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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 10-06-2019 em todas áreas

  1. 1 ponto
    Chegamos em San Pedro pelo aeroporto de Calama. Lá pegamos uma van que cruza parte do deserto e nos leva até o povoado. Nos hospedamos por 5 noites no Ckoi Atacama Lodge http://www.ckoiatacama.cl, uma ótima dica de hospedagem. Boa estrutura, atendimento super simpático, perto de tudo, mas longe o suficiente do barulho e com bom preço. O Atacama é uma viagem cara. Todos os passeios são feitos com agências e embora isso interfira na liberdade de quem é bicho solto, é de fato a única forma de preservar aquela natureza absoluta. Uma rua de terra principal com duas paralelas e quatro transversais formam o casco histórico de San Pedro de Atacama. E ali naquele pequeno povoado, naquele oásis perdido em meio a uma paisagem que muda de cor com o passar das horas, há uma efervescência, com mercadinhos, restaurantes e lojas que vão de um artesanato simples a joias de pedras preciosas. Não se pode dançar em San Pedro de Atacama. Sob os nossos pés, um imenso cemitério indígena, restos de um povo que acreditava que tudo aquilo o que víamos era o bem mais precioso que tínhamos. Um povo que sabia honrar cada pedaço daquela terra e extrair dela tudo o que precisávamos para existir. Um povo que tinha um enorme respeito pela nossa grande e única fonte de tudo, e entendia sobre o que realmente importava. Ouvir música é permitido, contanto que ela não desperte, no corpo e nos pés, a vontade de manifestar euforia e, por consequência, desrespeito sobre aqueles que nos ensinaram tudo o que jamais poderíamos ter esquecido. E mesmo com todas as fotos e vídeos e relatos que havíamos visto e ouvido, não fazíamos ideia da imensidão que nos aguardava e nem do tamanho que isso seria aqui dentro. Deserto do Atacama O deserto do Atacama não é real. É um outro planeta inventado num filme. É um sonho confuso que se divide ao acordar. É uma mentira contada sobre um paraíso. É uma miragem que nos faz duvidar, o tempo todo, se estamos acordados. Uma memória que temos certeza que está a nos enganar. Um medo constante dos olhos esquecerem a beleza, a imensidão e a intensidade do que veem. Uma emoção que faz chorar todos os dias diante da magnitude do que nos rodeia. O lugar mais especial que já pisamos. No deserto do Atacama há muitas possibilidades de passeios e dificilmente, por tempo e dinheiro, você fará todos. Pesquise bastante e escolha passeios diferentes e que se encaixem no seu gosto e no seu bolso. Optamos por fechar todos os passeios com a mesma empresa, Araya https://www.arayaatacama.com/, e adoramos. Pode não ser a agência mais barata, mas os guias são excelentes e pontuais, as vans são ótimas e nos pegam e nos deixam de volta no hotel e os lanches oferecidos em cada passeio, eram visivelmente melhores que o de outras empresas. Escolhemos os seguintes passeios: Lagunas Escondidas Três litros de água por dia é o que se recomenda beber no deserto. O corpo rapidamente sente a secura na boca, nas mãos, nos poros, na língua, na pele. A desidratação chega sutil, a saliva falta e a dor de cabeça se aponta lá no fundo dos olhos. Um mínimo gole de água resolve instantaneamente. Sentimos cada parte do nosso corpo reagir ao ambiente em que recebemos muito mais do que damos, como deveria ser sempre na natureza. Saímos às 8h da manhã para as Lagunas Escondidas, um conjunto de 7 lagoas formadas no meio da Cordilheira do Sal. Uma viagem de uns 20min de carro e uma caminhada de uns 15min nos levam à primeira delas, uma piscina natural com a água tão salgada que, se secarmos as mãos na roupa, uma capa branca se forma no mesmo instante. Dá pra ver pequenas bolhas brotarem do solo, indicando a nascente de água subterrânea, um fenômeno banal explicado pelos geólogos, mas impressionante para nós. Água verde clara, transparente e salgada. Seguimos a trilha adiante e, entre uma e outra lagoa verde, nos deparamos com a penúltima do conjunto. Falta ar e palavras para descrever o que os olhos não acreditavam ver. No meio de um concentrado de sal na superfície, rodeado de rochas de sal que vão escurecendo pelo horizonte até ficarem marrom, um pedaço do céu se abre no chão, de uma cor tão azul esverdeada, tão verde azulada, tão aturquezada, tão ainda sem nome, que os olhos se enchem de lágrimas e a boca saliva a vontade das mãos de toca-la. E o corpo desaba na pedra mais próxima e se rende, sem qualquer outra chance de alternativa, enquanto o silêncio e a suspensão são a única manifestação comum e possível dos sentidos. E ali, naquele instante mágico, naquele intervalo que a noção de tempo não consegue explicar, entendemos o nada que somos. Vale de La Luna e Vale de la Muerte É curioso e surpreendente perceber-se no lugar considerado o mais inóspito da Terra, o ambiente que temos de mais próximo à superfície da Lua. Por isso o nome, Vale de la Luna. 23 milhões de anos soam como um número perdido e vago, já que é humanamente incalculável para aqueles que vivem, quando muito, um mísero século por aqui. São 23 mil gerações da nossa família vivendo por um período acima da média. Um número impossível para nós. Mas não para a Terra. Não para a natureza. Não para aquele lugar onde tempo e espaço são conceitos que temos que ressignificar para tentar, com muitos esforços, começar a entender o início de nós. Cavernas no meio de cânions de um tamanho muito além do alcance dos olhos; gesso, argila, cristais de sal, granito, quartzo, infinitos minérios cuja explicação para aparecerem ali não existe; cinzas e pedaços de rochas espalhados por todo o vale; e o vento, que faz tudo aparecer e sumir conforme a sua vontade, moldando esculturas que os humanos, tão perdidos diante daquela fonte gigante de tudo, chamam de “Marias”; e a chuva que, raríssima, quando aparece vem imensa, abrindo caminhos em espaços invisíveis. Da mesma forma é o Vale de la Muerte, que era para ser Marte, pelo óbvio, mas a dramaticidade ocidental não permitiu. Do topo do vale vemos o horizonte rosa, as cordilheiras desenhadas, a terra vermelha, as fontes intermináveis de minérios, o sal, os vulcões, o tamanho daquilo tudo. Ali somos nós os estrangeiros, os extras do território, aqueles que não pertencem, achando que sabem alguma coisa, mas que não conseguem explicar quase nada do que se passa nesse outro planeta, que só parece nosso, mas que é ele muito mais o dono da gente. Laguna Céjar O céu do deserto do Atacama é de um azul firme, fixo, que de tão certo e forte faz os olhos duvidarem. E o horizonte de montanhas e cordilheiras de um colorido que vai do branco da neve nos cumes dos Andes, passa pelo avermelhado rosa da cordilheira do sal, depois pelas formações rochosas amarronzadas de sal seco, pelo bege do solo de pedras menores, até voltar ao branco do sal puro e, por fim, ao azulverde da água das lagoas. É como uma paleta cíclica de cores que só existem ali. A Laguna Céjar é um imenso de água no meio dessa esfera impossível. Começa rasa e transparente, tentadora aos pés, e aos poucos, ao passo lento e natural que a natureza impõe, vai passando pro verde, todos os tons, até chegar ao azul, confundindo o nosso olhar entre céu e água, entre cima e baixo, entre nós e a imensidão. Ali não se pode tocar. É preciso aprender a apalpar com os olhos. Ojos del Salar Acredita-se que há milhões de anos, não se sabe dizer quantos, contra toda e qualquer teoria geológica de probabilidade, dois meteoritos caíram na Terra, um ao lado do outro, bem ali no meio do deserto. E com menos explicação ainda, esses buracos formados se encheram de água, doce, limpa, onde se pode mergulhar. E mesmo com toda a seca que se vive lá, ano após ano, a água não diminui. Se evapora, é novamente alimentada por alguma nascente que não se sabe sequer de onde poderia vir. Os buracos possuem uma profundidade que máquina nenhuma inventada pelo homem consegue calcular. Eles te encaram, imensos, como que rindo da tentativa vã e sem propósito de entender o que não se pode explicar. Nos emocionamos entre os Ojos del Salar. Laguna Tebinquiche A Laguna Tebinquiche é a origem de tudo. No momento em que o mundo acabar e a Terra sucumbir às torturas que praticamos a cada segundo, é ali que tudo recomeça. As bactérias presentes nas pedras que rodeiam toda a lagoa são capazes de dar início ao ciclo da vida. A potência daquele lugar é assustadora. Há um caminho delimitado para caminhar, para que se tente não acabar com o nosso único possível recomeço. E após uma trilha no meio dessa fonte de vida tão invisível aos nossos olhos, tão possivelmente desacreditável a olho nu, chega-se a um ponto onde a luz do pôr do sol a oeste reflete nas montanhas a leste, mudando-as de cor. A beleza é tão arrebatadora que, ao não sabermos para onde olhar, se para o sol que se põe por trás das montanhas e vem até nós pelo reflexo na água ou para o horizonte que vai seguindo o movimento do olhar em amarelo claro, amarelo escuro, laranja claro, laranja escuro, rosa claro, rosa escuro, até atingir a cor púrpura do outro lado, a luz do dia acaba, deixando somente o silêncio daquela visão impossível. E pedimos, com lágrimas que escorrem em meio ao sorriso incessante, que os olhos não esqueçam o milagre que acabaram de ver. Termas de Puritama Há 3 mil metros de altitude cresce uma espécie de cacto que só existe em bando. Chegando aos 6 metros de altura e vivendo por cerca de 200 anos, esse tipo que sequer vinga diante da solidão, possui uma madeira porosa diante de sua casca de espinhos perfeita para o artesanato. De tão esbelto e firme, é difícil crer que, assim como as rolinhas, não sabe e não suporta ser só. Mas gosta de topos, talvez para ter a certeza de avistar os seus a todo instante, como uma galinha que não perde seus pequenos de vista, mas todos sendo mãe e filho ao mesmo tempo. Num dos cânions em que vive essa espécie há um rasgo feito por um raio, há milhões de anos, que foi se abrindo com o movimento da Terra e formando um caminho. Por ali corre um rio, que não se sabe como, nasce dentro de um vulcão e vem correndo toda uma montanha até desaguar entre cactos carentes e rabos de raposa, planta que só cresce perto d’água e mais parece um capim dourado brilhando no meio da rocha seca e do céu azul. Pequenas cachoeiras de uma água inacreditavelmente morna, que quanto mais se sobe o caminho no cânion, mais quente fica. Ora na sombra, ora sob o sol fervente do deserto, quando as mãos encostam nessa água, o corpo inteiro arrepia a sensação inesperada daquela temperatura improvável. Caminhamos por 2 horas na abertura do cânion, às vezes ao lado das águas, às vezes na rocha laranja, avistando somente a vegetação que garantia que o rio estava ali. Com a boca seca e os olhos em choque, atingimos o cume e as famosas Termas de Puritama. 7 piscinas naturais desenhadas como que em andares, cada uma delas com formatos e temperaturas diferentes, que vão dos 23 aos 30 graus. A água é quente feito abraço, potável e de uma transparência que se confunde com as lágrimas, dando a impressão de que choramos cada gota daquele elixir que, se não cura doença, acalenta a alma. Quando o corpo emerge aquelas águas, o coração palpita; a boca não consegue não beber; as mãos correm os braços na tentativa de sentir ainda mais o abraço que envolve por inteiro; os olhos não conseguem se fechar para não perderem um segundo daquela sensação indescritível e choram ao mesmo tempo em que querem ver; e o sorriso vem, completamente involuntário, mais do que convidado e sem nenhum necessidade de ser chamado, aguçando cada poro e cada mínimo sentido e despertando a absoluta certeza de que a plenitude do amor está dentro e só pode ser isso. Esse passeio é o Termas da Puritama + trekking. Não deixe de ir caminhando. A sensação de chegar ao topo vivendo o caminho é incomparável do que alcançar as termas numa van. Tour Astronômico A altitude alta e as nuvens raríssimas fazem do céu do Atacama o ponto de observação mais limpo da Terra. É ali que estão os maiores e mais modernos telescópios da Nasa e os mais competentes astrônomos. A realidade é que, para além das pesquisas, olha-se para cima após as 23h e tudo parece um filme. As estrelas são holofotes, dispensando qualquer luz artificial, e o céu parece tão baixo e tão perto que é possível ver o movimento da Terra em tempo real, com os planetas visíveis a olho nu mudando de lugar a cada segundo. A Via Láctea é um borrão branco nítido, grande, que prende os olhos ao tentarmos entender o inexplicável. Mas o que o telescópio mostra ao parar em Saturno beira o indescritível. O coração palpita quando os olhos se deparam com os anéis perfeitos e a nitidez do imaginário de toda uma vida. É preciso coragem para descer as escadas do imenso observador do céu e aceitar registrar aquele instante somente na memória, rezando pra que ele permaneça, forte, vivo e intenso, exatamente como o segundo em que os olhos perceberam o que viam. E num misto de felicidade e medo do que o tempo muitas vezes prega em nossa lembrança volátil, três estrelas cadentes rasgam o céu, roubando a respiração e deixando ainda mais claro que a gente é um pingo de absolutamente nada. Fizemos o tour astronômico com a Space Obs, porque lemos muitos relatos de que eles teriam os melhores telescópios. Não gostamos. Extremamente técnico. Grupos grandes, muita espera e filas para cada telescópio. Um casal de simpáticos astrônomos estrangeiros nos recebe e nos guia pelo tour. Observamos o céu a olho nu, com ela apontando estrelas, planetas e constelações. Seguimos para a observação nos telescópios e finalizamos com uma roda de chocolate quente e uma palestra bem entediante sobre física quântica, cálculos astronômicos e informações numéricas pouco interessantes e nada relevantes para quem, como nós, busca um pouco mais de magia. Nos arrependemos de não termos feito também esse passeio com a Araya. Algumas pessoas que fizeram com eles, amaram a experiência. O guia era um senhor nascido no Atacama e entendedor do céu, que em meio aos telescópios, contava sobre as crenças ancestrais do surgimento das constelações. Tudo acompanhado de chocolate quente ou de whisky. Preparem-se para o frio da noite do Atacama. Especialmente nesse passeio, que é feito na madrugada por razões óbvias, o frio é congelante. Gorros, cachecol, luvas e meias. Tudo é necessário. Passeios que não fizemos Salar de Tara - queríamos muito, mas estava fechado, com muita no acesso. Geyser el Tatio - era muito cedo, muito frio e estávamos mais interessadas nas belezas das lagoas. Vale do Arco-Íris - faltou tempo. Lagunas Antiplânicas - na seleção de cada passeio, optamos pelas outras lagunas. Onde comer? Não achamos tão tranquilo comer em San Pedro. Tentamos tudo. De restaurantes típicos locais a pizzarias. Destacamos somente a Pizzería El Charrúa, com pizzas crocantes e saborosas, e o Empório Andino, com empanadas de diferentes sabores. Também lemos muito sobre Las Delicias de Carmen. Comemos lá 2 vezes e não gostamos nenhuma. Dicas Na rodoviária há o precioso e pouco divulgado Mercado dos Produtores. Não deixe de caminhar até lá. É onde os artesão locais tem suas oficinas e lojas. Nos apaixonamos pela Dona Carmem, uma das mais antigas artesãs do Atacama e dona de mãos que tecem belíssimas peças, de uma lã natural que ela mesma prepara, monta em novelos e encaixa em seu tear. E também o Manolo, exímio ourives e conhecedor de cobre, mineral abundante na região. Suas joias são obras de arte. https://www.instagram.com/trip_se_/
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    Olá mochileiros! Mais uma vez esse fórum me ajudou muito e minha viagem de 10 dias pelo Chile foi excelente, graças às ótimas dicas adquiridas por aqui. Nada mais justo que retribuir escrevendo meu relato, não é mesmo? Vou tentar detalhar o máximo possível todas as informações, pois é sempre bom ter novas atualizações sobre como andam as coisas em terras chilenas. A viagem foi realizada entre os dias 19/04/2019 e 28/04/2019 e fomos em duas pessoas, então alguns gastos serão colocados de forma individual e outros para duas pessoas. Primeiramente, gostaria de agradecer aos membros que responderam minhas dúvidas em alguns tópicos que criei pedindo ajuda, e alguns relatos que foram fundamentais para ajudar na montagem do meu roteiro.Em especial @filiperocha, @karinerribeiro e @Elder Walker, muito obrigado, seus respectivos relatos ajudaram muito. A viagem não foi a mais econômica, mas também não foi a mais cara. Estou de férias e não estava disposto a abrir mão de alguns confortos e apreciar uma boa comida típica (adoro experimentar a gastronomia local dos lugares), então seria possível sim fazer uma viagem mais barata. Uma breve introdução, eu marquei minhas férias em novembro do ano passado para abril deste ano e já comecei a pesquisar um destino para ir. Geografia e História são duas coisas que me fascinam desde criança e durante o Black Friday surgiu uma promoção de passagens para Santiago. Pensei: Por que não conhecer o país mais sísmico do mundo, poder ir a Cordilheira dos Andes e esticar até o Deserto de Atacama, que é geografia pura? Não deu outra: Comprei duas passagens, para mim e meu companheiro. A partir daí, começou o planejamento de roteiro, busca a hospedagens, leitura de relatos e uma ansiedade total para chegar logo o dia da viagem. Dividi a quantidade de dias de maneira justa e foi ótimo, pois conseguimos aproveitar bem os locais de maneira plena. Vamos aos detalhes! PASSAGENS Paguei R$ 645,00 em cada passagem com taxas para o trecho SP - SANTIAGO - ida e volta, no Black Friday (antes disso estava por volta de R$ 800,00), com a GOL. As passagens para Calama preferi comprar a parte, pois a opção múltiplos destinos encarecia muito o valor total. Os trechos entre Santiago e Calama sairam por R$ 225,00 ida e volta (tinha mais baratos, até por R$ 145,00, mas não atendia aos horários que eu queria) com a Latam, ou LAN CHILE. DICA: Compre as passagens para Calama diretamente no site da Sky Airlines Chile ou da LAN CHILE, pois são mais baratos que se compradas nos sites brasileiros das companhias. A única diferença é que o cartão de crédito usado na compra deve ser internacional obrigatoriamente e não é possível parcelar. O valor é à vista. DOCUMENTOS Muita gente tem dúvida sobre a entrada nos países somente com RG. Bom, não levei passaporte, fui apenas com RG e deu tudo certo, mas uma coisa é fato: a foto tem que estar reconhecível. Na imigração em Santiago perguntaram apenas o motivo da minha ida ao Chile e o local da hospedagem em Santiago. De resto, não houve qualquer problema com RG, peguei voo interno somente com ele e foi tranquilo. HOSPEDAGENS As hospedagens em Santiago são bem caras. Cotei alguns hostels e hotéis antes e os preços estavam além do que eu estava disposto a pagar para duas pessoas. Eis que surge a ideia de pesquisar no Airbnb e fechamos um apartamento no centro, próximo a maioria dos pontos turísticos, casas de cambio, restaurantes e mercados. Saiu R$ 607,00 para duas pessoas por cinco dias (R$ 60,00 a diária p/p). Apartamento confortável, com utensílios básicos de cozinha, recepção 24 horas. RECOMENDO pesquisar Airbnb antes de fechar hotel em Santiago. Em San Pedro de Atacama ficamos no Hostal Mamatierra (indicação do Filipe aqui no fórum): RECOMENDO, tão bom que parece até hotel. Café da manhã bem servido, camas confortáveis, staff atencioso, água disponível o dia todo (uma grande economia no deserto), chuveiros quentes, limpeza nota 10. Ressalto que hospedagem no Atacama, assim como tudo por lá, é caro devido a localização em uma região bem inóspita. Não lembro o valor total da hospedagem, mas não foi dos mais baratos. SEGURANÇA Li muito antes de ir sobre os famosos furtos em Santiago e os golpes de taxistas. Não usei taxi em nenhum momento justamente para prevenir. Sobre os furtos, em nenhum momento de senti inseguro em Santiago. Lógico que estive sempre de olho em meus pertences, mochila na frente, dinheiro e documentos na doleira, enfim, o negócio é não dar bobeira. Santiago é uma cidade grande e não ter acontecido comigo, não quer dizer que não ocorram casos de furtos. San Pedro de Atacama é um sossego total, andavámos tarde da noite pelas ruas e não vimos nada suspeito. TRANSFER PARA O SAN PEDRO Outro tópico que me deixou em dúvida. Li muitas reclamações sobre as empresas de transfer em relação ao cumprimento de horários. Várias pessoas se queixando que a empresa não passou no horário combinado no retorno a Calama, ou simplesmente passou antes, enfim, fiquei bastante preocupado porque meu voo de volta para Santiago no dia 28 era bem cedo (08:15) e depois do almoço já tinha meu voo de volta para o Brasil também (14:20). Acabei fechando aqui no Brasil com a Transfer Pampa e RECOMENDO. Cumpriram os horários com pontualidade e as vans eram confortáveis. O QUE LEVEI? Em uma viagem para o Chile deve-se levar um pouco de tudo, principalmente por conta do clima. No Atacama é tudo muito extremo e muda muito rápido, o frio de manhã e a noite é grande e durante a tarde o sol queima com facilidade. Em Santiago o clima estava fresco, com manhãs frias e tardes agradáveis. Resumindo, usei casaco todos os dias (mas repare que estou falando do clima especificamente de outono. Para o Atacama creio que sirva para o ano todo). 