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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 14-04-2019 em todas áreas

  1. 1 ponto
    @José Luiz Gonzalez parabéns pelo relato, um dos melhores que já li aqui sobre a Nova Zelândia. Lá realmente é um lugar incrível, ainda pretendo voltar.
  2. 1 ponto
    @joshilton Pois é meu amigo, a Bolívia tem muitos locais pouco explorados por Brasileiros, Parque Torotoro, Samaipata, Sajama entre outros. As cidades de Sucre e Potosí foram esquecidas, quase ninguém as incluí mais em seus roteiros e apenas passam direto, porque apareceu algum pseudo viajante aqui e disse que não tem nada para ver...o pessoal em sua maioria fazem um roteiro estilo CVC e dizem que na Bolívia só tem o Salar. O simples fato de ser uma cidade em outro país já me encanta, pois são costumes diferentes de onde vivo, comidas diferentes, pessoas, a língua, os belíssimos casarões coloniais.
  3. 1 ponto
    Para minha surpresa, Holambra é um amorzinho de cidade. Ainda jovem, no ano de 2017 completou 26 aninhos, comemorados a partir da emancipação do município em 1991 e não da chegada dos primeiros holandeses, que ocorreu em 1948. Está localizada no interior paulista, bem pertinho das cidades de Arthur Nogueira, Jaguariúna e Campinas. É famosa nacionalmente pelo comércio de flores e plantas ornamentais, sendo responsável por 45% da produção nacional. Talvez você não tenha ideia de onde fica essa cidade, do seu tamanho, da sua história... Mas é bem provável que já tenha ouvido falar da Expoflora, a maior Exposição de Flores da América Latina, sediada na "Holanda brasileira" anualmente no período de agosto a setembro. Algumas curiosidades: o nome é formado da junção de partes de três palavras Holambra = Hol: Holanda + Am: América + Bra: Brasil, a cidade se destaca pela alta qualidade de vida da população e também como detentora do melhor índice de segurança do país. Bom, como eu disse me apaixonei por Holambra. No intervalo de 1 ano, visitei-a umas quatro vezes e todas elas foram muito agradáveis, cada uma à sua maneira. A primeira visita não poderia ter sido em outra ocasião, Expoflora 2016. Fomos em um sábado de manhã, num grupo de sete pessoas. Chegamos uns 10 minutos antes da abertura dos portões (9hrs), por isso conseguimos estacionar tranquilamente nas vagas do lado de fora do estacionamento e muito, muito perto da entrada principal. Engana-se quem pensa que só havíamos nós lá nesse horário. Já havia umas 100 pessoas ali, em fila, aguardando para entrar, mas tudo estava muito organizado. Por volta das 13hrs, os pavilhões começaram a encher pra valer. Mas nesse tempo já havíamos visto quase todos os ateliers e exposições, almoçado, comprado, ou seja, é possível fugir da hora do rush mesmo aos finais de semana viu gente! Uma dica: a Expoflora, se programada com antecedência, pode sair bem em conta, com os ingressos custando menos de 20 reais (inteira). A segunda vez foi uma visitinha em casal, num clima mais romântico, sem programação. A ideia era passear pela cidade, almoçar, comer uma sobremesa, tirar umas fotos, sentar em uma praça pra papear e só. Dessa vez não chegamos tão cedo, por volta de 10h, passeamos por diversos pontos turísticos e paramos no Deck do Amor, demos uma voltinha pelo Moinho e caminhamos por alguns bairros e ruelas na região do Centro de Convenções (onde rola a Expoflora). Almoçamos no Martin Holandesa e lá experimentamos uma sobremesa típica holandesa (que eu não me atrevo a dizer o nome) maravilhosa!!! É uma maçã inteira, cozida no vapor e envolta em uma crosta de massa folheada com sorvete de creme. Bom demaaaais!! Na outra visita, o passeio foi em família, com a sister, papai e vovó e o objetivo seria levá-los aos campos de flores, que é uma atração à parte. Estudei um pouquinho sobre as opções e descobri que as visitas aos campos são feitas apenas mediante agendamento, via agências de turismo. Há passeios em praticamente todos os dias da semana e durante todo o ano, porém a cultura visitada pode variar por “n” motivos: estação do ano, condição climática, condição das flores e anuência do proprietário. Por esse motivo, recomendo contactar a agência com pelo menos dois dias de antecedência para verificar a disponibilidade do passeio e qual o tipo de campo está aberto à visitação. Os roseirais, por exemplo, só estão disponíveis nos meses mais frios do ano, crisântemos e gérberas o ano todo, girassóis na primavera e por aí vai. Além disso, um guia acompanha todo o percurso contando a história da cidade e curiosidades sobre as flores. Ah, se você também achava que veria um campo de tulipas (flor símbolo da Holanda) em Holambra (assim como eu achava), isso não será possível. Até existe o cultivo dessa flor por lá, mas os proprietários não permitem o acesso de visitantes. O cultivo e manutenção das tulipas no nosso clima tropical são complicados e todas as condições de umidade, temperatura e doenças são rigorosamente controladas em estufa. Entre as principais atrações turísticas, está o Moinho dos Povos Unidos. Ele é considerado o maior moinho da América Latina com 38,5 metros de altura e mais de 90 toneladas e é uma réplica fiel dos moinhos holandeses usados para moer grãos. O monumento foi construído no local mais alto da cidade, dessa forma, com 10 reais, é possível entrar e subir até seu topo tendo uma visão privilegiada. O Deck do Amor em frente ao Lago Vitória Régia, onde os enamorados espalham cadeados com suas iniciais nos alambrados, também merece uma visita. Ao sair da cidade, não deixe de passar pelo Grande Portal Turístico de Holambra, que em certa época do ano (abril, senão me engano) está todo florido. Também vale uma parada no Memorial dos Imigrantes e no Lago do Holandês, um antigo point de recreação que está sendo revitalizado pela prefeitura. Bom, não dá para passar em Holambra (que seja um dia) sem provar a culinária holandesa. Cada vez que vou à cidade experimento um restaurante e uma confeitaria diferentes. Algumas são muito tradicionais! Não dá para ignorar! Adianto aqui que as opções de refeição variam muito, dá para optar pelo tradicional à kilo ou self-service coma à vontade, assim como pratos à la carte. Dentro de cada uma dessas possibilidades, os preços também variam. Aí fica a cargo do freguês. Entre os restaurantes, guarde esses nomes: Martin Holandesa, Casa Bela, The Old Dutch e Amsterdan, esse último o mais em conta dos quatro e o point mais badalado da Expoflora. Em relação às confeitarias, experimente as tradições holandesas do Martin Holandesa e da Zoet en Zout. Maravilhosas!!!! O diferencial de Holambra é o seguinte: Independente do objetivo da viagem trata-se de um destino agradável, seguro, bonito para os olhos, gastronomicamente delicioso e com atrações turísticas gratuitas ou a preços acessíveis. Bom passeio!
  4. 1 ponto
    Olá, quero ir pra Curitiba nas férias mês que vem e além do passeio de trem Curitiba-Morretes, o que mais seria interessante fazer? Obrigado!
  5. 1 ponto
    @RicardoRM, bem, em um grupo de mochileiros, tive as informações dos locais, em nenhum dá para fazer um bate-volta. Agora realmente decidi a ir, vou fazer muitas fotos e trarei muitas informações, já que é bastante difícil saber algo sobre o local, de como ir, onde ficar hospedado, essas coisas. Trarei várias respostas, e como deve ser um local, onde poucas pessoas vão, deve ser show de bola.
  6. 1 ponto
    @Raisa Rodarte Estive visitando Holambra em fevereiro /19, e é realmente tudo que você postou, tive a sorte de encontrar o portal da cidade todo florido, a cidade é uma graça mesmo! Recomendo Tudo muito limpo e bem cuidado, forte esquema de segurança, ótima estrutura turística, tem um grande centro de venda de flores, parque lindíssimo, e tão perto de São Paulo. Fiquei impressionado com tudo que vi por lá!! Uma das inúmeras praças floridas da cidade Lindas flores e arbustos no portal da cidade
  7. 1 ponto
    @RicardoRM, agora vai ter informações, pois encasquetei e vou lá. Quero ver e visitar 2 lugares, se for bom parabéns pra mim, se não for, valeu como experiência. Valeu pela dica. Grato.
  8. 1 ponto
    @Sheilan @MMarttins Muito obrigado aos dois, ficará muito mais fácil montar o roteiro com a ajuda e as dicas que deram, além dos demais, é claro!
  9. 1 ponto
    Oi! Se vc vai fazer tudo de transporte público, talvez este site te ajude, usei muito por lá andando de ônibus: https://www.movelia.es/es/ E dos 6 dias restantes, eu acredito serem melhor investidos na própria Espanha do que tentar ir pra Portugal. Pq fica uma correria, e vc não vai conhecer quase nada de Portugal, na prática né Quanto as cidades, em Madri eu fiquei 4 dias (pq um deles era o ano novo), tem vários museus que não dá pra perder (Museo Del Prado, Reina Sofia), Toledo eu fiquei 1 dia só (mas acho que valeria 2 pq é uma graça mesmo). Salamanca, Córdoba e Valência eu não conheço. Sevilha, Granada e Barcelona eu fiquei o fim de semana (sexta a domingo). Acho que só Barcelona que ficaria por mais dias, as outras são pequenas. Zaragoza foi onde eu fiz meu estágio, morei lá por um mês, mas acho que pras atrações turísticas mesmo vale passar por ela na volta de Barcelona que já é caminho rs PS: vc pensou em algo pra cima, tipo país basco? Eu fiquei um fim de semana em San Sebastian e foi muito interessante!
  10. 1 ponto
    @livia.miyahira considere a India sendo totalmente diferente de tudo que vc já presenciou em qualquer parte do mundo. Lá os nossos padrões de higiene não existem. Os indianos abordam todo mundo na rua, uns querem apenas conversar, matar a curiosidade sobre nós gringos, outros querem de fato tentar ganhar algum dinheiro em cima do turista e por ai vai. Quando estive lá vi muitas mulheres andando sozinhas, creio que as abordagens na rua em cima delas sejam mais frequentes do que em nós homens. Mas se voce nao quiser papo basta nao dar confiança e nao falar nada, eles vao andar atrás de voce insistindo e logo depois desistem caso vc os ignorem. Durante o dia as ruas sao muito movimentadas, é cheio de gnt por toda parte. A noite as ruas ficam escuras, nao tem uma iluminação decente e o movimento de pessoas diminui bastante. Muitos albergues ficam em locais que mais parecem um labirinto, cheio de corredores estreitos. Nessas horas vale a pena nao dar sorte ao azar, se nao tiver acompanhada com um grupo de pessoas acho que vale a pena evitar sair sozinhas a noite. Já compre o que for comer, já compre várias garrafas de agua (Ah! verifique se a tampa realmente está lacrada e após o uso amasse a garrafa pra evitar a reutilizaçao). Esse "assédio" maior eu percebi apenas em Delhi, nas outras cidades nao tinha isso. Nao tive nada furtado e também nao achei perigoso andar por lá, apenas algumas pessoas que sao insistentes em querer puxar papo com o turista. Sobre os trens, são bem tranquilos e tem muito turista andando pra todo lado. As classes mais inferiores normalmente ficam só os indianos, as classes melhores ficam os turistas e os locais que tem uma condiçao um pouquinho melhor do que a maioria da populaçao. Ao se dirigir pro seu assento pode acontecer de 90% de chance de ter um indiano sentado lá, daí vc tem duas opçoes: sentar-se ao lado dele e trocar um papo, acho válido pois nós temos tanta curiosidade sobre a vida deles quanto eles têm da nossa. Ou entao pedir pra ele se levantar e vc ficar sozinha no seu quadrado. As viagens de trem demoram uma eternidade, quando vc pensa que o trem está pegando velocidade logo ele ja esta parando na próxima estação haha. Leve sua própria comida, agua e papel higiênico lembre-se disso. No mais é ter paciência e aproveitar um cultura totalmente diferente da nossa.
