Ir para conteúdo
  • Cadastre-se

Mais curtidos da Semana


Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 12-05-2019 em todas áreas

  1. 1 ponto
    Salve Mochileiros, Estou aqui para descrever, relatar, contar, sei lá 😁um pouco ou tudo da minha experiência que tive nessa viagem incrível quem sabe até poder ajudar algumas pessoas que pensam em fazer essa trip. Estava relutante, com muitas duvidas se eu deveria escrever esse relato, mas no final acho que vale a pena contar um pouco das experiências que tive e quem sabe incentivar alguém a começar. Antes de iniciar, tenho apenas que repetir uma coisa que praticamente a maioria das pessoas que finaliza essa trip diz que é: TODO MUNDO TEM QUE FAZER UMA VIAGEM DESSA , , porque é muito foda, você conhece tanta gente, uns lugares de tirar o fôlego, vê umas coisa maluca que as pessoas chamam acho eu de choque cultural, são tantas sensações que senti nessa viagem, todo dia eu estava feliz, a única parte triste foi a despedida, porque o resto foi foda. Então vamos iniciar esse relato cambada!! Esse mochilão teve inicio no dia 01/04/2019. Roteiro Santa cruz de La Sierra Sucre Uyuni San Pedro De Atacama Arica Tacna Arequipa Ica Huacachina Paracas Lima Huaraz Cusco Copacabana La Paz Santa cruz de La Sierra Gastos Nessa vou ter que pedir desculpas para vocês, acho que não vou conseguir dar muitos detalhes, sei que eu gastei 4885 reais pois comprei as passagens aéreas antecipados tudo por 840 e uma passagem de ônibus de Sucre a Uyuni por 45 reais , o que sobrou foi apenas 4000 reais a qual levei comigo no meu Money Belt do começo ao fim da viagem, mas falo para vocês só sei que quando estava no ultimo dia la em Santa Cruz de La sierra eu estava muito pobre, muito mesmo, para vocês terem uma noção tive que pechinchar até comida de 15 BOL(consegui por 10) mas não se preocupe ainda lembro os preços dos tours, vou dar algumas dicas de comer barato e acomodação barata também. OBS: Se eu perdesse o Money belt ou fosse roubado estava muito ferrado, pois não levei nenhum cartão de credito ou debito hahahahah (maluco de BR hahahahah ) Desabafo: Estava com esse mochilão na cabeça dês de 2016, planejando fazer sozinho mesmo(uma coisa quase praticamente impossível de fazer), li apenas alguns relatos como o mais famoso do rodrigovix e da maryana teles , arrumei minha mochila com poucas coisas mesmo e fui, melhor decisão que já tomei em toda a minha vida. Dês de moleque sempre quis largar tudo e viajar o mundo todo, sem data de volta, porem necessitava e necessito de experiência, por conta disso planejei esse mochilão clássico para confirmar se conseguia me virar e ver com meus próprios olhos se era verdade mesmo se tinha como viajar o mundo com pouco dinheiro ou quase nada e depois que terminei, pelas pessoas que conheci e experiências que vivi posso dizer que é possível. Preparativos: Como eu disse anteriormente, comprei antecipadamente apenas as passagens aéreas e a passagem de ônibus(essa de Uyuni se não planeja fica em sucre recomendo comprar com antecedência). São Paulo a Santa Cruz de la Sierra – R$ 680 Santa Cruz de la Sierra a Sucre – R$ 160 Ônibus de Sucre a Uyuni - R$ 45 No meu mochilão não foi muita coisa apenas: 7 camisetas 2 shorts 8 cuecas 8 meias 2 calças jeans 1 calça de trekking 1 calça térmica 1 fleece (furtada) 1 jaqueta corta vento 1 blusa termina 1 chinelo 1 calça velha (para dormir) 1 camiseta velha (para dormir) 1 bastão de trekking (furtado, merecido, pois nem usei, totalmente desnecessário) Mochila de ataque foi apenas: Pasta de documentos Carregador de celular 2 Power bank Dicas: Vai no relato da @Maryana teles pois de começo nada mudou, seguro é importante(não usei mesmo comendo nas boca de porco) , carteira de vacina é importante mas eles nunca pedem, mas bom levar nunca se sabe e de resto tranqüilo. Inicio do Relato 01/04 - Guarulhos x Santa Cruz de La Sierra x Sucre Episodio 1 – O primeiro choque cultural a gente nunca esquece. Chegou o grande dia, coração a mil, ansiedade tomando conta, sai até cedo de casa, cheguei no aeroporto as 19h30, já estava lá pronto para embarcar , porem meu voo saia só as 00:05 ou seja ficaria por quase 5 horas coçando, nesse período de tempo conheci dois amigos um casal super gente fina e humilde demais que iriam iniciar sua jornada também Felipe e Fernanda. Mal sabia eu que essas desgraças iriam me acompanhar praticamente até metade do caminho hahahah Obs: Vocês perceberam que estamos com a mesma mochila e o rodrigovix também tem a mesma mochila e se duvidar até você tem essa mochila, sabe por que isso? Porque nos é pobre e essa é a mochila mais barata da decathlon. Chegamos em Santa Cruz as 3h00 da manhã, ficamos lá coçando no tédio e esperando nosso voo para Sucre que sairia as 9h00 Nesse período de tempo novamente conhecemos um brasileiro muito louco, sabe porque louco? ele foi de ônibus até sucre ou seja 13 horas em um ônibus pelas estradas mais perigosas da Bolívia (ele morreu hahahha mentira) e ainda fez o salkantay (4 dias caminhando) muito louco esse cara! Passaram algum tempo e a gente precisava realizar o cambio, para pagar ônibus e comida la em sucre então combinamos em trocar 50 reais cada um porem na hora do cambio aconteceu uma coisa que eu achei engraçada e preciso compartilhar com vocês e isso ainda aconteceu comigo(tinha que ser) vou contar. Estava lá eu indo trocar o dinheiro, porem não tinha ninguém para me atender , então resolvi esperar, nessa hora veio um cara parecia aquele índio do pica pau, veio falando espanhol com mandarim e um pouco de Frances que eu não entendi quase nada mas pelo pouco que entendi, vou tentar descrever essa conversa(estávamos tentando falar em espanhol): Gringo: Você cambio? Eu: Sim, quantos está o cambio? Gringo: Dólar! Eu: Não só tenho real, 50 quero trocar!Quanto cambio? Gringo pegou a carteira e sacou 50 dólares para me dar porem eu disse: Eu: não, quero BOL Gringo: Você fala inglês? Eu: Sim Gringo: Cambia para mim? Eu: Cambia você para mim? Gringo: você faz cambio? Eu: não e você? Gringo: também não, desculpa! Foi essa confusão 😂😂foi uma situação engraçada, mas depois disso fui trocar o dinheiro, quando à mulher chegou acabei trocando meio que obrigado 100 reais em uma cotação horrível pois ela não aceitava menos que 100 e não tinha nenhuma outra casa de cambio aberta. Enfim chegou o horário do voo e partiu Sucre Chegamos no aeroporto de Sucre as 11h00 da manhã , um aeroporto bem minúsculo. Assim que chegamos ao aeroporto perguntamos o preço do táxi 60 BOL muito caro! Vimos uma van, pechinchamos e conseguimos por 10 BOL para levar ate o terminal de bus essa van cheio de boliviano e apenas nos três de brasileiros e lá vamos nós. Uma dica para quem quer economizar: NUNCA VÁ DE TÁXI SEMPRE ESCOLHA O MEIO DE TRASPORTE PUBLICO (A não ser que não tenha transporte publico), alem de economizar uma baita de uma grana você terá uma imersão cultural maior. Enfim chegamos vivos ao terminal de ônibus. Nosso ônibus para Uyuni sairia apenas as 20h00 então íamos precisa comer, decidimos ir ao lugar mais barato, encontramos um restaurante local que estava cobrando 10 Bol com sopa e prato principal muito barato porem.. Confessar uma coisa para vocês foi uma das piores sopas que já comi em toda a minha vida, descobri que a culinária não é um ponto forte dos bolivianos, terminamos de comer e fomos andando mesmo até o centro e praça principal para cambiamos dinheiro e conhecer um pouco da cidade. Trânsito na Bolívia é uma loucuraaaaa!!!! Cambiamos 550 reais em uma cotação boa para pagar o tour do Uyuni e comprar alguma coisa para comer, em seguida fomos para a praça principal Depois fomos a uma praça cheia de pombo, tinha mais pombo que Osasco (quem já foi sabe que Osasco tem bastante pombo) o engraçado é que as pessoas alimentavam o pombo, tinha gente vendendo comida para alimentar os pombos tinham as crianças que abraçavam o pombo e juro que eu vi uma criança beijando a merda do pombo, outro choque cultural que tive, provavelmente se eu ficasse mais um dia naquela cidade eu ia ter mais choques culturais 😂, mas não, vai por mim, aquilo já estava bom hahaha queria chegar logo em Uyuni. Depois fomos para um mercadinho comprar umas coisas para levar no Uyuni e comer no caminho (não compramos nada, pois estava tudo caro para os nosso padrões ). Nesse mercadinho eu acabei vendo uma coisa que não queria, então, vou contar, dentro desse mercadinho tinha uma lan house onde tinha uns adolescentes, acreditem em mim eles estavam juro, assistindo filmes pornográficos como se tivesse assistindo Peppa Pig, dentro do mercadinho manooo foi ai que pensei, temos que ir embora logo dessa cidade já vi coisa demais por um dia, porem não tinha como, pois estava cedo e ainda a gente tinha que ir no mercado central comprar as coisas para não morrer de fome e lá fomos nós, chegando nesse mercado e mano me surpreendi muito, tão limpinho segue as imagens: Esses frangos estavam expostos ali acho eu uma semana, mas enfim compramos as coisas e partimos para o mirador da cidade, fomos andando novamente (esqueci de falar que o meio mais econômico de transporte são as pernas), andamos por uns 40 minutos até chegar no mirador, cheio de subida, resumindo cheguei lá em cima morto. Seguimos para o terminal de buses, fomos de ônibus publico e mano louco eu nunca tinha visto coisa parecida eu estou acostumado, como moro em São Paulo a andar com ônibus grande e tem sinal de parada, ponto de ônibus, lá não tem essas coisas não, totalmente diferente, vocês tem que saber onde vai descer, tem que falar para o motorista ”vou descer aqui” ele só ”para” e você desce, ônibus minúsculo, muito louco paguei 1 BOL. Chegamos no terminal faltando umas duas horas para o ônibus partir, tivemos que esperar, mas antes meus amigos foram em um restaurante jantar, eu não jantei por vários motivos primeiro estava sem fome, a sopa me traumatizo, não queria gastar , ansiedade e queria apenas entrar no ônibus para dormir (dois dias sem dormir é osso)😂😂😂 enfim entramos no ônibus e partimos para Uyuni onde eu tive um dos melhores momentos da minha vida, conheci umas pessoas incríveis e minha primeira paixão de viagem. O próximo capitulo será: A primeira paixão de viagem a gente nunca esquece.
  2. 1 ponto
    Vários amigos e familiares nos indagavam sobre nossas travessias, segundo eles, tudo era muito repetitivo(as fotos eram parecidas, repetimos várias vezes os mesmos caminhos, até pela falta de outros. Até tem, mas caminho particular, não faremos mais). De certa forma eles têm razão, visto que a visão do picos e montanhas não tem comparação com fotos de estradas e, tem um detalhe mais importante: as principais atrações das cidades(tirando algumas) não estão dentro delas, mas nos arredores (cachoeiras, picos, morros. ..). Nesses 2 meses, caminhamos mais de 900 quilômetros é quase 10.000 kms de carro. Conhecemos pessoas maravilhosas por onde passamos, experimentamos emoções que nunca tivemos, comidas deliciosas, não tivemos nenhum problema mais sério, tudo muito tranquilo. O BRASIL É SIMPLESMENTE SENSACIONAL! E mais bonito visto de cima. Diante disso e, até para comemorar meus 60 anos de vida (ingressei na melhor idade), neste verão resolvemos fazer algo um pouco diferente : fomos conhecer e rever alguns parques nacionais /estaduais /municipais e privados, subir alguns picos/montanhas e alguns circuitos desses locais, região de cachoeiras, e Brumadinho(Inhotim), poderíamos estar no dia do rompimento da barragem, para nossa sorte desistimos em cima da hora. LOCAIS VISITADOS: Extrema - Mg (subida as base dos pico do lopo e do lobo) Munhoz - Mg(subida ao pico da antenas, caminhos) São Bento do Sapucaí - Sp(pedra do baú e roteiro) Marmelopolis -Mg(subida ao morro do careca, mirantes, pedra montada, roteiros e subida ao pico Marinzinho) Aiuruoca - Mg(subida ao pico do papagaio, matutu, cachoeiras) Visconde de Mauá-Rj - (subida a Pedra Selada) PN Ibitipoca - Mg (Janela do céu, pico, circuito das águas e grutas) São Tomé das Letras - Mg (cachoeiras e roteiros) Carrancas - Mg(cachoeiras e circuito serra de carrancas) Ouro Preto - Mg (centro histórico e subida ao pico do Itacolomi) Mariana-Mg: Bento Rodrigues, local destruído por outro rompimento de barragem da Vale. Serra do Cipó - Mg(todos circuitos dentro do parque e travessão) Conceição do Mato Dentro - Mg: cachoeira do Tabuleiro (base e mirante) Lapinha da Serra - Mg(subida aos picos da Lapinha e Breu, cachoeira Bicame e Lajeado, parte travessia Lapinha x Tabuleiro) Brumadinho - Mg(Inhotim) PN de Itatiaia - parte alta - Mg(base do pico das agulhas Negras e prateleiras, cachoeira Aiuruoca, circuito 5 lagos, subida ao pico do couto) Piquete - Sp(subida ao pico dos Marins) Infelizmente, por excesso de chuvas, não fizemos os picos do Itaguaré e da Mina( motivação da viagem). Entrou uma frente fria na semana que antecedeu o carnaval, tivemos que abortar por questão de segurança, pois não utilizamos guias e fazemos somente Bate/volta - fica para a próxima. As surpresas da viagem: Inhotim, Lapinha da Serra e Serra do Cipó. Pois não conhecia nenhuma delas. Algumas fotos Subida ao pico dos Marins - SP Pico do Itacolomi - Ouro Preto - Mg Cachoeira Bigame - Lapinha da Serra-Mg Subida para pico do Breu e Lapinha - Lapinha da Serra-Mg Vista desde o pico da Lapinha Cachoeira do espelho - travessão - Serra do Cipó -Mg A incrível JANELA DO CÉU flora exuberante
  3. 1 ponto
    Meu marido e eu pretendemos visitar a Rússia fazer a Transiberiana em julho de 2020. Será minha viagem de comemoração de 50 anos! Quem gostaria de se juntar a nós?
  4. 1 ponto
    Olá pessoal.... Tô planejando ir fazer mochilao pela Chapada Diamantina agora em Junho. Mas meu plano é visitar o máximo que der, de cima a baixo, aproveitar bastante. Nem que dure um mês. Quem tiver interesse e quiser entrar em contato pra acompanhar....sinta-se livre pra entrar em contato ^^ Sempre bom ter companhia SE possível. Se não o plano segue como o mesmo claro kkkkkkk
  5. 1 ponto
    OlÁ, estou em busca de cia feminina (me sinto mais confortável) para passar uma mini férias em Nova York no segundo semestre de 2019. Estou sem roteiro ainda, então a gente pode montar juntas. obs: quero ficar só em nova york, visitar museus, baladinhas, bares, restaurantes, os bairros, pontos turísticos.
  6. 1 ponto
    Estou procurando companhia para conhecer o Peru em outubro de 2019. Ainda não tenho um roteiro pronto Instagram: arthur_nss
  7. 1 ponto
    Roteiro de cidades: Belo Horizonte - MG Alfenas – MG Botucatu – SP Prudentópolis – PR Serra do Rio do Rastro – SC Urubici – SC Cascata do Avencal – SC Morro da Igreja e Pedra Furada – SC Serra do Corvo Branco – SC Laguna – SC (Marco do Tratado das Tordesilhas e Pedra do Frade) Imbituba – SC Bombinhas – SC Blumenau – SC Cananéia – SP Ilha do Cardoso – SP Bertioga – SP São Sebastião – SP (Praia de Maresias) Ubatuba – SP (Praia da Enseada, Praia Vermelha do Centro e Praia do Cedro) Pindamonhangaba – SP Campos do Jordão – SP São João Del Rei – MG Rio Casca – MG Belo Horizonte – MG Total gastos com gasolina: R$1,623,72 Total gastos com pedágios: R$123,70 Total gastos com hospedagens: aproximadamente R$ 900,00 (sendo cerca de R$500,00 de estadia em Botucatu) Total gastos com passeios/guias: aproximadamente R$ 200,00 Total gastos com alimentação: aproximadamente R$ 800,00 Total gastos aproximado: R$ 3.650,00 Juntando as minhas férias e alguns dias de hora extra do trabalho, acumulei 39 dias de folga, que tirei entre os dias 23 de março a 5 de maio de 2019. Nesse período, passei os primeiros 25 dias em Botucatu (SP) fazendo um estágio na UNESP. Eu já fui de Belo Horizonte para Botucatu 3 vezes, sendo duas de carro, e sempre tento fazer caminhos diferentes para conhecer novas cidades em paradas (BH a Botucatu são mais de 800 Km e eu faço em 2 dias para não cansar muito). A primeira vez que eu fui de carro para Botucatu foi em janeiro de 2017 e desci de BH até Extrema - MG (que é uma cidade muito boa pois é um destino de aventuras, sendo cheia de cachoeiras, atividades de rafting, rapel, trekking, asa delta…), depois segui até Campinas (BR 381), onde peguei as Rodovias SP050 e 373 até Botucatu. Esse é o melhor e mais rápido caminho de BH a Botucatu. As estradas são duplicadas ou triplicadas, com acostamento, com asfalto impecável… mas tais benefícios custam muito. Eu não lembro por quantos postos de pedágios eu passei, mas gastei mais e 100 reais só de pedágios. Dessa vez, em 2019, eu fui de BH até Alfenas (MG), onde parei para descansar e conhecer a cidade, e de lá segui para Botucatu. Alfenas é uma cidade tranquila, mas que não tem muitas coisas para fazer ou conhecer, embora seja perto do lago sul de FURNAS. Esse caminho que fiz desta vez foi praticamente a mesma quilometragem da viagem anterior, mas muito mais demorado. Praticamente todas as estradas que peguei eram simples, sem acostamento, com asfalto bem ruim (alguns lugares eram PÉSSIMOS, com buracos demais), com muitas curvas perigosas. Embora eu tenha fugido de alguns pedágios (principalmente no Estado de São Paulo) e visto uns cenários lindos (passei por muitas serras e lagos), não sei se valeu a pena. O risco foi bem grande, o tempo de direção foi bem maior pois a velocidade é bem menor, além da possibilidade do carro estragar na buracaiada. 19/04/19 (sexta) - Depois de fazer muita balbúrdia na Universidade, eu saí de férias propriamente dita no dia 19 de abril. Saí de Botucatu por volta das 6 horas da manhã e parei em Prudentópolis (PR), terra conhecida como “cidade das cachoeiras gigantes”, por voltas das 14h. Cidadezinha linda! Pequena, organizada e limpa. Estava toda enfeitada com coelhinhos e ovos de páscoas gigantes por causa do feriado de páscoa. As cachoeiras de lá realmente são muito grandes (mais de 100 metros), porém elas são mais afastadas da área urbana e pra acessá-las você deve pegar estrada de chão de terra batida com alguns buracos. Um carro popular (eu tenho um Palio Attractive) passa tranquilamente, só precisa ir mais devagar por causa da trepidação. As cachoeiras ficam entre 10 a 40 Km da cidade. Eu visitei os Saltos Barão do Rio Branco, São Sebastião, São João e São Francisco. Haviam outros lugares para ir, mas eles ou estavam fechados ou não deu tempo. As quedas das águas são impressionantes. O Salto São Sebastião foi o que eu mais gostei por ser bastante diferente. São duas cachoeiras literalmente uma em frente a outra. Para acessar essa cachoeira, paguei R$10,00 (fica em uma propriedade particular) e tem que descer um barranco bem grande (cerca de 20 minutos de descida). É bastante cansativo e exige um esforço físico grande, pois muitas vezes você precisa usar cordas, seja para subir ou para descer. 20/04/19 (sábado) - Saí de Prudentópolis (8h) em direção a Serra do Rio Rastro (SC), na Serra Catarinense na cidade de Bom Jardim da Serra, chegando lá por volta das 17h. Lugar muito legal de se visitar e ver a estrada do alto da serra fazendo um super ziguezague. A região é muito movimentada e cheia de motoqueiros. Em frente ao mirante da Serra do Rio Rastro, tem uma propriedade particular (entrada R$10,00) que você vai praticamente de carro (1km da portaria) até umas torres de produção de energia eólica e também em um mirante do Cânion do Ronda. Lugar imperdível. Saí de lá já estava escuro para ir para Urubici, a cidade mais fria do Brasil. Cheguei em Urubici por volta das 20h e realmente lá é bem frio. Estava fazendo 14°C e segundo informações dos comerciantes da área, estava quente para aquele período do ano. Como era feriado de páscoa, a cidade estava lotada e não consegui nenhuma hospedagem barata. Acabei dormindo no carro para economizar uma grana. Além disso, eu tava tão cansada de dirigir naquele dia que nem percebi desconforto. O único problema foi o frio. Tive que vestir umas duas blusas de frio, mais o saco de dormir, pois a temperatura abaixou mais ainda durante a madrugada. 