1 casaco grosso (usei muito) 1 blusa de moletom 1 jaqueta (tipo aquelas pretas de motoqueiro, bom para usar em final de tarde no Atacama) 1 fleece (SUPER ÚTIL no passeio dos geiseres e lagunas antiplânicas) 2 calças jeans 1 calça de moletom 2 calças de tactel (SUPER ÚTEIS nos passeios com muita areia, como o Valle de La Luna ou algum trajeto de bike) 7 camisetas, sendo 3 dry fit (boas no deserto, pois são frescas) 2 bermudas (uma jeans, que nem usei, e uma de tactel, que usei para pedalar) Meias e cuecas (quantidade vai de cada um) Luvas, cachecol, touca Protetor de rosto (ÚTIL, pegamos uma ventania no Valle de La Luna e isso que nos protegeu da areia) Boné Pasta para documentos Bolsinha de remédios (sempre levo de prevenção, usei eparema e neosaldina apenas) Sorine ou Rinosoro (necessário, tanto Santiago quanto o Atacama estavam bem secos) Protetor Labial e protetor solar (MUITO necessários, até agora minha boca está ferrada por causa da secura) Colirio (levei e nem usei. Leve apenas se tiver problema com olho seco) Itens de higiene pessoal Garrafinha de água de 1 L (no mínimo) Adaptador universal (importante, pois o carregador da minha câmera era com entrada diferente e tive que procurar um adaptador lá) Doleira Bota (comprei uma da timberland e super me atendeu). SEGURO VIAGEM Fiz por prevenção, mas felizmente não precisamos usar. Mondial, R$ 199,00 para duas pessoas. AGÊNCIAS PARA PASSEIOS Outro ponto que me preocupou bastante. Acho que todo mundo que faz uma viagem para um lugar mais distante não quer passar por perrengue em passeios, então pesquisei bem as agências para evitar qualquer tipo de estresse. Contratei passeios em 3 agências em Santiago e no Atacama e todas foram ótimas. Ressalto que no Atacama priorizamos os passeios mais clássicos, e foi um acerto, pois saímos bem satisfeitos com tudo. O Salar de Tara gostariamos de ter feito, mas a agência foi bem clara ao dizer que ele estava fechado e o passeio não estava sendo feito de forma completa. As lagunas que flutuam não eram prioridades, apenas se sobrasse tempo. Segue feedback: SANTIAGO - AGÊNCIA 321 CHILE: Fizemos com eles o passeio Cajon del Maipo/Embalse el Yeso e RECOMENDO. Preço justo, bom guia, picnic completo. ATACAMA - AGÊNCIA 123 ANDES: Fizemos todos os passeios no Atacama com eles. Havia pesquisado algumas antes, lido avaliações no Trip Advisor, mas essa foi a melhor que nos atendeu. RECOMENDO. Bons guias, vans novas, preço justo, pontualidade, café da manhã e almoço bons. ATACAMA - AGÊNCIA TIME TRAVEL ATACAMA: Fizemos o tour astronômico com eles. Cheguei a pesquisar a SPACE, mas não tinha mais vagas. No mais, RECOMENDO MUITO a Time Travel. Ótimo tour astronômico, pontuais, vou detalhar mais a frente. Mas adianto que foi sem dúvida uma das melhores experiências que já tive na vida. ROTEIRO Depois de muitos ajustes, assim ficou o roteiro final: 19/04/2019 - Chegada a Santiago e conhecimento da área 20/04/2019 - Centro de Santiago e Cerro San Cristóbal 21/04/2019 - Vinícola Undurraga 22/04/2019 - Cajon del Maipo/Embalse el Yeso 23/04/2019 - Valparaíso e Viña del Mar (se arrependimento matasse, tinha ido para o Atacama nesse dia) 24/04/2019 - Ida ao Atacama e agendar passeios 25/04/2019 - Lagunas Antiplanicas/mirador Piedras Rojas/Salar de Atacama 26/04/2019 - Geisers del Tatio, Valle de La Luna/La Muerte, Tour Astronômico 27/04/2019 - Pukará de Quitor, descanso a tarde. 28/04/2019 - Retorno ao Brasil Agora sim, vamos ao relato!!! (Juro que vou tentar escrever um tópico por dia kkkkkkkkkkk)
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    Caros colegas viajantes, segue meu roteiro pelo Mexico, de 25 dias, passando por: Ciudad de Mexico, Puebla / Cholula, Oaxaca, San Cristobal las Casas, Campeche, Merida, Valladolid, Tulum, Playa del Carmen, Puerto Morelos, Cancun. Os custos estão estimados, bem como as distâncias entre as cidades. Além disso, algumas infos relevantes de cada local. Quem puder sugerir/comentar algo, fique a vontade, gostaria da opinião dos amigos. @michradu * planilha em anexo. Dia LOCAL Distância KM TRANSPORTE PASSEIO_LOCAL CUSTO informações 1 Vôo SP-Cid Mex 2 Ciudad de Mexico ? Catedral Metropolitana 1657 - Templo Mayor e Museu - Tenochtitlán Palacio Nacional - Palácio de Bellas artes - Casa de los Azulejos 3 Ciudad de Mexico ? Museo Nacional de Historia - Museo Nacional de Antropología Casa Museo Frida Kahlo - Centro Cultural Casa Lamm 4 Ciudad de Mexico 50 50 Teotihuacán 70 terminal norte - Autobuses Teotihuacán 5 Ciudad de Mexico 100 70 Nevado Toluca alugar carro - seguir Toluca -> Raices 6 Puebla / Cholula 140 150 city tour + Pirâmide Cholula 180 opçao ir de onibus 7 Puebla city tour / tuneis subter 100 vista vulcao Popo 8 Oaxaca 340 260 city tour -- Monte Albán 70 frente do Hotel Rivera de Angel (Calle Mina, 518) - $70 9 Oaxaca Hierve el Agua + Mitla 230 tour 1 dia / opçao ir de onibus 10 San Cristobal las Casas 650 500 city tour -- Cascadas el Chiflon 80 van Blvd Sur Belisario Dominguez 11 San Cristobal las Casas Canion Sumidero 300 tour Sumidero com mirantes 12 San Cristobal las Casas Agua Azul + Ruínas Palenque 300 ficar em Palenque na volta do passeio 13 Campeche 360 370 city tour -- Forte San Miguel 50 14 Campeche 50 100 Edzna 55 onibus Calle Chihuahua, prox Mercado Principal 15 Merida 175 140 Uxmal 300 term rodoviario ou vans nas ruas 16 Valladolid 160 190 Chichen Itzá + Cenote IkKil - cenotes Zaci e Samula 140 opçao parar direto em Chichen / vans ou bus, ou taxi 17 Valladolid 120 80 Ek Balam + Las Coloradas 190 alugar carro p/ os 2 -- Ek com vans ou bus 18 Tulum 100 110 Coba + praia 70 opçao parar direto em Coba + cenotes ChhoHa/TankachHa 19 Tulum 0 Ruinas Tulum + cenotes 70 alugar bike: laguna kaan luun + cenotes cristal/escondido 20 Playa del Carmen 65 50 city tour -- Praia playacar 21 Playa del Carmen 500 Cozumel 270 alugar carro, percorrer a ilha 22 Puerto Morelos 35 40 playa maroma -> morelos praias caminho Cancun 23 Cancun 39 40 praias zona hotelera onibus via centro 24 Cancun Isla Mujeres 300 playa norte e punta sur 25 Ciudad de Mexico Vôo Cancun-Cd Mx 150 Interjet , Volaris 26 Vôo Cid Mex-SP 2384 2650 peso MX -> US$ : 19 2925 hospedagem média: R$ 45 x 25 noites = R$ 1125 R$ 550 R$ -> US$ : 3,9 R$ 600 refeições média: R$ 45 x 25 dias = R$ 1125 R$ -> peso MX : 4,9 TOTAL: minimo R$ 3400 MEX.xls
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    Boaaa galera estou planejando Mochilão de uns 20 dias por Chile Bolivia e Peru, saindo do Brasil dia 01/09, quem topa ???
  5. 1 ponto
    Boa tarde, estarei de férias em outubro e quero conhecer Cusco e Machu Picchu entre outros. Gostaria de saber se alguém estará disponível nesse mês para viagem.
  6. 1 ponto
    Estou programando um mochilao para esta data. Quem tiver interesse, deixa o número pra montagem do grupo de viagem.
  7. 1 ponto
    Boa noite, tenho planos de ir para à Itália no fim de setembro. Gostaria de companhia para essa aventura!
  8. 1 ponto
    Procurando companhia para viajar em julho para Peru- Bolívia- Chile interessados (75) 99255-2704
  9. 1 ponto
    @Rezzende vou dar uma lida no seu relato. Qq dúvida posso sanar com vc? grato
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    Moço do céééu, só pra me juntar ao coro dos que acham muito lugar pra pouco tempo! Cada viajante tem seu ritmo, uns mais enérgicos, outros slow travel (meu tipo), mas mesmo para os mais apressados seu roteiro é inviável. Vai ser muita grana, muita canseira, muito avião e trem e nada de diversão! A Europa não é pequena e tampouco os deslocamentos são baratos! Viva melhor esta sua viagem! A Europa estará sempre lá pra você voltar! No seu lugar eu ficaria entre Itália e Espanha, como já sugerido. Veneza(2), Roma(4) + Nápoles(1) e Florença(3) de trem > voo para Barcelona(4) > trem pra Madri(4) e arredores.
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    @luizh91 Por gentileza, pode me informar o contato da agência 321 CHILE? Obrigada!!
  13. 1 ponto
    @Juliana Champi olhei algumas agências e tem alguns roteiros que a hospedagem é dentro do parque, mas infelizmente são os mais caros... pro kruger eu separei uns 4 dias! 1 dia eu vou ficar em joburg! já li seu relato, muito bom. gostaria de fazer o safari por minha conta, mas tem a questão da companhia. você acha que seria viável eu ir pra alguma cidade próxima ao kruger e contratar os passeios por lá (tanto os passeios de tours privados ou do próprio kruger) ? poderia até me hospedar dentro do parque uma ou duas noites pra pegar esses passeios que começam muito cedo ou são de noite...
  14. 1 ponto
    Oi Nicolas, tudo bem? Olha só, talvez não seja viável economicamente vc alugar um carro sozinho mesmo, pois além do "tédio" rs, vc vai estar prestando atenção no volante, e é bom ter alguém de zóio na mata pra avistar os bichin! Portanto, recomendo fortemente que arrume companhia! Não sei indicar agências pq fiz por conta e me hospedei dentro do Kruger, e te digo que vale muito a pena, pois os games dentro do parque, ofertados por eles, não são tão caros e ocorrem em horários de maior atividade dos animais, horário este em que quem está hospedado fora do parque não entra. Reservando com bastante antecedência consegui preços razoáveis em 2 camps diferentes. Com relação a reservar lá em Joburg ou antes, acredito que não há problemas em reservar por lá, mas em Joburg vai ser mais caro que lá nas cidades beirando o parque. Agora amigo, uma coisa: vc vai se deslocar 500km de Joburg pro Kruger pra ficar 1 dia só lá? Não vale a pena, não consegue ficar mais? O Kruger é imenso, vc vai gastar muito dinheiro pra aproveitar pouco! Se não tiver como esticar essa parte da viagem, aconselho fortemente a fazer o safari de um dia no Parque de Pilanesberg, que é bem menor mas tb tem todos os bichinhos da savana, e fica coladinho em Joburg. Vc vai aproveitar mais e gastar menos! Tenho vários amigos que fizeram passeios por lá e curtiram muito! Se quiser dar uma olhada no meu relato, fui ano passado: https://www.mochileiros.com/topic/78774-africa-do-sul-“at-your-own-risk”-–-joburg-kruger-park-capetown-e-muito-mais/page/2/ Abs
  15. 1 ponto
    Difícil... Na verdade, se sair do Brasil dia 19 é dia perdido. Se for fazer conexão para chegar em Veneza... chega lá pelo meio da tarde... até chegar no hotel, mais um dia perdido. O dia do retorno para o Brasil, perdido também. São 18 dias. Abatendo 03 deslocamentos longos... ficam 15 dias líquidos... So paris fica com 5 para ver o Básico (ainda mais no inverno que tudo fecha mais cedo)... ficam 10 dias para 9 cidades e demais deslocamentos internos (considerando os cortes já feitos)... Amigo, 18 dias são 4 cidades no máximo. Dessas quatro cidades você faz day trip para cidades próximas, simples assim.
  16. 1 ponto
    Juliana Champi O Consulado Argentino de Porto Alegre me forneceu a seguinte lista de equipamentos obrigatórios. Eu levava esta lista junto com os demais documentos mas nunca precisei usar.
  17. 1 ponto
    Você faz as reservas para torres del paine nos sites abaixo: https://reservas.verticepatagonia.cl/index.xhtml http://int.fantasticosur.com/en/online Cada uma das empresas é responsável por uma parte dos refúgios/campings. Dá uma olhada em cada uma delas e vc verá se ainda tem vaga. É provável que tenha pelo menos camping. Se vc quiser refúgio e não tiver vaga, reserva aquele dia para o camping e acessa o site todo dia para ver se aparece vaga. Eu fiz assim em 2018 e consegui uma vaga num refúgio em cima da hora. Tem a opção também de vc chegar no local com reserva de camping e lá ver se tem vaga para fazer upgrade. Também fiz isso na cabala nos cuernos. Reservei camping porque não tinha vaga no refúgio nem na cabana e, ao chegar lá, paguei 100 dólares para mim e menina esposa mudarmos para a cabana. Tentei fazer o mesmo no refúgio torre central, mas me cobraram 200 dólares pelo upgrade, então fiquei de camping mesmo. O perito moreno tem 02 passeios. O minitrekking e o big ice. Vc pode reservar o minitrekking lá mesmo, sem problemas, mas o big ice tem vagas limitadas, então tem que reservar com antecedência. O site abaixo é da empresa hielo y aventura, a única que faz os passeios do big ice e minitrekking. Outras vendem, mas só esta que é autorizada a fazer. Pode reservar direto com eles. Foi o que fiz. https://hieloyaventura.com/pt/inicial/ Quando eu fui, fui de azul até Buenos Aires (porque tem voo direto de BH) e lá dentro de aerolineas. Cheguei por el calafate e foi até torres del paine pela cootra (http://www.cootra.com.ar/#pasaje) Também dá para reservar pela internet e pagar lá no dia anterior à viagem. Na volta de TDP fiz o big ice e depois fui para El Chalten, onde tem coisa demais para fazer. Voltei a El Calafate e fui para Ushuaia. Achei assim melhor (ao invés de ir direito para Ushuaia como muita gente faz) por causa da logística. Vc passa menos tempo em espera dentro de aeroporto.
  18. 1 ponto
    @Junior W. Valeuu! vou dar uma olhada e ver se o preço cabe no bolso.. rsrs
  19. 1 ponto
    @letilins seja muito bem vinda e bora viajar 🤩
  20. 1 ponto
    @Anairys estou montando meu roteiro de viagem ainda, mas quero ir na primeira semana de setembro para roma,veneza e milão,vamos combinar algo?Estarei na Europa nesse período.
  21. 1 ponto
    Olá tudo bem? Melhor você fazer as perguntas de dúvidas por aqui, porque aí respondendo, todo mundo tem acesso e compartilhamos mais informações aos amigos do site. Abraços
  22. 1 ponto
    Olá!! O preço não está muito fora, já que janeiro é alta temporada por lá. Para informação e comparação eu fui de Curitiba para El Calafate em novembro/2018 e paguei 1300 e poucos reais na passagem, pela Aerolineas (fiz a compra em setembro) Como meu tempo para viagem não poderia ser muito longo, aluguei um carro em Calafate e fui para Torres del Paine no mesmo dia que cheguei, fiquei no excelente Hotel Lago Grey na chegada e nos dias seguintes fiz o trekking. No último dia em TDP, fiz a subida para a base das torres, e no retorno, peguei o carro e fiz a loucura de tocar até El Chaltén (não recomendo a ninguém, cheguei em chalten 1 da manhã e foi F***). Em Chaltén, peguei um tempo não muito favorável, mas consegui fazer a trilha da laguna de los tres, e a trilha da laguna torre. Os outros 2 dias, devido as chuvas e principalmente um vento fenomenal, fiz alguns passeios de carro pela região, fui até o lago del desierto, chorrilo del salto, e fiquei curtindo a cidade e gastronomia. Retornei para Calafate e peguei o voo de retorno. Apesar do custo da locação do carro, me deu grande mobilidade devido ao tempo disponível... A patagônia é fantástica, tive o grande prazer de poder visitar em 2 oportunidades e prentendo voltar!! Abraços
  23. 1 ponto
    Certo... Sou mulher tambem, né. Rsrsrs vou entrar os 2 grupos.
  24. 1 ponto
    Esse grupo é somente para mulheres. A Fabi tb tem um de mochileiros solteiros bem legal. https://chat.whatsapp.com/Gl3DMouweEi3XYKWfGIvVX
  25. 1 ponto
    Gente, mulher solteira não precisa de grupinhos para viajar, moços!!! Inclusive no nosso grupo o que mais fazemos é nos encorajarmos a fazermos o que quisermos, acompanhadas ou não! Fazemos viagens sozinhas, com [email protected] e com o grupo! O importante é viajar!
  26. 1 ponto
    @Miriam Santos, gostaria se entrar no grupo... Posso?
  27. 1 ponto
    Mirian, você será muito bem vinda 🌸 em nosso grupo de Mulheres Viajeiras Empoderadoras. Venha e vamos te dar muitas dicas e muitos roteiros. Somos amigas e não cobramos dinheiro, cobramos seu sucesso e sua felicidade 🤩🤩🤩🤩 https://chat.whatsapp.com/GFVFhr2jrtlHr5leS0A81a
  28. 1 ponto
    Adorei seu relato, vou copiar tudinho. Incrível como temos poucas informações. Ajudaria se pudesse me passar o nome das empresas de transporte que você utilizou, para eu poder começar a fazer levantamento dos custos e comprar as passagens. Desde já agradeço, porque seu roteiro iluminou minha viagem.hahahaha.
  29. 1 ponto
    Olá Estou querendo fazer este mesmo roteiro em outubro e por enquanto estou sozinha. Quem tiver interesse meu insta é @iamnubiamaira
  30. 1 ponto
    @robson.alves O que pretende fazer é gastar e não conhecer nada.Se tivesse mais tempo poderia até conhecer, mas como sempre falo aqui,para que gastar tanto,o euro caro como está,só para tirar uma foto,dizer que esteve no lugar, mas não saber nada dele?
  31. 1 ponto
    Vai perder sim... quanto maior o saco de dormir maior a perda calórica para esquentar os espaços mortos. Maior a entrada de ar frio quando se move. Maior massa de isolamento a ser esquentado. O ideal é que o saco de dormir te de o conforto necessário sem espaço extra demais. E mais importante espaço extra na largura que no comprimento. Na largura vc pode precisar por roupas extras e se estas estiverem compactadas perdem a eficácia. No comprimento tem de estar confortável e no máximo permitir o uso de uma bota de pluma. Se ela tem 1,60 metros deveria procurar um saco feminino que via d elegerá é feito no tamanho regular para 1,70 metros ou um unissex short. Os sacos masculinos tamanho regular são feitos no geral para 1,80 a 1,83cm. tudo vai depender do orçamento dela. Se ela tiver grana o novo Sea to summit flame III é perfeito e tem no Brasil. Mas é caro.
  32. 1 ponto
    e ae @filiperocha blz!! Onibus de El Calafate a El Chalten e vice-versa quando eu fui em fevereiro de 2017 tinham 3 empresas que faziam a linha (Chalten Travel, Caltur e Taqsa) mas os preços e horários são muito parecidos. Resumindo eram 3 horários no dia, por volta de 8 da manhã, 13h e 18h. Existem transfers também mas como não usei não posso te dar detalhes, o mais conhecido era o Las Lengas Mas acho que onibus te atende bem Vou deixar aqui o link do relato da minha viagem caso vc queira dar uma olhada, passei em Ushuaia, El Calafate e El Chalten. Na parte chilena eu não fui, então vou ficar te devendo essa parte👍
  33. 1 ponto
    Em novembro de 2018 eu fui de El Calafate a El Chalten pela empresa Cal Tur (fui com eles pois gostei mais do atendimento). O ônibus passou no meu hotel para me pegar às 7.32 (eu tinha combinado isso na agência) e sai da rodoviária às 08.00 emponto, sem atrasos. Na volta para El Calafate, eu tive que ir até a rodoviária de El Chalten por conta própria, e o ônibus saiu às 08.00, sem atraso. Vc consegue ver os horários pela internet, creio eu. A Chalten Travel também faz este trajeto, e também tem página na net. Qualquer coisa, vc pode mandar um e-mail para eles. É um ônibus de dois andares, com uma viagem muito agradável. As passagens não tem poltronas numeradas, então vc escolhe o lugar quando entrar no ônibus. Em relação a Puerto Natales, quando eu fiz a viagem, às 14 horas eu já estava dentro de casa, e eu fui a pé a partir da rodoviária, que não é muito longe. Falar que não existe risco não dá, mas acho que ele é pequeno. Não conheço transfer coletivo entre Calafate e El Chalten, mas são 3 empresas que fazem o trajeto (não me lembro da outra) e a viagem é rápida (3 horas na ida, na volta só gastou 2.30 porque o motorista correu mais) e agradácvel, e os ônibus são confortáveis.
  34. 1 ponto
    Estou na mesma procura, depois de olhar muito cheguei aos seguintes modelos. DEUTER ZUGSPITZE 24: Tem medidas ideais pra mala de mão e segundo fabricante dá pra levar até 8 Kg. Deuter Transit 40: Maior e mais robusta, porém mais cara. Osprey Farpoint 40: Mesma faixa de preço da Transit 40 mas pelas análises que vi a Deuter é melhor. Estou pensando em comprar pela amazon.es e entregar no meu primeiro destino, onde tenho amigo residente. Sai um pouco mais em conta do que aqui.
  35. 1 ponto
    Oi Lilian, tb estarei em Natal nessa época. Vou te add no WhatsApp depois para pegar o roteiro que fizeram.
  36. 1 ponto
    Forme um grupinho com outras mulheres solteiras que também estejam interessadas em viajar.
