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Exibindo conteúdo com a maior reputação em 12-05-2019 em todas áreas

  1. 1 ponto
    Mais uma vez graças a esse site, minha trip rumo à Patagônia Argentina saiu e foi mais que perfeito. Gostaria de compartilhar minhas experiências e mostrar a vocês um pouco do que esse canto do planeta nos reserva. É simplesmente mágico. Antes de iniciar, informo que fui no verão e nisso há uma particularidade: os dias são mais longos, ou seja, temos luz até quase 20h30. 🌞✌️ E isso foi um grande diferencial para essa viagem ser aproveitada ao extremo. Mesmo sendo verão, não significa que pegamos dias extremamente quentes, portanto, como boa mochileira que se preze, usei e abusei das roupas em camadas. Tendo roupas de boa qualidade, é possível estar confortável, quente e ao mesmo tempo fresca para curtir a trip, e principalmente, leve. O que faz toda diferença de peso numa caminhada. Declathon é nosso templo!! 🙌 Itens do Mochilão: 3 fleeces; Jaqueta corta vento e à prova de água; 1 calça que vira bermuda e seca rápido; 2 calças segunda pele; 6 camisetas dry fit; 3 baby look de algodão; 8 pares de meias (diversificadas entre caminhadas leves e meias para lugares de neve); Bolsa de hidratação 2L; Toalha (daquelas que secam rápido); Higiene pessoal: sabonete, shampoo, condicionador, aerosol para pés, toalha umedecida e hidratante. Sugiro colocar na mala tb Bepantol (extremamente hidratante e não deixa a pele craquelar ou sagrar por conta dos ventos frios); Necessaire com itens de primeiros socorros: aí fica a critério de suas necessidades, na verdade, levei e não usei nada, com exceção do Dorflex e o gel para dores musculares (grandes amigos diários); Touca; Luva; Bota de trekking (a minha é da Timberland Chochorua GTX); Lanterna; Protetor para orelha de fleece (grata surpresa e aliado); Protetor auricular e venda para olhos; Óculos de sol; Carregador universal (pq as tomadas argentinas são diferentes das brasileiras); Câmeras e baterias reservas; Caderno para anotações e caneta; Bastão de caminhada (melhor parceiro da viagem).😍 Levei tb um arsenal de mix de frutas secas, barras de cereais e um fardinho de todinho para garantir os lanchinhos. Cronograma: Dia 1: São Paulo - Buenos Aires Dia 2: Buenos Aires - El Calafate Dia 3: El Calafate: Glaciar Perito Moreno + Minitrekking Dia 4: El Calafate - El Chaltén Dia 05: El Chaltén: Chorrillo del Salto (6km) + Mirador de Los Cóndores (2km) y de las Águilas (4km) = 10 km ida e volta Dia 06: El Chaltén: Laguna Capri (8km) ida e volta Dia 07: El Chaltén: Laguna Torre (18km) + Laguna Madre y Hija (8km) = 26km ida e volta Dia 08: El Chaltén: Laguna de los Tres (18km) ida e volta Dia 09: El Chaltén: Descanso Dia 10: El Chaltén: Loma del Pliegue Tumbado (24km) ida e volta Dia 11: El Chaltén - El Calafate Dia 12: El Calafate: Ríos de Hielo Dia 13: El Calafate - Torres del Paine (Chile) Full day Dia 14: El Calafate - São Paulo Apesar de ser Patagônia, o foco principal foi conhecer com tranquilidade as trilhas que El Chaltén pode oferecer. Enfim, bora começar esse relato que é o que interessa. Dia 1: São Paulo - Buenos Aires Para quem nunca foi para o aeroporto de Guarulhos de ônibus é bem tranquilo e econômico: sai um buso da estação Tatuapé direto para GRU por R$ 6,15 num trajeto de aproximadamente 50 min. Meu vôo para BA levou umas 2h30 e como o voô para El Calafate sairia no dia seguinte pela manhã, optei em ficar num hostel na capital para tomar um banho e esticar as pernocas. Me hospedei no 7030 hostel e curti. É bem localizado no bairro de Palermo e a 9km do aeroporto. Fiz esse trajeto de transporte público: comprei um cartão SUBE (equivalente ao nosso bilhete único de SP) e paguei ARG 25 pelo cartão + ARG 10 pelo trajeto. Lá eles cobram por trecho. Depois de uma caminhada por algumas quadras, finalmente cheguei. Fiquei feliz por estar movimentado com ruas e bares cheios às 23h. Admito que estava receosa em andar sozinha à noite num país desconhecido. Mas foi tranquilo. Dia 2: Buenos Aires - El Calafate - Batendo perna + Glaciarium: Logo cedo voltei ao Aeroparque e fui rumo à El Calafate para enfim a trip começar. Contratei com a empresa Vespatagonia o transfer de ida e volta http://www.vespatagonia.com.ar/ custou ARS 280 e foram muitos responsáveis com horários e prestação de serviço. Ficam dentro do próprio aeroporto no box 6. O hostel que fiquei foi o Bla. Está muito próximo da avenida principal e tudo pode ser feito à pé. Era bem limpo e organizado, mas o staff pouco informado e não muito prestativo. Aproveitei meu dia livre para conhecer o Glaciarum http://glaciarium.com/es/ que é um centro de interpretação de Glaciares. A entrada custou ARG 330 e o transporte é gratuito a partir do centro de informações turísticas. O lugar é bem tecnológico e mostra de forma dinâmica as transformações que a terra passou, como são criados os glaciares e icebergs, a importância desses gigantes no planeta e curisidades sobre seus exploradores, que nomeam as famosas cadeias de montanhas da região. Acho válida a visita, para poder olhar com olhos mais aguçados para o gigante que iria conhecer no dia seguinte. Dia 3: El Calafate - Perito Moreno + Minitrekking: Fechei esse passeio direto no hostel por ARG 3300 com minitrekking e chegando no parque foi necessário desembolsar mais ARG 500 para entrar no parque. É meus amigos, vir para essas bandas significa desembolsar muitas moedinhas, portanto, organizem-se! 😉 Uma van nos busca no hostel e nos leva para o Parque Nacional Los Glaciares onde a guia nos explica sobre sua importância, que foi criado em 1937 e quais as razões de manutenção de flora e fauna, fora a delimitação de limites com o vizinho Chile. Dá detalhes sobre o gigante Perito Moreno e tivemos tempo livre para passear pelas passarelas, comer algo e depois marcamos um ponto de encontro para irmos ao porto para fazer o minitrekking. O dia estava nublado e chuvoso, mas não tirou a magnitude e a felicidade de conhecer pessoalmente o famoso paredão azul que eu namorava por fotos há anos. A imponência desse gigante de gelo é incrível e só estando lá percebi que ele é extremamente móvel. A água que o circunda é de uma força descomunal e isso o faz se movimentar e não é raro presenciar os famosos desprendimentos. São estrondos que impõem respeito e merecerem toda a nossa atenção. No horário combinado, nosso buso saiu rumo ao porto para nos levar ao minitrekking e do barco foi possível enxergar o glaciar de outro ângulo. Por conta da força das águas, a gelereira é constantemente modificada e formam-se cavernas e túneis. Na véspera de nossa ida, tinha uma espécie de ponte de gelo formada pelos contantes desprendimentos, mas quando foi nosso dia de visita essa ponte tinha caído, por isso na foto acima tem esse imenso vão. Fomos recebidos pela empresa Hielo y Aventura que é única autorizada a operar no minitrekking. Eles dispõe de dois passeios: minitrekking e big ice. A diferença entre eles é o tempo e a distância de percurso. Como a diferença de preço era muito grande, optamos por fazer o minitrekking mesmo, mas sem arrependimentos. Foi lindo. O passeio dura 1h30 e antes de iniciar o guia explica sobre gelos e glaciares, mas eu estava bem antenada por conta da minha pré aula no Glaciarium 😅. Em seguida somos levados para colocar os grampones nas botas para que possamos ter uma melhor aderência no gelo. PS: Óculos de sol e luvas são obrigatórios! Depois das instruções de como andar usando os grampones com segurança e aproveitar melhor a caminhada, finalmente começa o passeio. Inicialmente é meio sujo porque muita gente passa por lá, mas depois nosso guia nos leva para partes mais altas, limpas, onde é possivel ver água cristalina (pode beber, é uma delícia) e por várias formações curiosas. Para finalizar o passeio, nos levam para uma gruta formada pela geleira onde é possível tomar água geladinha e cristalina e ver de perto a força dessa água que faz esse gigante ter a fama que tem. E o fechamento com chave de ouro é uma dose de whisky com gelo glaciar. Esse dia entrou pra história. É uma delíciar fazer "check" num lugar que estava na sua lista dos sonhos. Dia 4: El Calafate - El Chaltén Nosso buso rumo à capital nacional do trekking sairia no final da tarde, portanto, aproveitamos o dia para bater perna e conhecer um pouco El Calafate. Infelizmente Pedrão estava de torneirinha aberta e o tempo bem fechado, mas não desanimamos fotos fotografar as duas placas icônicas da cidade: Gosta de história? Passe na Intendência do Parque Nacional Los Glaciares. A entrada é gratuita: Está localizado no centro comercial, prédio construído em 1946, declarado Monumento Histórico Municipal. Você pode caminhar pela propriedade circundante, através de um caminho interpretativo, identificar a flora nativa, exótica ou introduzida. Também um caminho de interpretação histórica, amostras de máquinas antigas que foram usadas quando o Parque Nacional começou a operar, um evento que a transformou na instituição pioneira para o desenvolvimento da área. DICA DE OURO!! 🥇 Seguindo dicas de outros amigos que fiz nesse site e que estavam antes de mim, fiz as compras de provisões de comida para o período em El Chaltén em El Calafate por dois motivos: preço e variedade. Compramos pacotes de pães de forma para fazermos lanches nas trilhas, mais provisões para complementar nosso café da manhã e fazermos nosso jantar, já que é extremamente caro comer fora todos os dias. Infelizmente a Argentina está passando por uma recessão violenta e mesmo nosso dinheirinho valendo 6x mais, os preços são tão inflados que nossa conta saiu mais cara que num mercado em SP. Mas quem converte não se diverte, então vamos que vamos. Depois de bater mais perna e almoçar, retornamos ao hostel para os ajustes finais e esperar o horário de nosso buso. A viagem até El Chaltén durou aproximadamente 3h sem paradas. Nossa pousada nos próximos sete dias foi o hostel Cóndor de los Andes. El Chaltén é muito pequena no quesito ocupação humana, mas é nela que fica a maior parte do Parque Nacional e diferente de El Calafate não se paga para entrar em nenhuma das trilhas. Por conta de sua extensão é que recebeu o título de Capital Nacional do Trekking.😀 O hostel é limpo, bem climatizado, mas o café deles é bem ruinzinho, então usamos nossas compras complementares para nosso café como frutas, cereais e ovos para enriquecer nossa alimentação que seria meio prejudicada, pois sabíamos que iríamos gastar muita energia. P.S.: Sugiro colocarem na lista de comidas vindas do Brasil: cereais como aveia e linhaça (por estarmos acostumadas como nosso arroz e feijão de todos os dias, a comida dos vizinhos se baseia em carne e batata, portanto, muito seco para nós). Invistam em alimentos com fibras, é sucesso e água, muita água. Café solúvel (porque infelizmente o café de lá não tem muita cafeína). A variedade de frutas é limitada, mas dá pra se virar com o que tem por lá. Alimentação é uma das bases de sucesso de uma viagem como essa. Dia 05: El Chaltén: Chorrillo del Salto (6km) + Mirador de Los Cóndores (2km) y de las Águilas (4km) = 10 km ida e volta Nossa programação de trilhas de baseou em um formato progressivo. Iniciar com as trilhas mais tranquilas, fáceis e de pouca quilometragem para depois gradativamente aumentarmos o grau de dificuldade e exigência, e foi uma escolha bem acertada. Iniciamos com a cachoeira da região chamada Chorrillo del Salto. As trilhas são bem demarcadas e emplacadas, não tem como se perder ou se sentir insegura (no caso para nós mulheres que sempre temos que ter atenção redobrada em grandes cidades ou qualquer lugar). Essa cidade foi uma grata surpresa, pois em nenhum momento, andando pelas trilhas incríveis que vivenciei, senti minha segurança abalada. Portanto, MULHERADA, SE JOGA!!!💃🏽 É uma caminhada plana e tranquila e encontramos muitas pessoas da terceira idade pelo caminho. Aliás, isso é muito inspirador e estimulante. Muito bacana. Esse caminho é norteado pelo Río de las vueltas. São 3km do ponto inicial e como eu disse, bem tranquilo e sussa. A cachoeira é pequena, mas é um lugar bonito. Aproveitamos a vista para fazer nosso lanchinho. Animadas com a tranquilidade do percurso e que apesar de nublado, tínhamos aí mais tempo de luz, emendamos e fomos para a outra ponta do parque rumo às duas trilhas de nível fácil: Mirador de los Cóndores y de las Águilas. Sendo a qualidade de mirantes, o percurso era em forma de subida zigue e zague com vários pontos de paradas e para os cansados, bancos para descanso. No mirador de Los Cóndores vê-se El Chaltén em sua totalidade. E tivemos a sorte de ver um Cóndor dar show. É considerada a maior ave andina com envergadura de até 3m. Mesmo com o dia bem encoberto, a beleza de cadeia de montanhas que circunda a cidade é encantadora. Estava maravilhada com o pouco que pude ver, e torcia internamente para que os próximos dias fossem mais limpos. Esses caminhos foram nosso test drive com nossos bastões de caminhada que tiveram papel determinante para o sucesso da viagem. Já que infelizmente meus joelhos já não são tão 100%, mas esse bastão é salvador. Coloquem na lista de vocês, é um investimento mais que válido. Terminamos nossas contemplações e caminhadas bem no final da tarde, quase início de noite e foi sucesso. Dia 06: El Chaltén: Laguna Capri (8km) ida e volta O tempo infelizmente fechou de vez, mas não arruinou nossos planos de bater perna por aí. Tempo chuvoso, nublado e bem cinza. Frio, muito frio. Fomos conhecer a Laguna Capri. Durante minhas pesquisas vi fotos belíssimas desse local. Mas a neblina e o tempo fechado não nos deram essa sorte. De toda maneira, achei lindo. A vista de gelos glaciares, mesclado com o verde das árvores e o cinza das montanhas. A natureza é muito sábia. Referente ao clima isso era previsto, pois em todos os relatos nos diziam sobre essas oscilações. Fizemos uma caminhada tranquila, apesar do tempo gelado. Voltamos ao hostel para secar as roupas e ficar no quentinho. Pedrão, pregando uma peça fez questão de fechar a torneirinha e deixar o céu limpissimo. Mas aí estavamos no quentinho do hostel, bateu pregui de sair. Mas tínhamos a certeza de que o próximo dia seria mara! E foi!! Dia 07: El Chaltén: Laguna Torre (18km) + Laguna Madre y Hija (8km) = 26km ida e volta Como previsto no dia anterior, o clima estava melhorando e fomos rumo à Laguna Torre: Foi nosso primeiro longo trekking. O dia estava bem nublado, mas vimos melhoras no decorrer do dia. Essa trilha é muito bonita. Começa com uma subidinha para ver El Chaltén do alto e segue por uma reta sem fim. É um descampado margeado pelo rio e protegido pelas montanhas e seus picos nevados. Depois entra-se num bosque com árvores imensas e o rio sempre margeando. Portanto, se quiserem encher suas garrafinhas, é sucesso e água geladinha advinda dos glaciares garantida. Todas as trilhas que percorremos mostram a quantidade de km percorridos, então isso dá uma noção de espaço e tempo. Os dois km finais são de subida. Mas com nosso super bastão de caminhada, foi tranquilo. Antes de subir, se quiser, rola um banheiro. Subimos seguindo os demais grupos de pessoas que estavam por lá e antes de avistar o destino, a carinha das pessoas que lá já estavam eram de total felicidade e contemplação. Ao me virar para onde todos olhavam, tive certeza que tinham razão. É bonito. Apesar da montanha Cerro Torre estar encoberta, achei maravilhoso. Normalmente as pessoas emendam essa trilha com o Mirador Maestri que estava a 4km de lá. Mas por algum motivo minha amiga e eu não vimos placas que indicavam para lá e voltamos. No meio do retorno, o tempo abriu completamente e uma plaquinha nos chamou a atenção: Laguna Madre e Hija. Estávamos procurando por ela ontem, após a Laguna Capri, mas erramos alguma parte da trilha e voltamos para o ponto inicial. O tempo tb estava muito chatinho. Mas Pedrão como é nosso amigo, fechou torneirinha e nos proporcionou essa caminhada. Estávamos numa alegria e num pique master. Caminho reto e plano, mas para nossa alegria (SQN) vieram as subidas, que subidas!!! E diferente das outras trilhas essa não mostrava quantos km tinhamos percorrido, mas a panturrilha estava dizendo que foram muitos. Enfim, terminado o suplício das subidas sem fim, caminhamos por outra parte plana e mais fechada, de repente, abriu-se e vimos água! Todo o cansaço se foi. Era perfeito! Fizemos nossa parada para agradecimento e contemplação. Não sei precisar quanto tempo passamos por lá. Só olhando, admirando, sem pensar em nada e cumprimentando todos os viajantes que por lá passavam, já que era ponto de passagem para quem iria acampar e ficar próximo da Laguna de los tres. Voltamos muito felizes com esse dia produtivo e lindo. E finalmente pudemos ver a imponência de Cerro Torre pela primeira vez em sua totalidade. O parque nacional tem muitos moradores, fomos apresentados também a um pica pau. Esse dia foi memorável. Daqueles que nem dá vontade de ir embora. Mas lembramos que um longo trajeto de volta nos esperava, então partimos rumo à cidade. Dia 08: El Chaltén: Laguna de los Tres (18km) ida e volta Decididamente a trilha mais desafiadora de todas, e sem dúvida, uma das mais bonitas. O dia não poderia ser mais perfeito. Limpo, céu azul e o famoso mirador Fitz Roy na sua totalidade. O percurso foi bem lindo e tranquilo. Muitas montanhas, bosques, água, gente legal pelo caminho. . Cada lado que você olha, dá um encantamento sem fim. Até chegar o km final. Pensamos: 1h?! De boas!!! Mas era o senhor das subidas. Terreno íngrime e instável. Não conseguia ver o final, mas estava muito motivada a chegar logo. Foi quando vi uma parte mais plana e nevada e pensei: cheguei!!! Só que as pessoas que encontrava pelo caminho me diziam ao contrário. Mas incentivavam a continuar pq estava muito perto. 1h16 de subida depois e quase fôlego, entendi o que estava tão escondido: Finalmente a encontrei Laguna de Los Tres. Tão verde mesclada com o branco da neve. Linda!!!! Esforço que valeu a pena. Essa empreitada nos custou 9h. Sendo 5h de ida e 4h de volta. MIssão cumprida. Pela primeira vez pegamos o parque à noite, então deixem em suas mochilas uma lanterna pq ajudam nessas situações. Chegando no hostel, juntamos nossas últimas energias e fomos fazer nosso delicioso jantar regado a muita cerveja pq merecemos. Superamos totalmente nossas expectativas. Dia 09: El Chaltén: Descanso Depois da empreitada do dia anterior, decidimos tirar o dia de hoje para fazer absolutamente nada e dar ao corpo o descanso merecido. Coincidentemente o tempo virou e conhecemos os famosos ventos Patagônicos. Realmente são muito fortes e impossível fazer trilhas com eles porque desestabilizam qualquer pessoa. Dormimos até mais tarde, comemos com calma e ficamos só observando esse vento varrer tudo que vinha pelo caminho. Quando deu uma trégua, pela primeira vez fomos almoçar fora e nos demos de presente um bom churrasco e cerveja artesanal. Foi bem tranquilo e aproveitamos o dia livre para comprar nossas passagens de volta para El Calafate e fazer nossas últimas compras de mercado. Fizemos uma parada numa agência de viagens para tirar dúvidas e o dono muito prestativo nos brindou com uma boa conversa e aulas sobre diversos assuntos e tinha um programa mara que mostrava a quantidade de ventos da região e nos deu a boa notícia que o dia seguinte seria limpo, sem ventos e perfeito para um trekking e nos fez uma sugestão. Ansiosas para a chegada do dia seguinte e que a profecia do senhor da agência estivesse correta, fecharíamos El Chaltén em grande estilo. Esse day off foi essencial, necessário e produtivo. Dia 10: El Chaltén: Loma del Pliegue Tumbado (24km) ida e volta Corpo descansado e mega animada, corro para janela e tenho a seguinte visão: Era muito cedo e o sol já estava iluminando nossas queridas montanhas e a dúvida seguinte era: e os ventos?! Ficaram pra trás!! Portanto, seguindo a sugestão do dono da agência, fomos para a trilha de maior km da viagem: 24km ida e volta com uma visão 360º dos principais pontos de El Chaltén. É possível isso, produção? Vamos lá ver então com nossos próprios olhos. Antes de começar nossa empreitada, fizemos nossas provisões e alongamentos diários porque Laguna de los Tres tinha deixado nossas pernocas bem fadigadas. A entrada dessa trilha é a mesma dos miradores que fomos no primeiro dia, mas agora seguiríamos sentido contrário. Esse mirante tem uma altura de mais de 1400 metros, portanto, bora subir. Mas não há subidas íngremes pelo caminho. Aos poucos você El Chaltén se distanciando e se depara com um lindo bosque. Por conta do clima e dos ventos do dia anterior, esse bosque estava todo nevado. Muito legal. Terminado esse bosque vemos uma coisa maravilhosa e parecemos duas crianças: O mirante Loma del Pliegue Tumbado. Neve por todo canto e as montanhas em sua totalidade e céu perfeitamente limpo. Mas esse não é o fim do passeio. Afinal, a cereja do bolo é lá do alto. Tínhamos mais um tanto para caminhar. Nunca experimentamos neve na vida e foi tudo novidade e muito legal. Desse ponto até o final seriam 2km de caminhada. Os bastões foram grandes aliados, pois, apesar da neve fofa, haviam muitos pontos de gelo escorregadio e eles os deram firmeza para seguir a subida sem levar um capote, mas não nos livrou dos escorregões...rs. Esse foi o ligar que mais passei frio. Apesar da bota ser impermeável, ela não é feita pra neve, então, o frio entrava nos meu pés, isso me deixou meio desconfortável. Mas não desanimada. Corre que esquenta!! Finalmente chegamos: Que sensação, meus amigos!! Que beleza!! Vê-se a Laguna Torre de um ângulo lindo: Também é possível der o Lago Viedma: E o Río de la vueltas: Decididamente o lugar mais lindo de todas as trilhas que fizemos. Você olha pra todos os cantos e desacredita que chegou tão longe e não tem o que fazer senão agradecer, agradecer sempre pelas oportunidades que nos são dadas. Não sei por quanto tempo ficamos. Achamos um local abrigado do vento (que não era pouco), comemos e depois fizemos nosso caminho de volta com nossos melhores sorrisos: E na volta como passe de mágica, a neve tinha se desfeito. É impossível não ficar completamente apaixonada pelas montanhas que circundam o caminho. Tiramos muitas fotos, mas parece pouco. Elas são lindas demais. Não é à toa que essa cidade é a Capital Nacional do Trekking. Sabe receber muito bem viajantes de todas as partes do mundo com uma generosidade sem fim. Realmente um local que todo mochileiro se sente em casa e bem. Tudo isso foi possível por preparo no planejamento de roteiro e um preparo físico que nos foi cobrado e fizemos com louvor e não tivemos desistência em nenhuma das trilhas e nenhum acidente. Estávamos bem amparadas: Nossa última noite em El Chaltén foi nos esbaldar no happy hour com double beer e muitas empanadas para comemorar nosso feito. Cheers! Obrigada por nos proporcionar todas essas experiências, El Chaltén. ❤️ Dia 11: El Chaltén - El Calafate Deixamos com muita alegria El Chaltén para fazermos a parte final de nossa viagem. Retornamos a El Calafate e tivemos um final de dia tranquilo. Nossa última hospedagem foi o America Del Sur Hostel. Definitivamente o hostel mais bonito que fiquei. Tem um deck de madeira gracinha com vista para o lago argentino e é muito arborizado e tem o melhor café da manhã ever. A galera é muito animada e toda noite tem uma temática diferente: noite da pizza, noite do churrasco, ladies night, open bar, música boa, gente bonita. Nossa última noite livre foi de caminhar tranquilamente pela orla do lago e ver o pôr do sol e conversar com as pessoas que por lá estavam. Afinal, seria a última oportunidade de contemplação plena. Os dois dias seguintes seriam de uma maneira que nos desacostumamos, mas que iríamos fazer já que estávamos tão longe: passeios estilo turistão. Daqueles que você não faz esforço de nada a não ser de estar pronto para te pegarem e te levarem de volta. Vejamos como será. Dia 12: El Calafate: Ríos de Hielo Fechamos diretamente no hostel esse passeio que custa umas boas moedas: ARG 2400 + 500 de entrada para o parque. Nós brasileiros, nunca ousaríamos pagar isso num passeio aqui no Brasil, mas quando estamos longe, fazemos cada coisa. Esse passeio consiste num passeio de barco pelo braço direito do Lago Argentino e conhecer os maiores glaciares do Parque Nacional: Spegazzini e Upsala. Disseram que há anos atrás também contemplava Perito Moreno, mas como mudou de operadora, ele hoje está fora do roteiro. É um passeio que começa bem cedo. Por volta das 7h passam no hostel para pegar o pessoal e levar até o Porto Bandeira A embarcação tem dois andares climatizados e com bancos muito confortáveis. Lá tem cafeteria e lanchonete, mas como tudo é muito caro, sugiro levar seu lanchinho e ser feliz. Para que não quer se preocupar, é só sentar e ver o passeio, mas como somos curiosas, ficamos no frio do lado de fora para ver melhor esses gigantes. A primeira parada é no glaciar Upsala: Apesar o dia cinza, a cor azul é muito prediminante e sua altura impressiona: pode ultrapassar 100 metros de altura. Em seguida entramos no braço Spegazzini e conhecemos o glaciar de mesmo nome, prestem atenção na proporção barco x altura do glaciar: E por fim o glaciar Seco: Às 15h o passeio retorna ao Porto Bandeira. Dia 13: El Calafate - Torres del Paine (Chile) Full day Durante as pesquisas de roteiros para essa viagem, apareceu em um dos posts sobre o parque do país vizinho: Torres del Paine. Fiquei encantadíssma, mas lendo os relatos para se fazer alguns dos circuitos de lá eu precisaria dispor de pelo menos quatro dias. Como priorizamos El Chaltén, infelizmente nos sobrou fazer o full day que eles oferecerem. Se me perguntarem se gostei, não vou dizer que não. Mas por ser um passeio estritamentente de ônibus com aquelas paradas de 10 minutos para ver, tirar foto correndo e sair, eu achei ruim. Quando se pega gosto por fazer coisas dentro do seu tempo e à sua maneira, fica meio difícil voltar a se encaixar nesses moldes turísticos. Falando sobre esse full day, o passeio também foi fechado no hostel por ARG 2700 e a entrada no parque era em peso chileno (não aceitam dólares e nenhuma outra moeda). A entrada custa CPL 6000. Como é uma longa viagem, eles nos buscam no hostel cedo: 5h30. Para quem não tem peso chileno, não se preocupe: eles têm um ponto de parada antes do parque onde você pode trocar dinheiro pelo valor que eles querem 😫 Mas se você não tem o raio do dinheiro deles, de nada adianta, você não entra no parque. Mas que me senti assaltada, ah, isso me senti. Então fica outra dica: se forem fazer esse passeio já levem o peso chileno daqui. O câmbio certamente será melhor. O ônibus é bem estilo turístico mesmo com um guia falando num microfone que não dava pra entender direito por conta da interferência. Logo na entrada do parque é possível se avistar de longe e com bom zoom o maciço das famosas Torres del Paine: O primeiro ponto de parada foi de frente com o Lago Sarmiento: Corre que vocês têm 15 min para fotos!! Em seguida o ônibus sobe e para no mirante Torres del Paine: E também avistamos muitos Guanacos de boas na paisagem: Ai o guia disse que desceríamos e faríamos uma trilha. Olhinhos brilharam! Finalmente uma caminhada por algum lugar. Mas para nossa tristeza era um percurso de 15 min por um caminho plano, mas do nada veio uma ventania que não deixava ninguém em pé. Resultado: tivemos que ficar sentados para não sermos levados Com a mesma rapidez que a ventania chegou, ela se foi. E então pudemos ficar em pé novamente, nossa caminhada miou e o nosso guia logo nos indicou o local onde almoçaríamos (incluso no valor do passeio com entrada + prato principal + bebida + sobremesa). Muito bonita a vista até lá com margem com Lago Pehoé: Terminado o almoço era hora de voltar para El Calafate. Chegamos no hostel depois das 23h esgotadas. Por ser final de trip as energias já estavam quase no fim, mas foi uma experiência muito boa. Mas agora revendo essa história, creio que aproveitaria muito mais dedicando dias completos e conhecer melhor esse vizinho e suas belezas. O full day dá pinceladas, mas não nos dá a oportunidade de aproveitar nada, já que todo o tempo é cronometrado. Agora é dormir, porque voltamos para casa amanhã. Considerações finais: A Patagônia é um lugar mágico e mostra o que melhor que nós temos. Nossa força, generosidade, curiosidade, amizade e a capacidade diária de aprender e ensinar algo. E, acima de tudo, a troca com os demais viajantes. Portanto, espero ter colaborado um pouco para as pessoas que colocaram esse destino em sua lista de desejos, e, qualquer dúvida, estou à disposição. Tenho as planilhas de organização e custos, caso desejem para nortearem seus planejamentos.
