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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 20-05-2019 em todas áreas

  1. 2 pontos
    Pessoalmente, eu consigo fazer 20 euros o dia em qualquer cidade da Europa, para gastos em alimentação, até um pouco menos. E nunca cozinhei em hostel. Divido minhas refeições com Kebaps, fastfood e restaurantes. Kebap custa cerca de 5 euros em qualquer canto, ou menos. Restaurante quando o valor não passa de 10 euros, que dá pra achar com certa facilidade se procurar fora das zonas turísticas. Em países mais baratos, como Portugal e Espanha, dá pra fazer com menos.
  2. 2 pontos
    Nunca comprei, mas minha opinião sobre mochilas de marcas desconhecidas é um tanto conservadora. Que não basta ter espaço e caber nas costas, mas a qualidade do material é muito importante, e também a forma como encaixa, que pode evitar muita dores nas costas, literalmente. Imagine a situação, depois de uma semana de viagem a alça da mochila rasga, então você tem uma mochila que vai te incomodar o resto da viagem, e isso se não rasga um bolso, ou um fundo. Ou que o material é bom, mas ao colocar nas costas fica com uma parte incomodando, depois de alguns dias se torna um machucado. O ideal é ir a uma loja de mochilas e experimentar, mesmo que não compre lá, mas para ter ideia se encaixa bem.
  3. 1 ponto
    Sái do Rio de Janeiro no dia 2 num voo com conexoes em Guarulhos, Santiago pra chegar finalmente em Mendoza, Argentina, fiquei dois dias lá começar a cicloviagem, fiquei no hostel internacional na rua Espanha, pagando cerca de 50,00 reais por diária com café da manha. Mendoza é uma cidade linda, com ruas amplas, muito limpa e muito arborizada Um passeio muito indicado e o parque general San Martin ele é imenso e tem o Cerro de La Gloria, lá eu conhecí o Dario um brasileiro que mora em Mendoza (pena não tirei foto com ele) mas me deu dicas ótimas de como sair da cidade com segurança e o melhor caminho até Potrerillos que era seguir pela rota 82, muito mais bonita. No dia 04/05/2019 comecei a cicloviagem de fato, saí do Hostel as 10:00 da manha com destino a Potrerillos até lá 54 km, fazia 15ºc vestia uma calça de ciclismo, segunda pele e corta vento e seguia devagar me acostumando com o peso dos alforges na bike. Ponte em Cacheuta na Rota 82 Um dos inúmeros oratórios em homenagem a Defunta Correa O caminho até Potrerillos é lindo, tem uma parte que vc passa um tunel e na saída dá de cara com esse lago é lindo uma água azul turquesa que abastece Mendoza o caminho é bem tranquilo com duas subidas mais íngremes que fizeram quebrar um raio, no caminho encontrei um grupo de argentinos gente boa que me acompanharam até Potrerillos. Chegando em Potrerillos uma 15:00 fui em busca do Hostel que tinha combinado um dia antes e pra minha surpresa estava fechado, aliás tudo estava fechado e ninguém nas ruas, não sei se por ser baixa temporada ou se era a hora da siesta, de qualquer forma parei no único comécio que estava aberto uma especie de restaurante/padaria/acougue/lanchonete e mercado, comi duas empanadas com uma taça de vinho, fui indicado a procurar o Pablo que estava começando com um Hostel cheguei lá e depois de um tempo de espera fiquei lá por 350 pesos (uns 30 reais), acabei ficando sozinho no quarto, depois de um banho quente voltei no restaurante e jantei duas empanadas e taça de vinho. Dia 02: 05/05/2019 Acordei umas 08:00 e saí pela Ruta 7 em direção a Uspallata, até lá uns 50km, saí sem cafe da manhã na esperança de achar alguma coisa no caminho pra comer algo, sorte que tinha duas tortillas compradas a 10 pesos cada (0,8 real) e dois salames que tinha do dia anterior ( comprei três do tamanho de uma linguiça paio por 100 pesos, cerca de 8,0 reais), não achei uma viva alma no caminho. Nas fotos acima: O rio Mendoza que nos vai acompanhar por toda viagem e um dos inúmeros tuneis que se passa, o susto é grande quando se cruza um caminhão dentro do túnel. O caminho Poterrillos x Uspallata é bem fácil a ruta 7 tem pouco trafego e os caminhões que passam respeitam e invadem o outro lado da pista pra desviar de voce, pelo menos foi o que senti, na foto acima um vento leve fazia as folhas das arvores caírem um visual lindo das árvores parecerem estar derretendo Cheguei em Uspallata cedo umas 14:00 e com energia pra pedalar mais um pouco, mas a proxima cidade com hospedagem certa seria Punta de Vacas mais 53 km, chegaria lá de noite e eu estava sem lanterna, a bike também não estava muito confiável por causa do raio quebrado, melhor dormir por Uspallata mesmo. Parei pra almoçar (220 pesos, uns 20 contos brazucas) num restaurante de posto de gasolina e almocei de verdade, no dia anterior tinha sido só empanadas todo dia não dá né. Fui procurar um Hostel e achei o ótimo Samadi (450 pesos, uns 40 reais) que é limpo, tem um café da manhã legal e a noite acenderam uma lareira que não me deu com vontade de sair. Quando cheguei no hostel e me indicaram o Cerro 7 colores a 10 km de distância, era tudo que queria pra matar a fome de pedal, tirei os alforges e fui, foi saboroso sentir a bike de novo sem os alforges o caminho é irado tem montanha de todas as cores e o Cerro (foto abaixo) é a mistura de todas elas. Dia 03: 06/05/2019 Saí de Uspallata umas 09:00 sem saber até onde ia hospedar, já tinha acordado a muito tempo mas demora a clarear, fazia frio e vesti o fleece embaixo do corta vento, comecei devagar e preocupado, uma pela bike que a marcha pulava e o raio quebrado (até vi por uma bicicletaria em Uspallata era domingo estava fechada) a outra pelo frio tudo que tinha de roupa de frio ja estava usando Difícil escolher a parte do caminho mais bonita, montanhas imponentes de cores nunca antes vista, natureza de forma mais crua e selvagem, silencio total, só quebrado por um caminhão que passa uma vez ou outra. Na foto acima Polvaredas. Pouco antes dessa foto com uns 60 km parei no Hostel refugio de montaña mundo perdido, que tem um mercadinho na frente, entrei (não sabia se teria mais algum comercio pela frente), não tinha ninguém pra atender escolhi um biscoito recheado deixei o dinheiro com um bilhete pro dono e na saída o dono chegou e me pegou com o biscoito na mão, mostrei pro dono ele foi super simpático me deu várias dicas que me tranquilizou com as distâncias que faltavam e eu segui a viagem feliz. Depois de pouco mais de 70 km pedalados em Puente del Inca por volta das 15:30 mais uma vez poderia ir mais um pouco mais, mas chegaria de noite na próxima cidade pra procurar hospedagem, além da marcha da bici estar pulando muito (descobri que era o cassete e não a roda torta por causa do raio quebrado) e ter começado um vento frio contra. Em Puente del Inca tem uma feirinha de artesanato e perguntando sobre hospedagem um dos atendentes me mostrou o hostel de seu primo que ficava alí do lado, fechei com ele por 500 pesos (uns 45 reais), como era baixa temporada só tinha eu de hóspede, a noite o cara que trabalha na feirinha fez um jantar, apareceu o amigo dele, rolou uns vinhos umas cervejas com musica foi uma noite muito agradável Dia 04: 07/05/2019 - Nevou durante a noite e fazia muito frio as 8:30 quando saí, os vinhos da noite anterior pesavam na cabeça mas o dia prometia tinha 13 km pra chegar a Las Cuevas subir o Cristo e bom ....ver o que ia rolar Frio do cacete, comprei uma camisa do Racing em Mendoza, era barata e na promoção vinha esse "cachecol" (tem outro nome que não sei) na hora pensei: "pra que vou querer isso moro no litoral um calor danado, vou dar pra minha cachorrinha" Cara isso foi tudo!! pense: um frio danado, nas decidas as orelhas e o nariz queimam de frio o cachecol do Racing me salvou. Pouco depois o Sol apareceu e amenizou o frio, nunca elogiei tanto o sol, já sentia cansaço creio que pela altitude estava pedalando a mais de 3000 metros de altitude. Pena que não se consegue passar por fotos a magnitude do lugar. Cheguei em Las Cuevas que era um localidade bem simpática e me pareceu bem turística, parei numa lanchonete na base da montanha, tomei um café e perguntei se podia deixar os alforges e fui, segundo info eram 8 km até lá o Cristo Redentor de los Andes. A subida tem 8 km bem medidos, pensei em desistir várias vezes, mas as vans com os turistas batiam palmas e dando tchauzinho um excelente incentivo, uns policiais passaram por mim de caminhonete e perguntaram se estava bem e também me incentivaram, era dificílimo pedalar, mesmo sem os alforges, voce puxa mas o oxigênio não vem empurrei a bike várias vezes Mas finalmente cheguei la em cima, foi uma festa as vans buzinaram os turistas batiam palmas foi incrível!! estaria triste se tivesse desistido. Cristo Redentor de Los Andes 8830 metros de altitude, divisa Argentina x Chile Fiquei lá no maximo uns 15 minutos, fazia muito frio, mas estava muito feliz, subí alí com minhas próprias pernas, com meu esforço as fotos pra mim tem um sabor todo especial depois desci em alta velocidade e parei na lanchonete pra descançar um pouco e tentar entender tudo aquilo que estava acontecendo, alguns turistas que me viram la encima vieram me perguntar sobre a cicloviagem, mas tinha que decidir rápido eram 15:45 e não sabia se ficava alí ou tentava ir mais adiante fui num hostel que tinha vagas o atendente foi super simpático e me deu todas as informaçoes: até o túnel eram 2km até aduana 5km e até Los Andes 65km, mas daqui adiante era só descida. Resolvi arriscar e segui. No Tunel que divide Argentina x Chile não se atravessa pedalando, vem essa picape da concessionária te atravessar Passei na Aduana e foi engraçado a atendente me dar um formulário pra preencher achando que estivesse de carro, de ver guichês pra ônibus, carros e caminhões e você uma linha fora da curva de BICICLETA rsrsrsrs. Na foto acima Los Caracoles Desci a cordilhera no lado do Chile em alta velocidade, fazia altas velocidades, tinha 60 km pela frente até Los Andes, que cheguei já a noite, detalhe sem pesos chilenos e sem lugar pra dormir, mas explodindo de felicidade, a adrenalina corria nas veias pela descida e por tudo que tinha acontecido. Los Andes achei tudo bem caro deve ser uma mineradora que tem na cidade e movimenta grana lá, no Chile o fuso horário é uma hora a menos, encontrei uma bicicletaria aberta perguntei se podiam mexer na bike pre repor o raio partido e ver o cassete me informaram que só podiam ver no dia seguinte, deixei pra lá o pior já tinha passado sobre a estadia achei um modesto hotel que me cobraram 20.000 pesos (uns 110 reais) não tinha ideia de quanto era isso na hora, mas deixaram pagar no dia seguinte, quando trocasse o dinheiro, estava cansado e na hora aceitei, foi aestadia mais cara que paguei na viagem. Las cuevas, no centro da foto o portal que tem a subida até o Cristo Redentor. No 5º dia pedalei uns 80 km até Santiago, nem tirei fotos depois de toda exuberância que tinha passado na cordilheira, um sentimento de dever comprido, tentando processar tudo que tinha passado nesses dias. Algumas considerações: o caminho é fácil não tem subidas muito íngremes e as cidades não são tão distantes, não é preciso ser o super homem da bike pra fazer
  4. 1 ponto
    Amigas, Procuro meninas para viajar America do Sul: Chile, Argentina e Uruguai Entrar em contato; vamos criar um grupo pelo whats.
