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Mais curtidos da Semana


Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 07-09-2019 em todas áreas

  1. 1 ponto
    Oi gente! Aqui, partindo pra Noronha em outubro, do dia 20 ao dia 27/10. Se alguém estiver por lá dá um alô!! Valeu gente!!
  2. 1 ponto
    Bom dia!!! estou planejando um mochilão 🎒 pelo sudeste asiático em março ou abril 2020. Estou dando preferência para vôos c/ a Emirates p/ aproveitar o stopover em Dubai. Alguém indo na mesma época ?🤗✈️ Meu WhatsApp p/ facilitar o contato: 074988550186
  3. 1 ponto
    Maira Valadares Fui em 20/21 de Julho e acredito que ainda não consigo expressar tudo o que foi pra mim. Fui em grupo guiado também e levei uma Cloud Up 2, que foi 100%. Mesmo com muito frio e garoa de tempo em tempo, não teve um pingo de condensação. Também ventou muito em alguns momentos e ela suportou de boa. Fomos de 4x4 até a Tronqueira, tomamos um café da manhã e subimos para o Terreirão. Lá montamos as barracas, descansamos um pouco e depois jantamos. Fazia muito frio e ventava muito. Alguns segundos de água lavando as mãos e a dor nos ossos era insuportável. Partimos para o ataque às 23h, o que foi bom e nem tão bom ao mesmo tempo. Bom pq cada pessoa tem um ritmo e tivemos tempo para todos chegarem para o nascer do Sol e nem tão bom pq precisamos esperar abrigados da forma que podíamos, até o nascer do Sol, o que na verdade não chegou a ser um problema. Só estávamos molhados de suor por dentro e por névoa e chuva fina por fora. Todos levamos os sacos de dormir e isso foi imprescindível. Li muito a respeito e levei a sério a questão da qualidade dos equipos, o que me ajudou muito. Várias camadas de roupas também foram essenciais. Uma lanterna de cabeça potente , um poncho para homem e mochila, uma balaclava, um casaco de penas de ganso ou misto (não lembro agora, mas é o trekk 900, da Quechua) , duas luvas (não vesti a terceira, externa - um erro meu, a prova d'água, por achar que não ia me adaptar por ela ser inteiriça), um tênis Salomon Fell Raiser (e mesmo assim levei uns escorregões nas rochas molhadas), gorro e, embora não utilizado, um cobertor de emergência. Senti falta (não levei) de um óculos de proteção , pois a névoa com o vento cortante chegava a causar dor no globo ocular de tanto frio (nunca vou me esquecer disso) A subida na chuva fina, frio e vento à noite foi uma aventura e tanto. A trilha é muitíssimo bem marcada, inclusive nas partes com vegetação de altitude. Como não sou atleta e faço trilhas eventualmente, chegando pŕóximo ao início da parte mais íngreme, precisei deixar a musculatura voltar ao normal, pois meus passos já não estavam firmes. Me abriguei junto a uma planta e me recuperei, deixando o grupo seguir. Nesse momento senti a importância de estar bem equipado. Tive a segurança que precisava de cada investimento que fiz. Deixo bem claro que não aconselho ninguém a fazer o que fiz (eu precisei) e principalmente sem equipo correto. Eu teria tido uma hipotermia mesmo nos poucos minutos que precisei. Não tenho a menor dúvida. Recuperado, segui as indicações de trilha facilmente localizadas com o uso da lanterna, uma Diamond 300 lúmens. Foi a parte que mais exigiu de mim. Não importa o que aconteça, mantenho a calma e procuro ser o mais racional possível. Isso tb me ajudou. Lá em cima, uma pequena multidão. Todos vão para ver o Sol nascer. Muitos cliques e todos, sem exceção, extasiados diante de tanta beleza. Tirei poucas fotos. Os dedos não suportavam o frio, nem mesmo com a luva interna que era touch. Mas, como todos sabem, é um espetáculo que palavras não descrevem. Difícil mesmo não pensar em Deus e em nossa pequenez diante de tanta perfeição. Um vislumbre que coloca sorrisos nos rostos, faz brilhar os olhos e transborda a emoção em lágrimas.
  4. 1 ponto
    COMPANHIA PARA VIAJAR PARA CHAPADA DOS VEADEIROS
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    @lucasrto Lucas, que bom que gostou! Sobre as trilhas no Avenza Maps: Elas estão contidas em mapas que eu produzi, e estão disponíveis para download nos links no final do relato, no item Mapas Georreferenciados. Basta, pelo celular, clicar nesses links e baixar os arquivos que estão em PDF. Após baixar, abra-os com o Avenza Maps. Veja se funcione, se não, me avise pra que achemos uma solução! 😃
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  7. 1 ponto
    RESUMO DE CUSTOS Pré-viagem Soapex: 40,00 Seguro Viagem: 235,00 Tours em SPA: 936,00 Hospedagens: 1.557,00 Revisão do carro: 450,00 Total: 2.282,00 (excluídos gastos com roupas e alimentos pré-viagem) Durante a viagem (por categoria) Alimentação: 2.328,03 Combustível: 1.741,55 Pedágio: 240,24 Entradas/Tours/Diversão: 784,36 Compras: 794,07 Durante a viagem (por país) Brasil: 566,47 Argentina: 3419,31 Chile: 1902,47 Total Geral 2.282,00 + 5.888,25 = 8.170,25 Achei INCRÍVEL de barato! Foram 17 dias! 3 pessoas! Tá esperando o que? E só pra finalizar, curti tanto esta viagem que resolvi deixar algumas coisas pra sempre na pele! Uma lhaminha! Cactus gigantes, deserto... E o "nosso norte é o sul", do artista uruguaio Joaquim Torres Garcia! Em Memória de Duda (Eduardo Fernandes Champi) *10.12.84 +20.07.19
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    DIA 14 - 19 DE JULHO, SEXTA: O dia de começar a voltar! SPA > SSJ, 475km, 8h Dia de começar a voltar. Jura? Já? Queria mais! rs Mas ok, eu tava com sdd do meu banheiro, da minha cama e principalmente, da minha comida, da minha cozinha! Mas estes são detalhes! Embora comida brasileira sempre seja um estímulo a voltar. Fomos voltando tranquilos e sem pressa, mas querendo chegar em Jujuy lá pelas 17h, a tempo de pegar o fim de uma feira de artesanatos locais que já estava na sua metade final, segundo fiquei sabendo antes de partir. A Ruta 23, de SPA até a fronteira, tava SUPEEERRR movimentada, bem diferente da ida em que estávamos sozinhos. Passamos uns 150 caminhões cegonheira, sem exagero. Mais muitos outros... kilos e kilos de caminhões! A gente precisava chegar na fronteira antes deles, pelamor, kkkk! Sei lá quem nos disse que estavam a caminho do Paraguay. As placas eram paraguaias acho. Não lembro mais. Os trâmites da fronteira para sair do Chile foram tranquilos. Chegaram vários ônibus e eles resolveram deixar a gente passar sem revista alguma, rs! Se eu soubesse tinha trazido umas plantas kkkkk! Na fronteira aproveitamos pra abastecer, mas só completamos o tanque, 600 pesos em nafta super. Curtimos a estrada inteira novamente! RN52 forever! A melhor! Paramos nas Salinas Grandes... tem atividade turística intensa ali! Passeios guiados e tudo, tava lotado... queria ficar mais... mas parecia que precisava de mais tempo. Gastamos 850 pesos com presentinhos e plantinhas, rs! João montado na lhama de sal, nas Salinas Grandes! Extração de Sal, Salinas Grandes! Paramos tb num restaurante muito bom que o Gui paquerou na ida! Chama-se La Pekana! O Gui pediu empanada de Lhama e eu comi só um pedacinho de novoooooo sou péssimaaaaaa! Que delícia de lhaminha! Desculpa. Deos. Tb comemos humitas, que são pamonhas menos boas que as nossas e tomamos refris! Total 610 pesos. Restaurante dahora! La Pekana! Bife de lhaminha! E enfim seguimos... dando tchau pras lhaminhas e vicunhas do caminho! Cactos e montanhas iam ficando pra trás! E chegamos. Estávamos de volta ao iglu. Fomos passear na feira de artesanato (1465 pesos em regalos, rs), passamos no mercado (995 pesos em vinhos e tranqueiras) e voltamos pra casa! Juntei as mudas que queria levar embora, troquei ideia com a anfitriã... nos recolhemos. Às 21h toca meu celular (chamada de whatsapp claro). Na tela aparece “Eduardo Champi”. Meu cunhado! Irmão do marido! Casado com uma portuguesa linda que amo, a Maria. “Gui... atende aí, é seu irmão”. O Eduardo, Duda, mora em Portugal desde sempre. Estivemos com ele em 2015 quando turistamos juntos pela Espanha! Ele e a esposa vieram pra cá em 2016. Planejávamos revê-los o quanto antes! Eles deviam estar querendo saber da viagem, certeza... Mas... Não era o Duda. Era um estranho. Antonio. Se apresentou como irmão da Maria (minha cunhada). Depois de alguns minutos em que o coração foi acelerando até quase explodir com a reação do Gui ao telefone... a notícia mais maluca: o Duda, com apenas 34 anos, tinha sofrido uma parada cardíaca em casa. Maria estava no trabalho quando tudo aconteceu. Pediu ajuda aos vizinhos... o socorro demorou a chegar... naquele momento o prognóstico era de – horas de vida. WHATAFUCK estava acontecendo! A gente ficou sem chão... Comassim! Só pode ser trote. Liga de volta pro cara... pede nome do hospital... avisa o sobrinho no Brasil... pede pra ligar pra Portugal... pro hospital... meo... tava MESMO acontecendo. Avisa a irmã no Brasil... Que que é esse pesadelo? Meia noite no Brasil. Quatro da manhã em Portugal. Chega a mensagem: o Duda partiu. Teve morte cerebral. ... A gente era dor, agonia e desespero. Toda viagem chega ao fim. Chegou pro Duda. ... Gastos do dia (em pesos argentinos) Combustível: 600,00 Comida: 1605,00 Compras: 2315,00 DIA 15 - 20 DE JULHO, SÁBADO: O dia mais triste! SSJ > Corrientes, 835km, 12h Foi difícil dormir... foi difícil acordar e lembrar de que o pesadelo era real. Gui se declarou bem pra dirigir. Mas eu estava ali pronta pra assumir. Partimos. O trecho mais longo, mais reto, mais triste. Tocava uma música, lágrima. Fazia um silêncio, lágrima. Que grandissíssima merda. Saímos às 7h40. Abastecemos, 780 pesos! 40 pesos no pedágio... e aquela estrada e aquela dor... abastecemos de novo (1.100,52 pesos), só tinha a nafta premium que é mais cara (54,04 por L). Aproveitamos pra comprar uns lanchinhos (300 pesos). Passamos mais uma vez por aquela estrada do inferno nas proximidades de Monte Quemado... e chega o Chaco... muito animal solto, muito animal atropelado. A estrada tava super movimentada, bem diferente da ida. Polícia ativa em toda parte, mas ninguém nos parava... O sol ía embora de novo... O sol se põe na estrada! Passamos mais 2 pedágios (80 e 60 pesos) e por fim estávamos de volta na casa do Cesar! Antes de chegar já passamos no posto que tem perto da casa dele e jantamos (830 pesos) e abastecemos (1400,26). Ficamos a noite em casa, fazendo contato com os parentes e mais uma vez foi difícil acreditar! Gastos do dia (em pesos argentinos) Combustível: 3.280,78 Pedágio: 180,00 Comida: 1.130,00 DIA 16 - 21 DE JULHO, DOMINGO: O dia que ainda dói muito! Corrientes > Iguazu, 598km, 7h Saímos às 8h50 de Corrientes depois de tomar um lento café! Compramos água e chocolates (90 pesos) e seguimos com um dia morno, agradável, calmo... paisagem com muitos lagos e lagoas! A estrada estava bem movimentada, com polícia ativa, mas ninguém nos parava. No caminho tinha uma cidade comemorando alguma festa religiosa, tinha muita gente na estrada... depois esvaziou bem. Passamos por Ituzaingó (pedágio 70 pesos) e depois Santa Ana (pedágio 70 pesos) e as polícias continuavam não parando a gente. Paramos no YPF de Santa Ana, onde abastecemos (1220,00) e comemos (717,00). Seguimos e pegamos mais um pedágio (70,00) e tinha muitos radares. A província de Missiones é a mais ativa! Mas todos estavam sinalizados. Chegamos em Iguazu e nossa hospedagem era bem perto da fronteira... no caminho nos pararam (não eram policiais, pareciam agentes municipais) e nos cobraram 50 pesos cada, exceto João, como taxa de turismo. Eles tb aceitam em reais (5 reais). Achei estranho, mas o ticket me pareceu verídico e pesquisei depois e vi que passaram mesmo a cobrar esta taxa. Mais 100m e a polícia caminera de Iguazu finalmente nos parou e pediu pra encostar. PRIMEIRA e ÚNICA vez na viagem toda. Conforme contei lá no início do relato, de fato o carro suspeitava ao menos curiosidade. Pediram os documentos do carro, carteira de motorista do Gui e carta verde, e ao ver que tudo constava no meu nome pediram meu passaporte. Não foram grosseiros mas tampouco foram simpáticos. Perguntaram de onde estávamos vindo e pra onde estávamos indo. Liberados. Deixamos nossas coisas em casa e fomos à pé na feirinha de Iguazu, onde tudo é caro e ruim. Comprei apenas cereja em conserva que é a única coisa que vale a pena! (85 reais em 3 potes). Fomos jantar num bar legal que tinha por ali, no centrinho de Iguazu, acho que era Lecker Bar ou algo do tipo! Foram 1560 pesos + 200 de gorjeta pq eu tinha e o garçon foi bem gente fina! Gastamos os últimos 510 pesos em um mercadinho e fomos pra casa. Casa que foi a única que não recomendo. Era suja. A anfitriã era gente boa, mas a casa incrivelmente suja, o banheiro nojento. Cheguei a considerar ligar pra Léo e atravessar a fronteira e ir pra casa dela... mas deixa quieto, são só mais algumas horas... Gastos do dia (em pesos argentinos) Combustível: 1220,00 Comida: 3.000,77 pesos argentinos + 85 reais Pedágio: 210,00 Entradas: 100,00 DIA 17 - 22 DE JULHO, SEGUNDA: O dia que voltamos pra casa! Iguazu > Londrina, 533km, 7h Tava tudo tão sujo que levantamos e saímos, sem café nem nada. Às 6h50 estávamos na estrada! Pedágio em Foz do Iguaçu, 16,40... o pendrive com 438 músicas iniciou de novo pela quarta vez. Mais todos os pedágios: 15,80 – 15,80 – 15,80 – 10,50 - 10,50 Mais comida: 34,00 Mais um filtro de barro que a gente queria faz tempo: 95,00 Mais álcool: 84,39 Gastos do dia (em reais) Combustível: 84,89 Comida: 34,00 Pedágio: 84,80 Chegamos! Foi uma viagem incrível, única, maravilhosa, mas de gosto amargo demais no fim! Coisas que vão além da nossa vontade e compreensão! E é justamente por estas coisas que precisamos aproveitar cada segundo de vida, e se possível, viajando o máximo que der! Obrigada pra quem nos acompanhou em mais esta aventura, até a próxima! VALEU DEMAIS AMADO GATO GUERREIRO! 6300km! Valeu Gato Guerreiro! No próximo e último post faço o resumo financeiro de tudo!