21/04/19 (domingo) - Fui para a Cachoeira do Avencal e para o Parque Nacional São Joaquim para visitar a Pedra Furada e o Morro da Igreja. O parque exige que você retire uma autorização de visita junto à sede do ICMBio na cidade. Lá eles te dão uma pulseirinha que permite a sua entrada no parque. Segundo informações do ICMBio o parque está ficando fechado para reformas pelo exército (o parque também é uma área controlada pelo exército e qualquer outra atividade lá dentro, como trilhas para trekking, tem que ter a autorização deles), mas como era feriado de páscoa, eles abriram para visitação. SORTE! (Eu basicamente fui para SC para visitar esse parque. Imagina se não tivesse conseguido?!). Isto é, com exceção de feriados, a visitação está fechada para a Pedra Furada e o Morro da Igreja (fica no mesmo lugar). Com a minha pulseirinha na mão, fui primeiro para a Cachoeira do Avencal (entrada RS12,00), que fica cerca de 15km de Urubici. A cachoeira é gigante também e não tem que andar para chegar no mirante. Você chega de carro até ele. Lá tem duas propriedades, que oferecem a mesma visão da queda. Mas a que eu fui, tinha uma infraestrutura melhor. Da Cachoeira do Avencal eu fui para o Parque Nacional São Joaquim. O número de veículos lá é controlado e só pode subir para as atrações 30 carros por vez. Ou seja, encheu as 30 vagas você tem que esperar alguém retornar para seu acesso ser liberado. Eu cheguei lá por volta das 9h e esperei cerca de 10 minutos na fila (3 carros na minha frente). A recomendação é que cada um não permaneça lá mais de 15 minutos, para que todos tenham acesso. O que é bem difícil, pois o lugar é bem bonito e dá vontade de ficar um tempão admirando a paisagem. Vá bem agasalhado pois lá venta muito e é bem gelado. Quando saí de lá a fila de carros já estava bem grande. Conversando com o soldado que controla a entrada e saída de veículos, ele disse que no dia anterior, no sábado de páscoa a fila chegou 2,5 Km e o tempo de espera de mais de 2 horas. Isto é. Chegue muito cedo. Não só para não pegar a fila de carros, mas também porque existe um limite por dia de pulseiras que o ICMBio distribui. A menina da padaria onde tomei café me disse que era 200, mas não confirmei essa informação no ICMBio. Depois que saí da Pedra Furada fui para o mirante da Serra do Corvo Branco. Lugar bem diferente! Dois paredões gigantes de pedras cercam uma parte da estrada, que tem um visual incrível e curvas que você acha que o carro não vai dar conta de fazer de tão fechadas. Bem no mirante da Serra do Corvo Branco tem uma propriedade particular (R$20,00) que você acessa a Serra pela parte de cima. Vale demais a visita. Primeiro pela aventura de subir com o carro lá. Tinha hora que ele mal saía do lugar em uma subidas extremamente íngremes de cascalho e com um desfiladeiro do lado! Hahaha! Segundo pelas paisagens. Tem umas trilhas lá em cima e dá pra ver alguns cânions e locais famosos. Infelizmente eu peguei muita nuvem, mas ainda assim foi surreal! Desci a Serra do Corvo Branco e fui para Laguna, minha primeira cidade do litoral, onde cheguei por volta das 16 horas. Laguna é uma cidade histórica e bem bonitinha. Dentre seus atrativos, eu fui na Pedra do Frade e no Marco do Tratado das Tordesilhas. Já a noite segui para Imbituba, onde dormi. 22/04/19 (segunda) – O dia amanheceu muito chuvoso e acabei tendo que mudar meus planos. A ideia seria curtir a praia de manhã e seguir para Florianópolis. Mas realmente estava chovendo muito e a estrada bastante congestionada. Um percurso de 2 horas e meia, gastei mais 5 horas. Acabei indo para Bombinhas, onde cheguei a tarde e fui direto para a praia. Mas a chuva continuava. Não deu nem para passear pelo centrinho da cidade, que aliás é bem charmoso. Porém as coisas eram extremamente caras. O centrinho me lembrou a vila da Praia do Forte, na Bahia. Acabei ficando só no hostel. 23/04/19 (terça) – O dia continuou chuvoso e acabei não indo para Balneário Camboriú, que seria minha próxima parada. Mas fui direto para Blumenau, que não estava no meu roteiro, e valeu a pena ter ido para lá. A cidade é boa, mas ela não é toda no estilo alemão, como eu imaginava. A arquitetura alemã basicamente está concentrada no Parque Vila Germânica (entada gratuita). Esse é o local onde ocorre a Oktoberfest e realmente o ambiente me fez sentir que estava no Centro de Munique, na Alemanha. Para quem aprecia cervejas, lá é o point. Da Vila Germânica fui para o centro da cidade conhecer alguns pontos turísticos, mas acabei não indo em alguns museus que eu queria. Estava de sentindo um pouco mal nesse dia e resolvi pegar estrada mais cedo. A ideia seria ir para o Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange para fazer uns trekkings, mas o tempo continuava ruim e vi alguns relatos na internet que as trilhas necessitavam de guia ou que estavam fechadas. Além disso, começaram aparecer notícias de que haveria uma nova paralisação dos caminhoneiros no domingo, dia 29. Daí fiquei muito receosa de nesse período tá longe demais de casa e ficar sem gasolina ou parada em algum lugar da estrada por tempo indeterminado. Assim, fui direto para Iporanga (SP), chegando na parte da tarde. Lá é uma das entradas com atrativos do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR). Este parque é recheado de cavernas e trilhas. Praticamente todos os passeios no PETAR exigem guia, independente da cidade que esteja acessando o parque. Indo para a entrada do Parque, parei em um vilarejo em busca de um guia para me acompanhar ainda naquele dia e acabei conhecendo o Eduardo (contato: [email protected], (15) 99802.3308). Cara muito legal, guia credenciado, treinado e que têm todos os equipamentos de segurança necessários. Após uma choradinha no preço pra ele me acompanhar, paguei R$50,00 pelo serviço dele pois além de estar sozinha, não daria tempo de irmos em todas as áreas do parque pela a entrada por Iporanga, uma vez que era por volta das 15h e o parque fecharia às 18h. Além do valor do guia, também tive que pagar a entrada do Parque (não lembro o valor, mas se eu não me engano era R$15,00). Lá no PETAR o Eduardo primeiro me levou na Caverna do Santana (caverna super grande e sem iluminação artificial) e depois na Caverna Morro Preto (que é considerada um sítio arqueológico e tem vestígios lá). Saímos do parque por volta das 17h e eu segui em direção à Eldorado (SP), que é a cidade mais próxima da entrada da Caverna do Diabo. No meio do caminho, próximo a uma comunidade quilombola e já anoitecendo, ainda faltava, 48 Km para a cidade, mas eu estava somente a 5 Km da entrada do Parque. A estrada era de asfalto, mas uma das piores que eu já passei na minha vida, de tanto buraco. Acabei dormindo no carro de novo em frente à Escola da comunidade Quilombola. Se eu tivesse continuado para Eldorado, além da buracaida e gasolina, eu teria que dirigir os 48 km da ida para Eldorado, 53 Km de volta até à entrada do PETAR e retornar em direção à Eldorado novamente mais 53 Km para seguir viagem para Cananéia (SP). A noite foi bem difícil dentro do carro, pois como estava muito próxima ao PETAR, a umidade e o calor da Mata Atlântica da região deixou a noite bem complicada. 24/04/19 (quarta) – Logo cedo fui para a Caverna do Diabo, mas o parque só abria às 8h, então tive de esperar. A entrada custou R$30,00 já com o valor do guia incluso. Depois da Caverna do Diabo (ela é iluminada artificialmente e é bem bonita. A maior do Brasil até hoje das que eu já fui), subi até o Mirante do Governador. A maior parte da paisagem estava coberta, mas ainda assim valeu a pena a EXTENUANTE subida. No total gastei entre 2 a 2:30h entre a subida e descida e cerca de 800 degraus de rocha de diferentes tamanhos e dificuldades. Na parte da tarde eu segui para Cananéia (SP). O que valeu super a pena. Cananéia é um lugar pouco conhecido pelos turistas e é um local encantador. A cidade é cercada por ilhas, mangues e dois parques de Mata Atlântica conservada. Além disso, a cidade é super tranquila e parece mais uma vila de pescadores, do que uma cidade propriamente dita. Cheguei na cidade a tarde, passeei pelo centro e agendei meu transporte para a Ilha do Cardoso no dia seguinte. 25/04/19 (quinta) - O barco saiu por volta das 08:30h e demorou cerca de 20 minutos para chegar à Ilha do Cardoso. O dia estava um pouco nublado, mas quente e sem chuva. Quem fez o passeio comigo foi o pescador Ilso, um dos pescadores da região mais famosos e queridos pela população. E foi uma sorte conhecê-lo e recomendo demais ele. O passeio custou R$40,00. Junto comigo foi uma escola particular de ensino fundamental da região para passar o dia estudando o bioma marinho na Ilha do Cardoso, que é um Parque Estadual de conservação da Mata Atlântica. Antes de chegar na Ilha, durante o percurso, paramos em uma armadilha fixa de pesca sustentável da região e acabei escutando a explicação de um colega biólogo marinho que havia sido contratado para acompanhar a escola como monitor. E foi bem enriquecedor. Chegando na Ilha, conversando com o Ilso, perguntei dicas sobre as trilhas do Parque Estadual, mas recebi a triste notícia de que ele estava fechado/abandonado e que não tinha mais passeios (necessitam de guias). Mas por ser morador da ilha e ativista no Parque, ele me levou, juntamente com um outro cara que visitava também a ilha, até a sede do Parque, no manguezal e no museu de lá. Nos deu uma verdadeira aula sobre os animais e biomas de lá. Foi ótimo. O cara que estava visitando a ilha se chamava Belmiro e era um fotógrafo que mora em Cananéia (que aliás, faz um trabalho belíssimo! Recomendo muito o seu trabalho – Contato: José Belmiro, (13) 997503326 Vivo). Ele já havia ido à ilha do Cardoso algumas vezes, mas naquele dia ele tinha ido para fazer uma caminhada pela praia até um marco do descobrimento que tem lá. Acabei me juntando ao Belmiro e fomos caminhando (cerca de 14 km ida e volta, mas que pareceu ser mais pelo fato de tá andando na areia) até o marco. Tivemos a companhia de um cachorro comunitário da Ilha chamado Radar. Vira-lata animado aquele! Corria de um lado pro outro sem parar, nadava… aliás ele tem esse nome de Radar porque está sempre atento ao aparecimento de golfinhos na praia (que nadam bem perto da beira da água e você os vê toda hora com muita facilidade). Quando o Radar vê um golfinho, ele entra na água e fica nadando/brincando com bicho! O Ilso me disse que inclusive o golfinho de vez enquanto joga ele pra cima. A Ilha do Cardoso tem dois quiosques, que aceitam somente dinheiro. Passamos o dia todo na ilha e voltamos para Cananéia no final da tarde. O biólogo que eu conheci me deu uma dica que a noite teria uma apresentação de dança/música regional e tradicional em um dos restaurantes da cidade. Assim fui pra lá. A apresentação foi bem interessante, mas bastante inusitada. Tinha uma banda de senhores tocando uma música (que me lembrou Congado) e um outro grupo de diferentes faixas etárias fazendo uma dança com tamancos de madeira no pé em um tablado de madeira. Era tanto barulho dos tamancos que mal dava pra ouvir a música. Hahaha! 26/04/19 (sexta) – Na manhã seguinte fui para Bertioga (SP). Inicialmente eu iria dormir lá, mas ao chegar à praia desisti. A orla era arrumadinha, mas a água da praia suja, pois o esgoto descia na areia livremente. Tudo bem que eu fui na praia da área urbana, que geralmente não é recomendável em nenhum lugar. Mas as praias “boas” de Bertioga eram bem afastadas. Por conta disso, segui viagem. Fui para a praia de Maresias, em São Sebastião. Essa praia é famosa por ser o berço da maioria dos surfistas famosos do Brasil. A areia é bem clara e fininha, a água é mais clara, mas as ondas são muito grandes e fortes. Acabei nem entrando. No final da tarde segui para Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, onde passei na Praia da Enseada, antes de ir para o hostel onde dormi. De Cananéia até Ubatuba (passando pela BR101) são aproximadamente 470 Km, mas demorei cerca de 8 horas pra fazer caminho (sem considerar minhas paradas nas praias de Bertioga, Maresias e Enseada). Tem que ter uma paciência de Jó. A pista é simples, sem acostamento, LOTADA (e olha que era a tarde de uma sexta-feira de uma baixa temporada. Feriados e finais de semana fica impossível), com muitas serras e cheias de radares de 40 Km/h (que era a velocidade média). É um saco e tornou a viagem bem cansativa. Pelo menos o asfalto não é ruim. 27/04/19 (sábado) – Na noite anterior fiquei conversando com a galera que estava no hostel, que era muito gente boa. E como o mundo é pequeno, entre essas pessoas tinha um outro biólogo que foi orientado de um colaborador meu do doutorado (BH é um ovo!). Pela manhã (estava um sol de rachar!! Finalmente!) fui para o projeto TAMAR, para o aquário de Ubatuba e depois encontrei com o pessoal do hostel na praia. Inicialmente fomos para a Praia Vermelho do Centro e depois para a Praia do Cedro (que foi a minha preferida dentre todas as praias que passei desde Santa Catarina). Em Ubatuba a água é bem clara (nada comparado ao litoral de Alagoas, que para mim são as praias mais bonitas do Brasil) e com uma temperatura agradável (achei que ia ser super fria, como no Rio de Janeiro, mas não). A Praia Vermelha do Centro é maior e tem ondas mais fortes, mas a Praia do Cedro praticamente não tem onda. A noite fizemos um churrasco no hostel e ficamos papeando até de madrugada. 28/04/19 (domingo) – Queria ter ficado pelo menos mais um dia em Ubatuba, mas por conta da possibilidade da greve dos caminhoneiros fui embora, e segui para Pindamonhangaba (SP) para visitar um casal de amigos. Acabei dormindo na casa deles. 29/04/19 (segunda) – Saí cedo da casa dos meus amigos e fui para Campos do Jordão (SP), onde passei a manhã. A cidade é realmente bonitinha, mas sinceramente eu esperava bem mais pelo fato dela ser super famosa. Estava tendo uma festa lá em comemoração aos 145 anos da cidade e várias instituições e escolas estavam desfilando pela avenida central em um ato cívico. Dentre as opções de pontos turísticos, o único que me chamou atenção foi o passeios do Parque Amantikir, que é uma propriedade particular (R$40,00 a inteira. Doadores de sangue, professores, idosos e estudantes podem pagar meia) cheia de jardins com plantas de todo o mundo. O lugar é muito bem cuidado e o paisagismo é fantástico. Além disso, você tem uma visão exuberante de alguns pontos da Serra da Mantiqueira. Recomendo demais a visita. A tarde segui para São João Del Rei (MG). 30/04/19 (terça) – Na parte da manhã conheci São João Del Rei, a tarde fui para Tiradentes (me lembrou bastante Paraty – RJ) e voltei para São João. O centro histórico de São João é bem pequeno, assim como Tiradentes. Embora eu tenha adorado a visita a essas cidades, achei que as cidades eram maiores, como Ouro Preto (que dentre as cidades históricas do Brasil, continua sendo a minha preferida, disparadamente). A noite, junto com um pessoal que conheci no hostel, fui em uma apresentação de Jazz gratuita no Centro de Convenções da UFSJ e de lá seguimos para um barzinho. As igrejas de ambas as cidades históricas são bem bonitas e algumas pagam entre R$3 a 5. Mas de longe a Igreja mais bonita para mim era a Igreja Igreja do Pilar, que é gratuita e fica em São João. 01/05/19 (quarta) – De São João Del Rei segui para Rio Casca (MG), cidade da família do meu melhor amigo. Era aniversário da sobrinha dele de 1 aninho e fui comemorar com eles. Aproveitei e me empaturrei de docinhos! Rs! 02/05/19 (quinta) – Retorno para Belo Horizonte. No total rodei 5.500 Km cravados. E foi uma viagem linda, mas bastante cansativa, uma vez que bati volante sozinha o tempo inteiro e por muito tempo. Queria ter tido mais tempo em alguns lugares, pois foi tudo muito corrido e intenso. Mas conheci lugares incríveis que só poderiam ser acessados de carro. Muita gente até hoje se espanta com as minhas viagens sozinhas, principalmente de carro. E vejo muita gente com vontade de fazer o que eu faço: pegar o volante e sair por aí. Já tive experiências diversas no Brasil e algumas fora do Brasil. E eu digo que nada é mais libertador do que viajar sozinha, ainda mais de carro. Nessa viagem eu replanejei de última hora meu roteiro pelo menos umas 4 vezes. Muitos me perguntam se eu eu não fico com medo ou insegura. Claro que eu fico. Mas eu vou com medo mesmo. Porque eu não quero que nada me impeça de fazer aquilo que eu quero da minha vida. Principalmente que essa limitação seja interna. Se confrontar é um dos maiores desafios da vida e até agora sinto que estou no caminho certo. E você? O que te limita? Liberte-se.💪❤️ Alfenas - MG Avencal - SC Blumenau - SC Campos do Jordão - SP Campos do Jordão - SP Campos do Jordão - SP Campos do Jordão - SP Caverna do Diabo - PETAR, SP Caverna do Santana - PETAR, SP Ilha do Cardoso - SP Ilha do Cardoso - SP Ilha do Cardoso - SP Marco do descobrimento, Ilha do Cardoso - SP Ilha do Cardoso - SP Ilha do Cardoso - SP Pedra do Frade, Laguna - SC Praia do Cedro, Ubatuba - SP Prudentópolis - PR Prudentópolis - PR Prudentópolis - PR Serra do Rio Rastro - SC São João Del Rei - MG Tiradentes - MG Prudentópolis_(1).mp4 Prudentópolis - PR Cânion do Ronda - SC (não sei o motivo, mas não consigo desvirar essa foto de jeito nenhum...) Serra do Corvo Branco - SC Pedra Furada - Parque Nacional São Joaquim, SC
  8. 1 ponto
    Olá, me chamo Bruna, em novembro saio de férias, e irei fazer minha primeira viajem sozinha. Estou a procura de companhia pra viajar, a princípio quero ir para Itália, França e Inglaterra, mas aceito sugestões de roteiro, e estou adepta a mudanças.
  9. 1 ponto
    Olá viajantes, preciso de ajuda para verificar se esse roteiro "funciona" realmente. Sairei de Manaus no dia 04 de maio de 2019, chegando a Cumbica e já saindo para Barra Funda, pegando o busão com destino a Corumbá. Tudo no mesmo dia, pois o ônibus sai a noite de São Paulo. Chegando em Corumbá no dia 5. Vou até a Fronteira e compro as passagens para Santa Cruz. Chegando a Santa Cruz, dia 6 pernoito 1 dia. Saio de Santa Cruz no dia 7 com destino a Sucre, chegando no dia 8, onde pretendo passar 2 dias, até o dia 10. Saio para Potosi e chego no mesmo dia, pernoito até o dia 11. Vou a Uyuni e pernoito até o outro dia, 12. Salar de 3 dias, até o dia 15, Volto a Uyuni e saio direto a La Paz, chegando dia 16. Aí vem mais duvidas, pois quero pernoitar no Titicada, se possível junto com os nativos. Se tem pacotes dede La Paz ou tenho que ir a Copacabana. Lí muitos e muitos comentários aqui, porém não li nada a esse respeito. Se tem ônibus de Copacabana direto a Santa Cruz Como sobram dias, qual cidade dessas citadas que poderei passar mais dias, ou quais locais a visitar ? Se fosse você, para onde iria mais ? Agradeço aos comentários
  10. 1 ponto
    Olá, Ainda não fiz o roteiro (estou fazendo um levantamento dos melhores points), tenho os dias livres a partir de 10/12. Penso em torno de 7 dias, pq tbm não tenho muita grana... rsrsrs Procuro cia bem humorada (o) e com disposição.
  11. 1 ponto
    verdade.... acho que os jovens estao deserperançosos com relaçao ao futuro que nao eh nada promissor, emprego , aposentadoria... e os que nao tem condicoes financeiras pior... Mas eu acho muita coragem sair pra viajar sem rumo e sem dinheiro.... Pois o gostoso eh viajar mas sabendo que tem um teto te esppeando para voltar.
  12. 1 ponto
    seu roteiro está DIVINO. já bateu inclusive uma leve inveja. parabens ! e volte com as novidades =)))))
  13. 1 ponto
    Depois de ter feito relatos das duas últimas viagens nossas, essa me senti na obrigação de fazer, simplesmente porque é muito bom voltar pra relembrar esses momentos tão especiais que é conhecer esses lugares incríveis. O sonho de conhecer a Paragônia começou logo após a viagem para San Andres, em 2015, quando um amigo sugeriu esse destino para uma próxima viagem juntos. Eu não conhecia nada sobre a Patagônia, mas a partir daquele momento comecei a pesquisar e ver as possibilidades. Em 2016, agendamos a viagem, reservamos os hotéis, onde incluía a visita a Ushuaia, El Calafate e El Chalten, no inverno. Mas antes de comprar as passagens recebemos a maravilhosa notícia da nossa gravidez. Cancelamos tudo. Mesmo assim, continuei sonhando e esperando o momento em meu filho pudesse crescer e chegar em uma idade em que fosse possível ir para lá. Nao aguentamos muito... ao 1 ano e 8 meses nos encorajamos e fomos para Ushuaia com nossa malinha 😂 As passagens aéreas compramos pelo Ao Mundo em uma promoção dos Melhores Destinos, ficou R$ 1.800,00 com as taxas - Todos os trechos Aerolineas, não tivemos nenhum problema com a Aerolineas, confesso que estava um pouco preocupada. O único alimento que oferecem a bordo é um alfajor e pacotinho de castanhas ou frutas secas, e algo para beber. Escolhemos a Aerolineas também por causa dos horários dos voos, que tinha que ser o mais confortável possível por causa do nosso filho. 02/12 - Ctba à BA 03/12 à 08/12 - Ushuaia (Pior horário de voo, saímos de BA as 4:35Am) 08/12 à 12/12 - BA O primeiro dia em BA foi uma conexão de 12 horas, onde pegamos um hotel, saímos do hotel as 3:00 Am. Chamamos táxi pelo Aysi. Um detalhe sobre os táxis de BA, sempre optem pelos que cobram pelo taxímetro, a diferença é gritante! Tentamos tirar dinheiro em vários caixas eletrônicos, tanto no aeroporto quanto na cidade, e nenhum tinha dinheiro! Tivemos que trocar um pouco no aeroporto mesmo numa cotação de 1 real a $ 8,70, péssimo. Ficamos em um apartamento na Recoleta, mas não vou indicar aqui pois não recomendo. Todas as hospedagens ficamos em apartamentos, pois com bebê temos que evitar ao máximo sair para comer, ter espaço para ele brincar, e poder fazer as comidinhas dele... isso salvou muito nossa viagem, pois ele não ficou stressado nem cansado, e assim conseguimos fazer todos os passeios que tínhamos planejado. Por isso essa viagem foi planejada com o máximo de conforto, alugamos carro para todos os dias que estaríamos em Ushuaia, pegamos pelo Rent a Car e recomendo, pagamos um pouco mais de R$ 100,00 por dia para um xxx novinho. Quando chegamos no aeroporto eles estavam nos esperando já. Em Ushuaia ficamos em uma Cabana que sinceramente, tornou nossa estada na cidade mais especial, com uma vista incrível do canal de beagle, foi muito bom ficar as noites ali assistindo o anoitecer, que só acontecida depois das 23:00. Pegamos pelo Airbnb. Link: https://www.airbnb.com.br/rooms/19675985?location=Ushuaia%2C Terra do Fogo%2C Argentina&adults=1&guests=1&s=zF7bGwaU No primeiro dia, chegamos, fomos na cabana deixar nossas bagagens e já fomos ao mercado fazer compras, procuramos algum restaurante pra almoçar e não achamos quase nada... comemos em casa mesmo. A tarde descansanos um pouco, pois tínhamos acordado as 2:00 am. E de tardinha saímos para comprar chip e conhecer um pouco a cidade. Depois fomos no Hard Rock Café, bem legal, mas a comida deixou a desejar. Fomos pra casa e esperamos ver o canal de beagle de noite, mas não aguentamos 😂 Percebenos o quanto nós e nossas prioridades mudaram ❤️
  14. 1 ponto
    Obrigada, Vinicius e Thiago! Vou fechar então! Está muito mais em conta!
