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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 27-05-2019 em todas áreas

  1. 2 pontos
    O que fazer em Manaus? Olá, gente, sou nova no site e nao sei bem como faz as publicações aqui, mas vou começar assim, e começarei falando da cidade de onde eu moro: Manaus. Normalmente o norte sempre é o ultimo ponto onde os viajantes vão. Já viajaram por todo o Brasil e então decidem ir para o norte, mas não é só porque eu moro aqui, mas também porque trabalho com turismo, sei que as pessoas que vem aqui de 10 8 voltam! E isso é muito gratificante, então queria mostrar aqui um pouco das Belezas do Amazonas, que infelizmente é escondida do mundo. 1-Teatro Amazonas O Teatro Amazonas é um dos mais importantes teatros do Brasil e o principal cartão postal da cidade de Manaus de estilo renascentista entorno de sua estrutura externa com os detalhes únicos na sua cúpula, tornou-se um dos monumentos mais conhecidos do Brasil e, consequentemente, o maior símbolo cultural da cidade de Manaus. É a expressão mais significativa da riqueza na cidade durante o Ciclo da Borracha, sendo tombado como Patrimônio Histórico Nacional em 1966. Teatro Amazonas - Foto: Michael Dantas Teatro Amazonas. Foto: Michael Dantas Teatro Amazonas - Foto: Michael Dantas 2 - Nossa linda floresta Amazônica Quem visita Manaus sempre faz algum passeio pela Floresta Amazônica, nem que seja aquele mais rapidinho que passa nos pontos principais. Como: Encontro das Águas Trata-se de um incrível fenômeno da natureza onde as águas barrentas do Rio Solimões e as águas escuras do Rio Negro se encontram e percorrem, lado a lado, por um trecho de seis quilômetros de extensão, mas não chegam a se misturar nunca. Para presenciar essa maravilha natural, um passeio de barco, que tem duração de um pouco mais de uma hora e passa por outras lindas paisagens da região, lhe levará até o ponto de encontro das águas desses dois importantes rios. Nadar com os botos Uma das experiências mais especiais que você pode ter no Amazonas é ter o contato com os botos cor-de-rosa, que são uma espécie de símbolo dessa região. Nesse passeio, o barco lhe levará até a Praia da Orla de Novo Airão, onde esses animais maravilhosos vivem livremente, e após uma palestra sobre as principais características desses mamíferos e sobre a atividade de turismo com eles, será liberado a interação e mergulho com os botos a partir de uma plataforma submersa . 3- Hotéis de Selva Também chamados de Jungle Lodges, esses hotéis são excelentes opções de hospedagens, pois lhe permite estar muito próximo de toda a natureza e exuberância da Amazônia, já que ficam situados em meio à selva, fazendo desta experiência ainda mais especial e única. Outro ponto muito positivo desses hotéis é que eles oferecem passeios diurnos e noturnos, como focagem de jacarés, caminhadas na floresta e visitas às comunidades dos cablocos e nativos da região, entre tantos outros. Uma sugestão de um ótimo hotel de selva é o Juma Amazon Lodge, que possui bangalôs muito confortáveis e seguros para os viajantes que desejam se hospedar em plena Floresta Amazônica. 4- Ritual Indígena Conhecer o Amazonas é uma ótima oportunidade para ver de perto os costumes indígenas. Normalmente, os passeios que envolvem paradas em tribos e são feitos em junção com outro passeio.Vê-se um pouco da cultura indígena, seus costumes, rituais e normalmente se vende artesanatos indígenas nos locais a serem visitados. 5- Festival de Parintins O Festival de Parintins é uma festa popular realizada anualmente no último fim de semana de junho. O festival é uma apresentação a céu aberto de associações folclóricas, a disputa de dois bois Garantido (Vermelho) e o Caprichoso (Azul), ois dois mostram a cultura do Amazonas em 3 dias de festa, mostrando rituais, danças coreografadas, músicas, artes cênicas, alegorias e os itens principais. Bom, mochileiros, é muitas coisas que tem aqui no Amazonas, eu que moro aqui ainda nem visitei tudo, nem metade, ainda estou no começo de minha carreira como turismóloga, mas dese já quero apresentar minha cidade que é como um baú, está escondida, mas é cheia de tesouros! Deem uma pesquisada no Google! Beijos e beijos
  2. 2 pontos
    Sim, levamos um susto. Depois fiquei sabendo que foi um abalo sísmico aqui pelo Peru.
  3. 2 pontos
    Só fizemos o mesmo que você faria por nós. Tremor de terra ? Eita.
  4. 1 ponto
    Nossa viagem começou no final de dezembro, para passar a virada do ano no Ceará, em Icaraí de Amontada, carinhosamente chamada de Icaraizinho, um pequeno vilarejo a 200km de Fortaleza, destino de muito amante do kitesurf, por seus ventos perfeitos pro esporte. A vila é tranquila, as ruas são de pedra, o que dá um charme a mais e a praia é extensa, de mar calmo e morno. O aeroporto mais próximo de Icaraí de Amontada é o de Fortaleza. De lá, é possível pegar um transfer (cerca de 2 horas e meia de viagem, em torno de 400 reais) ou um ônibus para Amontada (cerca de 4 horas de viagem, 25,45 reais com a empresa Fretcar). Optamos por seguir de ônibus. A viagem foi super tranquila e passamos por paisagens lindas, principalmente na região de Tururu. Chegando em Amontada, fomos de carona para Icaraizinho (cerca de 50 minutos). Alugamos uma casa por 5 dias, o que foi uma excelente escolha. A localização era ótima, a 100m da praia, com uma área verde cheia de árvores frutíferas e palmeiras que bailavam no vento. Uma delícia total. Ainda fizemos uma fogueira, que rendeu muitos churrascos de frutos do mar. Às noites, o céu estrelado e o silêncio davam uma sensação de calmaria. Icaraizinho é um desses lugares que te permite se perder no tempo. Tudo é tão tranquilo que a impressão que temos é de que o tempo passa diferente e isso é uma maravilha para quem gosta de viagens para se desligar um pouco de tudo. Além de curtir a praia e principalmente o mar-piscina, há uma série de passeios lindíssimos para descobrir por lá. Próximo a Icaraizinho, tem a Lagoa das Flexeiras, ou Lagoinha, um paraíso de água doce cercado de muito verde. Há alguns barzinhos simples e rústicos que servem cerveja, peixe frito, batata e outros petiscos. Maravilhoso passar a tarde nesse lugar. Eles colocam redes na lagoa para quem gosta de relaxar na água. Um dos passeios mais famosos da região é assistir ao pôr do sol nas dunas do chamado Lençóis Cearenses. O lugar é realmente mágico. Uma paisagem belíssima e um pôr do sol inesquecível. Alguns guias oferecem esse passeio por cerca de 350 reais. O passeio leva o dia todo e deve ser feito num 4X4. Começa pela praia, passa pelas antenas aeólicas nas dunas de Moitas, pega uma estrada coroada de lindos coqueiros e faz uma primeira parada à beira rio para fotos e para ver os barcos de ostras que atracam por ali. Apesar da vista linda pro rio, essa parada não tem nada demais, assim como a segunda parada, num restaurante super cheio, feito para receber grupos turísticos, caro e com um serviço péssimo. Resolvemos pedir só uma água de côco, que para piorar, estava quente. A terceira parada é no alto da duna, com vista e mergulho no rio. Ali você se vê diante da imensidão e da soberania da natureza. A última parada é também no alto de outra duna, com vista para a ferradura do rio, bem onde o sol se põe. É por ali, a creca de 30 minutos de carro, o cemitério mais lindo que já vimos na vida. As lápides ficam na areia, de frente pro mar, lugar perfeito para o “descanso eterno”. 5 dias foi tempo suficiente para curtir esse paraíso cearense. Para sair de Icaraizinho, pegamos um transfer até Amontada (150 reais o carro) e de lá o ônibus da Fretcar na linha Amontada-Fortaleza, por R$22,40, de onde seguimos para Pernambuco, rumo às ladeiras de Olinda. Do que não gostamos: Um transporte comum em Icaraizinho são as carroças de boi. Sabemos que faz parte da cultura e do meio de sobrevivência e trabalho local, mas dá dó ver os bichos magros, com sede, se arrastando pelas ruas de pedra. Muitos são mal tratados, o que é de cortar o coração. Muita gente anda de carro e moto na areia da praia. Um hábito terrível que provoca danos à natureza e perigo a todos que estão curtindo a praia. Para comer: Vila Icaraí - é uma pousada super aconchegante e charmosa. O bar da pousada é aberto também para quem não está hospedado lá e oferece opções deliciosas de sanduíches, que você come à beira da piscina. O preço é muito bom, o atendimento excelente e os drinks são ótimos. Restaurante Hibisco - é o restaurante que muita gente indica. Fomos 2 vezes. Na primeira comemos um camarão com leite de côco gostoso e bem servido. Da segunda vez optamos pelo PF e não foi uma boa escolha. A comida chegou fria e sem nenhum tempero. É caro para o que serve. Papaya Beach - de frente pro mar, o bar é um grande lounge. Cervejas, drinks e petiscos. Música alta, mas uma opção para quem está na praia e quer tomar um goró e curtir o pôr do sol atrás das aeólicas. Posto 1 - mais um barzinho em frente ao mar. Tem cerveja, caipirinhas e um bolinho de arroz com calabresa muito gostoso. O preço é bem bom. Horários dos Ônibus: Fortaleza-Amontada Amontada-Fortaleza instagram.com/trip_se_
  5. 1 ponto
    A Tailândia era meu sonho, lendo o blog da Vida Mochileira vi os valores em detalhes em uma planilha e cheguei a conclusão que para um mês na Tailândia teria que ter o mínimo de R$10.000 pra fazer tudo que queria. Blog que pesquisei valores https://vidamochileira.com.br/tag/tailandia/ Adoro os blogs que detalham todas as despesas de uma viagem porque facilita muito para quem está se planejando. Realmente passei a achar que poderia ter condições de realizar o que tanto desejava após ver os relatos da Mari e tirar todas as dúvidas possíveis em seu blog. Como achava meio impossível ir à Tailândia sem um mínimo de 2 anos economizando ,e fiz em 1 ano, quero relatar meu planejamento considerando meu salário que em 2017 era R$ 1.500. A primeira coisa que fiz foi fazer uma tabela com todos os locais que gostaria de ir, depois vi as passagens e procurei alguém pra ir, meu namorado não quis, pois seria um ano complicado pra ele no trabalho, então me programei pra ir só. Moro com meus pais e minha renda é para meus gastos pessoais, isso facilita muito. Pra quem tem família e é responsável pelo seu sustento, a realidade é outra e bem mais difícil –eu sei . Em resumo, minha renda era pra pagar meu curso de inglês, internet e alimentação, conta do celular e poupar. Teria que conseguir economizar R$ 1000,00 por mês pra conseguir viajar em um ano e foi essa minha meta, mas viver com R$ 500,00 seria complicado tendo em vista que só meu inglês era R$ 400,00. Poupei por 3 meses 1000 e vi que seria possível. Sempre fui muito boa em economizar e não gasto dinheiro com coisas superficiais, teria só que apertar mais um pouco as contas e foi o que fiz. Pra continuar o curso de inglês comecei a dar banca para crianças da minha rua e aulas para pessoas que estudavam EAD e tinham dificuldades com o uso do computador, também me voluntariei em uma rádio da cidade que tinha a possibilidade de conseguir patrocínios e ganhar porcentagem, conseguir algumas propagandas e isso deixou que o ano fosse mais tranquilo. Em 12 meses tinha os 10 mil, no meio desse percurso meu namorado resolveu que também conseguiria ir, reservei hotéis e passagens e lá estava eu realizando meu sonho. Não contei meus planos para ninguém, pois achava difícil conseguir em ano, e quando contei minha mãe não acreditou, ora, era Ásia por 1 mês. Além da Tailândia, passei um dia na Alemanha perdidona fazendo turismo e meu maior medo era me perder sem saber falar inglês e não conseguir voltar para o aeroporto, mas fui e fiz um super tour sozinha. Sou tão prolixa, esse texto ficou enorme, mas era pra falar que é possível com foco e determinação, você não precisa ganhar 3, 4 ou 5.000 pra realizar um sonho grandão!
  6. 1 ponto
    Hola viajeros! Segue link dos meus gastos em minha última trip de 15 dias pelo Chile e Tour de 4 dias para o salar de Uyuni, na Bolívia Vi pela primeira vez este tipo de planilha através do blog http://www.mochilandonamaionese.com/ Achei muito útil e me ajudou bastante para planejar a viagem. Aviso de antemão que o Chile é um país caro, muito mais caro ainda na região do Atacama. Entretanto, consegui fazer a viagem com um valor razoável, não passei nenhuma vontade (exceto a de subir o Sky Costanera, por 15 mil chilenos não tem como) Valor total R$ 3.912,60 com passagens áreas Valor total R$ 2537,90 sem passagens áreas LINK https://docs.google.com/spreadsheets/d/1Mcpxep2e9QT1Mdua-hfBIzLwPs4QL8xW8pw52PVDakg/edit?usp=sharing Não recomendo ir no Inverno Altiplânico. Duas semanas antes de viajar para o Atacama a estrada de Calama para San Pedro chegou a ser fechada, mas como já tinha tudo pago não pude desistir. Por sorte, no dia da viagem o tempo começou a melhorar. Em San Pedro cheguei com todos os tours fechados, o que por um lado foi bom, pois fui fazer o tour do salar de uyuni que achei FANTÁSTICO. Ao voltar para San Pedro os passeios já estavam normalizados mas não fiz nenhum, apenas aluguei uma bike e fiz Valle de La Muerte - Mirador de Kari - Pukara de Quitor e Catarpe (que estava fechado). Acho que o tour de Uyuni engloba muitas coisas que são vistas em tours individuais em San Pedro. Acho um passeio mais alternativo, já que San Pedro está repleta de turistas tradicionais (o que não me agrada muito). Além do norte, conheci Santiago (3-4 dias) e Valparaíso (3 dias). Se tiverem alguma dúvida, estou disposto a ajudar! Abraços!
