indigena local(uma fortaleza licanantay, q é o onome dos indigenas daqui, tb conhecidos por atacamenos) q fica uns 10 minutos de bike(tb da pra ir a pé se tiver diposiçao), depois de pedala se prepare pra subir a pé pq é um morro e de la vc pode ver toda cidade. Vale de catarpe/Garganta do Diabo(entrada 2.000) (entre 2h e 5h no total)- Um vale verde no meio do deserto, onde vc tanto pode fazer a rota facil q é ir até a igreja passando pelo tambo de catarpe q era uma fortaleza inca(sim, os incas chegaram ao atacama tb) ou fazer as rotas mais dificeis q é garganta do diabo e a rota dos tuneis, onde tem varias subidas e decidas. Aldea de Tulor( entrada nao lembro, mas uns 2.000) - Essas ruinas de uma aldeia dos primeiros habitantes do atacama fica cerca de meia hora de pedalada de San Pedro. Pozo 3 - paga-se 5.000 pra ter acesso a piscinas de aguas termais no meio do deserto, fica uns 30 minutos de pedalada. Ojos del Salar( o tour de laguna cejar passa por aqui), se vc quer dar uns mergulhos sem gastar nada alem do aluguel da bike, se prepare pra pedalar pelo menso uns 45 minutos e vai encontar 2 piscinas naturais de agua gelada e salobra no meio do deserto. Em auto Pode se fazer em auto particular ou com agencias, no caso de fazer com auto partucular se perde toda explicaçao do guia, onde em alguns tour faz toda diferença. Tours de meio dia Vale da Lua - Preço: entre 13.000 e 17.000 - taxa de entrada 3.000 - periodo tarde Laguna Cejar( Lagoa de agua 3x mais salgada q o mar, onde se flutua) - Preço: entre 13.000 e 15.000 - taxa de entrada 17.000 periodo tarde Lagunas escondidas ( outra laguna de agua super salgada q an minha opniao é mais bonita q a cejar) Preço: entre 18.000 e 20.000 - taxa de entrada 5.000 periodo tarde Geyser del Tatio - entre 18.000 e 22.000 - taxa de entrada 10.000 - periodo manha(Nota: ir super agasalhado, faz media de -8 no verao e -15 no inverno) Vale do arco iris e Petogrifos de hebas buenas entre 22.000 e 25.000 - taxa de entrada 3.000 - periodo manha Tour astronomico entre 18.000 e 20.000 - taxa de entrada nao taxa de entrada - periodo noite Termas de puritama entre 12.000 e 15.000 - taxa de entrada 9.000(seg a sex parte da tarde) a 15.000(manha e fds e feriados) - periodo manha e tarde Lagunas Altiplanica - s/ Pedras Rojas entre 25.000 e 30.000 - taxa de entrada 5.500 - periodo manha Tours de dia inteiro Lagunas Altiplanica - c/ Mirante Pedras Rojas(nao chega nas pedras em si com era antes) entre 40.000 e 45.000 - taxa de entrada 5.500 Salar de Tara - entre 45.000 e 50.000 - taxa de entrada - Não tem Trekking Vale guatin/vale dos cactus com termino nas termas - entre 35.000 e 40.000(até menos se tiver um grupo de umas 6 pessoas) - taxa de entrada mesma das termas Cerro toco - 5.500m(mais facil q o lascar) - entre 65.000 e 70.000 (tb é possivel desconto pra grupos 6 pessoas, vai em 4x4 com essa capaciade, igual uyuni) Vulcão lascar - 5.500m - entre 85.000 e 90.000 - (tb é possivel desconto pra grupos 6 pessoas, vai em 4x4 com essa capaciade, igual uyuni) Tour ao Uyuni Os tour ao Uyuni tem de 3 dias(termino na bolivia) e 4 dias (regresso ao atacama 3 dias sai uns 100.000 4 dias uns 120.000 Pessoal tudo q coloquei aqui, foi fruto do conhecimento adquirido ao longos dos quase 6 meses q morei no atacama trabalhando com turismo e em hostel, espero q eu nao tenha esquecido de nada, qquer coisa eu edito e acrescento algo.
  3. 1 ponto
    Apesar de haver bons relatos no site, espero contribuir com o meu. Há 4 ônibus diários entre São Luís e Barreirinhas pela viação CISNE BRANCO, R$51, demora 5h (não procurei vans saindo do aeroporto direto pra Barreirinhas, mas existem). Dizem que é melhor fazer a travessia no sentido Barreirinhas - Santo Amaro, por causa da posição do sol e do vento. A estrada São Luís-Santo Amaro é relativamente nova, está boa e é mais perto que SLZ - Barreirinhas. Além disso, as lagoas de Santo Amaro são mais bonitas. ATENÇÃO com a volta de Santo Amaro para São Luís, acho que não tem ônibus (se tiver, são raros) e dependemos do guia em achar uma van que ia pra lá. Geralmente, este último dia termina 12:30h e o transporte até São Luís demora 4h30min. Grande parte da travessia é em areia firme e fria, então é melhor andar descalço ou com meia. Também tem inevitáveis passagens por lagoas menores, onde se molha, pelo menos, as pernas. Elas são boas para se refrescar (o tempo inteiro eu andei molhado ou úmido de propósito). Melhor época: junho e julho, alguns dizem agosto e até setembro, mas nestes muitas lagoas já estão secas. Preços: como junho e julho são os melhores meses, só diária do guia custa até R$250; hospedagem (café da manhã incluído), em redário, sai por R$35; jantar: R$30 a R$35; água de 2l: R$8. Converse com o guia para ver o que está incluído no preço dele (passeio pelo rio Preguiça, hospedagens e refeições, etc). Cansar vai, mas com certeza vale a pena. Acredito que uns treinos de caminhada de 8km sejam suficientes para preparação. Esta é a travessia mais tradicional do parque, mas tem outras de 6 até 10 dias! Levar: poucas roupas (inclusive com proteção UV), meias, chapéu (nessa época, não precisa levar nada para frio, nem tênis), chinelo, protetor solar, água (pode ser comprada em cada parada), snacks (frutas desidratadas, amendoim e castanhas), dinheiro em espécie, lanterna (não é essencial, não precisa na caminhada, mas ajuda nas hospedagens), coisas de higiene pessoal (sabonete, escova, pasta, repelente). É recomendável levar aquelas baterias portáteis, power bank, mas dá pra usar a eletricidade em algumas hospedagens. Dia 28/jun - 1º dia: Pegamos um barco em Barreirinhas para fazer o passeio pelo rio Preguiça (R$80) por volta das 10h, o guia já nos acompanhava. O passeio é tranquilo, para em Mandacaru, onde tem um farol, também para em Caburé onde tem dunas e uma lagoa. Termina em Atins, banhamos em uma praia. Depois, final de tarde, caminhamos até Canto de Atins, cerca de 3,5h em ritmo tranquilo, sem paradas para banhos, o GPS marcou 12km de caminhada durante o dia todo (pareceu bem menos). Em Canto de Atins, tem dois restaurantes/pousada: do seu Antônio e da dona Luzia. A dona Luzia foi pioneira e é mais famosa, mas o guia disse que a fama subiu-lhe a cabeça, ficamos no seu Antônio. O camarão na chapa é o prato chefe de ambos, não é barato (com refri e água, saiu R$50 cada um o jantar), mas realmente estava muito gostoso. Dormimos em rede (R$35), local coberto com palha, com luz, mas sem paredes, até às 2:30h da manhã. Dia 29/jun - 2º dia: Prometia ser o mais pesado, cerca de 17km até Baixa Grande (o quarto dia que foi o mais cansativo). Começamos a travessia por volta das 3:15h, depois de um bom café da manhã, caminhamos sob a lua cheia iluminando tudo e temperatura amena. Andamos pela praia um bom tempo, cerca de 4h (com direito a cochilada no caminho) até chegar às dunas. Valeu a pena? Sempre, no entanto, tem gente que faz este trajeto de carro e isto economiza umas boas horas. Nas dunas, subida, descida, banho em algumas lagoas. Terminamos em Baixa Grande às 12:10h. Cansei muito! O GPS marcou, durante todo o dia, uns 27km. Eu digo "durante todo o dia", porque ainda caminhávamos pelos arredores do local da hospedagem para conhecer lagoas, rios, ver o pôr-do-sol. Baixa grande é um vilarejo no meio do deserto, mas com construção de alvenaria e vegetação por perto. Almoçamos galinha caipira por R$35 (preço padrão e não é você que escolhe o que comer). Descansamos e, à tarde, fomos para uma lagoa e ver o pôr-do-sol. Dormimos, como sempre, em rede (R$35 preço padrão), sem iluminação, mas coberto com palha e "paredes". O dia seguinte seria mais tranquilo. Dia 30/jun - 3º: Este terceiro dia foi tranquilo, acordamos por volta das 4:30h para sairmos às 5h, após café da manhã simples (tapioca e ovo). Caminhamos devagar, parando bastante em lagoas e terminamos antes do meio-dia em Queimada dos Britos, o GPS indicou 15km. Eu comecei a usar meia, pois vi que estava começando a formar bolha no meu pé. Almoço (R$35) era peixe (estava salgado), teve salada (artigo raro) e até sobremesa. Lagoas, pôr-do-sol, jantar e dormir cedo, porque não tem muito que fazer a noite. Dia 1º/jul - 4º: De novo, acordamos umas 2:15h, tomamos café e saímos para caminhar às 3h e alguma coisa. Só terminamos à 12:30h, exaustos, em Santo Amaro. Foi o dia mais longo e mais cansativo, cerca de 28km. Neste dia, mais uma vez, é possível pegar um transporte em Vassouras, economizando assim, uns 10km. Pergunta se pegamos? Não. Faltando uns 8km (talvez 6km), o guia novamente perguntou se queríamos pedir um carro e pagar R$50 cada um. Pegamos o carro? Claro que não, só faltavam 8km! kkk. As lagoas perto de Santo Amaro são bem mais bonitas que as de Barreirinhas e, acredito eu, o turismo em Santo Amaro irá aumentar com a boa estrada até são Luís (só falta transporte).