  2. 1 ponto
    OlÁ, estou em busca de cia feminina (me sinto mais confortável) para passar uma mini férias em Nova York no segundo semestre de 2019. Estou sem roteiro ainda, então a gente pode montar juntas. obs: quero ficar só em nova york, visitar museus, baladinhas, bares, restaurantes, os bairros, pontos turísticos.
  3. 1 ponto
    Roteiro de cidades: Belo Horizonte - MG Alfenas – MG Botucatu – SP Prudentópolis – PR Serra do Rio do Rastro – SC Urubici – SC Cascata do Avencal – SC Morro da Igreja e Pedra Furada – SC Serra do Corvo Branco – SC Laguna – SC (Marco do Tratado das Tordesilhas e Pedra do Frade) Imbituba – SC Bombinhas – SC Blumenau – SC Cananéia – SP Ilha do Cardoso – SP Bertioga – SP São Sebastião – SP (Praia de Maresias) Ubatuba – SP (Praia da Enseada, Praia Vermelha do Centro e Praia do Cedro) Pindamonhangaba – SP Campos do Jordão – SP São João Del Rei – MG Rio Casca – MG Belo Horizonte – MG Total gastos com gasolina: R$1,623,72 Total gastos com pedágios: R$123,70 Total gastos com hospedagens: aproximadamente R$ 900,00 (sendo cerca de R$500,00 de estadia em Botucatu) Total gastos com passeios/guias: aproximadamente R$ 200,00 Total gastos com alimentação: aproximadamente R$ 800,00 Total gastos aproximado: R$ 3.650,00 Juntando as minhas férias e alguns dias de hora extra do trabalho, acumulei 39 dias de folga, que tirei entre os dias 23 de março a 5 de maio de 2019. Nesse período, passei os primeiros 25 dias em Botucatu (SP) fazendo um estágio na UNESP. Eu já fui de Belo Horizonte para Botucatu 3 vezes, sendo duas de carro, e sempre tento fazer caminhos diferentes para conhecer novas cidades em paradas (BH a Botucatu são mais de 800 Km e eu faço em 2 dias para não cansar muito). A primeira vez que eu fui de carro para Botucatu foi em janeiro de 2017 e desci de BH até Extrema - MG (que é uma cidade muito boa pois é um destino de aventuras, sendo cheia de cachoeiras, atividades de rafting, rapel, trekking, asa delta…), depois segui até Campinas (BR 381), onde peguei as Rodovias SP050 e 373 até Botucatu. Esse é o melhor e mais rápido caminho de BH a Botucatu. As estradas são duplicadas ou triplicadas, com acostamento, com asfalto impecável… mas tais benefícios custam muito. Eu não lembro por quantos postos de pedágios eu passei, mas gastei mais e 100 reais só de pedágios. Dessa vez, em 2019, eu fui de BH até Alfenas (MG), onde parei para descansar e conhecer a cidade, e de lá segui para Botucatu. Alfenas é uma cidade tranquila, mas que não tem muitas coisas para fazer ou conhecer, embora seja perto do lago sul de FURNAS. Esse caminho que fiz desta vez foi praticamente a mesma quilometragem da viagem anterior, mas muito mais demorado. Praticamente todas as estradas que peguei eram simples, sem acostamento, com asfalto bem ruim (alguns lugares eram PÉSSIMOS, com buracos demais), com muitas curvas perigosas. Embora eu tenha fugido de alguns pedágios (principalmente no Estado de São Paulo) e visto uns cenários lindos (passei por muitas serras e lagos), não sei se valeu a pena. O risco foi bem grande, o tempo de direção foi bem maior pois a velocidade é bem menor, além da possibilidade do carro estragar na buracaiada. 19/04/19 (sexta) - Depois de fazer muita balbúrdia na Universidade, eu saí de férias propriamente dita no dia 19 de abril. Saí de Botucatu por volta das 6 horas da manhã e parei em Prudentópolis (PR), terra conhecida como “cidade das cachoeiras gigantes”, por voltas das 14h. Cidadezinha linda! Pequena, organizada e limpa. Estava toda enfeitada com coelhinhos e ovos de páscoas gigantes por causa do feriado de páscoa. As cachoeiras de lá realmente são muito grandes (mais de 100 metros), porém elas são mais afastadas da área urbana e pra acessá-las você deve pegar estrada de chão de terra batida com alguns buracos. Um carro popular (eu tenho um Palio Attractive) passa tranquilamente, só precisa ir mais devagar por causa da trepidação. As cachoeiras ficam entre 10 a 40 Km da cidade. Eu visitei os Saltos Barão do Rio Branco, São Sebastião, São João e São Francisco. Haviam outros lugares para ir, mas eles ou estavam fechados ou não deu tempo. As quedas das águas são impressionantes. O Salto São Sebastião foi o que eu mais gostei por ser bastante diferente. São duas cachoeiras literalmente uma em frente a outra. Para acessar essa cachoeira, paguei R$10,00 (fica em uma propriedade particular) e tem que descer um barranco bem grande (cerca de 20 minutos de descida). É bastante cansativo e exige um esforço físico grande, pois muitas vezes você precisa usar cordas, seja para subir ou para descer. 20/04/19 (sábado) - Saí de Prudentópolis (8h) em direção a Serra do Rio Rastro (SC), na Serra Catarinense na cidade de Bom Jardim da Serra, chegando lá por volta das 17h. Lugar muito legal de se visitar e ver a estrada do alto da serra fazendo um super ziguezague. A região é muito movimentada e cheia de motoqueiros. Em frente ao mirante da Serra do Rio Rastro, tem uma propriedade particular (entrada R$10,00) que você vai praticamente de carro (1km da portaria) até umas torres de produção de energia eólica e também em um mirante do Cânion do Ronda. Lugar imperdível. Saí de lá já estava escuro para ir para Urubici, a cidade mais fria do Brasil. Cheguei em Urubici por volta das 20h e realmente lá é bem frio. Estava fazendo 14°C e segundo informações dos comerciantes da área, estava quente para aquele período do ano. Como era feriado de páscoa, a cidade estava lotada e não consegui nenhuma hospedagem barata. Acabei dormindo no carro para economizar uma grana. Além disso, eu tava tão cansada de dirigir naquele dia que nem percebi desconforto. O único problema foi o frio. Tive que vestir umas duas blusas de frio, mais o saco de dormir, pois a temperatura abaixou mais ainda durante a madrugada. 21/04/19 (domingo) - Fui para a Cachoeira do Avencal e para o Parque Nacional São Joaquim para visitar a Pedra Furada e o Morro da Igreja. O parque exige que você retire uma autorização de visita junto à sede do ICMBio na cidade. Lá eles te dão uma pulseirinha que permite a sua entrada no parque. Segundo informações do ICMBio o parque está ficando fechado para reformas pelo exército (o parque também é uma área controlada pelo exército e qualquer outra atividade lá dentro, como trilhas para trekking, tem que ter a autorização deles), mas como era feriado de páscoa, eles abriram para visitação. SORTE! (Eu basicamente fui para SC para visitar esse parque. Imagina se não tivesse conseguido?!). Isto é, com exceção de feriados, a visitação está fechada para a Pedra Furada e o Morro da Igreja (fica no mesmo lugar). Com a minha pulseirinha na mão, fui primeiro para a Cachoeira do Avencal (entrada RS12,00), que fica cerca de 15km de Urubici. A cachoeira é gigante também e não tem que andar para chegar no mirante. Você chega de carro até ele. Lá tem duas propriedades, que oferecem a mesma visão da queda. Mas a que eu fui, tinha uma infraestrutura melhor. Da Cachoeira do Avencal eu fui para o Parque Nacional São Joaquim. O número de veículos lá é controlado e só pode subir para as atrações 30 carros por vez. Ou seja, encheu as 30 vagas você tem que esperar alguém retornar para seu acesso ser liberado. Eu cheguei lá por volta das 9h e esperei cerca de 10 minutos na fila (3 carros na minha frente). A recomendação é que cada um não permaneça lá mais de 15 minutos, para que todos tenham acesso. O que é bem difícil, pois o lugar é bem bonito e dá vontade de ficar um tempão admirando a paisagem. Vá bem agasalhado pois lá venta muito e é bem gelado. Quando saí de lá a fila de carros já estava bem grande. Conversando com o soldado que controla a entrada e saída de veículos, ele disse que no dia anterior, no sábado de páscoa a fila chegou 2,5 Km e o tempo de espera de mais de 2 horas. Isto é. Chegue muito cedo. Não só para não pegar a fila de carros, mas também porque existe um limite por dia de pulseiras que o ICMBio distribui. A menina da padaria onde tomei café me disse que era 200, mas não confirmei essa informação no ICMBio. Depois que saí da Pedra Furada fui para o mirante da Serra do Corvo Branco. Lugar bem diferente! Dois paredões gigantes de pedras cercam uma parte da estrada, que tem um visual incrível e curvas que você acha que o carro não vai dar conta de fazer de tão fechadas. Bem no mirante da Serra do Corvo Branco tem uma propriedade particular (R$20,00) que você acessa a Serra pela parte de cima. Vale demais a visita. Primeiro pela aventura de subir com o carro lá. Tinha hora que ele mal saía do lugar em uma subidas extremamente íngremes de cascalho e com um desfiladeiro do lado! Hahaha! Segundo pelas paisagens. Tem umas trilhas lá em cima e dá pra ver alguns cânions e locais famosos. Infelizmente eu peguei muita nuvem, mas ainda assim foi surreal! Desci a Serra do Corvo Branco e fui para Laguna, minha primeira cidade do litoral, onde cheguei por volta das 16 horas. Laguna é uma cidade histórica e bem bonitinha. Dentre seus atrativos, eu fui na Pedra do Frade e no Marco do Tratado das Tordesilhas. Já a noite segui para Imbituba, onde dormi. 22/04/19 (segunda) – O dia amanheceu muito chuvoso e acabei tendo que mudar meus planos. A ideia seria curtir a praia de manhã e seguir para Florianópolis. Mas realmente estava chovendo muito e a estrada bastante congestionada. Um percurso de 2 horas e meia, gastei mais 5 horas. Acabei indo para Bombinhas, onde cheguei a tarde e fui direto para a praia. Mas a chuva continuava. Não deu nem para passear pelo centrinho da cidade, que aliás é bem charmoso. Porém as coisas eram extremamente caras. O centrinho me lembrou a vila da Praia do Forte, na Bahia. Acabei ficando só no hostel. 23/04/19 (terça) – O dia continuou chuvoso e acabei não indo para Balneário Camboriú, que seria minha próxima parada. Mas fui direto para Blumenau, que não estava no meu roteiro, e valeu a pena ter ido para lá. A cidade é boa, mas ela não é toda no estilo alemão, como eu imaginava. A arquitetura alemã basicamente está concentrada no Parque Vila Germânica (entada gratuita). Esse é o local onde ocorre a Oktoberfest e realmente o ambiente me fez sentir que estava no Centro de Munique, na Alemanha. Para quem aprecia cervejas, lá é o point. Da Vila Germânica fui para o centro da cidade conhecer alguns pontos turísticos, mas acabei não indo em alguns museus que eu queria. Estava de sentindo um pouco mal nesse dia e resolvi pegar estrada mais cedo. A ideia seria ir para o Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange para fazer uns trekkings, mas o tempo continuava ruim e vi alguns relatos na internet que as trilhas necessitavam de guia ou que estavam fechadas. Além disso, começaram aparecer notícias de que haveria uma nova paralisação dos caminhoneiros no domingo, dia 29. Daí fiquei muito receosa de nesse período tá longe demais de casa e ficar sem gasolina ou parada em algum lugar da estrada por tempo indeterminado. Assim, fui direto para Iporanga (SP), chegando na parte da tarde. Lá é uma das entradas com atrativos do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR). Este parque é recheado de cavernas e trilhas. Praticamente todos os passeios no PETAR exigem guia, independente da cidade que esteja acessando o parque. Indo para a entrada do Parque, parei em um vilarejo em busca de um guia para me acompanhar ainda naquele dia e acabei conhecendo o Eduardo (contato: [email protected], (15) 99802.3308). Cara muito legal, guia credenciado, treinado e que têm todos os equipamentos de segurança necessários. Após uma choradinha no preço pra ele me acompanhar, paguei R$50,00 pelo serviço dele pois além de estar sozinha, não daria tempo de irmos em todas as áreas do parque pela a entrada por Iporanga, uma vez que era por volta das 15h e o parque fecharia às 18h. Além do valor do guia, também tive que pagar a entrada do Parque (não lembro o valor, mas se eu não me engano era R$15,00). Lá no PETAR o Eduardo primeiro me levou na Caverna do Santana (caverna super grande e sem iluminação artificial) e depois na Caverna Morro Preto (que é considerada um sítio arqueológico e tem vestígios lá). Saímos do parque por volta das 17h e eu segui em direção à Eldorado (SP), que é a cidade mais próxima da entrada da Caverna do Diabo. No meio do caminho, próximo a uma comunidade quilombola e já anoitecendo, ainda faltava, 48 Km para a cidade, mas eu estava somente a 5 Km da entrada do Parque. A estrada era de asfalto, mas uma das piores que eu já passei na minha vida, de tanto buraco. Acabei dormindo no carro de novo em frente à Escola da comunidade Quilombola. Se eu tivesse continuado para Eldorado, além da buracaida e gasolina, eu teria que dirigir os 48 km da ida para Eldorado, 53 Km de volta até à entrada do PETAR e retornar em direção à Eldorado novamente mais 53 Km para seguir viagem para Cananéia (SP). A noite foi bem difícil dentro do carro, pois como estava muito próxima ao PETAR, a umidade e o calor da Mata Atlântica da região deixou a noite bem complicada. 24/04/19 (quarta) – Logo cedo fui para a Caverna do Diabo, mas o parque só abria às 8h, então tive de esperar. A entrada custou R$30,00 já com o valor do guia incluso. Depois da Caverna do Diabo (ela é iluminada artificialmente e é bem bonita. A maior do Brasil até hoje das que eu já fui), subi até o Mirante do Governador. A maior parte da paisagem estava coberta, mas ainda assim valeu a pena a EXTENUANTE subida. No total gastei entre 2 a 2:30h entre a subida e descida e cerca de 800 degraus de rocha de diferentes tamanhos e dificuldades. Na parte da tarde eu segui para Cananéia (SP). O que valeu super a pena. Cananéia é um lugar pouco conhecido pelos turistas e é um local encantador. A cidade é cercada por ilhas, mangues e dois parques de Mata Atlântica conservada. Além disso, a cidade é super tranquila e parece mais uma vila de pescadores, do que uma cidade propriamente dita. Cheguei na cidade a tarde, passeei pelo centro e agendei meu transporte para a Ilha do Cardoso no dia seguinte. 25/04/19 (quinta) - O barco saiu por volta das 08:30h e demorou cerca de 20 minutos para chegar à Ilha do Cardoso. O dia estava um pouco nublado, mas quente e sem chuva. Quem fez o passeio comigo foi o pescador Ilso, um dos pescadores da região mais famosos e queridos pela população. E foi uma sorte conhecê-lo e recomendo demais ele. O passeio custou R$40,00. Junto comigo foi uma escola particular de ensino fundamental da região para passar o dia estudando o bioma marinho na Ilha do Cardoso, que é um Parque Estadual de conservação da Mata Atlântica. Antes de chegar na Ilha, durante o percurso, paramos em uma armadilha fixa de pesca sustentável da região e acabei escutando a explicação de um colega biólogo marinho que havia sido contratado para acompanhar a escola como monitor. E foi bem enriquecedor. Chegando na Ilha, conversando com o Ilso, perguntei dicas sobre as trilhas do Parque Estadual, mas recebi a triste notícia de que ele estava fechado/abandonado e que não tinha mais passeios (necessitam de guias). Mas por ser morador da ilha e ativista no Parque, ele me levou, juntamente com um outro cara que visitava também a ilha, até a sede do Parque, no manguezal e no museu de lá. Nos deu uma verdadeira aula sobre os animais e biomas de lá. Foi ótimo. O cara que estava visitando a ilha se chamava Belmiro e era um fotógrafo que mora em Cananéia (que aliás, faz um trabalho belíssimo! Recomendo muito o seu trabalho – Contato: José Belmiro, (13) 997503326 Vivo). Ele já havia ido à ilha do Cardoso algumas vezes, mas naquele dia ele tinha ido para fazer uma caminhada pela praia até um marco do descobrimento que tem lá. Acabei me juntando ao Belmiro e fomos caminhando (cerca de 14 km ida e volta, mas que pareceu ser mais pelo fato de tá andando na areia) até o marco. Tivemos a companhia de um cachorro comunitário da Ilha chamado Radar. Vira-lata animado aquele! Corria de um lado pro outro sem parar, nadava… aliás ele tem esse nome de Radar porque está sempre atento ao aparecimento de golfinhos na praia (que nadam bem perto da beira da água e você os vê toda hora com muita facilidade). Quando o Radar vê um golfinho, ele entra na água e fica nadando/brincando com bicho! O Ilso me disse que inclusive o golfinho de vez enquanto joga ele pra cima. A Ilha do Cardoso tem dois quiosques, que aceitam somente dinheiro. Passamos o dia todo na ilha e voltamos para Cananéia no final da tarde. O biólogo que eu conheci me deu uma dica que a noite teria uma apresentação de dança/música regional e tradicional em um dos restaurantes da cidade. Assim fui pra lá. A apresentação foi bem interessante, mas bastante inusitada. Tinha uma banda de senhores tocando uma música (que me lembrou Congado) e um outro grupo de diferentes faixas etárias fazendo uma dança com tamancos de madeira no pé em um tablado de madeira. Era tanto barulho dos tamancos que mal dava pra ouvir a música. Hahaha! 26/04/19 (sexta) – Na manhã seguinte fui para Bertioga (SP). Inicialmente eu iria dormir lá, mas ao chegar à praia desisti. A orla era arrumadinha, mas a água da praia suja, pois o esgoto descia na areia livremente. Tudo bem que eu fui na praia da área urbana, que geralmente não é recomendável em nenhum lugar. Mas as praias “boas” de Bertioga eram bem afastadas. Por conta disso, segui viagem. Fui para a praia de Maresias, em São Sebastião. Essa praia é famosa por ser o berço da maioria dos surfistas famosos do Brasil. A areia é bem clara e fininha, a água é mais clara, mas as ondas são muito grandes e fortes. Acabei nem entrando. No final da tarde segui para Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, onde passei na Praia da Enseada, antes de ir para o hostel onde dormi. De Cananéia até Ubatuba (passando pela BR101) são aproximadamente 470 Km, mas demorei cerca de 8 horas pra fazer caminho (sem considerar minhas paradas nas praias de Bertioga, Maresias e Enseada). Tem que ter uma paciência de Jó. A pista é simples, sem acostamento, LOTADA (e olha que era a tarde de uma sexta-feira de uma baixa temporada. Feriados e finais de semana fica impossível), com muitas serras e cheias de radares de 40 Km/h (que era a velocidade média). É um saco e tornou a viagem bem cansativa. Pelo menos o asfalto não é ruim. 27/04/19 (sábado) – Na noite anterior fiquei conversando com a galera que estava no hostel, que era muito gente boa. E como o mundo é pequeno, entre essas pessoas tinha um outro biólogo que foi orientado de um colaborador meu do doutorado (BH é um ovo!). Pela manhã (estava um sol de rachar!! Finalmente!) fui para o projeto TAMAR, para o aquário de Ubatuba e depois encontrei com o pessoal do hostel na praia. Inicialmente fomos para a Praia Vermelho do Centro e depois para a Praia do Cedro (que foi a minha preferida dentre todas as praias que passei desde Santa Catarina). Em Ubatuba a água é bem clara (nada comparado ao litoral de Alagoas, que para mim são as praias mais bonitas do Brasil) e com uma temperatura agradável (achei que ia ser super fria, como no Rio de Janeiro, mas não). A Praia Vermelha do Centro é maior e tem ondas mais fortes, mas a Praia do Cedro praticamente não tem onda. A noite fizemos um churrasco no hostel e ficamos papeando até de madrugada. 28/04/19 (domingo) – Queria ter ficado pelo menos mais um dia em Ubatuba, mas por conta da possibilidade da greve dos caminhoneiros fui embora, e segui para Pindamonhangaba (SP) para visitar um casal de amigos. Acabei dormindo na casa deles. 29/04/19 (segunda) – Saí cedo da casa dos meus amigos e fui para Campos do Jordão (SP), onde passei a manhã. A cidade é realmente bonitinha, mas sinceramente eu esperava bem mais pelo fato dela ser super famosa. Estava tendo uma festa lá em comemoração aos 145 anos da cidade e várias instituições e escolas estavam desfilando pela avenida central em um ato cívico. Dentre as opções de pontos turísticos, o único que me chamou atenção foi o passeios do Parque Amantikir, que é uma propriedade particular (R$40,00 a inteira. Doadores de sangue, professores, idosos e estudantes podem pagar meia) cheia de jardins com plantas de todo o mundo. O lugar é muito bem cuidado e o paisagismo é fantástico. Além disso, você tem uma visão exuberante de alguns pontos da Serra da Mantiqueira. Recomendo demais a visita. A tarde segui para São João Del Rei (MG). 30/04/19 (terça) – Na parte da manhã conheci São João Del Rei, a tarde fui para Tiradentes (me lembrou bastante Paraty – RJ) e voltei para São João. O centro histórico de São João é bem pequeno, assim como Tiradentes. Embora eu tenha adorado a visita a essas cidades, achei que as cidades eram maiores, como Ouro Preto (que dentre as cidades históricas do Brasil, continua sendo a minha preferida, disparadamente). A noite, junto com um pessoal que conheci no hostel, fui em uma apresentação de Jazz gratuita no Centro de Convenções da UFSJ e de lá seguimos para um barzinho. As igrejas de ambas as cidades históricas são bem bonitas e algumas pagam entre R$3 a 5. Mas de longe a Igreja mais bonita para mim era a Igreja Igreja do Pilar, que é gratuita e fica em São João. 01/05/19 (quarta) – De São João Del Rei segui para Rio Casca (MG), cidade da família do meu melhor amigo. Era aniversário da sobrinha dele de 1 aninho e fui comemorar com eles. Aproveitei e me empaturrei de docinhos! Rs! 02/05/19 (quinta) – Retorno para Belo Horizonte. No total rodei 5.500 Km cravados. E foi uma viagem linda, mas bastante cansativa, uma vez que bati volante sozinha o tempo inteiro e por muito tempo. Queria ter tido mais tempo em alguns lugares, pois foi tudo muito corrido e intenso. Mas conheci lugares incríveis que só poderiam ser acessados de carro. Muita gente até hoje se espanta com as minhas viagens sozinhas, principalmente de carro. E vejo muita gente com vontade de fazer o que eu faço: pegar o volante e sair por aí. Já tive experiências diversas no Brasil e algumas fora do Brasil. E eu digo que nada é mais libertador do que viajar sozinha, ainda mais de carro. Nessa viagem eu replanejei de última hora meu roteiro pelo menos umas 4 vezes. Muitos me perguntam se eu eu não fico com medo ou insegura. Claro que eu fico. Mas eu vou com medo mesmo. Porque eu não quero que nada me impeça de fazer aquilo que eu quero da minha vida. Principalmente que essa limitação seja interna. Se confrontar é um dos maiores desafios da vida e até agora sinto que estou no caminho certo. E você? O que te limita? Liberte-se.💪❤️ Alfenas - MG Avencal - SC Blumenau - SC Campos do Jordão - SP Campos do Jordão - SP Campos do Jordão - SP Campos do Jordão - SP Caverna do Diabo - PETAR, SP Caverna do Santana - PETAR, SP Ilha do Cardoso - SP Ilha do Cardoso - SP Ilha do Cardoso - SP Marco do descobrimento, Ilha do Cardoso - SP Ilha do Cardoso - SP Ilha do Cardoso - SP Pedra do Frade, Laguna - SC Praia do Cedro, Ubatuba - SP Prudentópolis - PR Prudentópolis - PR Prudentópolis - PR Serra do Rio Rastro - SC São João Del Rei - MG Tiradentes - MG Prudentópolis_(1).mp4 Prudentópolis - PR Cânion do Ronda - SC (não sei o motivo, mas não consigo desvirar essa foto de jeito nenhum...) Serra do Corvo Branco - SC Pedra Furada - Parque Nacional São Joaquim, SC
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    Salve mochileiros, aqui está mais um video feito com lindas imagens desse paraíso chamado Grécia.