  9. 1 ponto
    DIA 13 - 18 DE JULHO, QUINTA: O dia dos turistas! Geyseres del Tatio, Lagunas Escondidas de Baltinache! Depois de tanta aventura ao volante no dia anterior, hj era dia de folga. Dia de passeio com agência! Expliquei lá no primeiro tópico de SPA pq escolhemos estes passeios e pq esta agência, então bora lá! Acordamos às 4h30 e conforme tínhamos combinado com o pessoal da agência, quando o nosso guia e motorista parou na frente de casa ele nos chamou pelo whatsapp! Eram 5h da manhã e sem chance de ficar na rua a -10oC simplesmente esperando, rs. Seguimos buscando outros passageiros, que foram mais 4 moças e um casal com filho já moço tb! Um outro casal que estava previsto na mesma vã foi deixado pra trás por atraso! MASSA! O Gabriel, nosso guia, era bem gente fina, e tb tinha uma ótima trilha sonora no carro, kkk. O casal (Mirian e Gino) e filho (André) tb eram super gente fina e ficamos o tempo todo conversando! Não lembro exatamente que horas chegamos nos Geiseres El Tatio, mas era antes das 7h e estava -9 oC no termômetro, a sensação térmica era de sei lá o que! As entradas são pagas a parte, custou 10.000 pesos cada um, inclusive João. Altitude 4200msnm. Gabriel nos explicou muita coisa e fomos passeando pelos diferentes tipos de geyseres que tem por ali (são 14). Uns espirram água sem parar, uns a cada x minutos, uns só fervem, uns só soltam fumaça... a experiência é riquíssima! Valeu a pena ter ido guiada no campo geotermal mais diverso do mundo! Já tinha lido relato de gente que achou mais ou menos este passeio, poxa, nós achamos incrível! Aula de biologia, física e geologia e céu aberto! Adoro! Vou deixar uns vídeos no fim do post pq acho que no meio atrapalham! As fotos não traduzem. Geyseres! Lindos! Depois do rolê pelos gêiseres tomamos café da manhã assistindo àquele espetáculo... João achou que o pé dele ia congelar e tive que fazer respiração boca meia pra esquentar... olha as coisas que mães são obrigadas a fazer! kkkkkkkkkkkkkkk Quando o sol nasce a fumaça dos gêiseres diminui bastante e chega a hora de nadar! Rs... Eles fizeram uma piscina com água de geyser e quem quiser pode nadar! A água quente é misturada com água fria, fica a uns 35 oC, mas mais quente em uns pontos e mais frias em outros pontos. Levamos roupas pro João e Gui nadarem, eu tava de boa, kkkk, mas tava tão frio que resolvemos que se o João quisesse nadar (e ele queria), eu e Gui teríamos que ficar de fora pra hora de trocar... teria que ser um PIT STOP a troca de roupa... tava ZERO GRAU. E lá foi João pra água, ele tava alucinado de vontade pular na água quente de vulcão, rs! Água quentinha! João se divertindo! PIT STOP troca de roupa! Ficou por lá pouco menos de 1h, e na hora de sair quase congelou, hahahahauaha! Tremia tanto que achei que ia ter um troço! Mas deu tudo certo! Como estávamos sem atrasos, e Gabriel nos propôs irmos à um lugar mais escondido, que quase ninguém vai! Ele disse que só ia nos levar pq percebeu nosso respeito às regras e à Natureza! Pois onde ia nos levar era um lugar sagrado para os povos andinos e foi maravilhoso estar ali sem ninguém! Visitamos os Cerros e Vale e de Tocorpuri e o Geyser Branco. 4500msnm. Bactérias extremófilas, sal e água quente! O que aparece branco é cinza de vulcão, e a água lá embaixo está a 100 graus! Geyser Branco Pelos caminhos e vale de Tocorpuri! Por conta dessa parada extra acabamos passando muito rápido pelo Vale de La Putana, e isso foi realmente triste, embora tivéssemos concordado, pois o Vale do Rio Putana era maravilhoso e estava cheio de animais! Vou ter que voltar lá! Kkkk E nossa última parada deste passeio: Povoado de Machuca. É um aglomerado de casinhas onde se pode ir ao banheiro e comer espetinho de LHAMA! Antigo povoado Novo povoado Eu não sou vegetariana, mas como pouquíssima carne, primeiro pq a produção de carne de boi, principalmente, gera muito impacto ao ambiente e segundo pq não sou muito fã de carnes em geral mesmo, prefiro evitar. Já tentei cortar, mas como já faço dieta com restrição de carboidrato por conta do diabetes, restringir proteína tb foi demais pra mim. Enfim. Eu estava absolutamente decidida a não comer espeto de Lhama, eu amava elas, como ía comê-las? Mesmo sabendo que elas são criadas para isso, mesmo sabendo que lá a lhama é o boi deles... eu não ía comer! Mas os meninos quiseram experimentar... e o cheiro tava tão bom... eu tava com tanta fome... decidi só dar uma provadinha tb! E Putaquelpariu, que carne boa. Macia, suculenta... me odeio por sentir isso, mas era boa mesmo! Foram 7.500,00 pesos entre empanadas de queijo e espetinho de lhama! Voltamos pra SPA e fomos direto trocar de roupa. Afinal em SPA tava bem calor! Estávamos com pouco tempo para o início do passeio da tarde, que sairia da agência, então subimos logo para a Caracoles, compramos empanadas, refri e água (8000,00) e seguimos para agência! Por sorte o passeio da tarde, Lagunas Escondidas de Baltinache, era com o mesmo guia e tb com a Mirian, Gino e André. Além de nós foi mais um casal de brasileiros. O único ponto negativo deste passeio foi o carro incrivelmente velho e desconfortável. O resto foi perfeito! As entradas custaram 5.000,00 pesos para cada adulto, João pagou 3.000,00, e as estradas até lá estavam relativamente boas. Até dava pra ter ido de carro baixo... as costeletas da estrada é que iam judiar um pouco! As Lagunas Escondidas de Baltinache são compostas por 7 lagoas no total, em diferentes cores e formatos, várias em tons de azul. São Lagunas artificiais e não faz muito tempo que são exploradas para fins turísticos. Elas são poços que se formaram na década de 80 por conta da extração de lítio (usado para fazer baterias de carros, celulares e inúmeras outras coisas, até remédio). Como as lagunas concentram muitos minerais que podem ser prejudiciais à saúde, apenas a primeira e a última entre as sete lagoas são realmente próprias para banho. E elas tb são puro sal... MUITO mais que no mar, portanto é impossível afundar. Pular de cabeça tb não é uma boa ideia, pois molhar o rosto e o cabelo pode machucar pra valer! Embora estivesse quentinho a tarde, as lagunas estavam quase congeladas! Tínhamos 4 candidatos a entrar! Gui, João, André, e a moça do outro casal. Entraram: Gui e André! Kkkkkkk João desistiu ao colocar os pés na água, eu tb fiquei com a metade da canela na água e já foi o suficiente pra amortecer as pernas. Foi bem engraçado a entrada dos meninos! Quase um parto. O guia disse pra eles soltarem o corpo de costas lentamente, mas o André acabou indo com um pouco mais de força e molhou o rosto, rs! Gui gritava de frio... e ambos se divertiram ao não afundar nem a pau! Que paz olhar esta água! Azul com sal! Sal com azul! Gui tomando coragem! Gui congelando! Eles acabaram entrando na primeira laguna! A última parecia mais legal, mas tava mais cheia e bem mais longe dos chuveiros, rs! Ficaram lá gritando e interagindo com outros corajosos (tinha uma mulher muito engraçada dando um escândalo) enquanto eu observava a cena mais ridícula de toda viagem! Vou contar pra vcs! Eu já vi gente ficar só tirando selfie ao invés de olhar a paisagem, já vi gente filmando um show inteiro ou toda a apresentação do filho na escola sem assistir direito, eu já vi muita coisa idiota, mas essa foi uma das piores! Tinha um casal rondando a Laguna que os meninos estavam nadando. Eles estavam cheios de equipamentos e certamente gravavam stories... cheios das fotos clichês, caras tipos e bocas, o bombadinho e a siliconada de maiô rosa caminhavam para frustrar seus seguidores... eles não estavam com coragem de entrar na água congelante e salgada! Pausa: nada contra academia e silicone, é que tudo ali era um exagero e como acho que era a intenção deles, os músculos do moço e o silicone decotado da moça era o que mais chamava a atenção neles, por isso o apelido! Voilá. Eles começaram a agachar na beira da Laguna de modo que a foto que estavam tirando podia dar a impressão de que estavam dentro... e pra fechar com chave de ouro, o bombadinho jogava gotas de água em seu peito para que elas secassem e deixassem a marca do sal, que acontece com quem sai da Laguna... a água seca e fica tudo branco de sal! Eles estavam fingindo que entraram... kkkkkkkk... a que ponto chegamos instagramers influencers????? Deu o tempo dos meninos, corre pro chuveiro tirar aquele sal todo! Chuveiro de água fria tb tá! Mas pior que isso... acabou a água! Hahahahauaha Gui ainda conseguiu tirar bastante do sal mas André narrou seu banho épico gelado gota a gota de forma muito engraçada! Saímos de lá e fomos a um lugar perdido no meio do nada onde um ônibus oxidado perece sob o sal e o vento! Muita gente faz alusão ao ônibus do livro “Na Natureza Selvagem” pq até parece... mas no livro (e na vida real, rs) o ônibus tá no Alaska. Como disse o Gui: bora voltar!! Paisagem única! Chegamos já com o sol se pondo e tinha uma galera bem idiota pulando em cima daquele ônibus que tava quase cedendo... logo eles se foram e pudemos ficar com a vista do sol indo embora no meio do salar só pra gente. Fizemos um lanche já com bastante frio e voltamos! De volta em SPA fomos pra casa pegar mais blusas, rs, pq de manhã vc congela, a tarde vc derrete e a noite vc congela de novo! Aproveitamos pra abastecer (10.000,00) e tivemos nossa última janta (12.800,00). Hora de voltar pra casa e tentar arrumar a bagunça que estava as nossas malas. Gastos do dia (em pesos chilenos) Comida: 28.300,00 Entradas: 43.000,00 Combustível: 10.000,00 VIDEOS GEYSERES VID_20190718_073017426.mp4 VID_20190718_073618897.mp4 VID_20190718_075107128.mp4 VID_20190718_080453723.mp4 VID_20190718_073618897.mp4 VID_20190718_075107128.mp4 VID_20190718_080453723.mp4 CONTINUA
  10. 1 ponto
    DIA 12 - 17 DE JULHO, QUARTA: O dia da Bolívia! E meu! 38 invernos! Lagunas Blanca e Verde, vulcão Licancabur! 129km Acordei plena às 6h30 da manhã para comemorar meu 38º inverno, e que inverno da porra tava naquele quarto em SPA, kkkk! Parabéns pra mim! Fiz 38 no deserto! Adoro deserto. Acho que por estar acostumada com floresta tenho fetiche por deserto. Depois de colocar todas as roupinhas em camadas e tomar café da manhã com chá de coca a vontade, partimos, às 8h, rumo a Bolívia. Como a gente é retardado, rs! Chegamos na fronteira às 8h35... fila imensa! Um milhão de vãs! Na fila vimos alguns motoristas olhando estranho pra gente... uns riam... até que o que estava na nossa frente veio falar conosco: “onde vcs vão com este carro?” Pq na fila só tinha vã e 4x4... e as vãs só levam os passageiros até a fronteira, quando atravessam todos, TODOS, embarcam em 4x4! Comecei a perguntar se em algum momento eu disse pro moço da agência que nos falou que era possível fazer este rolê de carro que a gente tava de versa... hahahahauaha, a gente não disse... e certamente ele pressupôs que estávamos de carro tracionado... Enfim... Conversamos com o motorista da vã a nossa frente e explicamos que não íamos ao Uyuni, que só queríamos visitar as Lagunas... ele disse que só conseguiríamos ir até a primeira, a Blanca, mas resolvemos ver qual era! Liberamos da fronteira do Chile às 9h35 e ainda ficamos mais um tempo na da Bolívia! Novamente os agentes de fronteira bolivianos nos alertaram de que não rolava passear por ali com o nosso carro. Na fila da fronteira da Bolívia! Um deles insistiu que deixássemos o carro ali na fronteira e fôssemos a pé até a Laguna Blanca, desta forma ele não precisaria fazer o trâmite de entrada do carro e eu não precisaria pagar as entradas do Parque que não são baratas... A Laguna Blanca não estava longe, mas estávamos à 5.000msnm e eu já tinha trocado o dinheiro mesmo... vamos de carro moço! Entramos! Paga-se as entradas (150 Bol cada um, João não pagou) e ganha-se mapas e explicações! No complexo de entrada tem um hotel com restaurante, aproveitamos pra ir ao banheiro (3 Bol cada um) e enfim partimos! KKKKKKKKKK Rindo de nervoso! As estradas que existiam no google eram só no google. O que se via eram apenas as várias marcas de 4x4 que passaram antes de nós. Como os 4x4 são altos, deixavam entre as marcas de pneus um morrinho BEM ALTO de pedra... a gente tinha que passar com uma roda em cima do morrinho de pedra e uma no chão. Perguntamos pra alguém que ainda estava por ali se até a Laguna Colorada as estradas eram daquele jeito... e disseram, não, é bem pior! Chegar na Laguna Blanca já foi bem complexo! E ela estava relativamente bem perto. Mas valeu a pena o esforço. Tudo GELO, tudo branco! Laguna Blanca linda e congelada! Gelo... gelo... Frio... frio... Adoro! Depois de ficarmos mais ou menos 1h andando a pé por ali, era hora de decidir o que fazer! O Gui queria voltar embora, mas eu pedi pra gente ir só mais um pouquinho e tentar chegar na Verde! Que difícil. Que judiera do VERSA! VERSA é offroad sim! kkkk Depois de muito cagaço chegamos! Escalamos morros, quase congelamos, quase morremos sem ar, mas como valeu a pena! Mais uma raposinha linda! Elas (eram 3) nos acompanharam pela nossa visita na Laguna Verde. Aproximando... Licancabur e Laguna Verde! E o paraíso! Estourou um pouco a cor mas é lindo assim mesmo! Que demais! A Laguna Colorada ia ficar pra próxima... mas eu já estava feliz demais de ter visto este pouquinho! A volta foi ainda mais difícil, pegamos outro “caminho” e atolamos, subimos morro de pedras escorregadias, quase viramos o carro... mas conseguimos! Um pouco de areia no vidro depois de atolar! Despedida das montanhas coloridas da Bolívia! Cerca de 14h estávamos de volta na fronteira! Na Bolívia foi rápido, mas na do Chile... aaaaffffffeeeeeee! Só tinha a gente e ficamos mais de 1h esperando. Até que eu entendi que antes da gente tinha um guia enroscado lá... poxa, podia passar a gente na frente já que o caso dele ia demorar... A esta hora eu já estava um pouco zonza, já fazia bastante tempo que estávamos entre 4000 e 5000msnm... depois de longa espera e carimbos de entrada no passaporte, o cara da fronteira revistou nosso carro como no “Fronteiras Perigosas da América Latina”. Desmontou o carro praticamente, kkkkkk... tirou estepe, tapetes, bateu na lateral de todas as portas... MEOODEOOS, não tem cocaína aqui não fi! Enfim liberados, voltamos para SPA. Devolvemos os bolivianos que sobraram (pq João não pagou entrada) a 90 pesos chilenos (tínhamos comprado a 110) e gastamos 8.000 pesos com regalos, já que nossa estadia em SPA tava a poucos dias do fim! A noite fomos jantar num restaurante mais bonitinho, que agora não me lembro o nome! Afinal era meu aniversário! Foi bem gostoso, mas pagamos por 2 pratos de sopa de cabotiá, 2 taças de vinho, um refri e um menu kids a bagatela de 27.720,00 pesos (mais ou menos 170 reais). Mas tá valendo, hj o dia foi FODAAA! Gastos do dia (em pesos chilenos) Comida: 27.720,00 Entradas: 309 Bolivianos (33.990,00 pesos chilenos) Compras: 8.000,00
  11. 1 ponto
    Boa tarde! Estou pensando em ir começo/meio de março de 2020 também para Filipinas, caso alguém esteja pensando em ir para lá neste período, me avisem!!
  12. 1 ponto
    Entendi , acho tudo muito corrido e cansativo , mas enfim, caso va para Porto a reserva sera de la msm se te pedir ! abraços
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    Eu também acho muita correria para muito pouco tempo. Não sei qual a idade dos seus país, mas nem todo mundo tem o mesmo pique e energia de um jovem de 20 anos, será que esta correria toda não seria cansativa demais para os seus pais? Eu ficaria só com uma cidade, no caso só com Paris. Indo de avião e voltando de avião, ficaria um tempo minimamente aceitável para você conhecer Paris e ainda conseguir fazer este vai e volta de Madrid até Paris.
