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Exibindo conteúdo com a maior reputação em 14-05-2019 em

  1. 2 pontos
    Eu planejei essa viagem por cerca de dois meses, junto com dois amigos. Viajamos em 19/04/2019 e retornamos em 02/05/2019, passando pelo Jalapão, pela Chapada das Mesas e por Taquaruçu (distrito de Palmas), sendo que no Jalapão ficamos 5 dias e na Chapada das Mesas ficamos 3 dias. Os relatos que li aqui no Mochileiros foram essenciais pra que essa viagem saísse do papel, então me senti na obrigação de retribuir isso de alguma forma. Aqui vai nosso roteiro (o Jalapão por minha conta e a Chapada das Mesas por conta de um dos meus amigos, ao final). É POSSÍVEL VIAJAR AO JALAPÃO SEM AGÊNCIA E SEM GUIA? Sim! Evidente que isso vai dar muito mais trabalho, você vai enfrentar contratempos, imprevistos, é preciso ter alguma experiência com mapas (google maps e wikiloc foram fundamentais), alguma experiência em estrada de terra e gostar de digirir, mas nada paga o preço da liberdade e da aventura. Se você não possui esse perfil, se você prefere o conforto, eu sugiro que contrate uma agência (que vai montar o roteiro inteiro pra você desde a sua chegada em Palmas até a sua volta pra casa) ou monte seu roteiro e contrate um guia pra te levar nos lugares (pode ser um meio-termo pra quem não tá muito a fim de se aventurar). Na real, Jalapão é perrengue em qualquer dessas alternativas, porque as estradas realmente são ruins e os atrativos são longe, então não espere o conforto de um resort. Por outro lado, fazer a viagem por conta própria te dá a flexibilidade ficar mais ou menos tempo nas atrações, e poder, eventualmente, substituir um passeio por outro a depender do clima e da vibe do grupo. As agências, por sua vez, possuem roteiros pré-determinados e tempo fixo em cada lugar. No nosso caso, a gente detesta viajar preso a agência e guia, então, quando vimos aqui no Mochileiros que era possível ir por conta própria, não pensamos duas vezes. Agora, ao final da viagem, vejo que tomamos a decisão certa, pois é perfeitamente possível e muito mais divertido fazer essa viagem por conta própria. Pra isso, alugamos uma 4x4 na Localiza em Palmas (pesquisamos no rentcars.com mesmo). Recomendo reservar com antecedência, porque existe chance de esgotar esse tipo de carro, e confirmar com a locadora se a categoria que você está escolhendo é 4x4, pois a nomenclatura das categorias é um pouco confusa, muda de locadora pra locadora e sem tração nas 4 rodas é praticamente impossível se deslocar no Jalapão. Há muitos trechos com areia fofa, muitos trechos com depressões, terreno irregular, trecho com lama, trecho em que você atravessa riachos, então a viagem sem um carro 4x4 vai tornar cada trecho desses um inferno. Por sorte, conseguimos uma Hilux e ficamos impressionados com a força desse carro. Parece um caminhão, passou em tudo quanto foi terreno tranquilamente, não atolava, não escorregava, nem arrastava o fundo. E, mesmo no único lugar em que patinou (uma poça enorme quase chegando em Mateiros), ligamos a tração reduzida (um botão chamado L4) e ele saiu como se nada tivesse acontecido. Vimos muitas L200 (Mitsubishi) lá também. Acredito que qualquer 4x4 dê conta do recado. Só recomendaria evitar a Amarok, da VW. No fervedouro do Buritizinho, encontramos uma família que estava de Amarok e havia perdido 3 pneus furados na estrada de Novo Acordo pra São Félix (eles fizeram o roteiro ao inverso do nosso), mas o pior nem foram os pneus perdidos, e sim a dificuldade de encontrar pneus de Amarok nas borracharias. Segundo eles, o aro desse pneu é maior que o dos outros carros da categoria, então rodaram quase todas as borracharias de Palmas até encontrar. Todas as cidades do Jalapão têm posto de gasolina com Diesel S-10 (era o combustível do nosso carro), então isso foi bem tranquilo. Apesar de o tanque ser grande, abastecemos em todas as cidades antes de sairmos, pois seria importante ter combustível de sobra pro caso de dar algum problema e precisarmos ficar dentro do carro com ar condicionado ligado por muito tempo. Todos postos aceitavam cartão. Ainda em Palmas, passamos no mercado pra comprar alguns itens básicos pra viagem de carro, como biscoitos, frutas, bastante água, papel higiênico e sacos de lixo daqueles pretos. Também montamos um kit de primeiros socorros e remédios. E, por precaução, levamos uma barraca de camping. Disso tudo, só usamos as comidas nos intervalos entre as refeições (principalmente entre o almoço e o jantar) e os sacos de lixo (importantíssimo pra embalar eventual bagagem que precise ficar na caçamba do carro, por causa da poeira, da terra e de eventual chuva). Também aproveitamos pra sacar dinheiro em espécie, o que foi importante pra pagar a entrada dos atrativos, os almoços e o passeio de rafting. A pousada de São Félix não aceitava cartão, mas conseguimos pagar com transferência bancária (Banco do Brasil), e assim poupamos o dinheiro em espécie que tínhamos. Acho que algumas dessas cidades até têm banco, mas preferimos não arriscar (principalmente porque parte do trecho era final-de-semana). Há alguns mapas da região disponíveis na internet (só jogar no google imagens). Imprimimos todos eles mas não usamos nenhum. Não existe nada melhor que googlemaps e wikiloc pra se deslocar no Jalapão. Praticamente todos os atrativos estão marcados no googlemaps, então é só colocar a rota e seguir. Os que não estão marcados ou que estão com marcação errada eu vou dizer mais abaixo quando estiver relatando cada atrativo. Como não tem sinal de celular, nem de 3g, é imprescindível ter os mapas salvos off-line nos celulares de todos que estiverem no carro (e sempre no modo satélite, vale frisar!). Eu não consegui fazer funcionar direito essa funcionalidade off-line no meu, então tive que apelar pro “cache”, ou seja, coloquei a escala em 200 metros e fui seguindo o traçado das rotas e isso foi salvando no celular as imagens mais próximas das estradas. Depois, é só não fechar o app que estará tudo lá. Todas as pousadas tinham wifi, então deu pra fazer isso rapidinho nas noites anteriores. Se você só tiver o mapa de longe, talvez a estrada fique embaçada e você não consiga ver direito as bifurcações e os trechos alternativos. Pra garantir, pesquise os trechos no wikiloc, confirme se eles coincidem com o que você traçou no googlemaps, salve off-line no wikiloc também e faça o mesmo procedimento do “cache”. Há um plano pago do wikiloc que também permite que você siga a trilha que outras pessoas fizeram pra aquele local (tipo a navegação do googlemaps) e dá 14 dias grátis, usamos isso na Chapada das Mesas num trecho que também nos disseram que era “impossível” sem guia. Por fim, antes de sair, faça o teste desligando a sua internet e veja se os mapas continuam lá, isso garantirá que está tudo salvo e você poderá seguir. É importante que todos no carro tenham feito isso. No nosso caso, eu tive problemas com o googlemaps e um amigo teve problemas com o wikiloc, mas sempre havia outro celular pronto pra nos guiar. Lemos uns relatos indicando levar GPS, o que deve ajudar mesmo, nós levamos um mas acabamos nem usando. Minha principal recomendação é: acordem sempre cedo e andem sempre com folga no roteiro do dia, pois, como o clima e as estradas são muito dinâmicos, não se sabe exatamente o que vamos encontrar pela frente. Algumas outras dicas que reunimos na pesquisa foram: - levar toalhas no carro, pra saída dos fervedouros - NÃO usar protetor e repelente antes de entrar nos fervedouros - calibrar com 22 até no máximo 28 libras (lembrar de encher de novo ao sair do parque) - andar de marcha baixa nas pancadas de areia - buzinar e reduzir a velocidade ao fazer curvas fechadas. Não é claro quando uma rua é mão dupla ou única. Mesmo quando a via é mão única há motoristas que vem na contramão. Por isso, se você não conseguir ver o que está atrás de uma curva comece a buzinar para alertar - assim como fique atento para ouvir se outro motorista se aproxima. A sensação que tivemos é que as pessoas (ou mesmo as agências e os guias) vendem uma dificuldade muito maior do que ela realmente é. Claro que isso é muito pessoal, cada pessoa tem um perfil, um nível de experiência, gostos e desejos diferentes e enxergam a realidade de uma forma peculiar. Mas não vimos nem de perto essa “impossibilidade” que ouvimos de todos os cantos sobre viajar ao Jalapão sozinhos. Pelo contrário. Tirando a Cachoeira da Fumaça (já conto abaixo a situação bizarra), todo o restante do roteiro foi muito tranquilo de fazer. QUANDO IR Por tudo que lemos e ouvimos, as chuvas no Jalapão (o inverno da região) acontecem mais ou menos entre outubro e abril. De maio a setembro é seca (verão de lá), então costuma ser a época em que há mais turistas na região. Eu havia lido que não havia época boa ou ruim pra visitar o Jalapão, alguns relatos até diziam que na época mais chuvosa era menos difícil se locomover por lá, porque seria mais “fácil” atolar na areia seca que na lama. A nossa escolha pelo mês de abril foi um pouco aleatória, mas acabou sendo perfeita. Praticamente não havia turistas na maioria dos atrativos que visitamos. Em alguns (como Cachoeira da Fumaça, do Soninho, da Velha e do Prata) não havia absolutamente ninguém além de nós. Nos fervedouros, pudemos ficar o tempo que quisemos, pois não havia ninguém na fila, só algumas pessoas na água e em alguns nem isso. Conseguimos tirar foto de praticamente todos os atrativos vazios. Pegamos um ou dois dias de chuva, mas sempre passageiras, nenhuma delas impediu que a gente cumprisse integralmente o roteiro planejado. O pior foi o primeiro dia, em que ficou nublado praticamente o dia inteiro, mas chuva mesmo pegamos pouca, pois elas se deslocam muito rápido. No penúltimo dia, começou a chover quando estávamos no Fervedouro Bela Vista, daí resolvemos sair pra Cachoeira do Prata, no caminho o tempo abriu e, quando chegamos lá, estava sol. No dia que fomos de Ponte Alta pra Mateiros, vimos uma chuvarada imensa justamente no destino pra onde estávamos indo, mas no meio do caminho ela foi se dissipando e, quando chegamos nas Dunas, já não havia mais chuva (só dava pra saber que choveu ali pelas marcas na areia). Já tínhamos percebido essa dinâmica em Palmas no dia em que chegamos, e ela se confirmou lá. Não sei dizer como isso funciona no auge da época chuvosa, mas, em abril, a chuva não foi um problema pra nós. O maior contratempo que as chuvas nos trouxeram foi a mudança das estradas. Como as estradas são de terra, as chuvas muitas vezes fazem algumas delas desaparecerem, então o pessoal abre caminho por outros lugares. Se você vir muito mato na continuidade da estrada que você está seguindo, desconfie, aquilo pode ser uma estrada antiga que deixou de ser usada por causa da chuva e mais à frente vai ficar intransitável. Passamos por isso no dia da Cachoeira da Fumaça e, se não fosse o wikiloc, esse atrativo teria ficado pra trás. Por outro lado, alguns atrativos ficam realmente cheios na época seca. Nos fervedouros, há limite de 15 minutos por pessoa e filas imensas. Em alguns, como do Ceiça, vimos vários bancos na entrada do fervedouro, que ficam lotados de pessoas esperando pelos seus 15 minutos. Considerem isso. ONDE FICAR Vou listar abaixo as pousadas que pesquisei e outras que encontrei listadas nos relatos. Nossa intenção era apenas tomar um banho, dormir confortavelmente e tomar um bom café no dia seguinte antes de partir, então não buscamos luxo. Por conta disso, e também porque há épocas de maior procura na região, deixei listadas mesmo aquelas pousadas mal avaliadas (se tudo esgotar, é melhor dormir num lugar ruim que não ter onde dormir, certo? Haha). Liguei pra algumas mas acabei fechando todas pelo Booking mesmo. Em Ponte Alta, a Águas do Jalapão é a mais luxuosa da cidade, pelo que eu entendi, mas também a mais cara. Ficamos na Veredas das Águas, por R$ 228 a diária do quarto triplo. O quarto era ok e o café era ok também. Em Mateiros, ficamos no Hotel Aconchego, por R$ 184 a diária do quarto triplo. Pelo visto, foi construído há pouco tempo, tudo novinho, só o banheiro que não tinha cortina no box, nem blindex, e aí molhava tudo (depois percebemos que isso é normal por lá, ficamos em outros lugares assim também), mas o quarto era bastante confortável e o café era muito bom, até nutella tinha! Rsrsrs. Em São Félix, ficamos na Pousada Cachoeiras do Jalapão, por R$ 222,75 a diária do quarto triplo. Também parecida ter sido construída há pouco tempo, bastante confortável e café muito bom. Como todas essas cidades são muito pequenas e você estará de carro, a localização não faz muita diferença. Abaixo, a lista. PONTE ALTA Águas do Jalapão (R$ 290,00 a diária do quarto triplo) -Rodovia TO-255 KM 131, Ponte Alta do Tocantins -Nilton 63 99996-4550 / João (63)99975-1950 / Jota (63)98472-4491 / recepção (63) 98467-6740 / (63) 33781677 -http://www.aguasdojalapao.com.br [email protected] [email protected] -café bom -tem restaurante (R$ 35, mas tem que reservar a refeição) -tem piscina -um pouco afastada do centro mas tranquilo de carro Pousada Planalto (R$ 210,00 a diária do quarto triplo – mal avaliada no tripadvisor) -Praça Capitão Antonio Mascarenhas, 436, Ponte Alta do Tocantins -(63) 3378-1141 /63 3378-1170/(63) 98409-0888 -http://www.jalapao-pousadaplanalto.com.br [email protected] Pousada Veredas das Águas (R$ 228 a diária do quarto triplo) -Avenida Palmas, quadra 05, lote 05, Bela Vista, Ponte Alta do Tocantins -Avilon (63) 3378-1581 Pousada Beira Rio -Rua Manoel Cavalcante, 751, Centro, Ponte Alta do Tocantins -(63) 3378 1172 / (63) 8409 4468 -http://www.facebook.com.br/jalapaopousadabeirario [email protected] Pousada Portal do Jalapão (mal avaliada no tripadvisor) -Av. Brasília, 264, Ponta Alta Tocantins MATEIROS Santa Helena do Jalapão (R$ 340 a diária do quarto triplo – bem avaliada) -caro, café razoavel -Avenida Maranhão, s/n, Mateiros -(63) 3534-1050 / (63) 9971-1058 [email protected] -http://www.pousadasantahelenajalapao.com.br Pousada Monte Videl (R$ 150 casal, em 09/2018) Pousada Domiciliar/Dunas do Jalapão/Vaneça (R$ 240 a diária do quarto triplo) -R$75,00 por pessoa em quarto duplo (08/2016) -tem quarto com 3 camas -café da manhã excelente -63 99956-4948 (Vaneça Ribeiro) Pousada Panela de Ferro (R$ 296 a diária do quarto triplo – bem avaliada) -Avenida Tocantins, quadra 7, lote 5, Mateiros -(63) 3534-1038 / (63)99999-7417 -http://www.paneladeferro-jalapao.com.br Pousada Buritis do Jalapão (R$ 274 a diária do quarto triplo – bem avaliada) -Rua Três, quadra 5, lote 1, Mateiros -(63) 3534-1139 / (63) 3534-1046 Pousada Cardoso -Rua Aureliano Pereira dos Santos, quadra 13, Mateiros -(63) 3534-1213 / (63) 33388-3370 Pousada Vereda Tropical -Rua Vinte, Mateiros -(63) 3534-1071 / (63) 99947-2577 Jalapão Recanto do Salto -(63) 9968 5333 / (63) 9994 0021 / (63) 9956 1049 / (63) 9992 0021 -http://www.jalapaorecantodosalto.net *para emergências, há um camping em frente à entrada das Dunas (R$ 25 reais/pessoa, maio/2018) SÃO FÉLIX Pousada Cachoeiras do Jalapão (R$ 222,75 a diária do quarto triplo) -R$ 170 casal em 09/2018 -também tem restaurante (R$ 35, pode encomendar quando chegar ao final da tarde) Pousada Capim Dourado -tem quarto triplo -R$ 56/dia/pessoa, em 10/2016 -R$ 70/pessoa, quarto quádruplo, em 08/2016 -ar condicionado e frigobar -63 99934-4339 (Maria) Jalapão Ecolodge -Rodovia TO 030 km 140, Catedral do Jalapão, Estrada Cênica Novo Acordo -(63) 99994-0514 Pousada da Irá -Avenida Tocantins, s/n, centro -(63) 3576-1035 Pousada do Paulin ONDE COMER Apesar de muitos atrativos no Jalapão realmente serem muito remotos, eu tentei montar o roteiro com a maior quantidade possível de almoços em restaurantes. Isso só não foi possível nos dois primeiros dias (Cachoeira da Fumaça e Cachoeira da Velha), pois os atrativos eram realmente isolados e não havia nada por perto. Um dos meus amigos e eu fizemos uma trilha em Torres del Paine, no Chile, em 2015 e usamos um fogareiro muito bom e seguro (o parque era cheio de restrições de segurança por conta de