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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 24-04-2019 em todas áreas

  1. 3 pontos
    Nós que viajamos com dinheiro contado é complicado. A pior coisa que tem é viajar e levar algumas preocupações na bagagem. Viajamos para descansar, refrescar a cabeça, curtir a vida, totalmente imbuído no espírito aventureiro, e vem 1 ou 2 cms para atazanar nossas vidas. Quando viajava de carro para argentina, havia a controvérsia do que a Polícia exigia dos veículos, o que eu fazia: levava tudo (lençol, 2 triângulos, cambao, kit primeiros socorros.....), sabe o que aconteceu comigo....nada. quando via uma blitz da polícia ficava tranquilo. Não tem coisa melhor do que viajar sem problemas! ! Moral da história: se não quer ter preocupações desnecessárias, leve a mochila dentro das especificações, já divulgadas pelas respectivas empresas aéreas, com certeza essa preocupação vocês não terão! Ou leve uma mochila fora das especificações e coloque no orçamento da viagem o custo de despacho se forem exigidas. ...ou leve uma preocupação à mais! ! Sorte a todos!
  2. 2 pontos
    Quando comecei a pesquisar los roques tinha pouquinhas informações sobre. Era um sonho antigo. Entrei num grupo de whats específico de los roques e mesmo lá tínhamos poucas informações. Fui em agosto 2018, em crise vigente. Foi uma viagem maravilhosa. Resolvi postar meu relato pela dificuldade de encontrar informações. Parte I Vôo manaus-maquetia - mais seguro que terra/ estadia maquetia e segurança do Miguel: Los roques Voo Manaus para maquetia empresa avior 1050 reais por pessoa em media (quanto antes comprar melhor). Voos em dias específicos. Comprei com Bruno (69) 99249-6756‬ (para não precisar apresentar o cartão de crédito um dia antes na companhia aérea em Manaus. Requisito da avior). Parcelei em 10x em qualquer cartão. Tem voos de copa também do Brasil para maquetia, mas é mais caro e tem escala no Panamá. ✈️Vôo Manaus/Caracas saída às 08:00/chegada às 10:45. ✈️Vôo Caracas/Manaus saída às 17:00/chegada às 19:50. Mao/Ccs:terça/quinta e domingo Ccs/Mao:segunda/quarta e sábado Voo maquetia - los roques com segurança do Miguel ‭+58 4141307231‬ . Que compra passagem antecipada, inclui assistência de embarque e desembarque, serviço de transporte ao hotel em maquetia ida e volta. Ele já reserva o hotel e paga. E leva para comer se pedir. 270 dólares por pessoa (passagem e serviço dele). Tem dois voos diários saindo de los roques e maquetia. As 8 e as 17hs. Hotel em maquetia - Miramar suítes diária 20 dólares. Se necessitar pernoitar em maquetia. Ficamos uma na ida e outra na volta. Sugestão: se quiser comer fora do hotel só aceita em bolívares. O Miguel paga no cartão dele e você paga em dólar para ele na cotação do dia. O mesmo no hotel, só aceita em bolívares. Miguel paga sua despesa e você da em dólar para ele. Parte II: vila e pousada. Los roques é uma cidade pequena. Pe no chão. Não tem carros passando. É tranquilo. É aquela cidade que vc vivência a simplicidade. Vc compreende que não precisa de muito para viver feliz. Como dizem os venezuelanos: “é o único lugar tranquilo na venezuela”. A Crise demorou a chegar lá. Pousadas em los roques: As pousadas possuem sistema de alimentação completa. Café, almoço e janta. O almoço, vai num isopor com suco, refri, cerveja se quiser, salgadinho, sanduíche ou massa, pois vc passa o dia visitando ilhas em passeios de barco. Fui por indicação da melhor alimentação e era a mais barata que encontrei. Pousada casa de sol. 35 dólares por dia por pessoa com café e janta. Não fechei almoço, pois compramos no Brasil salame, pate, torradas, biscoitos e já sabíamos que iríamos comer nos passeios com chichi que falarei logo mais. Pousada casa de sol é econômica, simples. É completa. Você se sente em casa. Os dois José e sol são uma simpatia. Sol faz o café da manhã com arepas, bolo, omelete, pães, geleia, manteiga, sucos e café. José prepara o jantar com maestria. Cada dia uma surpresa. Comemos peixes, saladas, risoto, batatas, ceviche, creme de lagosta e outras coisas gostosas e inesquecíveis. O quarto é limpo. Tem Tv a cabo. ‭ +58 4143032261‬ José da casa de sol. Tem varias outras pousadas, as mais caras como natura viva, caracol, Malubu que é cerca de 145 dólares dia por pessoa. Caríssima. E não vi pela aparência tanta diferença. Corsária é em média 70 dólares por dia por pessoa com café, cava e janta. É de um brasileiro, que se chama Fábio. Ele parcela. E já fecha com voo maquetia los roques. Em média 5000 reais 7 dias com voo e alimentação. E outras mais em conta que são de venezuelanos, que podem ser pesquisadas na hora que chega em los roques. Outras acuarela, guaripete, paraíso azul, cayo y Luna, Galápagos, lagunita. Procure a cotação em seus Instagram. Acuarela e lagunita você consegue parcelar pelo airbnb, é cerca de 45 dólares o dia por pessoa com café e janta. Parte III passeios e dicas gerais Passeios para as ilhas. Durante o dia você visita às ilhas. Tem duas formas de conhecer as ilhas. Pela cooperativa. Você fecha a ilha e ele te leva. Ou você faz o passei com um barqueiro. Aí entra o chichi. É um barqueiro diferenciado. Te leva as ilhas, faz snorquel com vc. Te mostra por snorquel tubarão, polvo, lagosta, peixes, tartarugas, arraia, estrelas do mar e toda a vida marinha. Ele pesca o peixe e assa na hora. Faz ceviche de pescado, polvo, moluscos. Comemos ceviche de polvo que é uma delícia. E provamos ceviche de botuto, daquele concha grande. Nem sabia que se comia isso. É delicioso. Algumas bebidas são difíceis de conseguir na ilha. Se puder levar ingredientes para fazer caipirinha Chichi prepara maravilhosamente bem. Venezuela não tem açúcar. Leve. Pega a lagosta e te prepara na hora. Sério.. imagina isso na hora saindo do mar????? E o tanto de estrela do mar!!! ❤️❤️❤️. São lindas ❤️❤️❤️. Vimos tartaruguinhas nascendo e saindo do buraco. Resgatamos e levamos para o local onde cuidam delas para crescerem e devolverem ao mar. Os outros banqueiros não fazem isso. Ele, sua esposa e o genro são uma simpatia. Passeio com o chichi - 6 dias. Gastamos 230 dólares para duas pessoas. Um casal que conhecemos gastou 370 dólares em 10 dias. O cálculo depende da distância das ilhas. O chichi escolhe o passeio do dia, pois depende da maré, do tempo. Mas com o chichi fica mais barato com certeza. Ele visita três pelo preço de uma e faz tudo com você, sem contar a culinária top. Chichi ‭+58 4148372930‬ atras da praia de franciscy tem uma santa nos fundos do mar. Tem um carinha que te levar lá e te aluga o Snorquel. Com o Chichi não precisa. Ele tem equipamento de snorquel. Restaurantes: é difícil em los roques. Tem um pequeno ao lado da igreja e outro ao lado da cooperativa dos barqueiros. É bom para comer um ceviche, ou tartar. Como todos os turistas fecham sistema de alimentação é difícil restaurantes por lá. Praia que tem restaurante é francisky e é proporcionalmente caro. Tem um bar ao lado da cooperativa dos pescadores .. da para tomar uma cervejinha ou caipirinha e bater um papo. Compras: sol da casa de sol que ficamos paga com seu cartão o mercado e nós pagamos para ela em dólar. Ela faz isso para todos os turistas. E faz a melhor cotação. Cerveja é cerca de 1 dólar a lata. O mercado tem cervejas, refrigerantes, água mineral, biscoitos, salgadinhos. Em outros dois dias para os passeios e no dia do retorno comprei macarrão, molho de tomate, atum, presunto, queijo. José preparou um macarrão delicioso para levar ao passeio e no dia do retorno. Comíamos tanto com chichi nos passeios que realmente não compensou fechar almoço.. chegávamos cheios até para jantar. Leve muito protetor solar. Cerca de um tubo para 2-3 dias para duas pessoas. Wi-Fi. Não tinha na pousada. Livre tem na praça central. Ideal ficar 10 dias. Fiquei 6 e já valeu a pena. Por do sol: em frente à igreja❤️ Caridade: Venezuela passa por uma situação difícil, então é difícil conseguir pasta de dente, açúcar, shampoo, roupas com proteção solar. Remédios para dor de cabeça, do estomago. Levamos para doar para eles da ilha. Não custa nada perguntar se precisam de algo. Chichi, José e Miguel são pessoas maravilhosas que merecem esses regalos do Brasil! Oba: Não fiz megulho com cilindro e nem kite. Estava fora do período dos ventos. E o preço do mergulho era elevado. Aproveitem!!