  7. 1 ponto
    Fala, galera, tudo bem? Bom, pessoal, venho aqui pedir ajuda de vocês com algumas coisinhas. Estarei indo de carona de buenos aires até ushuaia no mês de julho e quero algumas dicas de vocês: Onde eu posso ficar acampado até chegar em ushuaia? É seguro acampar pelo meio do caminho, digo próximo ruta 3? Em ushuaia, posso acampar em qualquer lugar que dê pra montar a barraca ou só em lugares autorizados? Podem me dar recomendações de campings ? Estarei indo com pouco dinheiro e com mais uma pessoa. Tenho uma barraca Nautika falcon 3 e irei comprar sacos de dormir e isolantes térmico! Qualquer dica é bem vinda!
  8. 1 ponto
    Voltei recentemente da Europa, entrei e sai por Frankfurt e fiz o sul da Alemanha, Austria, Rep. Checa, Holanda, Belgica, França e de bonus Luxemburgo, tudo de carro... Se tem um coisa que não me arrependi foi de ficar todo o período com o carro.. facilita bastante para visitar as pequenas e lindas cidades do caminho... mas ficamos 28 dias no total... Não sei se para 11 noites vale tanto a pena assim... Principalmente ficando com foco nas grandes cidades (Munique, Salzburgo e Vienna), onde vc deixará o carro estacionado. Para seu roteiro, faria sem carro e me hospedaria em locais de fácil locomoção. Alugar carro para entrega em outro país geralmente é bem mais caro...
  9. 1 ponto
    @Juliana Champi Nós somos das antigas. ..Não usamos essas modernidades que vocês dominam. Pq vc acha que virá e mexe damos unas perdidas por aí. ....kkkkkk mas é bom! Nosso negócio é mapa de papel e no máximo o googlemaps, até me cadastrei num aplicativo desse, mas não me atendia, pois usava muita bateria do meu celular das antigas. O que usei foi o whikiloc, parece muito bom mesmo. Testa e vê se te atende.
  10. 1 ponto
    @Rezzende É o que dá ser alinhado com o Norte,mas aqui não posso falar, fui censurado por não aceitar o Brasil de joelhos a eles.
  11. 1 ponto
    QUE MASSA JULIANA !!! vc sim é uma mochileira nata que gosta de fazer coisas realmente agradáveis... Quem procura esse tipo de roteiro tem o meu respeito ! ahahahahah ! então... eu não faço ideia de como te ajudar... tem aeroporto lá né.. mas tudo fora da África do Sul é bem complicado... Hj em dia sei q tem da Namibia também (com conexão) mas de Botswana eu realmente acho que não (mas vale a pesquisa) !!! vai com TUDO 😃 abs
  12. 1 ponto
    @Thalyta Milena, pronto, é assim. Muito fácil.
  13. 1 ponto
    Fala, viajante!! Depois de percorrer os atrativos da capital equatoriana, hoje vamos viajar por um mundo bem diferente, com fortes traços indígenas. Descubra o que fazer em Otavalo. --- O mundo indígena e a natureza de Otavalo (Equador) Lá estava eu, no Terminal Carcelén (Quito), em pé, com o mochilão nas costas e o lanche para a viagem na mão, modestamente envolvido por um saquinho preto – desses de barraquinhas de camelô ou de lixinho de cozinha. Eu aguardava o tão esperado ônibus para Otavalo, um local que havia despertado meu interesse por seu famoso mercado de artesanato indígena. Meus companheiros de viagem, Marcelo e Carioca, até poderiam estar pensando se aquilo não seria uma furada, mas toparam a investida. O ônibus chegou e logo embarcamos. Uns dez minutos antes, o Marcelo havia comprado as passagens e o vendedor alegou que não tinha troco, mas o daria assim que o tivesse em mãos. Desconfiei. E não vimos o vendedor embarcar conosco. Golpe? Provavelmente. Aos poucos, as paisagens urbanas sumiam das nossas vistas e a exuberante natureza equatoriana parecia uma tela emoldurada pelos contornos das janelas. No ônibus simples, de gente simples, quase não havia turistas mas não faltava alegria e descontração providos pelos vendedores ambulantes que embarcavam e desembarcavam como se fossem grandes artistas e o ônibus, o palco. Um deles, em especial, chamou nossa atenção (e de todos os outros passageiros), era um exímio vendedor que, se tivesse uma oportunidade, certamente se destacaria. Pelos minutos que o jovem ambulante esteve dentro do ônibus, viramos reféns de suas piadas e brincadeiras, sem conseguir sequer desviar o olhar. As brincadeiras envolviam prêmios para os que acertassem suas perguntas ou desvendassem o desfecho de suas charadas. Foi uma verdadeira aula de vendas, ministrada por um vendedor nato. No meio da viagem vejo alguém de fisionomia familiar e mostro aos meus amigos. Lembra do vendedor de passagens? Lá estava ele, cumprindo sua função de cobrador para os que embarcavam e desembarcavam pelo caminho. E não demorou muito para que ele trouxesse o nosso troco exato. E foi nesse clima agradável que rodamos 110 km e desembarcamos em San Luis de Otavalo, uma cidade com cerca de 100 mil habitantes – embora possua uma atmosfera interiorana. Pagamos US$ 1,50 pelo táxi até o albergue. Ficamos hospedados no Flying Donkey que fica no centro, possui quartos privativos e compartilhados, TV, cozinha, wifi gratuita, entre outras coisas, mas o mais bacana é o terraço com vista para a cidade. Nós optamos por um quarto triplo privativo com banheiro e pagamos US$ 11 pela diária/por pessoa. Os recepcionistas não são dos mais amigáveis, mas tivemos a sorte de sermos recebidos pelo proprietário que é um grande explorador da região e nos deu dicas valiosas. Saímos para comer algo e encontramos a Pizzeria Siciliana. O local estava cheio e, por isso, entramos. Jantamos embalados por uma animada banda local que tocava ao vivo seus tambores e outros instrumentos indígenas. A pizza é boa, assim como o atendimento, e o local superagradável e bem decorado. No caminho de volta para o albergue, fomos surpreendidos por dois grupos indígenas, aparentemente distintos, desfilando pelas ruas da cidade. Não consegui descobrir o motivo ou o significado e se era alguma tradição, mas eles perfilavam tocando suas músicas, e seguindo um touro adornado com fitas na cabeça. Ao final, havia homens carregando pedaços de pau com galinhas, porcos e porquinhos-da-índia pendurados pelas patas. Seguimos nosso caminho até o albergue e passamos um tempo no terraço antes de irmos dormir com a certeza de que estávamos prestes a conhecer um mundo muito diferente do nosso. Com tantas alternativas, traçamos nosso roteiro para o primeiro dia de exploração da região. Pra começar, pegamos um táxi do albergue até a rodoviária – pagamos US$ 1,50 porque era fim de semana, em dias úteis o valor da corrida é US$ 1. De lá, tomamos um ônibus por US$ 0,35 até o povoado Quiroga onde tomamos café da manhã em uma padariazinha bem simples. Na praça central, onde param os ônibus, conhecemos alguns taxistas e conseguimos uma caminhonete que nos levasse à Laguna Cuicocha por US$ 4. Quisemos ir na caçamba e passamos frio! Ao chegarmos na entrada do parque, registramos nossos nomes e o taxista seguiu até a área do hotel. Sim, existe hotel e restaurante para os que quiserem passar um dia ou mais por lá para curtir a natureza. A Laguna Cuicocha possui 3 km de diâmetro e chega a 200 metros de profundidade, ocupando a cratera do Vulcão Cotacachi, na Cordilheira Ocidental dos Andes Equatorianos. Seu nome em quechua significa “lagoa do porquinho-da-índia”, devido à semelhança entre o formato de sua maior ilha e o animalzinho. Os circuitos de trekking são variados e é possível dar a volta na lagoa em cerca de 4 horas. Como não tínhamos todo esse tempo, fizemos apenas uma parte do circuito e depois fizemos um passeio de barco (US$ 3,50 por adulto, crianças pagam US$ 2). O barco é seguro e o uso de coletes é obrigatório. Ele dá uma volta ao redor das ilhas e faz uma breve parada para vermos a atividade vulcânica em uma delas. O que se vê são bolhazinhas saindo do fundo da areia na extremidade da ilha. O passeio dura uns 30 minutos e não chega a ser algo empolgante. O tempo estava instável e começou a chover forte quando desembarcamos. Ficamos amontoados entre as barraquinhas de artesanato indígena e fizemos amizade com um dos vendedores. Era um senhor de cabelos compridos, trançados, que parecia ter saído de algum filme. Ele nos contou sobre um turista alemão que foi passear pela região, apaixonou-se por uma indígena e não quis mais saber de voltar para a Europa. Contou-nos sobre como o alemão foi bem aceito pela comunidade, pois fazia questão de seguir os costumes locais, inclusive em sua cerimônia de casamento. Parecia enredo de um filme, mas não era ficção! Esse mesmo senhor se prontificou a chamar um táxi para continuarmos o passeio. Não me lembro de seu nome, mas jamais esquecerei suas histórias. Quando o táxi chegou, partimos (por US$ 6) para o povoado que leva o nome do vulcão, Cotacachi. Caminhamos um pouco pelas ruas e chegamos à estação rodoviária que possui, do lado de trás, uma variada oferta de restaurantes – onde aproveitamos para almoçar pollo a la plancha (frango grelhado) com arroz, salada, ovo frito e batatas. Era um prato generoso por US$ 2. Depois do almoço, nosso destino era Ilumán. Para chegar até lá pegamos um ônibus (por US$ 0,35) até a intersecção com a Rodovia Panamericana, de onde seguimos a pé até o vilarejo. Por ser um domingo, estava tudo fechado (mas não que houvesse muita coisa por lá). Caminhamos por algumas quadras e retornamos para a rodovia para aguardar outro ônibus (por US$ 0,35) que nos levasse de volta a Otavalo. Ao chegar na estação, mais US$ 1,50 pelo táxi até o albergue. Ouvimos as badaladas do sino e era hora de irmos à igreja para ver como seria a celebração da missa. Embora imaginássemos que fosse algo muito diferente, principalmente por causa da população indígena, o que vimos era algo bem parecido com as missas no Brasil. Mas valeu a pena passear pela praça iluminada e admirar a bela igreja, Santuário del Señor de las Angústias. Entramos num mercado para comprar algumas coisas para o dia seguinte, que também seria bastante movimentado, e fomos procurar um lugar para jantar. A melhor opção que apareceu foi um restaurante chifa (que, como já disse em outros posts, é a fusão da gastronomia chinesa com a peruana, com um toque da equatoriana também). Pedi um prato de carnes mistas (de camarão, frango e bovina) por US$ 4,50, acompanhado pela cerveja equatoriana Pilsener, curiosamente servida em taças de sundae (rsrs). Mais uma vez o sol se levantava em Otavalo e nós já estávamos ávidos por mais um dia de aventura. Era o nosso último dia na cidade e, como ainda queríamos fazer muitas coisas, tínhamos que escolher um meio de transporte rápido e que fizesse exatamente a nossa rota, ou seja, mais uma vez optamos pelo táxi (que em três pessoas, tem um ótimo custo x benefício). Negociamos e conseguimos fechar por US$ 5 o trajeto até El Lechero e depois até a Cascada de Peguche. Embarcamos e percorremos algum tempo em uma estrada de terra até chegar a El Lechero: uma árvore solitária, localizada no alto de uma colina, a 4 km de Otavalo e que garante uma vista majestosa de bosques de eucaliptos e da Laguna San Pablo. Mais que uma árvore, é um local sagrado, místico, onde os indígenas costumam fazer rituais de purificação, de casamento e levam oferendas. O local é bacana para apreciar a paisagem e, quem sabe, fazer um piquenique. Na sequência, o táxi passou próximo ao Parque Cóndor mas não paramos. Nosso próximo objetivo era conhecer a Cascada de Peguche. Ao chegarmos na comunidade Peguche, desembarcamos, registramos nossos nomes no posto de controle que dá acesso à cascata e seguimos a pé por um caminho bonito e bem arborizado, cercado por muretas de pedras. Pouco depois chegamos até a Piscina Incaica que, apesar do nome interessante, sua água verde, turva e gelada não estava nem um pouco convidativa para um banho. Seguimos em frente até nos depararmos com um visual deslumbrante: a queda de 6 metros de altura, com o entorno totalmente natural, de mata nativa. A força da água naquele local é algo impressionante e dá até medo de chegar muito perto. É uma imagem linda pra guardar na memória. E foi caminhando que deixamos o bosque da cascata para trás e caminhamos até o centro do povoado Peguche. Foi lá que tivemos a oportunidade de conhecer o trabalho de 15 famílias artesãs que destinam seus trabalhos para a galeria Artesanía El Gran Condor. Encontramos quadros, roupas, acessórios, uma infinidade de produtos produzidos pelos indígenas, com lã de alpaca, ovelha e outros produtos naturais – e tudo com muita qualidade. Eles utilizam vários tipos de teares manuais e mecânicos