  37. 1 ponto
    02/04 – UYUNI Capitulo 2 - A primeira paixão de viagem a gente nunca esquece. Enfim cheguei a Uyuni e olha a cara de felicidade: Chegamos em Uyuni as 4h00 da madrugada e o que todo mundo diz é verdade, assim que você desce do ônibus é um frio do caramba , de congelar a alma, não importa a época, no inverno não quero nem pensar o frio que deve fazer, estava tão frio que nem tive coragem de pegar o celular para tirar uma foto, mas segue uma foto de dia do local que a gente desceu e quase morreu congelado: Assim que eu desci do ônibus fui abordado por umas três senhoras, oferecendo um local para tomar um café e lógico fechar os tour, perguntavam se eu já tinha fechado com alguma agencia e lógico que eu dizia que sim e a agencia que eu tinha fechado era a esmeralda tours (mentira ainda não tinha fechado nada) até que uma dessas senhoras disse que era da empresa Esmeralda, então seguimos até o restaurante, boteco, sei lá que era dela, chegamos lá fomos recebidos com wi-fi, café e um lugar quentinho. Assim que terminamos o café ela veio com um panfleto para explicar sobre o tour, disse varias coisas que nem me lembro mais, porem uma das coisas que eu me recordo e que me deixou meio desconfiado, foi quando ela disse: - Retornamos no Salar a noite para ver as estrelas. Quando ela disse isso eu desconfiei, porque nunca tinha visto nenhuma agencia que fazia esse tipo de tour e também porque eu tinha perguntado para uma amiga boliviana antes o motivo de as agencias não fazerem isso, o que essa minha amiga me explicou foi que quando o salar está alagado e quando está de noite o sal se cristaliza e é ruim para o pneu do jeep(confirmem nos comentários essa informação), continuou explicando sobre o tour, falou sobre o valor, muito abaixo do eu esperava, estava cobrando 610 BOL com o transfer já incluso. Eu dei uma olhada no panfleto onde eu reparei que tinha uma coisa estranha, era o nome da agencia, ela disse que era da esmeralda porem no panfleto estava como Juliana tours (alguma coisa assim), dei uma pesquisada na Net sobre as referencia dessa empresa e só via gente falando mal até que eu resolvi perguntar: - Você não me disse que era da esmeralda? Porque aqui está como empresa Juliana? Ela disse: -A esmeralda e Juliana são parceiras, como se fosse e mesma empresa! Foi ai que eu respondi: - Vamos fazer o seguinte, eu vou até a agencia da esmeralda e vou confirmar se vocês realmente trabalham juntos, se eles me confirmarem eu volto e fecho com vocês, combinado? Ela disse - tudo bem! Ela foi embora e depois de uns 15 minutos eu vi um papel na bancada da recepção escrito à mão de caneta bic o nome da empresa “ESMERALDA” foi ai que saquei, não é nem ferrando a esmeralda😅😆. Segue minha cara de desconfiado na hora: Assim que deu umas 7h00 da manhã resolvemos sair e ir à esmeralda para fechar e confirmar a informação passada por aquela senhora. Assim que chegamos a agencia uma senhora muito simpática nos recebeu com aquele sorriso que eu me apaixonei (relaxem essa não foi à primeira paixão) ela começou a explicar sobre o tour de três dias, disse que a ilha Del Pescado a gente não iria visitar, pois estava alagada (70 BOL a menos). Teve uma discussão entre nosso grupo, pois ela disse que tinha duas opções que era a gente veria o por do sol no salar mas voltaria para uyuni ou não veríamos o por do sol e seguiríamos viagem para o hotel de sal, eu queria muito mesmo ver o por do sol porem todos os meus amigos que iriam me acompanhar nesse tour não queriam, no final a democracia venceu e eu não vi o por do sol no salar. Enfim fechamos o tour com a esmeralda, chorando muito, ameaçando ir embora, falando que realmente a gente não tinha muito dinheiro, ela percebeu que a gente era pobre e fechou o tour já com o transfer incluso por 770 BOL. Resolvemos confirmar se a Juliana realmente fazia parte da esmeralda foi ai que ela me disse que não, nem conhecia essa tal de Juliana Tours, no final escapamos de um problemão e agora só restava esperar pois nosso tour começava naquele mesmo dia as 10h00 da manhã. Nesse período de tempo eu nem acreditei o que aconteceu, reencontramos um amigo, o Klebão um cara super foda que conheci aqui no mochileiros a gente estava conversando sempre por whatsapp e enquanto estávamos viajando, ele estava a um dia na frente da gente, ele fez todo o percurso de ônibus de alagoas até Uyuni mas por uma coincidências nos encontramos por um curto tempo 15 minutos e eu nem sabia que seria a ultima vez que o veria. Te amo Klebão Faltando 10 minutos para iniciar o tour deu uma vontade de ir ao banheiro fui rápido e quando cheguei e olhei aquilo surgiu uma duvida a água da privada serve para lavar a mão? Não resolvi arriscar usei um lenço umedecido. Segue a imagem do banheiro: Mas enfim cheguei super atrasado e acho que perdemos um dos jeep que ia levar a gente, acabamos indo em outro onde agradeci muito, porque o outro tinha uns brasileiro muito chato, só tinha duas pessoas muito foda naquele jeep que era um casal onde era uma argentina e um francês eles estavam viajando um bom tempo a America do sul. O nosso jeep só tinha gente foda que fez esse tour, esse mochilão valer a pena, passei uns dos melhores momentos da minha vida com essas pessoas eram uma portuguesa aaaaaaah😍 o nome dela era tereza💕, Romano(frances) Sofia (argentina) que virou um dos meus melhores amigos a gente tinha até marcado de se encontrar em Cusco mas nem deu certo muito triste mas a gente ainda vai se encontrar nessas andanças. vocês nem vão acreditar quem era o Guia, O Emílio, puta guia foda o mesmo do rodrigovix Segue a imagem das pessoas mais fodas que conheci em toda essa viagem: E agora partiu entrei no jeep e quando eu vi a Tereza aaaaaaah☺️ 💕Tereza...mas enfim seguimos com o tour pois a primeira parada seria no cemitério de trens. Aaaah💕☺️ Tereza.... Depois do cemitério de trens seguimos para a parte foda do role que foi o Salar primeira parada no monumento do Dakar Depois fomos para a parte das bandeiras. Fomos almoçar e seguimos para a parte do Salar alagado e que lugar foda! Confessar uma coisa, quase choro, que lugar incrível, como nosso mundo é magnífico, eu ainda não acredito que consegui chega até ali com aquela vista de tirar o fôlego, todo o céu refletido naquele chão de sal, que experiência incrível, esse lugar ficou marcado em minha vida, pois foi ali que decidi e confirmei o que quero fazer da minha vida que é viajar o mundo. Depois disso fomos fazer as fotos em perspectiva que foi bem divertido. Seguimos viagem para o hotel de sal, foi um dia de muitas risadas, muitas paisagens fodas, naquele momento era o dia mais feliz da minha vida. Naquele momento eu estava apaixonado pela vida💕 e pela Tereza também😂😂 Não teve o por no sol no Salar mas teve dentro do jeep com direito a trilha sonora, estava tocando Queen “ Don´t Stop Me Now” Nesse momento todos estavam em uma vibe boa sabe, começando a jogar indireta para o Emílio tipo “como seria bom tomar uma cerveja agora a noite” e o Emílio “ então vamos tomar uma cerveja agora noite” e seguimos para tomar uma para finalizar o dia com estilo e finalizamos porque alem da cerveja tomamos até vinho na janta 😎. Todo mundo meio borracho e seguimos viagem para o hotel de sal. Chegando nesse hotel era meio que um hostel aonde cada quarto tinha duas camas de solteiro, foi nessa que o Emílio tentou me ajudar, ele me levou ate o quarto onde a Tereza estava até que o Emílio falou para a Tereza: - Quer dormir sozinha? Ai ela disse( eu cheio de esperança, pensando.. diga que não, diga que não🤞😞 - Sim, eu prefiro. Como tinha muitos quartos sobrando, fui eu dormir sozinho, meio borracho, coração partido, mas com uma puta ansiedade do que me aguardava para o dia seguinte. encerro esse capitulo mostrando como estava o meu estado😂: Próximo capitulo será: Capitulo 3 - O primeiro perrengue de muitos. Obs: Qualquer duvida me chamem no instagram: igormarque12
  38. 1 ponto
    estou querendo fazer esse roteiro também. a principio estou vendo a partir de 15 de agosto. Se tiver alguém interessado no mesmo período. Insta: glaucia.gb
  39. 1 ponto
    @Caiofabios oi Caio! Obrigado e vá sim, Santiago é um ótimo destino para casais. Alguns conselhos básicos: - Se puder ir, prefira a baixa temporada. De março a junho e agosto a novembro. Preços mais baixos e cidade mais sossegada. - Com quanto mais antecedência você comprar as passagens, melhor para tentar conseguir um preço legal. - Tente se hospedar nos bairros da Providência ou no Centro, pois são acessíveis aos pontos turísticos. - Pesquise apartamentos no AIRBNB antes de reservar hotéis. Airbnb costuma ter bons apartamentos e bons preços. - Tem gente que faz o passeio da cordilheira por conta de carro alugado, eu faria por agência. É um trajeto meio longo e a estrada tem trechos que não são dos melhores. Se tiver alguma duvida mais, só avisar!
  40. 1 ponto
    Fala, galera. Por aqui eu costumo ler e anotar muitas dicas, nada mais justo do que compartilhar. Estive em Santiago de 25.05 a 28.05 e vou dar minhas impressões. Aeroporto Muito organizado, não enfrentei fila para nada. A imigração mostrou-se eficiente e rápida. O aeroporto fica a uns 40min do centro da cidade, e por isso quem quer economizar pode optar por usar os ônibus da Turbus ou Centropuerto que te deixar no centro de Santiago. Escolhi a Turbus pois sae de 10 e 10 min. O preço da passagem é CLP 1900. O ônibus é bem confortável. Eu desci na estação Alameda que faz integração com o metrô, é tipo um Terminal Tietê. Mas nota!!!!! O trânsito de Santiago é muito pesado, o trajeto do Turbus passa por algumas estações de metrô antes de chegar no centro, se eu pudesse teria descido na primeira estação que chama-se PAJARITOS e teria ido até meu hostel de metrô mesmo. O trajeto de ônibus deu pouco mais de 1 hora. Localização Me hospedei no Rado Boutique Hostel, e foi a melhor escolha. Fica localizado no bairro BellaVista, rua Pio Nono (seria uma Vila Madalena para nós paulistanos). Esse bairro é bem bohemio, cheio de bares, restaurantes, tem metrô Baquedano, seguro. Da para fazer tudo a pé dali. Fiz city tour até o centro, fui a pé até o cerro San Cristobal, tem o parque Forestal a 5 min. Câmbio Melhor local para cambiar reais é o centro, eu fiz o câmbio no aeroporto para trocar apenas o necessário para o transporte e estava numa cotação de 154 (troquei na AFEX). Já no centro, Rua Agustinas estava 166. Essa rua é a principal rua onde concentra-se as principais casas de câmbio, mas cuidado!!!!!!!!!!!!!!!!! faça seu câmbio em casas que você tenha conhecimento que são corretas, é comum passarem notas falsas. Eu troquei na AFEX e LASER. Locais Tem muita coisa para fazer. Clássicos: City tour pelo centro, Cerro Santa Lucia, Paseo Bandera, Distribuidora La Mundial, Sky Costanera, Cerro San Cristobal, Parques municipais, Heladeria Emporio La Rosa, Viniculas, Cajon del Maipo, Farellones, Val Paraiso, Vina Del Mar, Museus, Teleferico. Muita coisa. PS: Da para ir para a Vinicula Concha Y Toro de metrô e ônibus/uber. Alimentação Bom, isso é que é mais caro. Vou indicar o restaurante Paladar que fica no Patio Comidas, centro. O menu é bem completo, vem sopa de entrada com pão, salada mista, prato principal (tem várias opções para escolher), suco. Tudo deu 3800. Achei muito barato e os pratos são muito bem servidos. Tem um restaurante chamado La Piccola Italia, que dizem que é muito bom e os preços são justos (não fui nesse). Transfer Usei os serviços da TransVIP, e foi tudo ótimo. Eles passam no seu hotel/hostel umas 3 horas antes do seu voo. Metrô Só andei de metrô pela cidade. É muito fácil de usar e te leva para os principais locais da cidade. Para usar você precisar comprar a tarjeta BIP que custo CLP 1550 e carregar o cartão. Existem 3 modalidade de preços a depender do horário que você pega o metrô. No horário de pico é mais caro. Balada Indico a região da Bella Vista, rua pio nono. É cheia de barzinhos e baladas. Os ritmos que predominam são Eletrônico e Reggaeton, mas é muito legal. Quem puder pode fechar o PubCrawl. É como se fosse um pacote que da direito a 1 hora de open de cerveja e entrada em 4 baladas. É muito bom e não é caro, 10.000 (com desconto). Quem quiser entre em contato pelo insta que consigo desconto com uma promoter. Segurança Me senti mutio seguro na cidade. Mesmo no centro, a sensação de segurança é mil vezes maior que o centro de São Paulo, por exemplo. Óbvio que sempre andei alerta, usei doleira. À noite também andava pela cidade super tranquilo. Lembranco que fiquei no bairro de Bella Vista que fica próximo do centro também. Agências Turismo Indico a Chile Explorer. É composta por brasileiros e ajuda muito quem não fala espanhol. Os preços são ótimos. Chip Telefônico Eu comprei o Chip da operadora ENTEL. Funcionou perfeitamente. Usei ele no Atacama e o sinal era ótimo. Quando você ativa o número você tem 1 semana de redes sociais gratuita e mais 500mg de internet (não lembro bem rs). Cias Chilenas - LOW COST Eu também visitei Atacama e para isso precisei comprar as passagens com a Sky Airlines e JetSmart. Gostei muito de ambas. A JetSmart costuma ter preços mais baixos. Ótimo atendimento, check in sem filas, tripulação simpática. Nota 10. Qualquer dúvida só me chamar no instagram @eujulianluciano
  41. 1 ponto
    Fazer um ou outro deslocamento noturno até vai, mas querer fazer vários em um curto intervalo de tempo é bobagem. Seu corpo não vai aguentar! Nunca vi uma pessoa que realmente durma e descance num ônibus/trem, você apenas passa a noite, tem sonos leves daquela q vc n consegue de fato descansar. Não tem como esticar o corpo, pode ficar com o torcicolo e dor nas costas. Isso ti causará uma enorme indisposição e a única coisa q vai querer será uma boa cama pra dormir. Os problemas acima são apenas alguns dos quais você poderá enfrentar. Viajando a noite você poderá chegar no seu destino logo no início da manhã, quando não de madrugada ainda, e independe do horário, por ser de manhã você não conseguirá fazer checking pois o mesmo normalmente é feito após o almoço, então terá que ficar carregando o peso mochila e isso é ruim, sem falar da noite mal dormida rs. Resumindo, diminua a quantidade de países, faça uma viagem com menos deslocamentos. Nessas horas menos é mais, você verá que com menos destinos poderá ver e aproveitar mais cada lugar.
  42. 1 ponto
    22/04/2019 - CORDILHEIRA DOS ANDES - CAJON DEL MAIPO/EMBALSE EL YESO - Melhor passeio na região de Santiago 😍 Antes de começar a relatar o dia propriamente dito, gostaria de falar sobre a escolha da agência para fazer o passeio a Cordilheira. Ainda no Brasil, comecei a pesquisar sobre diversas agências que faziam o passeio e contata-las para saber sobre preços, o que ofereciam e afins. Falei com a Destino Chile, Sousas Tour (todas com preços bem acima do normal), e então li em vários blogs de viagem elogios para a 321 CHILE. Entrei em contato com a agência através de whatsapp, que me enviou os roteiros e fui muito bem atendido. Prontamente fechei. Vou comentando mais durante o relato deste dia. Acordamos às 05:00 da manhã, pois no dia anterior a agência havia informado que passaria na hospedagem por volta das 06:20. Nos arrumamos, preparamos alguns lanches e ficamos na recepção esperando. Pontualmente às 06:20, a van da agência chegou. Bingo! Carro novo, confortável, com aquecedor (estava bem frio esse dia) e com grupo pequeno, o que melhora a interação. Passamos em mais alguns hotéis para pegar outros passageiros e logo após o guia Bastyan se apresentou, explicando como seria o passeio e que a primeira parada seria em cerca de uma hora e meia. Como eu já havia dito no início, geografia é uma área fascinante para mim e ter a oportunidade de conhecer as formações da Cordilheira dos Andes foi muito especial particularmente falando, um misto de felicidade e realização pessoal. Poder ver aquelas montanhas enormes, neve, glaciares estava sendo algo mágico. Assim que saímos de Santiago, já observamos a grandiosidade da Cordilheira, com seus vales imensos e rios cortando. Por volta das 08:30 ocorreu a primeira parada na cidade de San Jose del Maipo, para quem quisesse tomar café ou ir ao banheiro. Estava MUITO frio, arrisco dizer que a temperatura negativou. Tão frio que tive que ir ao banheiro colocar uma segunda calça por baixo do jeans. Ficamos por meia hora no local e começamos a subir em direção ao Embalse el Yeso. A segunda parada foi no Túnel Tinoco, lugar que guarda a lenda de que ali um garoto se suicidou em 1998 após o fim de um relacionamento e desde então diversas pessoas param no local para deixar homenagens a ele. Há um pequeno altar, fotos, velas, enfim, um lugar meio sinistro. Batemos algumas fotos e seguimos para a terceira parada, que era um mirante geral do Cajon Del Maipo. Daqui era possível ver toda a formação da Cordilheira dos Andes, o rio cortando o vale, alguns glaciares ao alto, tudo muito maravilhoso! Fiquei sem palavras e até emocionado em estar ali. Ótimo ponto para tirar fotos. Seguimos subindo e por volta das 09:40 chegamos ao Embalse el Yeso, a grande represa artificial que abastece parte de Santiago. O lugar é lindo demais! Vale muito a pena conhecer e é sem dúvidas o melhor passeio em Santiago, RECOMENDO. Aqui já estamos a cerca de 2.600 metros de altitude, o vento é forte e a estrada é de rípio, então só vale conhecer por conta se o carro for preparado. No inverno fica cheio de neve. A van estacionou e o guia nos deixou livres por cerca de uma hora para explorar o local. Aproveitamos para tirar algumas fotos e ficar alguns minutos apenas contemplando o lugar. Sentados, apenas observando o som do vento nas montanhas. Existe coisa melhor? Por volta das 11/11:30, o guia nos chamou para o picnic oferecido pela agência, com queijos, salames, biscoitos, vinhos e sucos. Uma delicia! Poder tomar uma taça de vinho com aquela vista é algo único e gratificante. A temperatura subiu um pouco quando o sol apareceu, mas mesmo assim o vento estava bem gelado, então vá bem agasalhado. PS: Cuidado ao escolher sua agência neste passeio. A 321 Chile nos deixou exatamente no Embalse el Yeso, numa espécie de "praia". Mas tem algumas agências maiores (como a Turistik) que te deixa na estrada e tem que caminhar mais de 2km para chegar onde estavámos. Achei sacanagem! Por volta das 13:00 iniciamos o nosso retorno a Santiago e a essa altura todo mundo na van já estava exausto e capotaram 🤣 Eu não consegui dormir e fiquei observando as montanhas durante o retorno. Por volta das 15:30/16:00 descemos da van direto no centro de Santiago e fomos ao Cerro Santa Lucía experimentar a granizada, que nada mais é do que a nossa raspadinha. Muito bom! O clima ficou mais agradável em Santiago e estava dando para ficar com uma camiseta. Assistimos a mais um belo pôr do sol, passamos ao mercado para comprar uma macarrão para fazer de janta e esperar pelo próximo dia, que seria de conhecer o Oceano Pacífico (o dia mais frustrante da viagem 🤨).
  43. 1 ponto
    21/04/2019 - VINÍCOLA UNDURRAGA Dia de conhecer uma vinícola e também o dia que acredito ter sido o mais "relax" da viagem. Acordamos por volta das 08:30, tomamos café da manhã, preparamos nossos lanches e partimos em direção a vinícola. Desde o Brasil, eu já havia pesquisado sobre as vinícolas chilenas e fiquei em grande dúvida sobre qual delas visitar. A Concha Y Toro é muito comentada, mas vários relatos apontam para um tour extremamente comercial e voltado para o turismo, sem foco aprofundado nos vinhos. Não conheci, apenas o que ouvi falar. Cogitei também a Viña Santa Rita, bem elogiada pela qualidade dos seus vinhos e tour detalhada, porém ficava um pouco distante para chegar de transporte público. Então, acabamos optando pela Viña Undurraga por uma série de fatos: preço justo, relativa proximidade de Santiago e boas avaliações no Tripadvisor. E não nos arrependemos! Agendamos a tour Sibaris por 14.000 pesos por pessoa para o horário das 11:30 da manhã em espanhol, com duração de 1:30. Li muito sobre a dificuldade para se chegar às vinícolas, mas eu garanto gente: não tem erro para chegar a Undurraga, é muito fácil e rápido! Saímos do apartamento e pegamos o metrô até a Estação Central. Chegando lá, deve-se sair da estação, entrar no Shopping Arauco a esquerda e seguir as placas até o Terminal San Borja. No terminal, basta pegar o ônibus da linha "TALAGANTE AUTOPISTA" na plataforma 79 e perguntar ao motorista se ele passa em frente a Viña Undurraga. Depois, em cerca de 35 minutos chegamos à vinícola. Ao chegar na vinícola, demos nossos nomes e ficamos esperando a tour começar. Também há horários em inglês. Pontualmente às 11:30 teve inicio a nossa tour, com um guia ao qual não me recordo o nome agora, mas ele falava devagar para que o espanhol fosse compreendido por todos que estivessem no tour, já que havia brasileiros, argentinos, mexicanos e chilenos. O passeio começa pelo parque da vinícola em que é contado um pouco da história da mesma, como surgiu e sobre a quantidade de vinho produzida pelo Chile. Também nos é mostrado alguns exemplos da vegetação local. Depois, seguimos junto a plantação de uvas (enorme!) que já estavam secando devido a mudança de estação, porém ainda assim lindas. O guia explicou sobre a colheita e como funciona o controle contra pragas na região. Seguindo, fomos efetivamente conhecer como funciona o processo de produção do vinho, com o guia apresentando os tonéis que armazenam os vinhos, como era a produção em tempos mais primitivos, onde ficam guardadas as uvas, enfim, uma explicação bem detalhada sobre o mundo dos vinhos. Ao fim, pudemos conhecer o Museu Mapuche que existe na vínicola, com itens pertencentes a esse povo que habitava a região. E para finalizar a tour, pudemos degustar quatro vinhos de diferentes tipos produzidos pela Undurraga, todos de excelente qualidade. Também há alguns petiscos par acompanhar. Na vinícola há uma loja com venda de souvenirs e vinhos para quem desejar comprar. RECOMENDO a Viña Undurraga. Tour completo, vinhos bons, explicação clara, fácil acesso. Saímos da vinícola perto das 14hrs e voltamos para Santiago, onde descemos na estação Baquedano do metrô e paramos no restaurante AMAPOLA para almoçar. Comida boa, preço justo, bom atendimento. Fica na rua Pio Nono, próximo ao Pátio Bellavista. Aliás, falando do Pátio Bellavista, também há uma infinidade de restaurantes por lá, mas todos caros. Vale pesquisar nas ruas próximas. Voltamos para o apartamento perto das 18hrs já, passamos no mercado e ficamos nos preparando para o próximo dia, em que acordaríamos bem cedo para finalmente colocar os pés na CORDILHEIRA DOS ANDES e conhecer o CAJON DEL MAIPO/EMBALSE EL YESO, a cereja do bolo da região de Santiago.