  11. 1 ponto
    Ilha Sul de carro 07/12/2017 - Te Anau > Milford Sound > Te Anau (Parte II) (240 km 🚗) Chegamos a RaD Car Rental pouco antes das 16h30 para pegar nosso carrinho para ir a Milford Sound o quanto antes. O ideal é sair o mais cedo possível e nosso plano seria visitar o lugar apenas no outro dia, mas como a previsão para o próximo dia era de chuva, pegamos o carro e fomos logo percorrer o que fosse possível da Milford Road já que o dia é longo no mês de dezembro. A estrada para Milford Sound é linda e tem diversos atrativos no caminho para parar. Como estávamos com o tempo curto, paramos em apenas alguns dos pontos indicados e outros pontos aleatórios que decidimos na hora também. Para mais detalhes, acesse o site do DOC que contém um mapa com os atrativos da estrada. Mal começamos o caminho e já tivemos que parar devido a um rebanho de ovelhas que estavam cruzando a estrada! Seguimos caminho e paramos em pontos como o Knobs Flat que possui uma bela vista das montanhas e no Mirror Lake, que como o nome já indica, reflete as montanhas devido ao lago não sofrer muita ação do vento. Passamos na região de The Divide que foi onde terminamos o Routeburn Track uns dias atrás e seguimos caminho, subindo cada vez mais até chegar ao Homer Tunnel, um túnel que só tem 1 faixa e por isso tivemos que esperar alguns minutos até sermos liberados para atravessá-lo. Enquanto isso, ficamos observando os Keas (papagaios alpinos típicos da Nova Zelândia) e as diversas cachoeiras que se formavam com o degelo dos glaciares! Cenário lindo! Seguimos caminho rapidamente até o fim da estrada e chegamos em Milford Sound já era quase 19h e pouco fizemos lá já que não havia mais passeios de barco nesse horário e o Hommer Tunnel fecharia às 20h. Dessa forma, depois de poucos minutos ali partimos no caminho de volta a Te Anau, parando em mais alguns pontos, principalmente em um local onde havia várias flores roxas típicas da primavera/verão neo zelandês: as lupins. Ficamos ali tirando várias fotos com o sol baixando e depois seguimos sem parar muito até chegar a Te Anau. Aluguel do carro na RaD Car Rental: $NZ 304,00 (incluso 2 diárias + taxa de devolução em Queenstown) Ovelhas em Milford Road Knobs Flat - Milford Road Mirror Lake Monkey Creek - Milford Road Lupins na Milford Road 08/12/2017 - Te Anau > Milford Sound > Te Anau > Queenstown (370 km 🚗) Acordamos nesse dia e vimos que a previsão se confirmava: tempo fechado e com chuva! Até esperamos um pouco mais para ver se o tempo iria melhorar mas não parecia que isso iria ocorrer. Enfim, como não tinhamos dias sobrando, nos restou ir assim mesmo em direção a Milford Sound! Fizemos o mesmo caminho de carro que havíamos feito no dia anterior até chegar o estacionamento em Milford Sound. O tempo em Milford Sound estava ainda pior, com chuva forte e céu bastante encoberto! Fomos até o centro de visitantes e compramos o ticket para fazer o passeio de barco em uma das várias empresas do local e ficamos esperando até o horário de saída. O passeio de barco é bastante legal e deve ser maravilhoso num dia de sol. Milford Sound é conhecido por ser uma região extremamente úmida, com mais de 200 dias de chuva ao longo do ano, mas o dia que fomos estava realmente bem ruim! Durante o passeio de barco no fiorde neo zelandês, é possível ver diversas cachoeiras de todos os lados desembocando diretamente no mar! Além disso, fomos surpreendidos com um lindo grupo de golfinhos que fez a festa dos turistas! Depois ainda vimos um grupo de leões marinho em cima de umas rochas antes de seguir até uma espécie de deck onde o barco atracou e descemos para uma visita guiada sobre fauna e flora marinha. Depois de 1h nesse local, outro barco passou para nos pegar e nos levar até o ponto inicial em Milford Sound. Lá pegamos nosso carro e seguimos caminho de volta até Te Anau onde paramos para comer já que chegaríamos tarde em Queenstown. Depois de jantar em Te Anau, seguimos viagem até Queenstown no fim da tarde e ao longo da noite, chegando em Queenstown por volta das 23h. Passeio de barco em Milford Sound: $NZ 99,00 Quarto duplo no QBox em Queenstown: $NZ 120,00 Milford Sound Cachoeira e leões marinho em Milford Sound Várias cachoeiras indo de encontro ao mar em Milford Sound Mais uma cachoeira durante o cruzeiro em Milford Sound 09/12/2017 - Queenstown > Wanaka (75 km 🚗) Nesse dia me despedi do Zaney que pegou nosso carro alugado e partiu rumo ao aeroporto de volta ao Brasil. Já eu teria ainda mais 1 semana pra conhecer as belezas da ilha sul neo-zelandesa. Pegamos nossas coisas no hostel, Zaney me deu carona até o centro de Queenstown onde nos despedimos e fui dar uma caminhada pela cidade até dar a hora de pegar o carro alugado que me acompanharia por 1 semana até o final da viagem. Dei uma volta pela orla da baía de Queenstown indo em direção ao jardim botânico, dei uma volta pelo lugar e depois voltei para o centro para experimentar o famoso hamburguer da Fergburger e para fechar o roteiro gastronômico, passei na sorveteria Patagonia. De barriga cheia, fui até a loja da Apex (loja com melhor custo-benefício para aluguel de carros na NZ) buscar meu Corolla e parti em direção a Wanaka seguindo a Alpine Scenic Route que é uma estrada bastante sinuosa mas que apresenta belas vistas. Cheguei no hostel em Wanaka e conheci 2 brasileiros no hostel e combinamos de fazer a trilha de Roys Peak no próximo dia, assim partiu dormir para aguentar mais uma trilha. Aluguel do carro na Apex: $NZ 245,00 (7 diárias com seguro total incluído) Quarto compartilhado no YHA Wanaka Hostel: $NZ 36,00 Baía de Queenstown Jardim Botânico de Queenstown Mirante Arrow Junction na estrada Crown Range entre Queenstown e Wanaka Lupins na estrada Crown Range a caminho de Wanaka 10/12/2017 - Wanaka - Trilha Roys Peak (16 km 🚶‍♂️) Esse dia me juntei a outros 2 brasileiros que conheci no hostel e fomos fazer a famosa trilha Roys Peak. Pegamos o carro e antes de ir até a trilha, passamos na orla do lago Wanaka para conhecer a famosa árvore que fica dentro do lago, também conhecida como #ThatWanakaTree. Quando chegamos, havia vários fotógrafos por lá e alguns casais orientais fazendo mil poses! Ficamos um tempo lá e então partimos para o início da trilha de Roys Peak que fica a apenas uns 5 km do centro de Wanaka. A trilha para Roys Peak é bem cansativa já que é uma subida de mais de 1000 metros de elevação e o caminho tem vários trechos bem íngremes. No entanto, a vista é cada vez mais incrível a cada passo que se dá. Existem 2 pontos principais na trilha: um mirante quando já se subiu mais da metade do caminho e um último mirante onde tem uma mini casinha. Paramos no 1º mirante para descansar, comer e tirar fotos. Depois seguimos caminho até o topo onde também aproveitamos pra descansar e tirar fotos! A visão no topo com as montanhas, o lago Wanaka e a cidade ao fundo era espetacular! Uma das vistas mais lindas da viagem! Depois de umas 4h fazendo esse caminho (contando paradas), começamos a descer. A descida foi bem mais tranquila e levamos menos de 2h para chegar ao estacionamento, pegar o carro e voltar ao centro da cidade. Quarto compartilhado no YHA Wanaka Hostel: $NZ 36,00 #ThatWanakaTree Panorâmica desde Roys Peak Vista desde Roys Peak Eu e a vista durante a trilha Roys Peak 11/12/2017 - Wanaka > Rob Roy Glacier > Wanaka (110 km 🚗) + Wanaka > Glentanner (Mount Cook) (185 km 🚗) Hoje o dia seria longo, então levantei cedo, fui na cozinha coletiva do hostel preparar meu café da manhã reforçado e um lanche pra levar, e então peguei o carro em direção ao Rob Roy Glacier. O caminho para o Mount Aspiring, onde fica o Rob Roy Glacier, tem aproximadamente 50 km. No entanto, boa parte dele é feita em estrada de terra/rípio, o que faz com que se demore muito mais para chegar ao destino (pelo menos 1h de estrada). Além disso, principalmente no fim do caminho, existem várias poças ou riachos que atravessam a estrada que tornam a direção mais complicada. Inclusive, faltando uns 2 km até o início da trilha, havia vários carros parados antes de uma poça que parecia funda, dessa forma, resolvi estacionar ali também por garantia e seguir a pé desde esse ponto. Os 2 kms adicionais de caminhada foram ótimos pois era uma caminhada num vale lindo, com um visual com cachoeiras, rios e ovelhas numa paisagem super verde típica da Nova Zelândia. Chegando ao início da trilha, atravessa-se uma ponte suspensa e inicia-se a caminhada de aproximadamente 5 km até o glaciar Rob Roy. O dia estava bastante nublado e chegava a cair uma garoa em alguns momentos, mas segui até encontrar o glaciar, onde se tem uma vista incrível com as geleiras no topo da montanha e várias cachoeiras formadas pelo derretimento do gelo. Após uma pausa no glaciar para descanso, fiz o caminho de volta e ganhei uma carona de um ônibus escolar até o lugar onde havia deixado o carro. Chegando no carro, fiz um lanche e segui caminho de volta a Wanaka, parando ainda no Diamond Lake onde fiz uma caminhada em redor do lago e subi até uma plataforma para ter uma visão aérea da região. Voltei pro carro e segui viagem a Wanaka. Como ainda teria um longo caminho até chegar a Glentanner (quase 200 km de estrada), resolvi ir no mercado em Wanaka para comprar mantimentos para os próximos dias e também passei numa Domino´s Pizza para comer algo já que sabia que não teria como comer nada no horário que ia chegar no hostel. Saí de Wanaka já no fim da tarde e peguei boa parte da estrada no escuro (o que me privou de ter uma prévia do visual do Lake Pukaki e do Mt Cook). Cheguei no hostel em Glentanner por volta das 22h, minha chave ficou num box já que a recepção já estava fechada, fui na cozinha coletiva guardar a comida que havia comprado na geladeira e acabei conhecendo um outro brasileiro e combinamos de ir juntos ao Mt Cook no próximo dia. Quarto compartilhado no Glentanner Park Centre: $NZ 40,00 Rio Matukituki próximo do início da trilha ao Rob Roy Glacier Cachoeira e o Rob Roy Glacier Rob Roy Glacier Vista do alto do Diamond Lake e montanhas 12/12/2017 - Glentanner > Mount Cook > Glentanner (50 km 🚗) Esse dia ao acordar, pude ver com o céu claro o lugar lindo que estava! Era possível ver um pedaço do Lake Pukaki e ao fundo a cadeia de montanhas de Mount Cook! Tinha combinado com o Rodrigo na noite anterior em levantarmos por volta das 8h e assim fizemos. Fomos nos arrumar, tomar um café da manhã na cozinha coletiva e pegamos o carro rumo ao Mount Cook. Dirigimos cerca de uns 25km até o estacionamento para fazer a trilha mais famosa do Mt. Cook: Hooker Valley Track. Essa foi uma das trilhas mais lindas que fiz na Nova Zelândia e é super fácil já que o caminho é quase todo plano e são apenas 10 km ida e volta. Durante todo o caminho é possível ver o Mount Cook ao fundo e ele vai crescendo na paisagem cada vez que se anda até o momento que se chega no Hooker Lake, um belo lago de degelo do Mount Cook e do glaciar Hooker, contendo até pedaços de iceberg flutuando! O Glaciar Hooker é gigante e as fotos não passam a real dimensão do lugar! Depois de pelo menos 1 hora contemplando o Mount Cook, começamos o caminho de volta e decidimos