incêndios recentes). Em Palmas, compramos miojo, talharim instantâneo, almôndegas em lata, carne em lata (fiambre), atum e sardinha também enlatados. Então, nesses dois primeiros dias, nós fizemos nosso próprio almoço. Na internet você pode encontrar o fogareiro e o cartucho de gás, que é tipo um botijão, só que bem menor e bem mais leve. Joguei aqui no google e achei na Netshoes o modelo que compramos: https://www.netshoes.com.br/fogareiro-apolo-nautika-preto-535-6562-006?campaign=gglepqpla&gclid=EAIaIQobChMI7OSJgaCH4gIVhoaRCh2tiwBREAQYAyABEgLVnPD_BwE. A gente comprou no Rio (Rua Buenos Aires, 170) e foi R$ 115 o fogareiro e R$ 22,30 cada cartucho (acabamos só usando um mesmo). O grande problema disso é que esse cartucho de gás é proibido de ser transportado em avião. Talvez uma alternativa seja comprar na internet e pedir pra entregarem no hotel onde for se hospedar em Palmas. Ou encontrar algum lugar que venda em Palmas. Na Cachoeira da Fumaça (primeiro dia), há uma pequena prainha na parte de cima da cachoeira, onde dá pra tomar banho e tem espaço pra deixar as coisas e fazer a comida. Na Cachoeira da Velha (segundo dia), a praia é mais pra baixo (há um placa indicando a trilha de 1km), mas não tínhamos muito tempo e acabamos almoçando ali mesmo, num mirante do lado da queda d’água da cachoeira. Em um outro dia, encontramos um guia que disse que era proibido comer ali e que poderíamos ter sido multados pela fiscalização ambiental. A gente não sabia, mas fiquem ligados nisso. Organizem pra fazer a trilha e comer na prainha do Rio Novo a 1 km dali. No dia que fomos de Mateiros pra São Félix (terceiro dia), almoçamos na Comunidade Carrapato, que fica na estrada principal entre o Fervedouro do Ceiça e a Cachoeira do Formiga. Comida caseira, muito boa, salvo engano foi 30 ou 35 reais (acho que é o padrão da região). Nesse dia, é tranquilo de achar lugar pra almoçar, pois praticamente todos os fervedouros oferecem almoço, assim como a Cachoeira do Formiga. Também existe a opção de almoçar na Comunidade Mumbuca, caso esteja no roteiro, ou mesmo voltar pra Mateiros, na pior das hipóteses. Muitas pessoas nos disseram que esses restaurantes só trabalham com reserva, mas a gente não queria ficar preso a horários, então preferimos arriscar e acabou dando certo. Quem vai negar comida a viajantes famintos, né? Hahaha Em São Félix (quarto dia), é o trecho mais fácil de almoçar, pois os atrativos são bem próximos à cidade. De todo modo, o Fervedouro Bela Vista (tenho quase certeza que o Alecrim também) serve almoço, nessa faixa de 30-35 reais, então dá pra almoçar no atrativo. Também não fizemos reserva e conseguimos almoçar. Nesse dia, é mais fácil de se organizar pra reservar o almoço, pois os atrativos são perto e não são tantos quanto no trecho de Mateiros pra São Félix. O último dia (quinto) foi o único que reservamos almoço, na Cachoeira das Araras. E que almoço! Incrível! Fechamos a viagem com chave de ouro. Tudo artesanal, nenhum tempero artificial na comida, umas opções veganas muito boas (nem é muito a nossa vibe mas caímos dentro) e o atendimento sensacional. A propósito, esse é um ponto a ser destacado. Todos esses lugares são casas de família em que as pessoas oferecem almoço, então é sempre aquela comida caseira deliciosa e a receptividade que te faz se sentir em casa também. Leve dinheiro em espécie, pois nenhum deles aceitava cartão. Pra jantar. Em Ponte Alta, parece que só há um restaurante, em frente ao posto de gasolina. Comemos lá nos dois dias em que dormimos na cidade. Em Mateiros, comemos no Bahamas. Também nos sugeriram o Malibu e uma pizzaria que não me lembro o nome. Havia um outro restaurante na avenida principal da cidade, mas estava fechando quando chegamos. Em São Félix, comemos no restaurante Dunas do Jalapão (agradecimento especial ao Tiago, dono do restaurante, e à sua mãe, com mãos abençoadas), muito bom também. Há um bar chamado Rota 22, que estava fechado no dia pois duas funcionárias precisaram faltar, e há um espetinho em frente a ele, onde comemos no dia seguinte, pra assistir o jogo do Vasco hehe. QUAL A MELHOR SEQUÊNCIA DE CIDADES? A estrada de Palmas pra Ponte Alta é melhor que estrada de São Félix pra Palmas. Mas a estrada de Ponte Alta pra Mateiros é MUITO pior que a estrada de Mateiros pra São Félix. No nosso caso, preferimos pegar essa estrada ruim de Ponte Alta pra Mateiros no início. Esse também é o sentido que a maioria dos relatos que lemos seguiram. Então a sequência que fizemos foi Palmas-Ponte Alta-Mateiros-São Félix-Palmas (via Novo Acordo). Muita atenção ao trecho São Félix-Palmas, pois a partir de Novo Acordo a estrada em direção a Palmas é asfaltada e aparenta ser muito boa, contudo, surgem buracos aleatórios na estrada. Caso você esteja em alta velocidade não conseguirá frear (lembram da família da Amarok? Pois é, foi assim que eles perderam os pneus e tiveram que retornar a Palmas). Minha recomendação é: ainda que a estrada te sugira a ir acima de 80-90 km/h, respeite essa velocidade. Os buracos são grandes e surgem repentinamente. ROTEIRO [DIA 0: PALMAS-PONTE ALTA] A nossa ideia era pegar o carro de manhã cedo, pra chegar em Ponte Alta por volta da hora do almoço, almoçar, conhecer os atrativos mais próximos, que são o Cânion de Sussuapara e a Cachoeira do Lajeado e pegar o pôr-do-sol na Pedra Furada. Mas um dos meus amigos teve um problema no voo pra Palmas, só conseguiu chegar no fim da tarde, então tivemos que mudar um pouco o roteiro. Retiramos um dia (que virou esse dia 0) e remanejamos os atrativos pros demais dias. O Cânion e a Cachoeira pro dia que iríamos de Ponte Alta pra Mateiros (que se tornou dia 2) e a Pedra Furada pro que se tornou o dia 1, quando faríamos as Cachoeiras da Fumaça e do Soninho. Levamos cerca de 2h de Palmas pra Ponte Alta. Chegamos lá no início da noite, então nesse dia só deu tempo mesmo de jantar e dormir cedo. [DIA 1: PONTE ALTA] ATRATIVOS: Cachoeira da Fumaça, Cachoeira do Soninho e Pedra Furada (pôr-do-sol) Acordamos cedo e partimos pra Cachoeira da Fumaça. A nossa ideia era chegar até ela, que seria o atrativo mais longe do dia, voltar na mesma estrada para a Cachoeira do Soninho e depois pra Pedra Furada, cuja entrada fica próximo da mesma estrada. A cachoeira está indicada corretamente no googlemaps, mas o caminho que o aplicativo dá não é o melhor, pois ele não reconhece algumas estradas de terra que levam à cachoeira como um caminho possível. Nesse caso, usamos o aplicativo só mesmo pra ir guiando pela bolinha da localização dentro das estradas. No wikiloc há o traçado correto. O que utilizamos foi esse: https://pt.wikiloc.com/trilhas-off-road/ponte-alta-do-tocantins-cachoeira-da-fumaca-jalapao-19206400 Você deve descer a TO-130 no sentido sul, em direção a Pindorama. Passados cerca de 17 km, haverá uma saída para a esquerda. No googlemaps é possível enxergar essa saída com bastante nitidez. Ela está quase na mesma linha horizontal da Pedra Furada, que também está indicada corretamente no mapa (deixe o mapa sempre na orientação correta, com o norte para cima). Cerca de 4 km à frente haverá uma bifurcação, onde a estrada da esquerda (dos eucaliptos, grave isso) levará à Pedra Furada e a da direita levará à Cachoeira da Fumaça. A partir dali, siga o traçado do wikiloc. Nesse trecho nós ainda não havíamos nos dado conta da importância do wikiloc e de como as estradas no Jalapão são dinâmicas. O traçado que estávamos seguindo, mandava pegar à esquerda em uma bifurcação que fica a cerca de 19 km da estrada da Pedra Furada, contornar por cima para sair do outro lado da vegetação mais verde do mapa, próximo à Cachoeira do Soninho. Ocorre que esta estrada não existe mais. Em dado momento, havia algumas bifurcações que pareciam estradas mas com muito mato, o que indicaria que havia tempo que não passava carro por ali. Ainda assim, não parecia haver opção àquela altura do mapa e resolvemos seguir por uma delas. Pouco tempo depois ela voltou a se tornar uma estrada “transitável”, achamos que o problema estava superado, foi quando surgiu uma cerca bem no meio da estrada! Bateu um desespero enorme, pois parecia que todo trabalho havia sido em vão. Não havia como contornar, pois a cerca era interminável. Daí lembrei que havia salvo este trecho no wikiloc, fomos com os dois aplicativos abertos em dois celulares e conseguimos voltar pro traçado correto. A ponte de madeira quebrada, próximo à Cachoeira da Fumaça, não existe mais. Ela foi reformada e agora é de concreto. Mesmo assim, preferimos não arriscar, deixamos o carro antes da ponte e seguimos andando. Há duas trilhas para a Cachoeira, a da direita do Rio (de quem vem da ponte) leva a um mirante que permite ver a Cachoeira de cima. Se estiver sol, é bem capaz de você ver um arco-íris ali. Não tivemos essa sorte. A trilha da esquerda, leva ao pé da Cachoeira e, com cuidado, dá pra entrar até atrás dela. A Cachoeira é enorme, imponente, e a sensação de estar ali no meio da fumaça é indescritível. O problema no trajeto nos tomou mais de uma hora, então decidimos não almoçar mais na Cachoeira do Soninho e sim ali na Cachoeira da Fumaça mesmo. Há uma parte tranquila do Rio na parte de cima da Cachoeira, onde dá pra tomar banho e fazer a comida. Dali, seguimos pra Cachoeira do Soninho, na mesma estrada. A Cachoeira fica à esquerda de quem vem da Cachoeira da Fumaça e está indicada corretamente no googlemaps. Na entrada da estrada que leva à Cachoeira, vimos pegadas enormes, quase da metade de um pé humano, que desconfiamos ser de onça. Depois, conversando com pessoas na região, confirmamos que há onças por ali mesmo. Também há um grande desnível de pedras, que pensamos ser impossível de atravessar, mas a camionete deu conta do recado. Lemos relatos de que, a 500 m antes dali, próximo a uma ponte, era possível acessar a parte tranquila da Cachoeira, mas, como havíamos perdido muito tempo com o erro no trajeto e queríamos chegar na Pedra Furada a tempo de assistir o pôr-do-sol, só tiramos umas fotos e partimos pra Pedra Furada. A Pedra Furada fica a cerca de 1 hora da Cachoeira do Soninho. Programe-se pra chegar lá por volta as 17h, pra conseguir tirar fotos tranquilo (às vezes, há fila pra isso) e assistir ao espetáculo da natureza sem correria. Há duas trilhas. A da direita leva à parte de baixo da pedra, chamada Portal do Jalapão. A outra trilha leva à Pedra Furada, que fica na parte de cima. Não confunda, o Portal do Jalapão é enorme, você consegue ficar em pé embaixo dele. A Pedra Furada é pequena, só dá pra ficar sentado dentro dela. É lá que rola o show. Pra chegar na Pedra Furada vindo da Cachoeira do Soninho é tranquilo, só seguir o mesmo caminho da ida voltando e entrar na estrada de eucalipto observando a indicação da Pedra no googlemaps. Nesse dia, nós cogitamos inicialmente tentar visitar a Lagoa do Japonês, que fica a cerca de 2h de Ponte Alta, descendo a TO-130 em direção a Pindorama, mas era impossível encaixar todos estes atrativos em um dia só. E ainda teríamos que abrir mão do pôr-do-sol. Também não encontrei outros atrativos próximos à Lagoa que justificassem ficar um dia a mais em Ponte Alta. Por isso, abortamos. Mas todos disseram que lá é muito bonito também. [DIA 2: PONTE ALTA-MATEIROS] ATRATIVOS: Cânion de Sussuapara, Cachoeira do Lajeado, Cachoeira da Velha e Dunas do Jalapão Esse é o dia em que se parte de Ponte Alta pra Mateiros. Como disse, nossa ideia era visitar apenas a Cachoeira da Velha e as Dunas neste dia, mas precisamos incluir o Cânion e a Cachoeira do Lajeado por conta do imprevisto do voo de um dos meus amigos. Isso não teria sido um problema se a gente tivesse saído cedo da Pousada em Ponte Alta. Mas valeu aquela velha máxima: quanto mais tempo você tem, mais tempo você perde. Acordamos cedo, mas tomamos café lentamente, arrumamos a bagagem no carro com calma, fizemos checkout e acabamos saindo tarde da Pousada. Mas, no fim, acabou dando tudo certo. O Cânion de Sussuapara está indicado corretamente no googlemaps e fica bem perto de Ponte Alta. Salvo engano, pagamos 10 reais para entrar. O lugar é bonito, mas ficamos com a sensação de que é daqueles atrativos de ecoturismo superestimados. Tiramos algumas fotos e colocamos o pé na estrada novamente. A Cachoeira do Lajeado também está indicada corretamente no googlemaps e fica na mesma estrada. Vindo do Cânion, após cerca de 17,5 km (os postes acompanham), você verá à sua direita uma estrada de areia. Ao final dela, há um riacho com pequenas quedas, é a parte de cima da Cachoeira. No sentido do curso do rio, pela margem esquerda (atravesse o riacho pelas pedras), há uma trilha que leva ao poço. A vista da cachoeira lá de baixo é linda e o poço é grande e fundo, dá pra nadar tranquilo e ficar ali por horas. Mas a trilha, apesar de curta, é bem difícil. Eu não sei se pegamos a trilha errada ou se a chuva havia deteriorado o caminho, mas havia trechos muito íngremes que só dava pra passar se seguram nas árvores e muitos trechos com pedras escorregadias. De todo modo, valeu muito a pena o esforço porque o visual lá de baixo é muito bonito! De lá, partimos pra missão Cachoeira da Velha. Esse é o trecho em que a estrada está em piores condições. Há muitas pedras pontiagudas, principalmente no início da estrada que leva à Cachoeira (depois de sair da principal), então muito cuidado neste trecho pra não furar pneus. Acabou sendo o único trecho em que levamos mais tempo que o previsto pelo googlemaps. Levamos cerca de 2h30 até lá. Este é o único atrativo do dia que não está na estrada que leva de Ponte Alta pra Mateiros, mas a saída pra Cachoeira é bem visível no googlemaps e o traçado que o aplicativo dá está correto. Chegando no estacionamento da Cachoeira, você já ouvirá o barulho da queda e haverá uma trilha suspensa que leva até ela. Este atrativo já está dentro do Parque Estadual do Jalapão, então há placas indicativas dos órgãos públicos responsáveis pela área, parece algo bem organizado na alta temporada, mas não havia ninguém por lá além de nós. Ao final da “trilha” suspensa, você chegará ao nível de cima da queda d’água. Um pouco mais abaixo, há um mirante. A nossa ideia era ir até a prainha do Rio Novo, que fica a 1 km dali, almoçar por lá, tomar banho e fazer o rafting. Dá pra ir caminhando (o início da trilha é sinalizado) mas vimos uma estrada no googlemaps também. Como tínhamos pouco tempo, por conta do nosso atraso na saída da pousada, resolvemos ir de carro. Seguimos a saída indicada no googlemaps, mas ela não dava em lugar nenhum, terminava em um matagal, sem nenhum sinal de continuidade da estrada. Depois da nossa experiência na Cachoeira da Fumaça, resolvemos não seguir. Voltamos pra Cachoeira da Velha e almoçamos no mirante. Nós achamos que o rafting tinha ficado apenas na vontade, mas depois descobrimos que, naquele dia, ainda nem estava acontecendo ali por conta do volume de água que ainda estava grande, mas que estava acontecendo em São Félix, então conseguimos fazer lá. Mais detalhes à frente. Da Cachoeira da Velha pras Dunas, leva-se cerca de 2 horas, mas a estrada melhora um pouco depois que se volta pra “principal”. Pra chegar nas Dunas, o ideal é marcar no googlemaps pela “Recepção e Controle às Dunas do Jalapão”, ou pelo “Bar Benita”, que fica em frente. Há um horário limite pra entrar no parque das Dunas, às 17:00, então o ideal é se programar pra sair da Cachoeira da Velha no máximo às 15h. Há uma estrada de areia que funciona como um atalho da estrada da Cachoeira pra estrada principal, e sai mais na frente, no sentido Dunas, sem precisar voltar ao ponto em que saímos quando vínhamos de Ponte Alta, mas preferimos não arriscar e voltamos ao ponto em que entramos e seguimos sentido Mateiros. Li relatos dizendo que há algumas lagoas pra conhecer nas Dunas, e realmente o parque é enorme, mas é difícil encaixar isso no roteiro, então fomos com o objetivo de assistir o sol se por. Na entrada do parque, há um funcionário da Naturatins (órgão que administra o parque) colhendo o nome de quem acessa, fomos bem recebidos e seguimos. Leve água, pois não há