  4. 1 ponto
    Salve Mochileiros, Estava dando uma pesquisada de relatos sobre alguns destinos caribenhos e li alguns tópicos sobre a Ásia, especificamente Tailândia e alguns países aos redores. Resolvi então atualizar vocês sobre algumas coisas pois retornei de lá agora em Fevereiro/2019, fiquei um mês e posso dar algumas dicas valiosas. Fomos eu, meu namorado e uma amiga!! Chegamos em Bangkok no dia 01/2019. Logo quando chegamos trocamos apenas 50 dólares pois o cambio no aeroporto é super baixo. Era somente para pagar o transporte até o hostel. Em relacao ao transporte, o melhor app para se locomover é o Grab. Pagamos cerca de 350 baht até o hostel. Cerca de quase 40 reais, dividido em tres, nao foi nada caro pois o trajeto durou cerca de 50 minutos. Ficamos no Vivit Hostel, ótima localizacao, perto da khao san road, e preco bem acessivel. 60 reais por dia. Lá na Khao san road há inúmeras casas de cambio, achamos uma amarelinha que se chama the best change khao san, realmente estava uma otima cotacao em relacao as outras, logo, mais pra frente compramos nosso chip, pagamos 450 baht num chip ILIMITADO. Cerca de 50 reais. DUROU O MES INTEIRO E FUNCIONOU PERFEITAMENTE ATÉ NAS ILHAS. Nao vou especificar muito sobre a viagem, apenas dicas primordiais. Ficamos 5 dias em BKK, dá pra comprar chip mais barato e pro mes inteiro fora do aeroporto e as casas de cambio tem cotacoes melhores fora do aeroporto, para se locomover > o app GRAB é o the best. Depois fomos para CHIANG MAI, cidadezinha incrivel, fizemos o passeio dos elefantes no ELEPHANT NATURE PARK, compramos pela internet, mas compensa comprar la, é mais barato e nao tem as taxas. passeio imperdivel, cerca de 2.500 baht. Em chiang mai, compensa alugar uma scooter, transito tranquilo e pode ficar livre para fazer os passeios que quiser pois sao todos perto. CAMBOJA. Queriamos visitar apenas o Angkor Wat. ticket custa 37 dólares para 1 dia e 64 para 3 dias. Fizemos um dia só. Combine com o tuk tuk do seu hotel para sair bem cedo e ver o nascer do sol, é magnifico. Ele nos cobrou 20 dolares. E lá no templo vai para varios lugares. Nao perca tbm o night market bazar, compramos camisetas por 1 dólar. Incrivel! Nem na tailandia vimos esses precos. KRABI Do Camboja pegamos um voo para Krabi com escala em BKK, de boa! chegando em krabi pagamos 600 baht por um carro privado para nos levar até Ao Nang, é uma boa base para fazer os passeios. Fizemos o passeio das 4 ilhas. mas há varios outros super incriveis tbm, todos cerca de 1.000 a 1.500 baht, tem a opcao do boat privado e com mais pessoas. Fizemos o privado e achamos incrivel pois ele fica quanto tempo voce quiser nas praias. KOH PHI PHI Lindo, mas muita bagunca. Praias cheias, precos um pouco mais elevados mas nem tanto. Os passeios sao legais pois te levam a praias incriveis, infelizmente pegamos o passeio com barco compartihado, é muito correria e cansativo. Os barcos privados sao mais sossegados. KOH LIPE AAAAA essa ilha, definitivamente as maldivas da tailandia, dá um dó até divulgar, mas acredito que todos devem conhecer um dia, com bastante consciencia por favor!! ilhote pequena, nao tao estruturada, poucas opcoes de hostel, bem tranquila e vazia comparada as outras ilhas da tailandia. Sao 6 horas de barco saindo de Krabi. Saimos de KOH PHI PHI e foram apenas 4 horas, mas o boat nao é tao barato. Pagamos 1.700 baht. Mas vale cada centavo. Para nao ficar tao cansativo, decidimos descer pra malasia, pois fica apenas 1h30 de koh lipe, de lá pegamos um voo pra indonesia, ficamos os 5 dias em ubud e 1 em uluwatu. Dá pra fazer com pouca grana, mas nao recomendo. PRA COMER BEM, os valores sao made in Brazil. Ubud é charmoso, mas bali em si é para surfistas e hipies chics hahaha. Achei superestimado, mas vale conhecer. Tem lugares lindo e a religiao pega forte, é incrivel vivenciar essas experiencias. Mas a Tailandia deixa Bali no chinelo. Fomos ao templo da purificacao e aos arrozais, sao de tirar o folego e de chorar! Foi a experiencia mais linda que tive na vida.é um trampo chegar, mas vale a pena! Compensa alugar uma scooter em Ubud. 6 dólares o dia todo. Bom pessoal, nao quis estender muito, há varias outras dicas, mas acredito que seja melhor ir respondendo conforme forem surgindo, assim nao fica tao cansativo!! Espero ter ajudado! Custo médio da viagem 12,000 reais por pessoa. incluindo alimentacao, passeios, transporte e hospedagem!
  5. 1 ponto
    A la orden mochileiros!!! Vamos pra Colômbia? Eu fui, se vc quiser viajar na leitura chega aee Fui sozinho, mas sempre tive boas companhias. A vida mochileira te permite conhecer lugares, paisagens, culturas, mas principalmente pessoas bacanas, que marcaram aqueles momentos e quero levar pra vida toda. Gosto de colocar o nome das pessoas que conheci, pois foram importantes pra mim. Alguns deles podem talvez até ler esse relato e se seu nome estiver aqui, meu caro, saiba que eu curti demais os momentos com você e espero te rever pelo mundo, para aquele abraço, aquela cerveja, enfim...quando eu me lembrar de você vou lembrar da Colombia, quando me lembrar da Colômbia me lembrarei de você!! Geralmente escrevo as coisas que fiz, costumam ser o que a maioria faz, então serve como dica pra quem vai. Coloco preços das coisas, digamos, mais obrigatórias, como passeios, taxas, hospedagens. Comida e quinquilharias varia muito de cada pessoa, então não acho relevante colocar como gastos, mas no geral a Colômbia é barata. Quanto a dinheiro, usei todas as formas possíveis. Levei dólar, a cotação lá variava entre 2760 e 2810. Real sempre na casa de 700 a 740. Só levei real pra caso de emergência, não usei. Compensa muito mais levar dólar. Real é prejuízo certo. Fiz um saque que com taxas ao final saiu na cotação de 763 pra real, então compensa mais o saque do que o real físico. Mas a melhor opção é o cartão de crédito. Minhas compras no crédito saíram na cotação de 825 pra real, compensa mais que o dólar físico, pois troquei dolar aqui a 3,43 e trocando lá os dolares me davam uma cotação de real próxima a 805 pesos. Resumindo, pra não parecer tão confuso: 1 real trocado na Colombia – 740 pesos 1 real sacado na Colômbia – 763 pesos 1 real trocado aqui em dólar e lá por pesos – 805 pesos 1 real no crédito – 825 pesos. Consegui explicar? Então minha dica pra grana é: Leve dólar, porque nem tudo dá pra passar no crédito, mas o que der, vai no crédito. Vou colocar os preços em COP, pra converter em real só dividir por 800 pra facilitar. Ou só tirar o mil e pensar que é um pouco mais q isso em real, porque você não vai sair andando na rua e olhando preços com uma calculadora né 18 de novembro de 2017, sábado Cheguei em Bogotá 11 da manhã, vindo pela Copa de BH via Panamá. Imigração OK, só perguntaram em qual lugar eu ia ficar Fui atrás de câmbio. Na parte do desembarque o câmbio é pior, tava entre 2700 e 2740 pro dólar. O melhor era no 2º andar, no setor de embarque nacional, lá tinha uma casa de câmbio, Aerocambiar, que tava 2760. Troquei um pouco lá. Dali desci pra comprar o cartão do Transmilenio. Vende numa tenda verde na saída do desembarque internacional. Ele sai com seu nome, bacaninha. O cartão é 3000 pesos e coloquei carga pra 3 viagens, ao todo 9900 pesos. Tranquilo ir de Transmilenio. Fiquei no Hostel Fátima, na Candelária e se você vai pra Candelária geralmente é tudo perto e o percurso é o mesmo. Na saída do aeroporto pega um onibus vermelho, linha M86 até a estação Portal El Dorado. Lá é integração, dali você pega a linha 1 – Universidades e vai até o final. A estação Universidades é integrada com a estação Las Aguas a pé mesmo, por um tunel, pertinho. Saindo da estação Las Aguas só andei umas 4 quadras e cheguei no hostel. O Fátima hostel é tranquilo, tem umas atividades de noite, bar, aula de salsa, cuba libre de boas vindas, essas coisas...O ambiente é bom, o café da manhã é só café, frutas e pão de forma. Tem café e chá disponível o dia todo. Problema era o caimento de agua do banheiro porque o box não fechava direito, a agua do banho ia pro resto do banheiro e dali pro corredor e fazia uma poça na porta do quarto. Locker não cabe mochilão, só mochilas menores. Diária 27000 Virei a noite viajando, então…fui dormir? Não, já fui bater perna Só reconhecer o território mesmo. Fui procurar câmbio pensando que ia achar muito melhor que o aeroporto, mas não. Vi alguns igual onde troquei e outros a 2770. Troquei mais um pouco de dólar e fui pra Plaza Bolivar. Fui pela Carrera 7, muito movimentada, animada, muitos artistas de rua. Na praça tava tendo uma missa, tinha muita polícia lá, mais de 50 sem duvida, quase 1 pra cada fui entrando pra praça atrás de umas senhoras distintas...elas passaram e eu, cara de terrorista já fui parado pra revista por um policial. Lá eles são bem bitolados com essa parada de segurança. Ainda bem A praça não tava muito cheia. Digo de gente. Porque pombos……. Fui procurar comida Nas minhas ultimas viagens, Patagônia, Uruguai, tudo tão caro que passei a base de lanche… Colombia? Almoço e janta ué Ali perto da Plaza Bolivar, Calle 12 Bis, uma travessinha sem saída, tinhas uns restaurantezinhos, tudo com preço e cardápio bem igual. Sopão de entrada, que só esse sopão já te enche, arroz, salada, patacones, abacate e pechuga a la plancha (filé de frango) e limonada, por 9000 pesos Voltei pro hostel e enfim descansar um pouquinho. Aos fins de semana tem um tour pro Andres Carnes de Res em Chia e eu tava afim de ir. Reservei uma vaga e 22h passaram pra me pegar. O tour é 80mil pesos. É bastante mas compensa pois é transporte ida e volta e Chia fica longe pra [email protected]#, inclui a entrada lá no restaurante e as biritas na van, rum com coca. Foram poucas pessoas mas foram animadas. Três peruanas, Jhessenia, Maria e Adriana, uma argentina e 2 canadenses. O restaurante lá é bem bacana mesmo, decoração foda, balada animada, salsa, reggaeton, pop, show de bola. Termina 3 da manhã. Mais uma hora animada na van com birita pra voltar pra Bogotá. Cheguei no hostel 4 da manhã, completando 45 horas acordado. Dormir pra caramba agora né? Nada! 7 da manhã já tava pronto a desbravar a cidade. 