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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 13-05-2019 em

  1. 2 pontos
    Salve Mochileiros, Estou aqui para descrever, relatar, contar, sei lá 😁um pouco ou tudo da minha experiência que tive nessa viagem incrível quem sabe até poder ajudar algumas pessoas que pensam em fazer essa trip. Estava relutante, com muitas duvidas se eu deveria escrever esse relato, mas no final acho que vale a pena contar um pouco das experiências que tive e quem sabe incentivar alguém a começar. Antes de iniciar, tenho apenas que repetir uma coisa que praticamente a maioria das pessoas que finaliza essa trip diz que é: TODO MUNDO TEM QUE FAZER UMA VIAGEM DESSA , , porque é muito foda, você conhece tanta gente, uns lugares de tirar o fôlego, vê umas coisa maluca que as pessoas chamam acho eu de choque cultural, são tantas sensações que senti nessa viagem, todo dia eu estava feliz, a única parte triste foi a despedida, porque o resto foi foda. Então vamos iniciar esse relato cambada!! Esse mochilão teve inicio no dia 01/04/2019. Roteiro Santa cruz de La Sierra Sucre Uyuni San Pedro De Atacama Arica Tacna Arequipa Ica Huacachina Paracas Lima Huaraz Cusco Copacabana La Paz Santa cruz de La Sierra Gastos Nessa vou ter que pedir desculpas para vocês, acho que não vou conseguir dar muitos detalhes, sei que eu gastei 4885 reais pois comprei as passagens aéreas antecipados tudo por 840 e uma passagem de ônibus de Sucre a Uyuni por 45 reais , o que sobrou foi apenas 4000 reais a qual levei comigo no meu Money Belt do começo ao fim da viagem, mas falo para vocês só sei que quando estava no ultimo dia la em Santa Cruz de La sierra eu estava muito pobre, muito mesmo, para vocês terem uma noção tive que pechinchar até comida de 15 BOL(consegui por 10) mas não se preocupe ainda lembro os preços dos tours, vou dar algumas dicas de comer barato e acomodação barata também. OBS: Se eu perdesse o Money belt ou fosse roubado estava muito ferrado, pois não levei nenhum cartão de credito ou debito hahahahah (maluco de BR hahahahah ) Desabafo: Estava com esse mochilão na cabeça dês de 2016, planejando fazer sozinho mesmo(uma coisa quase praticamente impossível de fazer), li apenas alguns relatos como o mais famoso do rodrigovix e da maryana teles , arrumei minha mochila com poucas coisas mesmo e fui, melhor decisão que já tomei em toda a minha vida. Dês de moleque sempre quis largar tudo e viajar o mundo todo, sem data de volta, porem necessitava e necessito de experiência, por conta disso planejei esse mochilão clássico para confirmar se conseguia me virar e ver com meus próprios olhos se era verdade mesmo se tinha como viajar o mundo com pouco dinheiro ou quase nada e depois que terminei, pelas pessoas que conheci e experiências que vivi posso dizer que é possível. Preparativos: Como eu disse anteriormente, comprei antecipadamente apenas as passagens aéreas e a passagem de ônibus(essa de Uyuni se não planeja fica em sucre recomendo comprar com antecedência). São Paulo a Santa Cruz de la Sierra – R$ 680 Santa Cruz de la Sierra a Sucre – R$ 160 Ônibus de Sucre a Uyuni - R$ 45 No meu mochilão não foi muita coisa apenas: 7 camisetas 2 shorts 8 cuecas 8 meias 2 calças jeans 1 calça de trekking 1 calça térmica 1 fleece (furtada) 1 jaqueta corta vento 1 blusa termina 1 chinelo 1 calça velha (para dormir) 1 camiseta velha (para dormir) 1 bastão de trekking (furtado, merecido, pois nem usei, totalmente desnecessário) Mochila de ataque foi apenas: Pasta de documentos Carregador de celular 2 Power bank Dicas: Vai no relato da @Maryana teles pois de começo nada mudou, seguro é importante(não usei mesmo comendo nas boca de porco) , carteira de vacina é importante mas eles nunca pedem, mas bom levar nunca se sabe e de resto tranqüilo. Inicio do Relato 01/04 - Guarulhos x Santa Cruz de La Sierra x Sucre Episodio 1 – O primeiro choque cultural a gente nunca esquece. Chegou o grande dia, coração a mil, ansiedade tomando conta, sai até cedo de casa, cheguei no aeroporto as 19h30, já estava lá pronto para embarcar , porem meu voo saia só as 00:05 ou seja ficaria por quase 5 horas coçando, nesse período de tempo conheci dois amigos um casal super gente fina e humilde demais que iriam iniciar sua jornada também Felipe e Fernanda. Mal sabia eu que essas desgraças iriam me acompanhar praticamente até metade do caminho hahahah Obs: Vocês perceberam que estamos com a mesma mochila e o rodrigovix também tem a mesma mochila e se duvidar até você tem essa mochila, sabe por que isso? Porque nos é pobre e essa é a mochila mais barata da decathlon. Chegamos em Santa Cruz as 3h00 da manhã, ficamos lá coçando no tédio e esperando nosso voo para Sucre que sairia as 9h00 Nesse período de tempo novamente conhecemos um brasileiro muito louco, sabe porque louco? ele foi de ônibus até sucre ou seja 13 horas em um ônibus pelas estradas mais perigosas da Bolívia (ele morreu hahahha mentira) e ainda fez o salkantay (4 dias caminhando) muito louco esse cara! Passaram algum tempo e a gente precisava realizar o cambio, para pagar ônibus e comida la em sucre então combinamos em trocar 50 reais cada um porem na hora do cambio aconteceu uma coisa que eu achei engraçada e preciso compartilhar com vocês e isso ainda aconteceu comigo(tinha que ser) vou contar. Estava lá eu indo trocar o dinheiro, porem não tinha ninguém para me atender , então resolvi esperar, nessa hora veio um cara parecia aquele índio do pica pau, veio falando espanhol com mandarim e um pouco de Frances que eu não entendi quase nada mas pelo pouco que entendi, vou tentar descrever essa conversa(estávamos tentando falar em espanhol): Gringo: Você cambio? Eu: Sim, quantos está o cambio? Gringo: Dólar! Eu: Não só tenho real, 50 quero trocar!Quanto cambio? Gringo pegou a carteira e sacou 50 dólares para me dar porem eu disse: Eu: não, quero BOL Gringo: Você fala inglês? Eu: Sim Gringo: Cambia para mim? Eu: Cambia você para mim? Gringo: você faz cambio? Eu: não e você? Gringo: também não, desculpa! Foi essa confusão 😂😂foi uma situação engraçada, mas depois disso fui trocar o dinheiro, quando à mulher chegou acabei trocando meio que obrigado 100 reais em uma cotação horrível pois ela não aceitava menos que 100 e não tinha nenhuma outra casa de cambio aberta. Enfim chegou o horário do voo e partiu Sucre Chegamos no aeroporto de Sucre as 11h00 da manhã , um aeroporto bem minúsculo. Assim que chegamos ao aeroporto perguntamos o preço do táxi 60 BOL muito caro! Vimos uma van, pechinchamos e conseguimos por 10 BOL para levar ate o terminal de bus essa van cheio de boliviano e apenas nos três de brasileiros e lá vamos nós. Uma dica para quem quer economizar: NUNCA VÁ DE TÁXI SEMPRE ESCOLHA O MEIO DE TRASPORTE PUBLICO (A não ser que não tenha transporte publico), alem de economizar uma baita de uma grana você terá uma imersão cultural maior. Enfim chegamos vivos ao terminal de ônibus. Nosso ônibus para Uyuni sairia apenas as 20h00 então íamos precisa comer, decidimos ir ao lugar mais barato, encontramos um restaurante local que estava cobrando 10 Bol com sopa e prato principal muito barato porem.. Confessar uma coisa para vocês foi uma das piores sopas que já comi em toda a minha vida, descobri que a culinária não é um ponto forte dos bolivianos, terminamos de comer e fomos andando mesmo até o centro e praça principal para cambiamos dinheiro e conhecer um pouco da cidade. Trânsito na Bolívia é uma loucuraaaaa!!!! Cambiamos 550 reais em uma cotação boa para pagar o tour do Uyuni e comprar alguma coisa para comer, em seguida fomos para a praça principal Depois fomos a uma praça cheia de pombo, tinha mais pombo que Osasco (quem já foi sabe que Osasco tem bastante pombo) o engraçado é que as pessoas alimentavam o pombo, tinha gente vendendo comida para alimentar os pombos tinham as crianças que abraçavam o pombo e juro que eu vi uma criança beijando a merda do pombo, outro choque cultural que tive, provavelmente se eu ficasse mais um dia naquela cidade eu ia ter mais choques culturais 😂, mas não, vai por mim, aquilo já estava bom hahaha queria chegar logo em Uyuni. Depois fomos para um mercadinho comprar umas coisas para levar no Uyuni e comer no caminho (não compramos nada, pois estava tudo caro para os nosso padrões ). Nesse mercadinho eu acabei vendo uma coisa que não queria, então, vou contar, dentro desse mercadinho tinha uma lan house onde tinha uns adolescentes, acreditem em mim eles estavam juro, assistindo filmes pornográficos como se tivesse assistindo Peppa Pig, dentro do mercadinho manooo foi ai que pensei, temos que ir embora logo dessa cidade já vi coisa demais por um dia, porem não tinha como, pois estava cedo e ainda a gente tinha que ir no mercado central comprar as coisas para não morrer de fome e lá fomos nós, chegando nesse mercado e mano me surpreendi muito, tão limpinho segue as imagens: Esses frangos estavam expostos ali acho eu uma semana, mas enfim compramos as coisas e partimos para o mirador da cidade, fomos andando novamente (esqueci de falar que o meio mais econômico de transporte são as pernas), andamos por uns 40 minutos até chegar no mirador, cheio de subida, resumindo cheguei lá em cima morto. Seguimos para o terminal de buses, fomos de ônibus publico e mano louco eu nunca tinha visto coisa parecida eu estou acostumado, como moro em São Paulo a andar com ônibus grande e tem sinal de parada, ponto de ônibus, lá não tem essas coisas não, totalmente diferente, vocês tem que saber onde vai descer, tem que falar para o motorista ”vou descer aqui” ele só ”para” e você desce, ônibus minúsculo, muito louco paguei 1 BOL. Chegamos no terminal faltando umas duas horas para o ônibus partir, tivemos que esperar, mas antes meus amigos foram em um restaurante jantar, eu não jantei por vários motivos primeiro estava sem fome, a sopa me traumatizo, não queria gastar , ansiedade e queria apenas entrar no ônibus para dormir (dois dias sem dormir é osso)😂😂😂 enfim entramos no ônibus e partimos para Uyuni onde eu tive um dos melhores momentos da minha vida, conheci umas pessoas incríveis e minha primeira paixão de viagem. O próximo capitulo será: A primeira paixão de viagem a gente nunca esquece.
  2. 2 pontos
    Oii gente! Nunca fiz nenhum tipo de mochilao, mas quero muito fazer um mochilao pela América do Sul. Não tenho nenhuma experiência, e tenho pouquissima grana. Não tenho roteiro definido, mas quero passar por Uruguai, Paraguai, Argentina e Chile. Não tenho data pra voltar. Sou de Minas Gerais e gostaria de dicas e companhia 😊
  3. 1 ponto
    Olá mochileiros, vou fazer meu primeiro mochilão em agosto de 2019... Meu itinerário ficou assim: 06/08 Paris 11/08 Lagos - Algarve 13/08 Sevilha 15/08 Córdoba Tem alguém que vai até Algarve nessas datas também, gostaria de companhia para andar de caiaque nas grutas de Benagi
  4. 1 ponto
    Olá!! Me chamo Cristiano, tenho 26 anos de idade e possuo formação em economia e pós graduação em auditoria fiscal e contábil. Papéis que não estão valendo de nada ultimamente, continuo desempregado só que com diploma rsrs. Assim como muitos de vocês, desde criança sonho em viajar conhecer lugares, culturas idiomas etc. e ter uma vida mais alternativa a essa realidade rotineira. Nos últimos anos tenho feito nada de bom da minha vida, mas de uns tempos para cá venho pensando em quão estou ocioso e não estou vivendo nada do que um dia eu sonhei, estou apenas sobrevivendo, e isso já deu! Procuro uma pessoa OUSADA , com espirito aventureiro, que tenha coragem e determinação de batalhar cmg por aí para fazer uma grana e viajar, de início pelo estado mesmo, para ir pegando jeito e adquirindo grana e experiência. Quero uma pessoa que não tenha vergonha e nem frescura, na qual posso confiar e juntos planejarmos algo foda que possa impactar não só nossas vidas mais como também nosso meio. Se vc está cansado dessa rotina chata e quer, assim como eu, mudar e dar um UP na sua existência , será um prazer conhecê-lo/a PS. Se tiver algum conhecimento musical, teatral, holístico etc etc, irá somar MUITO com nossa aventura, caso não sem problemas tbm ^^
  5. 1 ponto
    Estou planejando esta viagem, para sair logo após o inverno de 2019 (ali pelo final de setembro) para pegar o verão no Sul da América devido as temperaturas negativas do inverno e dos fortes ventos que impossibilitariam a trip. A ideia é ir numa BIKE 26 pela facilidade de manutenção, com Alforges impermeáveis, Cozinhar e acampar é o plano para não depender de restaurante e nem hoteis o máximo possivel e baixar os custos. Ainda estou montando o Roteiro e trajetos, e comprando alguns equipamentos que precisei importar. como Fogareiro Multicombustível e carregadores solares para os eletrônicos. Vou usar o "warmshower" e o "couchsurfing" como ferramentas, mas não viso depender só deles, para poder aproveitar alguns picos de Wild Camping. Ainda Estou estudando uma possível fonte de Renda para o período, para ajudar no custeio da viagem ,que a princípio não tem data para voltar, para poder explorar ao máximo os pontos de interesse. Pensei em documentar através do Youtube e redes sociais, criar um projeto que facilite os patrocínios e as permutas já que sou designer gráfico... mas isso ainda está em estudo. Busco pessoas que estejam na mesma vibe para essa trip, se você se interessa no assunto, bora trocar uma ideia... whatsapp = (53) 9 9241 7971
  6. 1 ponto