para trabalhar as mais complexas figuras. O ponto alto é poder ver e conhecer seus antigos métodos de confecção que, ainda hoje, são mantidos por algumas famílias, sem contar as técnicas naturais de colorir a lã com inseto de cacto, limão, bicarbonato, entre vários outros ingredientes. E toda essa demonstração é gratuita – não te empurram nem um suvenir, mas é até maldade não comprar alguma coisa diante de tanta receptividade. A poucos metros dali havia um restaurantezinho simples. Bem simples. Mas muito simples mesmo! O cardápio estava na parede, escrito em um quadro branco. Havia uma sopa de verduras de entrada e carne ensopada ou guatita (guisado com pedaços de estômago, tradicional prato equatoriano). Preferimos a carne que veio acompanhada de arroz, uma saladinha e abacate. Para tomar, havia limonada. O almoço completo custou US$ 1,75. Enquanto fazíamos a digestão, caminhamos até Ilumán, onde já havíamos estado no dia anterior, mas estava tudo fechado por ser domingo, lembra? Pois bem, era uma segunda-feira, tudo estava funcionando normalmente e nós estávamos lá por um motivo especial: queríamos assistir a um legítimo ritual xamânico. Pedíamos informações aos moradores e eles iam nos indicando o caminho. Eis que identificamos a casa de um deles pelas placas na fachada. Somos atendidos por sua esposa que diz para aguardarmos em uma sala, pois ele estava no banho. Enquanto esperamos, observo atentamente todos os apetrechos pendurados pelas paredes: couro de jacaré, peles de onça e outros animais, pássaros, conchas, mandíbulas de algum peixe bem grande, certificados diversos, um tambor, um tatu, uma cabeça de vaca, e alguns buquês de folhas, entre dezenas de outros objetos difíceis de decifrar. Na estante, mais produtos variados para os rituais. Eis que chega o xamã, medindo não mais que 1,60m de altura, calçando crocs nos pés, vestindo calças brancas, camisa polo e chapéu. José tem fortes traços indígenas, assim como sua esposa, também curandeira, Rosa. Perguntamos sobre o ritual e o valor. E ficamos estarrecidos quando ele disse US$ 100. Cheguei a pensar que jamais veria tal ritual, mas decidimos perguntar sobre algo mais simples, que estivesse ao nosso alcance. Depois de alguma conversa rápida, ele baixa para US$ 20 e acaba fechando por US$ 10 – mas diz que não é o ritual completo, e vai durar apenas 15 minutos. Marcelo se candidata. Eu e o Carioca nos incumbimos de registrar tudo. José chama sua esposa e dá início ao ritual que começa com algumas perguntas básicas, seguidas de baforadas em um copinho que o Marcelo deve tomar em seguida. Lá fora, o tempo fecha e ouvimos estrondosas trovoadas. O xamã enche o copinho novamente, e o Marcelo vira de novo o copo de aguardente com uma mistura ervas (conhecida como ayahuasca ou Santo Daime e que possui propriedades alucinógenas). O senhor acende algumas velas e toma algo oleoso que não conseguimos identificar. Na sequência, serve a aguardente para sua esposa, para mim e para o Carioca – diz que é para dar ânimo, boas energias e fazermos boa viagem. Depois disso, ele pega a garrafa pet de 2 litros, vai enchendo a boca e borrifando sobre o Marcelo, de frente, de costas e de lado. As luzes são apagadas e ele acende mais velas. Dessa vez ele borrifa aguardente sobre a chama das velas, como em um espetáculo de pirofagia, na direção do nosso amigo. Em uma das borrifadas eu não me aguento e começo a rir da situação do Marcelo enquanto ele lambe suas próprias mãos e cheira a galinha queimada. Para meu alívio, Rosa está rindo mais que eu – digo alívio porque quase fiquei constrangido por, talvez, deixar passar a impressão de que eu estava debochando. Muito pelo contrário, tenho um profundo respeito pelas tradições e crenças de outros povos. As luzes são acesas. José acende um cigarro, pega outra garrafa (com outra bebida) e a cada tragada no cigarro dá uma borrifada no Marcelo, de frente, de costas e de lado. Marcelo diz que o líquido cheira bem. Depois José caminha em volta dele, sempre borrifando. Agora ele pega um spray, onde diz “Bendición de Dinero”. José diz algumas palavras rapidamente e pede que Marcelo abra os braços em crucifixo, para então liberar o spray também fazendo cruzes sobre o corpo do nosso amigo. Depois recebe mais uma espirrada de spray em suas mãos juntas, novamente precedida de rápidas palavras. Mais baforadas de cigarro nas mãos. José tira uma bola de vidro de dentro de um saco amarelo e a coloca sobre as mãos de Marcelo, depois a encosta em seu peito e na cabeça. Feito isso, chegamos a 14 minutos de ritual e ele se encerra. José deseja-lhe sucesso. Conversamos um pouco mais com o xamã, que nos pareceu uma pessoa muito boa. Ele contou sobre seus diversos trabalhos com gente do mundo todo. Sem dúvida, foi uma experiência legítima e inesquecível. O tempo ainda estava fechado, ventava bastante mas não chovia. Caminhamos rápido até a Panamericana e tomamos um ônibus (US$ 0,35) até Otavalo. Quando chegamos na cidade, a chuva começava a cair forte. E foi correndo por debaixo das marquises que chegamos em frente ao famoso mercado indígena. A chuva apertou ainda mais e tivemos que nos abrigar em uma loja. Quando ela deu uma trégua, corri em direção às barraquinhas e comecei a garimpar produtos. Encontrei um porta-moedas (muito útil) por US$ 2 e mais alguns presentes. O mercado é bastante interessante e ocupa, diariamente (das 8h30-16h), toda a extensão da Plaza de Ponchos. Aos sábados, o mercado toma proporções ainda maiores, tomando várias ruas da cidade. Muito se fala sobre o Mercado de Animais, também aos sábados das 6h-10h. A chuva não voltou mais e decidimos conhecer uma gruta no perímetro da cidade. Caminhamos pela feira livre, onde aproveitamos para comprar bananas, 6 por US$ 0,25. A Gruta del Socavón é um local interessante para visitar e fica logo após um portal de entrada do Barrio La Florida. O lugar que dá acesso à gruta possui alguns bancos e um altar. A gruta, propriamente dita, é inundada por água corrente e possui, ao fundo, a imagem da Virgem de Monserrate com o menino Jesus em seus braços. Depois de conhecer tudo isso, era chegada a hora de partir. Retornamos ao nosso albergue para pegar as bagagens e seguimos de táxi (US$ 1) até a Panamericana, de onde se tomam os ônibus (US$ 3,75) até Tulcán, na fronteira do país com a Colômbia. Da estação rodoviária até a imigração pegamos um táxi por US$ 4 e, após as formalidades de saída do Equador, cruzamos a fronteira (ponte) a pé. Já na Colômbia, fizemos os trâmites rapidamente e saímos em busca de um táxi até Ipiales. Esperamos, esperamos, mas os táxis não apareciam. Até que abordei um pessoal que chegava de carro e questionei se o carro era um táxi (não havia nenhuma identificação). A mulher disse que não sabia e me dirigi ao motorista. Não, não era um táxi mas ele topou levar-nos até a cidade por COP 5.000 (COP = pesos colombianos) – um táxi regular cobraria COP 8.000. Um pouco apreensivos, embarcamos. O motorista além de ser uma boa pessoa, nos mostrou toda a cidade, nos deu dicas e ainda pesquisou um hotel para ficarmos. O escolhido foi o Hotel Imperio Real, não que fosse bom, mas por COP 35.000 o quarto triplo, não deu pra resistir. O hotel era bem básico, mas a apenas alguns metros da estação rodoviária, localização ideal para nós que queríamos sair dali bem cedo. Antes de dormir, ainda cruzamos a rua para comer uma salchipapa (salsicha com fritas) por COP 1.500. A seguir, um post sobre como fazer para visitar um dos mais incríveis santuários do mundo: Las Lajas. Guarde as informações abaixo para a sua viagem!! Passagem Quito/Otavalo – US$ 2,70 Táxi do Terminal de Otavalo até o albergue – seg-sex US$ 1 / sáb-dom US$ 1,50 Hostal Flying Donkey – Calle Abdon Calderón 510. Quartos privativos ou compartilhados. Preços de US$ 10-15. Táxi albergue / rodoviária – US$ 1,50 Ônibus Otavalo / Quiroga – US$ 0,35 Táxi Quiroga / Laguna Cuicocha – US$ 4 Passeio de barco na Laguna Cuicocha – US$ 3,50 por adulto / US$ 2 por criança Táxi Laguna Cuicocha / Cotacachi – US$ 6 Almoço na rodoviária de Cotacachi – Pollo a la plancha US$ 2 Ônibus Cotacahi / Rod. Panamericana (para visitar Ilumán) – US$ 0,35 Ônibus Rod. Panamericana (Ilumán) / Otavalo – US$ 0,35 Restaurante Chifa Otavalo – US$ 4,50 por um prato de carnes mistas (camarão, frango, bovina) Táxi Otavalo / El Lechero / Cascada de Peguche – US$ 5 El Lechero – US$ 4 de táxi (se for só pra lá), leva apenas 10 minutos; ou caminhando pela Calle Piedrahita na direção leste e seguir as placas, aproximadamente 1 hora. No caso de pegar um táxi, lembre-se de combinar se ele deverá espera-lo(a) ou não Parque Cóndor – http://www.parquecondor.com/ Almoço em Peguche – US$ 1,75 Ritual xamânico, José J. Picuasi – US$ 100 ou US$ 10 bem choradinho Ônibus Rod. Panamericana (Ilumán) / Otavalo – US$ 0,35 Mercado de Otavalo – ocorre diariamente, das 8h30-16h, na Plaza de Ponchos Mercado de Animais – somente aos sábados, das 6h-10h Bananas na feira – US$ 0,25 por 6 bananas Táxi albergue / Rod. Panamericana – US$ 1 (ou US$ 1,50 se for fim de semana) Ônibus Otavalo / Tulcán – US$ 3,75 Táxi Tulcán / fronteira – US$ 4 Táxi fronteira / Ipiales – COP 8.000 (ou menos se o táxi for clandestino) Hotel Império Real (Ipiales) – Carrera 3ª, próximo ao terminal rodoviário. Hotel bem básico, mas o valor compensa se for ficar só por uma noite – COP 35.000 diária de um quarto triplo --- O post original com fotos está no blog Viajante Inveterado: http://viajanteinveterado.com.br/o-mundo-indigena-e-a-natureza-de-otavalo-equador/ Leia todos os posts desse Mochilão pelo Peru / Equador / Colômbia: http://www.viajanteinveterado.com.br/indice-de-posts-mochilao-america-do-sul-ii/
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    eu consegui, hehe, desculpe o incomodo. obriga por responder 😀😀
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    Trem regional com ao menos uma troca, total de viagem 3h30 +-. De carro faz um pouco menos de 2h. Eu, particularmente, sou adepto a transporte público, eu faria essa viagem de trem em vez de ir de carro, mas a grande maioria das pessoas não são assim, ou seja, não chega a ser um problema ir de trem, mas se prefere carro será bem mais rápido.
  16. 1 ponto
    @casal100 Legal saber que alguém já fez isso e deu certo. Mas acho que se for um mapa muito grande, decorrente de uma trilha muito extensa, acho que precisa ter bastante espaço no smartphone... talvez colocar uma cartão de memória...
  17. 1 ponto
    @luizh91 obrigado por curtir o relato!! Espero que vc possa ir logo. Realmente um país que tem de tudo e uma cultura riquíssima!! @JoseEduardoAmaral fique a vontade pra qq pergunta!! Sempre que pude viajei à noite. Os riscos estão aí em qq lugar do mundo né...Comigo foi tranquilo e recomendo, só dei uma volta desnecessária indo de Palenque pra Valladolid quando poderia ter ido pra Bacalar, mas se esse for seu roteiro já ajusta essa parte. Boa viagem e deixa seu relato pra gente depois @D FABIANOrealmente assustei um pouco com o tanto que o mexicano tem que trabalhar. Já sabia que um jovem trabalhador mexicano só tem uma semana de férias por ano mas o comércio nos domingos e feriados me deixou de cara😲 Passei em Tuxtla num domingo à tarde e as lojas abertas me espantaram...CDMX realmente não para, impressionante
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    Porra, paçoquita? Comprava fácil... to enjoada de chiclete sem gosto, haha!
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    Eu já usei o eurail pass, na época valeu muito a pena, eu passei por 5 países conectados de trem, o seu roteiro permite você usar o passe, mas você tem que ver se comprar todas as passagens avulso e fazer as reservas sai mais barato do que comprar o passe com a reservas necessárias. (muitas vezes sai, se você passa por varios paises) Sobre as companhias low-cost, você tem que levar em consideração os seguintes fatores: valor da passagem, valor da bagagem, "tipo de viagem" (fazer despache de bagagem, fazer embarque e desembarque, espera para retirar a bagagem). Eu particularmente gosto muito de viajar de trem, é muito confortável e prazeroso. Sobre o trem noturno, a vantagem é que você pode substituir o valor de uma noite em uma hospedagem por ele. Edit. Existe a possibilidade de trem de alta velocidade também, mas só possuem em alguns países e algumas rotas.
