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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 16-08-2019 em todas áreas

  1. 2 pontos
    @João Rosenthal Citei minha opinião com base na minha experiência. Sim, entendo que meu modo de viagem não é o costumeiro e eu realmente economizo muito mais do que a maioria me "privando" de determinadas coisas que para alguns é essencial. Porém a partir do momento que não me faz falta, não considero privativo. Eu fiz duas viagens baratas, conheci 10 países, peguei boa promoção de passagem porque me dispus a viajar na data e para o lugar mais em conta, peguei os hostel mais baratos mas com boa qualidade, cozinhei no hostel e assim por diante. Não me arrependi da maneira que escolhi viajar, é meu modo de aproveitar e foi maravilhosamente incrível pra mim. Fiz meu comentário pois acredito que com tantas pessoas que se encontram no site, possa existir alguém que se identifique com meu modo de viajar. Pode não ser o normal, usual e/ou pode não ser fácil fazer uma programação parecida com a minha, mas foi uma informação real e verdadeira no meu caso (inclusive te disponibilizei minha planilha de gastos). Visto que você considera minha resposta como "não deveria propagar essa informação como verdadeira" ( uma escolha delicada de palavras) e alguns outros mochileiros aparentemente também se incomodaram com meu cometário já o editei. Vou me limitar nas conversas privadas com os mochileiros que colaboraram comigo e minhas viagens e deixar que vocês, viajantes mais experientes, ajudem os que buscam respostas.
  2. 1 ponto
    Quem nunca ouviu o ditado, ‘quem vê cara não vê coração’. Essa frase é excelente para traduzir as lutas, dores e dificuldades de uma conquista. Para o amor, não existe montanha alta o bastante, não existe caminho difícil demais, não existe desafio impossível, não existe um horizonte que não possa ser alcançado. Muitas vezes retratada e imortalizada diante um click de uma câmera, a alta montanha se assemelha ao amor. Não vou neste modesto texto desfocar o que disse o consagrado George Mallory que, ao ser indagado por qual motivo ele buscava o cume das montanhas, respondeu de forma simples e clara: “Porque ele está lá”, mas produzir uma metáfora com o tão buscado e verdadeiro amor. É tudo muito lindo quando fotos são postadas nos bastidores do Facebook, muitas delas nas alturas, a dezenas de graus célsius abaixo de zero, quilômetros acima das nuvens. Um difícil click que, muitas vezes, foram necessárias semanas de preparo, dias de aclimatação e uma caminhada árdua e que colocou a própria vida do protagonista em risco. Pelo caminho, muito além de flores, cenários deslumbrantes e pássaros, foram encontrados precipícios, temperaturas extremas, e as gretas traiçoeiras, que são as fendas no gelo, que podem ter dezenas de metros e que ficam encobertas por uma camada fina de neve, ocultas como um alçapão à espera do montanhista descuidado. É pisar, cair e morrer. Sim, muitas fotos trazem consigo o renascimento e a oferta de uma nova vida. O frio também cobra seu preço. Mesmo ‘mumificado’ com roupas especiais, temperaturas que podem chegar a 70 graus negativos costumam acometer as extremidades do corpo, sendo pontos vulneráveis os dedos e o nariz. Da mesma forma exemplifico o amor. Existem pessoas que nunca ousaram subir alto, admiram fotos e reportagens sobre a alta montanha e jamais se imaginam enfrentar tamanho desafio. Existem também os persistentes, insistentes e desafiadores, que enfrentam desafios para trazer para casa suas conquistas. Existem também aqueles que se contentam apenas em observar de camarim e aqueles que estendem uma toalha aos pés das altas montanhas, sem pretensão alguma de escalar. Seja lá a forma que você se enquadra, todas as opções refletem a busca pelo amor. Cada um em uma forma específica. Mas é aí que paramos para pensar, será que nos esforçamos de forma suficiente para encontrar o amor? Até onde preciso subir para que esse encontro se efetive? Por vezes, estamos no pé de uma montanha e lá estacionamos. Estagnados, permanecemos à espera do amor que pode estar poucos metros acima. Nos iludimos e nos conformamos com o fácil, acreditando que já estamos alto suficiente para encontrar o amor. O caminho do amor não se apresenta de forma fácil, muito pelo contrário, é árduo, perigoso e tal encontro não acontece por acaso, sem que você pare de sentir suas extremidades ou que sua respiração esteja beirando o impossível, diante o ar rarefeito e o despreparo para ver o que realmente o amor tem a lhe mostrar. Caminhos para o cume são vários e é você quem escolhe o que mais lhe convém, porém, visão do alto você não muda, existe apenas uma. Eu já estive lá em cima. Mas o que poucos, ou que quase ninguém sabe, é que por vezes quase não voltei. A neve faz o caminho desaparecer e, sem uma orientação eficiente, o seu retorno pode jamais acontecer. E lá está você, no alto da montanha, à espera do momento único de encontrar o seu amor. Sorriso no rosto ao perceber que superou adversidades e obstáculos que pareciam intransponíveis e, de repente, do nada, quando tudo parecia lindo, uma avalanche te surpreende. Você fica praticamente sem chão e seus pés tremem em uma base instável e sem sustentação. Todo seu esforço parece ruir, sua luta em busca do amor parece que de nada valeu. E em minutos você desce desgovernado sem entender o motivo que está te levando para baixo. Ao abrir os olhos, você percebe que está novamente aos pés da montanha e que só lhe resta juntar os destroços e, quem sabe, fazer uma nova tentativa, talvez, em uma outra montanha, sem ignorar as condições geográficas, climáticas, os perigos mortais e desafios muitas vezes ocultos. Ironia do destino, por mais bonito que pareça ser, ninguém pode viver no cume, que é um lugar para escalar, contemplar, deixar registrado uma marca e marcar sua história, e então descer e se preparar para arriscar montanhas mais altas e ter novas histórias para contar. Sim, eu já estive lá em cima. Por algum tempo, mas estive. Talvez não na mais alta montanha da minha vida, mas já estive lá. Tenha a consciência que você pode até mover montanhas e para isso precisa começar carregando pedras pequenas. Não espere a perfeição de imediato, pois essa é uma montanha que muitas vezes levará toda uma vida para ser escalada, um pouco a cada dia. Siga seu caminho, para o alto e avante. Lembre-se, nós não tropeçamos nas grandes montanhas, mas nas pequenas pedras. O amor realmente é uma montanha, e eu perdi o medo de altura. E por mais que saibamos que o cume é apenas um lugar de visitação, em uma destas aventuras podemos encontrar o amor bem lá no alto, em um lugar lindo e quente, e contra toda a regra da vida façamos desse lugar um lar eterno. Leve com você o ensinamento do provérbio chinês: não importa o tamanho da montanha, ela nunca poderá esconder o sol de sua vida. Bons Ventos!!! Luka Izzo
  3. 1 ponto
    Olá! Meu primeiro relato de viagem vai ser sobre Jerusalém, cidade onde morei por alguns meses. Como não sou uma pessoa religiosa, antes de ir, e até mesmo lá, fiquei caçando dicas do que fazer na cidade, e vi que a maioria era de turismo religioso. Acredito que muita gente também não tenha essa prioridade no roteiro, então resolvi fazer algo com um foco novo. Então, como dizemos em hebraico: YALLA! Como estava no bairro de Ramot, o meu ponto de partida basicamente era a Tachaná HaMerkazit, literalmente Estação Central. Nela, você pode comprar chip de celular na loja Bug (o símbolo é uma joaninha), comer, fazer seu Rav Kav (o RioCard da cia de ônibus Egged) e viajar para várias cidades dentro do país. Site da Egged: http://www.egged.co.il/HomePage.aspx No lado de fora da estação, no outro lado da rua, tem um prático VLT, que viaja para dois sentidos: Har Herzl (Mount Herzl) ou Heil HaVir. Dividi os pontos de interesse de acordo com cada um deles. . Mount Herzl: São dois os principais pontos turísticos: o cemitério homônimo e o Yad VaShem, o Museu do Holocausto. Um fica literalmente ao lado do outro e dá para visitar gratuitamente os dois no mesmo dia. O cemitério do Mount Herzl é o cemitério nacional de Israel. Nele, estão enterrados personalidades como a maioria dos chefes de Estado e governo do país, o pai fundador do sionismo - o próprio Herzl -, vítimas do terrorismo, soldados mortos durante as guerras e até os que perderam suas vidas lutando pelos exércitos britânico e soviético durante a Segunda Guerra Mundial. O lugar é lindo, silencioso, calmo e cheio de monumentos. Túmulo de Theodor Herzl. O Yad VaShem dispensa explicações. Apesar de pesado, acredito que deve ser uma visita obrigatória. O complexo é bem grande, contendo não apenas o "museu principal", mas o lindo e triste memorial das crianças, a avenida dos Justos Entre as Nações, monumentos às comunidades judaicas europeias, à resistência e o hall onde fica a chama eterna, cercada pelos nomes dos campos de extermínio cravados no chão em hebraico e em inglês. Heil HaVir: são muitos rsrsrs Se quiser andar mais um pouco e explorar a cidade, desça na Machané Yehuda, o shuk. É simplesmente incrível a quantidade de produtos frescos, restaurantes, aromas e cores. Quinta e sexta ela fica LOTADA e fica fechada durante o shabat. Doces árabes no Machané Yehuda. Siga andando pela Reehov Yaffo, ou a Jaffa Street. Há várias lojas, pedestres e ruas interessantes. Uma das mais famosas é a clássica Ben Yehuda. Aproveite para almoçar na rua de cima, a King George. No outro lado da calçada, tem um podrão chamado HaMelech Falafel ve Schawarma, literalmente O Rei do Falafel e do Schwarma. É barato e gostoso. Se quiser uma opção mais turística - e cara - coma no Moshiko que fica bem na Ben Yehuda. Continue pela Yaffo e passe pela prefeitura, atravesse a rua e pronto: você chegou no portão de Jaffa. Ele dá acesso aos bairros muçulmano (siga em frente) e ao armênio (à direita) e você de quebra dá de cara com a Torre de David (de preferência vá a noite nela! Tem um show de luzes lindo que conta a história da cidade https://www.tod.org.il/en/the-night-spectacular/). Ambos os bairros são incríveis, mas a calmaria e o artesanato dos armênios me conquistou de primeira. O muçulmano é mais caótico e você se torna mais passível de assédio comercial por parte dos vendedores das lojas de artefatos e souvenirs, algo que enche mais o saco. Ele é consideravelmente mais movimentado também. Siga as placas - ou o fluxo - e chegue ou no Muro das Lamentações, acessível pelos dois bairros mencionados, ou ao Santo Sepulcro. A entrada de ambos é gratuita e os dois são lotados, mas lindos e obrigatórios. Ainda sobre os bairros, há o católico e o judaico, que também são bons para bater perna e admirar. Mapa da Cidade Velha Esplanada das Mesquitas: só consegui ir uma vez, e de forma rápida. Sugiro que vá vestidx adequadamente (mulheres cobrindo os ombros, a cabeça e as pernas - e isso vale para o Muro das Lamentações tb) e verifique os horários (cuidado com o Ramadã e as preces). Outro lugar interessante é a Ir/Cidade de David: fica no lado de fora da cidade velha murada e onde tem cisternas subterrâneas acessíveis para o público. Recomendo bastante! Menos para os claustrofóbicos. Também do lado de fora da cidade murada tem o Mamila: fica no lado de fora do portão de Jaffa. É um shopping com marcas de grife a céu aberto, bem lindo. Há lugares acessíveis de ônibus que são incríveis também: o Museu de Israel, o Knesset (Parlamento) - precisa agendar horário para visitas internas - e até o zoológico bíblico. Desses, eu acho o Museu de Israel o mais incrível. O acervo é gigante, principalmente se tratando das comunidades judaicas ao redor do mundo: do Suriname à Índia há até sinagogas replicadas. site: https://www.imj.org.il/en verifique nele os dias de gratuidade. Se não me engano, é as quintas. Sobre comidas: Israel é um país CARO, mas há opções mais em conta. COFIX, OU COFIZZ: qualquer uma das duas vende quase tudo por 6 NIS. A comida é boa, é servida rápida e take off. Ou seja, um café da manhã com um ice (o tradicional e febre é o ice coffee, mas tem de morango, chocolate, maracujá, baunilha…) e uma focaccia sai por 12 NIS. É barato, bom e alimenta. Lá vende também refeições prontas. Falafel & Shawarma: não passa dos 30 NIS e a maioria vem com um refrigerante. Vende por todo o país, principalmente nos shuks. É literalmente a marca registrada de Israel. Um clássico shawarma Outros lugares bons, mas nem tão baratos: as sorveterias Aldo e Katsefet (essa fica na Ben Yehuda e vende outros doces, como crepe), o Aroma (não tem Starbucks em Israel, então o Aroma é seu substituto e fica bem à altura), a hamburgueria Burgers Bar e a padaria sensacional com uma inconfundível fachada vinho Maafe Neeman (מאפה נאמן). Sobre casa de câmbio: ou eu sacava nos vários ATM disponíveis na Machané Yehuda, ou trocava os euros (sempre dou preferência aos euros por causa das escalas na Europa) nas casas de câmbio perto da Ben Yehuda. Às vezes eu sacava nos caixas dos bancos israelenses Hapoalim ou Leumi. Espero que gostem e aproveitem essa cidade incrível e mágica
  4. 1 ponto
    Alguém indo ou querendo ir conhecer o Círio de Nazaré em outubro? Estou querendo ir, praticamente um bate/volta, Indo na sexta e voltando no domingo. Se alguém se animar.
  5. 1 ponto
    Olá pessoal! Acabo de voltar de um mochilão de 3 semanas pelo Egito e vou postar o roteiro para ajudar os próximos viajantes, já que uma das grandes dificuldades que tive antes de ir foi a falta de informação de pessoas que já haviam se aventurado por conta por aquelas terras. O visto você compra dentro do aeroporto no momento da sua chegada, procure os bancos que vendem o selo do visto, o custo é de 25 dólares. Dentro do aeroporto aproveite para comprar um chip também, que será muito útil durante a sua estadia. Utilizei o da Orange e não tive problemas, o valor foi de 9 dólares. No total foram 19 dias, divididos da seguinte forma: 26 à 29/04 – Cairo 29 à 30/04 – Alexandria 01 à 03/05 – Aswan 04 à 06/05 – Cruzeiro de Aswan para Luxor 07/05 – Luxor 08 à 13/05 – Sharm El Sheikh Cairo O Cairo sofre com a falta de estrutura e organização se comparado à outros países subdesenvolvidos. A comunicação é bem complicada, poucos falam inglês, então esteja sempre com o tradutor em mãos. O padrão para tudo o que for fazer é bem simples, e está tudo bem. Também senti hostilidade dos egípcios, então fiquem atentos que eles vão te abordar o tempo todo, e será necessário negociar tudo o que for fazer. Uma dica de ouro é utilizar Uber, e evitar táxis, pois o Uber funciona bem e é em média ¼ do valor que os taxistas irão te cobrar. Me hospedei próximo à Praça Tahrir, no Capital Hotel. Estadia dentro do esperado, o hotel ok e bem localizado. Fica à 10 minutos do Museu do Cairo. Reserve pelo menos um período inteiro para o Museu, e se atente que para entrar será necessário comprar 3 tickets: a entrada, o ticket da câmera para pode fotografar, e o ticket da sala das múmias. Leve carteirinha de estudante se tiver. O valor do ingresso é em torno de 180 libras egípcias cada um. No outro dia é possível fechar um tour para as pirâmides, Museu do Memphis e o complexo de Saqqara. O tempo é extremamente seco, então levar um hidratante labial e um soro para o nariz ajuda muito. E muita água, claro! No terceiro dia fiz o bairro Copta. Utilizei Uber para me locomover nas distâncias maiores. Foi possível visitar as igrejas de São Jorge, São Sérgio e a Igreja Suspensa que são bem próximas. Pegue um Uber e vá em direção à Mesquita Muhammad Ali, e a Mesquita Al Hakim. Aproveite para visitar o Bazar El Khalili que fica ao lado da Mesquita. Alexandria Pegamos um trem na estação do Cairo, a viagem para Alexandria dura em torno de 4 horas. Outra dica de ouro: compre todas as passagens de trem antecipadas para evitar surpresas e possíveis tentativas de suborno nas bilheterias. Comprei direto pela companhia de trens: https://enr.gov.eg/ticketing/public/smartSearch.jsf. É possível comprar a partir de 15 dias antes da data da viagem. Isso vai te trazer muito mais tranqüilidade na hora de viajar. E se possível, viaje sempre na primeira classe (lembra do padrão simples, certo?). Ah! E chegue com antecedência, a estação é um pouco confusa, e as informações em inglês são bem precárias. Em Alexandria, 2 dias é o suficiente. Consegui visitar as Catacumbas de El Shoqafa, o forte de Qaitbay, e a Biblioteca de Alexandria. Me hospedei no hotel Alexander the Great. Padrão ok, e bem localizado (em torno de 20 minutos de caminhada para os 3 pontos principais). Aswan Saímos em um trem noturno de Alexandria para Aswan, a viagem é longa. Fui com o trem dos locais mesmo, e indicaria o sleep train que é direcionado aos turistas. A diferença de valor é alta, porém você irá viajar com muito mais segurança. No nosso vagão, só havia nós de estrangeiros, e 20 horas viajando com todos os olhares pra gente não foi uma situação muito confortável. Em Aswan me hospedei no Hapi Hotel, super indico. E fechamos um tour para visitar Abu Simbel. É imperdível! Cruzeiro Aswan - Luxor Fechei o cruzeiro no hotel do Cairo, paguei em torno de 280 dólares, mas o custo benefício é ótimo. Fiz o cruzeiro de 4 dias e 3 noites, com saída de Aswan na sexta-feira. O cruzeiro para em todos os templos importantes entre Aswan e Luxor, e é sistema all inclusive. Além da beleza do Rio Nilo em meio ao deserto, pudemos visitar os templos de Philae, Kom Ombo, Edfu, Karnak, Hatshepsut, Colossos de Memnon e o impressionante Vale dos Reis. Luxor Fiquei apenas uma noite em Luxor, já que os templos fiz durante o cruzeiro. Me hospedei no Nefertiti Hotel, simples mas acolhedor. Foi o suficiente para fazer um vôo de balão pelo Vale dos Reis, e vale muito a pena! O valor é de aproximadamente 70 dólares por pessoa. Sharm El Sheikh A única forma que encontrei de chegar em Sharm El Sheikh foi retornando ao Cairo. Fiz a viagem de trem, de Luxor ao Cairo. No Cairo peguei um ônibus para Sharm El Sheikh. Informações importantes: deixe algumas horas de folga entre este percurso. Os trens atrasam, e você pode demorar até localizar o ponto onde pegar o ônibus – que é na rua e não na estação rodoviária. Utilizei a companhia GO BUS (https://go-bus.com/en/) para esse trajeto Cairo – Sharm. As viagens de ônibus no Egito são bem complicadas. No trajeto de 6 horas, nosso ônibus foi parado 4 vezes. Se isso acontecer, haja naturalmente, entregue o passaporte. Em todas as vezes foi necessário descer e abrir as malas para revista também. É um procedimento hostil, mas padrão. Em Sharm é só alegria! É a única cidade que senti de fato, que havia estrutura turística. Fiquei hospedada no Sol y Mar Naama Bay. A estrutura é boa, é próximo à praia e também fica à 10 minutos do centro de Naama Bay (que é onde acontece a vida noturna da cidade). O custo benefício é bom, mas não se esqueça que você está no Egito e que o padrão de serviço vai deixar à desejar em alguns momentos. Em Sharm, um passeio recomendadíssimo é fazer o tour de barco e mergulhar pelos corais, não é a toa que o mar vermelho é um dos melhores pontos para mergulho do mundo! Se quiserem maiores informações, fico à disposição!