sombra rss. Há um milhão de bifurcações da entrada do parque até o estacionamento das Dunas, mas todos dão no mesmo lugar. E o pôr-do-sol de lá é realmente incrível! Seguindo pra Mateiros, aproveitamos pra tentar visualizar a entrada da trilha pra Serra do Espírito Santo, que seria o atrativo do dia seguinte, de onde veríamos o sol nascer. Há placas na estrada indicando. [DIA 3: MATEIROS-SÃO FÉLIX] ATRATIVOS: Serra do Espírito Santo, Fervedouro do Buritis, Fervedouro Rio Sono, Fervedouro da Ceiça (Bananeiras), Cachoeira do Formiga, Fervedouro Macaúbas Nesse dia, acordamos por volta das 03:30 pra assistir o nascer do sol na Serra do Espírito Santo. No dia anterior, já havíamos marcado na estrada o ponto de acesso à trilha, que fica a cerca de 25 km de Mateiros, mas não tem muito erro, pois há placa pros dois sentidos da estrada indicando. Levamos frutas, biscoitos, geleia e agua, pra comer lá em cima ou na trilha, se fosse necessário, pois ninguém teve pique de comer tão cedo. Chocolate é muito útil nessas horas também, mas acabamos esquecendo de levar. Não esqueça das lanternas. A trilha é curta, cerca de 250 metros, e bem demarcada, mas bastante íngreme. Há alguns bancos no caminho, que também são mirantes depois que o dia amanhece, e facilitam bastante o descanso no caminho. Não é impossível de ser completada, mas lemos relatos de pessoas que fizeram em cerca de 30 minutos e pessoas que fizeram em 1 hora e 40. Então, a depender do seu preparo e da sua experiência em trilhas, ajuste o horário pra começar a subir e não perder o nascer do sol no meio do caminho, o que começa a acontecer por volta das 05:15. Quando estávamos descendo (já de manhã), encontramos um grupo grande subindo (era um grupo da Korubo, que, segundo o guia, não faz esse atrativo na madrugada) e havia idosos dentre eles. No fim da subida, você encontrará uma placa apontando pra esquerda, informando “MIRANTE 3.000 METROS”. NÃO SIGA ESTA PLACA! O NASCER DO SOL ESTARÁ À SUA DIREITA! Basta dar poucos passos à sua direita e você encontrará um pequeno caminho que leva ao mirante onde é possível assistir o nascer do sol. Paramos ali e “tomamos café” assistindo a mais um espetáculo da natureza. Depois que o sol já havia nascido completamente, voltamos à tal placa e fizemos a trilha que dá acesso ao outro mirante, a 3 km dali, que é uma trilha plana e muito tranquila de fazer, praticamente uma caminhada sob a brisa da manhã. Esse outro mirante é bem legal também, tem uma vista irada das Dunas e de toda a área por que passamos no dia anterior. Voltamos pra pousada, tomamos um café da manhã de verdade e partimos rumo aos fervedouros. A gente tinha lido que muitos fervedouros tinham limite de tempo, então eu listei todos os fervedouros que tinha ouvido falar e organizei o dia pra visitarmos o que desse, sem correria, além da Cachoeira do Formiga, que era o atrativo que eu mais esperava conhecer no Jalapão. A gente já tinha percebido que o Jalapão estava meio vazio, então tinha a esperança de que os fervedouros também estivessem, e realmente estavam. Visitamos todos pelo tempo que quisemos e, com um pouco de paciência, conseguimos fotografar todos vazios. Eu já tinha traçado na cabeça todo o trajeto com a ajuda do google maps, mas também guardei os mapas no wikiloc pra eventual emergência. O mais completo que achei, com todos os atrativos que queríamos visitar foi este: https://pt.wikiloc.com/trilhas-off-road/jalapao-fervedouros-buriti-sono-buritizinho-mombuca-cachoeira-do-formiga-19302184. O primeiro fervedouro vindo de Mateiros em direção a São Félix é o Fervedouro Buritis. A localização que o googlemaps dá está certa, mas o aplicativo não reconhece a estrada que dá acesso a ele, então você deve pegar a saída à esquerda anterior ao ponto que o google maps dá, e que fica a cerca de 14 km vindo de Mateiros. Após 7 km nesta estrada, você estará no fervedouro. Tenho quase certeza que há uma placa indicando. Dali, seguimos na mesma estradinha por cerca de 1,5 km pro Fervedouro Rio Sono. E, do Rio Sono, seguimos na mesma estrada e desembocamos de volta na estrada principal, que liga Mateiros a São Félix. A primeira saída à esquerda dá acesso ao Fervedouro do Ceiça. A verdade é que, chegando ao primeiro fervedouro, você chega em todos, pois estes atrativos são próximos um do outro e são em propriedades privadas (por isso são pagos), então sempre haverá alguém pra te indicar o caminho pro próximo fervedouro. Depois do fervedouro do Ceiça, paramos na Comunidade do Carrapato, na estrada principal, e almoçamos por lá. Dali, seguimos pra Cachoeira do Formiga. O traçado que o googlemaps dá está correto neste trecho. Ficamos na Cachoeira muitas horas, porque o lugar é realmente lindo. Acho que nunca vi nada parecido, que lugar! Como não estava certo do tempo que poderíamos ficar em cada fervedouro, deixei os atrativos menos interessantes pra nós por último, que foram a Comunidade Mumbuca e o Fervedouro Encontro das Águas. A comunidade, pelo que lemos, é basicamente um ponto de venda de artesanato, que não era nossa vibe (e já tínhamos comprado algumas coisas em Materiros). O Fervedouro Encontro das Águas é o mais forte da região, mas soubemos que sua água não é tão bonita quanto dos outros, então achei que valeria a pena curtir mais os outros atrativos, que correr só pra visita-lo. Li em algum relato que também havia um fervedouro depois da comunidade, mas era algo meio selvagem, achei meio perrengue chegar nele. Esse rearranjo do roteiro nos permitiu visitar dois fervedouros muito bacanas no caminho da Cachoeira do Formiga pra São Félix, o Fervedouro Buritizinho (de longe o mais bonito que vimos) e o Fervedouro Macaúbas, que foi aberto pra visitação há poucos meses (e foi o mais forte que visitamos). Ambos estão indicados corretamente no googlemaps, sendo que o Buritizinho está bem próximo da beira da estrada e o Macaúbas tem que pegar uma estradinha. Este fervedouro não estava no nosso roteiro, mas ouvimos falar dele tantas vezes durante a viagem que resolvemos passar lá como último atrativo deste dia rumo a São Félix. Ficamos lá até cansar e partimos pra São Félix, já anoitecendo. À exceção do Buritizinho, os fervedouros, na essência, são muito parecidos entre si, variando basicamente pelo tamanho e pela força da água que brota do chão. Pagamos entrada em todos eles e também na Cachoeira, de 15 a 20 reais. [DIA 4: SÃO FÉLIX] ATRATIVOS: rafting no Rio Sono, Fervedouro Bela Vista e Cachoeira do Prata A nossa ideia de fazer o rafting na Cachoeira da Velha não deu certo, porque não estava rolando ainda (por conta do volume de água decorrente das chuvas anteriores). Mas a família da Amarok que conhecemos no Fervedouro Buritizinho nos disse que também havia rafting em São Félix, no Rio Sono, e nos passaram os contatos do Juninho (63 99276-8107) e do Simão (63 9249-5983). No bar Rota 22 também é possível fechar o passeio. Fechamos o rafting pro dia seguinte às 08:00. O carro da empresa que faz o passeio nos buscou na pousada e nos levou ao ponto do rio em que se inicia o passeio. E foi muito maneiro! Segundo eles, o Rio Sono é um rio nível 2 a 3 (numa escala que vai a 5, salvo engano), então é um bom rio pra quem nunca fez rafting, que era o nosso caso. O Rio Novo, na Cachoeira da Velha, é nível 4, então é bem mais radical. O passeio durou umas 3 horas e termina na Cachoeira das Araras, onde não ficamos porque nossa ideia era visita-la no dia seguinte, no caminho pra Palmas. Então, voltamos pra pousada. De volta ao roteiro, partimos pro Fervedouro Bela Vista, onde sabíamos que tinha almoço. Os atrativos em São Félix são bem fáceis de achar, porque são muito perto da cidade e estão indicados corretamente no googlemaps. Se você chegou até aqui, você chega nos fervedouros Bela Vista e Alecrim até sem gps haha. Alguns minutos depois que chegamos ao Fervedouro Bela Vista, começou a chover. Então, decidimos abortar a ideia de ir ao Fervedouro Alecrim em seguida (pois lá provavelmente estaria chovendo também, já que é bem próximo dali) e decidimos ir direto pra Cachoeira do Prata. Deu certo, no caminho pra Cachoeira a chuva se dissipou e, quando chegamos lá, estava sol. A localização da cachoeira no googlemaps está correta, mas ele dá o caminho errado. O caminho certo é pegar a estrada de volta pra Mateiros (a mesma do dia anterior) e, depois da Comunidade do Prata (também indicada no googlemaps, a uns 20 km de São Félix), pegar a saída à esquerda. Aproximadamente 2 km depois, haverá uma bifurcação e você deve pegar a direita, sentido sul. Depois dali, é só seguir a estradinha até o local que o googlemaps indica pra cachoeira. A cachoeira é bem bonita, mas não conseguimos entrar. À esquerda de quem olha a queda d’água de frente, há uma trilha pra parte de cima da cachoeira. Até tentamos encontrar algum ponto pra banho ali, mas a trilha era desconfortável pela quantidade de mato (a impressão era de que ninguém subia ali) e o rio parecia forte demais pra um banho. Então, decidimos abandonar a ideia e voltar pro roteiro original que era visitar o fervedouro Alecrim. Já estava no final da tarde e, no caminho pro fervedouro, você passa por uma praia de rio onde rolam uns shows de vez em quando, chamada Prainha do Rio Soninho. Como estava tarde e tínhamos um tempo relativamente folgado no próximo dia, resolvemos deixar pra visitar o fervedouro com calma no dia seguinte e terminamos a tarde tomando banho de rio ali mesmo. O visual de fim de tarde ali é bem maneiro. [DIA 5: SÃO FÉLIX-PALMAS] ATRATIVOS: Fervedouro Alecrim e Cachoeira das Araras Último dia no Jalapão. Começamos pelo Fervedouro Alecrim, que é bem perto da cidade e corretamente indicado no googlemaps, e depois fomos pra Cachoeira das Araras. Na noite anterior, reservamos o almoço na Cachoeira, pois, como era dia de partir de volta pra Palmas, já sabíamos que estaríamos ali na hora do almoço. O contato do restaurante da cachoeira é (63) 9952-0011. Pra chegar na cachoeira, você deve pegar a TO-030 sentido Palmas. Mais ou menos uns 10 km depois de sair da cidade, haverá uma saída à esquerda. Só seguir nela até o ponto que o googlemaps indica pra cachoeira. O restaurante fica ao final desta estradinha, um pouco depois da cachoeira. A volta pra Palmas exige muita paciência. A estrada é de terra até Novo Acordo (ruim, mas incomparavelmente melhor que o trecho Ponte Alta-Mateiros). Depois de Novo Acordo, a estrada é de asfalto, mas não abuse! Apesar de parecer bom, há muitos buracos que aparecem do nada, então, se você estiver correndo, fatalmente vai cair em alguns deles e aí corre um sério risco de acidente ou de furar os pneus. Levamos cerca de 5 horas (o googlemaps dá a previsão errada neste trecho). No caminho da Cachoeira das Araras pra Novo Acordo, é possível avistar a Serra da Catedral. Ouvimos falar que havia uma trilha pra subir, mas não achamos que valeria a pena o esforço, depois de termos subido as Dunas e a Serra do Espírito Santo, além de não ser um horário muito favorável (de tarde, sol tinindo na testa). Então, só tiramos foto de dentro do carro mesmo. O visual é maneiro, foi um bom “até logo”. LINKS Por fim, alguns links de relatos que utilizamos. Aproveito pra deixar registrada a nossa gratidão, vocês foram fundamentais pra que a nossa viagem desse certo! https://www.mochileiros.com/topic/75794-jalap%C3%A3o-e-serras-gerais-%E2%80%93-2904-a-0605-%E2%80%93-duster-16-e-renegade-18/ https://www.mochileiros.com/topic/63932-de-bras%C3%ADlia-ao-jalap%C3%A3o-em-carro-pr%C3%B3prio-e-por-conta-pr%C3%B3pria/ https://www.mochileiros.com/topic/8967-de-s%C3%A3o-paulo-ao-jalap%C3%A3o-sem-guia-serra-das-confus%C3%B5es-e-serra-da-capivara-parte-1/ https://www.mochileiros.com/topic/49830-6-dias-no-jalap%C3%A3o-sem-guia-setembro2016/(foi por são félix) https://www.mochileiros.com/topic/46003-jalap%C3%A3o-em-5-6-dias-sem-guia-e-de-duster-check-list-de-dicas-uteis/(checklist e coordenadas) https://www.mochileiros.com/topic/52395-jalap%C3%A3o-sem-ag%C3%AAncia-8-dias-gastos-e-fotos/… https://www.mochileiros.com/topic/55758-jalap%C3%A3o-chapada-das-mesas-em-12-dias-com-fotos/ ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- CHAPADA DAS MESAS (por Daniel) A princípio, tínhamos reservados 12 dias para conhecer o Jalapão, mas assim que a viagem foi ganhando corpo e as pesquisas sobre os roteiros se intensificaram, percebemos que esse período de tempo era maior do que qualquer outro que vimos nos mochileiros ou ofertados pelas agências, este apenas como parâmetro. A partir disso começamos a pesquisar roteiros alternativos próximos e que se encaixassem nos dias disponíveis que sobrariam do Jalapão. Por sugestão de um amigo resolvemos encaixar a Chapada das Mesas. Aqui acredito que vá a dica mais valiosa, apesar de valer muito a pena, de possuir belezas naturais incríveis, a Chapada das Mesas é um roteiro complementar. Acredito que 3 dias são mais do que suficientes para conhecer as atrações mais interessantes. Bem, dispúnhamos de 5 dias para sair de Palmas conhecer a Chapada e retornar à capital tocantinense. Dividimos da seguinte forma, dia 1: Palmas X Carolina/MA + pôr do sol no portal da chapada; Dia 02: Encanto Azul, Poço Azul, Cachoeira Santa Bárbara; Dia 03: Cachoeira da Prata e Cachoeira São Romão; Dia 04: Complexo da Pedra Caída; Dia 05: Carolina/MA x Palmas/TO. Para se chegar a Carolina/MA partindo de Palmas o trajeto de menor percurso oferecido pelo google maps é tomando uma via à direita na cidade de Colinas do Tocantins. Contudo, descobrimos que, apesar de um pouco mais longo, o trajeto passando por Araguaína/TO encontra-se em melhor condição. Então, para não haver risco de erro, sugiro colocar no google maps, primeiro Araguaína/TO e depois Carolina/MA. A estrada encontra-se muito bem conservada. Até Araguaína há bastante trânsito, então bastante cuidado. Mas a viagem é gostosa. Fizemos o trajeto Palmas X Araguaína em 4h de viagem. De Araguaína para Carolina/MA são cerca de 110km em pista em bom estado de conservação. Para se chegar a Carolina/MA pega-se a balsa em Filadélfia/TO, o custo para uma camionete foi de R$ 21,50, por cada travessia. A balsa circula 24h por dia, e sai em intervalos pequenos, se não me engano de 20 em 20min. Fizemos uma excelente viagem, nosso piloto, filho do Michael Schumacher rsrsrs, fez a viagem render e chegamos antes das 16h na pousada em Carolina/MA. É neste município que se encontra a maior parte das atrações, bem como dispõe da maior rede de pousadas da região da chapada. [DIA 1: PALMAS/TO X CAROLINA/MA + PÔR DO SOL NO PORTAL DA CHAPADA] ATRATIVOS: Portal da Chapada (pôr-do-sol) Acesso muito simples, partindo de Carolina trafegar por cerca de 20km no sentido Estreito/MA em estrada pavimentada e em boas condições, logo em seguida à esquerda, e bem sinalizada, estará a entrada de uma pequena trilha, 600m, pela qual se chega ao ponto de onde se observa o pôr do sol e onde há a formação rochosa que lembra o mapa do estado do TO, apesar de estarmos no MA. Rsrsrs. Também lá de cima é possível ver o morro do chapéu, um dos cartões postais da chapada. Pagamos R$ 10,00 reais para poder fazer a trilha. [DIA 2: CAROLINA/MA] ATRATIVOS: Cachoeira da Prata e do São Romão. Não, você não leu errado, tampouco indiquei incorretamente acima no roteiro as atrações. Em um primeiro momento tínhamos feito a opção de fazer o encanto azul, poço azul/Cachoeira Santa Bárbara nesse dia. Porém, ao chegarmos a Carolina todas as pessoas com quem conversamos disseram que estas atrações seriam as de mais difícil acesso, e que seria indispensável a presença de guia. Mas, como já relatado antes, o espírito dessa viagem era a aventura e o desejo de fazer coisas que ordinariamente os turistas não fazem. E mesmo com a recomendação expressa do dono da pousada bem como de um dos hóspedes de que seria imprescindível um guia, fizemos pesquisas a 6 mãos e percebemos que para quem havia feito trilhas com a dificuldade das que encontramos no Jalapão esse roteiro seria “tranquilo”. Usamos o perfil premium do aplicativo wikiloc, meio pelo qual o app te dá a opção de seguir a trilha de alguém que