  3. 2 pontos
    Oi, meus confrades Mochileiros de todo o Brasil. Pra mim é uma felicidade, uma enorme satisfação tá tendo a vontade de vir aqui novamente fazendo um post de uma aventura. A última vez que fiz isso foi em 2015, quando percorri a Bolívia de norte a sul. Hoje começo mais uma loucura de ir até Portugal e fazer o caminho de Santiago de Compostela...
  4. 2 pontos
    Olá, amigos trilheiros, montanhistas e sobrevivêncialistas. Estou criando este espaço para a troca de informações referentes a encontros, eventos e desafios com o tema “sobrevivência”. Além de viajante compulsivo, explorador, trilheiro e montanhista de alta altitude também pratico o bushcraft. Já tenho certa experiência adquirida em carreira militar do exército, tendo aperfeiçoado as técnicas com a Via Radical Brasil, empresa brasileira filiada às internacionais IASA e a SIWA. Seria interessante encontrar amigos com o mesmo interesse e que buscam desenvolver o sobrevivencialismo, seja iniciante básico ou de níveis mais avançados, porque ninguém sabe tanto que não possa aprender e nem sabe tão pouco que não possa ensinar. Desenvolvo a prática do bushcraft durante trilhas, picos (montanhas) no Brasil e também em cachoeiras na região de Paranapiacaba, Biritiba-Mirim, também em linhas férreas como a Funicular entre outras. Ficaria feliz em formar grupos para a prática mateira, roots ao extremo e sem mi-mi-mi. Terei um evento denominado "Desafio Radical" no próximo feriado, dias 3, 4 e 5, mas esse seria só para os colegas que já tem experiência, pois trata-se de imersão na mata com restrição de itens permitidos, sendo somente autorizado dois itens a escolha do sobrevivencialista. O curso é oficializado e certificado com diploma da IASA – International Adventure & Survival Association – e também da SIWA – Survival Instructors World Association, que é uma das maiores Associações de Sobrevivência do mundo e credenciada pela ONU – Organização das Nações Unidas – e registrada pelo Governo da Espanha. A certificação é só para quem conseguir sobreviver e prosperar nos 3 dias 'largado' na mata e também brevetação. Depois desse evento continuo com as trilhas e montanhas, com permanência na mata e desenvolvimento do bushcraft... ahh... lembrando, tudo FREE. Não faço parte de agências, é tudo grátis, sem recursos nenhum, na mais sincera amizade, trocando informações e experiência mateira. Como diria o "Chapolim Colorado".... Sigam-me os bons! rss.
  5. 2 pontos
    Esta é uma questão pessoal e vou aqui dar apenas a minha opinião. Eu me pergunto muitas vezes estes tipos de coisa! Sou bióloga e me amarro em viagens com natureza, aventura, mas tento ao máximo causar o menor impacto possível e sou contra passeios que envolvem interação com animais, pois geralmente eles sofrem exploração. Isso vai desde a fotinha com a preguiça no Amazonas (ou a Lhama bebê, ou a foca não sei da onde), aos leões dopados da Argentina e estes passeios com elefantes. Evito zoológicos embora compreenda que eles tem uma outra função, o importante é de forma alguma patrocinar maus tratos. Nunca fui à Tailândia, e lá eles tem uma interação bem forte com elefantes, quase como se fossem cavalos né? Vi o episódio de "Pedro pelo Mundo" por lá e fiquei super triste com o trato dos elefantes. Mas pode ser que em determinado local tenha uma interação que seja mais light, tem que pesquisar bem. Quando fui ao Amazonas eu nadei com golfinhos... fui em um lugar bem longe de Manaus que é mantido pela AMPA (Associação Amigos do Peixe-boi), em que este tipo de atividade ocorre com orientação técnica e sem estressar ou explorar os bichos. Foi muito legal mas ainda não sei se faria de novo, mesmo com estes cuidados, ainda rola impacto. Na África fiz safari do tipo clássico, em que vc fica no carro e vê o bicho no habitat dele, sem interação. Não é de hoje que os animais fascinam a gente, mas acho que mais do que nunca é preciso pensar em diminuir impactos! Boa viagem!
  6. 2 pontos
    Olá Eriendson, sou brasileiro, moro atualmente no Porto. Estarei acompanhando a tua peregrinação. Fiz o Caminho por 2 anos consecutivos. sempre saindo de Roncesvalles na Espanha mas estou pensando em percorrer o Caminho Portugues, talvez neste ano ainda e partindo do Porto. Aconselho-te a não repetir as longa distancias diárias, pois é um convite a uma tendinite. Bom Caminho pra você e estamos na torcida para que tudo corra bem.
  7. 1 ponto
    Olá meus queridos! Esse relato é pra lá de especial! Digamos que essa foi a melhor trilha que já fiz na vida. E em um momento massa.. Último /primeiro dia do ano! Fazenda Pico Paraná é o lugar. Peguei um bus de Chapecó para Curitiba no dia 30. Cheguei em Curitiba de manhã no dia 31. Peguei um Uber até a Fazenda Pico Paraná, é a forma mais fácil de chegar pra quem está de bus. Chegando lá, armei minha barraca e me preparei pra subir o Pico Caratuva! O início da trilha é tranquilo algumas raízes, mas não muito elevação. A primeira chegada é no Morro do Getúlio, ali já dá pra sentir um pouco do que é a trilha e ter um gostinho do visual. Cerca de 1:30 a 2:00. Dali você segue mais um pouco até chegar no local da placa que divide as trilhas do Pico Caratuva e Pico Paraná. Deu até uma dorzinha no coração. Porque todos querem fazer o Pico Paraná, mas era tarde e o tempo não estava bom. Além disso, achei que conhecer o Caratuva primeiro valia a pena. Segui então para o Pico Caratuva. Seguindo pela trilha você chega a um rio onde pode se abastecer de água e descansar um pouco. Daí pra frente o bicho pega. A trilha se torna mais difícil, muita elevação, raízes, pedras, e haja fôlego! Chegando lá de um lado você vê o rio e o Morro do Getúlio. E do outro lado o sonhado Pico Paraná. Imponente e majestoso! Quando cheguei a neblina estava cobrindo tudo e não tinha visibilidade nenhuma, em um momento sentei e fui pegar algo na mochila, quando olhei pra frente, a neblina tinha sumido, e aí eu chorei! Porque o sentimento de estar no topo da montanha. Simplesmente a segunda maior do Sul. Ouvir o som da montanha, o vento... Gostaria que mais pessoas pudessem ter essa experiência. Em uma parte da trilha, me perguntei se conseguiria, mas lá em cima, não há dúvidas. Era ali que eu deveria estar naquele momento. Completa! Depois de contemplar e de me emocionar, comecei a decida. É preciso ser cauteloso, tinha chovido e a trilha estava escorregadia. Eu fiz a trilha sozinha. É tranquilo, mas precisa ter cuidado. Cheguei de volta na Fazenda Pico Paraná, depois de 6 horas. Só queria deitar e descansar, com o coração leve. Conheci lá o pessoal da Fazenda. Família maravilhosa, que me acolheu como um deles. Jantei com eles e depois da Ceia ficamos olhando a Lua, maravilhados. O guia deu digas de grande valia, o que me possibilitou fazer a trilha tranquila. Conheci muitos montanhistas, tenho muito a aprender nessa jornada. No outro dia fiz uma trilha simples de 20 minutos até uma cachoeira, pra receber a energia da água da cachoeira.. Só tenho que dizer: gratidão. Ao universo, por essa experiência. Pelo desafio, pelas pessoas que encontrei, e pela Montanha!! Sem explicação, sentimento grandioso! Março /Abril partirei ao Pico Paraná! Instagram : simplicidades_velho_oeste (fotos)
  8. 1 ponto
    TIVE UMA IDEIA MALUCA Esse problema todo com a caça às bruxas da bagagem de mão está acabando comigo. Minha Forclaz 50L é um xodó. Foi minha primeira mochila de viagem E PASSEI BONS MOMENTOS COM ELA. Eu até nem me importo de perder ela num acidente ou emergência, essas coisas acontecem. Mas me apavora o fato de simplesmente deva deixá-la em casa e usar alguma outra mochila feia e sem graça na viagem que eu mais quero curtir. Pensando nisso, pensei em ME ARRISCAR E IR COM ELA NAS COSTAS. VOU LEVAR UM SACOLÃO, dentro da mochila... ela vai estar enxuta, bem magrinha, pra eles não reclamarem. MAAAAAAAAS se reclamarem, eu me recuso a pagar despacho. ALÍ, NA FRENTE DELES, eu tiro o sacolão(desses de plástico mesmo, de loja) coloco as roupas dentro, e aí com certeza vai passar na merda do gabarito deles. E A MOCHILA??? eu tiro o ferro que tem nas costas dela, ele sai facilmente, e assim você consegue dobrá-la no meio, como qualquer bolsa de tecido, ocupando quase nada de espaço. Eles não podem me proibir de passar com uma sacola de roupa, e nem impedir a passagem da mochila dobrada. Podem impedir de passar o ferro de sustentação??? Se eles quiserem inventar que aquilo "é uma arma", tudo bem, eu deixo o ferro de presente pra eles brincarem de espadinha, e chegando no conforto da minha casa, compro uma peça de reposição desse ferro na decathlon... O QUE ACHAM DA IDEIA??? pelo menos uma boa fanfic daria uhauahuaha
  9. 1 ponto