    Eu planejei essa viagem por cerca de dois meses, junto com dois amigos. Viajamos em 19/04/2019 e retornamos em 02/05/2019, passando pelo Jalapão, pela Chapada das Mesas e por Taquaruçu (distrito de Palmas), sendo que no Jalapão ficamos 5 dias e na Chapada das Mesas ficamos 3 dias. Os relatos que li aqui no Mochileiros foram essenciais pra que essa viagem saísse do papel, então me senti na obrigação de retribuir isso de alguma forma. Aqui vai nosso roteiro (o Jalapão por minha conta e a Chapada das Mesas por conta de um dos meus amigos, ao final). É POSSÍVEL VIAJAR AO JALAPÃO SEM AGÊNCIA E SEM GUIA? Sim! Evidente que isso vai dar muito mais trabalho, você vai enfrentar contratempos, imprevistos, é preciso ter alguma experiência com mapas (google maps e wikiloc foram fundamentais), alguma experiência em estrada de terra e gostar de digirir, mas nada paga o preço da liberdade e da aventura. Se você não possui esse perfil, se você prefere o conforto, eu sugiro que contrate uma agência (que vai montar o roteiro inteiro pra você desde a sua chegada em Palmas até a sua volta pra casa) ou monte seu roteiro e contrate um guia pra te levar nos lugares (pode ser um meio-termo pra quem não tá muito a fim de se aventurar). Na real, Jalapão é perrengue em qualquer dessas alternativas, porque as estradas realmente são ruins e os atrativos são longe, então não espere o conforto de um resort. Por outro lado, fazer a viagem por conta própria te dá a flexibilidade ficar mais ou menos tempo nas atrações, e poder, eventualmente, substituir um passeio por outro a depender do clima e da vibe do grupo. As agências, por sua vez, possuem roteiros pré-determinados e tempo fixo em cada lugar. No nosso caso, a gente detesta viajar preso a agência e guia, então, quando vimos aqui no Mochileiros que era possível ir por conta própria, não pensamos duas vezes. Agora, ao final da viagem, vejo que tomamos a decisão certa, pois é perfeitamente possível e muito mais divertido fazer essa viagem por conta própria. Pra isso, alugamos uma 4x4 na Localiza em Palmas (pesquisamos no rentcars.com mesmo). Recomendo reservar com antecedência, porque existe chance de esgotar esse tipo de carro, e confirmar com a locadora se a categoria que você está escolhendo é 4x4, pois a nomenclatura das categorias é um pouco confusa, muda de locadora pra locadora e sem tração nas 4 rodas é praticamente impossível se deslocar no Jalapão. Há muitos trechos com areia fofa, muitos trechos com depressões, terreno irregular, trecho com lama, trecho em que você atravessa riachos, então a viagem sem um carro 4x4 vai tornar cada trecho desses um inferno. Por sorte, conseguimos uma Hilux e ficamos impressionados com a força desse carro. Parece um caminhão, passou em tudo quanto foi terreno tranquilamente, não atolava, não escorregava, nem arrastava o fundo. E, mesmo no único lugar em que patinou (uma poça enorme quase chegando em Mateiros), ligamos a tração reduzida (um botão chamado L4) e ele saiu como se nada tivesse acontecido. Vimos muitas L200 (Mitsubishi) lá também. Acredito que qualquer 4x4 dê conta do recado. Só recomendaria evitar a Amarok, da VW. No fervedouro do Buritizinho, encontramos uma família que estava de Amarok e havia perdido 3 pneus furados na estrada de Novo Acordo pra São Félix (eles fizeram o roteiro ao inverso do nosso), mas o pior nem foram os pneus perdidos, e sim a dificuldade de encontrar pneus de Amarok nas borracharias. Segundo eles, o aro desse pneu é maior que o dos outros carros da categoria, então rodaram quase todas as borracharias de Palmas até encontrar. Todas as cidades do Jalapão têm posto de gasolina com Diesel S-10 (era o combustível do nosso carro), então isso foi bem tranquilo. Apesar de o tanque ser grande, abastecemos em todas as cidades antes de sairmos, pois seria importante ter combustível de sobra pro caso de dar algum problema e precisarmos ficar dentro do carro com ar condicionado ligado por muito tempo. Todos postos aceitavam cartão. Ainda em Palmas, passamos no mercado pra comprar alguns itens básicos pra viagem de carro, como biscoitos, frutas, bastante água, papel higiênico e sacos de lixo daqueles pretos. Também montamos um kit de primeiros socorros e remédios. E, por precaução, levamos uma barraca de camping. Disso tudo, só usamos as comidas nos intervalos entre as refeições (principalmente entre o almoço e o jantar) e os sacos de lixo (importantíssimo pra embalar eventual bagagem que precise ficar na caçamba do carro, por causa da poeira, da terra e de eventual chuva). Também aproveitamos pra sacar dinheiro em espécie, o que foi importante pra pagar a entrada dos atrativos, os almoços e o passeio de rafting. A pousada de São Félix não aceitava cartão, mas conseguimos pagar com transferência bancária (Banco do Brasil), e assim poupamos o dinheiro em espécie que tínhamos. Acho que algumas dessas cidades até têm banco, mas preferimos não arriscar (principalmente porque parte do trecho era final-de-semana). Há alguns mapas da região disponíveis na internet (só jogar no google imagens). Imprimimos todos eles mas não usamos nenhum. Não existe nada melhor que googlemaps e wikiloc pra se deslocar no Jalapão. Praticamente todos os atrativos estão marcados no googlemaps, então é só colocar a rota e seguir. Os que não estão marcados ou que estão com marcação errada eu vou dizer mais abaixo quando estiver relatando cada atrativo. Como não tem sinal de celular, nem de 3g, é imprescindível ter os mapas salvos off-line nos celulares de todos que estiverem no carro (e sempre no modo satélite, vale frisar!). Eu não consegui fazer funcionar direito essa funcionalidade off-line no meu, então tive que apelar pro “cache”, ou seja, coloquei a escala em 200 metros e fui seguindo o traçado das rotas e isso foi salvando no celular as imagens mais próximas das estradas. Depois, é só não fechar o app que estará tudo lá. Todas as pousadas tinham wifi, então deu pra fazer isso rapidinho nas noites anteriores. Se você só tiver o mapa de longe, talvez a estrada fique embaçada e você não consiga ver direito as bifurcações e os trechos alternativos. Pra garantir, pesquise os trechos no wikiloc, confirme se eles coincidem com o que você traçou no googlemaps, salve off-line no wikiloc também e faça o mesmo procedimento do “cache”. Há um plano pago do wikiloc que também permite que você siga a trilha que outras pessoas fizeram pra aquele local (tipo a navegação do googlemaps) e dá 14 dias grátis, usamos isso na Chapada das Mesas num trecho que também nos disseram que era “impossível” sem guia. Por fim, antes de sair, faça o teste desligando a sua internet e veja se os mapas continuam lá, isso garantirá que está tudo salvo e você poderá seguir. É importante que todos no carro tenham feito isso. No nosso caso, eu tive problemas com o googlemaps e um amigo teve problemas com o wikiloc, mas sempre havia outro celular pronto pra nos guiar. Lemos uns relatos indicando levar GPS, o que deve ajudar mesmo, nós levamos um mas acabamos nem usando. Minha principal recomendação é: acordem sempre cedo e andem sempre com folga no roteiro do dia, pois, como o clima e as estradas são muito dinâmicos, não se sabe exatamente o que vamos encontrar pela frente. Algumas outras dicas que reunimos na pesquisa foram: - levar toalhas no carro, pra saída dos fervedouros - NÃO usar protetor e repelente antes de entrar nos fervedouros - calibrar com 22 até no máximo 28 libras (lembrar de encher de novo ao sair do parque) - andar de marcha baixa nas pancadas de areia - buzinar e reduzir a velocidade ao fazer curvas fechadas. Não é claro quando uma rua é mão dupla ou única. Mesmo quando a via é mão única há motoristas que vem na contramão. Por isso, se você não conseguir ver o que está atrás de uma curva comece a buzinar para alertar - assim como fique atento para ouvir se outro motorista se aproxima. A sensação que tivemos é que as pessoas (ou mesmo as agências e os guias) vendem uma dificuldade muito maior do que ela realmente é. Claro que isso é muito pessoal, cada pessoa tem um perfil, um nível de experiência, gostos e desejos diferentes e enxergam a realidade de uma forma peculiar. Mas não vimos nem de perto essa “impossibilidade” que ouvimos de todos os cantos sobre viajar ao Jalapão sozinhos. Pelo contrário. Tirando a Cachoeira da Fumaça (já conto abaixo a situação bizarra), todo o restante do roteiro foi muito tranquilo de fazer. QUANDO IR Por tudo que lemos e ouvimos, as chuvas no Jalapão (o inverno da região) acontecem mais ou menos entre outubro e abril. De maio a setembro é seca (verão de lá), então costuma ser a época em que há mais turistas na região. Eu havia lido que não havia época boa ou ruim pra visitar o Jalapão, alguns relatos até diziam que na época mais chuvosa era menos difícil se locomover por lá, porque seria mais “fácil” atolar na areia seca que na lama. A nossa escolha pelo mês de abril foi um pouco aleatória, mas acabou sendo perfeita. Praticamente não havia turistas na maioria dos atrativos que visitamos. Em alguns (como Cachoeira da Fumaça, do Soninho, da Velha e do Prata) não havia absolutamente ninguém além de nós. Nos fervedouros, pudemos ficar o tempo que quisemos, pois não havia ninguém na fila, só algumas pessoas na água e em alguns nem isso. Conseguimos tirar foto de praticamente todos os atrativos vazios. Pegamos um ou dois dias de chuva, mas sempre passageiras, nenhuma delas impediu que a gente cumprisse integralmente o roteiro planejado. O pior foi o primeiro dia, em que ficou nublado praticamente o dia inteiro, mas chuva mesmo pegamos pouca, pois elas se deslocam muito rápido. No penúltimo dia, começou a chover quando estávamos no Fervedouro Bela Vista, daí resolvemos sair pra Cachoeira do Prata, no caminho o tempo abriu e, quando chegamos lá, estava sol. No dia que fomos de Ponte Alta pra Mateiros, vimos uma chuvarada imensa justamente no destino pra onde estávamos indo, mas no meio do caminho ela foi se dissipando e, quando chegamos nas Dunas, já não havia mais chuva (só dava pra saber que choveu ali pelas marcas na areia). Já tínhamos percebido essa dinâmica em Palmas no dia em que chegamos, e ela se confirmou lá. Não sei dizer como isso funciona no auge da época chuvosa, mas, em abril, a chuva não foi um problema pra nós. O maior contratempo que as chuvas nos trouxeram foi a mudança das estradas. Como as estradas são de terra, as chuvas muitas vezes fazem algumas delas desaparecerem, então o pessoal abre caminho por outros lugares. Se você vir muito mato na continuidade da estrada que você está seguindo, desconfie, aquilo pode ser uma estrada antiga que deixou de ser usada por causa da chuva e mais à frente vai ficar intransitável. Passamos por isso no dia da Cachoeira da Fumaça e, se não fosse o wikiloc, esse atrativo teria ficado pra trás. Por outro lado, alguns atrativos ficam realmente cheios na época seca. Nos fervedouros, há limite de 15 minutos por pessoa e filas imensas. Em alguns, como do Ceiça, vimos vários bancos na entrada do fervedouro, que ficam lotados de pessoas esperando pelos seus 15 minutos. Considerem isso. ONDE FICAR Vou listar abaixo as pousadas que pesquisei e outras que encontrei listadas nos relatos. Nossa intenção era apenas tomar um banho, dormir confortavelmente e tomar um bom café no dia seguinte antes de partir, então não buscamos luxo. Por conta disso, e também porque há épocas de maior procura na região, deixei listadas mesmo aquelas pousadas mal avaliadas (se tudo esgotar, é melhor dormir num lugar ruim que não ter onde dormir, certo? Haha). Liguei pra algumas mas acabei fechando todas pelo Booking mesmo. Em Ponte Alta, a Águas do Jalapão é a mais luxuosa da cidade, pelo que eu entendi, mas também a mais cara. Ficamos na Veredas das Águas, por R$ 228 a diária do quarto triplo. O quarto era ok e o café era ok também. Em Mateiros, ficamos no Hotel Aconchego, por R$ 184 a diária do quarto triplo. Pelo visto, foi construído há pouco tempo, tudo novinho, só o banheiro que não tinha cortina no box, nem blindex, e aí molhava tudo (depois percebemos que isso é normal por lá, ficamos em outros lugares assim também), mas o quarto era bastante confortável e o café era muito bom, até nutella tinha! Rsrsrs. Em São Félix, ficamos na Pousada Cachoeiras do Jalapão, por R$ 222,75 a diária do quarto triplo. Também parecida ter sido construída há pouco tempo, bastante confortável e café muito bom. Como todas essas cidades são muito pequenas e você estará de carro, a localização não faz muita diferença. Abaixo, a lista. PONTE ALTA Águas do Jalapão (R$ 290,00 a diária do quarto triplo) -Rodovia TO-255 KM 131, Ponte Alta do Tocantins -Nilton 63 99996-4550 / João (63)99975-1950 / Jota (63)98472-4491 / recepção (63) 98467-6740 / (63) 33781677 -http://www.aguasdojalapao.com.br [email protected] [email protected] -café bom -tem restaurante (R$ 35, mas tem que reservar a refeição) -tem piscina -um pouco afastada do centro mas tranquilo de carro Pousada Planalto (R$ 210,00 a diária do quarto triplo – mal avaliada no tripadvisor) -Praça Capitão Antonio Mascarenhas, 436, Ponte Alta do Tocantins -(63) 3378-1141 /63 3378-1170/(63) 98409-0888 -http://www.jalapao-pousadaplanalto.com.br [email protected] Pousada Veredas das Águas (R$ 228 a diária do quarto triplo) -Avenida Palmas, quadra 05, lote 05, Bela Vista, Ponte Alta do Tocantins -Avilon (63) 3378-1581 Pousada Beira Rio -Rua Manoel Cavalcante, 751, Centro, Ponte Alta do Tocantins -(63) 3378 1172 / (63) 8409 4468 -http://www.facebook.com.br/jalapaopousadabeirario [email protected] Pousada Portal do Jalapão (mal avaliada no tripadvisor) -Av. Brasília, 264, Ponta Alta Tocantins MATEIROS Santa Helena do Jalapão (R$ 340 a diária do quarto triplo – bem avaliada) -caro, café razoavel -Avenida Maranhão, s/n, Mateiros -(63) 3534-1050 / (63) 9971-1058 [email protected] -http://www.pousadasantahelenajalapao.com.br Pousada Monte Videl (R$ 150 casal, em 09/2018) Pousada Domiciliar/Dunas do Jalapão/Vaneça (R$ 240 a diária do quarto triplo) -R$75,00 por pessoa em quarto duplo (08/2016) -tem quarto com 3 camas -café da manhã excelente -63 99956-4948 (Vaneça Ribeiro) Pousada Panela de Ferro (R$ 296 a diária do quarto triplo – bem avaliada) -Avenida Tocantins, quadra 7, lote 5, Mateiros -(63) 3534-1038 / (63)99999-7417 -http://www.paneladeferro-jalapao.com.br Pousada Buritis do Jalapão (R$ 274 a diária do quarto triplo – bem avaliada) -Rua Três, quadra 5, lote 1, Mateiros -(63) 3534-1139 / (63) 3534-1046 Pousada Cardoso -Rua Aureliano Pereira dos Santos, quadra 13, Mateiros -(63) 3534-1213 / (63) 33388-3370 Pousada Vereda Tropical -Rua Vinte, Mateiros -(63) 3534-1071 / (63) 99947-2577 Jalapão Recanto do Salto -(63) 9968 5333 / (63) 9994 0021 / (63) 9956 1049 / (63) 9992 0021 -http://www.jalapaorecantodosalto.net *para emergências, há um camping em frente à entrada das Dunas (R$ 25 reais/pessoa, maio/2018) SÃO FÉLIX Pousada Cachoeiras do Jalapão (R$ 222,75 a diária do quarto triplo) -R$ 170 casal em 09/2018 -também tem restaurante (R$ 35, pode encomendar quando chegar ao final da tarde) Pousada Capim Dourado -tem quarto triplo -R$ 56/dia/pessoa, em 10/2016 -R$ 70/pessoa, quarto quádruplo, em 08/2016 -ar condicionado e frigobar -63 99934-4339 (Maria) Jalapão Ecolodge -Rodovia TO 030 km 140, Catedral do Jalapão, Estrada Cênica Novo Acordo -(63) 99994-0514 Pousada da Irá -Avenida Tocantins, s/n, centro -(63) 3576-1035 Pousada do Paulin ONDE COMER Apesar de muitos atrativos no Jalapão realmente serem muito remotos, eu tentei montar o roteiro com a maior quantidade possível de almoços em restaurantes. Isso só não foi possível nos dois primeiros dias (Cachoeira da Fumaça e Cachoeira da Velha), pois os atrativos eram realmente isolados e não havia nada por perto. Um dos meus amigos e eu fizemos uma trilha em Torres del Paine, no Chile, em 2015 e usamos um fogareiro muito bom e seguro (o parque era cheio de restrições de segurança por conta de incêndios recentes). Em Palmas, compramos miojo, talharim instantâneo, almôndegas em lata, carne em lata (fiambre), atum e sardinha também enlatados. Então, nesses dois primeiros dias, nós fizemos nosso próprio almoço. Na internet você pode encontrar o fogareiro e o cartucho de gás, que é tipo um botijão, só que bem menor e bem mais leve. Joguei aqui no google e achei na Netshoes o modelo que compramos: https://www.netshoes.com.br/fogareiro-apolo-nautika-preto-535-6562-006?campaign=gglepqpla&gclid=EAIaIQobChMI7OSJgaCH4gIVhoaRCh2tiwBREAQYAyABEgLVnPD_BwE. A gente comprou no Rio (Rua Buenos Aires, 170) e foi R$ 115 o fogareiro e R$ 22,30 cada cartucho (acabamos só usando um mesmo). O grande problema disso é que esse cartucho de gás é proibido de ser transportado em avião. Talvez uma alternativa seja comprar na internet e pedir pra entregarem no hotel onde for se hospedar em Palmas. Ou encontrar algum lugar que venda em Palmas. Na Cachoeira da Fumaça (primeiro dia), há uma pequena prainha na parte de cima da cachoeira, onde dá pra tomar banho e tem espaço pra deixar as coisas e fazer a comida. Na Cachoeira da Velha (segundo dia), a praia é mais pra baixo (há um placa indicando a trilha de 1km), mas