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    Salve Mochileiros, Estou aqui para descrever, relatar, contar, sei lá 😁um pouco ou tudo da minha experiência que tive nessa viagem incrível quem sabe até poder ajudar algumas pessoas que pensam em fazer essa trip. Estava relutante, com muitas duvidas se eu deveria escrever esse relato, mas no final acho que vale a pena contar um pouco das experiências que tive e quem sabe incentivar alguém a começar. Antes de iniciar, tenho apenas que repetir uma coisa que praticamente a maioria das pessoas que finaliza essa trip diz que é: TODO MUNDO TEM QUE FAZER UMA VIAGEM DESSA , , porque é muito foda, você conhece tanta gente, uns lugares de tirar o fôlego, vê umas coisa maluca que as pessoas chamam acho eu de choque cultural, são tantas sensações que senti nessa viagem, todo dia eu estava feliz, a única parte triste foi a despedida, porque o resto foi foda. Então vamos iniciar esse relato cambada!! Esse mochilão teve inicio no dia 01/04/2019. Roteiro Santa cruz de La Sierra Sucre Uyuni San Pedro De Atacama Arica Tacna Arequipa Ica Huacachina Paracas Lima Huaraz Cusco Copacabana La Paz Santa cruz de La Sierra Gastos Nessa vou ter que pedir desculpas para vocês, acho que não vou conseguir dar muitos detalhes, sei que eu gastei 4885 reais pois comprei as passagens aéreas antecipados tudo por 840 e uma passagem de ônibus de Sucre a Uyuni por 45 reais , o que sobrou foi apenas 4000 reais a qual levei comigo no meu Money Belt do começo ao fim da viagem, mas falo para vocês só sei que quando estava no ultimo dia la em Santa Cruz de La sierra eu estava muito pobre, muito mesmo, para vocês terem uma noção tive que pechinchar até comida de 15 BOL(consegui por 10) mas não se preocupe ainda lembro os preços dos tours, vou dar algumas dicas de comer barato e acomodação barata também. OBS: Se eu perdesse o Money belt ou fosse roubado estava muito ferrado, pois não levei nenhum cartão de credito ou debito hahahahah (maluco de BR hahahahah ) Desabafo: Estava com esse mochilão na cabeça dês de 2016, planejando fazer sozinho mesmo(uma coisa quase praticamente impossível de fazer), li apenas alguns relatos como o mais famoso do rodrigovix e da maryana teles , arrumei minha mochila com poucas coisas mesmo e fui, melhor decisão que já tomei em toda a minha vida. Dês de moleque sempre quis largar tudo e viajar o mundo todo, sem data de volta, porem necessitava e necessito de experiência, por conta disso planejei esse mochilão clássico para confirmar se conseguia me virar e ver com meus próprios olhos se era verdade mesmo se tinha como viajar o mundo com pouco dinheiro ou quase nada e depois que terminei, pelas pessoas que conheci e experiências que vivi posso dizer que é possível. Preparativos: Como eu disse anteriormente, comprei antecipadamente apenas as passagens aéreas e a passagem de ônibus(essa de Uyuni se não planeja fica em sucre recomendo comprar com antecedência). São Paulo a Santa Cruz de la Sierra – R$ 680 Santa Cruz de la Sierra a Sucre – R$ 160 Ônibus de Sucre a Uyuni - R$ 45 No meu mochilão não foi muita coisa apenas: 7 camisetas 2 shorts 8 cuecas 8 meias 2 calças jeans 1 calça de trekking 1 calça térmica 1 fleece (furtada) 1 jaqueta corta vento 1 blusa termina 1 chinelo 1 calça velha (para dormir) 1 camiseta velha (para dormir) 1 bastão de trekking (furtado, merecido, pois nem usei, totalmente desnecessário) Mochila de ataque foi apenas: Pasta de documentos Carregador de celular 2 Power bank Dicas: Vai no relato da @Maryana teles pois de começo nada mudou, seguro é importante(não usei mesmo comendo nas boca de porco) , carteira de vacina é importante mas eles nunca pedem, mas bom levar nunca se sabe e de resto tranqüilo. Inicio do Relato 01/04 - Guarulhos x Santa Cruz de La Sierra x Sucre Episodio 1 – O primeiro choque cultural a gente nunca esquece. Chegou o grande dia, coração a mil, ansiedade tomando conta, sai até cedo de casa, cheguei no aeroporto as 19h30, já estava lá pronto para embarcar , porem meu voo saia só as 00:05 ou seja ficaria por quase 5 horas coçando, nesse período de tempo conheci dois amigos um casal super gente fina e humilde demais que iriam iniciar sua jornada também Felipe e Fernanda. Mal sabia eu que essas desgraças iriam me acompanhar praticamente até metade do caminho hahahah Obs: Vocês perceberam que estamos com a mesma mochila e o rodrigovix também tem a mesma mochila e se duvidar até você tem essa mochila, sabe por que isso? Porque nos é pobre e essa é a mochila mais barata da decathlon. Chegamos em Santa Cruz as 3h00 da manhã, ficamos lá coçando no tédio e esperando nosso voo para Sucre que sairia as 9h00 Nesse período de tempo novamente conhecemos um brasileiro muito louco, sabe porque louco? ele foi de ônibus até sucre ou seja 13 horas em um ônibus pelas estradas mais perigosas da Bolívia (ele morreu hahahha mentira) e ainda fez o salkantay (4 dias caminhando) muito louco esse cara! Passaram algum tempo e a gente precisava realizar o cambio, para pagar ônibus e comida la em sucre então combinamos em trocar 50 reais cada um porem na hora do cambio aconteceu uma coisa que eu achei engraçada e preciso compartilhar com vocês e isso ainda aconteceu comigo(tinha que ser) vou contar. Estava lá eu indo trocar o dinheiro, porem não tinha ninguém para me atender , então resolvi esperar, nessa hora veio um cara parecia aquele índio do pica pau, veio falando espanhol com mandarim e um pouco de Frances que eu não entendi quase nada mas pelo pouco que entendi, vou tentar descrever essa conversa(estávamos tentando falar em espanhol): Gringo: Você cambio? Eu: Sim, quantos está o cambio? Gringo: Dólar! Eu: Não só tenho real, 50 quero trocar!Quanto cambio? Gringo pegou a carteira e sacou 50 dólares para me dar porem eu disse: Eu: não, quero BOL Gringo: Você fala inglês? Eu: Sim Gringo: Cambia para mim? Eu: Cambia você para mim? Gringo: você faz cambio? Eu: não e você? Gringo: também não, desculpa! Foi essa confusão 😂😂foi uma situação engraçada, mas depois disso fui trocar o dinheiro, quando à mulher chegou acabei trocando meio que obrigado 100 reais em uma cotação horrível pois ela não aceitava menos que 100 e não tinha nenhuma outra casa de cambio aberta. Enfim chegou o horário do voo e partiu Sucre Chegamos no aeroporto de Sucre as 11h00 da manhã , um aeroporto bem minúsculo. Assim que chegamos ao aeroporto perguntamos o preço do táxi 60 BOL muito caro! Vimos uma van, pechinchamos e conseguimos por 10 BOL para levar ate o terminal de bus essa van cheio de boliviano e apenas nos três de brasileiros e lá vamos nós. Uma dica para quem quer economizar: NUNCA VÁ DE TÁXI SEMPRE ESCOLHA O MEIO DE TRASPORTE PUBLICO (A não ser que não tenha transporte publico), alem de economizar uma baita de uma grana você terá uma imersão cultural maior. Enfim chegamos vivos ao terminal de ônibus. Nosso ônibus para Uyuni sairia apenas as 20h00 então íamos precisa comer, decidimos ir ao lugar mais barato, encontramos um restaurante local que estava cobrando 10 Bol com sopa e prato principal muito barato porem.. Confessar uma coisa para vocês foi uma das piores sopas que já comi em toda a minha vida, descobri que a culinária não é um ponto forte dos bolivianos, terminamos de comer e fomos andando mesmo até o centro e praça principal para cambiamos dinheiro e conhecer um pouco da cidade. Trânsito na Bolívia é uma loucuraaaaa!!!! Cambiamos 550 reais em uma cotação boa para pagar o tour do Uyuni e comprar alguma coisa para comer, em seguida fomos para a praça principal Depois fomos a uma praça cheia de pombo, tinha mais pombo que Osasco (quem já foi sabe que Osasco tem bastante pombo) o engraçado é que as pessoas alimentavam o pombo, tinha gente vendendo comida para alimentar os pombos tinham as crianças que abraçavam o pombo e juro que eu vi uma criança beijando a merda do pombo, outro choque cultural que tive, provavelmente se eu ficasse mais um dia naquela cidade eu ia ter mais choques culturais 😂, mas não, vai por mim, aquilo já estava bom hahaha queria chegar logo em Uyuni. Depois fomos para um mercadinho comprar umas coisas para levar no Uyuni e comer no caminho (não compramos nada, pois estava tudo caro para os nosso padrões ). Nesse mercadinho eu acabei vendo uma coisa que não queria, então, vou contar, dentro desse mercadinho tinha uma lan house onde tinha uns adolescentes, acreditem em mim eles estavam juro, assistindo filmes pornográficos como se tivesse assistindo Peppa Pig, dentro do mercadinho manooo foi ai que pensei, temos que ir embora logo dessa cidade já vi coisa demais por um dia, porem não tinha como, pois estava cedo e ainda a gente tinha que ir no mercado central comprar as coisas para não morrer de fome e lá fomos nós, chegando nesse mercado e mano me surpreendi muito, tão limpinho segue as imagens: Esses frangos estavam expostos ali acho eu uma semana, mas enfim compramos as coisas e partimos para o mirador da cidade, fomos andando novamente (esqueci de falar que o meio mais econômico de transporte são as pernas), andamos por uns 40 minutos até chegar no mirador, cheio de subida, resumindo cheguei lá em cima morto. Seguimos para o terminal de buses, fomos de ônibus publico e mano louco eu nunca tinha visto coisa parecida eu estou acostumado, como moro em São Paulo a andar com ônibus grande e tem sinal de parada, ponto de ônibus, lá não tem essas coisas não, totalmente diferente, vocês tem que saber onde vai descer, tem que falar para o motorista ”vou descer aqui” ele só ”para” e você desce, ônibus minúsculo, muito louco paguei 1 BOL. Chegamos no terminal faltando umas duas horas para o ônibus partir, tivemos que esperar, mas antes meus amigos foram em um restaurante jantar, eu não jantei por vários motivos primeiro estava sem fome, a sopa me traumatizo, não queria gastar , ansiedade e queria apenas entrar no ônibus para dormir (dois dias sem dormir é osso)😂😂😂 enfim entramos no ônibus e partimos para Uyuni onde eu tive um dos melhores momentos da minha vida, conheci umas pessoas incríveis e minha primeira paixão de viagem. O próximo capitulo será: A primeira paixão de viagem a gente nunca esquece.
  6. 1 ponto
    Meu marido e eu pretendemos visitar a Rússia fazer a Transiberiana em julho de 2020. Será minha viagem de comemoração de 50 anos! Quem gostaria de se juntar a nós?
  7. 1 ponto
    Olá mochileiros! Estava fazendo o meu relato em tópicos, mas agora que já cheguei em casa, chegou a hora de contar tudo de uma vez, enquanto ainda está fresco na memória. O inicio do Relato e da viagem, foi em Roma, e lá mesmo fiz meu primeiro post sobre esta viagem. Segue o link para quem desejar começar do começo rs https://www.mochileiros.com/topic/84446-roma-3-dias-3-pessoas-fotos-preços-e-itinerário Resumindo o inicio da viagem - Voo saindo de Florianópolis com escala em Guarulhos e chegando em Roma, Imigração foi uma piada - tanta preparação pra nada. Média de troca de euro foi 4,50, Comprei as passagens com MaxMilhas, Alugamos AirBnb. Monumentos maravilhosos, a cada esquina uma nova maravilha que nem estava na lista. Comida gostosa e farta, museus lindos! No relato acima tem, é claro, muito mais detalhes, com fotos e gastos que tivemos por lá. Saindo de Roma, foi a vez de irmos a Santorini, na Grécia. Dia 13/04 Voo marcado para 12h45, a partir do aeroporto de Fiumicino. Atrasou um pouco, e o voo em si demorou 1h45. Adicionando 1 hora a mais pelo fuso horario de Santorini, chegamos no aeroporto de Thera por volta de 16h15. Ficamos no hotel San Giorgio, que acima de 2 diárias oferecia transfer grátis de e para o aeroporto. Chegamos lá e o encanto foi imediato. Quarto recém reformado, cheiroso e super confortável! Deixamos as malas e saímos pra comer em um restaurante próximo (aliás, tudo é proximo, Thera é super pequena e tudo é de fácil acesso) chamado Greek Bites. Super delicioso, comida regional, maravilhosa! Passamos no mercado e compramos algumas coisas para o café, além de água, que não é potável na ilha. [agua 0,50 ; croissant 1 ; suco 1,50, snacks 1] Passeamos um pouco pelo centro (uma rua rs) e voltamos pro hotel para um merecido descanso. Dia 14/04 Acordamos cedo e fomos para o terminal de onibus. Vi em muitos relatos e sites que é indispensável alugar carro quando vier para Santorini; e discordo completamente. Não era viavel alugar carro pois ficariamos apenas 2 dias e não dirigimos, mas mesmo que esse não fosse o caso, achei suuper tranquilo andar de onibus. O terminal é bem localizado, onibus de viagem limpos e baratos. [1,80 a 2,40 dependendo do destino] Segue fotos dos horarios de onibus, não tem muitos, mas são precisos. Nosso destino nesse dia foi a maravilhosa Oia. Como saimos cedo, ainda estava bem vazio, e conseguimos aproveitar bem o lugar, sem multidões. Voltamos para Thera e almoçamos no restaurante Pelican Kipos. A decoração e ambiente encantam logo de primeira, e a comida fecha a experiencia com chave de ouro. Descansamos um pouco depois do almoço e no fim da tarde seguimos para uma igrejinha próxima, chamada Virgin Mary Church, pra ver o tão falado por do sol. Bom, não tem o que falar.. As fotos dizem tudo. Na volta, jantamos em uma lanchonete meio vintage, chamada D’s Burgers. Super gostoso e um ótimo atendimento! [Burger 6, Fritas 4, Refri 2] Dia 15/04 Café da manhã no Our Corner, no centro de Thera [waffle 10, sanduiche 6] De lá fomos até o terminal pegar um onibus para Perissa, a famosa praia de areia preta. Lá almoçamos e bebemos em um barzinho também chamado de Corner - Food and Drinks. O sol abriu e nos deu uma manhã maravilhosa de presente. No fim da tarde saimos pra ver a caldeira pela ultima vez, porém com o céu nublado não conseguimos aproveitar o por do sol novamente. Jantamos no Lucky’s Souvlakis, bem bom e barato, ótimo pra aproveitar a cozinha local. Dia 16/04 De manhã tomamos café em uma lanchonete próxima, chamada Crepe House. Também gostoso, porém demoradinho. De lá, voltamos pro hotel pra fazer o checkout e pegar novamente o transfer de volta pro aeroporto. E assim acabou nossa mágica viagem a Santorini, curta porém inesquecível. Links Hotel - https://bit.ly/2Jgv117 Preços para 3 dias, 3 pessoas Voo Roma - Santorini - 269 euros Hotel - 196 euros Almoço Greek Bites - 40 euros Mercado - 50 euros Onibus - 25 euros Pelican Kipos - 50 euros D's Burgers - 30 euros Our Corner - 30 euros Corner Food Perissa - 60 euros Lucky's Souvlakis - 30 euros Impressões e Dicas Sempre levem um casaco. O tempo foi completamente imprevisivel, mudando em questão de 1 hora, mas o vento era sempre constante. Cidade super calma, bem rural, estilo praia. Todas as lojas e supermercado ficam em apenas uma rua principal, tudo fácil de achar. Transito tranquilo, porém ninguém usa capacete, principalmente quem aluga quadriciclo rs Os pratos vinham sempre bem fartos, e sempre pedíamos pra dividir e provar de tudo. Continua em Atenas..
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    Olá pessoal.... Tô planejando ir fazer mochilao pela Chapada Diamantina agora em Junho. Mas meu plano é visitar o máximo que der, de cima a baixo, aproveitar bastante. Nem que dure um mês. Quem tiver interesse e quiser entrar em contato pra acompanhar....sinta-se livre pra entrar em contato ^^ Sempre bom ter companhia SE possível. Se não o plano segue como o mesmo claro kkkkkkk
  9. 1 ponto
    Olá viajantes, preciso de ajuda para verificar se esse roteiro "funciona" realmente. Sairei de Manaus no dia 04 de maio de 2019, chegando a Cumbica e já saindo para Barra Funda, pegando o busão com destino a Corumbá. Tudo no mesmo dia, pois o ônibus sai a noite de São Paulo. Chegando em Corumbá no dia 5. Vou até a Fronteira e compro as passagens para Santa Cruz. Chegando a Santa Cruz, dia 6 pernoito 1 dia. Saio de Santa Cruz no dia 7 com destino a Sucre, chegando no dia 8, onde pretendo passar 2 dias, até o dia 10. Saio para Potosi e chego no mesmo dia, pernoito até o dia 11. Vou a Uyuni e pernoito até o outro dia, 12. Salar de 3 dias, até o dia 15, Volto a Uyuni e saio direto a La Paz, chegando dia 16. Aí vem mais duvidas, pois quero pernoitar no Titicada, se possível junto com os nativos. Se tem pacotes dede La Paz ou tenho que ir a Copacabana. Lí muitos e muitos comentários aqui, porém não li nada a esse respeito. Se tem ônibus de Copacabana direto a Santa Cruz Como sobram dias, qual cidade dessas citadas que poderei passar mais dias, ou quais locais a visitar ? Se fosse você, para onde iria mais ? Agradeço aos comentários
  10. 1 ponto
    verdade.... acho que os jovens estao deserperançosos com relaçao ao futuro que nao eh nada promissor, emprego , aposentadoria... e os que nao tem condicoes financeiras pior... Mas eu acho muita coragem sair pra viajar sem rumo e sem dinheiro.... Pois o gostoso eh viajar mas sabendo que tem um teto te esppeando para voltar.