fazer outra trilha pequena já que tinhamos tempo sobrando: a trilha ao mirante Kea Point. No ponto final, é possível ver o Glaciar Mueller. Uma pena que muitas cinzas encobrem o glaciar e não é possível ver aquele azul tradicional de glaciares, mas mesmo assim é uma vista linda que vale a pena! Voltamos ao estacionamento para pegar o carro e dirigir uns 10 km para fechar o dia fazendo o passeio ao Tasman Glacier. A caminhada até o ponto onde se tem a vista panorâmica do Lago e Glaciar Tasman é relativamente rápida apesar de ser em subida. Mas o esforço vale a pena com a visão incrível de mais um lago rodeado por montanhas com seus picos nevados e o imenso glaciar! Depois de um dia que rendeu tanto, voltamos para o hostel onde o Rodrigo me deixou e seguiu viagem já que ele dormiria em outro lugar. Depois de um dia com tantas atividades, apenas me restou tomar um banho, comer algo e passar o restante do dia descansando antes de ir para cama dormir. Quarto compartilhado no Glentanner Park Centre: $NZ 40,00 Hooker Valley Eu pequenino no canto inferior direito, o Mount Cook, o lago e o glaciar Hooker Glaciar Mueller e Mt Cook visto do Mirante Kea Point Tasman Glacier 13/12/2017 - Glentanner (Mount Cook) Os planos do dia era voltar ao Mount Cook para fazer a trilha até o Mueller Hut. No entanto, a chuva chegou forte na região e não parou por um segundo. Como eu já tinha reservado a diária no hostel antecipadamente, acabei tirando esse dia pra descansar e comer bem para repor as energias que já estavam acabando junto com a viagem pela Nova Zelândia. Pra não deixar essa data sem fotos, seguem outras fotos do belo Mount Cook... Quarto compartilhado no Glentanner Park Centre: $NZ 40,00 Estrada para Mt Cook Peter's Lookout - Mirante na estrada a caminho do Mt Cook 14/12/2017 - Glentanner (Mt Cook) > Arthur's Pass (Lake Pukaki + Lake Tekapo + Castle Hill) (400 km 🚗) Esse dia seria longo no sentido que teria que dirigir em torno de 400 km desde Glentanner (Mt Cook) até Arthur's Pass (última parada antes do fim da viagem). Apesar de ter que dirigir muito, a ideia seria ir parando em vários pontos no caminho para conhecer algumas atrações da região, sem contar que apenas o ato de dirigir pela Nova Zelândia já é um passeio turístico. 😃 Saí cedo de Glentanner e segui caminho sempre margeando o imenso Lake Pukaki. Parei em um determinado ponto na estrada num mirante (Peter´s Lookout - foto acima) onde era possível ver o lago Pukaki com o Mt Cook ao fundo. Uma paisagem linda, pena que ainda estava bastante nublado naquele começo de manhã. Segui caminho e parei novamente em outro mirante (Lake Pukaki Viewing Point) quando já havia entrado na estrada Twizel-Tekapo. Como já estava um pouco mais tarde, o céu já tava começando a abrir e o sol a bater no lago, deixando a paisagem mais bonita. Voltei pro carro e dirigi em direção ao Lake Tekapo. Chegando em Tekapo, fui direto para o observatório de Monte John para ter uma vista do alto do Lake Tekapo. Nesse lugar é feito passeios noturnos para tour astronômico, mas como fui durante o dia, o jeito foi só contemplar a vista 360º do lago. Depois de um tempo tirando fotos, andando pelas trilhas e após um lanche, segui caminho em direção ao centrinho de Tekapo mas ainda parei em um ponto na estrada onde havia várias lupins (a flor que lembra lavanda e que é atração nessa época de novembro a dezembro na Nova Zelândia). A paisagem com as lupins fica ainda mais incrível! Segui caminho e ainda parei no centrinho de Tekapo para ter uma outra visão do lago. Fiquei impressionado com a diferença visual da cor do lago já que no alto do observatório, o lago era de uma cor azul forte e na base do lago se via o lago de um verde esmeralda incrível. Com tanta coisa pra fazer no dia, acabei esquecendo de parar na famosa Igreja do Bom Pastor (Church of good Shepherd). É uma igrejinha super conhecida e muito fotografada principalmente durante a noite ao fazerem o passeio do stargaze. Como fiquei bastante tempo em Tekapo, tive que me controlar nas próximas paradas já que só tinha feito 100 km dos 400 km, portanto ainda tinha muito asfalto até o destino. Para o caminho ser mais interessante, decidi ir pela estrada chamada Inland Scenic Route, o que se revelou uma ótima escolha porque o caminho realmente foi lindo em quase toda sua totalidade. Entre vários pontos interessante nesse caminho, resolvi parar em Mount Hutt nas margens do Rio Rakaia para fazer um lanche e esticar um pouco as pernas caminhando por um pedacinho da Rakaia Gorge Walkway. Depois de uma horinha por ali, segui viagem até Sheffield onde saí da Inland Scenic Route para pegar finalmente a linda West Coast Route, estrada que me levaria até meu destino final: Arthu's Pass. Essa estrada tem vários lugares lindos para parar e foi difícil de me segurar para não parar em cada placa que via na estrada, mas segui caminho parando apenas em Kura Tāwhiti na cidade de Castle Hiil. Essa atração é famosa pelas grandes rochas de limestone que se encontram espalhadas pelo local e há uma trilha demarcada para andar em torno dessas formações. Após percorrer essa trilha, voltei pro carro e percorri os últimos 50 km até chegar ao hostel em Arthur's Pass. Cheguei já no fim do dia e a recepção já estava fechada, portanto peguei minha chave num envelope e fui ao quarto deixar minhas coisas para então ir até a cozinha preparar algo para comer já que nesse horário já não havia mais nada aberto na região. Quarto compartilhado no Arthur's Pass YHA: $NZ 33,00 Lake Pukaki e Mount Cook visto do mirante do Lake Pukaki (Lake Pukaki Viewing Point) Lake Tekapo e montanhas visto do Mt John Observatory Lupins e montanhas na região de Tekapo Lake Tekapo visto desde o centro da cidade de Tekapo Rio Rakaia - Rakaia Gorge Walkway Kura Tāwhiti - Castle Hill 15/12/2017 - Arthur's Pass - Trilha Bealey Spur Track (12 km 🚶‍♂️) Na noite anterior havia feito amizade com uma alemã que também estava viajando sozinha e estava no mesmo quarto do hostel e combinamos de fazer a trilha mais famosa de Arthur's Pass: a Avalanche Peak. No entanto, o dia estava bastante encoberto e ao ir no posto de informações turísticas, não nos recomendaram subir a Avalanche Peak pois seria perigoso devido ao mau tempo e sugeriram irmos um pouco mais ao sul e fazermos uma outra trilha: a Bealey Spur Track. Dessa forma, pegamos o carro e dirigimos em torno de 15 km até o início da trilha Bealey Spur. A indicação na placa dizia que seriam 6 km de caminhada até o histórico Bealey Spur Hut e que levaria em torno de 2h30m já que o caminho é feito basicamente em subida (apesar de a subida não ser tão íngrime). Fomos andando a trilha que inicialmente era mais fechada e com bastante árvores e com o tempo foi ficando mais aberta, possibilitando a ter uma vista mais panorâmica da região. Chegamos ao hut e aproveitamos para descansar um pouco e comer algo. Durante esse momento, encontramos um neozelândes de Christchurch que havia vindo tirar uns dias de folga com sua mãe e nos recomendou seguir caminho até o topo da montanha para ter uma visão 360º e assim fizemos. Foram mais uns 40 minutos de caminhada numa trilha não muito bem demarcada mas ao final chegamos ao topo onde se tem uma visão espetacular do rios Bealey e Waimakariri com as cadeias de montanhas ao redor. Depois fizemos o caminho de volta pela mesma trilha que subimos. Gastamos em torno de 6 horas em todo o percurso mas o fizemos com bastante calma, parando algumas vezes e descansando sem pressa. Retornamos para o centro de Arthur´s Pass e o tempo estava fechado e com uma garoa chata, assim decidimos apenas ir a um restaurante próximo ao hostel e ficamos lá repondo as energias já que o dia não estava convidativo para passeios ao ar livre na região. Depois voltei ao hostel e preparei meu mochilão para já deixar tudo pronto já que o próximo dia seria o de pegar o avião de volta ao Brasil. Quarto compartilhado no Arthur's Pass YHA: $NZ 33,00 Arthurs Pass National Park No começo da trilha Bealey Spur Olhando um vale durante a trilha ao Bealey Spur Vista do topo do Bealey Spur Track 16/12/2017 - Arthur's Pass > Aeroporto Christchurch (140 km 🚗) Esse dia acordei cedo e fiquei triste em ver o dia lindo que havia amanhecido e não poder fazer o desejado trekking ao Avalanche Peak. Como não tinha muito tempo, antes de partir decidi fazer uma trilha fácil que leva até a cachoeira Devil's Punchbowl. Foi uma trilha fácil até chegar a grande queda d'água. Voltei para o hostel e peguei o carro em direção ao aeroporto de Christchurch. Como tinha bastante tempo ainda, fiz algumas paradas na estrada quando via alguma paisagem que me interessava. Em uma delas, vi várias lupins e não resisti a tirar mais fotos dessas flores! Segui caminho e parei depois em frente ao Lake Lyndon apenas para tirar umas fotos e continuei dirigindo e fiz uma última parada no Cave Stream Scenic Reserve onde fiz umas trilhas pelo lugar. Lá também havia uma trilha que passava numa espécie de túnel subterrâneo que parecia interessante de percorrer, mas acabei não fazendo porque não queria correr risco de me molhar e sujar já que teria que pegar um longo voo de volta ao Brasil em poucas horas. Saí de lá e depois apenas segui caminho e parei em um supermercado Countdown para comprar vários chocolates Whittaker's para trazer pro Brasil e então entreguei o carro na loja da Apex e peguei um transfer gratuito da Apex que me deixou no aeroporto de Christchurch onde começou minha saga de volta ao Brasil. Segue abaixo um pequeno resumo de deslocamento até chegar em casa: Carro: Arthur's Pass > Christchurch Voo: Christchurch > Auckland Voo: Auckland > Buenos Aires Voo: Buenos Aires > São Paulo Ônibus: São Paulo > Santos Devil's Punchbowl Falls Lupins, rio e montanhas Lake Lyndon Cave Stream Scenic Reserve
  12. 1 ponto