19 de novembro de 2017, domingo Acordei ligeiramente de ressaca, com aquele gosto de cabo de guarda chuva na boca como dizem por aqui Toma um café que passa! Tava afim de fazer o free walking tour. Tô num grupo de zap de viagens pra Colombia e lá uma menina do grupo, a Luciana, me disse que tava em Bogotá e meio em dúvida do que fazer, então convidei ela pra ir pra lá fazer o free walking. O free walking é da Gran Colômbia Tours e sai da praça do Chorro de Quevedo as 10 da manhã. Tinha outra brasileira lá, Luciana também, uns canadenses, alemães, por fim o tour acabou sendo em inglês. Mais uma vez um tapa na minha cara pra ver se eu tomo vergonha e melhoro meu inglês very basic hahaha O free walking começa ali nos grafites e depois é mais degustativo que turistico. Primeiro paramos num restaurante onde provamos a chicha, uma bebida fermentada de milho, azedinha, pra quem gosta de sabores exóticos e fortes, como eu, é boa…Fomos pra uma feirinha onde provamos umas frutas lá, lulo, guanabana...Depois uma loja de coca, chá de coca, mascar folha de coca, bala de coca, tudo de coca e tal…Passamos pela Plaza Bolivar e terminamos numa cafeteria pra provar os cafés da Colômbia. Eu achei os cafés de lá mais fracos e adocicados. Eu prefiro sabores mais fortes, mas o café de lá não é ruim. O tour levou umas duas horas e fomos almoçar no mesmo lugar que paramos pra tomar a chicha. Almoço padrão com sopa, prato principal e suco por 10mil pesos. Galera do Free Walking Grafites de Bogotá Segui andando com a Luciana, queria ir no museu do Ouro que domingo é grátis, porém, pra meu azar, tava tendo eleições na Colombia esse dia. Não exatamente eleições, tipo uma prévia de partidos ou coisa assim, e por isso quase todos museus estavam fechados . Só achamos dois museus abertos, o Colonial e o da Independencia. Segui andando até a Igreja de Nossa Senhora del Carmen, muito bonita com aquele estilo árabe, me despedi da Luciana e fui pro Monserrate. A subida ao Monserrate é mais barata no domingo, 11mil pesos ida e volta, contra 18mil nos outros dias. O preço tanto faz se de teleférico ou funicular. Subi de teleférico e desci no funicular. O tempo não tava abertão (coisa rara em Bogotá), mas também não tava fechadão. Dava pra ter uma panorâmica boa. Aí fui fazer o meu tour gastronomico, Café Juan Valdez, Crepes&Waffles, Bogotá Beer Company...tudo muito bom Fui pro hostel tomar minha Cuba Libre de boas vindas e descansar um pouquinho afinal nas ultimas 60 e poucas horas só tinha dormido pouco mais de 3. Bora dormir, certo? Errado! O hostel tava lotado de um colégio de adolescentes do interior da Colombia que vieram pra algum congresso e elas tavam super animadas. Tinham se acabado na aula de salsa e fizeram algazarra a noite inteira o australiano no meu quarto esbravejava a cada 5 minutos ahhhh fucking girls durma-se com um barulho desses… hostel lifestyle… 20 de novembro de 2017, segunda Assim que o batalhão de adolescentes desocupou a cozinha, desci pro café, fiz o checkout, deixei o mochilão no comodo de bagagem e fui pra Zipaquirá. O roteiro pra chegar de bus é o mesmo q outros relatos aqui já tinham me contado: saindo da Candelária, vai de Transmilenio na estação Universidades, pega a linha B74 pro Portal Norte, dá uma hora de onibus até lá. Lá desce e pega o onibus pra Zipaquirá do outro lado da roleta, geralmente tá escrito só Zipa no onibus. Paga dentro do onibus mesmo 5100 pesos. Ida e volta 10200. Mais uns 40 minutos até Zipaquirá. Geralmente o motorista dá um grito Catedral de Sal quando chega no ponto. Dali vai andando umas 6 quadras até a entrada. A entrada é 50mil pesos, mas eu comprei com a rota do mineiro que dá 56mil pesos e recomendo. Como o tour é guiado, a gente fica na entrada esperando dar a hora do guia juntar aquele grupo e entrar. Do meu lado tinha um casal gente fina de Santa Catarina, Glauciano e Elaine, ficamos trocando ideias la enquanto esperamos. O tour segue pela via crucis, descendo pela galeria até o salão da catedral e depois um show de luzes no final. O lugar é incrível, superou minha expectativa. O efeito das luzes nas fotos é muito maneiro, você olha pra parede e tá uma cor, mas na foto sai de outra cor, é espetacular. Depois do tour fomos pra rota do mineiro. Aí é outra história, sai a parte turistica e entra uma parada mais de aventura. Te colocam aquele capacete de mineiro com lanterna, mas a lanterna vai apagada e você entra numa galeria escura, coloca a mão no ombro de quem tá na frente e a outra na parede e não vê absolutamente nada!!! bate a cabeça algumas vezes, porque o negócio vai ficando mais baixo e é muito bacana. Recomendo muito fazer isso, 6mil pesos a mais e bem divertido. O Glauciano e a Elaine também compraram a entrada pro museu da salmoura e com isso o deles deu 59mil, eu não sou muito adepto de museus então não fui mas depois eles me falaram q também não era lá isso tudo. Rota do mineiro Fui almoçar e parei num restaurante não muito longe da saída da catedral. O almoço mais barato da viagem. 7000 pesos o sopão, o prato com pechuga a la plancha e limonada. Fiquei circulando ali pelo centro. A praça de Zipaquirá é linda, lembra um pouco as plazas de armas do Peru. Depois segui circulando e perguntando onde era o terminal de buses. Lá voltei pra Bogotá, pegando já um pouco do transito do fim de tarde. Uma hora pro terminal Norte depois mais uma hora de Transmilenio até a Candelária. Ia trocar dinheiro mas já era umas 19h e as casas de cambio já tinham fechado, daí tive que fazer o saque que falei no início. Cheguei no hostel, tomei um banho, peguei o mochilão e pedi um táxi pro terminal de buses. Não tava muito certo sobre como fazia pra ir de Transmilenio pra rodoviária e já era umas 21h, preferi o táxi. A corrida até a rodoviaria, que fica em Salitre, tipo um pouco depois da metade do caminho até o aeroporto, deu 22mil pesos. Na rodoviária, várias empresas fazem o trecho a Medellin: Rápido Ochoa, Bolivariano, Magdalena...optei pela Rapido Ochoa por ser mais recomendada nos relatos. A passagem comprada na hora, no guichê, era 55mil pesos, mais barata que o preço no site que era 65mil. Só aceita dinheiro, não passa crédito, ainda bem que eu tinha sacado mais grana… Saindo do guichê, andando aleatório pela rodoviária, dou de cara com a Luciana. Essa garota tá me seguindo fomos comer alguma coisa, tomar uma cerveja...a cerveja nas lanchonetes da rodoviária não ficam expostas na geladeira, é na surdina A Luciana comprou passagem pela empresa Magdalena por 50mil pesos. Saí de Bogotá as 22:30. Onibus de 2 andares, wifi mais ou menos, não fez nenhuma parada pra lanche mas tem um “rodomoço” que faz um serviço de bordo se você quiser comprar alguma coisa. TV individual em cada poltrona e ar condicionado no talo prepare-se Tomei um Dramin e capotei
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    Eu e meu marido fomos para Índia em outubro de 2018, ficamos por lá cerca de 34 dias. Vou escrever algumas coisas que acho que podem ser úteis para quem está se preparando para conhecer o país e que eu só aprendi passando por lá. A chegada Chegamos em Nova Deli pela companhia Emirates, saindo de São Paulo e com parada em Dubai foi o voo mais curto que encontramos. Do aeroporto para o hotel tem algumas opções: - Fechar táxi direto com o hotel que estiver hospedado: essa opção costuma ser mais cara, mas também mais tranquila, apenas certifique-se que, caso o voo atrase, você não será cobrado pelas horas extras de espera. (o hotel que ficamos nos ofereceu o serviço por 1500 rúpias, mas não contratamos o serviço) - Pedir um táxi pré-pago na saída do aeroporto: ficamos hospedados na região de Jasola Vihar, pagamos 650 rúpias, esta foi a nossa escolha. O guichê do táxi pré pago fica bem na frente da saída do aeroporto.Cuidado com pessoas que do nada pegam suas malas/mochilas para carregar, dando a entender que trabalham ali, você chega e um cara praticamente tira suas mochilas das costas e depois te cobra por isso. - Metrô: pode ser uma boa opção para quem já conhece a localidade, eu não recomendo que alguém inexperiente se aventure pelo metro com mochila no primeiro dia, mas é de cada um, sem dúvida é bem mais barato, deve custar coisa de 40 rúpias em média. - Uber: pode ser uma boa opção para quem já conhece a cidade e já tem chip com internet, mas fique esperto, no aeroporto é comum ao final da viagem tentarem te cobrar taxa de estacionamento, o que é errado, pois assim como aqui no Brasil, a tarifa é fixa. Onde ficar: Lemos alguns relatos aqui falando da região de Paharganj e como ela pode ser meio 'traumática' num primeiro momento, por isso optamos em não ficar lá, ficamos no Meditation Palace. O hotel é comandado pelo Abhi e fica meio fora do centro turístico, é uma área mais residencial e foi a melhor coisa que poderíamos ter feito. O hotel foi o mais limpo de toda nossa estadia pela Índia e o mais confortável. O Abhi inclusive fala português pois já veio bastante ao Brasil, o que pode ser um facilitador para quem tem dificuldade no inglês. O hotel está perto de 2 estações de metrô (inclusive uma das linhas de metrô vem direto do aeroporto, mas para voos internos) e uma galeria/shopping onde você pode comer algo ou comprar algumas coisas básicas para o seu dia a dia. O local é muito calmo e tranquilo e além de ser bem limpo, ter quartos grandes e bem iluminados. Aqui o link do hotel https://www.booking.com/hotel/in/meditation-palace.pt-br.html Como se locomover Ainda planejando nossa viagem, lemos sempre muitas pessoas fando sobre a dificuldade em comprar as passagens de trens e em como elas se esgotam com rapidez, isso nos preocupou bastante e vimos a dica aqui do @vitor.chaves sobre o Raj Yadav que vendia passagens e o pagamento podia ser feito fia Paypal, ele foi muito atencioso e extremamente paciente conosco, porque mudamos o roteiro várias vezes! Obviamente que ele cobra uma taxa pelo serviço, mas eu achei os valores bem justos. Para terem uma ideia, compramos os seguintes trechos: Delhi para Varanasi Varanasi para Agra Agra para Jaipur Foram 2 passagens (minha e do meu marido) todas em terceira classe (tem cama, lençol, travesseiro e ar condicionado), pagamos o equivalente à 7250 rupias (-+ 390 reais) O e-mail dele é [email protected] e a dica foi do Vitor Chaves, como disse lá em cima, aliás, muito obrigada! Agora quero só falar sobre esse lance de que as passagens esgotarem... assim, eu entendo que normalmente temos receio de ficar sem e comprometer a viagem, mas por outro lado odiamos engessar a viagem, então demos uma olhada aqui https://www.irctc.co.in/nget/ neste site você consegue ver a disponibilidade de passagens e QUASE SEMPRE há passagens disponíveis em até 2 dias antes das datas para muitos lugares. Ousaria dizer que os destinos mais chatinhos são Delhi e Varanasi, esses trechos esgotam realmente rápidos, mas os demais não acontece muito isso. Dito tuuuudo isso, conto que chegando em Delhi MUDAMOS TODOS NOSSOS PLANOS ahaha Sim, na Índia tudo leva o triplo do tempo, tudo é mais enrolado do que parece e as chances de darem merdas são sempre potencializadas. Não me considero uma viajante inexperiente, meu marido certamente é mais experiente do que eu, mas ambos tivemos dificuldades grandes por lá. Quando planejamos nossa viagem, ainda no Brasil, tentamos encaixar alguns destinos, como Bundi, Chittogarth e Ranakpur, mas não conseguimos pela logística dos trens, a locomoção demora demais por lá e teríamos que fazer essas cidades contratando alguém para nos levar ou de ônibus, o que demora bastante, então tínhamos riscado esses destinos, mas como falei, mudamos os planos chegando em Delhi. Fechamos um carro com motorista para viajar pelo Rajastão, foram 14 dias e 50 dólares por dia. Caro? Talvez para realidade indiana, talvez para quem tem muito tempo por lá e pode fazer tudo num ritmo mais devagar, mas como viajamos com tempo fechado, fizemos essa opção e não nos arrependemos em nada, pelo contrário, foi a melhor escolha, conseguimos ver tudo o que queríamos no Rajastão. A contratação foi feita pelo Abhi, o dono do hotel que citei lá em cima, ele foi super cuidadoso, prestativo e correto conosco, foi super transparante e não tivemos problema algum, nem com ele e nem com o nosso motorista, ele chamava Malkit. Não paramos em lojinhas, escolhemos nossos hostels, mudamos de roteiro algumas várias vezes no meio do caminho e foi tudo muito bem. O contato do Abhi (whatsapp) é +91 98181 71586 Acabamos entrando em contato com o