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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 27-06-2019 em todas áreas

  1. 2 pontos
    Mais uma vez vou dar um pitaco. Minha primeira bota foi uma Finisterre (Nômade), comprada em 2011. Bota excelente. Macia, confortável, durável, bom "agarre" tanto em pedra quanto em lama. Boa impermeabilidade. Foi ressolada. Ainda tenho ela só que quase não uso mais. De vez em quando para trabalhar. No começo de 2013 comprei uma Salomon Mid GTX. Também muito boa, porém não tinha a mesma aderência que a Finisterre. Escorregava principalmente em rocha se tivesse aquele pozinho por ciima. Usei bastante. Em várias travessias, subidas de montanha, caminhadas, etc. Foi para doação no fim do ano passado. No começo de 2016 eu ia para Torres del Paine e decidi que compraria uma bota nova. A Nômade tinha virado Vento e estava tendo muita reclamação das botas, a Finisterre no meio. Principalmente quanto a sola ficar descolando e outras coisas. Me falaram da La Sportiva. Andei lendo e me pareceu que valeria a pena. Achei ela bem cara. mais de 650 paus, mas assim mesmo comprei uma e fui para Torres del Paine com ela. Boa bota também, mas não tinha a mesma aderência da Finisterre, parecia mais dura no pé. Mas usei ela bastante depois disso. Pico Paraná, Pico Agudo, etc. Em setembro do ano passado ela foi minha companheira por mais de 420 Km de pernada. Caminho da Fé, Pedra do Baú, Serra Fina, Agulhas Negras e Prateleiras. Ela tava bem judiada e eu decidi comprar uma outra agora em maio, pois tava querendo ir de novo pra Lapinha-Tabuleiro. A loja Orientista estava com uma promoção boa na bota Finisterre e eu comprei uma. Essa agora não é de couro, é do tal de Nanox. A bota parece que já vem amaciada. Você coloca ela no pé e fica confortável, macia. Usei ela uns dias para trabalhar, antes de ir pra Minas Gerais. Fui para a travessia. dei mais umas pernadas por lá. Uns 75 Km de trilha e montanha no total. Nenhuma bolha, nenhum desconforto. Praticamente nenhum escorregão, derrapada. Estou muito satisfeito com ela. Vamos ver quanto a durabilidade, mas as primeiras impressões são de que vai durar bastante. Paguei 409 reais (em 2019) na bota e acho ela bem melhor que a La Sportiva de 660 reais (em 2016).
  2. 1 ponto
    Vou para a Expo-Canabis de 2019 no Uruguay e gostaria de juntar a galera. Quem quiser ajudar a organizar e juntar informações sobre o evento pode me adicionar no Whatsapp, (011) 9 7237-0100 O evento está programado para ocorrer nas datas de 06/12/2019 a 09/12/2019
  3. 1 ponto
    Olá, Estou a procura de malucas, malucos, rsrsrs, sem medo da vida, com idade acima de 50, mais ou menos, que já viveram o que a sociedade acha "normal" ou que sempre viveram o que a sociedade acha "anormal", que vivem pelas estradas desse Brasil e América do Sul, morando em Van Home, Motor Home e etc. vendendo artesanato, oferecendo serviços, com "passagem só de ida" e que estejam afim de mais uma companhia. Estou com 54 anos, porém a alma quer realizar esse desejo. Alguémmmmmmmmmmmmmm..... Simmmmmmmm
  4. 1 ponto
    VIAGEM JUNHO/219!!! OLÁ PESSOAL, VOU RESUMIR UMA VIAGEM QUE FIZ DE CAXIAS DO SUL A BARILOCHE E MENDOZA (total 7.500km) FOI EU E MINHA ESPOSA NUMA CAMIONETE FRONTIER DIESEL 4x4. HOTEIS EM BARILOCHE e MENDOZA FIZ DIRETAMENTE PELO SITE DO HOTEL, QUE ESTÃO MAIS EM CONTA QUE RESERVAR PELO BOOKING. O RESTANTE DO PERCUSSO IRIA PARANDO CONFORME CONSEGUIA PERCORRER ANTES DE ANOITECER. NESSA EPOCA O DIA AMANHECE POR VOLTA DAS 9hrs E COMEÇA ESCURECER AS 18hrs. CARTA VERDE C/PORTO SEGURO R$ 124,82 (15 DIAS) SOAPEX QUE FIZ DIRETAMENTE NA ADUANA ARG./CHI R$ 50,00 (10 DIAS QUE É O MINIMO) O RESTANTE DA DOCUMENTAÇÃO SÃO SEMPRE AS MESMAS CNH, CARTEIRA DE MOTORISTA, IDENTIDADE ATUALIZADA (EM NENHUM MOMENTO DA VIAGEM NOS PARARAM OU PEDIRAM A CARTA VERDE E A SOAPEX) MAS VAMOS AO RELATO! 01/06/19 – Caxias a Paso de Los Libres - 749km Saímos as 8:30 e chegamos as 17:30h Diesel S10 Shell/Alegrete R$ 3,80l Pedágio Boa Vista do Sul R$ 7,00 Pedágio Cruzeiro do Sul R$ 7,00 Pedágio Venâncio Aires R$ 7,00 Libres Cambio R$ 1,00 = AR$ 10,00 (único da cidade) Kit Viagem AR$ 1000,00 (extintor, triangulo, cambão, kit 1º socorros e adesivo 110) Hotel Casino Rio Uruguay AR$ 2.500,00 (muito bom!!!) 02/06/19 – Paso de Los Libres a Nueve de Julio - 861km Saímos as 9:00 e chegamos as 19:00h Diesel Infinia 10 YPF/Concepción del Uruguay AR$ 52,72l Pedágio Piedritas AR$ 80,00 Pedágio Yeruá AR$ 80,00 Pedágio Colônia Elía AR$ 80,00 Pedágio Zarate AR$ 100,00 Pedágio Solis AR$ 15,00 Pedágio 9 de Julio AR$ 45,00 Hotel Cla Lauquen AR$ 2.350,00 (bom!!) 03/06/19 – Nueve de Julio a Neuquén - 912km Saímos as 9:00 e chegamos as 20:00h Diesel Infinia 10 YPF/Nueve de Julio AR$ 51,77l Pedágio Trenque Launquen AR$ 70,00 Diesel V-Power Nitro Shell/Chacharramendi AR$ 47,39l Hotel Del Rio Cipolleti AR$ 3.100,00 (Ótimo!!!!) 04/06/19 – Neuquén a Bariloche - 436km Saímos as 9:00 e chegamos as 15:00h Diesel Infinia 10 YPF/Piedra del Águila AR$ 50,21l Hotel Tirol AR$ 14.900,00 p/5 dias (Muito Bom!!!) 05/06/19 – Passeio Circuito de Chico e Cerro Otto - 79km Saímos as 10:00 e chegamos as 15:00 Teleférico Otto (fechado, muito vento) Teleférico La Campiña (fechado, muito vento) Caminhar pela cidade Erni Cambio R$ 1,00 = AR$ 10,30 (melhor cotação que encontrei) 06/06/19 – Passeio Cerro Catedral - 40km (o melhor de todos!!!!) Saímos as 10:00 e chegamos as 18:00 Teleférico p/2 pessoas AR$ 1.250,00 (neve e temperatura 2°) Aluguel de Roupas p/2 pessoas AR$ 1.500,00 (calça, casaco, luvas e botas impermeáveis) 07/06/19 – Passeio 7 lagos/San Martin de Los Andes - 384km Saímos as 10:00 e chegamos as 19:00 Villa La Angostura (muito parecido com Gramado/RS) San Martin de Los Andes (1200 de altitude, neve e temperatura 0°) Diesel Infinia 10 YPF/San Martin de Los Andes AR$ 50,21l 08/06/19 – Passeio Cerro Tronador - 305km Saímos as 10:00 e chegamos as 18:00 Ingresso para o parque p/2 pessoas AR$ 800,00 (40km estrada de chão horrível) 09/06/19 – Bariloche a Buta Ranquil - 665km Saímos as 10:00 e chegamos as 19:30h Diesel Infinia 10 YPF/Bariloche AR$ 50,21l Ruta 40 (paisagens muito bonitas, começa a se ver as cordilheiras com muita neve!!!) Diesel Infinia 10 YPF/Las Lajas AR$ 43,00l Vulcão Tromen Hotel El Porton AR$ 2.000,00 (Razoável!!) 10/06/19 – Buta Ranquil a Mendoza - 648km Saímos as 9:30 e chegamos as 17:00h Ruta 40 de Ranquil del Norte a Bardas Blancas (78km estrada de chão boa, mas muita poeira) Diesel Infinia 10 YPF/Malargüe AR$ 44,45l Hotel Fuente Mayor AR$ 15.000,00 p/5 dias (Muito Bom!!!) 11/06/19 – Passeio Vinícolas (www.busvitivinicola.com) Saímos as 14:15 e chegamos as 19:00 (pelos comentários do pessoal do hotel o dia inteiro é cansativo) Passeio pela cidade de manhã Cambio Express R$ 1,00 = AR$ 10,80 (melhor cotação que encontrei) Ônibus p/2 pessoas AR$ 1.800,00 Bodega Norton p/2 pessoas AR$ 660,00 (visita/degustação, 3 provas) Bodega Renacer p/2 pessoas AR$ 700,00 (visita/degustação, 3 provas) 12/06/19 – Passeio Aconcágua e Caracoles Los Andes - 562km Saímos as 9:00 e chegamos as 20:00 Diesel Infinia 10 YPF/USPALLATA AR$ 48,18l Parque Aconcágua p/2 pessoas AR$ 400,00 (não conseguimos fazer o tour de 2km até o vale, estava nevando muito) Cristo Redentor de Los Andes (10km de estrada de chão, só abre no verão) Túnel das Cordilheiras (5km extensão) Cambio Aduana R$ 1,00 = CH$ 150,00 Ski Portillo (começa a descida de 25km, espetacular!!!) Los Andes (começa o retorno para Mendoza, nessa época a aduana fecha as 19:30h) 13/06/19 – Passeio Vinícolas Saímos as 14:15 e chegamos as 19:00 Passeio pela cidade de manhã Ônibus p/2 pessoas AR$ 1.800,00 Bodega Trapiche p/2 pessoas AR$ 770,00 (visita/degustação, 3 provas) Bodega La Rural p/2 pessoas AR$ 580,00 (visita/degustação, 3 provas) 14/06/19 – Passeio Vinícolas Saímos as 14:15 e chegamos as 19:00 Passeio pela cidade de manhã Ônibus p/2 pessoas AR$ 1.800,00 Bodega Chandon p/2 pessoas AR$ 640,00 (visita/degustação, 3 provas) Bodega Casarena p/2 pessoas AR$ 600,00 (visita/degustação, 4 provas) 15/06/19 – Mendoza a Pozo del Molle - 716km Saímos as 9:30 e chegamos as 18:00h Diesel Infinia 10 YPF/Las Catitas AR$ 46,16l Pedágio La Paz AR$ 80,00 Pedágio Desaguadero AR$ 115,00 Pedágio La Cumbre AR$ 50,00 Pedágio Sampacho AR$ 80,00 Diesel V-Power Nitro Shell/Pozo del Molle AR$ 52,09l Hotel Del Centro AR$ 1.500,00 (Bom!!) 16/06/19 – Mendoza a Paso de Los Libres - 686km Saímos as 9:30 e chegamos as 16:30h Diesel Infinia 10 YPF/El Pingo AR$ 52,72l Pedágio Franck AR$ 80,00 Hotel Casino Rio Uruguay AR$ 2.500,00 (muito bom!!!) 17/06/19 – PASO DE LOS LIBRES a CAXIAS - 748km Saímos as 10:30 e chegamos as 20:00h Diesel S10 Ipiranga/Alegrete R$ 3,50l Pedágio Venâncio Aires R$ 7,00 Pedágio Cruzeiro do Sul R$ 7,00 Pedágio Boa Vista do Sul R$ 7,00 Espero ter ajudado, qualquer dúvida estou à disposição.
  5. 1 ponto
  6. 1 ponto
    Juliana, estamos falando de Bariloche, saio dia 13 e chego dia 15. Esse do Atacama deve ser show o road trip tbm, manda aí seu relato pós viagem, quem sabe próximo ano faço esse tbm, abraços.
  7. 1 ponto
    Que bacana, sairemos de São Miguel Arcanjo interior sul de SP em 3 carros com 4 pessoas cada;Toyota Corolla, Volkswagen Virtus e Hyundai HB20 sedã. Quem sabe não nos encontramos por lá. Não precisa das placas de velocidade na Pajero, abraços.
  8. 1 ponto
    @Luka Izzo @Luka Izzo Obrigada pelas dicas! Estou indo para Israel final de Julho/Agosto. Pretendo fazer por conta própria.
  9. 1 ponto
    Esse como é muito fino não sei se da certo. Mas eu no meu thermarest neoair uberlite faço o seguinte. Encho ele até ficar relativamente duro. Deito em cima de costas já com o saco de dormir e espero ele esquentar um pouco. O ar esquenta e dilata um pouco e fica mais duro. Aí viro de lado e testo o conforto. No geral abro a válvula um mínimo até esvaziar um pouquinho e chegar no conforto pleno.
  10. 1 ponto
    Viajar com o outro é só combinar o mesmo destino ao mesmo tempo. Geralmente os viajantes iniciam contato por aqui depois se comunicam por fora do site, da forma como escolherem. Há casos em que compensa rachar despesas, por exemplo, tem uma moça procurando cia pra rachar um cruzeiro no Alaska que só vende passagem pra par. Em outros casos cada um está independente, ficando em hosteis cada um paga o seu, só querem cia! Cada caso é um caso. Tem várias pessoas todos os dias em busca de companhia de viagem, inclusive pra Colômbia, é só ficar de olho e ver se as datas batem e conversar com a pessoa.