    Salve mochileiros!!!🤙 Aqui de novo pra relatar mais uma viagem, dessa vez pela parte sul da terra do Chaves, Chapolin, Maná, Maria del Barrio, Catrina, mariachis, tequila, mezcal, pimenta, enchiladas, marquesitas, esquites, micheladas e tantas outras cositas más... Os objetivos desse relato são ajudar viajantes a planejar suas viagens, por isso procuro colocar os preços dos passeios, transporte, hospedagens, alguns pontos positivos e negativos de alguma coisa e minhas impressões pessoais; e também documentar minha viagem, como se fosse um diário de bordo, para que daqui a um tempo, quando bater saudade da viagem eu possa voltar aqui e lembrar os lugares onde passei, as coisas que fiz e as pessoas que conheci, por isso costumo colocar nomes das pessoas que conheci pelo caminho. Escrever um relato é também uma forma de agradecer aos que fizeram seus relatos e assim me inspiraram a viajar. Então aqui estou tentando escrever um relato bem detalhado no melhor estilo novela mexicana e contribuir para o crescimento dessa magnífica rede de solidariedade que é o Mochileiros.com ROTEIRO: Ciudad de México, Puebla, Oaxaca, San Cristóbal de Las Casas, Palenque, Valladolid, Bacalar, Tulum, Playa del Carmen, Isla Mujeres e Ciudad de México de novo [emoji28] CUSTO: Não fiz um cálculo certo, mas estimo por volta de 6 mil reais. Claro que isso varia de pessoa pra pessoa. Os gastos com alimentação, bebedeiras e presentinhos/lembranças/quinquilharias são coisas muito pessoais. No relato vou focar mais nos valores dos gastos com hospedagens, passeios, ingressos e transportes que são mais comuns a todo mundo. A passagem BH-CDMX eu comprei ida e volta por 1800 reais e o voo Cancun-CDMX comprei por 190 reais. Esse voo de Cancun pra Cidade do México eu queria comprar pro final da viagem e assim voltar de Cancun já pro Brasil mas os voos na Semana Santa estavam absurdamente caros a partir da quinta-feira então acabei comprando na quarta-feira e alterei meu roteiro que seria ficar os 4 primeiros dias na Cidade do México pra ficar 2 dias no inicio e 2 no final. Levei 4 mil reais que troquei tudo no aeroporto da Cidade do México. Aí você me pergunta: MAS VC LEVOU REAIS PRO MÉXICO??? Sim, e digo que valeu a pena. Por que? As casas de cambio estavam com o dólar em torno de 18 pesos mexicanos e o real entre 4 e 4,20 mas tinha uma casa de câmbio no aeroporto que tava trocando reais a 4,50. Aí foi a felicidade!!! Se você fizer a conta da razão de 18 por 4,50 dá exatamente 4, ou seja, vale levar dólar se você comprar dólar aqui no Brasil a menos de 4 reais, o que ultimamente não era possível. Eu levei também 300 dólares que eu tinha comprado aqui por 4,09. Esses dólares voltaram comigo porque eles foram só por precaução, assim como o cartão do banco pra saque, pois eu ia viajar pelo interior do México e se eu fosse roubado ou meu dinheiro acabasse eu não ia conseguir fazer NADA com reais por lá. O único lugar que vi trocar reais no México é no aeroporto da Cidade do México e eu até achei boa a cotação de 4,50 então se você for levar reais, procure o melhor cambio no aeroporto e troque TUDO lá. Também usei cartão de crédito pra pagar as hospedagens que aceitavam cartão sem adicional por isso e algumas passagens de ônibus também. A cotação no cartão de crédito já com IOF ficou muito perto dos 4,50, geralmente entre 4,45 e 4,48 Vou colocar no relato os valores em pesos mexicanos, pra converter pra real é só dividir por 4,50. Como eu não ia andar o dia todo com o celular na mão fazendo contas (nem você vai fazer enquanto lê) eu dividia por 5 e pensava que era um pouquinho mais do que o resultado. Se algo era 50 pesos, era pouco mais de 10 reais e assim por diante… HOSPEDAGEM: fiquei toda a viagem em hostel, que eu reservava pelo Booking ou Hostelworld, pois se tem uma coisa que não combina comigo é chegar num lugar e ficar caçando onde ficar, gosto de já ir direto ao ponto [emoji38] Então no dia anterior quando eu decidia que realmente ali já deu e tava na hora de partir pra outro lugar eu entrava no app e reservava um hostel na próxima cidade. Ao longo do relato vou dizendo onde fiquei e o que achei. SEGURANÇA: O México parece um pouco com o Brasil, sempre saem notícias de grupo de narcotraficantes tacando o terror em algum lugar, existem sim lugares perigosos...mas pra mim a sensação foi de tranquilidade. Me senti sempre como se eu estivesse na minha cidade, que é uma cidade do interior “relativamente” tranquila. Claro que eu passei pelos pontos mais turísticos e obviamente mais policiados. Creio que você deve andar com a cautela comum que você deve ter em qualquer lugar do mundo, aquela velha história de não ostentar nada e observar ao seu redor. No mais aproveite o México que eu achei bem de boa. CLIMA: Taí uma coisa a ser observada sempre. Uma boa época pode ajudar bastante nos seus planos, então manda um Google no mês que você vai pra saber se não é uma furada. Parece que o pior é a época mais chuvosa entre junho e outubro. Agora em abril tava perfeito. Cidade do México, Puebla e Oaxaca com tempo seco e certo friozinho pela manhã, entre 12 e 15 graus e calor de tarde entre 25 e 30 graus e interessante que nessa região o povo adora um agasalho, tudo bem que até faz um friozinho de manhã mas no calor do meio da tarde eles não tiram o agasalho E adoram vestir um coletinho também[emoji1] Peninsula de Yucatan com o tempo abafado de sempre, temperaturas entre 20 e 30 graus. Vi apenas duas chuvas nesses 22 dias, quase sempre muito ensolarado, é um mês bem aproveitável. [emoji41]
  10. 1 ponto
    Fala galera, Primeira vez que uso esse fórum, espero obter respostas kkk Tô planejando um mochilão com meu namorado pela América do Sul pela Argentina, Bolívia e Peru, respectivamente. Chego no dia 25 de Julho em Buenos Aires e volto para o Brasil no dia 20 de Agosto, saindo de Lima-Peru. Como vamos para Bolívia após a Argentina, nós optamos pelo roteiro mais ao Norte do país, para assim chegar na Bolívia. O roteiro da Argentina está assim por enquanto: Buenos Aires> Córdoba> Norte da Argentina- Salta e Jujuy. Depois disso iríamos de Salta para La Quiaca e de lá atravessaríamos para Villazon na Bolívia e em seguida iríamos para Uyuni. Mas não encontrei nenhum roteiro indo de Salta para Bolívia, 1) alguém sabe me confirmar se é isso mesmo e me dar mais informações?? Por favor!! 2) Estou muuuito em dúvida em relação aonde ir na Bolívia, pois vi muitos locais incríveis. Primeiramente pensei em Uyuni 3 dias depois La Paz > Copabana/Isla do Sol/ Lago Titicaca e depois Peru! Mas me apaixonei por Potosí, lagunas verde e colorado e gostaria de acrescentá-las ao roteiro mas acho que está apertado para somente 9 dias. Alguém me ajuda?! kkk 3) A ideia inicia era passar 9 dias em cada país, mas isso pode ser alterado! 4) Sobre o Peru, ainda não sei muito, sei que vamos a Cusco, Machu Pichu e Lima! Alguém pode me ajudar! Primeiro mochilão aqui
  11. 1 ponto
    Tenho uma dessa também. Estou no Chile e antes de vir, tirei o ferro que fica na parte de trás. Passou como bagagem de mão tanto na Gol quanto na LAN Chile e ninguém perguntou nada. Não sei se foi sorte, mas também não a trouxe abarrotada de coisas, tem espaço com folga na parte de cima. Kkkkkkk
  12. 1 ponto
    "Ao voltar de uma linda viagem como essa, eu percebi o quanto ganhei em experiência de vida, me instruir e fiquei mais rico por dentro." Antes de qualquer coisa, eu quero agradecer imensamente a todos que de alguma forma contribui com informações, relatando sobre as viagens realizadas nas mais diversas parte desse "World" e eu não poderia deixar de fazer meu relato de viagem sobre a minha primeira viagem internacional, e que viagem!!!. Acabei de chegar em Brasília, local onde vivo atualmente. Fiquei aproximadamente 15 dias na Patagônia Argentina( El Calafate e El Chaltén) e um pouco na Patagônia Chilena( Puerto Natales e Torres Del Paine). Não tem palavra ou imagem que possa descrever o quão belo são esses locais. A cada passeio realizado, a sensação que tinha era de dever cumprido, objetivo atingido e acima de tudo: longos momentos de reflexões nas diversas paisagens que a Patagônia tem a nos oferecer.😎 contar u Então, irei contar a partir desse momento um pouco do meu planejamento para poder realizar essa maravilhosa viagem e obter sucesso nesses 15 dias 💪. Em meados de novembro de 2018 comecei a realizar algumas pesquisas para saber qual faixa de preços (ida e volta) para a Patagônia, mas especificamente para a cidade de El Calafate e Ushuaia. O site que utilizei foi https://www.viajanet.com.br/, e conseguir comprar a passagem ida e volta, para o mês de abril de 2019, incluindo o despacho de bagagem, por um valor total de R$ 1.200,00. Confesso que achei o preço muito justo 😀, mas já era esperado devido o período ser de baixa temporada. Lembrando que comprei a ida para o dia 08 de abril de 2019, com escala em Buenos Aires e volta no dia 22 de abril de 2019, com saída no aeroporto de GRU. Comprei a passagem para a cidade de El Calafate e a empresa aérea foi a Aerolineas Argentinas. O avião não é lá essas coisas, mas como eu só precisava de um meio para chegar lá naquele fim de mundo e me trouxesse de volta, e como isso aconteceu muito bem, dou nota 9,5 para a empresa Aerolineas 🤣.