  6. 1 ponto
  7. 1 ponto
    @pa_fabris Se puder, compartilha sua experiencia, gostaria de acompanhar. Estou planejando há um tempo fazer meu primeiro mochilão e sozinho também...
  8. 1 ponto
    @Rafael_Salvador o negócio é fazer o circo pegar fogo!!! Sextou!😂 Mas falou a verdade!
  9. 1 ponto
    @Aline Miqueline Estamos aqui para debater ideias, perfis, polemizar (rs) ... Mas acima de tudo mostrar todas as nuances de uma viagem desse porte para os viajantes. Claro que ninguém, seja os que já foram 1.000 vezes a Europa ou os que foram uma vez, é dono de verdade nenhuma. Continue contribuindo e debatendo conosco porque, na verdade, o que enriquece as discussões são os diferentes pontos de vista!!! Contudo, procura-se trazer um meio termo para as pessoas que tem duvidas com relação a custos. Rola do cara comer 02 Mc" Donalds e gastar 10 €? Rola sim... Rola do cara gastar 180 € em um jantar no Julio Vernes de Paris? Rola também! Mas o gasto médio esta fora dessas duas realidades... acho que foi mais ou menos isso que rolou. E a questão da defasem de tempo... o que eu gastei em 2012, se for fazer as mesmas coisas em 2020... não vai fechar a conta... Fica chateada com a gente não!! Gostamos do debate kkk
  10. 1 ponto
    LAGUNA 69 Ir ao Peru pôde ser uma das experiências mais incríveis que um Brasileiro poderá ter na vida e se você desembarcar em Huaraz, capital da província de Ancash, cidade de 140 mil habitantes situada a quase 400 km da capital Lima e imersa no meio da Cordilheira Branca, uma extensão da Cordilheira dos Andes, não espere nada menos que o surpreendente, um mundo tão diferente do nosso que irá fazer com que você perca o chão , sua cabeça vai rodar e talvez sentirá até náuseas , tanto pela diferença cultural, tanto pela altitude acima dos 3.000 metros . Eu já havia passado pelo Peru muito rapidamente em 2007, numa viagem alucinante até as ruínas de Machu Picchu, mas foi uma passagem tão rápida e tão conturbada que mal tive tempo de me deixar entrar na cultura peruana, mas desta vez havia separado muito tempo para me perder no país e agora arrastando minha mulher atrás de mim, o que para ela seria ainda mais devastador, já que era sua primeira vez. ( LIMA - PERU ) A Cordilheira Branca é algo realmente surpreendente, uma espécie de Patagônia Peruana, com uma centena de picos acima de 6.000 metros, geleiras, lagunas coloridas, glaciares, templos Pré –Inca, ruínas históricas, animais exóticos e uma infinidade de diferenças culturais e comidas diversas, trilhas e travessias de montanhas geladas são em números incontáveis e o melhor de tudo isso é que os preços são tão baixos que um brasileiro em economia de guerra vai se sentir rico lá. Na praça central de Huaraz , a Praça de Armas, meu pensamento voa longe enquanto nos deslumbramos com a magnitude de duas lhamas e as suas donas trajadas de chollas, que por algumas moedas, emprestam seus bichinhos para uma foto típica, mas meus pensamentos se elevam às montanhas gigantes cobertas de gelo e me imagino no topo delas, mas logo sou trazido a realidade e me lembro que desta vez a única coisa que poderei fazer é me portar como mero turista e não como aventureiro atrás de encrencas geladas e ser turista em Huaraz já é algo magnífico e me sinto feliz de poder compartilhar esse momento incrível com minha companheira de 30 anos. Mesmo como turista é possível passar meses na cidade sem repetir passeio e todos são grandiosos e espetaculares, alguns sem exigência física nenhuma, outros serão apenas para poucos ou pelo menos para quem não é totalmente sedentário, porque além de ter que pôr o pé na trilha ainda vai ter que superar o fator altitude, alguns passeios vão chegar a 5.100 metros e alguns acabam por ficar pelo caminho, mas outros passeio deixarão o turista já no local sem que ele precise dar um passo se não quiser. Geralmente quem vem à Huaraz acaba por separar uma semana ou pouco mais que isso e já vem com os passeios tradicionais muito bem definidos, não é regra, mas conhecer as atrações principais acaba por se tornar quase uma obrigação, isso claro para quem não vai com o intuito de fazer caminhada de alta montanha ou escalar, aí essa regra não vale nada e nem vou expor isso aqui porque seria necessário escrever uma bíblia para falar de tudo que se pode fazer na Cordilheira Branca e mais ao sul dela. Dos passeios mais tradicionais, talvez a LAGUNA 69 seja a principal atração, não só por ter uma paisagem grandiosa, mas porque também é preciso de uma superação tão grandiosa quanto a beleza da paisagem, porque de todos os passeios tradicionais, esse é o que requer um esforço físico para ser alcançado. Não que a trilha seja assim algo quase que para super-homens, mas com certeza é o fator altitude que vai determinar quem pode ou não subir ou quem aguenta ou não se expor nos 15 km de caminhada com o pulmão querendo explodir procurando um pouco de ar para respirar e esse seria o desafio que eu havia programado para tentar arrastar minha mulher atrás de mim, mesmo porque eu já sabia que meu organismo se adapta muito bem a altitude e com um condicionamento físico mais ou menos em dia para minha idade, tiraria de letra, mas minha mulher , quase que uma sedentária contumaz , teria que se preparar muito bem para aquela aventura e o principal a fazer, era não fazer absolutamente quase nada, dar tempo ao tempo e esperar que o organismo se adaptasse a altitude, então programei um roteiro de passeios com esse fim, deixando a LAGUNA 69 com mais de 4.600 metros de altitude para o final da viagem, seria a cartada derradeira, uma tentativa de fazê-la conquistar essa atração, talvez uma das mais belas da AMÉRICA DO SUL. Huaraz não é uma cidade grande, mas mesmo assim é bem movimentada, com um trânsito intenso e barulhento, onde quem buzina mais tem prioridade, mas essa característica é do país inteiro. No centro, perto da sua praça principal ou mais precisamente na avenida que passa em frente dela e uma abaixo é onde tudo se concentra, desde bancos, órgãos oficiais, lojas de equipamentos, casa de câmbio e as agências de turismo que fazem todo tipo de passeio, que eles chamam de tours. Infelizmente quando desembarcamos em uma das inúmeras rodoviárias, porque cada empresa de ônibus tem a sua, acabamos por entrar meio numa furada de aceitar uma oferta de hostel ou alojamento e com isso acabamos sendo levados a fechar todos os passeios com eles. Acontece que a oferta era tão barata, mas tão barata que ficamos deslumbrados com a possibilidade de gastar uma merreca comparada a nossa realidade no Brasil. Os caras nos ofereceram no pacote uma diária que acabou saindo 25 reais por dia, claro, numa hospedagem meia boca, mas com um quarto de casal com uma cozinha disponível, mas um pouco longe do centro. Depois descobrimos que poderíamos ter pago o mesmo valor para ficar mais bem localizados e no fim acabamos pagando mais caro pelos passeios, mas era tão barato que a gente pouco se importou, fica então a dica de não fechar nenhum pacote com hotel nenhum e negociar os preços direto nas agências e conseguir aquele desconto maneiro. Organizei um roteiro que pudesse então fazer com que a gente fosse se aclimatando para enfrentar as altitudes da Laguna 69 e no primeiro dia que chegamos, embarcamos para CHAVIN DE HUASCARAN, uma viagem de um dia inteiro, ida e volta cruzando por cima da Cordilheira até as ruínas Pré-Inca , com uma paisagem deslumbrante no caminho, subindo a mais de 4.600 metros de altitude, passando pela Laguna Querococha, uma introdução as maravilhas da Cordilheira. A viagem é meio cansativa, principalmente para quem chegou de Lima numa viagem noturna de quase 8 horas, mas vai ajudar muito o organismo a ir se adaptando e na volta ainda tivemos a sorte de pegar uma nevasca que cobriu toda a rodovia de neve, mesmo no início do outono. No dia seguinte tiramos para descansar e para perambular pela cidade, nos enfiarmos nos guetos e bocadas e tentar compreender aquela cultura deslumbrante com um povo tão diferente do que estamos acostumados. Tudo nos faz cair o queixo, as mulheres com suas roupas coloridas e que vendem de tudo que se possa imaginar. Vemos uma pobreza gritante, mas também um povo trabalhador ao extremo e que gosta de comer muito bem. Aliás, a culinária peruana faz jus aos prêmios internacionais que vem ganhando ao longo dos tempos, uma diversidade gastronômica impressionante e o melhor de tudo, com preços baixíssimos, tanto que se podia comer até não aguentar mais por míseros 6 ou 7 reais nas dezenas de pequenos restaurantes espalhados ao redor do Mercado Central. Um dos pratos mais típicos do Peru é o CUY, uma espécie de porquinho da índia e o Ceviche Peruano, esse último eu comia quase todos os dias, mas o porquinho ficaria somente para outra oportunidade, já que minha mulher se recusava a dividir a mesa comigo para degustar essa iguaria local. No terceiro dia marcamos para ir a outra grande atração local, o GLACIAR PASTORURI, uma geleira que fica ao sul de Huaraz. A agência nos pegou no hotel às 8:30 com uma van coletiva com gente de toda parte do mundo. Subimos de novo a Cordilheira em pouco mais de 3 horas de viagem, com uma pequena pausa no caminho para um chá de folha de coca para ajudar na aclimatação. Esse é mais um passeio que leva o dia inteiro e vai custar pouco mais de 30 reais por pessoa e mais uns 30 pelo ingresso no Parque Nacional de Huascarán , pode sair bem mais barato se comprar já 3 ingressos , saindo pouco mais de 60 reais, já que iríamos usar para outros dias, fizemos isso. A van deixou a gente a 2 km da geleira. O tempo estava meio embaçado e ameaçava nevar, mas o grande problema ali é a altitude que beira os 5.100 metros e vai desafiar o organismo sem piedade. A caminhada tem pouco aclive, mesmo assim muita gente opta por alugar umas mulas por míseros 7 reais para subir por uns 15 ou 20 minutos, mesmo sendo algo para turista, quem é sedentário de carteirinha vai botar a língua de fora e minha mulher não fugiu à regra, dava um passo e já apoiava as mãos no joelho tentando procurar ar sabe-se lá de onde. Vendo o estado dela tentando vencer esses míseros 2 km, comecei a desconfiar da sua capacidade de conseguir fazer a trilha até a Laguna 69, mas enfim, era preciso deixar o tempo passar para ver como seu corpo reagiria nos próximos dias, se conseguiria se adaptar a altitude. No caminho para o glaciar o tempo virou de vez e a chuva que ameaçava cair desabou em forma de neve, o que foi muito bonito de se ver, mas também acabou por congelar nossas mãos antes de nos valermos de uma luva e um gorro quentinho. Devagarzinho e sendo quase que empurrada por mim, o Rose chegou, com a língua colando no chão, mas chegou e realmente valeu muito o esforço e a oportunidade de poder se postar de frente daquela montanha de gelo, num cenário sem igual. A volta sempre é mais tranquila, tanto a caminhada, quanto a viagem para a cidade, mas foi mais um dia desgastante, agora era hora de descansar e deixar o organismo trabalhar e ir se adaptando porque a regra é clara: Suba alto e durma baixo. No outro dia a gente queria descansar, mas como já havíamos comprado o pacote, tivemos que encarar o tour para a LAGUNA PÁRON. É uma viagem longa e interminável por mais de 3 horas, onde a van desafia a cordilheira e ascende a mais de 4.200 metros, numa paisagem espetacular, em meio à montanhas geladas. A Laguna tem uma cor azul escuro que chega a hipnotizar a gente e no fundo dela um pico em forma de pirâmide ( NEVADO PIRÂMIDE-5.885) faz a gente não se arrepender de ter ido, aliás, dizem que esse cenário magnifico com a composição laguna mais pico, serviu de palco para a empresa cinematográfica Paramount Picture gravar sua vinheta de abertura antes dos filmes. A van nos deixa as margens da laguna, mas quem quiser pode subir por mais uns 500 metros até um mirante do lado direito. Eu encarei essa subida, mas a Rose ficou lá embaixo contemplando a laguna, mas a subida não é tão puxada quanto pintavam, mas caminhar na altitude nunca é mole, mesmo assim subi correndo e desci também, tentando testar um pouco dos meus limites para a Laguna 69. Chegando lá embaixo fomos dar uma volta de canoa na laguna, uma água absurdamente limpa, tanto que bebemos dela. Voltamos para Huaraz e por causa de algumas obras acabamos por chegar bem tarde da noite, cansados, mas já tendo que nos organizar para o outro dia, quando iríamos enfrentar a caminhada turística mais temida da Cordilheira Branca. ( Laguna Parón) Os dias amanhecem sempre frios na Cordilheira dos Andes, mas por sorte naquele dia não havia uma nuvem no céu e isso por si só já me alegrou. Antes das 6 da manhã a van que nos levaria para a Laguna 69 nos apanhou na hospedagem. Ainda estávamos atordoados e cansados por causa do dia anterior, mas confesso que estava um pouco apreensivo, havia chegado a hora de saber se realmente o meu planejamento quanto a deixar minha mulher em condições de fazer a trilha iria dar certo. No transporte coletivo, mais uma vez se juntavam gente de diferentes países do mundo, a maioria não falava espanhol e como pouco aranhávamos no inglês, praticamente ficamos isolados e trocávamos algumas palavras com uns peruanos e com um belga que havia morado um tempo em Portugal e falava bem a nossa língua. Ao olhar o grupo já vi que o negócio iria mais complicado do que eu pensava, porque era composto na sua maioria quase que total de pessoas jovens, sendo eu e a minha esposa de longe os mais velhos, beirando quase os 50 anos e também o belga que parecia nos acompanhar na idade e esse foi um fato que fez logo a Rose ficar desconfiada dessa caminhada, mas eu desconversei, dei umas risadas e mudei de assunto antes que ela desistisse mesmo antes de começar. A Van segue sempre para nordeste, deslizando entre a Cordilheira Branca e a Cordilheira Negra, sendo do nosso lado direito as paisagens encantadoras das grandes geleiras e seus picos acima de seis mil metros e quando chegamos à Carhuaz, saltamos em frente a sua igreja principal para um café da manhã e experimentar os sabores exóticos de uma sorveteria local e para comprarmos água e algum lanche de trilha. Seguimos , mas agora tendo como companhia o monstruoso HUASCÁRAN , simplesmente a maior montanha do Peru e uma das mais altas do nosso continente com 6.789 metros de altitude e foi justamente a encosta desse pico que veio a baixo no terremoto de 1970 que devastou a região de Huaraz, fazendo que a cidade de YUNGAI quase fosse varrida do mapa, dizem que ao todo foram mais de 50 mil mortes, uma catástrofe quase sem precedente se levarmos em conta que isso se deu há quase 50 anos atrás quando a população era bem reduzida. Chegando em Yungai, viramos para nordeste e começamos a subir a Cordilheira Branca, uma viagem interminável, mas plasticamente encantadora, passando por pequenos amontoados de casas e construções rurais, gente que sobrevive a quase 4.000 metros em meio ao ar rarefeito e as agruras da altitude. Vamos subindo pra valer, mas ainda nos valendo de uma crista com um vale do nosso lado direito e quando chega a hora de deixar a crista e entrar de vez no vale que vai nos levar para o coração da Cordilheira, é hora de dar uma parada na ENTRADA DO PARQUE NACIONAL HUASCARÁN para nos identificarmos e comprarmos nosso ingressos (30 soles). Resolvidos os problemas burocráticos, nos lançamos para dentro dos paredões e fomos singrando de um lado para o outro sem tirar os olhos da janela e por vezes tendo que limpar a baba que escorria de nossas bocas do qual o queixo não conseguia se fechar, querendo cair diante da explosão de belezas sem igual. Seis ou sete quilômetros depois da entrada do Parque somos apresentados à LAGUNA LHANGANUCO a mais de 3.800 m de altitude, um azul hipnotizante, num cenário de sonhos. Nos detivemos ali por uma meia hora, o suficiente para prever que hoje nos faltariam adjetivos para narrar as belezas que estavam por vir. Mais à frente a LAGUNA ORCONCOCHA desmonta nossa capacidade de avaliar o que é mais belo e apenas ficamos a admirar àqueles cenários que vão surgindo no nosso caminho até que o nosso transporte motorizado para de vez, é chegado a hora de botar o pé na trilha, o coração já vai disparando e aquela ansiedade toma conta da gente, a aventura vai começar, voltar já não é mais possível e agora sou eu contra a altitude, minha missão : Levar minha mulher a uma das grandes paisagens da América do Sul, fazendo com que ela, mesmo um pessoa sedentária, consiga caminhar por 15 km no ar rarefeito montanha acima, numa altitude superior a 4.600 metros. O guia dá as explicações finais, mas todos nós sabemos que ali guia não serve para muita coisa, a não ser para encher o saco de quem não se mantiver no tempo estipulados por eles para retornar, inclusive para barrar os que não tiverem condições físicas de seguir, fazendo-os desistir. E o tempo estipulado é cruel para os que não tem experiência em longas caminhadas em altitude e muitos ficarão mesmo pelo caminho se não tiverem condições de fazer