Ir para conteúdo

Mais curtidos da Semana


Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 09-04-2019 em todas áreas

  1. 3 pontos
    Olá Mochileirxs ! Compartilho brevemente uma experiência (minha primeira) com o Cicloturismo. Pedi demissão do meu trabalho (trabalhei 8 anos em um escritório) e saí de Rio Claro-SP e fui para a Argentina de bicicleta. Não estava infeliz com a vida (como alguns pensam) nem nada do tipo, apenas quis viver uma aventura. E foi sem dúvida a aventura da minha vida até então. Sobre roteiro: Para viagens muito longas é importante voce ter uma idéia de onde voce que chegar, mas saber que isso pode ser alterado facilmente quando se esta de bicicleta pela estrada, e essa é a magia de cicloviajar! Você pode encontrar muita gente bacana pelo caminho que te façam mudar de direção ou simplesmente um ''Ja que estou aqui, vou por ali'' ou então, qualquer outro evento climático e de força maior que te obrigue a mudar o roteiro. Eu passei por Curitiba, contornei toda a costa catarinense, gaúcha e uruguaia. Entrei em Buenos Aires de barco e tive meus planos frustrados em chegar a Santiago pq era inverno e nao tinha como atravessar as cordilheiras pela quantidade de neve. Mudei o roteiro e ao invés de ir pra Bolivia, fui para Ushuaia! Em Bahia Blanca, ja nas regiões dos pampa argentino eu cruzei o pais e entrei no sul do Chile. Fiz parte da Carreteira Austral e voltei a Argentina rumo á Ushuaia. Enfrentei temperaturas abaixo de 0 e passei altos perrengues por isso. Mas no fim tudo saiu lindo e estou aqui pra contar historia haha A viagem foi repleta de grandes paisagens, mas as pessoas foi o que mais marcou a viagem. Muita gente bacana dispostas a ajudar um viajante (Principalmente na Argentina) e muita historia de vida, experiencia e aprendizado compartilhado com elas. Conheci uma garota no RS por qual me apaixonei, estamos em contato ate hoje e planejando uma viagem juntos (mais uma, pq recentemente fomos passar uns dias acampanando nas praias do RJ). Equipamentos: Fui com uma bike MTB e alforjes da Ortlieb. Alforjes impermeáveis valem muito o investimento! Mas vi muita gente viajando com a bike que dava e com alforjes totalmente improvisados. Enfim, nao ter um equipamento de qualidade nao é desculpa pra voce nao realizar um sonho. Aplicativos de hospedagem: Usei muito o Couchsurfing e o Warmshowers. O segundo principalmente. Couchsurfing chegou um momento que eu desisti, pois recebia poucos retornos das mensagens e o WarmShowers voce encontrara pessoas que amam Bike e tera muito aprendizado com essa galera! Alem de alguma ajuda em possíveis reparos que precisar fazer na bike. Levei também minha barraca (Azteq Nepal) e tive noites grandiosas acampando por varias lugares inusitados e outros simplesmente incriveis, como na Patagonia! Alimentação: eu sai muito preocupado com isso e LOTEI o alforje com comida. Desnecessário! Voce sempre encontra casas, fazendas e cidades pelo caminho onde voce pode comprar/pedir ja próximo do destino final, no ''fim do expediente'' do cicloturista rsrs. Alias, fazendas é um bom lugar pra voce pedir um pernoite! Converse com os moradores, peça agua, ganhe confiança, seja simpático e mostre que voce é realmente um viajante precisando de um lugar pra dormir (e tomar banho) e com quase sempre sucesso voce encontrara pessoas maravilhosas afim de te ajudar. Escrevi o relato meio correndo, mas esta aberto pra quem quiser tirar qualquer duvida, será um prazer ajudar! Espero que esse relato de alguma forma ajude quem quer também pedalar por ai! Abracos!
  2. 2 pontos
    Vou tentar escrever um pouco mais sobre a rotina de viagem. Bem, primeiro, rotina só que não! Viajar de bicicleta a rotina é exatamente não ter uma rotina! No inicio isso parece ser estranho, me sentia inseguro. Sempre fora acostumado a saber exatamente como seria meu dia, assim como a grande maioria das pessoas com uma vida ''estável'' na cidade. Mas viajando eu acordava acampando em alguma fazenda a beira da estrada e pensava ''E hoje? que tipo de gente vou conhecer? Que tipo de lugar me aguarda alguns km mais adiante? O que vou comer? Onde vou dormir?'' e por ai vai.. Claro que essa sensação de insegurança desapareceu após os primeiros dias e para suportar esses dias inseguros e os dias de perrengues uma dica fundamental: Esteja em espirito de aventura! . Esse é a idéia afinal que eu decidi sair viajando por ai, para me aventurar. Numa aventura você esquece o que você conhece por conforto e começa a sentir extrema felicidade com um gole de agua fresca, com uma fruta ganha de alguém, um banho no final do dia e, pra mim, principalmente quando chegava o fim do dia e encontrava um lugar seguro pra armar a barraca e preparar minha janta, lendo um livro, tomando um chá... uma sensação de liberdade e dever cumprido que só quem ja viajou de bicicleta sabe esse momento! Quantos Km por dia? Depende muito, mas tenha em mente que uma viagem sem data pra retorno não necessita pressa! Logo você nao precisa ser um atleta para poder viajar de bicicleta, voce só precisa amar pedalar, saber desfrutar e aprender a ouvir seu corpo. Nunca exceda seus limites físicos, eu fiz isso em um trecho entre Taim e Chuí, no Rio Grande do Sul, pedalei mais de 100 km em um dia de muito vento contra só por estar ansioso em chegar logo no Uruguai, minha primeira fronteira internacional da viagem. Cheguei em Chuí muito mal, esgotado, fraco e com dores. Pedi ajuda na entrada da cidade pra umas pessoas em um posto de combustível e consegui um quarto em uma pousada bem ali no centro onde a pessoa me disponibilizou sem cobrar nada. Esses fora erros que jamais voltei a cometer: a pressa e exceder meu limite fisico. Em média eu pedalava 70 km por dia. Houve dias em que pedalei 25 km, outros 126 (meu recorde) descendo montanhas na Ruta 40 entre Bariloche e El Bolsón. Meu aniversario na estrada! Um dia antes de meu aniversário eu cheguei em Joinville-SC e fiquei hospedado na casa de um Warmshower que me recomendou que eu passasse meu aniversario da ilha de São Francisco do Sul, a mais ou menos 56 km dali. Não estava nos planos, mas a pessoa acabou me convencendo e acordei disposto a pegar o Ferry boat rumo a ilha. Mandei uma mensagem pra um Warmshower da ilha, mas sem muita esperança de resposta pois as vezes demora pra pessoa visualizar ou então ela nao esta disponível por nao ter se preparado previamente... Eu ja pensava em acampar em algum lugar por la no final do dia quando recebi uma ligação do Warmshower me convidando pra ir a sua casa. Me passou o endereço e disse que na casa dele ja havia um casal de cicloviajantes (um mexicano e uma espanhola) me esperando! Nao da pra transmitir a alegria que senti! Chegando na casa, tomei um banho da vitoria, tomei um café da tarde dos campeões e ja comecei a ouvir e compartilhar histórias com o casal de cicloturistas, assistindo um jogo da copa do mundo na tv. A noite o casal donos da casa chegaram. Mais conversas, risadas e comentei que era meu aniversario! Todos me felicitaram e de repente os donos da casa disseram que teriam que sair por 5 minutos... Voltaram com um bolo e cervejas! Teve parabéns e me emocionei bastante, inclusive agora, nesse momento, relembrando isso. rsrs Eu nunca dei bola pra aniversarios , acho que voce pode presentear alguém simplesmente porque tem vontade ou celebrar qualquer dia de sua vida simplesmente porque ha vida! Nao gosto da ideia de ''ter uma data especifica'' para desejar felicidades ou celebrar com alguém... Mas mudei um pouco esse conceito com esse ocorrido. Passei minha semana de aniversario em Sao Francisco do Sul, aprendi algumas receitas culinárias mexicanas, espanholas e fiz boas amizades. Eu só pensava nos tantos outros aniversarios que passei em casa ou trabalhando... Como era louco estar ali, pela primeira vez em Santa Catarina, fazendo novas amizades, aprendendo e me emocionando! Tudo porque decidi sair da rotina. Sair da rotina te assusta, te deixa inseguro... Mas te faz sentir-se mais vivo! Definitivamente hoje eu tenho pra mim que não nascemos para estarmos estável e egoistas como esse modelo de sociedade nos oferece como ideal, nos fazendo ser competidores e meras peças de uma engrenagem, formigas no formigueiro. Nascemos para todos os dias aprender, compartilhar, conhecer... se aventurar. Isso é vida meus amigxs! Amanha ou quando der compartilho mais alguma historia. Com certeza falarei de como conheci a garota que me apaixonei, como foram esses dias e como foi extremamente difícil lidar com psicológico pra seguir em frente. Abraços!