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    Venho contribuir com meu relato de como fiz para conhecer o Valle Sagrado indo na contra mãos dos tours de massa, encontrando templos praticamente vazios e assim aproveitei tudo o que a região tem a oferecer da melhor forma possível. Primeira Consideração: Altitude: Todos falam para primeiro " aclimar" em Cusco e depois subir para Machu Picchu. Na minha opinião essa dica é furadíssima e até perigosa, visto que Cusco está a 3500 m e Machu Picchu a 2400 m. Como alguém pode aclimatar em uma altitude elevada para depois ir para uma 1000 metros mais baixa?? Não faz o menor sentido. Sendo assim, resolvi que conheceria Machu Picchu antes do Vale Sagrado. Segunda consideração: Fugir da multidão de turistas e dos tours de agências Após muitas viagens pelo mundo, aprendi que os tours de agências ,daqueles que lotam um ônibus inteiro nunca é a melhor opção para explorar um local, normalmente o turista fica com o tempo controlado e depois o ônibus parte para o próximo local e não se aproveita nada ( sem contar as trocentas lojas de tranqueiras que geralmente param). Sabendo disso peguei a indicação de um taxista que tb é guia em um grupo do whatsapp e foi o dinheiro mais bem gasto nessa viagem, pois ele tem muito conhecimento cultural de todo valle sagrado, dando explicações valorosas e pude andar por todas as ruínas ( Ollantaytambo, Pisac, Maras,Moray, Chincheiro,Sacsayhuaman, Qenqo, Puca Pucara e Tambomachay) sem pressa. Meu guia/taxista montou um roteiro para visitarmos os lugares indo na contra mão das agências. Exemplo: Os tours do Valle Sagrado saem de Cusco e vão primeiro a Pisac que fica lotado na parte da manhã e depois seguem para Ollantaytambo que fica lotada à tarde. Nós fizemos Ollantaytambo na parte da manhã e Pisac à tarde, pegamos as ruínas vazias o que para mim foi muito bom. Terceira Consideração: Machu Picchu ao nascer do sol é bom mesmo?? Todos falam para madrugar e assim ver o nascer do sol em Machu Picchu, que é lindo, que tem uma magia,etc. Mas ao ler relatos e principalmente após ver videos e fotos da multidão que madruga na fila a partir das 4 horas da madrugada e da bagunça que é mesmo com horário marcado, decidi que essa não seria a melhor opção e optei pela tarde para ver o por do sol e foi a decisão mais acertada possível, pois conheci Machu Picchu relativamente vazia e isso no mês de Julho pegando o penúltimo horário de entrada ( 13 horas). Entrei em contato com o Sr Camilo via whatsapp, muito atencioso, falei que fui indicada por um ex cliente dele e desde o início da nossa conversa foi muito receptivo, combinamos valores, datas e ele foi me buscar no aeroporto de Cusco. Abaixo o Roteiro 1º Dia: Cheguei em Cusco por volta das 17:30, Camilo foi nos buscar no aeroporto , antes deu uma volta de carro pela plaza de armas e seguimos para nosso hotel. Descansamos, fomos jantar e compramos chocolates, sucos,bolachas e água e voltamos para o hotel para não abusar da altitude. 2º Dia: Tomamos café e fizemos check out e deixamos nossas malas guardadas no locker do hotel e fomos com uma mochila de 50 litros para 3 pessoas. Camilo veio nos buscar às 8 horas da manhã para um passeio por Chinchero, Maras e Moray e depois seguir para a estação de Ollantaytambo A primeira parada foi em Chinchero que estava completamente vazia ( o local fica lotado no fim da tarde), compramos nosso boleto turístico na entrada e exploramos todo o sítio arqueológico de Chinchero. Camilo explicou como o terreno era preparado para a produção agrícola, andamos por todo terraço inca , eleu nos mostrou a precisão que os incas tinham para aproveitamento da luz solar e como otimizavam a irrigação natural para o melhor aproveitamento da área de plantio. Depois fomos até a Igreja que foi erguida pelos espanhóis em cima de uma construção inca e vimos as maravilhosas pinturas que tem por dentro. Seguimos para o sítio arqueológico de Moray ,o caminho é um espetáculo e Camilo sempre parava o carro quando pedíamos para tirar fotos. Ao chegarmos ao local ficamos encantados com os terraços circulares e ouvimos a explicação da função do complexo que poderia tanto ser agrícola como poderia ser um anfiteatro ( pela acústica) ou até mesmo um centro de devoção . Andamos por todo o complexo por cerca de 2 horas e completamente vazio ( os tours tinham acabado de ir embora quando chegamos). Em seguida fomos para as Salineiras de Maras, o caminho cheio de curvas é de dar medo e ao mesmo tempo um encanto ( Camilo disse que a estrada de acesso a Maras fica fechada no verão por causa das chuvas). Maras não tem nenhuma relação com a cultura inca, é um local usado pelos peruanos para obter sal de qualidade, é utilizado o sistema de terraços para amortecer a água da chuva que vem da montanha que fica alojada em tanques e após a evaporação da água é obtido o sal. Foi um dos lugares que mais gostei de conhecer, tanto pela técnica quanto pela paisagem,algo totalmente diferente do que já vi. Seguimos para a cidade de Ollantaytambo e embarcamos no trem da Inca Rail que partiria às 16:30 com destino a Águas Calientes . A paisagem é muito linda, de um lado o rio, do outro os picos nevados. Ao chegarmos a estação de Águas Calientes o funcionário do nosso hotel foi nos buscar na estação, nos acompanhou até o hotel. Ofereceram serviço de guia em grupo e recusamos ( mais a frente explico o motivo) e saímos para comprar nossos tickets de ônibus. A fila estava LOTADA, a perder de vista, ficamos cerca de 1:15 hs até conseguimos comprar nossos bilhetes. Saímos para jantar e achei o preço dos restaurantes absurdamente caros se comparados aos restaurantes de Cusco e de Ollantaytambo, mas enfim é a cidade base para Machu Picchu o que mais podemos querer? Voltamos para o hotel, estávamos muito cansados, foi um dia intenso cheio de passeios e viagens e não sofremos absolutamente nada com o mal de altitude, apesar de termos passado o dia em altitudes elevadas, Àguas calientes fica a 2040 metros. A regra para aclimatação é simples: passar o dia em altitude elevada e dormir em altitude baixa. Sendo assim apesar de cansados estávamos bem fisicamente. 3º dia: 5 horas da manhã e o nosso hotel está com um barulho ensurdecedor, todos loucos se dirigindo a fila do ônibus, da janela do nosso quarto avisto a fila do ônibus muito maior que a fila da compra do ticket do dia anterior. É muito perrengue!! Voltei para a cama e dormi tranquilamente até às 9 horas. Tomamos café, demos uma volta pela cidadezinha e fomos para a fila do ônibus às 12:15 ,tinha apenas 2 pessoas, entramos no primeiro ônibus e fomos para Machu, em 30 minutos chegamos. Comemos nosso lanche antes de entrar, fomos ao banheiro e partimos para explorar a cidade perdida dos incas. Antes recusamos todos os guias que nos abordaram na entrada do parque, queríamos aproveitar com calma e tranquilidade e um guia com um grupo de 10 pessoas não era o que desejávamos. Se fez falta? Nenhuma, mas antes fizemos a lição de casa, lemos muito sobre Machu Picchu antes de irmos para o Peru, assistimos vários documentários no Youtube e assim foi muito mais fácil entender cada construção ( sem isso vc vê somente um amontado de pedras sem sentido). Machu Picchu tinha gente mas não estava lotada e foi muito acertada a nossa decisão em deixar para conhecer à tarde, percorremos as ruínas tranquilamente ,agora preciso fazer uma observação: muitos turistas mal educados, não possuem nenhum respeito pelo local , jogam papéis e garrafas de água no chão, um absurdo total. Outra observação a fazer é sobre os guias, eles apressam a turma, repreendem quem se afasta do grupo para tirar fotos e ficam bravos quando alguém do grupo demorava para tirar fotos. Não gostei de ver isso e ao mesmo tempo demos graças a Deus em termos recusado todas as ofertas de guias. Quando foi 16 horas, os guardas começaram apressar os turistas para sair, nós querendo mais fotos com o templo vazio em vez de descermos nós subimos e encontramos um guarda que permitiu a nossa subida para tirar fotos, voltamos para o topo e ali fizemos lindas fotos, com um céu lindo e vimos o por do sol. Missão cumprida e andamos rápido pelo complexo até a saída. Foi um dia para a vida toda, inesquecível, fizemos tudo no nosso tempo, sem pressa e calmamente. Ao chegar em Águas Calientes estávamos mortos de fome e ali fomos a um dos restaurantes e depois fomos dormir. 4ª dia: Nosso trem saiu às 8:30 com destino a Ollantaytambo, ao chegarmos na estação Camilo estava nos esperando, deixamos nossa mochila no porta malas do carro e fomos explorar as ruínas de Ollantaytambo. Para mim só perdem em beleza para Machu Picchu, eu AMEI , uma visão linda do vale sagrado , subimos todas as escadarias, percorremos todos os setores e mais uma vez Camilo arrasava nas explicações, nem preciso dizer que estavam vazias e assim pudemos explorar sem pressa . Seguimos em direção a Pisac e no meio do caminho Camilo parou em um típico restaurante peruano (onde comemos Cuy a 20 soles), de barriga cheia fomos explorar as ruínas de Pisac, subimos toda escadaria e chegamos a 3500 metros de altitude onde tivemos uma visão panorâmica de todo vale sagrado, ficamos cerca de 2:40 explorando as ruínas e totalmente vazia !!! Voltamos para Cusco mortos de tanto subir e descer, fizemos nosso check in no hotel e depois de um banho fomos jantar. 5º dia: Dia livre em Cusco, fomos conhecer a cidade e fizemos o free walk tour do José Martinez. Gostamos muito, pq tivemos uma visão geral da cidade. O free walk tour passou pelo Qoricancha( templo do sol), Catedral, pedra dos 12 ângulos, Casa das Virgens do Sol e termina no bairro de San Blas, andamos por lugares que eu jamais teria descoberto sozinha. No final demos uma gorjeta decente. Cusco é uma cidade delícia de caminhar, se for bom observador vc consegue identificar as construções espanholas construídas na base das antigas construções incas, comemos muito bem em Cusco e barato. Nos perdemos pelas ruas e a cada perdida uma descoberta diferente, fomos ao museu Inka e ao Museu de História Regional. Foi um dia para relaxar depois de tantos dias intensos. 6º dia: Camilo nos levou para fazer o City tour por Cusco que na verdade é um passeio aos arredores de Cusco para conhecer os sítios arqueológicos de Sacsayhuaman, Qenqo, PukaPukara e Tambomachay. Saimos às 8:30 h de Cusco e mais uma vez na contramão dos tours que lotam o local na parte da tarde, pegamos esses lugares quase vazios, nosso passeio terminou por volta das 15 horas e Camilo nos deixou no centro da cidade e fomos almoçar, depois seguimos ao Museu do sítio Qorikancha e ao Museu da Coca. O dia terminou com um jantar delicioso e regado a Pisco. 7º dia: Dia de deixar Cusco e pegar nosso voo de volta para o Brasil. Camilo nos buscou em nosso hotel e nos levou para o aeroporto, ali me despedi não de um guia mas sim de um grande amigo que fizemos em Cusco, com ele nossa viagem foi rica em detalhes que provavelmente com as pressas dos tours de agências não teríamos a oportunidade de conhecer. Considerações: Foi uma viagem incrível no tempo, Machu Picchu foi um sonho e a experiência de ver o local sem muito tumulto foi o ponto alto da viagem, o free wak tour do José Martinez é maravilhoso para vc explorar a cidade e o nosso guia Camilo, virou "meu amigo de Cusco", se vc assim como nós quer fugir do cartel das agências com programação apressada e pouco conteúdo ou conteúdo corrido, indico fazer os passeios pelo Vale Sagrado com o Camilo. O Vale sagrado vale muito mais que fotos batidas para postar nas redes sociais, o Vale Sagrado requer conteúdo e conhecimento para entender. Quanto gastei ? O Free wak tour cada uma de nós deixamos 30 soles de gorjeta, o serviço é bom e acho que valeu o valor. O Camilo trabalha pelo valor do carro de acordo com o Km corrido, no carro cabe até 4 pessoas, então o valor da corrida pode ser dividido pelo número de ocupantes do veículo, assim ficou: Transfer do aeroporto até o hotel e do hotel para o Aeroporto: 40 soles Tour por Chincero,Maras,Moray e levar até a estação de trem de de Ollantaytambo: 220 soles Tour por Ollantaytambo,Pisac e volta para Cusco: 200 soles City tour por Sacsayhuaman, Qenqo, Puca Pucara e Tambomachay: 100 soles Total :560 soles, como eramos 3 ficou 186 soles por pessoa, não achei caro levando em conta todo o conhecimento que obtivemos e por ser privado. Para quem tiver interesse em contratar os serviços do Camilo deixo o whatsapp dele, pode falar que foi indicado pela Carla de São Paulo : Camilo: +51984338602 https://www.freewalkingtourcusco.com/
  15. 1 ponto