  13. 1 ponto
    Não só a Bolívia tem neve, como tem a pista de esqui mais alta do mundo, a famosa e muita visitada Chacaltaya. Apesar que quando fui caiu pouca neve no topo que não dava para esquiar.
  14. 1 ponto
    Na semana anterior à Páscoa, fui com meu namorado conhecer Capitólio e São Thomé das Letras de carro. Neste post vou contar APENAS SOBRE SÃO THOMÉ DAS LETRAS. Para ler o post de Capitólio clique aqui. Saímos de Capitólio no domingo de manhã e levamos mais ou menos 4h (+ paradas para abastecer e fazer xixi). Vou detalhar tudo para vocês. Saída de Capitólio: +- 10h da manhã Chegada em São Thomé das Letras: +- 14h São Thomé das Letras Sabe quando vivenciamos momentos que nos faltam palavras para descrever? Assim foi a minha hospedagem na Pousada Viva, em São Thomé das Letras. Ficamos hospedados do dia 14 a 17 de abril na Pousada Viva, pousada nova, construída há menos de 1 ano, e se está buscando paz nessa cidadezinha com muitas histórias místicas, céu estrelado, cachoeiras, grutas e um pôr do sol incrível, esse é o lugar certo. A Pousada não fica no Centro, fica na área rural de São Thomé das Letras, porém é facilmente acessível a partir da rodovia. Basta você colocar o endereço no GPS "Pousada Viva São Thomé das Letras" que não tem erro. Ela fica perto da Cachoeira Vale das Borboletas. Além disso, por ser na área rural, o contato com a natureza é maior e você ainda consegue ter uma vista linda da cidade. Fui recepcionada pelo Paulo, que é o proprietário e também mora lá. Ele me levou para conhecer a pousada e falou um monte de coisas sobre a cidade (o que fazer, onde comer etc). Também tive contato com a filha dele, o que trouxe uma sensação de confiança e amizade. O bom de ficar em uma pousada pequena é isso, essa sensação de cuidado, de que você não é somente mais um hóspede e foi isso que eu senti lá. Ficamos em um dos 4 chalés de madeira da pousada (cada um com capacidade para acomodar até 6 pessoas do mesmo grupo), que além de serem extremamente confortáveis, possuem decoração voltada para a região (filtro de sonhos, bruxinhas, gnomos, pedras, cristais, etc). Ao entrar, vemos a sala de conceito aberto juntamente com balcão americano onde atrás, dispõe de uma mini cozinha. Gente, eu achei a decoração linda! O Paulo realmente investiu tempo e dinheiro pensando em tudo para deixar seus hóspedes mais confortáveis! Acredita que, na varandinha na porta de entrada, tem uma sombrinha que os hóspedes podem usar nos dias de chuva? Olha que cuidado! A pousada possui TV com canais fechados (nem acreditei quando vi que tinha HBO e pude assistir ao 1º episódio da última temporada de GOT), caixa de som bluetooth, sofá-cama casal (onde dormimos todas as noites, pois era muito confortável e ficávamos vendo TV até tarde, ou seja, dormíamos), ventilador, extintor de incêndio, frigobar (com itens para consumo dentro), microondas, pia, utensílios (pratos, talheres, copos, panos, potes), taças para vinho (abridor de vinho), sensor de fumaça, secador de cabelo (daqueles bons), chuveiro a gás com ducha super gostosa (com controladores de água quente/fria), amenites (shampoo, condicionador, hidratante corporal, sabonete e touca para cabelo), toalhas de banho, além de 1 cama de casal Queen e 2 camas de solteiro, no andar de cima, onde também possui uma varanda com 2 poltronas para apreciar a vista linda da montanha ou até o céu estrelado nas noites de São Thomé. OBS.: A arquitetura dos chalés é estilo Suíço, com escadas que dão acesso ao quarto, mas como disse, não há necessidade de subir (caso haja pessoas com baixa mobilidade) pois o sofá-cama, cozinha e banheiros são no andar de baixo. O café da manhã é bem variado e gostoso! Quando eu fui tinha café, leite, suco natural de laranja preparado na hora, pão francês, pão de queijo, bolos diversos, sucrilhos, granola, iogurte, mamão, morango, queijo minas, muçarela e peito de peru. No último dia teve até salada de frutas! Lá também tem uma estrutura bacana para receber eventos, como casamentos por exemplo. Eles fizeram até uma mini boate. Tem um mirante para ver a vista linda e um “altar”. Além disso tudo, o ponto alto da Pousada Viva é a Pirâmide de Vidro, onde você pode meditar. Eu acabei dormindo com tanta paz! risos. Em frente a pirâmide tem uma fogueira para curtir as noites mais frias. Tudo muito místico e de muito bom gosto! PS.: Toda a água utilizada na pousada é potável! Tendo sua origem em poço artesiano e duplamente filtrada antes de receber seu tratamento energético embaixo da pirâmide. Ou seja, dá pra beber a água da torneira, galere! \o/ QUARTO DIA (14/04 - domingo): Chegamos e adivinha? Chovendo! Aff... Pois é. Enfrentamos alguns episódios de chuva em São Thomé, mas não deixamos ela estragar nossos diazinhos. Depois de conhecer a Pousada, ficamos na dúvida se íamos em alguma cachoeira ou apenas na cidade. Optamos por visitar a cidade para ver a neblina, uma verdadeira névoa que cobria TODAS AS RUAS, parecia que estávamos caminhando nas nuvens. rs Pois bem, não tínhamos vista de nada, então decidimos tomar um chopp, assistir à um Vasco x Flamengo que estava passando (sim, achamos uma TV passando clássico do Rio em Minas) e depois, por recomendação do Paulo, fomos experimentar o rodízio de pizza na pedra do Restaurante Ser Criativo. Demos sorte, porque esse rodízio só tem no domingo de 18h as 21h. Achamos muito bom e barato (R$24,90 por pessoa). Bebi uma limonada, mas eles possuem carta de vinhos nacionais e importados. Total da nossa conta: R$64. Os atendentes são jovens e muito muito muito atenciosos. Ficamos surpreendidos! Os sabores, provamos desde o convencional 4 queijos, até pizza de brócolis (eu amo ♥). Fomos os segundos a chegar (18:20h), mas mais tarde a pizzaria estava lotada, então cuidado para não enfrentar fila. Depois fomos assistir GOT na pousada (hahaha)! QUINTO DIA (15/04 - segunda-feira): No segundo dia acordamos com o tempo ainda feio, aproveitamos o café da manhã e fomos tentar fazer o nosso roteiro pré-definido. Ao lado da entrada para a Pousada, fica a entrada para o Vale das Borboletas, Poço dos Duendes e Cachoeira São Thomé. Conseguimos pegar todos muito vazios e aproveitar um pouco! O Vale das Borboletas é lindo e mesmo com o tempo feio vimos uma linda borboleta azul sobrevoando. O Poço dos Duendes fica bem perto e tem águas muito calmas e bem geladas. Na cachoeira São Thomé não conseguimos aproveitar, pois como havia chovido, as águas estavam turvas e bem corridas, parecendo uma tromba d'água, nem foto tirei. risos Logo depois, adivinha? Voltou a chover! Como estávamos em um carro baixo (que já tava tendo dificuldades para passar por lama), ficamos com medo de seguir o restante do nosso roteiro. Pois sim, São Thomé das Letras não possui asfalto, gente! Ou é chão de pedra ou de terra. Aproveitamos para ir almoçar na cidade. Caiu uma tempestade DAQUELAS que nos obrigou a ficar meia hora dentro do carro. HAHAHA Depois, fomos num self-service chamado Restaurante da Sinhá, e optei pelo sistema de peso (deu R$14 meu prato), mas eles também disponibilizam o famoso "coma a vontade" por X (não lembro quanto era). Comidas mineiras diversas, bem gostosas! Dois pratos cheios com uma cerveja de 600ml deu no total R$36,08. Quando saímos do restaurante, adivinha? SOL! Mesmo assim, optamos por dar uma passada na pousada e voltar para conhecer a Ladeira do Amendoim (onde os carros sobem a ladeira sozinhos) e a Pedra Furada, além de ver o pôr do sol no Cruzeiro/Pirâmide. Melhor escolha que fizemos, pois foi o único dia que o astro rei deu show! À noite, resolvemos conhecer o Alcázar Rock Bar. A entrada do local é muito bacana e vale a pena conhecer