não tínhamos muito tempo e acabamos almoçando ali mesmo, num mirante do lado da queda d’água da cachoeira. Em um outro dia, encontramos um guia que disse que era proibido comer ali e que poderíamos ter sido multados pela fiscalização ambiental. A gente não sabia, mas fiquem ligados nisso. Organizem pra fazer a trilha e comer na prainha do Rio Novo a 1 km dali. No dia que fomos de Mateiros pra São Félix (terceiro dia), almoçamos na Comunidade Carrapato, que fica na estrada principal entre o Fervedouro do Ceiça e a Cachoeira do Formiga. Comida caseira, muito boa, salvo engano foi 30 ou 35 reais (acho que é o padrão da região). Nesse dia, é tranquilo de achar lugar pra almoçar, pois praticamente todos os fervedouros oferecem almoço, assim como a Cachoeira do Formiga. Também existe a opção de almoçar na Comunidade Mumbuca, caso esteja no roteiro, ou mesmo voltar pra Mateiros, na pior das hipóteses. Muitas pessoas nos disseram que esses restaurantes só trabalham com reserva, mas a gente não queria ficar preso a horários, então preferimos arriscar e acabou dando certo. Quem vai negar comida a viajantes famintos, né? Hahaha Em São Félix (quarto dia), é o trecho mais fácil de almoçar, pois os atrativos são bem próximos à cidade. De todo modo, o Fervedouro Bela Vista (tenho quase certeza que o Alecrim também) serve almoço, nessa faixa de 30-35 reais, então dá pra almoçar no atrativo. Também não fizemos reserva e conseguimos almoçar. Nesse dia, é mais fácil de se organizar pra reservar o almoço, pois os atrativos são perto e não são tantos quanto no trecho de Mateiros pra São Félix. O último dia (quinto) foi o único que reservamos almoço, na Cachoeira das Araras. E que almoço! Incrível! Fechamos a viagem com chave de ouro. Tudo artesanal, nenhum tempero artificial na comida, umas opções veganas muito boas (nem é muito a nossa vibe mas caímos dentro) e o atendimento sensacional. A propósito, esse é um ponto a ser destacado. Todos esses lugares são casas de família em que as pessoas oferecem almoço, então é sempre aquela comida caseira deliciosa e a receptividade que te faz se sentir em casa também. Leve dinheiro em espécie, pois nenhum deles aceitava cartão. Pra jantar. Em Ponte Alta, parece que só há um restaurante, em frente ao posto de gasolina. Comemos lá nos dois dias em que dormimos na cidade. Em Mateiros, comemos no Bahamas. Também nos sugeriram o Malibu e uma pizzaria que não me lembro o nome. Havia um outro restaurante na avenida principal da cidade, mas estava fechando quando chegamos. Em São Félix, comemos no restaurante Dunas do Jalapão (agradecimento especial ao Tiago, dono do restaurante, e à sua mãe, com mãos abençoadas), muito bom também. Há um bar chamado Rota 22, que estava fechado no dia pois duas funcionárias precisaram faltar, e há um espetinho em frente a ele, onde comemos no dia seguinte, pra assistir o jogo do Vasco hehe. QUAL A MELHOR SEQUÊNCIA DE CIDADES? A estrada de Palmas pra Ponte Alta é melhor que estrada de São Félix pra Palmas. Mas a estrada de Ponte Alta pra Mateiros é MUITO pior que a estrada de Mateiros pra São Félix. No nosso caso, preferimos pegar essa estrada ruim de Ponte Alta pra Mateiros no início. Esse também é o sentido que a maioria dos relatos que lemos seguiram. Então a sequência que fizemos foi Palmas-Ponte Alta-Mateiros-São Félix-Palmas (via Novo Acordo). Muita atenção ao trecho São Félix-Palmas, pois a partir de Novo Acordo a estrada em direção a Palmas é asfaltada e aparenta ser muito boa, contudo, surgem buracos aleatórios na estrada. Caso você esteja em alta velocidade não conseguirá frear (lembram da família da Amarok? Pois é, foi assim que eles perderam os pneus e tiveram que retornar a Palmas). Minha recomendação é: ainda que a estrada te sugira a ir acima de 80-90 km/h, respeite essa velocidade. Os buracos são grandes e surgem repentinamente. ROTEIRO [DIA 0: PALMAS-PONTE ALTA] A nossa ideia era pegar o carro de manhã cedo, pra chegar em Ponte Alta por volta da hora do almoço, almoçar, conhecer os atrativos mais próximos, que são o Cânion de Sussuapara e a Cachoeira do Lajeado e pegar o pôr-do-sol na Pedra Furada. Mas um dos meus amigos teve um problema no voo pra Palmas, só conseguiu chegar no fim da tarde, então tivemos que mudar um pouco o roteiro. Retiramos um dia (que virou esse dia 0) e remanejamos os atrativos pros demais dias. O Cânion e a Cachoeira pro dia que iríamos de Ponte Alta pra Mateiros (que se tornou dia 2) e a Pedra Furada pro que se tornou o dia 1, quando faríamos as Cachoeiras da Fumaça e do Soninho. Levamos cerca de 2h de Palmas pra Ponte Alta. Chegamos lá no início da noite, então nesse dia só deu tempo mesmo de jantar e dormir cedo. [DIA 1: PONTE ALTA] ATRATIVOS: Cachoeira da Fumaça, Cachoeira do Soninho e Pedra Furada (pôr-do-sol) Acordamos cedo e partimos pra Cachoeira da Fumaça. A nossa ideia era chegar até ela, que seria o atrativo mais longe do dia, voltar na mesma estrada para a Cachoeira do Soninho e depois pra Pedra Furada, cuja entrada fica próximo da mesma estrada. A cachoeira está indicada corretamente no googlemaps, mas o caminho que o aplicativo dá não é o melhor, pois ele não reconhece algumas estradas de terra que levam à cachoeira como um caminho possível. Nesse caso, usamos o aplicativo só mesmo pra ir guiando pela bolinha da localização dentro das estradas. No wikiloc há o traçado correto. O que utilizamos foi esse: https://pt.wikiloc.com/trilhas-off-road/ponte-alta-do-tocantins-cachoeira-da-fumaca-jalapao-19206400 Você deve descer a TO-130 no sentido sul, em direção a Pindorama. Passados cerca de 17 km, haverá uma saída para a esquerda. No googlemaps é possível enxergar essa saída com bastante nitidez. Ela está quase na mesma linha horizontal da Pedra Furada, que também está indicada corretamente no mapa (deixe o mapa sempre na orientação correta, com o norte para cima). Cerca de 4 km à frente haverá uma bifurcação, onde a estrada da esquerda (dos eucaliptos, grave isso) levará à Pedra Furada e a da direita levará à Cachoeira da Fumaça. A partir dali, siga o traçado do wikiloc. Nesse trecho nós ainda não havíamos nos dado conta da importância do wikiloc e de como as estradas no Jalapão são dinâmicas. O traçado que estávamos seguindo, mandava pegar à esquerda em uma bifurcação que fica a cerca de 19 km da estrada da Pedra Furada, contornar por cima para sair do outro lado da vegetação mais verde do mapa, próximo à Cachoeira do Soninho. Ocorre que esta estrada não existe mais. Em dado momento, havia algumas bifurcações que pareciam estradas mas com muito mato, o que indicaria que havia tempo que não passava carro por ali. Ainda assim, não parecia haver opção àquela altura do mapa e resolvemos seguir por uma delas. Pouco tempo depois ela voltou a se tornar uma estrada “transitável”, achamos que o problema estava superado, foi quando surgiu uma cerca bem no meio da estrada! Bateu um desespero enorme, pois parecia que todo trabalho havia sido em vão. Não havia como contornar, pois a cerca era interminável. Daí lembrei que havia salvo este trecho no wikiloc, fomos com os dois aplicativos abertos em dois celulares e conseguimos voltar pro traçado correto. A ponte de madeira quebrada, próximo à Cachoeira da Fumaça, não existe mais. Ela foi reformada e agora é de concreto. Mesmo assim, preferimos não arriscar, deixamos o carro antes da ponte e seguimos andando. Há duas trilhas para a Cachoeira, a da direita do Rio (de quem vem da ponte) leva a um mirante que permite ver a Cachoeira de cima. Se estiver sol, é bem capaz de você ver um arco-íris ali. Não tivemos essa sorte. A trilha da esquerda, leva ao pé da Cachoeira e, com cuidado, dá pra entrar até atrás dela. A Cachoeira é enorme, imponente, e a sensação de estar ali no meio da fumaça é indescritível. O problema no trajeto nos tomou mais de uma hora, então decidimos não almoçar mais na Cachoeira do Soninho e sim ali na Cachoeira da Fumaça mesmo. Há uma parte tranquila do Rio na parte de cima da Cachoeira, onde dá pra tomar banho e fazer a comida. Dali, seguimos pra Cachoeira do Soninho, na mesma estrada. A Cachoeira fica à esquerda de quem vem da Cachoeira da Fumaça e está indicada corretamente no googlemaps. Na entrada da estrada que leva à Cachoeira, vimos pegadas enormes, quase da metade de um pé humano, que desconfiamos ser de onça. Depois, conversando com pessoas na região, confirmamos que há onças por ali mesmo. Também há um grande desnível de pedras, que pensamos ser impossível de atravessar, mas a camionete deu conta do recado. Lemos relatos de que, a 500 m antes dali, próximo a uma ponte, era possível acessar a parte tranquila da Cachoeira, mas, como havíamos perdido muito tempo com o erro no trajeto e queríamos chegar na Pedra Furada a tempo de assistir o pôr-do-sol, só tiramos umas fotos e partimos pra Pedra Furada. A Pedra Furada fica a cerca de 1 hora da Cachoeira do Soninho. Programe-se pra chegar lá por volta as 17h, pra conseguir tirar fotos tranquilo (às vezes, há fila pra isso) e assistir ao espetáculo da natureza sem correria. Há duas trilhas. A da direita leva à parte de baixo da pedra, chamada Portal do Jalapão. A outra trilha leva à Pedra Furada, que fica na parte de cima. Não confunda, o Portal do Jalapão é enorme, você consegue ficar em pé embaixo dele. A Pedra Furada é pequena, só dá pra ficar sentado dentro dela. É lá que rola o show. Pra chegar na Pedra Furada vindo da Cachoeira do Soninho é tranquilo, só seguir o mesmo caminho da ida voltando e entrar na estrada de eucalipto observando a indicação da Pedra no googlemaps. Nesse dia, nós cogitamos inicialmente tentar visitar a Lagoa do Japonês, que fica a cerca de 2h de Ponte Alta, descendo a TO-130 em direção a Pindorama, mas era impossível encaixar todos estes atrativos em um dia só. E ainda teríamos que abrir mão do pôr-do-sol. Também não encontrei outros atrativos próximos à Lagoa que justificassem ficar um dia a mais em Ponte Alta. Por isso, abortamos. Mas todos disseram que lá é muito bonito também. [DIA 2: PONTE ALTA-MATEIROS] ATRATIVOS: Cânion de Sussuapara, Cachoeira do Lajeado, Cachoeira da Velha e Dunas do Jalapão Esse é o dia em que se parte de Ponte Alta pra Mateiros. Como disse, nossa ideia era visitar apenas a Cachoeira da Velha e as Dunas neste dia, mas precisamos incluir o Cânion e a Cachoeira do Lajeado por conta do imprevisto do voo de um dos meus amigos. Isso não teria sido um problema se a gente tivesse saído cedo da Pousada em Ponte Alta. Mas valeu aquela velha máxima: quanto mais tempo você tem, mais tempo você perde. Acordamos cedo, mas tomamos café lentamente, arrumamos a bagagem no carro com calma, fizemos checkout e acabamos saindo tarde da Pousada. Mas, no fim, acabou dando tudo certo. O Cânion de Sussuapara está indicado corretamente no googlemaps e fica bem perto de Ponte Alta. Salvo engano, pagamos 10 reais para entrar. O lugar é bonito, mas ficamos com a sensação de que é daqueles atrativos de ecoturismo superestimados. Tiramos algumas fotos e colocamos o pé na estrada novamente. A Cachoeira do Lajeado também está indicada corretamente no googlemaps e fica na mesma estrada. Vindo do Cânion, após cerca de 17,5 km (os postes acompanham), você verá à sua direita uma estrada de areia. Ao final dela, há um riacho com pequenas quedas, é a parte de cima da Cachoeira. No sentido do curso do rio, pela margem esquerda (atravesse o riacho pelas pedras), há uma trilha que leva ao poço. A vista da cachoeira lá de baixo é linda e o poço é grande e fundo, dá pra nadar tranquilo e ficar ali por horas. Mas a trilha, apesar de curta, é bem difícil. Eu não sei se pegamos a trilha errada ou se a chuva havia deteriorado o caminho, mas havia trechos muito íngremes que só dava pra passar se seguram nas árvores e muitos trechos com pedras escorregadias. De todo modo, valeu muito a pena o esforço porque o visual lá de baixo é muito bonito! De lá, partimos pra missão Cachoeira da Velha. Esse é o trecho em que a estrada está em piores condições. Há muitas pedras pontiagudas, principalmente no início da estrada que leva à Cachoeira (depois de sair da principal), então muito cuidado neste trecho pra não furar pneus. Acabou sendo o único trecho em que levamos mais tempo que o previsto pelo googlemaps. Levamos cerca de 2h30 até lá. Este é o único atrativo do dia que não está na estrada que leva de Ponte Alta pra Mateiros, mas a saída pra Cachoeira é bem visível no googlemaps e o traçado que o aplicativo dá está correto. Chegando no estacionamento da Cachoeira, você já ouvirá o barulho da queda e haverá uma trilha suspensa que leva até ela. Este atrativo já está dentro do Parque Estadual do Jalapão, então há placas indicativas dos órgãos públicos responsáveis pela área, parece algo bem organizado na alta temporada, mas não havia ninguém por lá além de nós. Ao final da “trilha” suspensa, você chegará ao nível de cima da queda d’água. Um pouco mais abaixo, há um mirante. A nossa ideia era ir até a prainha do Rio Novo, que fica a 1 km dali, almoçar por lá, tomar banho e fazer o rafting. Dá pra ir caminhando (o início da trilha é sinalizado) mas vimos uma estrada no googlemaps também. Como tínhamos pouco tempo, por conta do nosso atraso na saída da pousada, resolvemos ir de carro. Seguimos a saída indicada no googlemaps, mas ela não dava em lugar nenhum, terminava em um matagal, sem nenhum sinal de continuidade da estrada. Depois da nossa experiência na Cachoeira da Fumaça, resolvemos não seguir. Voltamos pra Cachoeira da Velha e almoçamos no mirante. Nós achamos que o rafting tinha ficado apenas na vontade, mas depois descobrimos que, naquele dia, ainda nem estava acontecendo ali por conta do volume de água que ainda estava grande, mas que estava acontecendo em São Félix, então conseguimos fazer lá. Mais detalhes à frente. Da Cachoeira da Velha pras Dunas, leva-se cerca de 2 horas, mas a estrada melhora um pouco depois que se volta pra “principal”. Pra chegar nas Dunas, o ideal é marcar no googlemaps pela “Recepção e Controle às Dunas do Jalapão”, ou pelo “Bar Benita”, que fica em frente. Há um horário limite pra entrar no parque das Dunas, às 17:00, então o ideal é se programar pra sair da Cachoeira da Velha no máximo às 15h. Há uma estrada de areia que funciona como um atalho da estrada da Cachoeira pra estrada principal, e sai mais na frente, no sentido Dunas, sem precisar voltar ao ponto em que saímos quando vínhamos de Ponte Alta, mas preferimos não arriscar e voltamos ao ponto em que entramos e seguimos sentido Mateiros. Li relatos dizendo que há algumas lagoas pra conhecer nas Dunas, e realmente o parque é enorme, mas é difícil encaixar isso no roteiro, então fomos com o objetivo de assistir o sol se por. Na entrada do parque, há um funcionário da Naturatins (órgão que administra o parque) colhendo o nome de quem acessa, fomos bem recebidos e seguimos. Leve água, pois não há sombra rss. Há um milhão de bifurcações da entrada do parque até o estacionamento das Dunas, mas todos dão no mesmo lugar. E o pôr-do-sol de lá é realmente incrível! Seguindo pra Mateiros, aproveitamos pra tentar visualizar a entrada da trilha pra Serra do Espírito Santo, que seria o atrativo do dia seguinte, de onde veríamos o sol nascer. Há placas na estrada indicando. [DIA 3: MATEIROS-SÃO FÉLIX] ATRATIVOS: Serra do