  15. 1 ponto
    Meu Roteiro de 7 dias Dia 01 a 04. Paris - Givenchy (jardim Monet) - Roen - Mont Saint Michel - Vale do Loire (castelo chambord) - orleans - Paris. Locomoção de De carro. #Vários pedágios. Dia 05 a 06. Paris - brugge (Bélgica), Bruxelas ( Bélgica) - Paris. Locomoção de carro #1 pedagio somente. (10€). Dia 07 - Paris Gasolina =\ 1.76€/l. Locomoção em Paris: mêtro - baixe o mapa da cidade no Google maps. Alugar carro é perder dinheiro com estacionamento. A noite não paga na rua. Locomoção aeroporto orly - Paris ... dividimos o táxi com outros dois brasileiros. E assim ficou o mesmo preço do Uber (30€). Chamamos o Uber, mas ficou difícil chegarmos até ele sem conhecer o aeroporto. E os franceses gostam de falar francês viu..: inglês não curtem muito não!!! Tem a opção de metro. Mas depende das malas para locomoção. Se tiver de mochila cargueira se joga. Peça informação em inglês começando pelo menos um “bonjour”. Pôr-do-sol geralmente é 21hs. Ótimo para passear. O dia dura muito mais. Temperatura (estamos na primavera) variou de 4 a 15 graus). Pegamos uma frente fria que chegamos a tremer!!! Esperava uma temperatura mais amena. 1• dia Chegamos meio dia. Fomos para o hotel. Passamos no monoprix para comprar vinho (várias opções com preço ótimo) , queijo (variedades de queijo com preço muito bom, Brie/Camembert é baratinho), frutas e chocolate para comemorar meu aniversário. Sentamos à Beira do rio Sena. Seguimos em direção a torre. Já tinha ingresso para subir as 19hs, pois queria ver o Pôr-do-sol lá de cima. Deu tudo certo e foi nosso primeiro contato com Paris. 2• dia Pegamos o metro sentido ópera garnier (entrada grátis) - (a sala principal de festas é impressionante), nem a sala de espelhos de versailles me impressionou tanto). Atrás está as galerias laffayete. Existem três prédios, dois de compras (lojas de grife para passear mesmo rs) em geral e um gourmet, onde tem restaurantes, supermercado, vários quiosques com doces, frios e bebidas. Nos indicaram um italiano. Prove o ravióli com trufas negras com um vinho da casa. De lá seguimos para o Atelie des lumieres (exposição de Van gogh 3D, que você entra nos cenários), mas estava lotado. Se quiser ir compre com antecedência de 3 dias on line no site oficial (10€). Não vende na bilheteria. Seguimos para o cemitério do Père-Lachaise, onde está enterrado algumas celebridades como Alan Kardec, Jim Morrison. Não estava no roteiro, mas era próximo. De lá pegamos um metro e seguimos para o bairro de monmatre .. conhecemos a igreja Sacré-Coeur, passamos pela praça onde está o muro do eu te amo, tomamos sorvete em forma de flor na amorino e fomos conhecer a fachada do Moulin rouge. Não entramos, sem condição o preço do espetáculo.. 170 euros. Metrô custa hoje 1.90€ o ticket, compramos o pacote de 10 tickets por 14,90€. Valeu mais a pena. Vi que não compensava comprar a diária. 3• dia Alugamos um carro. Tomamos um café da manhã em uma padaria próxima. Média: 1 café e croissant 🥐por 3,90 €. E fomos para o jardim de Monet. Lindo o jardim. 10€ para entrar. Seguimos para a cidade de Rouen - cidade do interior da França onde morreu Joana D’Arc. E caminhamos pela cidade. Almoçamos aqui. Seguimos para a cidade de Pontorson, onde está o mont saint Michel e chegamos 17hs. Estacionamos o carro (pago 14€ 🤨- vale pela entrada do mont) e pegamos um ônibus grátis para o monte. Não paga para entrar no mont. É lindooooo, é imenso. Jantamos uma pizza com aquele molho caseiro especial dentro do mosteiro (não provei o famoso omelete de forno). Andamos por lá e Vimos o pôr-do-sol, que foi por volta das 21hs. Na volta estava um vento friooooooo. Para esperar o ônibus foi uma tortura. Nos hospedamos na aubergie de la baie (267 reais). Super confortável. Bom custo. Da para ver o monte de longe. Mas só é bom se você tiver carro. Porém se você for de trem+ônibus para o mont, que é a opção sem carro fique em frente ao Mont em portonson (ex: hotel Gabriel, vert, e outros) ou fique dentro do mosteiro (média de 700 a 1000 reais a diária). Muitas pessoas fazem um bate e volta de Paris de ônibus ... outra opção viável. 4• dia No dia seguinte fomos em direção ao Vale do Loire visitar o castelo de chambord. No caminho passamos pela linda de cidade de blois. Tem um castelo lá que só vimos de longe. Almoçamos em um lugar que a dona era uma simpatia. Era estilo espoleto, mas com macarrão artesanal. 6€ o prato. O castelo de chambord vale a visita. É imenso. A escadaria é famosa, pois foi desenhada por da vinci. Entrada 10€. Seguimos de carro e paramos na cidade de orleans. Na minha opinião foi a catedral mais linda que vimos em toda viagem. Amei a cidade. Cheia de bares e restaurantes charmosos. Está a 120km de Paris. Seguimos para Paris felizes depois de um percurso delicioso pelo interior da França. Ao chegar em Paris fomos para o trocadero. Lugar de melhor vista para a torre Eiffel. Jantamos no restaurante le wilson, fica na rotatória atrás do trocadero. Escolhemos uma das opções de formule: Entrada foi tipo um patê de frango com salada, o prato principal uma carne com fritas e sorvete de pistache de sobremesa. 5• dia No dia seguinte seguimos para o palácio de Versalhes. Está próximo a Paris. Em Versalhes descobri alguns detalhes. Não vá cedo. A não ser que queira visitar com ele cheio. Quando chegar compre o ingresso com direito a castelo/jardim (27 €- achei caro pelo que vi), e siga pela lateral dele, que você chegará aos jardins sem a fila da entrada. Precisa mostrar o ticket para entrar. Explore o jardim. E visite o Trianon ao fundo. Trianon foram aposentos de Maria Antonieta. Volte ao castelo. O jardim é imenso. Tem a opção de alugar bicicleta e aquele carrinhos de golfe. Fizemos tudo a pé. Quando voltamos à frente do castelo a fila continuava grande. Vi que tinha um restaurante dentro do castelo, que se chama ore, e que se você consumir algo lá dentro você pode entrar por uma entrada preferencial ao castelo. Foi o que fizemos. Almoçamos lá dentro. Comi um macarrão com trufas negras muito bom. Fiz reserva na hora pelo TripAdvisor. Não entra sem reserva. Tem a opção no restaurante de café +entrada e almoço + entrada, se você estiver sem ingresso. Então você não precisa comprar ingresso antes. Veja se compensa. Visitamos o castelo e quando saímos fomos conhecer as carruagens reais no prédio da frente. É grátis. Em frente ao castelo de Versalhes foi o lugar mais em conta que encontramos souvenir vendido por ambulante: chaveiro da torre, a torre em miniatura e imãs de geladeira. Retornamos a Paris. Como era cedo. Fomos de carro conhecer Notre Dame (fechada para reconstrução). Só tiramos fotos distante. Tiramos fotos na frente do Louvre 18:30. Que estava fechado e vazio. Ótima opção se quiser exclusividade. Em horário de visita é cheio de gente na frente. Seguimos para o arco do triunfo. Depois fomos conhecer o estádio do Paris Saint German. Depois retornamos ao hotel. Jantamos no monoprix (ficava atrás do nosso hotel e é forma econômica de comer). Lasanha + macarrão ao pesto + dois refrigerantes de 600ml foi 15€ para duas pessoas. Levamos morangos grandes e suculentos (3€) e nutella (2€) do supermercado como sobremesa para comer no hotel. Ai vai uma dica ótima: tanto monoprix quanto Carrefour tem boas opções de lanches/comidas rápidos, inclusive sobremesas como tortas, doces e macarrons. Mais em conta que cafés e restaurantes. Se estiver em apartamento a melhor opção é piccard, uma variedade de opções congeladas e o preço é ótimo. 6• dia Fomos de carro até brugge - em Bruxelas. A arquitetura muda totalmente. Cidade pequena. Seria como gramado é para porto alegre. Para os amantes de cerveja esse é o lugar. É também lugar do chocolate belga e do waffle (média de 5€). O bar cambrinus é lindo e a comida é deliciosa. O chops variam de 2.8 (25ml) a 8 € (1litro). Tomamos o da casa (delicioso), hoeggarden, delirium, leffe. Fizemos um passeio de barco pelo canal de brugges. É legalzinho, mas nada imperdível. Dura 30 minutos. 10€ Achei os refeições mais caras que Paris: formule de 17 a 20 €. Dormimos no ibis e seguimos no dia seguinte para Bruxelas. (1 hora de carro até Bruxelas). Em Bruxelas andamos pelo centro (catedral, palácio do rei, museus, teatro), comemos a famosa batata frita belga (existe briga com os franceses sobre a origem), fomos em jardins e seguimos para o bar da delirium (em frente tem a escultura da menina fazendo xixi). Tomamos alguns chops. Fomos conhecer a escultura famosa do menino fazendo xixi. Comemos waffle na rua (5€). Fomos conhecer o atomium, estrutura com várias esferas gigantes. Não subimos. Mas tem a opção e dizem ter uma linda imagem da cidade. E retornamos a Paris!! 7• dia (último 😓) Último dia e fizemos o percurso turístico a pé. 1dia para conhecer os principais pontos turísticos a pé. Inicie seu tour a pé pela estátua da liberdade (tem metro próximo)... e vá margeando o rio Sena. Passe pela ponte bir-hakeim. Tem uma vista linda da torre e o Rio. Passe ao lado da torre Eiffel. Comemos um crepe delicioso ao lado carrocel e sentamos ali na beira do rio. Se for a intenção entre na torre Eiffel. Siga até a pont alexandre III, ponte mais linda e imponente de todas. Na ponte a direita estará o museu militar onde está o corpo de Napoleão bonaparte. Ao lado o museu d’orsey, onde estão obras de da vinci e Monet. A direita estará o grand palace com seu teto de vidro. Só passamos na frente. Seguimos até a praça da Concórdia. No meio a direita você verá a champs elisier (avenida com lojas de grife pe de Paris) e lá no fundo o arco do triunfo. Siga reto e vá visitar a rua dos guardas-chuvas.. se chama Village Royal. De lá pegamos um mêtro, pois fomos almoçar nos restaurante próximos a Notre Dame, bem próximo a shakespeare company (livraria). Há formule por 10 a 15 € com entrada, prato principal e sobremesa. Escolhemos o maison blanche, restaurante francês na rua de la Huchette. Provamos a tão falada sopa de cebola. Comemos um filé ao molho com fritas e confit de pato com fritas. Torta de maçã e mousse de chocolate de sobremesa, tudo por 15 € por pessoa. Os garçons são uma simpatia. Fomos margeando o sena, sentido Notre Dame ao louvre... vimos a antiga pontes dos cadeados. Retiraram todos de lá, mas você observa que na próxima ponte encheram novamente de cadeados 🤷‍♀️. Descansamos um pouco no jardim das tuileries. Sentamos ao lado do bosque e depois da maior fonte. E seguimos para entrar pelo louvre pelo carrocel do louvre (dica: menos fila que pela frente) as 16hs (fecha às 18hs, mas as 4as e 6as fecha as 22hs). Não havia fila. Deixamos a monalisa por último. E a sala estava relativamente vazia. Os aposentos de Napoleão são surreais. Entrada do louvre 15 €. Só vale a pena se você gostar de arte. Não achei imperdível para mim. Saímos e de lá fomos tomar uns chops artesanais no bar au trappist, fica próximo a Notre Dame. Comemos um hambúrguer artesanal delicioso. Voltarei a Paris só para comer esse hambúrguer de novo. Rs. Ao final do dia, não tínhamos mais pés para andar. Rs. Fim da viagem. Retorno ao aeroporto fomos de Uber: 30€.
  16. 1 ponto
    @Victor Freitas brother, dê uma lida tambem nos relatos de viagem, com certeza voce encontrará muita coisa interessante que vai contribuir na construçao do seu roteiro. https://www.mochileiros.com/forum/13-relatos-de-viagem/
  17. 1 ponto
    Viajar de onibus pode até sair mais em conta dependendo do seu ponto de partida, caso contrario pode sair tao caro quanto uma passagem aerea, sem falar do tempo perdido na estrada e o cansaço. Veja certinho pra onde quer ir e comece a pesquisar o preço das passagens, as vezes poderá encontrar algum promoçao interessante.
  18. 1 ponto
    Sobre em qual época do ano ir depende do que vc quer ver/fazer por lá. Se pretende ver como é o frio do sul do país, ver as serras com bastante geadas e tal, realmente a época ideal seria agora no inverno, meados de maio - junho. Caso queira pegar praia no sul ai terá que ir no final do ano já no verão. Em Santa Catarina tem muitas prias bonitas
  19. 1 ponto
    Se são locais batidos ou nao pouco importa, o que vc tem que pensar é que sao destinos que voce tem vontade de conhecer. Então se seu interesse é naquela região comece a pensar onde ir e o que fazer.
  20. 1 ponto
    @antoniolussari A grana que voce tem pra fazer a viagem seria apenas esses R$3000.00 ou seria possivel juntar mais um pouco? Se for possivel reunir mais uma grana, qual seria o montante total que voce conseguiria reunir? - Ninguem melhor do que voce mesmo pra decidir pra onde ir, as vezes o que é interessante pra mim pode nao ser pra voce. Voce pensa em fazer trilhas/acampar, conhecer grandes centros/museus, praias, neve, etc... - Qual a época do ano que pretende viajar? Terá quantos dias disponíveis? - Pensa em ficar hospedado em hotel ou seria um estilo de viagem mais econômica se hospedando em albergue? Deu pra perceber que são muitas variáveis que dependem de sua resposta para podermos opinar em algo. De toda forma supondo que voce tenha apenas esses R$3000.00 pra fazer toda a viagem, seu itinerário ficará bem limitado por conta das passagens aéreas que dependendo do destino poderá ti custar quase uns 50% do que vc tem ou quase o valor todo. Se puder parcelar a passagem aérea ótimo, caso contrário o que lhe restará para hospedagem, alimentaçao e algum passeio será muito pouco. Uma viagem pra fora do país com essa grana é inviável, entao veja aqui dentro do Brasil pra onde quer ir e quanto terá de grana liquida pra gastar la no destino. Reponda as perguntas acima e/ou coloque mais informaçoes do que voce ja tem em mente para podermos ti ajudar. Boa sorte!
  21. 1 ponto
    No mais, dê uma boa pesquisada no fórum, irá encontrar muita informaçao. Nos tópicos abaixo terá um norte tambem: https://www.mochileiros.com/blog/mochilao
  22. 1 ponto
    Leve roupa para no maximo uma semana, independente se voce ficara uma semana, um mes ou um ano viajando. Lembre-se de que quanto mais coisas levar, mais peso terá que carregar. Poucas peças de roupa serão suficientes pra vc fazer longas viagens, à medida que for usando vc vai levando.
  23. 1 ponto
    Só para complementar o que já foi dito, o problema é que nas rotas que partem do Nordeste (Recife e Salvador) a Air Europa usa o A330-200, um avião já bem antigo e sem entretenimento individual...já na rota partindo de São Paulo ela usa o Boeing 787-800, bem mais novo (Dreamliner) e que já conta com tela individual. A questão do check-in antecipado nas tarifas mais baratas da imensa maioria das cias aéreas hoje em dia é pago, não seve como parâmetro de avaliação.
  24. 1 ponto
    Seja bem vindo. Bate-volta você faz para cidades próximas, que fiquem a no máximo 100 Km de distância e cuja viagem dure no máximo 1h a 2h de trem ou ônibus, você acorda, toma café da manhã no hotel, pega o trem regional/ônibus de manhã cedo, passa o dia na cidade que vai visitar e volta a noite dormir no seu hotel. Bate-volta bom é aquele que você pode decidir o dia que vai fazer ele lá na hora, sem precisar reservar passagem de trem com meses de antecedência, pois num bate-volta a cidade em si é a principal atração, e se você fizer este bate-volta num dia de chuva, ele será literalmente uma merda. Então o ideal é deixar para escolher o dia lá na hora, e fazer o bate-volta num dia de clima bom, e você deve usar trens regionais, que tem preço fixo comprando lá na hora, mas atendem somente cidades próximas. Mas Veneza e Roma ficam muito longe de Florença para você fazer bate-volta, são 2 horas no trem de alta-velocidade que você precisa comprar 3 meses antes para que não custe uma fortuna, trem regional levaria umas 4 horas para chegar em Roma ou Veneza. Praga fica super longe da Itália, tem que ir de avião, pois de trem/ônibus seria demorado demais, acho que você levaria quase 2 dias de estrada para chegar lá usando trem/ônibus. Ou seja, sem a menor chance de ser como bate-volta. Organize o seu roteiro em algo mais ou menos assim: Dia 01: Saida do Brasil Dia 02: Chegada em Roma (Dia perdido onde não se aproveita quase nada) Dia 03: Roma Dia 04: Roma Dia 05: Roma Dia 06: Trem para Florença de manhã cedo Dia 07: Florença Dia 08: Bate-Volta a Pisa e Lucca ou até Siena Dia 09: Trem para Veneza de manhã cedo Dia 10: Veneza Dia 11: Avião para Praga Dia 12: Praga Dia 13: Praga Dia 14: Pegar o avião de volta ao Brasil Dia 15: Chegada no Brasil Não precisa ser fluente em inglês para entrar na Europa, as vezes o policial da imigração só olha o seu passaporte e libera a entrada sem perguntar nada, mas o policial da imigração também pode querer perguntar para você o que você vai fazer lá, e saber falar inglês ajuda um monte nesta hora. Mas se você não fala inglês, você pode comprar uma passagem via Lisboa, pois como Portugal, Espanha, Itália, Rep. Tchecam, França, Alemanha, etc fazem parte do Tratado Schengen, você só passa pela imigração no primeiro aeroporto europeu que o seu avião chegar, depois é como se fossem voos dentro do mesmo país. Ou seja, se pegar um voo com a TAP via Lisboa, a sua imigração seria feita em Portugal com policiais que falam português, e depois você pode circular livremente entre os países que fazem parte do tratado Schengen sem se preocupar com imigração.
  25. 1 ponto
    FOTOS DA SUBIDA AO PICO DOS MARINS Forte subida depois do Morro do careca, a neblina deixava as coisas mais complicadas, desse jeito somente andem juntos e ficar atento aos próximos passos. Risco de se perder é muito grande. O francês se perdeu pela segunda vez um pouco acima daqui. Chegamos na primeira parte mais complicada ainda por cima com muita neblina e piso escorregadio devido às chuvas da noite anterior. Minha parceira resolveu escalaminhar por outro lado, o certo é do lado direito, de onde subi, tem pedras grandes para subir, mas é menos complicado O mesmo local, dessa vez com o tempo limpo. Notem esse jardim nas pedras. LINDO Parte também um pouco complicada, ainda com mochila de 12 quilos no lombo, mas tem lugares para colocar as mãos e pés para subir. Ela realmente perdeu o medo de altura. Outra subida forte, aqui um pequeno abismo. Tive que subir a mochila antes, pela caminho estreito e forte Esse aqui é a montanha que achamos que era o Pico dos Marins, sempre a neblina encobrindo tudo Só agora que conseguimos visualizar o Pico dos Marins, daqui ainda tinhas as subidas mais fortes e perigosas Do nada a neblina cobriu o pico novamente, e dava para ver que na região do pico do Itaguaré e da Mina estava chovendo (sorte que optamos em subir o Marins) Aquele morro abaixo é o que achei que era o Marins. Se notarem tem um ponto azul na base desse paredão, sabem quem é: minha parceira. Como um cavalheiro subi antes até para dar mais motivação para ela. Ela retrucava em não subir, e eu como um MACHÃO, falando vem que não é tão complicado (na verdade eu também estava com um pouco de medo também. .. e quem não fica, olha o paredão para subir. Do nada ela criou coragem e ainda chegou primeiro do que eu....ESSAS MULHERES SÃO FORTES MESMO Depois do paredão, seguimos por essa parte um pouco plana, mais adiante aquele morro que erramos Lindíssimo visual do Marinzinho e de toda região, na pedra da minha tempo bem feio com chuva Aquele ponto azul começando o ataque final ao pico dos Marins, outro paredão forte e ingreme Outro visual da região do Marinzinho, pico do Itaguare e mais ao fundo tempo feio na pedra da Mina Continuamos subindo e o medo ficando para trás Já bem próximo do topo dos Marins. O certo depois do paredão é seguir as setas, mas neste trecho não vimos e seguimos na diagonal até o topo. Quando descemos, ao invés de descer na diagonal, como subimos, descemos reto até embaixo, onde enfrentamos muita dificuldade para andar uns 50 metros, foi tenso! Topo do Pico dos Marins, aquele recipiente branco guarda o livro de registro, lindíssimo visual de toda região Visual do topo da região Marinzinho Regresso na parte tranquila.
  26. 1 ponto
    20/02 Para os três dias seguintes, optei por contratar um pacote de viagens com a empresa “Info de Ushuaia”. Paguei cerca de R$ 1000,00, individual, pelos três dias full de passeios. Nesse primeiro dia, logo pela manhã fomos até ao Parque do Fim do Mundo, com passeio pelo Trem do Fim do Mundo. Não desembolsamos mais nada, se não me falhe a memória. Renderam algumas fotos.. o passeio é monótono também. Cansa, mas a vista compensa. Depois, rodamos no ônibus em outros pontos turísticos. Fui sozinho, pois a chuva deu uma apertada. Prejudicou até o uso da câmera.. molhava a lente e era horrível pra limpar depois. Ai tirei umas pelo celular. Fomos até a Bahia Lapataia, ao lago Acigami e, por ultimo, na “agencia” dos correios do fim do mundo – aqui, vários brasileiros de moto chegando no local. Finalizamos pela manhã o passeio e fizemos uma rápida refeição no local chamado “MARCOPOLLO FREE LIFE”. Local barato, de comida leve. Depois, começaríamos talvez o passeio que mais me chamaria a atenção, porém o tempo não deu a devida colaboração. Por volta das 15h, entramos num catamarã rumo as Islas Lobo, Pajaro e Tierra del Fuego, além do farol do fim do mundo. Durou umas 04 horas de passeio e, mesmo com chuva, foi sensacional. Um frio de rasgar, ventando muito, mas o contato com a natureza daquele lugar foi top. Leões marinhos, aves nativas da região, pinguins e até uma baleia que deu o ar da graça bem próximo à orla, navegando lentamente há menos de 100 metros da embarcação. Mesmo com o mau tempo, iria de novo sem problema. Apreciamos tudo que pudemos. Ao desembarcarmos, fomos até a lanchonete MARCOPOLLO novamente. Preço bom, comida boa.. melhor alternativa hehe. Fizemos a janta por lá mesmo, e depois fomos para o hotel por volta das 21h30min. Pinguins de Madagascar? Intruso Kattegat ao fundo.
  27. 1 ponto
    19/02 Primeiro dia em Ushuaia. Nesse dia ficamos livres pra fazermos o que quisermos. Então, rodamos a cidade, conhecemos alguns pontos dela. Há um free shop bem na rua principal. “Atlantico Sur Free Shop”. Vá por mim: VALE A PENA. E, dependendo, você encontra ainda mais barato no free shop do aeroporto. Só pra comparar: uma garrafa de absolut no Free Shop do Aeroparque, em Buenos Aires, e em Guarulhos, custava cerca de R$ 70 reais quando convertidos. No aeroporto de Ushuaia custava o equivalente a R$ 30,00. Dentre varias outras bebidas, comidas, perfumes, roupas, etc. Pela manhã, rodamos alguns pontos. Procuramos a famosa placa de Ushuaia – Fin del Mundo, e depois almoçamos no restaurante chamado “La Casa de Los Mariscos”. Observei que os preços por aqui eram bem mais em conta do que nas cidades Chilenas. A comida era boa, tomamos um sorvete de Calafate, bem gostoso também. Em determinado momento a cidade toda ficou sem energia, então almoçamos “à luz de velas.” Sorvete de Calafate Depois do almoço, fizemos um passeio de 1h num trem/ônibus que roda pela cidade, contando um pouco sua história. Monótono, mas já estávamos lá mesmo.. então fomos. Começou a chover assim que acabamos o passeio.. então retornamos pro Hotel, já era quase 18h. Estávamos bem cansados.
  28. 1 ponto
    já tem alguns anos que fiz essa trip então nao consigo nem errar sobre o valor que possa tá esse passeio. Mas como o brother acima comentou, é muito melhor fazer o passeio de três dias. Dê uma lida nos relatos de viagem, talvez encontre alguma informação mais recente sobre valores.