pela arquitetura do espaço, parece um castelo pequeno. Fomos bem recepcionados pelos funcionários, mas não havia nenhuma atração artística, apenas música ambiente (#chateada). O local possui uma mesa de pebolim, alguns jogos de mesa para grupos de amigos e sinuca. O cardápio é bem variado, e apesar do ponto forte da casa ser comida árabe, pedimos um filé especial da casa, com arroz e fritas (R$82) e duas cervejas (R$15 cada). O bife veio bem servido e delicioso, mas achei pouca batata por ser um prato pra dois. Os valores são bem acima dos restaurantes e bares da cidade, mas aí fica a gosto de cada um. SEXTO DIA (16/04 - terça-feira) Nessa viagem, o último dia foi sempre o mais aproveitado! Pelo medo de circular com o carro baixo pelas estradas de terra, que estavam encharcadas com a chuva, optamos por fechar um passeio turístico numa picape. Fechamos na Pousada da Matriz, bem na pracinha da cidade, e, me desculpem, eu esqueci o nome do Guia, mas eu tenho o telefone dele: (35) 9108-2068. Optamos pelo roteiro de Sobradinho + Cachoeira da Lua (R$130 o casal, aceita cartão) e nós amamos! ♥ Fomos juntos com um casal de São Paulo. A primeira parada foi a Gruta do Sobradinho. A entrada é paga (R$25 por pessoa), dá direito a uma galocha e o capacete. O lugar tem uma estrutura muito boa, restaurante, lojinha e uma piscina de água natural, bem como redes em volta (a estrutura é inclusa no valor). Nos juntamos a outro casal (de MG) e mais uns 100 metros de caminhada e chegamos a uma das entradas (ou saídas) da Gruta de Sobradinho. Ela possui uma formação moldada pelo trabalho da natureza durante milênios. A trilha da caverna é bem bacana: possui 110m de extensão, 6m de altura e 3m de largura, variando no seu interior, onde existem pequenos lagos. Bom e fácil acesso, uma brincadeira e um atrativo para tornar a chegada à cachoeira mais legal. A pequena queda d’água forma algumas piscinas em tom verde esmeralda. O primeiro poço tem um limite final feito pelo tronco de uma árvore, o que da a impressão de ter uma borda infinita. A primeira piscina é pequena e não é funda, da pé. A segunda é um pouco maior e boa parte da pé. A parte mais funda fica perto da pedra onde tem uma cascata. Mas não é perigosa. A caminhada, mesmo pequena, pode ser bem emocionante para pessoas que ainda não tenham tido esta experiência. O local tem uma ótima energia e o guia JJ, tem brilho nos olhos pelo que faz. Depois de aproveitarmos (e muito) os poços, ficamos um pouquinho na piscina de águas naturais, um charme só! Dica: Em um momento, no interior da gruta, nosso guia pediu para todos apagarem suas lanternas. Deu medo, mas foi de uma enorme paz! Ao final da travessia, saímos numa pequena cachoeira com grandes piscinões de águas transparentes. Recomendações: Não espante-se com os morcegos durante a travessia, leve roupa de banho para curtir a cachoeira e a piscina, depois do passeio. A segunda parada foi na Cachoeira da Lua. Essa cachoeira não é paga, ela é pequena em extensão, mas na profundidade pode ter até 7 metros. A água estava gelada, mas nada demais. Possui uma corda que dá pra balançar e se atirar na àgua, bem divertido para os corajosos, eu só posei pra foto mesmo, rs! Do outro lado da pista tem um restaurante a banheiros. Tínhamos que voltar para a cidade com o guia, e ficamos na dúvida se íamos com nosso carro ou não para as outras cachoeiras que era por ali perto. Como já tínhamos conhecido inúmeras cachoeiras em Capitólio, o medo de atolarmos venceu e resolvemos almoçar na Cantina O Alquimista. Adivinha? O casal de SP já estava por lá. Comemos um filé à parmegiana muito bem servido com arroz e batata (R$60 para dois) e dividimos algumas cervejas de 600ml (R$14 cada). Como tínhamos feito um grupo com os dois casais para repassarmos as fotos, acabamos convidando o casal de MG para se juntar à nós. Virou festa! Bebemos mais umas 30 cervejas (juro) e rimos MUITO MUITO MUITO. Acho que o garçom, que apelidamos de Príncipe, só não expulsou a gente, porque nossa conta era muito gorda, rs. Enquanto estávamos dentro do Alquimista, a chuva ia e voltava. Ainda bem que optamos por não ir às cachoeiras. Ficou o sentimento de querer voltar logo para conhecê-las! SÉTIMO DIA (17/04 - quarta-feira) Hora de ir embora! #triste Como íamos passar a Páscoa em Taubaté-SP, tivemos a ideia de passar um dia e meio em Campos do Jordão. E, logo pela manhã mesmo, após o café, partimos para lá.
  15. 1 ponto
    Carla, depende de que "Europa" vc tá falando, pois se for Portugal e Espanha dá pra encarar até de tênis, se for mais pra cima talvez valha a pena uma mais quentinha destas da Decathlon! Eu tenho uma daquelas forradas por dentro com lã que me acompanha em andanças de frio há uns 5 anos, rs. Só agora comprei uma com mais aderência pq vou fazer trilha no gelo, mas pra andar em calçada/rua pode ser a que vc achar mais confortável!
  16. 1 ponto
    Aqui em SP tem a trilha do Pico do Jaraguá, que tem um subida mais difícil. Apenas de não ser tão extensa, você pode subir e descer umas duas ou três vezes até dar os 20 km, rssss.
  17. 1 ponto
    OBrigado pelas excelentes dicas, ja anotei e enviei pra minha esposa! Uma cidade mais linda que a outra e eu nunca tinha ouvido falar, só de gribaldi por causa do suco!
  18. 1 ponto
    Eu estive em Ushuaia em 2018 e a agência que eu usei para contratar os passeios foi a brasileiros em ushuaia. O preço deles é bem nivelado com os demais (são todos meio parecidos) e o povo fala português. E ainda me deram o transfer de volta ao aeroporto de graça. Apenas 01 detalhe: não compra nada com antecedência. Os preços praticados no site deles é quase o dobro do que eles cobram na loja. Em relação a hotel, não sei dizer. Fiquei em apartamentos alugados via airbnb pois eu queria algo com cozinha. Para mim valeu a pena, ainda mais porque de noite eu podia fazer um lanche em casa mesmo e economizava uma grana. Em Ushuaia a avenida principal é a San Martin, onde ficam as lojas e as agências de turismo (inclusive a brasileiros...). Ela é plana e central, o resto tudo é morro. Então quanto mais perto vc ficar dela menos vai ter que penar na volta para casa. Em relação a dinheiro, eu calculei 30 dólares por dia por refeição, para 2 pessoas. Foi suficiente mas eu não almocei muito lá, já que estava sempre em trilhas, só tomada lanche nas trilhas. As trilhas mais legais que eu fiz são (na minha opinião): 01 - glaciar vinciguerra - nem todas agências oferecem e acontece apenas 01 vez por semana nas que oferecem (na brasileiros é na terça) - são um 25 km ida e volta, mas é tranquilo; 02 - laguna esmeralda - são 14 km ida e volta e muito fácil. Sai todo dia. 03 - parque nacional tierra del fogo - tem diversas trilhas lá dentro. Com certeza não precisa de guias, pois são bem sinalizadas. Pega o transfer na área do porto (tem horário certo de saída e retorno). Tem um restaurante com preço e comida boa lá. Tem ainda o passeio de barco no canal beagle que é legal, para quem gosta, tem o passeio de trem até o parque TDF, que deve ser até legal, mas eu não fui porque é bem caro. Tem o que eles chamam de circuito dos lagos, que na verdade é um passeio de 4x4 até o lago fagnano onde vc desce e faz churrasco. É até legal, mas eu não iria novamente. Foi o que eu fiz. Lá tem um free shop que, para as coisas que eu comprei, tem prçeo melhores do que o de buenos aires,q ue eu achei bem caro. se tiver mais perguntas Christian
  19. 1 ponto
    Sim, essa que me referi. Embarquei com ela tanto no Brasil quanto em low costs no exterior e nunca reclamaram do 1 cm a mais na altura e na profundidade. Se colocar no gabarito, acredito que fique imperceptível.