Raj que nos vendeu as passagens, cancelamos algumas e mudamos o roteiro todo como falei, foram 14 dias pelo Rajastão, com destino final em Khajuharo e de lá seguimos de trem para Varanasi, depois voltamos para Delhi, fomos para Amritsar e McLeod Ganj de carro (dividimos com um casal de alemães e o preço ficou bom), voltamos a Delhi novamente, então fomos para Kathmandu e ficamos 5 dias lá. Depois de volta a Delhi e então, casa, São Paulo. (se alguém tiver dúvida sobre roteiro, me fala, não detalhei aqui porque é sempre muito pessoal) Dicas gerais: - Em Nova Delhi o Uber funciona muito bem, você pode pagar em dinheiro ou cartão, apenas evite ir para Old Delhi de Uber, é tudo caótico demais, muito trânsito, o melhor para esta região é metro, que funciona super bem. - Chip de internet móvel: eu recomendo fortemente que compre um, se locomover pela Índia pode ser muito maluco, ter internet e GPS pode te salvar. Cuidado para compra de chip no aeroporto, pois se você tiver algum problema com a ativação possivelmente não consegue entrar no aeroporto para reclamar, eles tem uma lei que só entra no aeroporto quem tem passagem para o dia. Compramos nosso chip em Delhi num local que o Abhi nos recomendou, chama Deepak Comunication, na região de Jasola Vihar, mas não recomendo. Normalmente demora 24 horas para ativar, mas tivemos problemas na ativação, o chip demorou cerca de 5 dias para funcionar e além disso, o preço cobrado por ele foi BEM alto do que o preço oficial. Para comprar chip você precisa de uma foto e cópia do passaporte, é lei na Índia e por isso que a ativação não é na hora. Compramos um chip da Airtel, tínhamos 1,4gb por dia, num pacote por 28 dias, o 3g de lá funciona super bem. Se não for comprar chip, sugiro então que faça download dos mapas das cidades que irá passar, dessa forma pode usar offline e não ficar tão vendido por lá. - Papel higiênico: sempre, sempre, sempre tenha papel higiênico contigo e tenha em mente que muitos dos banheiros lá não são os ocidentais que conhecemos. - Para quem está em São Paulo, no Instituto de Infectologia Emílio Ribas existe o serviço de Médico do Viajante. É gratuito e excelente! A médica te dá recomendações de vacinas, remédios necessários e dicas importantes, o agendamento é feito por e-mail [email protected] - Várias cidades do Rajastão têm as ruas muito estreitas (Jodhpur, Udaipur, Varanasi) então talvez a melhor forma seja chegar de Tuk Tuk ou (foi o nosso caso) o taxi nos deixava numa área próxima e entrávamos a pé na cidade com as mochilas. - Evite planejar sua viagem muito certinha, as coisas atrasam bastante lá, inclusive os voos. Nosso trem, por exemplo, para Varanasi tinha previsão de 10 horas de viagem, demorou quase 16 horas. - A Índia surpreende, pode acreditar! Eu li vários relatos falando que a Índia era difícil e achei que daria conta, fui meio arrogante achando que era exagero das pessoas, não é. Realmente nada é parecido com a Índia, se engana quem acha isso, por isso, tenha paciência consigo mesmo, demora uns dias para se adaptar as coisas por lá. A Índia te cansa bastante, é o calor, são as pessoas te abordando o tempo todo, querendo te vender algo, fingindo puxar papo e no fim apenas oferecendo coisas. Indianos são pessoas ótimas, mas os comerciantes normalmente são absurdamente cansativos, se tiver a chance de conversar com pessoas que não estejam apenas querendo te vender coisas, faça isso, é muito bacana. - Comida: eu adoro pimenta, como em tudo o que posso e lá eu tive problemas com pimenta, eles comem MUITA, MAS MUITA pimenta, num nível que não consegui suportar. A alimentação lá pode ser meio chatinha. Li falando que comem frango, mas a bem da verdade não é bem assim, não é tão facilmente encontrado e quando tem, vem com uma aparência meio estranha, assim como o cordeiro, são essas as duas carnes teoricamente permitidas lá, mas não espere nada muito bom, é mais garantido ficar nos vegetais mesmo. Tem bastante fast food lá (Burger King, Mc Donalds, Dominos, Pizza hut, Subway) e todos são apimentados, o menos apimentado foi o Subway e o Dominos. - Indianos olham MUITO para as mulheres, muito mesmo, por isso evite o óbvio, roupas curtas ou decotadas, não precisa se cobrir toda, mas leve em conta os hábitos e costumes deles. Não tive problemas com homens, viajei com meu marido e o único momento tenso foi em Delhi, quando pegamos metro em horário de pico e eu não fui no vagão das mulheres (eles têm um vagão reservado para mulheres). - Cuidado com água, beba sempre de garrafa e dê uma olhadinha se tá bem lacrada. Evite comer alimentos crus e frutas, se for comer, prefira você mesmo higienizar. - Preços! Praticamente TODOS os produtos lá tem preço tabelado, água, refri, salgadinho, fica sempre impresso junto com a validade, que aliás lá é diferente, eles colocam a data de envasamento e quanto tempo dura. Por isso, fiquem espertos, é bem comum nos cobrarem mais nesses processos, por exemplo, a água custa 20 rúpias, mas nos cobram 40. Enfim, vá de coração aberto, é verdade que ou você ama ou odeia a Índia, mas seja como for, não tem como ficar indiferente ao país. Voltei tem pouco mais de mês e tenho um grande impulso de retornar, o país é gigante e incrível, para o bom e para o ruim, a Índia é inacreditável, não diria que é apenas um destino, lá é mais que isso.
  7. 1 ponto
    Descobrindo as maravilhas, histórias e superação pessoal na travessia a pé de 316 km - Cora Coralina Novembro de 2018. Mauro César Vieira Vitor Entrada do museu de Cora Coralina Inspirado em Santiago de Compostela, trajeto passa por oito cidades de Goiás. Pensando em reviver os passos de uma das maiores poetas brasileiras, pirei, hora de equipar o mochilão e rasgar trilha adentro, foi à proposta imposta por mim para a realização do Caminho de Cora Coralina. Aberto ao público em abril de 2018, atravessando cerca de 316 km, oito cidades históricas, três parques estaduais, sete vilarejos em Goiás. O primeiro caminhante com a tentativa de fazer o percurso completo sem hospedagem, apenas com modalidade de camping. (Vide observação no relato). Diante da curiosidade, resolvi pesquisar, me preparar e então, dar inicio a um propósito mais que especial. Acompanhem essa aventura: Data marcada. É hora de se aprontar, 03/11/2018. Saindo de Brasília-DF em direção a Corumbá de Goiás-GO, passagem baratinha, apenas R$23,00, onde pernoitei. Dia seguinte, hora de dar inicio, mas antes... Interessante àquela voltinha na cidade e apreciação do lugar. 1° dia – Corumbá de Goiás x Cocalzinho, 04/11 Domingo Com inicio ás 09:00 do dia 04/11 comecei a trilha bastante empolgado. Feito algumas vezes de mountain bike, já conhecia o percurso com chegada até Pirenópolis. Clima agradável, bastões firmes e mochilão lotado, 22kg para alegria das minhas costas e pernas, entretanto, a emoção contida me dava forças. Passando pelo portal dando inicio a trilha fechada, bastante sombra, em seguida pegando o asfalto, foi percorrida neste dia 23 km até Cocalzinho onde pernoitei, a caminhada foi de 12 horas, sinalização ótima. Momento de montar camping e relaxar, acampei as margens do parque logo na saída da cidade, antes passei em um Hotel (SÃO JORGE) para higiene pessoal, o que era feito em paradas antes de dormir ao longo do percurso, isso quando não havia possibilidades de me lavar em lugares nas proximidades ao local escolhido para acampar... Muita fome! Portal – Início da trilha Cidade de Corumbá de Goiás Frutas no caminho 2° dia – Cocalzinho x Pirenópolis, 05/11 Segunda–Feira Descanso para dar inicio a subida Sai ás 06h00 da manhã, tomei café reforçado e o tempo indicando que seria um dia favorável, em direção ao pico do Pireneus, lugar maravilhoso. Um dos trechos mais ricos em paisagens e o mais bem estruturado em apoios aos caminhantes, foi possível ver o espetáculo da natureza, são exemplos os cachorros do mato, tucanos, araras, varias espécies de aves e seus cantos, somado à vista sendo apreciada da capela Santíssima Trindade dos Pirineus, próximo de 1340m de altitude. O maior pico de todo caminho. Uma parcela deste percurso não faz parte do trajeto de Cora, o desvio foi feito devido minha ida à Cocalzinho, percorrido em média 11Km a mais do previsto. Dando continuidade a trilha segui sentido a Pirenópolis, um banho na cachoeira (Abade) e descanso no morro com vista à cidade, foi uma caminhada tranquila apesar da chuva no final do trecho, seguindo as sinalizações que ainda estavam muito bem orientadas, cheguei por volta das 17h40, um percurso de 24km um banho de rio para refrescar um pouco e encontrar repouso. Acampei em uma das margens do rio, lugar muito seguro para camping, muito seguro e bonito. Hora do jantar, imagine uma sopa gostosa! Obs: Dentro do parque não tem hospedagem, pode acampar, mas antes é preciso fazer contato com a administração. Frase de Cora Acampamento em Cocalzinho de Goiás Chegando ao Pico dos Pireneus Pico dos Pireneus Vista para a Cidade de Pirenópolis 3° dia – Pirenópolis x Caxambú, 06/11 Terça – Feira Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário Outras Até aquele momento o caminho era desconhecido, dando a sensação de que a trilha havia começado naquele instante, grandes fazendas, trecho de muita mata, entre outros. O percurso desse trecho exige umpouco de cuidado, até por que próximo à passagem tem um rio em que a água é forte, acredito que em toda época do ano, mais a frente há sinalização mostrando o sentido, porém deve-se atravessar saltando à cerca e dar continuidade a estrada de terra. “Que morro é esse?” Parte final até a chegada a cidade de Caxambu, nível de subida difícil, exigiu muito de mim até chegar ao topo, sensação de alivio ao ver a vista da cidade, muito cuidado com a descida também, trata-se de um terreno muito íngreme, se tornando pesada a descida. Dando sequência e com o dia próximo de escurecer, a caminho da cidade para cuidar do corpo, dei de frente com um carro onde o condutor me parou, mas que alegria! Sr.Kinzinho, o que dizer dessa pessoa? Feito o convite para me hospedar em sua casa, não tinha como não aceitar, a forma em que fui abordado foi irrecusável, naquela noite estava muito cansado e fraco, foram percorridos 28 km de percurso bem difíceis. Então aquele convite veio em um bom momento, em meio a muitas conversas, o jantar então, estava maravilhoso, feito à lenha tudo muito fresquinho e muito bem temperado, a cama muito aconchegante e quentinha, ao acordar aquele delicioso café da manhã feito pela dona Cleusa. Se recomendo? Super-recomendo. Casa do Sr. Kinzinho O percurso de Pirenópolis ao povoado de Caxambu é o último trecho de relevo mais acentuado, cruza remanescentes de mata primária e transpõe as serras Paraíso e Caxambu esta última com mais de mil metros de altitude. Percorre partes do antigo caminho dos escravos, que ligava a Fazenda Babilônia (1800) a Pirenópolis. 