  29. 1 ponto
    @Gui Costa Vieira Bs 300,00 , melhor pegar o de 3 dias se tiver tempo.
  30. 1 ponto
    Olá, bom dia. Alguém com disponibilidade para conhecer Buenos aires (4 dias ) e Bariloche (4 dias) Junho/ Julho ou Agosto.
  31. 1 ponto
    Fala pessoal! Assim como a grande maioria das pessoas que utilizam esse site como fonte de informações antes da viagem, também fiquei em dívida, e irei fazer um relato sobre a viagem que realizei agora em Novembro/2013. Foi minha primeira viagem internacional, fui atrás de tudo sozinho e eu não tinha idéia do quão trabalhoso é organizar um passeio. Quase fiquei louco com a quantidade de documentos necessários, mas no fim, valeu cada segundo gasto atrás das informações. No começo, como mochileiro de primeira viagem, quase cometi o erro de conhecer 15 países em 15 dias, aos poucos fui tirando uma cidade aqui, outra ali,e no final eu pensei: O que eu REALMENTE quero conhecer? Sei que já foi dito, exaustivamente, aqui no fórum, mas não custa reforçar: se você não tiver muito tempo, não vale a pena conhecer um país só pq ele é "pertinho". Uma viagem dessas é muito cansativa, e ficar por mais tempo em uma mesma cidade vai ser muito mais prazeroso. Tive 2 semanas de férias em Novembro, e decidi conhecer Paris e Londres, infelizmente, no auge do Euro e da Libra =(, e senti certas dificuldades em achar relatos de viagens nesse período. Portanto, meu objetivo aqui vai ser mais contar como é viajar nesse mês e passar algumas dicas! Bom pra começar, alguns gastos e considerações pré-viagem. - Passagens aéreas: Vôo São Paulo - Paris; Paris - Londres; Londres - São Paulo. Preço: $850,00 Consegui esse valor, em uma promoção da Air France, que tinha direito a stop-over grátis (antes da viagem, eu nem sabia o que era isso, ahahahah) em Paris, com volta por Londres. Achei o preço consideravelmente bom, visto que não tiveram lá boas promoções pra Europa esse ano. Aqui vale a dica já recomendada aqui no fórum: Não compre no decolar.com, apenas use o site pra dar uma pesquisada geral nos preços, e depois entre no site próprio da empresa e compre por lá. O site da KLM-Air France é muito fácil de se usar. Se eu tivesse comprado pelo decolar, teria saído uns R$300,00 a mais. Pra quem não sabe, stop-over é quando você tem direito a descer do avião, ficar alguns dias nessa cidade "intermediária", e no dia de seu interesse, pegar o vôo para seu "destino final", com o preço já "incluso" na passagem, ficando beeeeeeeeem mais barato do que comprar as passagens separadamente, caso o stop-over seja oferecido de graça. Agora pra comprar, funciona assim: Não adianta você comprar a passagem, por exemplo: Brasil > Londres, com escala em Paris, e querer sair feliz e contente atrás de sua mala no aeroporto de Paris, achando que pode remarcar a qualquer hora o vôo para Londres, ahahaha. Você tem que fazer o seguinte: No site da companhia aérea, você tem que ir na opção "Múltiplos Destinos" e ir preenchendo de acordo com o seu planejamento. Por exemplo, o meu ficou assim: Ida: São Paulo - Paris, dia tal. Paris - Londres, dia tal. Volta: Londres - São Paulo, dia tal. No site da KLM, alguns horários ficam grifados em amarelo. São horário mais baratos! Vale a pena dar uma olhada, pois a economia pode ser interessante! - Albergues. Pra mim, foi a parte mais difícil de decidir durante o planejamento, são várias opções, todas com pontos positivos e negativos. Usei 3 sites para saber a opinião de quem já tinha ficado: tripadvisor, hostelworld e o booking. Reservei os 2 que eu fiquei através do site hostelworld, sem nenhum problema. Agora a dica é: no site, tem um aviso (não muito visível, diga-se de passagem) de "Deals", que são promoções entre os hostels e o site. Os que eu fiquei, foram: Paris: St. Christopher Gare du Nord Deal: 4 noites pelo preço de 3 - Quarto quádruplo. Preço: €110,00 (paguei 10% no ato da reserva, e o restante lá com o Cash Passport) Pontos positivos: Olha, tendo em vista que foi a minha primeira experiência em hostel, sim, eu o indico e provavelmente ficaria lá de novo! Era quase um hotel! É muito limpo, as camas são bem confortáveis, o café da manhã, incluso no preço, é bem aceitável, e fica numa rua sem saída, então não é lá tão barulhento, apesar de ter um bar no térreo. Particularmente, eu sou meio chato na questão de dividir quartos com estranhos, então uma coisa que eu gostei muito desse hostel foi que cada cama tinha um local para colocar sua mala, cortininha, luzes, tomadas e entrada USB. Além disso, tinha elevador, locker-room, cada hóspede tinha um cartão magnético para entrar nos quartos e corredores, o staff era bastante solícito e nas proximidades tinha de tudo, supermercado, farmácia, padarias, restaurantes, etc. E o mais importante: era muuuuuuito perto da estação Gare du Nord. Então pra quem precisa pegar o Eurostar é uma mão na roda, além de te levar pra qualquer canto da cidade. Ponto negativos: Não é necessariamente em relação ao hostel, mas é uma situação que você vai enfrentar todo dia, caso opte for ficar nele. A estação Gare du Nord é simplesmente gigantesca e difícil de se encontrar lá dentro. Ela é interligada com várias linhas de metrô e trem, e ao me deparar com aquele mapa de metrô, me bateu um leve desespero no começo, já que tinha mil e uma formas de chegar no mesmo lugar. Dependendo de qual linha eu tinha q pegar, eu gastava fácil uns 10 minutos andando por lá. Mas assim que eu peguei o jeito de andar de metrô, tudo ficou mais tranquilo, além disso tem pontos de informação. Outra coisa, a região não é das mais bonitas de Paris, e à noite, ficava um pessoal meio estranho do lado de fora da estação, mas não vi nada de suspeito, ninguém mexeu comigo e até tinha uma caixa eletrônico à céu aberto, onde o pessoal sacava dinheiro tranquilamente. Quanto ao hostel, a única coisa que eu relataria como ponto negativo, é que vc precisa pagar €5,00 para deixar sua mala no locker-room (bem moderno e seguro) durante 24 horas, então considere mais este gasto caso você chegue antes do horário do check-in (14h), ou saia depois do check-out (10h). Outra coisa, só tem 4 chuveiros por corredor, com vários quartos, então pode ser que em altas estações fique um pouco lotado. Londres: Safestay Elephant and Castle Deal: Promoção à um preço fixo para ficar 7 noites. Eu fiquei 6, mas caso eu comprasse as 6 separadas, ficaria mais caro. Preço: £120,00 - Quarto com 6 camas misto. Eu não tirei fotos dele, mas as imagens que estão nos sites hostelworld e booking representam fielmente como ele é! Pontos positivos: Assim como o de Paris, esse é mt bem equipado e tudo bem limpo. Também ofereciam aquele esquema de segurança, cada hóspede com seu cartão magnético para entrar nos quartos e elevador. Os quartos não são tão bons, mas as camas têm as cortininhas! ^^ Café da manhã típico de hostel tbm incluso. Vários ônibus na porta. Bem perto do metrô Elephant and Castle, uns 5 minutos andando, que dá acesso aos principais pontos turísticos bem rapidamente, por exemplo, London Eye e o Big Ben ficam a 2 estações. Na verdade, se você tiver pique, dá até pra ir andando. Região bem tranquila, mas tirando um McDonald's que tem do lado, não tem mais nada por ali. Pontos negativos: O staff não era dos mais simpáticos, o locker-room é bem pequeno e sem segurança nenhuma. No tempo q eu estive lá, a porta permanecia aberta, e suas coisas ficavam à vista em uma prateleira. Como eu já sabia disso, levei dois cadeados e prendi minhas malas nessa estante. A estação Elephant and Castle, apesar de pequena, tbm é bem chatinha, vc perde um tempinho andando lá dentro. A rua do hostel é bem movimentada, então tinha bastante barulho à noite. Clima Na minha opinião, cenas mais bonitas do que a Europa durante o outono, não há. Fiquei deslumbrado com aquela paisagem tão diferente da nossa aqui no Brasil. Estava bem frio, entre 5º e 10º, na França peguei todos os dias nublados com apenas algumas horas de sol. Já em Londres, ahhh..em Londres, aquele clima é maluco, então não adianta olhar previsão do tempo pra lá! auhahuauhauh...mas resumindo, de 6 dias...2 dias inteiros de sol, e outros nublados com chuvas que começavam e paravam a cada 10 minutos, me estressando um pouco! ahauhauhauhauha Mas oq me irritou mesmo, não foi o frio, mas sim o calor INSUPORTAVEL dentro dos estabelecimentos e metrô! Sério, uma das coisas mais chatas da viagem foi o sufuco que eu passava dentro do metrô, cheio de gente, com aquele aquecedor ligado! Ai a tríade mochila+blusa de um lado+ guarda-chuva molhado do outro, me perseguiu durante a viagem inteira! =// Quanto ao anoitecer, 17h30 em Paris e um pouco antes em Londres, já estava tudo escuro. Amanhecia lá pelas 8h00. Turistas Sinceramente, eu não consigo imaginar como deve ser Paris no verão, de tão entupida de turista. Deve ser insuportável! Não aconselho à ninguém ir pra lá nesse período se não gosta de multidão. Em Novembro, as únicas filas q eu vi foram pra subir na Torre Eiffel e pra subir na Notre Dame. E lotado, LOTADO mesmo, estava o Louvre, mas mesmo assim acho que nem se compara aos meses de férias, por ex, tirei minha foto com a Monalisa, sem maiores problemas. Em Londres, muito menos turistas, tudo mais tranquilo. Porém, uma coisa é certa: vc terá a companhia de excursões escolares, q por mais q bonitinhas e educadas sejam as criancinhas, te trará momentos de ódio. E o pior, vc verá milhares de asiáticos seguindo uma pessoa com um guarda-chuva fechado erguido pra cima. Tive vontade de jogar todos, sem piedade, Arco do Trinfo abaixo! . Eles só serão úteis para tirar suas fotos, isso eles fazem como ninguém! Mala Conselho: levar daqui apenas uma blusa e as coisas essenciais pra não congelar no primeiro dia, e deixar pra comprar o resto por lá. Comprei uma segunda pele, luva, cachecol, toca e outra blusa beeem quente na Decathlon de Paris, e foram mais do q suficientes, além de serem mt mais baratas do que aqui! Levei tbm, uma farmácia inteira, doença nenhuma iria estragar minha viagem! Levei a receita de todos os medicamentos, mas em nenhum lugar chegaram a me barrar por portar 200 mil comprimidos! ahahaha Imigração Um capítulo a parte, levei vários documentos: extrato de cartão de crédito, dos cartões pré-pagos internacionais, reservas de hostel, passagem de volta, seguro saúde e tudo que vocês possam imaginar. Após aquela perdida básica no Charles de Gaulle, e finalmente achar a fila da imigração, eu fui na que, até aquele momento, era a mais feliz e sorridente das funcionárias, mas na minha vez, ela incorporou algum espírito ruim e pediu simplesmente TODOS os documentos q eu tinha levado, ela verificou tudo, nos mínimos detalhes, me encheu de pergunta. Por um momento achei q ia voltar, mas no final deu tudo certo. Já em Londres, que teoricamente seria pior, foi super tranquilo. Peguei um senhorzinho que parecia ter saído de algum filme do Harry Potter, que fez as perguntas básicas e só...se não fosse o carimbo, q estava sem tinta, e me fez esperar os 3 minutos mais longos da minha vida (até q outra pessoa trouxesse um novo) na fila da imigração, eu teria saído em 30 segundos . Seguro viagem: Uma vez que eu comprei a passagem com o cartão de crédito, o seguro foi fornecido pela operadora (VISA). Compras aqui no Brasil Entrada da Torre Eiffel: €13,00 (até o topo) Estava com medo de pegar um dia chuvoso e feio, mas não estava! \o/..Compensou bastante, já que a fila de compras lá no dia (domingo), estava quilométrica. London Pass de 6 dias: £91,00 Pra mim, valeu MUITO a pena. Acompanhem o site, pois às vezes tem promoção com 10% de desconto. Comprei aqui e retirei lá, sem enrosco! Compras feitas lá Paris Museum Pass de 4 dias €54,00 (comprei no aeroporto) Se vc pretende conhecer apenas Louvre e Versailles, não compensa. Mais do q isso, é indispensável, corta filas e te dá acesso à banheiros! Paris Visite Pass de 5 dias - todas as zonas €57,00 (tbm comprei no aeroporto) Eu estava muito em dúvida se comprava esse passe, ou o carnê de 10 viagens por €13,30. Mas no final das contas, foi a melhor coisa que eu fiz. Esse passe cobre as viagens de/para aeroporto-centro e Versailles. Eu usei bastante o metrô, principalmente nos dias de chuva, e quando as minhas pernas já estavam pra lá de destruídas, sem me preocupar em comprar mais passes naquela correria q é dentro das estações. 7-day Travelcard zonas 1 e 2 - €30,40 (comprado no aeroporto de Londres, com a ajuda de um senhor muito prestativo, já que eu não tava entendo nada de como funcionava/comprava aquele Oyster Card) Indispensável, te dá direito à andar em onibus e metrô, quantas vezes quiser por 7 dias. Alguns sites úteis: http://www.londresparaprincipiantes.com/4-dias-em-londres-roteiro-de-viagem/ http://www.conexaoparis.com.br/2008/05/07/paris-em-4-dias-primeiro-dia/ http://www.londontourist.org/planning.html http://viagensesouvenirs.blogspot.com.br/ http://meusplanosdeviagem.wordpress.com/category/reino-unido/ http://www.rodei.com.br http://www.europapraturista.blogspot.com.br Bom galera, é isso. Nos próximos tópicos vou descrever um pouco das aventuras do meu dia-a-dia e contar pq eu adorei Londres, e não achei Paris lá grandes coisas! Qualquer dúvida, podem ir perguntando! Tentarei ajudar com oq eu aprendi! ^^
  32. 1 ponto
    Diogo te mandei uma imagem com todos os gastos da viagem de 14 dias no Egito, na verdade eu deixaria mais alguns dias para conhecer o mar vermelho também. Post completo hem: http://pandoraontheroad.com.br/dicas-do-egito/
  33. 1 ponto
    Olá, irei em novembro também, chego em lisboa dia 18, pretendo fazer Lisboa / Barcelona / Paris / Bruxelas / Berlim / Milão. Se alguém tiver afim de fazer esse roteiro, ou alguma dessas cidades me avise
  34. 1 ponto
    Bom pessoal, fiz este mochilão em setembro deste ano, e foram 20 dias de pura emoção! Foi minha primeira viagem internacional e como a maioria de todos aqui, peguei muitas dicas neste site então nada mais justo do que compartilhar as minhas! Assim que decidi fazer este mochilão, comecei a pesquisar bastante sobre os locais e montei o seguinte roteiro: Então a ideia principal do Roteiro era conhecer a Turquia, principalmente os pontos turísticos do interior como a Capadócia e Pamukkale! Como era bem perto da Grécia aproveitei para conhecer Atenas, Delfi e as 2 famosas ilhas gregas Mykonos e Santorini! E como não existe vôos diretos para Atenas, optei por fazer um stopover na Itália de 4 dias, onde pude conhecer Roma, Nápoles e Pompeia! Resumo, foi tudo uma correria mas deu tudo certo!!! No início planejei toda a viagem para ir sozinha, mas 2 meses antes da viagem, consegui a companhia de uma amiga! Vamos ao que interessa então: ITÁLIA Planejei 2 dias em Roma. No primeiro fomos conhecer os pontos turísticos principais como Coliseu, Foro Romano, Palatino e Fontana de Trevi. Ficamos no Hostel Alessandro's Palace, bem próximo da Estação Termini então fizemos esses passeios por metrô ou por Open Bus, aqueles famosos ônibus de 2 andares que pagamos 20 euros e valia por 48 horas. Achei que valia muito a pena, pois podíamos sempre descer em qualquer ponto turístico e esperar outro ônibus. Compramos o ticket com um indiano na saída do Palatino, mas em todos os pontos de parada sempre tem alguém, (normalmente um indiano,rs) vendendo. No segundo dia, reservei para conhecer o Vaticano e também para fazer um passeio pela Necrópoles!!! Este passeio foi dica de um amigo da minha amiga e nunca tinha ouvido falar! É um passeio pelas escavações embaixo do Vaticano, onde descobriram estar o túmulo de São Pedro. É tão tão secreto que não é divulgado e você precisa reservar com antecedência mandando email aqui do Brasil para o Escritório de Escavações do Vaticano dizendo sua disponibilidade e quantas pessoas farão o passeio. [email protected] Em todos os blogs que lemos sobre o passeio, sempre comentavam sobre a dificuldade de conseguir agendar o passeio pois somente são permitidos 200 visitantes ao dia e nem todos os dias ele é realizado. São feitos grupos de 12 pessoas e quase sempre é um padre ou seminarista que guia o grupo. Pois bem, a Melissa enviou o email e acho que tivemos sorte pois no dia seguinte recebemos uma resposta com data e já confirmamos e efetuamos o pagamento via cartão de crédito. Custou 12 euros por pessoa. A história é bem interessante até mesmo para quem não é católico. As escavações que descobriram este lugar foram patrocinadas pelo próprio Vaticano nos anos de 1939 a 1949, a pedido do Papa Pio XII em realizar um desejo de seu antecessor que gostaria de ser enterrado próximo do túmulo de São Pedro. Não só o túmulo foi encontrado, mas uma série de mausoléus da época pagã romana. É terminantemente proibido tirar fotos lá dentro o que é uma pena porque realmente o local está bem conservado e com várias tumbas e símbolos pagãos. Neste dia sobrou tempo para conhecer o Circus Maximus, A Boca de La Veritá, Basílica de Santa Maria Maggiore, a Piazza Navona e o Pantheon (apenas de fora) pois já estava fechado! No 3º dia fomos conhecer Pompeia, a famosa cidade do antigo império romano que foi destruída pela explosão do vulcão Vesúvio!! Tínhamos comprado já os tickets de trem aqui de SP mesmo, pelo site da Trenitalia. De Roma, tem que ir até Nápoles e de lá pegar o trem da Cia Circunvesuviana que nos leva até Pompéia! O sítio arqueológico é impressionante! Passamos 5 horas lá dentro andando e nem assim conseguimos ver tudo!!! Claro, os corpos dos sobreviventes que parecem ser de pedra estão lá espalhados pelas ruínas e chocam pelas expressões de espanto e medo ainda em seus rostos. Voltamos para Nápoles e fomos experimenar a famosa e original Pizza Napolitana numa Pizzaria bem tradicional chamada Di Matteo. Nápoles é bem feia , pelo menos a parte que vimos, o trânsito é caótico, mas a cidade tem seu certo charme. Quem sabe com mais tempo dá para achar lugares mais bonitos! O que deixamos de fazer é ir no Museu onde estão muitas obras encontradas em Pompéia GRÉCIA ATENAS No dia seguinte fomos para Atenas! Tive meu sonho de visitar a Acrópole realizado! Ficamos no Athens Backpackers, bem próximo da Acrópoles e do metrô numa excelente localização e indico muito o hostel! Adorei! Tem wifi que pega legal, é um hostel bonitinho, tem um bar que dá pra ver a Acrópoles a noite iluminada! Perfeito! Em Atenas nos locomovemos muito com metrô que é super moderno . Inclusive para ir do aeroporto de Venizelos até a estação Acrópoles, bata pegar um metrô por 8 euros , descer na estação Syntagma e fazer baldeação para a linha vermelha para descer na estação para a Acrópolis. Daí vc dá uns 10 passos, vira a esquina e tchanran chegou no hostel! Mapa do metrô de Atenas Acrópoles á noite toda iluminada Templo de Parthenon Num mesmo dia visitamos a Acrópoles, a Antiga Ágora, a Ágora Romana, o Estádio Panathenaico e os bairros de Plaka e Monastiraki que são lindinhos,charmosos e perdição para as compras!! Jantar á noite em Plaka é uma delícia! Naquelas ruazinhas estreitas, em mesas pra fora do restaurante iluminadas à luz de velas! O ingresso para visitar a Acrópole você comprar na própria entrada do local e este te dá direito a visitar mais uns 5 lugares como as Ágoras e o Templo de Zeus Olímpico. Vale à pena! Numa ruazinha de Plaka Pista de Atletismo do Estádio Panathenaico: o estádio onde foram criados os Jogos Olímpicos! A comida da Grécia é sensacional! Experimentem o famoso iogurte grego, é divino! E amei um prato chamado Saganaki queé o queijo Feta empanado! Delicioso! DELFI No dia seguinte em Atenas fomos visitar Delfi, onde fica o Templo do Deus Apolo. Pagamos cerca de 75 euros pelo passeio de dia inteiro com ônibus que nos levava . O percurso durou 3 horas de ida e 3 de volta. Compramos este passeio numa das agências de turismo de Plaka mesmo. Passamos por paisagens lindas pelo caminho como a cidade de Arahova, que é uma espécie de Campos do Jordão grega! A cidade fica no alto de um morro, muito alto mesmo e no inverno faz muitooo frio! Amei, fiquei com vontade de voltar lá no inverno! O local onde fica o templo é impressionante. Muito no alto, se já é de difícil acesso hoje, imagina naqueles tempos da Grécia antiga onde as pessoas subiam com animais nas costas para levar de sacrifício e obter respostas do famoso oráculo! O passeio todo foi feito com uma guia grega que falava inglês e nos transmitia toda a história do local. No final visitamos o Museu do Templo também. Verdadeira aula de História! E pra fechar o passeio almoçamos num restaurante gracinha ali por perto com vista para uma piscina maravilhosa ! A cidade de ARAHOVA (Campos do Jordão grega.rs) Templo de Apolo onde ficava o Oráculo em Delfi ] SANTORINI Fomos de avião de Atenas para Santorini. O vôo durou 40 minutos. Fomos pela cia aérea grega Aegean Airlines. SAntorini é perfeita!!! Uma ilha cheia de paisagens de tirar o fôlego e praias diferentes para explorar. Ficamos no hotel Dina´s Place localizado em Fira(Thira)a parte central da ilha! Amamos a localização pois era perto Do centrinho com as ruazinhas cheias de restaurantes e comércio e do ponto de ônibus central de onde saem os ônibus para os ptos turísticos da ilha, como Oia, Perissa Beach, Kamari. Estes ônibus são uma mão na roda pois são ônibus de turismo, super confortáveis e muito baratos. Você paga cerca de 1.60 ou 2,00 euros por cada trajeto. Compensa bemmais do que alugar um carro ou um quadriciclo, até porque dirigir na ilha é meio complicado. Tem partes cheias de curvas que parece que você vai cair num precipício. Para quem prefere ficar mais tranquilo, com certeza é a melhor opção. os ônibus possuem horários de saída, mas em tdos os momentos que precisamos deles, sempre tinha algum saindo para onde estávamos indo. A vila de Oia é o passeio principal para quem estiver em SANTORINI. É de lá que saem as famosas fotos de pôr do sol com as casinhas bancas e as igrejas de teto azul! Normalmente os locais para ver o pôr do sol ficam apinhados de gente, tente chegar cedo, antes das 17h00 para garantir um bom local! O pôr do sol realmente é um espetáculo! Gostaria de ter ficado mais tempo em Oia. Lá dá pra