Espírito Santo, Fervedouro do Buritis, Fervedouro Rio Sono, Fervedouro da Ceiça (Bananeiras), Cachoeira do Formiga, Fervedouro Macaúbas Nesse dia, acordamos por volta das 03:30 pra assistir o nascer do sol na Serra do Espírito Santo. No dia anterior, já havíamos marcado na estrada o ponto de acesso à trilha, que fica a cerca de 25 km de Mateiros, mas não tem muito erro, pois há placa pros dois sentidos da estrada indicando. Levamos frutas, biscoitos, geleia e agua, pra comer lá em cima ou na trilha, se fosse necessário, pois ninguém teve pique de comer tão cedo. Chocolate é muito útil nessas horas também, mas acabamos esquecendo de levar. Não esqueça das lanternas. A trilha é curta, cerca de 250 metros, e bem demarcada, mas bastante íngreme. Há alguns bancos no caminho, que também são mirantes depois que o dia amanhece, e facilitam bastante o descanso no caminho. Não é impossível de ser completada, mas lemos relatos de pessoas que fizeram em cerca de 30 minutos e pessoas que fizeram em 1 hora e 40. Então, a depender do seu preparo e da sua experiência em trilhas, ajuste o horário pra começar a subir e não perder o nascer do sol no meio do caminho, o que começa a acontecer por volta das 05:15. Quando estávamos descendo (já de manhã), encontramos um grupo grande subindo (era um grupo da Korubo, que, segundo o guia, não faz esse atrativo na madrugada) e havia idosos dentre eles. No fim da subida, você encontrará uma placa apontando pra esquerda, informando “MIRANTE 3.000 METROS”. NÃO SIGA ESTA PLACA! O NASCER DO SOL ESTARÁ À SUA DIREITA! Basta dar poucos passos à sua direita e você encontrará um pequeno caminho que leva ao mirante onde é possível assistir o nascer do sol. Paramos ali e “tomamos café” assistindo a mais um espetáculo da natureza. Depois que o sol já havia nascido completamente, voltamos à tal placa e fizemos a trilha que dá acesso ao outro mirante, a 3 km dali, que é uma trilha plana e muito tranquila de fazer, praticamente uma caminhada sob a brisa da manhã. Esse outro mirante é bem legal também, tem uma vista irada das Dunas e de toda a área por que passamos no dia anterior. Voltamos pra pousada, tomamos um café da manhã de verdade e partimos rumo aos fervedouros. A gente tinha lido que muitos fervedouros tinham limite de tempo, então eu listei todos os fervedouros que tinha ouvido falar e organizei o dia pra visitarmos o que desse, sem correria, além da Cachoeira do Formiga, que era o atrativo que eu mais esperava conhecer no Jalapão. A gente já tinha percebido que o Jalapão estava meio vazio, então tinha a esperança de que os fervedouros também estivessem, e realmente estavam. Visitamos todos pelo tempo que quisemos e, com um pouco de paciência, conseguimos fotografar todos vazios. Eu já tinha traçado na cabeça todo o trajeto com a ajuda do google maps, mas também guardei os mapas no wikiloc pra eventual emergência. O mais completo que achei, com todos os atrativos que queríamos visitar foi este: https://pt.wikiloc.com/trilhas-off-road/jalapao-fervedouros-buriti-sono-buritizinho-mombuca-cachoeira-do-formiga-19302184. O primeiro fervedouro vindo de Mateiros em direção a São Félix é o Fervedouro Buritis. A localização que o googlemaps dá está certa, mas o aplicativo não reconhece a estrada que dá acesso a ele, então você deve pegar a saída à esquerda anterior ao ponto que o google maps dá, e que fica a cerca de 14 km vindo de Mateiros. Após 7 km nesta estrada, você estará no fervedouro. Tenho quase certeza que há uma placa indicando. Dali, seguimos na mesma estradinha por cerca de 1,5 km pro Fervedouro Rio Sono. E, do Rio Sono, seguimos na mesma estrada e desembocamos de volta na estrada principal, que liga Mateiros a São Félix. A primeira saída à esquerda dá acesso ao Fervedouro do Ceiça. A verdade é que, chegando ao primeiro fervedouro, você chega em todos, pois estes atrativos são próximos um do outro e são em propriedades privadas (por isso são pagos), então sempre haverá alguém pra te indicar o caminho pro próximo fervedouro. Depois do fervedouro do Ceiça, paramos na Comunidade do Carrapato, na estrada principal, e almoçamos por lá. Dali, seguimos pra Cachoeira do Formiga. O traçado que o googlemaps dá está correto neste trecho. Ficamos na Cachoeira muitas horas, porque o lugar é realmente lindo. Acho que nunca vi nada parecido, que lugar! Como não estava certo do tempo que poderíamos ficar em cada fervedouro, deixei os atrativos menos interessantes pra nós por último, que foram a Comunidade Mumbuca e o Fervedouro Encontro das Águas. A comunidade, pelo que lemos, é basicamente um ponto de venda de artesanato, que não era nossa vibe (e já tínhamos comprado algumas coisas em Materiros). O Fervedouro Encontro das Águas é o mais forte da região, mas soubemos que sua água não é tão bonita quanto dos outros, então achei que valeria a pena curtir mais os outros atrativos, que correr só pra visita-lo. Li em algum relato que também havia um fervedouro depois da comunidade, mas era algo meio selvagem, achei meio perrengue chegar nele. Esse rearranjo do roteiro nos permitiu visitar dois fervedouros muito bacanas no caminho da Cachoeira do Formiga pra São Félix, o Fervedouro Buritizinho (de longe o mais bonito que vimos) e o Fervedouro Macaúbas, que foi aberto pra visitação há poucos meses (e foi o mais forte que visitamos). Ambos estão indicados corretamente no googlemaps, sendo que o Buritizinho está bem próximo da beira da estrada e o Macaúbas tem que pegar uma estradinha. Este fervedouro não estava no nosso roteiro, mas ouvimos falar dele tantas vezes durante a viagem que resolvemos passar lá como último atrativo deste dia rumo a São Félix. Ficamos lá até cansar e partimos pra São Félix, já anoitecendo. À exceção do Buritizinho, os fervedouros, na essência, são muito parecidos entre si, variando basicamente pelo tamanho e pela força da água que brota do chão. Pagamos entrada em todos eles e também na Cachoeira, de 15 a 20 reais. [DIA 4: SÃO FÉLIX] ATRATIVOS: rafting no Rio Sono, Fervedouro Bela Vista e Cachoeira do Prata A nossa ideia de fazer o rafting na Cachoeira da Velha não deu certo, porque não estava rolando ainda (por conta do volume de água decorrente das chuvas anteriores). Mas a família da Amarok que conhecemos no Fervedouro Buritizinho nos disse que também havia rafting em São Félix, no Rio Sono, e nos passaram os contatos do Juninho (63 99276-8107) e do Simão (63 9249-5983). No bar Rota 22 também é possível fechar o passeio. Fechamos o rafting pro dia seguinte às 08:00. O carro da empresa que faz o passeio nos buscou na pousada e nos levou ao ponto do rio em que se inicia o passeio. E foi muito maneiro! Segundo eles, o Rio Sono é um rio nível 2 a 3 (numa escala que vai a 5, salvo engano), então é um bom rio pra quem nunca fez rafting, que era o nosso caso. O Rio Novo, na Cachoeira da Velha, é nível 4, então é bem mais radical. O passeio durou umas 3 horas e termina na Cachoeira das Araras, onde não ficamos porque nossa ideia era visita-la no dia seguinte, no caminho pra Palmas. Então, voltamos pra pousada. De volta ao roteiro, partimos pro Fervedouro Bela Vista, onde sabíamos que tinha almoço. Os atrativos em São Félix são bem fáceis de achar, porque são muito perto da cidade e estão indicados corretamente no googlemaps. Se você chegou até aqui, você chega nos fervedouros Bela Vista e Alecrim até sem gps haha. Alguns minutos depois que chegamos ao Fervedouro Bela Vista, começou a chover. Então, decidimos abortar a ideia de ir ao Fervedouro Alecrim em seguida (pois lá provavelmente estaria chovendo também, já que é bem próximo dali) e decidimos ir direto pra Cachoeira do Prata. Deu certo, no caminho pra Cachoeira a chuva se dissipou e, quando chegamos lá, estava sol. A localização da cachoeira no googlemaps está correta, mas ele dá o caminho errado. O caminho certo é pegar a estrada de volta pra Mateiros (a mesma do dia anterior) e, depois da Comunidade do Prata (também indicada no googlemaps, a uns 20 km de São Félix), pegar a saída à esquerda. Aproximadamente 2 km depois, haverá uma bifurcação e você deve pegar a direita, sentido sul. Depois dali, é só seguir a estradinha até o local que o googlemaps indica pra cachoeira. A cachoeira é bem bonita, mas não conseguimos entrar. À esquerda de quem olha a queda d’água de frente, há uma trilha pra parte de cima da cachoeira. Até tentamos encontrar algum ponto pra banho ali, mas a trilha era desconfortável pela quantidade de mato (a impressão era de que ninguém subia ali) e o rio parecia forte demais pra um banho. Então, decidimos abandonar a ideia e voltar pro roteiro original que era visitar o fervedouro Alecrim. Já estava no final da tarde e, no caminho pro fervedouro, você passa por uma praia de rio onde rolam uns shows de vez em quando, chamada Prainha do Rio Soninho. Como estava tarde e tínhamos um tempo relativamente folgado no próximo dia, resolvemos deixar pra visitar o fervedouro com calma no dia seguinte e terminamos a tarde tomando banho de rio ali mesmo. O visual de fim de tarde ali é bem maneiro. [DIA 5: SÃO FÉLIX-PALMAS] ATRATIVOS: Fervedouro Alecrim e Cachoeira das Araras Último dia no Jalapão. Começamos pelo Fervedouro Alecrim, que é bem perto da cidade e corretamente indicado no googlemaps, e depois fomos pra Cachoeira das Araras. Na noite anterior, reservamos o almoço na Cachoeira, pois, como era dia de partir de volta pra Palmas, já sabíamos que estaríamos ali na hora do almoço. O contato do restaurante da cachoeira é (63) 9952-0011. Pra chegar na cachoeira, você deve pegar a TO-030 sentido Palmas. Mais ou menos uns 10 km depois de sair da cidade, haverá uma saída à esquerda. Só seguir nela até o ponto que o googlemaps indica pra cachoeira. O restaurante fica ao final desta estradinha, um pouco depois da cachoeira. A volta pra Palmas exige muita paciência. A estrada é de terra até Novo Acordo (ruim, mas incomparavelmente melhor que o trecho Ponte Alta-Mateiros). Depois de Novo Acordo, a estrada é de asfalto, mas não abuse! Apesar de parecer bom, há muitos buracos que aparecem do nada, então, se você estiver correndo, fatalmente vai cair em alguns deles e aí corre um sério risco de acidente ou de furar os pneus. Levamos cerca de 5 horas (o googlemaps dá a previsão errada neste trecho). No caminho da Cachoeira das Araras pra Novo Acordo, é possível avistar a Serra da Catedral. Ouvimos falar que havia uma trilha pra subir, mas não achamos que valeria a pena o esforço, depois de termos subido as Dunas e a Serra do Espírito Santo, além de não ser um horário muito favorável (de tarde, sol tinindo na testa). Então, só tiramos foto de dentro do carro mesmo. O visual é maneiro, foi um bom “até logo”. LINKS Por fim, alguns links de relatos que utilizamos. Aproveito pra deixar registrada a nossa gratidão, vocês foram fundamentais pra que a nossa viagem desse certo! https://www.mochileiros.com/topic/75794-jalap%C3%A3o-e-serras-gerais-%E2%80%93-2904-a-0605-%E2%80%93-duster-16-e-renegade-18/ https://www.mochileiros.com/topic/63932-de-bras%C3%ADlia-ao-jalap%C3%A3o-em-carro-pr%C3%B3prio-e-por-conta-pr%C3%B3pria/ https://www.mochileiros.com/topic/8967-de-s%C3%A3o-paulo-ao-jalap%C3%A3o-sem-guia-serra-das-confus%C3%B5es-e-serra-da-capivara-parte-1/ https://www.mochileiros.com/topic/49830-6-dias-no-jalap%C3%A3o-sem-guia-setembro2016/(foi por são félix) https://www.mochileiros.com/topic/46003-jalap%C3%A3o-em-5-6-dias-sem-guia-e-de-duster-check-list-de-dicas-uteis/(checklist e coordenadas) https://www.mochileiros.com/topic/52395-jalap%C3%A3o-sem-ag%C3%AAncia-8-dias-gastos-e-fotos/… https://www.mochileiros.com/topic/55758-jalap%C3%A3o-chapada-das-mesas-em-12-dias-com-fotos/ ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- CHAPADA DAS MESAS (por Daniel) A princípio, tínhamos reservados 12 dias para conhecer o Jalapão, mas assim que a viagem foi ganhando corpo e as pesquisas sobre os roteiros se intensificaram, percebemos que esse período de tempo era maior do que qualquer outro que vimos nos mochileiros ou ofertados pelas agências, este apenas como parâmetro. A partir disso começamos a pesquisar roteiros alternativos próximos e que se encaixassem nos dias disponíveis que sobrariam do Jalapão. Por sugestão de um amigo resolvemos encaixar a Chapada das Mesas. Aqui acredito que vá a dica mais valiosa, apesar de valer muito a pena, de possuir belezas naturais incríveis, a Chapada das Mesas é um roteiro complementar. Acredito que 3 dias são mais do que suficientes para conhecer as atrações mais interessantes. Bem, dispúnhamos de 5 dias para sair de Palmas conhecer a Chapada e retornar à capital tocantinense. Dividimos da seguinte forma, dia 1: Palmas X Carolina/MA + pôr do sol no portal da chapada; Dia 02: Encanto Azul, Poço Azul, Cachoeira Santa Bárbara; Dia 03: Cachoeira da Prata e Cachoeira São Romão; Dia 04: Complexo da Pedra Caída; Dia 05: Carolina/MA x Palmas/TO. Para se chegar a Carolina/MA partindo de Palmas o trajeto de menor percurso oferecido pelo google maps é tomando uma via à direita na cidade de Colinas do Tocantins. Contudo, descobrimos que, apesar de um pouco mais longo, o trajeto passando por Araguaína/TO encontra-se em melhor condição. Então, para não haver risco de erro, sugiro colocar no google maps, primeiro Araguaína/TO e depois Carolina/MA. A estrada encontra-se muito bem conservada. Até Araguaína há bastante trânsito, então bastante cuidado. Mas a viagem é gostosa. Fizemos o trajeto Palmas X Araguaína em 4h de viagem. De Araguaína para Carolina/MA são cerca de 110km em pista em bom estado de conservação. Para se chegar a Carolina/MA pega-se a balsa em Filadélfia/TO, o custo para uma camionete foi de R$ 21,50, por cada travessia. A balsa circula 24h por dia, e sai em intervalos pequenos, se não me engano de 20 em 20min. Fizemos uma excelente viagem, nosso piloto, filho do Michael Schumacher rsrsrs, fez a viagem render e chegamos antes das 16h na pousada em Carolina/MA. É neste município que se encontra a maior parte das atrações, bem como dispõe da maior rede de pousadas da região da chapada. [DIA 1: PALMAS/TO X CAROLINA/MA + PÔR DO SOL NO PORTAL DA CHAPADA] ATRATIVOS: Portal da Chapada (pôr-do-sol) Acesso muito simples, partindo de Carolina trafegar por cerca de 20km no sentido Estreito/MA em estrada pavimentada e em boas condições, logo em seguida à esquerda, e bem sinalizada, estará a entrada de uma pequena trilha, 600m, pela qual se chega ao ponto de onde se observa o pôr do sol e onde há a formação rochosa que lembra o mapa do estado do TO, apesar de estarmos no MA. Rsrsrs. Também lá de cima é possível ver o morro do chapéu, um dos cartões postais da chapada. Pagamos R$ 10,00 reais para poder fazer a trilha. [DIA 2: CAROLINA/MA] ATRATIVOS: Cachoeira da Prata e do São Romão. Não, você não leu errado, tampouco indiquei incorretamente acima no roteiro as atrações. Em um primeiro momento tínhamos feito a opção de fazer o encanto azul, poço azul/Cachoeira Santa Bárbara nesse dia. Porém, ao chegarmos a Carolina todas as pessoas com quem conversamos disseram que estas atrações seriam as de mais difícil acesso, e que seria indispensável a presença de guia. Mas, como já relatado antes, o espírito dessa viagem era a aventura e o desejo de fazer coisas que ordinariamente os turistas não fazem. E mesmo com a recomendação