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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 13-07-2019 em todas áreas

  1. 1 ponto
    Mochilão de Mel Sou mochileira há alguns anos, já fiz algumas viagens sozinha que foram muito legais e me proporcionaram um aprendizado enorme. Desde que aprendi que posso ser minha própria agência de viagens e elaborar um roteiro totalmente personalizado ganhei muita liberdade no meu modo de viajar. Enfim... quando chegou a minha hora de juntar as escovas de dentes, não tive dúvidas: queria um mochilão na lua de mel. De fato as pessoas acharam a ideia um tanto bizarra, como assim vocês não vão fazer uma viagem tranquila e romântica na lua de mel? Mas sonho é sonho e meu marido concordou plenamente em executarmos isso. Então não estou aqui nem para dar minúcias de roteiro já que o nosso roteiro é bem popular e com um pouco de pesquisa é possível encontrar várias informações. Vim aqui conversar sobre a ideia do mochilão de mel e dar um estímulo às pessoas que sentem vontade de fazer algo do tipo: só vai! Eu nunca sonhei com um casamento tradicional. Nunca gostei de festa, sempre achei extremamente cansativo e o custo é exorbitante. Mas sonho é sonho, então recomendo que quem sonha com uma big festa que invista nisso. E não recomendo nossa ideia para quem tá atrás de muito conforto. O negócio aqui é economia. Meu pai quase pulou pra trás quando o comuniquei da decisão de não fazer uma festa... Mas o convenci de que endividá-lo e nos endividar com isso seria uma péssima ideia. Como eu queria a cerimônia religiosa, investimos nisso e contratamos todos os serviços só para a igreja (fotos, cerimonial, música...). Depois a ideia era entregar uma lembrancinha e se despedir de todo mundo ali. Maaaasss algumas pessoas acabaram sugerindo uma confraternização em uma pizzaria onde cada um pagaria o seu. Consegui um desconto e coloquei um papel a parte no convite onde dizia que quem quisesse e pudesse poderia ir até lá. A adesão foi bem maior do que a gente imaginava. Fora isso, as coisas foram acontecendo. Ganhei bolo, ganhei docinhos, ganhei mesa decorada na pizzaria. Estava disposta a não decorar a igreja, mas uma pessoa foi lá e decorou. Estava disposta em ir ao mercado e comprar algumas flores para fazer um buquê simples, ganhei dois buquês. Como já tinha uma casa montada, ganhamos muitos presentes em dinheiro (eu nem imaginava que ia ganhar tantos presentes!). Como o euro estava nas alturas, resolvemos fazer um roteiro mais modesto e ficar pela América do Sul mesmo. Eu já conhecia a maioria dos lugares onde fomos, mas meu marido não. Então seria uma boa oportunidade para revisitar alguns lugares. Nosso casamento foi em fevereiro/2019. Comecei o planejamento e decidimos. Que tal atravessarmos do Atlântico ao Pacífico? Compramos uma passagem multidestinos, com chegada em Montevidéu e retorno por Santiago. Pagamos cerca de R$800,00 cada (saindo de Guarulhos), sem despacho de bagagem (fomos de mochila mesmo e levamos as roupas sujas para a lavanderia algumas vezes). Fiquei com a missão de planejar 23 dias de viagem com o compromisso de estar no aeroporto de Santiago no fim de tudo isso, gastando o mínimo possível. Nosso roteiro: Montevideo – Punta del Este – Colônia do Sacramento – Buenos Aires – Mendoza – Santiago – Puerto Varas (Ficamos muito na dúvida entre Puerto Varas e Pucon) – Viña del Mar – Santiago Nosso combinado: Reservar quartos privativos. Em alguns lugares precisamos usar banheiros compartilhados por motivo de verba mesmo kkkk mas não comprometeu a viagem.
  2. 1 ponto
    Escrevo este texto para falar de um lugar que me surpreendeu de uma forma muito positiva e que muitos brasileiros não dão bola, mas que deveriam colocar em sua lista de próximos destinos: o Paraguai, mais especificamente a capital Assunção. Assunção é a capital mais tranquila que já conheci. O trânsito não é caótico, há muitas praças e áreas verdes e as pessoas são extremamente simpáticas e prontas pra ajudar. Tem preços bons e comidas que vão agradar o nosso paladar, já que os temperos não são muito diferentes dos que usamos normalmente. Fiquei no El Hostal del Centro, que na verdade é uma casa super confortável com três quartos compartilhados e café da manhã incluído. Como são poucos quartos, a casa nunca fica cheia e, consequentemente, não rola aquela bagunça que às vezes enche o saco em hostel. O hostel está no Centro, perto de tudo. Tem supermercado, shopping, restaurantes, bares, cassino 24 horas (sim, no Paraguai eles são liberados) e mais uma porção de coisas. A zona é bastante segura. Por várias vezes caminhei de madrugada e não tive problema algum. O Centro, aliás, é a melhor zona para os turistas, já que os principais pontos estão localizados ali. E por falar nisso, um bom passeio pela capital pode começar pela Costanera, que é uma espécie de calçadão à beira do Rio Paraguai. Tem um clima de praia, onde as pessoas vão caminhar, andar de bicicleta (há algumas barracas