    Trekking realizado em junho de 2019, em 08 dias, percorrendo aproximadamente 170 km de distância e desnível de 8.000 m. O Tour du Mont Blanc ou TMB é uma das caminhadas de longa distância mais populares da Europa. Ele circunda o maciço do Mont Blanc e passa por Suíça, Itália e França. Devido ao período, final da primavera, ainda havia muita neve nos trechos de alta montanha. Roteiro: Dia 1: Les Houches até Les Contamines Dia 2: Les Contamines até Les Chapieux Dia 3: Les Chapieux até Courmayeur Dia 4: Courmayeur até Refúgio Elena Dia 5: Refúgio Elena até La Fouly Dia 6: La Fouly até Trient Dia 7: Trient até Argentiére Dia 8: Argentiére até Chamonix Album com as Fotos: https://photos.app.goo.gl/1pWUjkrqeEefXvit6 Vídeo Resumo: https://photos.app.goo.gl/a6sU7QruScaged5W9 Custo do TMB: Chamonix - Chamonix (8 dias) Hospedagem: 112 euros Alimentação: 80 euros Diversos: 40 euros (chocolates, bebidas, algum item de higiene, etc.) Total: 232 euros Média: 29 euros/dia (detalhamento no texto do relato) Entrada na Europa por Portugal, Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa. A partir de Lisboa, vôo direto para Milão, na Itália. De Milão, ônibus para Chamonix-Mont Blanc, charmosa cidadezinha de 10 mil habitantes, localizada nos Alpes Franceses, perto da tríplice fronteira com a Itália e a Suíça, e ponto de partida e chegada do TMB. As refeições durante o trekking consistiram, basicamente, de comida de acampamento, práticas e com cardápio enxuto, como massas, arroz pré-cozido, salsichas e linguiças curadas, sopas, queijo regionais, entre outras. Não poderia faltar a torta de mirtilo selvagem, típica da região. No trajeto, há algumas feiras e propriedades que vendem produtos típicos, como queijos, embutidos e doces. As cidades de reabastecimento são Chamonix, Courmayeur e Argéntère, que possuem comércio mais estruturado, dispondo de supermecados com variedade de produtos. Nos dias de trekking, o pernoite foi em barraca, quando havia camping disponível, refúgio de montanha ou alojamento em vilas e aldeias, priorizando as instalações públicas, que eram bem estruturadas. O primeiro dia do TMB iniciou-se em Les Houches, pequena vila localizada próxima a Chamonix, e teve como destino Les Contamines-Montjoie, outra charmosa vila, com 1.100 habitantes, cuja origem remonta à época medieval. Com aproximadamente 3.500 habitantes, Les Houches é conhecida por ser uma importante estância alpina, centro de esqui e base de montanhismo no Maciço do Mont Blanc, pois dispõe de um teleférico que transporta os alpinistas até próximo do acampamento base, para escalada do Mont Blanc e outro picos próximos. Neste dia o trajeto segue por pequenas vilas e aldeias, como Le Ouy (foto ao lado) e Les Maisons (foto página anterior), até a cidade de Les Contamines (foto acima). O destaque são as várias perspectivas das montanhas e o bucolismo dos pequenos povoados. No segundo dia, o caminho teve como destino a pacata aldeia de Les Chapieux, seguindo por uma subida até o Col de La Croix du Bonhomme (2.500m) que, no final da primavera, ainda estava tomado pela neve. No Col há um abrigo de emergência para alpinistas. Les Chapieux é uma pequena aldeia rodeada por colinas íngremes e habitada por criadores de cabras, ovelhas e vacas. No inverno, é cortado pela neve, mas na primavera torna-se um destino para os turistas de esqui. No verão é uma parada essencial no Tour du Mont Blanc, pois está localizada na parte mais remota do trajeto. Obs: Col é um passo de montanha, ou seja, local de transposição entre duas montanhas. A partir do campingo estágio seis do TMB, que segue do Refúgio Elena até a Vila de La Fouly. Um percurso relativamente pequeno de 15km, mas as condições do clima e a travessia de campos de neve tornaram o trecho difícil. A etapa marca a passagem para os dois dias na Suíça. O Col da fronteira é o Grand Col Ferret (2.537m). Depois de cruzar o Col, o caminho segue pelo vale percorrendo aldeias e vilas, até finalizar no pequena aldeia de La Fouly, localizada no vale de Ferret suíço, com paisagens alpinas e cercada por picos. O sexto dia também foi uma etapa dupla, abrangendo os estágios 7 e 8 do TMB. A trilha inicia em La Fouly, passa por Champex-Lac, finalizando em Trient, vila suíça próxima à fronteira com a França. A distância percorrida é de 33 km e ganho de altitude de 1.200m. A aldeia de Champex, destino de férias, está à beira de um lago de montanha e é ponto de partida para muitas caminhadas alpinas. Trient é uma pequena vila suíça com uma população inferior a 500 pessoas, localizada no extremo norte do maciço do Mont Blanc. Cercado por locais de escalada, é um ponto de iniciação até os níveis mais altos de dificuldade. O Estágio 9 do TMB, correspondente ao sétimo dia de trekking, retorna à França. Começa no camping público de Le Peuty, aldeia localizada próxima a Trient, ainda na Suíça, e segue até a vila de Argentière, já na França. O percurso percorre 15 km, com 1.100m de ganho de altitude, cruzando o Col de Balme que divide dos dois países. Argentière é uma vila a 8 km ao norte de Chamonix, a uma altitude de cerca de 1.250 metros. Possui arquitectura tradicional, igreja barroca e capela do século 19, e uma incrível no sopé da impressionante Geleira Argentière e picos importantes, como o Aiguille Verte. O trajeto segue por paisagens alpinas, e passa por aldeias e refúgios de montanha, e foi marcado por muita neve nas encostas. O dia contemplo o estágio 10 do TMB, que se inicia em Argentière e leva à encosta acima do vale de Chamonix, através da reserva natural de Arquilles Rouges. Há uma seção de escadas (via ferrata) em terreno rochoso e bem íngreme. A trilha passa pelo Lac Blanc (2.352m), lago encravado no meio das montanhas que, ao final da primavera, ainda estava parcialmente congelado. Próximo ao lago, localiza-se o Refúgio La Blanc, alternativa para pernoite. Depois de Lac Blanc, o caminho desce serpenteando a encosta da montanha até a estação de ski La Flégère, e depois seguindo pela floresta até a cidade de Chamonix. Esse estágio apresenta trechos íngremes na encosta da montanha, ao mesmo tempo que permite vistas sensacionais do maciço do Mont Blanc, especialmente do Glaciar Mar de Glace. Complemento 1 Complemento do relato com algumas informações práticas sobre transporte, hospedagem e alimentação, com dicas e valores da viagem que fiz pela europa entre 31/05/2019 e 23/06/2019. Obs: Foram 22 dias na europa, fora os dias de chegada e partida. Na região de Vêneto, na Itália, foram 7 dias. Em Chamonix, foram 15 dias, onde tive oportunidade de realizar dois trekkings: O Tour do Mont Blanc (8 dias), tratado neste relato, e a Travessia dos Alpes (4 dias), que, ainda pretendo relatar, pois foi um trekking sensacional (Para se ter uma ideia, no TMB, o trekking é realizado em volta do maciço do Mont Blanc. Já na Travessia dos Alpes, o trekking é sobre o Maciço, em altitudes de 2.000 a 4.000 metros. Uma viagem à europa pode ser cara ou de baixo custo, econômica ou super econômica. Geralmente opto pela última. Durante o TMB, o custo médio diário incluindo tudo, até extras, ficou em 29 euros. Então, pode ser uma viagem acessível a muitos. O essencial é conseguir uma boa emissão dos bilhetes internacionais e administrar bem os gastos durante a viagem. Seguem algumas informações. Transporte: Vôo internacional: há algumas promoções de passagens para europa, mas geralmente custam entre 450 a 600 euros. Minhas emissões para europas foram sempre com milhas/pontos, então já tenho de partida uma economia boa. A Alitalia tem boas emissões pelo Smiles e costuma ter uma tarifa paga também com preços bons. A dica é não se restringir ao site das empresas, procurar em agências e em vários aplicativos, especialmente aqueles internacionais. Muitas vezes, as companhias têm campanhas específicas para uma agência ou aplicativo específicos. Já tive experiência de comprar por aplicativo em valor muito menor que no site da empresa. Transporte na Europa Entrei por Lisboa e consegui uma ótima tarifa pela Ryanair para Milão (na verdade foi para Bergamo, onde fica um dos aeroporto que atende Milão), em torno de 40 euros. De Bergamo, ônibus para Mestre, cidade próxima a Veneza, onde estabeleci base em um dos vários hostels, e conheci bem a região durante uma semana (Veneza, Trento, Pádova, etc.). A parte terrestre foi de ônibus e trem. Na Itália, os trens funcionam muito bem é é bem fácil comprar passagem, seja pela internet, APP ou diretamente nas estações (máquina de auto-atendimento ou guichê). O preço que costuma não ser muito em conta. A conclusão que cheguei é que para deslocamentos curtos, de até uma hora, o preço do trem é praticamente o mesmo do ônibus. Pára descolamento superiores a duas horas, o ônibus costuma ser mais em conta, principalmente se a compra for com antecedência. Para deslocamento em ônibus, usei exclusivamente a FlixBus, pois tem preços muito bons para compras com antecedência, permite cancelar a passagem a qualquer momento, retornando o crédito, e possui um APP muito prático. Bérgamo - Veneza (Mestre), 5 euros (percurso de 3 horas) e Veneza (Mestre) - Chamonix, 11 euros com percurso de 6,5h. Em Chamonix o transporte público funciona bem. Há mapa disponível e horários dos ônibus em todas as paradas. O transporte no centro é gratuito, que dizer, já está incluído na taxa de turismo que é paga junto com a hospedagem. O transporte que abrange o vale de Chamonix custa 3 euros e vale para o dia todos, ou seja, pode pegar o ônibus quantas vezes precisar. O pagamento é feito ao próprio motorista, que fornece um cartãozinho verde. Pronto vale para o dia todo, basta apresentar no próximo ônibus. Hospedagem: Em Veneza/Mestre, fiquei no Hostel AO Hotel Venezia Mestre 2, uma rede alemã, com preços bem competitivos. Paguei aproximadamente 10 euros a noite em quarto quádruplo com banheiro dentro do quarto. Um dos melhores que já fiquei, limpeza excelente, perto de tudo em Mestre, instalações novas e modernas, tomadas e iluminação na cama, suportes, etc. Os únicos pontos negativos e que é sempre lotado e não possui cozinha para preparar refeições, mas tem um ampla área com mesas e sofás, interna e externa. Sempre há espaço para sentar, comer ou ficar. Em Chamonix não há muitos hostels e os preços dos hotéis não são baratos. Fiquei em dois hostels (não sei se há outros): Chamonix Lodge: Hostel muito bom, área externa com mesas, rede e almofadas. Possui cozinha bem equipada para preparação de refeições e fornece café da manhã básico, ficando os itens disponíveis durante o dia (pão, manteiga, geléia, leite, café e chá). Quarto quádruplo. Os banheiros não muito bons (pequenos e com pouca ventilação). São de uso coletivo fora do quarto. O ponto forte é a equipe, sempre atenciosa e a vista das montanhas próximas. Muito concorrido! Paguei 22 euros a diária, mas é difícil achar disponibilidade com esse valor. Geralmente, está entre 30 e 40 euros. Fleur des Neiges: Hostel com pegada mais de hotel. São somente 2 quartos mistos coletivos com dez camas cada. Os quartos são grandes e arejados, e as camas ficam sempre dispostas na parede, o que facilita muito a circulação. Tem um também um quarto feminino com 6 camas, mas bem apertado. O café da manhã é cobrado a parte e não compensa os 10 euros pelo que oferece. A limpeza é boa, o proprietário é atencioso, as vistas também são ótimas. Possui sala de refeição com mesas e cadeiras. Área externa e banheiros deixam a desejar. Não possui cozinha para uso coletivo. Preparei as refeições em algumas mesas que há na área externa. O valor da diária foi de 20 euros. Hospedagem durante o TMB: Dia 1: Les Contamines - Camping le Pontet, localizado no Leisure Park Patrice Dominguez, 30 min de caminhada na direção da rota. Estrutura muito boa, com banheiros, lavanderia, restaurante e lanchonete, mas sem internet. Valor: 12 euros. Dia 2: Les Chapeaux - Aire Naturelle de camping, espaço público de camping dispondo somente de sanitários e lavatório, bastante conservados e limpos. As vistas das montanhas são excelentes. Valor: Gratuito. Dia 3: Courmayeur - Pousada Venezia, que dispõe de quartos individuais ou duplos e banheiro externo (muito conservado e limpo). Instalações antigas mas conservadas e limpas. Embora seja reconhecidamente o alojamento mais econômico de Courmayeur, foi o mais caro da viagem toda. Inclui café da manhã bem simples. Valor: 40 euros (Chorados, era 44). Dia 4: Refúgio Elena: O pernoite foi na sala invernal do refúgio, que dispõe somente de colchões, algumas cobertas e uma mesa com cadeiras. Não há banheiros ou lavatório. Como fui na pré-temporada, o refúgio ainda estava fechado. Funcionava somente a sala invernal, que é de uso público enquanto o refúgio não abre (inverno e primavera). Valor: Gratuito. Dica de trekking: Na frança e Itália existem muitos refúgios de montanha e a maioria conta com sala invernal, que é geralmente gratuita e funciona fora da temporada de verão. Portanto, fazer trekking na primavera pode ser bem econômico. No site da Fédération Française des Clubs Alpins et de Montagne tem informações sobre todos os refúgios e se conta com sala invernal. Dia 5: La Fouly: Camping Glaciers, localizado bem próximo à vila. Estrutura muito boa e conservada, com banheiros, lavanderia, pias de cozinha, etc. Água quente em todas as torneiras e internet disponível em todo o camping. As vistas do glaciar são simplesmente espetaculares. Valor: 18 euros. Dia 6: Trient: Camping público localizado na aldeia Le Peuty, próxima da Trient, na direção da rota. Área de camping muito boa, com espaço coberto para cozinhar e comer e banheiros conservados e limpos. As vistas também são ótimas. Valor: Gratuito. Dia 7: Argentière: Chamonix Lodge (já descrito acima), localizado em Chamonix, que fica 8 km de Argentière. Há transporte público fácil. Valor: 22 euros. Dia 8: Chamonix: Fleur des Neiges (já descrito acima). Valor 20 euros. Alimentação: Fiquei 22 dias na europa. Fui em restaurante somente uma única vez, pois havia um menu com preço muito bom (9 euros, uma deliciosa massa em Pádova, acompanhada de salada e sobremesa). Outra vez fui ao Mcdonald's, quando cheguei em Chamonix. Foi de noite e não havia supermercado aberto. Fui no combo mais barato - 6 euros. Como havia levado equipamento de camping (incluindo kit cozinha), praticamente cozinhei em todos os dias, com exceção do período que passei em Mestre, onde pegava comida em um ótimo supermercado localizado próximo ao hostel - Super Interspar. Geralmente ficava em 5 a 7 euros, por refeição + bebida. A rotina em Chamonix era ir aos supermercado, escolher os mantimentos, geralmente uma massa, molho, uma carne na forma de hamburguer, linguiça ou outra proteína. Gostei muito do arroz pré-cozido que tem por lá.. Era só aquecer com três colheres de água (no microondas ou panela), que ficava muito bom. Geralmente gastava 8 a 10 euros por dia com as compras (comida + bebida) Alimentação durante o TMB: Cozinhei em todos os dias. Como há cidades e vilas no caminho, não há dificuldade para o abastecimento. Na suíça os preços são maiores que na Itália e França. Agora, se quiser chocolate suíço, os melhores preços são mesmo na suíça. Por exemplo, o mesmo chocolate em Chamonix custava quase o dobro que na Suíça (Durante o TMB, supermercado em La Fouly). Em Les Contamines, Courmayeur, La Fouly, Argentière e Chamonix há supermercados disponíveis. Obviamente, que em Chamonix e Courmayeur são vários. Nos demais lugares, somente um ou dois. Atenção para o horário de funcionamento. Por exemplo, em La Fouly fecha às 18h. Em Les Chapeaux, existe somente um comércio com poucos produtos, mas com vários tipos de queijos e embutidos da região. Os preços são bons e compensa experimentar. Comprei 3 euros de queijo e foi um pedaço bem grande, que deu para dois dias. Tem também dois restaurantes na vila. No refúgio Elena e Le Peut, não há comércio estruturado. Portanto, deve-se levar os mantimentos. Em Le Peut há um restaurante. Custo do TMB: Chamonix - Chamonix (8 dias) Hospedagem: 112 euros Alimentação: 80 euros Diversos: 40 euros (chocolates, bebidas, algum item de higiene, etc.) Total: 232 euros Média: 29 euros
  16. 1 ponto
    Olá Thiago, tudo bem? Com toda certeza fechando em Cusco é melhor. Eu acabei de voltar de lá, em maio/2019, e fiquei 9 dias em Cusco, indo nos passeios aos arredores de lá pela Agência Soncco Tours, que para mim foram os melhores que encontrei. Os passeios mais tops e mais em conta. Eles organizam tudo no seu tempo, com segurança e são honestos. Quem me recepcionou foi Patrícia e Ibsem. Se quiser o whatsaap deles eu tenho, fica mais fácil o contato Patricia ou Ibsen Soncco Escobar +51974984472 . Como disse, acabei de voltar de lá e fiquei APAIXONADA pelos passeios e lugares que conheci, e graças a eles, foram bem fiéis ao que eu queria. Eu quero responder aqui, pois tive dificuldade em encontrar uma agência em conta e honesta antes de viajar, e só lá, olho no olho que encontrei essa rs. Abraços, e espero ter ajudado.