  5. 1 ponto
    Salve Salve Mochileiros! Segue o relato do mochilão realizado no Sudeste da Ásia em 2018 batizado de The Spice Boys and the Girl. 1º Dia: Partida - 04/11/18 - 19h05min - São Paulo x Madrid - Empresa AirChina - R$3.680,00 Partimos do Aeroporto de Guarulhos - GRU em São Paulo por volta das 19:30 do dia 04 de Novembro de 2018, fizemos um check-in tranquilo com a empresa AirChina e embarcamos para nossas primeiras 9 horas de vôo até Madrid na Espanha onde fizemos conexão. O vôo foi bem tranquilo, até conseguimos dormir, porém a comida do avião não é das melhores mas acabei comendo assim mesmo e já começava ali a sentir o cheiro e o gosto da Ásia hahahahah. Chegamos em Madrid na Espanha por volta das 5:00am e fizemos uma conexão de 3 horas, deu tempo de dar uma volta no Free Shop, banheiro, comer alguma coisa (caríssima), fazer os procedimentos burocráticos e embarcar novamente pois teríamos a China ainda pela frente. 2º Dia: Partida - 04/11/18 - 8h15min - Madrid x Pequim - Empresa AirChina Chegamos em Pequim ainda de madrugada com uma temperatura de 7º, quem se deu bem foi quem ficou com as cobertinhas que a empresa AirChina empresta para as pessoas no avião, pois não esperávamos passar tanto frio no aeroporto da China como passamos naquela conexão rss. Assim que descemos do avião caminhamos um longo caminho até os terminais eletrônicos onde se inicia os procedimentos burocráticos de conexão da China. Finalizamos depois de alguns minutos os procedimentos e dormimos um pouco em bancos do aeroporto sendo acordados e presenteados por um lindo nascer do sol no Aeroporto de Beijing. Procedimentos concluídos no Aeroporto de Beijing partimos para o nosso tão desejado e esperado destino final daquela cansativa viagem de aproximadamente 23 horas, a capital da Tailândia, a grandiosa Banguecoque. 3º Dia: Chegada - 06/11/18 - 15h15min - Pequim x Banguecoque - Tailândia (Taxi 1.000baht, Chip 600baht, Hostel 340baht) Chegamos por volta das 15:00 pelo horário local, fizemos os procedimentos de imigração, primeiro o health control depois na fila de imigração, carimbamos nossos passaportes, pegamos nossas mochilas e pronto, lá estávamos livres para explorar Banguecoque. Trocamos $100,00 dólares no aeroporto com um câmbio de $1,00 dólar = 31,60 baht, depois compramos um chip para o telefone por 600 baht com 6 Gigas por um período de 30 dias e chamamos um Graab, como se fosse o Uber no Brasil, onde pegamos na parte superior do Aeroporto Internacional Suvarnabhumi por 400 baht em torno de R$40,00 reais que nos levou em 30 minutos até o nosso hostel, o The Mixx Hostel. Ficamos hospedados na rua Ram Buttri que fica do lado da rua mais famosa de Banguecoque, a Kaoh San Road onde rola a grande noite da cidade, uma ótima opção para mochileiros. Muita comida típica e exótica boa e barata, cervejas baratas, diversos bares, baladas, artistas de rua, drogas, sexo e tudo que uma bela noite de Banguecoque pode te oferecer pra se divertir. Vale a pena conferir! Na hospedagem pagamos por dois dias 340 baht, ficamos em um quarto com quatro camas/beliche, ar condicionado, banheiro compartilhado e café da manhã incluso, o hostel é simples mas atende as necessidades com uma ótima localização. Conhecemos alguns templos na capital, alguns fomos a pé mesmo pois são muito próximos um do outro. Wat Pho (Buda reclinado), Wat Saket (Monte dourado) e Wat Arun (Templo do amanhecer). A cidade é bem frenética mas andar a pé pelas suas ruas foi uma bela escolha. caminhamos muito por essas ruas, muito das vezes sem um rumo certo, mas logo nos achávamos pelo google maps. A cada esquina que se vira na Tailândia você vê uma foto do rei. Embora o já tenha falecido, o povo Thai tem muito respeito pelo rei Bhumibol Adulyadej que morreu em Outubro de 2016 com 88 anos de idade após 70 anos no poder que hoje tem como rei o seu filho Maha Vajiralongkorn. A culinária asiática é muito exótica, a cada comida que você experimenta é uma surpresa de sabores. Experimentei o famoso prato típico de rua tailandesa Pad Thai, uma espécie de macarrão de arroz frito com frutos do mar ou carne de porco ou de frango, acompanhado de castanhas com pimenta que custa em média 100 Baths e se encontra em todo lugar da Tailândia, experimentei também o Thai Mango Sticky Rice, uma sobremesa tradicional tailandesa feita de arroz glutinoso, manga fresca e leite de coco, ambos baratos e deliciosos, mas existem uma infinidades de comidas para serem saboreadas na Tailândia. Ficamos 3 dias na capital Banguecoque e além de conhecer templos tentamos entrar na rotina das pessoas locais. No terceiro dia para chegar em um templo tivemos que pegar um transporte público BTS Skytrain no rio Chao Phraya. Passamos por alguns pontos e depois retornamos até chegar no templo Wat Arun. As passagens são muito baratas, pagamos por volta de 80 Baths tanto ida quanto volta, então vale muito mais a pena o tour por conta e ainda tivemos uma vista maravilhosa totalmente diferente da cidade vista pelo rio. Ficamos no templo Wat Arun até fechar por volta das 19:00pm, depois fomos de barco pelo rio Chao Phraya até o porto que da acesso ao grande mercado Asiatique, um maravilhoso complexo de lojas e restaurantes, um verdadeiro shopping ao céu aberto localizado às margens do rio Chao Phraya situado nas antigas docas de uma empresa que realizava comércio na região portuária no século passado. Em função da sua localização e história, seu layout é temático e apresenta uma decoração especial com tema inspirado no reinado do Rei Chulalongkorn (1868-1910) e na atividade marítima. Ficamos umas boas horas comendo, bebendo e curtindo o local, depois pegamos um táxi por 200 Baht para o hostel pois no outro dia logo de manhã tínhamos o nosso vôo para as belas praias da Tailândia. Assim que chegamos no hostel deixamos reservado nosso táxi para o aeroporto Don Mueang - DMK por 400 baht pois sairíamos bem cedo para o aeroporto. Acordamos por volta das 5:00am da manhã e o táxi já estava nos esperando na porta do hostel no horário combinado, após 30 minutos chegamos no aeroporto. Partiu praias... 6º Dia: Praia - 09/11/18 - 7h25min - Banguecoque x Krabi x Ao Nang - Empresa Air Asia - R$148,00 (((((Continua no próximo post))))) Facebook: https://www.facebook.com/tadeuasp Instagram: https://www.instagram.com/tadeuasp/
  6. 1 ponto
    Olá amigos mochileiros, Estou fazendo este post para agradecer pelos relatos que dos colegas que muito me ajudaram na programação de meu roteiro e, quem sabe, orientar quem vai visitar a capital dos Incas nos próximos meses com algumas informações úteis (e outras nem tanto). Como apaixonado por história que sou, meses antes da viagem comecei a ler alguns livros sobre civilizações pré-colombianas e sobre os incas em específico, dos quais recomendo "O segredo dos Incas", de Siegfried Huber e "História de Tahuantisuyu" de María Rostworowski de Diez Canseco. Ambos excelentes. Pois bem, comprei as passagens com bastante antecedência via Decolar.com, de Porto Alegre a Cusco (Empresa LATAM), pelo valor de R$ 1.672,00, bem como as hospedagens no Loki Hostel (em Cusco) por S/ 160,00 e Machu Picchu Land B&B, em Aguas Calientes (cidade base de Machu Picchu, também chamada de Machu Picchu Pueblo) por S/40,00. Posteriormente, garanti ainda o ingresso a Machu Picchu por 70 $ USD pelo site Machu Picchu Terra. Dia 07/05, saí de Porto Alegre ao fim da noite e após conexões em Guarulhos e Lima, cheguei ao aeroporto de Cusco na manhã do dia seguinte, já com o transfer para o hostel me esperando com a placa com meu nome na saída. No caminho, o motorista já me propôs de ir à agência de alguns familiares dele para ver pacotes turísticos (não perdem a oportunidade), e como eu havia tirado o primeiro dia para andar pela cidade e lidar com o temido soroche (mal de altura, que no fim das contas nem cheguei a sentir), aceitei a oferta. No fim, após consultar a agência do motorista e algumas outras (agência de turismo e casa de câmbio é o que não falta na cidade), optei pela agência Qorianka para comprar o transporte a Machu Picchu + serviço de guia (obrigatório para entrar em MP), o City Tour e o Vale Sagrado por S/ 400,00, pois foi o mais barato que encontrei. No dia seguinte, 7h da manhã, passaram no hostel pra me levar de van até a hidrelétrica e de lá seguir a pé até águas calientes (vale ressaltar que são vários os modos de chegar a Machu Picchu – trilha salkantay; trem, bastando vender um rim para pagar a passagem; Machu Picchu by car, o escolhido). O caminho até determinado ponto é bem tranquilo, com estrada asfaltada e vilarejos bucólicos, mas o problema começa quando passa Santa Teresa e entra na estrada de chão. Aí, como diz conhecido narrador desportivo: haja coração, amigo, pois é cada penhasco que dá vontade descer e seguir a pé. No fim, depois de 6h de van, chegamos à hidrelétrica, almoçamos (almoço incluso no pacote) e seguimos o trilho do trem até Machu Picchu Pueblo (aproximadamente 2h30min de caminhada). Cabe salientar aqui o clima