  20. 1 ponto
    Esquece a Itália. É porque fez parte da minha viagem no geral. O caminho acontece entre Portugal e Espanha.
  21. 1 ponto
    @Valante Da uma lida neste relato, fizemos várias trilhas(sempre bate/volta) na região que vc pretende começar, se precisar de mais informações estamos sempre por aqui : https://www.mochileiros.com/topic/83536-o-brasil-é-muito-mais-bonito-visto-de-cima-as-peripécias-do-casal100/
  22. 1 ponto
    @Jessicah Fernanda tou indo em outubro para nova Zelândia bora!!!
  23. 1 ponto
    @joshilton É o que dá ir com neve,como te falei na história da Carretera Austral ,e Bariloche é turismo, enquanto as cidadezinhas de lá não são. Cerro Tronador é um passeio de 1 dia,não tem transporte público,fui lá há muitos verões, só em carro de agência ou alugado,por isso é caro. Tem tambem o teleférico do Cerro Otto,aonde o guia me ensinou a tomar o chá que me pôs a andar.Não postei esse,pois é caro,não interessa ao amigo que criou o tópico.
  24. 1 ponto
    Fala valante! Bem legal a sua proposta de preparo, mas vc realmente aceita sugestões de qualquer lugar do país? acredito que seria uma boa olhar as trilhas dos grandes parques, ou algumas praias (dos estados mais litorâneos). Nos parques que pegam a serra fina ou o pico da bandeira, por exemplo, é possível que tenham trilhas com a extensão que almeja. Também existem cidades que são separadas por praias e trilhas de litoral que dão aproximadamente a distância que deseja. No mais, como sugestão, pq não faz a ferrovia do trigo em RS? A rota tradicional tem uns 50km, mas passa por vários pontos de referência e algumas cidades pequenas, acredito que vc pode fazer seu preparo ali, caso tiver a oportunidade.
  25. 1 ponto
    Se mantenha firme, farei este mesmo caminho em agosto, porém de bike. Bom caminho.
  26. 1 ponto
    Acho que o modelo que ele falou é a Quechua Arpenaz 30L, tem medidas 56x26x26 cm. Passa 1 cm na altura e profundidade, e tem folga grande na largura. Acredito que essa deve passar tranquilo como bagafem de mão pelo menos no Brasil.
  27. 1 ponto
    a gente se apega demais as mochilas é incrível, nunca senti isso com roupa ou calçado
  28. 1 ponto
    Lindos destinos, mas cada um com sua classificação técnica. * Campos do Jordão é cidade de montanha, com cultura cosmopolita (mesclada), bem brasileira, é a cidade mais alta do Brasil, quase totalmente acima de 1.600 metros e algumas àreas residencias estão acima de 1.800 metros de altitude (ponto culminante: mais de 2.000 metros acima do nível do mar). Seu clima depende mais da altitude. Já "peguei" frio intenso de geada em pleno mês de janeiro (à noite). Alguns dos bairros mais sofisticados: Capivari e Alto Capivari. ; *Gramado, cidade de planato de cultura Germânica; com seus pouco mais de 800 metros de altitude, seu clima depende mais do inverno e da latitude. Depende também das intervenções antrópicas (comércio, shoppings, empreendimentos), sem desmerecer os atrativos naturais. ; Como sou de estilo montanhista, eu aprecio muito o mirante do Pico Itapeva (mais de 2.000 metros de altitude) que pertence a Pinda (bem perto da divisa municipal), mas o caminho é por Campos do Jordão. Há também o Pico do Imbiri de onde se tem linda vista da Pedra do Baú. Cada aventureiro no seu estilo. Curtam.
  29. 1 ponto
    @Birovisky, lembro de algumas que passamos: Caxias do Sul, Farroupilha, Gramado, Canela, Vacaria, Nova Petrópolis, Bento Gonçalves, Carlos Barbosa, (aqui acredito que ficamos, para um passeio de Maria Fumaça, não tenho certeza se foi nessa cidade), Garibaldi e São Domingos do Sul, tinha umas com nomes de baixa sei lá o que. média e alta com o mesmo nome. Estou com o papel em mãos com os nomes acima. Era para ficarmos 20 dias, acabamos ficando 45 dias, pois a grana estava no fim. Gramado e Canela SIM, porém, coloque no seu roteiro, Nova Petrópolis, vai adorar essa cidade, que está disputando com as outras duas anteriores, se é que já não se igualou.
  30. 1 ponto
    @brunorg1985, eu tava cogitando no começo em fazer a viagem em um carro esportivo que tenho aqui e quase não sai da garagem. Mas aí teria que fazer praticamente o mesmo roteiro que fiz em 2011. Abri mão para poder fazer estes trechos de rípio Quando voltar de lá relato sobre as rutas que passarmos. Abraços
  31. 1 ponto
    3° DIA DA PEREGRINAÇÃO BARCELOS - PONTE DE LIMA ALERTA🕯️: Se você se considerar uma pessoa sana, não faça o caminho de Santiago. Vá pra Paris, vá pra um final de semana no Rio de Janeiro, vá ver o Mickey na Disney. Porque fazer o caminho de Santiago é coisa de gente maluca.Só louco mesmo pra deixar de ficar no conforto e ficar andando por aí sob o sol, suado e cansado. Mas se você for louco mesmo, vamos lá: Sai as 07h40 de Barcelos, após o café da manhã. Foi o dia violentamente mais aguerrido - foram 35,3 QUILÔMETROS - 9h25 de duração. Depois desse dia achei que até o próprio Santiago deveria carimbar minha credencial, porque foi puxado. O cenário muito bonito l dia todo - a primavera lusitana embelezava todo o roteiro entre BARCELOS e PONTE DE LIMA. Era feriado em Portugal e muitos estabelecimentos fechados. Daí quando tinha uma padaria, café aberto, tratava de logo comprar água, comer e me manter bem pra seguir. No final da tarde cheguei na cidade de PONTE DE LIMA. Da cintura pra baixo tudo doía - osso, músculo, cartilagem, veia e artéria. Melhor descansar que amanhã tem mais. Seguem as fotos. Estão muito fixes (legais).
  32. 1 ponto
    1° DIA DA PEREGRINAÇÃO PORTO - VILA DO CONDE Acordei por volta das 6h da manhã. Não estava nada bem! Garganta arranhando, corpo pesado, e sensação de gripe. Tive pesadelos a noite toda, que resumindo todos diziam que eu não ia conseguir fazer o caminho. Minha mochila estava muito pesada, algo entre 12 a 14kg. Foi um erro brutal da minha parte. E isso fez esse meu dia se tornar muito cansativo. Durante o trajeto passei pela farmácia e já me mediquei, e melhorei bastante. O primeiro dia do caminho é muito citadino, é saindo da área urbana do Porto. Anda muito às margens de rodovias, e em calçadas. Já no primeiro dia você começa a ver os indicativos do caminho, setas em amarelo lhe guiando a direção a seguir. Sai às 7h15 da manhã e somente cheguei ao meu destino 15h. Foram 27,8 km. Fiz as paradas corretas (a cada 1 hora, descansava 10 min), tirando o tênis, sempre me hidratando e comendo frutas. Foi o alívio de uma vida chegar na VILA DO CONDE. Um lugar muito bonito. E ainda dei uns passeios no final do dia.
  33. 1 ponto
    Só um comentário, "filhadaputagem" é o pessoal embarcar com malas e mochilas enormes, fora do padrão, ocupar todo o espaço e depois os últimos passageiros se f.. por que não tem mais espaço dentro do avião. Ai começa toda a confusão, demora para os passageiros se acomodarem, tem tirar bagagens do avião e despachar no porão, o que por sua vez só causa mais confusão, brigas e atrasos. Então antes de chamar de "filhadaputagem", parem de pensar no seu próprio umbigo, atitudes como estas, tentar ficar burlando as regras, só prejudicam todos os demais passageiros, que estão viajando com a sua mala/mochila dentro dos limites e que querem que o seu voo saia na hora sem que seja atrasado por que meia-duzia de "f.d.p." resolveu levar uma mochilas enormes dentro do avião e está atrapalhando um monte de gente com a sua mochila enorme e fora dos limites permitidos.