  20. 1 ponto
    INFORMAÇÕES GERAIS (2017) Visto: dispensa de visto por até 90 dias Passaporte: deve ser válido no momento de entrada Vacinas: exige vacina de febre amarela Quando ir: o ano inteiro Capital: Kralendijk Moeda: dólar americano ($) Idioma oficial: língua neerlandesa Cod. telefone: +599 Padrão bivolt: 127V Tomadas: A, C Bonaire, juntamente com Aruba e Curaçao, formam as ilhas ABC do Caribe. Com suas águas transparentes e rica vida aquática, é considerada a capital internacional do mergulho. Mas somente na ilha você entende por que Bonaire é a capital do mergulho. Inicialmente, os veículos disponibilizados para locação (eles são indispensáveis para se deslocar de um ponto a outro) são todos pickup´s. E no momento da locação, os usuários são orientados a deixar as chaves dos veículos na ignição, no momento dos mergulhos, e levar consigo todos os pertences de valor. Isso porque os meliantes da região podem quebrar os vidros para furtos, mas não roubam o veículo, em decorrência da impossibilidade de se deixar a ilha (o que somente ocorre por meio de avião ou embarcações). Portanto, a orientação é: cuidado com o furto dos objetos de dentro do veículo, não com o veículo. Assim, saíamos para mergulhar e os vidros ficavam abertos juntamente com a chave em seu interior. Hospedamo-nos no Dive Hut. O hotel possui estrutura satisfatória e um anexo, onde podem ser guardados os tanques e ainda, onde se pode lavar e guardar as roupas de mergulho para os dias subsequentes. Dive Hut Hotel Anexo para a guarda dos tanques e roupas de mergulho Todo o equipamento foi alugado no Wanna Dive, apenas um dos muitos estabelecimentos que existem na região para tal. Assim, de manhã, abastecíamos os carros com os cilindros necessários para os mergulhos do dia, e a noite deixávamos os cilindros vazios no anexo do hotel, os quais eram, posteriormente, coletados pela Wanna Dive no próprio hotel. No site de Bonaire, você encontra todas as agências credenciadas: Todos os pontos de mergulho em Bonaire estão devidamente sinalizados com uma pedra na cor amarela, como a da foto abaixo. É importante que você sempre use botas de borracha porque as praias são, na sua maioria, de pedra, e essas botas são essenciais para não machucar os pés. Dentro d´água, a sinalização fica por conta das boias flutuantes, que indicam onde estão os mergulhadores. Um dos pontos mais famosos de mergulho é o naufrágio Hilma Hooker, afundado há 33 metros de profundidade. Hilma Hooker Saindo de Bonaire, a 1,2km de distância, podemos encontrar uma pequena ilha desabitada chamada Klein Bonaire. Esse passeio somente é autorizado com agências credenciadas, o que se justifica por tratar-se de uma reserva natural protegida. Entretanto, a meu ver, não se diferencia muito do que vimos durante todos os mergulhos em Bonaire. Klein Bonaire Bonaire ainda conta com o Washington Slagbaai National Park, que abre todos os dias, de 8-17h, exceto em feriados, mediante o pagamento de uma taxa de 25 USD para não-residentes. É um parque nacional e reserva ecológica na parte noroeste da ilha de Bonaire, no Caribe Holanda. O parque possui 5.643 hectares, cobrindo cerca de um quinto da ilha de Bonaire. Fundada em 1969, o Parque Nacional de Washington Slagbaai foi a primeira reserva de natureza a ser estabelecido nas Antilhas. Boka Slagbaai No último dia de folga, antes do embarque, necessário após dias de mergulho com cilindro, pode-se aproveitar para visitar as Slave Huts, casas dos escravos que trabalhavam nas salinas, no século XVII, e ainda aproveitar as baladas com ritmos caribenhos, espalhados pela cidade. Roteiro de mergulho: Dia 01: mergulho noturno em Wind Sock 150 Dia 02: mergulho em Hilma Hooker e Salt Pier Dia 03: mergulho em Salt Pier no amanhecer, Playa Funchi, Boka Slagbaai e Playa Lechi Dia 04: Karpata e Klein Bonaire Dia 05: Alice in Wonderland, Punt Vierkant e novamente Hilma Hooker Dia 06: descanso Publicado em: https://mspriscila1.wixsite.com/meusite/blog/roteiro-mergulho-em-bonaire-06-dias
  21. 1 ponto
    Mas isto foi antes das taxas de reserva, hoje até mesmo dentro de alguns país está sendo necessário pagar taxa de reserva em muitos trens. Hoje eles servem basicamente para quem vai ficar viajando dentro do país de trem regional, com poucas trocas de países, uma vez que todos os trens internacionais exigem suplementação, e ai acaba sendo uma furada para eu diria uns 99,9% dos mochileiros que aparece por aqui. Com a popularização dos trens de alta-velocidade, voos low-cost e ônibus baratos, e mudança do padrão de viagens, hoje as pessoas querem ir para locais distantes em vários países diferentes, de forma rápida e barata, com isto, estes passes são uma coisa que está "morrendo" aos poucos, cada ano que passa vai ficar mais difícil alguém justificar a sua existência. Eles só existem ainda por que são uma mina de dinheiro para as agências de viagem, e por que tem muito incauto que ainda compra eles, pagando super caro por algo que geralmente não vai usar um terço do que pagou...
  22. 1 ponto
    Também estou procurando pelo assunto, e esse ano foi alterada uma lei sobre vidros polarizados, sendo possível ter vidros escuros, então acredito que não haja problemas com a película de insulfim: https://www.hdi.cl/noticias/ley-sobre-vidrios-polarizados-en-chile-todo-lo-que-debes-saber/
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    02/04 – UYUNI Capitulo 2 - A primeira paixão de viagem a gente nunca esquece. Enfim cheguei a Uyuni e olha a cara de felicidade: Chegamos em Uyuni as 4h00 da madrugada e o que todo mundo diz é verdade, assim que você desce do ônibus é um frio do caramba , de congelar a alma, não importa a época, no inverno não quero nem pensar o frio que deve fazer, estava tão frio que nem tive coragem de pegar o celular para tirar uma foto, mas segue uma foto de dia do local que a gente desceu e quase morreu congelado: Assim que eu desci do ônibus fui abordado por umas três senhoras, oferecendo um local para tomar um café e lógico fechar os tour, perguntavam se eu já tinha fechado com alguma agencia e lógico que eu dizia que sim e a agencia que eu tinha fechado era a esmeralda tours (mentira ainda não tinha fechado nada) até que uma dessas senhoras disse que era da empresa Esmeralda, então seguimos até o restaurante, boteco, sei lá que era dela, chegamos lá fomos recebidos com wi-fi, café e um lugar quentinho. Assim que terminamos o café ela veio com um panfleto para explicar sobre o tour, disse varias coisas que nem me lembro mais, porem uma das coisas que eu me recordo e que me deixou meio desconfiado, foi quando ela disse: - Retornamos no Salar a noite para ver as estrelas. Quando ela disse isso eu desconfiei, porque nunca tinha visto nenhuma agencia que fazia esse tipo de tour e também porque eu tinha perguntado para uma amiga boliviana antes o motivo de as agencias não fazerem isso, o que essa minha amiga me explicou foi que quando o salar está alagado e quando está de noite o sal se cristaliza e é ruim para o pneu do jeep(confirmem nos comentários essa informação), continuou explicando sobre o tour, falou sobre o valor, muito abaixo do eu esperava, estava cobrando 610 BOL com o transfer já incluso. Eu dei uma olhada no panfleto onde eu reparei que tinha uma coisa estranha, era o nome da agencia, ela disse que era da esmeralda porem no panfleto estava como Juliana tours (alguma coisa assim), dei uma pesquisada na Net sobre as referencia dessa empresa e só via gente falando mal até que eu resolvi perguntar: - Você não me disse que era da esmeralda? Porque aqui está como empresa Juliana? Ela disse: -A esmeralda e Juliana são parceiras, como se fosse e mesma empresa! Foi ai que eu respondi: - Vamos fazer o seguinte, eu vou até a agencia da esmeralda e vou confirmar se vocês realmente trabalham juntos, se eles me confirmarem eu volto e fecho com vocês, combinado? Ela disse - tudo bem! Ela foi embora e depois de uns 15 minutos eu vi um papel na bancada da recepção escrito à mão de caneta bic o nome da empresa “ESMERALDA” foi ai que saquei, não é nem ferrando a esmeralda😅😆. Segue minha cara de desconfiado na hora: Assim que deu umas 7h00 da manhã resolvemos sair e ir à esmeralda para fechar e confirmar a informação passada por aquela senhora. Assim que chegamos a agencia uma senhora muito simpática nos recebeu com aquele sorriso que eu me apaixonei (relaxem essa não foi à primeira paixão) ela começou a explicar sobre o tour de três dias, disse que a ilha Del Pescado a gente não iria visitar, pois estava alagada (70 BOL a menos). Teve uma discussão entre nosso grupo, pois ela disse que tinha duas opções que era a gente veria o por do sol no salar mas voltaria para uyuni ou não veríamos o por do sol e seguiríamos viagem para o hotel de sal, eu queria muito mesmo ver o por do sol porem todos os meus amigos que iriam me acompanhar nesse tour não queriam, no final a democracia venceu e eu não vi o por do sol no salar. Enfim fechamos o tour com a esmeralda, chorando muito, ameaçando ir embora, falando que realmente a gente não tinha muito dinheiro, ela percebeu que a gente era pobre e fechou o tour já com o transfer incluso por 770 BOL. Resolvemos confirmar se a Juliana realmente fazia parte da esmeralda foi ai que ela me disse que não, nem conhecia essa tal de Juliana Tours, no final escapamos de um problemão e agora só restava esperar pois nosso tour começava naquele mesmo dia as 10h00 da manhã. Nesse período de tempo eu nem acreditei o que aconteceu, reencontramos um amigo, o Klebão um cara super foda que conheci aqui no mochileiros a gente estava conversando sempre por whatsapp e enquanto estávamos viajando, ele estava a um dia na frente da gente, ele fez todo o percurso de ônibus de alagoas até Uyuni mas por uma coincidências nos encontramos por um curto tempo 15 minutos e eu nem sabia que seria a ultima vez que o veria. Te amo Klebão Faltando 10 minutos para iniciar o tour deu uma vontade de ir ao banheiro fui rápido e quando cheguei e olhei aquilo surgiu uma duvida a água da privada serve para lavar a mão? Não resolvi arriscar usei um lenço umedecido. Segue a imagem do banheiro: Mas enfim cheguei super atrasado e acho que perdemos um dos jeep que ia levar a gente, acabamos indo em outro onde agradeci muito, porque o outro tinha uns brasileiro muito chato, só tinha duas pessoas muito foda naquele jeep que era um casal onde era uma argentina e um francês eles estavam viajando um bom tempo a America do sul. O nosso jeep só tinha gente foda que fez esse tour, esse mochilão valer a pena, passei uns dos melhores momentos da minha vida com essas pessoas eram uma portuguesa aaaaaaah😍 o nome dela era tereza💕, Romano(frances) Sofia (argentina) que virou um dos meus melhores amigos a gente tinha até marcado de se encontrar em Cusco mas nem deu certo muito triste mas a gente ainda vai se encontrar nessas andanças. vocês nem vão acreditar quem era o Guia, O Emílio, puta guia foda o mesmo do rodrigovix Segue a imagem das pessoas mais fodas que conheci em toda essa viagem: E agora partiu entrei no jeep e quando eu vi a Tereza aaaaaaah☺️ 💕Tereza...mas enfim seguimos com o tour pois a primeira parada seria no cemitério de trens. Aaaah💕☺️ Tereza.... Depois do cemitério de trens seguimos para a parte foda do role que foi o Salar primeira parada no monumento do Dakar Depois fomos para a parte das bandeiras. Fomos almoçar e seguimos para a parte do Salar alagado e que lugar foda! Confessar uma coisa, quase choro, que lugar incrível, como nosso mundo é magnífico, eu ainda não acredito que consegui chega até ali com aquela vista de tirar o fôlego, todo o céu refletido naquele chão de sal, que experiência incrível, esse lugar ficou marcado em minha vida, pois foi ali que decidi e confirmei o que quero fazer da minha vida que é viajar o mundo. Depois disso fomos fazer as fotos em perspectiva que foi bem divertido. Seguimos viagem para o hotel de sal, foi um dia de muitas risadas, muitas paisagens fodas, naquele momento era o dia mais feliz da minha vida. Naquele momento eu estava apaixonado pela vida💕 e pela Tereza também😂😂 Não teve o por no sol no Salar mas teve dentro do jeep com direito a trilha sonora, estava tocando Queen “ Don´t Stop Me Now” Nesse momento todos estavam em uma vibe boa sabe, começando a jogar indireta para o Emílio tipo “como seria bom tomar uma cerveja agora a noite” e o Emílio “ então vamos tomar uma cerveja agora noite” e seguimos para tomar uma para finalizar o dia com estilo e finalizamos porque alem da cerveja tomamos até vinho na janta 😎. Todo mundo meio borracho e seguimos viagem para o hotel de sal. Chegando nesse hotel era meio que um hostel aonde cada quarto tinha duas camas de solteiro, foi nessa que o Emílio tentou me ajudar, ele me levou ate o quarto onde a Tereza estava até que o Emílio falou para a Tereza: - Quer dormir sozinha? Ai ela disse( eu cheio de esperança, pensando.. diga que não, diga que não🤞😞 - Sim, eu prefiro. Como tinha muitos quartos sobrando, fui eu dormir sozinho, meio borracho, coração partido, mas com uma puta ansiedade do que me aguardava para o dia seguinte. encerro esse capitulo mostrando como estava o meu estado😂: Próximo capitulo será: Capitulo 3 - O primeiro perrengue de muitos. Obs: Qualquer duvida me chamem no instagram: igormarque12
  24. 1 ponto
    @Celso borges já cheguei a criar um roteiro por essas bandas mas acabei nao indo, mas pelo que pude perceber, algumas ilhas tem aeroporto e para outras só se chega de barco. Procurando bem na net voce consegue encontrar o site de algumas empresas que fazem esse translado. O quanto antes voce fizer o roteiro melhor, pois pode acontecer de nao ter saídas diárias de/para algumas ilhas e com isso pode ter que mudar as diárias em determinado lugar.