  3. 1 ponto
    Esta viagem foi continuação saindo da Turquia da volta que fiz pela Ásia, então claro não tem preços dos voos do Brasil, isto vai depender de cada um. Vamos aos números que muita gente gosta de saber. O Roteiro TURQUIA - IRÃ - VIETNÃ - LAOS - TAILÂNDIA - MALÁSIA - SINGAPURA - FILIPINAS - COREIA DO SUL - RÚSSIA Quando: Outubro de 2017 Dias: 19 Noites em Hostel: 6 Viagens Noturnas: 1 Couchsurfing: 12 Valor Gasto em Real: R$1420,18 ($443,81) Média Diária em Real: R$74,75 ($23,23) SOMENTE O VISTO E SEGURO OBRIGATÓRIO: R$368,80 ($115,00) VALORES SOMENTE DENTRO DO IRÃ, SEM AÉREOS DE CHEGADA E SAÍDA DO PAÍS Planilha com todos os gastos: https://goo.gl/kbr2vv Meus Vídeos no Youtube: LINK AQUI O roteiro foi este pelo Irã Esta viagem para o Irã fez parte da minha volta pela Ásia, foi logo após a Turquia e antes do Vietnã. Escolhi este destino depois do meu amigo recomendar bastante, especialmente pela gentileza dos Iranianos. Como sou uma pessoa sem nenhum preconceito comprei uma passagem de Ankara para Tehran por $99 Dólares, o voo fez uma conexão em Istambul pela Pegasus. Agora vem a parte super importante do visto. Para entrar no país brasileiros necessitam de visto e não é nada barato, primeiro é preciso preencher um formulário https://evisatraveller.mfa.ir/en/request/, parece complicado mas basta seguir todas as instruções, não tem erro. O bom que para nós tudo é feito pela internet e se pega o visto on arrival, ou seja, no aeroporto. Normalmente as pessoas entram por Teerã, lá siga o fluxo e pague 100 Dólares no visto + 16 Dólares de seguro obrigatório, EM CASH SEMPRE. No meu caso eles não perguntaram absolutamente nada, só pagar e entrar, nem mesmo reserva de hotel mas eu fiz para garantir, mesmo ficando em couchsurfing em Teerã. O problema se chama táxi, com aplicativos para percorrer os 50 km até a cidade fica por volta de $12, mas claro espere pagar por volta de $30 no aeroporto, não tem como fugir disto também, não existe transporte público até lá, acredite. Valor ainda decente se for pensar na distância, acontece que cheguei 2h30 da manhã e fui de táxi para minha primeira anfitriã na cidade, Saeedeh. Ela abriu a porta de casa as 3h30 da manhã com um sorriso e falou este é o seu quarto amanhã cedo a gente conversa. Meu quarto em Teerã durante 5 dias Falando um pouco mais do Irã, a moeda utilizado é o RIAL que vale mais ou menos 40 mil para $1, mas eles utilizam a denominação TOMAN, cortando o último zero de tudo, para facilitar na contas mas é um grande problema nos primeiros momento, o povo é gente boa demais mas sempre tem alguém para tentar lhe enganar. Por ser um país Islâmico mulheres precisam cobrir TODAS AS PARTES DO CORPO, inclusive a cabeça durante o verão de 45 Graus, não pode mesmo, existem policiais espalhadados pela cidade, e você mulher não vai querer ir para a prisão, para os homens somente calça é obrigatório. Oficialmente não tem facebook, youtube, bebidas alcoólicas, casas noturnas (óbvio), pornografia (derrr) entre outras várias proibições, mas tudo é possível burlar na internet com VPN. A língua oficial é o farsi e vai se preparando que nem mesmo os números são iguais, por sorte várias pessoas conseguem se comunicar em inglês e elas vão tentar ao máximo conversar com você. A questão que e mídia mostra de guerra e insegurança relacionada com o Irã beira o ridículo, fui tranquilo sabendo que seria tudo ótimo. Assim como em qualquer país do mundo se você seguir as regras nada vai acontecer, JEITINHO BRASILEIRO nem pensar no Irã, sério, você realmente não vai querer parar na prisão no Irã. Minha família em Teerã TEERÃ (6 DIAS) A capital do país fica ao norte rodeada de montanhas e posso afirmar, é um caos absurdo, não sei como as pessoas dirigem naquele lugar. Foi o pior trânsito que vi na minha vida mesmo depois de passar pelo Vietnã um mês depois. Milhões de motos que simplesmente andam pelas calçadas, na contra-mão em muitos lugares, agora o seguro obrigatório está explicado. O trânsito é de buenas Mas o que tem para fazer em Teerã? Basicamente nada de interessante para mim, Palácio do Golestão é a principal atração se não precisasse pagar $20 dólares para ver tudo, nem fui. Tem também as Torres Milad e Azadi, pontos altos para uma panorâmica da cidade, não faço questão de subir só para tirar uma foto. A melhor coisa que visitei na cidade foi mesmo o Grande Bazaar que é imenso, sujo em algumas partes e vendedores tentando fazer você comprar alguma lembrança. Se você estiver sem tempo uns 2 dias são suficientes para ver os poucos pontos turísticos da cidade. Existe também uma antiga embaixada americana que hoje é um museu, foi fechada em 1979. A entrada custou $2,50 e vale sim, a crise aconteceu depois de um grupo de estudantes e militantes islâmicos tomar a embaixada americana em Teerã, em apoio à Revolução Iraniana. A parte mais feia do bazar A parte mais bonita do bazar Fiquei na cidade por 5 dias na ida e mais um para pegar o voo para Ho Chi Minh no Vietnã, como estive com couchsurfing foi uma experiência sensacional. Primeira casa foi um casal com uma criança de 2 anos e meio, e brinquei muito com ela, mesmo falando duas línguas diferentes. Sexta-feira é o dia de folga no país e minha amiga e eu fomos andar pelas montanhas de Teerã, ela mora bem ao norte e fica perto, meio icônico em um país que é praticamente deserto andar por montanhas. Foi ótimo pois no caminho bastava falar Salam, equivalente ao oi no Brasil (mas significa paz em farsi), as pessoas são abertas e muito gentis para oferecer ajuda, chá, comida sempre. Nem é pelo motivo que sou Brasileiro, aconteceu muitas vezes eu ganhar frutas, chá sem oferecer nada em troca. O nosso café da manhã nas montanhas No Irã você fala oi e o pessoal já convida para almoçar em suas casas Minha anfitriã em Teerã na sexta-feira de folga, subir montanhas O povo iraniano é bastante alegre e vai ti receber sempre com um sorriso curioso, querendo saber mais do seu país, afinal a vida de um mochileiro iraniano não é nada fácil, conseguir um visto é um parto para eles, especialmente europa, devido ao preconceito besta. Durante os meus dias na cidade conheci outro casal pelo couchsurfing e visitamos algumas exposições de arte e fomos a uma festa, com bebida alcoólica, mulheres sem véu e tudo música alta. As festas no Irã somente em casa por motivos óbvios, foi muito curioso poder beber álcool no país, me senti um criminoso. Festa no Irã é assim, só não entrada paga mesmo, animação de sobra
  4. 1 ponto
    Olá pessoal, resolvi criar esse post desde já com intuito de obter muitas informações que possa agregar e me ajudar a começar a me preparar para a primeira travessia de 32 km da Petro - Terê, eu já fiz Pedra do Sino 3 vezes, mas nunca a travessia, estou ansioso, querendo levar o mínimo de peso, mas sabemos sempre que isso é quase impossível, então irei montar a lista dos equipos que provavelmente irei levar já com algumas imagens. Quem quiser deixar dicas eu agradeço. A data da minha travessia será nos dias 06, 07 e 08 de Julho de 2019, alguns amigos que iram comigo farão a travessia em 2 dias (Sábado e Domingo) eu e uma amiga ficaremos até na segunda feira. Ficaremos no Bivaque do Abrigo Açu e no Bivaque do Abrigo 4 (Pedra do Sino) onde já dormi duas vezes no Bivaque e uma no Camping. Ainda preciso comprar uma bota de trilha porque a minha da The North Face esta com o solado gasto, mas acredito que ainda vá dar tempo porque temos alguns meses pela frente, e preciso também de uma calça resistente pra trilha. Vamos a lista de Equipos que já tenho e pretendo levar na mochila e no corpo Mochila Trilhas e Rumos 68 litros. Camisetas de Mangas e sem mangas The North Face, Nike, Adidas, Puma todas respiráveis Jaqueta de Plumas de Ganso MacPac Modelo Equinox Alpine Series Casaco de Fleece The North Face Saco de dormir Western Mountaineering modelo Versalite -12ºC Isolante Térmico EVA Quechua Tripe para máquina fotográfica ou celular e Bastão de Selfie Bastão de Trilha Quechua Lanterna Led de Cabeça Calça Forclaz da Decathlon que vira bermuda Bota Quechua da Decatlhon Ao longo das semanas eu irei postando o que for lembrando e o que a turma recomendar, grato por algum comentário nesse tópico, abraços em todos. No vídeo a seguir esta alguns dos equipamentos pela qual estarei levando para minha travessia.. Jaqueta MACPAC e o saco de dormir WM.