o percurso até a LAGUNA em no máximo 3 horas para ir e 2 horas para o retorno, então sempre acaba caindo sobre os ombros de todo mundo a responsabilidade de se manterem no tempo previsto. Rapidamente apanho as duas mochilinhas com alimentos, água, agasalho e outros equipamentos de segurança e somos os primeiros a nos lançarmos floresta a dentro, perdendo altitude até um riacho cor de leite. Mas não passa apenas de uma língua de mata que é cruzada em pouco mais de 5 minutos até atingirmos o vale plano, que iremos acompanhar por um bom tempo cercado por uma paisagem estonteante. A minha estratégia é fazer com que a Rose só se preocupe em caminhar e poupar energia, tanto que as 2 mochilas são carregadas por mim, deixando tranquila para que possa andar livre, respirando a maior quantidade de ar possível, mesmo numa altitude superior a 4.000 metros. O cenário inicial é algo que impressiona, vamos bordejando um rio que corre à nossa esquerda, aguas do degelo de picos gigantes que já podemos observar no horizonte. Vou pedindo para que a Rosa respire fundo e se concentre em colocar um pé à frente do outro, numa estratégia de ganhar terreno nessa parte plana e tomar bastante distância do pelotão principal que é composto pelo guia, porque enquanto tivermos à frente deles, é a garantia de podermos ter uma tranquilidade para irmos mais devagar quando a parte íngreme se apresentar e bicho pegar de vez. Me concentro em falar palavras de incentivo e em abastecer de água minha esposa e em dar-lhe algo para repor as energias, mas já vejo logo que ela começou a ferver o radiador e já me parece que começa a diminuir o ritmo e quando uma placa me indica que não andamos nem 2 km, trato logo de desviar sua atenção para que não veja que até agora não andou absolutamente nada. Um pouco mais à frente, umas construções parecendo umas casinhas de duendes nos chama a atenção, mas quando retornamos nossos olhares para o vale de onde viemos é que nos damos conta de onde estamos e do tamanho da paisagem que nos cerca: sobre nossas cabeças se eleva o monumental HUSCARÁN , na verdade com 2 cumes distintos com 6.786 metros a nos assombrar, mostrando que ali naquela cordilheira ele é quem manda , senhor soberano das altitudes, não só da Cordilheira Branca, mas o teto do próprio Peru e do seu lado esquerdo o Nevado Chopicalqui ( 6.354) fecha a parede e nos deixa boquiabertos , nos impedindo de prosseguir sem que desgrudemos os olhares destes monstros feito de rocha e de gelo, um cenário para guardar na memória por uma vida inteira. (Huascarán - o teto do Peru) Tudo era lindo, mas ainda na minha cabeça eu tinha a esperança de conseguir levar minha esposa até a laguna e a todo momento, mesmo sem tirar o olho das grandes paisagens, ia atrás dela dando uma de personal trainer, dando aquele incentivo, contando umas lorotas, inventando que faltava pouco e quando cruzamos uma pontinha sobre um afluente do rio principal, vi que começamos a nos aproximar de uma grande cachoeira de onde suas águas saltavam dos degelos das montanhas gigantes do nosso lado esquerdo, que ao fazermos a curva que iria nos fazer começar a ganhar altitude, seria a hora de botar a prova toda minha capacidade de convencimento, se ela vencesse aquele trecho crucial, pensei que poderíamos ter êxito. Havíamos vencidos cerca de um terço do caminho, mas até então foi uma caminhada apenas no plano, o que poderia parecer praticamente nada, mas estamos falando de altitude, onde você puxa o ar e não encontra nada, onde o pulmão parece que vai explodir a qualquer momento. Eu me sentia muito bem, mas já sabia que meu organismo de adapta bem e rápido na altitude, mas entendia muito bem o que minha esposa estava passando. Agora o caminhar é lento, um passo e logo as mãos vão para as pernas, tentando se segurar para não cair. O terreno, a trilha, vai ziguezagueando montanha acima e cada metro vencido é uma conquista. Ela sofre, é um sofrimento que acaba sendo compartilhado por mim, que tento mentalmente empurra-la para cima: “ Vamos só mais um pouco, outro passo, respira, bebe água, não está longe o próximo patamar, vamos “. O sofrimento nos olhos dela é visível, começa a diminuir o ritmo consideravelmente e vamos sendo ultrapassados por todo mundo e é nessa hora que tenho medo de que o guia comece a pegar no nosso pé e ela desista de vez. Por sorte o próprio guia se deteve por um instante para auxiliar uma jovem que parece ainda estar pior que a Rose e foi a deixa para eu arrasta-la até que atingíssemos o grande patamar, estava vencido mais uma etapa, pelo menos por enquanto teríamos um refresco e poderíamos caminhar por mais algum tempo no plano. Aliás, a entrada desse novo vale é marcada por uma pequena e bonita lagoa que alguém me sopra ser a LAGUNA 68, mas parece ter outro nome também. (Laguna 68) Fizemos uma breve parada ali na laguna de não mais de 5 minutos, só o tempo básico para uma respirada mais profunda e para engolir alguma coisa energética. Nosso caminho segue agora em nível, numa paisagem incrível de onde a nossa frente desponta o não menos incrível PICO CHACRARAJU ( 6.108) e é com essa companhia que nossos passos vão deslizando pelo vale florido e 600 metros depois da pequena lagoa, nos deparamos com uma placa que indica uma trilha para outra laguna à direita, mas infelizmente não será dessa vez que nossos pés tocaram a Laguna Brogui, é preciso nos concentrarmos no objetivo principal porque estamos no tempo limite e ao trombarmos com uma placa onde dizia que a Laguna 69 estava a míseros 1000 metros, comemorei pensando que daqui para frente seria moleza e o sucesso estava garantido, ledo engano. Nesse 1 km final é onde o nosso organismo vai ser testado de verdade. Para quem já vinha buscando ar para os pulmões, esse pequeno trecho de subidas intensas poderá marcar definitivamente o final da caminhada, porque é aqui que muita gente passa mal e em alguns casos tem de ser ajudada a voltar para baixo, esse é o trecho que separa quem vai vencer e quem vai fracassar, pelo menos para os turistas ou até para montanhistas que não conseguem se adaptar as altitudes e já vinha capengando nas etapas anteriores. A Rose agora se arrasta de vez e só não anda de quatro pé para não passar vergonha e mesmo com o vento gelado acima dos 4.500 metros, sua em bicas. Enquanto ela vive seu calvário pessoal, caminhando feito uma tartaruga paraplégica, me contento em incentivar e também em apreciar a grandiosidade da paisagem que vai se descortinando enquanto vamos ganhando altura naquele ziguezague derradeiro. A cada passo, a cada metro ganho, nossa ansiedade vai aumentando. Sobre nossas cabeças agora localizo o que imagino ser a ponta do Nevado Pisco, montanha que já foi eleita a mais bonita do mundo, mas é um ângulo diferente e me concentro em botar meus olhos mesmo é na laguna, na esperança de vê-la ao longe. Nessa hora eu nem sei mais para onde foi parar o tal guia e pouco me importo em saber, já tenho a certeza que vamos chegar, muito porque o terreno se estabiliza e o sofrimento da subida já ficou para trás e é hora de encher os pulmões de ar ou o que conseguir, obviamente, e bater continência para uma das maiores atrações da América do Sul. O paredão gelado já está no nosso raio de visão, a geleira derretendo e deixando cair uma cachoeira e logo o azul, ainda uma pequena pontinha da laguna, desponta à nossa frente e a magia vai crescendo num dos cenários mais surpreendentes do mundo. O cérebro demora a processar o que olhos vão captando e nessa hora nem mesmo sei para onde foi parar minha mulher, só me lembro de ter sido arrastado pelo deslumbramento, quase hipnotizado pelo azul celeste. Gastamos menos do que as 3 horas limites para chegar. A Rose quase desmaia de cansada e senta-se à beira da Laguna 69 (4.604 m) e por lá fica comemorando em silêncio essa vitória pessoal, mas eu ainda estou pilhado e enquanto todo mundo, umas 50 pessoas, ficam aos pés da laguna só na contemplação, tomo o rumo do morro a nossa direita e sozinho vou ganhando altitude, galgando esse ombro rochoso até que atinjo o topo de onde se descortina uma visão inteira e completa de toda a Laguna, a mais de 4.650 metros de altitude. A grandiosidade da paisagem ao redor é coisa que me emociona e talvez esse tenha sido o lugar mais longe de casa que já estive na vida. Fico ali entregue a minha própria solidão e me esqueço completamente do tempo e da vida, apenas inerte, parado, estático, captando aquela cena do qual guardarei para o resto da vida, mas logo descubro que não é possível ser feliz para sempre e começo a descer e no final da descida surpreendo-me com uma vaca querendo chifrar, vejam só, um grupo de brasileiros, na verdade a vaquinha queria apenas matar sua curiosidade, mas os brazucas não estavam a fim de pagar para ver , então correram bem para longe dela. Quando cheguei perto, todo mundo do nosso grupo já havia partido, inclusive minha esposa, então só me restou fazer um carinho na vaquinha e desembestar montanha à baixo na tentativa de acompanhar o grupo. Às bordas de completar 50 anos, ainda me surpreendo com a facilidade que tenho de adaptação às altitudes e como carrego apenas 2 mochilinhas leves, é correndo que desço esse km inclinado, tomando cuidado para não derrapar nas curvas e despencar morro à baixo e rapidamente alcanço minha esposa e o guia, que é um dos últimos e logo quando voltamos ao plano, vamos ultrapassando boa parte dos integrantes do nosso grupo e antes mesmo de voltar ao laguinho intermediário, nos encontramos novamente com o Belga que fala português e numa conversa informal, descobrimos que o cara tinha apenas 40 anos, muito menos do que os mais de 50 que pensávamos ter e ai nos demos conta de que eu e minha esposa éramos os anciões daquele grupo multe estrangeiro, verdade mesmo que não havia ninguém mais velhos do que nós naquela caminhada e naquela montanha. O próximo lance de descida é a rampa inclinada, de frente para a grande cachoeira, mas agora a descida é constante e sem maiores pausas, apenas para uma ou outra foto da paisagem ao nosso redor e não demora muito atingimos o vale final, o ultimo estirão, agora totalmente plano, ás margens do rio do degelo das montanhas e vamos aos poucos nos despedindo do próprio Huascarán e o teto do Peru vai ficando para trás e duas hora e meia depois de abandonarmos a Laguna, emergimos da matinha e finalizamos junto à estrada, onde nossa Van foi estacionada e ali nos atiramos ao chão para um demorado descanso até que todo o grupo se juntasse e partíssemos novamente para Huaraz, onde chegamos já tarde da noite. Ainda inebriados pela caminhada do dia anterior, acordamos tarde e fomos perambular por Huaraz, nos perdemos em tudo quanto é beco e já que havíamos decidido ficar por lá mais uns dois ou três dias, resolvemos nos mudar para um hotel no centro, o que não nos custou mais que 30 reais. O choque de cultura é tão grande que ás vezes nos faz até perdermos o rumo e já que era para perder o norte, decidi que aquele seria o dia de experimentar uma das maiores iguarias da cozinha Peruana. Entramos em um restaurante popular e enquanto minha esposa experimentava mais um Ceviche, pedi logo um PORQUINHO DA INDIA, havia chegado a hora de provar o tal do CUY, mas antes mesmo que a iguaria tocasse nossa mesa, fui expulso a pontapés pela minha esposa que aos gritos disse logo: “VAI COMER ESSA MERDA LONGE DE MIM” (rsrsrsrrsrsr). Lá estava ele, nosso mascote, bonitinho e peludo, mas agora ali jaz, duro e à pururuca. Num primeiro momento não foi agradável ver aquele cadáver parecendo um rato seco sobre a mesa, mas o ser aventureiro que habita o meu corpo me dizia que aquela era talvez a única chance de experimentar um prato típico inusitado. O estômago deu um embrulhada, principalmente quando os dentes saltaram aos olhos, mas o demônio na minha cabeça insistia: “ Come aí, num dá nada, vai lá, só um pedacinho miseraviiii” Fechei os olhos, peguei um pedacinho, enfiei na boca. Minhas papilas gustativas foram se abrindo e o sabor do coitado do porquinho foi adentrando no meu corpo, tomando conta do meu ser e o animal carnívoro veio à tona e me portei como o diabo das Tasmânia, não deixei sobrar nem os ossos, só os dentes permaneceram no prato, melhor o do porquinho do que os meus. Os dias passaram e foi preciso deixar aquele lugar de sonhos para trás e a nossa volta para Lima foi como a ida, tranquila e sem nenhum percalço porque a maioria das viagens são à noite. De volta à capital do Peru embarcamos imediatamente para o sul do país, era chegada a hora de respirar o ar em abundancia do litoral e como minha proposta era a de conhecer paisagens diferentes, fomos nos perder no grande Deserto de Ica, lá onde o vento faz a curva, lá para as bandas do oásis de HUACACHINA, onde as maiores dunas do continente reinam absolutas, mas isso é uma outra história, de um outro capítulo de um livro chamado : AS HISTÓRIAS QUE AINDA NÃO CONTEI SOBRE O PERU , mas que um dia vou contar, num momento oportuno. (Huacachima) (Paracas) Essa não foi só uma história de uma caminhada por uma das maiores paisagens do continente, essa foi a narrativa de uma superação, onde o principal objetivo foi mostrar que uma pessoa sedentáriapode vencer aquilo que num primeiro momento pode parecer impossível. Me lembro que anos atrás, na subida do Vulcão Vilarica no Chile, minha esposa me fez prometer que nunca mais a faria enfrentar tais desafios. Daquela vez ela fracassou, desistiu antes do cume, mas desta vez consegui trabalhar bem a parte psicológica dela, provando que as vezes um desafio é vencido com a cabeça e não só com as pernas. Voltamos do Peru simplesmente maravilhados, um tanto chocado com a cultura totalmente diferente da nossa, mas assim mesmo, trazendo na bagagem a certeza de ter vivido o bastante para conhecer um dos países mais espetaculares do mundo, um aprendizado para uma vida inteira. Divanei-Abril/2019
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    Oi Leila tudo bom. Acredito que vale a pena conhecer Itcare uns dias. Finais de agosto vou viajar um pouco , estarei por Pernambuco . octubro quero descer ir pra Maceió . Mitade de mês quero conhecer Caraiva, Trancoso que me falam que vale a pena . talvez a gente se vê . um abraço. sandré
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    Seriam em torno de 2.000 km de estrada, pegando um carro compacto popular que faça em média uns 14 km por litro de gasolina, daria uns 150 litros de gasolina, com o preço do litro custando em torno de € 1.20 você gastaria uns € 180 de gasolina. Pedágio é o de menos neste roteiro, não recordo se tem tem pedágio, mas se tiver, não vai lhe custar mais que 20 ou 30 Euros. O problema mesmo é os estacionamentos, em Lisboa, Sevilha, Madrid, Granada, Córdoba ou qualquer cidade média ou grande, um carro mais atrapalha do que ajuda, pois as ruas são estreitas, o transito um caos, e é praticamente impossível achar um local para estacionar na rua. Você acaba deixando o carro parado num estacionamento, pagando diárias de 15 ou 20 euros e explorando a cidade a pé. E a maioria dos hotéis próximos do centro também não possui garagem ou estacionamento, então ou você escolhe um hotel longe e fora do centro que tenha estacionamento gratuito e pega um táxi até o centro, ou paga uma diária de estacionamento no centro... Ou seja, coloque na conta também uns 15 ou 20 euros por dia para pagar os estacionamentos nas cidades maiores, eu estimaria uns 100 a 150 euros gastos com estacionamentos. então numa conta bem grosseira, entre gasolina, pedágios e estacionamentos, vocês gastariam em torno de 300 a 350 Euros (R$ 1.500 a R$ 1.700) + mais o custo da locação do carro que devem girar em torno de 250 a 300 Euros (R$ 1.300 a 1.500) para um carro compacto econômico, totalizando algo próximo a R$ 3.000 em despesas com o carro. Claro que isto é uma estimativa bem grosseira, na prática estes valores podem variar um pouco para cima ou para baixa, mas não deve ficar em algo muito diferente disto. O modelo do carro também pode afetar muito o custo, estes valores são para um carro pequeno e compacto, carros maiores e mais luxuosos podem fazer este valor duplicar ou triplicar. 600 Euros gastos com carro, ou 300 euros por pessoa, não é algo barato, se você estivesse disposto a fazer todos os deslocamentos de ônibus, e tivesse reservado as passagens com antecedência, pessoalmente eu acho que daria para conseguir fazer tudo isto com uns 150 a 200 Euros por pessoa. Mas como já está bem em cima da hora, as passagens baratas de ônibus provavelmente já acabaram, e você também não tem mais muito tempo para ficar pesquisando e reservando tudo, para mim parece ser uma boa ideia alugar um carro para esta viagem. Reservando antecipado geralmente consegue-se preços melhores, e você também tem tempo de procurar com calma a locadora com o melhor preço. Alem do fato de que deixar para alugar só lá, pode acontecer de não haver mais o carro que você deseja, e você ter que pegar um carro mais caro.