de Águas Calientes, que é realmente aconchegante, e o ótimo custo benefício do hostel escolhido na cidade (quarto com cama de casal, banheiro exclusivo e TV a cabo + café da manhã por 40 soles). Na manhã seguinte, acordei às 5h da manhã e fui à parada pegar o ônibus para subir a montanha (S/ 24,00, ida e volta), pois minha entrada era no primeiro horário (6h) e a subida leva aproximadamente 30min. Chegando lá, no meio daquele monte de gente, identifiquei meu guia pela bandeira levantada (cada um deles tem a sua), apresentei ingresso (tem que levar impresso para carimbarem) e passaporte e segui rumo a uma das 7 maravilhas do mundo moderno. Simplesmente, faltam as palavras para definir o que é Machu Picchu. É inacreditável e ao mesmo tempo reconfortante saber que a cidade escapou da ganância e do desrespeito dos espanhóis para com a cultura dos povos conquistados, pois se de modo diverso tivesse corrido a história, hoje Machu Picchu seria um amontoado de igrejas e no topo de Wayna Picchu haveria uma grande cruz simbolizando a submissão dos incas à cristandade. Depois de todo o deslumbramento com a cidade e da aula de história inca promovida pelo guia, fiz alguns amigos dentro do grupo e resolvemos voltar direto até a hidrelétrica, sem passar por Águas Calientes (Aqui, deixou uma dica a quem for fazer o mesmo percurso: leve o mínimo possível de coisas na mochila, pois andar mais de 12km com peso nas costas, sobre um caminho cheio de pedras e depois de caminhar a manhã toda em Machu Picchu não é fácil). Enfim, era hora de encarar as longas horas de van até Cusco, exausto mas feliz. Próximo dia, saio cedo novamente para seguir o rumo do rio Wilcamayo (Urubamba) e conhecer as ruínas históricas de Pisac, Ollantaytambo e Chinchero (vale sagrado dos incas). Dentre essas, destaque para Ollantaytambo, a única cidade inca continuamente habitada, que tem um complexo arquitetônico absolutamente espetacular, encravado em meio às montanhas, e para o laboratório agrícola de Písac, de onde se pode avistar as tumbas dos imperadores incas, saqueadas pelos espanhóis pela grande quantidade de ouro que continham. No domingo, reservo o dia para fazer o city tour, o qual abrange as ruínas de Sacsaywaman (de onde se tem uma vista esplendorosa da cidade),Qenko, PukaPukara, Tambomachay e a cereja do bolo: visita ao Qorikancha, o templo do sol (entrada por S/ 15,00, paga por fora), que fica a poucas quadras da Plaza de Armas e era simplesmente o centro religioso da capital dos Incas, com suas paredes cobertas de ouro e que, adivinhem, foi completamente saqueado e destruído, sendo construído sobre suas bases o convento de São Domingo. Por fim, tirei a segunda-feira (13/05), dia do retorno, para visitar o mercado central de San Pedro, o bairro dos artistas de San Blas, e provar as especiarias locais (recomendo provar o cuy al horno com chicha morada) bem como encher a mochila de livros e claro, souvenirs, como todo bom turista. Infelizmente, o pouco tempo disponível (uma semana) me impossibilitou de visitar o lago Titicaca e o sítio arqueológico de Tiahuanaco, o berço da civilização Inca, mas fiz as longas 24 horas de retorno para casa (Cusco – Lima – Santiago – Guarulhos – Porto Alegre) com a sensação de que, por mais tempo que tivesse, seria impossível visitar tudo que há pra ver na região (ainda que restrita ao lado histórico) e de que não há nada melhor para ampliar os horizontes do que viajar e conhecer pessoas de outras culturas.
  7. 1 ponto
    Alguem em Buenos Aires do dia 01 a 08 de Junho?
  8. 1 ponto
    Salve Mochileiros, Estou aqui para descrever, relatar, contar, sei lá 😁um pouco ou tudo da minha experiência que tive nessa viagem incrível quem sabe até poder ajudar algumas pessoas que pensam em fazer essa trip. Estava relutante, com muitas duvidas se eu deveria escrever esse relato, mas no final acho que vale a pena contar um pouco das experiências que tive e quem sabe incentivar alguém a começar. Antes de iniciar, tenho apenas que repetir uma coisa que praticamente a maioria das pessoas que finaliza essa trip diz que é: TODO MUNDO TEM QUE FAZER UMA VIAGEM DESSA , , porque é muito foda, você conhece tanta gente, uns lugares de tirar o fôlego, vê umas coisa maluca que as pessoas chamam acho eu de choque cultural, são tantas sensações que senti nessa viagem, todo dia eu estava feliz, a única parte triste foi a despedida, porque o resto foi foda. Então vamos iniciar esse relato cambada!! Esse mochilão teve inicio no dia 01/04/2019. Roteiro Santa cruz de La Sierra Sucre Uyuni San Pedro De Atacama Arica Tacna Arequipa Ica Huacachina Paracas Lima Huaraz Cusco Copacabana La Paz Santa cruz de La Sierra Gastos Nessa vou ter que pedir desculpas para vocês, acho que não vou conseguir dar muitos detalhes, sei que eu gastei 4885 reais pois comprei as passagens aéreas antecipados tudo por 840 e uma passagem de ônibus de Sucre a Uyuni por 45 reais , o que sobrou foi apenas 4000 reais a qual levei comigo no meu Money Belt do começo ao fim da viagem, mas falo para vocês só sei que quando estava no ultimo dia la em Santa Cruz de La sierra eu estava muito pobre, muito mesmo, para vocês terem uma noção tive que pechinchar até comida de 15 BOL(consegui por 10) mas não se preocupe ainda lembro os preços dos tours, vou dar algumas dicas de comer barato e acomodação barata também. OBS: Se eu perdesse o Money belt ou fosse roubado estava muito ferrado, pois não levei nenhum cartão de credito ou debito hahahahah (maluco de BR hahahahah ) Desabafo: Estava com esse mochilão na cabeça dês de 2016, planejando fazer sozinho mesmo(uma coisa quase praticamente impossível de fazer), li apenas alguns relatos como o mais famoso do rodrigovix e da maryana teles , arrumei minha mochila com poucas coisas mesmo e fui, melhor decisão que já tomei em toda a minha vida. Dês de moleque sempre quis largar tudo e viajar o mundo todo, sem data de volta, porem necessitava e necessito de experiência, por conta disso planejei esse mochilão clássico para confirmar se conseguia me virar e ver com meus próprios olhos se era verdade mesmo se tinha como viajar o mundo com pouco dinheiro ou quase nada e depois que terminei, pelas pessoas que conheci e experiências que vivi posso dizer que é possível. Preparativos: Como eu disse anteriormente, comprei antecipadamente apenas as passagens aéreas e a passagem de ônibus(essa de Uyuni se não planeja fica em sucre recomendo comprar com antecedência). São Paulo a Santa Cruz de la Sierra – R$ 680 Santa Cruz de la Sierra a Sucre – R$ 160 Ônibus de Sucre a Uyuni - R$ 45 No meu mochilão não foi muita coisa apenas: 7 camisetas 2 shorts 8 cuecas 8 meias 2 calças jeans 1 calça de trekking 1 calça térmica 1 fleece (furtada) 1 jaqueta corta vento 1 blusa termina 1 chinelo 1 calça velha (para dormir) 1 camiseta velha (para dormir) 1 bastão de trekking (furtado, merecido, pois nem usei, totalmente desnecessário) Mochila de ataque foi apenas: Pasta de documentos Carregador de celular 2 Power bank Dicas: Vai no relato da @Maryana teles pois de começo nada mudou, seguro é importante(não usei mesmo comendo nas boca de porco) , carteira de vacina é importante mas eles nunca pedem, mas bom levar nunca se sabe e de resto tranqüilo. Inicio do Relato 01/04 - Guarulhos x Santa Cruz de La Sierra x Sucre Episodio 1 – O primeiro choque cultural a gente nunca esquece. Chegou o grande dia, coração a mil, ansiedade tomando conta, sai até cedo de casa, cheguei no aeroporto as 19h30, já estava lá pronto para embarcar , porem meu voo saia só as 00:05 ou seja ficaria por quase 5 horas coçando, nesse período de tempo conheci dois amigos um casal super gente fina e humilde demais que iriam iniciar sua jornada também Felipe e Fernanda. Mal sabia eu que essas desgraças iriam me acompanhar praticamente até metade do caminho hahahah Obs: Vocês perceberam que estamos com a mesma mochila e o rodrigovix também tem a mesma mochila e se duvidar até você tem essa mochila, sabe por que isso? Porque nos é pobre e essa é a mochila mais barata da decathlon. Chegamos em Santa Cruz as 3h00 da manhã, ficamos lá coçando no tédio e esperando nosso voo para Sucre que sairia as 9h00 Nesse período de tempo novamente conhecemos um brasileiro muito louco, sabe porque louco? ele foi de ônibus até sucre ou seja 13 horas em um ônibus pelas estradas mais perigosas da Bolívia (ele morreu hahahha mentira) e ainda fez o salkantay (4 dias caminhando) muito louco esse cara! Passaram algum tempo e a gente precisava realizar o cambio, para pagar ônibus e comida la em sucre então combinamos em trocar 50 reais cada um porem na hora do cambio aconteceu uma coisa que eu achei engraçada e preciso compartilhar com vocês e isso ainda aconteceu comigo(tinha que ser) vou contar. Estava lá eu indo trocar o dinheiro, porem não tinha ninguém para me atender , então resolvi esperar, nessa hora veio um cara parecia aquele índio do pica pau, veio falando espanhol com mandarim e um pouco de Frances que eu não entendi quase nada mas pelo pouco que