  5. 1 ponto
    Hola! Mochileiros do meu BR, hoje estou aqui para compartilhar com vocês como foi minha experiência na Patagônia Chilena fazendo a trilha do circuito W Invertido ficando em refúgios e com o pacote full board, no período de 01-03 a 06-03 CARNAVALLLL. FUI SOZINHA e com um puta friozinho na barriga, apesar de não ser a primeira viagem sola, esta possuía características especiais como: SE AUTO DESAFIAR caminhando por 72 K’S realizando uma reflexão da minha vida. Para resumir a SAGA especialmente para as MOCHILEIRAS que ainda possuem alguma dúvida sobre fazer este trajeto ou não: - AMIGAAAA pega essa dúvida coloca dentro da mochila e vá assim mesmo. É super possível, fazer o Circuito W com um bom planejamento, pouco tempo e mochila nas costas. P.S Aqui não vou colocar planilha de gastos, tipos de roupas, como funciona o parque, pois dentro deste fórum existem vários relatos compartilhando tais informações. Irei me atentar a fatos que foram determinantes para a realização deste sonho. PREPARACIÓN - Comecei a planejar a viagem em outubro de 2018, iniciei treinos mais intensos e de resistência na academia, li e reli vários relatos, blogs, para montar meu roteiro. Como eu sabia que teria pouco tempo dentro do Parque (4 dias) eu não poderia ERRAR de forma alguma em meu planejamento, entretanto, escorreguei em alguns pontos e vou discuti-los abaixo com vocês. 1. Cuidado ao reservar os refúgios, pois achei os sites das operadoras (Vértice Patagônia e Fantástico Sur) um pouco confusos e acabei reservando para o primeiro dia a área de acampar e não o refúgio propriamente dito. Só chegando lá, fui descobrir o que tinha acontecido, a sorte é que na recepção pedi se havia cama disponível e consegui fazer um Upgrade para o refúgio pagando no Cartão de Crédito a diferença. 2. Eu fiz o Circuito W invertido começando por Pudeto, porém, se teu lance principal for admirar as Torres del Paine, sugiro iniciar por elas. Digo isto pq como eu subi no último dia até o mirador das torres, meu horário estava bem apertado e não pude ficar lá por muito tempo, outro fator é que se o tempo estiver nublado você não terá a chance de optar por ficar mais um dia caso queira admirar as torres. 3. Prepare-se muito bem para fazer todo o trajeto, invista em calçados e roupas apropriadas para a ocasião. Digo isto, porque de roupa eu estava muito bem preparada, porém, de calçado levei apenas uma butina que uso para trabalhar e me ferrei pois acabou machucando meu pé. Então teste antes teu calçado em alguma trilha ou caminhada que seja mais que 4 horas. EMPEZAMOS EL VIAJE!!! Saí de Foz do Iguaçu de Ônibus até Assunção empresa (SOL DE PARAGUAY) e lá peguei um voo até Santiago e de Santiago a Punta Arenas. O Ônibus foi tranquilo com duração +- 6 hrs de viagem e tinha até serviço de bordo. Muita gente quando eu estava montando o roteiro disse que era loucura sair de Assunção, porém, uma amiga minha (THANKS JENNI) me disse que era tranquilo e que dava para fazer de boa o trajeto entre Brasil e Paraguai de Ônibus, fui com a opinião dela e deu certo. Só aí economizei 1.650,00 reais, pois quando comprei a passagem de Assunção a Punta Arenas estava 1500 reais e saindo de SP ou RJ estava em torno de 3600,00 devido ser feriado de carnaval e alta temporada em Torres del Paine. Segue então todo o roteiro do circuito W invertido. Incluindo horários, as estadias em refúgio com o pacote Full Board (alimentação completa: café- da -manhã, lanche para a trilha e jantar) os KM’s percorridos diariamente e algumas fotos da jornada. Aqui alguns links que foram essenciais para este roteiro: http://www.parquetorresdelpaine.cl/upload/images/MaptrekkingPNTP2017.jpg https://www.mochileiros.com/topic/63115-torres-del-paine-novas-regras-em-2017-circuito-w-5-dias-1-relato/ https://borala.blog.br/torres-del-paine-circuito-w-patagonia-chile/ http://escolhoviajar.com/trekkingcircuito-do-w-em-torres-del-paine-da-para-uma-mulher-fazer-sozinha/ http://escolhoviajar.com/torres-del-paine-perguntas-e-respostas/ https://www.fantasticosur.com/blog/useful-information/6135/the-ultimate-torres-del-paine-travel-guide-part-5-lodging/ http://www.verticepatagonia.cl/destino/1/mapa#nav A realização desta viagem só foi possível com uma organização de roteiro com os horários bem cronometrados srsrrssr foi muita pesquisa e perguntei a várias pessoas a medida que a viagem foi ocorrendo para que os horários se encaixassem e deu tudo certinhoooo 😃 Fiquem atentos porque o último ônibus que sai de Puerto Natales para Punta Arenas é as 21 hrs. Se você decidir pegar o último ônibus que sai as 19:45 da Laguna Amarga não dá tempo de pegar o último ônibus até Punta Arenas, então programe-se para sair do parque por volta das 14:45. A experiência é transcendental então por favor, farei um pedido: Vá!!!!! Se permita sentir a garra, coragem e resiliência que existe em você. A Patagônia realmente me ofertou a oportunidade de reconexão comigo mesma e acredito fortemente que ela fará o mesmo por você. Grande Abraço e se ficar alguma dúvida quanto ao que fazer e como fazer no circuito W invertido me inscrevam aqui ou no Instagram: @ayza_camargos. Gratidão!!!
  6. 1 ponto
    Como ir do Brasil a Guiana Inglesa de carro. A Guiana é um dos países que faz fronteira com o Brasil, pode se chegar por terra, como eu fui, pela a cidade de Lethem, partindo de Boa Vista, Roraima. Tem voos até a capital do país, Georgetown, e a língua oficial é o inglês, e tem muitos dialetos. Em Lethem, também se fala ou se entende o português, já que a cidade é repleta dos tupiniquins, aliás, estamos no 4 cantos do mundo. Os brasileiros costumam ir à Lethem, que é uma cidade para o turismo de compras, e fica próximo à Roraima. Lá são encontrados facilmente produtos como perfumes, roupas e alimentos de vários tipos. Como já tinham me convidado várias vezes, decidi ir nessa aventura. Saímos de Manaus em uma Van, (alugamos uma com motorista), saindo para cada pessoa, 550 reais, eramos 10 pessoas. Vale a pena fazer compras em Lethem, como disse acima, perfumes, roupas e alimentos com preços excelentes. De Lethem tem voos para Georgetown, que fica no outro extremo do país, e que guarda os principais pontos turísticos, entre eles, a Catedral de São George e o Museu Nacional da Guiana, porém continuamos de carro, e lembre-se, boa parte das estradas, não são asfaltadas. A cidade é rica em diversidade e é eclética, tem influências europeias, (ingleses principalmente), indianas e ameríndia. Pelas ruas, vários edifícios, e o mercado central Stabroek Market é uma ótima pedida para entender mais sobre a cultura local. Um outro famoso atrativo do país são as Cataratas de Kaieteur, um conjunto de quedas d'água que faz o visitante ter experiências únicas com a 6ª maior cachoeira do mundo, que tem 226 metros de altura. No esporte, a preferência é por um esporte que envolve bolas e tacos, e que lembra bastante o basebol, não lembro o nome no memento. A Guiana é banhada pelo mar, e até tem uma opção para passeio na orla. E para beber, é importante estar atento e preferir água mineral, sempre. Vistos e passaporte: A moeda é o dólar guianense, que vale menos que o real, mas é importante fazer a conversão em dólar mesmo, eles aceitam por lá. Para entrar no país, se for de carro, o acesso por estrada é feito pela BR-401 de Roraima, até a cidade de Annai, e na prática aceita-se somente a carteira de identidade. Mas para prosseguir e ir até a capital, é necessário o passaporte com validade mínima de 6 meses e passagem de retorno. Em viagens turísticas e de negócios de até 90 dias, o visto é dispensado. É importante ressaltar que o automóvel brasileiro precisa de permissão para entrar na país vizinho, e pode ser solicitado no Consulado-Geral da Guiana em Boa Vista. Foi aí que "quase" termina nosso tour, não sabíamos desse detalhe, tivemos que volta a Boa Vista para ir pegar essa permissão, Detalhe: A polícia local, não aceita propinas, cuidado ou serás preso na hora. ATENÇÃO: Maioridade penal e intolerância LGBTQ+ Adolescentes de 16 e maiores de 16 anos são criminalmente imputáveis na Guiana. E caso haja algum incidente com os turistas, deve-se procurar imediatamente os agentes consulares brasileiros para pedir assistência. Além disso, a Guiana é um dos países em que a não há leis de proteção ao público LGBT, e portanto, relacionamentos com pessoas do mesmo sexo são criminalizados sob as penas das leis do país, entre elas, a prisão perpétua.Então fique avisado. Todo o cuidado é pouco. Alimentação: Super barato. Em 10 dias, eu não gastei com alimentação e estadia, 1500 reais, comi de tudo, bebi muito e me diverti. Total dos gastos: em 13 dias, contando desde a saída de Manaus, até Georgetown. Van: 550 reais Alimentação + bebidas: 795 reais Hospedagem: 700 reais
  7. 1 ponto
    Essas passagens podem ser compradas até na hora mesmo, na hidroelétrica ou em Aguas Calientes. Custa uns 40 dólares por trecho.
  8. 1 ponto
    @_Umpdy Muito bom e muito esclarecedor! Mas respondendo: Eu pretendo fazer outras trilhas. Mas nenhuma será tão pesada quanto essa! 210km será a primeira e ultima vez. E levar equipamento para ficar mais de 4 dias eu também duvido que eu vá fazer novamente! Mesmo que eu resolva ser frequente nas trilhas e resolva fazer trilha bastante radicais, será 2 vezes ao ano e olhe lá! O meu problema é que a trilha que eu vou fazer, eu vou colocar a culpa em tudo que não for o indicado... Quer dizer, mesmo com a Deuter eu vou fazer esforço. Vai ser em média 15 quilos na mochila e não vai ter o que fazer... Eu tenho medo que depois dos 20km eu comesse "Porque eu não comprei Deuter?"... Mas grilos de lado, a minha impressão que eu tive no forum que a Quechua não ganha da Deuter, porem não perde em nada! Claro, o post era para mochilão e mochilão tem seu grau de dificuldade muito menor! Outra coisa que eu gostei da Quechua é a barraqueira e o apoio da lombar que é flexível para se moldar a deformação dos quadris... Depois da minha aventura, se eu sobreviver eu comento aqui o que achei! Abraços
  9. 1 ponto
    Ótimo! Faltam informações sobre como visitar esta região. Quase sempre mostram o turismo de artistas em hotéis de selva luxuosos e com todos os passeios incluídos. Vou acompanhar, juntar as informações e planejar. Obrigado!
  10. 1 ponto
    A esse preço ta um pouco complicado, só umas barracas fraquissimas da nautika, ou aquelas barracas de supermercado que só faltam desmontar na primeira chuva forte rs. A melhorzinha que vc poderia achar com uma faixa de preço dessas seria a nord outdoor summit. Eu te recomendo procurar em sites de compras como olx ou mercado livre, vc pode acabar encontrando algum modelo melhor da nautika (a falcon 3 por exemplo serviria bem pra vc) usada, ou alguma da guepardo (tem a Atena e a vênus, são básicas mas dão pro gasto). Com mais sorte ainda vc acha alguma da quechua usada, a esse preço (mas tem que ver se ela é de qualidade e não está acabada) Infelizmente com barraca a gente tem que gastar um pouco, se não quiser passar perrengue, mas, palavra de quem já perdeu um notebook pra chuva dentro de barraca, o investimento vale a pena.
  11. 1 ponto
    Muito obrigado,irei procurar barracas com esses requisitos.
  12. 1 ponto
    De jeito nenhum. Essa coluna (600mm) só serve pra pequenas garoas e olha lá kkkkkkkkkkkk Se tratando de chuva, vc tem que se atentar para a coluna d'água, amigo. E coluna d'água abaixo de 1000mm não aguenta muita coisa não. Pros padrões brasileiros de chuvas tem que ser algo entre 1.200 a 2.500, já segura uma água mais forte. Te passar um padrão aq
  13. 1 ponto
    Uns 150 ai no maximo,pode ser de segunda mão tbm.