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    @RodrigoDigão Eu mesmo vou me responder aqui, depois de ter a experiência. Desci no aeroporto de AMS, porém achei caro o chip por lá, em média 35 euros, decidi não comprar, deixei para comprar no centro de AMS na loja da Vodafone, ótima decisão! Comprei 2 simcard por 20 euros cada. Economizando assim, 30 euros. Então fica a dica, não comprem no aeroporto, e não se assustem com o medo de ficar sem internet, o próprio ônibus que sai do aeroporto para o centro tem Wifi, no centro tbm tem wifi disponível.
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    @lourencobj Que relato em!!! aguardando os próximos capítulos! Parabéns ao casal, melhor escolha que fizeram! P.S. lembro do seu tópico a respeito de trocar a festa pela viajem.
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    @Luka Izzo Parabéns pelo excelente texto.você é show! Subir a montanha já com seu amor não tem preço. Um dos momentos mágicos da nossa vida (casal100) foi ter conseguido subir a nossa primeira difícil montanha, o pico dos Marins, vivenciamos naqueles minutinhos no topo, algo impossível de descrever em palavras. Foram raros momentos nas nossas vidas que sentimos tanto AMOR! Inexplicável. Somente quem chegou a algum topo pode explicar aquela sensação.
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    Oieee se tiver grupo eu topo! Vou para ver FF!
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    @RodrigoDigão Digão, vou considerar porque enche a barriga. Mas Spare Ribs na Holanda é a mesma coisa que eu mandar você jantar um acarajé aqui em Salvador .... kkk. É bem comum na Holanda sentar para beber cerveja e comer isso como "tira-gosto" Ai eu conheço bem, fica ao lado do Buldog de Leidseplein... nem restaurante é... ai é um barzinho que a galera vai assistir competições esportivas... e dia de segunda rola umas coisas meio loucas depois da meia noite kkkkk Aqui um exemplo de cardápio bem realista em restaurante sem luxo... https://www.rancho.nl/our-menu/ #amsterdam
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    Amo estar em meio a Natureza!
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    Oi @Leila Glory Pretendo fazer Península de Maraú, Porto Seguro, Arraial, Trancoso e Caraíva, saindo de Salvador em 05/11 e retornando 17/11. Join us!
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    Oi Leila. Entre 30/10 e 07/11 estarei passando por Recife, João Pessoa e Natal. Poderíamos organizar esse roteiro
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    A cidade luz foi uma escolha sem dúvidas, indo pra Europa não teria como não conhecer Paris.. Mas confesso que me decepcionei um pouco.. fui esperando muito e acabou sendo diferente do que eu sonhava ! Os principais pontos turísticos são realmente inesquecíveis, mas não consegui ver todo aquele brilho que eu imaginava na cidade.. Explico: vi muita sujeira pelas ruas, perto dos pontos turísticos inclusive, o transporte público também deixou muito a desejar no quesito limpeza, de um modo geral as pessoas não foram solicitas e nem educadas, e achei um pouco inseguro andar pelas ruas sozinha. Então vamos ao que mais valeu a pena na estadia em Paris: as coisas que conheci !! Basílica de Sacre Coeur No alto da colina de Montmartre fica a belíssima Sacré-Coeur, Sagrado Coração em nosso português. A basílica é com certeza uma das mais bonitas que já vi, de longe tem uma presença incrível e de perto se revela ainda mais nos detalhes ! Sem contar que de lá a vista da cidade é linda ! Para chegar até a igreja existem duas maneiras práticas, uma pelas escadas ou de funicular. Fica aberta diariamente das 6h às 22h30, sendo a última entrada para visitação às 22:15h. Endereço: 35 Rue du Chevalier de la Barre, 75018 Como chegar: Metrô: Jules Joffrin , Pigalle e Abesses (linha 12), Pigalle e Anvers (linha 2) Ônibus: linhas 30, 31, 80, 85 Para portadores de necessidades especiais, é disponibilizado um elevador na Rue du Chevalier de la Barre, 35. Torre Eiffel Uma as atrações mais esperadas da minha viagem.. A Dama de Ferro, símbolo do país e um dos cartões postais mais famosos do mundo ! Com aproximadamente 325 metros de altura, foi construída para comemorar os 100 anos da Revolução Francesa em 1889. Seria um monumento temporário, mas devido ao seu sucesso, ela continuou de pé e está ai até hoje pra nossa sorte ! Não tem como não amar.. A torre é linda de todos os ângulos e distancias! E a noite, a cada hora cheia, ela se torna toda luz ! Parece mágica de filme da Disney.. Quem quer subir a torre, pode agendar o passeio no site e evitar filas. Nesse passeio é possível curtir, além da vista da cidade, restaurantes, lojas de souvenires e galerias com histórias da torre. Eu não fiz porque a fila estava gigante e não me antecipei, mas acredito que seja um passeio que vale a pena. Principalmente se conseguir pegar o pôr do sol. Para mais informações visite o site oficial. Endereço: Champ de Mars, 75007. Como chegar: Metrô: Trocadéro (linhas 6 e 9) ou Ecole Militaire (linha 8 ). Ônibus: linhas 42, 69, 82 e 87 Trem: RER Linha C, descendo na estação Champ de Mars-Tour Eiffel. Campo de Marte (Champ de Mars) O jardim público é uma das maiores áreas verdes de Paris e fica localizado entre a Escola Militar e a Torre Eiffel, fazendo com que seja uma das áreas mais visitadas da cidade ! No seu espaço gramado é muito comum ver turistas e parisienses fazendo piquenique e bebendo champanhe, o local também é espaço certo para shows e eventos culturais. Quando eu fui estava montada toda uma estrutura para o pessoal assistir ao torneio de tênis Roland-Garros. Endereço: 2 Allée Adrienne Lecouvreur, 75007 Como chegar: Metrô: École Militaire (linha 8 ) Ônibus: linhas 69, 87, 82, 92, 28, 80 Trocadéro Um dos melhores e mais belos pontos de observação da Torre Eiffel, o jardim foi construído no pico da colina de Chaillot frente ao rio Sena. Suas fontes e estátuas douradas são inspiração para muitas fotos !! Em seu entorno existem diversos cafés e restaurantes típicos parisienses. Endereço: Place du Trocadéro et du 11 Novembre, 75016 Como chegar: metrô estação Trocadéro (linhas 6 e 9). Catedral de Notre-Dame Uma das catedrais mais linda que já vi !! Foi construída em homenagem a Maria, mãe de Jesus, por isso o nome Notre Dame (Nossa Senhora). O estilo da catedral é o gótico e é uma das construções mais antigas e tradicionais de Paris, além de ser uma das mais importantes da Europa. Além de ser palco de muitas celebrações desde os tempos primórdios da história francesa, a catedral guarda uma das mais importantes relíquias do cristianismo, partes da Coroa de espinhos com a qual Cristo crucificado. Ainda mais, Notre-Dame também abriga uma estátua de Joana d'Arc, que foi ícone da Guerra dos 100 Anos e é a padroeira da França. Já não bastando toda história e toda beleza, por dentro e por fora, você ainda tem opção de subir as torres, ver as famosas gárgulas de perto e ainda tem uma das vistas mais lindas da Capital ! Pra mim, esse passeio foi um dos melhor de Paris, eu realmente amei e valeu a pena subir cada um dos 422 degraus ! A entrada na catedral é de graça, mas você paga se quiser ver as gárgulas de perto ou fazer outras visitas especiais. O preço para subir nas torres é 8,50 € ou acesso com Museum Pass. A Catedral abre todos os dias, de 8h às 18h45, com encerramento às 17h15 aos sábados e domingos). Endereço: Fica localizada na praça Parvis, na pequena ilha Île de la Cité (situada no meio do Rio Sena). Como chegar: Metrô: Cité ou Saint-Michel (linha 4), Châtelet (linhas 7, 11, 14), Hotel de Ville (linhas 1 e 11), Maubert-Mutualité ou Cluny – La Sorbonne (linha 10). Ônibus: linhas 21, 38, 47, 58, 70, 72, 74, 81 e 82. Trem: RER Linha B ou C: estação Saint-Michel – Notre-Dame Pont des Arts A ponte era famosa pelos milhares de cadeados que os casais apaixonados colocam em suas grades, com a tradição de jogar a chave nas aguas do Rio Sena. Em junho desse ano a Prefeitura de Paris retirou definitivamente os cadeados da ponte e substituiu por painéis de vidro decorados por artistas franceses. Por sorte, eu pude ver ainda os cadeados, pouco antes de serem retirados ! Como chegar: metrô estação Pont Neuf (linha 7). Museu do Louvre Simplesmente incrível, é um dos maiores e mais famosos museus do mundo !! O lindíssimo pátio e o Palácio do Louvre já conquistam de cara.. As pirâmides tem uma presença muito mais incrível que em fotos ! No Museu, o acervo é gigantesco (me pareceu infinito) e é difícil você passar menos que metade de um dia lá ! É tanta coisa pra ver e se perder viajando pela história, que o tempo passa sem perceber.. O museu possui 5 níveis e 3 alas principais: Richelieu, Sunny e Denon, é super necessário que se use um mapa (recebe na entrada ou pode baixar pelo site oficial) para poder identificar as passagens entre as alas e os pontos importantes em cada uma delas. O que eu mais queria ver era a ala de antiguidades egípcias e foi lá que passei mais tempo ! Fica na Ala Denon, onde você viaja pelo Egito antigo.. É incrível a coleção de esfinges, sarcófagos, múmias, artefatos egípcios e objetos usados na mumificação. A ala de Arte grega, romana e etrusca é também muito interessante, com belas esculturas em mármore dos deuses como Afrodite e Eros ! Claro que entrar na saga de procurar a pintura da Mona Lisa de Leonardo da Vinci toma um tempo gostoso da visita. Eu aconselho comprar a entrada para o museu antecipadamente ou utilizar o Museum Pass, pois é certeza que irá encontrar filas gigantes ! O Louvre pode ser visitado diariamente, exceto nas terças-feiras e nos feriados de 01 de Janeiro, 01 de Maio e 25 de Dezembro. O horário de funcionamento de segunda-feira, quinta-feira, sábado e domingo é das 9h às 18h, quarta-feira e sexta-feira é das 9h às 19h45. Valor da entrada: 15€ Endereço: fica instalado no Palácio do Louvre, entre o Rio Sena e a Rue de Rivoli. Como chegar: Metrô: Palais Royal Musée du Louvre (linha 1). Ônibus: linhas 21, 24, 27, 39, 48, 68, 69, 72, 81, 95 Jardin des Tuileries Localizado entre o Museu do Louvre e a Praça da Concórdia, o Tuileries é um dos maiores e mais antigo jardim de Paris. Foi antigamente o jardim do Palácio de Tuileries, esse que não existe mais após ser queimado durante a guerra civil e posteriormente demolido. No jardim também está o importante e belo Arco do Triunfo do Carrousel, que foi construído para comemorar as vitorias de Napoleão. Endereço: Jardin des Tuileries, 113 rue de Rivoli, 75001 Como chegar: Concorde (linhas 1, 8 e 12) e Les Tuileries (linha 1). Moulin Rouge O histórico cabaré mais famoso do mundo ! Muito tradicional e luxuoso, é visita obrigatória para quem quer assistir a um espetáculo típico. Confesso que não me interessei muito e acabei passando só para tirar foto. Mas quem tem interesse, visite o site oficial para maiores informações. Endereço: 82 Boulevard de Clichy, 75018 - Montmartre Como chegar: metrô estação Blanche (linha 2) Le mur des “Je t’aime” Já que Paris é a terra do amor, é legal conhecer o muro dos Eu te amo, o Le mur des je t’aime, que é famoso por ter a frase “Te Amo” foi escrita em 300 idiomas !! Além de ser romântico, acredito que o intuito desse lugar é passar a mensagem que o amor pode unir o mundo ! Não é um passeio imperdível, mas se estiver passeando pelo bairro Montmartre, vale a pena passar por ele. Endereço: Place des Abbesses, 75018, Montmartre. Como chegar: metrô estação Abbesses (linha 12). Avenida Champs-Elysées Uma das mais famosas e movimentadas avenidas do mundo !!É bem bonita e arborizada, possui 2 quilômetros que ligam o Arco de Triunfo à Praça da Concórdia. Nela estão as principais lojas de grandes grifes, cafés e muitos restaurantes glamorosos. Como chegar: metrô estação Charles de Gaulle Etoile.(linha 1) ou Franklin D. Roosevelt (linhas 1 e 9) Arco do Triunfo Foi construído em homenagem às vitórias de Napoleão Bonaparte e contém o nome de inúmeros generais e suas batalhas vencidas. O arco fica bem no centro da praça Charles de Gaulle e dela iniciam doze das principais avenidas da cidade. Isso faz com que atravessar da rua para a praça ser praticamente impossível ! Eu atravessei correndo como louca e por sorte não me aconteceu nada.. não façam isso ! Atravesse com tranquilidade pelo subterrâneo das estações de metrô. O Arco é realmente lindo, mas pra mim o que mais valeu a pena foi subir nele ! A vista é fantástica !! Quem quiser fazer essa visita, está aberto diariamente de 10h às 22h30, fechado somente nos feriados de 1 de janeiro, 1 de maio, 14 de julho, 11 de novembro e 25 de dezembro. Custa: 9,50€, ou quem tiver Museum Pass está incluso. Endereço: Place Charles-de-Gaulle, 75008 Como chegar: Metrô: Charles-de-Gaulle-Etoile (linhas 1, 2 e 6) Ônibus: linhas 22, 30, 31, 52, 73, 92 Trem: RER A estação Charles-de-Gaulle-Etoile Panthéon Antiga igreja construída para homenagear à padroeira da cidade, hoje é um espaço reservado para realização de eventos. Mas ainda hoje abriga uma cripta onde estão os restos mortais de personalidades francesas como Voltaire, Rousseau e Victor Hugo. Endereço: Place du Panthéon 5e Como chegar: Cardinal Lemoine (linha 10) Jardim de Luxemburgo E o maior parque público de Paris, sendo ainda o jardim do Senado francês, localizado no Palácio de Luxemburgo. O parque é lindo e cheio de flores, árvores, lagos e esculturas ! Além de um ponto de passeio e descanso, o parque possui campos de tênis, espaço para basquete e concertos musicais, mesas de xadrez, espaços para exposições de artistas, atrações para a criançada e lanchonetes. Mas o que é mais típico é sentar nas cadeiras do parque e relaxar.. Endereço: Rue de Vaugirard, Boulevard St. Michel, Rue Auguste-Comte and Rue Guynemer Como chegar: Metrô: Odéon (linhas 4 e 10), Mabillon (linha 10), Saint-Germain-des-Prés (linha 4) Ônibus: linhas 21, 27, 38, 58, 82, 83, 84, 85, 89 Trem: RER B estação Luxembourg-Sénat Palácio dos Inválidos (Les Invalides) Antigo hotel e asilo construído para abrigar membros dos exércitos franceses que sofreram danos físicos durante a guerra. Hoje ainda acolhem deficientes, mas também se tornou o Museu do Exército da França. Fazendo a visita ao Palácio, você irá contemplar vários acervos da história da guerra, destaque para as lindas armaduras e trajes originais do século XIII ! Dentro de sua cúpula encontra-se a Catedral de Saint-Louis-des-Invalides, que é onde esta localizada a tumba do Imperador Napoleão Bonaparte. O belíssimo domo dourado feito com ouro pode ser visto de diversos pontos da cidade. O Palácio dos Inválidos abre todos os dias, exceto nos feriado de 01 de Janeiro, 01 de Maio e 25 de Dezembro, das 10h até as 17h ou 18h. Sempre com ultimo acesso 30 minutos antes do horário de fechamento. O ingresso custa €9,50 ou incluso no Museum Pass. Endereço: 129 Rue de Grenelle, 75007 Como chegar: Metrô: La Tour Maubourg ou Invalides (linha 8 ), Varennes ou Saint François-Xavier (linha 13). Ônibus: linhas 28, 63, 69, 82, 83, 92, 93. Trem: RER C estação Invalides. Place des Vosges Uma graça de praça que já foi residência real e abrigado o famoso escritor Victor Hugo. Pra mim, foi a praça mais interessante, ela é pequena e rodeada de prédios uniforme bem bonitos. Seu formato quadrado me deu uma sensação de acolhida e proteção. Esta aberta ao publico de terça a domingo, de 10h às 18h. Endereço: 6 Place des Vosges, 75004, Marais Como chegar: Metrô: Saint-Paul (linha 1), Chemin Vert (linha 8 ) ou Bastille (linhas 1, 5 e 8 ) Praça da Bastilha Sinceramente, achei muito sem graça. Sua historia é interessante e muito importante, pois foi onde se iniciou a Revolução Francesa. O obelisco no centro da praça foi construído para comemorar a derrubada da Monarquia. O bairro me pareceu legal, com bastante movimento e opções de restaurantes, bares e lojas. Endereço: Place de la Bastille, 75011 Como chegar: metrô estação Bastille (linhas 1, 5 e 8 ).