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    DIA 20/04/2019 - Centro de Santiago e Cerro San Cristóbal Neste dia acordamos cedo para aproveitar ao máximo nosso primeiro dia "completo" em Santiago. Por volta das 08:00 já estávamos de pé, tomamos café da manhã no apartamento, preparamos alguns lanches para deixar na mochila e saímos para a rua. Uma sugestão para quem quiser economizar com comida no Chile, além de cozinhar na acomodação, é levar algum lanche com frios, barras de cereais e chocolates para os passeios que sejam de dia e deixar para jantar "comida" em algum restaurante que seja um pouco mais caro. Indo em direção ao centro da cidade, nossa primeira parada foi na Rua Agustinas para fazer câmbio. Aqui um detalhe importante: apenas troque no aeroporto o necessário para o primeiro dia caso chegue após o horário comercial, pois a cotação de lá é sempre péssima. Trocamos 200 reais a 156 pesos no aeroporto (horrível) e o restante trocamos na Rua Agustinas a 167 pesos (não muito bom também, mas foi a melhor cotação que encontramos durante nossa estadia por lá, por incrível que pareça). No Atacama a cotação é ainda pior: chegamos a ver 1 real por 140 pesos 😣 Então se não passar por Santiago, leve dólares para o deserto, o prejuízo talvez seja um pouco menor. Site para verificar o câmbio no Chile: https://www.cambiosantiago.cl/ Na rua Agustinas sempre estará nessa média do site ou pouco maior que isso. As melhores casas de câmbio estão entre os pasos Bandera e Ahumada. Seguimos nosso rumo e paramos no paso Bandera, famosa rua de Santiago que possui várias artes coloridas e alguns artistas de rua tocando música, exibindo quadros, muito legal e diferente, vale a visita. Fomos ao Palacio de La Moneda, que é a sede do governo chileno. Muito bonito e imponente, naquele dia não haveria a famosa troca de guarda. Seguimos adiante e paramos na Plaza de Armas, que é o marco zero da capital e possui uma série de edifícios históricos ao seu redor, incluindo a belíssima catedral de Santiago. Há alguns museus e locais com exposições culturais também, mas não entramos devido estarem fechados. Entramos na catedral e estava sendo rezada uma missa, então sentamos por cerca de meia hora e ficamos acompanhando um pouco. Não sou religioso, mas acho interessante vivenciar a vida de cada lugar, incluindo nessa âmbito. Saindo da catedral, fomos ao Mercado Central de Santiago e se você quiser comprar lembrancinhas para levar ao Brasil, aqui é o lugar! Diversos chaveiros, bibelôs, canetas, camisetas a preços bons e com descontos se levados em certa quantidade. Ao lado do Mercado, paramos no Empório Zunino para comer a famosa empanada que é típica de países como Chile e Argentina. Achei parecida com a nossa esfiha 🤣 Mas com a massa um pouco mais seca. Experimentamos os sabores de pino (carne, ovo) e queijo, ambos são bons, mas ainda prefiro a nossa esfiha 🤣🤣 A essa hora da passava das 13hrs, voltamos ao apartamento para usar o banheiro (os banheiros públicos em Santiago são difíceis de encontrar! Havia alguns no centro, mas todos fechados). Saímos novamente e fomos em direção a estação de metrô Parque Almagro, que era a mais próxima de onde estávamos hospedados. Mais uma ressalva aqui: é muito fácil e eficiente andar de metrô em Santiago. Todos os pontos turísticos são facilmente acessíveis por ele. Ou seja, achei o Uber bem dispensável, a não ser que esteja com crianças pequenas. Pegamos o metrô e descemos na estação Baquedano, que é a mais próxima do Cerro San Cristóbal (ou parque metropolitano). Chegamos ao parque pouco depois das 15hrs e estava uma fila enorme para subir o cerro através do funicular, demoraria provavelmente uma hora para que chegasse nossa vez. Se você não fizer questão de subir de funicular, há uma opção mais rápida e barata que é pegar o ônibus do parque que parte de 15 em 15 minutos e te deixa no cumbre. Foi o que escolhemos. Os ônibus partem à esquerda da fila do funicular. Pouco mais de 10 minutos depois, chegamos ao cume do cerro. O lugar é lindo! É possível avistar Santiago por completo lá em cima e as cordilheiras. Infelizmente, Santiago é uma das cidades mais poluídas no mundo e quase sempre está com uma fumaça no horizonte chamada "smog", o que impede a visualização completa das cordilheiras. Isso só melhora quando chove. Ficamos no parque até por volta das 18hrs, quando resolvemos descer, mas dessa vez de teleférico. Vale muuuuuito a pena! O ingresso custou 4.400 pesos para duas pessoas e conseguimos ver o pôr do sol durante a descida, o Sky Costanera imponente sendo a torre mais alta da América Latina e uma visão privilegiada de Santiago. Gratidão! Ainda demos um pulo no Sky Costanera para vê-lo de baixo (é possível subir, mas não achei que valesse a pena pelo valor cobrado), tamanho impressionante. E voltamos ao apartamento para jantar, descansar e nos prepararmos para o próximo dia, que seria de tour a vinícola.
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    Olá Fernando, tudo certo? Retornei ontem da Trip, foi tudo excelente!! A locação do carro foi uma boa, pois consegui agilizar meus deslocamentos por lá. Fiz com a Sixt pelo site como lhe disse, e posteriormente entrei em contato por email solicitando a permissão para cruzar a fronteira. Chegando em El Calafate o documento estava pronto e foi muito rápido para pegar o veículo. Indo de Calafate direto para Torres del paine, a recomendação da locadora, foi que eu fosse até Esperanza, abastecer, e então seguir para o Chile através do Paso Río Don Guillermo. (Pelo que vi no lado Chileno em uma placa, fica aberto das 7 as 22 hs). Foi uma boa. Depois de cruzar a fronteira e passar pela cidade de Cerro Castillo, o caminho que segue para o parque pode ser feito pegando a esquerda mais a frente indo para a portaria serrano ou então reto indo para a portaria laguna amarga. Quanto ao estacionamento é possível deixar na entrada do Las torres (mas deixa-se no estacionamento antes e não do hotel, não tem custo). Ai no meu caso peguei um onibus que vinha de Puerto Natales, na portaria laguna amarga e segui até o pudeto para pegar o Catamarã e seguir até o acampamento Paine Grande. Se tiver algum dúvida, só perguntar... Abraços, Fábio
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    Prepare-se para mergulhar numa viagem conceito! Isso mesmo: uma viagem com todos os detalhes para você não ter dúvidas ao escolher o seu destino de viagem. Se quiser se apaixonar pela França, siga esse relato. Tudo começou com uma oportunidade de viagem a trabalho para Londres na última semana de Abril. Como eu e meu marido comemoramos aniversário de casamento no mês de Maio, aproveitamos para emendar numa viagem de 13 dias no Sul da França. Período de viagem: 30 de Abril a 12 de Maio de 2017. É um período bem gostoso, na primavera, com clima ameno e um céu aberto com um lindo sol. Roteiro escolhido: 30/04/2017 London-Marselha-Carcassone 1/5/2017 Carcassone - Avignon 2/5/2017 Avignon/Pont du Gard - Apt(Lubéron) 3/5/2017 Lubéron /Gordes 4/5/2017 St.-Rémy + Les-Baux 5/5/2017 Aix-en-Provence 6/5/2017 Gorges du Verdon 7/5/2017 St.-Tropez 8/5/2017 Nice 9/5/2017 Mônaco + Èze 10/5/2017 Haut de Cagnes + St.-Paul + Antibes 11/5/2017 Grasse + Cannes 12/5/2017 Nice-London Transporte: Partimos de Londres para Marseille por meio de voo Ryanair; Em Marseille alugamos um carro (Captur, bom custo-benefício) pela Dollar por 6 dias para viajarmos a região de Provence; Chegando em Nice, alugamos o carro dos meus sonhos, o Mini Cooper conversível, para percorrer a belíssima Riviera Francesa com as madeixas ao vento; Voamos de volta a Londres partindo de Nice pela Easyjet e de Londres para o Brasil. Acomodações: Londres: Hotel Club Quarters Trafalgar Square, que tem uma localização excelente; Carcassone: Hotel Best Western Donjon Carcassone; Avignon: Hotel Kyriad Avignon; Gordes: casa AirBnB por 4 dias para percorrer toda a Provence; Saint-Tropez: Hotel Le Mouillage; Nice: casa AirBnB por 5 dias para visitar toda a região da Riviera Francesa. Trilha sonora: Para entrar definitivamente no clima romântico francês, acesse as listas de música abaixo. As músicas são um toque especial à viagem. Chansons Françaises de Légende (Spotify); Quelqu'un m'a dit (álbum Carla Bruni); French songs (Spotify); La vie en Rose (Spotify). Relato diário de viagem: Aqui você encontra cada detalhe de nossa viagem, com dicas do que fazer, onde comer, melhores paisagens e locais imperdíveis. Vou atualizando as informações abaixo conforme nossa experiência de viagem. 23 a 29 de Abril: acabei de chegar em Londres para uma semana de trabalho antes de poder sair nas mais esperadas férias; 30/04, Domingo Madrugamos em Londres, pegamos um transfer as 3:30 para pegar o voo as 6:30 no aeroporto London Stansted. Não dava nada por esse aeroporto, que não é famoso, mas era bem grande, bonito e contava com as melhores lojas de Duty Free. Pousamos em Marseille as 9:30. Apesar de o voo ser curto, na França estamos uma hora à frente de UK, pelo fuso horário. Tínhamos alugado um carro na Dollar. Fiquem atentos se vocês tiverem feito o mesmo, porque não há uma loja da Dollar no aeroporto. Ficamos mais de 30 minutos tentando saber como retirar o carro, pois não falamos francês e as pessoas dificilmente falam inglês. Até que ligamos para a Central da Dollar e descobrimos que na verdade deveríamos ir até a Budget. Parece que fizeram alguma espécie de parceria, só esqueceram de avisar aos clientes! Depois de enfrentar uma fila demorada, pegamos finalmente o carro e saímos rumo a Carcassonne. O plano inicial era passear por Marseille antes de partir, mas como descobrimos que o Castelo de Carcassonne não abriria no dia seguinte, devido ao feriado, tínhamos que visitá-lo naquele mesmo dia. Não exploramos Marselha naquele dia, mas meu marido me prometeu que voltaríamos lá até o final da viagem. Paramos no caminho para almoçar. Arles Planejamos parar no caminho em Arles, para almoçar e conhecer a cidade onde Van Gogh viveu por alguns anos e também onde aconteceu o fatídico corte da sua orelha. Escolhemos o restaurante Le QG, sobre o qual tinha lido boas referências. Tem um espaço bem aconchegante e conta com diversos tipos de decoração juntos no mesmo espaço, desde árvores de natal, Buda e pôsteres de artistas internacionais. O almoço incluiu entrada, prato principal, sobremesa e garrafa de vinho, num custo total de 87 euros. A experiência foi bem positiva. O desafio foi a comunicação com a atendente, que não falava inglês. Saímos do restaurante e demos uma volta rápida pela cidade, que não contava com tantas atrações turísticas. Seguimos então para a tão aguardada Carcassonne. Carcassonne Nos deparamos com um pedágio bem caro na entrada: 16 Euros Chegando na cidade, há a opção de estacionamento público, pago por hora ou estacionamento privado, que é seguro, custa 20 euros e inclui transfer direto para o hotel. Escolhemos esse último. Castelo: The Comtal Chateau and inner ramparts 8,50 por pessoa Imperdível! Faz você se sentir realmente vivendo na Idade Média. Lá dentro você encontra, além das ruínas do castelo, vários personagens fantasiados representando profissionais da época (guerreiros, comerciantes, artesãos, etc.). A vista da cidade é espetacular lá de cima. Tem estacionamento público pago na porta. Hotel de la Cite Temos paixão por castelos e cidades muradas, então havíamos reservado o Best Western, que fica dentro da cidade, colado no Castelo e que tem bom custo-benefício. Chegando lá para fazer o check-in, descobrimos que não tinham cama de casal, então reclamamos porque já havíamos avisado que estávamos comemorando aniversário de casamento, não fazendo sentido estarmos em camas diferentes. A recepcionista foi muito gentil, fez alguns contatos e nos informou que tinha um conseguido um outro hotel, que era ainda melhor que o nosso e sem nenhum custo adicional. Estava falando do Hotel de La Cite, que era simplesmente meu sonho de consumo. Um hotel clássico, 5 estrelas, muito bonito e bem localizado, ao lado da Basílica de Saint Nazaire. Como não tínhamos plano para o jantar, a recepcionista indicou um restaurante, Jardim de la Tour. O lugar parecia simples, mas a comida era deliciosa e não era dos mais caros da região. Pedi um cordeiro e meu marido um pato, ambos os pratos muito bons. Acompanhamos com vinho rosé e fechamos o jantar com uma tarte tartin (torta de maçã), que estava um espetáculo. A dona do restaurante era uma senhora muito simpática que amava o Rio de Janeiro e havia passado réveillon lá, colocou a música "Então é isso" pra tocar e disse que era a música preferida dela. Uma simpatia! A conta deu 65 euros. Para fechar a noite, não tínhamos muito o que fazer na cidade, porque todas as lojas fecham antes das 20h, ainda estava frio e chovendo, então sentamos no bar do hotel, que é lindo e aconchegante, pedimos 2 drinks (em torno de 15 euros cada) e ficamos papeando por lá. 01/05, Segunda (feriado) Acordamos e fomos desfrutar do café da manhã do hotel. Meu Deus! Que café da manhã incrível! São várias opções de queijos, frios, pães, frutas, sucos e ainda tem opções de pratos quentes preparados sob demanda, tudo incluído. E a manteiga: deliciosa! Não é barato (28 euros pp), mas serve como brunch, porque depois só fomos comer de novo às 16h. Saímos do hotel e fomos bater perna pela cidade murada. Ao lado do hotel está a Basílica de Saint-Nazaire, então começamos por lá. Dica importante: nesta época do ano ainda está frio e venta bastante, então importante levar roupa de frio reforçada. Não foi nosso caso, pois como não estávamos preparados, passamos frio. A Basílica é linda, enorme, com vitrais magníficos. Demos a sorte de estar na hora em que um quarteto de tenores começou a cantar. O som ecoava pela Basílica e foi um momento mágico. Eles vendem seu CD por lá por 15 euros. De lá andamos pelas ruas da cidade, tentando explorar ao máximo cada cantinho encantador. Tiramos várias fotos de tirar o fôlego, tanto da vista do castelo como da cidade. Fizemos check out e saímos rumo a Avignon. No caminho já tínhamos planejado parar em Nimes, mas antes de chegar lá, vimos uma cidade convidativa na estrada e decidimos parar para checar. Trata-se de Narbonne. Narbonne Pagamos um pedágio de 5 euros na entrada da cidade. Pausa aqui para uma reflexão: como há pedágios na França!!! São muitos, em todos os lugares. Esteja preparado com dinheiro em mãos para pagá-los nos postos de autoatendimento nos guichês dos pedágios. Cartões geralmente não são aceitos e quando são os nossos não passam, não sei o motivo. Como era feriado do dia do trabalhador, todas as atrações turísticas estavam fechadas. Mas a cidade é bem bonita e preservada, tem um canal com alguns barcos e passarelas bem floridas. Tinha um mercado popular bem legal para comer também. Nimes Outra parada que fizemos a caminho de Avignon foi na cidade de Nimes. Cidade maior, com pedintes na rua, o que não tinha visto até então na viagem. Para chegar pagamos Pedágios de 8,30 + 3,00 euros. Fomos até os Jardins de la Fontaine, de entrada gratuita. São bem grandes, com lagos cheios de peixes e ótimo lugar local para tomar banho de sol. O clima já estava mais ameno nesta localidade. Fizemos um lanche rápido numa padaria perto e partimos para Avignon. Avignon Pedágios: 2,00 Foi muito difícil chegar até o hotel Kyriad, porque o gps nos levava até uma praça em que não podíamos passar de carro. Tive de descer, ir até o hotel pedir ajuda então inserir o endereço do estacionamento recomendado, que ficava a uns 10 minutos caminhando. Ok que não tenha estacionamento na praça, só não entendo porque não comunicam isso aos hóspedes, já que a informação está controversa a do site. Enfim, paramos no estacionamento indicado, pegamos nossas malas e fomos na luta até o hotel. Dica: se você estiver na mesma situação, sugiro parar próximo ao hotel, deixar as malas rapidamente e depois estacionar, porque as ruas de acesso não são tão amigáveis para quem está carregando malas, já que possuem areia, pedras e escadas. Fizemos check in e já fomos badalar pela cidade. A pena é que estava chovendo. Fomos até ao jardim que fica ao lado do Palácio dos Papas. Lá é bem bonito e tem entrada gratuita. Como tudo tem um lado positivo, o que foi bom da chuva foi ver 2 arco-íris, um ao lado do outro, la de cima do jardim. Passeamos pela Praça L'Holorges, tiramos fotos e fomos nos arrumar para jantar. Jantamos no Vintage, restaurante indicado pela recepcionista do hotel e também com boa avaliação no Trip Advisor. Estava bem cheio, mas conseguimos uma mesinha pequena. A comida não foi lá essas coisas, mas OK. Pedi um risoto de camarões e meu marido um steak com fritas. Infelizmente meu risoto estava mais para papa de arroz, passou demais do ponto. Não recomendo. Dia 02/05 - Terça Acordamos, tomamos café na rua, já que o do hotel era pago e nada bom e fomos visitar o Palácio dos Papas. Entrada com direito a visita a ponte de são Benezet custa 14,50. Esse passeio é imperdível. Mostra o castelo feito pelos Papas e as várias versões que ele já teve ao longo dos anos por diferentes representantes do Papado. Voltamos correndo para o hotel para fazer check out pois acabava de passar de 12h. Deixamos nossas malas no hotel e fomos conhecer a ponte de são Benezet. Chovia tanto, tanto, que compramos mais um guarda-chuva, para ficar exclusivamente com meu marido. O outro eu já havia levado do Brasil. A ponte é bonita e lá aprendemos da sua história e da cidade também. Fomos pegar o carro no estacionamento (13,50 euros com os 20% de desconto do hotel), paramos no hotel para embarcar as malas e partimos para Chateauneuf de Pape. Chateauneuf de Pape Chateauneuf de Pape é uma cidade do vinho, tem vários cultivadores expondo suas produções por lá, nas famosas Domaines. Você pode ir, de domaine em domaine, a pé, provando "gratuitamente" os vinhos. E digo "gratuitamente" entre aspas mesmo, porque você não é obrigado a comprar o vinho, mas se sente quase obrigado, já que depois de provar 4 vinhos diferentes não dá pra simplesmente agradecer e sair de mãos abanando da loja. Já contei pra vocês duas coisas que me irritaram na França, ou pelo menos nessa região? 