4° dia Caxambu x Radiolândia 07/11 Quarta – feira O percurso de Caxambu a Radiolândia cruza a BR-153 (Belém-PA – Brasília-DF), até atingir a Rodovia Bernardo Sayão, próximo ao povoado de Radiolândia. Acordei por volta das 05h00, sai ás 06h00, trilha adentro, em média 5 km o povoado de Caxambu, na saída da cidade à esquerda, sinalização muito boa, sem chances de erro, trecho onde passa por meio de muitas fazendas, tornando o acesso mais curioso e atrativo, decidi então fazer o percurso até Radiolândia, dia seguinte já sabia o grau de dificuldades para chegar até Jaraguá. Era melhor evitar esforços. O caminho foi tranquilo, completei em 09h40 até a cidade, caminhei em média 14 km depois do povoado a procura de um lugar para o camping, com o total de 32 km neste dia, estava formando chuva, o lugar de escolha para acampamento era aberto, a situação piorava a cada instante, muito vento e para completar veio àquela chuva das mais pesadas, nada que um bom material pra este fim não suprisse a situação. Dormi que foi uma beleza. Interessante visitar o principal atrativo desse trecho, fazenda Babilônia, não conheci, porem, segundo relatos vale muito a pena. 5° dia Radiolândia /São Francisco x Jaraguá, 08/11 Quinta-Feira Um dos dias mais difíceis da caminhada, sai do quilômetro 14 depois de Radiolândia até Jaraguá ás 04h00 da manhã com chegada ás 20h10 na cidade em destino, percorri 52 km passando por centro de produtores, por trechos de matas, inúmeras fazendas. A sinalização para este trecho ajudou muito. Em sequencia segue-se passando por estradas rurais até chegar à cidade de São Francisco. No caminho oportunidade para ver as Serras de Loredo e Chibio. O trecho entre São Francisco e Jaraguá de Goiás começa com aproximadamente 6,5 km todo em asfalto, quando entram na trilha as margens do Rio Pari, para deslumbrar a vista de um gigante chamado SERRA DO JARAGUAR, um monstro de morro, com mais de 610m de altitude, local para pratica de voo livre. A trilha cruza-se a BR-070, Os últimos quilômetros são feitos por uma trilha antiga que transpõe a porção Norte, o caminhante é contemplado de um maravilhoso visual da cidade de Jaraguá, uma pena o clima não está favorável para esta ocasião, finalizando o percurso na Igreja Nossa Senhora do Rosário. Hora do almoço Confesso que estava em uma situação complicada, muita chuva, cansado, exausto. Pensei em desistir, tinha que reabastecer com mantimentos, organizar a mochila e lavar umas mudas de roupas, depois de tudo organizado os ânimos e forças reaparecem, vou continuar, era só o que pensava, não poderia desistir, era questão de honra. Descansei o suficiente para dar continuidade, minha moral estava altíssima. Serra + Chuva 6° dia Jaraguá x Vila Aparecida, 09/11 Sexta–Feira Tudo ok, equipamento, mantimentos e muita energia, sai de Jaraguá ás 09h00, peguei o trecho sentido Vila Aparecida pelo asfalto, foram apenas 21 km neste dia. Atentar para a saída, dando inicio da Igreja Nossa Senhora do Rosário, contornando a serra percorrendo 1,5 km pela cidade até tomar a saída em estrada de terra em volta da serra com 3,2 km até o ponto mais baixo do trajeto no cruzamento da ponte sobre o rio Pari. Em seguida vira à esquerda, retornando pelo mesmo traçado sentido a São Francisco de Goiás, após 4,3 km da travessia da ponte, segue-se à direita sentido ao povoado de Vila Aparecida. Tive um pouco de dificuldade, pois no ponto de partida não existe sinalização ao longo de 2km. Região de grande cultivo de bananas, muitos pássaros, retorna a boa sinalização, bem tranquilas para prosseguir, acampei em um lugar fantástico, uma pequena serra a 3 km da cidade, queria ver o sol nascer, mais uma vez não fui contemplado com o mesmo, muita neblina e a danada da chuva continuava, fiquei encharcado, mais deu para aproveitar. Percorridos 21 km, cheguei à região por volta de 16h50 da tarde. 7° dia Vila Aparecida x Itaguari, 10/11 Sábado Coisas de lá Passando por Alvelândia e Palestina sentido a Itaguari, Região forte em agricultura e pecuária, destacando-se áreas de cultivo de bananeiras. Um trajeto curto e bem sinalizado até chegar ao povoado de Alvelândia nas margens BR-070. As vistas de grandes áreas e túneis de árvores entre as matas tornam um lugar surpreendente. Destacando a Fazenda Estaca, de valor histórico grandíssimo, diversos viajantes cruzaram essa região nos séculos XVIII e XIX. Acordei cedo esse dia, por volta das 04h00 da manhã, não consegui dormir direito, sai ás 05h00 mata adentro, O tempo estava nublado, mas sem chuva, os pássaros mais uma vez deram um show. O sol resolveu aparecer, estava bem animado, já havia completado mais da metade do caminho e queria muito chegar ao destino final. Levei algumas carreiras de bois e vacas nesse caminho hehe, correr com mochila nas costas não é tão agradável. O acesso passa por muitos currais e propriedades particulares onde tem criação de gados e outros. 48 km em 15h30 em movimento, acampamento montado a 2 km da cidade em uma propriedade de um novo amigo, Sr.Gumercindo, uma pessoa de muita graça. Achei esse trecho bem tranquilo com algumas subidas e descidas bem leves. Itaguari - GO 8° dia Itaguari x São Benedito, 10/11 Domingo Com saída ás 07h00, sem sinal de chuva para me abençoar, sentido a terra do polvilho. Os pés estavam bem judiados neste dia. Tudo estava perfeito, o sol radiante e muito barulho de Quero-quero. Trajeto feito em 14h00, com o total de 44 km. Tive um pouco de estorvo neste percurso, o cansaço voltou a incomodar, cheguei um momento em que dormi caminhando, nada melhor que um banho para relaxar em um pequeno córrego nas imediações, mas que valeu muito a pena, resolvi aproveitar e preparar o almoço ali mesmo, sem contar que em todos os dias pós almoço o cafezinho era preparado. Nesta parte passei por varias fazendas, trecho de muitas retas, o sol escaldante, região sem muita sombra, de volta a estrada, ânimo renovado continuei a trilha seguindo sempre a direção, bom ressaltar que não tive nenhum problema com sinalização nesse caminho, somente com os cachorros e a boiada novamente. ? Cheguei à cidade em plena tarde de domingo e por sinal não encontrei comércio aberto e comprar alguns mantimentos. Nenhuma pousada para coleta de informações e programar posteriores vindas, acredito que somente em casas de moradores, nenhumas das pessoas em que perguntei souberam responder. Percorri cerca de 5 a 6 km de asfalto, deve-se tomar bastante cuidado, foi um dos trechos que achei mais perigoso (em asfalto) devido ao grande fluxo de veículos, depois do asfalto a esquerda uns 400 m cheguei em um lugar, um bar, bem simples próximo a uma ponte, segundo o proprietário, os organizadores do caminho de Cora tiveram no local e informou que pode ser um lugar para repouso, o forte deles será o camping, até por que o lugar é muito confortável para este fim, esta passando por algumas reformas, mas que já comporta uma boa dormida. Acampei no local, próximo a esta ponte citada anteriormente, o barulho da água descendo rio abaixo foi uma maravilha, banho tomado, a água estava uma delicia, preparei o jantar e logo era hora de dormir. Coisas do Lugar 9° dia, São Benedito x Calcilândia x Ferreiro, 11/11 Segunda –feira Penúltimo dia de travessia, 36 km percorridos, a trilha passa por fazendas com poucas porteiras comparando com outras em que passei, muito estradão de terra batida e mais uma vez a natureza fez seu papel, o nível desse percurso foi muito puxado, tive dificuldades devido ao inchaço no pé esquerdo, mais era parte final e nada tirava mais a minha vontade de chegar, veio a chuva, não tão forte assim. Um dia bem agradável, por mais uma vez a receptividade do povo goiano me cativou, em parada não programada, tive o prazer de conhecer Dona Madalena em Calcilândia, onde me recebeu com bastante alegria, aproveitei para descansar, me serviu um almoço delicioso, café e um bom bate papo. Pé na trilha, saindo de Calcilândia. À direita, é possível visualizar a Serra de São Pedro que guarda muito de suas características naturais cheio de histórias e mitos. Percorri uns 2,4 km de asfalto até chegar na estrada e pegar sentido à esquerda estrada rural de terra. Nesse pequeno trecho, há um tráfego de caminhões considerável e por isso importante redobrar a atenção. Seguindo em media uns 7,5 km até chegar a uma pousada, aparentemente muito confortável. Com mais 10 km, passando por várias fazendas e paisagens perfeitas com vista da Serra Dourada, chega-se as ruínas de Ouro Fino. Foi uma das etapas em que a sinalização mais cooperou, lugar passa por matas fechadas e desertas. Passando pelas serras, fiquei encantado pela beleza rara do ambiente. Na reta final desse percurso veio uma pancada de chuva, porem, passageiras. Estava chegando à fase final da travessia, emoção e o sentimento de gratidão me deixavam mais forte. Chegando às proximidades de Ferreiro, acampei em uma serra pequena naquela noite. Tudo parecia muito calmo, até que o barulho e ruídos dos animais noturnos me intimidaram, sono chegou bem tarde por volta das 02h00, próximo à hora de levantar e concluir o percurso. Onde faltava apenas 8 km. 10° dia Ferreiro x Goiás Velho, 12/11 Terça–feira Museu da Cidade de Goiás O grande dia, reta final, trilha fácil, com algumas subidinhas de leve a passagem toma conta do lugar entre histórias de filhos ocultos e suas particularidades. Foram os quilômetros mais envolventes de toda travessia, comecei bem cedo em menos de 02h00, tinha que retornar a Brasília ainda aquele dia, pegando o asfalto a vista da cidade começa a aparecer anunciando que estava próximo de concluir. Enfim, a chegada depois de 8 km de muita emoção. Cidade maravilhosa, restaurada, cheia de encantos e suas histórias. Visitei dois museus, centro histórico, algumas igrejas e por fim uma casa em restauração. Considerações finais: · A intenção era de fazer o percurso todo com a modalidade de camping; · Foram coletados contatos para apoio, porém não publicados, entrar em contato caso tenham interesse; · As marcações em quilômetros foram marcadas não exatamente como os registros entre cidades, mas sempre próximas às imediações; · Alimentação foi transportada toda na mochila. Agradecimentos: · Familiares; · Filhos – João Vitor Neves, Mayara Neves; · Amigos, em especial Andreia Olivo, Nara Niuma, Aline, Gary, Etiene e Lidiano Pereira. · Workshop Trekking Brasília. · Aos apoiadores ao longo do Percurso Para maiores esclarecimentos entre em contato: E-mail – [email protected] https://www.facebook.com/profile.php?id=100004813188325&ref=bookmarks https://www.instagram.com/mauro_cesar_trekker/?hl=pt-br Fone: (61) 99100-3001 https://documentcloud.adobe.com/link/track?uri=urn%3Aaaid%3Ascds%3AUS%3A6d592790-a29d-4c62-b959-dd2a232c443f “Se temos de esperar, que seja para colher a semente boa que lançamos hoje no solo da vida. Se for para semear, então que seja para produzir milhões de sorrisos, de solidariedade e amizade.” “O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.” Cora Coralina
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    Estamos empatados, então! Tenho coating aplicado no meu carro (vitrificação) e só eu lavo o carro ou o próprio cara do lava-car que aplicou o coating. Tenho um armário só com produtos para a "higiene" do possante! haha! Acho que devo ter mais de 10 micro-fibras. Também sou engenheiro mecânico e meu pai trabalha com carros antigos. Então imagine o gosto e o cuidado que tenho... Até por isso que comentei antes que, no meu plano ideal, quero pegar um SUV/Crossover para fazer essa viagem. Pneus maiores e mais robustos, maior altura em relação ao solo, maior autonomia com um tanque... aí já desço uma parte da 40 e uma parte da Carretera Austral! Talvez para 2020 eu consiga realizar esse sonho... Até lá, vou acompanhando os relatos!