já tenha feito o trajeto, e não teve erro! Chegamos à Cachoeira da Prata antes do horário previsto. Inclusive, cabe mencionar, no google maps há um roteiro para essa cachoeira. Como fomos no final do período chuvoso, a cachoeira estava bem cheia, e linda. Tiramos diversas fotos, mas em razão do grande volume de água não foi possível tomar banho no local. Importante dizer que no local há espaço para almoço e cobra-se R$ 20,00 apenas pela visitação à Cachoeira. Após partimos para a Cachoeira São Romão. Seguindo, ainda, pelo wikiloc. Novamente, tudo certo. Chegamos sem nenhum contratempo maior à Cachoeira. Apenas tivemos de passar por diversas porteiras/Tronqueiras/Colchetes, mas num veículo 4x4 não houve maiores problemas. A cachoeira São romão é muito bonita, quando em período de seca é possível ir atrás da coluna de água, entretanto, de novo, como fomos no fim do período chuvoso, a queda d´água estava muito forte e não foi possível acessar essa região. No entanto, um pouco mais abaixo há um remanso do rio, onde é possível banhar-se, independente de ter muito ou pouco volume de água. Almoçamos nesse local. Não tenho mais o telefone do proprietário, mas lembro que se chama Giovani, abaixo, quando for comentar sobre o local de hospedagem, informo o telefone do dono da pousada na qual nos hospedamos e que possui o contato do proprietário. Também paga-se R$20,00 para visitação à Cachoeira. O almoço para 3 pessoas saiu a R$ 60,00, pelo telefone ele te dá as opções, galinha caipira, carne de sol ou carne de porco. Pedimos Galinha caipira, que veio acompanhada de arroz, pirão, farofa e salada. [DIA 3: CAROLINA] ATRATIVOS: Encanto Azul, Poço Azul e Cachoeira Santa Bárbara. Os 3 atrativos situam-se no município de Riachão/MA, distante cerca de 140km de Carolina. Acordamos cedo e pegamos a estrada. A via é integralmente pavimentada até Riachão, de lá, seguindo mais 2km em direção a Balsas/MA entra-se à esquerda, no sentido Feira Nova do Maranhão, trafega-se mais 5km em via pavimentada até a entrada das atrações, após, entra-se à direita e são mais 17km até atingir a entrada do Poço Azul/Cachoeira Santa Bárbara. Mais 5km seguindo na estrada e atinge-se a entrada do Encanto Azul. Resolvemos começar o passeio por esta atração, e não nos arrependemos. Na minha opinião o lugar mais bonito do nosso roteiro, incluindo o Jalapão. É a natureza em seu estado mais belo de existência. A água absolutamente transparente que, pela incidência do sol e disposição das pedras no fundo assume um tom azul. Algo indescritível. Nenhuma máquina fotográfica é capaz de extrair 10% da beleza real do lugar. Minha sugestão, não deixe em hipótese alguma de ir, é lindo. Pagamos R$ 20,00 para conhecer o lugar, há ainda aluguel de coletes e snorkel ao custo de R$10,00 cada. No encanto azul ainda não oferecem almoço, porém, dentre em breve o farão, estão construindo uma estrutura que servirá de futuras instalações do restaurante do local. Após quase termos uma overdose de beleza natural, seguimos para o Poço Azul. No local há uma estrutura muito grande, particularmente até retira um pouco daquele ar de natureza do lugar. A entrada custa R$ 60,00, aceitam cartão, estudante e idoso pagam meia. Há um restaurante self-service muito bem estruturado e com bastante variedade. Porém, esqueça o tempero caseiro e o sabor de comida feita por mãe. Após o almoço fizemos uma sesta nas redes espalhadas pelo espaço. Feita a digestão seguimos para o poço azul por uma “trilha” suspensa. Como eu disse acima, o que torna a água “azul” é a incidência do sol e a posição das pedras no leito do lago, como fomos no período da tarde, o lago não estava azul, mas sim verde. Ainda assim muito bonito. Seguindo na “trilha” suspensa atinge-se a Cachoeira Santa Bárbara. Que tem uma queda d´água de quase 70m. A depender do horário, eles oferecem rapel na parede da cachoeira. Muito bonita. Além de contemplativa há um poço onde é possível tomar banho. [DIA 4: CAROLINA] ATRATIVOS: Cachoeira da Aldeia Leão, Cachoeira do Capelão e Cachoeira do Dodô. De novo, não houve equívoco na indicação das atrações. Inicialmente tínhamos destacado para esse dia o Complexo da Pedra Caída. Talvez o principal cartão-postal da chapada das mesas. Porém, o local assume contornos de um resort. Paga-se R$ 60,00 para acesso e mais um valor em dinheiro que varia de acordo com o conjunto de cachoeiras do complexo que se quer conhecer. Dentro desse complexo chega-se à cachoeira da pedra Caída, do santuário, do capelão, garrote, porteira… Como essa estrutura foge ao nosso propósito e, apesar de ter valido a pena, no dia anterior já termos ido ao poço azul/Cachoeira santa bárbara, resolvermos adotar um roteiro alternativo. Por orientação de um guia cultural de Carolina entramos em contato com a proprietária da cachoeira do Aldeia Leão, é fácil conseguir isso na cidade. Agendamos o almoço via whatsapp. Depois partimos para a cachoeira do capelão, que tanto pode ser acessada pelo roteiro alternativo que fizemos, quanto por dentro do complexo da pedra caída. E finalmente no caminho de volta para Carolina na Cachoeira do dodô. Apenas a título ilustrativo, caso seja seu interesse conhecer atrações com facilidade de acesso, a cachoeira do Itapecuru também é indicada, há estrutura de restaurante e banheiros. [DIA 5: TODO CARNAVAL TEM SEU FIM. CAROLINA/MA X PALMAS/TO] ONDE FICAR Diferente do Jalapão a Chapada das Mesas possui fácil acesso. A cidade base para a maioria dos passeios é Carolina/MA onde há diversas opções de hospedagem. Fechamos pelo booking mesmo. Ficamos na Pousadinha Filhos da água, (99) 9 9189-0265; (62) 9 8508-8274 ONDE COMER Carolina é uma cidade pequena, cerca de 20 mil habitantes, mas possui opções de restaurantes, espetinhos, pizzarias e lanchonetes. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- É isso aí! Essa foi a nossa forma de agradecer e retribuir a ajuda que este fórum deu pra nossa viagem se tornar realidade. Espero que este relato também ajude outros aventureiros a realizar este sonho! Pé na estrada!
  2. 2 pontos
    Utilizando o Rome2Rio ele informa que da Grécia para Veneza demora entre 35-40h (assumindo que vais sair de Atenas), gastando algo entre R$400 à R$600. De avião você demora 5h e pode gastar a partir de R$ 200 (dica: pesquise saindo dos 3 aeroportos: Thessaloniki, Athens e Heraklion). Fiz uma simulação de avião rápida para um dia qualquer em agosto e obtive os seguintes valores: Thessaloniki: R$ 518 Heraklion: R$ 849 Mas bem pesquisadinho, flexibilizando as datas, acredito que dê pra baixar.
  3. 2 pontos
    Olá @encontrando_ale! A lowcost Volotea tem vários voos de Veneza pra diversas cidades da Grécia. Eu mesmo irei no começo de julho para Zakynthos voando desde Veneza e voltarei para Veneza voando de Kefalonia. Inclusive consegui pagar apenas 15 euros no voo de volta (claro que sem incluir bagagem despachada!). Só tem que ver direitinho qual a cidade que você pretende ir para saber se há voos e também tomar cuidado com o planejamento já que não existem voos diários pela Volotea para todos esses destinos.
  4. 1 ponto
    Olá!!! alguem planejando ir pra Colômbia em agosto de 2019??
  5. 1 ponto
    ...ou as 5 coisas mais estúpidas que eu fiz em 5 dias na Nicaragua. porque dica do que fazer todo mundo dá. tudo é lindo nas fotos, nos textão. quero ver compartilhar as cagadas. só vou relembrar porque eu me prometo e tá escrito: NUNCA mais fazer umas cagadas dessas. (((até a proxima viagem))) 1. Naufragar de Kayak i love the smell of vai dar ruim in the morning. na minha última manhã em granada acordei cedo com siricutico e fui pro centro da cidade procurar um passeio pra ser o gran finale da estadia. já não bastava ter nadado em cratera de vulcão e cheirado enxofre do outro cuspindo lava, não. tinha que ter mais emoção, isso, tinha que ter mais aventura. tinha mesmo é que ter ficado quieta no meu canto mas... cheguei no centrinho e tava tudo fechado, a cidade só acorda 8h30. povo esperto esse povo da nicaragua, temos muito a aprender com eles. tudo aquilo que o sol toca, simba, é menos trouxa que você e só acorda as 8h30 da manhã bom, não vou esperar 1h sentada aqui no banco da praça né? volto pro hostel e arrumo as coisas, afinal, tenho que pegar um ônibus meio dia pra outra cidade. o universo sempre se comunica comigo. e eu devo falar aramaico. aproveitei o tempo ocioso pra conversar com a familia e tirar fotos da cidade vazia. tava tão vazia que rolou até um pau de selfie sem walk of shame. fechei um passeio de kayak pelas isletas e, como eu não sabia que ia andar de kayak quando acordei, tava com a minha sandalia que ocupa + espaço na mala, aquelas de gladiador romano. vocês acharem cafona é problema de vocês. na nicaragua faz sucesso. o motorista se ofereceu pra passar no meu hostel pra trocar. mas eu não queria fazer as outras 4 pessoas me esperarem. fora que minha malinha é organizada com o método tetris, se abrir tem que chamar esquadrão anti bomba pq pula roupa pelo quarto inteiro. então recusei. já que ia ficar dentro do kayak, não tinha pq me preocupar com sapato. (((nessa hora consigo mentalizar o universo, lá de longe, acenando negativamente em um facepalm))) o briefing antes de sairmos pro mar incluiu uma pergunta importantíssima de um alemão: "pq colete salva vidas? algum kayak já virou?" a resposta ficou marcada pra sempre em mim "apenas procedimento padrão de segurança pra não sermos multados. olha, posso te garantir, fizemos cerca de 600 tours e nunca aconteceu nada" tinhamos duas opções de kayak: duplo e individual. obviamente os 4 pegaram os duplos e eu sobrei ¯\_(ツ)_/¯ o kayak individual é bem mais punk que o duplo, ele é pesado e ruim de jogo, além de ser todo fechado. enquanto o duplo é aberto e de plastico (olha eu tentando dar desculpinha pra tentar justificar a cena rrrrrrridicula que vai se passar comigo alguns paragrafos abaixo) kayak nutella. duplo. molezinha. pra americano no spring break kayak raiz. individual. senhor com 35 anos de experiencia em alpinismo e sobrevivente de ataque de tubarão em moçambique além disso, começávamos o percurso na areia e pra chegar nas isletas, precisava passar a rebentação. isso ninguém te avisa antes de pegar seus dolares suadinhos. estava ventando. bastante. isso quer dizer que as ondas tavam boas. não pra nós,claramente. mas tinha gente surfando no lago. eu podia ter desistido nessa hora. mas não. a certeza que ia dar ruim eu já tinha, agora eu ia atrás da humilação REAL. e fui. o programa que acontece todos os dias nos mais de 600 tours é mais ou menos o seguinte: 9h - chegada na marina e briefing 9h15 - todo mundo com o kayak na areia rumo as isletas 9h50 - chegada as isletas 10h40 - visita ao forte 11h - retorno pra marina 11h30 - fim e agora uma imagem aérea de onde eu estava as 10:00 eu não conseguia, de jeito nenhum, quebrar as ondas e tava sendo jogada pras pedras. a cada estourada, entrava mais água no kayak (lembra que era fechadão? pois é). eu já tava com os braços e as pernas doloridas e o sol tava ardendo. tinha esquecido capa a prova dágua e meu celular tava em um ziplock de pão, agarrado no meu colete sendo submerso. olhei pro céu. alguém devia tá rindo de mim. lembrei dos mais de 3 mil kayaks que já tinham passado por ali e nunca tinham afundado, enquanto ia sentindo o meu ficando cada vez mais pesado, no nivel da água.tava a poucos minutos de virar estatística, podia sentir. eu ia mudar o curso da resposta pra pergunta do colete. parece triste, mas o pessoal do meu grupo que já tava no rio calmo, ria com respeito de mim e tentava gritar alguma coisa pra me ajudar. o guia, um nicaraguense de 19 anos, só falava frases de motivação tipo treinador de crossfit. as ondas vinham rasgando pra cima de mim. até que eu vi ela, e ela me viu. a onda veio e eu nem tentei lutar. o kayak virou, e eu, em câmera lenta com as duas perninhas arreganhadas pra cima, tentando segurar o celular com a boca tomei um caldo épico. se tivesse trilha sonora, seria a nona de beethoven (6:46 do video, mais precisamente), mas como não tinha, foi um grunhido sem graça e um "fuck i think i sank". o guia explodiu de rir. boiei até chegar o resgate. me trouxeram um novo kayak. um de criança. se fosse poesia terminaria com a foto do inicio do post como não é, termina com uma queimadura de sol de primeiro grau nas canelas com a silhueta da danada da sandalia de gladiador que eu não quis trocar amaldiçoados sejam os romanos. 2. Descer um vulcão a 75km/h... e quase morrer por isso Na lista das coisas que eu deixei nesse país, além de um pedaço do meu coração e da dignidade pós naufrágio de kayak, está um estão alguns tecos da minha perna e, surpreendentemente, nada além disso. A CNN colocou a descida do Cerro Negro na lista das 50 Coisas Mais Desafiadoras Que Você Pode Fazer Viajando. Está em segundo lugar, atrás apenas de pilotar um avião caça. Só pra entender, muito atrás, lá em oitavo lugar está pular de paraquedas no Everest.Achei bonito pra por no currículo. Fui. Depois de sobreviver a um rola que a minha cabeça quicou 7 vezes a 75km/h, olhando pro céu com medo de me mexer, ter fraturado alguma coisa (provavelmente tudo) e na tentativa de levantar, simplesmente me desmontar, decidi ficar afundadinha ali nas cinzas do vulcão por algum tempo agradecendo por estar viva. Será que eu tava viva mesmo??? Dos meus últimos momentos, lembrava de ter descido sem afobação, ganhando velocidade aos poucos até que sim, drummond, porra, tinha um caralho de uma pedra no meio do caminho. Que fez meu board voar. Interrompendo meu devaneio, surgiu uma cabeça entre o meu rosto e o sol: era o médico da cruz vermelha querendo falar comigo. Com aquela cara coberta de guerrilheiro, definitivamente não era São Pedro. Já que não tava no céu, resolvi levantar. O homem ficou assustado, como se tivesse vendo defunto ressuscitando. Queria saber se eu queria ajuda, falei que não uuuu ariana forte independente e logo me arrependi. Vi meu board a uns 5m ladeira acima e lembrei da regra suprema que o guia tinha frisado: "não importa o que aconteça, seu board é sua responsabilidade". No topo do vulcão é tranquilo andar, mas ali no meio a parada fica sinistra, a cada passo, a perna afunda até o joelho de pedra e cinza QUENTE. Num sol de 35º com um macacão de sarja de manga comprida do pescoço até o pé. tá feito o cozido de Mari al Bafo. no tutorial de make de hoje vamo ensinar a nunca arrastar a cara em cinza de vulcão Nessas horas lembrei da minha mãe falando pra eu não me meter em roubada que o seguro saúde não cobria. PQP mãe, eu sei que você avisou. Pra não dar o braço a torcer, apesar da vontade de ligar pra mamai e chorar, me prometi que só ia contar a história depois de ter ido embora de Leon. Quando cheguei no pé do vulcão tava geral incrédulo me cumprimentando, querendo saber se eu tava bem. Eu falava que sim, fingindo costume de aventureira, mas por dentro tava toda estrupiada. vocês tem apenas uma tentativa pra localizar o irlandês marrento Tinha um irlandês marrentinho que tava enchendo o saco desde o início do krl do tour que seria o mais rápido. O tempo dele tinha sido 72 km/h. Eu tava tão zureta que nem perguntei o meu. Na verdade, eu sentia que nem tinha ido tão rápido assim. Me falaram que fizeram um bolão porque acharam que eu tinha sido mais rápida. Hm, interessante... Perguntei. O cara com o velocímetro "You?" com o zoião e um sorrisão no rosto "Look - apontou pro tempo - 75, mas rapida" Senti aquele orgulho alheio. Só que era eu mesma. Krl como assim, tudo isso? E o pessoal que tava em volta ainda adicionou que os 75km foram graças a esse rola que me impediu de acelerar mais, porque ia passar de 80km/h tranquilo. imagina a merda que ia dar. #semfreio #quasesemfreio #cabeçaABS agora, papo sério: adrenalina é muito maneiro. me amarro, mas ser inconsequente não é legal. nós não somos intocáveis. não acontece só com os outros. E se serviu de alguma coisa essa história? Além de ter virado lenda na cidade por um dia e bio do tinder (é de cair o c da bunda o tanto de homem que prefere uma boa história no lugar de umas boas fotos) eu que antes não tinha medo de nada, comecei a ser mais consciente dos piriiigos que a gente se mete sem pensar duas vezes, o "só se vive uma vez". Agora até pra pular trampolim fico calculando onde que minha cabeça pode bater e dar ruim. Traumatico, não recomendo. cheia de bolha do remo do dia anterior, imagina como não ficou inflamadinho cheio de cinzas 😇 Apesar de tudo, a frase que encerra o artigo da CNN sobre o Cerro Negro consegue me levar de volta praquela boleia do caminhão na estrada rumo a Leon, a 5 mil km de casa, na selva, bebendo cerveja, cantando a todo pulmão as musicas do rádio com 30 estranhos que já tinham virado meus melhores amigos. sangrando, toda suja de terra e cinzas, eu só tinha a agradecer. "On the ride back to Leon I give silent thanks to the inspired people of the world: the ones whose minds run off on all manner of daring tangents, like the flanks of Cerro Negro. The ones who admire not just the aesthetics of the wilds, but the possibilities too. And most of all the ones who stare up at active volcanoes and think: "I wonder if I could ride my fridge down that?" e dá pra reclamar? 