expressa do dono da pousada bem como de um dos hóspedes de que seria imprescindível um guia, fizemos pesquisas a 6 mãos e percebemos que para quem havia feito trilhas com a dificuldade das que encontramos no Jalapão esse roteiro seria “tranquilo”. Usamos o perfil premium do aplicativo wikiloc, meio pelo qual o app te dá a opção de seguir a trilha de alguém que já tenha feito o trajeto, e não teve erro! Chegamos à Cachoeira da Prata antes do horário previsto. Inclusive, cabe mencionar, no google maps há um roteiro para essa cachoeira. Como fomos no final do período chuvoso, a cachoeira estava bem cheia, e linda. Tiramos diversas fotos, mas em razão do grande volume de água não foi possível tomar banho no local. Importante dizer que no local há espaço para almoço e cobra-se R$ 20,00 apenas pela visitação à Cachoeira. Após partimos para a Cachoeira São Romão. Seguindo, ainda, pelo wikiloc. Novamente, tudo certo. Chegamos sem nenhum contratempo maior à Cachoeira. Apenas tivemos de passar por diversas porteiras/Tronqueiras/Colchetes, mas num veículo 4x4 não houve maiores problemas. A cachoeira São romão é muito bonita, quando em período de seca é possível ir atrás da coluna de água, entretanto, de novo, como fomos no fim do período chuvoso, a queda d´água estava muito forte e não foi possível acessar essa região. No entanto, um pouco mais abaixo há um remanso do rio, onde é possível banhar-se, independente de ter muito ou pouco volume de água. Almoçamos nesse local. Não tenho mais o telefone do proprietário, mas lembro que se chama Giovani, abaixo, quando for comentar sobre o local de hospedagem, informo o telefone do dono da pousada na qual nos hospedamos e que possui o contato do proprietário. Também paga-se R$20,00 para visitação à Cachoeira. O almoço para 3 pessoas saiu a R$ 60,00, pelo telefone ele te dá as opções, galinha caipira, carne de sol ou carne de porco. Pedimos Galinha caipira, que veio acompanhada de arroz, pirão, farofa e salada. [DIA 3: CAROLINA] ATRATIVOS: Encanto Azul, Poço Azul e Cachoeira Santa Bárbara. Os 3 atrativos situam-se no município de Riachão/MA, distante cerca de 140km de Carolina. Acordamos cedo e pegamos a estrada. A via é integralmente pavimentada até Riachão, de lá, seguindo mais 2km em direção a Balsas/MA entra-se à esquerda, no sentido Feira Nova do Maranhão, trafega-se mais 5km em via pavimentada até a entrada das atrações, após, entra-se à direita e são mais 17km até atingir a entrada do Poço Azul/Cachoeira Santa Bárbara. Mais 5km seguindo na estrada e atinge-se a entrada do Encanto Azul. Resolvemos começar o passeio por esta atração, e não nos arrependemos. Na minha opinião o lugar mais bonito do nosso roteiro, incluindo o Jalapão. É a natureza em seu estado mais belo de existência. A água absolutamente transparente que, pela incidência do sol e disposição das pedras no fundo assume um tom azul. Algo indescritível. Nenhuma máquina fotográfica é capaz de extrair 10% da beleza real do lugar. Minha sugestão, não deixe em hipótese alguma de ir, é lindo. Pagamos R$ 20,00 para conhecer o lugar, há ainda aluguel de coletes e snorkel ao custo de R$10,00 cada. No encanto azul ainda não oferecem almoço, porém, dentre em breve o farão, estão construindo uma estrutura que servirá de futuras instalações do restaurante do local. Após quase termos uma overdose de beleza natural, seguimos para o Poço Azul. No local há uma estrutura muito grande, particularmente até retira um pouco daquele ar de natureza do lugar. A entrada custa R$ 60,00, aceitam cartão, estudante e idoso pagam meia. Há um restaurante self-service muito bem estruturado e com bastante variedade. Porém, esqueça o tempero caseiro e o sabor de comida feita por mãe. Após o almoço fizemos uma sesta nas redes espalhadas pelo espaço. Feita a digestão seguimos para o poço azul por uma “trilha” suspensa. Como eu disse acima, o que torna a água “azul” é a incidência do sol e a posição das pedras no leito do lago, como fomos no período da tarde, o lago não estava azul, mas sim verde. Ainda assim muito bonito. Seguindo na “trilha” suspensa atinge-se a Cachoeira Santa Bárbara. Que tem uma queda d´água de quase 70m. A depender do horário, eles oferecem rapel na parede da cachoeira. Muito bonita. Além de contemplativa há um poço onde é possível tomar banho. [DIA 4: CAROLINA] ATRATIVOS: Cachoeira da Aldeia Leão, Cachoeira do Capelão e Cachoeira do Dodô. De novo, não houve equívoco na indicação das atrações. Inicialmente tínhamos destacado para esse dia o Complexo da Pedra Caída. Talvez o principal cartão-postal da chapada das mesas. Porém, o local assume contornos de um resort. Paga-se R$ 60,00 para acesso e mais um valor em dinheiro que varia de acordo com o conjunto de cachoeiras do complexo que se quer conhecer. Dentro desse complexo chega-se à cachoeira da pedra Caída, do santuário, do capelão, garrote, porteira… Como essa estrutura foge ao nosso propósito e, apesar de ter valido a pena, no dia anterior já termos ido ao poço azul/Cachoeira santa bárbara, resolvermos adotar um roteiro alternativo. Por orientação de um guia cultural de Carolina entramos em contato com a proprietária da cachoeira do Aldeia Leão, é fácil conseguir isso na cidade. Agendamos o almoço via whatsapp. Depois partimos para a cachoeira do capelão, que tanto pode ser acessada pelo roteiro alternativo que fizemos, quanto por dentro do complexo da pedra caída. E finalmente no caminho de volta para Carolina na Cachoeira do dodô. Apenas a título ilustrativo, caso seja seu interesse conhecer atrações com facilidade de acesso, a cachoeira do Itapecuru também é indicada, há estrutura de restaurante e banheiros. [DIA 5: TODO CARNAVAL TEM SEU FIM. CAROLINA/MA X PALMAS/TO] ONDE FICAR Diferente do Jalapão a Chapada das Mesas possui fácil acesso. A cidade base para a maioria dos passeios é Carolina/MA onde há diversas opções de hospedagem. Fechamos pelo booking mesmo. Ficamos na Pousadinha Filhos da água, (99) 9 9189-0265; (62) 9 8508-8274 ONDE COMER Carolina é uma cidade pequena, cerca de 20 mil habitantes, mas possui opções de restaurantes, espetinhos, pizzarias e lanchonetes. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- É isso aí! Essa foi a nossa forma de agradecer e retribuir a ajuda que este fórum deu pra nossa viagem se tornar realidade. Espero que este relato também ajude outros aventureiros a realizar este sonho! Pé na estrada!
  7. 1 ponto
    Galera, Estou indo para Peru em junho, queria fazer a trilha salkantay, os preços via Internet são absurdos, li relatos que é melhor comprar lá, vou com mais uma pessoa, e seria apropriado comprar a entrada para MP antes mesmo sem ter definido Salkantay?
  8. 1 ponto
    @antoniolussari Curitiba é uma capital bem bonita, com muitos parques, muito verde, museus. O litoral do Paraná também vale conhecer (mas acho que no verão é melhor). Se quiser aproveitar o inverno, a Serra Gaúcha ou Catarinense são boas opções no sul.
  9. 1 ponto
    boa noite. to afim de ir, eu e um amigo. Bora?
  10. 1 ponto
    Obrigado @casal100 O cambio realmente foi e está um problema. Em geral a hospedagem + meia pensão (café e jantar) ficava em torno de 50 euros. Uma cerveja de 250 ml custava 4 euros. E eu não fiquei comendo em restaurante, mas entre 12 e 15 euros um almoço.
  11. 1 ponto
  12. 1 ponto
    Olá Juliana! Fico na Costa Rica entre 22 julho e 05 agosto e no Panamá entre 06 e 11 de agosto, partindo em seguida para Colômbia. Se vc tb estiver por lá neste período, podemos combinar sim. Abraços
  13. 1 ponto
    Obrigado pelo retorno !! Pois é ...meu receio é justo esse .. Não comprar e deixar la na hora pra fechar o salkantay..mas se eu não faço pelo alto preço tambem fico sem o bilhete para MP ... Os sites estão cobrando 380 dolares não faço ideia do quanto poderia ser menos ... Voce sabe ? Assim posso tentar definir antes ...obrigadoooooo
  14. 1 ponto
    Com certeza é melhor deixar para comprar lá. Todos os passeios de Cusco são muito mais baratos se comprados e negociados no local. Quando vc faz Salkantay, chega em Aguas Calientes no penúltimo dia, visitando MP no dia seguinte. As agência normalmente já vendem a entrada para MP no pacote para salkantay. Se vc comprar MP com antecedência vc pode ficar limitado em relação ao dia que for sair a trilha para salkantay (se vc não achar uma agência que saia naquele dia pode perder sua entrada) e vai ter dificuldades em convencer a agência ou achar uma que não cobre a entrada de MP de vc, mesmo que vc já tenha a sua, creio eu. Agora, se vc quiser subir a montanha MP ou Huayna Picchu, vai ser melhor comprar com antecedência mesmo, pois os ingressos são limitados.
  15. 1 ponto
    LINK DO GRUPO 😎✈️🌍 https://chat.whatsapp.com/LJi4AWkGCBIL1NnZkoxeIu
  16. 1 ponto
    @Brazuka.It corrige seu contato por favor, não entrou aqui!
  17. 1 ponto
    Dois... já ganhei várias diarias com ele... nunca tive problemas...
  18. 1 ponto
    Por favor, me add! 85 997599333
  19. 1 ponto
    Eu estive em Sevilha nos dias 13, 14 e 15 de janeiro de 2019, nos dias em que eu estive lá fez 3 dias lindos de sol, vide foto abaixo que eu tirei no domingo dia 13, estava friozinho, de manhã cedo fez 5ºC, de meio dia esquentava até uns 15ºC ou 18ºC e a noite ficava friozinho de novo. Acabei até tendo uma queimadura de sol, fazia dias que não tínhamos sol na Alemanha onde resido, só chovia e clima fechado o tempo todo, e acabei abusando do sol sem protetor solar. Mas eu lembro muito bem que a Andaluzia (Sevilha, Granada, Córdoba) era o único local com tempo bom e "calor" na Europa nestes dias, o restante da Europa estava sob uma nevasca de matar, eu lembro muito bem por que estava preocupado com minha esposa que havia ficado em casa na Alemanha trabalhando e estava enfrentando nevascas e frio de -5ºC. Ou seja, vai ser frio, mas com um pouco de sorte, você pega uns dias espetacularmente lindos como eu peguei, mas sempre que se viaja no inverno você tem que estar psicologicamente preparado para o fato de que você pode ter azar e pegar alguns dias bem chatos, como os que eu peguei em Porto em Fevereiro. Eu estava feliz por que fui a trabalho a Porto, e como meu voo de volta era só sábado a noite, ia ter o sábado livre, mas choveu praticamente os 3 dias que fiquei em Porto, esta foto abaixo foi do único momento em que parou de chover no sábado e deu para ir dar uma volta no centro, mas mesmo assim estava garoando... Em resumo, viajar no inverno sempre irá depender um pouco da sua sorte, você pode ter sorte e pegar dias com clima ótimo, mas tem que estar preparado para o fato de que se tiver azar, pode não ser aquilo que você esperava.
  20. 1 ponto
    @Mari Moraes haha parabens pelo relato!
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    Kkkkkkkk ótimo relato, pelo menos a viagem foi inesquecível. Quando voltar pra pagar sua dívida no hostel me chama 😂
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    Adiciona ae 17 99706 0898
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    Ótimo. Também quero participar.... 17 98154-7107
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    32 984364367 me adc aii..
  31. 1 ponto
    DIA 11 - Refuge La Flegere a Les Houches (16,2 km) Já estava acostumado em acordar cedo todos os dias, arrumar a mochila e caminhar. Mas o costume não torna a trilha fácil. Hoje foi uma prova disso. O dia começou nublado e com uma chuva leve. Na trilha, pouco se via à frente, devido à neblina. Me perdi algumas vezes, mas graças ao GPS achei o caminho novamente. Não dá para confiar somente na sinalização local. Logo no início, a trilha terminava de repente em um monte de pedras que haviam deslizado montanha abaixo. Subi por um caminho que contrariava o GPS, porém, lá em cima, consegui ver que a trilha continuava após as pedras. Retornei e encontrei uma passagem meio escondida no meio delas. Deixei uma marcação para quem passasse por ali posteriormente. O percurso seguia quase plano, com exceção de uma subida por encostas estreitas cruzadas muitas vezes com ajudas de correntes fixadas aos paredões. Após algum tempo, cheguei até a estação de teleféricos de Plan Praz. Alguns grupos guiados iniciavam a caminhada do dia por ali, tendo pernoitado provavelmente em Chamonix e subido por este transporte. Confesso que acelerei um pouco o passo, pois logo após a estação, uma trilha estreita e íngreme seguia para do passo do Brevént. E eu não queria ter a passagem fechada pelos lentos grupos de caminhantes guiados. O passo do Brevent é famoso por providenciar a vista mais bonita do Mont Blanc de todo o tour. Infelizmente o tempo fechado me negou esta experiência. Mas tudo bem, eu já havia recebido tantas outras tão espetaculares. E caminhar nesta trilha com mau tempo seria um desafio interessante à esta altura do campeonato. Aliás, este dia me pareceu mais como uma prova final de um curso. Tive um pouco de cada dia anterior. Subidas por bosques, por rochas, travessias em campos de neve, vias ferratas, tudo isso somado à chuva, o que tornava tudo um pouco mais difícil. Um teste à ferro e fogo (ou à gelo). Consegui cumprir os desafios utilizando as habilidades adquiridas nos dias anteriores. A neve, que me causava receio nos primeiros dias, hoje escorregava devido à chuva. Mas foi transposta com confiança e segurança (finalmente justificando o uso dos spikes em alguns trechos mais tensos). Alcancei o ponto mais alto do dia e lá parei para um breve descanso. O tempo estava tão fechado que não enxerguei a estação do Le Brevent, onde alguns caminhantes paravam para um café. Logo segui em frente, cruzando alguns campos de neve mais complicados. Muitos em descida, o que para mim era algo mais difícil. Caso eu enxergasse o final e a inclinação não fosse exagerada, não raro eu escorregava sentado, me divertindo um pouco. Após os campos de neve, uma longa descida pelas pedras até o refúgio de Bellachat. Mas passei batido por este também, provavelmente por algum desvio. O caminho a partir dali consistiu em uma longa e tediosa descida através de um bosque até Les Houches. Haviam muitas bifurcações, e a maioria indicava o mesmo destino (Chamonix ou Les Houches). Eu simplesmente escolhia aleatoriamente e continuava. Não vi mais nenhum caminhante a partir dali, o que me levantou dúvidas se estaria no caminho certo, apesar das placas. E nunca mais encontrei as pessoas que eu havia conhecido e divido uma cerveja em alguns momentos do tour. Ao fim da trilha pelo bosque, cheguei finalmente à área urbana de Les Houches. Após uma curta caminhada pelas ruas, alcancei finalmente o ponto que eu havia estabelecido como término do tour (que também havia sido o início do mesmo para mim), a oficina de turismo da cidade. Chegando lá, nenhuma recepção especial, nenhum aplauso, nem um marco oficial. Só uma selfie solitária em frente à oficina como lembrança. Mas a conquista interna estava estabelecida. E, como acontece com frequência em nossas vidas, se nos colocamos em ação apenas na esperança de reconhecimento externo, aplausos e recompensas, é certo que iremos nos desapontar. Quando encontramos a real motivação interior, o destino, com seus marcos e confetes, se torna secundário frente às grandes vivências e aprendizados do caminho em si. Grande abraço a quem teve paciência de ler até aqui! E até as próximas!