  11. 1 ponto
    Sim, pros padrões de chuvas do nosso país o recomendado é algo entre 1.500 e 2.500. Acima disso é mais para extremos mesmo. Vc notou que na frente o sobreteto forma uma "pontinha" ne? É uma vareta extra que atravessa a barraca por cima e forma um telhadinho com a lona, fica bem difícil entrar água de chuva por ali, a menos, e somente a menos que o vento jogue toda a chuva na direção da porta, rs. Eu tenho uma Venus da Guepardo que usa o mesmo princípio, e nunca tive problema com infiltração. Mas concordo com o review do tocandira, gosto muito do blog, rs. A possibilidade existe? Existe, mas é bem difícil
  12. 1 ponto
    Que tipo de informações? O forte da Croácia são as praias como Hvar. Tem a região de Dubrovnik se você for fan de paisagens e tem a capital Zagreb que curti muito... achei aconchegante, mas no mês de Agosto fica caidassa porque a galera da cidade desce para o litoral. O que vai definir seu rumo na Croácia é a época do ano em que vai viajar. Os preços são em conta... mas na região das praias no verao da uma inflacionada basica...mas nada que chegue perto de uma Saint Tropez, Ibiza ou Saint Bath...
  13. 1 ponto
    Vamos lá... Amsterdam: A Escape é uma das mais tops. Tem na região de Leidseplein a Bourbon Street com musica ao vivo todos os dias, a Melkweg com shows de atrações famosas (porem tem que comprar com muita antecedência o ingresso + membership... entra no site deles e acompanha a agenda), tem a Paradiso ( tem que ver a programação, rolam eventos GLS também a depender do dia... na verdade isso é bem comum na cidade... muitas casas tem noites solo boys, solo girls, shemale, etc...). Na região de Amsterdam-Noord tem a De Shelter que é muito famosa. Tem a De School que salvo engano é 24 hrs. Tem a De Clayre que é muito famosa também. As três regiões da cidade point de vida noturna são Leidseplein (bastante turistico), Rembrandtplein e De Pjip (fala-se de paip)... Tema a De Lellebel se você curte stand up comedy e musicais com drag queens... Paris: Não conheço muito a fundo a cena noturna. A vida parisiense é diferente de tudo (rs)... eles curtem muito os rooftops e os bares de coqueteis... nesse segmento tem o Le Pechoir que é muito famoso e fica no 11º, além desse tem duas filiais uma no Le Marais e a outra não sei kkk. Para dançar em um lugar da "onda" (Blanche... como dizem eles), tem a Lavomatic que fica próxima a Place de la Republique (a primeira vista é uma lavanderia... mas em uma das maquinas tem uma passagem "secreta" que dá acesso ao bar. Tem a New Morning que é uma casa de jazz com som ao vivo (tem que reservar com antecedência). Por fim tem o Batofar, um barco ancorado no Senna onde rola uma balada bem conhecida. No mais tem a região da Oberkamp (uma rua que liga Republique a Bastille com muitos bares e restaurantes, na região de Bastille tem a rua Rokette e no centro tem o Quartier Latin e a famosa rua La Huchette. Bruxelas so tenho como indicar a Grand Place para ver o show de luzes e o bar Delirium... não curti noite por la. Na cidade de Ghent tem uns lugares interessantes...
  14. 1 ponto
    Oi Diego, tudo bem? Esta é uma questão muito particular, de cada casal. Eu tenho um casal de amigos que nunca viajam juntos, rs. Ela é médica e ele professor, ambos tem férias amarradas, então combinaram de não se prender a isso, pois seria muito difícil os dois tirarem férias juntos. Eu e meu marido sempre fizemos bater férias, mas eu tenho mais flexibilidade, e teve um ano que ele só conseguiu tirar um período pra uma viagem mais longa (30 dias), e eu, como tenho banco de horas acabei viajando sem ele, pra uma outra viagem além da mais longa, mas com meu filho. Foi uma viagem curta, de uma semana, mas eu detestei. Faltava uma parte de mim. Ele é muito meu parceiro de vida e mochila, senti muita falta. Já viajamos tb duas vezes sem nosso filho... da primeira vez sofremos bastante, da segunda vez foi tranquilo, pq ele já tá bem maior e ele que não quis ir, rs. Pode ser que se eu viajasse de novo sozinha, sem a família, sofresse menos. Quando eu era solteira eu viajei várias vezes sozinha, mas é outro esquema. Hj eu divido a vida com meus meninos, pensar em não dividir uma viagem não me deixa animada. A gente viaja sozinho a trabalho, meu filho viaja com a escola, e tudo certo, mas de férias não gostamos de separar, nem ele que ficou, nem nós que fomos. Como vc se sente? É assim que vc vai se decidir. Vc tem 3 opções: 1 - esperar as próximas férias e planejar em família; 2 - viajar, mas talvez uma viagem mais curta incluindo seus filhos; 3 - ir sozinho.
  15. 1 ponto
    Vc pode ver se tem voo desde Calama para Lapaz ou ir por terra, rumo a Oruro... não vai ter nada direto e são mais de 1000km! Vai ter que procurar trecho a trecho! Outra coisa é contratar um passeio desde o Atacama para Uyuni e ficar lá no fim, de lá vc consegue chegar mais fácil em La Paz.
  16. 1 ponto
    Ele é bem fino 5cm se não me engano logo é ruim para quem dorme de lado. Ele não é indicado para isso. Devia ter investigado um pouco mais antes. Para reduzir esse desconforto tente inflar mais ele deixando mais duro ou coloque alguma roupa debaixo do isolante na altura dos joelhos. Para quem dorme de lado ideal é ter 6,5cm de espessura no mínimo.
  17. 1 ponto
    beatrizz, em abril fez 3 anos que voltei de Torres del Paine. Também fiz o circuito completo. Até hoje, de vez em quando, eu me vejo sonhando que ainda estou lá. Eu durmo pensando em amanhã ir até o Glaciar Grey. Eu sonho que estou subindo para as Torres, ou no mirador Britânico. Torres del Paine nunca mais sairá de dentro de quem lá esteve.
  18. 1 ponto
    Se não der pra mudar depois viaja com os dois passaportes...
  19. 1 ponto
    Tem a possibilidade de me adicionar? 34984305075
  20. 1 ponto
    Salve Camila. A esse valor fica difícil investir em uma que não seja quechua, rs. As marcas boas realmente custam caro! Mas vc olhou direitinho o acervo da decathlon? Pq existem mochilas de 40 ou 30 litros também (embora contraditoriamente custem mais caro que a forclaz 50L, então é um dilema). O que poderia estar sugerindo é: vc comprar uma mochila de 20 litros e embarcar com ela como item pessoal (as companhias deixam claro isso), e jogar o excesso da mochila principal lá. Essa forclaz só peca na altura, se for comparar com as medidas do gabarito, é só não levar uma casa inteira dentro dela (apesar de que mulher leva bem mais itens pessoais que homem, é um problema complicado). Segundo relatos de amigos que viajaram recentemente, apesar do rigor aumentado, eles prestam mais atenção em quem realmente dá a impressão de estar levando excessos. Enfim, é uma sugestão. Pq essa mochila por si só já é ótima opção em termos de custo-benefício.
  21. 1 ponto
    Há aqueles que ainda não tiveram a oportunidade divisora de águas que é subir uma montanha. Para esses eu digo: vá! Para aqueles que já experimentaram compartilho alguns sentimentos, ao ler, lembre da sua última ida a montanha e reviva as memórias.. Quando me perguntam o porque de viajar horas pra depois caminhar horas, levando mais de 10 kg nas costas, em terrenos desafiadores, só pra chegar no topo do morro.. Fico sem ter uma resposta prática e auto explicativa. Pois eu mesma estou no processo de compreender as dimensões do meu ser que são "movimentadas" com tudo que acontece durante uma missão de montanhismo ou trekking. Só tenho certeza do valor que isso tem. Subir uma montanha não é uma atividade de descanso, não é um passeio. Exige esforço, muito esforço, determinação, coragem. Cada etapa de um processo desses é especial, desde as noites anteriores de planejamento, estudando o destino, se preparando. E quando chega perto do tão esperado feriado.. O coração já começa a se inquietar, como que já entrando na vibe. Depois a organização dos equipamentos, do cardápio, a divisão dos itens compartilhados, a previsão do tempo, a preparação da cargueira. Chega aquele dia! Celulares com dados móveis desativados, estamos indo... Chegamos na base, pegamos nossas mochilas, fizemos aquele café, colocamos nossas botas e começam os trabalhos! É sempre um rito, as ações em si são sempre parecidas, mas cada vez é especial, é como uma preparação pra uma cerimônia, cada experiência com sua essência a ser absorvida. Nos primeiros 500 metros de subida o corpo reclama, demora pra acordar, pra entrar no ritmo. Respiração pesada, corpo formigando pelo esforço, tira casaco. Logo começamos a ganhar altitude, a primeira vista aparece, seguida de um 'uaau, nossaaa'. Já estamos energizados, envolvidos no sacrifício (sacro ofício = ofício sagrado). Mente concentrada, não chegam pensamentos sobre boletos a pagar, nem como está o seu cabelo. A mente encontra-se conectada com a energia da montanha. Seu corpo responde com força e determinação, como um bom e sábio servo. Não é uma coisa pensada (com o kama manas, que é nossa mente concreta, analítica, crítica), é algo que vem de dentro, que flui. Vem as partes de desafio, mata fechada, horas indo, pedras, raízes, grampos e cordas compõem o caminho. Seus pés parecem alados, recebem uma agilidade extra, sabem exatamente onde se colocar, com milésimos de segundo entre os dois. Eles sabem bem... A cargueira parece que já faz parte de você, bem ajustada, quase nos acostumamos com o peso. E quando vamos repondo as energias com água, eletrolitos, açúcar e carboidratos, o corpo vai respondendo. Falamos muito pouco nessas horas, deixando para os 5 min de pausa qndo largamos a mochila. E depois aquela força necessária pra colocá-la de volta nas costas.. Merece respeito. Quando começamos a ter a visão do cume, surge um plus de energia (quase lá!). E chegamos!!! Mochila jogada no chão, alonga o corpo, olha em volta, sorri e sente : que fantaaaastico. Depois as funções de montar a barraca, arrumar a 'casa', fazer aquele rango. Chega o por do sol, pra fechar o dia com chave de ouro, você senta em uma pedra bem pertinho da borda, medita e agradece. A noite o céu está um espetáculo a parte, estrelas sem fim, a via láctea, meteoros, quem sabe a lua, o vento soprando intenso. A noite vem o frio, o vento balança a barraca, mas os specs fazem seu papel e fica tudo bem. Dormimos cedo pra cerimônia da manhã : assistir o nascer do sol... Acordamos e preparamos aquele cafezinho com apreço, e sentamos pra contemplar. Ficamos lá, ipnotizados, esperando o astro rei chegar. É quando começa a avermelhar o horizonte, ele da os primeiros sinais, pintando tudo de dourado, logo abaixo a neblina cobre tudo, parece que estamos acima das nuvens, mais pertinho do Sol. O frio e vento não dão desconto, mas não sentimos, olhos brilhando. Meditamos nesse momento, como um presente por todo o esforço do dia anterior. Sentimos pequenos em relação a natureza e Deus, grandes em relação a nós mesmos, e igual aos nossos companheiros. Aqui bebemos um néctar invisível de força e coragem, pra enfrentar a vida " la fora". Com respeito e cautela, veneração e devoção, reconhecemos esse mundo que somos parte integrante, tentando entender um pouco mais sobre nossa própria natureza. Com o coração leve, mente limpa, e corpo descansado, respiramos fundo, olhamos uns pros outros, não é necessário dizer nada, um abraço compartilhado mostra as sentimentos que são comuns. Iniciamos o processo de desmontar o acampamento, e descida. E depois de várias horas chegamos na base. Agradecemos a presença, a parceria e amizade, laços criados e fortalecidos. Gratidão ao nosso corpo, nosso bom amigo, nosso veículo, companheiro da mente, via de manifestação da alma. Todos os componentes do seu Ser então em harmonia. Nos sentimos vivos! Missão cumprida! Uhuuull. É mais ou menos assim. É diferente pra cada um, mas com uma essência em comum. Então... Vai pra montanha meu amigo!!! 🌸🌄⛰️
  22. 1 ponto
    Geovana, quando penso em viagem de ônibus gosto de destinos mais próximo, por exemplo, no estado de SP há destinos incríveis se querem praia vão para Ubatuba ou se aquele clima de montanha e friozinho gostoso vão para Campos do Jordão, dependendo do local do interior de SP que você encontra-se também pode pensar em ir no sul de MG, cidades como Poços de Caldas visitando os campos de uvas em Andradas ou até mesmo Monte Verde.
  23. 1 ponto
    Oi.. vou estar de 12 a 22.. vai fazer quais passeios? Ja fechou algum? Encontrei passeios com preços ótimos na turismo alegre chile.. pelo que pesquisei é empresa cadastrada e tem sede em providência.. vou estar sozinha..
  24. 1 ponto
    Oi meninas! Estou com disponibilidade de viajar em agosto e quero muito ir pra Colômbia. Estou vendo agora as passagens. Irei sozinha, mas gostaria muito de ter companhia.
  25. 1 ponto
    oi meninas cm esta essa trip???