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    Excelente ter essa informação atualizada da condição do rípio. Olhando de longe (nas fotos) parece bem compactado, mas no vídeo parece já mais "fofo" e com mais pedras soltas. É preciso uma certa coragem e desapego do carro para encarar trechos assim, mas esse visual após o rípio compensa qualquer perrengue! E que bom que conseguiu resolver o problema da mangueira de combustível. Ao mesmo tempo que pode julgar ser um azar ter tido esse perrengue, pode considerar uma sorte não ter sido algo pior e que atrase muito a viagem...
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    Boa tarde, estou pretendendo viajar para o Uruguai em janeiro de 2019. Quero ir de ônibus saindo da Bahia passando por São Paulo, Pelotas e Uruguai, as cidades do Brasil só passarei deixarei para me hospedar nas cidades no Uruguai. Pretendo ficar ao menos 6 dias no Uruguai e retornar ao Brasil. Alguém tá pretendendo ir ao Uruguai em Janeiro/2019?
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    Temos um grupo no zap.... se quiser entrar me add que te coloco no grupo 71 98119 4402 Vou pegar esse verão também.... pensando em fazer algo na Italia ou Sul da França.
  13. 1 ponto
    @Bárbara Lopes eu priorizaria o Castelo e o Museu Antropológico, pois eles requerem muito tempo para sem visitados (principalmente Antropologia).
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    @Bárbara Lopes Dia 1 está muito apertado, esses museus são imensos,terá que tirar algum.Não gosto de arte,então esse nem sei de sua existência, mas o Castelo que fica no bosque e após a Antropologia, onde pode ficar horas que não verá tudo,estão de bom tamanho.
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    Rapaz, eu comi, só que o banheiro virou meu melhor amigo em seguida kkk
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    @lobo_solitário me avisa tbm quero ir!
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    Acho que estou tão ansiosa quanto você por essa viagem! EBC é um grande sonho! Estou aqui enviando pensamentos positivos e aguardando o relato
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    @Mauro César Vieira Vitor cara, muito bom seu relato. Essa trilha é pertinho da minha região, ainda quero realiza-la!
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    @Érica Martins Oiie! Sim, teremos 3 dias na CDXM , nosso roteiro tem tudo isso. Iriamos fica só dois dias, mas depois de pesquisar só um pouquinho, notamos que ela merece ao menos 3 dias.
  20. 1 ponto
    @D FABIANO sim, acho o Chile lindo. Ligares incríveis. Da proxima, vou passar mais tempo ai, quero demais conhecer cada canto.
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    Essa afirmação não é correta, dependendo da situação, se houver uma suspeita por exemplo de tráfico de pessoas, a PM pode sim requisitar apoio da PF para tirar a dúvida, basta quererem. A grande questão quando se trata de imigração é que uma situação pode levar a outra, problemas que a primeira vista parecem "pequenos" podem se transformar em grandes dores de cabeça, tudo depende de como se desenrola a conversa. Recomendo que o pessoal assista a uma série do A&E chamado "Barrados na Fronteira", é bem instrutivo para ver como é o trabalho do pessoal de imigração nos portos, aeroportos e estradas de outros países. Pra evitar dor de cabeça vale sempre a orientação padrão: esteja preparado (história pronta + documentos) e responda somente o que lhe é perguntado, nem mais nem menos.
  22. 1 ponto
    @filipelyrio Sim, já me deram somente 13 dias de estadia pois tinha dito que ficaria 13 dias lá. Não há como saber com certeza de antemão o quanto irão lhe conceder de prazo, vai depender exclusivamente do oficial de imigração... No meu caso também ocorreu de eu ter viajado quase no limite do prazo de 6 meses para o vencimento do passaporte. Penso que isso possa ter influenciado na decisão dele.
  23. 1 ponto
    @Farias Tami Quase 1 dia de viagem.Fui ha muitos anos,porém parando para conhecer, o que NÃO recomendo,pois o caminho é monótono e as cidades sem graça alguma.
  24. 1 ponto
    Cara, muito bom mesmo, fora os trechos ruins o visual é fantástico. É mais ou menos isto mesmo. Cuidado com os guanacos. Percebi que são mais inteligentes que os nandús, quando nos veem tem tendência a correr para fora do asfalto, os nandús ficam no meio da estrada, bicho burro. rsrsrsrs rsrsrsrs Dei nada, a foto foi perfil então só pareceu mais limpo. rsrsrsrs Dei uma lavada em El Calafate pois já estava inabitável.rsrsrsrs Estratégia para enfrentar o rípio o mais cedo possível e chegar em El Chaltén o mais cedo possível também, um lugar razoável para dormir antes seria Perito Moreno, mas aí pegaria o rípio à tarde se resolvesse passar direto, e entre Perito Moreno e Gob. Gregores não tem muita coisa. Por sinal foi uma boa decisão.
  25. 1 ponto
    Então, confesso que por alguns momentos sim, principalmente no ultimo trecho, muita serra, noite fria com ventos fortes, muito barulho de animais noturnos bem próximo de mim. Entre outras vezes.. rs Muito sol forte, o tempo estava bem equilibrado, pois muita chuva caiu durante a travessia.
  26. 1 ponto
    @Diário do Presi essa bota que vc cita é uma bota de segurança. Como fabricante de botas técnicas confesso que é uma bota muito bem construída, robusta e bonita. Agora, eu não usaria uma bota assim para trilhas. Uma bota para trilha tem que ser, antes de mais nada, confortável. Então, se uma bota for pesada, rigida, dura, nao dissipar bem o calor ou nao amortecer impactos, esqueça. Nunca calcei a bota que voce menciona, entao nao posso julgar porem, pela descrição garanto que pelo menos pesada ela é. Eu indicaria pra você uma Vento Finisterre mas, sou suspeito pra isso, pq trabalho na Vento hehehe. Abraços, se quiser me chama no 41 992473117.
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    Cheguei [emoji991] Como faço para ter Internet em terras chilenas? Aqui vão algumas dicas daquelas extremamente necessárias para uma viagem sem perrengues!! . [emoji847] Uma coisa legal em Santiago é que tem Wiffi em todo lugar, praças, parques, restaurantes, seu hotel! Então se usa a Internet com moderação, só para o essencial, consegue sobreviver tranquilamente sem comprar um chip. . [emoji419] Seu número do Brasil não pega no chile nem para receber e nem para efetuar chamadas, você até pode usar, mas precisa desbloquear e mesmo assim as tarifas são bem altas ... . [emoji1054] Mas te conto algo! É bom ter um Google Maps e Uber, muito bom. E super fácil ter um chip chileno, não tem que homologar, não tem burocracia com registro e ativação. Você só precisa comprar o chip em um lugar e carregar em farmácias pela cidade , e pronto Internet na Rua! . [emoji1071] Para instalar o Chip você tem que ativar ligando para o número que vem nele *103, escutar a moça até o fim, e ai receberá mensagens de confirmação... Você terá um número chileno, *103# para descobrir seu número. AAAH o novo chip não interfere no seu WhatsApp, ele continua igual, recebendo mensagens normais e sem configurações extras. . [emoji3518] Entel e Movistar, não são tão recomendados entre as pessoas que conheço , para instalá-los é necessário um RUT ( Rg dos Chilenos) e nós não temos. . [emoji3531] Wom e Claro, são os mais indicados. Você pode comprar no aeroporto, em estações de metrô (as vezes eles dão) , em barracas no centro da cidade, em lojas Wom/Claro, e se eu estiver por lá, tenho ótimas parcerias e consigo chip sem custos para vocês. [emoji765]Mas vem cá, quanto custa um chip no Chile ? Os valores do chip variam muito, você encontra por 1.000/2.000 pesos nas barraquinhas que vendem doces e revistas hahaha , por 3.000/7.000 nas lojas de operadoras, e acima disso em shopping e no aeroporto, chegando até a 12.000 pesos ... . [emoji3588] E os planos? É difícil falar sem te conhecer! Com 1.000 pesos de recarga já tem WhatsApp ilimitado, com mais de 3.000 pesos você tem 500mg de redes sociais + WhatsApp Ilimitado e o saldo de dados e recarregando mais de 5.000 você tem 2g de dados , WhatsApp ilimitado e 500mg de redes sociais. . [emoji740] Escolha um plano sem exageros e caso precise, pode fazer outras recargas em farmácias ou em algumas barraquinhas ! [emoji3531] Gostou das dicas? Curte aqui para que eu saiba e continue postando e caso queira, temos um insta também =) +56931144094 / @perdidosnatrip
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    Estive duas semanas em Buenos Aires e agora realizei um novo desafio, seguir de Buenos Aires até El Calafate só pegando carona e passando as noites numa barraca. Eu estava em Los Cardales, cerca de Buenos Aires 70km, então decidi seguir para o início da rota 3 na cidade, tive que pegar dois ônibus e um trem para chegar até o início da rota, eu não tinha cartão SUBE e os motoristas não quiseram aceitar dinheiro e nenhum passageiro passou o cartão pra mim, então nos dois ônibus os motoristas me deixaram entrar sem pagar nada, quando cheguei na estação a catraca estava aberta, perguntei ao guarda onde pagava e ele disse que eu podia entrar, dia de sorte hein. Quando cheguei na rota 3, vi que foi uma furada, ela começa no centro de uma cidade, tem muitos carros e lojas, não rolava pedir carona, perguntei a um frentista onde era melhor para pedir carona e ele disse que ali era impossível, que eu devia seguir para Cañuelas, uma cidade mais distante e ali já tinha mais campo e era fácil conseguir carona, ele entao me ajudou, pediu a um carro que abastecia que me levasse até Cañuelas e assim fui, como eu disse, dia de sorte. Cañuelas está a 70km da capital, dá para ir de ônibus, fica uns 40 pesos, nesse dia nao gastei nada hahaha. A rota 3 vai direto a Río Gallegos, então meu plano era não sair dela, cheguei em Cañuelas e 20 minutos depois um caminhão parou, disse que podía me adiantar uns 300km, algo que sempre faço é perguntar se onde a pessoa vai me deixar existe algum pedágio ou estação de serviço (posto de gasolina) é importante para que tenha onde passar a noite, caso vá acampar. Passei a primeira noite no pedágio, perguntei se podia ficar ali e foi de boa, tinha até banheiro e água quente para uma banho, maravilha. Para caminhoneiros, conversar um pouco é o motivo para ajudar, eles estão cansados, então esteja aberto para uma boa conversa, assim você conhece uma boa história e ainda treinar o espanhol. Pedir carona em pedágio é o melhor para mim, os carros estão bem lentos e podem te ver melhor, então em 10 minutos mais um caminhão me levou até a cidade de Azul, saltei e já fui pedir carona na rotatória. Fiquei 30 minutos mas sem sorte, então caminhei até um ponto mais distante e consegui num carro que me levou uns 70km. Aqui uma coisa importante, nem sempre tudo é perfeito e seja