onde se aluga), correr ou somente ver o pôr do sol no fim de tarde, sentadas em um dos muitos bancos que existem ao redor e desfrutando do Wi-fi liberado. Também dá pra passar pelo Palácio de Governo e fazer algumas fotos, mas só do lado de fora, já que as visitas não são permitidas. Por ali também estão a Manzana de La Rivera, um conjunto de 9 casas antigas restauradas e transformadas em museu; La Recova, uma feira que funciona de segunda a sábado, onde se pode comprar artesanatos e lembranças do Paraguai; a Iglesia de La Encarnación, o Museu da Memória, o Santuário de Auxiliadora e a Loma San Gerônimo, um bairro muito interessante que possui bares temáticos, entre eles um que fica num mirante com uma bela vista. Outro ponto obrigatório é a Calle Palma, a principal avenida do Centro. Em primeiro lugar, porque é o lugar mais apropriado pra trocar moeda em Assunção. Tem várias casas de câmbio e também cambistas que ficam na rua oferecendo seus serviços. As casas mostram a cotação do dia em painéis, por isso, é bom dar uma caminhada para ver os valores e trocar onde for mais vantajoso. Em segundo lugar, porque à noite, a rua se transforma no point da região central. Tem festa na rua, restaurantes e bares bem legais. Recomendo o Arsenal e o Poniente, que são descolados, com música boa, clima legal e cerveja gelada. Há também dois restaurantes que os turistas fazem questão de visitar: o Lido e o Bolsi, que está localizado na Calle Estrella (paralela à Palma) e é o único que funciona 24 horas. Nesses bares, se encontra a típica comida paraguaia, como a chipa, a chipaguazú, a sopa paraguaia e as deliciosas empanadas. COMPRAS Aquela fama de exportador de produtos duvidosos ficou pra trás. A realidade é que, em Assunção, dá pra fazer boas compras a bons preços. Dá pra comer bem pagando pouco, principalmente quando comparamos com os preços de Montevidéu, Buenos Aires ou Santiago. E um dos lugares mais legais na capital é justamente o Mercado 4, que é uma espécie de mercadão que começa na avenida Peru e se estende por mais de um quarteirão, também na região central. Lá dá pra comprar de tudo e com preços ainda mais legais do que no resto da cidade. Vale ir com tempo para percorrer todo o mercado, já que sempre tem um beco em que você entra e acaba dando de cara com um mundo de opções. AREGUÁ Estando em Areguá, a primeira coisa a se fazer é comer morango. Sim, a cidade é considerada a capital dos morangos e a fama não é a toa. As frutas são deliciosas: doces, suculentas, grandes. E todos os dias, nas ruas, há barracas que vendem diversos doces feitos com a fruta: como bolos, tortas, empanadas, sucos e mousses. Também dá pra comprar artesanatos produzidos ali. Uma ótima oportunidade pra levar lembranças da viagem. Se tiver tempo, recomenda-se visitar as cidades de San Bernardino e Ypacaraí. Não consegui ir, mas disseram que é muito bacana. Bem, é isso. Posso dizer que o Paraguai foi uma das mais gratas surpresas que tive em viagens. Por isso, fiz questão de escrever este relato (minha primeira contribuição aqui) e dizer que se você quer uma viagem boa, bonita e barata, Assunção deve ser o seu próximo destino. Abraços!
  3. 1 ponto
    Galera, estou juntando informações do que fazer: - Em Joanesburgo - em Cape Town - e como fazer o kruger park sozinho Se alguém tiver uma dica, ou estiver viajando nessas datas, podemos nos juntar e baratar os custos! Me manda uma mensagem e vamos trocar umas ideias 45-999353036 Abraços!!
  4. 1 ponto
    Boa tarde, Pessoal. Sou de BH e estou a procura de pessoas que queiram conhecer Natal/RN. Bora?
  5. 1 ponto
    Oi gente, Próximo ano eu termino a minha faculdade e estou decidido que vou pedir licença (a principio) por um ano do meu trabalho para fazer a volta ao mundo. Ao mesmo tempo eu tenho outro trabalho 100% remoto que é o que penso em manter enquanto viajo. Minha dúvida é: vocês acham possível fazer 1 ano (provavelmente mais tempo) com 4 mil reais por mês + 20 mil dólares para tudo? Também se tem algumas dicas de roteiro, seria de grande ajuda. Obrigado!
  6. 1 ponto
    Não vim falar muito sobre o roteiro em si, mas encorajar os casais que assim como nós, optaram em fazer algo diferente, personalizado e econômico. Embora Uruguai e Chile estejam realmente muito caros, gastamos pouco para 23 dias de viagem (entre 6 e 7 mil reais) fazendo vários passeios, comendo em lugares legais algumas vezes e sem ficar em quarto compartilhado. E com certeza essa foi uma viagem inesquecível que deu início a nossa vida a dois. Independente de ser um destino nacional ou internacional, dá pra fazer uma viagem legal, agregadora, econômica de acordo com o que agrada a cada um. Espero que meu relato ajude aos casais que estão com dúvidas. Procurei alguns relatos desse estilo e só encontrei relatos de mochilões de mel mais longos, que são igualmente legais, mas inviáveis para quem é empregado e precisa usar as férias para fazer as coisas. Estou disponível para auxiliar em caso de dúvidas!