1) horário de almoço é super rígido, até no máximo 14h, depois disso, não oferecem mais almoço nos restaurantes, não mesmo, nem você implorando!; 2) as lojas podem ter um horário de funcionamento oficial, escrito na porta da loja ou no site, mas isso não quer dizer nada, absolutamente nada! As lojas fecham a hora que querem: mais tempo pro almoço, saem mais cedo, ou simplesmente não abrem naquele dia sem qualquer explicação aos clientes! Isso foi o que mais aconteceu nessa cidade, chegando a ser irritante. Nós líamos a placa na porta da loja, que dizia que naquele horário deveria estar aberta, mas quando tentávamos abrir a porta, trancada! Não aconteceu uma ou duas vezes não, mais de 6! Compramos alguns vinhos quando conseguimos. Os vinhos não são baratos nessa região, mas têm a fama de serem uns dos melhores do país! Pagamos 26 euros numa garrafa de tinto 2014. Bom, pelo que podem perceber também, ficamos sem almoço esse dia. Fomos a um restaurante às 14h40 e fomos informados que não podiam mais servir almoço. Insistimos porque ainda tinha várias pessoas almoçando, mas foi em vão. E detalhe, o restaurante ficava aberto o dia inteiro, então para mim não tinha muito sentido porque não servirem, mas enfim, regras da casa. A garçonete nos informou que o máximo que poderia fazer pela gente era servir uma tábua de queijos (17 euros). Para não passarmos fome, aceitamos. Partimos para a casa que alugamos no AirBnB em Gordes. No caminho paramos num vinhedo La Nerthe, que meu marido queria conhecer. Outra vez, o site disse que estaria aberto para tour, mas chegando lá não estavam fazendo tour, somente a lojinha estava aberta. Provamos alguns vinhos e compramos um deles por 12,50. Fomos para a casa encontrar com um casal que nos recebeu. Não sabemos se são os donos ou empregados do dono. Foram super simpáticos, nos presentearam com um vinho rosé pelo aniversário de casamento e nos guiaram até o supermercado para fazermos compras pra casa. Super recomendo fazer o mesmo se forem ficar mais dias nessa região. Propicia maior liberdade e confere a possibilidade de viver uma vida local por alguns dias, com os afazeres diários de comprar pão, ir ao supermercado, tudo com os locais. Sem falar que fica mais em conta também. A casa é uma graça, toda de pedra por fora e tem 2 quartos confortáveis com camas de casal, uma cozinha e sala juntas, um banheiro e uma varanda. Nas áreas comuns do condomínio tem piscina, estacionamento e lavanderia. Dia 03/05, quarta: Acordamos na nossa casa temporária na Provence. Que chique! Dormimos tão bem que acordamos tarde, as 9:30. Fui lavar roupa, afinal tinha uma mala de 20 kg pra dar conta de 3 semanas de viagem. Fizemos café da manhã em casa, o segundo mais gostoso da viagem, depois do que tivemos no Hotel de La Cite Carcassonne. Saímos para explorar Gordes. Fiquei apaixonada por essa cidade, que parece que fica pendurada no alto da montanha e todos que passam pelo outro lado da estrada param para admirar a paisagem que é a cara dos cenários cinematográficos da Provence. Puro charme e romantismo no mesmo ambiente! As ruas são todas de pedras e os revestimentos das casas também, sempre numa cor areia, ocre claro, bem típico dessa região. Como estamos na primavera, fomos privilegiados com uma beleza especial das flores bem coloridas que compunham as paisagens de tirar o fôlego. Fomos conhecer as Caves de Saint Firmino, que é um museu que conta como era a produção original de azeites na região. A casa já abrigou uma produção nas décadas passadas e as estruturas contam essa história. Almoçamos no L'Estaminet. Pedi um magret de pato e meu marido uma coxa de frango no mel de lavanda. Tomamos um pichet (50 ml) de vinho rosé da casa. A conta deu 50 euros. Compramos um Copinho de lembrança da cidade (3,50) e mel de lavanda (6,50). Partimos para Roussillon para conhecer o Le Sentier des Ocres, lugar que tem ocre (o que chamo de barro) de todos os tons e por todos os lados. Eu realmente passaria a atração, mas Ok, fomos lá checar. Na sequência fomos para a cidade vizinha Apt, para visitar as Mines de Broux (8,50 pp tour em francês). Chegamos às 16:35 e fomos informados que o próximo tour começaria as 17h. Só que um detalhe, seria em francês. Tivemos de ler as informações do tour em inglês antes de começarmos. Como já estávamos lá, decidimos encarar. Realmente o tour foi todo em francês, com nenhum comentário em inglês. Foi um tanto decepcionante, porque não havia muita novidade e não entendemos nada, aí por culpa exclusivamente nossa que não falamos francês. Se você não for amante de minas ou ocre, pode passar essa! Igreja de Santa Anna Não há muito o que fazer na cidade. E pra bater pernas, mas não há nada de espetacular ou imperdível por lá. Se tiver de priorizar outras cidades, o faça! Nesse dia ainda sobrou tempo para irmos visitar outra vila pequena próxima: a Village Des Bories. Village des Bories Lá você pode ver casas feitas totalmente de pedra, sem argamassa. Não sabia que pagava para entrar nessa vila, que também tem horário de funcionamento. Chegamos lá as 19:27 e vimos uma senhora saindo apressada da recepção, trancando a porta e partindo no seu carro. Então lemos a placa que a vila fechava as 19:30. Como já disse anteriormente, temos muito a aprender com os franceses no quesito qualidade de vida! Mas nem tudo estava perdido porque tem uma casa dessas de pedra, tipo uma oca, no caminho. Aproveitamos e tiramos foto do belo entardecer. Fomos para nossa casa na Provence (que chique, mas pena que alegria de pobre dura pouco!) e brindamos com queijos e vinhos. 04/05 - Quinta Tínhamos programado de acordar cedo e correr um pouquinho para fazer uma atividade física (porque não dá só pra comer o tempo inteiro, né?), enquanto conhecíamos mais da cidade. Pois é, a gente tenta ser fitness, mas São Pedro não ajuda! Acordamos, nos arrumamos e estava chovendo... de novo... Fiz um circuito aeróbico rápido dentro de casa mesmo, porque sou brasileira e não desisto nunca! Tomamos café da manhã e saímos rumo à Aix-de-Provence. Aix-de-Provence Está a 50 minutos de Gordes. No nosso roteiro original não íamos para Aix nesse dia, somente no dia seguinte, mas decidimos antecipar porque descobrimos que quinta é o dia que a cidade tem mais mercados ao ar livre. Na terças e sábados também tem, mas na quinta tem ainda mais. E de todos os tipos de mercados: feiras de alimentos, roupas, flores, antiguidades. Vale a pena conferir. Assim que estacionamos, já caminhamos para o centro de informações turísticas e bem em frente tinha uma feira. Já avistei umas cerejas lindas, não resisti e comprei (2,00). Uma delícia. Descobrimos no centro de informações que dava pra fazer tudo a pé, mas se anda um pouco! Caminhamos para a catedral e passamos por uma feira de roupas. Nada que chame a atenção, que não se assemelhe aos nossos camelôs do Brasil. Em frente tinha uma loja de doces, a loja dos meus sonhos quando eu imaginava as patisseries da Provence. Entramos na loja, eu escolhi um macaron de framboesa e meu marido um éclair de chocolate (total de 5 euros). Meu pai do Céu: umas delicias, bem do jeito que eu esperava! Super recomendo! Continuamos firmes na caminhada, agora tendo que queimar umas calorias extras depois dos docinhos também, né? Não contei aqui antes, mas curto brechós, de todos os tipos, e aproveitei que estávamos numa região fértil, fiz minha listinha e incluí no roteiro. O primeiro que visitei foi perto dessa loja de doces. Lá vocês podem achar roupas de grife por um preço muito mais em conta. Eu estava em busca de um casaqueto de tweed, estilo Chanel, estilo somente, OK? Ainda não tenho cacife pra um Chanel original, mas quem sabe um dia? Não achei nessa loja. Então seguimos nessa mesma rua e até que avistei outro brechó interessante. Entrei e lá encontrei não só um, como três casaquetos no estilo em que estava buscando! Escolhi um e, como tinha um pequeno defeito, a atendente ligou para a gerente e conseguiu me dar um bom desconto (de 70 por 50 euros, menos da metade de quanto valeria um no Brasil). Não aceitou cartão de crédito, mas OK, foi no dinheiro mesmo. Paramos para almoçar num restaurante super pequeno e popular, onde comemos um cachorro quente tradicional com fritas e tomamos uma coca (15 euros). De lá fomos visitar a catedral, entramos em outro brechó. Não comprei mais nada e depois fomos buscar o carro para ir até o ateliê do Cezanne. O museu só reabria as 14h, então ficamos esperando no portão. Dica: se você fizer esse passeio, de preferência por pegar horário com guia. Isso faz toda a diferença. Senão, você pode perder muitos detalhes da visita. No horário em que fomos ao tinha tour em francês (outra vez), mas aproveitamos e deu pra entender 40% do que a senhorinha dava de detalhes dos objetos do Cezanne e de como ele pintava. Isso foi tudo em Aix-de-Provence. E uma cidade grande e com menos encantos do que eu pensava. Seguimos rumo à Marselha, afinal promessa é dívida e meu marido me prometeu que voltaríamos lá para conhecer a cidade. Marselha Fica a meia hora de Aix. Fomos direto estacionar no Porto Velho, que no final fomos ver que era bem caro, por sinal. De lá corremos para um bairro próximo, que é uma área cool e alternativa da cidade, famosa por artes pintadas nos muros e por lojas descoladas. Estávamos em busca da loja 72%, que eu tinha recebido de dica pra comprar os famosos sabonetes de Marselha, aqueles que são um cubo grande com um carimbo de Marselha. Comprei muitos para dar de presente de viagem (2 euros cada). Paramos para tomar um café numa loja trendy, que tinha café, brechó vintage e tattoo na mesma loja. Um charme! Demos uma volta pelo Porto Velho, andamos pela orla, que impressiona pela quantidade de embarcações atracadas. Pegamos o carro e fomos até o outro lado do porto, onde tem uma vista bonita para o pôr do sol e onde podemos encontrar bons restaurantes. Escolhemos um restaurante na orla para jantar. Nessa época do ano anoitece somente as 21h, então quando jantamos as 20h, temos a impressão de que estamos almoçando tarde. É legal, porque parece que o dia dura mais tempo, mas é estranho ao mesmo tempo, porque depois que escurece acaba o seu dia em 2 minutos! O garçom não era nada simpático, mas a comida era OK. De entrada pedimos mexilhões com um molho pesto, que realmente estava muito bom. Pedi um peixe tipo bacalhau, bem famoso na região. Meu marido pediu uma carne com fritas e tomamos um vinho tinto para acompanhar, só pra variar! De lá pegamos um longo caminho de volta a Gordes, mas valeu muito a pena. Dia 05/05, sexta Acordamos e o dia estava lindo. Nossos planos de corrida finalmente firmaram! Fomos até o centro de Gordes correndo, compramos pão, suco e voltamos. Tomamos café da manhã e saímos rumo à Saint-Remy, que fica a uns 30 minutos de Gordes. Saint-Remy É uma cidade pequena, onde Van Gogh passou parte de sua vida, internado no hospital psiquiátrico, famoso por arte-terapia e que está em funcionamento até hoje. Fomos até o Centro de informações ao Turista e pegamos algumas dicas. Sempre gosto de fazer, mesmo que eu já tenha um roteiro. Pode ser que tenha algo especial rolando aquele dia ou simplesmente algo que não capturei na minha pesquisa mesmo. Fomos a igreja, que estava mal preservada, precisando de restauração urgente. Comprei até uma velinha lá pra ajudar. De lá fomos caminhar um pouco pela cidade, que é bem bonitinha, com ruas e muros de pedras. Tanto é que tinha uma modelo e uma equipe de profissionais fotografando um ensaio pelas ruas da cidade. Paramos numa patisserie e compramos um docinho para experimentar. Tem tanta coisa diferente do Brasil que sempre aproveitamos a oportunidade para conhecer novos sabores. Pegamos o carro e fomos até o Cloistre Van Gogh, o tal lugar onde o pintor ficou internado. Vale a pena a visita, porque além de contar toda a história de vida do artista, reproduz vários de seus quadros famosos e conta com belos jardins. Pegamos o carro e fomos para Ganun. Estacionamento Caro (5,80). Tiramos umas fotos nos monumentos que ficam na porta do parque e fomos lá checar se valeria a pena entrar. São basicamente ruínas romanas de todos os tipos e por todos os lados. Como nós já viajamos para Roma e nosso intuito na Provence era ver atrações diferentes, pulamos essa para poupar duas horas de nosso dia e poder explorar melhor Les Baux. Foi a melhor decisão, já conto o porquê. Les Baux Para resumir, foi uma das cidades que mais gostei da Provence. É pequena, no alto, tem ruas de pedras, um castelo, é linda e um charme! Muito encantadora! Tudo deu certo lá. Quando chegamos, estávamos procurando vaga, porque estava bem cheia e você não pode entrar de carro. Quando chegamos na porta da cidade, um casal fez sinal pra gente dizendo em francês que estavam saindo, para paramos na vaga deles. Já estávamos felizes com a gentileza, quando nos surpreendemos ainda mais no momento em que a senhora voltou até nos dizendo que nos daria o ticket pago do estacionamento porque eles estavam desistindo de visitar a cidade é o ticket valia até meia noite. Nossa, que fofos! Aproveitamos super felizes e fomos desbravar a pequena cidade medieval. Estava apertado para a hora do almoço. Viram que aprendemos a lição, né? Já havia pesquisado um restaurante e fomos lá mesmo: La Reina Jeanne. O tempo estava bom, com um Solzinho gostoso. Sentamos do lado de fora e pedimos o vinho rosé da casa, no pichet, que é aquela garrafa de 500 ml. Vale muito a pena. Pedimos assado de vitela. Estava muito bom (57 euros). Fomos no centro de informações turísticas, pegamos a dica do passe combinado que dava direito a 3 atrações da cidade com um ótimo desconto: o castelo, o carrieres des lumieres e ao museu da cidade. Queríamos muito ir nos dois primeiros. O vale custava 16 euros por pessoa. Subimos a rua rumo ao castelo e paramos para o meu marido tomar um Sorvete de caramelo de sobremesa (2,50) e eu um nougat de chocolate amargo e amêndoas (7,50 Por 100 gramas). Nunca tinha comido esse doce, mas adorei! O Chateau é bem interessante. Grandes instalações, uma vista privilegiada da região e um áudio guide com explicações tão detalhadas que chega a encher um pouco o saco. Não dá para ouvir tudo. Preparem-se para subir e descer muitos degraus, e de todos os tipos e alturas, não existe regularidade. Foi bom para queimar os docinhos da sobremesa. De lá passamos na igreja e depois fomos andando até o Carriere de Lumieres. Se estiver muito cansado ou com pressa, sugiro ir de carro e estacionar lá na frente da atração. Trata-se de um espaço enorme de pedras para arte imersiva, onde inúmeros projetores refletem lindas animações em 6 diferentes músicas. O ponto alto pra mim e a última música, do Led Zepellin, que é tocante e ainda inclui reflexões de borboletas (amo!). Foi mágico, maravilhoso. Super recomendo!!! De lá, fomos para casa e jantamos por lá para brindar já saudosos a nossa última noite na Provence. 06/05, Sábado Acordamos cedo para fechar os últimos ajustes de mala e devolver a casa aos donos. Foi uma experiência maravilhosa. Já fiz o comentário deles no AirBnB também. Recomendo muito. Nesse dia nossos planos eram ir para Gorges Du Verdon, mas choveu muito, então não tinha como encarar um parque aberto. Aproveitamos pra visitar algumas atrações que queríamos e explorar um pouquinho mais a Provence. Começamos visitando a Abadia de Notre Dame, com entrada a 7,50 por pessoa. Sinceramente não recomendo a visita. Além de ser caro para o que oferece, várias áreas da abadia são restritas porque os monges moram lá e não há muito o que ver. No final compramos um doce de damasco com amêndoas para ajudar os monges e foi tudo. Em seguida fomos ao Musee de Lavande: 5 euros por pessoa. Foi muito instrutivo aprender a diferença entre a lavanda pura, que é nobre e usada nas fragrâncias mais caras, e o lavandin, que é o que a gente conhece que é comumente usado para dar cheiro aos detergentes, sabão em pó, entre outros. Tampouco conhecia os vários efeitos medicinais da lavanda, para dor de cabeça, muscular, garganta, etc. Sai de lá valorizando a lavanda e a ideia do museu e realmente essa. Mas não podia sair de lá sem essa maravilha! 26 euros por 15 ml lavanda. Tem que ser um extrato milagroso mesmo, né? Ainda tínhamos tempo para conhecer mais algumas cidades. Então decidimos almoçar em Bonnieux, outra cidade pequena e encantadora. Escolhemos o restaurante La Bergerie, que está no guia Michelin. O atendimento, o espaço e a comida, tudo impecável! Um dos melhores até o momento. Pedimos um vinho tinto da casa, uma tábua de presunto de Parma, uma entrada de sardinha e cordeiro de prato principal. Não foi barato, mas foi um belo banquete que custou 110 euros. Fomos numa cidade vizinha, umas das preferidas da Provence: Lourmarin. No mesmo estilo, pequena, com ruazinhas de pedras e encantadora. Fomos na atração principal, o Chateau. Vale a visita porque não é um castelo só de ruínas, mas tem representações das decorações originais dentro dos ambientes. De lá à vista da cidade é bem bonita também. A partir dali passeamos um pouco na cidade. Sentamos e tomamos um café. Depois saímos e paramos de carro na outra vizinha, Lacoste, mas não há nada para fazer lá. Então partimos para Saint-Tropez e demos adeus a Provence. Saint-Tropez Foram duas horas e meia de viagem, mas chegamos bem na cidade. Pagamos um pedágio de 7,50. Já chegamos no fim do dia no hotel La Mouillage. Saímos para dar uma volta na cidade e jantar. Queria arriscar uma noitada, porque já havia pesquisado que aqui seria um bom lugar pra se divertir. Outro ponto importante é que esse é o lugar da ostentação. Os ricaços chegam com seus iates inacreditáveis dos filmes, desfilam de carraços conversíveis e a mulheres ostentam joias, diamantes e bolsas das mais variadas grifes. É a cidade mais cara em que passamos pela viagem. Foi o hotel mais caro, disparado! Voltando à night, queríamos ir na famosa boate Du Rei, mas pesquisando vi que estava fechada para reforma e que lançaria para o aniversário de 50 anos da casa, provavelmente para o verão apenas. Fomos jantar então. Estacionamos próximo ao porto (2 euros à hora) para caminha pela cidade velha. Como tivemos um banquete no almoço, decidimos comer algo mais leve no jantar. Eu tinha pesquisado a dica de um crepe. Fomos até lá, mas como chegamos depois das 22h, não recebiam mais nenhum cliente. Fomos por uma pizza então. Comemos na pizzaria Bruno. Nada de mais. Pedimos uma pizza pequena e um vinho tinto. Gastamos 45 euros. Demos uma volta na cidade, que ventava demais, demais mesmo!!! Comemos um crepe de Nutella (2,50) mim trailer na praça do estacionamento. Não estava fantástico mas matou a vontade de doce. Fomos embora. Dia 07/05, Domingo E chegou o grande dia! O dia do nosso 6o. aniversário de casamento. Queríamos que tudo fosse especial. Meu marido pesquisou local para tomarmos Café da manhã. Fomos num restaurante na orla, de frente para a milhões de embarcações. Pedimos um combo que tinha pães, café, suco, geleia e salada de frutas. Nada muito gostoso e o garçom ficou pressionando para escolhermos logo o pedido. A conta: 27 euros. Não recomendo o local. Para tentar melhorar nosso dia depois de um café da manhã decepcionante, meu marido me levou na loja Ladurée, que é uma das mais famosas especialistas em macaron da França. Escolhi 4 macarons de sabores diferentes e tudo deu 8,50 euros. Uma delícia, principalmente o de rosas, que achei super leve e diferente. De lá partimos para conhecer a Praia L'Escalet, que é a queridinha dos turistas. E depois entendi porque, realmente é linda, de águas cristalinas e um marzão azul infinito. Pena que a água é extremamente gelada. Eu até arrisquei e vesti um maiô, mas foi impossível mergulhar naquele gelo. O máximo que consegui foi caminhar com os pezinhos na água pra fazer umas fotos legais com o marido. Voltamos para o hotel fazer Check out e de lá paramos novamente na cidade velha. Fomos explorar um pouco mais a cidade e olhar as vitrines das grifes mais badaladas. Fomos almoçar no Restaurante Le G'envie. Que meu marido havia pesquisado e gostaria de ir. Pertence a portugueses e é um dos restaurantes mais populares da cidade. No almoço oferecem um menu de 2 ou 3 pratos. Fomos no de 3, com entrada de salada de camarão, principal de risoto com tiras de tubarão (eles chamam assim, mas na verdade é cação) e sobremesa de torta de banana. Tudo por 21 euros por pessoa. Tomamos um pichet de vinho rosé e um café. A conta deu 60 euros e foi um almoço delicioso. Sem falar que o atendimento do português foi excelente. O único ponto a melhorar foi que não estavam aceitando cartão de crédito, por uma falha de rede e nós não estávamos com muito dinheiro. Tínhamos a quantia certa e nada mais. Passeamos mais um pouco na cidade, compramos um copinho de shot e partimos para Nice. Nice Foram quase duas horas de estrada e dois pedágios de 2,70 cada. Chegamos na cidade num dia lindo, de céu limpo, que deixou o mar ainda mais azul. Alugamos uma casa pelo AirBnB, que fica a uns 2 km da praia. Infelizmente não demos tanta sorte quanto com a casa da Provence, mas OK, pelo menos tinha uma vista belíssima do mar. Primeiro que ninguém nos recebeu, deixaram uma mensagem com instruções passo a passo de como estacionar, encontrar as chaves do apto etc. Me senti naqueles jogos de escape, sabem? Não tem elevador, então tivemos que subir 3 lances de escada com todas as malas e sacolas. O apto não aparentava tão limpo, com manchas na parede e no sofá. Não tem taças de vinho. Como pode??? Bom, passado o momento de frustração, vem a resiliência, afinal, estamos de férias na França comemorando o aniversário de 6 anos de casamento! Que delícia! Arrumamos nossas coisas na base e saímos para trocar de carro, afinal era hora de pegar meu Mini conversível e realizar meu sonho. Dia 08/05 Saímos para explorar Nice. Estacionamos próximo à Cidade Velha, tomamos café da manhã rápido numa Bolangerie e fomos caminhar pelo mercado de antiguidades que acontece às segundas na região do mercado de flores. Pena que estava chovendo, um pouco incômodo. Fomos caminhar mais pela cidade e entramos nas Galeries Lafayette para ver as novidades enquanto a chuva passava. 