perceber que é a parte mais cara da ilha. Imagine ficar num hos hotéis com vista para o mar! Quanto às praias, conhecemos a Red Beach, White Beach e Perissa Beach! Praias exóticas mas imperdíveis. Fomos de bus até Red Beach e de lá pegamos barco até a White Beach e a Perissa Beach. Bem tranquilo e sai baratinho, coisa de 10 ou 15 euros cada trecho. Fizemos também um passeio para a Cratera do vulcão que originou Santorini. Fechamos no hotel mesmo esse passeio.Muito legal. Vamos de escuna apreciando o mar com sua coloração azul impressionante e na metade do caminho paramos em um local chamado Hot Springs, que é um encontro de águas geladas e quentes. Lugar lindo demais. Pulamos da escuna e ficamos um tempo nadando naquelas águas. A cratera do vulcão exige disposição, é enorme, não parece um vulcão de verdade e se você quiser ver todas as crateras têm que andar bastante mas olha a vista compensa! Dá pra tirar fotos incríveis e na volta pra Santorini, ver a ilha se aproximando lá em cima é incrível! Ah para descer para a escuna, como a ilha é muito alta usamos uma espécie de bondinhos! é muito prático e rápido. Pra ganhar a tempo e economizar as pernas pq é uma descida enorme. Tem muita gente que desce no lombos de pobres coitados burrinhos. Não recomendo, acho que ou se vai a pé mesmo ou de bondinho,rs! Deixamos a parte da agitação e baladas para Mykonos! Pôr do sol na Vila de Oia Cratera do Vulcão Red Beach White Beach Perissa Beach Vila de Kamari MYKONOS Pegamos um ferry-boat de Santorini para Mykonos. Levamos 3 horas e fomos de classe executiva porque a econômica estava esgotada. Isso porque tínhamos comprado aqui no Brasil, há 1 mês antes da viagem pelo site da Hellenics Seaways. Ficamos num hotel lindinho chamado Aeolos e o dono do hotel Panos é muito gentil e preparado! Quando chegamos no hotel ( ele foi nos buscar no porto), ele já tinha mapas da ilha prontos e com indicações dos melhores pontos turísticos na opinião dele e várias dicas! O hotel é lindo e o atendimento perfeito, o único porém é que não é perto de tudo como em SANTORINI! Para irmos para Chora que é o centrinho da ilha, tivemos que andar uns 20 minutos, uns 7 de asfalto e o resto descendo a encosta,rs. Resultado: quase tudo que fizemos em Mykonos foi de táxi, mas saía baratinho, não era absurdo! Sempre combinando o preço antes é claro! A maioria dos taxistas já possuem uma média de quanto cobram para cada lugar e não hesitam em parar o táxi na metade do caminho e pegar mais passageiros, cobrando o mesmo preço para eles...rs. Mas em geral são bem simpáticos e é o ganha pão deles né. Conhecemos uma praia perfeita chamada Elia Beach! Depois de barco fomos passamos pela Super Paradise e paramos em Paradise Beach onde tinha a balada diurna e ao ar livre Tropicana Club. Foi hilário! Myknos é a ilha das festas mas nós já estávamos no final da temporada então as coisas tendiam a ficar menos animadas,rs. Mesmo assim lá estava no Tropicana Club o Dj de Milão Sassa que é como um agitador do local e ficou famoso por andar pelo local apenas de fio dental e na frente uma trombinha de elefante. Sim, bizarro mas mega divertido,rs!! Á noite, aproveitamos que era a última balada da temporada e fomos na famosa Cavo Paradiso! Foi muito legal, inclusive porque encontrei alguns amigos mochileiros que havia conhecido aqui pelo site! A Paradisíaca Elia Beach Paradise Beach Pôr do sol nos Moinhos Ruazinha de Chora Little Venice Voltamos para Atenas por avião pela Aegean novamente e o vôo levou apenas 20 minutos!!! imagine que as comissárias nem conseguiram terminar de servir bebida para todos os passageiros... De Atenas pegamos uma conexão para Istanbul TURQUIA ISTAMBUL Turquia é realmente incrível!!! Sem palavras pra descrever este país que de primeira impressão é tão exótico e diferente do nosso, mas é possível perceber várias semelhanças, seja na alegria ou na espontaneidade do povo! Bom em Istanbul, tínhamos contratado um serviço de transfer do aeroporto para o hostel e mandaram um motorista que não falava inglês,rs, mas tudo bem, era simpático e nos levou direitinho pro hostel. Ficamos no Sultan Hostel, mega bem localizado no bairro turístico de Sultahnamet. Ali era perto da Mesquita Azul, da Hagya Sofia,Topkapi Palace e do Grand Bazar, tanto que fizemos tudo a pé sem problemas. Fizemos amizades com uns turcos de um café/bar na rua do hostel e fomos para Taksim Square à noite, numa balada bem divertida onde tocava músicas pop turcas e outras músicas de sucesso dance,rs. Andar por Istanbul é bem fácil e o povo é muito gentil, mesmo não falando inglês tão bem. No Grand Bazar encontramos vários vendedores que falavam espanhol e até arriscavam um português! Para visitar o interior do país nós contratamos um pacote turístico há uns 2 meses antes da viagem, aqui do Brasil mesmo. Deu tudo certinho e em 6 dias conhecemos Çanakkale onde fica a Anzac Cove, Eceabat, Tróia , Kusadasi, Ephesus,Pamukkale, Hierapolis e Capadocia!! O pacote incluía hospedagem e a maioria das refeições e também o famoso vôo de balão pela Capadócia! Foi tudo perfeito. Acho que as fotos falam por si só! Consegui realizar meu sonho de conhecer estes locais e com certeza penso em voltar e em breve. Quem quiser maiores informações, estou á disposição e também estou escrevendo tudo em detalhes no meu blog: ---> http://diarioradical.blog.br/category/viagens/turquia/ Abraços É isso aí, espero ter contribuído relatando essa minha experiência! Mesquita Azul à noite Grand Bazar Gallipoli Çanakkale- cavalo usado no filme de Tróia Ruínas de Tróia Éfesus Última casa onde viveu a Virgem Maria Hierápolis Pamukkale Capadócia Vôo de Balão na Capadócia
  35. 1 ponto
    Há tempos que eu maturava a ideia de conhecer Mendoza. Já estivemos em alguns cantos argentinos, Mendoza ainda não. Sabia que era terra do vinho e da alta montanha. E sabia também do espetáculo que é a estrada para Santiago do Chile. Daí comecei a bolar uma viagem que começasse por Mendoza e terminasse em Santiago, para justamente aproveitar o trajeto pela janela do ônibus. Tal roteiro cabia, portanto, no feriadão de 5 dias de Carnaval. Tentei isso no ano passado, mas não consegui promoção. Para este ano rolou. Viva! A Gol anda fazendo voos direto de São Paulo em alguns dias da semana, e, salvo engano, em temporadas específicas. Mas os horários não são muito convenientes, com voos no meio do dia. Pegamos uma ida de madrugada para Santiago, conectando para Mendoza pela manhã de sábado. E o voo de volta de Santiago de noite. Ideal para aproveitar ao máximo os dias. Fechada a logística, reservei a 3ª-feira para a viagem de busum para Santiago. Comprei antecipadamente as passagens, fomos na frente. Mas... tinha um raio de uma propaganda bem no vidro da frente, o que atrapalhava a visão frontal. De todo modo, a visão lateral, de onde quer que seja, é espetacular. Com a 3ª-feira bloqueada para a viagem, restaram dois dias cheios para Mendoza, mais duas partes – na chegada e na partida. Até considerei de fazer o tradicional passeio à Alta Montanha, mas logo desisti: era muito tempo de estrada, e na mesma estrada que percorreríamos na ida a Santiago. E tenho pra mim que o Parque do Aconcágua merece maior dedicação. Um dia espero voltar. Decidi então que os dois dias cheios seriam dedicados aos vinhos. Estamos muito bem habituados a incursões pelo Vale dos Vinhedos (e arredores), onde já degustamos alguns dos melhores vinhos do Brasil. É um ritual que muito nos agrada, de modo que a ideia era repetir em Mendoza. Um tanto perto da viagem (faltava pouco mais de um mês), fui buscar esquemas de transporte e descobri que tinha de reservar os locais, e com horários. Meio chato isso, mas imaginei que a demanda fosse grande. Em termos de logística, havia a opção de bicicleta (tour ou por conta própria), que a galera que foi comigo não iria topar. Havia o esquema guerreiro total, de busum. E havia o esquema patrão, com motorista dedicado e disponível para o dia inteiro. O esquema patrão ainda incluía a reserva nas vinícolas. Rapidamente achei o contato do Fernando Verá (+54 9 261 545 1540), recomendado por diversos outros brasileiros. Mandei msg para ele por whatsapp, e ele logo retornou me ligando, para saber melhor o que me interessava. Disse que preferia vinícolas menores, mais familiares, não famosas. Ele avisou que era alta temporada (juntava Carnaval, com brasileiros invadindo geral, com vindima). Pra dificultar ainda mais, nossos dias eram num domingo e numa 2ª-feira, dias em que algumas bodegas fechavam. Mas ele arrumou lugares ótimos para nós – nunca tinha ouvido falar de nenhum deles. E todos foram ótimos. Esquema-patrão é outra coisa! Em geral, os preços para esse esquema patrão são cerca de 130 USD por carro para as duas regiões mais próximas a Mendoza (Maipu, Lujan de Cuyo), e 160 USD se for para esticar para Valle de Uco, que fica mais afastada. São 3 degustações por dia, sendo a terceira já com almoço. Além do motorista, vc tem de pagar pelas degustações, diretamente às bodegas. Salvo engano, são ao menos 4 degustações. Dependendo do lugar, vc pode repetir, eventualmente recebe mais degustações do que o programa, etc. Escolados por diversas visitas ao Vale dos Vinhedos, eu bem que gostaria de redesenhar o formato, sobretudo cortando almoço e incluindo mais vinícolas. Mas aí eu teria que organizar logística e reservar bodegas, coisa que não fiz. Topei o esquema patrão completo. Depois de ajustar aceitar o roteiro proposto (pedi ao Fernando para retirar duas bodegas cujos vinhos eu já conhecia), recebi por whapp o roteiro com horários e preços. Muito bom! Nossa chegada a Mendoza já me proporcionou algo novo: viajar de dia. Estamos tão acostumados aos voos noturnos que até me esqueci de reservar assento na janela para observar os Andes no rápido trajeto aéreo entre Santiago e Mendoza. Mas pude ver o espetáculo ao longe, ao menos. O comandante sequer desliga o sinal de apertar os cintos, em função da permanente possibilidade de turbulência ao cruzar os Andes. Chegamos a Mendoza e logo pegamos um taxi (270 ARS, lembrando que esse valor rapidamente estará defasado em função da alta inflação argentina) para nosso albergue. Apenas deixamos as mochilas por lá e partimos para passear pela cidade. Ideia era andar um pouco e pegar o ônibus Vitivinícola, que percorre algumas vinícolas pela tarde. O céu estalava de azul. Fomos numa agência e não tinha mais ingresso para o Vitivinícola. Mas eles nos ofereceram um outro tour, de van, que tbm passaria por algumas vinícolas. Mais barato que o busão e já com o ingresso das degustações incluso. Pareceu ótimo negócio, e topamos. Sairia no começo da tarde. Fomos então fazer câmbio e forrar um pouco o estômago. Nosso tour começou pela vinícola Dante Robino. Lugar muito bonito. Mas achei os vinhos meio marromeno... Em seguida fomos na Don Arturo. Tbm achei tudo marromeno... Além de considerar que era pouco vinho para degustar. Fiquei com medo de aquele ser o padrão dos dias seguintes (mas na verdade era correspondente ao preço que estávamos pagando). Os vinhos tinham preços muito bons para quem quisesse comprar – não era nosso caso, queríamos apenas degustar mesmo. Dante Robino Um lugar muito bacana desse primeiro passeio foi a parada numa Olivícola, ou coisa parecida. Pasrai é o nome do lugar. Lugar de azeites. Uma bela e farta prova de sabores diversos. Galera saiu comprando azeites, que me pareceram muito bons (com a ressalva de que, se já mal conheço vinhos, imagine azeites). No fim ainda paramos numa vinícola especializada em vinhos doces, Florio. Azeites na Pasrai Vinhos doces na Florio Encerrado o tour, voltamos para nossa base. Ficamos bem perto da Avenida bacana da cidade, a Arístides. Com acento no primeiro i. É onde estão os bares e restaurantes, é onde rola o agito noturno da turistada. Muitas cervejarias artesanais, talvez para compensar os dias de vinho. Rodamos pela área e ainda demos a sorte de ter um evento naqueles dias, a Megadegustación. Várias bodegas traziam seus vinhos para que a galera experimentasse. Evento de rua mesmo. Não era grátis, claro, vc comprava uma cartela que dava direito a meia dúzia de provas. E ganhava uma taça. Tinha a degustação normal e a premium. Compramos a normal. Vinhos em geral marromeno, valia pela diversão e pelo evento, que era bem bacana. Tinha uma bodega que servia de graça, não marcava na cartela, então bati ponto por lá, ahahahah. O preço era de 350 ARS por 6 provas de 50ml cada. Ou 500 ARS por 4 provas premium, que, salvo engano, eram mais do que os 50 ml cada. Tinha algumas áreas para a galera sentar e relaxar, e recostamos numa delas. Um casal local puxou conversa e ficamos de papo por um tempo. Bacana ver que o evento não era para turistas somente. Jantamos muito bem (carne!) e depois voltamos. Era meia noite e o evento estava cheio. A Av. Arístides também cheia. Era sábado à noite! Mas fomos dormir. Dia seguinte encararíamos nossa empreitada vinícola. Domingo. Nosso motorista foi nos buscar no horário previsto. Primeira bodega a visitar foi a Benegas. Em todas elas tem a parte de contar a história do local, e na Benegas foi bacana. Provamos um suco do vinho ainda em fermentação, o que foi interessante. No fim do tour vem o que (nos) interessa, que é provar os vinhos. Tudo é feito com cerimônia e parcimônia, mesmo que vc não entenda muito de vinhos – como nós, que geralmente avaliamos de forma simplória: gostei, não gostei. E então eu finalmente tive aquela sensação de conforto: os vinhos eram muito bons! Estava com receio de que fossem meio nhé, tal qual os do dia anterior. Não eram, eram muito melhores. Chamada gama alta. Amem. A primeira visita atrasou um pouco, então chegamos atrasados na seguinte, que era longe. Levamos uma horinha até lá. A bodega agora era a Solocontigo, que ficava no meio de uma região bem árida, repleta de parreiras. Era uma construção moderna meio que isolada naquela área. Havia outras bodegas por lá tbm. Eu sei o seguinte: o lugar é muito bonito. Um jardim daqueles que vc quer passar uma tarde (um dia? uma temporada?) inteira, ainda mais depois de bebericar umas taças, e ainda mais com o céu azul que estalava novamente naquele dia. Nessa bodega já fomos direto para degustação. Um vinho melhor que o outro, um sommelier (ou guia?) que engrena uma conversa muito bacana (e que ainda nos trouxe extras!), aquele cenário, enfim, um momento de felicidade. Não tenho dúvidas de que o (bom) vinho, o álcool, influencia nessa avaliação. Dividimos a mesa com uma família brasileira de São Paulo que também conhecia os vinhos do Vale dos Vinhedos, o que permitiu uma rápida conversa entre supostos conhecedores de vinhos. Uma coisa que me angustiava era o sommelier jogando fora (restos de) vinho. Um pecador. Felizes da vida pelos bons momentos, e pelo vinho na veia e na cabeça, partimos para a terceira e última do dia. Com almoço. Outro lugar de visual estonteante, na Monteviejo. Primeiro curtimos o visual, depois fomos almoçar. No processo do almoço somos apresentados aos vinhos para degustar. A experiência é toda muito boa, mas eu preferiria experimentar os vinhos sem almoço. Minhas papilas (de?)gustativas são limitadas e têm as atenções divididas. Enfim, comemos bem, bebemos bem (e muito), e voltamos. Chapei na viagem de volta. Nesse dia demos um relax no albergue e depois fomos passear pela Arístides. Era domingo, último dia da Megadegustación, e lá fomos nós encarar mais provas de vinho, usando o restante da nossa cartela do dia anterior. Fomos dormir tarde novamente. 2af. Mesmo esquema do dia anterior, mas hoje em bodegas mais próximas. Primeira parada foi na RJ Viñedos. Desde que recebi o programa que fiquei na cabeça com essa coisa de RJ, que me remete imediatamente ao Rio de Janeiro. Mas no caso são as iniciais do patriarca da bodega, Raul Joffre. A bodega é pequena, familiar, bem do jeito que eu tinha pedido. Mesmo scrpit de outras, vc conhece a história e depois faz degustação. Nesse caso havia algumas opções de degustação, e todos escolhemos provar os malbecs. Foi ótimo. Nossa segunda bodega foi na Alandes, outra pequena e com um jardim muito aconchegante. Lá juntamos com um casal chileno com quem papeamos (eles passavam férias no Rio, mas desistiram nos últimos vários anos em função da perspectiva de guerra civil permanente que exportamos ao mundo). Novamente o script, agora com direito a prova do vinho ainda em ‘desenvolvimento’ no barril. E depois as provas, generosas eu diria. Um dos grandes baratos dessa coisa é deixar ser guiado pelo sommelier (guia?), em meio a conversas eventualmente de outros temas. Ótimo novamente, curtimos muito. A terceira do dia era a do almoço. Finca Agostino era o nome. Outro lugar belíssimo (um padrão da região). Salão de almoço estava mais cheio, e de alguma forma achei a experiência aqui melhor. O chef foi até nós se apresentar, comida muito saborosa, momento feliz (e consegui ao menos saborear os vinhos antes de comer!). A receita das degustações sucessivas e mais o almoço tem resultado direto: chapei na viagem de volta. Era coisa de meia hora, mas pareceu uma longa sesta para mim. Depois de um descanso no albergue, saímos novamente para passear pela Arístides. Fomos comer uma carne (sempre!) antes de dormir. Nesse dia não tinha mais a Megadegustación, fomos dormir mais cedo. Atividade na Arístides caiu bastante naquela 2ª-feira. 3af. Choveu bastante de noite, o que nos disseram ser incomum. Mendoza é tipicamente um lugar seco, inclusive com antigo e ainda utilizado sistema de irrigação que aproveita água das montanhas. Sem isso seria complicado para as bodegas. Amanheceu nublado e nossa programação para a manhã era passear pelo Parque San Martin. E assim fomos. O parque é bonito e grande, tem inclusive um mirante. Rodamos por lá, chuvinha chegou a cair fininha novamente. Depois de uma pausa para um café bem transado, partimos para a Rodoviária. Como falei, comprei com antecedência os tíquetes desse ônibus. Queria que fosse de dia, e queria ir na frente. Ideia era mesmo curtir o visual. Na rodoviária foi necessário fazer meio que um check in, afinal cruzaríamos fronteira. A viagem é mesmo um espetáculo. Logo em Potrerillos já tem um lago que é de cair o queixo. Melhor ainda foi ver o sol abrindo conforme avançávamos para o Chile. Vimos raros lugares com neve pelo caminho, por conta da temporada. Ao longo de boa parte do trajeto, trilhos de trem vão acompanhando (e eventualmente cruzando) a estrada. Estão abandonados, tal qual diversas (ou todas) as estações que vimos pelo caminho. Passamos por diversos túneis também. Vimos estações de esqui sem uso, teleféricos esperando pela nova temporada de inverno. A famosa Puente Inca, que faz parte do passeio da Alta Montanha, fica do lado esquerdo, mas não dá pra ver. Vimos cicloturistas fazendo o percurso – isso deve ser sensacional. Sobre lados, eu diria que no começo o lado direito é mais privilegiado. Depois muda para o esquerdo, se não me engano após Uspallata. De maneira que qq lado é bom. Num determinado momento, logo após a entrada no Chile, há uma longa sequencia de curvas que proporciona democraticamente um visual sensacional para ambos os lados. Lembrou muito a descida da Serra do Rio do Rastro (SC), outra estrada de beleza ímpar. Trata-se da famosa estrada de Los Caracoles. O ônibus era confortável, semi-leito (mas eu mal reclinei a cadeira). Servem um sanduba, café, suco e biscoitos. Infelizmente tem TV com filme e som. Coloquei um headphone como antídoto e melhorou. Carregadores USB não funcionavam. A aduana chilena é um ponto sacal da viagem. Não tivemos registro de saída da Argentina (ao menos não tive carimbo de saída), e a parte de imigração no Chile é tranquila. Mas a parte de aduana, PQP, segue a mesma de sempre. Já cruzei fronteira para o Chile em outras ocasiões (Torres del Paine, e voltando de Uyuni), e foi sempre um processo demorado e chato. Continua assim. Levou cerca de uma hora para vencer essa etapa. Chegamos a Santiago de noite, quase 21hs. Tínhamos partido de Mendoza às 13hs. Pegamos o metrô para nosso albergue na Bellavista, largamos as mochilas e fomos curtir a noite na região. 4af. Ficamos flanando pela cidade, revendo lugares onde já estivemos outras vezes, e conhecendo outros tantos. De tarde batemos ponto no sempre excelente Boulevard Lavaud antes de seguir para o aeroporto e encerrar a viagem. Mais um feriadão explorando algum canto do planeta! Dicas gerais de Mendoza: - Como em qq outro canto que conheço da Argentina, aproveite as happy hours! Os preços das cervejas caem bem, geralmente pela metade ou uns 40%. - Se eu voltar, ficarei novamente nos arredores da Av. Arístides, que é onde rola o agito noturno. Além de ser uma parte muito charmosa da cidade. - Em geral achei os preços mais baratos em Mendoza do que eu outros cantos argentinos, sobretudo Buenos Aires. Mas pode ser a corrosão da inflação também. - Não se engane: vinhos de alta qualidade (alta gama) terão preços correspondentes. O tour baratinho que percorre x vinícolas e que tem preço das entradas incluso vai ter vinhos mais guerreiros. - As degustações de vinhos, acho que em qq canto do mundo, partem geralmente do mais leve para o mais forte. - Preços variam conforme bodega e conforme programa. Eventualmente vc tem degustação simples, degustação somente de malbecs, degustação premium, etc. E cada uma tem um valor; você escolhe. A do almoço é preço fixo, e nos dois casos foi meio que bebida liberada (mas vc não dá conta, vai por mim). - Li isso em vários lugares e duvidei, mas agora atesto: depois do almoço vc não quer mais saber de vinho. - Faça o que eu digo, não faça o que eu faço: vc não precisa beber tudo nas degustações. Mas eu bebia. Era bom demais. - Para todas as dicas ref vnhos acima, levem em consideração o seguinte: não somos enochatos, queremos apenas diversão e bons momentos, somos fáceis de se conquistar (mas se o padrão de Mendoza fosse as bodegas do primeiro dia, seria decepcionante pra mim).
  36. 1 ponto
    Salve mochileiros, aqui está mais um video feito com lindas imagens desse paraíso chamado Grécia.