  7. 1 ponto
    Chile: Santiago: Sempre ouvi falar muito sobre como ficar hospedado na região da Providência era bom. Há controvérsias. Da primeira vez que fui a Santiago fiquei no centro e achei bem bom. Resolvi testar a Providência e não curti muito. Assim... Se você quiser um lugar muito tranquilo, mas com opções de alimentação mais caras e com a necessidade de usar mais o metrô, fique por lá. Agora se quiser ter opções menos caras (comer no Chile é muito caro) para comer e fazer mais passeios a pé, é melhor ficar no centro. Ficamos no Newen Kara Hostel. Localização boa, hostel bom. Recomendamos. Dicas de Santiago: - A comida é muito cara, muito cara mesmo. Então, se quiser economizar, vá ao mercado. - O free walking tour também é bom, te ajuda a entender bastante a história do país. - O metrô é bom e te leva a todos os lugares necessários. - Os ônibus interestaduais são baratos, mas o serviço não é tão completo como os da Argentina. Mas pagamos muito barato para uma viagem noturna de 10 horas em uma poltrona confortabilíssima. Com direito a brownie e café. - Meu voo é de madrugada, mas os hotéis perto do aeroporto são caros demais. O que fazer? Tem um ibis dentro do terminal de ônibus de Santiago. Para fins turísticos o lugar é péssimo, mas para ir ao aeroporto é ótimo, já que dentro do terminal tem um ônibus que te leva baratinho ao aeroporto (não funciona entre as 2h e 5h da manhã). Fizemos isso no nosso último dia de viagem. Pagamos R$150 reservando no dia. Puerto Varas: No “verão... de 10ºC” a cidade fica lotada. Há muitos mochileiros. A cidade é linda, o lago é lindo e os passeios são muito bons (fizemos o do vulcão, das pinguineras e saltos del petrohué) Fomos a corredeiras, vimos pinguins, subimos vulcão. Ficamos no Hostel Vermont, a opção mais em conta que encontramos em um quarto privativo e banheiro compartilhado com café da manhã (café da manhã te ajuda muito no Chile e no Uruguai onde a comida é cara). Fica bem localizado. Recomendamos. Não há rodoviária em Puerto Varas. Então o ônibus te abandona no meio da rua, perto da loja da empresa. Dicas de Puerto Varas: - No verão, compre sua passagem com a maior antecedência possível, porque é tudo muito cheio. Não conseguimos passagem direto para Viña del Mar porque estava tudo lotado. E quase não conseguimos voltar para Santiago no dia que precisávamos. Ah... Não baseie o valor da volta no valor da ida. A volta fica mais cara. - Tem um quiosque turístico na beira do lago. No fim da tarde costumam fazer promoções dos passeios (acho que para dar a lotação). Fique de olho. Conseguimos preços muito bons. - Comprar comida no mercado ajuda a reduzir os custos. Inclusive para levar os passeios. - Leve roupa de frio mesmo no verão, porque faz bastante frio ainda assim. - Dá pra ir para frutillar de busão. A orla é bonitinha, mas meio dia por lá é mais do que suficiente. Viña del Mar: Ficamos no hostal recreo. O quarto era bom, o café da manhã maravilhoso, mas fica bem longe da parte turística. Então, se quiser um local mais centralizado, tente achar alguma coisa nas redondezas do cassino. Dica de Viña del Mar: -Caso precise de internet para chamar o uber fique perto do Starbucks e pegue o sinal deles (assim como em vários lugares do mundo hehe).
  8. 1 ponto
    Argentina Buenos Aires: Sair do Uruguai e ir para a Argentina é quase como ganhar na mega sena porque os preços são bem melhores. Pegamos um quarto privativo com banheiro privativo no Hostel Estoril, que fica extremamente bem localizado na Avenida de Mayo, ao lado do Congresso e de uma estação de metrô. Recomendamos muito. Passamos 5 dias na cidade. Dicas de Buenos Aires: - Aproveitamos para comer toda a carne que podíamos, comemos pra caraí, porque procurando, os preços são muito bons - Fizemos dois free walking tours: o do Congresso até a Casa Rosada e o da Recoleta. Recomendamos os dois, foram os melhores que fizemos. - Também tem um aplicativo de ônibus. Utilizamos bastante o transporte público. Para tanto, é necessário comprar o cartão em qualquer estação de metrô. - A rodoviária de Buenos Aires é sinistra e fica em um lugar sinistro. Cuidado em transitar na região a noite. - Comprei as passagens para Mendoza com antecedência pela internet e paguei muito pouco (o equivalente a R$50,00). São 14h de viagem, mas os ônibus na Argentina são muito bons mesmo. Como estamos acostumados com os ônibus no Brasil, compramos uma sacola de comida para encarar a viagem, que foi noturna para ganharmos tempo e economizarmos com hospedagem. Eis que o rodomoço começa com os serviços: - Bingo de uma garrafa de vinho - Refeição 1: Prato frio: sanduíche e refrigerante - Refeição 2: Prato quente: frango recheado e batatas. Tinha sobremesa. - Depois tem travesseiro e coberta para todos. Além de filme. - De manhã te servem café ou chá com alfajor Mendoza Ficamos no hostel Confluência que fica bem localizado, pagamos um preço legal e tinha café da manhã. Por meio dele contratamos o passeio da Alta Montanha, que dura o dia inteiro e te leva a vários lugares. Para os passeios fomos ao Carrefour e compramos lanche, mas a excursão faz parada para almoço. Durante a parada, lanchamos e exploramos a região ao redor do restaurante e ainda gastamos menos rsrsrs Dicas de Mendoza: - A cidade é linda. Passamos dois dias lá e foi muito pouco. Pesquisando, dá pra comer bem e gastando pouco - Não leve alimentos in natura para o Chile. Eles revistam tudo e olham tudo sim! Mas compre o tanto de doce de leite que puderem. É bom, é muito bom. - Ao comprar a passagem para o Chile, reserve os lugares na parte superior do ônibus nos primeiros lugares. A vista da estrada é um dos atrativos da viagem.