  25. 1 ponto
    Opinião pessoal, esses passes não são furadas, ele é para um tipo de viajante específico, é para viajantes de vários destinos. É como comprar um vale Museu de Paris, que lhe direito a visitar todos os museus sem pagar a mais, mas para ir só no Louvre, claro que não vai dar certo. Se seu objetivo é ir de um ponto A ao B, então melhor comprar avulso. Se pretende conhecer algumas cidades da Espanha e França, então já começa a compensar. Obs.: A França tem um pequeno 'problema' com trens, eles não gostam desse passe, é o único país que, se precisar fazer reserva, eles cobram a passagem toda com algum tipo de desconto, em outros países, basta pagar a reserva que custa 5 euros na grande maioria. Obs.: Já cheguei comprar o passe Europa por 3 meses (o mais caro) e no fim da viagem economizei bastante.
  26. 1 ponto
    DIA 3 - 20/04 - Dia 1 PADI Open Water - Utila Dive Center - Teoria pra sorte de quem tá lendo, esse dia é bem curto. 😂 acordamos as 6h da manhã na exata posição que tínhamos apagado na noite anterior. nem um centímetro a mais ou a menos. a janela do quarto é fechada com uma cortininha bem vagabunda que seria equivalente ao papel higiênico folha única que minha vó gostava de comprar. ô ódio! por isso, todos os dias acordávamos junto com o sol nesse quarto do mango inn. aproveitando a deixa, vou comentar minhas impressões sobre o lugar. primeiro, as expectativas eu tinha pesquisado bastante antes de fechar o curso com o udc, e um dos motivos que me levou a isso era que em todos os lugares que eu lia, eram só elogios ao mango inn resort convenhamos que resort eles tão forçando beeeeeem a barra, lugar que os estudantes do udc se hospedam de graça em dormitórios compartilhados de no max 4 pessoas. a localização a maior parte dos elogios era justamente sobre a localização. por não ser na rua principal, teoricamente daria pra dormir tranquilo, longe da bagunça. teoricamente porque apesar de não ficar na zuera da rua principal, tem um restaurante/bar que fica aberto até 2h da manhã e toooooodo dia rolava um furdúncio. nosso quarto era bem na boca do bar. outra coisa que não é positiva pra não dizer que é uma merda é que quando você esquece qualquer coisa, perde pelo menos 20 min pra ir até lá pegar, não é prático de novo, é uma merda. o quarto a cama é confortável e tem ventilador que dá conta do recado. nossos companheiros de quarto eram um sueco e um canadense que estavam no curso de divemaster. o sueco era bem na dele e o canadense conversava com a gente. tem cofre no quarto (levem cadeado) mas não me senti insegura em nenhum momento e acabamos deixando camera/celular pra fora do cofre várias vezes e não aconteceu nada. antes de chegar lá, li que pagando $16 dolares por dia você poderia se mudar pra um quarto privado. os gauchos que estavam com a gente fizeram isso mas tiveram que pagar não $16 mas $40 (!) por dia. já falei que a cortina era só decorativa, o quarto fica completamente claro a partir das 6h da manhã. o nosso quarto (esse da porta debaixo) tinha um problema com a fechadura. no primeiro dia foi só chato, nos seguintes ficou insuportável. tivemos que chamar a recepcionista, que não conseguiu, aí chamou o zelador, que ficou uns 10 min intercalando com o thomas, até que um dos dois conseguiu. eu já ficava agoniada voltando da aula cansada porque sabia que se a porta tivesse trancada, ia ser aquele auê pra conseguir entrar. os banheiros não fui nenhuma vez no banheiro que não tivesse uma moça limpando lá. eles tem bastante cuidado com isso mas, apesar do cuidado, o banheiro tava SEMPRE entupido ou sem tampa e um chuveiro tava sempre estragado. mensagem pro thomas de demonstração diária de amor por esse hotel que conheço bem e ja odeio pakas o restaurante tinha lido que aquele restaurante tinha a melhor pizza de roatan, já tava animada pra chegar lá e dar aquela arrastada. custa 400 lempiras a pizza. vinte dolares! passamos. voltando a programação normal terminamos de assistir o 3o vídeo do curso tomando café da manhã (doritos com coca, férias né gente ¯\_(ツ)_/¯) e fomos pro udc. conhecemos nossa sala (eu, thomas, os gauchos, uma canadense e uma havaiana) e nossos intrutores (cali e constantin). meu erro épico lá pra 100a questão, os neurônios já tavam operando no modo avião estava chovendo e passamos o dia fazendo provinhas do padi numa sala. a parte mais legal foiquando o cali ensinou a montar todas as partes do equipamento e fez a gente repetir duas vezes sozinhos pra ver nossa evolução. terminamos com um um recado: se continuasse chovendo amanhã, teríamos que fazer nossa primeira aula prática confinada na piscina do mango inn. ah pronto, era só o que faltava! se fosse pra fazer em piscina, me avisava que eu fazia o curso aqui em belford roxo.
  27. 1 ponto
    Não tem como saber se será sabatinada ou não na imigração, para voce ter uma ideia do quanto isto varia, da última vez que passei na imigração em Zurich, eles estavam "sabatinando" todo mundo, a fila não andava por que todo mundo ficava uns 5 minutos sendo sabatinado pelo agente. Quando chegou minha vez, eu já esperando um interrogatório, a agente só perguntou: Vai ficar quanto tempo na Suíça? Eu respondi: Estou indo para Düseldorf na Alemanha numa conexão daqui a 5 horas, ela só deu uma olhada no passaporte, não perguntou mais nada e carimbou o passaporte. No seu caso, como vai carta-convite, não esqueça de anexar na carta-convite uma cópia do documento de identificação da sua irmã e do comprovante que prove que ela está legalmente na Itália
  28. 1 ponto
    Passe de metrô para andar dentro da cidade? Se for este, deixe para comprar lá mesmo, na maioria das cidades nem dá para comprar pela internet, ou se tiver, o custo do frete do cartão do metrô até o brasil geralmente é mais caro do que tudo o que você gastaria de metro. Algumas empresas pedem para apresentar o cartão usado na compra e outras não. Faz tempinho que não viajo com a Thalys, mas a última vez, a 2 anos atrás não precisava apresentar o cartão usado na compra. Mas isto é uma coisa que você deve evitar de fazer, em caso de suspeita de fraude eles podem pedir para você apresentar o cartão usado na compra, e ai se o cartão não estiver no seu nome, pode acabar até envolvendo polícia... Se você comprou direto no site da Thalys ou eurostar, o valor pago já inclui assento reservado, e é aquele que consta no seu ticket/bilhete. Somente quem vai viajar usando passes de trem como o Eurail é que precisa reservar assento, mas compras direto no site da empresa já incluem assento reservado. O bilhete/ticket impresso que você recebeu no e-mail + passaporte, e cartão de crédito usado na compra quando solicitado, é tudo o que você precisa para embarcar, não precisa retirar nada na bilheteria. Não precisa carregar em euro, se o seu cartão pré-pago for em Reais, ele converte automaticamente o valor para Reais. se não conseguir comprar no site da eurostar, tente comprar no site da SNCB ( www.b-europe.com/EN) que é uma das sócias do Eurostar, as vezes não dá certo num site, mas dá certo no outro. Apesar de o cartão ser internacional, geralmente as compras internacionais vem bloqueadas por questão de segurança, antes de usar o cartão no exterior ou fazer alguma compra internacional em muitos casos é necessário entrar no site do banco emissor do cartão e cadastrar um "Aviso de Viagem" para o período em que você vai usar o cartão ou fazer as compras. A maioria dos sites da Europa usa um mecanismo de segurança adicional chamado "Verified by Visa" ou "Mastercard Secure Code", que nada mais é do que uma tela adicional onde são solicitadas algumas informações pessoais suas ou alguma "chave de segurança" fornecida pelo seu banco. O problema é que alguns cartões pré-pagos não implementaram estes mecanismos de segurança, e se o seu cartão não tiver "Verified by Visa" ou "Mastercard Secure Code", não vai ser possível usar ele em sites que requerem este mecanismo de segurança. Tente descobrir no site do cartão se eles tem este serviço, e se precisa ativar ele ou não. Alguns sites oferecem a opção de converter a compra para Reais direto no site, recuse esta opção, pois pela legislação brasileira, compras realizadas com cartão no exterior devem ser sempre realizadas na moeda local do pais onde você fez a compra, se o site estrangeiro tentar cobrar o valor em Reais, a compra será negada. E confira se tem saldo suficiente, pois alem do valor da passagem convertida para Reais será cobrado mais o IOF, e pode acontecer de isto estar ultrapassando o saldo que você tem no cartão. Estes são os problemas mais comuns relacionados a compras com cartão em sites do exterior. Se mesmo assim você não conseguir comprar, você pode ir numa casa de câmbio e fazer um outro cartão pré-pago em Euros, carregar ele com alguns Euros e tentar fazer a compra com este outro cartão que já vai estar em euros e não precisa mais converter os valores no momento da compra, pois os valores já foram convertidos no momento em que você carregou o cartão. E por fim, se nada disto der certo, você pode tentar comprar no site da www.raileurope.com.br, eles cobram uma taxa adicional, mas se não tiver jeito de funcionar das outras formas, fazer o que...
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    @D FABIANO O interior do Alentejo eu não conheço também, só o litoral mesmo: Porto Côvo e Sines. Vale a pena. Em Porto Côvo foi onde vi plânctons pela primeira vez e fiquei fascinada. Praias lindas e praticamente desertas, monte de estrelas cadentes rasgando o céu, uma beleza! A cidade é pequenina, todas as casinhas são pintadas de branco com detalhes em azul. Come-se muitíssimo bem e o sol se pondo no mar é de suspender a respiração por instantes.
  30. 1 ponto
    @Rafael Martins Gomes Portugal é um país lindíssimo e tem muita maravilha para descobrir. Lisboa é uma cidade deliciosa para se explorar a pé. É muito gostoso caminhar pela cidade e ir parando em seus mirantes para admirar o Tejo e as colinas com suas casas coloridas. O bairro mais antigo da capital é Alfama e você pode percorrer as vielas e escadaria vendo um pouco da vida dos moradores. É um passeio incrível. Você pode começar pelo Rossio e ir subindo para o Castelo de São Jorge (tem uma vista linda, assim como todos os mirantes de Lisboa, mas é caro e tem muita fila). Vale tomar uma ginjinha para provar o sabor desse licor tão tradicional. Você pode caminhar pela Baixa e descer a Rua Augusta até a Praça do Comércio. Não deixe de andar pelo Carmo e pelo Chiado e se quiser curtir a noite, tem agito no Bairro Alto e Príncipe Real. Na praça Luis de Camões você pode pegar o elétrico 28 (o simbólico bondinho amarelo) e circular pela cidade até Campo de Ourique, uma agradável bairro residencial, ou, na direção oposta, para passear pela Feira da Ladra, por exemplo. Lisboa também tem a parte moderna. De metrô você pode seguir até o Parque das Nações e lá andar pelo parque, conhecer o aquário da cidade ou andar de teleférico sobre o Tejo. Belém é parada obrigatória para quem visita Lisboa. Ali tem o Mosteiro dos Jerônimos, o monumento dos Descobrimentos, a Torre de Belém, o Centro Cultural de Belém (CCB) e os famosos pastéis de Belém. Dá pra fazer tudo a pé e para chegar a Belém é fácil. Pegue um comboio no Cais de Sodré rumo a Cascais e 3 estações depois, já está. Aliás, em frente ao Cais do Sodré, tem o Mercado da Ribeira, um mercado bonito e descolado, cheio de restaurantes e lojinhas de delícias. E ali perto, em Alcântara, fica a LX Factory, que vale a pena conhecer ou checar a programação cultural. Como disse, do Cais do Sodré sai o comboio para Cascais. Vale a pena passar um dia nessa cidade linda e até curtir uma praia, se gostar. Para quem é de jogatina, em Estoril (2 estações antes de Cascais) tem um cassino imenso. Também é imperdível um passeio em Sintra. E é fácil de chegar, sai de comboio da estação Rossio e meia hora depois já está caminhando pela bela cidadela. Lá vale a visita ao Palácio da Pena (lindo, lindo e lá do alto ainda tem uma vista maravilhosa), Castelo dos Mouros e Quinta da Regaleira. Se você for a Coimbra, visite a Universidade de Coimbra, a mais antiga de Portugal. Na Quinta das Lágrimas você pode descobrir tudo sobre a coroa portuguesa. Óbidos é uma belíssima cidade murada, cheia de história e charme. Vale muito a pena conhecê-la. Se tiver tempo, inclua Óbidos em seu roteiro. No norte, a principal cidade é Porto, cidade linda, à beira do rio Douro. De Lisboa ou Coimbra, é fácil vir de comboio (trem) e descer na estação São Bento, um prédio lindíssimo, cheio de azulejos. Em frente a estação tem a Rua das Flores, que você pode descer caminhando até a Ribeira, a beira do Douro, cheia de restaurantes turísticos. Porto é uma cidade cheia de ladeiras e andar por ela pode ser cansativo, mas vale a pena. Atravessar a pé a Ponte D. Luís VI até Vila Nova de Gaia para uma degustação de vinhos em uma das cavas (você pode descer da ponte pelo Teleférico para desfrutar da vista panorâmica do cartão postal da cidade), pegar um elétrico e circular pelo centro histórico, dar uma passada na Livraria Lello (antigamente eles tinham um café no piso superior que servia um bolo maravilhoso, parecia uma nuvem. No tempo em que visitar a livraria era livre e gratuito), visitar os parques da cidade, com suas lindas vistas do alto para o Douro. O coração do centro histórico da cidade, o Terreiro da Sé, tem uma vista perfeita para você se situar. Não deixe de entrar na Sé do Porto, Patrimônio Mundial e um dos mais antigos monumentos religiosos. Tem também a Torre dos Clérigos, a Casa da Música, o Jardim das Oliveiras e muito mais. Há muito o que se conhecer e se encantar em Portugal. Para o sul, praias paradisíacas no Alentejo e no Algarve. Para o Norte, preciosidades arquitetônicas como Guimarães. No meio, quintas, serras e vinícolas, com produções dos mais deliciosos queijos e vinhos. Pois.