  37. 1 ponto
    Olá galera mochileira, quando resolvemos (eu e meu companheiro de vida Junior), ir para Africa do Sul, logo pensei na Suazilândia e Botswana, por estarem próximos, porém diferente dos demais, pensei nesse roteiro de carro, e tive dificuldade em encontrar informações. Depois de muita cabeçada e alguns perrengues, ter conseguido conhecer esses 3 países foi algo sensacional... e vou contar um pouco dessa história para vcs. Os preços vou colocar em reais para ajudar, mas tudo foi pago em Rands (Africa do Sul e Suazilândia) ou Pula (moeda de Botswana). Passagem de BH x Joanesburgo R$ 2300,00 (ida com a Latam e volta com a South Africa) Embarcamos no dia 16 de maio e chegamos em Joanesburgo no dia 17, duas horas depois do esperado devido a um atraso de mais de duas horas em São Paulo. Chegamos por volta das 11:00 da manhã. Trocamos alguns dólares no aeroporto depois do desembarque, há algumas casas de câmbio... o dólar havia dado uma disparada nessa época, então as cotações não eram tão legais como havia lido em alguns relatos aqui. Na Africa do Sul, eles cobram taxas para realizarem o câmbio, então o valor nunca é aquele anunciado... 1 dólar nos rendeu quase 11 rands. Fizemos a reserva do carro aqui do Brasil para ser retirado no próprio aeroporto de Joanesburgo pela Europcar. Alugamos um carro manual, visto que os automáticos são bem mais caros, mesmo sabendo da mão inglesa resolvemos arriscar e deu tudo certo. Em questões de horas já estávamos dirigindo normalmente. O valor em reais foi cerca de R$ 800,00 por 9 dias de aluguel, porém ai vai a primeira dica: PARA CRUZAR FRONTEIRAS COM O CARRO ALUGADO ELES COBRAM UMA TAXA E NÃO NOS COMUNICARAM, ESSA TAXA CHEGA A SER MAIOR QUE O VALOR DO ALUGUEL. Como em toda locadora de veículos, é feito uma cobrança (calção) no cartão de crédito, só vimos esse ROMBO, após alguns dias da devolução do mesmo. Então esse detalhe merece cuidado. Não deixe de mencionar que irá sair do país se realmente o for, pois sem uma autorização por escrito da locadora vc não cruza nenhuma fronteira. Papeis na mão e chave do carro, saímos de Joanesburgo por volta de 13:00 e já rodamos cerca de 500 km até Phalaborwa, onde havia feito uma reserva pelo booking em uma Guesthouse (seria como nossas pousadas). Porque escolhemos Phalaborwa? Porque nessa cidade tem uma portaria do Kruger Park e queríamos fazer nosso proprio safari até o camping que havíamos reservado dentro do Kruger. Chegamos em Phalaborwa já de noite e bem esgotados. O carro arriou a bateria no meio da estrada e por sorte contamos com a ajuda de algumas pessoas que estavam trabalhando em uma reforma na estrada. Ficamos no Lalamo Guesthouse e super indico. O preço foi cerca de 150,00 reais quarto privado com banheiro para duas pessoas com café da manhã ou 540 rands, quarto simples mas completinho, inclusive com uma garrafa de vinho como cortesia de boas vindas e alguns snacks tbm de cortesia. Tomamos um banho e fomos comer em um restaurante próximo. No dia seguinte cedo, o café da manhã me surpreendeu, o mais gostoso de toda a viagem, além da simpatia dos funcionários com seu belos sorrisos. Por volta das 08:30 estavamos entrando no Kruger... agora falo um pouco desse parque. Depois de uma boa pesquisada sobre o Kruger National Park (aqui no mochileiros vcs encontram muita info), optamos por ficar duas noites em dois diferentes acampamentos, o Pretoriuskop e Lower Sabien. As reservas foram feitas com cerca de 3 meses de antecedência, por ser alta temporada (inverno) e para não arriscar de chegar e ter apenas acomodações caras (reservas diretamente no site www.sanparks.org). Optamos em ficar em um Hut, uma casinha com duas camas de solteiro, ar condicionado e geladeira, com banho compartilhado, onde pagamos cerca de 50 dólares a diária. Tbm se paga uma taxa por dia por pessoa, para estar no kruger, que chega a ser quase 100,00 reais. O parque é bem organizado e logo na entrada mostramos as reservas. Recebemos tipo um folder com um recibo da nossa entrada. A tal taxa por dia é paga diretamente nos acampamentos. Existem outros tipos de acomodações nos acampamentos, mais baratos e mais caros, aí vai do gosto e bolso de cada um. Da portaria de Phalaborwa até nosso primeiro acampamento, rodamos cerca de 280 km dentro do parque, daí dá para imaginar como ele é grande. Vc começa fazendo seu próprio Safari e confesso que tivemos muita sorte, porque de cara nesse primeiro dia já vimos 3 dos Big Fives, elefante, búfalo e leão. Big Five se refere aos cinco mamíferos selvagens de grande porte mais difíceis de serem caçados pelo homem. Chegamos no Pretoriuskop já no final da tarde, pois além da velocidade permitida dentro do Kruger ser 50 km, toda hora se para para admirar uma imensidão de animais e aves. Os acampamentos são bem estruturados, com mini supermercado, restaurante e até posto de gasolina. Optamos por fazer um game drive pago que saía as 05:00 da manhã e foi graças a ele que vimos nosso quarto big five, o leopardo, um dos mais difíceis de serem vistos. Alguns preços: gasolina cerca de 5,00 reais, café da amanhã cerca de 35,00 reais para 2 pessoas, uma coca cola de um litro cerca de 7 reais. Existe tbm suvenirs para comprar, mas o preço é bem salgado e a maioria das coisas que tem dentro do Kruger, vc encontra em lojas em Cape Town e Joanesburgo. Mas é claro que se vc quiser algo com o nome do Kruger, vc deve comprar lá. Depois de dois dias incríveis e inesquecíveis dentro do Kruger, partimos para Suazilândia, aqui vai mais uma dica importante: baixe no celular o aplicativo Here, foi ele que nos ajudou com GPS off line e foi nosso salvador. Saímos do Kruger pela portaria do Crocodile Bridge e fomos em direção a Jeppe's Reef - Matsamo fronteira na Suazilândia. A imigração foi tranquila, documentação ok e fomos para a região Ezulwini Valley. Agora algumas considerações sobre a Suazilândia: o rand é bem aceito em todo o país e não foi necessário câmbio para a moeda deles. O país é pequeno e bem acolhedor, com as pessoas sempre alegres. Ficamos em um hostel de nome Sondzela Backpackers que fica dentro de uma reserva natural a Mlilwane Wildlife Sanctuary. Foi bem difícil conseguir chegar devido a obras na estrada de acesso. O lugar é incrível, mas só indico para quem estiver de carro, pois é longe de tudo e não dá para fazer nada a pé. O jantar do hostel (pago a parte) é imperdível, cerca de 23,00 reais por pessoa. A diária do hostel foi cerca de 130,00 reais sem café da manhã, quarto privativo com banheiro compartilhado. Vc já acorda nesse lugar vendo animais envolta da cerca e dentro da área do hostel, até javalís rsrsrs. Acordamos e fomos conhecer um pouco da região e tomamos um café da manhã no Malandelas Tourist Information e Internet Café, uma parada meio obrigatória para pegar mapas e tirar dúvidas em relação a passeios. Internet na Suazilândia não é algo fácil, nesse lugar por exemplo, mesmo tendo internet no nome, não estava funcionando esse dia. No hostel era vendido 200mb por 50 rands, cerca de 15,00 reais e não dava pra nada rsrs. Como ficaríamos apenas duas noites nesse país incrível, optamos por visitar uma aldeia Suázi no Mantenga Nature Reserve . Foi emocionante ver de perto um pouco da cultura e costumes desse povo tão hospitaleiro. No outro dia cedo, partimos rumo ao Soweto. Foram cerca de 5 horas de viagem e chegamos por volta das 13:00. Soweto é a sigla para South Western Townships, um dos bairros no subúrbio de Joanesburgo, cenário de importantes lutas políticas durante o regime do apartheid. O bairro nasceu sob a base do regime de segregação racial, onde os negros deveriam, por lei, viver em regiões afastadas dos brancos. O local é sinônimo de resistência e luta contra o regime opressor que os negros sofreram na Africa do Sul nesse período. Existe várias coisas para se ver e ouvir nessa região... a rua Vilakazi, a única do mundo onde dois ganhadores do Prêmio Nobel moraram. Nelson Mandela e o arcebispo Desmond Tutu dividiram muito mais do que a mesma vizinhança, eles compartilharam o sonho de viver em um país mais tolerante e com mais oportunidades para todos. Esse dia dormimos em Melville, bairro em Joanesburgo onde existe um bom comércio e restaurantes próximos. Ficamos no Grand View B&B , cerca de 160,00 reais a diária em quarto privado com banheiro com uma linda vista da cidade, com um delicioso café da manhã. No dia seguinte, fomos rumo a Botswana. O trajeto até a fronteira foi um pouco tenso, pois faltando cerca de 100 km para chegar, passamos em uma região que havia algum tipo de conflito. Não ficamos sabendo ao certo do que se tratava, apenas encontramos estradas bloqueadas com pneus pegando fogo e muita brasa no chão, e o pior é que estávamos sozinhos, não tinha mais ninguém transitando nessa estrada. Foi o único momento nessa viagem que ficamos com medo, maaaaaaas tudo deu certo e chegamos na fronteira Pionner. De Joanesburgo até a fronteira, foram uns 370 km. Para atravessar para Botswana tivemos que pagar 120 pulas, mas no local tem como fazer câmbio. Um dólar equivale a mais ou menos 10 pulas. Eles ficaram surpresos em ver nossos passaportes brasucas, não se vê brasileiros nessa região de Botswana, por isso tive dificuldade em achar mais infos. Os brasileiros quando vão para "Bots" acabam ficando no norte do país, principalmente quando vão a Zimbábue ou Zambia. Ficamos em um hostel a cerca de 10 km da capital Gaborone, no Mokolodi Backpackers. Gostamos muito do lugar, super indico. Pagamos cerca de 200,00 reais a diária... simmmm, Botswana é mais caro, como dizem, é um destino exclusivo rsrsrs mas valeu cada centavo. Esse hostel fica perto do Mokolodi Nature Reserve, onde fizemos um safári incrível por 150 pulas por pessoa, que seria mais ou menos 60,00 reais por pessoa. É claro que nem dá para comparar com o Kruger Park, pois são bem diferentes em tamanho e estrutura, mas ver aqueles animais em seu habitat natural, é sempre uma aventura. Como estávamos de carro, era fácil ir até Gaborone comprar comida e artesanatos (meu fraco rs). O hostel tinha cozinha completa e fizemos nossa própria comida... Ficamos duas noites naquele lugar e amamos, queremos voltar para conhecer as outras regiões. l Saímos de Botswana em direção a Pretória. A estrada tem muitos pedágios, mas na hora de alugar o carro fomos informados que o veículo possui um equipamento que passa pelos pedágios e depois na hora da devolução eles calculam quantos pedágios foram e vc paga juntamente com o valor do aluguel. Pretória realmente não tem nada demais, e se vc estiver com o tempo contado pode abrir mão desse destino facilmente. Mas já dentro da cidade fomos parados pela polícia que alegou que havíamos passado em cima de uma faixa amarela que era proibido... oi ??? isso mesmo, ai rolou aquela treta que li em vários relatos aqui no site, propina era o que queriam... masssss resistimos bravamente e acabamos saindo sem pagar os 500 rands que pediram. A dica é a seguinte: sempre diga que não tem dinheiro, só cartão de crédito, assim fica mais difícil deles levarem seus Rands. Durante nossa viagem fomos parados várias vezes por policiais, principalmente em Botswana, mas a única vez que pediram propina foi essa. Novamente dormimos em Joanesburgo no 84 on 4th Guest House tbm em Melville, quarto privado com banheiro e café da manhã, por 200,00 reais a diária. Excelente localização e atendimento. Gostamos muito do lugar. No dia seguinte deixamos o carro no aeroporto e pegamos um voo da Kulula para Cape Town (compramos no Brasil pela Decolar) e ficou 1.000,00 reais ida e volta para duas pessoas. Em Cape Town ficamos no The Verge Aparthotel em Sea Point, onde pagamos cerca de 830,00 reais por 5 diárias pelo booking. Atenção, esse lugar é perfeito... Um apart hotel mega bem localizado, pertinho da praia, com muitos bares e restaurantes próximos, supermercados... além do apartamento ser completo e bem decorado (é só entrar no booking e dá uma olhada), amamos o lugar e tbm super indicamos. Fizemos um passeio pelas vinículas que vale muito a pena... foi caro, cerca de 300,00 reais por pessoa, mas o passeio dura o dia todo e foram 4 degustações em diferentes vinícolas com vinhos e queijos, com direito a passeio de trem tbm degustando vinho. Dica: os vinhos na África do Sul são muito bons e baratos, custa praticamente o preço de um imã de geladeira rsrsr paguei em um bom vinho premiado cerca de 20,00 reais. Do Brasil tínhamos comprado o passeio para Robben Island, mas no dia programado o tempo não tava legal e foi cancelado, algo bem comum de acontecer por lá, vc pode trocar por outro dia ou pedir a devolução do dinheiro. Aproveitamos esse dia e fomos até a Green Market Square onde rola uma feirinha livre de artesanatos onde compramos algumas lembrancinhas. Depois passamos no supermercado e compramos comida. Não se vende bebidas alcoolicas nos supermercados, apenas em lojas próprias e por sorte havia uma bem perto do apart. No dia seguinte pegamos o Bus vermelho (City Sightseeing Cape Town), tbm perto do apart, na avenida da praia para o Cabo da Boa Esperança (cerca de 70 km de Cape Town), com o custo de mais ou menos 170,00 reais por pessoa, o passeio dura o dia todo. Primeiro eles param em Boulders Beach, praia cheia de pinguins, mas a entrada é paga separadamente, custou cerca de 15,00 reais mais ou menos, não lembro direito mas não era caro, a praia é linda e vale o preço. De lá fomos para Cape Point, onde fica o Cabo da Boa Esperança. A entrada do parque está incluida no preço do passeio. Vc pode subir a pé ou de bondinho e é claaaaro que fomos a pé, uma subida bem interessante com uma vista incrível do mar. Nesse passeio vc tbm faz uma trilha com uma vista de deixar qualquer um de queixo caído... voltamos no final do dia e aproveitamos para dar um rolezinho no Water Front , onde tem inúmeros restaurantes e lojas, se vc garimpar, consegue comprar lembrancinhas por um bom preço no local. No dia seguinte fomos rumo a Table Montain fazer a trilha tradicional a Plattew Klip Gorge, cerca de 3 horas de subida para pessoas como nós rsrsrs longe de sermos atletas... pegamos um Uber até o Cable Way onde na mesma rua se inicia a trilha... não se paga nada para subir, só se vc for de teleférico. O frio tava de lascar e o tempo ameaçava chuva a todo o momento, mas é algo que não dá para perder. Cape Town é uma cidade muito bonita e com vários atrativos. Andar de Uber por lá é uma boa pedida. É bem econômico e foi nosso principal modo de transporte. Depois de Cape Town, voltamos para Joanesburgo onde ficamos no Saffron Guest House, quarto privado com banheiro e café da manhã por cerca de 200,00 reais o casal. Tbm foi um excelente lugar e super indico, perto de tudo e bem seguro. Fomos conhecer o museu do Apartheid e despedir desse lugar tão fabuloso pois no dia seguinte íamos voltar para o Brasil. Foram 16 dias no total, bem aproveitados... E foi isso galera, até a próxima!!!!
  38. 1 ponto
    Travessia Sitio Bom Jesus / Morro do Chapéu - Travessia dos Veadeiros, Janeiro de 2019. Essa travessia vai surpreender os amantes do Trekking Por Mauro César - Trekking na trilha Dona Madalena e Silmênia Fomos recebidos por Dona Madalena uma pessoa de muita luz, responsável pelo Sitio Bom Jesus, um lugar de pura paz, tudo muito organizado e limpo, vale muito a pena visitar este lugar. Não visitamos o bosque, lugar onde dizem que é surpreendente. Igreja - Sitio Bom Jesus Entrada do Sitio - Exemplo de cuidados com o lugar Passagem pelo portal Saímos ás 11h00 do dia 25/01, percurso com nível difícil, ao longo do trecho o GPS ficou desnorteado, mostrava o caminho diferente e acusava o erro depois de vários metros percorridos, obviamente que tínhamos que seguir, confesso que o acesso foi muito complicado. Ao longo do trajeto dessa primeira etapa, a região mostra muito riqueza nas plantações de soja que sumiam de vista. Pausa para foto Sincronismo dos pássaros Botas na trilha Silmênia pulando a cerca Trekking Proteção do equipamento na hora do almoço, muita chuva Comendo mi Bora né Depois de caminhar em média uns 16 km, chegamos na casa da Miriam, onde nos recebeu de forma muito cativante, muita conversa e risos... tomamos aquele café. Olhem isso, moleque nem gosta de ovos Delicia de café Saída da casa da Miriam Será que rola uma carona? Vista do Heliporto Paredão impressiona Exuberância Trekking Sil superando limites - Nota máxima Cansado? Não apenas impressionado O percurso mais uma vez nos surpreendeu, as coordenadas nos levou por um acesso muito arenoso, sem trilha e direção, muito ingrime e perigoso, correndo o risco de sofrer algum tipo de acidente, rasgamos mata adentro e depois de muita dificuldade conseguimos encontrar a estrada que nos levasse a casa do Sr.Geraldo, estava escurecendo e tudo piorava, mas tínhamos que seguir. E assim foi, escureceu, a estrada estava nos levando ao caminho certo e felizmente por volta das 21h00 chegamos na casa do Geraldo. Logo na chegada fomos recebidos com esse licor..Será? comemorar a chegada sempre é importante. Jantamos aquela comida caseira feita pela Dona Marlene, sem comentários para essas pessoas, estávamos com muita fome, pois esse trecho exigiu muito de nós. Tudo combinado para o resgate e hora de descansar para o dia seguinte. Seu Geraldo - Saída para o segundo dia de trilha Vamos nessa!! A partida para o segundo dia de trilha foi mais cedo, por volta das 08h30m, muito estradão e por mais uma vez a natureza nos mostra seu valor, logo os papagaios fizeram seu papel. Pausa para o lanche Vista para o rio Paranã Seleções de fotos Olhando a paisagem - Muita chuva pela frente Café no bule Desce daí criatura Sejam bem vindos Pedreira, arquibancada para apreciação do lugar Serras que se perdem de vista E lá fomos nós, caminhamos bem este dia, a chuva veio com muita força, quase 4 horas de chuva intensa, e a previsão era de continuar por um bom tempo, saímos em uma mata fechada, com muitas bocainas e achamos melhor não continuar, próximo as 18h00 montamos acampamento onde pernoitamos (Hostel Curral fofo), hehe! nome adotado para aquele lugar. Hostel Curral fofo, assim foi batizado - Acampamento 2° dia Partindo para o trecho final Seleção de fotos Fonte da juventude Subidas e mais subidas, paisagens de tirar o folego, trecho final e nada de chegar na casa do Alex, passamos por entre as bocainas, pequenos rios e a vegetação úmida, assim dificultado nossa caminhada. Enfim conseguimos chegar na tão esperada casa do Alex, hehe. mais uma recepção fantástica, fizemos um lanche, café, peta caseira feita pela sua mãe e pão com mortadela, em meio a conversa Alex nos disse sobre sua trajetória e a escolha do lugar para morar. Em sua propriedade existem três cachoeiras, não deu tempo de visita-las, quem sabe em outra oportunidade. Café na casa desse camarada - Alex Vista da casa do Alex Vai entender Palmeiral Há 5 quilometros de completar o trecho final, fomos na casa da Dona Nilza, outro ponto de apoio, e mais uma vez aquele precioso café e um papo rápido. Casa da Nilsa e Virgílio - Lugar de ponto de apoio e venda de doces e Requeijão Subida para o morro do chapéu Vista panorâmica na subida do morro tão esperado Foram em média duas horas de subida, mais é subida mesmo que chega a pensar em desistir. Zé do facão No caminho encontramos essa figura, que por sua bondade nos ofereceu sua casa para descansar e nos alimentar, já era hora de completar a travessia, não tínhamos mais tempo, até porque o resgate combinado com Sr.Geraldo estava perto conforme horário combinado. Bateu uma tensão, não conseguimos contato com o mesmo, sinal de telefone péssimo, mas por generosidade ele chega para alegria dos caminhantes. Vencemos todas as diversidades. Final da travessia Em meio há tantos obstáculos, curiosidades, vistas magnificas, a travessia foi concluída com sucesso. Minha companheira de caminhada, Silmênia José Pereira superou e me encheu de alegria por essa conquista. Parabéns Sil...Essa travessia promete. Agradecimentos Tekking Brasilia - Samuel Schwaida Sr. Geraldo (Secretário de Turismo de São João da Aliança - GO) e Marlene Taralico Luan - Filho Sr.Geraldo Alex Nilza Sra.Madalena Aline Ferreira e Nara Niuma Respeite a natureza Recolha todo seu lixo. Se possível traga de volta também o de pessoas menos cuidadosas. Não abandone latas, garrafas e plásticos. Evite cortar lenha para fogueiras. Use só os galhos caídos e apague bem as cinzas. Faça sua fogueira em local descampado e longe da mata e de moitas de capim. Evite usar sabão em fontes, riachos e lagos. Monte seu acampamento afastado das nascentes. Escolha um lugar afastado para banheiro e não se esqueça de enterrar seus dejetos. Leve alimentação adequada. Evite enlatados, leite em caixa, vidros ou bebidas alcóolicas. Conheça as regras básicas de primeiros socorros e orientação na natureza. Planeje seu roteiro de viagem e deixe sempre alguém avisado sobre ele. Frequentadores da natureza têm maior responsabilidade pela preservação ambiental. Respeite e confraternize com os habitantes dos locais visitados. Não use fogo dentro ou perto da barraca. Tenha cuidado também com a vegetação. Pratique o bem!!!
  39. 1 ponto
    Olá pessoal, estou planejando um Roadtrip pelas regiões do Noroeste e Norte da Argentina, será entre os dias 21/07 até 01/08. Já estou com passagem comprada para a cidade de Mendoza, a ideia é começar por lá e ir até Jujuy. Se alguém animar me procure, até agora só fechei as passagens de avião, ainda estou estudando todos os custos e o percurso para ver se consigo fazer mesmo que não tenha companhia.