entendi, vou tentar descrever essa conversa(estávamos tentando falar em espanhol): Gringo: Você cambio? Eu: Sim, quantos está o cambio? Gringo: Dólar! Eu: Não só tenho real, 50 quero trocar!Quanto cambio? Gringo pegou a carteira e sacou 50 dólares para me dar porem eu disse: Eu: não, quero BOL Gringo: Você fala inglês? Eu: Sim Gringo: Cambia para mim? Eu: Cambia você para mim? Gringo: você faz cambio? Eu: não e você? Gringo: também não, desculpa! Foi essa confusão 😂😂foi uma situação engraçada, mas depois disso fui trocar o dinheiro, quando à mulher chegou acabei trocando meio que obrigado 100 reais em uma cotação horrível pois ela não aceitava menos que 100 e não tinha nenhuma outra casa de cambio aberta. Enfim chegou o horário do voo e partiu Sucre Chegamos no aeroporto de Sucre as 11h00 da manhã , um aeroporto bem minúsculo. Assim que chegamos ao aeroporto perguntamos o preço do táxi 60 BOL muito caro! Vimos uma van, pechinchamos e conseguimos por 10 BOL para levar ate o terminal de bus essa van cheio de boliviano e apenas nos três de brasileiros e lá vamos nós. Uma dica para quem quer economizar: NUNCA VÁ DE TÁXI SEMPRE ESCOLHA O MEIO DE TRASPORTE PUBLICO (A não ser que não tenha transporte publico), alem de economizar uma baita de uma grana você terá uma imersão cultural maior. Enfim chegamos vivos ao terminal de ônibus. Nosso ônibus para Uyuni sairia apenas as 20h00 então íamos precisa comer, decidimos ir ao lugar mais barato, encontramos um restaurante local que estava cobrando 10 Bol com sopa e prato principal muito barato porem.. Confessar uma coisa para vocês foi uma das piores sopas que já comi em toda a minha vida, descobri que a culinária não é um ponto forte dos bolivianos, terminamos de comer e fomos andando mesmo até o centro e praça principal para cambiamos dinheiro e conhecer um pouco da cidade. Trânsito na Bolívia é uma loucuraaaaa!!!! Cambiamos 550 reais em uma cotação boa para pagar o tour do Uyuni e comprar alguma coisa para comer, em seguida fomos para a praça principal Depois fomos a uma praça cheia de pombo, tinha mais pombo que Osasco (quem já foi sabe que Osasco tem bastante pombo) o engraçado é que as pessoas alimentavam o pombo, tinha gente vendendo comida para alimentar os pombos tinham as crianças que abraçavam o pombo e juro que eu vi uma criança beijando a merda do pombo, outro choque cultural que tive, provavelmente se eu ficasse mais um dia naquela cidade eu ia ter mais choques culturais 😂, mas não, vai por mim, aquilo já estava bom hahaha queria chegar logo em Uyuni. Depois fomos para um mercadinho comprar umas coisas para levar no Uyuni e comer no caminho (não compramos nada, pois estava tudo caro para os nosso padrões ). Nesse mercadinho eu acabei vendo uma coisa que não queria, então, vou contar, dentro desse mercadinho tinha uma lan house onde tinha uns adolescentes, acreditem em mim eles estavam juro, assistindo filmes pornográficos como se tivesse assistindo Peppa Pig, dentro do mercadinho manooo foi ai que pensei, temos que ir embora logo dessa cidade já vi coisa demais por um dia, porem não tinha como, pois estava cedo e ainda a gente tinha que ir no mercado central comprar as coisas para não morrer de fome e lá fomos nós, chegando nesse mercado e mano me surpreendi muito, tão limpinho segue as imagens: Esses frangos estavam expostos ali acho eu uma semana, mas enfim compramos as coisas e partimos para o mirador da cidade, fomos andando novamente (esqueci de falar que o meio mais econômico de transporte são as pernas), andamos por uns 40 minutos até chegar no mirador, cheio de subida, resumindo cheguei lá em cima morto. Seguimos para o terminal de buses, fomos de ônibus publico e mano louco eu nunca tinha visto coisa parecida eu estou acostumado, como moro em São Paulo a andar com ônibus grande e tem sinal de parada, ponto de ônibus, lá não tem essas coisas não, totalmente diferente, vocês tem que saber onde vai descer, tem que falar para o motorista ”vou descer aqui” ele só ”para” e você desce, ônibus minúsculo, muito louco paguei 1 BOL. Chegamos no terminal faltando umas duas horas para o ônibus partir, tivemos que esperar, mas antes meus amigos foram em um restaurante jantar, eu não jantei por vários motivos primeiro estava sem fome, a sopa me traumatizo, não queria gastar , ansiedade e queria apenas entrar no ônibus para dormir (dois dias sem dormir é osso)😂😂😂 enfim entramos no ônibus e partimos para Uyuni onde eu tive um dos melhores momentos da minha vida, conheci umas pessoas incríveis e minha primeira paixão de viagem. O próximo capitulo será: A primeira paixão de viagem a gente nunca esquece.
  9. 1 ponto
    Fala, galera!! Em novembro estarei de férias e pensei em fazer esse mochilão pela América do Sul. Por enquanto ainda não está nada definido, mas quem quiser entrar é muito bem-vindo. Vamos formar um grupo (61) 99296-4932
  10. 1 ponto
    Faça! É incrível ❤️ Companhia pra esse tipo de viagem é complicado, passei pelo menos problema. A pessoa tem que curtir e ser muito parceira também, se não vai gerar algum desentendimento. Faria tudo de novo. Inclusive, ainda volto para fazer o circuito "O". Se precisar de qualquer coisa, só chamar 😘
  11. 1 ponto
    Cara, fuja desse destino de trem entre Cracóvia e Praga. Cai nessa furada mês passado. Você pega um busão até uma cidade na fronteira entre os dois países e depois pega o trem pra Praga. Fora esse transtorno, a Regiojet foi extramente bagunçada, atrasou o ônibus e perdi o trem, depois me colocaram em mais dois ônibus diferentes até Praga, demorei 5 horas a mais do que o previsto para chegar lá, fora que no ônibus foi extremamente bagunçado, não pediram documento ou passaporte para embarcar, venderam o mesmo assento para duas pessoas, enfim esse trecho foi o pior da minha trip, não recomendo kkkkk Vai de Flixbus que é direto ou alguma low cost.
  12. 1 ponto
    @Claudiafs Oi Claudia, tudo bem? Para que cidades você vai? Se for a Valparaíso, indico o hostel Casa Plan. Quartos incríveis e excelente localização. Em Santiago, tem o Santiago Village Hostel. Tem um excelente quarto privativo e também ótima localização. Em San Pedro do Atacama, indico o Ckoi Atacama Lodge, que tem um bom custo benefício, principalmente numa cidade cara como San Pedro. O Ckoi é confortável, bem localizado e todo mundo é super simpático lá. 😉
  13. 1 ponto
  14. 1 ponto
    Acabei de voltar de Barcelona e Madrid Café da manhã tomamos no hostel em Madrid (incluso) e em Barcelona tomamos na rua - quando acordamos cedo kkkkk. Cerca de 5 euros, café e croissant. Almoço na Espanha tem os menus diários de cerca de 10 euros, com entrada, prato principal, sobremesa e vinho/cerveja. Mais a noite comiamos um fast food ou algum petisco em algum bar, mais ou menos 5 euros. Não cozinhamos dia nenhum, e gastamos cerca de 20 euros comendo bem - engordamos!
  15. 1 ponto
  16. 1 ponto
    Olá! É a minha primeira vez aqui no site e também estou programando meu mochilão para Paris/Bruxelas/Amsterdã/Berlim. Comecei agora a procurar hostels/airbnb. Estou seguindo dicas de uma youtuber (Mi Alves) que está neste momento fazendo seu mochilão por lá e ela indica a rede https://www.st-christophers.co.uk/ (o insta dela está cheio de conteúdo interessante, com várias dicas de viagem e lá ela mostra alguns dos quartos dessa rede). Se for de alguma ajuda... Abraços
  17. 1 ponto
    Bom, fiz pesquisas individuais, perguntando pessoas que residem em algumas das cidades citadas, mandando mensagens aos hostels que irei me hospedar e pesquisando no google mesmo. Vou deixar aqui pro caso de alguém ter a mesma dúvida no futuro. Cidades mais caras (Barcelona, Florença, Viena) uma refeição de almoço sai na faixa dos €10~15 a depender do dia da semana e local, sendo possível gastar menos (€4~7) em redes de fast food locais, comida de rua e comprando algum lanche em minimarkets ou supermarkets. Pra economizar nas demais refeições dá pra comprar em mercados, de preferência os maiores, coisas como pão, cereal, pasta, preparar a noite no hostel e tal. Na minha estimativa eu vou focar em um gasto diário com alimentação na casa dos €15~20, variando pra menos em cidades mais baratas e pra mais quando eu optar por refeições mais completas.
  18. 1 ponto
    @electraheart188 Olha que é meio fácil se perder nesse aeroporto sim devido ao tamanho dele...tem que prestar atenção as placas assim que descer (se for de Swiss provavelmente vai descer no terminal satélite, que é interligado aos outros por trem). Lembro que há diferentes pontos onde se faz a imigração, dependendo se vc vai descer em Zurique ou pegar conexão. MInha dica é seguir as placas de conexão para o terminal do seu segundo voo, você irá passar pela imigração antes de acessar esse terminal. Quanto as perguntas realmente depende de cada pessoa e de vários fatores, mas quando fiz foi super tranquilo, só perguntaram pra onde ia e por quanto tempo, mais nada. Tenha todas as comprovações exigidas no Tratado de Schegen à mão e estará tranquila.