  31. 1 ponto
    @Inez Caires Para brasileiros com visto americano válido ou visto canadense emitido nos últimos dez anos: Desde maio de 2017, brasileiros com visto de turismo válido para os Estados Unidos ou que tenham tido o visto canadense emitido nos últimos dez anos não precisam mais solicitar visto para visitar o Canadá. Isso acontece desde que cheguem ao país por via aérea e por curtos períodos para fins de turismo, negócios, intercâmbio de até seis meses ou trânsito por aeroporto canadense. Quem se encaixa neste caso deve apenas solicitar a Autorização Eletrônica de Viagem (eTA) pela internet. O processo é rápido e custa 7 dólares canadenses, sendo a autorização válida por cinco anos ou até que o passaporte expire. É possível solicitar a eTA pelo site do governo canadense. O viajante precisa ter em mãos o passaporte, um cartão de crédito ou débito e um endereço de e-mail. Para brasileiros sem visto americano válido ou visto canadense emitido nos últimos dez anos: O visto para quem vai apenas visitar o Canadá é chamado de visto de residência temporária. O processo pode ser realizado online ou em papel. Veja abaixo o passo a passo para requerer 1- Acesse o site do Governo do Canadá (o site só possui duas opções de idioma: inglês ou francês) 2- Crie uma conta no site para realizar o processo. 3- Preencha todos os formulários segundo as instruções indicadas (será necessário uma câmera ou scanner para digitalizar os documentos e fotografias que serão requeridos). Os documentos necessários são: Formulários preenchidos Cópia do passaporte (folha de identificação) 2 fotografias 3×4 cm Prova de que tem condições financeiras de se manter durante a estadia no Canadá (podem ser os extratos bancários dos últimos meses, holerites, etc) Cópia da Certidão de Casamento (se aplicável) Apresentar o motivo da viagem (ex: “quero visitar uma cidade específica”, ou “tenho determinado roteiro”) Caso resida em outro país que não o Brasil, é preciso apresentar cópia do documento de residência neste local 4- Pague a taxa (o valor atualmente é de 200 dólares canadenses) e submeta a aplicação. BIOMETRIA Os brasileiros precisarão fazer a coleta de dados biométricos para tirar um visto de turismo, estudo ou trabalho. Todos os solicitantes com idade entre 14 e 79 anos devem fornecer as informações biométricas. Quem já possui o visto válido não precisa se preocupar: esta medida só vale para novos pedidos e renovações. No Brasil, a biometria será feita através dos Centros de Solicitação de Vistos (cVAC). Os cVACs aptos a realizar o procedimento são: SÃO PAULO Rua Butantã, 434, 5º andar salas 52,53 e 54 – Edifício Itamaraju Pinheiros – São Paulo – SP CEP 05424-000 RIO DE JANEIRO Avenida Rio Branco, 156 salas 2119 e 2120 Centro – Rio de Janeiro – RJ Brazil CEP: 20040-901 BRASÍLIA SIG, Quadra 04, Lotes 75/175, Bloco A, Sala 116a Brasília – DF, CEP 70297-400 RECIFE Rua Padre Carapuceiro, 968, salas 1201 e 1202 Boa Viagem – Recife – PE CEP 51020-280 PORTO ALEGRE Rua Dom Pedro II, 367, 3º andar, conjunto 301 São João – Porto Alegre – RS CEP 90550-142 O pagamento da taxa da biometria deve ser feito no momento em que você aplica para o seu processo de visto, de forma online ou via postal. Caso a aplicação seja para um visto de estudo, turismo ou trabalho o aplicante que submeteu os documentos online e fez o pagamento corretamente, receberá uma carta dentro de sua conta no site do IRCC, em até 24 horas após a aplicação. Este documento confirma que é necessário fazer o cadastramento biométrico e também diz onde o candidato deve ir para a coleta de dados, dentro de um prazo determinado. Já para quem enviou os papéis pelo correio, o pedido para os dados pode chegar em semanas. É importante ressaltar que o pagamento da taxa, o recolhimento dos dados e a submissão correta dos documentos não são garantias de que o visto será aprovado. O oficial de imigração avalia toda a situação e documentos do candidato, sendo a biometria um fator obrigatório para a entrada no país. O cVAC exige que a carta enviada pela imigração canadense solicitando a biometria esteja com o requisitante no dia da visita para coletar as informações. O valor para a taxa da identificação biométrica será de CAD$ 85 dólares canadenses para uma pessoa e CAD$ 170 para famílias ou processos com dois ou mais aplicantes. As informações biométricas de cada candidato valem por 10 anos.
  32. 1 ponto
    Hoje o Senado vota. Se passar, acaba a cobrança de bagagem como tem funcionado ultimamente e volta a ser permitido que se despache uma bagagem de 23kg sem taxa extra.
  33. 1 ponto
    @mcmforest lá há dezenas de agencias, dizer que uma ou outra tem um preço melhor é bobagem. Voce precisa chegar e bater de porta em porta negociando o preço.
  34. 1 ponto
    @mcmforest Olá, essa viagem de ônibus dura cerca de 6 horas. Os horários há 2 anos atrás eram esses da tabela abaixo. Dessas todas, a Juarez é a mais recomendada e também a mais confortável. A Narvez é a única que tem saída também pela manhã, o que é bom para ir vendo a paisagem. Pela Trufi (van para 6 passageiros), a viagem leva em torno de 4 horas e meia.
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    @Claudiafs Em Santiago estive 2 vezes, mas em nenhuma delas eu comprei passeios. Tudo que fiz foi por conta própria, independente de agência. Porque gosto da liberdade de gerenciar meu tempo em cada lugar. Mas há sim várias agências que oferecem passeios, tanto bate e volta quanto passeios de 1 ou 2 dias. Até as agências daquele ônibus vermelhinho de city view tem passeios diversos, mas acho muito caro. Uma visita que acho imperdível é a Valparaíso. Seria bacana você dormir por lá, para curtir o astral e a beleza da cidade. E é super fácil chegar até lá. Você pode ir de ônibus saindo do Terminal Alameda que também é estação de metrô. Uma das empresas que faz esse trajeto é a Turbus, que tem vários horários todos os dias. A viagem é tranquila, mais ou menos 1:40, e a passagem custa em torno de 3000 pesos, uns 17 reais. Falo um pouquinho de Valparaíso nesse post: https://www.mochileiros.com/topic/85297-valparaíso/ De Santiago, aqui: E de San Pedro do Atacama (requer tempo para ser vivido plenamente!): Talvez possa te ajudar em alguma coisa. 😉
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    Estivemos em Valparaíso em setembro de 2018, em uma viagem pelo Chile, que também contemplava as cidades de Santiago e San Pedro do Atacama, com seu espetacular deserto. Tudo isso relatado em posts descritivos de cada cidade. Nos hospedamos na parte baixa da cidade. Ficamos 2 noites no hostel Casa Plan, um charmosíssimo prédio que funciona como hostel, café, galeria de arte e espaço cultural. Excelentes quartos, banheiros e áreas comuns. Tudo bonito, espaçoso e muito confortável. E ainda tem a simpatia e atenção do Gabriel, idealizador desse lugar múltiplo. Teríamos ficado uma noite a mais. Saímos com a sensação de não termos conhecido tudo. Valparaíso é uma cidade que requer tempo. É pequenina, mas tão adorável e que desperta tantos sorrisos, que te deixa pensando por que os amigos recomendam ir, mas ninguém fala que você vai embora com muita vontade de ficar. Nas ruas da parte baixa vende-se de tudo: fruta, comida pronta, papel higiênico, cigarro, remédio fora da caixa, desinfetante, roupa, tudo. Pessoas dançando no meio da calçada, de alegria ou embriaguez, também chamaram nossos olhares, em meio àquela oferta de tudo e qualquer coisa, que não tem como não nos vidrar. E antes de conhecermos a cidade, conhecemos os cachorros. Já tínhamos reparado que os cães de rua em Santiago eram bem cuidados, mas em Valpo, como eles a chamam, os cachorros são parte não só da cidade, como da vida das pessoas, que espalham potes de água e até casinhas por todos os cantos. Eles caminham pela cidade como pessoas e dormem no sol da praça como idosos aposentados. A cidade baixa é conectada à cidade alta por funiculares, que levam a diferentes paisagens dos inúmeros miradouros que nos permitem não só admirar a vista, mas também entender a construção da primeira cidade portuária do Chile e fuga de muitos presos políticos durante a ditadura de Pinochet. A parte alta é dividida em cerros, que são como bairros. Cerro Alegre e Cerro Concepcion são os mais charmosos. São repletos de casas coloridas de zinco e de casarões transformados em hotéis, lojinhas e restaurantes, grafite e arte por todo lado. Lemos em algum lugar que Valparaíso é uma mistura de Santa Teresa, Bairro Alto, Olinda e Caminito. É mesmo. Mas é muito além. Cerro Cárcel Um pouco fora do circuito turístico de Valparaíso fica o Cerro Cárcel, local onde funcionava uma prisão de tortura para presos políticos e que, mantendo-se toda a estrutura para que detalhes da história do país jamais fossem esquecidos, ignorados e tampouco modificados, foi transformado em parque e centro cultural. As salas são exatamente do tamanho das celas, com suas micro janelas no alto com barras de ferro, lembrando a todo tempo onde estamos. Fotografias de mulheres presas se espalham pelas paredes, com seus nomes e um sensível relato das roupas que vestiam e do local em que estavam no exato instante em que foram capturadas. Uma homenagem forte a um jovem militante assassinado ali, com um testemunho duro e detalhado de um amigo que assistiu à crueldade sem nada poder fazer. Gonzalo Muñoz Aravena. O coração doeu ao lermos e, de certa forma, revivermos toda aquela história entre aquelas mesmas paredes, onde quanto à energia que ali paira não há arte que acalente. O edifício faz parte do Parque Cultural de Val Paraíso, que é ao mesmo tempo centro cultural e parque aberto para a comunidade. O parque abre de quarta a domingo, das 10h às 18h no inverno e das 10h às 21h, no verão. Endereço: Calle Cárcel, 471 Saímos do Parque Cultural de Valparaíso e, enquanto olhávamos o mapa e pensávamos no que faríamos no pouco tempo que ainda nos restava ali, um senhor se aproximou perguntando se estávamos perdidas e queríamos ajuda. Iniciamos uma conversa longa com aquela figura que tanto tinha para contar. Aquele senhor, hoje reciclador de lixo, era apaixonado pela sua cidade. Tinha sido preso naquela prisão, junto com militantes de esquerda. Não que fosse um, ele disse, pois não tinha estudos e nem coligações com partidos, mas gostava de fumar maconha, e um dia foi pego e jogado naquele pequeno inferno, em celas de 8 m2 com 12 pessoas, que não tinham sequer como ir ao banheiro. Faziam cocô num saco e quando juntavam uma quantidade cujo cheiro não dava mais para suportar, subiam na janela da cela e lançavam-no do lado de fora, ato que gerava consequências desumanas de tortura. Ele fugiu. Numa fuga em que escaparam muitas pessoas, já exaustas e inconformadas com tanta maldade naquele lugar onde a extrema tortura era revoltantemente comum, ele foi junto, por um pequeno túnel que levava à uma possível liberdade. Não para todos, pois muitos foram capturados na tentativa de deixar o Chile, denunciados por argentinos nas fronteiras ou pelos próprios traços cansados, machucados e desnutridos. Mas para ele, sim. Finalmente. E ali na sua cidade ele permaneceu, e fez questão de ficar para ver os anos passarem, o governo mudar, e a vida poder ser de outra forma. Casou-se com uma mulher que tinha 4 filhos de outro homem, e ele quis criar todos, ser pai. Não está mais casado com ela. Tem netos já grandes. Ouviu uma filha dizer que tem 2 pais e ficou muito magoado, afinal o pai foi ele a vida inteira. Mas hoje entende, acha que no fundo ela tem razão. E os dois são amigos, o que fez e o que criou. Fala dos filhos, dos netos e da vida com brilho nos olhos e sorriso no rosto. Além de reciclar lixo numa tentativa de ajudar a manter a cidade, é também guia no centro cultural, contando aos jovens a história da cidade, da prisão e a sua própria, para que saibam onde estão. Frequenta o centro sempre que pode, gosta muito das peças de teatro e lamenta não ter assistido à sessão de cinema em que passou Carandiru, pois todos os seus amigos disseram que ele tinha que ver esse filme, que ia adorar. Apertou as nossas mãos, despediu-se de nós, nos desejou um bom passeio e desapareceu antes que pudéssemos saber seu nome ou eternizar seu rosto em algum lugar além da memória, que tem por costume se esvair com o tempo. E assim, como que com o coração em suspensão, à espera de um final, do laço de fita no presente, deixamos aquela cidade portuária, colorida, prisioneira, alta e baixa, simples e nobre, cultural e carente, olhando para trás e querendo voltar. O que faltou fazer? - Não visitamos a La Sebastiana, casa museu do Neruda em Valpo. Ela fica mais distante, em um cerro mais alto. Nos arrependemos imenso, mas não tivemos tempo. - Walking Tour para saber mais da história da cidade. Dicas - Tours 4 Tips - caminhadas guiadas de cerca de 3 horas em que você paga o quanto quiser para o guia. - Pan de Magia - uma pequena casinha roxa e amarela na cidade alta que serve empanadas deliciosas e baratas. Fica na Calle Almirante Montt, 738. https://www.instagram.com/trip_se_/
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    @casal100 Hoje estou alegre. . Foi o dia de visitar o urologista. Um dia ainda conto a história sobre urologista ok. Não insista. ..senão eu conto kkk
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    @casal100 Esse MOCHILEIROS.COM e o melhor psicanalista do mundo, e o melhor remédio contra a demência que existe. Para quê fazer análise se percebemos que todo mundo é igual; Ele atua também contra a demência pois sempre tá exigindo que se use a memória para relembrar as peripécias de outrora.