  14. 1 ponto
    Depende. Quanto pode (ou pretende) investir?
  15. 1 ponto
  16. 1 ponto
    Nunca tive problemas com a TAP... não é uma companhia top de linha, mas acho melhor que a Air Europe, por exemplo. E prefiro mil vezes desembarcar e fazer imigração em Lisboa que descer em Barajas! Saindo da minha cidade... em 8 horas estou na Europa. Agora vem a pergunta, essa galera fala mau das companhias populares esta disposta a pagar o preço de uma KLM por exemplo? Ninguém quer... kkk
  17. 1 ponto
    @WilKyo Não conheço Málaga e Valencia ainda,mas vou conhecer nesse verão, porém é muito pouco tempo para ir a Lisboa, que como Madrid tem muitos palácios ao redor,inclusive o que nasceu e morreu d Pedro.Sugiro ir conhecer em outra vez,com pelo menos,1 semana.
  18. 1 ponto
    Somente para descontruir um pouco certas ideias... Geralmente o viajante usa blogs como suporte para montar seu roteiro ( e o blog logicamente tem dezenas de custos para estar ali bonitinho lhe oferecendo todas aquelas dicas). Ai você parte de um simulador que esta la no blog em que fez suas pesquisas, como a Go Euro(hoje Omio),a Rail Europe, a Kaiac... e na hora de comprar as passagens e hospedagens vai comprar direto no site da companhia? Pagando exatamente o mesmo preço que pagaria comprando pelo simulador! Quando você usa o simulador de um blog (seja para passagens ou hospedagens ou compra de passeios), você não pagara a mais por isso. E dessa forma você ajuda financeiramente a manter a sua fonte de informações on line porque uma parte do valor que você paga é revertida para o Blog. É uma forma de remunerar um serviço que esta sendo prestado a você sem que haja qualquer prejuízo, afinal você paga a mesma coisa. Agora se você me diz que um ingresso da Eiffel vale mais a pena comprar no próprio site da atração eu concordo! O ingresso de um museus... ok! É só uma tentativa de mudar essa cultura de não pensarmos coletivamente.
  19. 1 ponto
    Deu a louca na gente. Cansados da rotina, eu e a Marlene trocamos nossa casa por um apartamento pequeno, trocamos nosso conversível por um SUV, abandonamos a empresa para os funcionários administrarem e partimos para desbravar o Brasil, rumo a Fortaleza (CE), onde encontraríamos com nossos filhos e noras, que iriam de avião passear, quarenta dias após nossa partida. Sessenta e quatro dias de viagem de carro, mais de treze mil quilômetros percorridos e 205 horas dirigindo (quase nove dias no total), passando por nove estados e 85 lugares visitados, partindo de Chapecó (SC) e culminando em Jericoacoara (CE). Abaixo fotos de alguns dos melhores lugares que visitamos, alguns deles desconhecidos pela maioria. Morro do Campestre em Urubici, com esta interessante formação rochosa. Morro Santo Antonio, em Caraguatatuba, tem esta linda vista, do alto da rampa para saltos de asa delta. Paraty é muito linda, com seu casario histórico. Praia do Caixa d'aço em Trindade, próximo a Paraty, uma piscina natural acessada por uma trilha ou de barco, muito legal. Praia do Forno, em Arraial do Cabo, tem uma das mais belas vistas do país. Alto do Pico da Bandeira, em Pedra Menina (MG). Em Ilhéus ficamos em uma Pousada na beira da Praia dos Milionários, muito legal! Cachoeira da Fumaça, na Chapada Diamantina. Tirei esta foto enigmática na beira de uma pedra, sem proteção alguma, com 400 metros de queda livre até o chão. De tirar o folego! Cachoeira do Buracão, na Chapada Diamantina, o melhor dia da viagem, vale a pena! Visitamos a Cachoeira do Buracão por baixo e por cima. Lençóis, na Chapada Diamantina, tem muito charme à noite. Vista do alto do Morro do Pai Inácio, na Chapada Diamantina. Poço Azul, na Chapada Diamantina. Poço Encantado, na Chapada Diamantina. Em Fortaleza encontramos com nossos filhos e noras, que foram para lá de avião, e com nosso compadre que mora lá. Daí fizemos alguns passeios nas praias, como Canoa Quebrada, na foto. Pedra Furada, em Jericoacoara. A noite em Jeri é muito legal, gostamos muito da balada ao por do sol no Café Jeri. Falésias em Morro Branco (CE). Já na viagem de volta, passamos por João Pessoa, onde fizemos o passeio de barco até o Picãozinho. Em Maceió ficamos só descansando e procurando apartamento, pois pretendemos morar lá. Em Guarapari fizemos a trilha do Morro do Pescador, para a Praia do Ermitão, muito legal. Em Búzios fizemos um passeio de barco muito legal. Praia da Ferradurinha, em Búzios, uma das mais belas do Brasil. Virou o hodômetro do computador de bordo... 13.043,5 km percorridos... Quem quiser uma visão mais detalhada da viagem pode acessar o álbum que criei no Facebook, com fotos de todos os lugares visitados, com descrição em cada uma, no link a seguir. facebook.com/luciordbandeira/media_set?set=a.1298889086919382&type=3
  20. 1 ponto
    @Cleber Vieira esse é um tipo de viagem que muitos tem vontade de fazer e nao fazem... conte-nos mais sobre essa trip! Parabéns!
  21. 1 ponto
    Parabéns pela aventura e que legal saber que vc teve experiências positivas no warmshowers. Faz anos e anos que eu participo como anfitriã e estou quase desistindo pelas experiências negativas que tive recentemente. Totalmente de acordo!
  22. 1 ponto
    Parabéns pelo passeio! Como nosso país é lindo. Fiquei impressionada com a mudança radical de Chapecó a Maceió! Que corra tudo as mil maravilhas nessa nova aventura!
  23. 1 ponto
    Sucre: os museus, as zebras e o parque cretácico. Memórias de um turista. Novamente gostaria de pedir desculpas pelo tempo sem postar. Muitas das minhas memórias estão salvas no meu caderninho. Como em algum momento parei de anotar, tenho medo disso prejudicar a qualidade do meu relato futuramente. Problemas futuros. Rs A data era 16/05/2015. Tinha cruzado a fronteira dia 13. Seguindo as orientações do Allan, fui ao centro da cidade ver museus e outros monumentos. Antes disso, passei em um parque que tinha uma mini torre Eiffel, vista abaixo. Ironicamente, duas outras francesas nesse parque. Dessa vez não tão simpáticos. Tudo bem que eu sou uma pessoa estranha as abordando na rua, em um país desconhecido, pedindo para falar inglês e tratando chamando França de Paris. Mas sob uma perspectiva individual e nada construtivista/reflexiva, acredito que não faça sentido esse comportamento tão negativo por parte delas. Vivendo e aprendendo, errando e se fudendo. Com o perdão do termo. Torre Eiffel de Sucre. Mais acessível que a original. Já na praça central da cidade, sozinho, percebi que muita coisa ali estava fechada. Uma das exceções foi a Casa da Liberdade. Esse é um museu contando um pouco da história da Bolívia e a influência de Simão Bolívar e Antônio Sucre em seu processo de independência. Também mostrava a bandeira dos povos andinos da Bolívia, que é totalmente colorida. A Whipala. Bom, sobre essa bandeira não falarei muito para não correr risco de dizer besteira. Mas para os curiosos de plantão, peguei um link que considerei interessante: http://desacato.info/conheca-o-significado-das-cores-da-wiphala-a-bandeira-da-unidade-dos-povos-andinos/ Observe que a bandeira tem a cor branca, diferente da LGBT. Acho que esse museu me fez pensar muito em como muitas vezes menosprezamos na nossa cultura sul americana. Mas esse tipo de reflexão, acredito que é muito pessoalizada. Afinal, viajar proporciona diferentes experiências para cada pessoa e naturalmente diferentes reflexões. Mas só uma coisa bizarra que notei comparando minha experiência na Bolívia com a de ter ido para França. Na Bolívia, o turista não quer se misturar com o povo nativo. Na França, é o povo nativo que não quer se misturar com o turista. Não quero ser injusto, acho que cada experiência individual é diferente. Mas é interessante pensar em como esses comportamentos sociais são moldados. E como eles variam de país para país. Ou de diferentes cidades e regiões.. Gastei todo meu dia no museu. E nessas reflexões. A praça central era cheia de pombos. Não muito diferente da minha cidade. Em alguma parte do meu caminho vi pessoas fantasiadas de Zebras, sendo hiper simpáticas, interagindo com pessoas na rua. Essas zebras faziam parte de uma campanha de transito para conscientizar motoristas a dirigirem melhor. No final do post, uma sequência de fotos. Praça central cujo nome não me lembro. Muitos pombos. Fácil de achar. Amiga zebra e eu. No domingo, fui ao Parque Cretácico. Sim, a Bolívia tem um sitio arqueológico aonde foram descobertas pegadas de dinossauros na América do Sul. Acredito que para quem vá a Sucre, vale a pena. Do conteúdo do parque, também não vou falar muito. Deixo para quem for. Acredito que tenha sido o primeiro lugar que visitei com um empenho maior e preparo para turistas. O que me deixa triste é saber que se tratava de uma empresa privada, e não de algo realizado pelo estado.. Apenas uma lembrança do parque cretácico. Voltando a casa do Allan, acabei parando com sua família na casa de outro Brasileiro que morava na Bolívia, amigo deles. Confraternização gostosa em meio a cachaças. Outra coisa que esqueci de mencionar. Toda noite ia ao Bar do Jelson de novo. Pude conhecer algumas figurinhas interessantes. Uma menina do Cazaquistão (sábado) e o casal de argentinos que viajava na Kombi falado no post passado. Acho que eles acabaram desistindo da internet. Ou da aventura. Mas para maiores informações tem o link: https://www.facebook.com/lakombiviaja/ Produtos vendidos pelo casal Busquei com o irmão do Jelson uma recomendação de hostel em Potosi. Em meu ultimo dia em Sucre, visitei vários museus ali mesmo pelo centro. Me desculpem, mas não me recordo os nomes deles. Apenas do museu de anatomia humana. Coisa de profissional de saúde. Me disseram que o cemitério da cidade era bonito, mas não acho que seja algo realmente atrativo. Pela noite de segunda, me despedi de todos da casa. Agradeci a estadia. Tomei um táxi até a rodoviária. De lá um ônibus. A principio não havia lugar no ônibus. Mas por um preço especial, pude ir na cabine de descanso do piloto, como estou mostrando na foto abaixo. Notas sobre a Bolívia: na Bolívia tudo es negociable. Já disse isso antes, favor não esquecer. Vagão especial Por hoje fico por aqui. Minha estadia em Sucre é rica em registros. Espero que ajude alguém, de alguma forma. Posso postar mais fotos dos lugares descritos se quiserem. Valeeu
  24. 1 ponto
    @Cleber Vieira O seu relato termina aqui....isso não pode acontecer, você deve ter muita história para nós curtimos aqui. Não nos abandone!