  9. 1 ponto
    Uruguai: Montevideo: Chegamos a Montevideo de madrugada. Como não estávamos dispostos a gastar uma grana com táxi ou uber, achamos um lugar bom e dormimos no aeroporto. No outro dia pegamos um ônibus até o terminal três cruces e um uber até o hotel que reservamos no centro da cidade. Ficamos no hotel alvear, bem localizado, deu pra fazer bastante coisa a pé e de ônibus. Não usamos táxi e uber para nada. A diária foi R$150 reais e ficamos por lá 3 dias. Dicas para Montevideo: - O país é muito caro, principalmente comida. Se tiver em um local que tenha café da manhã, faça uma refeição bem completa. E compre o que puder no supermercado. - Comprar no cartão de crédito te proporciona o desconto no imposto. Então mesmo com o IOF vale a pena. - O transporte público é bom e tem um aplicativo com rotas e horários que é bem preciso e ajuda muito. - Faça o free walking tour. Assim você conhece a cidade a pé, tem uma noção dos lugares legais de se visitar e contribui com o guia com o valor que você pode. Punta del Este Como a cidade é muito cara mesmo, achamos melhor fazer um bate e volta desde Montevideo. Do terminal três cruces saem vários ônibus por dia. Chegamos na rodoviária e pegamos um mapa e saímos andando pela orla da cidade até chegarmos de volta a rodoviária novamente. Deu para conhecer alguns lugares da região da península. Também deu pra pegar uma praia. Colônia del Sacramento A viagem desde Montevideo dura umas 3 horas. Escolhemos o hostel mais barato da cidade porque ainda assim ele passava do valor máximo que havíamos estipulado para hospedagem. Foi o Casa Colônia Homestay. A localização é ótima, muito perto da rodoviária. Como Colônia é pequena, dá pra fazer tudo a pé. Nosso quarto era privativo com banheiro compartilhado. Não recomendo! Não recomendo porque o quarto que ficamos tinha muito mofo. Muito mofo mesmo, não conseguia ficar dentro dele. Para dormir precisei entupir as narinas com vick. Foi nossa única hospedagem que deu errado. Ficamos uma noite lá (graças a Deus) Dicas de Colônia: -Tem um restaurante que comprando com cartão e levando a comida para comer em outro lugar dá um desconto muito grande na comida -Trocamos os pesos uruguaios restantes em pesos argentinos em uma locadora de carros em frente a rodoviária com uma cotação ótima - Comprei as passagens de barco para a Argentina pela Colônia Express e não tivemos problemas. No Facebook deles tem alguns cupons de desconto.
  10. 1 ponto
    Índice do Relato: [Pag. 1] Capítulo 1: Preparativos para a viagem [Pag. 1] Capítulo 2: Santa Cruz de la Sierra, Sucre e... o mal da altitude. [Pag. 4] Capítulo 3: Enfim Uyuni! Três dias inesquecíveis. [Pag. 6] Capítulo 4: Vulcões, desertos e as Lagunas Altiplânicas. [Pag. 8] Capítulo 5: ¡Adiós, Uyuni! A beleza dos Geisers e o sofrimento dos -10ºC. [Pag. 10] Capítulo 6: Os encantos de San Pedro de Atacama. [Pag. 11] Capítulo 7: As Piedras Rojas, as Lagunas Altiplanicas e o Salar de Atacama. [Pag. 12] Capítulo 8: O Salar de Tara e o adeus a Atacama. [Pag. 15] Capítulo 9: De Arica para Tacna: cruzando a fronteira com o Peru. [Pag. 16] Capítulo 10: Ô Maria esta suruba me excita... Arequipa! Arequipa! Arequipa! [Pag. 17] Capítulo 11: De um luxuoso ceviche à muvuca do Mercado San Camilo. [Pag. 20] Capítulo 12: Dois dias de calotes, perrengues e superação pelo magnífico Cañon del Colca. [1ª Parte] [Pag. 20] Capítulo 12: Dois dias de calotes, perrengues e superação pelo magnífico Cañon del Colca. [2ª Parte] [Pag. 22] Capítulo 13: Oásis são reais! Um dia de muita diversão pelas dunas de Huacachina. [Pag. 22] Capítulo 14: As Islas Ballestas e a Reserva Nacional de Paracas: um passeio pelo Oceano Pacífico. [Pag. 24] Capítulo 15: Cusco, a cidade histórica. [Pag. 26] Capítulo 16: O Vale Sagrado dos Incas. [Pag. 29] Capítulo 17: O lindo – e traumatizante – caminho até Aguas Calientes. [Pag. 34] Capítulo 18: Machu Picchu, a Cidade Perdida dos Incas... e uma noite no hospital. [Pag. 38] Capítulo 19: Até a próxima, Machu Picchu! É hora de seguir para Puno. [Pag. 39] Capítulo 20: Puno e o passeio pelas Islas Flotantes de Uros e Isla Taquile. [Pag. 44]Capítulo 21: Cruzando a fronteira com a Bolívia rumo a Copacabana. [Pag. 46] Capítulo 22: Os encantos da Isla del Sol. [Pag. 49] Capítulo 23: O adeus à Isla del Sol. É chegada a hora de conhecer a caótica La Paz. [Pag. 51] Capítulo 24: Chacaltaya, Valle de la Luna... e o dia em que fomos furtados. [Pag. 57] Capítulo 25: O eletrizante downhill pela Carretera de la Muerte. [Pag. 62] Capítulo 26: ¡Hasta la vista, baby! É hora de voltar pra casa. [Pag. 62] Capítulo 