    Kepler Track Kepler foi a última das 4 Great Walks que caminhei durante a viagem pela Nova Zelândia. Assim como a Routeburn, ela também fica dentro do Fiordland National Park e oferece maravilhosas vistas de fiordes, montanhas, florestas, cachoeiras etc. A Kepler Track é uma caminhada circular que se recomenda fazer em 3 dias e pode-se fazer em qualquer direção. Sua grande vantagem é que é uma das Great Walks com maior facilidade de acesso justamente por ser circular e se encontrar a poucos quilômetros da cidade de Te Anau. Para fazer as Great Walks, é necessário reservar os huts ou campings já que são vários dias de caminhada. Eu fiz todas as reservas com 3 meses de antecedência e mesmo assim só consegui fazer esse trekking no sentido invertido pois não havia mais vagas em uma das noites para se hospedar no Luxmore Hut. Por isso, a recomendação é fazer as reservas o quanto antes já que a procura é muito alta, principalmente nos meses de verão. As reservas são feitas exclusivamente pelo site do Departamento de Conservação da Nova Zelândia. 05/12/2017 - Te Anau > Rainbow Reach Car Parking (14 km 🚐) + Kepler Track (Rainbow Reach > Iris Burn Hut) (22 km 🚶‍♂️) Levantamos cedo para terminar de arrumar o que faltava e comer algo antes de pegarmos o transfer para o início da última das Great Walks da viagem: Kepler Track. Como nessa trilha não faríamos acampamento, separamos barraca e outros objetos que não utilizaríamos na trilha para deixar em Te Anau para ficarmos mais leves durante a caminhada. No entanto, a hospedagem que ficamos (Kingsgate Hotel) não aceitava guardar nada e tivemos que, de última hora, ir até o centro de apoio ao turista deixar nossas coisas antes de pegar o transfer. O transfer parou primeiramente no ponto onde se inicia a trilha para quem faz no sentido tradicional e depois o transfer foi até o Rainbow Reach onde nós descemos para iniciar a trilha no sentido inverso. Esse dia seria longo já que seriam 22 km de caminhada até nossa hospedagem do dia. Por sorte, boa parte do caminho era em terreno plano, então não foi um dia tão desgastante. O início da trilha acontece em uma região bastante verde e úmida e logo se atravessa uma ponte sobre o rio Waiau com suas águas lindas de cor verde. Após uma boa caminhada, chega-se ao Moturau Hut que fica de frente ao lago Manapouri, numa baía chamada Shallow Bay. Aproveitamos o local com mesas e cadeiras para comer algo e descansar antes de seguirmos. Seguimos caminho pela trilha que vai margeando o rio Iris Burn e paramos apenas em outro momento na beira do rio para descansar e comer algo antes de chegarmos até o Iris Burn Hut. Escolhemos nossas camas, deixamos nossas mochilas e logo após um breve descanso, partimos numa trilha rápida de uns 20 minutos até uma cachoeira que tem próximo ao hut: Iris Burn Falls. O local é bonito, sendo que a cachoeira tem um belo poço para banho, mas nunca vimos tantos mosquitos (o famoso sand fly) como nessa cachoeira. Era praticamente impossível ficar parado por 1 minuto ali sem ser atacado por uma fumaça de sand flies! Dessa forma, ficamos pouco tempo ali e voltamos para o hut para comer, jogar conversa fora e descansar. Transfer Te Anau > Rainbow Reach: $NZ 14,00 Iris Burn Hut: $NZ 65,00 Waiau River Caminho no meio da floresta Várias plantas típicas durante a triha na Kepler Track Caminhando por um vale no Kepler Track 06/12/2017 - Kepler Track (Iris Burn Hut > Luxmore Hut) (14,5 km 🚶‍♂️) Esse dia amanheceu com um tempo bastante fechado e portanto decidimos adiar o horário de nossa saída para quem sabe o tempo melhorar. Dessa forma, continuamos descansando um pouco mais em nossa cabana e depois partimos para a caminhada do dia, que seria bem mais curta que no dia anterior mas que, em compensação, seria bem mais cansativa já que teríamos que vencer um desnível de uns 800 metros até o destino final. A vantagem é que o trecho mais difícil já começa logo no início da caminhada, portanto o corpo ainda não está cansado para o trecho de subida com vários trechos em zigue-zague. Depois de algumas horas de caminhada, chegamos ao abrigo Hanging Valley e tivemos a primeira vista real do fiorde sul do lago Te Anau. Aproveitamos o lugar para descansar da forte subida e para comer algo apreciando uma bela paisagem. Seguimos caminhando agora em descida até chegar ao abrigo Forest Burn para então iniciarmos novamente um trecho de subida até chegarmos numa bifurcação para uma trilha opcional até o cume do Mt Luxmore. Deixamos nossas mochilas cargueiras atrás de umas rochas e seguimos leves até o topo do Mt Luxmore que nos brindou com vistas 360º de toda a região, sendo possível ver todo o fiorde sul do Lago Te Anau, a cidade de Te Anau e todas as montanhas da região. Um espetáculo de visual que ficou ainda melhor porque o céu abriu nesse momento e como saímos mais tarde, tinhamos todo esse visual apenas para nós! Depois de mais de 1 hora no topo do Mt Luxmore, resolvemos descer e pegar nossas mochilas para seguir caminho. Em torno de 1 hora chegamos ao Luxmore Hut, nossa última hospedagem na Kepler Track. Fizemos nosso almojanta, descansamos um pouco e depois fomos dormir. Luxmore Hut: $NZ 65,00 Caminho entre o Iris Burn Hut e o Luxmore Hut na Kepler Track Fiorde Sul do Lago Te Anau & Murchison Mountains Fiorde Sul do Lago Te Anau visto do cume do Mt. Luxmore 07/12/2017 - Kepler Track (Luxmore Hut > Te Anau) (17 km 🚶‍♂️) Esse dia colocamos o alarme para despertar bem cedo para vermos o nascer do sol e foi uma experiência sensacional. Como o Luxmore Hut fica a mais de 1000 metros do nível do mar, ao acordar tivemos a vista da lua cheia de um lado, do sol nascendo do outro lado e das nuvens abaixo do nível onde estávamos! Espetacular! Depois de ficar 1 hora apreciando o nascer do sol, fizemos uma caminha de uns 10 minutos até a Luxmore Cave, uma mini caverna (mais para uma gruta na verdade) próxima ao Luxmore Hut que não rendeu grandes vistas. Voltamos para o hut para tomar nosso café da manhã antes de seguir caminho em direção a Te Anau. O caminho se deu quase em sua totalidade em descida, passando inicialmente por uma região de floresta onde tivemos que literalmente cruzar as nuvens que estavam abaixo de nós. Depois de uma boa caminhada, chegamos na margem do Lago Te Anau (Brod Bay) onde muitos aproveitam para fazer esportes aquáticos ou simplesmente entrar na água para se banhar. O caminho seguiu margeando o lago o tempo todo, passamos pela Dock Bay até chegar na portaria de entrada do Fiordland National Park. Como não sabíamos o horário que chegaríamos nesse dia, decidimos não reservar o transfer até a cidade e tivemos que andar mais uns 5 kms até chegar o centro de Te Anau. Chegamos em Te Anau por volta de 13h e fomos ao Arran Motel deixar nossas coisas para tomar um banho e alugar um carro para fazer o caminho a Milford Sound já que o dia estava lindo e a previsão para o próximo dia era de chuva. No entanto, ao chegarmos na locadora RaD Car tivemos a péssima notícia que só conseguiríamos pegar o carro às 16h30, o que estragou nossos planos de aproveitar o dia ao máximo. Dessa forma, decidimos então descansar, comer comida de verdade em um dos restaurantes de Te Anau para depois pegar o carro para fazer a Milford Road até onde fosse possível... mas isso deixarei para o relato abaixo. Quarto para 2 pessoas no Arran Motel: $NZ 148,68 Luxmore Hut Floresta Brod Bay
  13. 1 ponto
    01/12/2017 - Nelson > Christchurch > Queenstown (800 km ✈️) Acordamos cedo, comemos algumas coisas que havíamos comprado na noite anterior e fomos pegar o táxi que chegou na hora combinada para nos levar ao aeroporto de Nelson. Nós demoramos pra decidir se faríamos o trecho até Queenstown de carro ou de avião. No fim, decidimos ir de avião para não perder muito tempo e aproveitar pelo menos 1 dia em Queenstown já que no próximo dia começaria o trekking em Routeburn. Com isso, acabamos pagando bem mais caro o voo até Queenstown! Chegamos por volta das 7h30 em Christchurch e esperamos até 10h para pegar o próximo voo até Queenstown. Finalmente em Queenstown, fomos pra nossa hospedagem e nos reencontramos com o Rafa que já estava na cidade para dar uma volta no centrinho de Queenstown e depois paramos num restaurante para almoçar e decidir o que fazer à tarde. Zaney e Rafa decidiram fazer uma das atividades radicais de Queenstown: o bungee jump. Eu que não sou dessas coisas, preferi fazer um dos vários trekkings da cidade: o Queenstown Hill. Antes disso, passamos num i-SITE (como é chamado o centro de informação turística da Nova Zelândia) para reservar o ônibus que levaria eu e Zaney para o início da trilha de Routeburn no dia seguinte e depois passamos numa loja para comprar um novo refil de gás para trilha. Voltando para a trilha, são aproximadamente 3 km no total para chegar do centrinho de Queenstown até o topo de Queenstown Hill. O dia estava com um lindo céu azul e uma temperatura agradável, portanto fui caminhando tranquilo num percurso sempre em subida até chegar ao topo (são quase 500 metros de desnível do centro de Queenstown até o topo de Queenstown Hill). Do topo de Queenstown Hill é possível ter uma vista em 360º espetacular de toda a cidade e da baía de Queenstown com as montanhas ao fundo. Depois de ficar pelo menos 1h apreciando a paisagem e descansando da subida, comecei a descida e encontrei novamente com Zaney e Rafa que já haviam chegado do salto de bungee jump e voltamos para nossa hospedagem já que tínhamos que preparar nossas mochilas e comidas para a terceira Great Walk da viagem: Routeburn Track. Quarto duplo no QBox: $NZ 120,00 Voo Nelson > Queenstown pela Air New Zealand: $NZ 388,00 Baía de Queenstown Queenstown Hill Track Queenstown Hill Track Routeburn Track Routeburn é uma das Great Walks mais famosas da Nova Zelândia e a terceira que faria durante minha visita pelo país. A Routeburn Track é uma caminhada que se recomenda fazer em 3 dias e pode-se fazer em qualquer direção, apesar que segui a direção mais tradicional que começa em Routeburn Shelter (próximo a Glenorchy e Queenstown) e termina em The Divide (próximo a Milford Sound e Te Anau). Ao contrário de Tongariro que tem paisagens áridas com vulcões e de Abel Tasman com suas lindas praias, Routeburn fica numa região mais úmida e tem uma característica mais alpina com seus vales, montanhas, lagos e picos nevados. Para fazer as Great Walks, é necessário reservar os huts ou campings já que são vários dias de caminhada. Eu fiz todas as reservas com 3 meses de antecedência e mesmo assim não consegui vaga para o Routeburn Falls e por isso acabei dormindo a primeira noite no Routeburn Flats. Por isso, a recomendação é fazer as reservas o quanto antes já que a procura é muito alta, principalmente nos meses de verão. As reservas são feitas exclusivamente pelo site do Departamento de Conservação da Nova Zelândia. 