  19. 1 ponto
    Acabei de resolver isso, comprei os ingressos antecipados pra expoflora!! Ela ocorre durante todo o mês de setembro, de sexta a domingo.
  20. 1 ponto
    @electraheart188 nao da pra afirmar se vc será sabatinada ou nao pelo oficial da imigraçao. Uma coisa é certa, esteja com todos os pré requisitos obrigatorios em maos (passagem de volta, seguro de viagem, comprovante financeiro, etc...) e nao minta, com isso nao terá problemas.
  21. 1 ponto
    @alesilva00000 bike não compensa por agência, em Santiago tem muitos pontos para retirada por app ou aluguel. De nada, qualquer coisa só perguntar! Esse site dá previsões de neve para o Valle Nevado, fica de olho para as suas datas: https://pt.snow-forecast.com/resorts/Valle-Nevado/6day/mid
  22. 1 ponto
    Olá mochileiros, vou fazer meu primeiro mochilão em agosto de 2019... Meu itinerário ficou assim: 06/08 Paris 11/08 Lagos - Algarve 13/08 Sevilha 15/08 Córdoba Tem alguém que vai até Algarve nessas datas também, gostaria de companhia para andar de caiaque nas grutas de Benagi
  23. 1 ponto
    Realmente viajar é se fuderr mesmo, por isso é imprescindível o seguro viagem e a reserva de emergência de 15% do valor que você está levando. Como o colega falou, dá pra se economizar muito pesquisando e indo em lugares pertos. Um colega meu doido levou 800 euros e faltou dinheiro no mochilão, ele arrumou um bico de barman no meio da viagem e levantou uns 200 euros que quebraram o galho dele. Cada um é cada um. Mas evite Suíça, países nórdicos e Amsterdam, lugares muito caros pra Brasileiro. Brasileiro que fala o básico de inglês se desenvolve bem lá. Convenhamos, nosso país é muito mais complicado de viver do que lá Andar de ônibus na europa é barato, então é outra forma de economizar. Dá uma olhada na Busbud. Tem passagens por 1 euro.
  24. 1 ponto
    Ola! Td bom? Olha, julho é época de férias na Europa, então prepare-se para pegar tudo muito lotado e também é a época de calor muito forte, sem falar em hospedagem mais caras e os trechos internos também! Se vc puder ir em Junho ou Setembro, acho q seria melhor, mas se puder apenas em Julho mesmo mete as caras e aproveita oq puder...rs!! Qualquer coisa q eu puder ajudar, só falar!
  25. 1 ponto
    @Rafael_Salvador concordo contigo, mas é uma pesquisa e entram outros parâmetros para definição, como por exemplo despesa com saúde.
  26. 1 ponto
    Acho bem questionável essa lista. Por exemplo, o turista que vai para Ibiza não está em busca de visitar templos religiosos... e custo de vida noturna sequer entra na metodologia. Onde esta a ilha de Saint Martin, por exemplo? Outro fator interessante é ver Amsterdam a frente de Londres... Por conta do tamanho da cidade hospedagem é caríssima em Amsterdam (assim como Veneza). Se você opta por um hostel , sem sombra de dúvidas os demais custos em Londres serão maiores considerando todos os itens analisados. Sobre Paris, existem duas cidades misturadas em todos os bairros. É uma cidade democrática na minha opinião, onde você entra onde seu bolso suporta... simples assim.
  27. 1 ponto
    @Moscardini Já comprou as passagens, então já definiu pra onde vai chegar e sair...ok Como foi sugerido por um colega, aproveite Paris economicamente, curta bastante passeios grátis, deve ter um monte deles.... comer(vc pode fazer sua comida nos hostes, se não sabe cozinhar, já aprende o básico) mal durante 15 dias não afetará nada sua saúde, se tiver acima do peso, vai até ser bom para emagrecer kkkk Ande bastante à pé, acorde bem cedo e ande no meio de transporte mais barato dentro da cidade. Vai curtir muito! Concentre em países próximos e mais econômicos (Portugal e Espanha creio eu), tem várias cidades lindas (Madrid, Porto.......). Pra vc ver, Paris nem está entre as 10 cidades mais caras para turismo: Vamos ao TOP 10 da Hoppa, para destinos de férias mais caros no mundo, com um custo estimado em libras. 1 – Nova York – £346,05 2 – Copenhagen – £326,44 3 – Amsterdã – £325,89 4 – Veneza – £304,91 5 – Los Angeles – £295,06 6 – Zurique – £294,00 7 – Dublin – £290,05 8 – Ibiza – £289,84 9 – Londres – £265,60 10 – Oslo – £263,99 https://financeone.com.br/destinos-mais-caros-mundo/
  28. 1 ponto
    Fala Moscardini, voce ja tem sua passagem...o resto dependera de como quer realizar sua viagem mas se quer gastar pouco aconselho a pegar busão se tiver tempo e ate mesmo carona, torna sua viagem enriquecedora e voce vai conhecer pessoas que nunca imaginou conhecer...moro colado em Paris e se for colar por aqui da um toque que descolo o sofa de casa pra vc. se quiser add no insta ederbarretoo vlw abraço
  29. 1 ponto
    O @lobo_solitário já disse tudo: que tem muitas empresas e tem que escolher pelo preço e pela confiança que você vai ter nela. Adicionando um pequeno ponto, esses dias conheci o seguro da "Tokio Marine HCC", não cheguei a pesquisar os comentários (importante pesquisar). Mas achei os preços bem competitivos.
  30. 1 ponto
    Uma dica, parafraseando um amigo, viajar é se foder. Claro que é como piada mas, quando se viaja pra ir a um lugar desconhecido (ou até conhecido) sempre vai ter uma ou outra coisa que vc paga bem mais caro, ou se dá mal, pega hotel ruim, etc. Eu moro na Itália e as vezes viajo pra conhecer uma cidade por aqui no feriado, eu pesquiso e calculo, mas uma ou outra coisa sempre sai fora do previsto. Fui pra Turim esses dias e não comprei con antecedência o bilhete do Museu Egípcio (tinha chegado a entrar no site, mas deixei pra comprar na hora), e isso me custou 2h na fila, e eu só estava na cidade por um dia, então deixei de visitar muita coisa por conta disso. Toda viagem é assim, mas é vivendo e aprendendo, por mais que planeje as coisas não saem como previsto, planejar só é diminuir erros, mas nunca eliminá-los. Que é o caso de comprar passagem para ida e volta do mesmo lugar, acontece. Continua o roteiro sem se preocupar.
  31. 1 ponto
    Apenas fazendo coro, pouquíssimos lugares são tão violentos quanto nossas cidades, e são regiões não turísticas. Quando saímos do Brasil vemos como nosso país é realmente perigoso.
  32. 1 ponto
    Uma opção é visitar Portugal e Espanha. Os custo de vida é mais baixo, então acaba gastando menos, e é mais fácil achar promoções vinda do Brasil. Do Leste Europeu, ultimamente está havendo tipo uma gentrificação dos locais mais turísticos, hostel custando 20 - 30 euros, o mesmo de cidades da Europa ocidental. Apesar de que os preços ainda estão bem mais em conta, mas a diferença está diminuindo um pouco. Então precisa ver se o custo extra da passagem do Brasil vai fazer valer a pena.
  33. 1 ponto
    E aii galera, estou indo para o Peru dia 06 de Maio, fico dia 06 e 07 em Lima e de 08 a 12 em Cusco. Procurando companhia para jantar, beber e passear :))
  34. 1 ponto
    Relato maravilhoso Ana! Fiquei até de madrugada lendo! Obrigada por compartilhar.
  35. 1 ponto
    Adorei os relatos ❤️ Quero muito fazer essa viagem e como sei que achar companhia é dificil, fiquei feliz de ver o seu sozinha!!
  36. 1 ponto
    Caraca, mto bom o roteiro! Só vou ter que enfiar o Atacama aí no meio hahahahhaa. Valeu véi!
  37. 1 ponto
    Procurando pessoas para ir comigo para Punta Cana em Janeiro de 2020. Não quero ir sozinho pois a viagem consiste basicamente em comer e beber o dia todo, seja na piscina ou na praia, com tudo incluso (regime all inclusive) e sozinho não teria a mínima graça. Queria fechar um grupo ou ao menos ter uma pessoa pra ir junto curtir. Preciso de respostas rápido, pois estou avaliando outras possibilidades para ir sozinho e quero comprar as passagens já, para pagar muito mais barato.
  38. 1 ponto
    @Edvelloso Quando fui comprar a minha fiquei nesse mesmo dilema, por sorte comprei uma Deuter em Puerto Natales a uns 10 anos atrás, que devido ao Dólar e a uma promoção paguei míseros R$450. Hoje a mesma (70 litros) não sai por menos de 1.000. Agora tem um detalhe: As duas primeiras vezes que fiz Torres del Paine aluguei mochila, que não eram Deuter (doite, que eu acredito ser do mesmo nível da Quechua) sofri muito mesmo, não tinham tantas regulagens, me machucaram no ombro. ...quando comecei usar Deuter (inclusive fazendo o circuito "O" de TDP) não sofri nem 30% em comparação as outras. Se tiver a certeza que fará outras trilhas, e tiver grana compre a Deuter, Vi uns modelos novos da Trilhas & Rumos que podem te atender se não for comprar deuter.