27: Agradecimentos. Pessoal, criei recentemente um instagram só de viagens. Então se você também ama carimbar seu passaporte, segue lá: @queridopassaporte. Aproveita pra comentar que veio pelo Mochileiros hehe. Editado: Baixe o PDF com o relato completo: relato_rodrigovix_26dias_bolivia_chile_peru_abril2015.pdf (Agradecimentos à Fernanda Arruda por ter compilado o relato em pdf pra gente - página 47) Salve, salve, mochileiros deste Brasil varonil! Cá estou eu prazerosamente cumprindo minha obrigação de compartilhar o relato da viagem que fiz em abril deste ano. Digo “obrigação” mesmo, porque me sinto moralmente obrigado a ajudar o mínimo que seja no planejamento da viagem dos próximos mochileiros, uma vez que 99%, se não 199%, se não 27.569%, se não 6,02x10²³% (aulas de química? alguém lembra? hehedeusmelivrehehe) do meu planejamento se devem aos relatos e informações presentes aqui neste fórum. Por isso, já vou logo deixando o meu MUITO OBRIGADO, CAMBADA!!! Antes de mais nada, devo informar que este relato será cheio de texto, informações e fotos (muitas fotos). Portanto, praquela galera menos paciente que gosta de ir direto ao assunto, farei, ao final, uma versão resumida com as principais informações, belê? O ROTEIRO: O roteiro já é um clássico aqui no mochileiros. A chegada por Santa Cruz de la Sierra, seguindo pra Uyuni, depois Atacama, subindo pro Peru e fechando a volta até La Paz é um bom caminho para irmos nos aclimatando gradativamente. Muitos optam pelo caminho inverso e sofrem muito com a brusca mudança de altitude ao chegar em La Paz. 01/04 Vitória x São Paulo x Santa Cruz de la Sierra x Sucre 02/04 Sucre x Uyuni 03/04 Salar de Uyuni 04/04 Salar de Uyuni 05/04 Salar de Uyuni 05/04 San Pedro de Atacama 06/04 San Pedro de Atacama 07/04 San Pedro de Atacama x Arica 08/04 Arica x Tacna x Arequipa 09/04 Arequipa 10/04 Cañon del Colca 11/04 Cañon del Colca x Arequipa x Ica 12/04 Huacachina 13/04 Islas Ballestas + Paracas 13/04 Ica x Cusco 14/04 Cusco 15/04 Cusco (Vale Sagrado) 16/04 Cusco x Aguas Calientes 17/04 Machu Picchu 18/04 Aguas Calientes x Cusco x Puno 19/04 Puno (Uros + Taquile) 20/04 Puno x Copacabana 21/04 Isla del Sol 22/04 Isla del Sol x Copacabana x La Paz 23/04 La Paz (Chacaltaya + Valle de la Luna) 24/04 La Paz (Downhill) 25/04 La Paz 26/04 Santa Cruz de la Sierra x São Paulo Quanto ao valor no título (1.600 dólares), ele se refere a PASSAGENS AÉREAS + TRANSPORTE + ALIMENTAÇÃO + HOSPEDAGENS + PASSEIOS durante esses 26 dias. Só não inclui aqui os gastos prévios que tive com vestuário, bota impermeável, mochilas, câmera e equipamentos fotográficos, passaporte, etc., porque isso varia muito de pessoa pra pessoa. E como o custo em reais depende muito do preço do dólar à época, decidi manter em dólar. De toda forma, a quem interessar possa, ficam aqui algumas coisas que comprei: - Bota Timberland Flume Mid Waterproof http://www.centauro.com.br/bota-timberland-masculina-flume-mid-waterproof-777831.html Pra quem quer investir numa bota impermeável, é uma ótima opção, além de ser esteticamente bonita. Pisei em diversas poças d'água, peguei chuva, e os pés continuaram secos. Ela é até confortável, mas isso não costuma ser a principal característica de botas de trekking, então não espere o conforto de um tênis. Foi o único sapato que usei durante toda a viagem (além do par de chinelos, claro). - Blusa e calça segunda pele (1ª camada), fleece (2ª camada) e casaco corta-vento-e-chuva (3ª camada), money belt, saco de dormir (lençol), mochila, capa para mochila, meias, toalha de secagem rápida e mais uma porrada de coisas eu comprei na Decathlon. É o lugar mais completo e barato para se comprar essas coisas. Deixei uma grana boa por lá. Dá uma olhada no site e, se tiver uma loja perto de você, melhor ainda, dê uma passada lá. http://www.decathlon.com.br/ - Câmera Nikon D5300 kit de lente 18-55mm VR II http://www.nikon.com.br/Nikon-Products/Product/dslr-cameras/1522/D5300.html - Lente Wide Angle Sigma 10-20mm f4-5.6 https://www.detonashop.com.br/lente-grande-angular-sigma-10-20mm-f-4-5-6-ex-dc-hsm-para-nikon.html - Tripé, filtro polarizador, disparador remoto, etc. eu comprei pelo Mercado Livre. SOBRE AS MOCHILAS... Usei uma Forclaz 50L Quechua... http://www.decathlon.com.br/montanha-aventura/mochilas-38170/mochila-trecking/mochila-forclaz-50-litros-quechua_167478 E uma Targus Spruce EcoSmart de mochila de ataque. http://targus.com/us/15_6-spruce-ecosmart-backpack-tbb013us Essa da Targus eu já tinha há bastante tempo. É uma mochila mais voltada para notebook, mas como eu não queria gastar com uma