  32. 1 ponto
    DIA 10 - Le Tour a Refuge La Flegere (10,9 km) O dia amanheceu nublado. Depois de tanto tempo com o céu aberto e ensolarado, finalmente a chuva veio. A caminhada prometia ser curta em distância, porem tecnicamente difícil por conta das árduas subidas. É nesta etapa que estão instaladas as "vias ferratas", escadas de aço que transpõem subidas em rochas verticais. Quem tem medo de altura tem a opção de seguir por uma variante um pouco mais longa, que dá a volta pelos picos. Mas o único medo que eu tinha era da fatura do cartão que estava por vir. Então bora lá ativar um pouco de adrenalina. As escadas ficam em um passo de montanha bem alto, de onde se avista o vale e as cidades de Chamonix e arredores. O risco é claro: um vacilo e a queda será longa. Mas tendo cuidado e firmeza, é bem tranquilo de se fazer. Todos ali estavam mais preocupados em tirar fotos do processo. E são várias escadas para subir. Após a via ferrata, segui o caminho para o famoso Lac Blanc, um lago no topo de um passo de montanha. Até lá os campos de neve ainda dominavam a trilha. E eu estava atravessando um desses campos, uma subida inclinada e escorregadia, quando um grupo de uns 20 chineses (ou coreanos) surgiu em fila no topo, seguindo uma guia. Seguiam o caminho inverso, ou seja, iriam descer por onde eu estava subindo. A guia, em um momento de falta de noção, os estimula a descer esquiando/escorregando campo abaixo, sendo a primeira a fazê-lo como exemplo. O grupo, achando o procedimento divertido, começa com as tentativas de imitá-la. Porém, como estavam em fila atravessando o topo, o que aconteceu foi uma verdadeira avalanche de orientais escorregando de bunda ou rolando neve abaixo. E eu ali embaixo pensando: “me lasquei, vou ser derrubado e rolar morro abaixo, me machucando pra valer”. Por sorte, e alguma destreza, consegui desviar dos que vinham pra cima de mim. Outras 2 mulheres à minha frente também tiveram sucesso em não serem atingidas. Enquanto isso, eu praguejava tudo o que era possível, uma pena que não entenderiam o português. Enfim, após algumas subidas íngremes e escorregadias pela neve, cheguei até o refúgio do Lac Blanc. Mas este fora desativado alguns meses antes e estava fechado. E o lago ainda não havia se descongelado completamente. Somando com o tempo fechado e chuvoso, as expectativas de ser um dos locais mais bonitos do tour não foram cumpridas. O tempo frio e o vento não estimularam uma permanência prolongada. Sorte que justo hoje resolvi comprar um sanduíche e levar na mochila, então teria algo para comer por ali. Durante a subida até o Lac Blanc, não conseguia evitar a preocupação com o caminho de volta, caso ele fosse tão íngreme e escorregadio quanto a ida. Felizmente a descida seria por outro caminho, bem menos complicada que a subida. A partir dali a chuva foi aumentando de volume, nos últimos km até o destino do dia, o refúgio de La Flegere. E, quase chegando lá, ainda caminhei sob uma chuva de granizo. O refúgio fica anexo à uma estação de teleférico. Muitos terminam o TMB por ali, descendo por este transporte até Chamonix. Mas o meu objetivo era caminhar até o exato ponto de início da trilha no dia seguinte. O último dia no Tour du Mont Blanc.
  33. 1 ponto
    DIA 6 - Rifugio Bonatti a La Fouly (19,8 km) Depois do trajeto tranquilo do dia anterior, o mapa de altitude prometia um dia mais pesado para hoje. Um sobe-desce de respeito. Mas creio que o corpo já se acostumou, pois achei o percurso bem tranquilo. O único percalço, bem no início, foi uma ponte de gelo perigosamente fina, sobre um riacho. Optei por passar pela água (com bota molhada eu sei lidar, com risco de queda do gelo, não...). Os anos da adolescência jogando Super Mario se justificaram e consegui pular de pedra em pedra sem molhar os pés. Alguns corajosos arriscavam cruzar a ponte de gelo. Faziam um desvio para cima, na esperança da mesma estar menos fina. Mas não havia como se certificar. Era arriscado. A subida do dia foi bem íngreme. Mas subi com tranquilidade, tentando ultrapassar alguns grupos que caminhavam em fila. Uma cerveja no refúgio Elena, no meio do percurso, ajudou a dar um gás. Chegando ao passo Ferret, parei para ficar de bobeira e tirar fotos. Ali era também a fronteira entre Itália e Suíça. Continuando para o lado suíço, a trilha agora constituía em uma longa descida até o vilarejo de La Fouly. Logo no início, um campo de gelo que parecia assustadoramente íngreme se revelou como apenas uma ilusão de perspectiva. E eu já estava me acostumando com o caminhar no gelo. Fiquei tão confortável que levei o primeiro tombo, felizmente em uma parte sem perigo algum. Vi algumas pessoas mancando e descendo de lado, reclamando de dor nos joelhos. E eu com minhas joelheiras aposentadas, guardadas dentro da mochila. E apesar de estar andando por locais cercados por montanhas cobertas de neve, faz muito calor durante o dia e o sol está de rachar. Estou com queimaduras piores do que quando vou à praia, apesar de parar sempre para reaplicar protetor. Quem diria que sairia do Brasil para pegar um bronze nos Alpes. La Fouly é um vilarejo suíço bem característico, com chalés de madeira, flores coloridas nos jardins e varandas e claro, a cadeia de montanhas nevadas em volta. Há uma pequena estrutura com caixa eletrônico, mercado e uma loja de equipamento esportivo. Os dormitórios coletivos dos hotéis seguem o padrão dos refúgios, com colchões dispostos lado a lado, colados uns aos outros. Isso geralmente não representava problema para mim, até esta noite em especial.
  34. 1 ponto
    DIA 5 - Courmayeur a Rifugio Bonatti (12,2 km) Acordei tarde para aproveitar o café da manhã do hotel. Tenho comido relativamente pouco se contar o esforço físico. As comidas dos refúgios sao bem regradas, e não é raro eu caminhar por 8 horas somente com o café da manhã no estômago. Hoje resolvi seguir a trilha comum, no lugar da variante. De Cormayeur, uma subida íngreme pelo bosque, que levou cerca de 2 horas, terminava no Refugio Bertone. De lá, o caminho bifurca para a trilha oficial ou para a variante pelos passos de montanha. O caminho que segui era praticamente plano a partir dali, seguindo pelas encostas das montanhas que cercavam o vale. Um cenário bem diferente do dia anterior, com muitos campos floridos, resquícios da primavera que mal terminara. A vista por todo o percurso era sensacional. Cruzei com muitos habitantes das cidades ao redor, que aproveitavam o bom tempo (me disseram por lá que uma sequência de dias de tempo aberto como aqueles era bem raro por ali) para subir a trilha e aproveitar o sol. Muita gente de roupa de banho lá em cima, deitados na grama ou fazendo piquenique. Também vi muitos corredores que treinavam para a ultramaratona que ocorre anualmente por ali. O ponto negativo da trilha mais “fácil” foi a presença massiva de grupos de caminhantes. Dá para diferenciá-los pelas roupas caras e muito limpas, mochilas pequenas e a tendência bizarra de andarem sempre em bando, colados uns aos outros, com velocidade reduzida. Isso causava um certo congestionamento no caminho, pois é difícil ultrapassá-los nas trilhas estreitas. Seria legal se as agências/guias reforçassem algumas boas práticas de trilha, como ceder passagem e não fazer tanto barulho. O caminho foi tão tranquilo que demorei a chegar ao destino do dia, pois ficava enrolando sentado curtindo a paisagem. Como esse semi-descanso poupei as minhas pernas, pois o dia seguinte prometia ser pesado. No refúgio Bonatti, onde pernoitei, novamente vi muitas pessoas que claramente eram habitantes dos vilarejos em ao redor, que faziam pequenos trechos em bate-volta para curtir o local. Este refúgio possui, na minha opinião, uma das mais espetaculares vistas da trilha, com um paredão de montanhas nevadas (incluindo o Mont Blanc) à frente. Pena que não me permitiam ficar do lado de fora depois das 22, pois eu pretendia tirar algumas fotos do céu estrelado e o dia estava muito propício. Paciência...
  35. 1 ponto
    DIA 3 - Refuge La Croix du Bonhomme a Rifugio Elisabetta (19,2 km) O dia amanheceu nublado. Um nevoeiro espesso pairava sobre o abrigo e tapava a vista das montanhas ao redor. Eu deveria decidir se seguiria a descida até Les Chapieux ou iria pela variante pelo passo des Fours. Esta variante encurtaria a distância até o refúgio Des Mottets, porém prometia ser tecnicamente difícil e, conforme falado pelo Saudita em Les Contamines, havia muita neve e estava fácil se perder ou mesmo cair por lá. Um francês que eu vinha encontrando pelo caminho me convenceu a seguir por Les Chapieux, por conta do tempo feio. Posteriormente, um casal de suecos que havia passado pela variante me disse que eu havia feito a escolha correta. Que cruzaram por lá com tranquilidade por conta da experiência prévia com a neve, algo que seria difícil para alguém sem tal habilidade. Não se passou muito tempo de caminhada e o tempo se abriu. Foi uma descida monótona através de caminhos rochosos. Em Les Chapieux, parei em um refúgio para um café. O caminho adiante seguia pelo asfalto, iniciando uma extensa subida pelo vale. A caminhada prometia ser fácil e monótona, mas é nessas horas de desatenção que a trilha cobra seu preço. Peguei um caminho errado e não cruzei o riacho que ladeava a estrada. Alguns quilômetros à frente o caminho terminava em uma pequena hidrelétrica. Eu teria 2 opções: voltar 30 minutos e subir novamente pelo outro lado, ou tentar cruzar o leito quase seco do riacho aos pés do paredão. Resolvi tentar a travessia. Havia uma escada de marinheiro na parede da margem onde eu me encontrava. Desci a mesma e cruzei pelo leito. Apesar de não haver grande volume de água, a mesma ultrapassava a altura das minhas canelas, então foi inevitável encharcar as botas. E o medo dos pés molhados causarem bolhas surgiu. Mas não podia voltar atrás na decisão e subi o barranco da outra margem, tomando finalmente a trilha correta. O caminho continuava pelas encostas das montanhas, sempre subindo pelo vale. Ao meio dia cheguei ao refúgio Des Mottets, onde fiz uma parada para uma cerveja e uma tentativa de secar as botas e trocar as meias. Pendurei as meias molhadas na mochila e passei a fazer paradas frequentes para trocá-las. Após alguns quilômetros de subida, alcancei o passo de la Seigne, onde se cruza a fronteira da França para a Itália. E naquela altitude, cruzei alguns campos de neve, algo que eu já havia me acostumado a fazer e não me gerava mais preocupação. Cruzado o passo, seguia-se uma descida leve e logo caminhava por uma planície rodeada por montanhas nevadas, cenário muito bonito. E alcancei assim o destino do dia, o Refúgio Elisabetta. O responsável pelo local, Davide, era um italiano que havia morado alguns anos em Salvador, portanto falava bem o português. Acomodei minha mochila no dormitório, onde experimentaria pela primeira vez a experiência das camas coletivas no tour: três andares de plataformas em madeira sustentavam colchões colados lado a lado. Um pesadelo para os mais frescos. Mas eu já estava naquele espírito de encarar o que viesse. Não seria um problema para mim. Banho ligeiro, jantar devorado, segui para a cama para descansar para a caminhada do dia seguinte.
  36. 1 ponto
    DIA 2 - Les Contamines a Refuge La Croix du Bonhomme (13,2 km) Na noite anterior, durante o jantar, um saudita que estava fazendo o tour em sentido oposto (horário) me disse que algumas variantes à minha frente estavam meio perigosas. Muito por conta da complicação em se orientar através grande quantidade de neve cobrindo as trilhas. Sabendo disso, tentaria me informar com detalhes sobre as condições da trilha antes de decidir seguir ou não por algum caminho. O caminho do dia seria uma subida constante até o passo du Bonhomme. Meu destino final seria um refúgio de mesmo nome, mais à frente. A trilha saindo de Les Contamines seguia ladeando um riacho, cuja água proveniente do degelo de verão já demonstrava certa força e volume. O dia estava claro, mas por um bom tempo caminhei sob as sombras das montanhas ao redor do vale. Não havia andado muito e passei pelo refúgio de Nant Borrant. Pensei em fazer uma parada para um café, mas não vi movimento e segui em frente. A partir dali o caminho seguia através pastos de gado, serpenteando pelo vale e subindo em direção às montanhas ainda cobertas de neve à frente. Aquela paisagem alpina ao meu redor me parecia saída de filmes. Apesar de viver em um estado montanhoso – Minas Gerais – estas eram de outra linhagem, inédita aos meus olhos. Várias pausas para fotos eram inevitáveis (e nem eram a famigerada desculpa para tomar aquele fôlego). Ao atingir determinada altitude, começaram as travessias de campos de neve. Neste dia eu estava disposto a testar a caminhada sem os spikes, depois do excesso de zelo do dia anterior. Foi mais tranquilo do que eu imaginara. A trilha de pegadas já escurecida se destacava na brancura da neve. E pisar nesta área já amaciada pelos passos dos pioneiros tornava a travessia bem mais fácil, somado ao fato de ser somente subida. Conheci um casal de brasileiros por ali (os únicos conterrâneos que vi durante todo o restante do tour). Após uma breve parada no passo para um descanso, seguimos para o Refúgio la Croix du Bonhomme. O caminho até lá, apesar de curto, foi um pouco mais complicado. Nos perdemos algumas vezes em trilhas não muito claras e cruzamos alguns campos de neve mais escorregadios. Mas chegamos com relativa tranquilidade. Já no refúgio, acomodei minhas coisas no quarto e fui tomar uma cerveja. Os brasileiros seguiriam caminho, pois planejavam completar o tour em 8 dias. Não havia forma de lavar roupa por ali, então apenas pendurei as peças do dia para tomar um sol. O banho quente estaria disponível às 17h, com um detalhe: apenas 2 minutos por pessoa (nestes refúgios a água quente é bem limitada, então os banhos têm que ser rápidos). Uma fila já se formava em frente aos banheiros alguns minutos antes (2 duchas para homens e 2 para mulheres). A cada pessoa que saía, já de banho tomado, uma salva de palmas se iniciava do corredor, tornando a espera um pouco mais divertida. O jantar foi servido às 19:30, e lá conheci algumas pessoas de diversas nacionalidades. A seleção brasileira jogaria contra a Sérvia pelas eliminatórias da Copa do Mundo, às 20. Mas não havia tvs por ali. E a internet 4g só funcionava em um ponto da varanda. Mas consegui acompanhar o placar. Após o jantar, fiquei lá fora, tomando uma cerveja e apreciando uma lua cheia que surgia por trás das montanhas geladas, enquanto a luz do dia se esvaía.
  37. 1 ponto
    DIA 1 - Les Houches a Les Contamines (18,4 km) Inaugurando a rotina dos abrigos de trilha, acordei cedo, tomei café, arrumei a mochila e parti para a caminhada do dia. Logo no início, descobri que uma boa parte das pessoas sobe ao primeiro passo de montanha (Col de Voza) pelo teleférico. Corta cerca de 5,5 km e uma subida quase 600m. Mas meu objetivo era caminhar 100% do tour. Subida cansativa para um início de trilha. E o caminho em si não era muito interessante. Chegado ao passe, tomei um café em um estabelecimento por lá. A partir dali há 2 opções de caminho. Uma mais tranquila, pelo vale, e outra mais pesada, pelos passos de montanhas. Neste dia peguei a trilha mais complicada. Queria as vistas dos topos das montanhas. A partir dali, a subida ficou bem pesada. Trilhas de terra em ziguezague sem uma parada para respirar. Quase no passo mais alto do dia (Col de Tricot), vejo que o caminho em frente estava coberto de neve. Era meu primeiro contato com ela, e seria complicado. Instalei os spikes que comprei para as botas e subi tranquilo, com velocidade, me achando. Então logo atrás me aparece um bando de adolescentes que seguiam sem os spikes. andando tranquilamente e sem escorregar, feito o Legolas do Senhor dos Anéis. Depois cruzei com outras pessoas também sem o equipamento. E eu era o único tonto com aquele aparato. Paciência... Pelo menos fui prudente. Não sabia andar na neve e tomei precauções por isso. Chegando ao Col de Tricot, me deparei com uma vista espetacular. Muitas pessoas paravam ali para comer e apreciar o local. Resolvi comer também um sanduíche que levava. Fiquei um bom tempo ali em cima até resolver continuar. Teria que encarar uma descida pesada. E meus joelhos sempre foram um problema nas trilhas. Mas depois de muito treino e uma perda considerável de peso corporal, o joelho não reclamou. Mas a descida acabou sendo um pouco complicada. A trilha beirava grandes barrancos, com muitas pedras soltas e em alguns pontos, pouco restava de um caminho desmoronado. Quase escorreguei algumas vezes. Ao final da descida, cheguei ao Refuge de Miage. Tomei uma cerveja, cuidei dos pés e segui em frente. Durante todo o trajeto até aqui o tempo manteve-se aberto e o sol rachando. Já eram 3 da tarde e segui para a segunda subida, mais curta que a anterior. Pena que o tempo fechou em torno do Mont Blanc e não pude avistá-lo durante a tarde. Logo, peguei a última descida até o local onde eu iria pernoitar. Foi relativamente tranquilo. Mas a medida que a cidade se aproximava, parecia que a trilha não acabava nunca. Enfim cheguei ao albergue. E ao procedimento de sempre: depois de caminhar 10 horas, tomar banho, lavar a roupa (com as costas reclamando) e jantar. E mais uma cerveja para fechar a noite. Foi a trilha mais difícil que fiz até hoje. Por enquanto, sem maiores dores ou cansaço. Mas teria mais 10 duros dias pela frente.