  11. 1 ponto
    seu roteiro está DIVINO. já bateu inclusive uma leve inveja. parabens ! e volte com as novidades =)))))
  12. 1 ponto
    Meu Roteiro de 7 dias Dia 01 a 04. Paris - Givenchy (jardim Monet) - Roen - Mont Saint Michel - Vale do Loire (castelo chambord) - orleans - Paris. Locomoção de De carro. #Vários pedágios. Dia 05 a 06. Paris - brugge (Bélgica), Bruxelas ( Bélgica) - Paris. Locomoção de carro #1 pedagio somente. (10€). Dia 07 - Paris Gasolina =\ 1.76€/l. Locomoção em Paris: mêtro - baixe o mapa da cidade no Google maps. Alugar carro é perder dinheiro com estacionamento. A noite não paga na rua. Locomoção aeroporto orly - Paris ... dividimos o táxi com outros dois brasileiros. E assim ficou o mesmo preço do Uber (30€). Chamamos o Uber, mas ficou difícil chegarmos até ele sem conhecer o aeroporto. E os franceses gostam de falar francês viu..: inglês não curtem muito não!!! Tem a opção de metro. Mas depende das malas para locomoção. Se tiver de mochila cargueira se joga. Peça informação em inglês começando pelo menos um “bonjour”. Pôr-do-sol geralmente é 21hs. Ótimo para passear. O dia dura muito mais. Temperatura (estamos na primavera) variou de 4 a 15 graus). Pegamos uma frente fria que chegamos a tremer!!! Esperava uma temperatura mais amena. 1• dia Chegamos meio dia. Fomos para o hotel. Passamos no monoprix para comprar vinho (várias opções com preço ótimo) , queijo (variedades de queijo com preço muito bom, Brie/Camembert é baratinho), frutas e chocolate para comemorar meu aniversário. Sentamos à Beira do rio Sena. Seguimos em direção a torre. Já tinha ingresso para subir as 19hs, pois queria ver o Pôr-do-sol lá de cima. Deu tudo certo e foi nosso primeiro contato com Paris. 2• dia Pegamos o metro sentido ópera garnier (entrada grátis) - (a sala principal de festas é impressionante), nem a sala de espelhos de versailles me impressionou tanto). Atrás está as galerias laffayete. Existem três prédios, dois de compras (lojas de grife para passear mesmo rs) em geral e um gourmet, onde tem restaurantes, supermercado, vários quiosques com doces, frios e bebidas. Nos indicaram um italiano. Prove o ravióli com trufas negras com um vinho da casa. De lá seguimos para o Atelie des lumieres (exposição de Van gogh 3D, que você entra nos cenários), mas estava lotado. Se quiser ir compre com antecedência de 3 dias on line no site oficial (10€). Não vende na bilheteria. Seguimos para o cemitério do Père-Lachaise, onde está enterrado algumas celebridades como Alan Kardec, Jim Morrison. Não estava no roteiro, mas era próximo. De lá pegamos um metro e seguimos para o bairro de monmatre .. conhecemos a igreja Sacré-Coeur, passamos pela praça onde está o muro do eu te amo, tomamos sorvete em forma de flor na amorino e fomos conhecer a fachada do Moulin rouge. Não entramos, sem condição o preço do espetáculo.. 170 euros. Metrô custa hoje 1.90€ o ticket, compramos o pacote de 10 tickets por 14,90€. Valeu mais a pena. Vi que não compensava comprar a diária. 3• dia Alugamos um carro. Tomamos um café da manhã em uma padaria próxima. Média: 1 café e croissant 🥐por 3,90 €. E fomos para o jardim de Monet. Lindo o jardim. 10€ para entrar. Seguimos para a cidade de Rouen - cidade do interior da França onde morreu Joana D’Arc. E caminhamos pela cidade. Almoçamos aqui. Seguimos para a cidade de Pontorson, onde está o mont saint Michel e chegamos 17hs. Estacionamos o carro (pago 14€ 🤨- vale pela entrada do mont) e pegamos um ônibus grátis para o monte. Não paga para entrar no mont. É lindooooo, é imenso. Jantamos uma pizza com aquele molho caseiro especial dentro do mosteiro (não provei o famoso omelete de forno). Andamos por lá e Vimos o pôr-do-sol, que foi por volta das 21hs. Na volta estava um vento friooooooo. Para esperar o ônibus foi uma tortura. Nos hospedamos na aubergie de la baie (267 reais). Super confortável. Bom custo. Da para ver o monte de longe. Mas só é bom se você tiver carro. Porém se você for de trem+ônibus para o mont, que é a opção sem carro fique em frente ao Mont em portonson (ex: hotel Gabriel, vert, e outros) ou fique dentro do mosteiro (média de 700 a 1000 reais a diária). Muitas pessoas fazem um bate e volta de Paris de ônibus ... outra opção viável. 4• dia No dia seguinte fomos em direção ao Vale do Loire visitar o castelo de chambord. No caminho passamos pela linda de cidade de blois. Tem um castelo lá que só vimos de longe. Almoçamos em um lugar que a dona era uma simpatia. Era estilo espoleto, mas com macarrão artesanal. 6€ o prato. O castelo de chambord vale a visita. É imenso. A escadaria é famosa, pois foi desenhada por da vinci. Entrada 10€. Seguimos de carro e paramos na cidade de orleans. Na minha opinião foi a catedral mais linda que vimos em toda viagem. Amei a cidade. Cheia de bares e restaurantes charmosos. Está a 120km de Paris. Seguimos para Paris felizes depois de um percurso delicioso pelo interior da França. Ao chegar em Paris fomos para o trocadero. Lugar de melhor vista para a torre Eiffel. Jantamos no restaurante le wilson, fica na rotatória atrás do trocadero. Escolhemos uma das opções de formule: Entrada foi tipo um patê de frango com salada, o prato principal uma carne com fritas e sorvete de pistache de sobremesa. 5• dia No dia seguinte seguimos para o palácio de Versalhes. Está próximo a Paris. Em Versalhes descobri alguns detalhes. Não vá cedo. A não ser que queira visitar com ele cheio. Quando chegar compre o ingresso com direito a castelo/jardim (27 €- achei caro pelo que vi), e siga pela lateral dele, que você chegará aos jardins sem a fila da entrada. Precisa mostrar o ticket para entrar. Explore o jardim. E visite o Trianon ao fundo. Trianon foram aposentos de Maria Antonieta. Volte ao castelo. O jardim é imenso. Tem a opção de alugar bicicleta e aquele carrinhos de golfe. Fizemos tudo a pé. Quando voltamos à frente do castelo a fila continuava grande. Vi que tinha um restaurante dentro do castelo, que se chama ore, e que se você consumir algo lá dentro você pode entrar por uma entrada preferencial ao castelo. Foi o que fizemos. Almoçamos lá dentro. Comi um macarrão com trufas negras muito bom. Fiz reserva na hora pelo TripAdvisor. Não entra sem reserva. Tem a opção no restaurante de café +entrada e almoço + entrada, se você estiver sem ingresso. Então você não precisa comprar ingresso antes. Veja se compensa. Visitamos o castelo e quando saímos fomos conhecer as carruagens reais no prédio da frente. É grátis. Em frente ao castelo de Versalhes foi o lugar mais em conta que encontramos souvenir vendido por ambulante: chaveiro da torre, a torre em miniatura e imãs de geladeira. Retornamos a Paris. Como era cedo. Fomos de carro conhecer Notre Dame (fechada para reconstrução). Só tiramos fotos distante. Tiramos fotos na frente do Louvre 18:30. Que estava fechado e vazio. Ótima opção se quiser exclusividade. Em horário de visita é cheio de gente na frente. Seguimos para o arco do triunfo. Depois fomos conhecer o estádio do Paris Saint German. Depois retornamos ao hotel. Jantamos no monoprix (ficava atrás do nosso hotel e é forma econômica de comer). Lasanha + macarrão ao pesto + dois refrigerantes de 600ml foi 15€ para duas pessoas. Levamos morangos grandes e suculentos (3€) e nutella (2€) do supermercado como sobremesa para comer no hotel. Ai vai uma dica ótima: tanto monoprix quanto Carrefour tem boas opções de lanches/comidas rápidos, inclusive sobremesas como tortas, doces e macarrons. Mais em conta que cafés e restaurantes. Se estiver em apartamento a melhor opção é piccard, uma variedade de opções congeladas e o preço é ótimo. 6• dia Fomos de carro até brugge - em Bruxelas. A arquitetura muda totalmente. Cidade pequena. Seria como gramado é para porto alegre. Para os amantes de cerveja esse é o lugar. É também lugar do chocolate belga e do waffle (média de 5€). O bar cambrinus é lindo e a comida é deliciosa. O chops variam de 2.8 (25ml) a 8 € (1litro). Tomamos o da casa (delicioso), hoeggarden, delirium, leffe. Fizemos um passeio de barco pelo canal de brugges. É legalzinho, mas nada imperdível. Dura 30 minutos. 10€ Achei os refeições mais caras que Paris: formule de 17 a 20 €. Dormimos no ibis e seguimos no dia seguinte para Bruxelas. (1 hora de carro até Bruxelas). Em Bruxelas andamos pelo centro (catedral, palácio do rei, museus, teatro), comemos a famosa batata frita belga (existe briga com os franceses sobre a origem), fomos em jardins e seguimos para o bar da delirium (em frente tem a escultura da menina fazendo xixi). Tomamos alguns chops. Fomos conhecer a escultura famosa do menino fazendo xixi. Comemos waffle na rua (5€). Fomos conhecer o atomium, estrutura com várias esferas gigantes. Não subimos. Mas tem a opção e dizem ter uma linda imagem da cidade. E retornamos a Paris!! 7• dia (último 😓) Último dia e fizemos o percurso turístico a pé. 1dia para conhecer os principais pontos turísticos a pé. Inicie seu tour a pé pela estátua da liberdade (tem metro próximo)... e vá margeando o rio Sena. Passe pela ponte bir-hakeim. Tem uma vista linda da torre e o Rio. Passe ao lado da torre Eiffel. Comemos um crepe delicioso ao lado carrocel e sentamos ali na beira do rio. Se for a intenção entre na torre Eiffel. Siga até a pont alexandre III, ponte mais linda e imponente de todas. Na ponte a direita estará o museu militar onde está o corpo de Napoleão bonaparte. Ao lado o museu d’orsey, onde estão obras de da vinci e Monet. A direita estará o grand palace com seu teto de vidro. Só passamos na frente. Seguimos até a praça da Concórdia. No meio a direita você verá a champs elisier (avenida com lojas de grife pe de Paris) e lá no fundo o arco do triunfo. Siga reto e vá visitar a rua dos guardas-chuvas.. se chama Village Royal. De lá pegamos um mêtro, pois fomos almoçar nos restaurante próximos a Notre Dame, bem próximo a shakespeare company (livraria). Há formule por 10 a 15 € com entrada, prato principal e sobremesa. Escolhemos o maison blanche, restaurante francês na rua de la Huchette. Provamos a tão falada sopa de cebola. Comemos um filé ao molho com fritas e confit de pato com fritas. Torta de maçã e mousse de chocolate de sobremesa, tudo por 15 € por pessoa. Os garçons são uma simpatia. Fomos margeando o sena, sentido Notre Dame ao louvre... vimos a antiga pontes dos cadeados. Retiraram todos de lá, mas você observa que na próxima ponte encheram novamente de cadeados 🤷‍♀️. Descansamos um pouco no jardim das tuileries. Sentamos ao lado do bosque e depois da maior fonte. E seguimos para entrar pelo louvre pelo carrocel do louvre (dica: menos fila que pela frente) as 16hs (fecha às 18hs, mas as 4as e 6as fecha as 22hs). Não havia fila. Deixamos a monalisa por último. E a sala estava relativamente vazia. Os aposentos de Napoleão são surreais. Entrada do louvre 15 €. Só vale a pena se você gostar de arte. Não achei imperdível para mim. Saímos e de lá fomos tomar uns chops artesanais no bar au trappist, fica próximo a Notre Dame. Comemos um hambúrguer artesanal delicioso. Voltarei a Paris só para comer esse hambúrguer de novo. Rs. Ao final do dia, não tínhamos mais pés para andar. Rs. Fim da viagem. Retorno ao aeroporto fomos de Uber: 30€.
  13. 1 ponto
    Já fiz umas 30 reservas no site hoteis.com e nunca tive problemas... ainda tem a vantagem de pagar em reais e parcelado na maioria dos hotéis, mesmo no exterior... e ainda acumulando 10 diárias vc ganha uma grátis se vc se inscrever no rewards... quando o preço está menor ou igual aos outros sites, só reservo no hoteis.com
  14. 1 ponto
    Pode ficar tranquilo que existe este ônibus, em 2017 eu vi o pequeno guichê da empresa no terminal de Santa Cruz, não sei te falar sobre os valores, é um trajeto de pouco mais de 24 horas, já pesquisei sobre este ônibus a muito tempo. Aqui no site tem relatos antigos de pessoas que fizeram este trecho, só que partindo de Assunção. Semana que vem vou a Assunção, se tiver um tempinho, quando chegar no terminal de Assunção confiro certinho o nome da empresa.
  15. 1 ponto
    @Victor Freitas brother, dê uma lida tambem nos relatos de viagem, com certeza voce encontrará muita coisa interessante que vai contribuir na construçao do seu roteiro. https://www.mochileiros.com/forum/13-relatos-de-viagem/
  16. 1 ponto
    Por mais batido que seja, de eu já ter morado por 4 meses no Rio, e de eu já ter ido umas 20 vezes ao Rio, toda vez que eu voo para lá me encanto com a beleza da cidade. Então não se preocupe com o fato de ser um destino batido, se você tem vontade de conhecer algum local, por mais batido que seja, vá, aproveite e seja feliz. como você está desempregado, o melhor momento seria agora mesmo, semana que vem mesmo, rsss Pois se ficar esperando muito tempo para fazer a viagem, você pode arranjar um emprego e inviabilizar a viagem. você não falou onde morra, mas na semana que vem mesmo eu daria uma olhada nos preços das passagens de ônibus para o Rio, aproveita que agora em maio é baixa temporada e os hosteis estão um pouco mais baratos no Rio.
  17. 1 ponto
    Viajar de onibus pode até sair mais em conta dependendo do seu ponto de partida, caso contrario pode sair tao caro quanto uma passagem aerea, sem falar do tempo perdido na estrada e o cansaço. Veja certinho pra onde quer ir e comece a pesquisar o preço das passagens, as vezes poderá encontrar algum promoçao interessante.
  18. 1 ponto
    Sobre em qual época do ano ir depende do que vc quer ver/fazer por lá. Se pretende ver como é o frio do sul do país, ver as serras com bastante geadas e tal, realmente a época ideal seria agora no inverno, meados de maio - junho. Caso queira pegar praia no sul ai terá que ir no final do ano já no verão. Em Santa Catarina tem muitas prias bonitas
  19. 1 ponto
    Se são locais batidos ou nao pouco importa, o que vc tem que pensar é que sao destinos que voce tem vontade de conhecer. Então se seu interesse é naquela região comece a pensar onde ir e o que fazer.
  20. 1 ponto
    Desde já muito grato pelos norteamentos!! Infelizmente não conseguiria guardar mais, pois estou desempregado. Então quero partir que terei esse valor para isso e o tempo queri pensar em aproveitar essa questão de estar desempregado para fazer também... Eu sempre quis conhecer o Rio, Porto Alegre e Sanca Catarina, mas não sei se é batido sabe... Não sou muito de trilhas, faria algumas para conhecer lugares mas não pensaria em acampar inicialmente, curtiria conhecer pontos turísticos diurnos e noturnos da cidade se possível. A época do ano é algo que não saberia dizer também pois não sei qual a melhor época imagino que primavera ou verão seriam melhores, mas espero estar empregado até lá o que possivelmente inviabilizaria... haha Partindo do princípio que não tenho precisão de achar algo, também não tem uma quantidade em mente, gostaria de aproveitar o máximo de dias que eu pudesse!! Não tenho problema nenhum em dormir em hostels ou albergues com mais pessoas, no fim gostaria de ter um cama minimamente confortável para descansar e um chuveiro para tomar banho pro próximo dia haha Quanto ao transporte, talvez eu conseguiria parcelar as passagens, mas também não tenho problema em ir de ônibus para economizar!! Alimentação também não faço questão de luxo, consigo me virar com o simples!!! Penso que é isso!!! Novamente, muito obrigado pela atenção!!!
  21. 1 ponto
    @antoniolussari A grana que voce tem pra fazer a viagem seria apenas esses R$3000.00 ou seria possivel juntar mais um pouco? Se for possivel reunir mais uma grana, qual seria o montante total que voce conseguiria reunir? - Ninguem melhor do que voce mesmo pra decidir pra onde ir, as vezes o que é interessante pra mim pode nao ser pra voce. Voce pensa em fazer trilhas/acampar, conhecer grandes centros/museus, praias, neve, etc... - Qual a época do ano que pretende viajar? Terá quantos dias disponíveis? - Pensa em ficar hospedado em hotel ou seria um estilo de viagem mais econômica se hospedando em albergue? Deu pra perceber que são muitas variáveis que dependem de sua resposta para podermos opinar em algo. De toda forma supondo que voce tenha apenas esses R$3000.00 pra fazer toda a viagem, seu itinerário ficará bem limitado por conta das passagens aéreas que dependendo do destino poderá ti custar quase uns 50% do que vc tem ou quase o valor todo. Se puder parcelar a passagem aérea ótimo, caso contrário o que lhe restará para hospedagem, alimentaçao e algum passeio será muito pouco. Uma viagem pra fora do país com essa grana é inviável, entao veja aqui dentro do Brasil pra onde quer ir e quanto terá de grana liquida pra gastar la no destino. Reponda as perguntas acima e/ou coloque mais informaçoes do que voce ja tem em mente para podermos ti ajudar. Boa sorte!
  22. 1 ponto
    No mais, dê uma boa pesquisada no fórum, irá encontrar muita informaçao. Nos tópicos abaixo terá um norte tambem: https://www.mochileiros.com/blog/mochilao
  23. 1 ponto
    Leve roupa para no maximo uma semana, independente se voce ficara uma semana, um mes ou um ano viajando. Lembre-se de que quanto mais coisas levar, mais peso terá que carregar. Poucas peças de roupa serão suficientes pra vc fazer longas viagens, à medida que for usando vc vai levando.
  24. 1 ponto
    Lugar pra ficar existe aos montes, pesquise no site https://hostelworld.com e avalie o melhor custo beneficio, veja se as atraçoes de interesse estao relativamente proximas à sua hospedagem. Porque de nada adianta pagar muito barato numa hospedagem se vc tiver que pagar onibus, taxi, etc para ter que ir em qualquer lugar. Lugares bacanas depende do perfil de cada pessoa, nem sempre o que é bom pra mim pode ser bom pra outra pessoa. Veja pra onde vc quer ir e pequise o que ha de interessante pra voce.
  25. 1 ponto
    Oi! Estou um pouquinho atrasada pra responder essa dúvida, mas talvez ajude outras pessoas. Pelo que eu entendi, essa informação de vacina pra cólera no Marrocos tá meios confusa. No site do Brasil, está escrito assim "É exigido comprovante de vacina anti-cólera", porém depois embaixo ele especifica que a vacina seria necessária só se vc vem de países onde tem cólera: "Certificado de vacinação anti-cólera é obrigatório, caso o visitante venha de área com ocorrência da doença, tais como América Central (Haiti, República Dominicana, Cuba, México) e Saara Ocidental, Mali, Burkina Faso, Guiné, Costa do Marfim, Gana, Nigéria, Camarões, Congo, República Democrática do Congo, Angola, Zâmbia, Tanzânia, Moçambique , Zimbabwae, Iraque, Paquistão, Malásia (as duas ilhas) e Filipinas (todas as ilhas)", o que não é o caso do Brasil. No site do CDC, não fala nada dessa vacina também não. E caso vc tenha dúvidas quanto as vacinas necessárias pra determinado destino, qual é disponível no sus, se ainda vale esse certificado internacional, etc, existe um serviço de medicina do viajante gratuito na Fiocruz. Seguem os links que podem ajudar: BR: http://www.portalconsular.itamaraty.gov.br/seu-destino/marrocos#saude CDC: https://wwwnc.cdc.gov/travel/destinations/traveler/none/morocco?s_cid=ncezid-dgmq-travel-single-001 FIOCRUZ: https://portal.fiocruz.br/servico/medicina-do-viajante
  26. 1 ponto
    Só para complementar o que já foi dito, o problema é que nas rotas que partem do Nordeste (Recife e Salvador) a Air Europa usa o A330-200, um avião já bem antigo e sem entretenimento individual...já na rota partindo de São Paulo ela usa o Boeing 787-800, bem mais novo (Dreamliner) e que já conta com tela individual. A questão do check-in antecipado nas tarifas mais baratas da imensa maioria das cias aéreas hoje em dia é pago, não seve como parâmetro de avaliação.
  27. 1 ponto
    @Ericalourenço oi eu to planejando viajar pra fora quero ir para os Estados Unidos procuro meninas que vão
  28. 1 ponto
    Dê uma lida nos topicos abaixo, ja vai ti dar uma norte https://www.mochileiros.com/blog/mochilao
  29. 1 ponto
    Olá , procuro companhia para fazer uma viagem para algum destino da América do sul , uma viagem barata e divertida, interessados entrem em contato comigo whats 11992200745
  30. 1 ponto
    20/02 Para os três dias seguintes, optei por contratar um pacote de viagens com a empresa “Info de Ushuaia”. Paguei cerca de R$ 1000,00, individual, pelos três dias full de passeios. Nesse primeiro dia, logo pela manhã fomos até ao Parque do Fim do Mundo, com passeio pelo Trem do Fim do Mundo. Não desembolsamos mais nada, se não me falhe a memória. Renderam algumas fotos.. o passeio é monótono também. Cansa, mas a vista compensa. Depois, rodamos no ônibus em outros pontos turísticos. Fui sozinho, pois a chuva deu uma apertada. Prejudicou até o uso da câmera.. molhava a lente e era horrível pra limpar depois. Ai tirei umas pelo celular. Fomos até a Bahia Lapataia, ao lago Acigami e, por ultimo, na “agencia” dos correios do fim do mundo – aqui, vários brasileiros de moto chegando no local. Finalizamos pela manhã o passeio e fizemos uma rápida refeição no local chamado “MARCOPOLLO FREE LIFE”. Local barato, de comida leve. Depois, começaríamos talvez o passeio que mais me chamaria a atenção, porém o tempo não deu a devida colaboração. Por volta das 15h, entramos num catamarã rumo as Islas Lobo, Pajaro e Tierra del Fuego, além do farol do fim do mundo. Durou umas 04 horas de passeio e, mesmo com chuva, foi sensacional. Um frio de rasgar, ventando muito, mas o contato com a natureza daquele lugar foi top. Leões marinhos, aves nativas da região, pinguins e até uma baleia que deu o ar da graça bem próximo à orla, navegando lentamente há menos de 100 metros da embarcação. Mesmo com o mau tempo, iria de novo sem problema. Apreciamos tudo que pudemos. Ao desembarcarmos, fomos até a lanchonete MARCOPOLLO novamente. Preço bom, comida boa.. melhor alternativa hehe. Fizemos a janta por lá mesmo, e depois fomos para o hotel por volta das 21h30min. Pinguins de Madagascar? Intruso Kattegat ao fundo.
  31. 1 ponto
    já tem alguns anos que fiz essa trip então nao consigo nem errar sobre o valor que possa tá esse passeio. Mas como o brother acima comentou, é muito melhor fazer o passeio de três dias. Dê uma lida nos relatos de viagem, talvez encontre alguma informação mais recente sobre valores.
  32. 1 ponto
    Olá, bom dia. Alguém com disponibilidade para conhecer Buenos aires (4 dias ) e Bariloche (4 dias) Junho/ Julho ou Agosto.