  40. 1 ponto
    EL CALAFATE 2º dia O grande dia de conhecer o gigante Perito Moreno chegou!!! Como nosso hotel era muito próximo a agencia da Hielo y Aventura, o combinado foi encontrar com o transfer para o Parque Los Glaciares lá mesmo na agência, de manhã bem cedo. Infelizmente não nos informaram que o ingresso para o parque não estava incluso no pacote e meu namorado teve que ir atrás de câmbios paralelos, já que a casa de câmbio estava fechada. Ele conseguiu trocar em um kiosko por um preço bem abaixo da cotação. Subimos no minibus da agência e partimos seguindo a Ruta 11, parando em um mirador que fica em frente ao Cerro Frias. Cerca de 1h depois, chegamos no Puerto Bajo las Sombras para pegar a embarcação que nos deixaria na Base do Perito Moreno. Toda a viagem é visualmente bem agradável. A navegação é muito bonita, você pode ter uma visão panorâmica do lado leste do glaciar por bons e frios 20 minutos. Todos sabem que é bem comum que grandes pedaços de gelo desprendam do glaciar e caia com tudo na água, por isso as embarcações não podem chegar muito perto da geleira. Por toda a cidade você verá imagens surreais do barco bem perto do gelo para divulgar as navegações, mas são todas montagens bem feitas. Essa ida foi o interessante o suficiente para que não me desse vontade de comprar o passeio da navegação. O Perito Moreno apesar de ser o 3º maior glaciar, é o único que pode ser visto bem de perto. Ao desembarcar, dividiram o grupo em espanhol e inglês e fomos direcionados para um refúgio onde guardaríamos nossas coisas. Você não é obrigado a deixar sua mochila/bolsa por lá, mas facilita bastante na hora da trilha. Esse refugio possui estrutura de banheiros, armários, mesas dentro da casa de madeira ou mesas de piquenique com visão para a geleira. Dica: LEVE COMIDA! Você estará faminto depois do trekking. Depois de um tempinho distribuíram as luvas (que são obrigatórias) para quem não tinha e começamos a caminhada para a base por dentro de um bosque muito agradável e uma praia de areia escura cheia de pedaços de gelo, onde nos foi passado informações sobre o glaciar, sua composição, história e comportamento. Demos sorte, pois no dia não chovia, não ventava e não fazia sol, clima perfeito! A expectativa só aumentava. Chegou a hora de colocar os grampões e minha outra dica é ir com um calçado que cubra os tornozelos, pois as amarras do negócio são firmes e apertadas e dependendo do estilo do calçado, vai machucar. Fui com um tênis normal, incomodou mas eu sustentei e molhou um pouco mas é recomendado ir de bota impermeável. Meu namorado, por exemplo, pisou em uma camada de gelo traiçoeira e o pé foi com tudo na água gelada! Começamos o minitrekking e... Veja por você mesmo! Não tenho palavras para explicar o quanto essa experiência foi maravilhosa em todos os sentidos possíveis, tudo é majestoso, tudo é muito lindo, interessante e especial. De certa forma, me senti naquele filme Interestrelar, uma formiguinha insignificante andando naquele monstro de gelo, não parecia desse planeta! O dinheiro vale a pena e é o ponto alto da viagem. Vi inúmeras fotos e vídeos desse passeio e nenhum chegaram perto de captar a grandiosidade e beleza do lugar, é quase como se as câmeras não fossem capazes de fazer tal registro. Enfim, vá! E vai sem medo!! Ao terminar, voltamos para o refúgio e nos deram 1h30 para almoçar e ficar explorando o lugar e depois pegamos a mesma embarcação para o Bajo las Sombras pois seguiríamos para as passarelas, onde ficaríamos por mais 1h30. O tempo começou a fechar e, como tinham poucas pessoas no parque, o ar ficou com um aspecto meio sombrio e silencioso que contrastava com o ranger do gelo se movimentando e formava uma atmosfera que me fez ter um imenso respeito por aquele lugar, até mesmo falar parecia que iria quebrar aquela magia. A administração do parque é impecável, tudo limpo e bem cuidado. Se tivéssemos mais tempo, com certeza voltaríamos para andar por mais tempo nas passarelas, lembrando que apenas o Minitrekking é feito em tempo hábil o suficiente para visita-las. Há algumas opções de trilhas, que são divididas em cores, sendo que a amarela é a mais curta e onde tem a melhor vista. Caso você não faça um dos trekkings, digo que ir apenas às passarelas é igualmente incrível. Como o tempo naquela região é bem instável, recomendo fortemente levar capa de chuva ou roupas impermeáveis. Quando estávamos indo embora começou uma chuva que só iria dar trégua dali três dias. Ao chegar na pousada, resolvemos cozinhar no quarto mesmo: omelete feio com Chandon Rosé 😁 e descansar para o próximo dia, mas por mim eu poderia morrer naquela noite mesmo, de tão feliz que estava. Ruta 11 Para quem não bebe whisky, foi servido água mesmo! P.S: Esse Chandon custou ARS 100!!!
  41. 1 ponto
    Ilha Sul de carro 07/12/2017 - Te Anau > Milford Sound > Te Anau (Parte II) (240 km 🚗) Chegamos a RaD Car Rental pouco antes das 16h30 para pegar nosso carrinho para ir a Milford Sound o quanto antes. O ideal é sair o mais cedo possível e nosso plano seria visitar o lugar apenas no outro dia, mas como a previsão para o próximo dia era de chuva, pegamos o carro e fomos logo percorrer o que fosse possível da Milford Road já que o dia é longo no mês de dezembro. A estrada para Milford Sound é linda e tem diversos atrativos no caminho para parar. Como estávamos com o tempo curto, paramos em apenas alguns dos pontos indicados e outros pontos aleatórios que decidimos na hora também. Para mais detalhes, acesse o site do DOC que contém um mapa com os atrativos da estrada. Mal começamos o caminho e já tivemos que parar devido a um rebanho de ovelhas que estavam cruzando a estrada! Seguimos caminho e paramos em pontos como o Knobs Flat que possui uma bela vista das montanhas e no Mirror Lake, que como o nome já indica, reflete as montanhas devido ao lago não sofrer muita ação do vento. Passamos na região de The Divide que foi onde terminamos o Routeburn Track uns dias atrás e seguimos caminho, subindo cada vez mais até chegar ao Homer Tunnel, um túnel que só tem 1 faixa e por isso tivemos que esperar alguns minutos até sermos liberados para atravessá-lo. Enquanto isso, ficamos observando os Keas (papagaios alpinos típicos da Nova Zelândia) e as diversas cachoeiras que se formavam com o degelo dos glaciares! Cenário lindo! Seguimos caminho rapidamente até o fim da estrada e chegamos em Milford Sound já era quase 19h e pouco fizemos lá já que não havia mais passeios de barco nesse horário e o Hommer Tunnel fecharia às 20h. Dessa forma, depois de poucos minutos ali partimos no caminho de volta a Te Anau, parando em mais alguns pontos, principalmente em um local onde havia várias flores roxas típicas da primavera/verão neo zelandês: as lupins. Ficamos ali tirando várias fotos com o sol baixando e depois seguimos sem parar muito até chegar a Te Anau. Aluguel do carro na RaD Car Rental: $NZ 304,00 (incluso 2 diárias + taxa de devolução em Queenstown) Ovelhas em Milford Road Knobs Flat - Milford Road Mirror Lake Monkey Creek - Milford Road Lupins na Milford Road 08/12/2017 - Te Anau > Milford Sound > Te Anau > Queenstown (370 km 🚗) Acordamos nesse dia e vimos que a previsão se confirmava: tempo fechado e com chuva! Até esperamos um pouco mais para ver se o tempo iria melhorar mas não parecia que isso iria ocorrer. Enfim, como não tinhamos dias sobrando, nos restou ir assim mesmo em direção a Milford Sound! Fizemos o mesmo caminho de carro que havíamos feito no dia anterior até chegar o estacionamento em Milford Sound. O tempo em Milford Sound estava ainda pior, com chuva forte e céu bastante encoberto! Fomos até o centro de visitantes e compramos o ticket para fazer o passeio de barco em uma das várias empresas do local e ficamos esperando até o horário de saída. O passeio de barco é bastante legal e deve ser maravilhoso num dia de sol. Milford Sound é conhecido por ser uma região extremamente úmida, com mais de 200 dias de chuva ao longo do ano, mas o dia que fomos estava realmente bem ruim! Durante o passeio de barco no fiorde neo zelandês, é possível ver diversas cachoeiras de todos os lados desembocando diretamente no mar! Além disso, fomos surpreendidos com um lindo grupo de golfinhos que fez a festa dos turistas! Depois ainda vimos um grupo de leões marinho em cima de umas rochas antes de seguir até uma espécie de deck onde o barco atracou e descemos para uma visita guiada sobre fauna e flora marinha. Depois de 1h nesse local, outro barco passou para nos pegar e nos levar até o ponto inicial em Milford Sound. Lá pegamos nosso carro e seguimos caminho de volta até Te Anau onde paramos para comer já que chegaríamos tarde em Queenstown. Depois de jantar em Te Anau, seguimos viagem até Queenstown no fim da tarde e ao longo da noite, chegando em Queenstown por volta das 23h. Passeio de barco em Milford Sound: $NZ 99,00 Quarto duplo no QBox em Queenstown: $NZ 120,00 Milford Sound Cachoeira e leões marinho em Milford Sound Várias cachoeiras indo de encontro ao mar em Milford Sound Mais uma cachoeira durante o cruzeiro em Milford Sound 09/12/2017 - Queenstown > Wanaka (75 km 🚗) Nesse dia me despedi do Zaney que pegou nosso carro alugado e partiu rumo ao aeroporto de volta ao Brasil. Já eu teria ainda mais 1 semana pra conhecer as belezas da ilha sul neo-zelandesa. Pegamos nossas coisas no hostel, Zaney me deu carona até o centro de Queenstown onde nos despedimos e fui dar uma caminhada pela cidade até dar a hora de pegar o carro alugado que me acompanharia por 1 semana até o final da viagem. Dei uma volta pela orla da baía de Queenstown indo em direção ao jardim botânico, dei uma volta pelo lugar e depois voltei para o centro para experimentar o famoso hamburguer da Fergburger e para fechar o roteiro gastronômico, passei na sorveteria Patagonia. De barriga cheia, fui até a loja da Apex (loja com melhor custo-benefício para aluguel de carros na NZ) buscar meu Corolla e parti em direção a Wanaka seguindo a Alpine Scenic Route que é uma estrada bastante sinuosa mas que apresenta belas vistas. Cheguei no hostel em Wanaka e conheci 2 brasileiros no hostel e combinamos de fazer a trilha de Roys Peak no próximo dia, assim partiu dormir para aguentar mais uma trilha. Aluguel do carro na Apex: $NZ 245,00 (7 diárias com seguro total incluído) Quarto compartilhado no YHA Wanaka Hostel: $NZ 36,00 Baía de Queenstown Jardim Botânico de Queenstown Mirante Arrow Junction na estrada Crown Range entre Queenstown e Wanaka Lupins na estrada Crown Range a caminho de Wanaka 10/12/2017 - Wanaka - Trilha Roys Peak (16 km 🚶‍♂️) Esse dia me juntei a outros 2 brasileiros que conheci no hostel e fomos fazer a famosa trilha Roys Peak. Pegamos o carro e antes de ir até a trilha, passamos na orla do lago Wanaka para conhecer a famosa árvore que fica dentro do lago, também conhecida como #ThatWanakaTree. Quando chegamos, havia vários fotógrafos por lá e alguns casais orientais fazendo mil poses! Ficamos um tempo lá e então partimos para o início da trilha de Roys Peak que fica a apenas uns 5 km do centro de Wanaka. A trilha para Roys Peak é bem cansativa já que é uma subida de mais de 1000 metros de elevação e o caminho tem vários trechos bem íngremes. No entanto, a vista é cada vez mais incrível a cada passo que se dá. Existem 2 pontos principais na trilha: um mirante quando já se subiu mais da metade do caminho e um último mirante onde tem uma mini casinha. Paramos no 1º mirante para descansar, comer e tirar fotos. Depois seguimos caminho até o topo onde também aproveitamos pra descansar e tirar fotos! A visão no topo com as montanhas, o lago Wanaka e a cidade ao fundo era espetacular! Uma das vistas mais lindas da viagem! Depois de umas 4h fazendo esse caminho (contando paradas), começamos a descer. A descida foi bem mais tranquila e levamos menos de 2h para chegar ao estacionamento, pegar o carro e voltar ao centro da cidade. Quarto compartilhado no YHA Wanaka Hostel: $NZ 36,00 #ThatWanakaTree Panorâmica desde Roys Peak Vista desde Roys Peak Eu e a vista durante a trilha Roys Peak 11/12/2017 - Wanaka > Rob Roy Glacier > Wanaka (110 km 🚗) + Wanaka > Glentanner (Mount Cook) (185 km 🚗) Hoje o dia seria longo, então levantei cedo, fui na cozinha coletiva do hostel preparar meu café da manhã reforçado e um lanche pra levar, e então peguei o carro em direção ao Rob Roy Glacier. O caminho para o Mount Aspiring, onde fica o Rob Roy Glacier, tem aproximadamente 50 km. No entanto, boa parte dele é feita em estrada de terra/rípio, o que faz com que se demore muito mais para chegar ao destino (pelo menos 1h de estrada). Além disso, principalmente no fim do caminho, existem várias poças ou riachos que atravessam a estrada que tornam a direção mais complicada. Inclusive, faltando uns 2 km até o início da trilha, havia vários carros parados antes de uma poça que parecia funda, dessa forma, resolvi estacionar ali também por garantia e seguir a pé desde esse ponto. Os 2 kms adicionais de caminhada foram ótimos pois era uma caminhada num vale lindo, com um visual com cachoeiras, rios e ovelhas numa paisagem super verde típica da Nova Zelândia. Chegando ao início da trilha, atravessa-se uma ponte suspensa e inicia-se a caminhada de aproximadamente 5 km até o glaciar Rob Roy. O dia estava bastante nublado e chegava a cair uma garoa em alguns momentos, mas segui até encontrar o glaciar, onde se tem uma vista incrível com as geleiras no topo da montanha e várias cachoeiras formadas pelo derretimento do gelo. Após uma pausa no glaciar para descanso, fiz o caminho de volta e ganhei uma carona de um ônibus escolar até o lugar onde havia deixado o carro. Chegando no carro, fiz um lanche e segui caminho de volta a Wanaka, parando ainda no Diamond Lake onde fiz uma caminhada em redor do lago e subi até uma plataforma para ter uma visão aérea da região. Voltei pro carro e segui viagem a Wanaka. Como ainda teria um longo caminho até chegar a Glentanner (quase 200 km de estrada), resolvi ir no mercado em Wanaka para comprar mantimentos para os próximos dias e também passei numa Domino´s Pizza para comer algo já que sabia que não teria como comer nada no horário que ia chegar no hostel. Saí de Wanaka já no fim da tarde e peguei boa parte da estrada no escuro (o que me privou de ter uma prévia do visual do Lake Pukaki e do Mt Cook). Cheguei no hostel em Glentanner por volta das 22h, minha chave ficou num box já que a recepção já estava fechada, fui na cozinha coletiva guardar a comida que havia comprado na geladeira e acabei conhecendo um outro brasileiro e combinamos de ir juntos ao Mt Cook no próximo dia. Quarto compartilhado no Glentanner Park Centre: $NZ 40,00 Rio Matukituki próximo do início da trilha ao Rob Roy Glacier Cachoeira e o Rob Roy Glacier Rob Roy Glacier Vista do alto do Diamond Lake e montanhas 12/12/2017 - Glentanner > Mount Cook > Glentanner (50 km 🚗) Esse dia ao acordar, pude ver com o céu claro o lugar lindo que estava! Era possível ver um pedaço do Lake Pukaki e ao fundo a cadeia de montanhas de Mount Cook! Tinha combinado com o Rodrigo na noite anterior em levantarmos por volta das 8h e assim fizemos. Fomos nos arrumar, tomar um café da manhã na cozinha coletiva e pegamos o carro rumo ao Mount Cook. Dirigimos cerca de uns 25km até o estacionamento para fazer a trilha mais famosa do Mt. Cook: Hooker Valley Track. Essa foi uma das trilhas mais lindas que fiz na Nova Zelândia e é super fácil já que o caminho é quase todo plano e são apenas 10 km ida e volta. Durante todo o caminho é possível ver o Mount Cook ao fundo e ele vai crescendo na paisagem cada vez que se anda até o momento que se chega no Hooker Lake, um belo lago de degelo do Mount Cook e do glaciar Hooker, contendo até pedaços de iceberg flutuando! O Glaciar Hooker é gigante e as fotos não passam a real dimensão do lugar! Depois de pelo menos 1 hora contemplando o Mount Cook, começamos o caminho de volta e decidimos fazer outra trilha pequena já que tinhamos tempo sobrando: a trilha ao mirante Kea Point. No ponto final, é possível ver o Glaciar Mueller. Uma pena que muitas cinzas encobrem o glaciar e não é possível ver aquele azul tradicional de glaciares, mas mesmo assim é uma vista linda que vale a pena! Voltamos ao estacionamento para pegar o carro e dirigir uns 10 km para fechar o dia fazendo o passeio ao Tasman Glacier. A caminhada até o ponto onde se tem a vista panorâmica do Lago e Glaciar Tasman é relativamente rápida apesar de ser em subida. Mas o esforço vale a pena com a visão incrível de mais um lago rodeado por montanhas com seus picos nevados e o imenso glaciar! Depois de um dia que rendeu tanto, voltamos para o hostel onde o Rodrigo me deixou e seguiu viagem já que ele dormiria em outro lugar. Depois de um dia com tantas atividades, apenas me restou tomar um banho, comer algo e passar o restante do dia descansando antes de ir para cama dormir. Quarto compartilhado no Glentanner Park Centre: $NZ 40,00 Hooker Valley Eu pequenino no canto inferior direito, o Mount Cook, o lago e o glaciar Hooker Glaciar Mueller e Mt Cook visto do Mirante Kea Point Tasman Glacier 13/12/2017 - Glentanner (Mount Cook) Os planos do dia era voltar ao Mount Cook para fazer a trilha até o Mueller Hut. No entanto, a chuva chegou forte na região e não parou por um segundo. Como eu já tinha reservado a diária no hostel antecipadamente, acabei tirando esse dia pra descansar e comer bem para repor as energias que já estavam acabando junto com a viagem pela Nova Zelândia. Pra não deixar essa data sem fotos, seguem outras fotos do belo Mount Cook... Quarto compartilhado no Glentanner Park Centre: $NZ 40,00 Estrada para Mt Cook Peter's Lookout - Mirante na estrada a caminho do Mt Cook 14/12/2017 - Glentanner (Mt Cook) > Arthur's Pass (Lake Pukaki + Lake Tekapo + Castle Hill) (400 km 🚗) Esse dia seria longo no sentido que teria que dirigir em torno de 400 km desde Glentanner (Mt Cook) até Arthur's Pass (última parada antes do fim da viagem). Apesar de ter que dirigir muito, a ideia seria ir parando em vários pontos no caminho para conhecer algumas atrações da região, sem contar que apenas o ato de dirigir pela Nova Zelândia já é um passeio turístico. 😃 Saí cedo de Glentanner e segui caminho sempre margeando o imenso Lake Pukaki. Parei em um determinado ponto na estrada num mirante (Peter´s Lookout - foto acima) onde era possível ver o lago Pukaki com o Mt Cook ao fundo. Uma paisagem linda, pena que ainda estava bastante nublado naquele começo de manhã. Segui caminho e parei novamente em outro mirante (Lake Pukaki Viewing Point) quando já havia entrado na estrada Twizel-Tekapo. Como já estava um pouco mais tarde, o céu já tava começando a abrir e o sol a bater no lago, deixando a paisagem mais bonita. Voltei pro carro e dirigi em direção ao Lake Tekapo. Chegando em Tekapo, fui direto para o observatório de Monte John para ter uma vista do alto do Lake Tekapo. Nesse lugar é feito passeios noturnos para tour astronômico, mas como fui durante o dia, o jeito foi só contemplar a vista 360º do lago. Depois de um tempo tirando fotos, andando pelas trilhas e após um lanche, segui caminho em direção ao centrinho de Tekapo mas ainda parei em um ponto na estrada onde havia várias lupins (a flor que lembra lavanda e que é atração nessa época de novembro a dezembro na Nova Zelândia). A paisagem com as lupins fica ainda mais incrível! Segui caminho e ainda parei no centrinho de Tekapo para ter uma outra visão do lago. Fiquei impressionado com a diferença visual da cor do lago já que no alto do observatório, o lago era de uma cor azul forte e na base do lago se via o lago de um verde esmeralda incrível. Com tanta coisa pra fazer no dia, acabei esquecendo de parar na famosa Igreja do Bom Pastor (Church of good Shepherd). É uma igrejinha super conhecida e muito fotografada principalmente durante a noite ao fazerem o passeio do stargaze. Como fiquei bastante tempo em Tekapo, tive que me controlar nas próximas paradas já que só tinha feito 100 km dos 400 km, portanto ainda tinha muito asfalto até o destino. Para o caminho ser mais interessante, decidi ir pela estrada chamada Inland Scenic Route, o que se revelou uma ótima escolha porque o caminho realmente foi lindo em quase toda sua totalidade. Entre vários pontos interessante nesse caminho, resolvi parar em Mount Hutt nas margens do Rio Rakaia para fazer um lanche e esticar um pouco as pernas caminhando por um pedacinho da Rakaia Gorge Walkway. Depois de uma horinha por ali, segui viagem até Sheffield onde saí da Inland Scenic Route para pegar finalmente a linda West Coast Route, estrada que me levaria até meu destino final: Arthu's Pass. Essa estrada tem vários lugares lindos para parar e foi difícil de me segurar para não parar em cada placa que via na estrada, mas segui caminho parando apenas em Kura Tāwhiti na cidade de Castle Hiil. Essa atração é famosa pelas grandes rochas de limestone que se encontram espalhadas pelo local e há uma trilha demarcada para andar em torno dessas formações. Após percorrer essa trilha, voltei pro carro e percorri os últimos 50 km até chegar ao hostel em Arthur's Pass. Cheguei já no fim do dia e a recepção já estava fechada, portanto peguei minha chave num envelope e fui ao quarto deixar minhas coisas para então ir até a cozinha preparar algo para comer já que nesse horário já não havia mais nada aberto na região. Quarto compartilhado no Arthur's Pass YHA: $NZ 33,00 Lake Pukaki e Mount Cook visto do mirante do Lake Pukaki (Lake Pukaki Viewing Point) Lake Tekapo e montanhas visto do Mt John Observatory Lupins e montanhas na região de Tekapo Lake Tekapo visto desde o centro da cidade de Tekapo Rio Rakaia - Rakaia Gorge Walkway Kura Tāwhiti - Castle Hill 15/12/2017 - Arthur's Pass - Trilha Bealey Spur Track (12 km 🚶‍♂️) Na noite anterior havia feito amizade com uma alemã que também estava viajando sozinha e estava no mesmo quarto do hostel e combinamos de fazer a trilha mais famosa de Arthur's Pass: a Avalanche Peak. No entanto, o dia estava bastante encoberto e ao ir no posto de informações turísticas, não nos recomendaram subir a Avalanche Peak pois seria perigoso devido ao mau tempo e sugeriram irmos um pouco mais ao sul e fazermos uma outra trilha: a Bealey Spur Track. Dessa forma, pegamos o carro e dirigimos em torno de 15 km até o início da trilha Bealey Spur. A indicação na placa dizia que seriam 6 km de caminhada até o histórico Bealey Spur Hut e que levaria em torno de 2h30m já que o caminho é feito basicamente em subida (apesar de a subida não ser tão íngrime). Fomos andando a trilha que inicialmente era mais fechada e com bastante árvores e com o tempo foi ficando mais aberta, possibilitando a ter uma vista mais panorâmica da região. Chegamos ao hut e aproveitamos para descansar um pouco e comer algo. Durante esse momento, encontramos um neozelândes de Christchurch que havia vindo tirar uns dias de folga com sua mãe e nos recomendou seguir caminho até o topo da montanha para ter uma visão 360º e assim fizemos. Foram mais uns 40 minutos de caminhada numa trilha não muito bem demarcada mas ao final chegamos ao topo onde se tem uma visão espetacular do rios Bealey e Waimakariri com as cadeias de montanhas ao redor. Depois fizemos o caminho de volta pela mesma trilha que subimos. Gastamos em torno de 6 horas em todo o percurso mas o fizemos com bastante calma, parando algumas vezes e descansando sem pressa. Retornamos para o centro de Arthur´s Pass e o tempo estava fechado e com uma garoa chata, assim decidimos apenas ir a um restaurante próximo ao hostel e ficamos lá repondo as energias já que o dia não estava convidativo para passeios ao ar livre na região. Depois voltei ao hostel e preparei meu mochilão para já deixar tudo pronto já que o próximo dia seria o de pegar o avião de volta ao Brasil. Quarto compartilhado no Arthur's Pass YHA: $NZ 33,00 Arthurs Pass National Park No começo da trilha Bealey Spur Olhando um vale durante a trilha ao Bealey Spur Vista do topo do Bealey Spur Track 16/12/2017 - Arthur's Pass > Aeroporto Christchurch (140 km 🚗) Esse dia acordei cedo e fiquei triste em ver o dia lindo que havia amanhecido e não poder fazer o desejado trekking ao Avalanche Peak. Como não tinha muito tempo, antes de partir decidi fazer uma trilha fácil que leva até a cachoeira Devil's Punchbowl. Foi uma trilha fácil até chegar a grande queda d'água. Voltei para o hostel e peguei o carro em direção ao aeroporto de Christchurch. Como tinha bastante tempo ainda, fiz algumas paradas na estrada quando via alguma paisagem que me interessava. Em uma delas, vi várias lupins e não resisti a tirar mais fotos dessas flores! Segui caminho e parei depois em frente ao Lake Lyndon apenas para tirar umas fotos e continuei dirigindo e fiz uma última parada no Cave Stream Scenic Reserve onde fiz umas trilhas pelo lugar. Lá também havia uma trilha que passava numa espécie de túnel subterrâneo que parecia interessante de percorrer, mas acabei não fazendo porque não queria correr risco de me molhar e sujar já que teria que pegar um longo voo de volta ao Brasil em poucas horas. Saí de lá e depois apenas segui caminho e parei em um supermercado Countdown para comprar vários chocolates Whittaker's para trazer pro Brasil e então entreguei o carro na loja da Apex e peguei um transfer gratuito da Apex que me deixou no aeroporto de Christchurch onde começou minha saga de volta ao Brasil. Segue abaixo um pequeno resumo de deslocamento até chegar em casa: Carro: Arthur's Pass > Christchurch Voo: Christchurch > Auckland Voo: Auckland > Buenos Aires Voo: Buenos Aires > São Paulo Ônibus: São Paulo > Santos Devil's Punchbowl Falls Lupins, rio e montanhas Lake Lyndon Cave Stream Scenic Reserve
  42. 1 ponto
    Quando faltam 12 meses para o meu passaporte vencer, eu já dou entrada num novo, justamente para evitar estas dores de cabeça, de você não conseguir entrar em algum país pois ele exige validade superior que os outros.