  17. 1 ponto
    caros colegas, acho muito interessante ter um post específico para os cenotes do Mexico (especialmente Yucatan e Quintana), para auxiliar no planejamento das trips. Devido a infindável quantidade deles por lá, que tal citarmos aqui os melhores nos quesitos : Localização (fácil acesso), custo x benefício (beleza do lugar e preço bom). Fiquem a vontade para acrescentar. michradu , help! 😅
  18. 1 ponto
    Playa del Carmen é a “querida” da Riviera Maya, no caribe mexicano. Localizada a 70Km ao sul de Cancun, é um destino incrível para quem quer curtir uma combinação de rústico e sofisticado. O local lembra bastante praias como Pipa, Praia do Forte ou Búzios, com restaurantes charmosos e bares confortáveis na beira da praia. De quebra, ainda tem uma localização super estratégica para quem quer conhecer as melhores praias do México. A praia mais badalada é a Mamitas. Do centro, você pode caminhar sentido norte pela avenida principal ou pela praia. O mar não tem aquele azul claro típico do caribe, mas é muito limpo e clarinho. A praia possui boa estrutura para descansar, bares e até opções de massagens de frente ao mar. Se não tiver hospedado em um dos resorts da praia, você pode alugar uma cadeira (algumas são tão confortáveis que parecem camas) ou um gazebo. Perfeito para descansar. Alguns bares ou restaurantes da praia incluem essa regalia, por um valor mínimo de consumação por pessoa. Outro local imperdível é a 5ª avenida, repleta de bares, lojas e restaurantes. Super legal para fazer compras, jantar, tomar uma cerveja ou simplesmente caminhar. Ótimo passeio para o início da noite. Para quem gosta de balada, parece ter boas opções (como sou uma pessoa “diurna”, preferia acordar cedo para aproveitar as praias). Desde o centro, é possível pegar uma van até diversos pontos turísticos. Uma praia bem interessante é Akumal, famosa pelas tartarugas. Acabei não fazendo o mergulho, mas depois me arrependi. Em muitos passeios, o pessoal que vende promete que você verá vários tipos de peixes, polvo, tartarugas, etc. E geralmente não é a realidade. Por não querer cair nessas “promessas mirabolantes” acabei não fazendo, mas muita gente realmente consegue nadar com as tartarugas. Fui desconfiada demais, então o mergulho com guia ficou para a próxima. Mas já dá para aproveitar bastante só de praticar snorkelling no raso mesmo, que foi o que fiz. Alguns consideram uma das praias mais bonitas do mundo e realmente não decepciona: água transparente e mar verde clarinho! Recomendo um dia só para Akumal. Outro ponto imperdível é o cenote azul, que fica a 25 Km ao sul de Playa. Cenotes são formações naturais belíssimas de água doce. O local é incrível, com a água limpíssima (parece mineral) e diversos peixinhos, ótimo para praticar snorkelling! Passei umas duas horas lá e queria ter ficado mais. Para mim, foi um dos melhores lugares da viagem toda. A entrada custa uns 80 pesos/ 25 reais. No mesmo dia do cenote, é possível conhecer a praia Xpu Ha, que fica a apenas 3Km de lá (alguns minutos de van). Por ser um local privativo, paga-se a entrada de 40 pesos (12 reais), para poder usufruir. A praia é muito bonita: bem parecida com Akumal, porém menos movimentada. Lá, é possível ficar em um dos restaurantes ou caminhar um pouco sentido sul, se quiser fugir da parte turística. Tanto em Akumal quanto em Xpu Ha, há uma caminhada de 1 km para chegar. A trilha de Xpu ha é mais “abandonada” - o que é curioso, por ser uma praia que cobra entrada -, mas tranquila. Em ambos os locais, há restaurantes e cadeiras para alugar na beira da praia. Para chegar em qualquer um desses pontos turísticos, é só pegar uma van em Playa e pedir para o motorista deixar você na frente. Elas saem da rua 2, esquina com a avenida 20 e não é necessário comprar passagem antes (saem a cada 5 ou 10 min). A região possui praias para todos os gostos (agitadas, como a Mamitas ou tranquilas, como Xpu Ha), além de uma atmosfera realmente encantadora. Já saí de lá com saudades de passear pela 5ª avenida e ficar a toa na praia. Como comentei, além de Playa em si, há muito o que fazer por lá. Poderia ter ido para Cozumel, uma ilha que se destaca pela prática do mergulho (mas como sou meio medrosa para águas profundas, não valeria a pena a visita, pelo que pesquisei hehe). Outra opção é visitar os parques temáticos (como Xcaret), mas pessoalmente não gosto muito de parques “montados” e nado com golfinhos. Acho que vale mais a pena se estiver viajando com crianças. Se tivesse tido mais tempo, teria ficado mais um dia em Akumal e visitaria outros cenotes menos conhecidos como Chiquin Ha. Infelizmente não há como fazer tudo, mas recomendo veemente esses locais que conheci. Ah! Já que estará pertinho, não deixe de conhecer Cancun e Tulum. - Quantos dias ficar: Algumas pessoas ficam somente em Cancun e optam por passar apenas um dia em Carmen. Recomendo que fique ao menos três (eu fiquei cinco só em Playa), pois há muitos passeios pela região. Com esses três dias, dá para ficar um dia inteiro em Carmen e aproveitar os outros para conhecer as praias da região. - Onde ficar: As opções são as mais variadas possíveis. Desde resorts super luxuosos até albergues. Tome cuidado para ficar próximo do centro e da 5ª Avenida, que é onde tudo acontece. Alguns hotéis mais distantes cobram um preço menor, mas não vale a pena economizar nisso e gastar muito em táxi. Acho que não compensa com resort, afinal há muito o que fazer na região. Acredito que a melhor opção seja um hotel ou hostel básico no centro. - Transporte: Fique no centro! Aí você poderá fazer tudo caminhando. Se necessário, há pessoas oferecendo táxis perto da praia e no centro. Um transporte bastante interessante e barato são as vans! Do centro de Playa, saem vans para diversas cidades e pontos turísticos: dá para ir ao Cenote Azul, Tulum, Akumal e praias dos arredores. Ótima opção para fazer os passeios. Se quiser um pouco mais de conforto/ espaço, dá para pegar o ônibus executivo que sai da rodoviária de Playa, também no centro. Mas é bom ficar atento aos horários, pois a frequência é menor que as vans. - Como chegar: Dá para chegar de ônibus executivo desde o aeroporto (164 pesos, uns 45 reais) ou desde a rodoviária de Cancun (não utilizei essa opção, mas sai quase pela metade do preço). Se estiver em Cozumel, deverá utilizar táxi + ferry boat (preço variável, de acordo com horário e empresa). - Locais: Os principais atrativos são a praia Mamitas e a 5ª avenida. Vale a pena ter um dia só pra isso. Não deixe também de conhecer as outras praias da região. - Cuidados: Muito tranquilo! Dá para caminhar sozinha em qualquer horário, ao menos pela região central (onde fiquei hospedada). - Culinária: Se come muitíssimo bem em Carmen. Opções não faltam: comida mexicana (nachos, tacos, guacamole...) ou a típica comida caribenha (peixe frito, camarões, arroz de coco...). Destaco duas opções simples, mas muito baratas (e com pratos ótimos): restaurantes Portales e Caguamo, ambos estão na Rua 6, esquina com a Avenida 10 (um está ao lado do outro). Se quiser algo elaborado, procure pelos restaurantes da avenida principal. - Preços: A hospedagem no resort custa a partir de 1100 reais. Um hotel simples no centro custa em torno de 160 reais e um albergue, a partir de 70 o quarto coletivo. Em relação à alimentação, é possível comer de 25 a 150 reais, tudo vai depender do tipo de local e prato que escolher. Para quem for fechar passeio, pesquise bastante (os preços variam muito). A quem interessar, deixo meu blog! Tem mais algumas fotos e relatos de outros locais. http://cauhana.blogspot.com.br/
  19. 1 ponto
    Obrigado @mairavaladares , que bom que ajudou na sua busca. Realmente o problema da naturehike é o preço, mas diz que no aliexpress dá para achar bons descontos.
  20. 1 ponto
    INFORMAÇÕES GERAIS (2018) Visto: dispensa de visto por até 90 dias Passaporte: passaporte com pelo menos seis meses de validade Vacinas: não exige vacina de febre amarela Quando ir: o ano inteiro; entretanto dez-fev é alta temporada e mar-abr é período de spring break, portanto, fuja dessas datas Moeda: peso mexicano MXP ($) Idioma oficial: espanhol Cod. telefone: +52 (código de Cancun 998) Padrão bivolt: 127V Tomadas: A, B Dica 01: Escolha Playa del Carmen como sua base para a maioria dos passeios, já que eles estão muito mais perto de Playa do que de Cancun. Dica 02: Deixe Cancun para o final, apenas para descansar e curtir praia e balada. Dica 03: todos os passeios negociados diretamente em Cancun ou Playa foram mais baratos do que aqueles negociados pelos sites de internet, portanto, COMPRE TUDO LÁ. PLAYA DEL CARMEM Existem ônibus diários, da Empresa Ado, que saem do aeroporto para Playa de Carmem (1h de viagem), a partir das 08:30h até 23:59h por U$10 ou $190. Hospede-se na 5a Avenida. Playa Del Carmen é base para os passeios em X-caret (fica ao lado), Cenote Rio Secreto (museu de cristal), Tulum, Xel-Há e Cenotes Dos Ojos, todos a 50km, Cozumel (em frente, ferry-boat de hora em hora por 45min), Akumal (40km e point das tartarugas; tempo de passeio: 1,5-3h), ruínas Chichén-Itzá (2,9km). Não há necessidade de carro. As baladas em Playa ficam na Calle 12 entre a 5a avenida e a praia. Restaurante em Playa: Alux Como locomover-se em Playa, Cancun ou Tulum: Existem VANS para a maioria dos pontos turísticos que custam entre 40 a 45 pesos ou R$7,50 a R$8,00. Em Playa, as vans passam na Calle 2, entre as avenidas 15 e 20; em Cancun, as vans ficam no centro urbano (não passam na Zona Hoteleira), na Avenida Tulum com a Avenida Uxmal (no estacionamento do supermercado Mega Comercial Mexicana, em frente ao Terminal da ADO; use a linha de ônibus R1 para ir da Zona Hoteleira até lá); em Tulum é na avenida principal da cidade. O caminho do colectivo, saindo de Playa, é mais ou menos o seguinte: Playa del Carmen -> Xcaret -> Xplor -> Praia Paa Mul -> Puerto Aventuras -> Cenote Cristalino -> Cenote Jardín del Éden -> Cenote Azul -> Xpu-Há Beach -> Akumal -> Xel Ha -> Ruinas Tulum -> Tulum (cidade). Roteiro dia a dia Dia 01: descanso Dia 02: Akumal (praia das tartarugas gigantes) Pegue uma van e desça em Akumal. Paga-se cerca de $600 (R$119) pesos pela entrada e aluguel do equipamento com guia (snorkel e colete). Playa de Akumal Dia 03: Cozumel A viagem para Cozumel pode ser realizada de Ferry, que dura cerca de 35min a partir de Playa. As operadoras são: Ultramar Preço: $390, U$20 ou R$77,00 Endereço: Terminal Marítima NAVEGA, Av. Benito Juárez, de h em h de 7-22h Mexico Water Jets Preço: $280, U$15 ou R$55,00, de h em h de 8-20h Barcos Caribe Preço: $270, U$16 ou R$53, somente de Cozumel-Playa del Carmen Obs.: ponto mais famoso para mergulho é a praia de Palancar Operadora de mergulho: Blue Magic Scuba; U$79 mergulho com cilindro + U$22 equipamento (7:30/13h) ou U$80 com equipamento comprado no quiosque da 5a Avenida. Obs.: Ultramar é a mais confortável. Mergulho em Cozumel Dia 04: X-plo Ingresso X-plo: U$152,99 (transporte e alimentação no site do X-plo) ou U$109 com transporte e alimentação comprado no quiosque da 5a Avenida Dia 05: cenotes Cenote dos Ojos: $550 mergulho com colete e snorkel; fica na estrada entre Playa e Tulum; dá pra ir de van Cenote Rio Secreto: U$79 (R$269,00); dá pra ir de van Cenote Dos Ojos Dia 06: ruínas Tulum Horário: 8-16h Preço: $70 (R$13) Obs.: pode-se ir de van; reserve uma manhã ou uma tarde. Chichén-Itzá Horário: 8-16h Preço: $64 (R$12) Obs.: alugue um carro ou pague uma condução específica; reserve um dia, pois fica a cerca de 2h30min de Playa. Chichén-Itzá Dia 07: Cancún MUSA O mergulho com cilindro no MUSA custa cerca de U$82 (R$310) e sai às 10:30am. Dia 08: Tubarão-baleia O mergulho para ver os tubarões-baleia saem tanto das Ilhas Holbox ou Contoy, como da Isla de las Mujeres, todas perto de Cancún. Opção de operadora de mergulho: Blue Magic (Cozumel), Phanton Divers, Solo Buceo. O mergulho com tubarão-baleia tem duração de 5h e custou cerca de U$165 (R$620) pela Solo Buceo. O passeio saiu às 6:30am. Obs.: tudo foi comprado e agendado no próprio hotel, durante a nossa estada. Dia 09: Isla de las Mujeres Ferry para Isla Las Mujeres: trajeto feito por Ultramar Horário: de h em h de 9-17:15h Preço: $374 (R$74) Endereço: Cancún, Playa Caracol, Blvd.Kukulcán km 9.5, Hotel Zone Dia 10: retorno OBSERVAÇÕES DE CANCUN Baladas: Cocobongo, Daddy O., Señor Frogs. Melhores hoteis: na barra superior do 7 (Dream Sands, Riu Cancún e Riu Palace das America’s). PONTOS TURÍSTICOS DE CANCUN Paroquia de Cristo Resuscitado Museo Maya de Cancún Horário: ter-dom de 9-18h Preço: $70 (R$14) La Isla Shopping Village Um shopping a céu aberto, bastante original, nos arredores de uma marina de onde partem vários passeios para ilhas adjacentes. Considerado um dos shoppings com o maior custo-benefício de Cancún, com preços que podem ser comparados aos que são praticados no Brasil. Publicado em: https://mspriscila1.wixsite.com/meusite/blog/roteiro-cancun-2018-10-dias
  21. 1 ponto
    E por fim, como prometido o orçamento. Valor que eu gastei individualmente. Os gastos de cada um pode ter variado um pouco, principalmente em relação as comidas e bebidas, mas a média individual foi essa.
  22. 1 ponto
    Alguém me invocou? Desde Mérida pode visitar o cenote Xlacah, que fica no sítio arqueológico de Dzibilchaltún, também pode visitar os cenotes de Cuzamá; desde Valladolid pode visitar os cenotes Xkekén, Zaci, Xcanché e Ik'kil(ao lado de Chichén Itzá) e desde Tulum pode visitar o cenote Dos Ojos. Eu recomendo muito os cenotes Xlacah, Cuzamá, Zaci e Dos Ojos.
  23. 1 ponto
    Continuando DIA 2 CAMPAMENTO SERÓN – REFÚGIO DICKSON Dificuldade: ALTA. (Exige do seu psicológico) Distância: 19 km No segundo dia de trilha, acordei mais tranquila. Planejei acordar bem cedo, antes das 7h, para desarmar a barraca, tomar meu café da manhã e organizar minha mochila com tranquilidade, e mesmo assim sair cedo, porque o dia seria longo, 18km de caminhada. Nos relatos que vi, diziam que era o dia mais puxado, por ter muito sobe e desce, e ser um percurso extenso. Realmente é cansativo, exige muito do psicológico, porém não tem tanta subida como me fizeram acreditar. Café da manhã tomado, mochila nas costas, saí antes de todo mundo do Serón, em direção ao Dickson. O plano era sair bem cedo, assim não terminaria o dia sozinha e por último na trilha, por questão de segurança mesmo, mas o plano falhou um pouco, porque mesmo saindo antes dos outros, no fim do dia eu estava sozinha e um pouco desesperada para chegar no acampamento. (Na verdade depois descobri que tinham ainda duas brasileiras (UNS AMORES) que chegaram depois de mim, que estavam caminhando de boa e apreciando a vista). Começando a trilha saindo do Serón, a paisagem é maravilhosa, ali começam os lagos e as caminhadas ao longo de vários deles. Tem algumas subidas leves, e um campo de verde extenso, você consegue ver a trilha até onde os olhos enxergam. Saí muito animada do Seron, sem pensamentos pessimistas como do dia anterior, eu estava no gás. Tirei muitas fotos, parei sempre que me sentia cansada, fiz vídeos divertidos, apreciei a paisagem, conversei com os lagos e com as flores. Até que BOOM, a primeira subida real, olha não vou adoçar a pílula, é pesada. Quando cheguei na metade da subida, um casal passou por mim, eu estava sentada na minha décima pausa, uma pedra que encontrei para descansar, a mulher estava usando um GPS de mapeamento do trajeto, e me falou “uau, andamos esse tanto, e só deu 4km” QUATRO QUILÔMETROS, DE 18! Meu coração chegou a pular uma batida, eu não queria nem acreditar. Mas continuei subindo, subida também até onde os olhos enxergavam, olhando parecia que não tinha nada depois da subida, só céu. Demorei 2 horas para terminar essa subida, que não tinha 1km de extensão, eu acho. Mas quando cheguei lá em cima, que vista, que paisagem, o vento te pega ali, quase me tacou de volta tudo o que eu tinha subido, mas é deslumbrante. Depois a gente desce praticamente tudo o que subiu, por uma trilha na encosta, um escorregão feio e é possível cair em um lago, mas não dá tanto medo, já que o vento te empurra em direção ao morro, não ao contrário. Depois disso tem um pequeno sobe e desce, mas bem suave se comparado a primeira subida do dia. Até chegar na Guarderia Coiron, onde demarca metade do percurso entre Serón e Dickson. Na guarderia tive que me registrar, e foi onde fiz meu almoço, já eram 14h quando cheguei, as 15h a passagem fecha e eles não deixam passar para o Dickson mais naquele dia. Comi um purê de batatas em pó com uma água morna, que a Guarda Parque gentilmente me deu. Não pode usar fogo no Coiron, mas como os guardas moram lá, eles têm um fogão. Fiquei com ranço do purê de batatas e calabresa depois desse dia, porque não deu muito certo no meu estomago e o resto do dia apesar de lindo, foi um pouco puxado e traumático. Sai da guarderia perto das 15h, e faltava ainda metade do caminho pela frente, 9km. Ponto positivo: as subidas tinham acabado, com exceção da subida da chegada, mas se está chegando tá tudo bem, certo? O caminho é muito bem demarcado, uma grande maioria entre um campo de flores, é magnifico. Tem muitos lagos, pontes pequenas e rios correntes no caminho. Não estava um sol terrível, nem chovendo, o tempo estava muito agradável. O vento, constante, mas nada que atrapalhasse o progresso da caminhada. Meu psicológico pesou muito depois do Coirón, só conseguia imaginar que chegaria tarde demais no acampamento, e talvez até no escuro, mais pro final do dia fui ficando sozinha na trilha, e bateu um pequeno desespero e medo. Nessas horas eu me questionava sobre a sanidade de estar fazendo aquele circuito sozinha, ou de estar fazendo o circuito, ponto. Se tem uma coisa que aprendi com Torres Del Paine, é que trilhas em lugares remotos existem sim, para testar nossa mente, nosso psicológico, por isso tantas pessoas com problemas na saúde mental procuram algo assim para fazer, por isso EU procurei algo tão extremo para fazer, não é um clichê, é saudável, te ajuda. Você coloca em perspectiva sua vida no cotidiano, algumas dificuldades que antes pareciam uma montanha no seu caminho, passa a ser um morrinho, quando você compara com o fato de ter ficado sozinha no meio de uma trilha de 19km no meio do nada, só com o destino de chegada como referência. Me ajudou demais, eu sou grata até pelo medo que passei. Enfim, por fim cheguei finalmente na subida, que eu sabia por relatos que li, que significava que estava praticamente chegando ao acampamento dickson, que felicidade. Quando subi tudo aquilo, e lá de cima avistei o dickson próximo a um lago, com icebergs e as montanhas ao fundo, com verde e topo branco de neve. Eu chorei. De alegria, eu estava chegando, terminando o dia que mais tinha me aterrorizado em todos os relatos. Desci, ali é bem perigoso, então vá devagar, é escorregadio e tem uma ladeira complicadinha. Por fim cheguei ao dickson antes do que imaginei, eram apenas 18h, o dia estava claro o sol no céu. O Dickson é um acampamento lindo, maravilhoso mesmo, todo lugar que você olha tem montanhas cobertas em neve, e tem a vegetação toda verde ao redor. E andando menos de 10 passos, você se vê em uma praia de pedras para um lago com ICEBERGS. Indescritível a sensação de terminar mais um dia, estar mais próxima do destino. Ter conseguido! Dicas uteis: No Dickson tem um lugar para cozinhar, fechado, bem quentinho. Quando estive lá, estava em reforma, imagino que estejam melhorando ainda mais; Tem banho quente, quente MESMO! Uma delícia depois de um dia sofrido na trilha, o corpo agradece. As duchas ficam dentro do refúgio, você passa pela cantina dele para chegar, dá uma fome e uma vontade de ter compro o pacote com comida inclusa (risos); O banheiro é descente. O acampamento é lindo, de verdade, um dos mais lindos do circuito, sem dúvidas; Com relação ao vento, que era uma dúvida que eu tinha e ninguém realmente falava sobre isso. Eu fui com uma Naturehike cloud up, 1 pessoa, e ela resistiu maravilhosamente bem, no Dickson venta um pouco, mas nada exagerado, pelo menos não onde eu coloquei a minha barraca; NÃO TEM Wi-Fi, cuidado, eu fui acreditando que talvez tivesse, e não tinha. Minha família quase enlouqueceu, porque só volta a ter internet no Grey, e eles ficaram preocupados por eu ter falado que talvez TERIA internet, um GRANDE erro; NÃO ACREDITEM NAS PLACAS “USTED ESTÁ AQUI”, ELAS MENTEM! Relatos muito extensos, eu sei. Mas, vou contando tudo o que lembro, e espero ajudar.