  33. 1 ponto
    Fala pessoal! Assim como a grande maioria das pessoas que utilizam esse site como fonte de informações antes da viagem, também fiquei em dívida, e irei fazer um relato sobre a viagem que realizei agora em Novembro/2013. Foi minha primeira viagem internacional, fui atrás de tudo sozinho e eu não tinha idéia do quão trabalhoso é organizar um passeio. Quase fiquei louco com a quantidade de documentos necessários, mas no fim, valeu cada segundo gasto atrás das informações. No começo, como mochileiro de primeira viagem, quase cometi o erro de conhecer 15 países em 15 dias, aos poucos fui tirando uma cidade aqui, outra ali,e no final eu pensei: O que eu REALMENTE quero conhecer? Sei que já foi dito, exaustivamente, aqui no fórum, mas não custa reforçar: se você não tiver muito tempo, não vale a pena conhecer um país só pq ele é "pertinho". Uma viagem dessas é muito cansativa, e ficar por mais tempo em uma mesma cidade vai ser muito mais prazeroso. Tive 2 semanas de férias em Novembro, e decidi conhecer Paris e Londres, infelizmente, no auge do Euro e da Libra =(, e senti certas dificuldades em achar relatos de viagens nesse período. Portanto, meu objetivo aqui vai ser mais contar como é viajar nesse mês e passar algumas dicas! Bom pra começar, alguns gastos e considerações pré-viagem. - Passagens aéreas: Vôo São Paulo - Paris; Paris - Londres; Londres - São Paulo. Preço: $850,00 Consegui esse valor, em uma promoção da Air France, que tinha direito a stop-over grátis (antes da viagem, eu nem sabia o que era isso, ahahahah) em Paris, com volta por Londres. Achei o preço consideravelmente bom, visto que não tiveram lá boas promoções pra Europa esse ano. Aqui vale a dica já recomendada aqui no fórum: Não compre no decolar.com, apenas use o site pra dar uma pesquisada geral nos preços, e depois entre no site próprio da empresa e compre por lá. O site da KLM-Air France é muito fácil de se usar. Se eu tivesse comprado pelo decolar, teria saído uns R$300,00 a mais. Pra quem não sabe, stop-over é quando você tem direito a descer do avião, ficar alguns dias nessa cidade "intermediária", e no dia de seu interesse, pegar o vôo para seu "destino final", com o preço já "incluso" na passagem, ficando beeeeeeeeem mais barato do que comprar as passagens separadamente, caso o stop-over seja oferecido de graça. Agora pra comprar, funciona assim: Não adianta você comprar a passagem, por exemplo: Brasil > Londres, com escala em Paris, e querer sair feliz e contente atrás de sua mala no aeroporto de Paris, achando que pode remarcar a qualquer hora o vôo para Londres, ahahaha. Você tem que fazer o seguinte: No site da companhia aérea, você tem que ir na opção "Múltiplos Destinos" e ir preenchendo de acordo com o seu planejamento. Por exemplo, o meu ficou assim: Ida: São Paulo - Paris, dia tal. Paris - Londres, dia tal. Volta: Londres - São Paulo, dia tal. No site da KLM, alguns horários ficam grifados em amarelo. São horário mais baratos! Vale a pena dar uma olhada, pois a economia pode ser interessante! - Albergues. Pra mim, foi a parte mais difícil de decidir durante o planejamento, são várias opções, todas com pontos positivos e negativos. Usei 3 sites para saber a opinião de quem já tinha ficado: tripadvisor, hostelworld e o booking. Reservei os 2 que eu fiquei através do site hostelworld, sem nenhum problema. Agora a dica é: no site, tem um aviso (não muito visível, diga-se de passagem) de "Deals", que são promoções entre os hostels e o site. Os que eu fiquei, foram: Paris: St. Christopher Gare du Nord Deal: 4 noites pelo preço de 3 - Quarto quádruplo. Preço: €110,00 (paguei 10% no ato da reserva, e o restante lá com o Cash Passport) Pontos positivos: Olha, tendo em vista que foi a minha primeira experiência em hostel, sim, eu o indico e provavelmente ficaria lá de novo! Era quase um hotel! É muito limpo, as camas são bem confortáveis, o café da manhã, incluso no preço, é bem aceitável, e fica numa rua sem saída, então não é lá tão barulhento, apesar de ter um bar no térreo. Particularmente, eu sou meio chato na questão de dividir quartos com estranhos, então uma coisa que eu gostei muito desse hostel foi que cada cama tinha um local para colocar sua mala, cortininha, luzes, tomadas e entrada USB. Além disso, tinha elevador, locker-room, cada hóspede tinha um cartão magnético para entrar nos quartos e corredores, o staff era bastante solícito e nas proximidades tinha de tudo, supermercado, farmácia, padarias, restaurantes, etc. E o mais importante: era muuuuuuito perto da estação Gare du Nord. Então pra quem precisa pegar o Eurostar é uma mão na roda, além de te levar pra qualquer canto da cidade. Ponto negativos: Não é necessariamente em relação ao hostel, mas é uma situação que você vai enfrentar todo dia, caso opte for ficar nele. A estação Gare du Nord é simplesmente gigantesca e difícil de se encontrar lá dentro. Ela é interligada com várias linhas de metrô e trem, e ao me deparar com aquele mapa de metrô, me bateu um leve desespero no começo, já que tinha mil e uma formas de chegar no mesmo lugar. Dependendo de qual linha eu tinha q pegar, eu gastava fácil uns 10 minutos andando por lá. Mas assim que eu peguei o jeito de andar de metrô, tudo ficou mais tranquilo, além disso tem pontos de informação. Outra coisa, a região não é das mais bonitas de Paris, e à noite, ficava um pessoal meio estranho do lado de fora da estação, mas não vi nada de suspeito, ninguém mexeu comigo e até tinha uma caixa eletrônico à céu aberto, onde o pessoal sacava dinheiro tranquilamente. Quanto ao hostel, a única coisa que eu relataria como ponto negativo, é que vc precisa pagar €5,00 para deixar sua mala no locker-room (bem moderno e seguro) durante 24 horas, então considere mais este gasto caso você chegue antes do horário do check-in (14h), ou saia depois do check-out (10h). Outra coisa, só tem 4 chuveiros por corredor, com vários quartos, então pode ser que em altas estações fique um pouco lotado. Londres: Safestay Elephant and Castle Deal: Promoção à um preço fixo para ficar 7 noites. Eu fiquei 6, mas caso eu comprasse as 6 separadas, ficaria mais caro. Preço: £120,00 - Quarto com 6 camas misto. Eu não tirei fotos dele, mas as imagens que estão nos sites hostelworld e booking representam fielmente como ele é! Pontos positivos: Assim como o de Paris, esse é mt bem equipado e tudo bem limpo. Também ofereciam aquele esquema de segurança, cada hóspede com seu cartão magnético para entrar nos quartos e elevador. Os quartos não são tão bons, mas as camas têm as cortininhas! ^^ Café da manhã típico de hostel tbm incluso. Vários ônibus na porta. Bem perto do metrô Elephant and Castle, uns 5 minutos andando, que dá acesso aos principais pontos turísticos bem rapidamente, por exemplo, London Eye e o Big Ben ficam a 2 estações. Na verdade, se você tiver pique, dá até pra ir andando. Região bem tranquila, mas tirando um McDonald's que tem do lado, não tem mais nada por ali. Pontos negativos: O staff não era dos mais simpáticos, o locker-room é bem pequeno e sem segurança nenhuma. No tempo q eu estive lá, a porta permanecia aberta, e suas coisas ficavam à vista em uma prateleira. Como eu já sabia disso, levei dois cadeados e prendi minhas malas nessa estante. A estação Elephant and Castle, apesar de pequena, tbm é bem chatinha, vc perde um tempinho andando lá dentro. A rua do hostel é bem movimentada, então tinha bastante barulho à noite. Clima Na minha opinião, cenas mais bonitas do que a Europa durante o outono, não há. Fiquei deslumbrado com aquela paisagem tão diferente da nossa aqui no Brasil. Estava bem frio, entre 5º e 10º, na França peguei todos os dias nublados com apenas algumas horas de sol. Já em Londres, ahhh..em Londres, aquele clima é maluco, então não adianta olhar previsão do tempo pra lá! auhahuauhauh...mas resumindo, de 6 dias...2 dias inteiros de sol, e outros nublados com chuvas que começavam e paravam a cada 10 minutos, me estressando um pouco! ahauhauhauhauha Mas oq me irritou mesmo, não foi o frio, mas sim o calor INSUPORTAVEL dentro dos estabelecimentos e metrô! Sério, uma das coisas mais chatas da viagem foi o sufuco que eu passava dentro do metrô, cheio de gente, com aquele aquecedor ligado! Ai a tríade mochila+blusa de um lado+ guarda-chuva molhado do outro, me perseguiu durante a viagem inteira! =// Quanto ao anoitecer, 17h30 em Paris e um pouco antes em Londres, já estava tudo escuro. Amanhecia lá pelas 8h00. Turistas Sinceramente, eu não consigo imaginar como deve ser Paris no verão, de tão entupida de turista. Deve ser insuportável! Não aconselho à ninguém ir pra lá nesse período se não gosta de multidão. Em Novembro, as únicas filas q eu vi foram pra subir na Torre Eiffel e pra subir na Notre Dame. E lotado, LOTADO mesmo, estava o Louvre, mas mesmo assim acho que nem se compara aos meses de férias, por ex, tirei minha foto com a Monalisa, sem maiores problemas. Em Londres, muito menos turistas, tudo mais tranquilo. Porém, uma coisa é certa: vc terá a companhia de excursões escolares, q por mais q bonitinhas e educadas sejam as criancinhas, te trará momentos de ódio. E o pior, vc verá milhares de asiáticos seguindo uma pessoa com um guarda-chuva fechado erguido pra cima. Tive vontade de jogar todos, sem piedade, Arco do Trinfo abaixo! . Eles só serão úteis para tirar suas fotos, isso eles fazem como ninguém! Mala Conselho: levar daqui apenas uma blusa e as coisas essenciais pra não congelar no primeiro dia, e deixar pra comprar o resto por lá. Comprei uma segunda pele, luva, cachecol, toca e outra blusa beeem quente na Decathlon de Paris, e foram mais do q suficientes, além de serem mt mais baratas do que aqui! Levei tbm, uma farmácia inteira, doença nenhuma iria estragar minha viagem! Levei a receita de todos os medicamentos, mas em nenhum lugar chegaram a me barrar por portar 200 mil comprimidos! ahahaha Imigração Um capítulo a parte, levei vários documentos: extrato de cartão de crédito, dos cartões pré-pagos internacionais, reservas de hostel, passagem de volta, seguro saúde e tudo que vocês possam imaginar. Após aquela perdida básica no Charles de Gaulle, e finalmente achar a fila da imigração, eu fui na que, até aquele momento, era a mais feliz e sorridente das funcionárias, mas na minha vez, ela incorporou algum espírito ruim e pediu simplesmente TODOS os documentos q eu tinha levado, ela verificou tudo, nos mínimos detalhes, me encheu de pergunta. Por um momento achei q ia voltar, mas no final deu tudo certo. Já em Londres, que teoricamente seria pior, foi super tranquilo. Peguei um senhorzinho que parecia ter saído de algum filme do Harry Potter, que fez as perguntas básicas e só...se não fosse o carimbo, q estava sem tinta, e me fez esperar os 3 minutos mais longos da minha vida (até q outra pessoa trouxesse um novo) na fila da imigração, eu teria saído em 30 segundos . Seguro viagem: Uma vez que eu comprei a passagem com o cartão de crédito, o seguro foi fornecido pela operadora (VISA). Compras aqui no Brasil Entrada da Torre Eiffel: €13,00 (até o topo) Estava com medo de pegar um dia chuvoso e feio, mas não estava! \o/..Compensou bastante, já que a fila de compras lá no dia (domingo), estava quilométrica. London Pass de 6 dias: £91,00 Pra mim, valeu MUITO a pena. Acompanhem o site, pois às vezes tem promoção com 10% de desconto. Comprei aqui e retirei lá, sem enrosco! Compras feitas lá Paris Museum Pass de 4 dias €54,00 (comprei no aeroporto) Se vc pretende conhecer apenas Louvre e Versailles, não compensa. Mais do q isso, é indispensável, corta filas e te dá acesso à banheiros! Paris Visite Pass de 5 dias - todas as zonas €57,00 (tbm comprei no aeroporto) Eu estava muito em dúvida se comprava esse passe, ou o carnê de 10 viagens por €13,30. Mas no final das contas, foi a melhor coisa que eu fiz. Esse passe cobre as viagens de/para aeroporto-centro e Versailles. Eu usei bastante o metrô, principalmente nos dias de chuva, e quando as minhas pernas já estavam pra lá de destruídas, sem me preocupar em comprar mais passes naquela correria q é dentro das estações. 7-day Travelcard zonas 1 e 2 - €30,40 (comprado no aeroporto de Londres, com a ajuda de um senhor muito prestativo, já que eu não tava entendo nada de como funcionava/comprava aquele Oyster Card) Indispensável, te dá direito à andar em onibus e metrô, quantas vezes quiser por 7 dias. Alguns sites úteis: http://www.londresparaprincipiantes.com/4-dias-em-londres-roteiro-de-viagem/ http://www.conexaoparis.com.br/2008/05/07/paris-em-4-dias-primeiro-dia/ http://www.londontourist.org/planning.html http://viagensesouvenirs.blogspot.com.br/ http://meusplanosdeviagem.wordpress.com/category/reino-unido/ http://www.rodei.com.br http://www.europapraturista.blogspot.com.br Bom galera, é isso. Nos próximos tópicos vou descrever um pouco das aventuras do meu dia-a-dia e contar pq eu adorei Londres, e não achei Paris lá grandes coisas! Qualquer dúvida, podem ir perguntando! Tentarei ajudar com oq eu aprendi! ^^
  34. 1 ponto
    argentina com uruguai sem aereo dá q sobra ... peru com bolivia sem aereo dá que sobra... o lance de ir sozinha sem problema, ninguém nasce e morre colado com alguém .. sempre viajo só e encontro pessoas na mesma vibe ... quando fui com pessoas junto, acabaram c minhas viagem de tanta frescura
  35. 1 ponto
    A vacina contra a cólera não é muito eficaz e por isso não é muito utilizada... Nem sabia que algum país exigia, quando fui ao Marrocos não precisei. Até onde sei não é disponível pelo SUS, acredito que só vai conseguir em clinicas particulares mesmo. Agora sobre a febre amarela, o meu acabou de completar 10 anos, e já virou consenso que não precisa repetir a vacina, mas não sei quanto a burocracia como está, tenho a mesma dúvida que você.
  36. 1 ponto
    Olá, irei em novembro também, chego em lisboa dia 18, pretendo fazer Lisboa / Barcelona / Paris / Bruxelas / Berlim / Milão. Se alguém tiver afim de fazer esse roteiro, ou alguma dessas cidades me avise
  37. 1 ponto
    Bom pessoal, fiz este mochilão em setembro deste ano, e foram 20 dias de pura emoção! Foi minha primeira viagem internacional e como a maioria de todos aqui, peguei muitas dicas neste site então nada mais justo do que compartilhar as minhas! Assim que decidi fazer este mochilão, comecei a pesquisar bastante sobre os locais e montei o seguinte roteiro: Então a ideia principal do Roteiro era conhecer a Turquia, principalmente os pontos turísticos do interior como a Capadócia e Pamukkale! Como era bem perto da Grécia aproveitei para conhecer Atenas, Delfi e as 2 famosas ilhas gregas Mykonos e Santorini! E como não existe vôos diretos para Atenas, optei por fazer um stopover na Itália de 4 dias, onde pude conhecer Roma, Nápoles e Pompeia! Resumo, foi tudo uma correria mas deu tudo certo!!! No início planejei toda a viagem para ir sozinha, mas 2 meses antes da viagem, consegui a companhia de uma amiga! Vamos ao que interessa então: ITÁLIA Planejei 2 dias em Roma. No primeiro fomos conhecer os pontos turísticos principais como Coliseu, Foro Romano, Palatino e Fontana de Trevi. Ficamos no Hostel Alessandro's Palace, bem próximo da Estação Termini então fizemos esses passeios por metrô ou por Open Bus, aqueles famosos ônibus de 2 andares que pagamos 20 euros e valia por 48 horas. Achei que valia muito a pena, pois podíamos sempre descer em qualquer ponto turístico e esperar outro ônibus. Compramos o ticket com um indiano na saída do Palatino, mas em todos os pontos de parada sempre tem alguém, (normalmente um indiano,rs) vendendo. No segundo dia, reservei para conhecer o Vaticano e também para fazer um passeio pela Necrópoles!!! Este passeio foi dica de um amigo da minha amiga e nunca tinha ouvido falar! É um passeio pelas escavações embaixo do Vaticano, onde descobriram estar o túmulo de São Pedro. É tão tão secreto que não é divulgado e você precisa reservar com antecedência mandando email aqui do Brasil para o Escritório de Escavações do Vaticano dizendo sua disponibilidade e quantas pessoas farão o passeio. [email protected] Em todos os blogs que lemos sobre o passeio, sempre comentavam sobre a dificuldade de conseguir agendar o passeio pois somente são permitidos 200 visitantes ao dia e nem todos os dias ele é realizado. São feitos grupos de 12 pessoas e quase sempre é um padre ou seminarista que guia o grupo. Pois bem, a Melissa enviou o email e acho que tivemos sorte pois no dia seguinte recebemos uma resposta com data e já confirmamos e efetuamos o pagamento via cartão de crédito. Custou 12 euros por pessoa. A história é bem interessante até mesmo para quem não é católico. As escavações que descobriram este lugar foram patrocinadas pelo próprio Vaticano nos anos de 1939 a 1949, a pedido do Papa Pio XII em realizar um desejo de seu antecessor que gostaria de ser enterrado próximo do túmulo de São Pedro. Não só o túmulo foi encontrado, mas uma série de mausoléus da época pagã romana. É terminantemente proibido tirar fotos lá dentro o que é uma pena porque realmente o local está bem conservado e com várias tumbas e símbolos pagãos. Neste dia sobrou tempo para conhecer o Circus Maximus, A Boca de La Veritá, Basílica de Santa Maria Maggiore, a Piazza Navona e o Pantheon (apenas de fora) pois já estava fechado! No 3º dia fomos conhecer Pompeia, a famosa cidade do antigo império romano que foi destruída pela explosão do vulcão Vesúvio!! Tínhamos comprado já os tickets de trem aqui de SP mesmo, pelo site da Trenitalia. De Roma, tem que ir até Nápoles e de lá pegar o trem da Cia Circunvesuviana que nos leva até Pompéia! O sítio arqueológico é impressionante! Passamos 5 horas lá dentro andando e nem assim conseguimos ver tudo!!! Claro, os corpos dos sobreviventes que parecem ser de pedra estão lá espalhados pelas ruínas e chocam pelas expressões de espanto e medo ainda em seus rostos. Voltamos para Nápoles e fomos experimenar a famosa e original Pizza Napolitana numa Pizzaria bem tradicional chamada Di Matteo. Nápoles é bem feia , pelo menos a parte que vimos, o trânsito é caótico, mas a cidade tem seu certo charme. Quem sabe com mais tempo dá para achar lugares mais bonitos! O que deixamos de fazer é ir no Museu onde estão muitas obras encontradas em Pompéia GRÉCIA ATENAS No dia seguinte fomos para Atenas! Tive meu sonho de visitar a Acrópole realizado! Ficamos no Athens Backpackers, bem próximo da Acrópoles e do metrô numa excelente localização e indico muito o hostel! Adorei! Tem wifi que pega legal, é um hostel bonitinho, tem um bar que dá pra ver a Acrópoles a noite iluminada! Perfeito! Em Atenas nos locomovemos muito com metrô que é super moderno . Inclusive para ir do aeroporto de Venizelos até a estação Acrópoles, bata pegar um metrô por 8 euros , descer na estação Syntagma e fazer baldeação para a linha vermelha para descer na estação para a Acrópolis. Daí vc dá uns 10 passos, vira a esquina e tchanran chegou no hostel! Mapa do metrô de Atenas Acrópoles á noite toda iluminada Templo de Parthenon Num mesmo dia visitamos a Acrópoles, a Antiga Ágora, a Ágora Romana, o Estádio Panathenaico e os bairros de Plaka e Monastiraki que são lindinhos,charmosos e perdição para as compras!! Jantar á noite em Plaka é uma delícia! Naquelas ruazinhas estreitas, em mesas pra fora do restaurante iluminadas à luz de velas! O ingresso para visitar a Acrópole você comprar na própria entrada do local e este te dá direito a visitar mais uns 5 lugares como as Ágoras e o Templo de Zeus Olímpico. Vale à pena! Numa ruazinha de Plaka Pista de Atletismo do Estádio Panathenaico: o estádio onde foram criados os Jogos Olímpicos! A comida da Grécia é sensacional! Experimentem o famoso iogurte grego, é divino! E amei um prato chamado Saganaki queé o queijo Feta empanado! Delicioso! DELFI No dia seguinte em Atenas fomos visitar Delfi, onde fica o Templo do Deus Apolo. Pagamos cerca de 75 euros pelo passeio de dia inteiro com ônibus que nos levava . O percurso durou 3 horas de ida e 3 de volta. Compramos este passeio numa das agências de turismo de Plaka mesmo. Passamos por paisagens lindas pelo caminho como a cidade de Arahova, que é uma espécie de Campos do Jordão grega! A cidade fica no alto de um morro, muito alto mesmo e no inverno faz muitooo frio! Amei, fiquei com vontade de voltar lá no inverno! O local onde fica o templo é impressionante. Muito no alto, se já é de difícil acesso hoje, imagina naqueles tempos da Grécia antiga onde as pessoas subiam com animais nas costas para levar de sacrifício e obter respostas do famoso oráculo! O passeio todo foi feito com uma guia grega que falava inglês e nos transmitia toda a história do local. No final visitamos o Museu do Templo também. Verdadeira aula de História! E pra fechar o passeio almoçamos num restaurante gracinha ali por perto com vista para uma piscina maravilhosa ! A cidade de ARAHOVA (Campos do Jordão grega.rs) Templo de Apolo onde ficava o Oráculo em Delfi ] SANTORINI Fomos de avião de Atenas para Santorini. O vôo durou 40 minutos. Fomos pela cia aérea grega Aegean Airlines. SAntorini é perfeita!!! Uma ilha cheia de paisagens de tirar o fôlego e praias diferentes para explorar. Ficamos no hotel Dina´s Place localizado em Fira(Thira)a parte central da ilha! Amamos a localização pois era perto Do centrinho com as ruazinhas cheias de restaurantes e comércio e do ponto de ônibus central de onde saem os ônibus para os ptos turísticos da ilha, como Oia, Perissa Beach, Kamari. Estes ônibus são uma mão na roda pois são ônibus de turismo, super confortáveis e muito baratos. Você paga cerca de 1.60 ou 2,00 euros por cada trajeto. Compensa bemmais do que alugar um carro ou um quadriciclo, até porque dirigir na ilha é meio complicado. Tem partes cheias de curvas que parece que você vai cair num precipício. Para quem prefere ficar mais tranquilo, com certeza é a melhor opção. os ônibus possuem horários de saída, mas em tdos os momentos que precisamos deles, sempre tinha algum saindo para onde estávamos indo. A vila de Oia é o passeio principal para quem estiver em SANTORINI. É de lá que saem as famosas fotos de pôr do sol com as casinhas bancas e as igrejas de teto azul! Normalmente os