02/12/2017 - Christchurch > Routeburn Shelter Parking (70 km 🚌) + Routeburn Track (Routeburn Shelter > Routeburn Flats) (6,5 km 🚶‍♂️) Acordamos cedo mais uma vez para nos arrumar e comer algo antes de pegarmos o ônibus que nos levaria até o ínicio da trilha Routeburn. Também aproveitamos e deixamos no QBox um pouco das nossas roupas no transport cover do Zaney já que 1 semana depois voltaríamos a Queenstown e assim eliminaríamos peso das nossas costas na trilha. Durante o caminho, a motorista foi falando o tempo inteiro, contando curiosidades sobre a região e fez 2 paradas no caminho: a primeira em um mirante na estrada onde se via o lago Wakatipu e a cadeia de montanhas da região e a segunda parada foi na cidade de Glenorchy para um café onde eu na verdade aproveitei para dar uma volta no lago Wakatipu apesar do forte vento que fazia. Após umas 2 horas, chegamos no Routeburn Shelter Parking e começamos nossa caminhada do dia. A distância a ser percorrida nesse dia era relativamente pequena então fizemos a trilha com bastante calma. Ao contrário do dia anterior em Queenstown, o dia estava bem nublado durante a trilha e o caminho foi quase todo margeando o rio Routeburn cuja cor da água é de um verde cristalino impressionante. No caminho existem diversas pontes que cruzam o rio Routeburn e a vegetação se faz presente a todo momento já que Routeburn fica numa região bastante úmida da Nova Zelândia. Em um determinado ponto, fizemos uma parada as margens do lago para comer nosso lanche junto com várias pessoas que também faziam a trilha e depois seguimos nosso caminho até chegar ao Routeburn Flats onde eu passaria a noite (Zaney continuou pois passaria a noite no Routeburn Falls). Como cheguei cedo, até fiquei interessado em fazer uma trilha opcional conhecida como North Branch que leva umas 4 horas ida e volta e que se inicia no Routeburn Flats. No entanto, começou a chover pouco tempo após a minha chegada ao Routeburn Flats, então preferi descansar essa tarde na cabana para o próximo dia que prometia ser mais longo. À noite durante a conversa com a ranger do hut, ela disse que havia sido o primeiro dia de tempo fechado na região após quase 1 mês de sol e céu azul =( Ônibus Queenstown > Routeburn Shelter Parking: $NZ 45,00 Routeburn Flats Hut: $NZ 65,00 Lago Wakatipu em Glenorchy Rio Routeburn Rio Routeburn Rio Routeburn Routeburn Flats 03/12/2017 - Routeburn Track (Routeburn Flats > Lake Mackenzie) (13,5 km 🚶‍♂️) Havia combinado de encontrar com o Zaney umas 9h no Routeburn Falls para continuarmos juntos a trilha. Assim, levantei por volta das 7h para me arrumar e tomar meu café da manhã já que o caminho até Routeburn Falls tinha uma previsão de 1h a 1h30. O tempo tinha amanhecido bastante nublado e com uma forte névoa em certos pontos e isso só piorava com o caminho já que ele foi quase todo em subida. O caminho até o Routeburn Falls não teve nada de muito interessante (ou o clima ruim fez a paisagem menos atrativa pra mim) e cheguei ao Routeburn Falls em pouco mais de 1h, onde encontrei o Zaney para seguirmos a trilha. Antes de seguir, Zaney comentou comigo que no dia anterior havia feito uma trilha opcional próximo ao Routeburn Falls que valia a pena fazer pois chegava a um mirante onde se tinha uma bela visão do vale do Routeburn com o rio e as montanhas ao lado. Assim, seguimos o caminho normal e então deixamos nossas cargueiras em um determinado ponto do caminho e seguimos a trilha opcional em subida até o mirante natural que ele havia ido no dia anterior. Essa side trip deve ter consumido entre 1 e 2 horas a mais no total mas foi muito bem vinda já que tivemos uma bela visão das montanhas Humboldt. Pegamos nossas mochilas e seguimos caminhando até o lago Harris que é um dos pontos altos dessa trilha. Um lago belíssimo com montanhas de picos nevados ao redor. Uma pena apenas que a névoa e as nuvens impediam de termos uma visão ainda mais impressionante do lugar. Nesse lugar paramos para tirar umas fotos e no sentido contrário cruzamos e conversamos um pouco com um casal brasileiro que também estava fazendo o Routeburn Track. Seguimos subindo na trilha até chegarmos ao ponto mais alto de Routeburn Track conhecido como Harris Saddle, onde há um abrigo que serve de emergência em caso de mudança repentina no clima. Fazia bastante frio nesse ponto e decidimos entrar no abrigo para descansar um pouco e comer algo para depois seguir nosso caminho que seria agora predominantemente em descida. Uma trilha opcional famosa que se inicia nesse ponto é a Conical Hill, no entanto, a trilha se encontrava fechada por risco de deslizamento de rochas, então acabamos seguindo direto (apesar que com o tempo nublado que fazia, acredito que não teríamos também uma boa vista das montanhas desde o topo da Conical Hill). O caminho foi seguindo com uma bela vista de um vale com montanhas ao lado direito. Após muito caminhar, foi possível avistar o Lago Mackenzie desde o alto e o tempo começou a dar uma melhorada. Fizemos uma parada para descansar e tiramos algumas fotos do lago e seguimos numa descida forte em zigue-zague ao som dos Keas (espécie de papagaio das montanhas neozelandesas) até chegarmos a margem do Lago Mackenzie onde passamos a noite acampando. Lake Mackenzie Camping: $NZ 20,00 Humboldt Mountains Routeburn Track Lake Harris Lake Mackenzie 04/12/2017 - Routeburn Track (Lake Mackenzie > Key Summit > The Divide) (15 km 🚶‍♂️) + The Divide > Te Anau (85 km 🚌) Nesse dia levantamos cedo mais uma vez assim que começou a clarear pois tínhamos 15 km de trilhas pela frente e o nosso ônibus tinha hora marcada para passar às 15h30 em The Divide (ponto final da Routeburn Track). Por fim, no último dia de caminhada o tempo começou a melhorar e o céu azul se tornou presente! Saímos do camping após nosso café da manhã e nos despedimos das águas esverdiadas do Lago Mackenzie! O caminho foi seguindo bem tranquilo até chegarmos na bela Earland Falls, uma cachoeira com queda d'água de 174 metros que molha qualquer um que passe próximo a ela. O caminho segue em descida até chegar o Lago Howden onde também existe uma cabana para pernoite. Como estávamos andando num bom ritmo, fizemos uma parada rápida ali para descansar e comer algo e seguimos caminho até o ponto onde começa a subida para o Key Summit. O Key Summit é uma trilha opcional que leva em torno de 30 minutos até atingir o topo de onde se tem uma visão 360º das cadeias montanhosas do Fiordland. Como o dia estava com céu claro, foi possível ter uma vista maravilhosa de toda região. Depois de passar quase 1 hora apreciando a vista no Key Summit, começamos nosso caminho em direção do The Divide, onde chegamos por volta das 14h30 e com tempo de sobra para descansar até a chegada de nosso ônibus que nos levou em pouco mais de 1h até a cidade de Te Anau. Chegando em Te Anau, fomos direto a nossa hospedagem para deixar nossas coisas e tomar um belo banho após 3 dias de trekking a base de lencinhos umedecidos. Depois apenas saímos para reservar nosso transfer até o início da Kepler Track (última Great Walk que faríamos e que já começaría no próximo dia), buscamos um restaurante para comer e fomos a um mercado para comprar comida para preparar para os próximos 3 dias de trilhas que viriam pela frente! Quarto duplo no Kingsgate Hotel: $NZ 110,00 Ônibus The Divide > Te Anau: $NZ 40,00 Lake Mackenzie Earland Falls Lake Howden Key Summit Key Summit
  14. 1 ponto
    25/11/2017 - Wellington > Nelson (200 km ✈️) Acordamos esse dia bem tarde já que não tínhamos grandes planos para o dia que não fosse se recuperar dos 4 dias de trilha em Tongariro e descansar para os próximos 5 dias de trilha que começariam já no próximo dia! Assim, saímos da hospedagem depois das 10h e buscamos um bar/lanchonete no centrinho de Wellington e tomamos um café da manhã tranquilamente num lugar bem legal que estava repleto de locais aproveitando a manhã de sábado. Como nosso voo seria apenas às 16h, pegamos o carro e demos uma volta pela cidade e decidimos ir até o Mount Victoria, local que permite ter uma visão 360º da capital neozelandesa! Após andarmos um pouco pelo Mount Victoria, decidimos ir direto entregar o carro na Apex e de lá o funcionário nos levou no próprio carro que entregamos até o aeroporto que ficava bem próximo da locadora. Chegamos no aeroporto de Wellington com tempo, pegamos nosso voo da JetStar e demos adeus a ilha norte e chegamos na primeira cidade a ser conhecida na ilha sul: Nelson. Lá, fechamos um táxi com mais uma garota do voo até o centro de Nelson onde ficava nossa hospedagem. Não tivemos muito tempo para conhecer Nelson nesse dia e nem era esse o nosso objetivo. Nelson era uma base estratégica para fazer a segunda Great Walk da viagem: Abel Tasman Coast Track. A única obrigação em Nelson foi visitar o supermercado para comprar alguns suprimentos para os próximos 5 dias de trilha que viriam pela frente. Voo Wellington > Nelson pela JetStar: $NZ 48,00 Quarto para 2 pessoas no Trafalgar Lodge: $NZ 110,00 Vista da capital Wellington desde o Mount Victoria Abel Tasman Abel Tasman é um destino bastante procurado na época de verão pois é um local com foco em praias. Apesar de ser uma região perfeita para caminhadas, muitos visitam Abel Tasman num bate-volta de carro, de tour guiado, de barco e até de caiaque. Mas no meu caso, Abel Tasman foi a segunda das Great Walks que faria durante minha visita pela Nova Zelândia. A Abel Tasman Coast Track é uma caminhada que se recomenda fazer em 5 dias para apreciá-la com calma já que o objetivo aqui não é apenas caminhar mas também relaxar nas belas praias que existem ao longo de todo caminho. Ao contrário de Tongariro, em Abel Tasman fiquei principalmente em campings já que existem muitas opções de campings no caminho! Foram 3 noites em camping (Te Pukatea Bay, Bark Bay e Waiharakeke) e a última noite num hut (Whariwharangi Bay). Para fazer as Great Walks, é necessário reservar os huts ou campings já que são vários dias de caminhada. Eu fiz todas as reservas com 3 meses de antecedência, mas a recomendação é fazer isso o quanto antes já que a procura é muito alta, principalmente nos meses de verão. As reservas são feitas exclusivamente pelo site do Departamento de Conservação da Nova Zelândia. 26/11/2017 - Nelson > Marahau Carpark (65 km 🚌) + Abel Tasman Coast Track (Marahau > Te Pukatea Bay) (11,5 km 🚶‍♂️) Nesse dia acordamos cedo pois o ônibus sairia de Nelson às 7h30 da manhã. Fomos andando da nossa hospedagem até o local de embarque do ônibus e passamos por um certo perrengue por não ter comprado a passagem com antecedência (perguntamos no dia anterior para a dona da hospedagem e ela tinha dito que poderíamos comprar na hora e então não nos preocupamos em comprar com antecedência). No entanto, o motorista não queria vender a passagem e quase não embarcamos (acho que não é política da empresa de ônibus os motoristas venderem a passagem)! Mas no final, o motorista acabou cedendo e conseguimos embarcar. A viagem até Marahau levou quase 2h com algumas poucas paradas no caminho (em uma delas, aproveitamos para comprar um cartucho de gás que havíamos esquecido!). Chegando em Marahau, o ônibus parou no exato ponto de controle onde se inicia a caminhada do Abel Tasman Coast Track! Começamos nossa caminhada e logo de cara senti meu pé sofrendo e tive que reduzir o ritmo e pisar de mal jeito (os dias de trekking em Tongariro fizeram estrago no meu pé direito!). Confesso que não foi muito prazeroso andar esse dia, mas por sorte não era uma caminhada pesada e tínhamos tempo de sobra para chegar ao destino final do dia. A manhã começou com um tempo bem nublado e ao decorrer do dia as nuvens foram se dispersando e deixando a paisagem mais bonita. A caminhada se deu quase em sua totalidade margeando a costa, ou seja, sempre se tinha belas vistas das praias de Abel Tasman. A maioria das pessoas que fazem esse trekking terminam o primeiro dia em Anchorage Bay por ser o local com mais estrutura e único lugar possível para ficar em cabana (ou seja, não acampar). No entanto, preferimos seguir um pouco mais e acamparmos em Te Pukatea Bay e não nos decepcionamos! Te Pukatea Bay é uma baía linda (diria que a mais bela praia que vi em Abel Tasman) e além disso, super tranquila! A sensação era que tínhamos toda aquela praia apenas para nós e ainda tivemos a sorte de dormir em frente a ela! Montamos a barraca, comemos e descansamos um pouco e depois subi um caminho que levava ao mirante Pitt Head onde é possível ter uma vista de cima de Te Pukatea Bay e de Anchorage Bay. Ônibus Intercity Nelson > Marahau: $NZ 21,00 Te Pukatea Bay Campsite: $NZ 15,00 Início da trilha Abel Tasman - Marahau Tinline Bay Tinline Bay Te Pukatea Trilha ao Pitt Head Lookout 27/11/2017 - Abel Tasman Coast Track (Te Pukatea Bay > Bark Bay) (14 km 🚶‍♂️) A