1 hora depois já estava sem chuva e com um sol maravilhoso. Decidimos que iríamos explorar o Local de forma diferente. Eu queria andar de Nice car, um carrinho pequeno que na verdade é uma moto com carroceria de carrinho de bate-bate, azul lindo! Meu marido queria fazer o tour de segway. Conversamos e decidimos fazer uma hora de cada! Foi incrível! Com o Nice car, explorarmos as áreas fora da cidade velha e alguns pontos de vista panorâmica. O carro não é potente, mas tem audio guide, gps, você consegue acoplar sua música e parar para admirar qualquer paisagem no meio do caminho. Sem falar que é um "conversível " de baixo custo (35 euros). Almoçamos rápido no Grill. Pedimos prato de mexilhões e fritas, com uma garrafa de rosé. Delicia! Deu um total de 45 euros. Fomos direto para o tour do segway da Mobilboard. Nunca tínhamos andado e foi uma experiência bem legal. Combina bem com a lombeira de depois do almoço. É fácil se habituar com o equipamento e bem gostoso de andar. A guia Jade também foi bem simpática e deu várias dicas da cidade. Nosso trajeto explorou mais a cidade velha (Vieille Ville). Super recomendo. Após o tour já conhecíamos a cidade e resolvemos voltar caminhando em alguns pontos interessantes. Fomos a Basílica que fica na Praça Rosseti. Bem bonita! E tomamos um sorvete (3 euros) na Gelateria Azurro, que fica ao lado, por indicação da guia, que disse que era o melhor da cidade. Eu tenho minhas dúvidas. Dali seguimos para o Parc de la Colline Du Chateau, que tem uma vista espetacular da cidade. Você pode subir pelas escadas e ir contemplado a paisagem maravilhosa, mas prepare as pernas. Ou pode subir de elevador, mas tem que enfrentar uma fila demoradinha. Nós subimos de elevador e descemos de escada. Tem que ir! De lá fomos para o bar Movida, na Promenade des Anglais, seguindo também a recomendação da guia. Pedimos vinho rosé e primeiro umas lulas dorês que estavam horrorosas! Pedimos pra devolver as lulas e então pedimos uma tábua de queijos e frios da casa. Essa sim estava uma delícia. O ambiente lá é bem legal, com música boa, garçons informais e fica sempre lotado. Sem falar da vista pro mar. Ficamos lá curtindo e papeando tanto que foram 2 garrafas de rosé. De lá fomos caminhar na orla um pouco e decidimos visitar o cassino. No entanto, não conseguimos entrar porque estávamos sem passaporte. Fomos para casa então. Dia 09/05, terça Mônaco O Principado, não é cidade, porque é uma região independente da França, embora não façam controle de passaporte, fica a uns 20 KM de Nice, mas como o trânsito é bem travado, demoramos uns 40 minutos para chegar lá. Gente, que sufoco é se locomover nesse lugar! É cheio de túneis com várias ruas dentro e o google maps se perde dentro dos túneis, consequentemente você também! Nos perdemos umas 4 vezes, tentando chegar no Casino Monte Carlo, o famoso cassino dos filmes 007 e Homem de Ferro. Mas como é tudo lindo por lá, nem ligamos tanto. Sem falar que você percorre as pistas de corrida da Fórmula 1, com os outdoors, placas e sinalizações, tudo igual. Só esperávamos ver mais carrões do que vimos desfilando pelas ruas de Mônaco. Pelo menos essa era a fama do lugar, mas só vimos umas 3 Ferraris em todo o Principado. Como não havíamos tomado café da manhã, já que não conseguimos fazer compras porque os mercados fecham as 19h, tivemos de tomar Café por 29 euros no Café Paris, ao lado do Casino Monte Carlo. É um local bem bonito, que também conta com o lindo Hotel Paris e inúmeras lojas de grife. Queríamos visitar o cassino, mas vimos que ele só abre as 14h, então fomos explorar a Cidade Velha. Na Cidade velha, estacionamos em baixo e subimos uma rampa/escadaria. Que surpresa! Eu achava que encontraria somente o Palácio, chegamos lá em cima e vimos que há uma cidade estilo medieval também, com ruelas de pedras, várias lojinhas e restaurantes. Almoçamos num restaurante tradicional. Meu marido pediu o hambúrguer da casa, muito bom por sinal, e eu pedi Linguini com camarões, bom também. Tomamos uma taça de vinho rosé e água com gás. Conta deu 50 euros. Comemos um crepe de Nutella de sobremesa numa loja de sorvete (3,50) próxima ao restaurante. Fomos conhecer a Igreja de Saint Paul, que é bem cuidada, bonita e ainda demos a sorte de pegar o momento em que estavam tocando na igreja. Foi lindo. Lá tem os restos mortais da Princesa Grace Kelly e seu marido. Seguimos para o Palais du Prince: 8 euros por pessoa a entrada, com direito a audio guide. O Palácio é onde o Príncipe mora com sua família e eles abrem parte para visita do público. É lindo, todo super bem decorado e o áudio guia bem completo de informações. Lá tem várias referências à falecida Princesa Grace Kelly. Compramos lembrancinhas na loja (10 euros a camisa). Fomos para Eze. Cidade pequena, medieval, com um Jardim Exótico lá no topo da montanha, que é a atração principal da cidade. Que lugar deslumbrante! Eu fiquei boba com tanta beleza por metro quadrado. É um jardim com vários tipos de plantas e flores, cos diferentes tipos de cactos que são destaque na paisagem com um infinito azulão do mar ao fundo. É de suspirar! Um dos meus locais favoritos até o momento na viagem. Fomos na capela lá também. Entrada do jardim custava 6,50 por Pessoa. Comprei um chapéu (13 euros) para fazer um look mais provençal e proteger contra o sol também. Fizemos umas comprinhas básicas no mercadinho Casino na entrada da cidade pra termos o que comer no café da manhã (gastamos 6,40 para comprar ovos, pão, água com gás, sem gás, suco). De lá voltamos pra Mônaco porque meu marido queria porque queria entrar no Casino Monte Carlo. Fomos até lá, nos perdemos mais uma vez e chegamos. Aqui fica a dica: se estiver de bermuda, nem tente entrar no cassino. Foi o que aconteceu com a gente, porque meu marido estava de bermuda e fomos barrados! Fomos pra Nice. Depois disso aprendemos a deixar sempre calça, casaco, roupa de praia e guarda chuva no carro. Prontos pra quase qualquer situação. Pelo horário, decidimos ir jantar direto. Tinha feito uma lista com 2 restaurantes pra experimentar. O Le Bistronome e um outro. Fomos até o primeiro e, o que aconteceu? Quem adivinha? Fechado, óbvio! Deveria estar funcionando naquele horário? Claro que sim! E por que não estava? Sabe-se lá, Deus! Fomos no segundo e... voilá, fechado também! Pesquisamos rapidamente outra opção e escolhemos o Octopussy. Finalmente um restaurante aberto! Pedimos um peixe grande (sea bass) para dividir e tomamos vinho branco. Estava bom. Pedimos uma sobremesa de torta com recheio de laranja e sorvete. Estava boa. A conta deu 65 euros. Lá tinha um senhorzinho cantando para entreter os clientes a troca de umas gorjetas. Tocava bem e interpretava. Fiquei comovida e demos 2 euros pra ele. De lá fomos tentar o cassino da praia, um que fica ao lado do MC Donald's. Estávamos com passaportes dessa vez, então conseguimos entrar. Gente, vocês não imaginam o clima deprê lá dentro. Brochante mesmo. Imaginem a cena de Pessoas curvadas sentadas nas máquinas com os olhares perdidos e os movimentos em marcha lenta, como se estivessem aprisionados naquele lugar. Perdemos totalmente o tesão de jogar. Nós não somos de cassino, mas em todos que fui até o momento tinha um clima de diversão, alto astral. Esse não... saímos sem gastar nenhum centavo. Fomos pra casa. Dia 10/05, quarta Café da manhã em casa, preparado pelo marido. Delicia! Partimos para Saint-Paul-de-Vence. Fica a uns 20 km de Nice, mas o trânsito nessa região é bem travado, então demoramos quase uns 40 minutos para chegar. Tivemos dificuldade para estacionar porque a cidade estava lotada, mas achamos um coberto mais à frente. Bem caro por sinal. Ficamos na cidade por 4 horas e pagamos 14 euros. Detalhe importante: não sei porque, mas nossos cartões de crédito não passam nas máquinas de autoatendimento dos estacionamentos aqui, então você precisa pagar somente com dinheiro mesmo. E se passar aperto, não há ninguém para ajudar, não existe guichê de pagamento. E tudo autosserviço. Você e a máquina tem que se entender e ponto! Bem, Saint-Paul é outra cidadezinha encantadora! No alto da colina, com ruas de pedra e várias lojas e restaurantes. Fomos até o Centro de Informações ao Turista, pegar o mapa da cidade é dicas. Visitamos a igreja, passeamos pela cidade, que conta com inúmeras galerias de arte, em maioria contemporânea. Compramos umas lembrancinhas, dois lenços coloridos (10 euros cada) e fomos almoçar. Peguei duas dicas de restaurantes. O Le Saint Paul, que estava fechado (me conta uma novidade!) e o La Colombe D'or, que é bem famoso e normalmente não se consegue ir sem reserva. Tivemos sorte e conseguimos uma mesa lá. Restaurante lindo, com mesas ao ar livre, gente bem arrumada. O cardápio e como se fosse uma tela de pintura, com as opções escritas em letras artísticas. O preço é salgado, mas já estávamos lá, encaramos. De cara eles trazem pães, azeitonas, rabanete, manteiga e uma pasta de aliche. Pedi peixe e meu marido um ensopado de coelho. Os dois pratos muito saborosos. Tomamos uma garrafa de rosé da casa. E aceitamos a sugestão de sobremesa da garçonete. Era uma torta de sorvete e framboesas. Estava boa. Meu marido tomou um café também. Comemos muito bem, até que nos preparamos para pagar a conta de 100 euros. Saímos e fomos para Antibes. Demoramos uns 25 minutos para chegar lá. Não é longe, mas novamente o trânsito não ajuda. Muitas estradas têm limite de velocidade de 30 km/hora. Confesso que não me apaixonei por Antibes. Fomos até o Centro de Informações, peguei o mapa da cidade porque queria saber como chegar no Museu do Picasso, que é a principal atração da cidade. O mar é bem bonito, com águas cristalinas e tem extensão de areia fina, o que é raro nessa região. Mas como o dia estava nublado, não deu para explorar tanto a beleza do lugar. Fomos ao museu (6 euros por pessoa) checar algumas obras do Picasso. Demos uma volta na cidade e voltamos para Nice. Estacionamento caro (6 euros por menos de 2 horas). Meu marido insistiu para irmos no Cassino Monte Carlo em Mônaco. Fomos a noite, mas antes decidimos passar para comer algo em Nice. Resolvermos ir checar a dica de comida local, a Soca, no bar de mesmo nome. Mais uma vez, quem adivinha o que aconteceu? O bar que deveria estar aberto até 22h já se encontrava fechado as 21h. Isso é muito irritante na França! Não sei lidar! A saída foi comer uma pizza num italiano que estava aberto no mesmo quarteirão. Gastamos 20 euros por uma pizza, duas taças de vinho tinto e uma coca. Partimos para Mônaco e dessa vez chegamos ao cassino sem nos perder sequer uma vez! Uhulll! Estacionamos no parking do cassino e fomos caminhando. A região fica muito bonita a noite com todas as luzes refletindo aquelas arquiteturas imponentes. Confesso que nos deu um frio na barriga ao nos aproximar da entrada do cassino, afinal, já havíamos sido barrados algumas vezes por motivos diferentes! Mas estávamos confiantes de que dessa vez conseguiríamos finalmente entrar lá! O único motivo agora poderia ser "Senhor, infelizmente o senhor não tem dinheiro para entrar nesse cassino de ricaços!". Enfim, arriscamos e passamos na primeira porta. Quando fomos passar pela segunda, o atendente falou que precisamos comprar os tickets pra entrar. Ficamos surpresos com a informação, afinal nunca precisamos pagar para entrar em cassino, mas OK, já estávamos lá, fomos até a bilheteria. Pediram nossos passaportes e nos cobraram 17 euros por pessoa de entrada. What??? Isso mesmo! Mas já que estávamos lá, pagamos e finalmente entramos. Bingo!!!! Lá dentro é tudo muito bonito. Decoração impecável, obras de arte, muitos lustres e lâmpadas, além de inúmeras câmeras de segurança. Estava relativamente vazio e, mais uma vez, o clima meio deprê. Em sua maioria senhores jogando nas roletas, mas sem ar de diversão ou lazer. Tomamos um drink cada (14 euros) e jogamos 2 maquininhas, num investimento de 15 euros. Meu marido deu sorte na segunda maquininha e faturou 35 euros e alguns centavos. OK, demos tick na experiência num dos cassinos mais famosos do mundo e fomos embora. Informação importante: tenha sempre moedas pra pagar os estacionamentos. O nosso deu 10 centavos e por pouco não passamos sufoco, porque tínhamos notas, mas não moedas. Até que nos lembramos dos centavos que ganhamos no cassino. Ufa, salvou nossa noite. Partimos de volta para Nice. Vale mencionar que Mônaco é super bem policiada, diria que é até over, com policiais a cada esquina checando quem passa de carro com uma lanterna. Eu achei exagerado porque a região me pareceu bastante pacata. Mas, nunca se sabe o que está por detrás, né? Dia 11/05, quinta: Tomamos café em casa e fomos para Grasse. Se vocês não forem amantes de perfume podem pular essa cidade. Não achamos nada de mais lá. A cidade não é bonita, achamos bem feia por sinal e só tem o museu internacional do perfume pra ir, que também pode ser melhorado. Cobram entrada de 4 euros por pessoa, mas não tem áudio guia, embora as placas digam o contrário, está empoeirado, algumas salas com pouca luz, impossibilitando a visualização dos itens da exposição. O mais legal do museu é que você pode sentir e experimentar os mais diferentes odores e fragrâncias, como rosas, jasmim, patchouli, tabaco, maconha, cogumelo, ópio e cocaína. De lá fomos ao Museu e Usina da Fragonard, que é outra perfumaria em frente ao Museu. O tour lá é gratuito e tem guias para várias línguas. Fomos no de inglês. Nosso tour foi interessante, falando de partes do processo de fabricação do perfume. Ao final o próprio guia apresenta os diferentes perfumes e produtos na loja para aquisição. Meu marido Comprou um perfume por 25 euros. De lá fomos procurar algum local para almoçar, mas não foi uma tarefa muito fácil. Nos perdemos na cidade, mas achamos o Bar e restaurante Eveche, próximo a Cathedrale Notre Dame du Puy. Pedi um prato do dia, que era um linguini com carne assada e meu marido pediu uma lasanha. Os pratos estavam Ok. Tomamos água e refrigerante para acompanhar. A conta deu 38 euros. Passamos na catedral para conhecer e depois partimos para Cannes. Estacionamento em Grasse deu 7,50 por menos de 4 horas. Caro. Partimos para Cannes na sequência. 20 km de distância e uns 35 minutos para chegar lá. Estacionamos na rua Antibes, próximo ao Carrefour. Pagamos 4,50 por umas 3 horas. Fomos ao Office de Turisme, onde pegamos o mapa e as dicas do que fazer. Descobrimos que o famoso Palácio dos Festivais de Cinema de Cannes era ali mesmo. Realmente não dá para fazer referência ao lugar glamoroso que vemos na televisão. Ele assim no dia a dia não tem tanto glamour não. Checamos as mãos dos artistas gravadas no chão e saímos para explorar a cidade, que se entre velha e nova. Achei bonita a cidade e com atrativos diferentes: espetáculos artísticos, cassino, porto, museus, cafés e bares, grandes artes de rua pintadas nos muros dos prédios. Tomamos um café no New York, New York, com um crepe de Nutella e uma água com gás (15 euros no total). Caminhamos pelas ruas da cidade velha. Subimos até a Igreja de Notre Dame de L'Esperance, que conta com uma vista incrível da cidade e tem umas muralhas também. Andamos mais um pouco para conhecer a cidade nova e compramos uma tortinha de maçã para provar (2,50). Voltamos para Nice para aproveitar a última noite na cidade. Paramos para abastecer antes de jantar. Fomos direto para o Centro, pois queríamos tentar jantar no bistrô La Merenda, de um ex-chefe Michelin. Chegamos lá as 19h20 e o atendente disse que só teria lugar pra gente as 21h. Resolvemos aceitar e íamos dar uma volta na cidade para voltar mais tarde. O tempo parecia não passar. Acho que é sempre assim quando você quer que ele passe, né? Rodamos, rodamos, rodamos, com chuva, sem chuva, chuva de novo, lojas fechando... Aproveitamos para comprar umas lembrancinhas de viagem. Até que resolvemos arriscar entrar as 20h45 e deu certo! É um restaurante minúsculo, de uns 25m2, com espaço para umas 25 pessoas, de cotovelos grudados. O cardápio um tanto exótico, com pratos de estômago, peixe curado por mais de 1 ano, tripas, entre outros pratos estranhos. Pedimos uma sardinha frita de entrada e, de prato principal, pedi o peixe curado e meu marido uma carne assada. Tomamos uma garrafa de vinho tinto para acompanhar. Confesso que esperava muito mais da comida. Para me sujeitar a estar como sardinha enlatada por um valor alto, sinceramente esperava muito mais! Pagamos os 80 euros e saímos ainda com fome. Não recomendo. Como era a última noite na França, resolvemos aproveitar ao máximo e voltamos até aquele restaurante onde comemos os mexilhões, o Vip's grill. Queríamos mais continuar aproveitando a noite, bebendo um vinho. Fomos até lá e dividimos nossa última panelinha de mexilhões com fritas, tomando um pichet de rosé. Gastamos 22 euros no total, que por sinal era o preço apenas do meu prato de peixe velho do restaurante anterior e nós ficamos bem mais felizes. Nos arrependemos do outro restaurante, mas c'est la vie. Acontece. Fomos dormir mais felizes. Dia 12/05, sexta: Último dia na França. Acordamos cedo, arrumamos as malas e fizemos check out no apartamento do AirBnB. Partimos para Saint Jean Cap Ferrat. Paramos no Office de turismo da entrada da cidade, onde recebi várias dicas gentilmente da atendente que estava lá. Foi muito simpática e cordial, inclusive elogiou meu look dizendo que estava com o dress code da cidade: camisa branca com listras azul marinho, chapéu e jeans. Fomos conhecer a costa praiana da cidade, que é linda, com um azul intenso e águas cristalinas e frias. Ainda assim, tinha bastante gente na areia, porque um Solzinho dava o ar da graça, mesmo que contrariando todas as previsões de chuva para o dia. Aproveitamos para abrir a capota do Mini mais uma vez e aproveitar o dia. Fomos até o topo da cidade, onde há uma pequena catedral e uma estátua de 11 metros de metal da Virgem Maria com o menino Jesus no colo. Bem bonita e surpreendente, porque ela fica "escondida" num canto à direita e atrás de um muro no caminho em direção à entrada da igreja. De lá demos mais uma volta de carro pela cidade e fomos para o porto almoçar. Lá e bem bonito, com várias embarcações atracadas, conta com diferentes restaurantes e lojas. Escolhemos almoçar no restaurante chamado Cadillac. Pedimos uma pizza e o último pichet de rosé da viagem. Gastamos um total de 22 euros. Comemos sobremesa numa padaria que tem na mesma rua. Pedi uma tortinha de nozes e meu marido uma torta de damasco cremosa. As duas muito boas (5,40 no total). De lá demos uma passeada de carro pela Villefranche sur Mer, outra cidadezinha bonita a caminho Nice. Mas não descemos do carro para conhecer mais dela e partimos para Nice a fim de dar uma última volta pela cidade antes de ir para o aeroporto. Em Nice voltamos para a cidade velha, compramos mais umas lembrancinhas, passeamos mais pelas ruas da cidade e paramos para que meu marido tomasse um café. Foi a primeira vez em que aconteceu algo desagradável no atendimento em restaurantes. Sentamos no Café Vergnano e meu marido pediu o cardápio. Eu estava satisfeita e não queria consumir nada. Meu marido então pediu um café para a atendente e foi então quando ela nos informou, primeiramente em francês, que todas as pessoas que sentassem lá deveriam consumir algo. Eu achava que tinha entendido o que ela disse mas pedi pra ela falar em inglês e disse que meu marido já havia pedido o café. Ela então repetiu em inglês e complementou que nós dois deveríamos consumir se quiséssemos ficar lá. Não titubeei e me levantei na mesma para deixar o local. Estava furiosa e já deixei a avaliação no Trip advisor. Que desrespeito! Fomos para outro local em que correu tudo bem (café a 2,80). Caminhamos mais um pouco pela cidade e fomos com bastante antecedência para o aeroporto. Devolvemos o carro na Sixt e fomos para o check in no mesmo terminal 2. Nosso voo atrasou demais, mais de uma hora e meia. Ainda bem que ficamos na sala VIP do aeroporto. Jantamos por lá e partimos as 23h para Londres. Em Londres pegamos um Uber (65 libras) para ir até a casa de um casal de amigos em Greenwich, onde passamos a noite. A ideia original era jantar com eles, mas com todo o atraso e deslocamento de mais de uma hora do aeroporto, chegamos lá as 1h40. Todos dormindo já. Dia 13/05, sábado: Acordamos e fomos tomar café com os amigos num restaurante no bairro. De lá saímos de metro e DLR para fazer algumas comprinhas em Londres, na Oxford street, antes de ir para o Brasil a noite. Almoçamos também com dois casais de amigos e seus filhos no restaurante tailandês Wagamama, passeamos mais um pouco e voltamos para casa deles de ônibus para arrumar as malas e ir para o aeroporto. Fomos de Uber para o Heathrow (50 libras) e depois disso deu tudo certo com nossos voos até o Rio de Janeiro. Foi uma das viagens mais incríveis que fizemos até hoje, talvez a melhor a dois, então estamos já saudosos dos momentos que vivemos lá. Agora ficam as fotos maravilhosas e esse relato detalhado para poder relembrar todos os momentos inesquecíveis que passamos nessa viagem de aniversário de casamento. Votos renovados e feliz de estar no Rio novamente, afinal acredito que valorizamos tanto esses momentos únicos de viagem porque eles não são rotineiros, nos preparamos, planejamos para que tudo saia do jeitinho que a gente sonha. E pra mim, isso faz a diferença!