3. Fazer happy hour de rum... ...e conhecer a famigerada invalidez. na sexta, cheguei no hostel depois do vulcão e fui pesquisar sintomas de traumatismo craniano. Tinha que ir pra outra cidade no dia seguinte - san juan del sur - mais ""rústica"" fodida ainda, mas enjoada e com dor de cabeça, boa coisa essa viagem não ia dar. achei um artigo médico que descrevia o seguinte: Se a resposta for "sim" para alguma dessa questões, é necessário levar a vítima da batida ao pronto-atendimento. a minha era positiva pras perguntas 2 e 3. a 4 já veio de nascença. o pessoal tava preocupado, mas a real é que eu tinha duas opções: - passar a noite num hospital duvidoso na nicaragua e muito provavelmente voltar pra casa com diagnostico de virose. - aproveitar o happy hour e encher a a cara de cachaça pra esquecer a dor de cabeça. quantas doses de rum o corpo humano consegue aguentar? multiplica por 2. resumindo, ia rolar uma festa na praia las peñitas que foi cancelada, o gerente ficou maluco e resolveu compensar em león mesmo. 2 copos de rum com coca pelo preço de um. as vezes três copos, dependendo do humor do bar. (recomendações: fique o mais longe possivel de drinks que contenham as letras R U M, especialmente se do lado você encontrar essa formula matemática 2 X 1) como você tem que pegar todos os copos de uma vez, pra socializar pra não esquentar, muita gente te oferece o segundo. acabei ganhando alguns da carmelita*, minha amiga de quarto, outros muitos dos irlandeses malucos, algum por sobreviver ao capote, outro on the bar........... qualquer motivo era motivo. mas, se ainda faltava alguma desculpa: TOMA. lá pra algumas muitas da noite começou a final de rugby entre lions (da irlanda) e all blacks. É A FINAL DA COPA DO MUNDO ENTRE BRASIL E ARGENTINA. o hostel foi abaixo. eram cerca de 40 irlandeses. muitos litros de cerveja e rum foram misturados nesse intervalo de tempo e você não precisa ser professor de química pra saber que essa mistura heterogênea é mais danosa pro fígado e pra cabeça que ingerir ácido. não sei quem ganhou, mas lembro que nas comemorações, tinha uma menina pelada dançando em cima do balcão do bar. nada mais fazia sentido. resolvi deitar pra dormir. tava muito difícil sair da cadeira do balcão. era daquelas altas, sabe? nesse momento da noite, olhando pra baixo, parecia que eu tava a uns 2 metros do chão. blackout. evidências da noite anterior no rolo da câmera acordei 2 da tarde no dia seguinte, hora que o pessoal que foi descer o cerro negro no sábado tava voltando e fazendo festa. mal imaginam o que vai acontecer daqui umas horas. brace yourselves kids. tradição depois do vulcão é tomar um shot de pimenta. acordei no sábado com uma situação parecida com essa. pelo menos eu tava sem dor de cabeça, o que não fazia sentido nenhum. olhei pro lado e vi a carmelita na outra cama em estado de putrefação também. depois que eu fui dormir, ela emendou uma balada. evidências da noite anterior no instagram lembrando dos arrependimentos acontecimentos da noite com a carmelita, ela me fez reviver meus últimos momentos acordada da madrugada de sexta pra sábado.começava comigo tentando sair da cadeira. na primeira tentativa de levantar, o juan* um anjo que deus o abençoe e o tenha por me aguentar perguntou se eu precisava de ajuda. respondi queclaramente pfvr mim ajude não, conseguia me virar sozinha. na segunda, o gerente do hostel, o pablo*, pediu pro juan me acompanhar, porque eu já não sabia o que tava falando. pablo já tinha tomado pelo menos uns 20 copos de rum e tava se achando com moral. pablito ensinando irlandês beber na terceira eu decidi que ia, era meu momento, ia provar que tava certa caminhando sobriamente pra ir pro quarto. já tinha até ensaiado a cara de turn down for what. apoiei as duas palmas da mão nos cantos redondos do banco e fiz pressão pra dar equilíbrio pra tomar o impulso e sair. a pressão foi tanta que acabei fazendo peso na parte da frente do banco. se eu tivesse numa sala de primeira série, tinham gritado madeeeeeira. caí que nem bosta, de cara no chão. segurando os lados do banquinho com força. apaguei. a pancada deve ter sido exatamente do lado contrário da batida do vulcão pra equilibrar os chakras da cabeça. por isso que eu tava sem dor. pablo, juan e carmelita me ajudaram a ir pro quarto. ainda bem que eu não vou ver ninguém nunca mais. volta pra 2 da tarde de sábado porque eu e carmelita estamos famintas e precisamos procurar comida. primeira pessoa que encontro saindo do quarto, sentado lendo: juaniiito. "e aí bela adormecida, pensei que ia pra san juan hoje" EU TINHA ESQUECIDO DO KRL DA VIAGEM trajeto que eu tinha que fazer perguntei se eu ainda conseguia pegar um chicken bus a tempo. "esquece, 6h de até lá e vai ter que fazer baldeação sozinha a noite" bugou tudo. não sei direito o que aconteceu mas começamos a caminhar sem rumo pra achar comida e, por inércia, entramos na principal atração turística da cidade: A Catedral de Leon. eu tava sem celular. saí só com a roupa do corpo. tava num estado parecia que tinha tomado chá de fita cassete. triste, vendo scar matar mufasa num looping eterno. escorando em qualquer canto e pensando q q to fazendo com a minha vida na volta, experimentei a sensação de falência múltipla em vida: corpo, mente e bolso em estado irrecuperável. deitei no sofá e encarei o teto por tanto tempo, mas não vi passar. sabe quando a gente se irrita porque quer descansar e a cabeça não para de pensar? nesse momento eu não. eu só existia. eu o teto e mais nada. agora sei como vivem as amebas. a diferença é dentro do protoplasma delas você consegue encontrar o núcleo, dentro de mim, o cérebro tava boiando no rum. morri mas passo bem mal a pessoa que tá de ressaca, descalça, sem pentear o cabelo há 10 dias não quer guerra com ninguém * o nomes na história foram trocados pra preservar a integridade e dignidade de todos os envolvidos kkk menos a minha 4. Chegar em San Juan no domingo direto pro Sunday Funday... ...e quase perder a festa. por causa da lástima do item anterior, resolvi que ia pra san juan no domingo no shuttle do hostel - pra não ter nenhum problema com chicken bus e chegar a tempo. chicken bus são esses ônibus iradíssimos com tecnologia de primeira classe que garante que cinco corpos ocupem o mesmo lugar. sempre custam alguns centavos de dolar, e pelo que oferecem, posso te garantir que ainda tá caro minha ideia inicial era ficar no pachamama em san juan, onde começa o sunday funday ou no naked tiger, onde termina, mas obviamente eles tavam esgotados. os amigo do bigfoot, hostel que eu tava em leon, ficaram tudo compadecido com a minha situação e ligaram pro casa de olas, que é do lado do naked tiger, onde eles tinham ficado por duas semanas e acharam 10 x melhor. pelo menos lugar pra dormir e como chegar eu tinha agora. atualização: é mesmo 10 x melhor. tinha só um porém: o shuttle estava programado pra chegar as 3:30 em sjds.exatamente o mesmo horário que sai o ultimo carro pro sunday funday. já que o shuttle deixa na porta do hostel, é fazível né? antes de entrar no shuttle, o motorista pergunta a cidade e o hostel de destino de cada um. finalmente podia descansar antes do furacão em san juan. a viagem foi tranquila, fui vegetando. ressaca de 2 dias, já teve? já ouviu falar? paramos em todos esses lugares que fala aí no mapa de cima e eu não lembro de nada. só lembro do motorista encostando no meio da estrada e "NAKED TIGER, CASA DE OLAS" olhei pros lados, só mato. o motorista deve ter se confundido. continuei deitada fingindo que não era comigo. ele abriu a porta da van. "você! chegou! tem mala?" antes de achar que é tranquilo, lembre-se jove, olhe o tamaninho do ponto brancoque podia ser meu carro, pra comparação. depois entenda que o google maps da nicaragua tá em 2d ainda, essa estradinha que liga onde eu tava e o lugar que eu tinha que tá sobe uns 458 mil metros acima do mar. é um morrão, que no estado que eu tava, parecia o kilimanjaro pois é... tá vendo aquele asterisco ali embaixo de san juan del sur no roteiro do shuttle?"AT ANY HOSTEL*" eu era o asterisco. o motorista me explicou que como esses dois hostels estão fora de san juan e em cima de uma montanha com uma estradinha de terra, a van não passava. aquele era o lugar mais perto que ele conseguiria me deixar. já que não tinha alternativa, catei minha mochila e comecei a peregrinação morro acima. no pasa nada. literalmente nada passa nessa estrada. Deus me proteja. dava pra ouvir os grilinhos na mata. espero eu que sejam os grilos. depois de uns 10 min começo a ouvir um barulho de carro vindo. gelo. o barulho vai se aproximando e ficando muito mais alto. o carro para do meu lado. uma caminhonete com dois caras no banco da frente me oferece carona. já vi filmes de terror o suficiente pra saber onde isso ia acabar. recuso, fico em pânico e eles arrancam. um alívio. continuo subindo. nem sei quanto tempo se passa, e em alguns momentos da subida eu começo a duvidar que to no caminho certo. quando eu chego no meu limite do cansaço com a mochila nas costas, vejo o naked tiger. ALELUIA. procurando imagens da estradinha de terra pra escrever esse monte de bobagem, achei essa recomendação no site oficial do naked tiger. DO NOT WALK UP THE ROAD. kkkkk -rindo de nervoso cheguei finalmente no casa. estava estranhamente silencioso e só tinham três pessoas em volta da piscina. três hippies chapados. com cara de quem vai te dar um golpinho. a menina levanta e pergunta se eu quero fazer check in. ela explica que é voluntária no hostel. acho suspeito. falo que sim e que to atrasada pro sunday funday. ela muda de expressão na hora e começa a dizer pra eu deixar meu passaporte, meus cartões e minha mochila com ela e CORRER pro naked tiger porque eu não tenho mais tempo. eu entro num estado de pânico e não sei se devo confiar todas as minhas coisas nessa mina chapada. começo a tatear meus cartões e coloco na minha doleira pra levar comigo. ela se irrita a cada coisa que eu tento pegar e fica repetindo pra eu deixar com ela que ela vai cuidar. "YOU WONT NEED IT, GO". a tentação de não ir pro sunday funday e ficar no casa é grande apesar das suspeitas, deixei meu passaporte válido com ela, mas levei meu antigo comigo e todo meu dinheiro. fui pro naked tiger pagar o ticket. um dos donos do sunday funday tava lá, já travado. e aposto bastante que não tinha nem bebido ainda. ele falou que eu tinha muita sorte porque todos os carros já tinham saído, mas um voltou pra buscar uns israelenses e tava só me esperando agora. saí da recepção e vi a caminhonete que tinha passado por mim na estrada, com os dois caras no banco da frete. e os israelenses na caçamba. andei meia hora com peso nas costas a toa. agora eu precisava dos caras que poucos minutos antes me apavoraram sem intenção na estrada. eles só queriam ajudar. olhei pro céu. ri de nervoso. eles acabaram de salvar meu dia. irônica a vida. 5. Ficar sem dinheiro... ...e quase não conseguir voltar pra casa. precisei de um dia inteiro pra me recuperar do sunday funday. piscina do casa: dependendo do ângulo parece que você tá num barco em alto mar. não é exatamente o que o homem de ressaca procura, então fiquei nesse ângulo seguro aqui até que no casa, não é muito difícil a missão de caminhar de volta pro seu estado humano. o dono do lugar, um australiano que vive na nicaragua há uns 7 anos, parece o pai de todos. fred acorda cedo tomando umas pra ficar rindo da cara dos marmanjo jogado pelos cantos. conversa com todo mundo. todo mundo quer falar com ele. o cara tem muita história. e de quebra coleciona histórias de outros que passaram por lá. alguns highlander acordam 7 da manhã pra beber na piscina. na verdade, não sei nem se dormem. fui conferir minhas finanças na doleira. um susto. só sobraram 20 dolares e o hostel não aceita cartão. preciso ir pra cidade sacar dinheiro e comer. casa de olas, segunda, 7am. esse sujeito na piscina é um dos que passaram super bonder na mão e grudaram na latinha de cerveja. enquanto to me arrumando, alguém gira a roleta e ganha um drink. o fred avisa que vai fazer almoço pra todo mundo por conta da casa. SERIA UM SONHO??????? o café da manhã eu já tinha garantido, agora o almoço. Deus realmente abençoa os mochileiros depois de me entupir de comida, lá pras 3 da tarde desci pra cidade. parecia outra. o furacão insano de lotado do dia anterior, agora era uma silenciosa vila de pescador. ainda tem um ou outro gringo bêbado nas sarjetas. fico pensando no mal que o sunday funday causa pra quem mora lá. todo domingo a mesma história. vejo as lojinhas na rua e penso que talvez, no fim, seja bom. talvez eu esteja me enganando pra justificar. tem 3 caixas eletrônicos na cidade. vou que nem barata tonta de um pro outro. tão sem dinheiro. chamo um policial que tá sentado numa cadeira de plástico cochilando perto do banco. ele explica que é normal, as pessoas sacam muito dinheiro no domingo e geralmente segunda as máquinas ficam sem. memes brasileiro: maior produto de exportação. enzo já chegou na nicaragua me fodi. meu voo pro brasil é as 14h do dia seguinte saindo de managua e não apresento nenhuma condição de pegar chicken bus pra lá. alguns lugares oferecem shuttle por $25 pro aeroporto mas nenhum aceita cartão. fico desnorteada entrando de vendinha em vendinha perguntando, até que eu acho um surfshop de um francês, que cobra 10% pra passar cartão. a shuttle sai as 9:30 de san juan e a previsão de chegada é 13:00 no aeroporto internacional de managua. com a graça de Deus espero que dê tempo. não tenho outra opção. surfshop do francês amor que aceita cartão volto pro casa cabisbaixa e conto pro fred sobre os caixas eletrônicos. faltam $10 em dinheiro pra eu conseguir pagar minhas diárias. digo que posso transferir na hora via paypal, com juros. história do casa: and a lot of times a lot of guidance 😂 ele não quer. diz que eu sou a primeira brasileira que passa no casa e que eu era uma "menina boa" - vulgo não corri pelada em volta da piscina no dia anterior com as australianas - e me pede um favor em troca dos 10 dólares: que eu volte pra lá outra vez e traga mais amigos do brasil pra "pagar minha dívida". quando eu cheguei não entendi o social media free zone depois das 5:30. depois que vi o bicho pegando quando o sol baixa, fiz um ATA quase choro. agora que já passei por tanto nervoso pra conseguir o bendito do shuttle,não quero mais ir embora. outra regra que esqueceram de escrever nesse quadro é não se apegar. tem gente que vai passar 2 dias no casa, como eu, e fica dois meses. mas a maior regra de todas: não depender do krl do capitalismo eletrônico nas segundas. marx tava certo: ele vai te decepcionar. ---- é isso pessoal. se você tiver um pouquinho de noção que seja, não faça essas coisas todas aí quando chegar na nicaragua. se fizer, escreve uns post bem grandão pra gente dar risada de você... ...antes de ir pra lá e querer repetir mais uma vez as mesmas cagadas.