  24. 1 ponto
    Olá, mochileiros e mochileiras! A pedido de minha amiga, priscila dos santos, e também com a intenção de contribuir para quem tem vontade de ir ao peru, vou relatar a viagem que fiz do dia 18 de maio de 2017 até 28 de maio de 2017 a esse país maravilhoso, peru! Bom, primeiramente fiz uma pesquisa pela internet em diversos site, inclusive mochileiros.Com, obviamente, para encontrar atrações, preços de passagens, hospedagem, transportes no peru e como estaria o clima, pois isso já influencia nas roupas que vão na sua mochila. Após decidir o meu roteiro, que foi lima, huaraz, cusco e machu picchu, comecei a fazer as reservas das passagens e hospedagens. Ok, vou primeiro mostrar como foram gastos os r$3.000,00. Utilizei o site skyscanner para buscar as passagens aéreas mais baratas, e encontrei na empresa avianca. 04 (quatro) voos, são paulo-lima, lima-cusco, cusco-lima e lima-são paulo= r$1.345,00. Depois comprei as passagens de ônibus com destino a belíssima cidade de huaraz, ida e volta r$ 86,00, comprei pelo site do gran terminal terrestre plaza norte. Nessa cidade fiz um trekking a laguna 69, saindo um valor de r$ 45,00 já com a entrada no parque. Comprei o ingresso para a entrada a machu picchu com a subida à montanha waynapicchu, aquela montanha que aparece nas fotos clássicas de macchu pichu, por r$ 276,00, no site ingressomachupicchu.Com. Para ir a águas calientes, cidade onde fica machu picchu, fui de trem da empresa inca rail saindo da cidade de ollantaytambo, por r$206,00, somente a ida, pois a volta paguei apenas r$30,00 saindo da hidrelétrica e ficando em cusco. Fiz um tour saindo as 07:00 de cusco para conhecer um povoado em chinchero, posterior as salinas de maras e após moray, parando para almoçar em urubamba e após prosseguindo para o sítio arqueológico de ollantaytambo. Fiquei nessa cidade para ir de trem a águas calientes, o tour retornou para cusco, sendo que iriam passar em outro lugar chamado pisac. Esse passeio custou-me r$165,00, com um mega almoço incluso. Ahh pessoal, tenho como hobby corrida de rua, então corri a meia maratona em lima, paguei r$ 92,00. Como vocês viram, o valor está em r$2.245,00, os r$755,00 foi gasto com hospedagem em hostel, em média r$30,00 a diária com café da manhã excelente incluso, alimentação, que é super barata, pode comer bem por r$ 5,00, r$10,00, r$15,00 ou r$40,00, vai da sua preferência e visitas a museus que você se depara nas cidades. Muito bem, pessoal, agora um pouco da minha aventura. Saí de são paulo no dia 18 às 05:00 am, cheguei em lima às 08:00 am (lá é outro fuso horário são duas horas a menos). Peguei um táxi fora do aeroporto e paguei r$ 30,00 até o terminal plaza norte após uma pechincha, dentro do aeroporto era r$60,00. No peru os táxis não têm taxímetro, então você tem que negociar o preço antes, e se você pechinchar terá belos descontos, em tudo que for comprar. Chegando no terminal rodoviário plaza norte, almocei no mercado central, comi arroz com mariscos e ceviche, por r$ 5,00. Às 14:00 embarquei com destino a huaraz no ônibus da empresa oltursa, que até serviço de bordo tem, chegando ao destino final às 21:00. Aqui no brasil combinei o trekking à laguna 69 com o scheler (esse é o zap contato de +51 943 397 706), ao sair do ônibus lá estava ele com uma plaquinha com o meu nome, achei sensacional rsrs. Fomos para o hostel casa blanca e lá já paguei o trekking para ele e no outro dia ás 05:20 am na porta do hostel como combinado lá estava o ônibus que iria me levar ao início do trekking, que eu fiz na companhia da débora, uma brasileira de minas gerais que conheci logo no início da caminhada. Fizemos o percurso no total de 02h45m, paramos para tirar diversas fotos, mas algumas paradas para fotos era estratégia para descansar kkkkk, a altitude para quem não tá acostumado e complicado, mas chegando a laguna você esquece de todo sofrimento, o lugar é incrivelmente lindo, a cor da água é surpreendente e a neve na parte de cima deixa a visão mais encantadora. Façam o trekking laguna 69, não irão se arrepender. Retornei para o hostel às 19:00 pm, tomei um banho caliente, comi alguma coisa e fui para a rodoviária. Às 22:00 pm estava retornando para lima. Cheguei em lima no sábado às 06:00 am, paguei r$10,00 no táxi para me deixar no hostel, onde conheci mais um brasileiro e um chileno, que também iriam correr a maratona de lima, e um colombiano que esta na cidade a trabalho. Logo fizemos amizade, fomos juntos a pé até o parque das águas buscar o meu kit da corrida, de lá fomos de ônibus coletivo visitar o museo arqueológico de pachacamac, r$ 19,00 a entrada. Almoçamos lá mesmo e retornamos ao hostel às 19:00 pm. No retorno passamos no mercado para comprar uns ingredientes para o alan (colombiano), fazer uma bela macarronada (energia para a corrida do dia seguinte kkkk). Após jantarmos fomos descansar, pois iríamos acordar cedo para a corrida. Às 06:00 am já estávamos de pé se preparando para irmos a correr, no café da manhã já se juntaram a nós outros atletas, um uruguaio, um polonês e outro chileno. Fomos todos juntos até o local da corrida. O oscar (chile), correu 10km, eu(brasil rsrs), corri 21km e o adilson(brasil) correu 42km, quando nós três concluímos nosso percurso retornamos juntos ao hostel, acordar o alan que havia ficado dormindo rsrs. Depois de todos terem tomado banho, fomos almoçar em um restaurante ali perto do hostel, em san isidro, após almoçarmos retornamos para dá uma descansada da corrida. Às 17:00 pm estávamos com as "Baterias recarregadas" e fomo visitar uma pirâmide ali em san isidro, a pirâmide huala hallamarca, porém só conseguimos vê-la por fora da grade, pois já estava fechada a entrada. No retorno ao hostel, outra passada no mercado para o chef alan pegar alguns ingredientes para a nossa janta, dessa vez foram deliciosas " tortillas", acompanhadas de suco de laranja e a tradicional bebida peruana pisco sour. No dia seguinte nos separamos, o adilson voltou para o brasil, o oscar para o chile e o alan continuo em lima, pois ainda tinha trabalho lá, e eu fui para cusco, mais antes de embarcar (meu voo era às 15:00pm), fui conhecer a plaza de armas de lima, a catedral lindíssima, com suas passagens subterrâneas e as lojinhas. Cheguei em cusco às 17:30pm, paguei r$15,00 no táxi até o hostel inka wild, diária por r$18,00, muito aconchegante e café da manhã delicioso. Aproveitei para fazer um câmbio (em cusco é o melhor lugar para fazer câmbio, em lima paguei 0,94, águas calientes 0,90 e cusco 0,96), e fechar o tour chinchero-salinas-moray-ollantaytambo. No dia seguinte às 07:00am a van foi ao hostel me buscar para iniciar o passeio. Esses lugares citados são fantásticos, o guia sempre muito alegre nos dando uma aula de história, os cenários são incríveis. Chegamos em ollantaytambo ás 15:00pm e após visitarmos o sítio arqueológico de ollantaytambo, fiquei por essa cidade mesmo, pois no dia seguinte iria a partir dali para águas calientes. Assim eu fiz, às 11:30am embarquei no trem com destino a àguas calientes, chegando lá por volta das 13:00pm. Saí para almoçar uma deliciosa alpaca grelhada e depois conhecer a fantástica cidade, e como o nome já diz, águas calientes, fui conhecer essas águas termais, a entrada é r$21,00 e tem umas cinco piscinas com águas quentes, ótimas para relaxar. Retornei para o hostel e ao entrar no quarto compartilhado conheci o jasper, da bélgica, que iria também no dia seguinte a machu picchu, da maneira como eu iria, a pé, porém tem a opção de ônibus também, ida e volta r$85,00. Combinamos irmos juntos então, e no dia seguinte ás 07:00 lá estava a gente subindo os inúmeros degraus que dá acesso a cidade perdida, total desde a saída do hostel foi 01h30m de caminhada, mas conseguimos kkkk. Já em machu picchu combinamos um horário para nos encontrar de novo, pois cada um iria subir uma montanha diferente, eu waynapicchu e o jasper la montaña. A montanha waynapicchu eu subi em 40 minutos, o caminho é perigoso e cansativo também, mas tendo cuidado consegue realizar a subida e descida tranquilo. O visual lá de cima da montanha é fantástico, a cidade machu picchu fica minúscula, eu super recomendo essa subida a waynapicchu. De volta a cidade perdida reencontrei o jasper no lugar e horário combinado e terminamos de conhecer as ruínas de machu picchu. Na saída do parque tem um lugar para você carimbar o seu passaporte, então o leve para ter mais essa recordação. Retornamos a águas calientes, a pé, agora foi mais fácil porque era só descida. Já na cidade, fomos almoçar e como bebida para acompanhar pedimos uma cerveja da marca cusqueña, uma delícia! Retornamos exaustos para o hostel. Tomei um banho e fui dormir, porque no dia seguinte iríamos até a hidrelétrica a pé pelos trilhos do trem, para irmos a cusco de van. Então, no dia 26 de maio, eu o jasper às 10:00am fomos em direção a hidrelétrica, o caminho é super tranquilo, não há subida, você se depara com um monte de turista indo, a pé, para águas calientes, e encontra outros também indo para a hidrelétrica. O tempo aproximado para chegar a hidrelétrica são 02 horas caminhando tranquilamente, parando para tirar umas fotos. Chegando lá, você se depara com centenas de vans com destino a cusco, elas saem geralmente ás 14h:15m. O jasper já havia reservado a van dele para às 14h15m, porém eu comprei lá na hora e essa iria sair às 13h30m, o preço inicial era r$35,00, mas como eu falei que no peru você tem que pechinchar, saiu por r$30,00. A viagem é um pouco cansativa, um total de 06 horas de viagem até a plaza san francisco, em cusco. Cheguei por volta das 20:00pm, fui comer porque estava com muita fome, então fui num restaurante e pedi um grelhado de frango com arroz, batata frita, buffet de salada a vontade e suco de chicha, por apenas r$18,00. Retornei para o hostel, tomei um banho e fui dormir. No outro dia, acordei as 08:00, me deliciei com o café da manhã do hostel, e fui dar um giro pelo centro de cusco, almocei no mesmo restaurante da noite anterior e após almoçar retornei para o hostel para buscar minha bagagem para ir ao aeroporto, estava terminando minha estadia no peru (buáááá). Na frente do hostel dei com a mão para um dos infinitos táxi de cusco e perguntei quanto custava até o aeroporto, resposta: r$8,00. Embarquei para lima às 17:00 cheguei às 18:30 e embarquei para são paulo às 22:00, chegando em no aeroporto de guarulhos às 04:00am do dia 28 de maio, É isso aí, pessoal, espero que tenham gostado do meu relato, caso quiserem mais esclarecimentos ou tiverem alguma dúvida, podem perguntar! Abraço, fiquem com deus!!!