  25. 1 ponto
    O Waze sempre conectado foi a chave de tudo, mas passei por dois pontos de radar manual com pistolas, um o Waze avisou e pude diminuir antes de passar, o outro dei sorte de passar atrás de outro carro, pois eu vinha ligeirinho...
  26. 1 ponto
    A canoa ainda continua quebrada. Em 1989 estive em alguns lugares que vc postou fotos. ..e retornei algumas vezes. Esse Brasil é demais mesmo!! Você precisa ganhar um prêmio : 13.000 pelo Brasil sem ser multado.
  27. 1 ponto
    @geovanih A situação da Argentina está muito mais complicada que a nossa. Não vejo o Peso Ar valorizando no ano que vem(já recorreram até ao FMI pois ninguém quer emprestar dinheiro para eles). Pelo contrário, se o governo voltar para as mãos da Cristina (ela está na frente nas pesquisas), acho que moeda deles vai ficar igual a da Venezuela. O que "pode" acontecer" é o Real valorizar forte neste ano, se as reformas forem aprovadas aqui.
  28. 1 ponto
    Sim, esse é um dos pontos do meu nervosismo. Hoje a gasolina está 43 pesos, se não fosse a despencada do peso que começou em maio passado, acredito que ele estaria valendo uns 30% mais. Dessa forma o litro da gasolina estaria uns R$ 5,30. Bem complicado viajar pela imensa Ar com este valor. E, meu receio é que com o fim do governo Macri este ano, haja uma valorização do peso ano que vem. Por isso está me parecendo que o negócio é ir para a Ar este ano, pq a partir do ano que vem pode estar muito mais caro. Fábio desculpe o off topic
  29. 1 ponto
    @geovanih O problema é que a inflação não oficial na Argentina explodiu, o que encobre o efeito de câmbio ao nosso favor. Duro é pensar que a uns 10 anos atrás paguei R$0,80 o litro da gasolina na Patagônia argentina.
  30. 1 ponto
    ☺️ não li este post. Mas Fábio, não sei se está acompanhado, a cotação está um pouco melhor atualmente. Mais de 11 por 1. Ta me deixando nervoso, parece ser um ótimo momento para ir para a AR, não sei até quando ficará assim. http://www.dolarhoy.com/
  31. 1 ponto
    Lembro como se fosse hoje da minha ansiedade pré-viagem, então sei como deve estar se sentido. O que posso dizer é, tente desencanar da ansiedade e vá tranquilo. Foi minha primeira viagem deste tipo no ano passado, também passando pelo norte da Argentina, Atacama, costa chilena e retornando por Mendoza, e deu tudo certo. Os comentários e incentivos de colegas aqui do forum, nos últimas dias antes de partir, também ajudaram muito. Então só posso retribuir: vá e curta a viagem!
  32. 1 ponto
    @lourencobj Legal cara, parabéns! Eu faria, Amsterdam (da pra fazer outros bates voltas ou paradas no caminho de Bruxelas) Bruxelas e Paris somente. Tipo, 5 noites em cada, sem correria, roteiro enxuto. Boa viagem!
  33. 1 ponto
    @Adriana T-Tresch Olá, Adriana! Muito obrigado pela explicação! Eu não fazia ideia que era um parque, eu montei esse roteiro meio que sem uma pesquisa mais profunda, até porque eu não conheço nada na Holanda, tirando Amsterdam e Rotterdam que são os locais que mais ouço falar. Vou dar uma pesquisada melhor então e reorganizar meu roteiro, mas desde já, agradeço!
  34. 1 ponto
    @Michelle Galvão Vá sem expectativas e voltará repleta de boas experiências,como eu e outros voltamos.Problemas há, mas aonde não há? Fui ver se eram um pouquinho sinceras as barbaridades perpetradas pela extrema direita na campanha do ano passado. Como a Sary, meu interesse é a história, e fiz a verdadeira história, ao menos para mim.Você terá a sua,cada viagem é um aprendizado,bom "estudo" para você.
  35. 1 ponto
    Camila, não sei porque, mas ele não tá aparecendo pra mim na pesquisa do Booking. Pesquisa no google por "hotel brussels last minute low cost" que aparece.
  36. 1 ponto
    Com o feriado de 7 de Setembro se aproximando, eu e mais 3 amigos começamos a nos preparar para fazer a subida à Pedra da Mina via Fazenda Serra Fina, não fazendo ideia do que nos esperava. Moramos em Barbacena, e a viagem de carro até o pacato município de Passa Quatro (MG) demora em torno de 4 horas, mas o acesso à fazenda é por uma estrada de terra que nos toma mais 1h15min...enfim, saímos de Barbacena por voltas das 3h50 minutos, enfrentamos as precárias estradas do sul de MG, paramos em Pouso Alegre para tomar um café da manhã reforçado e seguimos para enfrentar a mais precária ainda estrada de terra que dava acesso à Fazenda Serra Fina. A estrada é bem sinalizada, então não houve grandes dificuldades para chegar até a fazenda, principalmente usando o GPS. Chegando lá por volta das 9h30, pagamos R$20,00 à senhorinha que mora na fazenda, assinamos um livro que é para controle de quem entra e sai da trilha, nos arrumamos e iniciamos a trilha por volta das 10h. A placa que marca o início do caminho passa uma ilusão gigantesca de que a subida até o pico leva 5h, o que nós realmente acreditamos veementemente e achamos inclusive que dava para abaixar esse tempo (iludidos 😓). A primeira parte da trilha é muito tranquila, basicamente um caminho por mata fechada (bem fechada, alguns pontos é até difícil ver a trilha), com alguns pontos de lamaçal e riachos, mas todos com algumas pedras que auxiliam na passagem. Após 30 min de caminhada tranquila, chegamos à cascata, com uma água cristalina e um visual sensacional. Após atravessar pelas pedras, bem escondido no canto esquerdo da outra margem do rio, tem um acesso à uma cachoeirinha que nos brinda com esse visual SENSACIONAL. Perdemos uns 20 minutos ali descansando, tirando fotos, hidratando e checando a trilha no WikiLoc (app que recomendo muito, inclusive, baixamos a trilha antes de sairmos de casa e nos ajudou muito). Na cascata também existem muitas abelhas pretas, que não têm ferrão, mas grudam no cabelo e tem uma mordida muito doída. A trilha a partir daí começa a exigir muito mais do físico, já que começa uma subida já com traços de escalaminhada, muito íngreme e muito longa (realmente parece que nunca mais acabar). É válido lembrar para levar um calçado adequado, pois a terra e o capim tornam a trilha muito escorregadia. Após esse primeiro "susto" com a necessidade física da trilha, chegamos num primeiro local de acampamento, onde paramos para almoçar e abastecer nossos recipientes de água numa bica que tem por lá (a água é geladinha e tem um gosto sensacional, a vontade era encher algumas garrafas para levar para casa), já que segundo o WikiLoc e alguns relatos, ali é o último ponto de água antes do cume (e a informação realmente procede, a travessia toda se destaca pela escassez de pontos de água). Ali tinham alguns grupos de trilheiros que almoçavam e conversavam, e todos eles nos disseram que a pior parte da trilha estava logo a frente (o que muitos relatos também confirmavam). Após uma parada de mais ou menos 1h para almoço, descanso e abastecimento de água, seguimos viagem já preparando o psicológico para enfrentar o temido "Paredão do Deus Que Me Livre", e o paredão faz jus ao nome ! Estávamos animados com o horário, já que segundo o WikiLoc, fizemos praticamente metade da trilha em questão de distância em 2 horas, mas ao observar o que nos esperava, vimos que a trilha mal havia começado. O subidão é praticamente do começo ao fim uma escalaminhada muito pesada, em alguns momentos exigindo inclusive uma certa experiência com escalada. É bom sempre ficar atento aos totens e às marcações reflexivas, pois alguns pontos da subida possuem várias bifurcações e é realmente muito fácil se perder. Sempre que possível, parávamos em algum lugar para descansar e hidratar, mas o cansaço bateu forte do começo ao fim, pensamos em desistir algumas (muitas) vezes. Terminando o subidão da Deus Que Me Livre, demos de cara com o Morro da Misericórdia, que era igual ou pior ao anterior. A essa altura, o psicológico bate forte, muitas pessoas montam equipamento ali mesmo, ou um pouco mais a frente, dentro da mata no vale, aonde tem uma área de acampamento em uma área de mata fechada; mas resolvemos continuar. Após chegar ao fim do Morro da Misericórdia, com as pernas e os ombros pedindo arrego, nos deparamos com mais uma caminhada considerável até chegar no pé do morro da Pedra da Mina, aonde montaríamos acampamento. Andamos devagar, ainda nos recuperando das duas subidas absurdas que havíamos acabado de vencer, mas chegamos à área de acampamento por volta das 17:10, montamos acampamento rapidamente e subimos ao morro sem mochila para acompanhar o por do sol, o que com certeza valeu muito a pena. Lá de cima é possível ver claramente o belo Vale do Rhua, o Pico das Agulhas Negras e alguns vários municípios da região, a vista é DESLUMBRANTE, por um instante até se esquece o esforço feito para chegar até ali. Após ver o por do sol, descemos para nos alimentar e ir dormir. Colocamos algumas roupas secas, já que as da trilha estavam encharcadas de suor e o frio já estava começando a dar as boas-vindas, fizemos um macarrão com frango desfiado usando o fogareiro a álcool, apreciamos o belíssimo céu estrelado com direito até a chuva de meteoros e fomos dormir. Nosso "rango", que deu uma sustância muito boa e ficou pronto rápido Acordamos por volta das 5:30, desmontamos acampamento e andamos um pouco até o pico do Morro da Misericórdia, para afastar-nos um pouco do frio. Lá no pico, tomamos café com uma vista deslumbrante do vale, e por volta das 7:00 começamos a descida da trilha, que é tão doída quanto a subida. O joelho dói muito na descida, já que boa parte da trilha é escalaminhada e descidas muitos íngremes, um bastão de caminhada é ESSENCIAL para a volta. Chegamos até a área em que almoçamos na subida, descansamos por mais ou menos 1h e repusemos a água na bica para continuar a descida. Chegamos à fazenda exaustos por volta das 11:30 e embarcamos no carro para a volta para casa e o merecido descanso. Nossa vista do vale durante o café da manhã A trilha exige MUITO preparo físico, equipamento bom (principalmente calçado, bastão de caminhada,barraca, isolante térmico e saco de dormir para -10ºC) e exige também muito preparo psicológico, mas com certeza valeu muito a pena. A vista durante toda a trilha é sensacional, o céu noturno no alto do pico é inexplicável e a experiência como um todo é sensacional. Da próxima vez, pretendemos fazer a travessia de 4 dia da Serra Fina, começando pela Toca dos Lobos, mas até lá ainda vamos nos recuperar por um bom tempo 😅😅😅. O frio castigou durante a noite ! ❄️❄️