homem ou mulher, você tem que estar preparado para algumas situações difíceis. Neste carro o cara deu em cima de mim, perguntou se eu curtia e tal, eu respondi que nao curtia homens, aí ele veio com um papo de que pensava que no Brasil todo mundo curtia e tal, difícil né? Estávamos no meio do nada, não via nenhuma estação de serviço e pedir carona no meio da estrada com carros em alta velocidade é difícil e além do mais estava chovendo, então eu comecei a falar e falar (estava tenso) para tentar amenizar o constrangimento, até passei uns contatos de gente que curtia, falei com ele que podia arrumar uns no Brasil e boas, tratei de desviar o foco até chegar num posto, ai logo saltei e boas, ele nao ficou insistindo, ufa. Aquí fiquei uma hora fazendo dedo e nada, ai resolvi almoçar no posto e descansar um pouco (importante não estressar, afinal se está de carona, não pode ter pressa), voltei do almoço e 10 minutos consegui uma carona que me adiantou 50 km até outro posto e depois de incríveis 5 minutos consegui outra carona até Adolfo Gonzales Chaves, em todas essas caronas eu falava sobre as mesmas coisas da minha vida, as mesmas piadas bla bla bla, mas faz parte. Cheguei em Adolfo e estava chovendo, ali já coloquei meu abrigo e roupas mais quentes e fui pedir carona debaixo de uma árvore, eu abaixava o capuz sempre que vinha um carro, assim as pessoas podem ver meu rosto, depois de 20 minutos um argentino muito doido parou seu carro, a primeira pergunta foi, Pelé ou Maradona? Respondi Pelé hahahah, ele tava só brincando, ele já deu uma mochilada pela américa e aí foi me dando umas dicas, eu vi que ele tava tomando mate e me ofereci para ir servindo, eu nao bebo, mas é sempre educado ajudar. Ele me levou uns 150km até o próximo posto, lá e não tive muita sorte durante 1 hora, parei para comer uns 30 minutos e voltei, eu estava fazendo um video quando uma Van parou, era o Jorge e sua cachorra India, ele me disse que podia me levar até Bahia Blanca e aí fomos. Foi uma viagem muito bacana, o Jorge viajava de moto e tinha boas histórias, aqui nessa altura da viagem, eu já consigo entender bem espanhol. Enquanto seguíamos, o Jorge sugeriu que seria melhor eu ir para Rio Colorado em Rio Negro, assim eu poderia tentar carona na rota 251 onde passam muitos caminhões com destino para rota 3 e diminuía o percurso, eu aceitei a dica e fomos, ele estava indo para Neuquen, então era caminho para ele também. Chegamos em Rio Negro por volta das 20:00, ele me deixou num posto Petrobras e seguiu, logo descobri que não era permitido acampar ali e o camping mais perto estava 10km distante. O Jorge e eu fizemos uma amizade legal e então eu liguei para ele e perguntei se podia voltar para me ajudar pq ali eu não podia ficar, ele voltou entao, nao estava tao longe e me deixou no camping. O camping estava vazio e fazia muito frio, perguntei quanto custava para passar a noite mas o cara nao cobrou, viu minha mochila nas costas e disse que se fosse uma noite apenas não era necessário pagar. Na manhã seguinte havia muita neblina, levantei as 6 para pedir carona, havia um controle sanitário 300 metros a frente e o dono do camping me disse que ali eles iriam barrar as 20 tangerinas que eu tinha na mochila. Já sabem o que eu fiz né? Comi todas hahaha, e quando passei pelo controle eles nem olharam para mim, passei direto, fiquei muito irritado pq agora estava com a barriga empanturrada e não tinha mais tangerina para mais tarde hahaha, que bosta. O Jorge tinha razão, ali passava muitos caminhos, muitos mesmo, eles usavam aquele trecho para cortar caminho, contudo entretanto nenhum parou, fiquei das 7 até as 12:00 e nada, comparando com o trecho da rota 3 que eu estava antes, passava menos carros e caminhões por hora mas havia mais ajuda, bem, fui comer e voltei às 14:00 para tentar mais carona, nessa hora eu já havia saído de perto do controle sanitário e tinha ido para saída da cidade num posto, 10 minutos e um cara parou, ele estava indo caçar jabalí na rota 251 e tinha 3 cachorros gigantes na carroceria, fiquei com medo de algum arrancar minha cabeça fora hahaha, mas foi de boa. Na 251 nao havia nada Nada Nada nos 100km de estrada até chegar em General Conesa, ali caminhei um pouco até a rotatória que seguia para rota 3 e segui o trabalho. O bom é que essas rotas cortam as cidades e entao vc nao precisa sair da estrada ou entrar na cidade para nada, tem posto e fica de boa. Nessa cidade eu achei lindo o clima de outono, com as flores amarelas e a atmosfera agradável, na verdade eu queria acampar ali para poder ver o nascer do sol pq tenho certeza que é incrível, tentei umas 3 horas carona e nada. Quando eu estava caminhando para ir montar a barraca um caminhão parou e me prometeu levar até Comodoro Rivadavia, quase 800km, show. Como já estava ficando tarde, paramos num posto para passar a noite, eu montei a barraca perto do posto e consegui WIFI a noite toda, maravilha hahahaha. Noite dormida, partimos cedo, confesso que foi uma viagem cansativa, o bom de caminhão é que fazem viagens longas, o porém é que vão em velocidade reduzida e ai vc tem que estar preparado para o corpo dolorido, o caminhao nao era muito confortável e as pernas já doíam de ficar na mesma posição. Tem que estar preparado também pq a conversa esgota tem alguns momentos, foram horas e horas e então alguns momentos a gente ficava em silêncio, vinha uma piada, uma pequena história e depois o silêncio reinava, as primeiras horas foram cheias de conversa mas depois acabou. O Lucenzo me ajudou muito e foi bem legal a viagem de qualquer maneira, pegar carona é um aprendizado e só pq as vezes fica cansativo, não quer dizer que nao seja bom. Ele me deixou num posto a 100 km de Comodoro, no meio da Rota 3 e só havia esse posto em km e km, o resto era pampa. Fiquei meia hora e o Miguel, um senhor de 70 anos parou seu carro e aí me levou até Caleta Olivia, um pequena cidade depois de Comodoro, ele foi muito gentil, entrou dentro de Comodoro para que eu tirasse fotos da cidade, da Praia, me apresentou a cidade, depois fomos para Rada Tilly, outra cidade pequena cerca do mar, fomos na Praia para tirar umas fotos e depois seguimos para Caleta Olivia, lá novamente, ele me mostrou a cidade antes de me deixar na estação de serviço, até me deu uns cds de tango para eu escutar. No posto Petrobras (finalmente) eles me deixaram passar a noite, montei barraca e dormi. Acordei de manhã e fazia um vento terrível, ainda bem que fixei bem a barraca pq caso contrario ia sair voando., fui pedir carona e tava difícil ficar sem capuz, o vento gelado fazia doer os ouvidos, mas usá-lo poderia diminuir minhas chances de sucesso, 20 minutos e 3 argentinos me levaram até Fitz Roy, um pueblito de 200 pessoas 70 km a frente. Eles foram legais, estavam indo trabalhar, gente simples, eles tomavam mate e comiam pão, e resolvi aceitar, nao pq eu queria, mas para ser educado e eles não pensarem que eu tinha nojo, pq eles repartiam o pão com as mãos e pareciam um pouco sujos, mas eu aprendi que quando alguém te oferece mate é um bom sinal. Em Fitz Roy nao tive sorte nas primeira duas horas, nem estressei, fui comer e quando voltei consegui uma carona com o Marin e Patricia direto para Rio Gallegos, foram pouco mais de 600 km pela rota 3, eles até queriam que eu dirigisse mas eu nao aceitei, havia muito avestruz e lhama na estrada, tinha medo de algum acidente. O Marin é um gaúcho nato da argentina, anda com faca e chapeu, gente finíssima, me deu um lanche e uma Quilmes para ir bebendo, maravilha hahaha. Quando chegamos em Río Gallegos estava muito frio, eles nao deixaram eu ficar no posto, me levaram para sua casa, lá jantamos e dormi. COnfesso que foi bom dormir numa cama quentinha e confortável. No dia seguinte conheci a família deles, ficamos tomando cerveja e almocei, ele queria que eu ficasse mais um dia lá, eu até queria também, mas devia chegar em Calafate naquele dia, não podia atrasar. Depois do almoço fui pedir carona, comecei na rotatória perto do posto na saída da cidade, mas estava difícil, são muitos carros e naquele ponto eu ainda estava dentro da cidade de qualquer jeito. Resolvi caminhar um pouco até a próxima rotonda, fiquei bem na rotatória para que quando diminuíssem os carros me vissem, 20 minutos e outro Miguel parou seu carro, esse argentino estava indo para Floripa, não ia passar por calafate, mas podia me deixar na entrada da rota 5, a que segue para Calafate, foi rápido e logo parei na rota. Aquí acho que me arrisquei pq nao perguntei se tinha posto próximo e de fato não tinha, só havia uns tratores de alguma e obra ali perto e nao passava muitos carros. O lugar era bonito, já eram umas 15:00 e já estava economizando a água e comida para caso tivesse que dormir ali, felizmente uma hora depois o Christian parou seu carro e meu levou até outra cidade mais a frente, onde tinha um posto e seria mais seguro. Ele disse que parou pq estava muito frio para eu ficar na estrada, aprendi que quando faz frio as pessoas ajudam mais. Incrivelmente quando saltei do carro, 2 minutos depois consegui um carro direto para Calafate, nem acreditei. Confesso que ja nao aguentava estrada, era só pampa pampa pampa, mas quando eu comecei a ver a neve, uhuuu show. Nunca havia visto neve de perto e estar vivendo aquele momento foi incrível, fizemos uma parada para umas fotos e chegamos em calafate. Foram 6 dias na estrada, 2800 km e muitas histórias, confesso que nao vi o tempo passar, foi tudo muito rápido. Para quem tá afim de fazer isso, é super possível, mas tem que estar preparado para curtir a aventura e não se estressar as vezes com a demora. Pensamento positivo sempre, É sério!! vc tem que estar confiante para que as pessoas possam sentir a energia boa. Nesses dias eu gastei 100 reais com comida, isso pq eu comi muito e tava com preguiça de cozinhar na estrada, faz vento e o frio dói, então esteja preparado. Eu tava torcendo para encontrar alguma mochileira na estrada para pedir carona junto, nao, eu nao quería nada de mais, é só que um homem e mulher é mais fácil que um homem sozinho e também dá para revezar na hora de conversa, assim não fica cansativo hahaha, mas nao vi ninguem, nesses dias na estrada não vi homem nem mulher de mochila nas costas, azar hahaha, ou não. Se você chegou até aqui e quiser acompanhar o dia a dia no stories do Instagram, eu sempre posto onde estou e como ta sendo a aventura. Agora estou em Calafate mas ainda nao sei o próximo roteiro, meus planos são ir até Costa Rica só de carona, e se você tiver afim é só poner uma mochila e curtir essa aventura. @viajeiuai Ps: Use cartaz, ajuda muito, quando fiz Puerto Iguazu a Buenos Aires nao usei e nesse novo trajeto comecei a usei e percebi uma melhor significativa. Achei melhor colocar o nome da rota do que a cidade, teve mais adesão.