  26. 1 ponto
    Poiseh cara, encontrei alguns modelos até bem avaliados no aliexpress. São Esses: Lixada 50L https://pt.aliexpress.com/item/Lixada-50L-Water-Resistant-Outdoor-Bags-Backpack-Pack-Mountaineering-Climbing-Backpacking-Trekking-Bag-Knapsack-with-Rain/32895858320.html?spm=a2g03.search0104.3.26.45b57f4aTEhTyb&ws_ab_test=searchweb0_0,searchweb201602_2_10065_10068_10547_319_10059_10884_317_10548_10887_10696_321_322_10084_453_10083_454_10103_10618_10307_537_536,searchweb201603_52,ppcSwitch_0&algo_expid=ce6acb40-1c55-44f4-b3f7-29188bdd2432-3&algo_pvid=ce6acb40-1c55-44f4-b3f7-29188bdd2432&transAbTest=ae803_5 HU WAI JIAN FENG 50L https://pt.aliexpress.com/item/Caminhadas-Mochila-50L-Mochilas-Homens-Mochila-Mochila-Sacos-de-Gin-sio-Saco-de-Viagem-de-Acampamento/32904514194.html?spm=a2g03.search0104.3.18.45b57f4aTEhTyb&transAbTest=ae803_5&ws_ab_test=searchweb0_0%2Csearchweb201602_2_10065_10068_10547_319_10059_10884_317_10548_10887_10696_321_322_10084_453_10083_454_10103_10618_10307_537_536%2Csearchweb201603_52%2CppcSwitch_0&algo_pvid=ce6acb40-1c55-44f4-b3f7-29188bdd2432&algo_expid=ce6acb40-1c55-44f4-b3f7-29188bdd2432-2 Freeknight 50L https://pt.aliexpress.com/item/FREEKNIGHT-50L-Waterproof-Nylon-Outdoor-Backpacks-Unisex-Large-Capacity-Travel-Bags-Durable-Climbing-Rucksack-Mochila-XA32WA/32806754943.html?spm=a2g03.search0104.3.53.5944247fuT4fSd&ws_ab_test=searchweb0_0,searchweb201602_2_10065_10068_10547_319_10059_10884_317_10548_10887_10696_321_322_10084_453_10083_454_10103_10618_10307_537_536,searchweb201603_52,ppcSwitch_0&algo_expid=3980a0b1-25f2-42f4-810c-456ac0ed274f-6&algo_pvid=3980a0b1-25f2-42f4-810c-456ac0ed274f&transAbTest=ae803_5 Parecem de boa qualidade, porém, gostaria da opinião de alguem que já usou...Pra não arriscar, acho que vou numa Quechua Forclaz mesmo..
  27. 1 ponto
    Olá galera, estou me programando para realizar a ascensão do Huayna Potosi em meados de junho a agosto/2019, para o qual pretendo me preparar fisicamente até lá, já estive por 2x em La Paz e Chacaltaya, sendo a última em 2015, quando fui de carro próprio daqui do MT, mas não para fins de montanhismo, gostaria que caso algum (a) colega se interesse, se manifestasse para trocarmos idéias!!!
  28. 1 ponto
    Sem querer te desanimar @GilbertoJr mas já que vc citou EUA: ano passado eu li um artigo muito interessante sobre como o aumento do número de visitantes está impactando os parques nacionais norte-americanos. Inclusive nessa questão dos resíduos humanos. Até procurei o artigo pra ler outra vez, aqui está o link se alguém se interessar: http://www.theguardian.com/environment/2018/nov/20/national-parks-america-overcrowding-crisis-tourism-visitation-solutions Vou traduzir um parágrafo lá pelo meio do artigo: "O problema do gerenciamento de resíduos humanos se estende às áreas remotas, distantes de estradas e desenvolvimento e acessíveis apenas por trilhas. A equipe florestal tem visto um aumento no excremento manejado indevidamente - cocô não enterrado - em áreas selvagens populares e acampamentos não oficiais. O problema, segundo Oswald [da equipe florestal], é que algumas pessoas não parecem se importar com a maneira como abandonam a paisagem depois que terminam sua visita". Então parece que esse tipo de problema já chegou lá também. Onde tem muitos visitantes, sempre tem os sem noção: aproveitam a natureza depois deixam todo seu lixo por ali mesmo, emporcalhando tudo para os demais. Me parece que algumas pessoas só entendem "multa", mas obviamente é impossível fiscalizar tudo.
  29. 1 ponto
    Finalmente, depois de um longo e tenebroso inverno, mais um relato! Não é um dos locais mais turísticos, mas vamos lá! Vale Europeu DDD (47 - Nova Trento 48) Período: 17 a 24/02/2018 Cidades: Blumenau, Pomerode, Indaial, Ascurra, Rodeio, Timbó, Brusque, Nova Trento, Botuverá O Vale Europeu é caracterizado pela colonização europeia, principalmente alemã e italiana que se revela na arquitetura, gastronomia e manifestações histórico-culturais que são relatadas em museus e celebradas em festas típicas como a Oktoberfest. Além disso, a indústria têxtil movimenta o turismo de compras. O turismo religioso também é expressivo, destacando-se o Santuário Santa Paulina, dedicado à primeira santa brasileira, que é o segundo destino religioso mais visitado do país (o primeiro é Aparecida do Norte). Outro forte segmento é o ecoturismo pelos morros, vales, rios e cachoeiras que proporcionam a prática de trilhas, rapel, cascading, canyoning e voo livre. Sobressai-se também o ciclismo com o Circuito de Cicloturismo do Vale Europeu que tem 300 km de percurso e passa por nove municípios com início e fim em Timbó. O Circuito de Caminhante do Vale Europeu passa pelas mesmas 9 cidades com um roteiro de 220 km e início e fim em Indaial. Outro projeto é o Acolhida na Colônia com enfoque no agroturismo ecológico que oferece hospedagem, alimentação e atividades como pescaria e cavalgada, além da oferta de produtos artesanais. Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Ficamos hospedados no centro de Blumenau. Obs.: ATENÇÃO: Não possuo nenhum vínculo com hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram obtidas de guias ou funcionários de CITs ou são provenientes de pesquisa. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade e/ou outras fontes idôneas e confiáveis, como sites oficiais do governo ou órgãos de ensino/pesquisa, se os dados são atualizados e/ou verossímeis. Verifique também as datas dos relatos; algumas informações permanecem válidas com o passar dos anos, porém outras são efêmeras. Esse site não se propõe a ser um guia turístico, trata-se apenas de um relato de viagem e um apanhado de observações, experiências vivenciadas e opiniões de cunho pessoal que não têm a pretensão de ser uma verdade absoluta, pois retratam apenas uma faceta ínfima do diversificado e amplo universo histórico e cultural que um destino de viagem proporciona. Vá, experimente, vivencie e encontre a sua verdade. Índice A cidade Como chegar Quando ir Onde ir em Blumenau Onde ir em Pomerode Onde ir em Indaial Onde ir em Ascurra Onde ir em Rodeio Onde ir em Timbó Onde ir em Brusque Onde ir em Nova Trento Onde ir em Botuverá Onde ficar Onde comer Dicas (Contatos úteis, Postos de Informações Turísticas, Fontes, Receptivos Turísticos e Dicas) Mapas Sugestão de roteiros Relato de viagem **************************************** Nanci Naomi http://nancinaomi.000webhostapp.com/ Trilhas: Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté Relatos: 15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas 3 dias em Monte Verde - dez/2014 21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro 11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo 21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi 21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú 8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est 25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010 Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009 Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009 19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal 10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008 De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008 Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007 Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes 9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul
  30. 1 ponto
    Galera, contribuo aqui com trekkings diferentes do convencional, dos quais fiz o primeiro. Acho que não é o que o tópico aborda mas são percursos muito interessantes para os amantes de história e literatura. São 2 trajetos literários/histórico/culturais/etnográficos de longo curso muito interessantes cujo percurso é realizado por grupo selecionado via edital público. O 1o é o Caminho do Sertão que percorre parte dos cenários naturais do livro Grande Sertão Veredas, percorridos pelo escritor Guimarães Rosa na sua pesquisa de campo no noroeste de Minas Gerais. São 178km distribuídos em 6 dias, onde se caminha durante o dia e tem atividades literárias, culturais e políticas a noite nas comunidades tradicionais e fazendas que acampados pelo caminho. Participei da edição de 2017 e foi uma das experiências mais gratificantes da vida. https://caminhodosertao.com.br Parque Estadual da Serra das Araras - Grande Sertão Veredas - MG Outro é a Caminhada dos Umbuzeiros que percorre o caminho dos seguidores de Antônio Conselheiro para o povoado de Canudos. A caminhada de 55km aproveita o contexto e o cenário de uma região fortemente marcada por diferenças sociais, confrontos, questões religiosas e pela cultura sertaneja para trazer a vivência e o debate de conteúdos históricos, culturais e ambientais a partir da imersão no sertão baiano. http://viajarverde.com.br/caminhada-dos-umbuzeiros/
  31. 1 ponto
    9º dia 30/12 – Bariloche – Tiramos o dia para passear pela cidade a fazer o Circuito Chico, em toda sua extensão tem vários pontos de parada com diversos mirantes e visuais fantásticos, não cheguei a marcar mas o circuito todo deve dar uns 50km. Depois subimos também o Cerro Otto só que de carro, na verdade não observamos que domingo estava fechado, não sei se é por ser baixa temporada, não chegamos a ir nem no teleférico, já pegamos o caminho de terra que sobe para o cerro e fomos, chegando na base onde tem um funicular e estava tudo fechado, atravessamos a cancela e subimos até próximo a confeitaria mas não tinha ninguém e resolvemos descer. De qualquer forma valeu pelo visual lá de cima, tem-se uma visão linda do lago Nahuel Huapi e de toda cidade, e vale a dica, se quiser economizar alguns reais e estiver de carro, vale a pena subir pela estrada de rípio, dá pra ir tranquilo com qualquer carro.
  32. 1 ponto
    Infelizmente no Brasil carecemos de uma cultura que entende de verdade o respeito ao meio ambiente, e fomenta a fiscalização e punições apropriadas aos infratores. Não falo apenas a nível de órgãos e entidades, uma vez que até certos gestores e representantes do meio ambiente possuem seus podres no currículo, nem somente dos exemplos atípicos, como o infeliz desabamento de terra recente em Minas. É como eu costumo dizer, vc pode mudar uma cidade completamente em dez anos, mas não adianta nada se você não transforma as pessoas. Em Manaus tentamos conscientizar, tentamos passar a mensagem da eficiência ecológica, mas a ignorância, a preguiça e a falta de bom senso, vindas de todas as pessoas de todas as classes sociais, sem exceção, contribuem para um cenário muitas vezes feio de atrações turísticas. Isso vem do pobre da periferia que chupa seu picolé e pede pro filho jogar pela janela do ônibus, isso vem da administração de um órgão submetido ao Estado que não faz licitação de produtos ecoeficientes, como papel reciclado. Ás vezes penso que não temos mais jeito. E olha que estou me formando em biologia. Daí vem a causa-consequência: muitos parques impõem restrições a certas práticas por causa de 2 ou 3 auto-intitulados "trilheiros" que não respeitam o lugar que visitam, e com toda a razão. Por sorte (ou não sei se o contrário), isso está mudando e muitos lugares abriram as portas para a prática de travessias, campings e afins. E por mais sorte ainda, algumas travessias são consideradas difíceis, o que limitam o número de pessoas que a encaram, o que de certa forma diminui o impacto ambiental. Na minha humilde opinião, e pode parecer um pouco radical, se as trilhas e travessias continuarem a ser inauguradas nos diversos estados brasileiros, que sejam percursos de nível médio a difícil, justamente para desestimular o acesso a pessoas que sujam a reputação dos grandes mochileiros. É bom enfatizar que desestimular não é o mesmo que elitizar a atividade, afinal, hoje em dia as pessoas estão se exercitando mais, estão adotando práticas saudáveis, e equipamentos são muito mais acessíveis para a população do que há uma década atrás. Além do mais, percursos muito abertos à população no geral poderiam se tornar alvo de bandidos, repercutindo negativamente. Não creio que teremos uma boa gestão no que diz respeito ao meio ambiente, mas podemos fazer nossa parte e amenizar o impacto da atividade humana, assim como estimular as boas práticas para aqueles ao nosso redor. E tentar, por meio de estudos, artigos e palestras, mostrar a nossos representantes formas de promover o ecoturismo e esportes relacionados como uma alternativa econômica e ecoeficiente.
  33. 1 ponto
    Não sei o que o resto do pessoal acha disso, por isso até levanto a questão aqui. Nos diversos locais de acampamento, ou trilhas, travessias, enfim, vemos basante modificação humana na natureza. Falo quase que especificamente do lixo, gerado por alguns praticantes especialmente em locais de abrigo, que é mesmo muito comum. Me parece que esse é um empecilho que nos afasta de termos algo parecido com os EUA, por exemplo, com parques nacionais abertos para acampar (maioria exige cadastro e licença se quiser pernoitar nos parques). Com lixo, fogueiras, necessidades na beira da trilha, nem nós mochileiros aceitaríamos ver nossas belezas naturais tratadas assim, estragando o trekking. É como o Stanlley diz, precisamos dessa ideia sustentável dentro do nosso ecoturismo. O que pensam a respeito? Abraços
  34. 1 ponto
    Oi. Tenho buscado no google hospedagem baratinha, para quem vai tipo mochileiro msm, querendo hostel/albergue, camping, e só tenho achado coisas do tipo 71,00 para cima! Alguém pfv teria infor de albergues, hostel, camping, telelfones, sites, algum contato, pfv? Pq tá difícil querer ir p Maringá em Mauá e ter q pagar bem carinho p se hospedar. Obg gente.