primeira noite acampando em Te Pukatea foi ótima! O clima foi agradável durante a noite e o único barulho foram as fracas ondas que quebravam na praia. Acordamos cedo com o clarear do dia, tomamos nosso café da manhã (trouxemos pães com frios prontos de Nelson pra viagem) e partimos para a caminhada. Meu pé ainda incomodava bastante e foi outro dia sofrido, mas sem dúvida o belo céu azul que fazia desde cedo deixaram meu dia mais feliz! Saímos de Te Pukatea e fomos em direção a Anchorage Bay e em seguida começamos a caminhada pelo estuário de Torrent Bay aproveitando que a maré estava baixa. Aqui vale destacar a importância de saber o horário das marés em Abel Tasman, pois se a maré estivesse alta, teríamos que seguir por outro caminho que alongaria pelo menos em mais 1h a caminhada. Tiramos nossas botas de trekking para andar pelo areia úmida de Torrent Bay até chegar o ponto onde voltamos a trilha demarcada. Nesse momento a trilha começou a ser mais dentro da mata, apesar que sempre era possível ter uma visão das praias ao nosso lado direito. Passamos por diversos lugares e mirantes lindos no caminho e levamos umas 5h andando com calma (afinal meu pé não ajudava) até chegar nosso destino final do dia: Bark Bay. Bark Bay estava totalmente diferente de Te Pukatea. Havia um grupo de adolescentes neozelandeses em excursão e o local estava cheio (cheio para padrões neozelandeses é claro! nem se compara com praias brasileiras lotadas! rs). De toda forma, montamos nossa barraca, comemos e passamos a tarde descansando e aproveitando um pouco da praia de Bark Bay. Bark Bay Campsite: $NZ 15,00 Balloon Rock - Torrent Bay Torrent Bay Sandfly Bay & Frenchman Bay South Head Lookout Medlands Beach 28/11/2017 - Abel Tasman Coast Track (Bark Bay > Waiharakeke Bay) (14 km 🚶‍♂️) Tivemos mais uma ótima noite acampando e levantamos com mais um belo dia em Bark Bay. Depois de tomar nosso café da manhã, partimos para a caminhada do dia! Infelizmente não conseguimos aproveitar tão bem os atrativos ao longo desse trecho pois precisávamos chegar relativamente cedo na enseada de Awaroa para fazer a travessia quando a maré tivesse baixa, se não ficaríamos preso em Awaroa e não conseguiríamos chegar ao local onde acamparíamos naquele dia. Portanto, tivemos que apressar bastante o passo nesse dia já que Awaroa ficava há 4h30 de Bark Bay e a previsão da maré baixa era para acontecer por volta das 11h da manhã, sendo que a recomendação era que se pode atravessar até 2h após o horário da maré baixa. Chegamos em Awaroa no limite e conseguimos fazer a travessia. Depois da travessia, paramos um pouco para descansar e comer algo e seguimos caminho rumo ao acampamento em Waiharakeke Bay que ficava relativamente próximo. Chegamos no camping em Waiharakeke Bay e não havia ninguém no local. Montamos nossa barraca e com o calor do início da tarde, partimos para a praia que estava simplesmente vazia! Demos uma caminhada de reconhecimento na praia, ficamos relaxando na areia e até tentamos entrar no mar mas a água gelada não animava apesar do forte sol! Voltamos para a barraca pra descansar e só acordamos após um grupo de jovens que chegaram numa excursão e que resolveram fazer uma parada no camping antes de seguir caminho. Ao fim da tarde eles foram embora e fomos os únicos a dormir em Waiharakeke nesse dia. Fomos dormir cedo também porque tínhamos o objetivo de acordar cedo para ver o nascer do sol no outro dia. Waiharakeke Campsite: $NZ 15,00 Bark Bay Bark Bay Bark Bay Waiharakeke Beach Waiharakeke Beach 29/11/2017 - Abel Tasman Coast Track (Waiharakeke Bay > Whariwharangi Bay) (14 km 🚶‍♂️) Nesse dia levantamos bem cedo e saímos de dentro da barraca mesmo com frio e escuridão para ir até a praia ver o nascer do sol. Apesar do esforço, valeu muito a pena ter acordado cedo para ver o nascer do sol! O dia amanheceu lindo e com poucas nuvens, e o sol saiu iluminando a praia de um jeito incrível! O dia mal havia começado mas já dava a sensação que o melhor já tinha chegado! Ficamos mais de 1 hora vendo o nascer do sol e depois voltamos para a barraca para descansar um pouco mais, tomar o nosso café da manhã e partir para o penúltimo dia de trilha em Abel Tasman. Apesar do dia ter amanhecido bonito, quando começamos a trilha umas 3h após o nascer do sol, as nuvens tomaram conta do céu e as paisagens não estavam tão espetaculares. Após umas 2h de caminhada chegamos a Totaranui, um dos 4 locais possíveis de chegar de carro em Abel Tasman. Seguimos caminho passando pela praia Anapai com suas rochas que possuem formas curiosas, sendo que uma delas lembra bastante as estátuas dos Moais da Ilha de Páscoa. Seguimos caminho passando por Mutton Cove e então a trilha começou a ficar mais longe da costa mas de vez em quando era possível ver o mar. Caminhamos por umas 2h aproximadamente e chegamos finalmente na nossa última hospedagem: Whariwharangi Hut, uma cabana histórica construída em 1896! Chegando lá, reservamos nossas camas, descansamos um pouco e comemos algo antes de fazer uma caminhada opcional que nos levaria até o Separation Point. Nesse momento o céu tinha aberto novamente e a caminhada foi mais agradável já que não havia o mochilão nas costas. Chegando próximo ao Separation Point, ouvímos sons de pássaros e vimos ao longe vários deles numa rocha próximo ao farol e ficamos bem entusiasmados em nos aproximar. No entanto, ao chegar perto vimos que tudo era falso! Na verdade havia uma caixa de som e vários gannets de madeira (ave da região) espalhados pela rocha com o objetivo de atrair os gannets para a região. Depois voltamos a nossa cabana, comemos numa mesa do lado de fora e vivenciamos um momento cômico: em Abel Tasman existem muitas wekas, uma ave típica da região, e uma delas aproveitou um momento de descuido nosso e roubou um pacote de smoothie em pó que tomaríamos de sobremesa! Zaney chegou a tentar correr atrás da weka mas ela deu um drible nele e se enfiou no mato! 😂 Whariwharangi Hut: $NZ 38,00 Sunrise - Waiharakeke Sunrise - Waiharakeke Totaranui Anapai Beach Separation Point 30/11/2017 - Abel Tasman Coast Track (Whariwharangi Bay > Wainui Carpark) (6 km 🚶‍♂️) + Wainui Carpark > Nelson (125 km 🚌) O último dia de caminhada seria curto e tínhamos que chegar até às 11h da manhã para pegar o transporte que nos levaria de volta a Nelson. Acordamos cedo, tomamos nosso café da manhã e saímos de Whariwharangi rumo ao estacionamento em Wainui. O dia amanheceu bastante nublado e as vistas das baía de Takapou e Wainui não foram tão impressionantes como poderiam ser num dia ensolarado, isso fez com que seguíssemos sem muitas paradas e chegamos no fim de nossa segunda Great Walk por volta das 10h. Esperamos pela van junto com mais outras pessoas e ela chegou pontualmente às 11h20. A van nos levou até Motueka onde esperamos por um ônibus que nos levou até Nelson (nessa espera aproveitamos para comprar algo num mercado para comer). Chegando em Nelson, fomos direto para nossa hospedagem para finalmente tomar um banho após 5 dias a base de lencinhos umidecidos! Depois disso, basicamente fomos andar sem compromissos no centrinho de Nelson e paramos na Trafalgar Street para comer/beber ao ar livre no The Vic já que a tarde estava ensolarada e o corpo pedia por isso após 5 dias de trekking. Depois voltamos para nossa hospedagem, reservamos um táxi para nos levar ao aeroporto no outro dia cedo já que tínhamos voo para Queenstown às 6h30 da manhã e ficamos arrumando nossas coisas antes de dormir. Ônibus Golden Bay Coachlines Wainui > Nelson: $NZ 42,00 Quarto para 2 pessoas no Admirals Motor Inn: $NZ 115,00 Whariwharangi Beach Wainui Bay Takapou Bay Takapou Bay & Wainui Bay
  15. 1 ponto
    Tongariro 21/11/2017 - Auckland > Whakapapa Village (340 km 🚗) + Tongariro Northern Circuit (Whakapapa Village > Mangatepopo Hut) (9 km 🚶‍♂️) Nesse dia levantamos cedo, tomamos um café da manhã com as sobras do que tínhamos na campervan e partimos eu, Zaney e Rafa com nosso carro alugado para uma viagem de umas 4h até Whakapapa Village (porta de entrada para os que desejam fazer o TNC). No caminho, fizemos algumas paradas, sendo que as principais foram quando já estávamos bem próximos do Parque Nacional Tongariro. Uma das paradas foi no Mirante Piriaka (vista belíssima que resume bem as paisagens verdes que se avista por todo país) e outra foi na estrada do Parque para tirarmos as primeiras fotos do Tongariro! Tongariro é o mais antigo parque nacional da Nova Zelândia e é um destino super famoso principalmente porque possui uma das trilhas de 1 dia mais lindas da Nova Zelândia: o Tongariro Alpine Crossing (que faz parte do TNC). No entanto, nosso objetivo era fazer o circuito completo de 43 km (sem considerar trechos opcionais) do Tongariro, a primeira das 4 Great Walks que eu e Zaney faríamos na Nova Zelândia: Tongrariro Northern Circuit (TNC). A TNC é um circuito que se recomenda percorrer em 4 dias de caminhada e que passa por lugares incríveis como montanhas, vulcões, cachoeiras, lagos etc. Tongariro se tornou ainda mais famoso em todo mundo depois do filme O Senhor dos Anéis já que o vulcão Ngauruhoe é o famoso Mount Doom retratado no filme. Para fazer as Great Walks, é necessário reservar os huts ou campings já que são vários dias de caminhada. Eu reservei os 3 huts que dormiria em Tongariro com 3 meses de antecedência, mas a recomendação é fazer isso o quanto antes já que a procura é muito alta, principalmente nos meses de verão. As reservas são feitas exclusivamente pelo site do Departamento de Conservação da Nova Zelândia. Voltando ao relato, chegando em Whakapapa Village, deixamos o carro no estacionamento público, comemos algumas besteiras que encontramos numa lojinha, deixamos avisado no DoC localizado na portaria que daríamos início ao trekking TNC e começamos a caminhada já por volta das 14h. Fizemos a TNC no sentido horário e o primeiro dia seria de uma caminhada leve e sem muitas preocupações já que começamos tarde. O dia estava com um belo céu azul e isso fazia com que tivéssemos sempre ao nosso lado a vista do Monte Ngauruhoe e o Monte Ruapehu às nossas costas. Foram um total de 3h de caminhada aproximadamente até chegarmos na primeira cabana que passaríamos a noite: Mangatepopo Hut. Chegando lá, descansamos um pouco, fizemos nossa primeira de muitas refeições da Back Country Cuisine, nos reunimos para o bate-papo com o ranger e então fomos dormir porque o dia tinha sido longo e o próximo também prometia! Mangatepopo Hut: $NZ 36,00 Mirante Piriaka (Piriaka Lookout) Trilha de Whakapapa a Mangatepopo com o Monte Ngauruhoe ao fundo Trilha de Whakapapa a Mangatepopo com o Monte Ngauruhoe ao fundo Monte Ruapehu Pôr do Sol em Mangatepopo Hut 22/11/2017 - Tongariro Northern Circuit (Mangatepopo Hut > Mt Ngauruhoe > Oturere Hut) (18 km 🚶‍♂️) Esse dia foi sem dúvida o mais puxado entre todos os dias de trekking que fiz (não apenas no TNC como durante toda a viagem pela NZ). Acordamos cedo já que o dia seria longo e para evitar a multidão que chega para fazer o Tongariro Alpine Crossing em excursões. Dessa forma, tomamos nosso café da manhã na cabana e saímos pouco depois das 7h da manhã com o objetivo