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    @Silnei acho que nós dois tá precisando arrumar algo para fazer. .kkk O problema que muita gente quer fazer isso, mas não quer dar as caras, ficam em cima do muro. Tem muito medo do fracasso, isso emperra o processo. A minha primeira viagem sozinho foi para o Rio de Janeiro, minha primeira férias do trabalho, e lá vou eu...naquela época não tinha informação de nada. A única coisa que eu sabia mesmo era que o lugar era perigoso, e muito (a uns 40 anos atrás, pode isso). No interió de Minasass Geraisss, o Minerin vai pro Rio, que beleza, peguei um ônibus, (na época podia fumar dentro dos ônibus, fumei um maço de Cigarro da minha cidade até o Rio, de tão ansioso kkkkkk), pergunta se consegui dormir! Claro que não. ..kkk Desci do ônibus, com parco dinheirinho na cueca e subi para o saguão da rodoviária, foi um CHOQUE de 2000 Volts, parecia que todos olhavam para mim...QUE SITUAÇÃO! Resumindo a história: fui no guiche e comprei passagem para o mesmo dia, e desisti de conhecer o Rio. Como são as coisas. A vida seguiu e aprendi com isso a primeira lição do viajante e da vida: NÃO DESISTA, o fracasso faz parte do precesso. Hoje me divirto muito com isso. Mas imagina chegando em casa no outro dia...e os amigos...kkkkkkkkkkkkkk
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    Acho que pelo [email protected] Anastasi , deve ser tucano, está em cima do muro ver no que dá!
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    @Silnei "Alguns empregos no Brasil pagam menos que catar sucata na rua ou vender brigadeiro de porta em porta e não haverá um ser que diga pra vc não se empregar em uma vaga assim. " Você tem toda razão, vou contar uma das inúmeras histórias que conheci nas minhas viagens à pé : Estávamos atravessando a balsa em São Francisco do Sul-SC, nisso vi uma caminhonete com uma carretinha atrás com um montão de conjunto de bacias de plástico(essas que são usadas para lavar roupa e na cozinha). Desceram 4 homens enquanto a balsa atravessava, fomos conversar com eles, ver a história deles (eles não eram "mochileiros" mas vendedores). Contaram tudo, deveriam ter uns 500 jogos para vender. .. perguntei isso aí dá dinheiro, vcs vão ficar quantos meses para vender..., ....eles falaram: Meses, que meses.....isso tudo vamos vender em no máximo uma semana ..esperamos ganhar cada um, em média uns $2000 eu...como assim, vendendo bacias......kkkk A balsa atracou eles entraram na caminhonete e nós continuamos nossa jornada à pé. Depois de umas duas horas reencontramos eles num bairro vendendo as danadas das bacias.....e o tonto aqui perguntou, e aí já venderam alguma.....eles, já ganhamos $(não lembro, pois faz muito tempo, só sei que era mais de $100 cada) em 2 horas. Kkkkkkkk E os bonitoes dos escritórios, dos shoppings, ganhando $2 mil por mês ou menos..... com horário rigoroso para cumprir, alguns trabalham aos domingos, um monte de chefe estressado. .e alguns clientes chatos que tem que atender sorrindo... Na rua não, eles vendem para quem eles querem, se algum tratar mal eles simplesmente viram as costas e vão atrás de outros clientes mais gentis. ..
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    Andei pesquisando os valores com as Agências de Cusco, mas estou achando os valores muito altos. Sei que não é uma viagem barata, mas se eu conseguir economizar de alguma forma já ajuda!!! É melhor eu deixar para reservar os passeios em cusco ou antecipadamente? R - Na verdade, os preços de Cusco não são tão caros. Os preços praticados na internet são caros. Lá é bem mais barato (menos da metade). O problema é quando vc quer uma data específica ou um local não tão comum. Todos os lugares que vc vai são passeios comuns em Cusco, e creio que vc não terá dificuldades de comprar lá mesmo. Eu paguei 80 soles pelo vale sagrado, incluído almoço, 90 por rainbown mountain, também com almoço, acho que foi 50 pelo city tour. Isso foi em junho de 2017. Na época o boleto turístico custava 100 soles. A empresa que contratei foi a orellana tours, e gostei dela. Muita agência apenas vendem os passeios. Esta também faz vários deles, então fica mais em contam, acho eu. É melhor eu comprar os ingressos de Machu Picchu e do trem logo, pois eu quero o primeiro horário, e tenho medo de não conseguir lá. O ingresso de Machu Picchu, se vc não for de pacote com alguma empresa. é melhor comprar aqui mesmo pela internet. Acho que lá vc paga o mesmo preço. E o trem, a Daniela já disse tudo. A subida a pé entre Águas Calientes e Machu Picchu é cansativa mesmo. E lá em MP vc ainda ainda bastante por 3 a 4 horas. Então tem que ver seu preparo físico, pois vc pode ficar cansada na subida (e descida) e depois não conseguir curtir MP. Entre os passeios que vc disse: - City tour em Cusco - passeio meio dia. Eu iria pela manhã, pois o entardecer em Cusco pode ser frio. - Lago Humantay - muito bonito. Te pegam no hotel por volta das 04.30. Tem uma passeio de 2 dias que, além do lago, sobe até o nevado salkantay. Vc passa a noite de frente para a a montanha. É realmente demais . Eu já fui até salkantay em outra excursão de 7 dias, e acho muito bonito. Mas a subida até salkantay pode ser meio puxada. - Rainbow Mountain - o mais puxado deles. O ônibus te pega no hotel lá pelas 3 ou 4 da manhã e dirige umas 3 horas até o início da trilha. Vc chega a 5100 m de altitude. Então deixa esta por último, quando sua aclimatação já estiver boa. - Sacsayhuaman, Q’Enqo, Tambomachay; Templo de Qorikancha - fazem parte do city tour - Maras e Moray - passeio de meio dia - Vale Sagrado - em relação a ruínas, com exceção de MP, o melhor deles. Domingo, terça e quinta funciona e feira em Pisac. É grande e tem muita coisa, mas os preços em Cusco são melhores. Se vc quiser ir à feira de artesanatos, escolhe seu passeio nestes dias. Eu faria nesta ordem: 01 - city tour 02 - maras moray 03 - vale sagrado 04 - lago Humantay 05 - machu picchu 06 - rainbown mountain Começaria dos mais fácies e deixarias os mais difíceis por último. Pode trocar Humantay com MP sem problemas, a não ser que queira ir até salkantay, pois aí seriam 02 puxados que te pegam muito cedo no hotel em dias consecutivos.
  43. 1 ponto
    É mesmo uma experiência única e indescritível, Ana Paula. O deserto do Atacama é mágico! Você vai amar.
  44. 1 ponto
    Gostei muito do seu relato e de como você descreveu a viagem, amei, parabéns, quero conhecer o deserto este ano ainda
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    Oi Liliane, que bacana seu roteiro. O Peru é pura magia e ancestralidade. Estive lá em setembro e fiz parte do que você pretende. Vou comentar nos itens. - City tour em Cusco Optei por não fazer e por conhecer a cidade a pé e conversando com quem é de lá. Mas fiz um passeio para conhecer um pouco mais da história e dos templos mais próximos à cidade. Fiz com a agência DANI, que fica ali na Plaza de Armas. Foi ok, nada surpreendente no serviço, mas são bons em negociar preços e fazem vários tipos de passeios. - Lago Humantay, Rainbow Mountain e Maras e Moray Não fui. Como tinha poucos dias, optei por outros passeios. - Sacsayhuaman, Q’Enqo, Puca Pucara; Tambomachay; Templo de Qorikancha É bacana conhecer todos os sítios arqueológicos que te interessam dentro do bilhete turístico, até para valer comprá-lo, já que não é barato. Optei pelo Bilhete Geral, que inclui 16 das mais importantes atrações culturais na cidade de Cusco e em torno dela: Sacsayhuaman, Q’enqo, Puca Pucara, Tambomachay, Museu de Arte Contemporânea, Museu Histórico Regional, Museu de Arte Popular, Museu de site Qoricancha, Centro Qosqo de Arte Nativo, Monumento ao Inca Pachacuteq, Pikillaqta, Tipon, Pisac, Ollantaytambo, Chinchero e Moray. Custa 130 soles e vale por 10 dias. O bilhete é o ingresso para entrar na maior parte dos sítios e museus. Há outras opções de bilhetes turísticos com menos atrações por 70 soles. - Vale Sagrado Ollantaytambo é de longe a minha cidade preferida do Vale Sagrado. Pequena e charmosa, com sítios belíssimos. Fui de van de Cusco até lá, passei 2 noites porque queria curtir o clima da cidade, visitar as ruínas e subir a Pikillagta. Dali peguei o trem para Machu Picchu. - Machu Picchu (por trem) Caríssimo chegar até lá. O trem realmente é uma pequena fortuna e percebi que os preços aumentam quão mais próximo fica a data da viagem. Comprei antes pela Inca Rail. Consegui uma promoção no site que incluía almoço no trecho de ida e estava 63 dólares/211 soles. O almoço era péssimo: um wrap gelado, uma maçã e um copinho descartável de castanhas. O trecho de volta foi de Machu Picchu ( Aguas Calientes) a Cusco, sendo que vai de trem até Ollantaytambo e depois de ônibus até Cusco. O valor total do trecho de volta foi 54 dólares/181 pesos. O duro é quando a gente converte, estando o dólar no preço que está. Já tinha feito essa viagem em 2011 e nessa ocasião, optei pela Peru Rail. Não vi muita diferença entra elas. Mas os trens da Inca Rail parecem mais novos. Tanto em 2011 quanto em 2018, optei por subir de Águas Calientes e Machu Picchu a pé ao invés do ônibus que leva até a entrada do sítio. É cansativo, mas vale muito a pena subir a montanha pela mata, respirando o ar puro e vendo tanta diversidade de plantas e sons. Boa viagem! Será mágico!