  35. 1 ponto
    Para quem está indo Viajar Para Visconde de Mauá e esta a procura de uma hospedagem, recomendo a Pousada Recanto da Serra, foi a melhor pousada em que ja me hospedei a vida, excelente atendimento e acomodações. Limpeza muito boa. Café da manhã divino. Decoração muito linda, chalés aconchegantes, confortável, recepção atenciosa e dedicada. Boa localização, bem próxima a Alameda Gastronômica e não necessita de carro para acessar os principais restaurantes de Maringá tanto do lado de Minas quanto do lado do Rio de Janeiro. Lugar simplesmente maravilhoso..com certeza conquistaram um cliente, pretendo voltar em breve..e a região de visconde de mauá também nem se fala, é incrivel, vale super a pena conhecer.. SITE DA POUSADA : https://mauarecantodaserra.com.br/
  36. 1 ponto
    Boa tarde. Esterei indo em junho/2018, eu + esposa, mais um casal de amigos, cada casal com seu carro, para viajarmos confortáveis, segue em anexo um roteiro que estamos preparando, ta quase finalizado. Nossa viagem vai durar em torno de 20 dias, então nesse roteiro tem bastante coisa. Viagem Uruguai - Informações sobre os destinos - PDF.pdf
  37. 1 ponto
    Eu e meu esposo fizemos uma viagem ao Sul do Brasil em 13 dias, saindo de Uberlândia/MG até gramado. Somos de Uberlândia-Mg, então resolvemos ir de avião até Floripa e lá alugar um carro. Locamos pela UNIDAS, tivemos problemas com a locação pois o carro reservado não estava disponível, então nos encaminharam a outra locadora que nos entregou um carro incompatível com o contratado. Masss.......seguimos em frente. Primeiro dia- Floripa FLORIANOPOLIS HOTEL HOLA – Simples mas novinho, funcionários muito atenciosos, café simples mas gostoso. Saimos a noite, e fomos ao Mercado Municipal, onde tem muitasss opções de roupas de frio, tocas, luvas, cachecol, com preços legais. E lá também tem uns barzinhos bem legais com música ao vivo, jantamos por lá. Segundo dia – Beto Carrero PENHA- BETO CARREIRO Pegamos frio e chuvisco quando estávamos indo embora mas não atrapalhou nadinha!!!Muiiito divertido, recomendo bastante, compramos ingressos antecipados e almoço com show excalibur, bem divertido, vale a pena!!!! Não dormimos em Penha, saímos do parque e fomos para Blumenau direto BLUMENAU HOTEL GLÓRIA – A melhor hospedagem de toda viagem, tudo muito lindo perfeito, fomos recebidos por um senhor com sotaque alemão muito puxado rsrs e extremamente educado, quarto pequeno mas recém reformado e com um chuveiro delícia!!!! Como estávamos cansados do parque, resolvemos jantar no hotel mesmo, que tem anexado o café glória, que abre para quem não esta hospedado no hotel também. Tudo muiitooo gostoso, mas depois que terminamos e pagamos um precinho salgado, descobrimos que aquele mesmo cardápio era servido toda manhã para os hospedes do hotel como café da manhã....e sem pagar nada....rsrs Terceiro dia – Grutas Botuverá GRUTAS DE BOTUVERÁ- PERFEITO!!! É um passeio que poucas pessoas fazem mas me surpreendeu!!!! O caminho de Blumenau até as grutas chama atenção devido a arquitetura local, deu vontade de mudar para aquela região rsrs No parque das grutas tem uma trilha rapidinha até uma cachoeira mto bonita, e depois pagamos 8 reais por pessoa para visitação a gruta com o guia, nunca tinha visto nada tão lindo e diferente, valeu muito a pena, vá com sapatos confortáveis!!!! Detalhe que não pode tirar fotos dentro da gruta.... Voltamos para Blumenau, descansamos e na data estava tendo a FEST ITALIA na Vila Germãnica, visitamos a Vila que tem lojinhas típicas e uns barzinhos bem legais com música ao vivo e tomamos um chopp geladaço!!! Depois entramos no Fest italia (14 reais pessoa) onde teve apresentação bem legal de um coral de senhores e senhoras com música italiana, decoração típica e variass opções de comidas e bebidas.
  38. 1 ponto
    Cicloviagem pela Serra da Mantiqueira no feriado. <3 . Bela e bruta. Linda e impiedosa. Divina e desumana. A Mantiqueira não dá trégua, são estradas de terra, subidas desgranhentas, acampamentos selvagens, longas descidas, um frio da "mulestia".... mas também são cenários de tirar o fôlego, ma região rica e muito agradável para se pedalar, com um povo acolhedor sempre com disposição pra um dedim de prosa, e toda aquela receptividade que o mineiro tem de sobra. . E assim, com o pensamento inabalável de que no domingo teríamos completado o trajeto e estaríamos de volta ao ponto de partida, passamos os 4 dias de feriado pedalando, acampando e cicloviajando pela Serra da Mantiqueira. Ritmo lento, baixa quilometragem, aproximadamente 150km, mas 3.500 de altimetria acumulada entre topos e vales, terra e lama, subidas e descidas.... com as bicicletas carregadas com nossas barracas, comidas, roupas, e todo equipamento necessário. . Fotos: https://www.facebook.com/vivi.mar.1044/media_set?set=a.1531258720278516.1073741888.100001832092050&type=3 Na quarta a noite reunimos o grupo em Itajubá: Vivi, Elaine, Meire, Ruiara, Fabio, Ricardo, Bruno e Heitor. Alguns já são amigos de longa data, mas o Heitor e Ruiara são amigos do Bruno/Meire e fariam sua primeira vivência com o 'cicloturismo' de maneira auto-suficiente. Fomos para o local de acampamento a uns 12 km da cidade e montamos acampamento por lá. No dia seguinte retornamos para Itajubá de onde saímos pedalando. Dia 1: Itajubá x Morrão x Taquaral - 34km com aproximadamente 1200 de altimetria subida acumulada Iniciamos a pedalada por volta de 11 da manhã em Itajubá e seguimos sentido Marmelopolis, pela estrada de chão (terra). Foram 15km de retas tranquilas, e na bifurcação se pegar a direita vai para Delfim Moreira, e pela esquerda sobe a serra pelo topo do morro. Pegamos a esquerda. Foram alguns kms de uma subida desgranhenta, com bastante terra, lama, e uma certa dificuldade devido a bicicleta pesada nesses trechos com mais lama escorregadia. Creio que uns 8kms de sobe sobe sobe constante pelo Taquaral. E lá no topo começa a descida, e depois um sobe/desce. 34 km rodados e Já começava a anoitecer. Hora de procurar um local para acampar. De um lado era encosta, e do outro barranco, rs. Diante da dificuldade de achar um local plano para acampar, optamos por adentrar numa propriedade rural e acampar na entradinha. Gastos do dia: 0,00 Link do dia (nao marquei completo): https://www.relive.cc/view/1043192930 . Dia 2: Acamps x Sertão Pequeno x Morangal x quase Virgínia - 28km com aproximadamente 978 de altimetria subida acumulada Levantamos acampamento tarde pois o dia amanheceu frio, gelado, úmido, e onde acampamos não batia sol. Subimos o restinho da serra, e a esquerda seguia para Barra, mas mantemos o nosso trajeto a direita. Entramos a esquerda novamente, sentido oposto a Cubatão. E no ponto de bus entramos a esquerda, sentido Prainha Morangal. (se entrar a direita segue para Marmelópolis). Em Morangal fizemos uma longa parada para fazer manutenção em 2 bagageiros do grupo, que devido a muitas costeletas na estradinha de terra não aguentaram o tranco. E da-lhe enforca gato, a melhor gambiarra de sempre, rs. Dali seguimos por 8 km por uma subidinha suave e pouco inclinada sentido Virginia. Logo depois da cachoeira de Virginia paramos para acampar antes de chegar na cidade. Gastos do dia: 10,00 bar de Morangal, com pasteis a R$ 1,50, espetinhos a R$ 2,00. Link do dia: https://www.relive.cc/view/1043192778 . Dia 3: Acamps x Virginia x Igrejinha São Miguel - 27 km com 916 de altimetia subida acumulada Levantamos acampamento e a partir daí foi somente descer, descer e descer. No centrinho de Virginia uns foram para o mercado, outros para padaria. Tocamos sentido Maria da Fé... saímos da cidade subindo a estradinha da Pousada Mantiqueira, e continuamos subindo até 1.500 de altitude, ali no topo saímos da principal pela estradinha da direita e descemos todo o vale por uma linda estradinha estreita e sem movimento algum. A descida era sentido Pinto Negreiros. Era cedo, por volta de 15hs, mas resolvemos acampar em uma Igreja/Cemitério no bairro de São Miguel que tinha um gramado bom e um riozinho ao lado. Foi o acampamento perfeito. Eu já acampei em Prefeitura, praças, escolinhas, ps, bombeiro, rodoviária, casa, abrigos, wc, ... mas nunca tinha acampado em um cemitério de vilarejo ...rs. Gastos do dia: 12,50 (Padaria, mercadinho, cerveja) Link do dia: https://www.relive.cc/view/1043192733 . Dia 4: São Miguel x subida até a capela x Mata de Cima x Charquinho x Jardim x Posses x Maria da Fé x Itajubá - 47,6 km com 868 de subida acumulada A subida não foi íngreme, mas constante, sobe sobe sobe.... e hoje foi o dia mais quente de todos, rs. Judiou um bocado da thurma toda, que com a bike carregada toda subida com sol forte fica mais sofrida. Já saímos subindo até a cruz (o ponto mais alto).... e a partir dali foram poucos km pedalados e muitas descidas até Maria da Fé, onde fizemos uma longa pausa para almoço. De Maria da Fé para Itajubá foi um pulinho, rs, descida rápida e retinha suave, e logo chegamos na praça de Itajubá. Link do dia: https://www.relive.cc/view/1043192979 . Agradeço a todos os companheiros de pedalada <3. Ao Ricardo por traçar o roteiro e por pesquisar toda a rota. Aos parceiros de sempre: Elaine, Fabio, Bruno e Meire, que dispensam comentários, são cias que adoro estar junto nos melhores momentos de Perrengue Supremo, rsrs. E agradeço especialmente a Ruiara e Heitor "O Roncador" (rsrsrs) pela valentia de terem seguido com a gente, mesmo que num ritmo mais lento e com toda a sofrência, não desistiram e terminaram o roteiro com alto astral e muita historia pra contar. Parabéns !!!
  39. 1 ponto
    Viagem realizada na primeira quinzena de setembro de 2016 – 4 pessoas (dois casais) Vou separar a viagem por tópicos, de forma que o colega mochileiro possa ler diretamente os assuntos que lhe sejam mais interessantes. Descreverei todos os custos da viagem ao longo do texto. 1) ROTEIRO REALIZADO: 1º dia) Chegada à noite em Santiago. Transfer para o hotel Altura Suites, situado na Rua Mercedes, 562, centro de Santiago; 2º dia) Santiago: Visita ao Cerro Santa Lucia; Quarteirão Paris – Londres; Rua Augustinas (cambio); caminhada pelo centro; Center Costanera (compra de uma mala de viagem no mercado Jumbo); 3º dia) Palácio La Moneda; Concha y Toro; Patio Bella Vista; caminhada pelo Parque Florestal; 4º dia) Museo de La Memoria y Derechos Humanos; Catedral Metropolitana; Plaza das Armas; Museu Precolombino; Cerro San Cristobal – passeio no funicular; 5º dia) Veículo alugado, visita a Vinícola Casa del Bosque; Valparaíso e Viña del Mar; 6º dia) Museu de Bellas Artes. Vôo para Calama. Tranfer para San Pedro de Atacama; 7º dia) Visita às agências que realizam passeios no Atacama. Fechamos com a Sol Andino todos os passeios. Visita ao Valle de La Luna à tarde; 8º dia) Valle do Arcoiris no período da manhã; Laguna Cejar no período da tarde; 9º dia) Geysers del Tatio no período da manhã. Termas de Puritana no período da tarde; 10º dia) Pedras Rojas e Lagunas Altiplânicas; 11º dia) Salar de Tara; 12º dia) Vôo para Santiago; Tarde em Santiago; 13º dia) Vôo para São Paulo no período da manhã. 2) PASSAGENS DE SÃO PAULO A SANTIAGO: compradas na TAM por R$ 758,57 (ida e volta por pessoa, compra realizada com 4 meses de antecedência à viagem); 3) PASSAGENS DE SANTIAGO A CALAMA: compradas na Sky Airline por R$ 315,00 (ida e volta por pessoa, compra realizada com 2 meses e meio de antecedência à viagem). Ao comprar as passagens diretamente do site chileno da Sky Airline, o valor final foi bem mais barato do que o cobrado pelo site brasileiro da empresa em questão. Um detalhe importante é que no momento da compra da passagem, no site chileno, para concluir com sucesso a operação, é necessário converter o valor da passagem de pesos chilenos para dólares – o site oferece as duas opções no campo do valor, basta clicar no campo e alterar a moeda – uma vez que para tal operação deverá ser utilizado um cartão de crédito internacional desbloqueado para compras no exterior (no meu caso usei o visa). 4) TRANSFER DO AEROPORTO DE SANTIAGO PARA O CENTRO: $ 22.000 pesos (ida e volta), por pessoa, van compartilhada, pela Transfer Delta. Próximos à saída do Aeroporto, há vários balcões, um ao lado do outro, de empresas que fazem esse serviço. Há serviço de Táxi também. Ressalta-se que a chegada ao aeroporto de Santiago foi sem embaraços, rapidamente, o setor de imigração carimbou os passaportes, entregou-nos os cartões de imigração e em poucos minutos já estávamos rumo ao centro. Os cartões de imigração só foram solicitados nos hotéis, ressaltando-se que, como é de praxe, no retorno ao Brasil, sua devolução foi exigida no competente setor do aeroporto. 5) OPERAÇÕES COM MOEDA NA VIAGEM: 5.1) CAMBIO: não comprei pesos chilenos no Brasil antes da viagem. Comprei apenas 20.000 pesos para alguma eventualidade, no dia da viagem, com a péssima conversão de 1 real por 162 pesos, na Confidence Câmbio. Há casa de câmbio no Aeroporto de Santiago, onde comprei – no momento da minha chegada ao Chile – mais um pouco de pesos chilenos, salvo engano pela taxa de 1 real por 173 pesos, ou seja, bem melhor que a taxa que obtive no mesmo dia em São Paulo. Confesso que não pesquisei muito nas casas de câmbio de São Paulo antes da viagem, pois todas as informações apontavam que compensaria mais trocar dinheiro numa casa de câmbio no Chile, mas ressalto que é necessário pesquisar como o câmbio está no período que precede a viagem, com a finalidade de verificar a melhor opção. Ressalto que levei em real apenas parte do dinheiro necessário para custear as despesas no Chile, pois não me agrada muito a ideia de portar muito dinheiro. Assim, a quantia que levei em reais troquei por pesos chilenos numa casa de câmbio da rua Agustinas – centro de Santiago – a uma taxa de 1 real por 185 pesos, ou seja, muito melhor do que obtido nas casas de câmbio do Brasil. O câmbio em San Pedro de Atacama estava péssimo, por curiosidade, entrei num final de semana num lugar e vi que estavam comprando 1 real por 140 pesos! 