  47. 1 ponto
    SUL DA FRANÇA – um cadim de informação procês, que já me deram tanta!!! Com 12 dias e sem afobação, acho que fiz boas escolhas. Gosto de cidades pequenas, de caminhar... Carcassonne – bela e excessivamente turística. O que se vê no centro histórico é o resultado de uma restauração do século XVIII... Fiquei no HI (Hostelling International), beeeem no centro histórico (localização DEZ!), muito limpo, cozinha bem equipada, espaços comuns bons. São atenciosos e gentis para orientar no que for necessário. ATENÇÃO: os ônibus do aeroporto de Carcassonne para o centro só saem logo após a chegada de voos (e são dois ou três por dia!). Se bobear, perde. Eu fui ao banheiro após a chegada e acabei perdendo o ônibus das 14h, e então me informaram que o próximo seria às 18h!!!! Sorte minha que havia mais três turistas desavisados e dividimos um taxi até a estação de trem. Como ando com pouca bagagem, fui e voltei a pé da estação de trem ao centro histórico, já começando um “walking tour”. Quase em frente à estação de tem estão os barcos que fazem passeios pelos canais e eu já aproveitei para saber preços e horários. Também ali em frente está o ponto de onde partem os ônibus para o Centro histórico. Se estiver com bagagem ou com pressa, acho que um taxi não sai caro. Na entrada do centro histórico, bem pontinha da ponte velha, tem uma capela, e ao lado... a sinalização do Caminho de Santiago, com direito a vieira amarelinha e tudo! A vista da ponte velha é estonteante! Linda!!! Tem uma feira de antiguidade ali, no sábado. Como gosto de caminhar, descobri um lago muito bonito nas proximidades da cidade (mas tem que pegar um buzum urbano até lá) onde é possível fazer caminhada (uns 8km a volta toda). Passei o dia. De Carcassonne fui a Quillan (uma hora de buzum, sai ao lado da estação ferroviária), um lugarejo lindo, pequeno e pacato, de natureza exuberante e com um daqueles riachinhos europeus de águas claríssimas. Tem algumas trilhas lá. Passei o dia. Sète – Depois de tantos monumentos, estava buscando um pouco da leveza do litoral e descobri esse balneário bacana, com clima de sul da França, mas sem tanta muvuca. Gostei muito! Fui de trem e fiquei no HI, localização razoável, precisando manutenção, cozinha pequena e quartos limpos. Fiz um passeio de barco, flanei pela orla, sentei em um dos bares e observei o movimento dos barcos e das gentes. De Sète fui (de carona com a empregada do hostel! rsss) a Balaruc Le bains, uma estação termal bem próxima (passei o dia), onde há uma feira semanal que serve ostras e vinhos numa grande mesa na própria barraca que comercializa. Coloquei meus pés de molho numa piscininha de água termal, caminhei pela orla da represa e comi muito bem na feira e num cafofinho francês típico, no centrinho, com vista para as águas. A-do-rei! Recomendo! Voltei pra Sète de ônibus. Avignon – Também restaurada no século XVII. Menos charmosa que Carcassonne, mas com um entorno muito bonito, com um belo parque às margens do rio... As lojinhas de sabonetes artesanais e produtos de lavanda dão o clima da cidade. O Palácio e a Ponte são lindos! Fui de trem e fiquei no Pops Hostel, muito central e barato, mas achei um pouco mal cuidado, embora os banheiros estivessem limpos. A área comum é simpática. De Avignon fui a Narbonne, de trem (passei o dia) e recomendo, também! Pode-se fazer passeios pelos canais, também. É uma cidade universitária, jovem. Tem um mercado que é TUDO de bom pra se comer... A cidade é linda e menos turística que Avignon. Marseille – Muito bonita, com opções variadas de passeios. O Porto é muito bonito. Fui de trem e fiquei no Hostel Vertigo Vieux Port. EXCELENTE! Localização, limpeza, atendimento, astral, tudo! Tem uma cozinha acolhedora e o quarto que eu fiquei tinha camas baixas. Lá me sugeriram ir ao Parque Nacional dos Calanques (é muuuito perto) e me orientaram como chegar lá de buzum urbano, facim facim. TUDIBOM: caminhei por lugares incríveis, muito lindo!!! Foi um dos pontos altos da viagem. Um pouco de pirambeira, mas não chega a ser tãão desgastante. Dá pra pegar uma praia. Passei o dia nesse parque. Marseille é simpática e tem uns passeios de barco que podem valer a pena (mas os calanques, achei mais bonitos a partir da terra). No porto, peguei um trenzinho daqueles turísticos pra ir pra fora do centrinho (tem dois roteiros, tem um outro pro centro, que não achei necessário) e chegar numa igreja que fica no alto... gostei do visual da orla, visto de cima. Parei na igreja e num clube\restaurante com vista pra o mar. O Museu de Marseille (do Mediterrâneo) é pra entrar de manhã e sair à noite, ver o por do sol e coisa e tal. É ma-ra-vi-lho-so! IMPERDÍVEL!!! Tem um entorno que puro convite a flanar, relaxar. O visual de lá é tudibom! Dá pra pegar uma praia nas proximidades. Domingo fui à feira em Aix-em-Provence, de ônibus (zilhões de horários. Pode comprar na hora, sai da estação de trem). Zanzei pelo circuito de Cézanne (está marcadinho no chão) e visitei os museus. Não fui a outras cidadezinhas do entorno de Marseille porque demandariam muita logística pra ir e vir. Estava num slow travel, também não queria um bate-volta de excursões... mas de carro pode valer a pena. Fui a Cassis (pertinho, de ônibus, seguindo a orientação do pessoal do hostel), que é muito linda! Tinha feira, mas estava acabando quando cheguei. Lá, peguei um daqueles trenzinhos que dão uma volta na cidade (acho que viciei! rsss) e recomendo muito! Passamos por alguns calanques, o visual é lindo! Pode-se parar em alguns pontos e pegar outro trenzinho depois... Eles te dão os horários. Passei o dia. ECONOMIZE: em toda a França o trem tem tarifas para maiores de 60 anos e preços especiais para horários fora do pico. . Os preços da internet costumam se mais caros. Nas próprias estações tem os regionais, que são mais baratos... Acho que comprando nas maquininhas, longe também do mau humor do pessoal do guichê, dá pra ver mais opções... Fiz uma economia considerável! Veja o dia de feira (as feiras terminam cedo, por volta de meio dia) nas cidades, pode valer a pena tentar adaptar o roteiro para visitar uma ou outra feira mais tradicional. Tudibom! Sobre Lourdes (fui no ano retrasado), para ir ao Pic Du Jer, é só andar pro outro lado da cidade... sair da muvuca de turistas e lojas de souvenires... você vai passar pelo mercado da cidade (tudibom! Tem comida pronta e coisa e tal) onde se pode comer e/ou comprar comidinhas prum picnic e, mais à frente, tem um Carrefour, onde pode-se comprar um vinzim barato pra beber lá em cima... maravilha! Tem um plano inclinado pra ir e vir sem fadiga... lá em cima tem uns caminhozinhos... O BANHO em Lourdes (depois da Gruta) é imperdível, assim como um tempo na Capela de Adoração do Santíssimo (do outro lado da Basílica) Espero ter ajudado.
  48. 1 ponto
    Fala galera, tudo na paz? Eu já possuo algumas roupas, gostaria que vocês avaliassem se da pra aguentar o frio legal com elas, caso contrário me deem dicas de agasalhos não muito caros e que possam dar conta do recado. O que eu já tenho é o seguinte: - Segunda pele da marca Solo X-Thermo (Calça, blusa e gorro) -Luva -Casaco Marfino (70% algodão, 30% poliamida e forro 100% poliéster) -Roupa de motoqueiro contra chuva. -Vários casacos normais de algodão e lã. Minha estratégia seria usar a segunda pele, um ou dois casacos de algodão ou lã por cima, depois o casaco Marfino e por cima de tudo a capa de motoqueiro. Desde já agradeço !
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    VOU COLOCAR TUDO EM PARTES PRA FICAR MAIS CLARO, ROTEIRO – UM RESUMO COM ALGUNS PREÇOS E DETALHES – HOTEIS – E DICAS POR FAVOR, RELEVEM OS ERROS DE GRAMÁTICA, E A FALTA DE ACENTUAÇÃO… É QUE EU NÃO TENHO MUITA PACIÊNCIA QUANDO ESCREVO NO COMPUTADOR. E EM RELAÇÃO À MENSAGENS SOBRE O MEU PRIMEIRO RELATO FALANDO SOBRE A LETRA MAIÚSCULA, EU SEI QUE NÃO É EDUCADO, MAS É COMO UM CACOETE PRA MIM. SE POR ACASO VC QUISER UM SITE, UM MAPA OU TIRAR UMA DÚVIDA PODE ME MANDAR UM E-MAIL QUE EU RESPONDO COM O MAIOR GOSTO. TODOS PREÇOS QUE EU COLOQUEI PARA PASSEIOS E TRANSPORTE SÃO PARA UMA PESSOA. O ROTEIRO: 19 DE ABRIL – SAINDO DE CASA PARA NICE CHEGANDO AS 9:20 AM DO DIA 20 DE ABRIL. ABRIL - MAIO 20 – NICE 21 – ANTIBES - CANNES 22 – VILLEFRANCHE SUR MER – CAP FERRAT – EZE - TURBIE 23 – NICE 24 – MARSEILLE – CASSIS - ARLES 25 – NIMES - AVIGNON 26 – ST REMY – PONT DU GARD - UZÉS 27 – LUBERON - CAMARGUE 28 – RHONE – BAUX DE PROVANCE 29 – ALBI – CAUNES MINERVOIS - MINERVE 30 – CARCASONNE – COLLIOURE 01 – FIGUERES – CADAQUÉS - COSTA BRAVA 02 – COSTA BRAVA 03 – BARCELONA 04 – MONTSERRAT - BARCELONA 05 – BARCELONA 06 – IBIZA 07 – BARCELONA – VOLTANDO PRA CASA AO MEIO DIA RESUMO DE CADA DIA 20 – NICE NO AEROPORTO PEGAMOS UM ÔNIBUS PARA O CENTRO DE NICE – 5 € – ESSE TICKET VALEU DEPOIS PARA ANDARMOS DE ÔNIBUS DENTRO DE NICE. CHEGAMOS NO HOTEL PERTO DO MEIO DIA E TINHAMOS PROGRAMADO VISITAR OS MUSEUS. VISITAMOS O MATISSE MUSEUM (GRATUITO) E O CHAGALL MUSEUM 6.5 €, MUITO BACANA ESSE, ADORO O ESTILO. CAMINHAMOS PELA CIDADE MEIO SEM RUMO, FOMOS À DOCERIA AUER (ONDE A RAINHA VITORIA COMPRAVA SEUS DOCES) - DESCANSAMOS UM POUCO NO HOTEL E A NOITE CAMINHAMOS ATÉ A PRAIA – TEM UMA RUA PRINCIPAL QUE TEM UM TREM ELÉTRICO, MUITO BACANA DE CAMINHAR, E ESTÁ SEMPRE CHEIA, VAI ATÉ A PRAIA. PARAMOS EM UM BAR PARA EXPERIMENTAR UM PASTISSE (APERITIVO LOCAL) EU DETESTEI, MAS ACHO QUE É VÁLIDO PROVAR, TEM GOSTO DE FUNCHO MISTURADO COM ANIS, É ALCÓLICO, ELES TRAZEM UM COPO COM A MISTURA E UMA JARRA DE ÁGUA PRA VC DILUIR CONFORME O SEU GOSTO. 21 – ANTIBES - CANNES PEGAMOS UM TREM ATÉ ANTIBES 6 € - LEVA 16 MINUTOS – LÁ VISITAMOS O FORTE CARRÉ 3 € - CAMINHAMOS PELO PORTO – FOMOS À FEIRINHA E COMEMOS SOCCA , QUE PARECE UMA MASSA DE PANQUECA COM MEIO CENTÍMETRO DE ESPESSURA E É FEITO COM AZEITE DE OLIVA, GRÃO DE BICO E SAL, UMA COMIDA TÍPICA DA RIVIERA FRANCESA E MUITO BOA. E VISITAMOS A CIDADE MEDIEVAL. PEGAMOS UM TREM ATÉ CANNES 2.8 € - LEVA 11 MINUTOS – CAMINHAMOS PELO PORTO, PASSAMOS PELO CASSINO – PASSEAMOS PELA CIDADE E DEPOIS PEGAMOS UM BARCO ATÉ A ISLE STE MARGUERITE 11,50 € IDA/VOLTA, FOI ONDE O VERDADEIRO HOMEN DA MÁSCARA DE FERRO FICOU APRISIONADO – CAMINHAMOS ATÉ ONDE ACONTECE O FESTIVAL DE FILMES EM CANNES E VOLTAMOS PARA A ESTAÇÃO, JÁ FINAL DE TARDE – TREM ATÉ NICE 6,60 € - LEVA 41 MINUTOS. 22 – VILLEFRANCHE SUR MER – CAP FERRAT – EZE - TURBIE ALUGAMOS UM CARRO PRA NOS LOCOMOVERMOS MAIS FACILMENTE – 44,72 € - FIZEMOS A ROTA DE NICE ATÉ AS CIDADES QUE DÁ UM TOTAL DE 31 KM IDA/VOLTA. PELO CAMINHO, TEM VÁRIOS PONTOS NA ESTRADA, QUE DÃO UMA VISTA PANORÂMICA DA COSTA, LINDO. EM VILLEFRANCHE SUR MER VISITAMOS A PLACE AMÉLIE, O PORTO, CAPELA ST PIERRE, CIDADE MEDIEVAL E A IGREJA ST MICHAELS – EM CAP FERRAT VISITAMOS A MANSÃO VILLA EPHRUSSI DE ROTHSCHILD 10 €, E CAMINHAMOS PELO PORTO – EM EZE FOMOS À UMA FÁBRICA DE PERFUMES, PLACE DU CENTENAIRE, CHATEAU EZA, OS JARDINS 5 € - E A IGREJA – A CIDADE MEDIEVAL FOI A MINHA PREFERIDA DO DIA, É PEQUENA, MAS MUITO INTERESSANTE. EM TURBIE A ÚNICA COISA QUE QUERÍAMOS VER ERA O TROFÉU DOS ALPES, QUE É O QUE SOBROU DE UM MONUMENTO ROMANO, É A CIDADE MAIS ALTA, MUITO BACANA. 23 – NICE ANDAMOS PELA PROMENADE DES ANGLAIS QUE É BEIRA MAR – A CATEDRAL RUSSA (A MAIS BONITA FORA DA RUSSIA) – HOTEL NEGRESCO – CASTLE HILL, EU SUBI DE ESCADA, MAS PRA QUEM QUER TEM ELEVADOR 1,10 € - VISITAMOS A VELHA NICE – E FIZEMOS UM PASSEIO DE BARCO, SAINDO ÀS 3 PM / DURA 1H – 16,50 € http://www.trans-cote-azur.co.uk/nice-promenade-cotiere.php#horaires NO SITE TEM A ROTA DO BARCO - PEGAMOS UM TREM PARA ARLES – 29 € - LEVA 3:43 HS. 24 – MARSEILLE – CASSIS - ARLES FOMOS DE TREM PARA MARSEILLE – 54 MINUTOS – 15,70 € - FOMOS ATÉ O CHATEAU D’IF, QUE INSPIROU A OBRA “O CONDE DE MONTE CRISTO” – BALSA PARA CHEGAR ATÉ A ILHA 10 € IDA/VOLTA , ENTRADA NO CASTELO 5,5 €– VISITAMOS TAMBÉM A NOTRE DAME DE LA GARDE 10 € - VELHO PORTO – CATEDRAL DE LA NOUVELLE MAJOR – E ANDAMOS PELA CIDADE QUE É LINDÍSSIMA. DE MARTSEILLE À CASSIS O TREM LEVOU 27 MIN – 9 € - O CENTRINHO DE CASSIS É PEQUENO, MAS MUITÍSSIMO AGRADÁVEL, MAS O BACANA LÁ MESMO É FAZER UM TOUR DE BARCO E VER AS PRAINHAS ESCONDIDAS - THE CALANQUES – BOAT TOUR NOS CALANQUES 3 CALANQUES 15 € - 45 MINUTOS - 8 CALANQUES 21 € - 1:30 HORAS – http://WWW.CALANQUES-CASSIS.COM VOLTANDO PARA ARLES – LEVA 1:47 – 20,30 € - O DIA ESTAVA ENSOLARADO E DECIDIMOS CONHECER ARLES NAQUELE FINAL DE TARDE – VISITAMOS A ARENA ROMANA, FORUM SQUARE, ST TROPHIME CHURCH E A VELHA ARLES. 25 – NIMES - AVIGNON FOMOS DE TREM PARA NIMES – 23 MIN – 8,40 € - VISITAMOS A ARENA, MAISON CARREE, TOUR MAGNE, VELHA CIDADE, SPRINGS OF NEMO, FOUNTAIN GARDEN E TEMPLE OF DIANA CASTELLUM PARTIMOS PARA AVIGNON – 28 MIN – 13,70 € - VISITAMOS O PARC DES ROCHERS DES DOMS – SCENIC SQUARE – PALACE OF THE POPES 13 € (COMBO TICKET COM ENTRADA PARA A PONTE QUEBRADA) POR UM PERÍODO, NESTE PALÁCIO O MUNDO TEVE DOIS PAPAS – PONT D’AVIGNON – SYNAGOGUE – TOWER OF PHILIP THE FAIR – ST. BENEZET BRIDGE. NESTE DIA AINDA TÍNHAMOS A CIDADE DE ORANGE PARA CONHECER, MAS A PREGUIÇA NOS EMPEDIU… ENTÃO VOLTAMOS PARA ARLES – 19 MIN – 7,30 €. MAS CASO VC QUEIRA IR ATÉ ORANGE, ELA FICA À 13 MIN DE AVIGNON E A PASSAGEM CUSTA 9,70 € LÁ VC PODE VISITAR A ARENA ROMANA E O ARCO DO TRIUNFO ROMANO. 26 – ST REMY – PONT DU GARD - UZÉS NESTE DIA PEGAMOS UM CARRO – COM A AUTOEUROPA POR 5 DIAS – 108 € - E PARTIMOS PARA ST REMY – 26 KM DE ARLES – É A CIDADE DE NOSTRADAMUS E ONDE VAN GOGH FICOU INTERNADO – VISITAMOS A CASA DE NOSTRADAMUS, ST PAUL MONASTERY E HOSPITAL, 4 € PARA ENTRAR NA CAPELA – E AS RUINAS DE GLANUM, UMA CIDADE ROMANA (TEM QUE PAGAR PARA VISITAR, MAS PERDI O INGRESSO, ERA EM TORNO DE 9 €). FOMOS PARA PONT DU GARD – 12 KM DE ST REMY - A SEGUNDA MAIOR CONSTRUÇÃO ROMANA, SÓ PERDENDO PARA O COLISEU POR 1.83 METROS DE ALTURA. ESTACIONAMENTO 15 € - MUSEU 7 € - http://WWW.PONTDUGARD.FR – ALUGUEL DE CANOAS 18 € / PESSOA, O PASSEIO DURA 2 HORAS – VALE MUITO A PENA, UM PASSEIO QUE VOCÊ NÃO VAI ESQUECER - MAS É BOM AGENDAR COM UM DIA DE ANTECEDÊNCIA. DE LÁ FOMOS PARA UZÉS – 52 KM – VISITAMOS OS JARDINS MEDIEVAIS (SÓ VALE A PENA PELA VISTA DA TORRE) 4 € - A CIDADE ANTIGA É MUITO GRACIOSA, VALE A PENA UMA CAMINHADA. 