  34. 1 ponto
    Entrei na cidade do Porto via comboio. Havia comprado as passagens na internet, no Brasil mesmo. Depois de 4 horas cheguei ao Porto pela estação de São Bento. Uma estação belíssima com vários azulejos que tornam o lugar um ponto turístico forte. Após chegar já fui adquirir a credencial do peregrino, que é um documento onde você junta os carimbos que você recebe no caminho. Paguei 2 euros por ele, que já vem com o primeiro carimbo, da própria catedral. Fui pro hostel descansar! A gripe estava me consumindo a esta altura. Descansei a tarde toda, e só no final da tarde fui conhecer um pouco a cidade. O por do sol que junta muita gente e a elegância arquitetônica do lugar. Amanhã se inicia os trabalhos. Bom caminho. 😬
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    O início da minha viagem se inicia na cidade de Paragominas (interior do Pará) de onde na data de 14/04/2019 eu parti de ônibus rumo a capital do estado - Belém, onde tomaria meu voo no dia seguinte. Sai de Paragominas as 17h e as 23h já estava no hotel em Belém. Hora de descansar pois vamos ter muito chão! Segunda-feira,15 de abril, após tomar o café em Belém, vou direto pro aeroporto VAL DE CANS - tomo um avião da TAM rumo a Guarulhos. Dica que dou: nunca escolha a última fileira, é muito apertada. Você parece uma carga lá. Porém tive a oportunidade de trocar de lugar e resolvi esse perrengue. O voo do tranquilo. A Tam querendo vender aqueles sanduíches de presunto frio por 15 reais, e aquele café ruim por 8 reais. Preferi passar fome e comi em Guarulhos um rodízio de pizza Hut por 39,90 - eu parecia um presidiário liberado na semana do Natal. A novidade em Guarulhos foi a cotação do euro, a SAFRA CÂMBIO vendendo Euro a 5,70. Aí não dá, né meu camarada. Fiz uma pesquisa na hora na internet e achei uma casa de câmbio 20 min dali a 4,65 - peguei o Uber e fui lá! Fiz dentro do Carrefour. Embarquei no voo. Meu voo entraria na Europa pela Itália, com conexão em Roma. Já posto sobre isso.
  36. 1 ponto
    Olá, me chamo alisson e estou muito afim de ir pra nova zelandia em Novembro desse ano, então bora? Alusson (DF) 61-98143-4260
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  38. 1 ponto
    Oiii tenho interesse em ir para Nova Zelândia, me chame no Whats (31)98877-9084
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    Olá tenho interesse em ir para a Nova Zelândia chama lá no zap 27-999111794
  40. 1 ponto
    Oiie! Estou pensando em ir ano que vem! Me chame no whats 51-982398323
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    Olá Tenho muito interesse em participar, no caso seu planejamento seria para o ano que vem, 2020?
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    Considerações finais A Colômbia é incrível! 11 dias foi muito pouco para um país com tantas opções, seja de natureza, seja de cidades, seja de praias. Se eu pudesse escolher o tempo de viagem sem me preocupar com liberação do trabalho, seriam 3 semanas completas só lá, e faria Medellin, Santa Marta e Cartagena a mais. De toda forma eu amei San Andrés, é um verdadeiro paraíso no meio do Caribe, e Bogotá é uma capital incrível, cheia de história e vida. A cereja do bolo foram os hostels em que fiquei e as pessoas que conheci. Praticamente não fazia nada sozinho, sempre tinha alguma companhia para conhecer lugares e tomar uma cerveja de noite. As duas hospedagens estão recomendadas: Karibbik e Botánico, não tenho absolutamente nenhuma reclamação a fazer de nenhum deles. Quanto aos preços, a Colômbia é bem acessível e mais barata que o Brasil. San Andrés, por ser uma ilha, é mais cara, mas nada de outro mundo (muito mais em conta que o Rio de Janeiro, por exemplo), e em Bogotá nosso Real é bem forte, comia fora sempre e por preços excelentes. Gastei ao todo R$5.000,00, sendo desses R$2.600 de passagens aéreas, incluindo os voos internos. Porém eu não economizei muito, pois só tinha 12 de férias e queria curtir ao máximo, então gastei no mínimo uns 50 reais na média por noite com cachaça 😅. De passeios, o único realmente custoso foi o mergulho (aproximadamente 250 reais com as fotos). Ou seja, economizei com transporte público, restaurantes, mas quando era para me divertir não medi muito meus gastos. Enfim, acredito que R$2.400 para 11 dias não seja nada exorbitante, até porque o hostel em San Andrés não era barato (85 reais por dia). Dito isso, encerro aqui meu relato e espero de coração que ajude os próximos viajantes. A Colômbia é espetacular e acessível para nós. Se está na dúvida, vá! Agora é minha hora de trabalhar, juntar grana e planejar a próxima trip. Abraços!
  43. 1 ponto
    Kelvin, parabéns mesmo, e muito obrigado, seu relato está magnífico, estou relendo e anotando suas dicas, pretendo fazer Paris e Londres com a esposa em setembro. Valeu abs.
  44. 1 ponto
    A principal coisa a se levar é uma boa jaqueta de frio, luva e um gorro porque venta muito e com isso a sensação térmica cai bastante. A bota seria interessante pra esse tipo de viagem devido ao conforto e a facilidade para andar em algum lugar alagado no salar ou nas áreas de terra principalmente se voce for fazer o passeio de tres dias, onde verás as lagunas. Fazendo o passeio de três dias a agência vai oferecer locais pra dormir com isso nao precisa do saco de dormir. Dentro dos acampamentos (não é barraca) é bem confortável. Ah! Leve algumas garrafas de água mineral pois a maior parte do passeio voce estará no meio do deserto e vez ou outra voce passará por algum vilarejo que talvez possa encontrar mais agua.
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    DIA 7 - 24.03.17 - Hong Kong Primeiro dia em Hong Kong, vinda de Xangai. Já senti uma diferença entre os outros lugares. Talvez uma organização maior. Esqueci meu casaco no ATM, e, quando voltei, lá estava bonitinho onde tinha deixado. Do aeroporto, peguei um ônibus, daqueles de dois andares que tem na Inglaterra, para ir até o hostel (esse aqui: http://urban-pack.com/ achei bom, a localização era incrível, mas tive algumas ressalvas). Desovei minhas coisas e já saí pra passear um pouco, mais pelas redondezas pois estava que nem um zumbi nesse dia - acordei muito cedo pra pegar o voo. Lá as pessoas são mais acessíveis no diálogo. Senti que boa parte se virava no inglês, e isso já abria mais a comunicação em momentos de necessidade, o que era um pouco mais difícil na China “mainland”. E sim, HK é um local que, forçadamente, foi se misturando, então você vê elementos da invasão inglesa, com as culturas cantonesa e chinesa. Isso deu à cidade ingredientes especiais que a tornam bem única, não apenas por ser um centro financeiro importantíssimo a nível global, mas pela sua constituição como cidade. Hoje, eles pertencem à China, que depois de anos de negociação com os ingleses, tiveram seu território devolvido, tendo seu protetorado transferido para a China, finalmente, em 1997. Possuem alta autonomia, tendo leis e regulamentos próprios, naquele esquema “um país, dois sistemas”. Uma coisa interessante de HK é comprar o Octopuss Card. Você compra por um valor - que pode reaver depois quando devolver - e ele funciona como se fosse um cartão pré-pago, com o qual você pode comprar coisas em lojas, pagar passagens de transporte, e inclusive subir ao Victoria Peak usando-o. Vale MUITO a pena. Achei isso bem avançado, porque é algo que integra diversas coisas. Um ponto que gostei de lá eram as passagens (como se fossem passarelas) que interconectavam estações e lugares. Era um aproveitamento de espaço bem interessante porque te permitia andar pela cidade, deixando os carros de um lado e o pedestre de outro, além da economia de tempo que isso gerava. Fiquei flanando, no primeiro dia, por Tsim Sha Tsui mesmo. Aí tinha uma rua com um comércio bem robusto, tanto em termos de lojas como restaurantes, incluindo um parquinho que achei xyz - não tava com muito saco pra isso, confesso. Aí fui até a “Calçada da Fama cantonesa”, que é uma homenagem aos artistas da Sétima Arte de HK e dos seus famosos filmes de ação, tão reconhecidos. Incluindo Wong Kar-Wai <3, aquele do “Amor à flor da pele”, se não viu, pelamor, tá perdendo tempo, corre logo e veja. Bruce Lee, claro, não podia faltar: Porto: Os prédios beirando a baía, que, como Xangai, a uma certa hora do dia também fazem seu espetáculo de luzes sincronizado: Isso fiz tudo a pé, depois dei mais umas voltinhas (porque não sei o momento de parar), para ver as ruas da cidade, sempre cheias, com aqueles letreiros iluminados. Nem queria sair da rua. Pra quê, né? Uma dica: comer rice roll com molho de gergelim e pimenta em cima. Gente, o que foi aquilo? Além de bom, era super barato. Isso na rua mesmo, perto do Ladies Market. DIA 8 - 25.03.17 - Hong Kong Aí foi o dia de dar uma força à