  25. 1 ponto
    Ola, pessoal! Conhecemos Cancun, Isla Mujeres, Playa del Carmem, Cozumel e Tulum de 28/11 a 6/12. Uma das nossas duvidas era como dividir os dias. Li que Cancun era bem americanizado e cheio de resorts all inclusive, Playa era menor com uma rua agitada e Tulum mais zen. Como nosso estilo de viagem nao é de ficar em resorts e sim conhecer a cidade, as praias e partes historicas, decidimos ficar em Cancun só o necessário, preferimos ficar mais em Playa e Tulum. Minha opiniao no fim da viagem: achei encantos em Cancun 💕! Infelizmente nao deu tempo de conhecer as praias de la, só a que saia o ferry pra Isla. Passeamos um pouco pelo cidade (fora da zona hoteleira) e gostei bastante, queria ter andando mais. Resumindo, hoje eu teria ficado mais um ou dois dias la. Playa é legal, mas dormir uma noite pra mim seria o suficiente, as praias de la nao sao tao boas e o centro mto shopping pro meu gosto rsrsrs. Agora Tulum eu amei! Queria ter ficado mais dias la dia 28/11 cancun - chegada 29/11 cancun - isla mujeres/praia 30/11 cancun/playa - chichin itza/cenote ik kil 01/12 playa del carmem - praia mamitas 02/12 Playa del carmen - Cenote azul, akumal, xpu-ha 03/12 Playa del carmen /Tulum - Cozumel 04/12 Tulum - Ruinas e praia 05/12 Tulum/cancun - Gran cenote e praia 06/12 Cancún - mercado/volta Dicas: - Geralmente os preços de hoteis, comidas e etc nao estao inclusos as taxas e impostos, são cobradas no final. - La rola gorjeta, a gente dava mais ou menos os 10% da conta. - Se comprar as passagens dos onibus ADO com antecedencia são bem mais baratas. - O onibus ADO que sai de Chichen Itza passa primeiro em Tulum e depois segue pra Playa - Em Chichen Itza tem guarda volumes (100 pesos por mala) - As vans de Playa para Tulum rodam o dia todo. O ultimo acho que sai la pelas 23h. São os que passam nos principais cenotes. - Vale a pena ir com guia em Chichen. Nao precisa fechar com agencia, la na hora dá pra juntar uma galera e dividir. - Quem chegar no aeroporto de Cancun e for de busao ate o terminal ADO pra depois ir de taxi pro hotel, se estiver animado ande um pouco ate a avenida atras do terminal, o taxi é bem mais barato. - Em Cancun a melhor cotação que achamos foi na frente do terminal e em Tulum foi a melhor da viagem, na rua principal...mas nao lembro o nome. - Muitas praias pagam pra entrar. A mais bonita que fomos foi em Tulum, a playa Paraiso, e é de graça! Em Cancun tem as entradas publicas, mas como nao fui nao posso opinar rsrr - Tequila no Walmart em Cancun foi bem barata! Compramos um azeite de oleo de abacate com chipotle bem gostosinho. - Experimentem o doce marchesita, é mto bom. Fizemos tudo por conta, sem contratar agencias de turismo. Como íamos andar bastante e mudar de cidade, pensamos em alugar um carro. Porem, lemos que a policia tem costume de extorquir os turistas pedindo propina, entao desistimos de alugar. Essa decisao foi muito dificil: por um lado carro ou moto seria uma mao na roda, especialmente pra gente que gosta de rodar bastante, mas esse lance da policia, a dificuldade de estacionar e das empresas de locação serem enroladas nos fez desistir. Conseguimos fazer a maioria das coisas que planejamos de onibus e taxi de boa, mas demoramos mais e foi mais cansativo. As vezes iamos pra um lugar e mesmo nao curtindo mto acabavamos ficando pela preguiça de ir negociar com taxista ou pegar onibus. Ainda nao sei dizer se valeria o risco de alugar o carro, mas que teria sido mais prático, isso sem duvidas! Achei a regiao bem cara. Passeios, lembrancinhas, comida, entradas de praia. Taxi era coisa de 40 pesos por uma distancia de uns 3 km. O passeio mais em conta que vi era 40 dolares por 40 minutos de mergulho. Com o dólar a 4 golpinhos...ficava pesado. Pegamos promoção de passagem pela TAM por 1550 ida e volta cada um, e gastamos 4000 reais pelos 8 dias os dois, fora os hotéis. Dia 28/11 Chegamos em Cancun dia 28/11 no fim da tarde. Logo na saída do desembarque tem um pessoal com informações turísticas, que explicaram todas as opções pra chegar no hotel. Optamos por pegar um ônibus ADO ate o terminal do centro, e la pegamos um taxi ate o hotel. Quem estiver disposto, tente pegar o taxi na avenida Tulum, que fica atras do terminal. Sai metade do preço. Na frente do terminal tem uma casa de cambio e estava com cotação boa. Nesse dia estávamos muertos da viagem e só jantamos e fomos descansar. Nosso hotel ficava mais pro centro, proximo ao terminal ADO, cerca de 2,5 km, e proximo a zona hoteleira. Chama SUITES MALECON, é um ape todo equipado, mto bom. Ali proximo tem ponto de onibus. Dia 29 Nao tinhamos fechado o cafe no hotel e fomos num restaurante proximo. Pagamos cerca de 10 doletas cada. Andamos uns 15 min ate o ponto de onibus para pegar um ferry para ISLA MUJERES pelo Porto Embarcaderos acho que era umas 12h (enrolamos e fomos tarde). Tem tb a opção de Puerto Juarez e Caracol. Sao uns 30 minutos pra chegar e o ferry da ULTRAMAR eh bem bacana. Isla eh uma delicia, estilao praia msm, com centrinho de artesanato e restaurantes. Fomos a pe ate a PLAYA NORTE, fica uns 15 min do porto. A praia eh gostosa e estava bonita, passamos o resto do dia. Compramos breja e comida no 7eleven. Muitas pessoas alugam carro ou moto pra passear. Nesse dia queríamos ficar de boa e ficamos só la, mas acho que vale dar um role na ilha sim! Voltamos no fim da tarde para Cancún e saímos pra comprar passagem pra Chichen Itza (se comprar antecipado tem desconto) e comer. Encontramos uma praça no caminho frequentada pelos locais, com barraquinha de comida. Tava rolando show de jazz e ficamos por la. Comemos gringas de pastor, nachos e marchesita (docinho muitcho bom). Queria mto ter comido milho assado, mas nao cabia mais. Vou tentar fazer em casa kkkk Passamos no mercado pra comprar pao e fazer lanchinho pro dia seguinte. Dia 30 Fizemos nosso check-out e pegamos um ADO no terminal para CHICHEN ITZA as 8:45 (só tem esse horário) e chegamos por volta meio-dia. Graças a Deuxxx la eh uma hora a menos de Cancún, pq senao seria mais corrido do que foi. A entrada custa 245 pesos e, como tem guarda volumes grande (100 pesos), levamos nossa mala toda pra depois seguir para Playa del Carmem. Na entrada é cheio de guia turistico. Custava 900 pesos por 1:30h. Falamos pra um deles que gostariamos de dividir e nao demorou muito pra compor um grupo. Dividimos com um pessoal da Colombia e pagamos 120 pesos por pessoa. Nosso guia foi muito bacana, falava devagar, entendemos bem e valeu mto a pena. As ruinas sao mto legais, a piramide Kukulkan é linda! La dentro tem mto artesanato, li que sao os melhores preços pra compras, mas nao tive tempo de ver quase nada, o único ônibus para Playa saia as 16:30 e ainda fomos ao cenote Ik Kil. O cenote eh pequeno mas super bonito. Tem banheiros e lockers. Fica uns 6km de Chichen, pegamos um taxi por 160 pesos ida e volta. Bom, seguimos para Playa. Eu coloquei Playa como segundo destino pq achei q era mais perto de Chichen, que chegaria mais rápido e tals. Pero no! O busao parou primeiro em Tulum e depois seguiu pra Playa...🙄 Chegamos umas 21h e quebrados. O terminal fica na 5 avenida e, como bons ̶P̶a̶o̶ ̶d̶u̶r̶o̶s̶ mochileiros 🤣, seguimos a pé por ela pra ir ao hotel rsrsr. Paramos na metade do caminho pra jantar e comi uma quesadilla mara no Texas BBQ. Tinha promoção e a comida era otima. Fomos mais duas vezes depois. Eu achava que Playa era mais de boa, com centrinho de compras tal, mas é bem agitado e cheia de lojas de grife, restaurantes, bares, praticamente um shopping. A quinta avenida eh bem bonita e extensa, se nao tiver alugado carro sugiro ficar próximo dela na altura do terminal ADO, que tb eh perto do ferry pra Cozumel e das vans pros cenotes. Senão ou anda muito ou depende de Taxi. Nos hospedamos no Grand Fifty e é um hotel mto bom, porém um pouco afastado do centro da 5 avenida. Dia 01/12 Fomos conhecer a famosa PLAYA MAMITAS, mas pra nossa tristeza estava cheia de sargaços e o mar mexido. Bom, pelo menos havia um Oxxo perto pra comprar os quitutes e breja. A faixa de areia eh meio estreita, mas ficamos de boa tomando sol, tava um dia bonito. A praia estava cheia e rolando festa num barzinho. Pelo o que percebi, tirando a playa Mamitas e a do porto, as praias sao acessadas pelos resorts e são meio afastadas do centrinho...sei la, fiquei meio perdida hahhhaha. A moça do hotel comentou da praia Punta Esmeralda, mas nao deu tempo de ir. playa Mamitas Praia do porto A noite fomos na quinta avenida. Tem uma sorveteria chamada ALDOS e é mto boa! Comemos um sorvete que tinha uma massinha de panqueca e eu amei. Custa uns 20 reais mas vale! Dia 02/12 Pela manhã fomos ao CENOTE AZUL. Pegamos uma Van que vai a Tulum e pedimos pro motorista parar la, super tranquilo, tem Van toda hora saindo. A entrada eh logo na estrada. Pagamos 180 pesos pra entrar e la nao tem lockers. Levamos snorkel e eu, friorenta que sou, levei uma blusa neoprene. Esse cenote eh aberto, bate sol. A água é fria mas suportavel. Adorei o lugar, eh lindo. Agua clarinha, mas nao tem mtos peixes nao, só aqueles pequeninhos que bicam os pés. Ficamos cerca de uma hora la. Em seguida pegamos a van de novo pra ir ate AKUMAL. Akumal tem duas entradas, uma custa 100 pesos e outra 50 pesos, nao sei porque! Entramos pela de 50 pesos (achei meio estranho, nao nos deram nenhum papelzinho, nao tinha placa com valores e etc...). Li que em la tem tartarugas e que é boa de mergulho, mas o mar la tb nao estava bom, tinha mto sargaço na agua e na areia, a praia estava mto feia. A faixa de area é estreita e lotada de cadeiras dos hoteis. Fui estender minha canguinha embaixo de um coqueiro, eis que veio um lazarento do resort falar que só podiamos ficar na frente das cadeiras, ou seja, quase dentro do mar. Que raiva, quase chutei a canela dele. Foi o pior lugar que fomos. Os resorts dominam. Se vc nao estiver hospedado nao é bem vindo. Ficamos pouquissimo tempo e fomos embora. Mais uma vez pegamos a van e paramos na praia de XPU-HA. A praia tb tinha bastante sargaço, mas conseguimos deitar na areia de boa e ficamos o resto da tarde por la. Pagamos 80 pesos pra entrar. Dia 03/12 Nao estavamos dando sorte com as praias, o mar estava muito mexido e cheio de sargaços. Nao estava nos nossos planos ir em COZUMEL, mas arriscamos ir, e foi muito bacana! Me encantei pela ilha! Andando pela 5 avenida em Playa tem varias empresas de passeio. Queriamos fazer mergulho, mas como o mar estava ruim o moço nao nos aconselhou, ai apenas alugamos uma moto pra rodar e fazer snorkel no raso mesmo. Pegamos um ferry do winjet, o valor para dois e a motinha ficou 1150 pesos. Motinha furreca, caindo aos pedaços hahahah mas deu tudo certo. A ilha é gigante! Tem um centrinho super gostoso. Primeiro paramos no MONEY BEACH e mergulhamos ali mesmo. Nao tem areia, é tudo pedra, mas tem um bar que aluga espreguiçadeiras. Deu pra ver alguns peixinhos e corais. Seguimos os proximos pontos de mergulho mas nao paramos em nenhum. Ou a praia tinha sargaços, ou pagava pra entrar e tinha minimo de consumação (sem saber como tava a praia nao quisemos arriscar). Fomos para o outro lado da ilha, onde o mar é mais agitado, mas tem uma vista linda. Paramos na praia CHEN RIO e almoçamos no El Pescador. Nao tinha tanto sargaços e o mar estava bonito. Valeu a pena alugar a moto e conhecer a ilha toda, ver a vegetação e as pedras vulcanicas que tem aos montes, pena que o dia estava nublado e o mar mexido. Queria ter feito mergulho Voltamos pra Playa e seguimos para TULUM. 04/12 Ficamos hospedados no hotel Corazon de Jade, que fica na rua principal e pertinho do terminal. Alugamos uma bike (20 reais o dia) e fomos pras ruinas, fica a uns 3km do centro. Custou 70 pesos a entrada, dessa vez nao fizemos com guia. As ruinas sao lindas, com uma vista linda e o lugar é cheio de iguanas! Imperdível! Saindo de la fomos na PRAIA PARAISO. Ai sim minha gente, achei o mar do CARIBE! A praia é longa, extensa, tem resorts e bares, mas eles nao se importam de vc estender sua canga ao inves de alugar cadeiras, pelo contrario, te atendem na areia mesmo. Almoçamos e ficamos a tarde toda la. Tinha um pouquinho de sargaço, mas consegui entrar na agua! Voltamos para o hotel e fomos dar uma volta. O centrinho de Tulum é o centro que espero de uma praia. Com lojinhas de artesanatos, restaurantes, barzinhos, mas sem parecer shopping rsrrss, tudo bem zen. Achei carinha tb, tem que dar aquela barganhada. Gostei demais de la! A cidade é bem pequena mas bem ajeitadinha, estavam reformando o calçadao, tem bastante ciclofaixas, é limpa, tem varios cestos de lixo espalhados pela cidade. Amei ❤️ 05/12 Fomos de bike ate o GRAND CENOTE, fica a uns 5 km do centro. Pagamos 180 para entrar e tem banheiros, lockers, lugar pra tomar sol. Tem uma parte aberta e outra mais fechadas, são pequenas cavernas com morcegos e passaros. A agua é cristalina e tem tartaruguinhas. Tem tb ali perto o cenote DOS OJOS, mas era bem mais caro e acho que tem o mesmo perfil do Grand Cenote, porém maior. Preferimos voltar na praia Paraiso e ficamos ate umas 17h. Mar azul e um solao maravilhoso! A noite voltamos pra Cancun, iriamos embora no dia seguinte. 06/12 Tinhamos apenas a parte da manha pra passear, mas o tempo tava estranho, entao nem fomos a praia. Aproveitamos pra ir ate o Walmart pra comprar lembranças e tequilas. A tarde pegamos o voo de volta pro Brasil.