5.2) SAQUES NO EXTERIOR COM CARTÃO DE DÉBITO: para realizar saques diretamente da minha conta-corrente em Santiago, utilizei do cartão de débito internacional do Banco do Brasil (se o seu cartão não for internacional, você deverá solicitar um no seu banco, faça-o com um pouco de antecedência à viagem, pois demorará alguns dias para recebê-lo. Em seguida, solicite o desbloqueio do seu cartão de débito para compras e saques no exterior). Como meu cartão de débito é visa electron, realizei os saques nos terminais de auto-atendimento dos bancos que operam com o sistema Rede Plus - utilizado pelo visa - ressalta-se que, para se saber se o caixa eletrônica realiza o saque, deve-se observar – no caso do visa – se no caixa consta a placa “redeplus”, normalmente localizada na parte de baixo dele. Se o seu cartão operar com o sistema mastercard, o sistema é o Cirrus. Realizei meus saques no Banco del Estado do Chile, cujos caixas eletrônicos que localizei operam com a Rede Plus, sendo facilmente encontrados. Detalhe sobre os caixas eletrônicos, os chamados “cajeros”: ao selecionar a opção de saque, aparecerá a mensagem “ingrese su clave secreta”, aqui há um detalhe importante, pois em que pese minha senha possuir 6 dígitos, foi necessário digitar apenas os 4 primeiros dígitos dela; em seguida, na tela, aparecerá uma mensagem como “seleccione el producto”; a primeira opção é “cuenta corriente”, mas o correto é selecionar “extranjeros foreing cliente”; em seguida, aparecerá opção de linguagem: inglês ou espanhol; em seguida, aparecerá novamente uma mensagem do tipo “seleccione el producto”, agora sim deverá ser selecionada a opção “cuenta corriente”; em seguida, seleciona-se o serviço “retiro de dinero”; digita-se, na tela seguinte, “o monto que desea retirar”, clicando-se em “si”; em seguida, aparecerá a mensagem “desea imprimir el recibo?”, selecione “si”; “comision 4000 pesos, desea continuar?”, selecione “si” (o valor pode variar de banco para banco, o valor cobrado é entre 4.000 e 4750, no Banco del Chile era 4.000 pesos); poderá aparecer ainda uma mensagem final informando que o “cajero solo puede entregar montos multiplos” de um determinado valor, como por exemplo, 10.000, pedindo nova confirmação. O máximo que consegui sacar em Santiago foi 300.000 pesos por saque e por dia. Ao tentar um valor acima deste, a operação não foi concluída. Há caixas eletrônicos – observei numa farmácia em São Pedro de Atacama – cujo limite para saque é de 200.000 pesos, observe se há alguma mensagem do tipo na tela inicial. Sobre a taxa de conversão no saque pelo cartão de débito: se você realizar um saque de 300.000 pesos, o débito será de 304.000 (4.000 de tarifa no exemplo do Banco del Chile). Será cobrado ainda o IOF de 6,38%, além de uma taxa definida pelo seu banco por saque no exterior, no meu caso, R$ 12,00. À título de exemplo, num saque de 300.000 pesos, debitaram da minha conta-corrente (já com todas as tarifas inclusas, IOF etc) o valor de R$ 1.655,20 (custo total do saque, inclusos R$ 98,55 de IOF e R$ 12,00 de tarifa), ou seja, uma cotação final de 181,25 pesos para 1 real. Se caso um segundo saque for realizado no dia seguinte, a cotação final desse segundo saque será diferente da do primeiro saque, pois certamente a cotação do dólar e do peso, no dia seguinte, ainda que pouco, já terá se modificado (o sistema bancário converte o valor solicitado em pesos primeiramente em dólares, para em seguida convertê-lo em reais). Fiz outros saques em diferentes dias, com cotação final entre 177 e 186 pesos para 1 real. Logo após o saque, o valor já é debitado da conta-corrente, assim, caso você emita um extrato pelo celular, já saberá quanto pagou em reais pelos pesos chilenos sacados. Curiosamente, as mensagens enviadas pelo banco, por meio de celular, referentes às operações de saque, não correspondiam ao total debitado, este que só é obtido corretamente pela visualização do extrato. 5.3) PAGAMENTOS COM CARTÃO DE DÉBITO: a despeito de no banco eu ter sido informado que poderia realizar pagamentos com cartão de débito, não consegui realizar nenhum. Inclusive, se caso seu cartão de débito for múltiplo (débito e crédito), há enorme possibilidade do pagamento de uma compra na função de débito ser lançado na fatura do crédito. Aconteceu comigo. 5.4) OPERAÇÕES COM CARTÃO DE CRÉDITO: desbloqueei o cartão de crédito – visa – para comprar e saques no exterior, mas não saquei valor algum dele (todos os saques foram realizados a partir do cartão de débito). Utilizei normalmente o cartão de crédito para compras em supermercados, restaurantes, lojas etc. O IOF também é de 6,38% e o valor será lançado em dólares na fatura do cartão, convertido em reais no fechamento da fatura. 5.5) CONCLUSÃO: trocar reais por pesos numa casa de câmbio – troquei na rua Agustinas - é uma opção um pouco melhor, mas se a pessoa não quiser portar todo o dinheiro da viagem e resolver utilizar seus cartões, é melhor possuir um cartão só para a função de débito e outro somente para a função de crédito, bem como realizar os saques em dinheiro do cartão de débito e realizar todos os pagamentos de compras, restaurantes etc por meio do cartão de crédito, essa me pareceu a melhor possibilidade dentre as que mencionei. 6) HOSPEDAGEM EM SANTIAGO: optei pelo Altura Suites, localizado na Rua Merced, 562, região central. Há duas vantagens no lugar, a primeira é que a suíte é equipada com talheres, copos, taças, forno, geladeira etc. Como há mercado ao lado do hotel, é possível comprar mantimentos, sobretudo para o café da manhã e para o jantar. Pela manhã, comprava pão, frios, leite, café solúvel, suco, iogurte; pela noite, queijo, pão, salada, vinho. A segunda vantagem do lugar é a localização, muito próxima do Metrô Bellas Artes, basta atravessar a rua, seguir alguns metros à direita e entrar numa travessa estreita que se desemboca na rua do metrô Bellas Artes, paralela a Rua Merced. De lá, fomos a maioria dos pontos turísticos a pé. As janelas de alguns apartamentos, inclusive, estão defronte ao Cerro Santa Lucia. A ponto negativo é que não houve limpeza em todos os dias, mas confesso que não acionei a recepção, pois ficávamos muito pouco tempo por lá. Paguei 262 dólares no cartão de crédito por 5 noites, ou seja, R$ 881,00 por cinco noites, apartamento para casal. Fechei, já em Santiago, uma sexta noite, data do retorno de San Pedro, pela qual paguei 60 dólares, 63,83 com o IOF (cartão de crédito), R$ 214,57 em reais, ou seja, as 6 diárias em Santiago custaram em reais R$ 1.095,00. 7) ALIMENTAÇÃO EM SANTIAGO: vou citar alguns lugares para que o colega viajante tenha noção de preço. Há vários restaurantes na região central, na própria rua aonde fiquei hospedado há um restaurante hindu, este sempre lotado, um chinês, uma lanchonete de comida peruada (salvo engano), uma pizzaria (promoção de duas pizzas grandes e uma garrafa de suco por 22.000 pesos, foi o suficiente para 4 famintos numa noite fria) e pelo menos mais dois restaurantes que servem pratos comuns na região como frango com batatas e arroz. A maioria dos restaurantes oferece o chamado “menu del dia”, que inclui um prato como frango (pollo), 1 ou dois agregados, como batatas (papas) e arroz e em alguns casos sobremesa (postre). Os mais baratos que vi custavam 4.500 pesos, normalmente, frango, batatas e arroz. Para quem deseja provar alguma coisa mais elaborada, há vários restaurantes em uma travessa da Rua Lastarria, como o Nolita, após o Cerro Santa Lúcia. Um prato lá, como um risoto ou massa, custa em torno de 9.000 a 11.000 pesos, os agregados (arroz, batatas, legumes salteados, purê) são cobrados a parte, portanto, uma refeição completa com bebida e sobremesa custará em torno de 20.000 pesos por lá. Outros restaurantes próximos ao mencionado seguem esse mesmo parâmetro. Próximo ao Cerro São Cristobal, temos ainda o Patio Bella Vista, um espaço com várias lojas e restaurantes, alguns muito frequentados por brasileiros. Fui apenas um dia lá, quando estava por perto, num colombiano chamado La Casa en El Aire, onde comi uma chorrillana, um prato constituído de picanha, batatas fritas, dois ovos (para duas pessoas), além de sucos de framboesa, com o custo de cerca de 24.000 pesos já com propina (gorjeta). Fala-se muito bem de alguns restaurantes peruanos, mas não fui em nenhum deles. O que é possível encontrar em cada esquina são as empanadas, normalmente de queijo e carne, a primeira frita, a segunda assada. Comi algumas delas, e em cada lugar a massa parece ter sua peculiaridade, ora mais grossa, ora mais fina, algumas eram idênticas a um pastel. Comi-as num lugar ao lado do mercado municipal, a empanada era grande e custava cerca de 1000 pesos, sabores carne e queijo, a primeira é recheada com um molho de carne. Em cada esquina, em carrinhos, você nota em Santiago a venda de uma bebida típica chamada mote com huesillos, é um suco de pêssego caramelizado, com dois pêssegos, canela e grãos de trigo, tomei uma vez, tem gosto de suco de pêssego, ele vem com uma colherzinha, pois depois de beber o líquido, você pode comer o trigo e os pêssegos. Delicioso é o suco de framboesa natural, bebi vários, praticamente em todos os restaurantes aonde comi. É comum encontrar palta (abacate) em vários pratos e lanches salgados, comi palta com atum, na salada, palta no rolinho do sushi, no cachorro-quente. Guloseimas que vi no mercado e provei: o chocolate sahne-nuss, vende em qualquer mercadinho, muito bom; o chocolate com creme de lucuma, uma fruta típica; as batatas tikas, sem aditivos ou colesterol, são chips de batata doce e beterraba; no mercado, observei vários azeites com baixa acidez, alguns orgânicos inclusive, por preços bem interessantes. Infelizmente, não provei o pastel de choclo, típico da região. Quanto aos vinhos, se você os aprecia, encontrará boas promoções e enorme variedade no supermercado Jumbo (grupo do Wallmart), que fica no Center Costanera – metrô Tobalaba, inclusive eles embrulham em plástico bolha para você, o que irá ajudá-lo caso você queira trazer algumas garrafas para o Brasil (pelo que me informei, é possível trazer, pela Latam, quatro garrafas na bagagem de mão e outras na bagagem despachada, com o cuidado de não ultrapassar o limite de 23 kg por passageiro). Para o consumo diário, em qualquer mercado é possível encontrar vinhos bem mais baratos que no Brasil. Uma bebida alcoólica típica da região é o pisco sour, não tomei, mas meus amigos o aprovaram, você irá encontrá-lo em vários sabores como limão e manga. VISITAÇÃO A PONTOS TURÍSTICOS EM SANTIAGO: ao chegar em Santiago, a primeira coisa a fazer é obter um mapa turístico da cidade. Normalmente, é possível obter um no hotel no qual você está hospedado. De posse de seu mapa, você economizará tempo, pois poderá visitar várias atrações, a pé ou de metrô, que se encontram umas próximas as outras. Não compensa alugar veículo em Santiago, pois o trânsito é intenso, os estacionamentos não são baratos e dificilmente você encontrará lugar para estacionar nas ruas do centro. O metrô serve muito bem aos pontos turísticos. Não utilizei este serviço, mas uma das opções para conhecer um pouco de Santiago é o Turistik: trata-se de um ônibus vermelho de dois andares, no qual você sobe e desce quantas vezes quiser, entre 09h30 e 18H00. Os ônibus passam aproximadamente a cada 30 minutos nos pontos. Caso faça a viagem diretamente, sem desembarcar, você demorará cerca de 2 horas para regressar ao ponto inicial do city tour. O preço, segundo um catálogo que vi, é de 22.000 pesos. Recomendo verificar os pontos de parada deste ônibus, com a finalidade de saber se corresponde aos lugares que você deseja visitar. Sobre o idioma, há muitos brasileiros que visitam o Chile. Em passeios como Cerro San Cristobal e Concha y Toro, só havia brasileiros praticamente, razão pela qual não há um estranhamento tão grande da língua portuguesa no local. De qualquer maneira, se você não fala nada em espanhol, pelo menos tente se expressar de forma lenta, objetiva e lançando mão de frases na ordem direta, sem gírias, isso facilita o entendimento. Uma sapeada num guia de português – espanhol para viajantes o ajudará em alguns momentos também, sobretudo se você necessitar de algum serviço ou produto e o interlocutor falar muito rapidamente ou não entender nada em português. Lembrando que há muitos regionalismos no Chile que divergem do espanhol falado em outros locais. 8.1) Cerro Santa Lucia: a pé, da rua Merced, foi o primeiro lugar que visitamos. Os cerros são como eles chamam os morros, no caso do Santa Lucia, trata-se de um parque urbano, com vários níveis, acessado por longas escadarias, com praças e mirantes. De lá é possível descansar e obter uma visão interessante de parte da cidade. De lá fomos a Rua Agustinas para trocar os reais por pesos chilenos, cotação de 185, conforme já disse acima. No mesmo dia, fomos ao supermercado Jumbo, situado no Center Costanera, que fica na estação Tobalaba, linha vermelha, sentido Los Dominicos, na base de uma torre de 300 metros, pois necessitávamos comprar uma mala. O mercado em questão é muito grande e tem de tudo. Soube que é possível subir no alto da torre para visualizar a cidade, mas não o fiz, já era muito tarde. 8.2) Vinícola Concha e Toro: a visitação é agendada pela internet. Há opções em inglês, português e espanhol, sendo que optei pelo espanhol, pois não havia tour em português disponível para a data que escolhi, aliás, bem próxima da visita. Há excursões que levam ao local – vi um anúncio por 42.000 pesos - mas uma opção bem mais barata é dirigir-se à vinícola de metrô, desembarcando na Estação Las Mercedes. De lá, em quatro pessoas, pegamos um uber até a vinícola, que custou 4500 pesos, numa viagem de pouco mais de cinco minutos. É possível ir de ônibus também, da própria Estação Las Mercedes, há um ponto de ônibus por onde passam vários ônibus que servem as proximidades da vinícola, caso do 73, 80 e 81, em alguns deles já se encontra escrito no itinerário o nome da vinícola. A entrada para o tour tradicional custa 12.000 pesos. Há ainda um segundo tour chamado Marques de Casa Concha, cujo diferencial está na degustação de vinhos e queijos. Optei pelo tour tradicional. A guia, apesar de não falar português, narrava o tour de forma lenta, sendo possível compreender praticamente tudo o que ela dizia. Primeiro, ela conduz o grupo até os jardins nas cercanias da mansão da família Concha y Toro – usada no século XIX - contando um pouco sobre a história dos fundadores da vinícola. Não é possível visitar a parte interna do casarão; depois, leva o grupo para os vinhedos, mas nesta época do ano as parreiras estão secas, não sendo possível conhecer as características das uvas. Em seguida, o grupo é levado às bodegas. A temperatura do porão é mais fria e úmida que na superfície, portanto, para os mais sensíveis ao frio, é interessante portar uma blusa. No local, em meio à escuridão, algumas luzes e imagens são projetadas nas paredes do porão, com uma voz que narra a lenda que envolve o lugar, segundo a qual ali eram armazenados os melhores vinhos e que, para evitar furtos, foi inventada a lenda de que o diabo habitaria a adega, afugentando os que intencionavam apropriar-se de uma das garrafas selecionadas. Há degustação de três vinhos no tour tradicional. No final, o visitante leva a taça. Praticamente, só havia brasileiros ali. Há uma loja de vinhos e um restaurante lá, mas não almoçamos nele. Sobre o tour, caso queira observar os vinhedos com frutas, melhor observar a época correta a realizar a visita. Na Concha y Toro não há explicação sobre o processo de produção do vinho, se este for o objetivo do visitante, melhor ir preparado para não se decepcionar. Metrô: aproximadamente 700 pesos Uber do metrô até a vinícola: 4500 pesos Entrada: 12.000 pesos, para o tour tradicional. 