espiritualidade ir ao Big Buddha, em Lantau. Tudo bem que demorou uma vida para chegar lá porque no caminho surgiu um outlet. Nem preciso terminar a história, só dizer: The North Face, New Balance, Kate Spade, MK etc. Foi difícil não comprar nada. Triste, diria, para efeito de drama. MASSSS, voltando ao Buda. Fui lá a fim de ver essa belezura em tamanho gigante. Para chegar lá, existem algumas opções, uma delas é chegar até a estação de metrô Tung Chung (onde fica o famigerado outlet), e de lá pegar um teleférico (a vista é melhor, com certeza) ou um ônibus de número 23 (New Lantao, recomendada pelo Google quando pesquisei), na saída B da estação. Eu fui nesse ônibus, que saiu mais barato. Ele demorou acho que uns 25 minutos até chegar lá. Ambos deixam você em Lantau, que sobe um morro, com a vegetação de mata atlântica que me lembrava muito Ubatuba. O mosteiro é de graça (depois de resistir a um outlet foda precisava dessa força motivacional, né). Chegando lá, tive algumas surpresas: Esse portal branco, nunca tinha visto assim, então já fui curtindo. Essa linda estava ali brisando: Aleijadinho, foi daí que você tirou a referência para os profetas? Aí vem a questão: neblina, neblina, neblina. Tudo bem que só em estar ali já fiquei muito feliz, mas, poxammmm…. (não sejam burros como eu e deixem para ficar sem roupa limpa, aí você tem que lavar TODAS e o que sobra é um vestido de verão RJ com uma meia-calça anos 1980 num dia semi-congelante) Apesar da neblina, recomendo. Valeu muito a pena! Na verdade, ele fica em um monastério, escondido nas montanhas. Existe uma lanchonete bem boa lá, de comida vegetariana (como na maioria dos templos budistas), mas com opções interessantes, variadas e com preços acessíveis. Comi alguma coisa lá, que não lembro o nome, mas tava uma delícia. Depois, dei um pulo no centro, para ir à noite ao Victoria Peak, pois queria ver a cidade do alto. Este é um dos principais pontos turísticos de HK. Dele, é possível ter uma visão panorâmica da cidade. Eu fui do funicular que é o Peak Tram (adultos HK$ 28 - 3,6 USD, HK 40 - 5,10 USD volta), que fica na estação chamada Peak Lower Terminus. Ele fica bem perto da estação Central, dá para ir a pé. A subida é bem íngreme, porém é rápido. A fila estava bem grande quando fui, tanto na ida quanto na volta. Dá para usar o Octopuss card, então nem me preocupei em ir à bilheteria comprar. Quando você chega ao alto do morro, tem tipo um shopping lá, com foco mais em gastronomia. Se estiverem com fome, pode ser um local bacana para se alimentar, até porque em alguns restaurantes a visão do lado de fora é incrível. A vista é acachapante pela noite, de tirar o fôlego, e tem uma espécie de mirante (pagoda) de onde você pode ver toda a sua magistralidade. Existe também o Victoria Park, eu nem fui, mas para os que tiverem mais tempo e curtirem, eis a dica. DIA 10 - 27.03.17 - Hong Kong Último dia em HK de passeio, resolvi dar uma andada pelo centro, ver os prédios, lojas e fazer um turismo básico também. E a bandeirinha da China ali, “um país, dois sistemas”. Aí fui conhecer um templo bem legal chamado Man Mo, bem no centro da ilha de HK, fica na Hollywood Rd. Ele fica no meio de prédios que dão sensação imediata de claustrofobia, tão característicos de HK (por causa do binário alta densidade e pouco espaço, é bem comum estas edificações altíssimas). Essa região é bem charmosa, com lojas antigas, escadarias, bares descolados. Um ótimo lugar para se dar um passeio. Depois do templo, resolvi conhecer as praias de HK, já que se trata de uma ilha. O clima ainda estava nublado, então pensei mais em ficar pela orla passeando. Para ir, existe um ônibus perto desse templo que me levou até o mar. Lá tem várias praias, resolvi parar em uma que o motorista disse que era boa. Podia ser alguma genérica do circuito Ubatuba-Paraty, porém sendo do oceano pacífico. Aí depois peguei um ônibus e fui para Stanley, que é tipo uma praia famosa, com lojinhas, mercado, restaurantes, shoppings. E tinha, na beira do mar, esse mini-templo super fofo: Enquanto Pequim, tinha pandas no cruzamento, em HK temos dragãozinho (#dracarys <3): Um pouco das ruas cantonesas, cheias de placas, uma querendo chamar mais atenção que a outra, e muita gente nas ruas: Depois fui a Wan Chai, que é um bairro bem legal de HK. Ele tem um comércio bacana, e uma feira de rua sensacional, onde você pode vivenciar um pouco dos hábitos chineses, da sua comida, sabores, temperos etc. E ele é gigante, você encontra de tudo lá, até brinquedos. O nome deste street market é Tai Yuen St Market (9h às 18h, não funciona aos sábados). Nesse bairro também tem um edifício enorme que vende eletrônicos. É o Computer Centre (130-138 Hennessy Rd, Wan Chai/ 10h às 20h) que é o maior do ramo em HK. De fato, você acha tudo lá nesse sentido. Apesar de ser apertado, é um local interessante para fazer compras na Ásia. No fim disso tudo, fui ver o show de luzes sincronizadas de HK (gostei mais de Xangai,mas foi bom também). Ele começa às 20h. Eu vi de Tsim Sha Tsui mesmo, mas suspeito que existam locais melhores para ver. Quis fechar minha jornada na China com chave d’ouro. Fiquei com dó no coração de sair de lá, mas, enfim, era parte da minha jornada. Foi algo que está marcado comigo e vou carregar pra sempre (#drama). Espero que meu relato gigantesco possa passar um pouco do que isto significou pra mim e também ajudar vocês a ter momentos incríveis lá também.
  46. 1 ponto
    Parabéns pelo relato, conciso, porém, cheio de detalhes, estou pegando várias dicas! Tenho uma dúvida, por que não gostou de La Conciergerie? Acha que posso ficar apenas com a Sainte-Chapelle ao invés de Notre-Dame? Estou tentando montar um roteiro mais Paris para parisiense mas também não quero deixar de visitar algo imperdível. Obrigada!
  47. 1 ponto
    1 - Eu fiquei 45 minutos na fila do Museu do Vaticano, e 1h30 na fila da Basílica de São Pedro. A fila do Coliseu é grande sim, mas é só você andar 300 metros, até a entrada do Palatino, que geralmente está deserta, comprar o ingresso lá e visitar Palatina, Fórum e Coliseu, o ingresso vale para os 3 locais e vale por 2 dias. 2 - É isto mesmo, em algumas raras ocasiões esgota, e você tem que retirar ele em alguns locaias específicos, mas são vários locais, tem no aeroporto, na estação Termini e vários outros locais espalhados pela cidade. 3 - Depende dos seus interesses, mas 5 dias estaria bem folgado na minha opinião. Bate-volta a Pompeia é possível sim, mas vai ser meio puxado. Florença também dá para fazer bate-volta, mas você teria que ir de trem de alta-velocidade, e eles costumam ser meio caros comprando na hora (mais de 100 Euros ida e volta), como deve ser com os bate-voltas, onde você decide lá na hora se sobrou tempo e se o clima está bom para um bate-volta. 4 - Eu sempre fui no inverno, então nunca me preocupei se tinha problema com bermudas...
  48. 1 ponto
    Parabéns pelo texto e obrigada por compartilhar suas experiência, irá ajudar muito no planejamento da viajem! [PARTY POPPER][CONFETTI BALL]
  49. 1 ponto
    Você vai pegar um OysterCard ou um Travelcard? O Oystercard é um cartão pré-pago, onde você carrega um determinado valor em crédito, e o crédito vai sendo descontado conforme você usa. Não há limitação de Zonas de metrô, você pode andar em todas elas, desde que tenha crédito suficiente. Já o Travelcard existe nas opções de 1 dia, 7 dias e 30 dias, e ele lhe permite usar o metrô de forma ilimitada durante a validade do mesmo dentro das zonas de validade. Ou seja, se comprar um travelcard de 1 dia para as zonas 1-4, você pode andar o quanto quiser de metrô dentro das zonas 1-4. E sim, você é barrado na catraca ao tentar sair da estação caso o seu oyster ou travelcard não seja válido. Em Londres na maioria das estações você tem que passar o cartão na maquininha para passar na catraca, para entrar na estação e depois novamente para sair.
  50. 1 ponto
    Felipe, a distribuição das atrações está boa. O problema é que Londres tem tanta coisa interessante para se ver, que sempre faltará algo que não deu tempo para ver... Se for entrar na Tower of London, a visita leva umas 3 horas. Minha sugestão se roteiro neste dia seria você ir de manhã cedo na Tower of London, depois você pode aproveitar para visitar a Tower Bridge, seguindo a pé pela margem sul do Tamisa até o Tate Modern, passando pelo HMS Belfast, atravessar a Millenium Bridge até a St. Pauls Catedral, e se tiver folego, finalizar o dia na London Eye... Quando estive em London Imperial War Museum estava parcialmente fechado para um evento, mas mesmo assim acho que valeu a pena. Quando ele está 100% aberto dizem que é muito bom, principalmente se você gostar de história e 2ª Guerra Mundial...
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