de subir o Mt Ngauruhoe (aka Mount Doom do Senhor dos Anéis). O dia tinha amanhecido lindo mais uma vez e a caminhada foi rápida até o ponto onde se começa a subida ao vulcão. Apesar de muita gente fazer esse trekking, poucos se aventuram em fazer o trecho opcional de subida ao Mt Ngauruhoe já que é um caminho não demarcado, bem mais cansativo e complicado de se completar para quem faz apenas um day-trip no Alpine Crossing. Deixamos nossas mochilas cargueiras atrás de umas rochas e iniciamos a subida ao vulcão que tem altura de 2.291 metros! Zaney que tem mais preparo conseguiu subir mais rápido, mas eu e Rafa tivemos mais dificuldades e demoramos pelo menos 1h a mais para chegar ao cume (levamos pouco menos de 3h para chegar ao topo e depois ainda mais quase 1h para chegar na cratera do vulcão devido a dificuldade em andar no gelo sem calçado apropriado). Um fato relevante é que o trecho de subida possui muitas pedras soltas e tem que se tomar cuidado ao pisar para não causar uma avalanche de pedras que pode machucar feio que vem atrás (era comum ouvir o grito de ROCKS pra avisar quando isso acontecia)! Quando cheguei a cratera, as nuvens começaram a invadir a paisagem e a visão ficou comprometida, mas mesmo assim deu para aproveitar bem o lugar que é impressionante! Depois descemos de skibunda pela neve um trecho desde a cratera do vulcão (onde eu perdi meu relógio e machuquei a mão pra me frear na descida no gelo) e depois seguimos descendo. A descida sem dúvida foi mais fácil do ponto de vista do esforço físico mas também exigia muito cuidado com as pedras ou o terreno arenoso. Devo ter levado a metade do tempo que levei para subir até o cume do Mt. Ngauruhoe! Chegando na base, pegamos nossas cargueiras e seguimos a trilha e começamos a subir a Devil´s Staircase (escadaria do diabo) até a chegada de 2 pontos incríveis: a Red Crater (cratera vermelha) e o Emerald Lakes Lookout (mirante dos lagos esmeralda). Ficamos um bom tempo apreciando o lugar e tirando fotos, aproveitando que a multidão do Alpine Crossing já não estava mais em peso porque já era tarde pois subimos o Mt Ngauruhoe! De lá partimos em direção a nossa cabana e pulamos a ida ao Blue Lake já que voltaríamos nesse ponto no próximo dia para acompanhar o Rafa que não faria o TNC completo e também porque já estávamos morrendo de fome e sede já que nossa água havia acabado! Chegamos acabados mas felizes no Oturere Hut após quase 12h de trilha pesada! Apenas tivemos força para beber muita água, preparar nosso almojanta e dormir! Oturere Hut: $NZ 36,00 Monte Ngauruhoe (Monte Doom do Senhor dos Anéis) Tongariro visto desde o alto do Monte Ngauruhoe Cratera do Monte Ngauruhoe (Monte Doom do Senhor dos Anéis) Cratera vermelha (Red Crater) Cratera Vermelha (Red Crater) e Monte Ngauruhoe Mirante Tongariro Crossing Emerald Lake 23/11/2017 - Tongariro Northern Circuit (Oturere Hut > Blue Lake > Oturere Hut > Waihohonu Hut) (18,5 km 🚶‍♂️) Pelo roteiro padrão, o terceiro dia do TNC é um trecho sem grandes atrativos e com distância curta. Como nosso amigo Rafa não continuaría o TNC e nós não aproveitamos tanto a parte final do trecho do dia anterior, resolvemos eu e Zaney acompanhá-lo até o Blue Lake (Rafa iria sair pelo caminho do Alpine Crossing) e depois voltar ao Oturere Hut para seguir em direção ao nosso destino final do dia: Waihohonu Hut. Levantamos um pouco mais tarde nesse dia, tomamos nosso café da manhã e iniciamos nosso trekking com mais um belo dia de céu azul. Os pouco mais de 5 km até o Blue Lake foram sempre em subida mas foi mais tranquilo para mim e Zaney já que deixamos nossas cargueiras no Oturere Hut. No caminho, paramos algumas vezes para tirar fotos dos onipresentes vulcões Ngauruhoe e Ruapehu e depois ficamos boquiabertos com a cor do Emerald Lake sob o sol que fazia no momento. Seguimos caminho depois até o Blue Lake onde fizemos um lanche e nos despedimos de Rafa e então regressamos pelo mesmo caminho até o Oturere Hut. Ao chegar no Oturere Hut, descansamos e comemos um pouco. Depois fomos na cachoeira próximo a cabana (Oturere Falls) para apreciar o local (pena que a água seja tão gelada pois o efeito de ausência de banho já começava a incomodar! rs). Voltamos a cabana e pegamos nossas cargueiras e seguimos caminho em direção a nossa última hospedagem do TNC: Waihohonu Hut. Nesse momento, o tempo já havia mudado radicalmente e nuvens pesadas passaram a tomar conta da paisagem. O caminho foi feito sem muitas paradas e o mais diferente foi quando saímos da paisagem mais árida para entrar numa espécie de bosque quando estávamos já quase nos aproximado do Waihohonu Hut. Waihohonu Hut: $NZ 36,00 Monte Ngauruhoe (Monte Doom do Senhor dos Anéis) Monte Ruapehu Emerald Lake Blue Lake Oturere Falls Bosque próximo ao Waihohonu Hut 24/11/2017 - Tongariro Northern Circuit (Waihohonu Hut > Upper Tama Lake > Whakapapa Village) (24 km 🚶‍♂️) + Whakapapa Village > Wellington (340 km 🚗) O último dia de caminhada começou com um tempo fechado e bastante nublado na direção do Mt Ngauruhoe. Como o dia seria longo, não esperamos o tempo melhorar e partimos cedo para o trekking. A caminhada foi quase o tempo todo em constante subida mas de forma leve. A todo momento tínhamos a visão encoberta do vulcão Ngauruhoe à nossa direita e do vulcão Ruapehu à nossa esquerda. A primeira metade do caminho foi sem muitos atrativos. Após aproximadamente 10 km andando, fizemos um desvio para um trilha opcional que leva aos mirantes dos lagos Tama. No primeiro ponto se tem uma vista do Lower Tama Lake com o vulcão Ruapehu ao fundo (pena que o tempo estava bem nublado!) e com mais 30 minutos de trilha em forte subida se chega ao mirante do Upper Tama Lake com o vulcão Ngauruhoe ao fundo (havia uma névoa tão grande que só era possível enxergar a base do vulcão). Seguimos caminho e em pouco tempo alcançamos a última atração do TNC: a cachoeira Taranaki. Descansamos um pouco nesse lugar e tiramos algumas fotos e então seguimos rumo a Whakapapa Village, ponto final e inicial onde completamos nossa primeira Great Walk: Tongariro Northern Circuit (TNC). Avisamos na sede do DoC que havíamos completado o TNC e ganhamos uma espécie de atestado/diploma de conclusão do TNC. Depois fomos para o estacionamento buscar nosso Corola alugado para seguir viagem pois nosso destino final do dia seria a capital neozelandesa: Wellington. Estávamos morrendo de fome após quase 8h de trekking e sem comer comida de verdade durante 4 dias, então paramos num restaurante indiano em Ohakune (uma cidadezinha que ficava há uns 50 km de Whakapapa Village) onde matamos a saudade de comida de verdade (não sei se era a fome, mas tava ótima a comida!). Depois seguimos viagem pois tínhamos ainda uns 300 km de estrada até chegar a Wellington. Fizemos ainda uma outra parada num McDonald's para tomar um café e descansar um pouco e depois seguimos até nossa hospedagem em Wellington. Chegamos no Marksman Motor Inn era bem tarde, tanto é que tivemos que entrar em contato com eles já que chegaríamos depois do horário de check-in. Chegando lá, finalmente tomamos um banho depois de 4 dias, comemos nossa comida que havíamos comprado no restaurante indiano do caminho (já sabíamos que chegaríamos muito tarde em Wellington) e finalmente fomos dormir! Quarto para 2 pessoas no Marksman Motor Inn: $NZ 120,00 Monte Ruapehu Lower Tama Lake Upper Tama Lake Taranaki Falls
  16. 1 ponto
    Ilha Norte de Campervan Alugar Campervan A Nova Zelândia é perfeita para quem quem deseja viver a experiência de percorrer o país em uma campervan ou motorhome. As estradas são ótimas, existem campings para esses carros em todos os lugares, os pontos turísticos são preparados para receberem campervans e motorhomes e etc. Campervan estacionada na Marokopa Falls Existem diversas empresas que alugam campervans, sendo que as mais famosas são: Britz, Maui, Mighty, Apollo, Jucy, Lucky. Um bom site de busca de aluguel de campervans é o Motorhome Republic. Esse site você diz as datas e o destino e ele busca entre diversas empresas. Eu usei esse site para fazer as buscas e achar a melhor opção de campervan para o que queríamos e no fim fechei diretamente com a empresa pelo site. Como estávamos em 3 adultos e acabamos reservando com pouco tempo de antecedência, acabamos fechando com a Tui Campers. A campervan que escolhemos foi a HiTop 4+1 Campervan que possui espaço para 4 adultos + 1 criança dormirem. Nossa campervan estacionada no Hot Water Beach Top 10 Holiday Park Um fato interessante para avisar é que o preço do aluguel das Campervans muda drasticamente dependendo a temporada. A nossa opção custou $NZ 140,00 por ter sido no fim da primavera. No entanto, a mesma campervan chega a custar $NZ 255,00 por dia no fim de ano e apenas $NZ 55,00 por dia no inverno. 15/11/2017 - Auckland > Coromandel (Hahei Beach + Cathedral Cove + Hot Water Beach) (175 km 🚐) Nesse dia chegaram direto do Rio meus 2 companheiros de viagem (Rafa e Paulo) que compartilharam comigo a experiência de viajar de campervan pela Nova Zelândia por 6 dias. Acordei cedo no hostel e peguei o ônibus para o aeroporto para encontrá-los já que a empresa nos buscaria no aeroporto para nos levar até o local onde pegaríamos a campervan. Após trâmites burocráticos, saímos com a campervan em direção a região de Coromandel. O tempo não estava bom para um dia com foco em praia, mas tudo era novidade naquele momento (começo de viagem, primeiro dia dirigindo na mão inglesa, primeiro vez numa campervan etc) e os quase 200 km até o destino foram espetaculares principalmente pelas paisagens impressionantes do interior neozelandês com paisagens de cair o queixo. Paramos no nosso 1º camping que foi o Hot Water Beach TOP 10 Holiday Park, fizemos o check-in e pouco depois já saímos para conhecer Hahei Beach e Cathedral Cove que ficavam a poucos kms dali. Primeiro passamos em Hahei Beach onde ficamos poucos minutos e de lá partimos para o início do caminho de uns 30 min que leva até Cathedral Cove. Uma pena que o dia estava nublado e com chuviscos intermitentes, mas mesmo assim deu pra entender porque esse lugar é um dos pontos turísticos do país e até foi escolhido como cenário do filme Crônicas de Nárnia. Depois voltamos ao nosso camping onde apenas tomamos banho, comemos e dormimos cedo já que todos estavam super cansados da viagem. No fim, acabamos nem usufruindo da experiência de relaxar nas águas quentes da Hot Water Beach já que a maré baixa seria apenas por volta da meia noite e a chuva e o cansaço não nos animou a sair da campervan. Ônibus Aeroporto: $NZ 18,00 Camping (powered site): $NZ 25,00 por pessoa Stingray Bay Smiling Sphinx Rock Cathedral Cove The Hoho Rock 16/11/2017 - Coromandel > Karangahake Gorge & Owharoa Falls > Omanawa Falls > Tauranga (Mount Maunganui) (210 km 🚐) Nesse dia acordamos cedo, tomamos nosso café da manhã na área comum do camping com o que havíamos comprado no supermercado no dia anterior e partimos para a 1ª atração do dia: Karangahake Gorge. Percorremos 100 km até chegar o local onde fizemos algumas trilhas leves para conhecer o local que tem uma importância histórica para a Nova Zelândia devido a