  39. 1 ponto
    @Anna Paula Piz Oii Anna tenho interesse em fazer essa viagem, vocês montaram grupo no whatsapp? Bjooo
  40. 1 ponto
    A Tailândia era meu sonho, lendo o blog da Vida Mochileira vi os valores em detalhes em uma planilha e cheguei a conclusão que para um mês na Tailândia teria que ter o mínimo de R$10.000 pra fazer tudo que queria. Blog que pesquisei valores https://vidamochileira.com.br/tag/tailandia/ Adoro os blogs que detalham todas as despesas de uma viagem porque facilita muito para quem está se planejando. Realmente passei a achar que poderia ter condições de realizar o que tanto desejava após ver os relatos da Mari e tirar todas as dúvidas possíveis em seu blog. Como achava meio impossível ir à Tailândia sem um mínimo de 2 anos economizando ,e fiz em 1 ano, quero relatar meu planejamento considerando meu salário que em 2017 era R$ 1.500. A primeira coisa que fiz foi fazer uma tabela com todos os locais que gostaria de ir, depois vi as passagens e procurei alguém pra ir, meu namorado não quis, pois seria um ano complicado pra ele no trabalho, então me programei pra ir só. Moro com meus pais e minha renda é para meus gastos pessoais, isso facilita muito. Pra quem tem família e é responsável pelo seu sustento, a realidade é outra e bem mais difícil –eu sei . Em resumo, minha renda era pra pagar meu curso de inglês, internet e alimentação, conta do celular e poupar. Teria que conseguir economizar R$ 1000,00 por mês pra conseguir viajar em um ano e foi essa minha meta, mas viver com R$ 500,00 seria complicado tendo em vista que só meu inglês era R$ 400,00. Poupei por 3 meses 1000 e vi que seria possível. Sempre fui muito boa em economizar e não gasto dinheiro com coisas superficiais, teria só que apertar mais um pouco as contas e foi o que fiz. Pra continuar o curso de inglês comecei a dar banca para crianças da minha rua e aulas para pessoas que estudavam EAD e tinham dificuldades com o uso do computador, também me voluntariei em uma rádio da cidade que tinha a possibilidade de conseguir patrocínios e ganhar porcentagem, conseguir algumas propagandas e isso deixou que o ano fosse mais tranquilo. Em 12 meses tinha os 10 mil, no meio desse percurso meu namorado resolveu que também conseguiria ir, reservei hotéis e passagens e lá estava eu realizando meu sonho. Não contei meus planos para ninguém, pois achava difícil conseguir em ano, e quando contei minha mãe não acreditou, ora, era Ásia por 1 mês. Além da Tailândia, passei um dia na Alemanha perdidona fazendo turismo e meu maior medo era me perder sem saber falar inglês e não conseguir voltar para o aeroporto, mas fui e fiz um super tour sozinha. Sou tão prolixa, esse texto ficou enorme, mas era pra falar que é possível com foco e determinação, você não precisa ganhar 3, 4 ou 5.000 pra realizar um sonho grandão!
  41. 1 ponto
    Namastê, galera! Segue abaixo minha contribuição ao grupo que tanto me ajudou nessa trip. Peguei muitas informações aqui. Acho bacana postar a viagem para incentivar as pessoas a se jogarem nesse mundão, porém, acho mais importante ainda compartilhar informações úteis para ajudar outros mochileiros que queiram conhecer o mesmo destino. Viajei sozinha e pelo modo mais econômico, de trem. Vou começar falando do Nepal, país que respira esporte de aventura. Amei. Fiquei apenas três dias, mas deu para conhecer toda Kathmandu e cidades próximas como Bhaktapur. O Nepal ainda sofre com o terremoto de 2015, é notório, mas seu povo leva tudo com um baita sorrisão no rosto. O povo nepalês é simples e muito feliz. Interessante o contraste físico entre o povo da India e do Nepal. India, o que falar do meu principal destino? Pessoal, há vários modos e roteiros de conhecer a India. Tem gente que vai para um Asham e fica lá por dias, meses... meditando, praticando yoga... Há quem queira conhecer só Délhi e Agra (cidade do Taj Mahal), outros só o Rajastão, e tem aqueles que fazem um “mix” dos três, o meu caso. Conheci seis cidades: Delhi, Jodhpur e Jaipur (Rajastão), Agra, Varanasi e Rishikesh. Pra quem for fazer esse tipo, a rota é essa. Tive muita dificuldade em organizar a rota. Não sabia se tinha que voltar a Delhi para ir a Varanasi ou Agra... Fiz todos os trechos de trem. Quem tiver grana e pouco tempo pode fazer de avião. Confesso que o meu maior receio nessa viagem eram os trens. Tive medo de enjoar, de como seria lá dentro, dos homens... (li e assisti sobre tudo por 4 meses antes do embarque). Bem, na minha primeira rota de 12h (peguei o máximo de trens noturnos pra poupar tempo) só tinha eu de mulher no trem. Claaaaaro que passou todo tipo de loucura na minha cabeça, mas eu pedi a todos os deuses hindus e brasileiros que me protegessem. Peguei meu livro, comprei um masala chai, sentei na “cama” e fiquei lá até todos dormirem. Depois que eu ouvi os roncos é que eu deitei, mas não dormi. Eles dão roupa de cama limpinha. Vem ensacada, apesar de barata a viagem, vc está na primeira classe e é tudo organizado, dentro do possível. Gente, depois desse dia os deuses ouviram minhas preces e só compartilhei a cabine com famílias. Aprendi a dormir que foi uma beleza, ou foi o cansaço mesmo. Andava de 12k a 15km por dia. Sim, qlq lugar que eu vou eu ando muuuito. Quero conhecer tudo. Vi poucos turistas pelas ruas, só nos principais monumentos, mas a maioria em excursão. Aliás, agora essas agências estão chamando de “expedição”, acho que é só pra encarecer mesmo. Bem, o que eu achei da India? A India é um país muuuito pessoal pra cada um. Houve dias em que eu amava e queria mais um tempo na cidade, como Rishikesh e Jodhpur, em outros, eu queria entrar no próximo voo para o Brasil. Ela é tudo de diferente que eu já conheci na vida. Ela tem cheiro. Já viu um país que tem um cheiro constante? Uma mistura de incenso com tempero que você sente o tempo todo. É incrível isso. É meio mágico até. O que dizer do trânsito? A coisa mais surreal que eu já vi e vivi na vida, e olha que eu já vi muita coisa. Me sinto uma sobrevivente daquele transito. rs. Nunca rezei tanto. É louco. Não é real, mas é, entende?!. O mais incrível é que eu não vi um acidente. Só existe uma palavra que eu possa definir a India: INTENSIDADE! Tudo é muito. Muitas cores, cheiros, fé, gente, bicho, barulho, calor, poluição, bicicleta, homem... Olha, a India não transforma ninguém. Acredite. Mas você volta de lá com um sentimento de gratidão pela vida que você tem tão grande que quem sabe é essa a transformação que a gente tanto busca. Bem, fiz um relato curtinho para colocar as informações ‘’técnicas” sobre a viagem. Dicas e curiosidades: · Mulherada que quer fazer a trip solo... é possível ir sozinha, sim, desde que não seja o seu primeiro mochilão. Tem que ter uma certa malandragem que a prática da “mochila” nos da. Eu sou muito independente e solta, aguento os perrengues, mas a India é diferente. Tem que trabalhar a firmeza e o carão. Lembrando que é uma cultura dominada pelos homens. Mulher lá não tem vez. Não tem voz. · Usar roupas discretas. Nada que marque o corpo ou mostre partes dele. NUNCA bermuda. Saia longa, pantalona, saruel, lenços. Eu usei camiseta pq estava muito quente, mas sempre cheia de lenços por cima. O assédio é imenso e vai por mim: quanto mais tampada você tiver será melhor pra você. Óculos escuros tb são uma mão na roda, me ajudaram demais. · Ainda assim, não adianta, todas serão paradas o tempo todo para fotos (olhem o videozinho rs). Tiram fotos nossa até sem a gente deixar, escondido, sabe!? Confesso que com famílias eu até tirava e aproveitava pra fazer com o meu celular tb, mas quando eram vários caras sozinhos eu dizia não. Eles adoram postar no facebook, e só Shiva sabe com qual legenda. Rs · Para homens sozinhos é super de boa. Não tem perrengue, mas não levem bermuda. Não vi ninguém usando, nem turistas. · NUNCA, em hipótese alguma, façam o que eu fiz: Cheguei às 2h da manhã e até passar por tudo já eram 3 e pouca e decidi ir para o hostel, estava morta de cansada. Negociei um tuc tuc q foi bem mais em conta, mas pensei q fosse morrer. Tudo na India parece uma favela perigosa (estou acostumada aqui no Rio) e logo no meu primeiro tuc tuc ele quis me dar um golpe. Negociei antes o valor e quando chegamos ele queria mais. Gritei e comecei e balançar os braços, ele olhou espantado e foi embora. Eu devia ter feito como nos relatos que li: “Chegou de madruga? Fica no aeroporto até amanhecer”. Confesso que não vale a sensação de morte que eu passei. · Água: só beber mineral LACRADA! Percebi que algumas gringas escovavam os dentes com água mineral tb, mas eu não esquentei, escovei com água da bica mesmo e pasmem: NÃO tive uma dor de barriga. Levei uma farmáciaaa! Mas podem separar um dia no roteiro pra ela. Qse 100% tem. rs · Levem barras de cereal, proteína e o que puder. Eu fiquei os 7 primeiros dias só na barrinha, banana e tangerina. Não conseguia comer. Perdi 3 kgs em toda viagem. O nível de limpeza é muito baixo e eu demorei muito pra entrar no “clima”, mas depois que entrei... foi sucesso! A comida é muito boa e megaaa apimentada. Até o que não é, é. · Comam o BigMac do Mac Donald de lá. É o único lugar no mundo onde a receita foi alterada. Ele é vegetariano. Uma delíciaaaa! · Os homens andam de mãos dadas o tempo todo, fazem carinho uns nos outros, mas não são gays. Não há contato físico entre homens e mulheres. · As mulheres casadas usam barriga de fora. Os sares são abertos na lateral. · O povo é bem solícito. Muuuitos me ajudaram. · Não deixem de beber Lassi e Masala chai. · Na India são falados mais de 20 idiomas, mas os principais são: Hindi e inglês. Mas a maioria só Hindi. Baixem o google tradutor. Ajuda demais!!! · Internet pré paga (cartão SIM): Ótima e barata: Demora dois dias para cadastrar. Precisa de uma foto 3x4. Paguei o equivalente a 13 reais para usar por um mês. Não gastei todo o plano de dados pq eu qse não acessava redes sociais (você não terá tempo acredite!). Usei muuuuito o google maps e o site dos trens. · Baixem o mapa off-line das cidades que forem. Gente, vcs vão precisar demais para não se perderem e não serem roubados pelos taxistas, tuc tucs e riquixás (bikes). · Em Delhi o Uber funciona maravilhosamente bem e é super barato. Ex: Numa corrida de 1h paguei 15 reais. · Metrô muito bem sinalizado. 