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    Venho visitando o Cânion Espraiado na cidade de Urubici em Santa Catarina há alguns meses e a cada expedição tenho uma conexão mais forte com o lugar. Em nossa última visita, fizemos diversas aventuras, desfrutando de momentos épicos em um dos lugares mais incríveis que eu já vi na vida! E para finalizar o final de semana resolvemos aproveitar a vista de um ângulo diferente, instalamos uma rede no meio das montanhas! Tivemos a oportunidade de estar onde ninguém nunca esteve antes, sentado na rede, sentindo o lugar e a energia. Centenasde metros do solo, “flutuando” em meio a imensidão do cânion, se pode ouvir os pássaros, o riacho passando lá em baixo, o vento. Utilizamos os recursos e conhecimentos da nossa prática de highline (que é o slackline nas alturas) para montar a rede. Essa experiência é recomendado para pessoas com conhecimento sobre as técnicas do highline, lembrando que estamos presos e com segurança a todo momento. Todos do grupo quiseram desfrutar um pouco dessa experiência. O Canion é uma propriedade privada onde você só tem acesso mediante a 3 horas de trilha ou com um veículo 4x4. Deixo o convite se quiser conversar e conhecer mais sobre as nossas expedições e aventuras meu Instagram é @angelomaragno
  7. 1 ponto
    Olás! Segue abaixo um breve relato sobre a subida do Pico Agudo, norte do Paraná, no Vale do Rio Tibagi. Já tem algumas informações aqui no site sobre este destino, mas são mais antigas, e este é um ótimo lugar pra quem quer começar a se aventurar em trilhas e montanhas. Fomos pra lá dia 23 de dezembro de 2018. DADOS SOBRE O LOCAL O Pico Agudo é a segunda elevação mais alta do norte do Paraná, perdendo de Pedra Branca, na Serra do Cadeado. Tem cerca de 1100 metros de altura. Seu acesso é pela cidade de Sapopema, Fazenda Zamarian, e por enquanto o funcionamento é das 7h às 19h aos sábados, domingos e feriados. Contato com a administração: 43 98462-5977 O Pico Agudo fica em uma propriedade particular (RPPN: reserva particular do patrimônio natural) e como o passar do tempo tem trazido cada vez mais gente ao local, o impacto ambiental já é visível. As trilhas estão alargadas, tem lixo espalhado e babaca escrevendo nome em pedra e árvore. Por estas razões ouvi dizer que acampar no local não será mais possível a partir de 2019, terá cobrança de entrada e estão construindo um pequeno centro de visitantes na entrada da Fazenda, pois hoje não há nenhuma estrutura. QUEM FOI O Antônio, amigo e guia de alta montanha, seu irmão e amigo (de 18 anos cada, sem experiência em trilhas), eu (enferrujada), marido (acostumado a correr), meu filho de 10 anos (iniciado em trilhas na mata) e nosso primo, de tb 10 anos, que nunca tinha feito trilha. A ESTRADA Quando se deixa a estrada de asfalto tem uns 20km de estrada de chão até chegar na entrada da Fazenda. Fomos de carro sedan (o Antonio de Jipe), mas apesar da estrada estar boa, em época de chuva não se recomenda nem a montanha* nem a estrada. Nessa estrada tem duas pequenas vilas, aproveite pra ir ao banheiro em alguma lanchonete do caminho, pois como já relatado, na Fazenda não tem banheiro (ainda). Tem kilos de dicas sobre o caminho exato na internet! *Geologicamente não é montanha, mas vamos chamar assim pra ficar mais fácil! Pois bem, como moramos relativamente perto do local (140km), saímos de Londrina às 5h30 e chegamos ao local cerca de 7h30. Paramos pra ir ao banheiro e comer lanches que tínhamos trazido de casa. Tb trouxemos água e suco. É muito importante começar a subir a montanha com pelo menos 1,5L de água por pessoa pq faz MUITO calor, a subida é íngreme e nem sempre uma bica que tem na trilha tem água, e as vezes está barrenta. A TRILHA A subida começa por mata aberta, depois fecha e no fim abre novamente. A subida de fato é de uns 350m (altura) por uns 2km. Tem um caminho que vai direto ao cume, mas é só pros montanistas mais experientes, pois é difícil. Os demais seguem pela trilha que contorna a subida. Mesmo assim há trechos bastante íngremes e 3 locais que a subida tem auxílio de cordas. Eu tinha bastante prática em trilha na mata quando era mais nova, mas faz algum tempo que estou enferrujada e fora de forma. E a inclinação do terreno ajuda a cansar, e muito. Pelo fato de ter conseguido subir mesmo estando fora de forma e com tênis de corrida (nem um pouco indicado), digo que a trilha é fácil, acessível, e dependendo do ritmo de quem sobe o tempo de caminhada pode variar de 30 minutos à 1h30. Mas não é um passeio no shopping! Na volta tinha uma senhora de mais idade e acima do peso esperando uma maca buscá-la no meio do morro pq tinha torcido o pé. Um tênis de trilha e fôlego suficiente são fundamentais! As crianças e o Antônio, que trabalha guiando em alta montanha, subiram sem nenhum esforço. O resto cansou bastante, hahaha! PRECISA IR COM GUIA? Não. A maioria vai por conta, o Antônio tava com a gente na amizade! Mas tem que prestar atenção na descida pq tem algumas “pseudo-entradas” na trilha que não dão em lugar nenhum, e é MUITO comum gente se perder por lá. Inclusive tem um local pra pouso de helicóptero no cume para possíveis resgates. Então mais uma vez: não é difícil mas não é super fácil tb! Estar com o Antônio foi ótimo, pq ele obviamente tem muito conhecimento do local, da melhor forma de subir pelas cordas, da trilha e tudo o mais. Como ele trabalha com isso super indico o site dele pra quem quiser se aventurar pelas montanhas da Argentina, Brasil e Bolívia principalmente: http://www.gaiamontanhismo.com.br/ E A VISTA? As fotos falam por si! Chegando na Fazenda Zamarian, café da manhã com vista! Começo da trilha, os bastões ajudam bem na descida! Os bastões ajudam na descida! Começo da trilha aberta... Depois mata adentro! Trilha na mata! O caminho vai subindo e a vista vai ficando linda! Paradinha pra descanso! Começa o trecho com cordas... São 3 trechos com cordas na parte final... E subindo... Mais e mais cordas... E a recompensa! Antonio solitário! Gui estilo Karate Kid! Escrevendo o nome do livro da montanha que é pra continuar sempre subindo! Os meninos e contemplação. Descanso com vista, ventava bastante. Tudo meu! Tibagi ao fundo, vista linda! A família! Descemos o Pico cerca de 15hs pq o tempo começou a fechar e é bem perigoso pegar chuva na montanha. Trocamos de roupa pq as nossas estavam molhadas e seguimos viagem de volta, chegando em Londrina 17h30. Na própria estrada que dá acesso à Fazenda do Pico Agudo tem acesso a várias cachoeiras (pelo menos duas) e a região de Sapopema tá recheada delas... Lageado Liso ou Salto das Orquídeas é das mais famosas. Então fica a dica de uma aventurina de fim de semana pra quem estiver por perto. Nós não fomos em cachoeiras pq tínhamos compromissos a noite e precisávamos estar vivos! Eles sobem correndo mas depois desmontam, hahahaha! Que o ano novo (2019) daqui uns dias nos traga desertos, cachoeiras, trilhas e montanhas! Abraços!
  8. 1 ponto
    Blz vou te chamar Allison!
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    Boa noite Allison, blz? Estou aberto a datas, só escolher o dia que seja bom pra todos. O que acha de ir no sabado 01/06 e voltar domingo 02/06 ??? Abss
  10. 1 ponto
    Opa.... muito cansativa a trilha mas dá sim pra fazer o bate e volta! abração!!
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    Quarta, 10 de abril de 2019 – Chichen Itza/Bacalar Levantei 7 horas, fiz checkout, deixei a mochila na recepção e 7:30 já estava com a Åsa esperando o hostel liberar o café. Saímos às 8h e fomos pro ponto de onde saem as vans pra Chichen Itza, de uma garagem ao lado do terminal da ADO em Valladolid. Elas esperam encher pra sair mas encheu rápido. Cobram 35 pesos e levam 35 minutos até lá. Chegamos lá umas 9 horas, dentro do recomendado que é antes das 11 da manhã mas já tinha bastante gente na fila da entrada. Ficamos uns 10 minutos esperando pra comprar o ingresso. Essa é a entrada mais cara do México pois são os mesmos 75 pesos do governo federal mais 406 pro governo de Yucatan, totalizando 481 pesos!!!! Tudo isso porque é uma das 7 novas maravilhas do mundo…🙄 Apesar da fila pra entrar, lá dentro estava tranquilo. O sítio é pequeno, não pode subir na piramide, é mais turistão. Eu achei Palenque mais original, Teotihuacán mais impressionante, Chichen Itzá eu achei muito turístico, meio “fabricado”. O templo é muito bonito, os detalhes desenhados são muito bonitos mas pra uma “maravilha do mundo” eu fiquei meio decepcionado. É inevitável comparar com Machu Picchu ou com o Cristo Redentor e lá eu não senti nada especial. É um sítio arqueológico bonito mas eu só conseguia pensar o que justificava o título de “maravilha”… Enfim, discussões filosóficas a parte, aproveitei os angulos com pouca gente pra tirar muitas fotos, andamos pra lá e pra cá e entre essas andanças e fotos acabei me perdendo da Åsa 🙁 Circulei entre os grupos de turistas ouvindo algumas explicações de seus guias, encontrei um grupo de portugueses com um guia falando em português de Portugal e fiquei um tempinho ali disfarçando e ouvindo, pois apesar do sotaque já fazia mais de uma semana que não ouvia uma palavrinha naquela pitoresca língua Deixei os portugueses e fui pra perto de outro grupo em espanhol onde estavam explicando sobre o jogo de pelota. E assim, sugando um pouco dos guias alheios, você acaba pegando bem a história dali👍 Fiquei 2 horas lá dentro, não porque tinha muita coisa pra ver mas porque queria sentir o local mesmo. Enfim, mais uma maravilha do mundo pra conta!!! Peguei uma van de volta ao meio-dia e fui na rodoviária ver a passagem pra Bacalar. Comprei no mesmo ônibus que o Andres ia por 215 pesos às 14:30. Passei na praça em um restaurante pra provar a sopa Tlalpeña, tradicional de Yucatan com frango e legumes e fui pro hostel. Encontrei o Andres, reservamos um hostel em Bacalar e fomos pro terminal. O ônibus era da empresa Mayab, do mesmo grupo da ADO mas um ônibus inferior, sem banheiro e sem tomadas. Ele vinha de Mérida e ia pra Chetumal e ia parando nas cidadezinhas pelo caminho. São 4 horas de viagem até Bacalar e eu gostei de ir vendo os vilarejos do interior por onde passamos, com suas casas cobertas com um telhado de choupana. Fui refletindo sobre como seria a vida naqueles rincões...Chegamos em Bacalar ao fim da tarde e fomos andando mesmo até o hostel, que não é lá muito perto mas nada que uns 25 minutos de caminhada não resolvam 😅 Ficamos no Green Monkey que é bem localizado, perto da praça central e com acesso direto à lagoa. Não era barato, era o hostel mais caro da viagem, diária de 440 pesos, mas que valia a pena por ser pé na lagoa. Só por isso mesmo já que o café da manhã era fraco e o wifi falhava muito. Em geral os hostels em Bacalar são caros. Tinha espaço para barracas no gramado do hostel pra quem quisesse acampar e deve ser mais barato. O Andres ia procurar um restaurante com música ao vivo pois ele queria dançar salsa. Eu preferi conhecer a praça. Mais uma praça muito tranquila, outra cidade muito sossegada. Bacalar é a perfeita definição de sossego e a lagoa é a perfeita definição de Caribe! E apesar de todo esse sossego você ainda vê um policial em cada esquina. Literalmente. Super policiada, não passa uma esquina que não tenha um tira 😆 Uma cidade pequena, não deve ter mais de 20 mil habitantes, cheia de gringos mas que podemos dizer que ainda não foi descoberta pelo turismo...Passei numa sorveteria e pedi o sorvete de passas ao rum com mais rum que já provei na vida 😋 tanto que o nome dele era rum com passas na verdade 😃 fiquei por ali mesmo curtindo aquela praça, crianças correndo, gringos passando, barzinhos lotados…já curtia Bacalar de cara!! Quinta, 11 de abril de 2019 – Bacalar Dia de relaxar em Bacalar, um lugar ainda desconhecido pra muita gente, que fica quase na fronteira do México com Belize e é famosa por sua maravilhosa Laguna de 7 Colores. Não estava no meu roteiro original e só descobri sua existência pouco menos de 1 mês antes de viajar mas já foi o suficiente pra eu ter certeza que precisava ir lá. Hoje posso dizer, com certeza, não é possível deixar Bacalar de fora do roteiro, aquela lagoa é linda demais e se você pensar na quantidade de sargaço que vai encontrar nas outras praias de Quintana Roo e que aquela lagoa é linda, limpa e de água doce, vai ver que será um péssimo negócio não ir em Bacalar. Da porta do quarto no hostel já tenho essa vista… Conversando com um casalzinho argentino (sim, argentinos...vão aparecer muitos nessa parte do relato 😆) na mesa do café da manhã, descobri que dava pra ir de ônibus de Palenque pra Bacalar e que eu dei uma volta e tanto indo pra Valladolid primeiro...enfim, planejem bem sua rota com essa informação 😉 Depois do café fui no pier do hostel. A maioria dos acessos à lagoa são privados, de hostels, pousadas ou restaurantes. Tem alguns acessos públicos mas eu acho que vale a pena escolher um hostel que te dê acesso direto à lagoa. O do hostel tinha até balanço. Passaria de boa o dia ali relaxando mas pra ver melhor toda a beleza da lagoa o bacana é fazer a navegação. Os passeios são entre 250 e 300 pesos pelo que pesquisei mas os 2 que vi eram 300 pesos. Sim, só vi dois…andei por toda a extensão da avenida da orla e só vi 2 lugares oferecendo passeio e tinha que esperar pra juntar gente. A cidade tava muito calma, não tinham turistas circulando e esperei uma meia hora até completar a turma pra saída do barco. Dura 2 horas e meia, para em 3 lugares pra descer e nadar e atravessando a lagoa você vai vendo a divisão de cores e os mais variados tons de azul. SIMPLESMENTE LINDO. Terminado o passeio voltei pro hostel e fiquei lá curtindo o sol à beira da lagoa. Ehhhhhh vidaaaa... Depois que o sol se foi, tomei um banho e fui curtir o zócalo. Aquele vai e vem de pessoas nos restaurantes, comi um burrito gigante numa lanchonete, marquesita dos ambulantes, outro sorvete de rum com passas...Que lugar gostoso aquele zócalo de Bacalar!!!! Voltei no hostel e o Andres tinha comprado suco de tomate pra misturar com cerveja 😲 disse que era assim que se tomava michelada na Guatemala… até que não é tão ruim como pensei que fosse 😀gostei...cerveja com suco de tomate, onde eu pensava que ia beber isso 🤪 no México ora, vamos abrir a mente neé Depois me chamou pra ir no bar que ele tinha ido na noite passada que ia ter salsa lá de novo e era bom. Então fomos. Chama La Catrina e acho que era a única balada da cidade. Ficamos até 1 da manhã. Voltamos pela rua escura com um monte de poste queimado mas com um policial em cada esquina tava tudo tranquilo 😎
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    Lhe enviei um MP com uma sugestão simples @Silnei .