ser um local onde havia mineração de ouro. Depois desse passeio, andamos poucos kms e fizemos uma curta parada apenas para ver a cachoeira Owharoa antes de seguirmos caminho para a cachoeira de Omanawa, que ficava há pouco menos de 100 km de distância. Omanawa Falls era um passeio muito aguardado por mim pois tinha visto ótimas recomendações sobre ela na internet mas tinha um porém: ela está fechada para turistas após a morte de um turista no local há uns anos. No entanto, é possível “pular o muro” para iniciar a trilha que leva até a cachoeira que leva menos de 1h em um terreno não muito bem demarcado mas ainda assim acessível. O dia estava ensolarado e a cachoeira Omanawa não decepcionou! Ela é linda e fotos não mostram toda a beleza do lugar! O único ponto negativo é a água extremamente gelada! Depois fomos em direção a Tauranga para pegar o pôr do sol no Monte Maunganui. Chegamos lá faltando ainda 1h para o pôr do sol e subimos o Monte Maunganui desde onde se tem uma bela vista para Tauranga. Depois seguimos pro camping Fernland Spa que ficava a poucos kms de Tauranga onde deixamos nossa campervan e ainda tivemos pouco menos de 1h para usufruir da piscina de águas termais para relaxar do longo dia antes de irmos dormir. Camping (powered site): $NZ 17,00 por pessoa Karangahake Gorge Owharoa Falls Omanawa Falls Mount Maunganui - Tauranga 17/11/2017 - Tauranga > Matamata (Hobbiton) > Rotorua (Zorbing + The Redwoods) (130 km 🚐) Nesse dia saímos cedo mais uma vez do nosso camping após um tradicional café da manhã na cozinha coletiva e rumamos em direção a Matamata, que ficava há pouco mais de 50 km do nosso camping. Matamata é a cidade onde fica o Hobbiton, local que se gravaram muitas das cenas dos filmes O Senhor dos Anéis e Hobbiton! Chegando no local, compramos os ingressos e ficamos aguardando na lojinha até o horário do nosso tour guiado. O tour tem uma duração aproximada de 2 horas e segue um caminho demarcado passando por diversos pontos famosos que serão identificados facilmente pelos fãs da saga do Senhor dos Anéis. No fim, todos os participantes tem direito a uma bebida (cerveja artesanal local)! Finalizado o passeio, dirigimos por volta de 1h até chegarmos em Rotorua. Primeiro paramos numa espécie de praça de alimentação a beira da estrada para almoçar e depois aproveitamos o dia de sol para fazer o passeio de Zorbing no OGO Rotorua (Zorbing é uma atividade de aventura criada em Rotorua e que tem se espalhado cada vez mais pelo mundo). Aproveitamos uma promoção do aplicativo Campermate e compramos o combo de 2 descidas. Como Paulo não se interessou, eu e Rafa descemos dentro da bola gigante, sendo a primeira descida reta e a segunda em zigue-zague. O passeio é relativamente rápido mas é muito divertido, principalmente a descida em zigue-zague na minha opinião! De lá voltamos ao centro de Rotorua para garantir uma vaga para nossa campervan no Rotorua TOP 10 Holiday Park e depois fomos para o Whakarewarewa Forest, mais conhecida como The Redwoods. Esse parque, como o próprio nome diz, é um local onde existem muitas sequóias e é um ótimo lugar para fazer trilhas a pé ou de bike! Andamos em algumas trilhas marcadas no mapa até o entardecer e depois voltamos pro centro para passar no supermercado Countdown onde abastecemos nossa dispensa e compramos carnes e cerveja pra fazer um churrasco à noite aproveitando a estrutura de churrasqueiras do camping. Tour Hobbiton Movie Set: $NZ 84,00 Combo de 2 descidas no OGO Rotorua : $NZ 50,00 Camping (powered site): $NZ 30,00 por pessoa Hobbiton Hobbiton OGO - Rotorua The Redwoods The Redwoods 18/11/2017 - Rotorua (Waiotapu + Tamaki Maori Village) (60 km 🚐) Mais uma vez acordamos cedo e tomamos um café da manhã reforçado na cozinha coletiva do Camping e rumamos para o Parque Geotermal Waiotapu. O objetivo era chegar ao local cedo pois uma das atrações é a erupção forçada do Geyser Lady Knox que acontece todos os dias às 10h15. Chegamos a tempo para acompanhar o “teatral espetáculo” que acontece todas as manhãs para ver o geyser lançando suas águas ferventes e depois seguimos rumo a entrada principal para seguir a trilha demarcada para visitar a maioria das atrações de Waiotapu, com destaque para o Champagne Pool. No fim, ainda demos um pulo numa área separada onde se encontram as Mud Pools antes de voltarmos para o centro de Rotorua. Em Rotorua, paramos em algum lugar para almoçar e depois voltamos para o camping onde nos buscaria o transfer para o passeio ao Tamaki Maori Village que havíamos reservado na noite anterior (pegamos o 1º horário do dia já que era a única opção ainda disponível). Esse passeio é uma uma espécie de imersão na cultura Maori feita de uma forma teatral, mostrando diversos hábitos e atividades maoris como danças, músicas, culinária etc. Sendo que os pontos alto são o Haka (famosa dança de guerra Maori) e o jantar feito com o calor da terra já que Rotorua é um local geotermal. Waiotapu: $NZ 32,50 Tamaki Maori Village: $NZ 117,00 (inclui transporte e jantar) Camping (powered site): $NZ 30,00 por pessoa Champagne Pool - Waiotapu Champagne Pool - Waiotapu Lake Ngakoro - Waiotapu Tamaki Maori Village 19/11/2017 - Rotorua > Taupo (Huka Falls) > Waitomo (Marokopa Falls + Mangapohue Natural Bridge) (290 km 🚐) Esse dia amanheceu com um tempo bem fechado e chuvas esporádicas, então acordamos e tomamos nosso café da manhã tradicional com calma e então saímos em direção a Taupo para ver a famosa Huka Falls. A viagem até Taupo levou em torno de 1 hora e o frio e a chuva estavam mais convidativos para tomar um café num lugar fechado do que passear ao ar livre. Dessa forma, paramos no centro de Taupo e entramos em um café e ficamos enrolando um pouco para ver se a chuva dava uma trégua. Depois de um tempo, ainda demos uma volta pelo centrinho de Taupo, demos uma passada no lago de Taupo, comemos alguma coisa e então fomos para a Huka Falls. A Huka Falls é a cachoeira com maior volume de água do país e nota-se isso ao chegar no local! Fomos em alguns mirantes e começamos a andar um trecho da trilha que margeia o Rio Waikato com suas águas de cor azul turquesa, mas pouco tempo depois a chuva voltou a dar sua cara e resolvemos abortar a trilha. Seguimos então viagem já que teríamos em torno de 2h até chegar Waitomo. Chegando lá, fizemos nosso check-in no Waitomo Top 10 Holiday Park e, como já estava tarde, logo em seguida saímos em direção a Marokopa Falls que ficava há uns 30 km de distância numa estrada sinuosa. Chegamos ao início da curta trilha que levava ao mirante da cachoeira e apreciamos um pouco a bela Marokopa Falls e então voltamos para a campervan para regressar a Waitomo, mas antes ainda fizemos uma parada rápida no caminho na Mangapohue Natural Bridge. Camping (powered site): $NZ 27,00 por pessoa Huka Falls Huka Falls Marokopa Falls Mangapohue Natural Bridge 20/11/2017 - Waitomo (Black Water Rafting) > Auckland (200 km 🚐) Nesse dia, eu e o Rafa fizemos o famoso passeio nas cavernas de Waitomo: o Black Water Rafting. Existem várias empresas que fazem esse passeio, mas acabamos fazendo com a Kiwi Cave Rafting porque possuem um preço melhor comparado com as outras agências quando adquirido pelo site. O passeio tem uma duração total de aproximadamente 5 horas e se inicia com a troca de roupas e um treino rápido de rapel, depois o passeio começa de verdade com uma descida em rapel de 27 metros até a caverna, depois fomos a um salão escuro na caverna ver os sensacionais glowworms, seguimos então flutuando numa boia pelas águas da caverna e vendo mais glowworms no caminho, depois andamos por caminhos estreitos formados no interior da caverna e então voltamos ao ponto do rapel mas dessa vez subimos escalaminhando um paredão de 20 metros de altura. Após esse passeio incrível, tomamos um banho e Paulo já estava nos esperando para seguirmos de campervan por quase 3 horas de viagem até Auckland onde devolvemos nossa casa ambulante e nos encontramos com o Zaney que havia chegado mais cedo para começar a segunda parte dessa viagem focada em trilhas (as famosas Great Walks!) Black Water Rafting (Kiwi Cave Rafting): $NZ 150,00 Fotos: $NZ 50,00 (mas como estávamos num grupo de 5, pagamos $NZ 10,00 cada um) Black Water Rafting - Waitomo Glowworm Caves (catálogo do Kiwi Black Water Rafting)
  17. 1 ponto
    Auckland 12/11/2017 - Auckland Depois de uma longa jornada de avião, cheguei por volta das 6h no aeroporto e peguei o ônibus até o centro de Auckland para ir ao hostel The Attic Backpackers. Como cheguei bem cedo para o check-in, deixei meu mochilão no storage, tomei um banho e saí para conhecer a cidade. Basicamente saí andando em direção a região do porto onde se tem uma bela vista de toda a baía de Auckland. Depois saí caminhando pela Coast to Coast Walkway que é um caminho que liga a costa oeste a leste de Auckland. Como eu estava cansado devido a viagem, nao concluí todos os 16 km do caminho, mas fiz o trecho que inicia no porto, passa pelo Albert Park e a universidade, atravessa o grande parque Auckland Domain e por fim chega ao Monte Éden onde se tem uma ótima vista do skyline da cidade. Depois como estava muito cansado, voltei já no fim da tarde para o hostel e fim do dia! Ônibus Aeroporto: $NZ 18,00 Hostel (quarto compartilhado com 6 camas): $NZ 38,00 Mar de Auckland visto do Porto Skyline de Auckland desde o Mount Eden 13/11/2017 - Auckland Nesse dia resolvi fazer um passeio até a ilha vulcânica de Rangitoto. Esse passeio sai da área do porto de Auckland e leva em torno de 30 minutos para chegar até a ilha. Em Rangitoto existem algumas trilhas, sendo que a principal é a que leva ao topo da ilha de onde se tem vistas para a baía de Auckland. Outra trilha interessante é a que passa pelas cavernas de lavas que se formaram na ilha após as erupções que ocorreram há centenas de anos em Rangitoto. Ferry Auckland - Rangitoto: $NZ 33,00 Hostel (quarto compartilhado com 6 camas): $NZ 38,00 Skyline de Auckland desde o ferry para Rangitoto Rangitoto Island 14/11/2017 - Auckland Nesse dia a minha intenção era fazer outro day-trip até a Ilha Waiheke, que fica a apenas 40 minutos de ferry do porto de Auckland. No entanto, o dia amanheceu com um clima fechado e com chuvas intermitentes, assim que abortei esse passeio pois chuva não combina com passeios a pé por praias. Dessa forma, aproveitei esse dia apenas para passear pelo centrinho de Auckland e comprar algumas coisas (principalmente comida) para as Great Walks (trilhas) que faria na outra semana. Hostel (quarto compartilhado com 6 camas): $NZ 38,00 Auckland Domain
  18. 1 ponto
    Centro Cultural Dragão do Mar, Mercado Central e a feira de artesanato no calçadão da Beira - Mar. Bom passeio !
  19. 1 ponto
    Olá pessoal! Fiz um relato bem detalhado de minha viagem ao Ceará, inclusive detalhes sobre os hostels de Fortaleza. Aos interessados, o link é este: fast-trip-ceara-fortaleza-jericoacoara-e-p-canoa-quebrada-arredores-em-4-dias-com-gastos-t66693.html#p693665 Restando dúvidas basta perguntar lá no Tópico que criei. Faça a pergunta lá mesmo, evitando mensagem privada e e-mail. Abraço!
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