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    Oi pessoal. Procurei aqui no site e não encontrei nenhum relato atual próximo da viagem que fiz, então vou postar aqui pra ajudar alguém. Fui para Recife, saindo de Goiania no carnaval do ano passado com minha namorada, aparentemente o vôo deu overbook e nos ofereceram $200 cada para pegarmos o próximo vôo. Lógico que aceitamos e tava com esses dois vouchers guardados e nem pretendia viajt4ar, mas depois parei pra pensar: "porque vou desperdiçar o tu te rttrirut utilização 5r $400 ?!?" Entrei no site da Azul e achei as passagens baratas pra Natal, em vôo direto. Dessa vez viajei sozinho. Saí de Goiania no sábado (02/02) as 22:05, chegando em Natal 23:30 (horário local, sem horário de verão). Saí da área de desembarque e ja encontrei a empresa de transfer (Vip Transfer), me cobraram $40 pra deixar no hostel que aluguei na Ponta Negra (Republika Hostel - $35). O hostel é legal, cpm boa localização, ambiente agradável, quartos bons mas os donos (ou seria funcionários ?) não parecem estar tão abertos aos hóspedes... Cheguei no hostel mais ou menos 2 da manhã e fui dormir. Dia 1 - Era domingo, movimento da cidade que já é fraco estava ainda mais fraco. Saí pra conhecer a praia de Ponta Negra (menos de 10 minutos a pé do hostel), fui até o morro do careca e almocei ali por perto mesmo. Tem várias opções de restaurantes e os preços são bons (preços normais de capital, nada a mais por ser um lugar que atrai muitos turistas). A tarde resolvi ir pra Praia do Cotovelo e pra Pirangi. Perguntei pro pessoal da cidade e facilmente consegui ir de ônibus. Pirangi é onde falam do "maior cajueiro do mundo", mas acho um programa muito "pega turista" (8 reais de entrada, sendo que você já consegue ver o cajueiro do lado de fora da cerca...) As duas praias são legais, mas de ônibus reserve pelo menos umas 4 horas pra curtir as duas. Dia 2 - Acordei e fui fazer o trajeto das "praias de cidade". Na avenida Roberto Freire mesmo, na Ponta Negra, peguei o ônibus Costeira (56), que me deu inveja do motorista: de um lado o Parque das Dunas, reserva ambiental bem preservada, e do outro lado o mar! Depois de uns 20 minutos desça na praia Areia Preta (o ônibus sobe para o "centro") e vá andando... Areia Preta, Praia dos Artistas, Praia do Meio e Praia do Forte. Todas essas com piscinas naturais bem legais, próprias pra banho e com vista muito legal. Estavam relativamente vazias, mas talvez porque era segundona... As vezes era meio tenso o "clima", com alguns locais mau encarados, mas siga com cara de que não é turista que vai dar certo... Enfim cheguei ao Forte dos 3 reis magos, umas 3 da tarde. A maré já estava começando a encher ao redor do Forte. Me surpreendeu que não exista nenhuma linha de ônibus que vá diretamente ao forte. O máximo que existe é linhas que vão até a praia do meio e depois você tem que andar uns bons 20 minutos até o forte... Cheguei nele e estava fechado para reformas. em qualquer lugar do mundo um Forte militar com mais de 400 anos seria uma das atrações principais de uma cidade, mas aparentemente não no Brasil.... Acabei indo pra praia da Redinha (que fica do outro lado da bonita ponte), mas me arrependi... A maré já estava alta, e o mar naquela região me parece perigoso. Tentei também ir ao aquario, mas achei o preço de $33 reais proibitivo pela pouca estrutura wur vi no exterior (me corrija se estiver errado). Dia 3 - Agora faltava Genipabu. Perguntei pro pessoal do hostel se há a possibilidade de ir até lá de transporte público. Me atenderam com muita má vontade, dizendo que é muito difícil, perigoso, que devia pegar o tour de Buggy ($120!!!!!). Talvez falaram isso porque ganha algum com o tour, né ? Perguntei pras pessoas nos comércios próximos e com a ajuda dp Google e pegando dois ônibus cheguei em Genipabu gastando $7,30! Você simplesmente desce no "ponto final" chamado Terminal Santa Rita. Os ônibus que param nesse terminal não passam em Ponta Negra, apenas no centro de Natal. Então, basta pegar um ônibus pro centro e depois pra Genipabu! Gastei uma hora com o trajeto (de Buggy seria meia hora). É realmente lindo, as dunas, o mar, o caminho que você faz até chegar lá! Só me arrependi de ter ido tarde (cheguei la já era meio dia) e de não ter ido pra Redinha nesse mesmo dia (é caminho!) Se você não tem o sonho de andar nas dunas de buggy, não gaste $120! Pra mim é totalmente dispensável como "experiência". As comidas achei até em conta, já que o local é isolado (paguei $30 em um prato executivo com camarão, batata frita, feijão, farofa e salada). A dica é que esses pratos executivos não tão no cardápio (eles tentam te vender as porções primeiro, etc.) Faça cara de pobre e pergunta quanto ficaria um prato executivo 😂 Dia 4 - Acordei e fiz check-out! Peguei um ônibus direto pra rodoviária de natal (66) e de lá peguei o ônibus pra Pipa. A dica é chegar cedo, porque o trajeto de menos de 80km demora mais de 2:30 pra ser feito! Como sempre me atrasei e cheguei em Natal 13 horas. Fiz o check-in no Lagarto na Banana ($40 a diária) e que diferença! Toda a galera do hostel é muito boa onda e me trataram como se me conhecem desde sempre! O hostel é muito lindo, os quartos são ótimos, banheiros ótimos e ainda tem yoga todos os dias incluso no preço! Ah, e todo dia rola um jantar vegetariano maravilhoso, $15 só Cheguei e estava chovendo. Mas até me organizar já estava com sol novamente! Ainda deu tempo de ir na Praia de Pipa, que fica no centro, pertinho. A cidade é linda, parece uma maquete de tão legal! Muitos turistas, de todo lugar do mundo! No hostel até brincávamos que tava com saudade de falar português 😂 Dia 5 - Acordei pra conhecer todas as praias! Esse era o dia hehehe O hostel fica próximo ao Chapadão. De lá dá pra descer pra Praia das Minas. Parece uma praia deserta! Talvez por ser longe, talvez pelo mar bravo! Fique atento a tábua das mares para descer a pé da Praia das Minas para a Praia do Amor. Sensacional o visual desse lugar! Da Praia do Amor você já vai ver a Praia da Pipa. Depois desça pra Baía dos Golfinhos. Dizem que (quase) todos os dias dá pra ver golfinhos lá, mas não consegui ver hoje! Todas as praias valem a pena, mesmo diferentes entre si! Dia 6 - Acordei e fui com alguns colegas do hostel para Tibau do Sul. É bem tranquilo, só sendo necessário pegar uma van em Pipa, custando 3 reais. Em Tibau do Sul há uma lagoa bem legal (esqueci o nome), que deságua no mar. Visual bem legal. Oferecem passeio de lancha na lagoa, mas não pagamos os 30 reais. Fomos para o outro lado de balsa, que custa apenas 4 reais. O outro lado é bem mais vazio e praticamente sem ambulantes e barracas. Ideal para nada no mar (bem tranquilo) sem ser incomodado! Na noite desse dia já fui para o Aeroporto de Natal! A Surpresa é que o transfer para o aeroporto saindo de Pipa é até mais barato que o transfer da chegada, para a cidade. Gostei bastante do RN! Voltarei com certeza a Pipa (e talvez a Natal)!
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    Ooi @mandcampos tudo bem? Estarei indo agora neste mês pra lá, posso ir te passando a experiência, pelo WhatsApp, Instagram, ou por aqui mesmo. Tô indo como Andarilho hehe, e Alone kkj, vou ir com 1000 pesos argentinos somente, e o resto vou conquistar tudo no caminho, posso compartilhar a experiência com você pra te ajudar. Podemos ir juntos também, caso queira. Abraço!
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    Alguém já ouviu falar do ID JOVEM? Sobre dificuldades para conseguir as passagens em terminais rodoviários? Já estou com o documento em mãos, mas, ainda não me desliguei do trabalho, o objetivo é começar o mochilão passando por 11 Estados do Brasil com partida em janeiro/ fevereiro 2018, utilizando o ID JOVEM, que dá direito em passagens interestaduais em ônibus convencionais. A saída será de Manaus > Alter do Chão, de barco com outros amigos e depois seguirei para a rodoviária da capital Belém/Pará, sozinha, pretendendo ainda passar por: Maranhão Ceará Paraíba Alagoas Salvador Espirito Santo Rio de Janeiro São Paulo Brasília Goiás Estou ainda delimitando as cidades, a quantidade de dias que ficarei em cada Estado, e claro com o mínimo de gasto possível. O tópico também tem o intuito de: Filtrar sugestões de cidades e lugares dentre os Estados citados acima que devem constar no meu mochilão. Ficar ativo durante a viagem para conhecer pessoas do mochileiros.com ou criar um blog Companhia por trechos ...e tudo que venha para somar e for do bem. E aí, mande um help daí de qualquer lugar que você esteja agora e vamos conversar?
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    Amigos, Em forma de agradecimento de todas as vezes que sempre acho respostas às minhas dúvidas por aqui, montei um simples relato sobre minha viagem que aconteceu em Outubro/2010. Eu e mais uma amiga nesta trip fantática que durou no total 26 dias. Espero que as informações possam ajudar... e se puder ajudar com outras dúvidas, farei com certeza (Neste caso, por favor, envie via MP... pois, às vezes passo muitos dias sem entrar no site e via MP receberei um alerta no meu e-mail ) ROTEIRO: EGITO - JORDANIA - ISRAEL (finalizando em Amsterdam com mais 2 dias). EGITO Cairo Cidade louca, barulhenta, por muitas vezes suja.. porém encantadora. Voltaria ao Cairo dezenas de vezes. Mulheres Sozinhas: Tranquilo desde que vestidas com decoro. Usei muito bata de manga longa e calças pantalona (tipo indiana). Isso não evitou o assédio, mas com certeza reduziu, e muito! Em meu caso, não estava sozinha, pois, uma outra amiga viaja comigo, mas sempre somente nós duas. Metrô: Meninas, não pensem duas vezes... Usem! Porém utilizem o vagão dedicado especialmente para mulheres. Super tranqüilo, sem perturbação alguma. Hostel: A entrada do hostel, bem como o elevador, assustam (e muito!), mas ao chegar ao hostel a surpresa é ótima. Ambiente aconchegante, limpo e staff super atencioso. Ficamos em quarto privado e valeu muito a pena. (Meramees Hostel - 32 Sabri Abou Alam Street, Cairo, Egypt ) http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Meramees-Hostel/Cairo/2332 Ponto Negativo do Hostel: Ao lado de uma mesquita, portanto, prepare-se para despertar por volta das 5:00 da manhã com o primeiro chamado do dia. Aproveite para fechar o passeio às pirâmides no hostel mesmo. Se possível, com o taxista Mohamed. O cara é 10! Super gente boa e nos respeitou o tempo todo. Museu do Cairo: Parada obrigatória. Não pode entrar com câmera.. Nem perca o seu tempo tentando, pois, você vai passar por Raio X. Tem que deixar a câmera em uma espécie de guarda-volume do lado de fora. O assédio de guias dentro e fora do museu é grande. Tenha em conta que: é impossível conhecer o museu em um só dia. Como eu dispunha só de ½ dia, acabei contratando um senhorzinho que falava espanhol. Ele tinha pilha Duracell..rsrs.. Por Deus! Era difícil acompanhá-lo. No começo achei meio furada, mas depois achei que valeu, pois, ele levou nos principais pontos e nos alertou para pontos que eu jamais prestaria atenção se tivesse andando sozinha. Geralmente você contrata o serviço por 2 horas ou mais. Algo em torno de EGP 200. Dentro do museu, para visitar a sala das múmias é necessário pagar uma taxa à parte (EGP 100). Recomendadíssimo!!!! Não deixe de ir. Tem uma coleção enorme de múmias. A sala de tesouros do Tutankamon é um deslumbre aos olhos. Gostei muito. Comida: Muita atenção para comida. Evitem peixe, pois, é um lugar muito quente e as condições de higiene são péssimas. Minha amiga pegou uma mega infecção intestinal e tivemos que fazer uma consulta por fone aqui com o Brasil. Depois de uns 3 dias ela melhorou, mas foi bem punk! Eu não voltaria ao Egito sem um bom antibiótico para esse tipo de infecção. O médico daqui disse que é muito comum em viajantes, pela mudança de clima, comida, água,etc. Sendo assim, cautela no quesito comida. Tive muita sorte, pois, não tive nada,masssss.. melhor não vacilar. Sufi Dancing: Esta foi a melhor surpresa que tive no Cairo. Uma apresentação gratuita acontece às Segundas, quartas e sábados (confirme no albergue se continuam esses dias). A apresentação é por volta das 20:00h, mas chegue as 18:00h, caso contrário não encontrará vaga. Foi a apresentação local mais surpreendente e emocionante que já vi até hoje. Acontece no Wikalet al-Ghouri pertinho do Mercado de Khan-el-Khalili. Mercado de Khan el-Khalili: Imperdível! Fui simplesmente todos os dias neste mercado... quer seja durante ou dia, ou à noite. Adorei. São dezenas de quarteirões e ruelas que formam verdadeiros labirintos. Pechinche muito (sempre!). Aproveite para conhecer o restaurante Khan Khalili Restaurant/Naguib Mahfouz Café (recomendado no Lonely Planet e perfeito!) http://www.nileguide.com/destination/cairo/restaurants/naguib-mahfouz-cafe/509830 Visita às mesquitas: Mohamed Ali, King Hassan..etc... Fomos por conta própria ao bairro Cristão e depois às mesquitas. Sinceramente, acho que seria melhor ter pago uma espécie de tour. Sei que sairia infinitamente mais caro, mas ainda assim, barato, já que para nós daqui do Brasil o custo do Egito é baixo. Caminhamos muito em um sol a pino e muitas vezes, por estarmos sozinhas, preferimos pegar um táxi. Então, acredito que o melhor seria de fato ter fechado lá no albergue um taxista para “rodar”com a gente pela cidade. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915225311.JPG 500 375 Giza] Giza[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915225632.JPG 500 375 Cairo]Cairo - Imediações do Khan-el-Khalili[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915225903.JPG 500 375Sufi Dance]Sufi Dance[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915230546.JPG 500 375 Cairo]Cairo[/picturethis] De Cairo a Aswan Trem (sleeping train - http://www.sleepingtrains.com ) Cerca de USD 60 em cabine dupla ou USD 80 sozinho. Viaja a noite toda e chega lá pela hora do almoço. Detalhe: Se estiver com fome ao embarcar, nem conte com a janta do trem porque é péssima. Recomendo levar algo para comer. O café da manhã é até que razoável. Reserve sua passagem assim que chegar, pois, nem sempre tem vaga para última hora. Levando-se em consideração a quantidade de horas no trem, pagar a cabine em minha opinião é a melhor opção, pois, poderá ir dormindo durante o caminho e a cabine (dentro do possível) é confortável. Cruzeiro: Para aqueles que podem incluir o cruzeiro no orçamento eu recomendo. Contratei uma agência chamada ATB Holidays (http://www.atbholidays.com) para fazer o cruzeiro e o passeio para Abu Simbel. Foi o dinheiro mais bem gasto na viagem. O cruzeiro inclui além de todas as refeições os passeios a todos os principais pontos entre Aswan e Luxor. Existe a opção de Aswan a Luxor e o inverso. Escolhi partindo de Aswan porque depois de Luxor eu continuaria a viagem para Dahab. Com relação à ATB: Encontrei essa agencia no Google e comecei a manter contato com eles questionando o passeio, preços, etc. O atendimento era muito bom. Sempre respondiam aos meus e-mails muito rapidamente. O pagamento foi efetuado por Cartão de crédito via Internet (site seguro). Sem problema algum. Aswan Fiquei no hostel Hathor. Gostei. Piscina no terraço com umas cadeiras para ficar simplesmente assando naquele sol absurdo! A localização do hostel é boa e a limpeza também. Staff super simpático. Tem um micro gratuito para os hóspedes que usei para baixar fotos para meu pen drive. Aswan, ao contrário do que eu pensava é uma cidadezinha super agradável. http://www.hathorhotel.com/requests.aspx Às margens do Nilo, o fim de tarde nas felucas é um passeio obrigatório. Como minha amiga não estava bem (lembram que falei que ela teve infecção??), fui passear sozinha pela cidade e almocei no MC Donalds. (e viva o Fast Food!!!). Ali mesmo, perto do MC contratei um senhorzinho para passear comigo de feluca.... Fui sozinha bem no finzinho de tarde para ver o pôr-do-sol. Doce lembrança! Como eu já havia informado