  38. 1 ponto
    DIA 0 – Les Houches Cheguei em Chamonix na parte da manhã, vindo de Courmayeur. Fui dar uma volta na cidade para matar o tempo até o horário de check-in no albergue de Les Houches, às 14h. A cultura de esportes outdoor e alpinos é exalada por todo o local, com diversas lojas de grandes marcas da área e turistas desfilando com suas roupas e mochilas técnicas. No início da tarde tomei um ônibus para Les Houches (há linhas de ônibus que circulam pela região – Le Tour, Argentiere, Chamonix, Les Houches, etc. Custam 2 euros o trecho ou 3 euros o ticket para o dia todo). A atmosfera do albergue (Gite Michel de Fagot) já me era familiarpor conta da experiência no Caminho de Santiago, 2 anos antes. No meu quarto, conheci uma figura com a qual eu conviveria (e que foi responsável por alguns momentos divertidos) por toda a trilha, Park, um coreano de 63 anos. Após o jantar coletivo, fui dormir e tentar descansar para o início do Tour no dia seguinte.
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    Olá Gabriela, tenho motorhome há pouco tempo e desejo viajar muito... aberto pra qualquer destino. Espero seu contato. e-mail: [email protected]
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    O início da minha viagem se inicia na cidade de Paragominas (interior do Pará) de onde na data de 14/04/2019 eu parti de ônibus rumo a capital do estado - Belém, onde tomaria meu voo no dia seguinte. Sai de Paragominas as 17h e as 23h já estava no hotel em Belém. Hora de descansar pois vamos ter muito chão! Segunda-feira,15 de abril, após tomar o café em Belém, vou direto pro aeroporto VAL DE CANS - tomo um avião da TAM rumo a Guarulhos. Dica que dou: nunca escolha a última fileira, é muito apertada. Você parece uma carga lá. Porém tive a oportunidade de trocar de lugar e resolvi esse perrengue. O voo do tranquilo. A Tam querendo vender aqueles sanduíches de presunto frio por 15 reais, e aquele café ruim por 8 reais. Preferi passar fome e comi em Guarulhos um rodízio de pizza Hut por 39,90 - eu parecia um presidiário liberado na semana do Natal. A novidade em Guarulhos foi a cotação do euro, a SAFRA CÂMBIO vendendo Euro a 5,70. Aí não dá, né meu camarada. Fiz uma pesquisa na hora na internet e achei uma casa de câmbio 20 min dali a 4,65 - peguei o Uber e fui lá! Fiz dentro do Carrefour. Embarquei no voo. Meu voo entraria na Europa pela Itália, com conexão em Roma. Já posto sobre isso.
  41. 1 ponto
    O início da minha viagem se inicia na cidade de Paragominas (interior do Pará) de onde na data de 14/04/2019 eu parti de ônibus rumo a capital do estado - Belém, onde tomaria meu voo no dia seguinte. Sai de Paragominas as 17h e as 23h já estava no hotel em Belém. Hora de descansar pois vamos ter muito chão!
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    @Fabio Pimentel Boa tarde. Estive agora na região de Bariloche fazendo trilhas por lá, subi o Cerro Tronador e caminhei por cima do gelo de glaciar com a Titã. 👍
  43. 1 ponto
    Boa noite pessoal, meu primeiro post no fórum, e por um ótimo motivo. Venho aqui deixar o meu relato referente a minha experiência com a Vento, sim estou colocando o nome da marca e não do modelo da bota que comprei, e explicarei o motivo durante meu relato. Estava procurando por uma bota, minha primeira bota para trekking. Um amigo me recomendou dar uma lida aqui nos tópicos de equipamentos do site. Foi então que acabei encontrando este tópico sobre as botas Vento. De cara olhei e fiquei espantado, a primeira postagem é do ano de 2005 (pensei : "Po os caras já estão no mercado tem tempo"), e ai fui rodando as páginas lendo os relatos e foi então que percebi que uma pessoa sempre respondia as pessoas, essa pessoa era o @fabiomon. Fui então pesquisar alguns vídeos no Youtube da Vento, e acabei descobrindo que o Fabio era o dono do negócio, e está nesse ramo há bastante tempo e domina o assunto como ninguém, isso me encantou. Ai pensei "po cara que legal, o cara dono do negócio totalmente acessível, responde a galera no fórum, super atencioso, e ainda disponibilizou o número particular dele no site pra galera entrar em contato, que louco". Além disso tudo o fato da Vento ser uma empresa BRASILEIRA e que está há tanto tempo neste mercado, pra mim é sensacional. Por estes motivos resolvi escolher a Vento, pensei "poxa, uma empresa que se preocupa com o cliente de verdade, tanto na pré venda quanto no pós venda, se eu comprar uma bota gringa não vou ter esse suporte, deu ruim, deu ruim, compra outra" Então procurei no site lojas aqui no Rio que pudessem me atender, as botas número 40 estavam em falta, então peguei o contato do Fabio e entrei em contato com ele contando o que aconteceu, não demorou muito e ele me respondeu, então contei a história e falei que era minha primeira bota e que eu queria experimentar, e o Fabio me falou "Bruno vamos fazer assim, compra com a gente no site e se o tamanho não ficar legal, você manda pra gente que nós enviamos um novo tamanho, mas por favor siga as nossas instruções do site que tenho certeza que o tamanho ficará legal." Dito e feito, na verdade meu tamanho não era 40 e sim 39 segundo site. Então o Fabio pediu que eu falasse com a Josi responsável pelo SAC, para dar seguimento nas conversas. Ela me atendeu super bem, tirou todas as minhas dúvidas, enfim. Resolvi comprar a Titã, o modelo pouco importa, a bota é sensacional, robusta, confortável, tudo como falado inúmeras vezes por várias pessoas, o importante aqui é relatar o profissionalismo dos profissionais da Vento durante todo o processo, este tipo de comportamento é que me fez acreditar que fiz uma excelente escolha, desde a primeira conversa até a chegada da bota, que por sinal veio em tempo recorde, 1 dia até o Rio de Janeiro! Então pra finalizar meu longo texto, quero agradecer ao @fabiomon por toda atenção, e dizer que desejo cada vez mais sucesso a Vento, tenho certeza de que estão trilhando o caminho certo, apesar de toda dificuldade de se ter um negócio em nosso país, e por tudo que vocês tiveram que passar nos últimos anos, não tenho dúvida que com o amor que vocês botam neste negócio, o unico caminho é o sucesso. Podem ter certeza que ganharam mais um cliente e fã, e outros tantos que farei questão de recomendar a Vento. PS: Em Abril vou ao Peru passar 13 dias, vou desde o deserto até as montanhas, após a viagem irei postar aqui como a minha Titã se desempenhou nesta aventura.
  44. 1 ponto
    Falaaa meu povo! Como vai o coração e alma? Então, saí no dia 30/12/2018 do Brasil e vou passar 9 meses aqui na Europa. No momento estou na cidade de Rijeka, na Croácia. Vou fazer trabalho voluntário aqui durante seis semanas e depois vou partir para o leste europeu. Tive a sorte de conhecer o Will e nós vamos fazer hitchhiking juntos, vai ser mara! O objetivo desse mochilão é me encontrar. Estou meio perdida em relação ao o que minha alma precisa. Saí da faculdade porque ouvi ela dizer que era disso que eu precisava no momento: dessa viagem. Conhecer pessoas e diferentes realidades. Quem aí tá na mesma vibe e está por aqui pela europa? Manda um direct pra mim no instagram @akumakoori ou me manda uma mensagem no wpp (55 087 996088243)
  45. 1 ponto
    Após pesquisar bastante acabei adquirindo a bota vento finisterre pelo site da própria fabricante. Utilizei a bota nesse final de semana em uma viagem com bastante trilhas e cachoeiras. A bota se saiu muito bem, totalmente impermeável, e muito confortável, solado excelente para as trilhas e áreas cobertas com folhas pedras e afins. Cuidado apenas quando estiver andando sobre rochas molhadas pois a aderência não é tão boa e acaba ficando muito escorregadio, mas acredito que tenha mais a ver com as algas presentes nas rochas do que com a bota em sí. Em um dos dias, acabei enfiando o pé dentro de uma piscina natural (muito acima do cabedal da bota) e a bota ficou encharcada, normal, o que me surpreendeu é que no outro dia pela manhã a bota estava completamente seca (muito incomum para botas impermeáveis que costumam demorar dias para secar). A bota é excelente e estou completamente satisfeito, não é muito pesada e dá para andar muitos quilômetros com ela. Passadas as partes técnicas, vamos ao que mais me surpreendeu... Inicialmente a atenção do @fabiomon , que sempre está aqui nesse fórum esclarecendo as dúvidas de todos, inclusive a minha, o que foi essencial para decidir qual modelo iria comprar. Em segundo lugar, quando comprei a bota pedi o número 40 que ficou um pouco apertado, precisei substituir pelo tamanho 41 e o atendimento foi fantástico, sem muita burocracia. Apenas entrei no site, peguei o número do whatsapp e fui rapidamente respondido com qual seria o procedimento necessário para trocar pelo modelo 41. Fui informado que deveria enviar a bota, e assim que a bota chegasse à vento, após a conferência, seria enviado o modelo maior. Fiz o envio da bota e enviei o comprovante de postagem (tudo via whatsapp), e mais uma vez fui surpreendido pela excelente qualidade do atendimento, quando fiz o envio do modelo 40 e enviei o comprovante o modelo 41 já estava pronto e separado na loja, e foi rapidamente enviado, antes mesmo do modelo 40 que eu enviei chegar ao destino. Sendo assim, é o que eu tinha para falar, excelente bota, atende exatamente o que a descrição do produto afirma, mas para ser sincero, o produto em sí ficou em segundo plano, o que realmente destaca a vento é qualidade no atendimento e respeito ao consumidor. Tenho certeza que se tiver qualquer problema com a bota a empresa estará pronta para me ajudar da melhor forma, e isso parceiro é muito raro, principalmente no brasil. Por fim, Concluo, COMPRE NA VENTO!!!!! Ah, e eu não tenho nenhum tipo de apoio, patrocínio, sequer tinha ouvido falar da empresa, a conheci no mochileiros.com e me sinto na obrigação de fazer esse relato para que outros possam saber que estão seguros comprando com essa empresa.
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    Caros Mochileiros, como vão? Na ultima semana tive o prazer e a honra de entrevistar e bater um papo com o escalador Pedro Hauck, um dos maiores e mais experientes escaladores dos Andes. Conversamos sobre caracteristicas de varios tipos de botas tecnicas, utilizacoes e fisiologia em alta montanha e frio. Confesso que aprendi muito e gostaria de compartilhar o video com voces. O video ficou um pouco grande, mas garanto que vale a pena assistir ate o final. Tomo a liberdade de postar aqui esse video pois, apesar de falarmos sobre as botas Vento, podem ter certesa que os assuntos discutidos são interessantes para todos os amantes de caminhada, viagens e montanhismo. Espero que gostem! Um Fraternal Abraço, Fabio Monroe.'. Botas Vento
  47. 1 ponto
    Fiz a travessia no dia 01/04/2017 à 04/04/2017. Quando estava procurando dicas tive dificuldade em encontrar algo completo então vou deixar uns tópicos para quem tem interesse e está totalmente perdido. O QUE LEVAR (O que levei) PARA TRILHA: 2 garrafas de agua 600ml 2 Garrafas de hidrotonico 600ml 3 pacotes de salamitos 4 Lanches com provolone 1 gel de proteina 1 pct com frutas secas 1 saco de uva passas 3 camisetas dryfit 2 bikinis (parte de cima e de baixo) 3 shorts 1 Capa de chuva 1 Capa de chuva para mochila 1 Chinelo 1 Mochila cargueiro 1 Repelente creme 1 protetor solar 1 protetor labial 1 Hidratante Band-aid esparadrapo Gelol *Eu levei tênis mas não recomendo mesmo, só foi peso na mochila. Não usei em nenhum momento (tem muita travessia dentro da lagoa). Recomento levar papete se tiver, mas passei 90% descalço e 10% chinelo. IMPORTANTE: * Quando decidi que iria fazer a travessia, minha ideia era ir sozinha, até baixei o wikiloc, mas depois de pesquisar muito eu decidi ir com um guia. Na travessia eu percebi que realmente não conseguiria fazer sozinha. O primeiro e o ultimo dia são caminhadas muito longas e muitos lugares é preciso desviar do caminho porque as lagoas estão cheias. Além de que as dunas mudam de lugar O TEMPO TODO. Então eu realmente não recomendo ir sozinho. * Fui em Abril, que é quando começa a temporada de chuvas. Não recomendo porque caiu chuva de raios e fiquei bem assustada e também fica difícil de aproveitar mais as lagoas. O lado positivo é que a areia não estava quente e como andei muito descalço não incomodou meu pé. EM SÃO LUIS: Cheguei em São Luis dia 31/03 a tarde, não teria como ir direto para barreirinhas, então decidi me Hospedar em um hostel no centro histórico, ele chama Solar de Las Piedras, eu amei, recomendo muito. Eles têm lugar para guardar as coisas, sem cobrar extra, deixei algumas coisas lá. Caso você tenha o intuito de fazer a travessia e ainda dar um role em São Luis, faça isso. Para chegar no hostel peguei um circular no aeroporto que vai para o centro, ela para em frente uma praça e você anda uns 10 minutos até chegar no lugar. Quando cheguei no hostel já informei que iria para barreirinhas no outro dia e precisava de transfer, eles mesmo ligam para um pessoal e marcam o horário. Saí as 7h para aproveitar o café da manhã que hostel oferecia. *Eu estava com uma mala cargueiro de 55kg, não recomendo. É muito possível levar uma de no máximo 30kg. Na travessia sentia que ela estava muito pesada, mesmo deixando metade das minhas coisas no Hostel. *O Solar tem site, mas não adianta mandar e-mail que eles não respondem, tem que ligar, ou mandar whatsapp para os números que estão no site. GUIA: Meu orçamento estava baixíssimo, então tive que caçar mesmo pra encontrar um guia que fizesse mais barato. Para economizar ao máximo eu fiz diferente de muitas pessoas que, ao invés de contratar o guia para me encontrar em Barreirinhas, combinei para que ele me encontrasse na madrugada da trilha, ou seja, eu fui sozinha até o canto de Atins. O meu guia foi indicação da Luzia. Eu procurei em muitos lugares e contatei muitos guias, como estava indo sozinha, queria algum que tivesse experiência com mulheres. Todos que falei eram bem caros, estava quase fechando com um que era de uma agência, chama Raimundo estava quase 1000 reais, foi quando liguei para Luzia para reservar minha estadia e ela me informou que este guia normalmente forma grupos de varias pessoas que não se conhecem entre si e se quisesse ir mesmo sozinha era melhor procurar outro. Então pedi alguma indicação e ela me passou o Dico que me cobrou bem barato. (Mas vale ligar pra ele, pq eu fui fora de temporada e os valores ficam bem mais em conta). A TRAVESSIA 1º DIA – Barreirinhas até Canto de Atins Fiz esse caminho sozinha, pois como falei, combinei com o guia de me encontrar só na madrugada. É possível fazer sozinho, mas tem que ter ciência que colocando o pé em atins o celular para de funcionar. Eu tive sorte, pois quando estava procurando um barco em barrerinhas encontrei com um guia de outro grupo que também iria para o Canto e fui junto com eles. Paramos para almoçar e continuamos. 6km ao todo em 2h. VALORES: Transfer de São Luis até Barreirinhas: R$ 50,00 Barco de Barreirinhas até Atins: R$ 40,00 Almoço no centro de Atins: R$ 20,00 Hospedagem em Rede na Luzia: R$ 30,00 Jantar camarão da Luzia: R$ 40,00 2º DIA – Canto de Atins até Baixa Grande O Dico me encontrou umas 03h30 na Luzia e saímos às 4h, estava chovendo e foi aí que percebi que não iria usar o tênis de forma alguma. Não parei em nenhuma lagoa porque não parava de chover, só descansamos duas vezes para comer alguma coisa. Ficamos na primeira casa da vila, do Seu Raimundo e da Rosangela. Foram 26km e chegamos lá as 11h. VALORES: Almoço: R$ 40,00 Janta: R$ 40,00 Hospedagem em rede com café da manhã: R$ 40,00 3º DIA – Baixa Grande até Queimada dos Britos Saímos às 6h e neste dia não choveu. Fizemos a caminhada mais devagar e paramos para entrar em duas lagoas e outra parada só para comer. Ficamos na ultima casa da vila, da Dona Maria. (Eu a amei, todos deveriam ficar lá). Foram 10km e chegamos lá às 11h. VALORES: Almoço: R$ 35,00 Janta: R$ 35,00 Hospedagem em rede com café da manhã: R$ 35,00 4º DIA – Queimada dos Britos para Santo Amaro Saímos as 3h30, estava chovendo muito forte e muito escuro. A chuva só passou depois das 06h e então que pudemos parar, como estava com muita dor na perna paramos muitas vezes, entrei em três lagoas e paramos mais três vezes para comer e descansar. Chegando em Santo Amaro meu guia me levou até o local onde sai o transfer para São Luis e fiz a reserva para o que saía as 14h. Tive tempo para ir almoçar e me despedi do Dico. Foram 24km e chegamos lá às 11h40. VALORES: Almoço em Santo Amaro: R$ 20,00 Transfer de Santo Amaro para São Luis: R$ 50,00 DE VOLTA PARA SÃO LUIS: Quando o transfer de Santo Amaro chega à entrada de São Luis ele para e lá ficam alguns carros que dividem os passageiros para o lugar onde estão hospedados. A viagem foi bem longa, saímos de Santo Amaro as 14h20 e chegamos em São Luis as 20h00 e ainda demorou mais uma hora para ele me deixar no Hostel. Porém, não existe outra opção, ou você dorme em Santo Amaro e sai no outro dia de manhã. Eu não me importei com o tempo, só fiquei com fome e não tinha nada fácil. Minha recomendação é comprar algo para beliscar no caminho. Ainda fiquei um dia em São Luis e aproveitei para conhecer o centro histórico e o Mercado das Tulhas. Não há muito que fazer lá, mas tive o melhor almoço da minha vida no Cafofinho da Tia Dica. Esse foi meu roteiro, espero ter ajudado e qualquer duvida que surgir estou aqui J.