27 – LUBERON - CAMARGUE LUBERON - DE ARLES ATÉ A PRIMEIRA CIDADE DA REGIÃO DE LUBERON – 57 KM – NESTA MANHÃ VISITAMOS - ISLE SUR LA SORGUE – ROUSSILLION – JOUCAS – ST JULIEN BRIDGE – LACOSTE – MENERBES - MURS – GORDES - COUSTELLET – 60KM TOTAIS – AS CIDADES NESTA REGIÃO PEQUENAS, ANTIGAS, VALE MUITO A PENA CONHECER – A COR DAS CIDADES MUDA DEPENDENDO SO TIPO DE PEDRA E SOLO DA REGIÃO, ROUSSILLION É AVERMELHADA ENQUANTO OUTRAS CIDADES SÃO COR CRÈME/ACINZENTADAS. À TARDE PARTIMOS PARA A REGIÃO DE CAMARGUE – É UM PARQUE ONDE OS FLAMINGOS SE REPRODUZEM – SE VC PEGAR UM DIA DE SOL VALE MUITO A PENA, TEM ESTRADAS QUE SÃO ABERTAS SOMENTE PARA CAMINHADA/BICICLETA À BEIRA MAR. O CENTRINHO MESMO NÃO TEM NADA PRA FAZER, ESTE LUGAR É PRA QUEM GOSTA DE CAMINHAR E DE NATUREZA. 28 – RHONE – BAUX DE PROVANCE PELA MANHÃ FOMOS À REGIÃO VINÍCOLA – RHONE – FIZEMOS UM PERCURSO DE 50 KM ENTRE UMA CIDADE E OUTRA – VISITAMOS SEGURET, CRESTET, SUZETTE E GIGONDAS – SÃO MICRO CIDADES, EM UMA DELAS SÓ TINHA UM RESTAURANTE E UMA BARRAQUINHA, E VENDIA “TAPENADE” É UMA MISTURA FEITA COM AZEITONAS, NORMALMENTE, PRA VC COLOCAR EM CIMA DE FATIAS DE PÃO TORRADO, EXPERIMENTE, É MUITO BOM – SÓ VI ISSO NO SUL DA FRANÇA – APROVEITAMOS E FOMOS ATÉ ALGUMAS VINÍCOLAS, MAS DECIDIMOS PARAR NA “DOMAINE VARENNE” QUE ERA ONDE TINHAM VINHOS MAIS SUAVES – COMPREI UMA GARRAFA DE VINHO ROSE POR 4 €, E DEGUSTEI MUUUUITOS VINHOS DE GRAÇA. À TARDE FOMOS PARA A CIDADE DE BAUX DE PROVANCE – LINDÍSSIMA, FICA NO PICO DE UMA MONTANHA, TEM UM CASTELO COM ARTEFATOS MILITARES MEDIEVAIS, COMO CATAPULTAS, MUITO BACANA. E PRÓXIMO À CIDADE, ANTES DE CHEGAR NELA, ESTÁ ACONTECENDO UMA MOSTRA DE ARTE NAS CAVERNAS DA CIDADE, PINTURAS DE VÁRIOS ARTISTAS COMO MONET, CHAGAL, RENOIR… SÃO PROJETADAS NAS PAREDES E NO CHÃO DE UM ESPAÇO FECHADO, AS VEZES AS OBRAS PARECEM SE MEXER, SE CHAMA “CARRIÈRES DE LUMIÈRES” E ACONTECE ATÉ 5 DE JANEIRO DE 2014 – 16 € PARA VISITAR A MOSTRA DE ARTE E O CASTELO. AO ENTARDECER DIRIGIMOS PARA ALBI. 29 – ALBI – CAUNES MINERVOIS - MINERVE ALBI É UMA CIDADE CONSIDERAVELMENTE GRANDE, COM UM ESTILO….QUE LEMBRA O ALEMÃO… COM A ESTRUTURA DAS CASAS APARENTE – DIFERENTE DAS OUTRAS CIDADES DO SUL DA FRANÇA. AQUI VISITAMOS A CATEDRAL ST CECILE, A PRAÇA ST CECIL, A IGREJA ST SALVI E ATRAVESSAMOS A PONTE PARA TER A VISTA MAIS BONITA DA CIDADE. SE VC NÃO CONSEGUIR SE LOCALIZAR EM COMO ATRAVESSAR A PONTE, PERTO DA CATEDRAL TEM UM PONTO DE INFORMAÇÃO TURÍSTICA E ELES APONTAM EXATAMENTE O PONTO ONDE VC TEM QUE CHEGAR. FOMOS ENTÃO PARA CAUNES MINERVOIS – AQUI EU SÓ QUERIA VER O ABBEY DO SÉCULO 8 – NÃO É SEMPRE QUE VOCÊ SE ENCONTRA TÃO PERTO DE UMA CONSTRUÇÃO TÃO ANTIGA….. MAS NA MINHA OPINIÃO, ELE NÃO TEM UMA APARÊNCIA DO SÉCULO 8…. MAS ACHO QUE PRA QUEM VAI PRA ESSE LADO, VALE A PENA CONFERIR. MINERVE…. MICRO VILA QUE FICA DO OUTRO LADO DE UM VALE, PRA CHEGAR NELA, VC PASSA POR CANIONS COM UM RIO EMBAIXO, LINDA PAISAGEM. VOCÊ TEM QUE ESTACIONAR LONGE DA ENTRADA DA CIDADE, MAS VALE A PENA. DE UM LADO DO VALE AO OUTRO, A CIDADE É CONECTADA SOMENTE POR UMA PONTE, E É UMA GRAÇA…. O NEGÓCIO AQUI É MESMO PASSEAR PELA CIDADE MEDIEVAL E DERREPENTE VISITAR A VINÍCOLA. AINDA COM O CARRO, FOMOS PARA CARCASONNE. 30 – CARCASONNE – COLLIOURE AQUI EM CASCASONNE EU REALIZEI O MEU SONHO DE DORMIR DENTRO DA CIDADE MEDIEVAL…É MAIS CARO, MAS EU ACHEI QUE SERIA O MÁXIMO. ACORDAMOS CEDO E FOI ÓTIMO PASSEAR NA CIDADE MEDIEVAL, ANDAMOS POR CIMA DAS MURALHAS, FOMOS ATÉ A ENTRADA NARBONNE, IGREJA ST NAZAIRE, CHATEAU COMTAL 8 €. COMPREI EM UMA LOJINHA BALINHAS FEITAS DE VIOLETAS, UMA GRAÇA, NUNCA TINHA VISTO. AMEI A CIDADE. COLLIOURE FICA À BEIRA MAR, LINDA. É PEQUENA E AS ATRAÇÕES FICAM CONCENTRADAS NO CENTRO MESMO, SE PODE IR À PÉ POR TUDO. VISITAMOS O CHATEAU ROYAL 4 €, NOTRE DAME DES ANGES 1 €, CHEMIN DU FAUVISME E AS PRAIAS. AQUI LARGAMOS O CARRO E FOMOS PARA A ESPANHA – DIRIGIMOS ATÉ PERPIGNAN QUE ERA A CIDADE FRANCESA MAIS PRÓXIMA DA FRONTEIRA ONDE PODERÍAMSO DEVOLVER O CARRO E PEGAR O TREM ATÉ FIGUERES – PEGAMOS O ÚLTIMO TREM ÀS 7:16, LEVOU 24 MINUTOS – 9 €. 01 MAIO – FIGUERES – CADAQUÉS - COSTA BRAVA CEDINHO CAMINHAMOS PELA CIDADE, NÃO FOMOS AOS MUSEUS, MAS VALERAM AS POUCAS HORAS LÁ, PASSAMOS PELO MUSEU SALVADOR DALI FIZEMOS UMA VOLTA NA CIDADE. NÃO TEM MUITA COISA PRA VER LÁ. MAS A CIDADE É BEM AGRADÁVEL. PEGAMOS O CARRO COM A AUTOEUROPE POR MAIS 3 DIAS – U$ 87,00. PARTIMOS PARA CADAQUÉS, ONDE TINHAMOS RESERVAS PARA A CASA/MUSEU SALVADOR DALI – RESERVE COM BASTANTE ANTECEDÊNCIA – 11 € - VALE MUITO À PENA ESSE PASSEIO – DEPOIS DE VISITAR CADAQUES FOMOS VISITAR A CIDADE, QUE JÁ FAZ PARTE DA “COSTA BRAVA” – E COM O GPS PARTIMOS PARA AS PRAIAS – NESTA TARDE VISITAMOS BEGUR, SA TUNA, PALS, TAMARIU, LLAFRANC E CANADEL – DIRIGIMOS ATÉ “TOSSA DE MAR” PARA PASSAR A NOITE – E DE TODAS CIDADES QUE PASSAMOS POR LÁ, ESTA É A MELHOR DELAS PARA SE HOSPEDAR, TRANQUILA, MAS NÃO PARADA, TEM MUITOS RESTAURANTES E NÃO FASTFOOD, E MUITAS LOJINHAS PARA VER. 02 MAIO – COSTA BRAVA ESTE DIA FOI BEM TRANQUILO, NÃO ACORDAMOS TÃO CEDO, TOMAMOS UM CAFÉ MARAVILHOSO NO HOTEL – COM DIREITO A PRATO DE QUEIJOS E OUTROS PETISCOS FEITOS NA HORA. PASSAMOS A MANHÃ NESTA PRAIA, QUE É DELICIOSA. TEM UM CASTELO BEIRA MAR, NÃO É COBRADA ENTRADA, E DENTRO DAS MURALHAS TEM RESTAURANTES E LOJAS, ALÉM DAS RUINAS DE UMA IGREJA ETC. – FIZEMOS TAMBÉM UM PASSEIO DE BARCO ONDE FOMOS PARA UMA PRAINHA ISOLADA E VIMOS ALGUMAS CAVERNAS DA REGIÃO 11 € - http://WWW.FONDOCRISTAL.COM – NO HOTEL ELES DERAM UM CUPOM DE DESCONTO – DEPOIS PARTIMOS PARA VISITAR AS PRAIAS LLORET DE MAR, BLANES, CALLELA E FOMOS PARA BARCELONA, ONDE DEVOLVEMOS O CARRO 03 MAIO – BARCELONA COMPRAMOS T10 CARD – 7.70 € QUE TE DÁ ACESSO À 10 VIAGENS DE TREM SE VC COMPRA INDIVIDUALMENTE ELAS SAEM POR 1.35 € - VISITAMOS A CATEDRAL DE BARCELONA 5 € - PLAÇA DEL REI – CITY HISTORY MUSEUM 6 € - ROMAN TEMPLE – PLAÇA DE SANT JAUME – PICASSO MUSEUM 11 € - CHURCH OS SANTA MARIA DEL MAR – PASSAMOS NA FRENTE DA CASA MILÀ E DA PEDREIRA E CAMINHAMOS PELA RAMBLAS 04 MAIO – BARCELONA - MONTSERRAT INDO PRARA O MOSTEIRO - MONTSERRAT – 19 € TOTAL - TRENS PARTEM À CADA MEIA HORA DA PLAÇA DÉSPANYA – PEGUE O METRO PARA ESPANYA – SIGA OS SINAIS PARA O TREM FGC ESTAÇÃO SUBTERRÂNEA – PROCURE O TREM DA LINHA R5 DIREÇÃO MANRESA – PARTEM AOS 36 MINUTOS DE CADA HORA – (DAQUI VC TEM DUAS OPÇÕES, PEGAR O SEGUNDO TREM OU PEGAR A CREMALERA (BONDINHO/FUNICULARE) – EU FUI DE CREMALERA PORQUE A VISTA É INESQUESSÍVEL) – DESÇA NA ESTAÇÃO MONISTROL DE MONTSERRAT SE VC QUISER PEGAR A CREMALERA QUE TE LEVA ATÉ O MONASTÉRIO (VC TEM QUE DECIDIR SE PEGA TREM-TREM OU TREM-CREMALERA AINDA EM BARCELONA QUANDO COMPRA A PASSAGEM) – http://WWW.CREMALLERADEMONTSERRAT.COM – PARA VOLTAR, A CREMALLERA PARTE À CADA 15 MINUTOS E O TREM PARTE DA ESTAÇÃO DE MONISTROL DE MONTSERRAT À CADA 44 MINUTOS DE CADA HORA – ÚLTIMA SAÍDA DO MONASTÉRIO ÀS 18:15 – CHEGANDO LÁ VISITAMOS A BASILICA – FIZEMOS O CAMINHO ATÉ A COVA SAGRADA. VOLTANDO PARA BARCELONA, APROVEITAMOS PARA IR ATÉ AS PRAIAS E PASSAR UM TEMPO LÁ E CAMINHAR PELO PORTO. A NOITE VISITAMOS AS FONTES MÁGICAS – LINDO. 05 MAIO – BARCELONA HOJE TINHAMOS INGRESSOS PARA ASSISTIR O BARÇA JOGAR ENTÃO FOMOS ATÉ O ESTÁDIO PEGAR O INGRESSOS – DEPOIS FOMOS À SAGRADA FAMILIA 19.30 € (COMPRAMOS NA INTERNET – BASILICA + VISITA À TORRE) – PASSAMOS NA FRENTE DO CATALAN CONCERT HALL – CATALAN ART MUSEUM – COLUMBUS MONUMENT – PARQUE GUEL E FOMOS À FUNDAÇÃO JOAN MIRO 8 €. FINALZINHO DE TARDE ESTÁVAMOS NO HOTEL PRA LARGAR AS COISAS E IRMOS AO JOGO. 06 MAIO – IBIZA COM A PASSAGEM DE AVIÃO BARATINHA, APROVEITAMOS PARA CONHECER A ILHA – O NOSSO VÔO SAIU ÀS 7:55 AM E CUSTOU 41 € PELA VUELING – E A VOLTA SAIU POR 46 € PELA RYANAIR (PARA ESTA EMPRESA – NÃO ESQUEÇA DE FAZER O CHECK IN ONLINE E IMPRIMIR O TICKET – É OBRIGATÓRIO – SE VC NÃO FIZER ELES COBRAM 70 EUROS POR BILHETE QUE TIVER QUE SER EMITIDO NA HORA) – LÁ EU JÁ TINHA ALUGADO UMA SCOOTER 32 € - VISITAMOS EIVISSA QUE É A CAPITAL E TEM UMA CIDADE HISTÓRICA, MUITO GRACIOSA – DEPOIS PASSAMOS O DIA INTEIRO ENTRE PRAIAS – VISITAMOS CALA D’HORT – CALA VEDELLA – CALA MOLI (AQUI É LEGAL PRA MERGULHAR) – CALA TARIDA – CALA CONTA E CALA BASSA – MUITAS PRAIAS SÃO DESERTAS ENTÃO VOU INDICAR AS QUE EU FIZ LANCHE E OS RESTAURANTES – ALMOCEI EM CALA VEDELLA NO “CANA SOFIA” COMEMOS TAPAS – E JANTAMOS EM CALA CONTA NO SUNSET ASHRAM – BELÍSSIMA VISTA DA PRAIA. PRA QUEM QUISER AQUI VAI UMA DICA – SE VC QUISER VC PODE DE IBIZA PEGAR UM FERRY PARA FORMENTERA QUE É A ILHA LOGO AO LADO, CUSTA 9.50 € ADULTO E 4.74 € CRIANÇAS – http://WWW.AQUABUSFERRYBOATS.COM . 07 MAIO – BARCELONA - CASA O NOSSO VÔO DE VOLTA ERA SÓ AO MEIO DIA ENTÃO ACORDAMOS CEDINHO E FOMOS TOMAR CAFÉ NO MERCADO PÚBLICO E CAMINHAR UM POUQUINHO PELA RAMBLAS – APROVEITEI E COMPREI TEMPERO PARA PAELLA LÁ – 2 € / 100 GRAMAS. VOLTAMOS PARA O HOTEL, PEGAMOS AS MALAS E FOMOS ATÉ A PLAÇA ESPANYA PARA PEGAR O AEROBUS PARA O AEROPORTO – PARTEM À CADA 6 MINUTOS – DAS 5:30 AM ÀS 12:15 PM – 4.25 € - TRAJETO 30 MINUTOS + OU -. HOTÉIS NICE SAINT GOTHARD NICE – 20 RUE PAGANINI – NICE 06000 - 0033(0)4 93 88 13 41 http://www.hotelsaintgothard.sitew.com/#Nous_joindre_Contact_.D – 55 € / NOITE – 250 METROS DA ESTAÇÃO ARLES LE REGENCE – 500 METROS DA ESTAÇÃO – 5 RUE MARIUS JOUVEAU – 13200 – 33 0 490963985 – 60 € / NOITE- OFERECE BIKE RENTAL 7€ POR MEIO DIA OU 10 € O DIA INTEIRO ALBI LOGIS SAINT CLAIR– 8 RUE SAINT CLAIR - 81000– 50 € / NOITE CARCASONNE LES LICES – 3 RUE RAYMOND ROGER TRENCAVEL – 04 68723407 – http://WWW.BLASCO.FR - 80 € / NOITE – DENTRO DA CIDADE MEDIEVAL FIGUERES HOTEL RAMBLA – RAMBLA 33 – FIGUERES – 176000 – 78 CAD / NOITE – 700 METROS DA ESTAÇÃO DE TREM TOSSA DE MAR – COSTA BRAVA HOTEL DIANA – PLACA D’ESPANYA 6 – TOSSA DE MAR – 17002 – 85 CAD / NOITE – 0034 972 34 18 86 – PASSAR A MANHÃ NA PRAIA – http://WWW.HOTELESDANTE.COM/ES/HOTEL-DIANA-TOSSA-DE-MAR - BARCELONA SERCOTEL ABBOT BARCELONA – AVINGUDA ROMA 23 – 08029 – 87 CAD / NOITE – 500 METROS DA ESTAÇÃO – 934300405 – http://WWW.HOTELABBOTBARCELONA.COM DICAS, GASTOS E ETC BARCELONA – EU ESCUTEI QUE BARCELONA ERA A CIDADE ONDE TINHA MAIS BATEDORES DE CARTEIRA, E CREIO QUE POSSA REALMENTE SER. NO METRO, POR VÁRIAS VEZES VI PESSOAS GRITAREM “LADRÃO” – E EM UMA NOITE, AO VOLTAR DE UM JANTAR NA RAMBLAS, TENTARAM LEVAR O QUE TINHA NO BOLSO DO MEU MARIDO ENQUANTO ESTÁVAMSO NA ESCADA ROLANTE – COMO SEMPRE ANDAMOS PREVENIDOS, O CARA “QUASE” LEVOU O NOSSO MAPA, O MEU MARIDO PERCEBEU QUANDO O CARA TENTOU, DISCRETAMENTE, COLOCAR DOIS DEDOS DENTRO DO BOLSO LATERAL DA CALÇA DELE. VOU ESCREVER NOVAMENTE ALGUMAS DICAS QUE ESTÃO NO MEU OUTRO ROTEIRO, PORQUE ACHO IMPORTANTE. EU FIZ UM ROTEIRO MUITO DETALHADO, QUE TIVE COMIGO POR TODA A VIAGEM, COM MINIMAPAS JUNTO PARA CHEGAR DAS ESTAÇÕES ATÉ OS HOTÉIS, E MAPAS DAS CIDADES, TELEFONE E SITE, POIS VC NUNCA SABE QUANDO VAI TER UM CONTRATEMPO E EM UMA VIAGEM LONGA E CARA, NÃO CUSTA GASTAR UM TEMPINHO PRA SE ORGANIZAR BEM. A MINHA MOCHILA PESAVA + OU - 5 KILOS…. FORA O QUE EU ESTAVA VESTINDO, LEVEI UMA CALÇA PRETA, 8 CAMISETAS, 4 PARES DE MEIAS, UMA CAPA DE CHUVA DE PLÁSTICO VAGABUNDINHA, SHAMPOO E CONDICIONADOR EM BARRA, DESODORANTE, UM CHINELO LEVE (180 GRAMAS), NÃO HAVAIANAS QUE SÃO PESADAS, “T” PRA TOMADA, (PESQUISE SOBRE O TIPO USADO PARA CADA PAÍS QUE VC FOR) SEMPRE TENHO DUAS BATERIAS NA CÂMERA E DOIS CARTÕES DE MEMÓRIA, ESCOVA DE CABELO, 1 MOLETON LEVE, BONÉ, UMA GARRAFA DE ÁGUA REUTILIZAVEL, A MINHA PAGUEI 10 REAIS, E JÁ USO POR 3 ANOS, ECONOMIZAMOS EM ÁGUA ATÉ AGORA, APROXIMADAMENTE 132 € PELOS MEUS CÁLCULOS, DOIS “SPORKS” (GARFO + FACA + COLHER) AJUDA A ECONOMIZAR NA COMIDA, VC PODE COMPRAR NO MERCADO ALGO PRONTO, COMO SALADA, IOGURTES E COMER NO HOTEL POR EXEMPLO, ISSO COMPRAMOS NO REINO UNIDO, MAS VI PARA VENDER EM OUTROS LUGARES, CUSTA + OU - 4 REAIS – DOIS COPOS DE CILICONE RETRÁTEIS, NÃO SE DANIFICAM FACILMENTE E FACILITAM A VIDA - ROUPAS ÍNTIMAS, PARAFERNALHA ELETRÔNICA, EXTENSOR PARA TIRAR FOTOS – 30 REAIS - ESSE ÍTEM NÃO É MUITO NECESSÁRIO, MAS PRA MIM É ÓTIMO – SABE QUANDO NÃO TEM NINGUÉM PARA TIRAR A FOTO DE VCS DOIS NAQUELA PAISAGEM LINDA?! ESSA BUGIGANGA AJUDA NESSAS HORAS. PESEI TUDO QUE FOI NELA, E ISSO FEZ MUITA DIFERENÇA NO FINAL…. E O BOM QUE NÃO NOS FALTOU NADA, O QUE EU LEVEI FOI PELO QUE EU LI DURANTE MINHA PESQUISA E APRENDIZAGEM COM AS NOSSAS EXPERIÊNCIAS. NESTA VIAGEM DECIDIMOS AO INVÉS DE LEVAR DUAS MOCHILAS, LEVAR UMA MALA PEQUENA, TAMANHO QUE VAI DENTRO DO AVIÃO. FICA PRATICAMENTE A MESMA QUANTIDADE QUE FICA EM UMA MOCHILA, E NÃO É DIFÍCIL DE CARREGAR. NA VOLTA, COMPRAMOS ALGUMAS COISAS, COMO VINHO, QUE NÃO PODERIAM IR DENTRO DO AVIÃO, E NA MALINHA PODEMOS DESPACHAR. PRA GENTE FOI UMA BOA TROCA. EU SEMPRE CALCULO 40 € PARA ALIMENTAÇÃO POR DIA PARA DUAS PESSOAS. EM UMA VIAGEM, PEGAMOS A PASSAGEM POR PONTOS DO CARTÃO, EM OUTRA, PEGAMOS OS HOTÉIS…. ACHAMOS QUE OS HOTÉIS VALERAM MAIS, PELO MENOS PARA NÓS. MAS VAI A DICA PRA QUEM USA PONTOS, AVALIE AS SUAS OPÇÕES. SEI QUE FICAR EM UM HOTEL BARATO É PRIORIDADE PARA A MAIORIA, PRA MIM TB, MAS ESCOLHAM UM HOTEL BARATO PERTO DAS ESTAÇÕES, IMAGINE VC NUMA CORRERIA, SE ATRASOU ETC, SE O HOTEL FOR BEM LOCALIZADO, AJUDA MUITO. E VERIFIQUE OS HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO DOS HOTÉIS PARA EVITAR TRANSTORNOS E ESPERAS. E OUTRA COISA... EU TENHO FILMES DE MUITOS LUGARES, FRANÇA, ESPANHA, SUIÇA ETC, DO RICK STEVES, QUE É UM ESCRITOR DE LIVROS DE VIAGENS, EU GOSTO MUITO, ME AJUDA COM DICAS E NOCÃO DE ESPAÇO. CASO ALGUÉM QUEIRA POSSO ENVIAR. ESPERO TER AJUDADO.... E BOA VIAGEM PRA
  50. 1 ponto
    Vlw pelas respostas. Voltei semana retrasada do Pico da Bandeira e foi um experiência muito maneira. No dia em que fui, estava um vento muito forte no cume. Até os veteranos falaram que nunca tinham pegado ventos assim, mas foi uma experiência fera presenciar a força da natureza. Passei pouco frio, até que as roupas deram conta do recado. Vlw pelas dicas!
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