  37. 1 ponto
    Pessoal, vou contar pra vcs como foi minha experiência de viagem sozinha pelo Vietnam, chegando pela Malásia e dando uma passada no Camboja. Minha viagem foi em agosto/16, com duração de 28 dias. Primeiro de tudo, comprar a passagem. Passagens do Brasil direto para o Vietnam costumam ser bem caras, algo na casa de R$8.000,00 para voar na classe econômica, ou seja, surreal! Então, o esquema é pegar uma passagem barata saindo do Brasil para qualquer destino próximo, no meu caso foi pra Kuala Lumpur na Malásia (voei de Ethiopian por R$2.900.00 com taxas, fazendo escala em Adis Abeba. Serviço de bordo razoável, entretenimento de bordo ruim, aeroporto Adis Abeba ruim (fui parada, pegaram meu passaporte, me ameaçaram de fazer revista antidrogas, no final das contas, me liberaram, mas confesso que suei frio! Na próxima vez, pagarei um pouquinho mais pra ir pela Qatar), e a partir de lá procurar as boas e velhas cias low cost da Ásia, no meu caso foi a Air Ásia, achei passagem por até U$17,00 pra voar da Malásia pro Vietnam! Kuala Lumpur – Malásia (2 dias) Já que fui até Kuala Lumpur, dediquei 2 dias pra conhecer a cidade. Cheguei no final da tarde no aeroporto e cheguei na cidade já era noite, pois o aeroporto é bem afastado. As possibilidades para se locomover do aeroporto são taxi (nem vi o preço, mas sei que não seria barato, considerando a distância), trem (custa MYR40,00 – aproximadamente R$40,00) e ônibus (MYR 10,00, aproximadamente R$10,00). Fui de ônibus, claro! O ônibus e o trem param no mesmo lugar, só que por um quarto do preço (só descobri isso porque um local me ajudou). Fiquei no bairro Butik Bintang (Simms Boutique Hotel, barato, razoável pelo preço), região movimentada, perto de restaurante, mercados noturnos, baladas, lojas, etc. Dia 1 de Kuala Lumpur, fui até Batu Caves, é um complexo de 3 cavernas, que são tipo templos religiosos hindus, muitos indianos circulando por la. Na caverna de Murugan (a principal) a entrada é de graça, mas é meio mal cuidada, a Ramayana cobra MYR 5,00 (R$5,00 aprox.) e é uma gracinha, bem cuidada, vale a pena pagar pra visitar, já a Dark cave oferece uma ‘mini expedição’ por uns R$30,00 aproximadamente, preferi não pagar e tbm tinha uma fila grande de uma hora e meia de espera, então eu deixar passar. Na sequência fui até a City Gallery, onde tem o icônico I love KL, legal pra tirar fotos. Tem uma grande maquete da cidade, bem interessante, custa uns R$25,00 pra entrar e o pessoal atendente dá muitas dicas sobre o que fazer na cidade, depois vc reverte a grana da entrada em desconto nos souvenires. Passei por Chinatown, como toda Chinatown, várias quinquilharias e falsificados. Tbm visitei o Central Market, bom pra comer e comprar alguns souvenires. Madeka Square, algumas construções importantes ficam ao redor, mas pro meu gosto nada impressionante. Acabei a noite jantando em Jalon Alor, comida local de rua, recomendadíssimo. Dia 2, KL Centre pra visitar a Petrona Towers, são as famosas torres gêmeas, toda a região ao redor é muito bonita, um lindo jardim. Desci até a Menara Tower, é uma torre de observação, mas ao chegar lá não achei que valia a pena pagar os MYR 115,00 pra subir no observatório. E esta foi minha breve passada pela Malásia, não me demorei mais por aqui por duas razões: metrópoles não são meu estilo de turismo eeee meu foco é o Vietnam. Ho Chi Ming City – Vietnam (2 dias) Voo da Air Ásia de KL pra Ho Chi Ming. Comprei chip de celular ao chegar no aeroporto (VD$260,00), peguei o ônibus/shuttle no aeroporto, bem barato VD$20,00 (+-R$3,00) e desci quase na frente do hostel (Hostel Phan Anh, U$8,00 para quarto feminino, staff prestativo e ágil na contratação de passeios, café da manhã super bom e uma cerveja no final do dia. Ou seja, ótimo e recomendadíssimo!). HCMC dia 1 – Passeio no Cu Chi Tunnel, são os famosos tuneis subterrâneos vietcongues, relíquias de guerra. É possível entrar em alguns deles, e é simplesmente claustrofóbico, super apertados (e olha que foram alargados pra receber turistas, e eu sou pequena e me senti presa), e é MTO quente! É impressionante o instinto de sobrevivência dos vietnamitas, famílias inteiras viviam nestes tuneis, e muitas crianças nasceram neles! Pra quem gosta, é possível dar uns tiros com vários tipos de armas, incluindo metralhadoras, é só comprar a munição. Isso não me atrai muito, por isso não tentei, além de achar meio bizarro. A noite fui desbravar a culinária local, todos os lugares se parecem meio ‘sujinhos’, escolhi o que tinha mais locais comendo, e me joguei. O prato era um caldo com algumas carnes não identificadas, folhas e noodle. Era bom! HCMC dia 2 – Subi na garupa de uma scooter e me joguei num dos trânsitos mais caóticos do mundo. No transito de lá não existe lei, regra, preferencial, nada disso, mas incrivelmente tbm não existem acidentes. Atravessar a rua então é adrenalina pura, a dica é: não corra, não pare, não recue, apenas vai, vai caminhando, levanta a mão pra ser visto, faz contato visual pra ter certeza que te viram, quando vc perceber já estará do outro lado. Visitei o War Remnant Museum.... Gente, é muito triste! A guerra deixou cicatrizes enormes no país. Sai do museu com o coração partido. Os vietnamitas são tão amáveis, é difícil conceber como aquele povo tão hospitaleiro pode ter sido agredido de forma tão cruel. E fiz um tour geral nas demais construções históricas da cidade, Opera House, Notre Dame Catedral, Post Office, Reunification Palace, People Committoe. Onde é possível observar que a cidade renasceu, e é um mix do antigo com o moderno. Conheci um restaurante que chama Bon Cha, ótimo! Bom Cha é um prato típico, tipo uma sopa de noodles e carne suína. Preço bom, local bonitinho! Recomendo! Delta Mekong – Vietnam (2 dias) O Delta do Mekong fica bem ao sul do Vietnam, é simples, colorido, onde a vida passa devagar. É um passeio turistão de 2 dias, onde é possível visitar algumas ilhotas, conhecer um pouco das tradições locais, tais como a fabricação artesanal de bala de coco, fabricação artesanal de noodles, fazendas com plantações de frutas tropicais, fazenda de abelhas, mercado flutuante, etc. Tipo coisa pra turista ver mesmo, mas acho que vale a pena, principalmente pra quem tem pouco tempo. Jantar no San Than Restaurante, super agradável, na beira do rio com lanternas, preço justo, provei o peixe a moda Mekong, é um peixe inteiro frito, servido com papel de arroz e alguns vegetais. Recomendo! Siem Ripe – Camboja (3 dias, sendo um de deslocamento) Neste ponto meu roteiro foi um pouco bagunçado, deveria ter ido pra Camboja antes de entrar no Vietnam, mas já que não o fiz, resolvi não perder a oportunidade e ir de qualquer jeito, mesmo que isso significasse perrengue. E foi perrengue mesmo. Passei dois dias lá. Peguei um busão pra ir pra Camboja (conselho: não façam isso. Vá de avião!), foram 14 horas ao todo, 6 horas até Phom Phem, duas horas de espera ali, e mais 6 horas até Siam Riep. O hostel que fiquei chama-se I BED (meia boca, mas pelo preço foi ótimo U$5,00). Em SR tudo funciona na base do dólar, então nem vale a pena pegar moeda local. Dia seguinte contratei um tuc tuc (U$13,00 por um dia inteiro de passeio nos templos de Angkor). Os templos são “UAUUUUU” lindos, vale a pena conhece-los, pois afinal de contas, Angkor é a maior construção religiosa do mundo! O que mais me impressionou foi o templo de Tah Phrom, é onde foi gravado o filme Tomb Rider, as raízes das arvores de seda envolvem o templo, é realmente impressionante, muito impressionante, eu adorei. Bayon tbm é bonito, é o templo das várias faces de Budah. E o mais aguardado, Angkor Wat, lindas fotos no espelho d’agua com o templo ao fundo. Angkor Wat me parecia mais grandioso nas fotos, ao vivo ele não é tãooo grande, mas é muito bem conservado, é o que tem melhor conservação. E é claro, turistada aos montes! Eu acho que um dia de templos é bem suficiente, em um dia é possível fazer os templos principais, que é o caminho mais curto. O caminho mais longo