a agência do cruzeiro onde eu estaria hospedada, eles ligaram na recepção avisando sobre o horário que nos pegariam no Hostel para irmos para Abu Simbel. Como meu tempo estava muito apertado, contratei a mesma agência (ATB) para fazer o passeio para Abu Simbel. Não achava uma boa fazer com eles, pois, era muito caro (USD 135), porém, como eu tinha que fazer o check-in no navio naquele mesmo dia depois de Abu Simbel, acabei optando pela agência, pois, se chegasse após o check-in com eles eu não teria problemas...diferentemente se estivesse por minha conta. Enfim, nos pegaram no hostel as 02:45h da madruga para iniciarmos o passeio. Chegamos a Abu Simbel as 06:00h e as 08:00h já estávamos finalizando o tour a caminho do ônibus. A esta altura comecei a entender melhor o motivo de ir tão cedo... não é só pela distancia, mas também pelo calor que é quase insuportável. Neste dia o termômetro do ônibus bateu os 42 graus por volta das 12:00h, mas a sensação térmica era muito pior que isso. Lembre que Abu Simbel é a 40 km do Sudão.... sendo assim, muito mais calor! Após retorno de Abu Simbel, fizemos o check-in no navio, almoçamos e depois partimos para o passeio da tarde em Aswan. O cruzeiro no Nilo é algo fabuloso. O navio não balança praticamente nada.. muito calmo. O navio que ficamos era o MISS EGYPT e minha nota para ele é 10! Padrão 5 estrelas. Já fiz alguns cruzeiros e posso afirmar que o padrão deles é de Transatlântico, sem dúvida. Os passeios a todos os pontos era com serviço de guia e carro com ar condicionado. Detalhe: serviço VIP. Sim!!! Um guia somente para nós... sem o esquema CVC que estamos acostumados a ver. O guia falava um espanhol muito bom e era um arqueólogo formado pela Universidade do Cairo. Um crânio em história! O difícil era guardar tudo o que ele falava..rsrs. Para os interessados, o cruzeiro custou USD 345 (preço final com todos os passeios + traslados hotel/cruzeiro/hotel ). Além disso, você vai gastar com bebidas (assim como na maioria dos cruzeiros) e é claro com as gorjetas que é uma praxe em cruzeiros. Achei que tudo o que economizei em Hostels valeu gastar no cruzeiro, pois, uns diazinhos de conforto foram muito bem-vindos. Terminar um dia, após fritar o cérebro no calor escaldante de Luxor, na Jacuzzi do terraço olhando o pôr-do-sol, foi algo inesquecível. Portanto, caso seu Budget permita uma regalia como essa, eu recomendo. Terminando o cruzeiro em Luxor, pudemos fazer um late check-out, saindo da cabine somente às 13:00h e deixando o navio somente as 15:00h. Como o pacote inclui tranfers, um guia chegou para nos levar até a estação rodoviária para pegar o ônibus da East Delta para Dahab. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915230234.JPG 500 375 Aswan]Aswan[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915230429.JPG 500 375 Aswan]Aswan[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915230708.JPG 500 375 Abu Simbel]Abu Simbel[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915230856.JPG 500 375 Abu Simbel]Abu Simbel[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915233733.JPG 500 375 Miss Egypt]Miss Egypt - Cruzeiro no Nilo - Vale muito a pena[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915231457.JPG 500 375 Luxor]Luxor[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915231630.JPG 375 500 Luxor]Luxor[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915235728.JPG 500 375 Hatshepsut Temple]Hatshepsut Temple[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120916000136.JPG 500 375 Templo de Karnak]Templo de Karnak[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120916000332.JPG 500 375 Edfu - Templo de Horus]Edfu - Templo de Horus[/picturethis] De Luxor a Dahab O caos! Pois é, saí da mordomia do cruzeiro para enfrentar o caos nesta travessia. Mas essa é a graça de se viajar por conta própria de mochilão! rs. Bom, pesquisei muuuuito em como ir de Luxor a Dahab... Lonely, fóruns, aqui no Mochileiros.com.. enfim, acabei chegando à conclusão de que de ônibus direto era a melhor opção ...e de fato seria!!! (Seria se o busão não tivesse quebrado e se não tivesse parado uma centena de vezes). Em nenhum momento fomos importunadas... talvez porque nossas caras não eram de “boas amigas”... rsrs... Enfim, resumindo... enfrentamos centenas de check points, a quebra do busão no Deserto (ficamos parados por 2 horas até um filho de Deus parar e conseguir ajudar). Depois de umas 12 horas trocamos de busão em uma estação rodoviária que nem lembro mais onde era. Enfim... Dahab... 25 horas depois. SIM! 25 horas. O estimado por todos os guias era de 14 a 16h.... acho que foi castigo pela mordomia no cruzeiro...kkkkkkk... Portanto, NÃO RECOMENDO IR DE BUSÃO. Não economize e vá de avião mesmo. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915232936.JPG 500 375 Ônibus de Luxor a Dahab] Ônibus de Luxor a Dahab - 25 horas a bordo!!! Caos![/picturethis] DAHAB Paraíso para os mochileiros. Fiquei somente 2 noites, mas adoraria ficar um mês naquele lugar. Hospegadem: O Penguim Village é fantástico. A área do Restaurante é fantástica... extremamente confortável, comida boa e barata. A vilinha tem algumas lojas e um pequeno agito à noite. (Penguin Village -Mashraba Street, Dahab Sinai, Dahab, Egypt ) http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Penguin-Village/Dahab/15355 Se gosta de mergulho ou quer experimentar um mergulho inicial faça sem hesitar! Na média de USD 38. Já mergulhei em outros pontos, mas nada se compara ao Mar Vermelho! Um encanto. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915233405.JPG 500 375 Dahab]Dahab - Penguin Village - Água salgada no chuveiro, mas o lugar é encantador[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915234239.JPG 500 375 Dahab]Dahab - Excelente ponto de mergulho em pleno Mar Vermelho[/picturethis] Travessia DAHAB – JORDANIA Pesquisei muito em como fazer essa travessia e acredito que minha escolha foi a melhor, ainda que não fosse a mais econômica. A maioria do pessoal vai por Nuweiba para Aqaba, que é uma tragédia pelo que amigos falaram. Tudo atrasa (e muito!) e o tratamento é péssimo. No meu caso eu fiz: Dahab – Eilat – Aqaba – Wadi Rum No Penguim contratei um carro para nos levar até a fronteira com Eilat (EGP 300). O valor é pelo carro, portanto, se tiver mais gente para dividir, esse valor sai uma pechincha. Fechei no próprio Penguim que arrumou o carro (no caso foi uma VAN!). No caminho para Eilat fizemos umas 2 paradas para fotos em uma paisagem incrível. Existe uma Van mais econômica (coletiva) que vai para Eilat, porem só saia as 10:00h e eu queria sair mais cedo, para ver se pegava as coisas mais tranqüilas nas fronteiras. E Bingo! Acertei. Eilat- Aqaba: Claro que rola muita pergunta em Israel.. Aquele stress que todo mundo comenta que geralmente passa... No meu caso, pegaram no meu pé, revistaram tudo, tudinho, abriram mala, bolsa, tudo.. enfim... aquele questionário.. mas em 1 hora já tinha finalizado tudo. Detalhe: Cheguei cedo em Eilat... acredito que por 9:00h da manhã. Atravessando a fronteira, logo na saída peguei um táxi para ir até Aqaba. Paguei USD 20 pelo taxi, mas tem ônibus que vai até Aqaba para quem quiser economizar um pouco mais. Lembre que para sair de Israel, ainda que em trânsito para a Jordânia, tem que pagar a taxa de saída que foi de NIS 98, que pode ser pago no cartão de crédito. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915231302.JPG 500 375 Caminho de Dahab à Aqaba]Caminho de Dahab à Eilat/Aqaba[/picturethis] Aqaba-Wadi Rum: Taxi novamente. Paguei USD 35 para nos levar até Wadi Rum, onde o beduíno já nos esperava para levar para o acampamento. Resumindo: Sei que saímos as 08:00h de Dahab e as 15:00h já estava no vilarejo de Wadi Rum. Como ouvi muita gente falando de atrasos de até 5/ 7horas só em Nuweiba, achei que valeu a pena. JORDANIA Iniciei por Wadi Rum, que confesso, não esperava tanto e foi para minha surpresa um dos lugares que mais gostei de toda a trip. Acho imperdível. A experiência de passar uma noite em acapamento beduíno é inigualável. Ficamos com o AYESH (http://www.wadirumdiscovery.com/site/About%20Us.html ), que foi um achado na Jordânia. Extremamente educado e atencioso, ele nos respondeu a todos os e-mails sempre muito rápido e fechamos tudo por e-mail, pagando lá na hora quando chegamos. O acampamento dele é ótimo, bem estruturado com um banheiro decente bem no meio do deserto (e eu imaginando que teria que ir atrás da moita...rsrs). Perfeito! O pacote dele inclui tudo... transfer, noite em acampamento, refeições, água, passeio de 4x4 e passeio de camelo. Tenho o contato dele e terei o maior prazer em compartilhar com quem queira. Wadi Rum – Petra: O próprio Ayesh nos arrumou um taxista para levar até Petra. JOD 35 para o trajeto, porém sei que tem ônibus que sai de Wadi Rum para Wadi Musa. Vale se tiver tempo, pois, vai economizar bem. Petra: Fiquei no Cleopetra. Muito bom! O dono, Mosleh, é mega atencioso, responde a todos os e-mails e o hostel é muito limpo e confortável. Parece um hotelzinho mesmo. O único incoveniente é que não é muito perto de onde ficam os restaurantes, lojinhas, etc.. para sair à noite, mas nada que JOD 6 (ida/volta) não resolvam para pegar um táxi e economizar as pernas para andar em Petra. http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Cleopetra-Hostel/Petra/16194 Petra: Minhas dicas aqui são: 1) Vá cedo 2) Vá até o mosteiro 3) Suba a montanha para ver a Treasury por cima 4) Leve Lanchinho Justifico: 1)Vá cedo. Tem uma quantidade infinita de turistas lá. Os portões abrem as 06:00h. As 06:15 eu estava no portão. Petra foi a razão da minha viagem para aquela região, portanto, eu não queria ter que apreciar aquele lugar com centenas de pessoas. Não num primeiro impacto. Enfim, foi muito bom, e muito emocionante andar pelo SIQ sem ninguém muito perto da gente.. no silencio.. só ounvindo nossos passos e respiração... e foi muito mais emocionante, ao terminar o Siq ver a Treasury com uma meia dúzia de pessoas somente. Foi um momento Mastercad... “Não tem preço”.rs 2)Vá até o monastério A subida até lá não é tão hard, mas para quem está sedentário vai cansar bem.. imagina isso com o sol a pino. Por isso, chegando cedo, poderá subir enquanto o sol não está escaldante. Chegando aqui, pode ter certeza que o lanchinho cairá bem! RS PS: Vi várias pessoas reclamando da contratação dos burricos como táxi, pois, eles não vão até o topo... deixam em determinado ponto. 3)Suba a montanha para ver a Treasury por cima Outro momento “impagável”. É bem cansativo e leva cerca de 45min a 1hora para subir os mais de 600 degraus. Mas vale cada esforço ver a Treasury lá de cima no silencio absurdo da montanha. Os meninos com os Táxis “burricos”, ficarão insistindo para contratá-los, mas acho furada. 4) Leve Lanchinho Bem melhor do que ficar comendo por lá, embora eu tenha almoçado no restaurante self-service mais econômico que tem lá... (se não me engano tem dois). A comida não é lá essas coisas, mas é "comível" e confesso que com a fome que estava até achei boa! Recomendo mais 03 lugares em Petra: - The Cave Bar – bacana para tomar algo, mas bem carinho. Vale para conhecer - Pizzaria Oriental Restaurant: fica na mesma calcada do hotel Movenpic – Excelente pizza e barata. - Hostel Petra Gate – A refeição servida por eles é bem simples, mas é muuuito boa. Jantei por JOD 5 e valeu muito a pena. Mesmo não sendo hospede vc pode ir jantar lá.. fica a poucos metros do Cleopetra (que tb serve janta a preço similar). [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915231954.JPG 500 375 Petra]Petra[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915232108.JPG 375 500 Petra]Petra[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915233153.JPG 500 375Petra - Monastério]Petra - Monastério[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915232320.JPG 500 375 Wadi Rum - Acampamento Beduíno]Wadi Rum - Jordania - Acampamento Beduíno[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915232748.JPG 500 375 Wadi Rum] Wadi Rum - Jordania[/picturethis] Travessia Jordânia – Jerusalém Contratei um taxi, pois, queria passar por alguns lugares na King’s Highway. O Taxi ficou em JOD 90 (o carro) e nos pegou no hostel e depois parou em: Shobak Castle, Mount Nebo, Mar Morto, um outro lugar que não lembro o nome, rsrs.. e enfim na fronteira com Israel. O táxi foi organizado pelo próprio Mosleh do Cleopetra. Fronteira – Lado Jordaniano: A demora aqui acontece porque eles esperam lotar um ônibus para levar todo mundo para a fronteira de Israel (acho que é cerca de uns 2km no máximo, mas pelo que entendi só pode ser com o ônibus deles). Detalhe: eles cobram pelas bagagens aqui... portanto, deixem alguns JOD para pagar o busão. Se não me engano foi algo em torno de JOD 1,25 por peça. Fronteira – Lado Israel: Bem... como muitos já relataram aqui é o CAOS! Muita pergunta, muita desconfiança e se der azar, chá de cadeira. No meu caso, entre chegada na Jordania e saída definitiva da imigração israelense demorou 5 horas. Um absurdo para um trajeto tão curto.. Mas enfim, faz parte! A dica IMPORTANTÍSSIMA daqui é a seguinte: Quando desembarcar do ônibus, terá que passar por um guichê e depois pelo Raio-X. Pois bem, na ocasião era necessário deixar toda a bagagem (exceto a de mão) para retirá-la depois que passar por toda a imigração. O sistema para deixar a mala é a de colar um ticket numerado na sua mala e te dar a outra parte. Com isso, pensei que quando fosse retirar a mala teria alguém checando se a numeração batia. Náo tinha um “infeliz” checando isso e pior... a criatura iluminada que pegou nossa bagagem, colou uma numeração na mala diferente do comprovante que nos deu, ou seja, trocou com a mochila de outra pessoa. Por sorte, ninguém havia levado a nossa mala, mas foi um belo susto quando chegamos ao pátio onde as malas estavam e vimos que faltava uma delas. Fiquei uma fera na hora e esbravejei todos os palavrões que eu conhecia . O cara responsável por colocar as malas veio perguntando se podia me ajudar (o único filho de Deus que em Israel se propôs a ajudar! Acho que foi porque viu que eu estava a ponto de matar alguém...rsrsrs!). Explicamos o caso e ele foi buscar lá dentro. Minutos depois, voltou com a mala. Ufaaa.. foi um alívio. Outro ponto importante é: Independente de qual fronteira você irá cruzar, tenha em mente que deverá checar os horários de funcionamento de cada uma delas, levando-se em consideração os dias da semana também. ISRAEL Fronteira Israel – Old City (Jerusalém)Faça o câmbio antes de sair pelo menos para a passagem e compre o ticket para o microônibus que leva até a cidade velha. Em torno de NIS 38. A viagem dura cerca de 45 minutos a 1 hora e deixa em um dos portões da cidade velha. Como achei que estava longe do portão onde eu ficaria, acabei rachando um táxi com um casal, mas 2 meninas que foram a pé, chegaram poucos minutos depois da gente, por conta do trânsito local. Old-City: Acho que o tour gratuito vale à pena se tiver um tempinho na cidade. Como eu não tinha, paguei o Holy City (NIS 70 por pessoa) e achei que valeu, pois, foi um passeio um pouco mais completo visitando diversos lugares inclusive entrando em grande parte deles. (http://www.newjerusalemtours.com/ ) (http://www.indie-travelers.com/ ). O segredo em Jerusalém (assim como outros lugares) é caminhar e muito. Pegue um mapa e veja que grande parte das atrações fará sozinho, seguindo o mapa. Santo Sepulcro, Monte das Oliveiras e outros, são facilmente visitados com a ajuda de um mapinha para não se perder nas ruelas. Hospedagem: Hostel Citadel. Perto do Jaffa Gate, que por sinal é a melhor localização na minha opinião. O hostel é péssimo em questões de higiene. Achei bem sujo, mas porque peguei a parte ruim dele. A parte superior, perto do telhado parece ser melhor. O staff era ótimo e tem uma rotatividade absurda de hóspedes. Reserve antes, pois, vi que muita gente que chegava tentando na hora não conseguia vaga. http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Citadel-Youth-Hostel/Jerusalem/13019 Belém, Nazareth, Cafarnaum, Rio Jordão, Massada e Mar Morto: Fiz com a mesma agência que oferece o tour gratuito e com a United Tours (http://www.unitedtours.co.il/ ). Achei que valeu a pena, pois, não compensava alugar um carro para poucos dias. Ficaria mais caro do que pagar os tours. Gostei de todos os passeios e achei que todos valeram muito a pena. Com atenção especial à Massada que foi meu preferido. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915234509.JPG 500 407.831646244 Duomo da Rocha - Old Jerusalem]Duomo da Rocha - Old Jerusalem[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915234722.JPG 500 375 Rio Jordão - Israel]Rio Jordão - Israel[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915234842.JPG 500 375 Ruelas na Old Jerusalem]Ruelas na Old Jerusalem[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120915235051.JPG 500 375 Vista da OId Jerusalem]Vista da OId Jerusalem[/picturethis]