8.3) Museo de la memoria y de los derechos humanos: localizado ao lado do metrô Quinta Normal, um pouco mais distante do centro. Lá há muita informação em fotos, jornais, documentários, depoimentos sobre o período da ditadura chilena, os casos de desaparecidos, tortura etc. A entrada é gratuita. A visitação é imprescindível para quem deseja conhecer mais sobre esse período da história chilena. Há muitas excursões de estudantes no local, é como se eles quisessem que os tristes acontecimentos da época em questão não fossem esquecidos pelas gerações mais jovens. É proibido fotografar a parte interior do museu, como disse um amigo, deve ser uma forma de o visitante carregar as informações na memória. Próximo ao Museu dos Direitos Humanos fica o Museu de História Natural, dentro de um parque, mas não o visitei por falta de tempo. 8.4) Catedral, prédios históricos, Museu Precolombino, Cerro San Cristobal: No mesmo dia do museu acima, no período da tarde, fomos a Plaza das Armas, visitamos a Catedral de Santiago, muito bonita. Depois, visitamos o Museu Precolombino (4500 pesos a entrada) cujo acervo é muito interessante, ressalta-se que não é permitido fotografá-lo. Não entramos no Museu Histórico, situado nas proximidades, onde também se encontram o prédio do Correio e a Casa dos Deputados. No mesmo dia ainda visitamos o Parque Metropolitano – fomos a pé do hostal - com a finalidade de subir no funicular, um bondinho que leva o visitante ao Cerro San Cristobal, de onde é possível ter uma bela visão da cidade. Paguei 2000 pesos, ida e volta. Há uma parada no funicular para quem deseja ir ao zoológico. É possível subir a pé ou de bicicleta elétrica também. No topo dele há uma igreja e mais acima um santuário. O céu estava meio nublado no dia, não possibilitando uma visão tão boa da cidade. A pé, no final da tarde, percorremos pelo Parque Florestal – um parque urbano e extenso que serve inclusive como via de acesso para alguns pontos interessantes da cidade - até o mercado central, que estava fechado, numa loja ao lado dele compramos empanadas. Passei nas cercanias, mas não consegui visitar a tempo a La Chascona, o Museo do Pablo Neruda, que fica próximo ao Parque Metropolitano (funicular). 8.4) Aquisição de chip de celular, aluguel de veículo, visita a Casa del Bosque (vinícola), Vinha del Mare e Valparaíso. Aluguel de veículo: alugamos um Suzuki Swift 1.2 - pela Chillean rent a car, localizado na Bella Vista, por 30.000 pesos a diária. Há um veículo mais barato nesta agência por 19900 pesos, porém pequeno e de 800 cc. Exigiram caução de 500 dólares para a locação, o qual é feito por cartão de crédito. Lembre-se que esse valor reduzirá temporariamente o seu limite do cartão de crédito até alguns dias após a devolução do veículo. Consultei outra agência cuja caução exigida era bem maior. Sobre dirigir em Santiago, o trânsito é intenso, os motoristas buzinam muito e dirigem rapidamente durante os dias úteis, além de não facilitarem muito a troca alheia de faixa (percebi que no final de semana é mais tranquilo, as pessoas estão mais calmas, com menos pressa), por isso, troque de faixa com cuidado, caso seja necessário, abra a janela e sinalize com a mão. Outra questão, quando o semáforo abre para o pedestre e fecha para os veículos que percorrem a mesma via, é possível para o veículo que trafega pela via perpendicular do cruzamento virar à esquerda ou direita, ou seja, na via cujo semáforo está aberto para os pedestres, porém, caso haja alguém atravessando, o veículo para e aguarda a pessoa atravessar completamente a via, ou seja, o semáforo está aberto nesses casos para o pedestre e para o carro, mas a preferência é do pedestre. No geral, é costumeiro reduzir a velocidade para o pedestre atravessar. Em vários postos de combustível, você mesmo que abastece seu veículo, não há frentista. No carro mencionado, há uma trava debaixo do banco do motorista para liberar a porta do tanque. Você dirige-se ao caixa do posto, paga a quantia que deseja abastecer e manuseia a bomba de combustível. Paguei cerca de 700 pesos o litro da gasolina. As rodovias são bem sinalizadas, mas é recomendável o waze se você não as conhece bem. Internet no celular: para obter internet no celular, adquirimos um chip claro – também havia o movistar - por 4500 pesos, com direito a 1 GB de internet + ligações. Você precisará desse recurso ao trafegar com seu veículo alugado. A Vinícola Del Bosque fica praticamente no caminho de Valpa, o que facilitou sua visita. Chegamos de supetão no local, sem agendar, mas havia vagas no tour. Fiz o mais simples, com 4 degustações. Enquanto se aguarda pelo tour, é possível deitar-se nas poltronas situadas no jardim defronte à vinícola. Há um restaurante no local, mas não almocei nele. O guia, que falava português, levou-nos primeiramente nos vinhedos, os quais estavam secos em razão da época. Em seguida, apresentou-nos explicações sobre a produção, além da degustação de bons vinhos. O tour custou 12.000 pesos. Eu e meus amigos gostamos mais do tour na Del Bosque que o promovido pela Concha y Toro. Valparaíso: cidade portuária, de onde se tem, dos morros, a visão do mar. As ruas são estreitas e coloridas, com várias subidas e descidas, com paredes cobertas com grafites. A casa de Neruda, La Sebastiana, fica em Valpa. Almoçamos num restaurante chamado Allegretto, que entramos por acaso. Gostamos muito do lugar, comida boa, com clima retrô, onde dividimos uma ótima pizza de entrada e depois comemos risotto. Na parede, havia um quadro no qual era anunciado o som da semana: The Smiths, show!! Gostei muito do lugar, mas aviso ao leitor de antemão que aprecio lugares mais rústicos, com clima mais despojado. Chegamos um pouco tarde em Viña del Mar. Havia trânsito muito intenso na cidade. Passamos pelo relógio de flores e visitamos o Castelo Wulf, no qual há um mirante com uma bela visão do oceano. Todos os atrativos turísticos já estavam fechados, como o Museo Fonck, o Palácio Rioja etc, restando apenas uma andança pelo centro e uma parada para beber algo. O itinerário deste dia, qual seja, Casa Del Bosque, Valparaíso e Viña del Mar seria mais aproveitado em dois dias, de qualquer forma, dado o curto espaço de tempo, a intenção foi fazer uma visita “en passant” por esses lugares. 8.5) Museu de Bellas Artes: no dia posterior a visita a Valpa, caminhamos até o Museu de Bellas Artes. Só a bela arquitetura do prédio já valeria a visita, mas o acervo também é muito interessante, encontrando-se lá réplicas de pinturas famosas, várias esculturas, exposições temporárias etc. A entrada é gratuita. Não fizemos outro passeio neste dia, pois foi o dia de voar até Calama. 9)TRANSFER DE CALAMA A SAN PEDRO: pagamos 20.000 pesos (ida e volta para cada pessoa), pela Lickanbur. O percurso de Calama a San Pedro durou cerca de 1h00, sendo que nos deixaram na porta do hostal. Eles solicitam o horário do voo de volta, para então informarem o horário que passarão no hostal para o retorno. 10) SAN PEDRO DE ATACAMA: a cidade possui uma rua principal, Caracoles. Nela é possível encontrar vários tipos de estabelecimento. Nas lojas de artesanato, encontram-se várias roupas de lã de alpaca (um animal domesticado, de menor porte que a de lhama), como blusas (14 a 16 mil pesos); meias (2 a 4 mil pesos), gorros (2 a 4 mil pesos), cachecóis (4 a 12 mil), luvas, souvenirs diversos como chaveiros (mil pesos), pratos, camisetas, canecas, mochilas etc, com desenhos andinos e menções ao Atacama etc. Nos mercadinhos é possível encontrar vários tipos de produtos, desde os de higiene até alimentícios, como empanadas, biscoitos, pão, chocolates, além de produtos à base de coca (folhas, balas e chá), aliás, numa sorveteria da Caracoles, até sorvete sabor de coca eu vi. Ademais, há vários restaurantes, hostals e um sem-número de agências de turismo, a maioria delas coloca uma placa na porta com os passeios oferecidos, algumas até com preços, estes sempre negociáveis. Nas travessas como Tocopilla, Calama e Toconao também é possível encontrar restaurantes, artesanato, agências e outros tipos de estabelecimentos, ressaltando-se que quanto mais você se afasta da Caracoles, menos estabelecimentos há. Há farmácia na Caracoles, inclusive, dentro dela, há um caixa eletrônico. Há banco 24 horas na Caracoles (BCI) e também em uma outra travessa, cujo nome não me recordo. Como eu disse, há casas de câmbio, porém com péssima cotação, pelo menos foi assim na minha visita. O movimento é sempre intenso na Caracoles, mas por volta das 22h00, os estabelecimentos começam a fechar as portas, por volta das 22h30 um ou outro ainda estavam abertos. Na praça, acessada por meio de uma travessa da Caracoles, salvo engano a Tocanao, é possível encontrar restaurantes, agências de turismo e também a feira de artesanato, uma espécie de galpão com várias tendas, uma do lado da outra, com vários tipos de souvenirs, roupas, doces etc. Há wi-fi livre na praça. Vi duas lavanderias na cidade, uma na Caracoles, outra perto da praça. A primeira cobrava por quilo de roupa lavada, a segunda por cesto de roupa lavada, este que custava 5.000 pesos, ou seja, se você possui muitas roupas para lavar, essa pode ser uma opção interessante. Nem sempre há água na lavanderia para a lavagem. Há muitos cachorros pelas ruas, todos de porte enorme. São muito dóceis e normalmente estão na porta de algum restaurante, brinquei com vários deles. Vale a pena reservar um tempo para passear um pouco pela cidade e conhecer a cultura local. Valeu a pena hospedar-me próximo da Caracolles, isso facilitou muito as idas e vindas entre hostal e lojas, seja para comprar comida, água, seja para outra finalidade, como sacar dinheiro ou simplesmente andar pelas ruas de maior movimento. 11) HOSPEDAGEM EM SÃO PEDRO DE ATACAMA: ficamos no hostal Lickana, quase na esquina com a rua Caracoles, a principal da cidade. A localização facilitou muito o deslocamento para os restaurantes, lojas, agências, bancos etc. Ficamos num quarto de casal, com armário, televisão, aquecedor elétrico para o colchão, água quente na torneira da pia e chuveiro, wi-fi sempre em funcionamento. Limpeza realizada diariamente. Não utilizei o aquecedor, aliás, dormi de camiseta e com apenas uma das cobertas disponíveis. Por outro lado, ao sair de madrugada para alguns passeios, era necessário estar bem agasalhado, pois faz frio de madrugada em San Pedro. Paguei por 6 noites o valor de 594 dólares. Aproximadamente, em reais, o valor das 6 diárias ficou em torno R$ 2.080,00, já com o IOF. Percebi que os quartos não são muito padronizados, pois o casal que viajou conosco ficou em outro quarto onde, diferentemente do nosso, não havia televisão, mas havia itens que não constava no nosso. Não é meu caso, mas se o visitante faz questão de TV, melhor avisar de antemão. 12) ALIMENTAÇÃO NO ATACAMA: no hostal Lickana há café da manhã, conforme mencionado, só que ele só é servido após às 08h00. Na rua Caracoles há vários restaurantes, com menu del dia, o preço varia bastante, de 5.000 a mais de 10.000 pesos. Nas travessas da Caracoles, é possível encontrar comida um pouco mais em conta. Há vários mercadinhos na Caracoles onde é possível encontrar empanadas, biscoitos, bebidas etc. Resumindo, há várias opções com vários preços. Comi por 6 mil pesos no Las Delicias de Carmen, indicado por várias pessoas, uma salada e um macarrão a bolonhesa, é muito grande o prato, devo ter deixado quase a metade da comida, é uma boa opção para quem está faminto. Fui algumas vezes no Café Yale também, lá comi uma empanada deliciosa, massa fina, por 3 mil pesos, mas era imensa, é possível reparti-la para duas pessoas. Lá você encontra também pizzas (4000 pesos a individual/7000 pesos a família – não comi), cachorro quente (vários tipos, preço entre 1300 e 2000 pesos – não comi), pratos como spaguetti e risotto por 5.000 pesos, omeletes entre 2.000 e 3.000, desayunos (café da manhã) entre 2 e 3 mil pesos, composto de café, huevos (ovos), tostadas, mantequilla (manteiga) etc. Em alguns lugares, além do menu, há pratos individuais por 3500 pesos, como hamburguesa com arroz e jugo (suco). Por aproximadamente 4.500 pesos, sempre haverá um pollo (frango), com algum agregado. Comi ainda num restaurante na rua do Lickana chamado Hostal e Restaurant Cabañas, menu por 5800 pesos composto de entrada (ceviche ou caldo de mariscos), fondo (pescado frito ou opções), agregados (arroz ou purê ou ensalada mista) e postre. Na praça, comemos ainda no Restaurant e Hostal La Plaza, menu por 6000 pesos, com entrada (cazuela de ave, que é uma sopa, ou ensalada surtida), e fondo: salmon a la plancha ou chuleta de cerdo com ensalada. Ressalta-se que, em alguns passeios, as agências incluem o desayuno (café da manhã) e o almuerzo (almoço). 13) PASSEIOS NO ATACAMA COM VALORES E ALTITUDES: Na manhã seguinte a nossa chegada em San Pedro de Atacama, visitamos as agências que realizam os passeios. Fechamos com a Sol Andino, situada numa travessa da Caracoles. Fechamos os passeios para 4 pessoas, com alguns descontos em relação aos preços de catálogo. Abaixo, seguem os passeios realizados, preços, altitudes, valores de entrada, impressões: Detalhe: nos passeios realizados pela manhã, a van passa na porta do hostel, enquanto que para os passeios realizados no período da tarde, é necessário dirigir-se a agência com 10 minutos de antecedência. Procuramos realizar os passeios pela ordem de altitude (do mais baixo para o mais alto, proporcionando aclimatação). É possível obter descontos pessoalmente nas agências, observamos pela Caracoles alguns funcionários das agências que chamavam os turistas para oferecer um preço melhor que o concorrente, o que não impede a coletividade existente entre as agências, pois a despeito de você fechar o passeio com uma delas, às vezes, vai ao passeio no carro de outra, isso é feito aparentemente para utilizar apenas um veículo com todos os lugares ocupados. A título de exemplo, fizemos passeios pela Andes Travel, Tierra Extreme e Colques Tour. Há guias que trabalham como free para algumas agências também. Destaca-se que, às vezes, as vans atrasam pela manhã, pois passam em vários hostels para pegar os turistas. 