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    Meus Colegas do Mochieliros.com, como voces estão? Na semana passada recebi um email de um lojista que considero um grande amigo e que tem uma das lojas que eu considero uma das melhores e mais sérias do Brasil. Nesse email este meu amigo falava sobre a necessidade de posicionarmos melhor a marca Vento e fazia algumas criticas construtivas sobre nossa marca. Ao responde-lo, ví que sem querer eu fiz uma pequena síntese de tudo que passamos nos últimos anos e de que a Vento é. Talvez este tenha sido um dos textos mais sinceros e emocionados que eu ja fiz. Achei que seria justo compartilhar com voces parte deste email. Ficarei honrado e grato por gastarem seu tempo lendo-o. "... Saiba realmente considero você um amigo. Nao sei responder o porque. Provavelmente por uma sequencia de fatos e motivos. Você foi o primeiro lojista de Sao Paulo que acreditou em mim e na Solange. Isso quando ninguém acreditava e ninguém nos conhecia. Você esteve do nosso lado em todos os momentos difíceis que passamos ao longo de quase duas décadas, mesmo quando estávamos pisando feio na bola. Você sempre investiu na nossa marca e sempre trabalhou de forma que considero admirável. Mas, só isso nao faria eu lhe considerar amigo. Há outros motivos muito mais importantes. Creio que somos pessoas do bem. Tenho certeza que você, assim como nós, levanta todo dia de manha querendo fazer o bem, tornar esse pais melhor, fazer as pessoas viverem melhor. Sei que você, assim como nós, nao vê no seu negocio apenas dinheiro. Vê uma forma de tornar as pessoas mais felizes. Assim como nós, você é integro e honesto. Alem disso, é claro, você gosta de cerveja. E isso é algo que admiro muito. kkkk. Sei que voce jamais quis ou iria querer nosso mal. Entendi que seu email teve a intenção de nos alertar e nos ajudar. Fico, realmente muito grato por isso. Por você ter despendido seu tempo para escrever um longo texto que teve como único objetivo ajudar um amigo. E é por causa disto que preferi pensar bastante antes de lhe responder. Afinal, a melhor forma de agradecimento que eu poderia lhe oferecer nesse caso é uma atenta e respeitosa analise de seu discurso. E foi isso que fiz. Pelo que pode entender, você toca em três pontos. Um principal e motivador de seu email, o posicionamento da marca VENTO, e dois secundários porem, complementares ao principal, o Feirao de Fábrica e a Reclamação do seu cliente. Começarei pelo principal pois, como diria um Irmao meu, o importante é o que importa. O Posicionamento da marca Vento. Como você acompanhou e sentiu, há alguns anos nós cometemos alguns erros e tivemos alguns problemas que nao contribuíram muito para nossa marca. O primeiro foi a perca da marca Nômade. Isso foi um grande trauma pra gente, acredite. Depois, tivemos problemas com qualidade, com SAC, com garantias, com pessoas que achava-mos que eram nossos irmaos e que na verdade eram grandes filhosdaputa... e por ai vai. O resultado foi que todos esses deslises somados à monstruosa crise assolou nosso tao sofrido Brasil fez com que quase quebrasse-mos. Quando digo quase, é QUASE MESMO! So nao quebramos porque Deus nao quiz. Confesso que muitas vezes, muitas, eu e a Solange pensamos em largar a toalha. Você nao faz ideia de quantas vezes pensei em desistir. Só nao o fizemos porque sempre pensamos nas pessoas que dependiam de nossa empresa. Só por isso. Bem, mas graças a intervenção desse grande cara que é Deus, fomos juntando forças, dando murro em ponta de faca, eliminando pessoas que nao mereciam estarem ao nosso lado e juntando outras pessoas maravilhosas que queriam construir uma grande empresa. Fechamos a fabrica em Curitiba em 16 de abril de 2016. Esse será um dia que nunca esqueceremos. Nunca imaginei que tantas pessoas derramariam tantas lagrimas num so lugar por causa de uma fabrica fechando. Fizemos um churrasco e tomamos dois barris de chope brahma. Mas, a festa não calou as lagrimas do povo e todos choraram. Todos. Mudamos a fábrica para Caçador, em Santa Catarina. Aqui, onde estou nesse exato momento, conseguimos terceirizar parte da mão de obra. Foi isso que permitiu que não quebrássemos. Pois, transformamos grande parte de nosso custo fixo em custo variável. A mudança foi traumática mas, hoje tenho certeza que foi a melhor de todas as escolhas. Os primeiro pares começaram a ser faturados em Caçador no mês de junho de 2016. Até o final de 2016 lutamos basicamente para nao enlouquecermos, para treinar todos a nova equipe e para nao fechar as portas. Até meados de 2017 trabalhamos para apagar incêndios. Aos poucos, bem aos poucos confesso, as coisas foram melhorando. No final do ano passado, ja com a casa muito mais em ordem voltamos a olhar para fora. Aí o posicionamento de marca voltou a tona como sendo o principal objetivo para nós. Buscamos fazer uma fria e realista analise de como nossa marca estava no mercado e tomamos uma série de ações para que nossa marca nao só voltasse ao patamar de antes mas também, para que se tornasse a mais respeitada marca de botas do Brasil. Trabalhamos primeiro nosso controle de qualidade. Hoje, temos orgulho em dizer que nossas botas nao apresentam defeito! Na verdade de junho de 2017 a 26 de abril de 2018, tivemos 25 pares que apresentaram defeito que foram produzidos nesse mesmo período. E nós produzimos mais de 11.000 pares nesse período! Faça a conta. Enquanto acertava-mos a qualidade começamos uma verdadeira blitzkrieg para melhorar nosso SAC e nosso serviço de garantia. Hoje, creio que temos de longe mas, de longe mesmo, a melhor e mais eficiente garantida do Brasil. Primeiro porque nenhuma outra marca oferece a garantia da forma que oferecemos. Segundo que nao existe nenhuma outra marca que consiga trocar uma bota em garantia para um cliente que esteja do outro lado do pais em menos de 10 minutos! Em paralelo ao controle de qualidade e melhoria do SAC trabalhamos muito para acertar as entregas. E acertar entrega quando você trabalha com matérias primas que vem do outro lado do mundo, de navio, e você ta vendendo o almoço para pagar a janta nao é uma tarefa das mais fáceis. Mas, quem falou que seria fácil? Hoje, nossa entrega é quase um relógio suíço. Segundo o relato de vários lojistas a Vento hoje tem a mais rápida e eficiente entrega entre os fabricantes nacionais. Bem, acertado esse tripé: Qualidade, SAC e entrega, passamos para uma nova fase. Agora, estamos começando a investir novamente em desenvolvimento de produtos (é por isso que to a semana toda aqui em caçador), contratamos uma nova agência para marketing digital, criamos um setor de marketing dentro de nosso escritório e estamos pensando uma série de estratégias e ações para posicionarmos nossa marca. Veja só como Deus é realmente um Grande Arquiteto universal. Se você tivesse nos enviado esse email alguns meses atras nao teríamos o aproveitado tao bem quanto agora. Na verdade talvez até tivesse-mos nos ofendido kkkk. Mas, agora, exatamente na semana que a Kika assume o marketing e que oficializamos esse setor dentro de nosso organograma, receber um email como o seu nos enche de alegria. Meu Amigo, não sei se vai dar certo. Estamos trabalhando muito para que dê. Bem, tenho que sair agora. A fabrica aqui para as 11:30 e o Tinho ta me olhando de cara feia pois, quer ir almoçar. kkkk Que Deus, o Grande Arquiteto do Universo, lhes Abençoe e Ilumine, sempre! Um Fraternal Abraço, no mais literal sentido, meu irmao. Com muito carinho e respeito, Fábio Monroe.’. "
  49. 1 ponto
    Salve! Menos, menos... Rsrs! Mas agradeço o elogio. Quanto à sua dúvida.. Não concordo com esta durabilidade apontada pelo colega Rodrigo-whisky.. Ainda que faça referência a uso diário, com empacotamento e desempacotamento, é muito relativo isso, pois dependerá, obviamente, do cuidado de cada usuário com este processo, e especialmente com com a guarda do SD quando não está sendo utilizado. Lembro que um SD, seja de pluma seja de fibra sintética, idealmente deve ser sempre guardado aberto, sem compressão, evitando que as plumas ou as fibras do enchimento fiquem muito tempo continuamente comprimidas, o que causa perda da eficiência no isolamento térmico (espécie de "efeito memória"). Os SD com enchimento de fibra também devem idealmente ser guardados sem dobras (esticados), pois estas também acabam fragilizando áreas do enchimento, que podem comprometer a eficiência. Nesse passo, até mesmo o tempo em que o SD fica guardado no estoque de uma loja poderia influenciar neste tempo de durabilidade, pois nesses ambientes ele dificilmente fica guardado como deveria. Se adequadamente guardado, observando-se os cuidados acima descritos, um SD de pluma ou mesmo de fibra poderá durar bem mais do que os prazos aludidos acima pelo colega. Usando um exemplo pessoal, tenho SD de fibra usado há mais de 5 anos, mas bem cuidado e conservado, que continua perfeito em seu isolamento térmico. Agora, sobre a sua escolha, o Orbit -5ºC é um excelente produto, mas o considero um SD pesado para a maioria das nossas condições de uso aqui no Brasil (mais de 1,7 Kg - tam R), mesmo para um cara friorento. Se não tem expectativa de usá-lo com frequência em condições de temperaturas abaixo de zero (Serra Geral Catarinense, Patagônia, etc). Se o uso nessas condições for esporádico, sugiro um SD mais leve (Orbit 0ºC ou até mesmo um 5ºC, por exemplo), e o uso de um liner como complemento nas ocasiões de frio mais extremo. Sugiro reconsiderar antes de efetuar a compra, pois depois pode se tornar um fardo ficar andando com um trambolho desses nas costas sem precisar de toda essa proteção contra o frio. Abraço!
  50. 1 ponto
    Olá pessoa! Meu nome é Edwagner Tavares e o motivo de estar aqui é relatar minha experiência como consumidor da empresa Vento. Adquiri um par de botas modelo Jackal em 2017, quase um ano depois a bota apresentou defeito na colagem entre o solado e a parte do tecido. Cabe salientar que a utilização das botas durante todo o período foi totalmente urbano, ir e voltar ao trabalho, de carro, dentro de um escritório. Por utilizar apenas em asfalto, seu solado já apresentava desgaste natural, e não houve rachaduras na borracha, conforme descrito em alguns posts deste tópico. Imediatamente ao perceber o problema, entrei em contato com o SAC da empresa Vento onde fui atendido pela Sra (Srta.) Paula, que com toda atenção possível, me solicitou que lhe enviasse fotos, detalhando os problemas. Como havia passado mais de um ano da compra e por ter outras experiências negativas com empresas diversas, não nutri muitas esperanças que ao menos meu caso fosse visto por quem é de dever. Contudo no link relacionado à política de garantia descreve o seguinte: "A VENTO tem uma política INÉDITA de garantia. Se um de nossos produtos apresentar defeito você não precisa nem envia-lo para nos. Basta nos informar. CONFIAMOS EM VOCÊ! Acreditamos que existem milhões de BRASILEIROS HONESTOS que querem um pais mais JUSTO E PERFEITO. Então, veja como as coisas são simples e fáceis quando há uma relação de confiança entre as pessoas:" Aqui, podemos ver algumas caixas altas, onde as palavras adquiriram peso, "CONFIAMOS EM VOCÊ", "BRASILEIROS HONESTOS", "JUSTOS E PERFEITOS" Todas juntas são um um sério compromisso. E esse compromisso é, ou deveria ser uma via de mão dupla. Nossa! Uma empresa diferente, pensei... Enviei as fotos conforme solicitado e mesmo não estando legíveis as etiquetas em momento algum foi criado algum empecilho. Houve uma análise do produto com problema e foi constatado como procedente minha solicitação. E qual era minha solicitação ou minha expectativa? Um reparo! Um simples reparo! Pois o bom senso me diz que mesmo utilizando a bota unicamente em ambiente urbano, mais de um ano se passou e não esperava uma troca por um par de botas novas. Mas minha surpresa foi grande após a Paula, me informar que após o retorno das férias coletivas, na segunda quinzena de janeiro, um novo par de botas seria enviado para meu endereço. Fui surpreendido novamente! Semana passada minhas botas chegaram, sem custos, sem complicações, sem nenhum tipo de contratempo. Foi perceptível a melhora na qualidade da fabricação, em comparação com as minhas usadas. Novos materiais na fabricação. Desta forma, fica aqui meu relato como consumidor destacando minha satisfação total com a empresa Vento. Antes de mais nada, quero aqui parabenizar o Proprietário pelos ótimos colaboradores, Josiane que entrou em contato comigo pelo WhatsApp, a Paula pelo SAC e o Bruno que me enviou e-mails para saber como estavam as coisas relacionadas ao problema que apresentei. Uma empresa séria faz isso, verifica o problema apresentado e se for procedente, não foge às suas responsabilidades. Uma empresa séria e diferente, surpreende o cliente! E esse foi o caso da empresa Vento. Lembram daquelas palavras que copiei do site? Pois é!! Guarde-as...Só assim mudaremos nossa sociedade, deixando-a mais JUSTA E PERFEITA! Meu Irmão Fábio, não foi surpresa para mim sua conduta...Um bom irmão, age sempre de uma forma JUSTA. Parabéns meu Irmão! Assim encerro meu pequeno relato, onde espero ter o maior numero de leitores possíveis, para dar o mérito merecido à empresa. E aqui estou como um homem livre e de bons costumes, sem vínculo nenhum com a empresa ou com qualquer um de seus colaboradores, não recebo nada em elogiar...mas sinto-me na obrigação de enaltecer a conduta de respeito ao consumidor que é adotada pela empresa Vento. Espero também ter ajudado aos que ainda têm dúvidas sobre a qualidade e principalmente sobre o pós-venda da empresa. Um fraternal abraço! Edwagner Tavares .'.
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