locais para ver o pôr do sol ficam apinhados de gente, tente chegar cedo, antes das 17h00 para garantir um bom local! O pôr do sol realmente é um espetáculo! Gostaria de ter ficado mais tempo em Oia. Lá dá pra perceber que é a parte mais cara da ilha. Imagine ficar num hos hotéis com vista para o mar! Quanto às praias, conhecemos a Red Beach, White Beach e Perissa Beach! Praias exóticas mas imperdíveis. Fomos de bus até Red Beach e de lá pegamos barco até a White Beach e a Perissa Beach. Bem tranquilo e sai baratinho, coisa de 10 ou 15 euros cada trecho. Fizemos também um passeio para a Cratera do vulcão que originou Santorini. Fechamos no hotel mesmo esse passeio.Muito legal. Vamos de escuna apreciando o mar com sua coloração azul impressionante e na metade do caminho paramos em um local chamado Hot Springs, que é um encontro de águas geladas e quentes. Lugar lindo demais. Pulamos da escuna e ficamos um tempo nadando naquelas águas. A cratera do vulcão exige disposição, é enorme, não parece um vulcão de verdade e se você quiser ver todas as crateras têm que andar bastante mas olha a vista compensa! Dá pra tirar fotos incríveis e na volta pra Santorini, ver a ilha se aproximando lá em cima é incrível! Ah para descer para a escuna, como a ilha é muito alta usamos uma espécie de bondinhos! é muito prático e rápido. Pra ganhar a tempo e economizar as pernas pq é uma descida enorme. Tem muita gente que desce no lombos de pobres coitados burrinhos. Não recomendo, acho que ou se vai a pé mesmo ou de bondinho,rs! Deixamos a parte da agitação e baladas para Mykonos! Pôr do sol na Vila de Oia Cratera do Vulcão Red Beach White Beach Perissa Beach Vila de Kamari MYKONOS Pegamos um ferry-boat de Santorini para Mykonos. Levamos 3 horas e fomos de classe executiva porque a econômica estava esgotada. Isso porque tínhamos comprado aqui no Brasil, há 1 mês antes da viagem pelo site da Hellenics Seaways. Ficamos num hotel lindinho chamado Aeolos e o dono do hotel Panos é muito gentil e preparado! Quando chegamos no hotel ( ele foi nos buscar no porto), ele já tinha mapas da ilha prontos e com indicações dos melhores pontos turísticos na opinião dele e várias dicas! O hotel é lindo e o atendimento perfeito, o único porém é que não é perto de tudo como em SANTORINI! Para irmos para Chora que é o centrinho da ilha, tivemos que andar uns 20 minutos, uns 7 de asfalto e o resto descendo a encosta,rs. Resultado: quase tudo que fizemos em Mykonos foi de táxi, mas saía baratinho, não era absurdo! Sempre combinando o preço antes é claro! A maioria dos taxistas já possuem uma média de quanto cobram para cada lugar e não hesitam em parar o táxi na metade do caminho e pegar mais passageiros, cobrando o mesmo preço para eles...rs. Mas em geral são bem simpáticos e é o ganha pão deles né. Conhecemos uma praia perfeita chamada Elia Beach! Depois de barco fomos passamos pela Super Paradise e paramos em Paradise Beach onde tinha a balada diurna e ao ar livre Tropicana Club. Foi hilário! Myknos é a ilha das festas mas nós já estávamos no final da temporada então as coisas tendiam a ficar menos animadas,rs. Mesmo assim lá estava no Tropicana Club o Dj de Milão Sassa que é como um agitador do local e ficou famoso por andar pelo local apenas de fio dental e na frente uma trombinha de elefante. Sim, bizarro mas mega divertido,rs!! Á noite, aproveitamos que era a última balada da temporada e fomos na famosa Cavo Paradiso! Foi muito legal, inclusive porque encontrei alguns amigos mochileiros que havia conhecido aqui pelo site! A Paradisíaca Elia Beach Paradise Beach Pôr do sol nos Moinhos Ruazinha de Chora Little Venice Voltamos para Atenas por avião pela Aegean novamente e o vôo levou apenas 20 minutos!!! imagine que as comissárias nem conseguiram terminar de servir bebida para todos os passageiros... De Atenas pegamos uma conexão para Istanbul TURQUIA ISTAMBUL Turquia é realmente incrível!!! Sem palavras pra descrever este país que de primeira impressão é tão exótico e diferente do nosso, mas é possível perceber várias semelhanças, seja na alegria ou na espontaneidade do povo! Bom em Istanbul, tínhamos contratado um serviço de transfer do aeroporto para o hostel e mandaram um motorista que não falava inglês,rs, mas tudo bem, era simpático e nos levou direitinho pro hostel. Ficamos no Sultan Hostel, mega bem localizado no bairro turístico de Sultahnamet. Ali era perto da Mesquita Azul, da Hagya Sofia,Topkapi Palace e do Grand Bazar, tanto que fizemos tudo a pé sem problemas. Fizemos amizades com uns turcos de um café/bar na rua do hostel e fomos para Taksim Square à noite, numa balada bem divertida onde tocava músicas pop turcas e outras músicas de sucesso dance,rs. Andar por Istanbul é bem fácil e o povo é muito gentil, mesmo não falando inglês tão bem. No Grand Bazar encontramos vários vendedores que falavam espanhol e até arriscavam um português! Para visitar o interior do país nós contratamos um pacote turístico há uns 2 meses antes da viagem, aqui do Brasil mesmo. Deu tudo certinho e em 6 dias conhecemos Çanakkale onde fica a Anzac Cove, Eceabat, Tróia , Kusadasi, Ephesus,Pamukkale, Hierapolis e Capadocia!! O pacote incluía hospedagem e a maioria das refeições e também o famoso vôo de balão pela Capadócia! Foi tudo perfeito. Acho que as fotos falam por si só! Consegui realizar meu sonho de conhecer estes locais e com certeza penso em voltar e em breve. Quem quiser maiores informações, estou á disposição e também estou escrevendo tudo em detalhes no meu blog: ---> http://diarioradical.blog.br/category/viagens/turquia/ Abraços É isso aí, espero ter contribuído relatando essa minha experiência! Mesquita Azul à noite Grand Bazar Gallipoli Çanakkale- cavalo usado no filme de Tróia Ruínas de Tróia Éfesus Última casa onde viveu a Virgem Maria Hierápolis Pamukkale Capadócia Vôo de Balão na Capadócia
  38. 1 ponto
    Há tempos que eu maturava a ideia de conhecer Mendoza. Já estivemos em alguns cantos argentinos, Mendoza ainda não. Sabia que era terra do vinho e da alta montanha. E sabia também do espetáculo que é a estrada para Santiago do Chile. Daí comecei a bolar uma viagem que começasse por Mendoza e terminasse em Santiago, para justamente aproveitar o trajeto pela janela do ônibus. Tal roteiro cabia, portanto, no feriadão de 5 dias de Carnaval. Tentei isso no ano passado, mas não consegui promoção. Para este ano rolou. Viva! A Gol anda fazendo voos direto de São Paulo em alguns dias da semana, e, salvo engano, em temporadas específicas. Mas os horários não são muito convenientes, com voos no meio do dia. Pegamos uma ida de madrugada para Santiago, conectando para Mendoza pela manhã de sábado. E o voo de volta de Santiago de noite. Ideal para aproveitar ao máximo os dias. Fechada a logística, reservei a 3ª-feira para a viagem de busum para Santiago. Comprei antecipadamente as passagens, fomos na frente. Mas... tinha um raio de uma propaganda bem no vidro da frente, o que atrapalhava a visão frontal. De todo modo, a visão lateral, de onde quer que seja, é espetacular. Com a 3ª-feira bloqueada para a viagem, restaram dois dias cheios para Mendoza, mais duas partes – na chegada e na partida. Até considerei de fazer o tradicional passeio à Alta Montanha, mas logo desisti: era muito tempo de estrada, e na mesma estrada que percorreríamos na ida a Santiago. E tenho pra mim que o Parque do Aconcágua merece maior dedicação. Um dia espero voltar. Decidi então que os dois dias cheios seriam dedicados aos vinhos. Estamos muito bem habituados a incursões pelo Vale dos Vinhedos (e arredores), onde já degustamos alguns dos melhores vinhos do Brasil. É um ritual que muito nos agrada, de modo que a ideia era repetir em Mendoza. Um tanto perto da viagem (faltava pouco mais de um mês), fui buscar esquemas de transporte e descobri que tinha de reservar os locais, e com horários. Meio chato isso, mas imaginei que a demanda fosse grande. Em termos de logística, havia a opção de bicicleta (tour ou por conta própria), que a galera que foi comigo não iria topar. Havia o esquema guerreiro total, de busum. E havia o esquema patrão, com motorista dedicado e disponível para o dia inteiro. O esquema patrão ainda incluía a reserva nas vinícolas. Rapidamente achei o contato do Fernando Verá (+54 9 261 545 1540), recomendado por diversos outros brasileiros. Mandei msg para ele por whatsapp, e ele logo retornou me ligando, para saber melhor o que me interessava. Disse que preferia vinícolas menores, mais familiares, não famosas. Ele avisou que era alta temporada (juntava Carnaval, com brasileiros invadindo geral, com vindima). Pra dificultar ainda mais, nossos dias eram num domingo e numa 2ª-feira, dias em que algumas bodegas fechavam. Mas ele arrumou lugares ótimos para nós – nunca tinha ouvido falar de nenhum deles. E todos foram ótimos. Esquema-patrão é outra coisa! Em geral, os preços para esse esquema patrão são cerca de 130 USD por carro para as duas regiões mais próximas a Mendoza (Maipu, Lujan de Cuyo), e 160 USD se for para esticar para Valle de Uco, que fica mais afastada. São 3 degustações por dia, sendo a terceira já com almoço. Além do motorista, vc tem de pagar pelas degustações, diretamente às bodegas. Salvo engano, são ao menos 4 degustações. Dependendo do lugar, vc pode repetir, eventualmente recebe mais degustações do que o programa, etc. Escolados por diversas visitas ao Vale dos Vinhedos, eu bem que gostaria de redesenhar o formato, sobretudo cortando almoço e incluindo mais vinícolas. Mas aí eu teria que organizar logística e reservar bodegas, coisa que não fiz. Topei o esquema patrão completo. Depois de ajustar aceitar o roteiro proposto (pedi ao Fernando para retirar duas bodegas cujos vinhos eu já conhecia), recebi por whapp o roteiro com horários e preços. Muito bom! Nossa chegada a Mendoza já me proporcionou algo novo: viajar de dia. Estamos tão acostumados aos voos noturnos que até me esqueci de reservar assento na janela para observar os Andes no rápido trajeto aéreo entre Santiago e Mendoza. Mas pude ver o espetáculo ao longe, ao menos. O comandante sequer desliga o sinal de apertar os cintos, em função da permanente possibilidade de turbulência ao cruzar os Andes. Chegamos a Mendoza e logo pegamos um taxi (270 ARS, lembrando que esse valor rapidamente estará defasado em função da alta inflação argentina) para nosso albergue. Apenas deixamos as mochilas por lá e partimos para passear pela cidade. Ideia era andar um pouco e pegar o ônibus Vitivinícola, que percorre algumas vinícolas pela tarde. O céu estalava de azul. Fomos numa agência e não tinha mais ingresso para o Vitivinícola. Mas eles nos ofereceram um outro tour, de van, que tbm passaria por algumas vinícolas. Mais barato que o busão e já com o ingresso das degustações incluso. Pareceu ótimo negócio, e topamos. Sairia no começo da tarde. Fomos então fazer câmbio e forrar um pouco o estômago. Nosso tour começou pela vinícola Dante Robino. Lugar muito bonito. Mas achei os vinhos meio marromeno... Em seguida fomos na Don Arturo. Tbm achei tudo marromeno... Além de considerar que era pouco vinho para degustar. Fiquei com medo de aquele ser o padrão dos dias seguintes (mas na verdade era correspondente ao preço que estávamos pagando). Os vinhos tinham preços muito bons para quem quisesse comprar – não era nosso caso, queríamos apenas degustar mesmo. Dante Robino Um lugar muito bacana desse primeiro passeio foi a parada numa Olivícola, ou coisa parecida. Pasrai é o nome do lugar. Lugar de azeites. Uma bela e farta prova de sabores diversos. Galera saiu comprando azeites, que me pareceram muito bons (com a ressalva de que, se já mal conheço vinhos, imagine azeites). No fim ainda paramos numa vinícola especializada em vinhos doces, Florio. Azeites na Pasrai Vinhos doces na Florio Encerrado o tour, voltamos para nossa base. Ficamos bem perto da Avenida bacana da cidade, a Arístides. Com acento no primeiro i. É onde estão os bares e restaurantes, é onde rola o agito noturno da turistada. Muitas cervejarias artesanais, talvez para compensar os dias de vinho. Rodamos pela área e ainda demos a sorte de ter um evento naqueles dias, a Megadegustación. Várias bodegas traziam seus vinhos para que a galera experimentasse. Evento de rua mesmo. Não era grátis, claro, vc comprava uma cartela que dava direito a meia dúzia de provas. E ganhava uma taça. Tinha a degustação normal e a premium. Compramos a normal. Vinhos em geral marromeno, valia pela diversão e pelo evento, que era bem bacana. Tinha uma bodega que servia de graça, não marcava na cartela, então bati ponto por lá, ahahahah. O preço era de 350 ARS por 6 provas de 50ml cada. Ou 500 ARS por 4 provas premium, que, salvo engano, eram mais do que os 50 ml cada. Tinha algumas áreas para a galera sentar e relaxar, e recostamos numa delas. Um casal local puxou conversa e ficamos de papo por um tempo. Bacana ver que o evento não era para turistas somente. Jantamos muito bem (carne!) e depois voltamos. Era meia noite e o evento estava cheio. A Av. Arístides também cheia. Era sábado à noite! Mas fomos dormir. Dia seguinte encararíamos nossa empreitada vinícola. Domingo. Nosso motorista foi nos buscar no horário previsto. Primeira bodega a visitar foi a Benegas. Em todas elas tem a parte de contar a história do local, e na Benegas foi bacana. Provamos um suco do vinho ainda em fermentação, o que foi interessante. No fim do tour vem o que (nos) interessa, que é provar os vinhos. Tudo é feito com cerimônia e parcimônia, mesmo que vc não entenda muito de vinhos – como nós, que geralmente avaliamos de forma simplória: gostei, não gostei. E então eu finalmente tive aquela sensação de conforto: os vinhos eram muito bons! Estava com receio de que fossem meio nhé, tal qual os do dia anterior. Não eram, eram muito melhores. Chamada gama alta. Amem. A primeira visita atrasou um pouco, então chegamos atrasados na seguinte, que era longe. Levamos uma horinha até lá. A bodega agora era a Solocontigo, que ficava no meio de uma região bem árida, repleta de parreiras. Era uma construção moderna meio que isolada naquela área. Havia outras bodegas por lá tbm. Eu sei o seguinte: o lugar é muito bonito. Um jardim daqueles que vc quer passar uma tarde (um dia? uma temporada?) inteira, ainda mais depois de bebericar umas taças, e ainda mais com o céu azul que estalava novamente naquele dia. Nessa bodega já fomos direto para degustação. Um vinho melhor que o outro, um sommelier (ou guia?) que engrena uma conversa muito bacana (e que ainda nos trouxe extras!), aquele cenário, enfim, um momento de felicidade. Não tenho dúvidas de que o (bom) vinho, o álcool, influencia nessa avaliação. Dividimos a mesa com uma família brasileira de São Paulo que também conhecia os vinhos do Vale dos Vinhedos, o que permitiu uma rápida conversa entre supostos conhecedores de vinhos. Uma coisa que me angustiava era o sommelier jogando fora (restos de) vinho. Um pecador. Felizes da vida pelos bons momentos, e pelo vinho na veia e na cabeça, partimos para a terceira e última do dia. Com almoço. Outro lugar de visual estonteante, na Monteviejo. Primeiro curtimos o visual, depois fomos almoçar. No processo do almoço somos apresentados aos vinhos para degustar. A experiência é toda muito boa, mas eu preferiria experimentar os vinhos sem almoço. Minhas papilas (de?)gustativas são limitadas e têm as atenções divididas. Enfim, comemos bem, bebemos bem (e muito), e voltamos. Chapei na viagem de volta. Nesse dia demos um relax no albergue e depois fomos passear pela Arístides. Era domingo, último dia da Megadegustación, e lá fomos nós encarar mais provas de vinho, usando o restante da nossa cartela do dia anterior. Fomos dormir tarde novamente. 2af. Mesmo esquema do dia anterior, mas hoje em bodegas mais próximas. Primeira parada foi na RJ Viñedos. Desde que recebi o programa que fiquei na cabeça com essa coisa de RJ, que me remete imediatamente ao Rio de Janeiro. Mas no caso são as iniciais do patriarca da bodega, Raul Joffre. A bodega é pequena, familiar, bem do jeito que eu tinha pedido. Mesmo scrpit de outras, vc conhece a história e depois faz degustação. Nesse caso havia algumas opções de degustação, e todos escolhemos provar os malbecs. Foi ótimo. Nossa segunda bodega foi na Alandes, outra pequena e com um jardim muito aconchegante. Lá juntamos com um casal chileno com quem papeamos (eles passavam férias no Rio, mas desistiram nos últimos vários anos em função da perspectiva de guerra civil permanente que exportamos ao mundo). Novamente o script, agora com direito a prova do vinho ainda em ‘desenvolvimento’ no barril. E depois as provas, generosas eu diria. Um dos grandes baratos dessa coisa é deixar ser guiado pelo sommelier (guia?), em meio a conversas eventualmente de outros temas. Ótimo novamente, curtimos muito. A terceira do dia era a do almoço. Finca Agostino era o nome. Outro lugar belíssimo (um padrão da região). Salão de almoço estava mais cheio, e de alguma forma achei a experiência aqui melhor. O chef foi até nós se apresentar, comida muito saborosa, momento feliz (e consegui ao menos saborear os vinhos antes de comer!). A receita das degustações sucessivas e mais o almoço tem resultado direto: chapei na viagem de volta. Era coisa de meia hora, mas pareceu uma longa sesta para mim. Depois de um descanso no albergue, saímos novamente para passear pela Arístides. Fomos comer uma carne (sempre!) antes de dormir. Nesse dia não tinha mais a Megadegustación, fomos dormir mais cedo. Atividade na Arístides caiu bastante naquela 2ª-feira. 3af. Choveu bastante de noite, o que nos disseram ser incomum. Mendoza é tipicamente um lugar seco, inclusive com antigo e ainda utilizado sistema de irrigação que aproveita água das montanhas. Sem isso seria complicado para as bodegas. Amanheceu nublado e nossa programação para a manhã era passear pelo Parque San Martin. E assim fomos. O parque é bonito e grande, tem inclusive um mirante. Rodamos por lá, chuvinha chegou a cair fininha novamente. Depois de uma pausa para um café bem transado, partimos para a Rodoviária. Como falei, comprei com antecedência os tíquetes desse ônibus. Queria que fosse de dia, e queria ir na frente. Ideia era mesmo curtir o visual. Na rodoviária foi necessário fazer meio que um check in, afinal cruzaríamos fronteira. A viagem é mesmo um espetáculo. Logo em Potrerillos já tem um lago que é de cair o queixo. Melhor ainda foi ver o sol abrindo conforme avançávamos para o Chile. Vimos raros lugares com neve pelo caminho, por conta da temporada. Ao longo de boa parte do trajeto, trilhos de trem vão acompanhando (e eventualmente cruzando) a estrada. Estão abandonados, tal qual diversas (ou todas) as estações que vimos pelo caminho. Passamos por diversos túneis também. Vimos estações de esqui sem uso, teleféricos esperando pela nova temporada de inverno. A famosa Puente Inca, que faz parte do passeio da Alta Montanha, fica do lado esquerdo, mas não dá pra ver. Vimos cicloturistas fazendo o percurso – isso deve ser sensacional. Sobre lados, eu diria que no começo o lado direito é mais privilegiado. Depois muda para o esquerdo, se não me engano após Uspallata. De maneira que qq lado é bom. Num determinado momento, logo após a entrada no Chile, há uma longa sequencia de curvas que proporciona democraticamente um visual sensacional para ambos os lados. Lembrou muito a descida da Serra do Rio do Rastro (SC), outra estrada de beleza ímpar. Trata-se da famosa estrada de Los Caracoles. O ônibus era confortável, semi-leito (mas eu mal reclinei a cadeira). Servem um sanduba, café, suco e biscoitos. Infelizmente tem TV com filme e som. Coloquei um headphone como antídoto e melhorou. Carregadores USB não funcionavam. A aduana chilena é um ponto sacal da viagem. Não tivemos registro de saída da Argentina (ao menos não tive carimbo de saída), e a parte de imigração no Chile é tranquila. Mas a parte de aduana, PQP, segue a mesma de sempre. Já cruzei fronteira para o Chile em outras ocasiões (Torres del Paine, e voltando de Uyuni), e foi sempre um processo demorado e chato. Continua assim. Levou cerca de uma hora para vencer essa etapa. Chegamos a Santiago de noite, quase 21hs. Tínhamos partido de Mendoza às 13hs. Pegamos o metrô para nosso albergue na Bellavista, largamos as mochilas e fomos curtir a noite na região. 4af. Ficamos flanando pela cidade, revendo lugares onde já estivemos outras vezes, e conhecendo outros tantos. De tarde batemos ponto no sempre excelente Boulevard Lavaud antes de seguir para o aeroporto e encerrar a viagem. Mais um feriadão explorando algum canto do planeta! Dicas gerais de Mendoza: - Como em qq outro canto que conheço da Argentina, aproveite as happy hours! Os preços das cervejas caem bem, geralmente pela metade ou uns 40%. - Se eu voltar, ficarei novamente nos arredores da Av. Arístides, que é onde rola o agito noturno. Além de ser uma parte muito charmosa da cidade. - Em geral achei os preços mais baratos em Mendoza do que eu outros cantos argentinos, sobretudo Buenos Aires. Mas pode ser a corrosão da inflação também. - Não se engane: vinhos de alta qualidade (alta gama) terão preços correspondentes. O tour baratinho que percorre x vinícolas e que tem preço das entradas incluso vai ter vinhos mais guerreiros. - As degustações de vinhos, acho que em qq canto do mundo, partem geralmente do mais leve para o mais forte. - Preços variam conforme bodega e conforme programa. Eventualmente vc tem degustação simples, degustação somente de malbecs, degustação premium, etc. E cada uma tem um valor; você escolhe. A do almoço é preço fixo, e nos dois casos foi meio que bebida liberada (mas vc não dá conta, vai por mim). - Li isso em vários lugares e duvidei, mas agora atesto: depois do almoço vc não quer mais saber de vinho. - Faça o que eu digo, não faça o que eu faço: vc não precisa beber tudo nas degustações. Mas eu bebia. Era bom demais. - Para todas as dicas ref vnhos acima, levem em consideração o seguinte: não somos enochatos, queremos apenas diversão e bons momentos, somos fáceis de se conquistar (mas se o padrão de Mendoza fosse as bodegas do primeiro dia, seria decepcionante pra mim).