13.1) Valle de La Luna: Altura máxima: 2450 m Saída: 16:00 – 20h30 Itinerário: mirador, Três Marias, Anfiteatro, Atardecer. Valor do passeio: 8000 pesos (constava 10.000 no catálogo) Valor da entrada: 3.000 pesos Inicia-se somente às 16h00, quando o sol não está tão intenso. No primeiro dia propriamente dito no Atacama, fomos ao Valle de La Luna num micro-ônibus. Preliminarmente, há uma parada num local para comprar água e ir ao banheiro. Os guias recomendam 1,5 litro de água por pessoa. Em seguida, visita às 3 marias, que são três pedras localizadas uma do lado da outra, uma delas teve uma de suas partes misteriosamente quebrada há alguns anos; caverna de sal, uma caverna estreita, não muito longa. É interessante portar uma lanterna para alguns trechos mais escuros e tomar cuidado para não bater a cabeça no teto dela. Ainda fomos a um mirante, para vermos o por-do-sol. É um passeio interessante, mas que deve ser feito no primeiro dia, não só pela altitude baixa, mas também para não ser ofuscado pelas paisagens exuberantes dos outros locais. 13.2) Valle del Arcoíris Altura máxima: 3.200 metros Saída: 08:00 às 13h00 Itinerário: Mantacilla, Petroglifos, Valle del Arcoiris Valor do passeio: 25.000 Valor da entrada: 3.000 Realizado no segundo dia no Atacama. Trata-se de uma paisagem mais verde, com plantas e cactus do deserto. Há formações rochosas com coloração diferente das de outros lugares. Há demarcação dos lugares nos quais se pode caminhar. Há vários desenhos e pinturas nas pedras, elaborados por civilizações de diversos períodos, algumas de 1400 anos antes de Cristo. No final do passeio, o guia oferece um snack com cookies, batatas e suco. Laguna Cejar Altura máxima: 2450 m Saída: 16:00 às 20h30 Itinerário: Laguna Cejar, Ojos de Salar, Laguna Tebinquinche, inclui Snack + cocktail Valor do passeio: 13.000 (constava 20.000 no catálogo) Valor da entrada: 17.000 A visitação ocorreu no mesmo dia do Vale do Arco Iris, de forma que sobrou tempo confortável para o almoço. Não fomos a Laguna Tebinquinche, tampouco aos Ojos de Salar, uma vez que esses locais encontravam-se fechados para manutenção. Seguimos direto para a Laguna Cejar y Piedra. No trajeto para a laguna, deparamo-nos na estrada com o zorro cupeo, uma raposinha que habita o deserto, foi o único momento da viagem que o visualizei. O nado é proibido na Laguna Cejar e permitido na Piedra, ressaltando-se que uma localiza-se do lado da outra. No pôr-do-sol, a paisagem no local se torna muito bonita, com a luz do sol incindindo sobre as montanhas. Há estrutura no local como vestiários e banheiros. O guia que nos acompanhou foi o Cristóvan, salvo engano ele trabalha como free para algumas agências, ele é engenheiro agrônomo e conhece bem a região. Forneceu-me algumas dicas sobre outros passeios que não realizamos nesta oportunidade. No por-do-sol, ele preparou uma mesa com pisco sour, para brindarmos, além de biscoitos, bolo, azeitonas e suco para as crianças que estavam no passeio. 13.3) Geysers del Tatio Altura máxima: 4.400 m Saída: 05h00 às 12h30 Itinerário: Campo geotérmico, Termas, Poblado de Machuca; inclui desayuno Valor do passeio: 15.000 (constava 20.000 do catálogo) Valor da entrada: 10.000 A van parou defronte ao hostel por volta das 05h00, horário combinado. Ainda estava escuro. O trajeto até os geysers durou cerca de 1h40. A estrada por vezes se torna sinuosa e venta muito. Chegamos com as primeiras luzes do dia. Fazia – 12 graus no momento da nossa visita. Só senti frio mesmo quando retirei a luva para fotografar a paisagem com o celular, senti que meus dedos estavam congelando. A paisagem é inusitada para mim, o campo geotérmico é bem maior do que aparenta nas fotografias. Em todo o canto é possível visualizar as fumarolas oriundas dos geysers, em alguns deles, nota-se a água fervendo a aflorar. É necessário muito cuidado no local, onde há demarcação dos locais que podem ser pisados. A temperatura sobe um pouco quando o sol se ergue no horizonte, momento no qual tomamos o desayuno (café da manhã: ovos mexidos, pão, café solúvel, leite, bolo, biscoitos e chá de Coca) preparado pelo guia. Utilizei no local luvas, gorro e cachecol de alpaca comprados em San Pedro de Atacama. Ademais, jaqueta tripla camada (da loja Decathon), uma blusa de lã comum e uma fina corta-vento. Calça de trilha fina, porém com uma segunda pele por baixo. Meia normal com outra de alpaca por cima, e bota de caminhada polar comprada também na Decathon. Tais vestimentas foram suficientes para o frio no local, o mais intenso da viagem. Na volta, paramos no Vado de Putana, um lago congelado, para algumas fotografias. Paramos, ainda, no Povoado de Machuca, lá é possível utilizar os banheiros mediante o pagamento de 250 pesos. Há espeto de lhama e empanadas de queijo e queijo de cabra. Há uma lhama cujo dono cobra certa quantia para a pessoa fotografá-la. De todas as opções informadas, lancei mão apenas do banheiro. Ainda paramos em um mirante para algumas fotografias panorâmicas do Salar de Atacama. Termas de Puritana: Altura máxima: 3.600 metros Saída: 14h00 às 18h30 e 09h00 às 14h00 Itinerário: Termas de Puritana Valor do passeio: 15.000 (constava 20.000 no catálogo da agência) Valor da entrada 15.000 pela manhã; 9.000 pela tarde Realizado no mesmo dia dos Geysers del Tatio, o horário deste passeio se encaixa bem com o passeio aos geysers. O local é um cânion, com um curso de água em seu meio, este que se represa em certos pontos formando poços de água quente apropriados para o banho, chamados de termas, salvo engano são oito. Quanto mais abaixo do curso de água localiza-se o poço, menos a água se torna quente, no último poço, no qual o curso de água forma um jato que é utilizado pelos banhistas para massagear as costas, a água estava morna. O local é bem estruturado, há banheiros e camarins, onde é possível trocar as roupas. Há armários nos camarins que podem ser fechados por cadeados, portanto, se o visitante julgar necessário, pode levar um cadeado para tal finalidade. Não é um lugar com paisagens exuberantes que lhe renderá grandes fotografias, a não ser pela visão de cima do cânion, próximo ao estacionamento, trata-se sim de um lugar para se banhar nas águas termais e relaxar. Se a intenção não for essa, sugiro substituir o passeio por outro. 13.4) Pedras Rojas e Lagunas Altiplânicas Altura máxima: 4400 m. Saída: 07h00 às 15h30 Itinerário: Toconao, Salar de Atacama, Laguna Chaxas, Lagunas Miscanti y Meniques, Socaire, Piedras Rojas Incluye: desayuno e almuerzo Valor do passeio: 40.000 (constava 55000 no catálogo) Valor da entrada: 7.000 Nota-se que o passeio às Lagunas Altiplânicas, em algumas agências, é oferecido separadamente do passeio às Pedras Rojas. Procure fazer os dois passeios juntos, num mesmo roteiro, são locais imprescindíveis no Atacama. Acompanhou-nos o guia Javier, da Colquetur. Ele se expressa em português e discorre sobre muitos detalhes da região. Ele até portava um livro sobre as civilizações andinas com a finalidade de mostrar imagens relacionadas aos lugares e explicar a diferença entre certos animais. A primeira parada foi em Toconao, onde visitamos a igreja, uma loja de artesanato cujos fundos abriga uma lhama. Visitamos, ainda, o campanário próximo à igreja. Em seguida, passamos pelo ponto por onde passa o trópico de capricórnio, há uma placa indicando essa informação. Próximo dali, temos a antiga trilha dos incas, o guia Javier narrou-nos algumas histórias dessa trilha. Tomamos café na Vila Socore. A seguir, rumamos para as Pedras Rojas e o Salar de Águas Calientes. Paramos na estrada, que formava um declive, um pouco antes da chegada, para algumas fotos panorâmicas. Então, com o veículo estacionado, passamos ao lado de uma laguna, percorremos as pedras rojas até alcançar o Salar de Águas Calientes. Atrás da laguna você observa as montanhas com gelo e do outro lado, o vulcão. O lugar é realmente incrível, vale muito a visita. Após o guia fazer algumas fotos divertidas no canto da laguna, caímos novamente na estrada. No caminho, o guia narrou sobre os rebanhos de vicunhas encontrados nos campos próximos à estrada, animais que são selvagens e protegidos por legislação específica. A próxima parada foram as lagunas altiplânicas propriamente ditas, Miscanti e Muniques. Visual incrível, o qual só presencialmente é possível captá-lo em sua plenitude. Também em Socoire fizemos uma parada para o almoço. Por fim, rumamos para o Salar de Atacama, onde se localiza a Reserva Nacional Los Flamencos – Sector Soncor. Antes, o guia exibiu um vídeo para o grupo, com informações sobre a região. Em seguida, visitamos a reserva, onde se localiza a laguna de Chaxa. O guia nos explicou as diferenças entre as espécies de flamencos, bem como nos apresentou detalhes da região. Faz frio sobretudo em Pedras Rojas e nas lagunas, vá bem agasalhado, pois venta muito no local. Já no Salar de Atacama, mais tarde, a temperatura é mais quente. Pedras Rojas e Lagunas Altiplanicas é uma expedição essencial para quem visita o Atacama. 13.5) Salar de Tara Altura máxima: 4800 m. Saída: 08h00 às 15h30 Itinerário: Laguna Quipiaco, Monjes de La Pacana, Catedrales de Tara, Salar de Tara Incluye: desayuno e almuerzo Valor do passeio: 40.000 (constava 55000 no catálogo) O guia que nos acompanhou foi o Paton. A primeira parada foi na estrada defronte ao vulcão Licancabur, para fotos. Em seguida, uma parada ao lado de uma lagoa congelada, onde tomamos o café da manhã. A terceira parada se deu no local onde há uma impressionante formação rochosa em meio a areia, com o rosto de um índio. É o local onde estão os Monjes de La Pacana, formações rochosas imensas com formatos que lembram diversas figuras, como guarda, monge etc. A pé, ainda subimos pelas pedras até o cume de um morro, de onde se tem uma bela visão do local. Uma das formações lembram o rosto do poeta Neruda. Não há banheiros no itinerário deste passeio, razão pela qual eventuais chamados deverão ser atendidos na própria natureza. A última parada é o Salar de Tara propriamente dito, onde fica a Reserva Nacional Los Flamencos – Sector 1 – Salar de Tara y Águas Calientes. Há, na beira da laguna, um solo com coloração verde, onde ficam algumas lhamas, criadas por um homem que possui uma casa dentro do Salar, a qual é possível avistar à distância. Ao fundo, é possível observar os flamencos. O almoço (tomate, presunto, queijo, atum e arroz) foi preparado pelo guia neste mesmo lugar. Pedras enormes com formatos curiosos, lagunas congeladas em contraste com o deserto, flamencos, a todo momento você se depara com uma paisagem impressionante, é um passeio imprescindível na minha opinião. Segundo o guia, no trajeto há um ponto que alcança 4.900 metros de altitude. É um lugar que venta bastante e faz frio, portanto vá bem agasalhado também. 14) SOBRE O SOROCHE: é como se chama o mal da altitude. Das quatro pessoas do grupo, duas não sentiram quaisquer efeitos da altitude. Eu senti um pouco de dor de cabeça no retorno do Salar de Tara, curada com um analgésico. Minha esposa também foi acometida com dores de cabeça, porém na subida, igualmente, um analgésico foi o suficiente para resolver o problema. Não tomei nada específico para evitar o mal da altitude. Algumas pessoas bebem chá de coca, outros mascam a folha, facilmente encontradas nos mercadinhos em San Pedro. Um guia mostrou as sementes de uma planta comum do deserto – não me recordo o nome – as quais quando esfregadas na mão, exalam um aroma que ao ser inalado minimiza os efeitos da altitude. Escolher os passeios em ordem crescente de altitude ajudou na aclimatação. Não é recomendável ficar borracho (embriagado), como eles dizem, no dia anterior. Se a pessoa se utiliza de algum medicamento controlado ou com certa frequência, melhor consultar a bula ou conversar com o médico antes da viagem, com vistas a saber se há efeito colateral na capacidade respiratória, pois na altitude há a respectiva redução de oxigênio. Além disso, é sempre recomendável andar vagarosamente e evitar agachar e levantar quando se está em altitudes elevadas. Após uma curta caminhada mais rápida, ofegante e com a língua de fora, realmente comprovei que a respiração é prejudicada na altitude. Se caso a pessoa de antemão já souber que é suscetível de padecer desse mal, melhor conversar com algum médico, indagando-o sobre os medicamentos que podem minimizar os efeitos. 15) DEMAIS INFORMAÇÕES SOBRE PASSEIOS NÃO REALIZADOS: 15.1) Tour Astronómico Altura máxima: 2400 m Saída: 21h00 às 23h00 Itinerário: observacion de estrellas, planetas, constelaciones, nebulosas, cumulos, charla sobre astronomia y mas. Valor : 18.000 (20.000 no catálogo) – Agência Sol Andino Não fiz o tour astronômico. A agência Space, que é a mais indicada para este passeio, sequer estava realizando-o, uma vez que era período de lua cheia e a luminosidade atrapalha a visualização do céu. Vi algumas pessoas que realizaram por outras agências, ainda que na lua cheia, afirmarem que visualizaram pouca coisa no céu. 15.2) Vulcões e altitude Sobre subir nos vulcões da região, segundo um guia me informou, o mais interessante é começar pelo Cerro Toco, antes do Lascar. E o Lascar, antes do Licancabur. O Cerro Toco nem é o mais baixo em altitude, mas seu nível de dificuldade seria menor. Todavia, uma série de precauções são necessárias, como aclimatação, roupas e calçados adequados para o frio etc. Abaixo, segue a altitude de alguns vulcões, conforme informação exposta numa agência: Ojos del Salado: 6880 Tres Cruces: 6762 Llullaillaco : 6760 San Pedro: 6145 Aucanoquilcha: 6160 Sairecabur: 6040 Licancabur: 5917 Lascar: 5600 Toco: 5604 * não fiz nenhum deles. 15.3) Salar de Uyuni: Pesquisei o passeio na agência Flamingo Travel Agency. Há duas possibilidades de tour: 3 dias por 115.000 CLP e 4 dias por 135.000 CLP. Gasta-se 250 bolivianos = 28.000 CLP para entrar nos parques. 15.4) Passeios de 1 dia para a Bolívia a partir do Atacama: Algumas agências oferecem tour de 1 dia para a Bolívia, num deles, pela Atacama Mística, havia visitação à Laguna Blanca, Verde, Geysers Sol de Mañana e Laguna Colorada. Ou seja, é o começo do itinerário ao Salar de Uyuni.