2 reais. Usei os dois. Tanto o antigo, qto aquele que é descrito como um dos mais modernos do mundo. · Viagem no outono. Melhor época de outubro a janeiro. Estava calor, mas não tão forte. O que mata é a poluição q faz parecer mais quente. Temperaturas entre 33/36 graus durante o dia e frio à noite. Nunca viagem na época das monções (de junho ao finalzinho de setembro). Muita chuva. Alagamentos. · Negociem o preço do transporte antes. Faça ele escrever num papel o valor. Se depois ele te cobrar a mais mostre o papel e feche a cara. Da certo. · Não senti perigo em andar nas ruas. Teve dias que andei até às 11h da noite. Eles são muito religiosos e não roubam. O que acontece é o crime de oportunidade. Aumentam o valor das coisas, do transporte, não te dão o troco. Te colocam uma pinta na testa e pedem dinheiro pra Ganesha... Olha, o dinheiro é tão pouco, mas tão pouco, que às vezes eu sabia q estava sendo extorquida, mas deixava. Juro. Não fez falta. · Deixem para comprar lembrancinhas em Rishikesh. Só lá tem coisas bonitas e bem baratas. Em Jaipur tem muita roupa colorida. Nas outras cidades não achei nada de bonito pra comprar. · Livro, levem. Salva muito nos trens, conexões... · Não deixem de ir ao templo Sikhi. O de Delhi é a coisa mais linda. Eles servem mais de 10 mil refeições por dia e de graça. Os turistas tb podem comer e até ajudar a preparar. Baita experiência. Eu só conheci a cozinha, pois qdo cheguei às 17h, já tinha acabado o almoço. · Fuso horário: 8h30 a mais que o horário de Brasília. Amanhece e escurece no mesmo horário que aqui. Estou colocando este tipo de detalhe, pois alguém pode querer saber... eu quis. rs. Ps: Na Argentina às 21h tá claro. · Levem pouca roupa. Em todos os hostels tem torneira no chuveiro para lavar e varal no terraço pra secar. · Viajei com uma cargueira de 65 litros. Na ida me fizeram despachar, mas na volta não precisei... vai entender. . Namastê é o cumprimento de chegada em qualquer lugar, não importa o horário. . Não esqueçam de levar papel higiênico, álcool em gel e filtro solar. . Desconstruam toda nossa cultura e embarquem de coração aberto que a viagem será insana e muito abençoada. Se joguem! Vistos, trens, estadias e valores Visto India: 80 dólares – valido para 60 dias. Só pode entrar no pais com ele uma vez, duas, quando for em trânsito, como foi o meu caso voltando do Nepal. Ele é feito de forma online. Faz uploud da foto e da página principal do passaporte, paga a taxa com cartão de crédito e em 2 dias, sendo aprovado, vai para o e-mail. Tem que levar impresso. Link do site: https://indianvisaonline.gov.in/evisa/tvoa.html Visto Nepal: 25 dólares - valido por 15 dias. Ele é feito e pago no aeroporto de Kathmandu. Obrigatório levar uma foto 3x4 ou 5x7. Trens: Os bilhetes dos trens têm que ser comprados com uma certa antecedência para pegar lugares seguros. Comprar sempre as primeiras classes. Confesso que eu achei muito difícil comprar pelo site, tentei de tudo. Até um cara no site mochileiros.com me deu o celular dele, de lá, para cadastrar e não deu certo. Vi que q muitos tinham o mesmo problema. Eu qse desisti da viagem por isso, foi aí que apareceu uma menina que tinha acabado de voltar de lá e disse que havia comprado os ticktes com o Raj. Gente, esse cara é um amor e muuuito profissional. Me ajudou a montar a rota certa e comprou todos os meus ticketes. Fora que em todas as datas de embarque ele me mandava whatsapp e email. Ele cobra 17% do valor total. Você deposita tudo pelo PaYpal. Paguei 76 reais pelo serviço e o valor total dos trens ficou em 457,00 (todas as cidades), mas pagaria 200 só pela paciência que ele teve comigo. Foram mais de 40 e-mails. rs Ahhh! Tem dois sites maravilhosos em que você monitora o trem em tempo real. Vc sabe a estação em que ele está, se está no horário, se está atrasado... Sim, os trens são um capítulo à parte. São organismo vivos. Dos oito que eu peguei, seis atrasaram e muito. Segue o link da página do Raj no facebook. Resolve tudo por email, Skype e whatsapp: https://web.facebook.com/trainticketplease/ Site para monitorar os trens: https://runningstatus.in/ https://www.railyatri.in/live-train-status Estadia: India: Fiquei em todos os hostels da rede “Moustache”. Ameiiiii! Todos MARAVILHOSOS! Stafs fofos. Só o de Agra que eu não gostei muito, mas passei apenas algumas horas. Só fiquei nele pq está a 1km do Taj Mahal (dá pra ir andando) e eu queria entrar no amanhecer. Em todos os hostels eu fiquei em quarto compartilhado feminino (4 camas), só o de Jodhpur que eu fiquei em quarto misto (4 camas). Foi super de boa. A média dos valores das diárias estão entre 15 a 20 reais. Dica: Reservem faltando 2 dias. Eu reservei pelo booking com um mês de antecedência, mas qdo chegava na véspera eu olhava para ver se o qto estava cheio e pah: valor bem mais baixo. Em todos eu cancelei e reservei de novo. Nepal: Reservei um “hostel”, mas quando cheguei lá era uma casa com pai, mãe, avó, crianças, cachorro, hóspedes... ainda bem que tinha reservado um quarto privativo...rs adorei a experiência, mas confesso que era longe do Centro. Andava 20 minutos e passava por muitos lugares destruídos pelo terremoto. Fiquem na localidade de Thamel. É no Centro. Tirando os voos, gastei em média com alimentação, estadia, entrada nos templos e monumentos, transporte e lembrancinhas, 90,00 por dia. Lembrando que eu peguei a alta do dólar, setembro. Agora seria bem menos. Valores para vocês terem uma base de como a India é barata. Água de 1l = 1 real 1kg de banana = 2 reais BigMac = 9 reais Almoço com refrigerante num lugar bacana = 10 reais Cinema (Sim, em Jaipur tem o maior cinema da Ásia, vale a visita (Raj Mandir) = 8 reais Taj Mahal = 30 reais Calça Saruel = 10 reais Masala Chai = 1 real Lassi = 2 reais Corrida de tuc tuc (40 minutos)= 15,00 Voo Rio x Delhi (dois dias entre voo e conexão): Voei British Airways, mas comprei pelo site Ibéria. Nunca comprem direto no site da British, pois o pagamento é em dólar, já no site da Ibéria é em real. Paguei 4.300 com 50 dias de antecedência. Depois desse período monitorei e vi que só aumentou. Logo, foquem nesse tempo máximo para compra. Voo Delhi x Kathmandu (1h30): Voei Jet Airways. Valor 800,00 - comprei com 10 dias de antecedência - na véspera do embarque estava mais barato. Comprei pelo skyscanner q me jogou pro site. · Todos os voos eu monitorei valores pelo skyscanner Seguro viagem: Fiz pela plataforma do Real Seguros (Affinity). Valor total: 138,00. Fotos: Celular Samsung G7 App de fotos: Snapsseed Galera, acho que é isso. Não sei se esqueci de algo, mas caso queiram tirar alguma dúvida sobre roteiro, rota, podem perguntar ou me mandar um email que ajudo na boa. E-mail: [email protected] Namastê e ótimas viagens! 🌏🍃🌱
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    6º Dia: Praia - 09/11/18 - 7h25min - Banguecoque x Krabi x Ao Nang x Railay Beach x Tonsai Beach - Empresa Air Asia R$148,00 - Táxi 300 Baht - Long Tail 240 Baht - Hostel R$213,00 Saímos exatamente no horário do aeroporto Don Mueang em Banguecoque com destino ao aeroporto de Krabi - KBV no sul da Tailândia. Chegamos por volta das 9:00am, trocamos mais alguns dólares na casa de cambio dentro do aeroporto mesmo e compramos também por 300 baht uma espécie de van/táxi que iria nos levar para nosso hostel na praia de Ao Nang. O trajeto levou uns 40 minutos passando por belas paisagens e nos dando uma noção do paraíso que ainda nos aguardava. Ao Nang é uma região central da província costeira de Krabi. A cidade consiste principalmente numa rua principal, dominada por restaurantes, bares, lojas, todo um comércio destinado a turistas. A praia principal é usada por banhistas, contudo existe uma forte presença de barcos típicos da Tailândia denominados Ruea Hang Yao ou Long Tail que oferecem acesso a outras praias no continente e nas ilhas próximas do país. Ficamos hospedados no Balcony Party Hostel localizado na avenida principal de Ao Nang de frente para o mar de Andaman. Reservamos pelo booking.com um quarto privado com 3 camas confortáveis, ar condicionado, ventilador, lockers para mochilas, banheiro compartilhado por R$213,00 para 2 diárias. O hostel ainda contém um bar a noite com diversas festas para os hóspedes e um enorme terraço de frente para o mar. Balcony Party Hostel fica localizado em um complexo de bares, restaurantes, agências de turismo e diversas lojas de souvenirs e ainda fica perto de onde se compra os tickets dos barcos para as outras praias e ilhas. Chegamos no hostel, nos acomodamos, mochilas devidamente guardadas, banho tomado, comemos alguma coisa e saímos rápido para comprar o ticket para ir a Railay Beach que ficava bem próximo ao hostel. O valor fica em torno de 240 baht incluindo a ida e a volta e leva aproximadamente 20 minutos saindo de Ao Nang Beach. Railay, também conhecido como Rai Leh, é uma grande península entre a cidade de Krabi e Ao Nang. É acessível apenas por barco devido a altas falésias calcárias que cortam o acesso ao continente. Chegando logo se