  39. 1 ponto
    Nossa nem lembrava que tinha começado esse relato! Rs.. vou terminar o quanto antes!! 🙏🏻🙏🏻
  40. 1 ponto
    Travessia Sitio Bom Jesus / Morro do Chapéu - Travessia dos Veadeiros, Janeiro de 2019. Essa travessia vai surpreender os amantes do Trekking Por Mauro César - Trekking na trilha Dona Madalena e Silmênia Fomos recebidos por Dona Madalena uma pessoa de muita luz, responsável pelo Sitio Bom Jesus, um lugar de pura paz, tudo muito organizado e limpo, vale muito a pena visitar este lugar. Não visitamos o bosque, lugar onde dizem que é surpreendente. Igreja - Sitio Bom Jesus Entrada do Sitio - Exemplo de cuidados com o lugar Passagem pelo portal Saímos ás 11h00 do dia 25/01, percurso com nível difícil, ao longo do trecho o GPS ficou desnorteado, mostrava o caminho diferente e acusava o erro depois de vários metros percorridos, obviamente que tínhamos que seguir, confesso que o acesso foi muito complicado. Ao longo do trajeto dessa primeira etapa, a região mostra muito riqueza nas plantações de soja que sumiam de vista. Pausa para foto Sincronismo dos pássaros Botas na trilha Silmênia pulando a cerca Trekking Proteção do equipamento na hora do almoço, muita chuva Comendo mi Bora né Depois de caminhar em média uns 16 km, chegamos na casa da Miriam, onde nos recebeu de forma muito cativante, muita conversa e risos... tomamos aquele café. Olhem isso, moleque nem gosta de ovos Delicia de café Saída da casa da Miriam Será que rola uma carona? Vista do Heliporto Paredão impressiona Exuberância Trekking Sil superando limites - Nota máxima Cansado? Não apenas impressionado O percurso mais uma vez nos surpreendeu, as coordenadas nos levou por um acesso muito arenoso, sem trilha e direção, muito ingrime e perigoso, correndo o risco de sofrer algum tipo de acidente, rasgamos mata adentro e depois de muita dificuldade conseguimos encontrar a estrada que nos levasse a casa do Sr.Geraldo, estava escurecendo e tudo piorava, mas tínhamos que seguir. E assim foi, escureceu, a estrada estava nos levando ao caminho certo e felizmente por volta das 21h00 chegamos na casa do Geraldo. Logo na chegada fomos recebidos com esse licor..Será? comemorar a chegada sempre é importante. Jantamos aquela comida caseira feita pela Dona Marlene, sem comentários para essas pessoas, estávamos com muita fome, pois esse trecho exigiu muito de nós. Tudo combinado para o resgate e hora de descansar para o dia seguinte. Seu Geraldo - Saída para o segundo dia de trilha Vamos nessa!! A partida para o segundo dia de trilha foi mais cedo, por volta das 08h30m, muito estradão e por mais uma vez a natureza nos mostra seu valor, logo os papagaios fizeram seu papel. Pausa para o lanche Vista para o rio Paranã Seleções de fotos Olhando a paisagem - Muita chuva pela frente Café no bule Desce daí criatura Sejam bem vindos Pedreira, arquibancada para apreciação do lugar Serras que se perdem de vista E lá fomos nós, caminhamos bem este dia, a chuva veio com muita força, quase 4 horas de chuva intensa, e a previsão era de continuar por um bom tempo, saímos em uma mata fechada, com muitas bocainas e achamos melhor não continuar, próximo as 18h00 montamos acampamento onde pernoitamos (Hostel Curral fofo), hehe! nome adotado para aquele lugar. Hostel Curral fofo, assim foi batizado - Acampamento 2° dia Partindo para o trecho final Seleção de fotos Fonte da juventude Subidas e mais subidas, paisagens de tirar o folego, trecho final e nada de chegar na casa do Alex, passamos por entre as bocainas, pequenos rios e a vegetação úmida, assim dificultado nossa caminhada. Enfim conseguimos chegar na tão esperada casa do Alex, hehe. mais uma recepção fantástica, fizemos um lanche, café, peta caseira feita pela sua mãe e pão com mortadela, em meio a conversa Alex nos disse sobre sua trajetória e a escolha do lugar para morar. Em sua propriedade existem três cachoeiras, não deu tempo de visita-las, quem sabe em outra oportunidade. Café na casa desse camarada - Alex Vista da casa do Alex Vai entender Palmeiral Há 5 quilometros de completar o trecho final, fomos na casa da Dona Nilza, outro ponto de apoio, e mais uma vez aquele precioso café e um papo rápido. Casa da Nilsa e Virgílio - Lugar de ponto de apoio e venda de doces e Requeijão Subida para o morro do chapéu Vista panorâmica na subida do morro tão esperado Foram em média duas horas de subida, mais é subida mesmo que chega a pensar em desistir. Zé do facão No caminho encontramos essa figura, que por sua bondade nos ofereceu sua casa para descansar e nos alimentar, já era hora de completar a travessia, não tínhamos mais tempo, até porque o resgate combinado com Sr.Geraldo estava perto conforme horário combinado. Bateu uma tensão, não conseguimos contato com o mesmo, sinal de telefone péssimo, mas por generosidade ele chega para alegria dos caminhantes. Vencemos todas as diversidades. Final da travessia Em meio há tantos obstáculos, curiosidades, vistas magnificas, a travessia foi concluída com sucesso. Minha companheira de caminhada, Silmênia José Pereira superou e me encheu de alegria por essa conquista. Parabéns Sil...Essa travessia promete. Agradecimentos Tekking Brasilia - Samuel Schwaida Sr. Geraldo (Secretário de Turismo de São João da Aliança - GO) e Marlene Taralico Luan - Filho Sr.Geraldo Alex Nilza Sra.Madalena Aline Ferreira e Nara Niuma Respeite a natureza Recolha todo seu lixo. Se possível traga de volta também o de pessoas menos cuidadosas. Não abandone latas, garrafas e plásticos. Evite cortar lenha para fogueiras. Use só os galhos caídos e apague bem as cinzas. Faça sua fogueira em local descampado e longe da mata e de moitas de capim. Evite usar sabão em fontes, riachos e lagos. Monte seu acampamento afastado das nascentes. Escolha um lugar afastado para banheiro e não se esqueça de enterrar seus dejetos. Leve alimentação adequada. Evite enlatados, leite em caixa, vidros ou bebidas alcóolicas. Conheça as regras básicas de primeiros socorros e orientação na natureza. Planeje seu roteiro de viagem e deixe sempre alguém avisado sobre ele. Frequentadores da natureza têm maior responsabilidade pela preservação ambiental. Respeite e confraternize com os habitantes dos locais visitados. Não use fogo dentro ou perto da barraca. Tenha cuidado também com a vegetação. Pratique o bem!!!
  41. 1 ponto
    Ilha Sul de carro 07/12/2017 - Te Anau > Milford Sound > Te Anau (Parte II) (240 km 🚗) Chegamos a RaD Car Rental pouco antes das 16h30 para pegar nosso carrinho para ir a Milford Sound o quanto antes. O ideal é sair o mais cedo possível e nosso plano seria visitar o lugar apenas no outro dia, mas como a previsão para o próximo dia era de chuva, pegamos o carro e fomos logo percorrer o que fosse possível da Milford Road já que o dia é longo no mês de dezembro. A estrada para Milford Sound é linda e tem diversos atrativos no caminho para parar. Como estávamos com o tempo curto, paramos em apenas alguns dos pontos indicados e outros pontos aleatórios que decidimos na hora também. Para mais detalhes, acesse o site do DOC que contém um mapa com os atrativos da estrada. Mal começamos o caminho e já tivemos que parar devido a um rebanho de ovelhas que estavam cruzando a estrada! Seguimos caminho e paramos em pontos como o Knobs Flat que possui uma bela vista das montanhas e no Mirror Lake, que como o nome já indica, reflete as montanhas devido ao lago não sofrer muita ação do vento. Passamos na região de The Divide que foi onde terminamos o Routeburn Track uns dias atrás e seguimos caminho, subindo cada vez mais até chegar ao Homer Tunnel, um túnel que só tem 1 faixa e por isso tivemos que esperar alguns minutos até sermos liberados para atravessá-lo. Enquanto isso, ficamos observando os Keas (papagaios alpinos típicos da Nova Zelândia) e as diversas cachoeiras que se formavam com o degelo dos glaciares! Cenário lindo! Seguimos caminho rapidamente até o fim da estrada e chegamos em Milford Sound já era quase 19h e pouco fizemos lá já que não havia mais passeios de barco nesse horário e o Hommer Tunnel fecharia às 20h. Dessa forma, depois de poucos minutos ali partimos no caminho de volta a Te Anau, parando em mais alguns pontos, principalmente em um local onde havia várias flores roxas típicas da primavera/verão neo zelandês: as lupins. Ficamos ali tirando várias fotos com o sol baixando e depois seguimos sem parar muito até chegar a Te Anau. Aluguel do carro na RaD Car Rental: $NZ 304,00 (incluso 2 diárias + taxa de devolução em Queenstown) Ovelhas em Milford Road Knobs Flat - Milford Road Mirror Lake Monkey Creek - Milford Road Lupins na Milford Road 08/12/2017 - Te Anau > Milford Sound > Te Anau > Queenstown (370 km 🚗) Acordamos nesse dia e vimos que a previsão se confirmava: tempo fechado e com chuva! Até esperamos um pouco mais para ver se o tempo iria melhorar mas não parecia que isso iria ocorrer. Enfim, como não tinhamos dias sobrando, nos restou ir assim mesmo em direção a Milford Sound! Fizemos o mesmo caminho de carro que havíamos feito no dia anterior até chegar o estacionamento em Milford Sound. O tempo em Milford Sound estava ainda pior, com chuva forte e céu bastante encoberto! Fomos até o centro de visitantes e compramos o ticket para fazer o passeio de barco em uma das várias empresas do local e ficamos esperando até o horário de saída. O passeio de barco é bastante legal e deve ser maravilhoso num dia de sol. Milford Sound é conhecido por ser uma região extremamente úmida, com mais de 200 dias de chuva ao longo do ano, mas o dia que fomos estava realmente bem ruim! Durante o passeio de barco no fiorde neo zelandês, é possível ver diversas cachoeiras de todos os lados desembocando diretamente no mar! Além disso, fomos surpreendidos com um lindo grupo de golfinhos que fez a festa dos turistas! Depois ainda vimos um grupo de leões marinho em cima de umas rochas antes de seguir até uma espécie de deck onde o barco atracou e descemos para uma visita guiada sobre fauna e flora marinha. Depois de 1h nesse local, outro barco passou para nos pegar e nos levar até o ponto inicial em Milford Sound. Lá pegamos nosso carro e seguimos caminho de volta até Te Anau onde paramos para comer já que chegaríamos tarde em Queenstown. Depois de jantar em Te Anau, seguimos viagem até Queenstown no fim da tarde e ao longo da noite, chegando em Queenstown por volta das 23h. Passeio de barco em Milford Sound: $NZ 99,00 Quarto duplo no QBox em Queenstown: $NZ 120,00 Milford Sound Cachoeira e leões marinho em Milford Sound Várias cachoeiras indo de encontro ao mar em Milford Sound Mais uma cachoeira durante o cruzeiro em Milford Sound 09/12/2017 - Queenstown > Wanaka (75 km 🚗) Nesse dia me despedi do Zaney que pegou nosso carro alugado e partiu rumo ao aeroporto de volta ao Brasil. Já eu teria ainda mais 1 semana pra conhecer as belezas da ilha sul neo-zelandesa. Pegamos nossas coisas no hostel, Zaney me deu carona até o centro de Queenstown onde nos despedimos e fui dar uma caminhada pela cidade até dar a hora de pegar o carro alugado que me acompanharia por 1 semana até o final da viagem. Dei uma volta pela orla da baía de Queenstown indo em direção ao jardim botânico, dei uma volta pelo lugar e depois voltei para o centro para experimentar o famoso hamburguer da Fergburger e para fechar o roteiro gastronômico, passei na sorveteria Patagonia. De barriga cheia, fui até a loja da Apex (loja com melhor custo-benefício para aluguel de carros na NZ) buscar meu Corolla e parti em direção a Wanaka seguindo a Alpine Scenic Route que é uma estrada bastante sinuosa mas que apresenta belas vistas. Cheguei no hostel em Wanaka e conheci 2 brasileiros no hostel e combinamos de fazer a trilha de Roys Peak no próximo dia, assim partiu dormir para aguentar mais uma trilha. Aluguel do carro na Apex: $NZ 245,00 (7 diárias com seguro total incluído) Quarto compartilhado no YHA Wanaka Hostel: $NZ 36,00 Baía de Queenstown Jardim Botânico de Queenstown Mirante Arrow Junction na estrada Crown Range entre Queenstown e Wanaka Lupins na estrada Crown Range a caminho de Wanaka 10/12/2017 - Wanaka - Trilha Roys Peak (16 km 🚶‍♂️) Esse dia me juntei a outros 2 brasileiros que conheci no hostel e fomos fazer a famosa trilha Roys Peak. Pegamos o carro e antes de ir até a trilha, passamos na orla do lago Wanaka para conhecer a famosa árvore que fica dentro do lago, também conhecida como #ThatWanakaTree. Quando chegamos, havia vários fotógrafos por lá e alguns casais orientais fazendo mil poses! Ficamos um tempo lá e então partimos para o início da trilha de Roys Peak que fica a apenas uns 5 km do centro de Wanaka. A trilha para Roys Peak é bem cansativa já que é uma subida de mais de 1000 metros de elevação e o caminho tem vários trechos bem íngremes. No entanto, a vista é cada vez mais incrível a cada passo que se dá. Existem 2 pontos principais na trilha: um mirante quando já se subiu mais da metade do caminho e um último mirante onde tem uma mini casinha. Paramos no 1º mirante para descansar, comer e tirar fotos. Depois seguimos caminho até o topo onde também aproveitamos pra descansar e tirar fotos! A visão no topo com as montanhas, o lago Wanaka e a cidade ao fundo era espetacular! Uma das vistas mais lindas da viagem! Depois de umas 4h fazendo esse caminho (contando paradas), começamos a descer. A descida foi bem mais tranquila e levamos menos de 2h para chegar ao estacionamento, pegar o carro e voltar ao centro da cidade. Quarto compartilhado no YHA Wanaka Hostel: $NZ 36,00 #ThatWanakaTree Panorâmica desde Roys Peak Vista desde Roys Peak Eu e a vista durante a trilha Roys Peak 11/12/2017 - Wanaka > Rob Roy Glacier > Wanaka (110 km 🚗) + Wanaka > Glentanner (Mount Cook) (185 km 🚗) Hoje o dia seria longo, então levantei cedo, fui na cozinha coletiva do hostel preparar meu café da manhã reforçado e um lanche pra levar, e então peguei o carro em direção ao Rob Roy Glacier. O caminho para o Mount Aspiring, onde fica o Rob Roy Glacier, tem aproximadamente 50 km. No entanto, boa parte dele é feita em estrada de terra/rípio, o que faz com que se demore muito mais para chegar ao destino (pelo menos 1h de estrada). Além disso, principalmente no fim do caminho, existem várias poças ou riachos que atravessam a estrada que tornam a direção mais complicada. Inclusive, faltando uns 2 km até o início da trilha, havia vários carros parados antes de uma poça que parecia funda, dessa forma, resolvi estacionar ali também por garantia e seguir a pé desde esse ponto. Os 2 kms adicionais de caminhada foram ótimos pois era uma caminhada num vale lindo, com um visual com cachoeiras, rios e ovelhas numa paisagem super verde típica da Nova Zelândia. Chegando ao início da trilha, atravessa-se uma ponte suspensa e inicia-se a caminhada de aproximadamente 5 km até o glaciar Rob Roy. O dia estava bastante nublado e chegava a cair uma garoa em alguns momentos, mas segui até encontrar o glaciar, onde se tem uma vista incrível com as geleiras no topo da montanha e várias cachoeiras formadas pelo derretimento do gelo. Após uma pausa no glaciar para descanso, fiz o caminho de volta e ganhei uma carona de um ônibus escolar até o lugar onde havia deixado o carro. Chegando no carro, fiz um lanche e segui caminho de volta a Wanaka, parando ainda no Diamond Lake onde fiz uma caminhada em redor do lago e subi até uma plataforma para ter uma visão aérea da região. Voltei pro carro e segui viagem a Wanaka. Como ainda teria um longo caminho até chegar a Glentanner (quase 200 km de estrada), resolvi ir no mercado em Wanaka para comprar mantimentos para os próximos dias e também passei numa Domino´s Pizza para comer algo já que sabia que não teria como comer nada no horário que ia chegar no hostel. Saí de Wanaka já no fim da tarde e peguei boa parte da estrada no escuro (o que me privou de ter uma prévia do visual do Lake Pukaki e do Mt Cook). Cheguei no hostel em Glentanner por volta das 22h, minha chave ficou num box já que a recepção já estava fechada, fui na cozinha coletiva guardar a comida que havia comprado na geladeira e acabei conhecendo um outro brasileiro e combinamos de ir juntos ao Mt Cook no próximo dia. Quarto compartilhado no Glentanner Park Centre: $NZ 40,00 Rio Matukituki próximo do início da trilha ao Rob Roy Glacier Cachoeira e o Rob Roy Glacier Rob Roy Glacier Vista do alto do Diamond Lake e montanhas 12/12/2017 - Glentanner > Mount Cook > Glentanner (50 km 🚗) Esse dia ao acordar, pude ver com o céu claro o lugar lindo que estava! Era possível ver um pedaço do Lake Pukaki e ao fundo a cadeia de montanhas de Mount Cook! Tinha combinado com o Rodrigo na noite anterior em levantarmos por volta das 8h e assim fizemos. Fomos nos arrumar, tomar um café da manhã na cozinha coletiva e pegamos o carro rumo ao Mount Cook. Dirigimos cerca de uns 25km até o estacionamento para fazer a trilha mais famosa do Mt. Cook: Hooker Valley Track. Essa foi uma das trilhas mais lindas que fiz na Nova Zelândia e é super fácil já que o caminho é quase todo plano e são apenas 10 km ida e volta. Durante todo o caminho é possível ver o Mount Cook ao fundo e ele vai crescendo na paisagem cada vez que se anda até o momento que se chega no Hooker Lake, um belo lago de degelo do Mount Cook e do glaciar Hooker, contendo até pedaços de iceberg flutuando! O Glaciar Hooker é gigante e as fotos não passam a real dimensão do lugar! Depois de pelo menos 1 hora contemplando o Mount Cook, começamos o caminho de volta e decidimos fazer outra trilha pequena já que tinhamos tempo sobrando: a trilha ao mirante Kea Point. No ponto final, é possível ver o Glaciar Mueller. Uma pena que muitas cinzas encobrem o glaciar e não é possível ver aquele azul tradicional de glaciares, mas mesmo assim é uma vista linda que vale a pena! Voltamos ao estacionamento para pegar o carro e dirigir uns 10 km para fechar o dia fazendo o passeio ao Tasman Glacier. A caminhada até o ponto onde se tem a vista panorâmica do Lago e Glaciar Tasman é relativamente rápida apesar de ser em subida. Mas o esforço vale a pena com a visão incrível de mais um lago rodeado por montanhas com seus picos nevados e o imenso glaciar! Depois de um dia que rendeu tanto, voltamos para o hostel onde o Rodrigo me deixou e seguiu viagem já que ele dormiria em outro lugar. Depois de um dia com tantas atividades, apenas me restou tomar um banho, comer algo e passar o restante do dia descansando antes de ir para cama dormir. Quarto compartilhado no Glentanner Park Centre: $NZ 40,00 Hooker Valley Eu pequenino no canto inferior direito, o Mount Cook, o lago e o glaciar Hooker Glaciar Mueller e Mt Cook visto do Mirante Kea Point Tasman Glacier 13/12/2017 - Glentanner (Mount Cook) Os planos do dia era voltar ao Mount Cook para fazer a trilha até o Mueller Hut. No entanto, a chuva chegou forte na região e não parou por um segundo. Como eu já tinha reservado a diária no hostel antecipadamente, acabei tirando esse dia pra descansar e comer bem para repor as energias que já estavam acabando junto com a viagem pela Nova Zelândia. Pra não deixar essa data sem fotos, seguem outras fotos do belo Mount Cook... Quarto compartilhado no Glentanner Park Centre: $NZ 40,00 Estrada para Mt Cook Peter's Lookout - Mirante na estrada a caminho do Mt Cook 14/12/2017 - Glentanner (Mt Cook) > Arthur's Pass (Lake Pukaki + Lake Tekapo + Castle Hill) (400 km 🚗) Esse dia seria longo no sentido que teria que dirigir em torno de 400 km desde Glentanner (Mt Cook) até Arthur's Pass (última parada antes do fim da viagem). Apesar de ter que dirigir muito, a ideia seria ir parando em vários pontos no caminho para conhecer algumas atrações da região, sem contar que apenas o ato de dirigir pela Nova Zelândia já é um passeio turístico. 😃 Saí cedo de Glentanner e segui caminho sempre margeando o imenso Lake Pukaki. Parei em um determinado ponto na estrada num mirante (Peter´s Lookout - foto acima) onde era possível ver o lago Pukaki com o Mt Cook ao fundo. Uma paisagem linda, pena que ainda estava bastante nublado naquele começo de manhã. Segui caminho e parei novamente em outro mirante (Lake Pukaki Viewing Point) quando já havia entrado na estrada Twizel-Tekapo. Como já estava um pouco mais tarde, o céu já tava começando a abrir e o sol a bater no lago, deixando a paisagem mais bonita. Voltei pro carro e dirigi em direção ao Lake Tekapo. Chegando em Tekapo, fui direto para o observatório de Monte John para ter uma vista do alto do Lake Tekapo. Nesse lugar é feito passeios noturnos para tour astronômico, mas como fui durante o dia, o jeito foi só contemplar a vista 360º do lago. Depois de um tempo tirando fotos, andando pelas trilhas e após um lanche, segui caminho em direção ao centrinho de Tekapo mas ainda parei em um ponto na estrada onde havia várias lupins (a flor que lembra lavanda e que é atração nessa época de novembro a dezembro na Nova Zelândia). A paisagem com as lupins fica ainda mais incrível! Segui caminho e ainda parei no centrinho de Tekapo para ter uma outra visão do lago. Fiquei impressionado com a diferença visual da cor do lago já que no alto do observatório, o lago era de uma cor azul forte e na base do lago se via o lago de um verde esmeralda incrível. Com tanta coisa pra fazer no dia, acabei esquecendo de parar na famosa Igreja do Bom Pastor (Church of good Shepherd). É uma igrejinha super conhecida e muito fotografada principalmente durante a noite ao fazerem o passeio do stargaze. Como fiquei bastante tempo em Tekapo, tive que me controlar nas próximas paradas já que só tinha feito 100 km dos 400 km, portanto ainda tinha muito asfalto até o destino. Para o caminho ser mais interessante, decidi ir pela estrada chamada Inland Scenic Route, o que se revelou uma ótima escolha porque o caminho realmente foi lindo em quase toda sua totalidade. Entre vários pontos interessante nesse caminho, resolvi parar em Mount Hutt nas margens do Rio Rakaia para fazer um lanche e esticar um pouco as pernas caminhando por um pedacinho da Rakaia Gorge Walkway. Depois de uma horinha por ali, segui viagem até Sheffield onde saí da Inland Scenic Route para pegar finalmente a linda West Coast Route, estrada que me levaria até meu destino final: Arthu's Pass. Essa estrada tem vários lugares lindos para parar e foi difícil de me segurar para não parar em cada placa que via na estrada, mas segui caminho parando apenas em Kura Tāwhiti na cidade de Castle Hiil. Essa atração é famosa pelas grandes rochas de limestone que se encontram espalhadas pelo local e há uma trilha demarcada para andar em torno dessas formações. Após percorrer essa trilha, voltei pro carro e percorri os últimos 50 km até chegar ao hostel em Arthur's Pass. Cheguei já no fim do dia e a recepção já estava fechada, portanto peguei minha chave num envelope e fui ao quarto deixar minhas coisas para então ir até a cozinha preparar algo para comer já que nesse horário já não havia mais nada aberto na região. Quarto compartilhado no Arthur's Pass YHA: $NZ 33,00 Lake Pukaki e Mount Cook visto do mirante do Lake Pukaki (Lake Pukaki Viewing Point) Lake Tekapo e montanhas visto do Mt John Observatory Lupins e montanhas na região de Tekapo Lake Tekapo visto desde o centro da cidade de Tekapo Rio Rakaia - Rakaia Gorge Walkway Kura Tāwhiti - Castle Hill 15/12/2017 - Arthur's Pass - Trilha Bealey Spur Track (12 km 🚶‍♂️) Na noite anterior havia feito amizade com uma alemã que também estava viajando sozinha e estava no mesmo quarto do hostel e combinamos de fazer a trilha mais famosa de Arthur's Pass: a Avalanche Peak. No entanto, o dia estava bastante encoberto e ao ir no posto de informações turísticas, não nos recomendaram subir a Avalanche Peak pois seria perigoso devido ao mau tempo e sugeriram irmos um pouco mais ao sul e fazermos uma outra trilha: a Bealey Spur Track. Dessa forma, pegamos o carro e dirigimos em torno de 15 km até o início da trilha Bealey Spur. A indicação na placa dizia que seriam 6 km de caminhada até o histórico Bealey Spur Hut e que levaria em torno de 2h30m já que o caminho é feito basicamente em subida (apesar de a subida não ser tão íngrime). Fomos andando a trilha que inicialmente era mais fechada e com bastante árvores e com o tempo foi ficando mais aberta, possibilitando a ter uma vista mais panorâmica da região. Chegamos ao hut e aproveitamos para descansar um pouco e comer algo. Durante esse momento, encontramos um neozelândes de Christchurch que havia vindo tirar uns dias de folga com sua mãe e nos recomendou seguir caminho até o topo da montanha para ter uma visão 360º e assim fizemos. Foram mais uns 40 minutos de caminhada numa trilha não muito bem demarcada mas ao final chegamos ao topo onde se tem uma visão espetacular do rios Bealey e Waimakariri com as cadeias de montanhas ao redor. Depois fizemos o caminho de volta pela mesma trilha que subimos. Gastamos em torno de 6 horas em todo o percurso mas o fizemos com bastante calma, parando algumas vezes e descansando sem pressa. Retornamos para o centro de Arthur´s Pass e o tempo estava fechado e com uma garoa chata, assim decidimos apenas ir a um restaurante próximo ao hostel e ficamos lá repondo as energias já que o dia não estava convidativo para passeios ao ar livre na região. Depois voltei ao hostel e preparei meu mochilão para já deixar tudo pronto já que o próximo dia seria o de pegar o avião de volta ao Brasil. Quarto compartilhado no Arthur's Pass YHA: $NZ 33,00 Arthurs Pass National Park No começo da trilha Bealey Spur Olhando um vale durante a trilha ao Bealey Spur Vista do topo do Bealey Spur Track 16/12/2017 - Arthur's Pass > Aeroporto Christchurch (140 km 🚗) Esse dia acordei cedo e fiquei triste em ver o dia lindo que havia amanhecido e não poder fazer o desejado trekking ao Avalanche Peak. Como não tinha muito tempo, antes de partir decidi fazer uma trilha fácil que leva até a cachoeira Devil's Punchbowl. Foi uma trilha fácil até chegar a grande queda d'água. Voltei para o hostel e peguei o carro em direção ao aeroporto de Christchurch. Como tinha bastante tempo ainda, fiz algumas paradas na estrada quando via alguma paisagem que me interessava. Em uma delas, vi várias lupins e não resisti a tirar mais fotos dessas flores! Segui caminho e parei depois em frente ao Lake Lyndon apenas para tirar umas fotos e continuei dirigindo e fiz uma última parada no Cave Stream Scenic Reserve onde fiz umas trilhas pelo lugar. Lá também havia uma trilha que passava numa espécie de túnel subterrâneo que parecia interessante de percorrer, mas acabei não fazendo porque não queria correr risco de me molhar e sujar já que teria que pegar um longo voo de volta ao Brasil em poucas horas. Saí de lá e depois apenas segui caminho e parei em um supermercado Countdown para comprar vários chocolates Whittaker's para trazer pro Brasil e então entreguei o carro na loja da Apex e peguei um transfer gratuito da Apex que me deixou no aeroporto de Christchurch onde começou minha saga de volta ao Brasil. Segue abaixo um pequeno resumo de deslocamento até chegar em casa: Carro: Arthur's Pass > Christchurch Voo: Christchurch > Auckland Voo: Auckland > Buenos Aires Voo: Buenos Aires > São Paulo Ônibus: São Paulo > Santos Devil's Punchbowl Falls Lupins, rio e montanhas Lake Lyndon Cave Stream Scenic Reserve
  42. 1 ponto
    Quando faltam 12 meses para o meu passaporte vencer, eu já dou entrada num novo, justamente para evitar estas dores de cabeça, de você não conseguir entrar em algum país pois ele exige validade superior que os outros.