tomará dois dias, na minha opinião, um pouco demais. Pois, depois do terceiro templo já começa a ficar um pouco repetitivo. Tanto que no meu segundo dia resolvi ficar andando na cidade, fui nos mercados, no palácio real, almocei na Pub Street, comi no Easy Speaking, provei o Camboja BBQ, vem alguns molhos, uma chapa e várias carnes, podendo optar por algumas exóticas, tipo crocodilo e cobra. Aliás, a carne de cobra eu achei péssima, dura, borrachuda. Pra retornar ao Vietnam fui de avião, claro! Voei pela Angkor até HCMC, um aviãozinho bem pequeno, pra quem tem medo de voar, seria um teste cardíaco! De HCMC peguei um bus pra Mui Ne, 4 horas de descolamento. Mui Ne – Vietnam (4 dias, sendo 1 de deslocamento) Mui Ne é uma região de praias com vários hotéis a beira mar. É a praia ideal para a pratica de Wind surf, já pra tomar banho de mar e curtir o sol, é bem decepcionante, pois a praia é concretada, a faixa de areia é bem curtinha, e o mar não é límpido como na Tailândia por exemplo. A primeira noite fiquei hospedada no Coco Sand (U$12,00), o staff era simpático e esforçado, mas como a praia era ruim pra tomar banho me fez falta uma piscina. Fiquei uma noite só neste hostel e depois me mudei pra um spa que chama Green Hills (U$15,00), bem mais estruturado, com uma piscina ótima, que estava exclusiva pra mim. A noite tem vários restaurantes a beira mar que tem frutos do mar frescos, eles tiram do aquário e preparam na hora, por um preço bem amigável. Também conheci um restaurante mexicano que se chama El Latino, quesadilha muitoooo boa, ambiente bem agradável, com preço bem razoável. No segundo dia fiz um passeio (U$6,00) pelo chamado caminho das fadas, é um riozinho de agua morninha que corta um vale de areias coloridas, vermelha, laranja, amarela, branca.... Uma parada nas dunas de areias brancas, um visual super bonito, dá pra alugar quadriciclos pra andar nas dunas, eu preferi ir de carona, o motorista te larga na duna e da pra ficar um tempo lá curtindo o visual, depois ele vem e te busca. Da pra ir duas pessoas no mesmo quadriciclo, além do motorista. Outra parada é nas dunas de areias vermelhas, não são bonitas como as brancas, mas dá pra brincar de ‘sky bunda’. Quando vc chega vem uma criançada louca querendo te alugar o ‘sky’ que nada mais é que um pedaço de plástico, eles quase brigam entre si pra ver quem chega primeiro e aluga o material primeiro. E claro, te cobram gorjeta pra tudo, pra te mostrar a duna boa, mesmo que vc não tenha pedido a ajuda deles. E, dizem que tem que ter cuidado com a criançada, pois existem casos de roubos. Ao todo gastei 4 dias em Mui Ne, considerando o deslocamento, e isto foi demais, deveria ter ido embora um dia antes. Pois não se tem muito mais o que ser fazer por lá, e depois do segundo dia se torna entediante. Sleep bus rumo a Nha Trang, de 4 a 5 horas, preço: uns VD$230,00. Nha Trang – Vietnam (2 dias) Nha Trang é tipo a Balneário Camboriú do Vietnam, só que é melhor que BC, bem melhor! Fiquei num hotel perto da praia, Pho Bien Hotel, só que peguei o quarto compartilhado barateza (U$12,00), tipo péssimo! Só vale a pena mesmo pq é pertinho do mar. Praia muito movimentada, muitos hotéis, restaurantes, uma enorme faixa de areia repleta de espreguiçadeiras e sombreiros. A praia em si é bem agradável, boa pra tomar banho. Pra usar as espreguiçadeiras basta consumir algo dos bares e restaurantes as quais pertencem, mas tem q comer e beber, regra bizarra, senão eles querem cobrar aluguel pra usar, o bom é que não tem consumo mínimo. Jantei em um lugar que chama La Varanda, VD$200,00, tem vários aquários com frutos do mar frescos, vc vai lá, pega tudo o que tem direito e o pessoal do restaurante prepara na grelha na hora e traz pra vc na mesa. Além do buffet que tbm está incluso. Eu que adoro mexilhões e camarões, me esbaldei! No dia seguinte fiz um passeio de barco em algumas ilhas próximas, primeira parada num aquário horroroso! Depois para em alguns locais pra snorkell, tem entretenimento de bordo com música e etc. Achei muito engraçado como o pessoal gosta de cantar (tem karaokê pra todos os lados na cidade), e no entretenimento do barco, as pessoas quase brigavam pra ver quem pega o microfone pra cantar, pois eles realmente adoram! De modo geral, o passeio é meia boca, vale mais a pena curtir a praia nas espreguiçadeiras mesmo. Embarquei no sleep bus rumo a Hoi An, 12 horas de viagem. O ônibus não é tão desconfortável (pra quem é pequeno), mas 12 horas é cansativo. Hoi An – Vietnam (5 dias) Hoi An é a queridinha dos viajantes, é aqui que todo mundo se encontra, pois fica bem no meio do Vietnam e é parada obrigatória pra todo mundo, seja pra quem vem do norte ou do sul. É a famosa cidade das lanternas de seda coloridas e dos alfaiates. Quase a cidade toda é patrimônio da humanidade declarado pela Unesco, pois são muitas construções históricas. O centrinho de casas amarelinhas, a ponte japonesa, o central Market, tudo muito charmoso. A cidade é linda especialmente a noite, pois é quando as lanternas se acendem, na beira do rio muitas vendedoras de velinhas, dizem que vc deve fazer um pedido e larga uma velinha no rio, é claro que eu cumpri o ritual né! As lanternas são maravilhosas, coloridas e charmosas. Trouxe algumas pra casa, mesmo com certa dificuldade em coloca-las na mala. O Central Market é sensacional! Tem uma variedade enorme de frutas, folhas, temperos, legumes, tudo fresco e colorido. É ótimo pra fazer um tour fotográfico. Além disso, o central Market é ótimo pra almoçar, comida local barata e tudo muito saboroso. Fiz um curso de culinária na escola Red Bridge (U$32,00 e vale a pena!), o chef de cozinha primeiro nos leva fazer um tour no central Market, nos apresenta a infinidade de variedades de produtos que podemos encontrar por lá, depois pegamos um barco e vamos até a escola, onde colocamos a mão na massa e aprendemos a fazer alguns pratos locais, destaque para o papel de arroz, muito comum e encontrado em vários pratos típicos. E claro, depois de cozinhar, comemos o que preparamos, uma delícia! Outra atração da cidade são os alfaiates, as ruas são cheias deles. Eles fazem roupas sob medida de um dia para o outro. Escolhi uma loja que chama Le Le, pedi um vestido social de trabalho, e ficou muito bom! Paguei U$35,00, considerando que o dólar esta quase 4 pra 1, não foi assim uma super pechincha, mas considerando a qualidade do produto, o preço foi bem justo. Eles tem uma infinidade de casacos de lã, muito bonitos e com lã de boa qualidade, não comprei pq minha mala estava lotada e já não cabia mais nada, e tbm pq já tenho vários destes casacos, o preço era U$50,00, barato pelo produto oferecido. Hoi An tbm tem praias. Dá pra ficar na cidade e alugar uma bike por U$2,00 a diária e ir pedalando até a praia publica, no meio do caminho tem umas plantações de arroz, legal pra tirar fotos do pessoal lidando na colheita (se der sorte de encontra-los trabalhando). Quando chega na praia vem um monte de gente te atacar pra oferecer estacionamento pra bike, dizendo que não pode entrar com a bike na praia, mas pode sim, é só deixar em algum cantinho, mas confesso que é um stress passar pelos guardadores, pois eles são bastante insistentes e um deles até foi um pouco agressivo comigo. Tem uma outra praia que se chama Cua Dai, é afastada da praia publica, em determinada parte não tem faixa de areia pois tem um monte de sacos de contenção, mas é ótima pra tomar banho, a água é bem limpinha (foi a melhor que encontrei pra tomar banho). E como nas outras praias, tem espreguiçadeira e sombreiros, basta pegar uma hospedagem que tenha isto incluso ou consumir algo nos restaurantes que da pra passar o dia de boa. Mas se vc faz questão de ficar na areai, é só andar pra esquerda e vc encontrara faixa de areia pra tomar sol. Num dos dias que fiquei em Hoi Na peguei um tour pra ir até My Son, são ruínas de templos tombadas pela Unesco. É tipo um Ankor Wat só que com má conservação, pois foram bastante deteriorados pela guerra. Pra quem conhece os templos de Angkor, provavelmente não vai se impressionar muito. De qualquer forma, é um passeio interessante, mas aconselho a ir de manhã, pois a tarde o calor é quase insuportável! Cansada dos ônibus, achei uma passagem barateza pela Air Ásia pra ir até Hanoi, U$23,00, 1,5 horas de viagem. Hanoi – Vietnam – 4 dias Hanoi é tipo caótica, muito pior que HCM. O aeroporto é super afastado, a melhor maneira de ir pra cidade é pegando o shuttle, por VD40,00. Da pra pegar os ônibus de linha local por uns VD15,00, mas pelo conforto, preferi o shuttle. Primeiro dia dei um rolê pela cidade, Mausoléu de Ho Chi Ming, templo da literatura de Confúcio, St. Joseph Cathedral, One Pilar Pagoda e a noite o teatro Water Puppies, que vale muito a pena conferir, pois o espetáculo é muito bonitinho e é uma arte exclusiva do Vietnam, as marionetes na água são acompanhadas por uma ‘orquestra’ com cantigas e instrumentos tradicionais, muitoooo legal e delicado! Dia seguinte embarquei num mini cruzeiro de 3 dias por Há Long Bay, a baía do dragão, segundo a lenda. É uma área de mais de 1.500 km2 com quase 2.000 formações rochosas, umas das novas sete maravilhas naturais do mundo. Aliás, foi