  29. 1 ponto
    Ahhh, que maravilha! Seja muito bem vinda! Gratidão pela companhia! Te esperamos no face, no insta e no blog! E quando vier a MG, quem sabe a gente não se esbarra pra um café? Beijo da família toda! Sent from my SM-J120H using Mochileiros mobile app
  30. 1 ponto
    Você já ouviu falar sobre Carrancas, a terra das cachoeiras? Se ainda não ouviu prepare-se para conhece-la. Carrancas é o destino ideal para quem ama cidade do interior, fazer trilhas e se banhar em belas cachoeiras. A cidade vem ganhando destaque nos últimos anos e se tornando um grande polo do ecoturismo por conta de suas paisagens naturais. Por dentro da História de Carrancas. A cidade foi fundada por volta de 1720, época do ciclo do ouro. Empolgados com o potencial, paulistas decidiram fundar um povoado, na esperança de encontrar abundancia do material. Outro povo que se interessou pela possibilidade de encontrar ouro e também pelas terras favoráveis para a agricultura foram os portugueses. O nome de Carrancas surgiu por conta das escavações. Durante o processo, duas rochas escavadas formaram rostos, parecido com duas caras feias, daí o nome. Como chegar em Carrancas? Carrancas é um município de Minas Gerais e para quem vai do RJ fica a aproximadamente 411 km de distância. A melhor opção é pegar a BR 040, passando por Petrópolis e Juiz de Fora até Barbacena, em Barbacena, pega-se a BR-265, no retorno a direita para Lavras, seguindo até Itutinga por mais 100 Km. O Centrinho de Carrancas. Carrancas é uma cidade pequena, e podemos resumir o seu centro como sendo a Igreja da Nossa senhora da Conceição e a pracinha que a cerca. Curiosidades sobre Carrancas: A igreja foi construída em meados do século XVIII, toda feita em quartzito. A pintura do altar leva a assinatura de Joaquim José da Natividade, que foi discípulo de Aleijadinho. Onde se hospedar em Carrancas? A rede hoteleira em Carrancas é composta em grande parte por pousadas e hotéis fazendas. Eu fiquei hospedado na Pousada Sena. É uma pousada bem simples, porém, muito aconchegante. Possui quartos para casal e também para 3 ou 4 pessoas. Também dispões de chuveiro com aquecedor a gás. Seus pontos fortes são a sua localização ( fica a aproximadamente 100 metros do centro) e o seu café da manhã ( aquele café da manhã típico mineiro, bem farto) A gastronomia da cidade. A cidade possui algumas boas opções, e são bem fáceis de encontrar, basta um breve giro pela cidade. Destaco aqui três lugares por onde comi. Restaurante Uai Tchê. Aqui a tradução seria a seguinte: Coma bem e a vontade pagando um preço justo! O restaurante trabalha com preço fixo. Pagamos o preço de R$ 20,00 e nos deliciamos com a típica comida caseira de Minas. O ponto negativo desse restaura é o espaço, sua área é um pouco pequena, e como fomos em um grupo bem grande, ficou um pouco apertado, mas nada que comprometesse a experiência. Restaurante Recanto Bar. Aqui o serviço já é diferente, o sistema é o de self-service. O preço é justo e a comida também é muito gostosa, tendo diversas opções. O espaço é muito agradável e a noite rola um forró de primeira. Will’s Burguer. Uma das melhores haburguerias artesanais em que já estive. Se a sua ideia é comer um lanche de primeira, em um espaço super aconchegante e alto astral, com atendentes simpáticos, então você deve ir ao Will’s Burguer. Os lanches são bem saborosos, e para quem ama bacon será um prazer!!! Os preços também são bem em conta se tratando de uma hamburgueria. Não é atoa que é considerado o restaurante número 2 de carrancas, de acordo com o tripadvisor. Atrativos de Carrancas. O ponto alto de carrancas é sem dúvida as suas atrações naturais. São diversas!!! É como se a cada esquina você encontrasse uma cachoeira, por isso foi apelidada de Cidade das Cachoeiras. São diversos complexos. Irei destacar apenas os que conheci. Complexo da Zilda 2, Cachoeira da Onça, Poço do coração e do coraçãozinho, Cachoeira véu da noiva, da Serrinha, Complexo da Fumaça, Cachoeira da Esmeralda e Complexo do Tira Prosa. Cachoeira da Onça: É uma bela cachoeira e para chegar até ela você precisará caminhar por volta de uma hora a uma hora e meia. O começo pode ser um pouquinho complicado, pois é só subida, mas depois fica bem tranquilo. Assim como todas as cachoeiras de Minas, a agua é bem gelada, mas depois de ficar alguns minutos dentro dela, você se acostuma. Complexo da Zilda: O programado era fazer a parte 1 e 2. A parte 1 é considerada histórica, é lá aonde estão as famosas pinturas rupestres. Não pude fazer pois estava fechada. Em Carrancas a maioria das cachoeiras são propriedades particulares, logo pode acontecer esses inconvenientes. Conhecemos apenas o Complexo da Zilda 2, que é considerado o complexo aventura. Nesse complexo o destaque é para a Cachoeira dos anjos e Racha da Zilda. A cachoeira dos anjos é muito linda, possui uma queda d’água incrível, ideal para tirar fotos e apreciar, sua área para banho é pequena e não tão funda. A Racha da Zilda é a grande atração, mas não é fácil chegar até a parte final não!!!O acesso se dá pelo lado esquerdo da Cachoeira dos Anjos. E logo de cara você verá uma placa avisando sobre os riscos. Aqui se faz indispensável o uso de equipamentos de segurança. A primeira etapa é vestir um colete a prova d’água. Depois de vestir esse colete, será necessário pular em um poço, e com ajuda de uma corda atravessar para o segundo poço. No segundo poço você precisará nadar por cerca de 30 metros até a primeira câmara.A parte final é composta por 3 Câmaras, sendo a passagem da segunda para terceira bem difícil por conta da forte corrente, mas não desanime, a recompensa final vale muito a pena!!! Poço do coração e do coraçãozinho, Cachoeira véu da noiva, da Serrinha, Complexo da Fumaça (parte de cima), Cachoeira da Esmeralda Todos esses atrativos podem ser feitos através de uma mesma trilha. A trilha começa fora da cidade. Após dirigir alguns minutos você terá duas entradas, a direita dá acesso ao mirante e rampa de voo livre. A entrada a esquerda é aonde começa a trilha. Após uma caminhada de aproximadamente uma hora e meia você avistará a primeira atração. O Poço do Coração e do Coraçãozinho. Depois dos poços você irá caminhar por mais uma hora até a Cachoeira Véu da Noiva, não será possível ver a sua queda, pois a trilha te leva para cima da Cachoeira. É de lá que você também verá o Complexo da Fumaça ao fundo. Cachoeira da Serrinha Essa cachoeira me lembrou um oásis, após caminhar bastante você encontra um verdadeiro paraíso com sombra e água fresca. Nela é possível descansar e recuperar as forças para continuar a caminhada. Cachoeira da Esmeralda. Divide o posto de número 1 com o complexo da Zilda, mas talvez ganhe por conta do seu fácil acesso. Há dois jeitos para se chegar até ela, essa trilha que vai eu fiz que vai passando por várias outras cachoeiras ou ir de carro até o ponto inicial da cachoeira, que é uma espécie de bar e restaurante. A origem do nome vocês já devem imaginar né? Sua agua quando iluminada pelo sol vira um verde esmeralda belíssimo e dispensa apresentações. Complexo do Tira prosa. A trilha tem início na rua da pousada em que fiquei. Pousada Sena. Lembra quando disse que em Carrancas a maior parte dos atrativos são em propriedades particulares? Então, essa é um belo exemplo. Para acessar é cobrado uma taxa de 5 reais por pessoa. O complexo é formado por 3 poços. Poço da Canoa, Do Remo e do Pulo. Poço da Canoa: é o primeiro poço, a maior parte das pessoas ficam por aqui, pois para acessar os outros dois poços é necessário subir através de trilhas com lama e rochas escorregadias. Poço do Remo: é o segundo poço, é menor que o primeiro poço, não tem nada de muito diferente, mas é legal conhecer. Poço do Pulo: a princípio parece seguir o segundo poço não tendo nada demais, mas se você souber explorar bem, achará a parte que dá origem ao nome e se tiver coragem também irá saltar. Além disso se continuar subindo encontrará um paredão bem bonito. Lembranças, queijos e compotas. Visitar uma cidade mineira e não levar souvenirs e comidas típicas é quase um pecado né? A principal loja de lembrancinhas é a Florarte Artesanatos. Ela fica na rua Ezequiel Ribeiro Teixeira. Nela você pode comprar esculturas de carranca de todos os tamanhos. Fábrica de queijos, na verdade a fábrica mesmo fica fora da cidade, mas na mesma rua da Florarte há uma loja de queijos e doces, ideal para comprar aquele docinho e trazer para casa. Carranca foi um destino que me surpreendeu muito, e positivamente. Não sabia muito antes de ir, na verdade nunca tinha ouvido sobre a cidade e foi uma grata surpresa. E para aguçar ainda mais a sua curiosidade sobre Carrancas tem 2 episódios incríveis lá no canal. Quer mais conteúdos sobre vários cantos do mundo? Então é só acessar www.outrosrumos.com Nos siga também no instagram: @outrosrumos
  31. 1 ponto
    Olá, wellingtonfr. tem um grupo da regiao chamado Aventure. fazem trilhas frequentemente com rapel e tudo o mais. Segue o link da pagina deles. https://www.facebook.com/aventureoficial/?ref=ts&fref=ts espero ter ajudado.
  32. 1 ponto
    Olá! Em setembro/outubro, vou passar 30 dias viajando pela China e terminei de montar meu roteiro nessa semana. Busco sempre entender minhas opções e fazer uma pesquisa detalhada para chegar a uma conclusão de trajeto. Como estou com uma visão viciada, gostaria de pedir aos que já foram ou conhecem, que olhassem meu roteiro e me dissessem se é viável fazer, o que eu posso mudar o que não vou conseguir fazer... Link para o meu roteiro: china-30-dias-t113576.html Muito obrigado pela atenção. Um abraço!
  33. 1 ponto
    Já li muito sobre isso. É a herança do comunismo stalinista. O turista é visto como símbolo do capitalismo, cara que tá lá pra esbanjar e ver os locais como seus empregados. Você não é assim, mas pra eles, todos são. E a língua inglesa é sinônimo de dominação cultural, então muitos se recusariam a falar mesmo sabendo. O lance com o policial é a mesma coisa. A Russia, na antiga URSS, há poucas décadas, era um estado policial. Os policiais eram o promotor e o juiz. E a criminalidade é fruto de um país se recuperando de uma crise econômica e também cultural. A mudança de regime causou uma revolução na vida das pessoas, acostumadas com o estado provedor. A influência do comunismo é tão marcante nesses comportamentos que pude ver isso até no Chile. Passamos por uma passeata do partido comunista e pude ouvir em alto e bom som um dos manifestantes com megafone - "banqueiros não são bem-vindos. Turistas não são bem-vindos." Pra nossa sorte, ao menos no Chile esses são minoria. Dias desses apareceu aqui um russo no fórum. Espero que ele apareça aqui nesse tópico para dar o ponto de vista dele.
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