  13. 1 ponto
    Muito informativo, com muitos detalhes logísticos. Fiz o Jalapão de carro em agosto de 2018 e recomendo muito. Já as pousadas nós pagamos muito menos, inclusive em Ponte Alta do Tocantins ficamos na Pousada Águas do Jalapão na qual pagamos R$ 180 as demais foram em torno de R$ 150, negociados na hora, coisa que não costumo fazer, mas isso foi coisa do outro casal que foi conosco. Um dos melhores relatos sobre este destino. Quando der coloque fotos.
  14. 1 ponto
    @Silnei entendi. ...kkkkk o vaqueiro
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    @Juliana Champi Então vocês também são do time dos Trilheiros? Lindas fotos heim, que lugar lindo. O Paraná é um estado que gostaria de fazer mais trilhas, ,fiz poucas. Se tiver mais algumas aí, para compensar a viagem Abs
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    @Silnei Concordo contigo, mas para um custo de 50k, sinceramente inviabiliza mesmo, só se..
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    @luizh91 Desde já agradeço a atenção. E aproveitando a sua disponibilidade, vou tirar umas duvidas contigo. Estarei indo em julho e farei o contrario que você fez. Primeiramente vou para o Atacama (de 11/07 a 15/07) e depois Santiago (15/07 a 17/07). Estou em duvida sobre o cambio. Onde trocar? Há agencias de câmbios que funcionam a noite? Outra coisa, ja venho pegando orçamentos de passeios com algumas agencia, tanto para o Atacama e para Santiago, porem estou em duvida se fecho antes ou só quando chegar no local?
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    @Silnei Já estamos aqui a mais de 13 anos, não gostava de participar de fórum e assemelhados em função das constantes disputadas em muitos deles. Nesse período que estamos aqui sempre fomos muito bem tratados pelos participantes e pelos administradores. Digno de menção! Encontramos neste ambiente um clima de ajuda e preocupação com os participantes. As vezes fico imaginando, como esse pessoal ainda não "capitalizou" esse site, como assim. Em todo site que entro a maioria vendem todo tipo de mercadoria, produto e serviço. E o Mochileiros.com ainda está no romantismo de servir e não ser servido. Como assim! Quantas pessoas entraram aqui fazendo propaganda de pousada, guia.... e o site não ganha nada. Perai! Obs.: as vezes preciso vir aqui pedir dica de algum equipamento, se tivesse uma loja aqui, por exemplo, já azilizava tudo.
  19. 1 ponto
    Aegan airlines, tentei colocar o print aqui, mas nao deu. Mas o interessante é buscar pelo rome2rio ou skyscanner, a companhia vai variar bsstante
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    Ótimo post. Estou indo agora em julho e confessor que estou bastante apreensivo, pois será minha primeira viagem para fora do pais. Ainda mais pelo frio, já que moro no nordeste. Relatos como o seu, ajuda demais. Continuo lendo e anotando todas as dicas. Obrigado.
  21. 1 ponto
    Oi Silnei, acho que você deve estar vendo errado, dá uma olhada, acabei de entrar de novo e deu 357 reais, atenas, veneza, 25 de maio 1 adulto. Super tranquilo
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  23. 1 ponto
    Pico dos Marins é show heiimmm!!! Esse bate e volta é osso e acaba ficando pouco no cume e não aproveita muito a oportunidade de estar a 2.420m de altitude. Mas sei que muitos colegas não tem dois dias para fazer esse rolê de forma mais tranquila, então o bate e volta é uma solução. Uma dica para os amigos: Para essa pegada é legal você sair de madrugada, iniciar a subida bem cedinho ... Saiam ainda na noite de sábado (nem que seja meia noite). Vão chegar às 4h00 da madrugada na base dos Marins. Dão uma relaxada, tomam um cafezinho no estacionamento da pousada e iniciam a subida por volta de 5 horas, com temperatura baixa. Vão chegar no cume umas 11/12 da manhã, indo tranquilo. Aí o dia vai valer a pena. Subir mais tarde, em um calorão infernal não é um bom negócio, principalmente porque vão ter um longo estradão para pegar na volta.... e o cansaço vai acompanhar vocês minuto a minuto, durante todo o trajeto até suas casas rs. Abração e boa sorte aos amigos!!
  24. 1 ponto
    Cara, quando alguém posta um relato que te incentiva a sair dos roteiros de agências e afins é sempre o máximo! Ainda mais falando de uma região de atrações de acesso complicado como o Jalapão! Muito bom! Se puder compartilhe algumas fotos atualizadas dos lugares =D
  25. 1 ponto
    Andei pesquisando os valores com as Agências de Cusco, mas estou achando os valores muito altos. Sei que não é uma viagem barata, mas se eu conseguir economizar de alguma forma já ajuda!!! É melhor eu deixar para reservar os passeios em cusco ou antecipadamente? R - Na verdade, os preços de Cusco não são tão caros. Os preços praticados na internet são caros. Lá é bem mais barato (menos da metade). O problema é quando vc quer uma data específica ou um local não tão comum. Todos os lugares que vc vai são passeios comuns em Cusco, e creio que vc não terá dificuldades de comprar lá mesmo. Eu paguei 80 soles pelo vale sagrado, incluído almoço, 90 por rainbown mountain, também com almoço, acho que foi 50 pelo city tour. Isso foi em junho de 2017. Na época o boleto turístico custava 100 soles. A empresa que contratei foi a orellana tours, e gostei dela. Muita agência apenas vendem os passeios. Esta também faz vários deles, então fica mais em contam, acho eu. É melhor eu comprar os ingressos de Machu Picchu e do trem logo, pois eu quero o primeiro horário, e tenho medo de não conseguir lá. O ingresso de Machu Picchu, se vc não for de pacote com alguma empresa. é melhor comprar aqui mesmo pela internet. Acho que lá vc paga o mesmo preço. E o trem, a Daniela já disse tudo. A subida a pé entre Águas Calientes e Machu Picchu é cansativa mesmo. E lá em MP vc ainda ainda bastante por 3 a 4 horas. Então tem que ver seu preparo físico, pois vc pode ficar cansada na subida (e descida) e depois não conseguir curtir MP. Entre os passeios que vc disse: - City tour em Cusco - passeio meio dia. Eu iria pela manhã, pois o entardecer em Cusco pode ser frio. - Lago Humantay - muito bonito. Te pegam no hotel por volta das 04.30. Tem uma passeio de 2 dias que, além do lago, sobe até o nevado salkantay. Vc passa a noite de frente para a a montanha. É realmente demais . Eu já fui até salkantay em outra excursão de 7 dias, e acho muito bonito. Mas a subida até salkantay pode ser meio puxada. - Rainbow Mountain - o mais puxado deles. O ônibus te pega no hotel lá pelas 3 ou 4 da manhã e dirige umas 3 horas até o início da trilha. Vc chega a 5100 m de altitude. Então deixa esta por último, quando sua aclimatação já estiver boa. - Sacsayhuaman, Q’Enqo, Tambomachay; Templo de Qorikancha - fazem parte do city tour - Maras e Moray - passeio de meio dia - Vale Sagrado - em relação a ruínas, com exceção de MP, o melhor deles. Domingo, terça e quinta funciona e feira em Pisac. É grande e tem muita coisa, mas os preços em Cusco são melhores. Se vc quiser ir à feira de artesanatos, escolhe seu passeio nestes dias. Eu faria nesta ordem: 01 - city tour 02 - maras moray 03 - vale sagrado 04 - lago Humantay 05 - machu picchu 06 - rainbown mountain Começaria dos mais fácies e deixarias os mais difíceis por último. Pode trocar Humantay com MP sem problemas, a não ser que queira ir até salkantay, pois aí seriam 02 puxados que te pegam muito cedo no hotel em dias consecutivos.
  26. 1 ponto
    Gostei muito do seu relato e de como você descreveu a viagem, amei, parabéns, quero conhecer o deserto este ano ainda
  27. 1 ponto
    Sim estou com tudo confirmado. Fechei a trilha Salkantay com a etiner. E acabei descobrindo depois que o freewalking faz passeios pagos tb lá e muito provavelmente é o mais em conta de todos. Estarei do dia 16 a 24, e farei a salkantay d 19 a 23/06.
  28. 1 ponto
    Os ingressos para Machu Picchu podem ser comprados direito no site https://www.ingressomachupicchu.com/. Você pode ver qual o custo do ingressos que vc quer comprar. Já os passeios que eu fiz, pela internet o preço estava aproximadamente o dobro do valor cobrado no local, às vezes até mais caro. Para vc ter uma idéia, eu fiz uma reserva pela internet com a empresa alpaca expeditions para a trilha 2d/1n macchu picchu. Você vai de trem até o km 104 da ferrovia, depois desce e chega a MP andando para ver o por do sol, desce e dorme em Aguas Calientes. No dia seguinte visita MP e volta de trem para Cusco. Eu fiz pela internet porque queria subir a montanha, e se deixasse para comprar lá provavelmente não conseguiria. O preço só para poder subir a montanha que me cobraram foi de US$ 75.00 (vc paga este valor em adicional ao preço normal do passeio, já que o ingresso da entrada a MP já esta incluído no pacote). No site de MP, eu teria pagado apenas US$ 16,00. Mas não há como comprar no site de MP o ingresso apenas para a subida da montanha. E esta empresa não é a que cobra mais caro. Cheguei a ver preços até de US$ 90 adicionais só para subir a montanha. Na minha avaliação, MP ou mesmo Salkantay vc compra lá com tranquilidade (acho eu), mas se quiser subir a montanha vc tem que comprar com antecedência (foi o que ouvi falar).
  29. 1 ponto
    barraca bivak trilhas e rumos peso 1.400 gramas . O saco de dormir precisa de um mais robusto a não ser que tenha uma jaqueta abrigo parka andes e calças boas para frio intenso .
  30. 1 ponto
    Estou indo em Julho também, procurando passagens. Saindo de Aracaju ou Recife.
  31. 1 ponto
    Não. Não será inesquecível, os ferrys demoram uma eternidade, você passa a maior parte do tempo em alto bar num barco pequeno e apertado, sem nada o ver e fazer no barco alem de água e mais água. Seria "inesquecível" se você fosse pegar um navio de cruzeiro, mas ai é outra história, é uma viagem de uma semana, parando em vários locais pelo caminho. Low-cost da Grécia para Veneza? Se você achar algum voo conte para nós, por que acho que isto não existe, o máximo que você talvez encontre, seja um voo de Athenas para Veneza, mas se você estiver nas ilhas gregas, bem improvável achar algum voo para Veneza. Quase todos os voos low-cost das ilhas gregas que vão para a Itália, vão para Roma. Mas entre no www.skyscanner.com.br, e veja o que você encontra de voos. Você quer ver isto somente agora? as vésperas da viagem?? Sinto muito, mas assim em cima da hora você não vai achar nenhum voo low que não esteja custando uma fortuna, e nem mesmo cruzeiros ou ferrys estarão baratos! Se você não quiser gastar uma fortuna em passagens numa viagem sem nenhum planejamento prévio como a sua,, só tem um jeito, e vai ser apelar para viajar de ônibus em praticamente tudo, pois avião, trem e navio costumam custar 3 ou 4 vezes mais caro em cima da hora do que se comprados antecipadamente, isto se tiver assento livre, ainda corre o risco de estar lotado.
  32. 1 ponto
    É um número internacional, é necessário colocar os quatros primeiro números. Mas vou entrar pelo link👍 valeu Fabíola
  33. 1 ponto
    Esse era o vento no Valle de La Luna por volta das 16hrs. Na tour das Piedras Rojas estava mais ou menos assim, porém MUITO gelado. Então quem for, vá preparado! 20190426163132_MVI_1016.MP4 20190426163132_MVI_1016.MP
  34. 1 ponto
    @D FABIANO @Jáyson Dos Santos vlw pelas dicas ai, vou dar uma olha melhor
  35. 1 ponto
    Estou com interesse de ir nesta data também, só não me organizei na quantidade de dias... Estarei fazendo work exchange (worldpackers) mochilão e tals! qualquer ideia chama ae ou no instagram @offleo
  36. 1 ponto
    Tenho interesse em formar grupo pra dividir despesas em julho, mas só posso nas duas últimas semanas de julho. (27) 98122-7145
  37. 1 ponto
    Ta confirmado mesmo em julho? So posso inicio de agosto se voces puderem eu animo!
  38. 1 ponto
    @Phany Adorei, não sei se consigo ficar 12 dias, mas achei bem legal a ideia! Me passa seu contato? Ou me chama (18)98101-4873 Assim conversamos melhor!
  39. 1 ponto
    TRAVESSIA BARREIRINHAS / SANTO AMARO. Pretendo fazer a travessia em 3 dias. Ficar uns 2 dias em Barreirinhas, 2 dias em Santo Amaro e demais entre São Luis e Alcântra. Estou indo só e ainda não fechei roteiro. Alguém no trecho pra dividir custos e fazer cia?
  40. 1 ponto
    Sei que o tópico é antigo, mas não custa contribuir. Por experiência própria, recomendo fortemente um saco de bivaque e um toldo quebra vento para quem vai bivacar em montanha. O saco de bivaque tem que ser respirável, tipo Goretex, senão seu saco fica molhado de sereno de madrugada, o que é perigoso. Além disso, pode chover mesmo em julho, na montanha o tempo vira de repente, e se vc fica molhado pode morrer de hipotermia. O meu bivi é da Millet, mas tem de outras marcas, como a N. Face., de vez em quando aparece um no M. Livre. Utilizo também um toldo (tarp) que tb serve de capa de chuva (da Sea to Summit) para quebrar o vento. Ambos também protegem na eventualidade de chuva. Na última temporada bivaquei no Marinzinho com este equipamento (mais um Deuter Orbit -5) e dormi muito bem, apesar da garoa e fortes ventos.