Há Long Bay que me trouxe até o Vietnam, quando vi fotos do lugar decidi que o Vietnam seria um dos meus destinos de viagem. Fiz o cruzeiro na embarcação Fantasea, me custou algo em torno de R$350,00, com acomodação, entretenimento e refeições inclusas. O navio para em algumas ilhotas para explorar algumas cavernas ou para conhecer algum ponto de observação com bela vista da baia, oferece caiaque para remar entre as formações, passamos perto das vilas flutuantes, também tem alguns passeios por terra em parques nacionais da região. São duas noites, uma no barco e outra em hotel, a comida oferecida a bordo e no hotel é boa. Num apanhado geral, vale a pena fazer o passeio. Claro que o tempo tem que estar bom, eu dei sorte, tive 3 dias de muito sol! Última noite em Hanoi, uma voltinha no night Market pra comer algo e comprar os últimos souvenires. Já o mercado central de Hanoi é péssimo, parece um paraguaizão, não é um mercado de artesanatos conforme eu imaginava. Pra não ficar carregando muito peso, tentei deixar as comprar pra última parada e quase me dei mal, por sorte garanti várias compras em HCM que tem um mercado maravilhoso. No meu último dia em Hanoi o tempo virou e a chuva veio com força. Mas tudo bem, eu já estava mesmo de saída. Outras dicas:  - Acho que o melhor trajeto é o oposto do que eu fiz. A melhor pedida é vir do norte pro sul, ou seja, de Hanoi pra HCM. Especialmente pq HCM é bom pra compra de souvenires (eu gosto de fazer isso no final da viagem) e o acesso a aeroporto é mais tranquilo do que Hanoi. A cidade tbm é um pouco mais organizada e menos caótica que Hanoi... prefiro finalizar a viagem de modo mais relax.  - Esteja bem abastecido de dólares. Precisei fazer saques de moeda local, com o iof a 6% já não vale mais a pena e acaba ficando caro. E a precificação que eles dão ao dólar é boa.  - Coloque Phon Nha Caves no itinerário, é um parque nacional com mais de 300 cavernas que eu acabei pulando por falta de tempo e tbm pq já estava sacuda de pegar ônibus e me deixei seduzir por uma passagem aérea de U$23,00 de Hoi An para Hanoi (as cavernas ficam bem no meio do percurso entre estas duas cidades). No final das contas, fiquei com uma sensação de que perdi algo legal e uma pontinha de arrependimento, pois ouvi relatos de outros viajantes que recomendam muito a visita às cavernas. - Não considerei de ir até Sapa por falta de tempo. É a cidade onde tem campos de arroz nas montanhas (o visual parecer ser muito bonito), e é possivel visitar umas comunidades locais. Mas, conversando com outros viajantes fiquei saendo que o acesso aos campos não é tão facil, são horas de trekking e o tempo tem que estar bom, senão, não rola mesmooo.  - Se resolver ir até o Camboja, faça no início ou no final da viagem, de forma que não seja necessário entrar e sair do Vietnam mais de uma vez. Assim é possível economizar no visto, pois o visto de entrada única no Vietnam custa U$25,00 enquanto o de múltipla entrada custa U$50,00.  - Sobre o visto, faça o pré visto on line e finalize na chegada ao país. Vai enfrentar uma filinha no aeroporto, mas ainda acho mais comodo que despachar o passaporte pra Brasília. Eu usei o http://www.visa-vietnam.vn, processo rápido e fácil, leva uns 2 dias pra ter o pré visto no e-mail.  - A maneira mais barata pra se locomover no Vietnam é através de ônibus, inclusive tem o esquema hop on hop off, que dá pra cruzar o país, vc paga um valor único e vai agendando os ônibus cfme a necessidade no meio do caminho. O problema é, as estradas são meia boca e os trajetos demoram demais (200km em 4hrs por exemplo), e a maioria dos horários de ônibus são durante o dia, então se perde muito tempo útil em deslocamento.  - O sleep bus é confortável pra quem tem baixa estatura, senão é bem desconfortável!  - O trem é uma opção interessante, pois o deslocamento normalmente é a noite, então é possível salvar a grana da hospedagem além de salvar tempo. Mas o preço é bem mais alto, é tipo duas vezes o valor do ônibus, por isso os ônibus são tão populares, por conta do preço.  - Procure passagens aéreas, existem cias low cost como a Air Ásia por exemplo que oferecem voos pelo preço do trem, pela economia de tempo e conforto, eu acho que vale a pena.  - Nunca aceite a primeira oferta na compra de produtos, os vietnamitas aceitam barganhar e baixam o preço pra menos da metade do primeiro valor anunciado se perceberem que vão perder a venda.  - Eu aprecio a culinária e produtos locais, então os central markets costumam ser boa opção pra comer. As cervejas Bia Hanoi e Bia Saigon são sempre bem vindas, fáceis de achar e baratas. Aliás, o Vietnam é o primeiro país que conheço que a cerveja é mais barata ou tem o mesmo preço de um soft drink.  - Cuidado com os serviços de transporte, as scooters são muito comuns e os motoristas bastante insistentes pra te vender uma corrida, mas os preços têm que ser muito bem acordados antes, se necessário, escreva, desenhe, etc... Tive problemas de comunicação sobre preços com motoristas e me senti lesada em alguns momentos;  - Não deixe de experimentar os spas que oferecem massagens relaxantes, no Camboja especialmente é bem barato, U$5,00 por uma hora. Depois de um dia inteiro de andança, uma massagem cai muito bem!  - Mulheres viajando sozinhas não são tão comuns, devo ter encontrado umas 2 ou 3 em todo o período que estive lá. Mas de qquer forma, me senti bastante segura e não tive nenhum tipo de situação complicada por estar sozinha. E este é meu relato sobre o Vietnam, país gracioso, de povo amável e hospitaleiro que eu adorei conhecer!
  38. 1 ponto
    Eu ficarei novamente em Montmartre... A outra vez que fui aluguei pelo airbnb... agora reservei no Ibis Montmartre por R$580,00 as 03 diárias para quarto triplo.
  39. 1 ponto
    @Marcio.Jr O problema é justamente esse, quando possível gosto de conhecer totalmente novos fora da modinha. O Irã foi um dos melhores deste aspecto, altamente recomendado para quebrar preconceitos, pode ser caro para chegar mas compensa.
  40. 1 ponto
    SHIRAZ (2 DIAS) A viagem desde Yazd custou $5 Dólares e dura cerca de 6 horas, as estradas são uma imensidão de nada, só deserto mesmo, cena que só vemos em filme mas é a realidade de muitos países na região. Para mim foi a cidade mais irritante pois é preciso pagar inclusive para ver as mesquitas for fora, é tipo de turismo errado na minha opinião, se você ver alguma coisa bonita por fora vai ficar com vontade de pagar para entrar. Como já sabia o preço das coisas achei tudo meio abusivo, e como tinha mais 6 meses de viagem pela frente nem entrei em nada. Fato é que eu já estava de saco cheio mesmo de tanta mesquita desde a Turquia, mas Shiraz foi praticamente o ponto final no Irã. Na cidade além de mesquitas você pode encontrar o bazar da cidade, jardins e casas históricas. Como sempre o bom pra mim foi andar por ruas longe dos turistas, sempre dá certo para observa a vida dos locais. A moda feminina no Irã, não são todas as mulheres que utilizam preto ou roupas assim, tudo varia O enorme da bazar de Shiraz Mais uma das casas históricas Mesquita Fortaleza cercada de jardins TEERÃ (A VOLTA) Foram 13 horas de ônibus até Teerã onde cheguei no pior horário possível, 8 da manhã onde foi impossível entrar no metro, precisei andar até o ponto final dele e aí sim pegar sentido onde precisava ir, encontrar minha outra anfitriã na cidade, onde fiquei apenas uma noite. Uma mulher extremamente adorável por volta dos 30 anos, fica até chato falar que as pessoas são tão legais no Irã, mas elas são. No outro dia voltei para jantar com a Saeedeh e sua família, acabei ganhando até uma sessão de fotos profissionais, ela é fotografa. Foi a encerramento perfeito para esta viagem, que mais uma vez se resumiu a pessoas sensacionais, deixando os pontos turísticos em segundo plano. Para o aeroporto foram $12 dólares em mais de 1 hora de táxi, acredite mas a gasolina é muito barata no país, lá eu segui para Kuala Lumpur em uma conexão até Ho Chi Minh no Vietnã, assunto para outro relato é claro. Aproveite e me siga nas redes sociais, os vídeos tem no Youtube! ► Facebook - https://goo.gl/ImCxnH ► Google - https://goo.gl/VWWAIH ► Instagram - https://goo.gl/Dhr0To ► Youtube - https://goo.gl/t7psfL
  41. 1 ponto
    Amigo, por experiencia, ja comprei carros Diesel com + de 100.000km, e realmente os motores aguentam muito bem. Mas esquecemos de outras peças, como suspensões, eletrica, barulhos derivados do uso, etc. Não condeno os carros, porém fique atento aos demais itens e procure carros bem conservados. Consegue ver isto pelo estado do volante, painel e bancos, que mostram bem o cuidado do dono. Veja se a as suspensões nao estao vazando ou se o feixe de molas esta em bom estado. Como dica, considerando consumo, peças, manutenção e um carro um pouco mais alto, ja considerou uma Ecosport 4x4? São carros em conta, que fazem em media 10km/L + na estrada e por ser Ford é facil de achar peças e auxilio mecanico em caso de necessidade, alem de ser flex. (tenho uma 4x2, gosto muito) Espero ter ajudado. abs
  42. 1 ponto
    3º Dia - Balneário Camboriú/Oktoberfest
Líderes está configurado para São Paulo/GMT-03:00


×
×
  • Criar Novo...