  27. 1 ponto
    5 dia - 01/03 Piedras HOJAS o lugar mais lindo que já vi!!! Esse passeio para Piedras Hojas foi $35 mil chilenos com café da manhã e almoço incluso O pessoal da agência passa no hostel por volta das 7:30h, a galera vai atéonde o bus sai e seguimos viagem, fui eu e a australiana, encontramos com um Americano, um indiano, 2 austríacas e um alemão, alguns deles eu havia encontrado no Vale de La luna mas não tinha conversado..... Seguimos para a primeira parada que é uma laguna onde paramos também para tomar café..... Levei água e um pacote de bolacha, umas bananas, protetor solar, protetor labial, óculos de sol, a roupa fui com uma blusinha básica por baixo pois faz calor durante o dia, minha jaqueta corta vento, a bota, uma calça molinha, era fevereiro então estava de boa. Você que vai em maio a agosto tem muita, muita neve então as roupas são outras.... sei pois amigos form agora nessa época e muitos relataram que alguns passeios estavam fechados devido a NEVE!!!! Pegamos a estrada , paisagens surreais novamente.... Chegamos na laguna dos flamingos , estacionamos , pagamos a entrada $3 mil chilenos, e andamos por lá apreciando a paisagem, encontrei um casal de brasileiros e uma moça que estava viajando sozinha também, conversamos um pouco, tomamos o desayuno - suco del vale, bolachas, pão com queijo e presunto, café, chá e leite em pó...... lá tem banheiro (use) pois a viagem é meio demorada..... Na estrada paramos e vimos alguns animais (não lembro o nome =0)... Seguimos até o vulcão.... (também não lembro o nome sorry). Seguimos para a Piedras Hojas.... Não tem muito o que falar do luar.... é simplesmente lindo!!! Depois de ficar algumas horas temos que ir né..... Um lugar de paz, tem muito turista chegando e partindo.... eu fiquei bem longe rs quis curtir o lugar, a paisagem... imaginei acampar ali (SENHOOOOR) sonhooooo quem sabe um dia né!!!! Mas Até breve Piedras Hojas.... Seguimos para o vilarejo onde iriamos almoçar e aiiiiii CARNAVAL ahah O almoço está incluso no pacote, você pode escolher um prato de 3. a entrada é sopa, tem suco a vontade, pão com um molhinho de pimenta delicioso..... O banheiro era meio precário pois estavam sem água rs Seguimos para uma outra cidadezinha um perto de Calama. Para visitar a Igreja que foi destruida no terremoto e restaurada, ver o artesanato eis que vejo uma lhamaaaaaa na rua ahahahahahahaha Paramos na estrada para tirar umas fotos CAMINHO INCA E TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO Muitos não sabem, mas o Deserto do Atacama está na mesma latitude do Tropico de Capricórnio. Esse é marco astronômico que marca o posicionamento mais ao sul do sol em relação a linha do equador, também conhecido como solstício de verão. Outro marco importante é o caminho inca que corta o deserto. No tempo do Império Inca existia um caminho que ligava Cusco, no Peru (capital do império) até Santiago, capital do Chile. Depois seguimos para o centro de SPA, o passeio acabou por volta das 15:30h.... andei pela cidade e fui até o terminal e comprei minha passagem para Calama$3 mil chilenos e a passagem para ARICA $ 20 mil chilenos.... No terminal tem várias agências eu comprei pela Pulmmam tour. Voltei para o hostel quando cheguei no hostel conheci o Allan e um casal que estava com ele e tinham feito o Salar juntos... Conversamos muito, dei algumas dicas, contei do passeio , fomos no mercado, fomos no terminal para eles comprarem as passagens também depois a noite saímos para jantar ADIVINHEM kkkkkk SUSHI kkkkk foi bem legal conversamos muito e eles queriam sair a noite , eu estava morta queria minha cama pois no dia seguinte não iria fazer nada kkkkkkkkkkkk pois não queria gastar mais dinheiro. Meu bus iria sair as 19:15h para Calama, chegaria em Calama as 20:30h e meu bus para Arica sairia as 21:40h. Então fui dormir, conversar com a galera do grupo e avisar minha família que estava tudo bem!!! E ainda era só o 5 dia de mochilão
  28. 1 ponto
    Essa é o tipo de travessia que todo montanhista gosta de ter no currículo, a Travessia Marins x Itaguaré é uma das travessias mais técnicas da Serra da Mantiqueira, com diversos obstáculos naturais que dão um toque especial ao caminhar pelas belas paisagens da Serra que chora. Características Dificuldade: Alta Distância: 17,78 km Altitude Máxima: 2.432 m Circular: Não Como Chegar Piquete fica localizada nas encostas da Serra da Mantiqueira na região do Vale Histórico ou Fundo do vale e fica praticamente no centro do eixo Rio-SP, estando a 243 km do Rio de Janeiro e 240 km de São Paulo. Para chegar até Piquete o acesso é feito pela Rodovia Presidente Dutra até a cidade de Lorena/sp no Km 51 e de lá através da BR – 459, Rodovia que liga Lorena/SP a Itajubá/MG, passando a cidade de Piquete segue-se em direção a serra e após 2 km se inicia a subida para a base do pico. As condições da estrada vicinal são muito boas, com asfalto até a Vila dos Marins, depois de passar a vila a estrada passa ser de bloquetes e alguns trechos de terra, recomenda-se um carro 4×4 para pegar esse caminho. Outra alternativa é passar a cidade de Piquete sentido a Marmelópolis/MG e pegar a entrada para a estrada do Saequi, uma estrada de terra muito bem conservada que chega até o acampamento base do Marins. A Travessia Fizemos a travessia no feriado da páscoa, de 3 a 5 de abril de 2015. Essa travessia já estava planejada desde o ano passado e faz parte de um projeto nosso de fazer 4 travessias famosas no Brasil esse ano. O Luan que sempre me acompanha nas trilhas não pode ir devido ao trabalho, então ficou de apoio na logística nos levando até Piquete e depois fazendo o resgate em Passa Quatro, dessa forma quem me acompanhou nessa aventura foi meu pai Mario. Antes mesmo de entrarmos na trilha já tivemos a primeira aventura, contratamos um cara para nos levar de Piquete até o acampamento base do Marins pelo Bairro dos Marins, combinamos tudo e estava tudo certo, porém, ao chegar no trecho ruim da estrada o carro não subia e nada que fazíamos convencia ele a tentar subir, nisso chegou mais um carro com três chineses super gente boa que também parou no mesmo lugar da estrada. Arrumamos a estrada colocando umas pedras, madeiras e mato para o carro deles subir e depois ajudamos a empurrar no fim da subida até o carro sair do atoleiro, vendo nosso problema eles nos ofereceram carona até o acampamento base. Adoro esse espirito de companheirismo do montanhismo. Bom graças a ajuda chegamos ao acampamento base, pegamos água e começamos a subida, o plano para o primeiro dia era acampar no cume do marins. O inicio do trajeto é bem tranquilo por dentro da mata em uma trilha bem definida, depois de 15 minutos já começa uma bela subida em direção ao Morro do careca já sem proteção de arvores, bem exposta. O Morro do Careca esta a 1.608m de altitude e é realmente o inicio da trilha do Pico dos Marins. Desse ponto em diante a vegetação se transforma, deixando para trás o aspecto de mata atlântica, passando para pedra, muita pedra, vegetação rasteira, capim elefante e algumas flores como o Ypê Astro. Vale lembrar que não existe ponto de água potável no caminho até o cume, então tenha água suficiente para a subida. A trilha inicial é bem nítida e vai acompanhando a crista do morro de forma bem acentuada. Ao longo da subida a alguns mirantes e após alguns minutos já é possível avistar o morro do careca novamente. Boa parte da navegação é feita através de totens e alguns desenhos no chão(se for seguir as setas, siga as amarelas), o ponto de referencia para continuar até o primeiro maciço é o Grande Totem, uma enorme pedra que se equilibra sobre outra. O caminho é passando por ela e seguindo em direção a Pedra da Andorinha. Passando esse ponto, o topo do Pico do Marins deixará de ser avistado, do lado direito ficarão os paredões e outros maciços e do lado esquerdo as montanhas de Minas Gerais. Sempre siga os totens ou seu GPS, principalmente nas bifurcações para evitar entrar em locais de difícil navegação ou áreas de risco como as bordas dos maciços. Para quem é montanhista não precisa nem falar, mas nunca destrua os totens ou crie novos totens em qualquer lugar, isso atrapalha a navegação dos demais. Você deve sempre observar que o Pico dos Maris estará a sua direita praticamente a trilha toda e você irá contornar os outros picos menores pela esquerda, qualquer coisa diferente disso vocês esta no caminho errado . Chegando ao segundo pico os trechos de escalaminhada se intensificam e o primeiro desafio é “escalar” uma rocha, de aproximadamente 4 metros de altura, por uma fenda. Logo após contornar este segundo pico a trilha segue em direção ao cume do Pico dos Marins e você irá passar pelo vale dos cristais. A trilha que vai para o Marins e o caminho da travessia é o mesmo até pouco depois do vale dos cristais, a travessia em si não vai até o cume do Marins, ela segue direto sentido Marinzinho. A bifurcação fica marcada em uma “parede” inclinada de pedra com tinta amarela, mas não é muito fácil de se visualizar, o ponto de referencia se você for fazer o caminho direto para a travessia é a área de camping que existe assim que se chega à base do Pico dos Marins e que fica antes da nascente do Ribeirão Passa Quatro, ali você deve ir para a esquerda. Nós seguimos a direita sentido ao Marins e descemos no dia seguinte. Passando o acampamento ande para a direita e você já verá a descida para a nascente com um escorrega, não beba essa água, ela esta contaminada, mais para frente explico onde tem água potável(ou pelo menos bebível já que estamos vivos rsrsrs) para você seguir a travessia. Passando a nascente já esta próximo, agora basta seguir os totens e tocar para cima. Devido ao feriado a montanha estava muito cheia, o cume do Marins estava com mais ou menos 24 barracas, então decidimos que não iriamos dormir no cume e montamos acampamento em um plato a cerca de 10 minutos do cume. Ali ficamos acampados sozinhos no maior sossego , bem de frente com os dois últimos paredões, com uma vista privilegiada para o Pico do Itaguaré de onde surgiu a lua cheia e para as serras do Vale do Paraíba onde o sol se pôs. Nós saímos do acampamento base as 10:30h e por volta das 16:00h já estávamos com a barraca montada, o jeito foi deitar um pouco para descansar e ir mostrando o caminho até o cume para quem passava por nós e claro ir preparando tudo para curtir e fotografar o pôr do sol. O pôr do sol ali é uma visão incrível, ele clareia o Pico do Itaguaré com raios por trás do Pico do Marinzinho o que deixa uma faixa espetacular no Itaguaré com varias tonalidades incríveis, deixando o Pico ainda mais belo e a visão do vale também é de tirar o folego. A lua cheia também foi um belo espetáculo surgindo bem ao lado do Itaguaré e clareando tudo, fizemos comida praticamente sem lanternas graças ao brilho dela. Com a lua cheia também veio o frio, ficamos mais um tempo tentando tirar algumas fotos das estrelas mas o frio estava demais, jantamos e fomos dormir cedo para estar descansado para o que viria no dia seguinte. O frio estava demais, meu saco de dormir aguenta até 10º e não foi uma boa escolha a temperatura devia estar muito abaixo disso, coloquei segunda pele, blusa, meia, toca e deu para dormir rsrsrsrs No sábado acordamos as 6:30h e ainda estava bem frio, começamos a arrumar o café da manhã e desmontar as coisas, as nuvens no vale estavam incríveis, um lindo visual para começar o dia. Barraca desmontada, mochilas prontas, era hora de descer o Marins e seguir para o Itaguaré. Em todos os relatos que lemos sempre falavam que não existia água potável durante a travessia e devido a isso já subimos o Marins carregados com 4l cada um imaginando que essa água teríamos que guardar até chegar no Itaguaré. Porém no fim de tarde da sexta encontramos o Guto Guia, ele já guia o pessoal lá a um bom tempo e ele nos informou que antes do platô sentido Marinzinho havia uma grota com água e que ele já bebia essa água a 20 anos, isso nos animou e desanimou ao mesmo tempo, se soubéssemos dela antes o peso da subia até o Marins seria bem menor, mas tudo bem. Descendo o Marins quando você passar a nascente do rio Passa Quatro que é contaminada, você vai virar a direita sentido a área de camping e seguir reto em direção ao plato antes do Marinzinho, antes de começar essa subida, na esquerda você verá bastante árvores que se destacam da vegetação na travessia, a água esta ali, entre na trilhazinha por entre as árvores e você vai chegar no riacho, entre nele pisando nas pedras até uma pequena queda d’agua e pode pegar água ali, ela é uma água amarelada mas o Guto já havia dito que sempre consumia e nós também consumimos sem nenhum problema, foi bom para trocar por uma água mais gelada. Voltando para a trilha, o caminho é subir o maciço em direção ao Marinzinho, até esse trecho sem erro basta subir seguindo os totens e ai começa a jornada de sobe e desce até o Itaguaré. Ao chegar no topo desse maciço, o caminho é descendo pela esquerda e passar no meio do capim elefante até a lateral do Marinzinho, cuidado com os pés, o terreno estava encharcado, tivemos que andar apoiando no capim para não afundar a bota inteira. A subida até o cume do Marinzinho(que na verdade é mais alto que o Marins) é muito técnica, ela é feita pela lateral esquerda do pico, com muito, mas muito trepa pedra, se você tem medo de altura, esquece, chegou a hora de desistir, em varios trechos é preciso subir nas pedras na “beira do abismo”. Chegando ao cume do Marinzinho, a trilha passa sob algumas rochas grandes e inicia uma forte descida em direção ao vale que separa o Pico do Marinzinho da crista que segue para a Pedra Redonda, tenha em mente que seu ponto de referencia é a pedra redonda, você precisa chegar até ela. Passando esse ponto vem uma das partes mais tensas ou mais divertidas, depende do seu estado emocional. Existe uma descida quase vertical de cerca de 5m que é feita com a ajuda de cordas, não sabemos quando elas foram instaladas, mas são três cordas diferentes e em diferentes estados de conservação, é bom dar uma testada na corda antes de descer. Após a descida da corda, a trilha é íngreme terreno abaixo até chegar no fundo do vale, e logo em seguida uma pesada subida também íngreme em direção a crista que vai chegar na pedra redonda. Terminando a subida existe um ponto bom para descansar já praticamente de frente para a famosa pedra redonda, dali até ela são menos de 10 minutos. O caminho até ela segue o mesmo esquema, desce o pico e sobe o pico, chegando na pedra redonda você fica inconformado, a pedra não tem nada de redonda rsrsrs Dependendo do seu cansaço existe um ponto de camping em um pequeno vale atrás da pedra, nada muito grande, devem caber umas 5 barracas e um pouco mais para frente, cerca de 350m existe outro espaço para umas 3 barracas. Descendo a pedra redonda, passa por um vale e depois começa um caminho incrivelmente