  41. 1 ponto
    Olá ! Segue meu roteiro 04/07 Quinta-feira São Paulo / Foz do Iguaçu / La Paz 05/07 Sexta-feira La Paz / Copacabana / Isla del Sol 06/07 Sábado Isla del Sol / Copacabana / Puno / Isla de los Uros / Cusco 07/07 Domingo Cusco / Contratar Passeios / City Tour as 13 hs 08/07 Segunda-feira Vale Sagrado 09/07 Terça-feira Cusco / Aguas Calientes 10/07 Quarta-feira Aguas Calientes / Machu Picchu / Cusco 11/07 Quinta-feira Rainbow Montain 12/07 Sexta-feira Humantay / Cusco / La Paz 13/07 Sabado La Paz / Contratar Passeios / City Tour 14/07 Domingo Dead Road 15/07 Segunda-feira Chacaltaya / Vale de La Luna 16/07 Terça-feira La Paz / São Paulo Obs: Sei que esta bem apertado mas vou tentar realizar
  42. 1 ponto
    Olá, o problema do seu sobre-teto é provavelmente as costuras, elas não são seladas pela manaslu, faça o seguinte, dilua um pouco de silicone em aguarrás e pincele nas costuras do sobre-teto com uma largura de 1cm (mais ou menos), ou compre um selante de costuras ele dura menos, mas deve resolver
  43. 1 ponto
    Bem amigos do Mochileiros, crio este tópico com a intenção de facilitar ao máximo o planejamento de quem pretende viajar para a Itália (com um bônus na Suíça) e nunca foi antes, como era o meu caso. Não sei se chamo isso de Guia, FAQ, perguntas e respostas, etc...mas como dizem que o diabo mora nos detalhes, resolvi compartilhar com vocês todos os detalhes que não encontrei em nenhum site/blog de viagens enquanto estava planejando a minha viagem (embora alguns tenham sido bem prestativos de fato e irei mencioná-los ao longo do relato). Não vou entrar em detalhes sobre as atrações em si, a internet já está inundada de informações quanto a isso e a grande verdade é que a experiência de ver monumentos de mais de 2 milênios de idade é muito melhor do que qualquer foto possa proporcionar. O que vou procurar mencionar é o que vi nelas e/ou no entorno delas que seria legal eu ter sabido de antemão e não encontrei informação prévia. Porém fico desde já à disposição para tirar alguma dúvida sobre algum lugar que tenha estado, basta perguntarem. Como vai ficar muito grande isso aqui, e não estou com tempo de digitar tudo em uma tacada só, vou criar um post para cada um dos temas abaixo: 1 - Preparativos gerais / Roteiro 2 - Cia aérea / Vôo 3 - Aeroportos e Imigração 4 - Hospedagem 5 - Transporte Público 6 - Alimentação 7 - Atrações 8 - Segurança e sociedade Em cada seção haverá o maior detalhamento possível de preços/horários/localização dos serviços. Bom, vamos lá.
  44. 1 ponto
    Fala pessoal, tudo bem? Não sou novo por aqui, mas em geral eu fico bem escondido e apareço somente quando posso acrescenar algo, então se eu estiver infringindo alguma regra, me desculpem! Vamos ao que interessa: REVIEW DA BARRACA NATURE HIKE!! Para não escreve muito, eu resumi em um video, espero que gostem! Loja :https://pt.aliexpress.com/store/1126044?spm=2114.13010608.0.0.JN2PyP Dados sobre a barraca: Modelo: Cirrus 2 Capacidade: Duas Pessoas Peso: 1,7 Kg 4000mm de impermeabilidade Varetas em alumínio Speks em alumínio Tamanho: 220x110cm Interno 310x110cm Externo 90cm de avanço Tempo de entrega: 7 dias!!! Preço: R$ 470 barraca R$ 120 imposto R$ 590 TOTAL , Deixem seus comentários e dúvidas que irei responder assim que possível! Estou partindo para a região do Pico Paraná nesta tarde, então vou fazer mais um vídeo de como a barraca se comportou na montanha!
  45. 1 ponto
    Vou ressuscitar o tópico, para ajudar alguém que esteja procurando varetas de alumínio para diminuir o peso da barraca. Achei um vendedor no Aliexpress (Linda Zhu) que faz varetas sob medida, na bitola, no comprimento e no tipo de encaixe. Comprei para minha barraca quechua fresh and black, ficou perfeito, alumínio de muito boa qualidade.
  46. 1 ponto
    Boa tarde Montanhistas, Campistas e Aventureiros em geral! Primeira noite estreando a Cirrus 2! Fomos à Fazenda Rio das Pedras, na base do Pico Paraná neste final de semana. O objetivo era atacar o Itapiroca e contemplar o por do sol, porém, por imprevistos com a motoca, desistimos do meio de transporte em duas rodas e partimos para o tradicional quatro rodas. Chegamos na base as 8pm, após dar carona a um casal que vagava na estrada e compartilhava o mesmo destino que o nosso. Noite fria, porém sem ventos. A previsão era de -1°C e devo confessar que ela não nos decepcionou! Por chegarmos a noite e cansados, resolvemos ficar por ali mesmo e fomos logo armando a barraca no espaço para camping. A barraca é de simples montagem, ela é composta com uma lona que vai embaixo, feita em naylon e com 6 pontos de fixação em alumínio e com cordeletes para esticar, caso necessário. Fixado a lona é hora de partir para a tenda, utilizando os mesmo pontos de fixação da lona, o que facilita bastante a montagem. Os pontos de fixação são iguais aos da lona, feitos em fita de pano com ponta de alumínio para fixar as varetas. Estas que por sinal são três, feitas também em alumínio, sendo duas iguais que atravessam a barraca em forma de X do começo ao fim e uma de reforço na parte frontal, fixada nas laterais. Varetas erguidas e vem o primeiro ponto de melhoria, para travar as varetas é preciso fazer fazer um nós com duas tirinhas que estão na tenda. São três no total, um para cada cruzamento das varetas. Em compensação, para erguer toda a tenda os demais pontos de fixação são em travas plásticas, que grudam no aluminio em um simples "clic". Até aqui temos a estrutura principal e em um dia de calor e sem previsão de chuva, é o suficiente para passar a noite e ainda contemplar as estrelas. A tenda é totalmente vazada, com exceção de uns 20cm talvez 30cm na parte de baixo que é feito da mesma lona que foi embaixo da barraca. Por ela ser totalmente vazada, não há acúmulos de condensação na parte de dentro, porém em dias frios você irá sofrer um pouco. O material parece um Tule, quem não conhece pergunta para mãe que ela vai saber explicar!! Chegada a hora de amarrar a sobrecapa (proteção para chuva e ventos), está é presa por três nós nas varetas e travada nos mesmos pontos de fixação da lona. Notem que o tecido é bem fino, mas ainda assim aparenta ser resistente. Para este ainda há quatro pontos extras de fixação, dois na dianteira e um em cada lateral. Na dianteira são responsáveis por fazer o avanço da barraca ficar bem esticado e nas laterias para que a sobrecapa não encoste na tenda, evitando transferir a condensação. Aqui vem um ponto bem positivo, o ajuste é feito por alças iguais as de mochila, tornando muito pratico deixar a barraca toda bem esticadinha. Pronto barraca montada! Com uma certa prática isso tudo não deve levar 5 minutos, sem prática não chega a 10! Em casos de ventania há ainda 4 pontos de fixação nas laterais da barraca, podendo fixar com cordeletes de ajuste rápido que também vem no kit da barraca. Nossa experiência foi gelada, por mais que não houvesse vento o orvalho judiou bastante e quando foi 6am tive que reforçar nossos sacos de dormir com uma coberta aluminizada (cobertor de emergência), o que garantiu um sono tranquilo até as 8 da matina! A barraca condensou bastante por dentro, mesmo com a saída de ar aberta, talvez seja um problema do modelo, mas não nos atrapalhou, pois com a sobrecapa bem esticada a condensação escorre por ela e cai no chão. Em geral, talvez o maior defeito da barraca seja ela não ser brasileira! Extras: Costuras dos pontos de fixação. Spek visto de frente. Spek de lado =]
  47. 1 ponto
    A modelo 1 é muito parecida com minha MSR Hubba, a modelo 2 muito parecida com a Big Agnes Fly Creek. No carnaval eu de MSR e Rafael Santiago de BA acampamos juntos no pé do Monte Crista e pude notar que minha Hubba era muito melhor que a Fly Creek em relação a estabilidade. Estava ventando médio, e a FC dava uma "fechadas" (o vento deitava a barraca) devido a vareta única na parte final. A Hubba não é a mais aconselhada para ventos fortes, mas se manteve estável. Estou devendo o relato da travessia, mas tem o vídeo no Youtube. Procure por Montanhistas de Cristo na Travessia Araçatuba - Monte Crista.
  48. 1 ponto
    Fala pessoas! Vou fazer um relato duplo aqui porém todo sobre o Cânion do Espraiado. Eu fiz o trekking com um grupo de amigos no inverno de 2014 e agora em 2015 fui apenas com a minha noiva. É possível você simplesmente subir sem pegar autorização, você corre o risco de ser tocado embora como já aconteceu com alguns grupos. Infelizmente essa parte de trilhas na região não tem incentivo e a troca de informação entre guias é muito pobre. Em todo o caso, eu conhecia o proprietário da área onde fica o Cânion do Espraiado e ele no ano de 2014 permitiu que eu e meus amigos ficássemos em uma cabana que ele tem próximo ao cânion. A cabana é muito humilde, porém com eletricidade e fogão a lenha, coisa assim você não carrega na mochila então lá estávamos em algo 5 estrelas. Em 2014 quando subi com meus amigos o proprietário do local foi junto para mostrar o caminho já que de subida até lá eram 9km. Ele foi com um cavalo e quando avistava um grupo de búfalos ele ia e tocava eles para longe. Infelizmente esses animais não são tão simpáticos como as vacas e deve-se ter cuidado. Búfalos simpatizantes No início da trilha você pode existem paisagens bem bonitas como a Pedra da Águia. Essa formação ainda está na base da subida. Ao fundo Pedra da Águia A subida é um tanto exaustiva e demanda um preparo físico. Em 2014 o nosso grupo não era o mais atlético, porém com bastante esforço todos subiram. Vale lembrar que ao longo da caminhada existe uns 3 ou 4 pontos onde você pode coletar água, então não compensa levar muito para não ficar carregando peso desnecessário. Parada para descanço Agora em 2015 quando subiu eu e minha noiva apenas tivemos um contratempo em relação aos búfalos. A subida normal você consegue fazer em um pouco mais que 9km, porém tivemos que desviar de 3 grupos de búfalos que estavam com filhotes bem no meio da trilha, o que nos fez andar mais um km. Durante a trilha é possível encontrar também grupos de cavalos que são criados soltos na região, bem como plantas e paisagens muito bonitas. Cavalos soltos na área Plantas de xaxim Araucárias ao fundo da subida Vista do Cânion ao chegar quase ao final da subida Em 2014 ao chegarmos na cabana do nosso amigo fomos direto ao que interessava pois já estava escurecendo. Então começamos a largar as tralhas levadas, descansar um pouco, procurar lenha para o fogão e aproveitar a noite bebendo um pouco (sqn). Quando subi com a minha noiva nós estávamos na cabana ao meio-dia já, então descansamos um pouco e partimos para o cânion mesmo cansados. Quando eu subi em 2014 a caminha que fizemos foi sentido leste-oeste. Sem dúvida o visual deste lado é excelente. A caminhada pelo lado esquerdo, ou seja, mais pelo sentido oeste do cânion é bastante interessante, você consegue um bom visual do cânion. Agora em 2015 eu e a Katiani passamos pelo lado direito do cânion e, segundo um guia que encontramos quando estávamos voltando, este é o que apresenta o melhor visual. Na minha opinião é difícil você determinar qual lado tem o melhor visual, pois a cada trecho percorrido o cenário muda. Em todo o caso, este lado é possível se ver uma torre de pedra e uma cachoeira muito linda. Torre Cachoeira Em fim, o local é excelente, compensa conhecer muito. A propósito, no nosso trekking tivemos um colega de quatro patas o tempo todo com a gente. Chamamos ele de lobo. Um baita cachorro e muito companheiro. Lobo Safadão É isso aí. Caso alguém queira subir tenho certeza que irá se divertir muito. Para mais fotos podem acessar o meu perfil no Panoramio: http://www.panoramio.com/user/8275646 Até mais! Segue abaixo o link da subida que fiz no strava. https://www.strava.com/activities/339107317
  49. 1 ponto
    Fiz duas viagens incríveis nessa ilha paradisíaca e não poderia deixar de dar dicas pra quem deseja fazer o mesmo! Só pude viajar durante os finais de semana pois durante a semana fiz um estágio. No primeiro final de semana fomos para o leste da ilha, alugamos carro na Avis (não é o local mais barato mas o seguro de lá era o único que cobria qualquer dano sem taxa adicional e achamos que valia a pena) por aproximadamente 150 euros e gastamos mais uns 50 euros de gasolina na volta. Nossa primeira parada foi Kritsa, um dos vilarejos mais antigos da Grécia, uma cidadezinha charmosa, perto do sítio arqueológico de Lató, onde pudemos ver muitas ruínas interessantes, e depois voltamos pra comer em Kritsa. Seguimos para uma praia surreal de linda, a Golden beach, o mar é um dos mais violentos mas é também um dos mais lindos. De lá seguimos para Sitia, onde nos hospedados no Minos apartments, de frente pro mar, com cozinha e tudo, por 60 euros para até 5 pessoas (pagamos 12 cada). À noite, jantamos em um dos vários restaurantes à beira do mar. No outro dia partimos para a trilha "Dead Gorge", a qual pode ser iniciada no começo ou pelo meio, durando de 1 a 2h, em meio a uma paisagem estonteante de formações rochosas gigantescas, e depois de um jardim onde pudemos colher uvas e comer ali mesmo gratuitamente, termina na praia de zacros. Mergulhamos e almoçamos por ali pagando muito muito pouco pra comer de frente pro mar (paguei 2,50 no meu almoço, fora que os gregos têm a mania maravilhosa de trazer frutas e outras sobremesas como cortesia), realmente inacreditável. Na volta páramos em Vai e em Ithanos, sendo essa última a praia que mais gostei, cristalina e em meio a uma paisagem maravilhosa, e menos turística que Vai. No segundo final de semana, alugamos novamente o carro pelo mesmo preço mas com um dia a mais (também não entendemos pq haha) e a gasolina deu cerca de 80 euros no total. Seguimos primeiramente pra Chania, uma cidade muito muito charmosa, onde caminhamos pela linda região do porto, pelas ruelas cheias de lojinhas, pelo mercado central, e curtimos bares bem legais à noite numa rua cheia de bares. Ficamos hospedados perto de kissamos, no Tripodis apartments, o qual recomendo fortemente - staff super gentil, nos deixaram uma garrafa de vinho de cortesia no dia da chegada e um prato de melancia no segundo, e pagamos 83 euros por duas noites num quarto apartamento com um quarto duplo e um single de frente pro mar (27,75 por pessoa para os dois dias). Mergulhamos nessa praia no pôr do sol inclusive, somente a água e as montanhas, incrível. Foi tranquilo ir e voltar de Chania para curtir a noite, cerca de 30km. No segundo dia pegamos um barco em kissamos para gramvousa e balos, pegamos o primeiro (10:40) e pagamos 22 euros com desconto estudantil/grupos (25 sem), e valeu muitooo a pena! Ambas são maravilhosas, em gramvousa não deixe de subir até o castelo, a vista é incrível e o mergulho depois é revigorante. No domingo, seguimos para Elafonisi, a estrada não é tão boa então certifique-se de pegar a melhorzinha, é sem dúvidas o lugar mais lindo que já vi na vida! Vale a pena chegar cedo pois as cadeiras lotam (7 euros por duas cadeiras e um guarda-sol, os quiosques são relativamente baratos (pagamos 2,50 na cerveja, 0,50 na água, e vi lanches por cerca de 3 euros). Na volta paramos em Rethymno, onde vimos um pôr do sol maravilhoso e comemos num dos restaurantes à beira do mar, próximo ao castelo, não me lembro o nome mas comi uma pizza incrível, eles têm uma herança da colonização veneziana e por isso também os gelatos deliciosos. Tem muita coisa linda pra se ver por essa região, vale muito a pena alugar o carro, especialmente em um grupo de pelo menos 5 pessoas, daí sai bem barato. A estrada em si já é maravilhosa, principalmente a do leste na minha opinião, com as montanhas cobertas por campos de oliveiras, embora tenha gostado mais das praias do oeste. Enfim, espero ajudar com meu breve relato!
  50. 1 ponto
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