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    Existem várias formas de se chegar a Machu Picchu, mas todas (ou quase) partem de Cusco. Sem saber seus planos ou disponibilidade de tempo, ou mesmo que tipo de viagem vc quer fazer (se mais econômica ou com um pouco mais de conforto, se trilha ou apenas bate e volta a Machu Picchu), eu recomendo fazer uma boa aclimatação, que é item básico no Peru, em virtude da altitude. Seria ideal passar uns 3 dias em Cusco antes de começar uma trilha para Machu Picchu, mas se vc quiser fazer apenas um bate e volta, vc pode ir de trem no dia seguinte ao que chegar (Machu Picchu fica a 2800 m acima do nível do mar, enquanto que Cusco fica a 3400). Se quiser ir de trilha, tem a trilha inca clássica, que são normalmente 3 dias e 4 noites, ou tem a trilha por salkantay, a qual que eu fiz), que são 5 dias e 6 noites e vai pelas montanhas (muito bonita). Tem ainda a trilha inca curta de 2 dias e uma noite, onde se pega um trem em ollaytatambo, segue até o km 104 da ferrovia e aí desce e inicia a parte final para chegar a pé em Machu Picchu, no final da tarde, fazendo a visita guiada no dia seguinte. Neste opção vc passaria 01 noite em Águas Calientes. Tem muitas opções. Dá uma olhada no site Machu Picchu Brasil e tira umas idéias (ou mesmo pesquisa aqui no fórum, tem coisa demais). Depois de ter uma ideia do que quer, fica mais fácil de te ajudar. De qualquer forma, eu aconselharia um roteiro a partir de Cusco mais ou mesmo assim: dia 01 - chega em Cusco e passeia pela cidade para começar a aclimatação dia 02 - faz o city tour em Cusco, por agência ou outro meio dia 03 - faz o passeio Moray e salineira de Maras dia 04 - faz o passeio do vale sagrado dia 05 - parte para Machu Picchu Assim vc conhece o que a região de Cusco tem a oferecer , se aclimata, e depois parte para Machu Picchu. A dica que eu dou é deixar Machu Picchu por último, como se fosse a cereja do bolo pois, se vc for lá primeiro, ou demais passeios meio que ficam sem graça. Em Cusco tem um monte de agência oferecendo todos os passeios e vc pode contratar tudo lá mesmo. A exceção é se, em Machu Picchu, vc queira subir uma das montanhas de lá (Huayna Picchu ou montanha Machu Picchu) pois os ingressos das montanhas são limitados a 80 por dia e podem acabar. Então, neste caso, seria melhor contratar com antecedência. Eu subi a montanha Huayna Picchu, e acho que vale muito a pena, mas é meio cansativo, e tem gente que acha que não vale a pena. O melhor em relação aos passeios, financeiramente falando, é comprar em Cusco mesmo, pois o preço lá é muito menor do que aparace na internet (menos da metade do preço). Após visitar Machu Picchu, se tiver disponibilidade, dá uma olhada no passeio à rainbown mountain. A empresa que vc contratar de pega no seu hotel às 03 da manhã e te leva de ônibus por umas 3 horas. Vc para para tomar um lanche e depois segue para a subida, onde vc chega até os 5100 m. É muito bonito. Deixa esse passeio, se vc for fazer, por último, porque sua aclimatação já estará completa. Em Cusco eu fiz os passeios pela empresa orellana tour. Não seu o endereço, mas ele tem site na internet. Se for fazer o passeio do vale sagrado com eles, tenha certeza de que o almoço está incluído no preço ou não, porque o lugar que eles te deixamn para almoçar é bem caro (eu paguei 80 pesos por pessoa em 2017, com almoço incluído - só o almoço, se não estivesse incluído, seria 50 pesos no local onde paramos). Por último, uma aclimatação mal feita PODE atrapalhar muito seu passeio. Quando fui eu vi pessoas vomitando no meio da rua por causa disso, precisando de balão de oxigênio ou sentindo muita dor de cabeça. Não significa que vc vai sentir isso. Cada pessoa é diferente e reage diferente, mas o ideal é se preparar para não ter chance de acontecer. Toma bastante líquido e mastiga as folhas de coca (ou toma chá) que se encontram em abundancia por lá. E só começa a fazer esforço mais forte após uns 3 dias se aclimatando. Se tiver alguma dúvida e precisar de mais ajuda, é só falar. Christian
  47. 1 ponto
    Venha conhecer Manaus, tem ao redor várias cachoeiras em Presidente Figueiredo. Trilhas, camping, rapel, tirolesa e paisagens de tirar o fôlego são algumas das atrações que misturam aventura e preservação na Terra das Cachoeiras - Por Lucas Raposo da Câmara, Portal Amazônia. Conhecido como 'A Terra das Cachoeiras', o município, que fica a 120 Km de Manaus, abriga mais de 100 cachoeiras bem preservadas que atraem turistas do mundo inteiro. Cachoeira de Iracema Cenário da novela 'Além do Horizonte', da Rede Globo, a famosa cachoeira conta com trilha e estacionamento próprio. O volume d'água impressiona. Com boa profundidade é possível mergulhar nas águas geladas. Valor: R$ 10 por pessoa - Local: Km 115 da BR 174 Cachoeira do Santuário Composta por por três quedas d'água, a cachoeira recebe este nome porque abriga uma pequena imagem de Santa Clara na primeira queda d'água. Conta com trilha, chalés e restaurante. Valor:R$ 10 por pessoa Local: Km 12 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina) Cachoeira da Porteira Muito procurada pelos amantes de acampamentos, esta cachoeira conta com área de camping, mesas, banheiros e lixeiras. O local cobra um valor diferenciado para os turistas que optarem pelo pernoite. Valor: R$ 8 por pessoa Valor do pernoite: R$ 20 por pessoa Local: Km 13 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina) Cachoeira da Pedra Furada É a mais distante entre as cachoeiras de Presidente Figueiredo. A distância, porém, é recompensada com um visual único e marcante. As quedas d'água são formadas por três grandes furos na pedra e forma uma piscina natural de águas calmas e preservadas. Valor: R$ 10 por pessoa Local: Km 57 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina) Cachoeira Asframa Localizada em propriedade particular. Possui queda d'água com aproximadamente 5m de altura, piscinas naturais e corredeiras. Infraestrutura conta com restaurante com opções de peixes, saladas e vinagrete. Valor: R$ 30 por veículo Local: Km 96 da Rodovia BR 174 Cachoeira das Araras Está localizada dentro da área do complexo turístico Cachoeira de Iracema. Caminhando pelas trilhas do complexo, os visitantes encontram uma das cachoeiras mais populares do município, além de diversas grutas. Valor: R$ 10 por pessoa Local: Km 115 da BR 174 Cachoeira da Neblina É a maior cachoeira de Presidente Figueiredo, com aproximadamente 30m de altura. Apesar disso ainda é praticamente desconhecida, devido o difícil acesso. Para chegar nela os visitantes têm que enfrentar uma trilha de 7 Km floresta a dentro. Para quem encara a aventura, a recompensa é um imenso paredão de água e piscinas naturais. Valor: R$ 10 por pessoa Local: Km 51 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina) Cachoeira dos Pássaros Cachoeira de fácil acesso e sem necessidade de trilhas. Por isso, é comum ver a presença de famílias e crianças. O local permite a prática de acampamentos e conta com atrações como tirolesa, passeio de boia e restaurante. Valor: R$ 5 por pessoa Local: Km 13 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina) Cachoeira de Sussuarana Está localizada na Vila de Balbina. Coma aproximadamente 15m de altura é bastante procurada por praticante de rapel. Para acessar a trilha é preciso caminhar por uma hora dentro da floresta. Valor: Gratuito Local: Km 86 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina) Cachoeira do Mutum Para chegar à cachoeira de carro recomenda-se veículo com tração 4x4 para evitar atolamentos. Já quem prefere chegar a pé terá de percorrer 6 Km de trilha. Tudo isso, porém, é recompensado pelo cenário único que é a marca do município, com piscinas naturais encravadas na rocha. Na área é permitida a prática de camping. Valor:R$ 10 por pessoa Valor do pernoite: R$ 20 por pessoa Local: Km 54 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina) Cachoeira da Onça De fácil acesso, a Cachoeira da Onça conta com trilha que passa sobre o rio Urubuí. Com quase 10 metros de altura, a queda d'água não é forte, mesmo em tempos de cheia, o que garante um banho seguro para pessoas de todas as idades. Valor: R$ 10 por pessoa Local: Km 108 da Rodovia BR 174 Cachoeira Natal É a cachoeira mais extensa de Presidente Figueiredo, com 50m de comprimento. A altura aproximada é de 10m. A queda forma uma piscina com águas calmas. Por ser distante do centro da cidade é um local reservado e oferece maior tranquilidade. Valor: R$ 20 por veículo Local: Ramal do Urubuí Cachoeira Salto do Ipy A queda d'água tem mais de 20m. Um paredão de rocha, grutas e vegetação selvagem completam um dos mais belos cenários naturais da Amazônia. Com ar de mistério, também foi locação da novela 'Além do Horizonte". Valor: R$ 5 por pessoa Local: Km 57 da rodovia AM-240 (Estrada de Balbina) Cachoeira Berro D'água De fácil acesso. As águas são rasas e quedas d'água baixas, ideias para pessoas de todas as idades. Infraestrutura conta com restaurante, estacionamento e banheiros. Valor: R$ 10 por pessoa (crianças e idosos pagam meia) Local: Km 11 da rodovia AM-240 (Estrada de Balbina) Cachoeira das Orquídeas Cachoeira de fácil acesso e entrada gratuita. Após trilha de 1,5 Km os visitantes podem desfrutar de uma tranquila piscina natural, formada pelas águas que descem pelas rochas. Valor: Gratuito Local: Av. Onça Pintada, Galo da Serra, Presidente Figueiredo Parque do Urubuí Ponto central de Presidente Figueiredo. As fortes correntezas da corredeira atraem praticantes de boia cross. O local reúne os principais restaurantes e hotéis da cidade, além de atrair milhares de turistas. O Monumento que identifica a Corredeira é o índio Waimiri saindo de dentro da casca do cupuaçu - principal referencia do local. Valor: Gratuito Local: Estrada Municipal Da Cachoeira, Presidente Figueiredo.
  48. 1 ponto
    Vou fazer meu primeiro mochilão em abril de 2018 pelo Uruguai, Argentina e Chile, saindo do Rio de Janeiro. Pesquisei no site Rome2Rio as melhores rotas e preços e cheguei a um roteiro assim, baseado nos preço descrito, em real: Transporte: - Rio > POA (avião) (skyscanner) R$ 149,00 {POA direto para Punta del Este - R$ 248,00} - POA > Chuy (ônibus) R$ 123,00 URUGUAI - Chuy > Punta del Diablo (ônibus) R$ 8,00 - Punta del Diablo > Castillos (ônibus) R$ 7,00 - Castillos > Cabo Polonio (ônibus) R$ 50,00 {ônibus R$ 8,00 + taxi até Cabo Polonio} - Cabo Polonio > La Paloma R$ 50,00 {taxi + ônibus R$ 8,00 até La Paloma} - La Paloma > San Carlos (ônibus) R$ 40,00 - San Carlos > Punta del Este (ônibus) R$ 40,00 - Punta Del Este > Montevidéu (ônibus) R$ 40,00 - Montevidéu > Colonia del Sacramento (ônibus) R$ 40,00 - Colonia del Sacramento > Buenos Aires (barca) R$ 120,00 ARGENTINA - Buenos Aires > Mendonza R$200,00 - Mendonza > Los Andes (ônibus) R$ 50,00 CHILE - Los Andes > Santiago (ônibus) R$ 20,00 - Santiago > Valparaíso (ônibus) R$ 15,00 - Valparaíso > Viña del Mar (trem) R$ 40,00 - Viña del Mal > Concón (ônibus) R$ 3,00 Pra voltar pegaria um voô direto de Santiago, no custo de uns R$480 reais a volta (skyscanner). Acredito que não acharia nenhuma outra forma mais econômica, o que acham? Ainda não tenho noção de quantos dias passar em cada lugar, tudo isso tá sendo estudado. Pensei em gastar no total uns R$2000, R$2500. Gostaria de sugestões de passeios e preços, se esse roteiro tá bom, lugarem bons e em conta para comer e para dormir... Grata desde já, galera! 😄👍🏼
  49. 1 ponto
    @Juninho Ladeia então, o nome das empresas ainda não anotei tudo direitinho, porém nesse site www.rome2rio.com, você consegue colocar a origem e o destino e eles calculam distancia, estimativa de preço de passagem, as empresas dos onibus e os horarios... ainda tem informações como telefone e site e cada uma! vale a pena dar uma olhada! vou tentar comprar até online as passagens. esperto ter ajudado.
  50. 1 ponto
    Durantes anos fiquei trancado num quarto em casa por que me disseram que era perigoso andar na rua, pois existiam bandidos, carros, raio, chuva, etc........ Num dia gritaram la de fora......ficar dentro de casa trancado eh perigoso, pois a casa pode pegar fogo, um aviao pode cair em cima, ladrao pode entrar. etc..... Entao resolvi sair de casa e viajar de aviao....me disseram que era perigoso pois o mesmo podia cair, ser sequestrado, etc.... comprei um carro e me disseram que era perigoso pois poderia bater, capotar, barbeiros poderiam colocar sua vida em risco, o carro poderia ser roubado....etc Comprei uma moto e me disseram.............CHHHEEEEEGGGAAAAAAAAAA.....quero viver desde entao tenho a moto e ando nas cidades, ando nas estradas brasileira, ando no Paraguay, Bolivia, Argentina, Chile, Uruguay......e continuo vivo....... resumindo.....se ficar em casa.....tome cuidado para nao ser assaltado, roubado etc. se andar de carro....tome cuidado com os barbeiros das estradas e com os ladroes de carro. ao andar de moto pelo Paraguay, Argentina, Bolivia,,,e principalmente no Brasil.....tome cuidado com os carros, com os ladroes....enfim.....tome cuidado com tudo e com todos..... ps. Em 2006 fiz uma viagem ao Peru, e fiquei na duvida se iria de Corumba a Santa Crus ou iria de Assunção PY a santa Cruz pelo Chaco Paraguaio......os dois caminhos eram de terra, perigosas, etc.....optei pelo Chaco por ser mais perto para mim, levei 7 tombos, demorei mais que o previsto, Paguei uma unica proprina (das 20 que programei)...e cheguei a Santa Cruz BO
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