chato por entre bambus que fecham e criam um túnel, mantenha tudo muito bem preso na mochila, não deixa nada além da linha da mochila pois vai enroscar nos bambus e te atrapalhar. Passando os trechos de bambu se inicia uma nova subida de onde já é possível avistar a crista em direção ao Itaguaré, nós nos perdemos um pouco nesse trecho devido a altura do capim que tampou a trilha e enquanto estávamos procurando o caminho para iniciar a descida, encontramos um grupo de 4 pessoas que também estavam perdidos, encontramos a descida e o grupo se juntou a nós no caminho até o Itaguaré, ali é uma longa descida até chegar ao fundo do primeiro dos últimos 3 vales que se tem que atravessar, nesses trechos os totens ajudam bastante e da para confiar neles, como são menos pessoas que passam por esses trechos e não existem tantos caminhos a seguir, o número de totens também fica reduzido. Como agora estávamos em maior número, já tínhamos nos perdido uma vez e o caminho era só subida e descida, o ritmo foi menor e ao final do terceiro vale qual a surpresa? para continuar a trilha é necessário tirar as mochilas das costas e passar no meio das pedras carregando(ou arrastando elas), o que nesse trecho da trilha depois de tanta subida e descida faz a mochila pesar uns 15kg a mais. Depois dessa ainda chegamos em um ponto onde a seta indicava que o caminho era por cima de uma pedra muito alta e do lado dela havia um buraco(uma mini caverna), como estava complicado subir na pedra que a seta indicava, eu entrei no buraco e andei de coque pela esquerda até achar um buraco no teto entre as pedras, subi nele, voltei por cima das pedras em direção a onde a seta indicava, peguei a mochila de todos e ai sem peso nas costas uns subiram a pedra direto e outros foram pelo mesmo caminho. Passando essa pedra falta pouco, mas como em todo caminho, falta uma subida bem ingrime, vá seguindo os totens que não tem erro, essa é a subida final até a base do Itaguaré. Ao final dessa subida, a direita você vai sentido cume do Itaguaré e a esquerda, contornando uma grande pedra redonda pela esquerda você vai sentido a vários platos que são as áreas de camping e a nascente de um rio. Chegamos nesse ponto as 18:30h, já escuro, esfriando e uma chuva ameaçando cair, tudo o que eu queria era pegar água nova, montar a barraca e dormir. O primeiro camping era pequeno e antes do rio, então decidimos continuar com a mochila cargueira até o rio e ver como estavam as outras áreas de camping, o grupo que encontramos decidiu parar por ali mesmo, então fomos só meu pai e eu. Para entrar no rio você segue uma trilha pela direita que forma um túnel e vai caminhando por ela em direção a esquerda sempre seguindo o que deve ser um rio em época de muita chuva. Pegamos só um pouco de água ali pois ainda tínhamos um pouco e fomos em direção ao camping subindo por entre as pedras no escuro só com o headlamp o que não é tão legal assim. Para nosso alivio havia um pequeno espaço nessa área para uma barraca, já havia uma galera acampada lá. Assim que chegamos já comecei a montar a barraca e o pessoal que já estava acampado nos ofereceu um macarrão que eles tinham acabado de fazer, como tudo que eu queria era realmente deitar, só meu pai foi comer. Tudo arrumado, comi só um atum e cama. Essa noite foi bem menos fria que a noite no Marins, mas os ventos foram bem fortes durante a madrugada. Nosso plano era acordar cedo, subir até o cume do Itaguaré e ai ir embora até o ponto de resgate, porém, ao acordamos tudo estava nublado, com ventos fortes, sem visibilidade nenhuma e ai nosso ataque ao cume do Itaguaré já era. Desmontamos tudo então e ai vem a duvida, sem conhecer o caminho, seria uma boa partir por entre as pedras no meio daquela neblina até o ponto de resgate? Nessa o pessoal que estava acampado ali antes já estavam indo embora e perguntaram se queríamos ir com eles pois já conheciam o caminho. Nem precisaram perguntar duas vezes, já colocamos as mochilas rapidinho e os seguimos. Esse primeiro trecho saindo da área de camping é muito ruim, são descidas por pedras grandes e lisas, tinha trecho que era mirar em alguma coisa e descer escorregando e a ajuda deles foi muito bem vinda devido a baixa visibilidade. Como eu disse no outro post, adoro esse espirito do montanhismo de ajuda e por isso nunca negue ajuda a alguém que precisa se estiver ao seu alcance, logo na frente pode ser você a precisar. Após passar as pedras a trilha entra na mata e a descida fica muito bem demarcada, mais ou menos em 2 horas em ritmo tranquilo e estávamos no descampado onde é a área de regaste, já praticamente no fim da descida existem três riachos para pegar água caso necessário. Como chegamos muito cedo, por volta das 10:00h e nosso resgate só deveria chegar lá pelo meio dia ficamos lá conversando com o pessoal que nos ajudou na descida, troca telefone, troca facebook e ai quem sabe novas companhias para outras trips, depois ainda chegou um grupo grande do Rio de Janeiro que também conhecemos na trilha. Em resumo a travessia é espetacular, bem pesada, não recomendo para qualquer pessoa, existem muitos trechos bem técnicos e se for a primeira vez vá com alguém que conheça a região ou contrate um guia. Mesmo não subindo até o cume do Itaguaré valeu muito a pena, tivemos um pôr do sol e uma lua cheia de tirar o folego, fora as belas paisagens que só a Serra da Mantiqueira proporciona e já estava passando da hora de ter essa travessia no currículo. Dicas Planeje bem como será a logística da travessia, quem irá levar e quem irá resgatar se não quiser caminhar bastante em estradas de terra, mais abaixo vou deixar alguns contatos para ajudar nesse planejamento. Leve protetor solar, existem raros pontos com sombra. Sempre caminhe de calça e se possível vá de luva, o capim elefante corta bastante e subir as rochas com a luva ajudam um pouco. Mesmo com os pontos de água indicado, se for fazer a travessia em época de seca leve um pouco de água reserva, melhor sobrar do que faltar. É uma travessia pesada, só leve o que realmente for usar para evitar peso extra. Contatos Carlos Moura: E-mail: [email protected] Telefones:(12) 98109.3292 Facebook: carlos.moura.3998 Milton: E-mail: [email protected] Telefones:(11) 99770.1991 / (11) 98214.1992 Facebook: milton.gouveafranco Guto Guia: Telefones:(35) 3371.3355 / (35) 9169.9878 Facebook: guto.guia Paulo e Marcia(Novos donos do acampamento Base do Marins): Telefones:(12) 3152.4077 / (12) 3152.4977 / (12) 99606.2531 Facebook: alojamento.marins
  29. 1 ponto
    Para ver o texto original e com fotos, clique aqui: http://www.theworldbyfon.blogspot.com.br/2014/05/egito-dicas-rapidas.html Bem, o Egito é um tema mais que conhecido pela maioria dos viajantes. Obviamente todos sabem onde ir e o que ver por lá: as Pirâmides de Gizá são destino obrigatório e outras cidades como Luxor e Alexandria também merecem uma atenção especial. Além de eu não ser um historiador, com capacidade intelectual e conhecimento suficientes para descrever o Egito, e pelo fato de eu achar que as informações que vou expor aqui também podem ser úteis, resolvi escrever de acordo com o meu ponto de vista de viajante. A ideia é chamar atenção, facilitar e avisar àqueles que se interessem por esse magnífico tesouro, para que a sua chegada nesse país seja menos impactante. Peço que não interpretem meu texto como uma crítica ou como uma visão pessimista, mas sim como uma mostra da realidade que o Egito vive hoje. Finalizo esta introdução, afirmando que mesmo com tudo isso que você está prestes a ler, ainda mantenho o Egito no meu Top 5 de viagens! 1. O comercio de rua é o que predomina no Egito, e portanto aconselho que faça trocas em espécie ao invés de usar cartões de crédito. Muitos lugares não aceitam cartão e ás vezes é complicado encontrar um caixa eletrônico. 2. Tudo no Egito é na base da gorjeta. A frase principal que vão te dizer é "se eu te deixo feliz, você me deixa feliz". Diferentemente de outros países, o motivo de uma gorjeta não é a boa qualidade de um serviço, mas sim o simples fato de ele ter sido executado. Então, prepare-se para isso! 3. Por algum motivo que não sei dizer, existe uma escacasses de moedas em circulação. A maioria dos taxistas e comerciantes alegam não ter troco. Portanto, recomendo que tente usar notas "grandes" sempre que puder, e assim prefira ficar com os bolsos cheios de moedas. 4. Certamente será um dos países mais quentes que você visitará, e você verá algumas torneiras nas ruas com água grátis. Não beba água de torneira! Quem me conhece, sabe que não sou fresco, e não tenho problemas deste tipo. Sem frescuras e sendo realista, a água em muitos lugares do país não recebe o tratamento adequado e pode arruinar parte da sua viagem. A água de garrafa é barata e pode ser comprada com facilidade praticamente em qualquer lugar! O risco não vale à pena! 5. Evite caminhar pelas ruas com a câmera fotográfica e outras coisas de turista, como mapas ou aquela camiseta "I LOVE EGYPT". Após a revolução de 2011, a quantidade de turistas reduziu drasticamente, e os que se aventuram por lá são muito assediados. Muitas pessoas vão se oferecer para te guiar pelas ruas da cidade, para te mostrar onde está uma parada de metrô ou uma mesquita famosa. Evite a todos! Negue! Existem relatos, em páginas e guias de viagem, como o Trip Advisor e Lonely Planet, de pessoas que foram levados por caminhos sinuosos e difíceis de memorizar, para que se confundissem e tivessem que pagar para que o "guia" os levasse de volta. 6. Se você viaja por conta própria, um guia de viagens (escrito) pode fazer toda a diferença no Egito. Cairo não é Paris ou Londres onde as paradas de metrô tem os nomes dos pontos turísticos! 7. A vestimenta, principalmente para as mulheres, deve ser de acordo com os costumes do Islã. Portando evite de usar shorts, mini saias e se possível tente cobrir os braços. Nas mesquitas, todos devemos retirar os sapatos e as mulheres devem cobrir o cabelo. 8. Ao meu ver, para mover-se dentro do Cairo a melhor forma é usar o metrô até a estação mais próxima de onde desejas ir, e depois usar um táxi até o ponto final. Infelizmente, existem muitas atrações que não estão perto do sistema metroviário. Isso te ajudará a poupar tempo e dinheiro, pois o trânsito no Cairo não flui tão bem. 9. O metrô possui vagões específicos para mulheres, mas se você estiver acompanhada de uma amigo, irmão, namorado aconselho que ambos entrem no vagão "misto" para que não se percam no caos do metrô do Cairo. 10. Em hipótese alguma faça fotos dentro do metrô; do exército nas ruas ou de mulheres. Aliás, se você não estiver em um ponto turístico evite fotografar ou fotografe discretamente. 11. A melhor forma de movimentar-se dentro do Egito é o cruzeiro do Nilo. É uma forma lenta, porém a mais confortável e quem sabe menos cansativa. Se não tiver tanto tempo, pode optar pela Egypt Air e voar entre as principais cidades, mas tenha em conta que os aeroportos normalmente não estão comunicados com as cidades, o que te obriga a usar um taxi para isso. Uma terceira opção podem ser os trens, que para trajetos curtos, como Cairo - Alexandria, podem ser a melhor opção. 12. Exceto o "Watania Sleeping Trains", os trens no Egito costuma ser super baratos, e recomendo que comprem assentos na primeira classe. Eu costumo viajar em segunda classe, mas quando vi a segunda e a terceira classe da companhia nacional de trens do Egito, dei gracas a Deus que havia comprado na primeira. São tensas, à ponto de não existirem vidros nas janelas e alguns vagões não serem iluminados. A diferença de preços será irrisória. 13. Dentro da maioria das atrações não é permitido fotografar, mas na maioria dos casos, se você fizer isso ninguém dirá nada enquanto você estiver dentro mas na saída... Gorjeta! 14. Nas pirâmides, à todo instante vão tentar te vender algo. Sejam camelos, papiros ou garrafas de água, nunca compre do primeiro e muito menos sem negar várias vezes antes. Até parece que "Não" é igual a "Me dá um desconto?"! 15. Em volta das pirâmides existem muitos malandros que se passam por fiscais e pedem para ver seus bilhetes. Nunca entregue seu bilhete nas mãos de alguém. Sempre mostre a validade, o selo, o carimbo, mas na sua mão! Estes caras costumam extorquir ou tentar vender seus serviços antes de devolver o bilhete. 16. Vá para o Egito com toda àquela imaginação que você sempre teve, desde as aulas de História no primário. Deixe-se surpreender com cada lugar, aprecie cada fim de tarde e aproveite cada instante que estiver lá! Não leve meu texto como uma má impressão, pois diante da grandeza do Egito, estas minhas recomendações aí em cima são apenas detalhes!
  30. 1 ponto
    Boa Tarde amigos! Necessito do apoio de vocês, não me deixem na mão..rsrs Vou fazer uma viagem de carro na minha lua-de-mel (07/2009) saindo de São Paulo com destino à Maceio e depois Maragogi. Minha viagem pode durar exatos 26 dias. Nunca fui para Nordeste de carro e gostaria de um roteiro de locais inesquecíveis para ficar no caminha de SP à Maragogi. Como já conheço bastante as regiões dos lagos (RJ) e Espírito Santo, não pretendo pousar nesses Estados. A vigem deve durar 28 dias aproximadamente, com saída no dia 30/06/2009 e retorno no dia 28/07/2009 (dia 28 quero estar em SP) . Não conheço Bahia, Alagoas e nem a estrada de São Paulo para lá. Montei esse roteiro (prévia), mas gostaria de dicas, pois no caminho deve existir lugares lindos que não conheço. Gostaria realmente de opiniões. Também gostaria de dicas de quanto dá para ordar em um dia e onde pousar. Capricha galera porque é minha lua-de-mel. rsrs Veja o que pensei, em ** segue minha projeção de Viagem dia e dúvidas** : 1ºPasso : São Paulo – Conceição da Barra (Itaunas) Origem: São Paulo (SP) Destino: Conceição da Barra (ES) Distância percorrida: 1124 Custo de pedágio: R$ 22,80 Número de pedágios: 4 Custo total: R$ 22,80 **Não sei se dá para fazer isso em 1 dia de viagem** ***Não conheço Itaúnas. Vale a pena ficar um dia todo em Itaúnas?*** 2º Passo: Itaúnas - Arraial d'Ajuda/Trancoso Origem: Itaúnas (ES) Destino: Trancoso (BA) Distância percorrida: 323 Custo de pedágio: R$ 0,00 Número de pedágios: 0 Custo total: R$ 0,00 **Pretendo passar de 2 a 3 dias entre Arraial, Trancoso** 3º Passo: Arraial d'Ajuda - Morro de São Paulo (Valença) Origem: Arraial d`Ajuda (BA) Destino: Valença ( Morro de São Paulo (BA)) Distância percorrida: 460 Custo de pedágio: R$ 0,00 Número de pedágios: 0 Custo total: R$ 0,00 **Quais as condições nesses trechos de estrada?** ***Pretendo passar de 3 a 4 dias em Morro de São Paulo*** 4º Passo: Valença (Morro de São Paulo) – Penedo - AL Origem: Morro de São Paulo (BA) Destino: Penedo (AL) Distância percorrida: 554 Custo de pedágio: R$ 0,00 Número de pedágios: 0 Custo total: R$ 0,00 **Também não conheço as condições das estradas nesse trecho*** **Pretendo passar uma noite e um dia em Penedo** 5º Passo: Penedo - Maceio (praia do Francês, São Miguel, Duas Barras, Piaçabuçu) Origem: Penedo (AL) Destino: Praia do Francês (AL) Distância percorrida: 133 Custo de pedágio: R$ 0,00 Número de pedágios: 0 Custo total: R$ 0,00 **Pretendo passarr uns 6 a 7 dias em Maceió** **Condições da estrada nesse trecho?** 6º Passo: Maceio (praia do Frances) - Maceio (Maragogi) Origem: Praia do Francês (AL) Destino: Maragogi (AL) Distância percorrida: 127 Custo de pedágio: R$ 0,00 Número de pedágios: 0 Custo total: R$ 0,00 **Pretendo passar uns 2 a 3 dias em Maragogi** **Condições da estrada nesse trecho?** Senhores, sou marinheiro de primeira viagem para o nordeste.rs. Queria saber se tem algum lugar nesse meu percurso que vale visitar e se vocês têm alguma idéia que quanto tempo eu levo na estrada para fazer esses percursos. Mais uma duvida, será que em julho há necessidade de reservar pousadas nesses locais? Muito obrigado, mas muito obrigado mesmo por qualquer ajuda. Att, Rubens Rodero São Paulo - SP
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