  40. 1 ponto
    e lugares para comer na regiao a baixo custo?
  41. 1 ponto
    Depender de ônibus em Visconde de Mauá é a maior furada. As distancias entre as principais atrações são muito grandes. Além do fato que são poucos os horários de ônibus que ligam as 3 Vilas. Acho que durante a noite eles nem circulam. Da última vez que estive lá, em 2012, só tinha 1 horário de ônibus a noite e mesmo assim só no sentido Maromba-Resende. Com certeza é bem melhor se alimentar em Maromba mesmo. Existem bons restaurantes na Praça principal. Ou depender de carona ou um táxi entre Maringa e Maromba. A distância é de + - 3 Km. Abcs
  42. 1 ponto
    Olá Bom Dia Gostaria de saber, se existe algum transporte entre a vila de Maringa e a vila de Maromba. Pois pretendo me hospedar em Maromba, mas jantar e me alimentar em Maringa, e não sei como é o trajeto entre as 2 vilas. Acham perigoso fazer esse trajeto a noite?? Abraços Leilane
  43. 1 ponto
    Para quem como eu queria colocar TRC (mapa do Brasil do Projeto Tracksource) junto com o Mogeo (mapas de curva de nível) no Etrex e não conseguia segue a dica: Use o MapInstall da Garmin, com ele é super fácil instalar o conjunto de mapas, é só ir selecionando os mapas que quer inserir e o programa faz o resto. Lembrando que nos Etrex é necessário "fundir" os mapas num único arquivo de imagem gmapsupp para dar certo, nos outros aparelhos talvez seja diferente.
  44. 1 ponto
    Hoje completa um ano que iniciamos a aventura, para comemorar um vídeo novo: Video com a filmagem completa da travessia do Passo de Jama - 450km
  45. 1 ponto
    http://www.crescentefertil.org.br/historiamantiqueira/texto3.htm Recuperação da Trilha da Pedra Selada por Antônio Leão Voluntários da Finlândia e de Resende trabalharam vários meses para recuperar a trilha da Pedra Selada, um importante atrativo natural de Resende/RJ. Com o objetivo de conter o avanço das erosões, que evoluíam para desmoronamentos, foram contruídas contenções com troncos de eucalipto e está sendo realizado um reflorestamento nos trechos mais degradados. Segundo Arne Tapio Turunen, gerente de projetos da Associação Finlândia – Brasil, “a trilha exige um grande esforço físico em um curto trecho de subida. Esta característica inviabiliza mesmo um grande número de pessoas executando a obra, que pode provocar um desgaste maior ainda da trilha. Por isso, o ataque corretivo foi realizado de baixo para cima, corrigindo os degraus, alargando passagens quase fechadas e desmoronadas, contendo encostas e escorando degraus, de modo a aumentar o conforto e segurança dos voluntários que transportam o material nas costas até o ponto de erosão”. A Pedra Selada possui 1.755 metros de altitude e está localizada entre Visconde de Mauá e a região da Fumaça. O seu nome deriva do seu formato semelhante a uma sela de montaria. Os voluntários estão trabalhando na via de acesso mais utilizada. Ela começa na fazenda do Sr. Alcebíades, situada 12 km após o Lote 10, Visconde de Mauá, na direção de quem vai para o povoado do Rio Preto. A trilha da Pedra Selada é classificada pelos montanhistas como uma caminhada semipesada. São 2.500 metros de trilha íngreme. Parece pouco, mas este percurso pode demorar aproximadamente 2 horas só na subida. Existe uma outra trilha vinda da Bagagem, com cerca de 7 Km, e que é bem menos utilizada. Nos levantamentos realizados pelos monitores de ecoturismo de Resende nesta trilha, a erosão do solo foi apontada como um grave problema, que exigia uma resposta urgente. Segundo Antônio Leão, coordenador do Projeto Monitor de Ecoturismo, "o intenso pisoteio inicia o dano, mas a simples interdição não recupera o caminho, pois o escoamento das águas da chuva prossegue ampliando os sulcos e canais. Os montanhistas de Resende nunca estiveram alheios ao problema e, com a cooperação fundamental dos finlandeses, pudemos realizar uma intervenção para proteger a trilha". 1ª Etapa: nov - dez/2003 Em 20 de dezembro de 2003, foi realizada uma visita de inspeção na trilha da Pedra Selada. Este trabalho contou com o apoio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Resende que disponibilizou uma Kombi para o transporte da equipe. O trabalho envolveu medição da trilha, fotografias, anotações dos trechos críticos e elaboração de um croqui. Esta visita constatou a grave evolução das erosões, principalmente nos 400 metros que antecedem a chegada ao topo, área de maior declividade. O engenheiro Arne calculou o material necessário, troncos de eucalipto, tratados em auto clave, para realizar a contenção das erosões. Os resultados foram apresentados à Prefeitura de Resende, através das secretarias municipais de Meio Ambiente e Defesa Civil. Uma equipe reunindo onze voluntários, vindos da Finlândia, trabalhou na trilha entre os dias 25 de novembro e 10 de dezembro de 2003. Logo no primeiro dia chegou o carregamento de eucalipto e as ferramentas. Foi instalado um acampamento com duas grandes barracas do tipo militar. O transporte do grupo e do equipamento foi realizado por viaturas da Secretaria do Meio Ambiente de Resende. Parte do grupo se dedicou ao corte das toras de eucalipto com o uso de moto-serra, enquanto os demais realizavam a limpeza do caminho. Os voluntários transportaram as pesadas peças para pontos pré-determinados onde instalaram cinco bancos para os visitantes. No dia 28, foram construídos degraus no trecho inicial (0-500 metros). Ao longo desta semana também foi confeccionada a nova sinalização da trilha, em troncos de eucalipto que foram pintados pela neta do Sr. Alcebíades. Na semana seguinte, 2 a 5 de dezembro de 2003, foi realizada a construção dos degraus feitos com troncos de eucalipto, como forma de diminuir a velocidade das águas pluviais e de facilitar a ascensão dos visitantes. Durante todos os dias, uma viatura da Secretaria do Meio Ambiente entregou o almoço que as voluntárias preparavam na Vila Eila, em Penedo. Um grupo de cinco trabalhadores do local foi contratado para transportar a madeira trilha acima. No trecho mais crítico, 250-300 metros antes do cume, foi planejada uma intervenção para conter uma grave erosão, também utilizando troncos de eucalipto e serrapilheira. No dia 9 de dezembro, o grupo retornou para a Pedra Selada para realizar a contenção da grave erosão situada nos 300 m antes do cume. Foi concluído o trabalho de estaqueamento com varas de eucalipto, ancorando a vegetação e o solo arenoso. Nesta mesma semana também foram instalados os troncos de eucalipto pintados com a nova sinalização da trilha. Nesta etapa, a Associação Finlândia - Brasil gastou R$ 10.800,00 com as toras de eucalipto, fretes, mão de obra local, alimentação, ferramentas, confecção de camisas e outros. 2ª Etapa: dez/2003 - mar/2004 A segunda etapa da Recuperação da Trilha da Pedra Selada começou no dia 20 de dezembro de 2003 e terminou em 20 de março de 2004. Foi realizado um reflorestamento no trecho mais crítico: 250-300 metros antes do cume. Os voluntários plantaram dezenas de mudas de candeia - árvore nativa bem adaptada à cota dos 1.600-1.700 metros. Além da candeia, foram plantados exemplares de aroeira pimenteira, angico vermelho, leiteira e cedro rosa. Este trabalho conta com a participação do engenheiro florestal Luis Artur e do técnico agrícola Marcelo Dertônio, ambos da Secretaria do Meio Ambiente de Resende. Para executar o plantio, os voluntários encararam, inúmeras vezes, o caminho íngreme, geralmente sob sol forte e muito calor e, além do peso das mudas, os trilheiros carregaram ferramentas e muita água para molhar os pés de candeia. As crianças ajudam em todas as tarefas, inclusive na coleta de serrapilheira, galhos e folhas secas, que foram utilizadas para manter a umidade do solo, proteger as mudas da força das águas e reforçar a proteção das contenções feitas anteriormente. Todas as mudas foram fornecidas pelo Horto Municipal de Resende, que é vinculado à Secretaria do Meio Ambiente de Resende. As últimas visitas confirmaram o sucesso dos trabalhos, visto que tanto as contenções como o plantio suportaram as chuvas de verão. Os técnicos acreditam que as mudas sobreviverão ao inverno e está sendo articulado, com os excursionistas da região, um revezamento para regar as mudas durante a estiagem. A idéia consiste em que cada grupo transporte de 3 a 5 litros de água, além do que consome, para molhar as árvores que foram plantadas. Antônio Leão Coordenador do Projeto Monitor de Ecoturismo Membro do GEAN – Grupo excursionista Agulhas Negras
  46. 1 ponto
    E aí Rafael. Se fosse vc, ficaria em Maromba. Lá vc encontrará muito mais passeios do que nas outras vilas. Dependendo da época em que vc for, a variedade de pousadas e preços pode ser grande. E como disse o Ney, em feriados rola sempre um aumento nos preços. E que bom que vc lê os relatos. Eles têm essa finalidade mesmo, o de proporcionar que outras pessoas façam o mesmo roteiro. Abcs
  47. 1 ponto
    É bem provavel que isso aconteça sim. A estrada asfaltada que liga essas vilas é bem estreita e ali vc não tem opção. O ideal é tentar passar por ela em horarios de pouco movimento. E relaxa viu. Transito vc encontra em qqer cidade turistica. Isso não tem como evitar. Vá p/ Campos do Jordão no inverno. A avenida principal fica pior que a hora do rush de Sampa. Abcs
  48. 1 ponto
    Fala pessoal. Não quero jogar água do chopp de ninguém mas é bem diferente conhecer a Chapada Diamantina mochilando ou com transporte próprio, tudo em função do tempo que se gasta para a locomoção. É tudo muito longe e transporte público não há. A primeira dica é definir realmente quantos dias ficarão por lá. Em seguida faça um apanhado de todos os locais que ouvir falar e se puder agrupe por proximidade. Por ex: a cachoeira do Buracão, assim como a cachoeira da Fumacinha ficam em Ibicoara, fica bem ao sul da Chapada Diamantina, prá lá de Mucugê (coisa de 160 Km). Se depender de carona pra ir de Lençóis até Ibicoara...sei não se vai conseguir. Acho que o transporte pela região é o que mais acaba dificultando pois as trilhas em si são todas tranquilas, bem sinalizadas e conhecidas. Para quem tem apenas uma semana e vai mochilar será preciso uma boa logística para conhecer ALGUNS dos pricipais pontos turísticos. Quem quiser alguma dica pode entrar em contato. Boa viagem. Mario
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