  43. 1 ponto
    [align=center][/align] Ao longo dos anos venho vendo muitas pessoas repetindo como regra geral que o peso máximo de uma mochila carregada deve ser proporcional a 10% do peso de cada indivíduo. Se pegarmos como exemplo uma pessoa que pesa 70 quilos pela regra ela não pode carregar mais que 7 quilos de peso bruto. Considerando que muitas mochilas cargueiras a partir dos 60 litros pesam em torno de 2,5 quilos a carga a ser transportada por esta pessoa deve ficar por volta de 4,5 quilos de peso líquido. Diante destes valores que acabam sendo muitas vezes pouco para a maioria dos viajantes, principalmente os que acampam eu me perguntei: Será mesmo que esta proporcionalidade de 10% deve servir como regra quando falamos de mochilas cargueiras? Para responder esta dúvida eu precisei descobrir quem definiu esta proporção, quais os critérios adotados para se chegar nela e como foi executado os exames. Minha busca se deu na leitura de vários artigos médicos relacionados à questão, onde quase não encontrei pesquisas realizadas em indivíduos adultos. Grande parte dos estudos existentes teve como objetivo determinar o peso máximo que uma criança poderia carregar de material escolar sem ter sua saúde comprometida. O peso máximo varia conforme os pesquisadores entre 7% e 20% do peso corporal, havendo um consenso maior para a proporção de 10%. A Organização Mundial da Saúde sugere o máximo de 7% do peso da criança. Apesar disso, os trabalhos ainda são insuficientes e com amostras pequenas para estipularem os índices mais seguros. Na verdade, existem muitas variáveis interpostas para se determinar o peso máximo, como distância percorrida, desenho da mochila, condicionamento físico da criança e sua maturidade esquelética. Um trabalho desenvolvido nos EUA, chamado Plano de Seleção Preventiva, usa a escala de dor de Borg da seguinte maneira: as crianças são submetidas a mochilas pré-pesadas a partir de 1 quilograma, aumentado-se de meio em meio quilograma. A primeira mochila que machucar, será a referência de peso da mochila ideal pra aquela criança. Retira-se então meio quilograma desta mochila referência encontrando-se o peso mais adequado. Tendo obtido estas informações me senti capaz de responder de forma embasada a minha pergunta. “Será mesmo que esta proporcionalidade de 10% deve servir como regra quando falamos de mochilas cargueiras?” A minha resposta é não. Considerando que as pesquisas referendadas pela Organização Mundial da Saúde e pela maioria dos estudos independentes tem como base o desenvolvimento corporal de crianças e adolescentes não pode servir como regra para indivíduos adultos que já possuem um desenvolvimento muscular e esquelético mais desenvolvido. Assim sendo os estudos que estipularam carga em torno de 20% foram seletivos com indivíduos mais maduros se aproximando de uma proporção condizente à realidade que estamos mais habituados carregar em nossos mochilões. [col]|Considero também o fato dos estudos terem sido realizados com mochilas de duas alças para ombros apenas, ao passo que uma mochila cargueira quando corretamente ajustada ao corpo transfere para o quadril através da barrigueira até 70% do peso da carga, aliviando esse peso da coluna vertebral. Por hora dou-me por satisfeito com essas avaliações, mas tendo em mente as implicações que o sobrepeso pode causar em várias partes do nosso corpo como ombros, pescoço, joelhos, pés e principalmente a coluna vertebral. Os problemas que se apresentam de forma mais imediata decorrentes do uso de uma mochila muito pesada são as dores musculares, de nervos e tendões por esforço continuado ou lesão por esforço abrupto. Os que podem se apresentar na coluna vertebral surgirão lentamente em decorrência de deformação óssea tais como: Hipercifose, que é o aumento da curvatura da região dorsal, mais facilmente percebido quando a pessoa está de lado, pois as costas ficam arqueadas, o tórax retraído e os ombros projetados para frente; a Hiperlordose, quando há o aumento anormal da curvatura lombar na região do quadril e a Escoliose, quando a coluna se desvia para o lado.[/col] [align=center][/align] Os mesmos estudos científicos também identificaram que um dos fatores que mais contribuem na produção de dor está no ato de colocar, retirar ou suspender a mochila. É preciso tomar cuidado nestas ações independente do peso, um mau jeito nas costas pode trazer consequências dolorosas comprometendo sua viagem. Para isso é importante treinar uma técnica correta para estas manobras. Forma adequada para colocar e retirar a mochila 1 - Ponha-se de frente para a mochila antes de levantá-la. 2 - Posicione uma das pernas um pouco à frente da outra e flexione os joelhos. 3 - Suspenda a mochila do chão utilizando as duas mãos e a força dos músculos das pernas evitando curvar a coluna para frente ou para trás, desta forma o peso ficará distribuído em várias partes do corpo sem sobrecarregar apenas a coluna. 4 - Apóie primeiro a mochila sobre a coxa da perna que estiver à frente. 5 - Com cuidado, passe um dos braços por uma das alças e em seguida o outro braço pela outra alça. [align=center][/align] Pronto! Agora pode inclinar o tronco um pouco para frente, ajustar a barrigueira e todo o conjunto procedendo como instruído no tópico "Ajustando a mochila": http://www.mochileiros.com/ajustando-a-mochila-t44380.html Outra observação importante é que as dores nas costas podem ser produzidas não só por mochilas muito pesadas, mas também por aquelas mal feitas, mal ajustadas, mal arrumadas ou transportadas de forma inadequada. Para finalizar: É recomendável sempre fazer exercícios de alongamento de pescoço, braços, costas e pernas antes de vestir sua cargueira e durante longos períodos de caminhada fazer intervalos de descanso retirando a mochila. Para saber mais: Pesquisa para doutorado muito interessante sobre o limite médio de carga recomendado para mochila baseado em fisiologia e psicofísica de Denise Helen Bauer para o Colégio de Engenharia da Universidade Estadual da Pennsylvania EUA: https://etda.libraries.psu.edu/paper/7927/3225
  44. 1 ponto
    Informações: - Temperatura extrema: -7º C; - Temperatura de conforto: +3º C; - Enchimento: hollow-fiber siliconizado; - Enchimento externo: nylon ripstop 210T; - Enchimento Interno: polycotton (algodão com poliéster); - Dimensões incluindo capuz (A x L x P): 230 cm x 80 cm x 55 cm - Dimensões quando armazenado (A x L x P): 20cm x 40cm x 40cm; - Peso Aproximado: 1,7 Kg - Fitas compressoras (2); - Redutor de volume (no saco de transporte). Pontos positivos: - Tecido de boa qualidade (tanto externo quanto interno); - Acabamento e costuras excelentes; - Bastante acolchoado; - Bastante espaçoso (tanto na altura quanto largura); - Bastante confortável (mesmo sobre isolante EVA); - Possibilidade de regular temperatura dentro do saco (por meio das fitas); - Pequeno bolso interno; - Acolchoamento cobre até o zíper (impedido entrada de vento); - Ziper lateral com 2 fechos; - Possibilidade de reduzir o volume em até 40% (quando no saco da embalagem); - Mais barato que outras marcas renomadas. Pontos negativos: - Ziper é apenas lateral (a abertura vai somente até a canela/tornozelo); - Ziper impede abertura completa em “envelope” (cobertor); - Saco grande comprido e largo para pessoas pequenas; - Saco relativamente pesado (quando comparado a outros); - Saco ocupa bastante espaço na mochila, embora seja possível reduzir em até 40% o volume; - Estigma e preconceito. Resumo: o saco de dormir Nautika Antartik é muito bonito, tem excelente acabamento e costuras, o que me passou bastante confiança desde o primeiro contato. Quando entrei no saco pela primeira vez, logo percebi que era bastante espaçoso (tanto verticalmente quanto lateralmente), além do tecido confortável que dava uma boa sensação tátil (mesmo sobre o chão). Mesmo tendo 1,85 metros e 83kg, ainda restou espaço na região dos pés, sendo que eu podia virar com bastante mobilidade. Portanto, para quem é alto tenho certeza que esse saco atenderá muito bem, talvez seja uma boa também para pessoas mais gordinhas. Já para as pessoas menores e magras, cabe ao indivíduo julgar as vantagens e desvantagens que mencionei. Uma pessoa de 1,60 metros e 60 Kg irá “nadar” dentro do saco, poderá girar de um lado para o outro, o que lhe dará bastante conforto e mobilidade. No entanto, o saco é bastante pesado (1,7Kg), ocupa um espaço considerável na mochila (20cm x 20cm x 40cm), embora seu volume possa ser reduzido em até 40% por meio de fitas no saco de transporte. Embora o saco tenha um zíper lateral que não permita sua abertura em formato de “envelope” (como um cobertor retangular), é possível utilizar os fechos e as fitas compressoras como forma de controle da temperatura interna. Por exemplo, se a temperatura interna estiver elevada, é possível abrir apenas uma parte do fecho inferior e a fita de compreensão do tronco, o que aumentará a circulação de ar dentro do saco. Em outras palavras, a boca do saco é larga, tem fitas compressoras tanto para o tronco quanto para o capuz, e isso ajuda na regulagem da temperatura junto com fechos superior e inferior. Entretanto, como dito, os pés sempre permanecerão cobertos, o que pode ser desagradável para pessoas calorentas e bom para pessoas friorentas que sintam frio nos pés. Cabe destacar que na noite que utilizei o saco foi uma das noites mais frias da cidade e região: acampamos no pé de uma serra, temperatura por volta de uns 15º ou talvez menos na madrugada. Nessa noite, para testar o saco, dormi sem isolante térmico, apenas de camisa e short e não senti frio algum. Como comparação, um amigo estava com o saco de dormir da Nautika Viper, em outra barraca, sobre isolante EVA e, na caída da madrugada, precisou vestir blusa de frio. Finalizando, acredito que a Nautika sofra algum estigma e preconceito, porque tudo leva a crer que o modelo Antartik é tão bom quanto outros sacos renomados.
  45. 1 ponto
    Olá, eu não lembro quanto tempo leva, mas tem um site do catamarã que te informa direitinho tanto preço quanto duração. http://www.intickets.gr/en/greekferies/seajets.asp
  46. 1 ponto
    RELATO VIAGEM GRÉCIA - Setembro 2012 1º Dia Chegamos em Atenas após passar pelo aeroporto de Madri e pegar um vôo pela Ibéria. Quando cheguei tive a triste surpresa de terem arrebentado o meu cadeado da mala e a moça da Ibéria me disse que isso era normal por questões de segurança, o detalhe é que essa “segurança” não se aplicava a todo mundo. Reclamei quando voltei ao Rio, mas não creio que irão me reembolsar. Então primeira dica, plastifiquem suas malas. Ficamos no hotel Filoxenia, horrível para dizer pouco, não fiquem lá por nada, o local da medo e o hotel é sujo. A noite pegamos o metro (1,40 euros) e fomos para o centro de Atenas onde tomamos um vinho muito bom ao som de músicos locais. Tudo acompanhado por um prato de peixe maravilhoso também. Outra dica também não fiquem perto da praça Omonia pois é um lugar de meretrício segundo me informaram. O metro não tem roletas então não esqueçam de validar o ticket nas maquininhas porque se te pegarem a multa é alta. 2º Dia De manhã fomos de metro para o porto de Pireaus em Atenas pegar um catamarã para Mykonos. As 15:00h pegamos a Sea Jets, pois era a melhor opção no horário. Compramos na hora mesmo sem problemas (52,90 euros). Na ida paramos rapidamente nas seguintes ilhas para pegar e soltar passageiros (não se pode descer do barco): Cyros e Paros. Deu para tirar umas fotos do barco. Já em Mykonos alugamos um carro (40 euros), mas tinha opção de motos e quadriciclos, todos necessitando apenas da carteira de motorista brasileira. É muito ruim ir para lá sem estar de carro, não há muita opção de locomoção. Ficamos no hotel Despotiko, o melhor da viagem, diária de 60 euros quarto duplo, hotel muito bom. A noite fomos a pé conhecer a cidade e paramos em um restaurante onde também comemos um prato maravilhoso e novamente, fazer o que rsrs, outro vinho! A ilha é muito freqüentada por grupos GLS o que de um modo a torna animada a noite, com seus bares fervilhando e muita gente na rua. 3º Dia De manhã em Mykonos fomos as de Paranga (não é bonita). Em Psarou ficamos mais tempo, pegamos um sol e pagamos 5 euros para sentar nas cadeiras que ficam na praia. Fomos almoçar na praia de Paradise (a melhor sem dúvida, comida boa barata, cadeiras de graça e tão bonita quanto Psarou). Lá almoçamos e depois tomamos um banho, também de graça, e partimos para o porto para ir para Santorini. Pegamos o Sea Jets das 15:45 para Santorini por 52,40 euros. O barco parou em Paros para embarque e desembarque de pessoas. Quando chegamos em Santorini vimos as falésias da ilha, que visão! Lá alugamos outro carro, de novo iria ser muito ruim sem carro lá (40 euros). Ficamos no hotel Holiday Beach Resort – modesto, boa piscina e pessoal atencioso, essa foi a dica do rapaz que alugou o carro para a gente, pois ficar em Oia ficaria muito caro. Um alerta, que também, infelizmente, acontece aqui, quando for abastecer o carro preste atenção na hora para ver se realmente o combustível foi colocado. 4º Dia De manhã fomos para Oia passear tirar fotos e comprar umas lembranças, comprei um brinco de prata muito lindo, os preços competem com os do Brasil. O lugar foi o mais lindo que eu já vi na vida! É realmente imperdível!!! Parece que você está num filme grego, coisa de sonho, essa ilha com certeza não pode deixar de ser visitada! Tomamos o café grego sem filtrar, vou confessar que não gostei, encheu minha boca de pó... enfim provei né?! Uma dica é sair da rua principal de Oia e fazer as compras nas ruas mais afastadas pois é mais barato. Pegamos o Sea Jets as 18:10h para Creta (49,50 euros) esse barco era maior pois era um ferry boat e também ia um pouco mais lento, mas era também muito mais bonito com dois andares e mesinhas além das poltronas. Em Creta ficamos no hotel indicado pelo taxista, hotel Pasiphae, realmente não foi caro, o hotel era bom, só o colchão era ruim. Tinha comercio próximo e o pessoal do hotel era atencioso. O taxista foi muito simpático, e também faz tour pela cidade, tem que combinar o valor, Dimitri telefone 0030/6981 715 184 – 6942 226 393. 5º Dia Dimitri fez um tour pela cidade de Creta conosco, paramos na igreja ortodoxa da cidade, muito bonita. Depois fomos para Knossos o palácio conhecido por ter o labirinto do Minotauro (entrada 6 euros), que na verdade é o próprio palácio. Pagamos um guia em espanhol, que foi ótimo pois ele explicou várias coisas do lugar, seus mitos e historias. Essa visita vale muito a pena. As 18:15h pegamos um avião e voltamos para Atenas em 50 minutos pela Aegean (111,00 euros) 6º Dia Durante o dia em Atenas visitamos o museu Nacional Arqueológico (7 euros a entrada) e depois fomos até Acropolis (12 Euros a entrada que dava direito a ir ao templo de Zeus). Apesar de chover muito a visita foi inesquecível. Para subir lá pegamos o “trenzinho” que passa pela cidade e cobra 5 euros, vale a pena pois é uma subida e tanto. Depois fomos ao museu Acropolis (10 euros) que foi bonito também, mas eu preferi o Nacional Arqueológico. Tinha uns passeios pagos pela cidade e pelos centros históricos, mas se você não tem medo, tem um mapa na mão, acho que é mais interessante ir sozinho mesmo. Tivemos muita sorte porque não pegamos tumulto na rua, tudo foi tranqüilo. Nas ilhas não existe crise, vá sem medo. A Grécia está muito barata mesmo, se come bem, se vê coisas lindas, o povo é acolhedor e alegre, fazia um tempo quente, tudo perfeito. Não fomos com reservas nos hotéis nas ilhas, isso não foi boa idéia, poderíamos ter pago menos em hotéis melhores. No dia seguinte voltamos para o Brasil. A viagem foi fantástica, porém vai mais uma dica, sempre escolha bem a companhia de viagem, isso faz toda diferença, mas a gente aprende com os erros.
  47. 1 ponto
    Ola Estou hospedado no V&S Hostel Club http://www.hostelclub.com E razoavel, pago 40 pesos a diaria em quarto misto para 6 pessoas, as acomodaçoes estao ok mas o locker ñ cabe minha mochila, o q e excelente e a localizaçao, bem no centro a 2 quadras da Calle Florida Desculpe a falta de acento, sem paciencia de ficar procurando nesse teclado.
  48. 1 ponto
    Galera. Cheguei do Marrocos!!! Foi SHOW a viagem. Muito divertida e curiosa! Posso dar-lhes algumas dicas de transpostes: AVIÃO: Para mim é o melhor meio de se chegar ao Marrocos, por ser rápido e barato. Eu cheguei de Veneza e voei pela Myair (custou uns 70 euros e em 1h40 já estava em Casablanca) No aeroporto de Casablanca tem estação de trem que te leva até o centro. De outros lugares da Europa também tem vôos baratos, como Madrid ou Londres para Marrakech ou casablanca, pela Easyjet (até uns 40 euros com antecedência). No aeroporto de Marrakech você pega um ônibus que passa a cada 1/2 hora e te deixa ao lado da Praça Jema El Fna. Moleza! TREM: Para se locomoverem dentro do Marrocos não tem outra. É o trem mesmo! Seguro e eficiente, faz ligação entre as principais cidades. Não tem como comprar pela internet, mas tb não precisa. Para ficar mais tranquilo, basta você comprar a passagem de saída assim que vc chegar na cidade ou então dá um pulinho de táxi na estação e compre 1 dia antes. Isso só para ficar mais tranquilo, pois é possível comprar passagens na hora. 1ª e 2ª classe: Os trens lá tem 2 classes. A 2ª classe tem poltronas confortáveis mas não são numeradas e as pessoas podem viajar de pé. Sendo assim, as vezes fica difícil de encontrar um lugarzinho (e lembre-se que vc estará com uma mala ou mochila pesada). Mesmo que você consiga sentar, vai acabar constrangido com a quantidade de senhoras de idade e crianças e mais crianças de pé, com malas, etc, ao seu lado. Se não quiser ceder o seu lugar não se preocupe, pois eles não estão acostumados com isso. Sendo assim, eu recomendo a 1ª classe. É pouca coisa mais cara, mas vc vai com lugar marcado e ninguém de pé. E ainda passa um carrinho vendendo lanchinho. ÔNIBUS: Não utilizei muito. Exceto em Marrakech, onde você pode pegar um ônibus para o aeroporto. Ele leva cerca de 20 minutos é custa 2 euros. TÁXI: Pode usar a vontade. Custa barato demais!!! P.exemplo: uma corrida da estação de trem até o seu hotel vai custar o equivalente a 3 euros no máximo. As corridas de um ponto a outro da cidade custam em geral cerca de 2 euros. Eles são em geral Fiat Uno ou Clio, são sempre carros pequenos (Em Casablanca e Fez são vermelhos e em Marrakech são bege). Não pegue os Mercedões, estes vão para fora da cidade e são caros. Mas ATENÇÃO: SEMPRE que entrar num táxi, mande o motorista iniciar o taximetro. Sempre faça isso, mesmo que pegue o taxi na estação de trem. Eles sempre vem com conversa de que na estação é outro preço. Então basta vc sair e pegar outro. Enfim, transporte não é problema no Marrocos!
  49. 1 ponto
    Verônica, Vários Mochileiros comentam sobre os pacotes dessa agência pelos site nos mundo todo. Acho que o custo-benefício eh muito bom. Na verdade, nos passamos a segunda noite no deserto. A primeira noite foi em um hotel bem simplesinho, perto da Gorges of Dades, que eh uma bela paisagem também.. O Hotel era bem simples, com chuveiro quente. O jantar estava incluso. Pelo que me lembro o nome dos lugares eram: Ben Ait Hadou, Gorges of Todgha, Gorges of Dades e Merzouga. Com relação a ida às Medinas, sugiro pegar um Petit Taxi. Eh baratinho e você ganha tempo. Para a Medina de Fes, sugiro vc pegar um guia. A Medina é muito grande e dá pra se perder fácil por lá. Dicas extras: cuidado com fotos das pessoas. Ou o marroquinho vai te cobrar algum $$ por você ter tirado uma foto dele ou ele vai ficar bravo. Na praça Jema El Fna, combine o preço antes de tirar as fotos com os macaquinhos, cobras e Odaliscas. Eles estão lá só pra isso. Tipo, pague uns 5 Dirhams (0,50cents de euro). Abraço Turzito
  50. 1 ponto
    TEnham um pouco de cuidado em Tânger, a cidade é um porto, por onde entram e saem muita gente da europa, e tem muitos ladrões, também muitos espertinhos, que falam espanhol e se fingem de guias para tentarem tirar algum proveito.. CUIDADO. P.C em Alq.
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