mochila de ataque, optei por essa mesmo. Foi nela que carreguei meus equipamentos fotográficos durante todo o tempo. Obs.: É MUITO importante uma mochila de ataque (mochila de menor tamanho) nesse tipo de viagem. Isso evita carregar peso desnecessário em diversos momentos. Não deixe de levar uma. Quanto à mochila de 50L, muitos me questionaram se não era pequena demais pra 26 dias. Minha resposta é: depende. Se você não quiser lavar muita roupa, tem que levar uma maior. Agora, se você busca praticidade, 50L bastam. Levei roupa pra uma semana, mais ou menos, e usava o serviço das lavanderias sempre que necessário. É barato e você acha fácil em qualquer lugar por onde passa. Aqui vai uma relação completa do que levei nessa viagem: 7 camisetas 1 camisa manga longa segunda pele (1ª camada) 1 calça segunda pele (1ª camada) 1 casaco fleece (2ª camada) 1 casaco impermeável (3ª camada) 1 calça-bermuda 3 bermudas 8 cuecas 6 pares de meias grossas cano alto 1 toca 1 par de luvas 1 toalha microfibra (secagem rápida) 1 saco-lençol de dormir 1 money belt (doleira) 1 relógio 1 sabonete 1 shampoo médio 1 protetor solar grande 1 protetor labial 1 repelente 2 cadeados 1 escova de dentes 1 creme dental 1 barbeador elétrico 1 desodorante aerossol 1 perfume 1 cortador de unhas 1 canivete suíço 1 kit remédios (enjoo, dormir, dores e gripe) 1 bepantol creme 1 par de óculos de sol 1 pacote de lenços umedecidos 1 celular 1 carregador 1 par de fones de ouvido 1 máquina fotográfica 1 lente 18-55mm 1 lente 10-20mm 2 cartões de memória 32GB 1 tripé grande 1 mini-tripé 1 kit limpeza para câmera 1 caneta 1 bloco de anotações 1 capa de chuva para a mochila 1 pasta plástica para documentos 1 carteira com Identidade e Cartão de Crédito Internacional NA PASTA DE DOCUMENTOS: Cartões de embarque Ingresso de Machu Picchu + Huaynapicchu Cartão internacional de vacina (ANVISA) Certificado do Seguro Viagem Nota fiscal dos equipamentos fotográficos Todos, eu disse TODOS os papeis que você receber durante a viagem É importante levarmos uma pasta para documentos. Levei uma dessas de plástico maleável, que permite dobrar ao meio e guardar facilmente na mochila. É ali que você vai carregar muita coisa importante, como: - Cartões de embarque: Guarde-os sempre, mesmo quando já tiver realizado o voo. Nunca se sabe. - Ingresso para Machu Picchu: Compramos pelo site oficial, e não por agências. Tentamos com o meu cartão e não consegui, mesmo com a liberação da VISA para compras internacionais. Tentamos com o cartão da minha cunhada, e deu certo. A dúvida então seria quanto à exigência de que o titular do cartão seja um dos que ingressarão no parque. Levamos cópia do cartão e da identidade dela, com medo de sermos barrado na entrada. Quando chegamos lá, nem olharam pra nossa cara direito. Olharam o ingresso, carimbaram a entrada e pronto. - Cartão Internacional de Vacina: A vacina contra febre-amarela, por lei, é obrigatória para ingressar na Bolívia. Se você já tomou essa vacina nos últimos 10 anos, basta ir direto a um posto da ANVISA retirar o seu Certificado Internacional. No meu caso, precisei tomar de novo, porque já não tinha mais a minha carteirinha. Fui a um posto de saúde e me vacinaram na hora. Verifique antes os dias e horários de vacinação do seu posto, pois eles costumam destinar um período específico da semana pra certos tipos de vacina. Depois de vacinado, fui à ANVISA (já tendo feito previamente o cadastro no site deles, que eles pedem mais pra adiantar o atendimento) e lá emitiram o Cartão Internacional de Vacina. Aí você me pergunta, em algum momento pela Bolívia as autoridades nos cobraram este Cartão? A resposta é NÃO, como você pode ler em todos os relatos aqui do fórum. Massss, lei é lei, e você não quer dar sorte ao azar numa viagem dessas, certo? Pois é. - Certificado do Seguro Viagem: Faça um Seguro Viagem. Não chore miséria e nem cogite não fazer numa viagem desse tipo. Eu fiz e foi o que me salvou, pois precisei acioná-lo. É um valor relativamente pequeno (menos de R$200) perto da segurança que é contar com o amparo médico em terras estranhas. Há relatos de pessoas que gastaram fortunas com hospitais por não terem feito o Seguro, portanto não dê essa bobeira. Eu fiz pela Mondial Travel, apenas porque foi o que mais li nas indicações aqui no fórum. Faça sua pesquisa e escolha a empresa que achar melhor, mas não deixe de se assegurar. - Notas fiscais de equipamentos eletrônicos: É uma forma de comprovar que você os comprou no Brasil ou em outro local cujos impostos já foram devidamente pagos. Eu não quis arriscar e levei as notas dos