vê o quanto a Tailândia é fantástica. Suas praias de areias claras e águas cristalinas cercadas por enormes paredões de calcário que mais pareciam uma grande pintura. Ficamos por algum tempo contemplando Railay, tomamos nosso primeiro banho de mar, tomamos um belo suco da Dragon Fruit (Pitaia) que é uma fruta famosa na Tailândia e depois de caminharmos pela praia pelo lado direito fomos abordados por uma senhora divertidíssima oferecendo massagens e após uma engraçada conversa rs, ela nos sugeriu que fizéssemos uma trilha de poucos minutos para Tonsai Beach e que seria um belo lugar pra nós mochileiros ahahaha. Fizemos a trilha que passa por uma bela paisagem de paredões usados para rapel, uma bela vista das duas praias e uma gruta ou caverna que existe no caminho, a trilha é realmente muito curta mas a paisagem faz com que pareça enorme, e após alguns minutos estávamos nas areias de Tonsai Beach. Tonsai é uma praia digamos no estilo "roots", com vários artistas, surfistas, artesãos, galera do rapel e diversos mochileiros de todo lugar do mundo. Ficamos em um bar chamado Freedom que fica bem de frente para o mar. Tomamos uma geladíssima cerveja Chang e contemplamos aquele paraíso por algumas horas. Na praia de Tonsai ainda da pra ver muitas marcas do tsunami de 2004 com epicentro em Sumatra na Indonésia onde afetou milhares de tailandeses. Existem placas indicando evacuação para lugares mais altos em caso de tsunami por toda a parte da ilha. Na maioria das praias da Tailândia quando esta na maré baixa o mar retrocede de uma forma que somente as pedras ficam aparecendo impossibilitando muitas vezes de se banhar. Então aproveite a praia enquanto ainda tem água para um mergulho pois no entardecer ela ira ficar rasa a ponto de ficar a alguns centímetros de profundidade. O dia acabou muito rápido em Tonsai, esperamos pelo por do sol tão famoso mas ao cair da tarde fomos presenteados por uma bela chuva que refrescou todo mundo ali. Aguardamos por alguns minutos no Feedom Bar até a chuva passar e depois fizemos a trilha de volta para Railay pois o último horário de Long Tail de volta pra Ao Nang seria as 18:00pm. Massss porém contudo todavia fomos embora com a sensação de quero mais, de que ainda faltava conhecer algum lugar naquele pedaço do continente na Tailândia e nós voltamos, pois a intuição estava forte ahuahaua e no outro dia voltamos para Railay Beach. 7º Dia: Praia - 10/11/18 - 11h00 - Ao Nang x Railay Beach x Ao Phra Nang Beach - 240 Baht (((((Continua no próximo post)))) Facebook: https://www.facebook.com/tadeuasp Instagram: https://www.instagram.com/tadeuasp/
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    Oi Gente!! Nao sei se vai ajudar mas enfim, vou tentar escrever um pouco sobre Rishikesh.. desculpe a ausencia de acentos graficos mas aqui nao tem!! Estou morando por 4 meses aqui na India e durante minhas "mini-ferias" na escola que trabalho dei uma viajada legal pelo pais. Rishikesh eh maravilhooso... um dos lugares mais sensacionais que ja fui. Fiquei num hostel chamado Zostel Rishikesh. Eles sao meio novos mas eh legal, e eles tem um rooftop com um restaurante, entao se quiser comerr sem sair do hostel ta beleza. Fiquei em dormitorio e eh tudo certo, achei bem limpinho ateh, mas nao sei quais sao os padroes de limpeza de vcs!! Na semana que passei lah eu fiz rafting (por 450 rupias), aluguei moto dois dias e fiz a cidade de moto, entrei no Ganges umas 5 vezes pra nadar, fui no Ashram que os Beatles visitaram e pratiquei yoga. Eh sensacional, diferente de muitas coisas que vc vai ver na India. O yoga de Rishikesh eh mto mais espiritual do que com varias asanas, entao vc vai notar diferencas ceeerto!! Nessa viagem eu fui da minha cidade pra Udaipur, dpois Agra, Mathura, Delhi, Haridwar, Rishikesh, Amritsar, Delhi de novo e voltei pro meu estado. E pasme: tudo de onibus. Hahhah eh punk mas nao eh impossivel, como viajei durante Diwali foi dificil achar trem. Nao recomendo que vc va de Delhi pra Rishikesh de aviao, eh desnecessario... se nao achar trem procura uma travel agency pequenininha e pede pra eles comprarem passagem de onibus pra ti! Tem com sleeper individual e eh mto mais confortavel do que sleeper em trem, os precos sao sempre bons e nao precisa fazer reserva tao antess.. Enfim, vc vai se encantar com Rishikesh, comprei varias roupas legais tbmm nas lojinhas locais, eh facil de achar tuctuc e vc vai conhecer bastante viajantes por la tbm - diferente de outros lugares!! Acho que eh isso, se eu lembrar de mais alguma coisa euuu escrevo again. Beijos
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    O Norte da Argentina é uma região maravilhosa e ainda pouco conhecida de nós brasileiros e de outros visitantes estrangeiros. Resolvi fazer este relato com algumas dicas de viagem a esta região maravilhosa. As principais cidades turísticas da região são Salta, Cafayate, Purmamarca, Susques, Tilcara, Cachi, Tolar Grande e Iruya. Mais informações no meu blog http://viagensaamericadosul.blogspot.com.br/ Aluguel de Carro - Alugar um carro é uma excelente forma de conhecer a região, as principais cidades estão bem próximas umas das outras, e viajando de carro e com um bom GPS você terá grande liberdade para conhecer vários destinos e atrações. A empresa de locação com melhor estrutura na região é a Hertz com lojas (oficinas) em Salta e Jujuy. Os passeios de carro imperdíveis são entre o circuito Salta - Cachi - Cafayate, e a viagens Salta - Tilcara - Iruya, e Salta - Purmamarca - Salar Salinas Grandes - Susques. É possível cruzar a fronteira com o carro até o Chile, indo até San Pedro de Atacama pelo Paso Jama (estrada em excelente estado de conservação). Para isso a locadora providencia uma autorização para cruzar a fronteira (custo de US$ 100 aproximadamente). Outra dica, leve dinheiro em espécie ou "en efectivo" (cash) porque os postos de combustível das estradas (estacion de servicio) não aceitam cartões de crédito. Sempre que possível mantenha o tanque cheio. Vinhos de Cafayate - Fique pelo menos um dia em Cafayate para conhecer suas excelentes vinículas e provar seus espetaculares vinhos de uva Torrontés. A cidade é pequeninha e as vinícolas estão muito próximas umas das outras, sendo possível conhecer 3 ou 4 em um único dia. Algumas vinícolas tem hospedagens bastante charmosas. Dinheiro e Câmbio - A melhor opção é levar dólares para a Argentina e trocar o dinheiro com os "doleiros" ou "cambistas" de rua e pagar tudo à vista. Em Salta na praça 9 de Julio tem muitos "doleiros". O cambio oficial é de 1 Peso = 4,5 Dólares, no paralelo você consegue quase o dobro, de 7 a 8 pesos por dólar. Andar com dinheiro "en efectivo" é fundamental pois muitos lugares não aceitam cartão de crédito, inclusive alguns hotéis, restaurantes e postos de combustível. Comida Local - Prove a comida local, é bem diferenciada. Os Tamales que são massas de milho salgadas cozidas na folha do milho com recheio de carne. As Humita são parecidas mas o recheio é diferente com queijo, tomate e condimentos. Empanadas são parecidas com esfirras, são feita no forno, as melhores são de charque (carne bovina) e de queijo de cabra. Carne de Llama tem um gosto peculiar e saboroso. As carnes em geral são maravilhosas, principalmente o "chorizo" e o "lomo". Para os mais corajosos vale pedir uma parillada completa (churrasco ou barbecue argentino) quem vem com vários cortes de carne e alguns miudos. Em Salta recomendo os restaurantes DONA SALTA e LA MONUMENTAL, Em Cafayate o TERRUNO GOURMET e a CARRETA DE DON OLEGARIO, Em Susques o LA VICUÑITA, Em Iruya o COMEDOR DE TINA. Hospedagem - Em Salta, principal cidade turística do Norte da Argentina, tem hotéis para todos os gostos de luxuosos 5 estrelas, pousadas charmosas e albergues para um público jovem. Todas as cidades são bem servidas de hotéis e restaurantes. Os preços são baratos em relação ao Brasil. Nossa hospedagem na região girou em torno dos 60 US$ por noite (quarto de casal e banheiro privativo com café da manhã). Escolhemos nossas hospedagem com base nos depoimentos daqui do site Mochileiros e também do site Tripadvisor. Como chegar - Os principais aeroportos ficam em Salta e San Sanvador de Jujuy. São aeroportos regionais, os vôos internacionais chegam em Buenos Aires de de lá é feita a conexão para estas cidades (cerca de 1 hora de vôo). As principais empresas de onibus são Flecha Bus (http://www.flechabus.com.ar), La Veloz del Norte (http://www.lavelozcallcenter.com.ar), Balut (http://www.balutsrl.com.ar). Também existes viagens de onibus de Salta para San Pedro de Atacama no Chile pela empresa Andesmar (http://www.andesmar.com). Quanto tempo ficar - O ideal para conhecer a região são 7 dias. Na minha viagem eu fiquei apenas 4 dias na região, foi suficiente para conhecer muita coisa, mas foi muito corrido. O que conhecer? - Tudo é razoavelmente perto e, fazendo um bom roteiro, é possível conhecer 2 ou 3 lugares por dia. Os 10 atrativos que considero imperdíveis na região são: 1 - Cierro de Las Siete Colores (Purmamarca) 2 - Teleférico de Salta (Salta) 3 - Salar Salinas Grandes (Purmamarca) 4 - Cuesta de Lipan (Purmamarca) 5 - Vinhedos de Cafayate (Cafayate) 6 - Quebrada de Las Flechas (Caminho entre Cafayate e Cachi) 7 - Quebrada del Rio de Las Conchas (Caminho entre Cafayate e Salta) 8 - Caravana de Llamas (Tilcara) 9 - Caminho para Iruya e Iruya (Iruya) 10 - Ojos del Mar (Tolar Grande) - Acesso somente por veículos altos, offroad ou com tração 4x4 Fonte da foto de Ojos del Mar: http://costumbresargentinas-fotografias.blogspot.com.br/2010/04/ojos-de-mar-salar-de-tolar-grande.html
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