  43. 1 ponto
    Fernando, sua colocação é bem interessante, e esse sentimento de medo é mais do que normal. Depois de 10 anos mochilando sozinha por aí, uma das principais coisas que aprendi é que o medo não pode impedir a gente de fazer nada. É claro que hoje muitas das coisas que me preocupavam no começo viraram banais, mas ainda assim existem algumas situações que ainda causam medo. Muita gente me diz que não sabe como eu tenho coragem de sair por aí sozinha, mas a verdade é que medo todo mundo tem em algum momento, a questão é só não deixar de fazer o que se quer por causa dele Mas falar assim é fácil... a dica que dou para quem está começando é que leia o máximo possivel sobre como é a rotina de uma viagem assim, leia a experiência de outros viajantes, leia tudo que você puder. Quanto mais você planejar, mais segurança você vai sentir. E não espere que em algum momento depois de ter lido tanta coisa você vá sentir que estará pronto, provavelmente vocÊ não vai sentir isso, mas você tem que ir mesmo assim!
  44. 1 ponto
    Informações: - Temperatura extrema: -7º C; - Temperatura de conforto: +3º C; - Enchimento: hollow-fiber siliconizado; - Enchimento externo: nylon ripstop 210T; - Enchimento Interno: polycotton (algodão com poliéster); - Dimensões incluindo capuz (A x L x P): 230 cm x 80 cm x 55 cm - Dimensões quando armazenado (A x L x P): 20cm x 40cm x 40cm; - Peso Aproximado: 1,7 Kg - Fitas compressoras (2); - Redutor de volume (no saco de transporte). Pontos positivos: - Tecido de boa qualidade (tanto externo quanto interno); - Acabamento e costuras excelentes; - Bastante acolchoado; - Bastante espaçoso (tanto na altura quanto largura); - Bastante confortável (mesmo sobre isolante EVA); - Possibilidade de regular temperatura dentro do saco (por meio das fitas); - Pequeno bolso interno; - Acolchoamento cobre até o zíper (impedido entrada de vento); - Ziper lateral com 2 fechos; - Possibilidade de reduzir o volume em até 40% (quando no saco da embalagem); - Mais barato que outras marcas renomadas. Pontos negativos: - Ziper é apenas lateral (a abertura vai somente até a canela/tornozelo); - Ziper impede abertura completa em “envelope” (cobertor); - Saco grande comprido e largo para pessoas pequenas; - Saco relativamente pesado (quando comparado a outros); - Saco ocupa bastante espaço na mochila, embora seja possível reduzir em até 40% o volume; - Estigma e preconceito. Resumo: o saco de dormir Nautika Antartik é muito bonito, tem excelente acabamento e costuras, o que me passou bastante confiança desde o primeiro contato. Quando entrei no saco pela primeira vez, logo percebi que era bastante espaçoso (tanto verticalmente quanto lateralmente), além do tecido confortável que dava uma boa sensação tátil (mesmo sobre o chão). Mesmo tendo 1,85 metros e 83kg, ainda restou espaço na região dos pés, sendo que eu podia virar com bastante mobilidade. Portanto, para quem é alto tenho certeza que esse saco atenderá muito bem, talvez seja uma boa também para pessoas mais gordinhas. Já para as pessoas menores e magras, cabe ao indivíduo julgar as vantagens e desvantagens que mencionei. Uma pessoa de 1,60 metros e 60 Kg irá “nadar” dentro do saco, poderá girar de um lado para o outro, o que lhe dará bastante conforto e mobilidade. No entanto, o saco é bastante pesado (1,7Kg), ocupa um espaço considerável na mochila (20cm x 20cm x 40cm), embora seu volume possa ser reduzido em até 40% por meio de fitas no saco de transporte. Embora o saco tenha um zíper lateral que não permita sua abertura em formato de “envelope” (como um cobertor retangular), é possível utilizar os fechos e as fitas compressoras como forma de controle da temperatura interna. Por exemplo, se a temperatura interna estiver elevada, é possível abrir apenas uma parte do fecho inferior e a fita de compreensão do tronco, o que aumentará a circulação de ar dentro do saco. Em outras palavras, a boca do saco é larga, tem fitas compressoras tanto para o tronco quanto para o capuz, e isso ajuda na regulagem da temperatura junto com fechos superior e inferior. Entretanto, como dito, os pés sempre permanecerão cobertos, o que pode ser desagradável para pessoas calorentas e bom para pessoas friorentas que sintam frio nos pés. Cabe destacar que na noite que utilizei o saco foi uma das noites mais frias da cidade e região: acampamos no pé de uma serra, temperatura por volta de uns 15º ou talvez menos na madrugada. Nessa noite, para testar o saco, dormi sem isolante térmico, apenas de camisa e short e não senti frio algum. Como comparação, um amigo estava com o saco de dormir da Nautika Viper, em outra barraca, sobre isolante EVA e, na caída da madrugada, precisou vestir blusa de frio. Finalizando, acredito que a Nautika sofra algum estigma e preconceito, porque tudo leva a crer que o modelo Antartik é tão bom quanto outros sacos renomados.
  45. 1 ponto
    Paris - 1º dia Roteiro: Arco do Triunfo e Torre Eiffel Desembarquei no aeroporto Charles de Gaulle às 8h00 da manhã (ainda tava tudo escuro), e na saída já comprei o Paris Museum Pass e o Paris Visite Pass no ponto de informações turísticas. Segui as placas “Paris by train” até chegar na estação do trem que me levaria pra Gare du Nord (€9,50 o trecho caso eu não tivesse comprado o passe de transporte). Ali já tive meu primeiro perrengue: tinha 2 trens parados, com gente entrando em ambos, então a tática de seguir o fluxo não se aplicava, e eu não achava de jeito nenhum a indicação do sentido do trem, que segundo o que eu tinha lido era pra ser “Robinson”. Arrisquei e entrei em qualquer um, e já lá dentro, olhei as próximas estações e vi que estava no sentido certo. Claro, confirmei com umas três pessoas antes de me sentar. Estampei a faixa de turista perdido naquele momento, mas os franceses foram muito simpáticos. Primeira impressão positiva. No trem, tomei um baita susto. Estava eu, sentado e observando boquiaberto aquelas casinhas de filmes, sem acreditar que eu estava realmente ali, quando de repente, escuto um barulhão atrás do meu banco. Era um músico, com sua caixa de som e acordeão, se preparando pra entreter os passageiros durante a viagem. Tudo muito bonito, mas além de eu não ter moedas naquele momento, não pude me dar ao luxo de contribuir em euro. A viagem até a estação Gare du Nord demorou aproximadamente 30 minutos Chegando na estação, uma senhora simpática já prevendo que eu me perderia assim que eu descesse do trem, me ajudou a chegar na saída certa. Deixei minhas coisas no hostel, peguei um mapa do metro, rodei e rodei perdidamente até achar a linha de metrô que me levaria para o meu primeiro ponto turístico: Arco do Triunfo: de graça aos domingos, então não precisei usar o Paris Museum Pass! Não esquecer que, para atravessar aquela rotária maluca, usar a passagem subterrânea que tem lá. Completamente sem fila para entrar, e sinceramente achei que a subida ia ser pior (a pior, disparada, é pra subir a Notre Dame). Do alto, tive minha primeira vista de Paris, e claro da Torre Eiffel, além da região da La Defense e a Sacre Couer. Foi aqui, que tive tbm o primeiro contato com um grupo de excursão asiático, que literalmente ocupou todos os espacinhos livres que tinham lá em cima! Torre Eiffel: Como ainda era por volta das 13h, e o meu ticket de entrada era só às 15:30, resolvi ir andando até lá. Chegando no trocadero, comi por lá mesmo (eu sei que é abominável comer perto das atrações, mas não teve jeito, não tinha comido nada até aquela hora) pedi um lanche (que não estava muito bom) que custou €4,50, entreguei pro vendedor uma nota de €5,00, e fiquei esperando, em vão, o meu troco. Um rapaz, ao ver a cena e minha cara de interrogação, me disse que é costume essa prática de pegar o troco pra eles. OK, então. Não quis causar e deixei por isso mesmo. A torre superou e muito as minhas expectativas, ela é muito maior e muito mais bonita do que parece nas fotos. Só que, aquela quantidade de ciganas te enchendo o saco perguntando “Do you speak English?”, e africanos querendo te vender miniaturas da torre, irrita qualquer um. Mesmo que eu não dava bola nenhuma e nem olhava na cara, eles insistiam muito! Na hora marcada, fui pra fila, e aguardei um pouco até conseguir pegar o elevador pro 2º andar. No segundo, mais fila pra subir pro 3º, e no 3º, uma fila pra descer que demorou mais de 1hora. Avisos para ter cuidado com os “pick-pockets” em vários lugares me deixou um pouco inseguro lá em cima. Sem dúvida, vale a pena comprar pra subir até o topo. O restante do dia foi destinado à "apenas" apreciar a Torre, fiquei um bom tempo por lá. Aquele foi o dia mais frio que eu peguei em Paris e somado ao meu cansaço da viagem, fui pro hostel descansar umas 20h. O que eu faria diferente numa próxima viagem: Pra essa época do ano, acho que o melhor seria ter agendado pra subir na Torre um pouco antes, por volta das 14:30, já que começa a escurecer mais cedo, e vc tem que considerar o tempo necessário pra chegar até o topo. Por favor, me digam o que estão achando, se está muito detalhado, detalhado de menos, se querem alguma informação específica, etc! Conforme eu for lembrando de alguma coisa, vou atualizando os posts! Algumas fotos!
  46. 1 ponto
    RELATO VIAGEM GRÉCIA - Setembro 2012 1º Dia Chegamos em Atenas após passar pelo aeroporto de Madri e pegar um vôo pela Ibéria. Quando cheguei tive a triste surpresa de terem arrebentado o meu cadeado da mala e a moça da Ibéria me disse que isso era normal por questões de segurança, o detalhe é que essa “segurança” não se aplicava a todo mundo. Reclamei quando voltei ao Rio, mas não creio que irão me reembolsar. Então primeira dica, plastifiquem suas malas. Ficamos no hotel Filoxenia, horrível para dizer pouco, não fiquem lá por nada, o local da medo e o hotel é sujo. A noite pegamos o metro (1,40 euros) e fomos para o centro de Atenas onde tomamos um vinho muito bom ao som de músicos locais. Tudo acompanhado por um prato de peixe maravilhoso também. Outra dica também não fiquem perto da praça Omonia pois é um lugar de meretrício segundo me informaram. O metro não tem roletas então não esqueçam de validar o ticket nas maquininhas porque se te pegarem a multa é alta. 2º Dia De manhã fomos de metro para o porto de Pireaus em Atenas pegar um catamarã para Mykonos. As 15:00h pegamos a Sea Jets, pois era a melhor opção no horário. Compramos na hora mesmo sem problemas (52,90 euros). Na ida paramos rapidamente nas seguintes ilhas para pegar e soltar passageiros (não se pode descer do barco): Cyros e Paros. Deu para tirar umas fotos do barco. Já em Mykonos alugamos um carro (40 euros), mas tinha opção de motos e quadriciclos, todos necessitando apenas da carteira de motorista brasileira. É muito ruim ir para lá sem estar de carro, não há muita opção de locomoção. Ficamos no hotel Despotiko, o melhor da viagem, diária de 60 euros quarto duplo, hotel muito bom. A noite fomos a pé conhecer a cidade e paramos em um restaurante onde também comemos um prato maravilhoso e novamente, fazer o que rsrs, outro vinho! A ilha é muito freqüentada por grupos GLS o que de um modo a torna animada a noite, com seus bares fervilhando e muita gente na rua. 3º Dia De manhã em Mykonos fomos as de Paranga (não é bonita). Em Psarou ficamos mais tempo, pegamos um sol e pagamos 5 euros para sentar nas cadeiras que ficam na praia. Fomos almoçar na praia de Paradise (a melhor sem dúvida, comida boa barata, cadeiras de graça e tão bonita quanto Psarou). Lá almoçamos e depois tomamos um banho, também de graça, e partimos para o porto para ir para Santorini. Pegamos o Sea Jets das 15:45 para Santorini por 52,40 euros. O barco parou em Paros para embarque e desembarque de pessoas. Quando chegamos em Santorini vimos as falésias da ilha, que visão! Lá alugamos outro carro, de novo iria ser muito ruim sem carro lá (40 euros). Ficamos no hotel Holiday Beach Resort – modesto, boa piscina e pessoal atencioso, essa foi a dica do rapaz que alugou o carro para a gente, pois ficar em Oia ficaria muito caro. Um alerta, que também, infelizmente, acontece aqui, quando for abastecer o carro preste atenção na hora para ver se realmente o combustível foi colocado. 4º Dia De manhã fomos para Oia passear tirar fotos e comprar umas lembranças, comprei um brinco de prata muito lindo, os preços competem com os do Brasil. O lugar foi o mais lindo que eu já vi na vida! É realmente imperdível!!! Parece que você está num filme grego, coisa de sonho, essa ilha com certeza não pode deixar de ser visitada! Tomamos o café grego sem filtrar, vou confessar que não gostei, encheu minha boca de pó... enfim provei né?! Uma dica é sair da rua principal de Oia e fazer as compras nas ruas mais afastadas pois é mais barato. Pegamos o Sea Jets as 18:10h para Creta (49,50 euros) esse barco era maior pois era um ferry boat e também ia um pouco mais lento, mas era também muito mais bonito com dois andares e mesinhas além das poltronas. Em Creta ficamos no hotel indicado pelo taxista, hotel Pasiphae, realmente não foi caro, o hotel era bom, só o colchão era ruim. Tinha comercio próximo e o pessoal do hotel era atencioso. O taxista foi muito simpático, e também faz tour pela cidade, tem que combinar o valor, Dimitri telefone 0030/6981 715 184 – 6942 226 393. 5º Dia Dimitri fez um tour pela cidade de Creta conosco, paramos na igreja ortodoxa da cidade, muito bonita. Depois fomos para Knossos o palácio conhecido por ter o labirinto do Minotauro (entrada 6 euros), que na verdade é o próprio palácio. Pagamos um guia em espanhol, que foi ótimo pois ele explicou várias coisas do lugar, seus mitos e historias. Essa visita vale muito a pena. As 18:15h pegamos um avião e voltamos para Atenas em 50 minutos pela Aegean (111,00 euros) 6º Dia Durante o dia em Atenas visitamos o museu Nacional Arqueológico (7 euros a entrada) e depois fomos até Acropolis (12 Euros a entrada que dava direito a ir ao templo de Zeus). Apesar de chover muito a visita foi inesquecível. Para subir lá pegamos o “trenzinho” que passa pela cidade e cobra 5 euros, vale a pena pois é uma subida e tanto. Depois fomos ao museu Acropolis (10 euros) que foi bonito também, mas eu preferi o Nacional Arqueológico. Tinha uns passeios pagos pela cidade e pelos centros históricos, mas se você não tem medo, tem um mapa na mão, acho que é mais interessante ir sozinho mesmo. Tivemos muita sorte porque não pegamos tumulto na rua, tudo foi tranqüilo. Nas ilhas não existe crise, vá sem medo. A Grécia está muito barata mesmo, se come bem, se vê coisas lindas, o povo é acolhedor e alegre, fazia um tempo quente, tudo perfeito. Não fomos com reservas nos hotéis nas ilhas, isso não foi boa idéia, poderíamos ter pago menos em hotéis melhores. No dia seguinte voltamos para o Brasil. A viagem foi fantástica, porém vai mais uma dica, sempre escolha bem a companhia de viagem, isso faz toda diferença, mas a gente aprende com os erros.
  47. 1 ponto
    Galera. Cheguei do Marrocos!!! Foi SHOW a viagem. Muito divertida e curiosa! Posso dar-lhes algumas dicas de transpostes: AVIÃO: Para mim é o melhor meio de se chegar ao Marrocos, por ser rápido e barato. Eu cheguei de Veneza e voei pela Myair (custou uns 70 euros e em 1h40 já estava em Casablanca) No aeroporto de Casablanca tem estação de trem que te leva até o centro. De outros lugares da Europa também tem vôos baratos, como Madrid ou Londres para Marrakech ou casablanca, pela Easyjet (até uns 40 euros com antecedência). No aeroporto de Marrakech você pega um ônibus que passa a cada 1/2 hora e te deixa ao lado da Praça Jema El Fna. Moleza! TREM: Para se locomoverem dentro do Marrocos não tem outra. É o trem mesmo! Seguro e eficiente, faz ligação entre as principais cidades. Não tem como comprar pela internet, mas tb não precisa. Para ficar mais tranquilo, basta você comprar a passagem de saída assim que vc chegar na cidade ou então dá um pulinho de táxi na estação e compre 1 dia antes. Isso só para ficar mais tranquilo, pois é possível comprar passagens na hora. 1ª e 2ª classe: Os trens lá tem 2 classes. A 2ª classe tem poltronas confortáveis mas não são numeradas e as pessoas podem viajar de pé. Sendo assim, as vezes fica difícil de encontrar um lugarzinho (e lembre-se que vc estará com uma mala ou mochila pesada). Mesmo que você consiga sentar, vai acabar constrangido com a quantidade de senhoras de idade e crianças e mais crianças de pé, com malas, etc, ao seu lado. Se não quiser ceder o seu lugar não se preocupe, pois eles não estão acostumados com isso. Sendo assim, eu recomendo a 1ª classe. É pouca coisa mais cara, mas vc vai com lugar marcado e ninguém de pé. E ainda passa um carrinho vendendo lanchinho. ÔNIBUS: Não utilizei muito. Exceto em Marrakech, onde você pode pegar um ônibus para o aeroporto. Ele leva cerca de 20 minutos é custa 2 euros. TÁXI: Pode usar a vontade. Custa barato demais!!! P.exemplo: uma corrida da estação de trem até o seu hotel vai custar o equivalente a 3 euros no máximo. As corridas de um ponto a outro da cidade custam em geral cerca de 2 euros. Eles são em geral Fiat Uno ou Clio, são sempre carros pequenos (Em Casablanca e Fez são vermelhos e em Marrakech são bege). Não pegue os Mercedões, estes vão para fora da cidade e são caros. Mas ATENÇÃO: SEMPRE que entrar num táxi, mande o motorista iniciar o taximetro. Sempre faça isso, mesmo que pegue o taxi na estação de trem. Eles sempre vem com conversa de que na estação é outro preço. Então basta vc sair e pegar outro. Enfim, transporte não é problema no Marrocos!
  48. 1 ponto
    Verônica, Vários Mochileiros comentam sobre os pacotes dessa agência pelos site nos mundo todo. Acho que o custo-benefício eh muito bom. Na verdade, nos passamos a segunda noite no deserto. A primeira noite foi em um hotel bem simplesinho, perto da Gorges of Dades, que eh uma bela paisagem também.. O Hotel era bem simples, com chuveiro quente. O jantar estava incluso. Pelo que me lembro o nome dos lugares eram: Ben Ait Hadou, Gorges of Todgha, Gorges of Dades e Merzouga. Com relação a ida às Medinas, sugiro pegar um Petit Taxi. Eh baratinho e você ganha tempo. Para a Medina de Fes, sugiro vc pegar um guia. A Medina é muito grande e dá pra se perder fácil por lá. Dicas extras: cuidado com fotos das pessoas. Ou o marroquinho vai te cobrar algum $$ por você ter tirado uma foto dele ou ele vai ficar bravo. Na praça Jema El Fna, combine o preço antes de tirar as fotos com os macaquinhos, cobras e Odaliscas. Eles estão lá só pra isso. Tipo, pague uns 5 Dirhams (0,50cents de euro). Abraço Turzito
  49. 1 ponto
    Veronica, O pacote que fizemos junto a aquela agencia de Turismo foram 3 dias e 2 duas noites. Uma das noites foi em um acampamento Berbere no meio do deserto. Muito legal ! Inclusive vc vai para o acampamento de camelo. A noite estrelada entao, nem se fala. Se prepare para ficar sem tomar banho por um bom tempo ! Com relação a Essaouira saímos de Marrakesh. Chegando cedo, dá pra ir e voltar no mesmo dia. Só da pra ir de onibus . É bem legalzinha a cidade. Compre a passagem de volta no momento em que você chegar na cidade. Corre-se o risco de não encontrar mais passagem se você for comprar no final do dia quando for você for embora. Vimos um casal que literalmente ficou na mão e não estava mais conseguindo comprar passagem. Tiveram que voltar de taxi. Fica mais caro. Dentro da cidade, use o petit taxi. É bem mais barato que os Grand Taxis (mercedões velhos). Com relação a comida, os pratos que vc mais vai encontrar é Tagine de alguma coisa (frango, vaca, etc...), Brouchette (espetinho de alguma coisa tb) e Cuscuz de alguma coisa tb. No começo é bom, mas depois fica enjoativo. Sem ir naqueles restaurantes muito luxuosos, vc acaba gastantdo uns 6EUR por pessoa. Ahhh, não deixe de ir a praça Jema el Fna em Marrakesh à noite e fazer uma refeição naquelas inúmeras barraquinhas. Se você não ligar muito pra questão de higiene, é bem legal !!! Em Marrakesh ainda, vc vai encontrar McDonalds e Pizza Hut. Foi nossa salvação ! Já não aguentava mais Tagine ! O Marrocos é um lugar barato. O problema é que muitas coisas para turistas eles metem a faca. O taxi (Petit Taxi) é bem barato e é um opção legal para transporte dentro da cidade. Para viajar entre cidades, usamos Trem e Onibus, que também é barato. Acho que no site da CTM (http://www.ctm.co.ma) tem os preços e horários. Com relação ao hotel, é aquilo que te falei. Tem hoteis muito bons que são caros. Um médio fica em torno de 30EUR a 50 EUR por casal por noite. Agente deve ter gasto algo como 70 EUR para o casal, na média, sem contar as comprinhas. Abraços Turzito
  50. 1 ponto
    TEnham um pouco de cuidado em Tânger, a cidade é um porto, por onde entram e saem muita gente da europa, e tem muitos ladrões, também muitos espertinhos, que falam espanhol e se fingem de guias para tentarem tirar algum proveito.. CUIDADO. P.C em Alq.
Líderes está configurado para São Paulo/GMT-03:00


×
×
  • Criar Novo...