equipamentos fotográficos que estava carregando. Se você estiver levando notebook, máquinas de maior valor e afins, não custa nada levar as notas, caso ainda as tenha. Não ocupa espaço e te dá mais tranquilidade. Mas eu precisei usar? Não. Nem mesmo na declaração aduaneira eu precisei registrar, porque era considerado “uso turístico”. Então é quase uma questão opcional, vai de cada um. - Todos os papeis que você receber: Guarde TODOS. Muitos deles você irá precisar quando estiver retornando ou saindo daquele país, e perde-los é uma dor de cabeça que você quer evitar. Nós já aproveitamos a pastinha pra ir guardando tudo, de documentos de imigração até recibo carimbado de passeio. Sem falar que é a melhor forma de você se recordar dos lugares que visitou, os nomes, a ordem das coisas que viu, etc. NO MONEY BELT: Dólares Reais Passaporte Chave reserva do cadeado O uso do money belt (uma espécie de cinto onde se guarda documentos e dinheiro e que se usa por baixo da roupa) é altamente recomendável. Deixar essas coisas na mochila pode ser muito arriscado, porque o principal problema do turismo são os altos índices de furto. Mantenha seu dinheiro e o seu passaporte com você o tempo todo, e só tire para tomar banho. Durante o único e pequeno momento em que nos afastamos do nosso money belt na viagem, deu merda. Então não se arrisquem. Ah, outra dica é não deixar o cartão de crédito junto com o dinheiro e o passaporte. Por segurança, é melhor que ele esteja em um local separado. Se você for furtado ou perder seu money belt, terá o cartão para emergência. No nosso caso, deixávamos o dinheiro e o passaporte no money belt e o cartão de crédito guardado na mochila. O mesmo vale para as chaves do cadeado. Mantenha a chave reserva guardada em um local separado. PREPARATIVOS PARA A VIAGEM: Bom, a preparação pra essa viagem começou lá em agosto de 2014, mais ou menos. Quando digo “preparação” leia-se “- Bora viajar pela América do Sul ano que vem? - Bora! - Então fechou!”. De lá pra cá, muita pesquisa, muito rabisco, muita mudança de planos e muito obstáculo. Isso é normal, não se assustem. Se querem atingir o grande objetivo de viajar pelo mundo, estejam preparados para enfrentar de tudo um pouco. As únicas coisas que compramos com antecedência foram as passagens aéreas BRA x BOL, o aéreo Santa Cruz x Sucre, o Seguro Viagem e os ingressos para Machu Picchu + Huaynapicchu, pois, se você deseja subir este último, é necessário comprar com meses de antecedência (a subida ao Huaynapicchu é limitada a dois grupos de 200 turistas por dia). Pegamos uma promoção da GOL e pagamos R$ 574,77 no trecho ida e volta SP/Guarulhos (GRU) x (VVI) Santa Cruz de la Sierra/Viru-Viru (fiquem atentos aos grandes feirões de promoção que costumam acontecer a cada dois meses em média). O trecho VVI x SRE/Sucre optamos por fazer de avião, e pagamos US$ 55. Já o Seguro Viagem, pagamos R$ 140 para cobertura Mochilão / 26 dias / Bolívia, Chile e Peru. Tudo ia dando certo, dinheirinho na poupança todo mês, 13º dando aquele help, planejamento seguindo nos conformes. Masssss a calmaria antecede a tempestade, meus jovens. E foi só chegar nos últimos dois meses antes da viagem que o Universo começou a dizer “Tá achando que vai ser fácil assim, cara pálida? Negativo”. Pra começar, o dólar, que já não parava de subir, decidiu entrar num foguete e decolar rumo à estratosfera. E como só compraríamos os dólares na véspera da viagem... nos F*DEMOS bonito. Só em março foi um aumento de R$ 0,35 (trinta e cinco f*cking centavos). E isso só nos deixou com duas opções: injetar mais dinheiro pra compensar a subida ou economizar ainda mais pra compensar a queda. Acabamos optando por um pouco de cada. Ok, alta do dólar devidamente “digerida”, seguíamos com os preparativos finais. Mas aí o Universo deu aquela risada de deboche e disse “Pensam que acabou? Então peraí...”, e resolveu mandar o que parecia ser algo bem simples tipo O FIM DO MUNDO: Vulcões em erupção no Chile. “-Beleza, acontece.” Dilúvio no Atacama. “-Oi??? Dilúvio na p*rra do deserto mais seco do mundo?!” Terremoto de 5,8 com alerta de tsunami. “-Véi, na boa...” Crise política se agrava no Peru. “-MAIS GRAVE VAI FICAR QUANDO EU CHEGAR AÍ!!!1” Sacomé, a gente é mochileiro, e mochileiro brasileiro não desiste nunca. Ignoramos todo o caos, a zica e as 14 velas acesas por nossas mães e partimos rumo ao Apocalipse. Afinal, se é pra curtir o fim do mundo, que pelo menos seja de mochila nas costas batendo perna por aí, né não? PRÓXIMO CAPÍTULO: Partiu Mochilão!!! Santa Cruz de la Sierra, Sucre e... o mal da altitude.
  11. 1 ponto
    Olá @vcircelli, irei em maio 2019 e tenho algumas duvidas, como a maioria dos viajantes, sobre Kruger 😄rsrsrs, poderia me ajudar? Provavelmente irei sozinho e vi um pacote de 3 dias pela Detour Africa, inicio e termino em Johannesburg, acomodações, meals, etc... valor aproximadamente 480 USD. Na sua opinião, valeria a pena ou vc conhece alguma outra forma melhor de ir sozinho? Segue o link do site: https://www.detourafrica.co.za/tours/kruger-park-safaris/kruger-park-budget-camping-3-day.html Agradeço desde ja a sua ajuda😉
  12. 1 ponto
    Se possível, evite deixar Paris no começo ou final do seu roteiro, complica um pouco deslocamentos que são bem mais simples de serem feitos se Paris não for o começo ou final do seu roteiro. Uma sequencia ideal seria: Chegada por Londres Londres > Paris de trem (http://www.eurostar.com) Paris > Bruxelas de trem (http://www.thalys.com) Bruxelas > Brugge > Bruxelas bate volta de trem comprando as passagens lá na hora. Bruxelas > Amsterdam de trem (http://www.thalys.com) Amsterdam > Berlin de trem (http://www.bahn.com) Berlin > Praga de trem (http://www.bahn.com ou https://old.cd.cz/eshop/) Praga > Munich de ônibus (http://www.flixbus.com ou http://www.bahn.com, não vá de trem neste trecho, demora mais pois o trem é parador e os ônibus diretos) Munich > Brasil Desta forma você não precisaria pegar nenhum voo lá na Europa, voos sempre são bem mais burocráticos e problemáticos no inverno europeu, sujeitos a constantes atrasos e cancelamentos devido ao mau tempo. Os aeroportos também ficam distantes do centro, tem um monte de restrição, tem que pagar a parte para despachar bagagem pois você vai estar viajando no inverno com mais roupa pesada, etc.. Quanto a distribuição de dias, na minha opinião tem tempo demais em Praga e muito pouco em Berlin e Munich. Eu pensaria seriamente em tirar 2 dias de Praga e passar para Munich ou Berlin. Se não quiser tirar 2 dias de Praga, eu pensaria em tirar só 1 dia então e tirar o outro dia de Bruxelas ou Amsterdam, pessoalmente eu tiraria de Bruxelas. A cidade de Munich em si precisa de uns 2 ou 3 dias para você visitar as principais coisas, mas há excelentes bate-voltas de 1 dia para você fazer a partir de Munich como por exemplo para Neuschwanstein, Salzburg, Nürnberg, Garmisch-Partenkirchen, etc. E pessoalmente eu acho que ir a Munich e não ir a Neuschwanstein é quase um pecado, rs...
  13. 1 ponto
    Definitivamente Moscou estaria fora de cogitação no inverno, eu fui em começo de Abril e já achei frio demais para aproveitar direito a cidade, e isto que eu sou acostumado com o frio. Já estive em Londres, Paris, Amsterdam, Berlin, Praga, Viena, Munich, Roma, Lisboa e Barcelona no inverno, durante os meses de dezembro e janeiro. Londres, Paris, Roma, Lisboa e Barcelona é frio, mas com um bom casaco, dá para visitar muita coisa legal mesmo no inverno, pois não chega a nevar e a temperatura dificilmente fica abaixo de 0ºC, não costuma ter aquelas temperaturas absurdas de -5ºC ou -10ºC e neve que sempre atrapalham. Já Amsterdam, Berlin, Praga, Munich e Viena é questão de sorte, se tiver sorte, vai pegar temperaturas entre 0ºC de manhã cedo e 15ºC logo após o almoço, é frio mas com um bom casaco dá para aproveitar relativamente bem. Mas você também pode ter azar e pegar -10ºC e 50 cm de neve nas ruas, e ai não tem muito o que fazer... Eu tive sorte em Praga, Munich e Viena, quando fui não estava muito frio, não chegou a ter temperaturas abaixo de zero e nem neve. Mas em Amsterdam eu tive azar, peguei um dia inteiro de nevasca e chuva, foi um dia horrível, quase morri molhado e congelado, no outro dia o tempo abriu efez um lindo dia de sol e ceu azul, mas a temperatura chegou a -10ºC, o que também não foi muito bom. Por isto que é bom deixar um pouco mais de tempo em cada cidade como eu falei antes. Eu tinha 3 dias alocados para Amsterdam, no primeiro dia não consegui fazer quase nada devido a chuva e neve, no segundo dia foi um pouco melhor, não estava chovendo, mas estava muito frio, somente no terceiro é que realmente consegui fazer e visitar tudo o que eu queria visitar na rua e ao ar livre.
  14. 1 ponto
    Não é que seja ruim viajar a Europa no inverno, só fica ruim se você escolher as cidades erradas para visitar durante o inverno. Por exemplo, praias da Grécia ou Croácia, campos floridos da Toscana, ou pequenas cidades e vilas pitorescas da Estrada Romântica ou Vale do Reno na Alemanha são furada no inverno, pois vai estar frio demais para você ir a praia e muitos locais estarão fechados nas cidades pequenas. Mas em cidades grandes como Paris, Londres, Roma, Florença, Veneza, Amsterdam, Lisboa, Madri, Barcelona, Berlin, Munich, Praga e Budapeste, você sempre vai achar bastante coisa para fazer mesmo no inverno. A diferença é que no verão, você ficaria mais tempo na rua, praças e parques, no inverno vai estar frio e você vai passar a maior parte do tempo em algum local abrigado do clima, como por exemplo visitando museus, galerias de arte, igrejas, castelos e palácios, etc.. Como os dias são mais curtos, e eventualmente pode haver um ou 2 dias seguidos de chuva, você precisa alocar um pouco mais de tempo para cada cidade, para que 1 dia de chuva não estrague metade da viagem. Mas se você viajar ciente destes fatos, e já se preparar adequadamente para o frio, programar passeios e cidades adequadas para o inverno, uma viagem a Europa no inverno também é excelente. Relato Paris, Lodres e Amsterdam em dezembro: londres-amsterdam-paris-dezembro-t79218.html
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