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    Olá pessoal, venho aqui humildemente relatar minha experiência, a viagem que eu fiz para Portugal, do dia 25-12 a 02-01-19. Como fiz tudo de maneira bem econômica, pode servir de informação para alguém com planos parecidos. Resolvi fazer só Portugal, gosto de envolver com um país por vez, acho que a experiencia fica mais rica. A imigração foi supertranquila, perguntou qual era meu destino, quanto tempo eu iria ficar, onde eu iria ficar hospedado, e depois repetiu a pergunta até que dia eu iria ficar. Hospedagem: Resolvi ficar hospedado somente em Lisboa e fazer outras cidades no esquema de bate e volta. Fiquei em um hostel no bairro de Misericórdia, perto do centro. Transporte: O transporte coletivo, em Portugal funciona extremamente bem, é muito tranquilo andar de metro, ônibus, bonde e trem. 25-12 Cheguei pela manhã em lisboa, como era feriado, não tinha nada aberto. Minha ideia era comprar um Chip de dados no aeroporto, só que estava fechado a loja. Tinha que arrumar um transporte para o centro. Fui para o metro, fica bem na saída do aeroporto. Para usar o metro e necessário ter um cartão chamado, Viva Viagem. Em todos os metros tem uma maquina de autoatendimento onde é possível carregar o cartão e se você não tem um cartão é só solicitar o cartão na mesma maquina. Adquirido o cartão e só recarrega-lo toda vez que for usar o metro. O cartão custa 0,50 euros, e uma viagem do metro custa 1,45 euros. Eu achei que não ia conseguir. pois a maquina só aceitava moedas e notas de até 10 euros e eu só tinha notas de 50 euros. Resolvi tentar usar meu cartão Nubank e não é que deu certo, as maquinas aceitam cartão internacional. As estações de metro de lisboa são super bem sinalizadas e cheias de informação. Olhei o mapa e indicava que deveria pegar essa linha vermelha do aeroporto, descer na estação Alameda e tomar a linha verde, rumo ao centro da cidade. Quando fui mudar de linha no metro, vi uma lojinha de celular aberta e comprei o chip de estava querendo, 15 euros, 5 giga de dados de internet por até mês. Fui procurar o hostel . Os checkin's em portugal são bem tarde só depois das 15:00. Mas eles deixam você deixar suas coisas e voltar mais tarde. Larguei tudo no hostel e fui bater perna pela cidade. Estava bem cansado da viagem e fiquei mesmo só andando sem pressa, fui até a praça do comercio, fiquei ali andando pelas margens do Rio Tejo. Mas tarde eu fui para o Miradouro São pedro de alcantra, onde tinha músicos de rua, varias barracas de comida e bedida da boa. Fui dormir cedo. 26-12- City tour, Castelo de São Jorge, Museus A primeira coisa que sempre gosto de fazer quando a disponibilidade é um City Tour. Achei na internet um Free walking tour que começaria as 10:30. Antes do tour começar eu vi uma barraca de apoio ao turista e resolvi comprar um Lisboa Card. Esse cartão tem validade de 24, 48 ou 72 horas e dá acesso gratuito e vários museus, descontos, e acesso gratuito a todo transporte urbano de lisboa. Comprei o de 48 horas. Não consegui achar um tour em português, só em espanhol e inglês. Escolhi o em inglês, no ponto de encontro tinha vários brasileiros todos eles foram fazer o tour em espanhol. No meu só tinha japoneses e franceses. O tour foi bem bacana ficamos rodando pelo bairro alto e pelo baixo chiado. Muita informação local e histórica. Toda vez que o guia ia falar alguma coisa relacionada ao Brasil ele olhava pra mim e perguntava se estava certo a informação. O tour durou cerca de 2 horas e meia. No final você contribui se quiser com quanto quiser. Terminado o tour fui comer alguma coisa e começar a usar os benefícios do meu Lisboa Card. Fui ao Castelo de São Jorge (desconto entrada lisboa card). Vista maravilhosa da cidade. Depois fui ao museu teatro romano, museu militar e museu do azulejo. Todos museus gratuitos com o lisboa card. A noite, peguei o metro e fui visitar o Shopping Colombo, é gigante, dá até para se perder. Alguns dizem que é maior shopping da Europa. Acabei aproveitando a oportunidade para assistir o filme do Aquaman, era em IMAX, uma tecnologia que ainda não tinha experimentado. 27-12 - Belém Tirei o dia para ir a Belém, e não me arrependi é espetacular. Não há linhas de metro, então fui pegar o bondinho, chamado de elétrico, 15E, ele leva exatamente para lá. Desci ao lado do Mosteiro dos Jerônimos. Ainda eram 9:00 e resolvi começar provando dos famosos pasteis de belém, muito saborosos. Depois visitei o mosteiro, lugar muito bonito. Ao lado do mosteiro tem o Museu de arqueologia, ambos free com lisboacard. Desci então a praça ao lado do mosteiro para achar o monumento Padrão do descobrimento. Depois voltei um pouco caminhando até o museu dos Coches e o museu MAAT. Faltava a cereja do bolo, e para terminar fui visitar a magnifica torre de belém. 28-12 - Sintra Ir de Lisboa à Sintra é bem simples. É só pegar o trem que sai da estação Rossio. Dá para aproveitar o mesmo cartão do metro, desde que ele esteja vazio, então só comprar na maquina a passagem. Peguei o comboio das 09:00 e 09:40 eu já estava em Sintra. Tirei a parte da manhã para visitar a Quinta da Regaleira, um dos lugares que eu mais queria visitar nessa viagem, e realmente não me decepcionei. Tem ônibus, mas achei caro 5 euros, e caminhei por cerca de 20 minutos até a entrada do parque. O lugar é imenso, fiquei umas três horas explorando o lugar e não foi suficiente para ver tudo. Voltei para o centro da cidade, almocei e fui pegar o ônibus 434 circuito pena. Desci no Castelo dos Mouros e fui explora-lo. A grandeza das muralhas e a vista que se tem do alto do castelo é de tirar o folego. Depois fui ao parque da pena, o lugar é imenso e explorei mais o palácio, ponto principal do parque e fui a alguns jardins. Começou a descer uma nevoa que dificultava até a andar e decidi encerrar minha visita. Voltei para o centro da cidade, fiz um lanche e fui para estação de Sintra pegar o comboio de volta para Lisboa. Ficou a sensação que se a viagem já tivesse terminado teria valido a pena. Dia 29-01 - Évora Para ir à Évora existem duas possibilidades, de trem ou ônibus. Os valores são bem parecidos e o tempo de deslocamento também. Optei por ir de ônibus, pois, os trem tem poucos horários disponíveis, já ônibus tem muitos horários, flexibilizando a viagem. Os ônibus saem do terminal rodoviário Sete Rios, dá para chegar lá rapidamente de metro pegando a linha azul e descendo na estação Jardim Zoológico. Cheguei em Évora e fui caminhar até centro histórico. Apesar de ter muitos turistas, a cidade tem um ar de muita tranquilidade. Escolhi visitar primeiro o templo romano, então coloquei no gps do celular e fui. No caminho cai bem na praça do Giraldo um dos lugares mais importantes de cidade onde tem uma belíssima igreja e os principais restaurantes da cidade. Visitei o templo, tirei umas fotos, bem em frente ao templo tem um pracinha bem tranquila, vale uma parada para tomar um café. Bem perto dali está a catedral de Évora, muito bonita. Tem varias opções de entrada. Eu peguei a completa e fui visitar a igreja, o claustro e o telhado. O telhado se tem um bela vista da cidade, vale a pena perder uns minutos só contemplando os vales que se perdem a vista. Depois fui visitar a bizarra capela dos ossos. O lugar é pequeno, mas vale a visita para tirar umas fotos e conhecer a história do lugar. Além da entrada na capela o ingresso também da direito a acessar algumas exposições que tem nos pisos superiores do prédio ao lado. Tinha uma exposição de presépios bem bonita, devia ter uma centena deles, de diversos tipos e materiais. Voltei para a praça do Giraldo, comi um lanche, e percebi que estava meio cansado e então resolvi voltar para terminal de pegar as 17:00 o ônibus de volta para Lisboa. Dia 30-12 - Cascais e Cabo da Roca Muito simples ir a Cascais desde Lisboa, é só pegar o trem que sai em intervalos curtos na estação Cais de Sodré. Cheguei em Cascais e já percebi a diferença na arquitetura da cidade, grandes mansões e casas de praia. Sai da estação e fui em busca de ver as praias próximas, apesar de pequenas são lugares até charmosos e bonitos. Por incrível que pareça a temperatura ambiente era 10 graus e tinha gente tomando banho. Visitei algumas praias, fiquei um tempo contemplando a paisagem, depois fui caminhando até a boca do inferno, ponto turistico. Voltei para o centro para almoçar. A tarde fui pegar um ônibus que leva ao famoso Cabo da Roca, o ponto mais ocidental do continente europeu. A estação de ônibus fica bem perto da estação de trem, a linha é a 403, que faz a rota de Cascais até Sintra e para no Cabo da Roca. O lugar é fantástico, uma paisagem muito bonita e uma energia muito boa. Passei horas simplesmente sentado contemplando o oceano e as formações rochosas. 31-12 Lisboa - Parque das Nações, Oceanário, Estádio do Benfica, réveillon. Ultimo de dia do ano, resolvi conhecer o parque das nações, fácil de chegar pela linha vermelha do metro, descendo na estação oriente. Fui ao Shopping Vasco da Gama. Depois desci para visitar o Oceanário de Lisboa, sensacional fauna marinha. Fiquei dando umas voltas pela região. Depois fui para outra ponta da cidade conhecer o estádio do Benfica. Infelizmente o estádio não estava aberto para visitação e visitei só o museu. Para encerrar fui a noite para o show da virada na praça do comercio, onde acompanhei a belíssima queima de fogos. 01-01 - Almada Nesse dia eu não tinha programado nada para fazer, acordei por volta do 12:00 devido a noite de réveillon. Acordei bem disposto e resolvi visitar o mercado da ribeira, não tinha muita coisa aberta, mas a gastronomia estava e deu para almoçar um belo Bacalhau a Braz. Ao caminhar pela beira do Tejo pensei porque não ir até o outro lado rio e assim o fiz. Tem uma estação hidroviária que leva de barco até Casilhas em Almada, viagem rápida, menos de 15min. É muito bonito ver Lisboa na outra margem, fiquei ali sentado um bom tempo contemplando-a. Explorando o lugar vi que tinha uma linha de ônibus que levava até o Santuário do Cristo e resolvi conhecer o lugar. O Santuário é muito bonito e vale a pena ser visitado até mesmo se você não for religioso. O miradouro de lá da uma vista fantástica de lisboa e em especial da ponte 25 de abril. 02-01 Porto Era um grande dilema ir ou não fazer um bate e volta até a cidade do Porto. Eu já sabia que a cidade merecia vários dias de roteiro, tempo com o qual eu não tinha. Há vários dias antes eu fiquei pensando se valia o risco de fazer uma coisa corrida dessas, pois é uma viagem longa e com certeza o dia ia ser muito corrido. Acabei achando na internet um relato de um viajante que tinha feito um bate e volta lisboa-porto e gostei do roteiro ( https://www.umviajante.com.br/portugal/127-roteiro-do-porto-portugal-parte-um ). Praticamente eu fiz o mesmo roteiro do rapaz, só a diferença que eu cheguei mais cedo e fui primeiro no estádio do clube do Porto. Peguei o trem as 7h em Lisboa na estação Santa Apolônia e por volta de 10h eu estava no Porto. Usei metro também, o esquema do é bem parecido com de Lisboa, tem que adquirir um cartão, que nesse caso se chama Andante. Primeira parada foi no estadio do Dragão, casa do Clube do porto, o metro te deixa na porta do estádio, dei sorte cheguei bem na hora que iria começar a visita guiada pelo estádio. Muito bonito conhecemos tudo dentro da arena, sala de imprensa e vestiário, gramado e arquibancadas vips. Visitei também o museu que conta toda história do clube, bem bacana e interativo. Peguei o metro até a estação trindade e de lá em peguei a linha amarela que leva até Vila Vila Nova de Gaia. Desci na estação que logo depois da passagem sobre a famosa Ponte Luiz I, meu objetivo. Sensacional a vista!!!!! É esplendido o rio Douro e a Ribeira vista de cima da ponte. Voltei caminhando por cima da ponte até o lado do Porto e desci para a ribeira. Fiquei um tempo por ali contemplando e curtindo os músicos de rua. Resolvi me dar o luxo de almoçar por ali naquela vista maravilhosa das margens do Rio do Douro. Resolvi experimentar a famosa francesinha acompanhada do famoso vinho do porto. Ali perto da ponte tem um funicular que leva até a parte alta do centro histórico e desci perto da praça Batalha. De lá segui andando até a catedral da Sé, muita bonita. Depois visitei algumas praças que tem por perto e foi ver a torre dos Clérigos. Fui também conhecer a famosa livraria Lelo, também conhecida como livraria do Harry Potter. Estava meio tumultuada, muito lotada, mas o lugar é muito bacana e bonito. Também dei uma passada na estação são bento, onde tem belos azulejos, fui a praça da liberdade fiquei um tempo por lá. Esse trajeto foi perfeito para eu chegasse na estação trindade e pegar o metro de volta a estação de trem de campanha e as 19h eu estava voltando para Lisboa. Valeu a pena fazer o bate e volta, mas realmente a cidade do Porto merece mais tempo de visita, tem lugares fantásticos. Um dia eu volto quem sabe. E na manhã seguinte bem cedo, para minha tristeza, voltando para o Brasil. The end.
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    estive no Peru em outubro e é como todos ja disseram acima, porem peguei um contato aqui no mochileiros e contratei os passeios direto daqui pelo whatsapp, acho até que poderia ter pago mais barato mas o suporte que esse cara me deu valeu a pena, rrsr no fim ainda dei 20 soles de gorjeta. se quiserem segue o contato dele Ronald +51 97 6919696
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    Amigo sempre é aconselhável fechar todos os passeio por la mesmo, muitas vezes conseguimos preços bem mas em conta, mas por outro lado pesquisado e lendo em vários tópicos, vi que os preços nao mudam tanto assim, e as vezes fazemos economia de palito em economizar um valor muitas vezes irrisório para quem viaja, vou te passar uns contato de um cara que eu inclusive peguei o numero de um dos membros daqui do Fórum, que fez alguns passeios com ele, ja fiz algumas pesquisas e ele ate agora foi o mas em conta, estou fechando praticamente todos os passeios com ele, nome da Agencia Peru Si, fala com o Edwin Soccno Escobar , +51984800117
  29. 1 ponto
    DICAS BACANAS RIVIERA MAYA - RESUMIDA CANCUN - Aeroporto compre passagem para Playa direto no guichê da ADO sem cair na conversa de taxistas e outros assediando no aeroporto. Visite Isla mujeres saída do ferry de puerto juarez (menor valor) e PLAYA NORTE azul indescritível!!!!!!!!!!!!!!! PLAYA DEL CARMEN - Local top para montar BASE, vans na calle 2 muito tranquilo. COZUMEL: MELHOR SNORKEL DO MUNDO, visibilidade INCRÍVEL top (local que recomento todo recife do lado esquerdo do ferry ate o money bar), muita vida marinha, peixes de medio porte e vi 2 arraias manta (sensacional) - Procure nas agencias que fazem o transporte/ferry porque existe diferença de valores entre as empresas. AKUMAL - SEM PALAVRAS MARAVILHOSO, faça snorkel no lado esquerdo da praia próximo as casinhas de akumal, arraia e tartarugas gigantes e muita vida marinha.... (foto abaixo) neste local usei nadadeiras sem problemas (foto das tartarugas abaixo). TULUM: Ruinas e bonita vista para praia linda mas para quem gosta de snorkel não recomendo! MÉXICO CITY - Faça tudo por conta nada de contratar passeios inclusive pirâmedes de teotihuacan (basta pegar um metro bus na avenida atras da torre latino americana direto ao terminal norte e lá um ônibus de linha teotihuacan (PMX104,00 ida e volta) - viagem tranquila; outra dica bacana e metro bus para sair do aeroporto para centro da cidade (precisa ter cartão do onibus com créditos para entrar); o metro se tiver muitas malas é complicado e pode ser inseguro. PANAMÁ - Não gostei, tudo depois da riviera maya ficará nivelado por baixo!!!!, mas as praias da capital são horriveis e canal do panamá não é tão bonito assim!!!
  30. 1 ponto
    Oi, gente! Vim contar a 2ª parte da viagem de 24 dias que fiz em janeiro/2017 com meu marido e um amigo. Nosso roteiro de viagem foi basicamente esse: 30/12 - Chegada +- 12:00 na CDMX 31/12 - CDMX 01/01 - CDMX 02/01 - CDMX 03/01 - CDMX 04/01 - CDMX / bus para Puebla 05/01 - Puebla 06/01 - Puebla / bus para Oaxaca 07/01 - Oaxaca 08/01 - Oaxaca 09/01 - Voo para Mérida 10/01 - Mérida 11/01 - Chichén Itzá / bus para Tulum 12/01 - Tulum 13/01 - Tulum 14/01 - Tulum 15/01 - ferry para Cozumel pela manhã 16/01 - Cozumel / ferry para Playa del Carmen 17/01 - Playa del Carmen 18/01 - Playa del Carmen 19/01 - Playa del Carmen 20/01 - Playa del Carmen 21/01 - Playa del Carmen 22/01 - Playa del Carmen 23/01 - Voo de retorno pela manhã A primeira parte, CDMX, Puebla e Oaxaca, eu já relatei aqui: http://www.mochileiros.com/mexico-cdmx-puebla-e-oaxaca-t144367.html Vou contar agora sobre a parte que está em negrito aí em cima. Como dá para perceber, praia, praia e mais praia, com Chichén Itzá de bônus. Hospedagens: Como estávamos em 3 pessoas, em alguns casos o Airbnb ficou mais em conta do que hostel. Mérida: Hostal La Ermita - USD 38 por 2 diárias Valor de um quarto para duas pessoas com banheiro privativo (nosso amigo ficou em um quarto individual, banheiro compartilhado, USD 17,50 as duas pernoites). Café da manhã incluído, wi-fi, cozinha coletiva, piscina (que nem chegamos a usar). Fica a uns 15 minutos de caminhada do Zócalo, mas muito perto do terminal de ônibus da ADO, o que para nós fez bastante diferença pois o ônibus para Chichén Itzá era bem cedo. Tulum: Posada Malix Pek - USD 272 por 4 diárias (valor para 3 pessoas) Apartamento com um quarto com cama de casal, banheiro, sacada e mais um ambiente grande que era cozinha, sala de jantar e tinha outra cama de casal. Boa localização, wi-fi incluso, empréstimo de bicicletas para os hóspedes. Não oferecia café da manhã, mas a cozinha era bem equipada e usamos para fazer diversas refeições. Cozumel: https://www.airbnb.com.br/rooms/15253666?location=cozumel&s=0FDzRRy- - USD 62 uma diária para três pessoas. É uma casa de hóspedes no pátio da casa da anfitriã. Lugar muito bonito, com um quarto e um sofá-cama na sala. A proprietária foi muito simpática e gentil ao nos deixar entrar antes do horário de check-in e sair depois do horário de check-out, visto que não havia outras reservas. Playa del Carmen: https://www.airbnb.com.br/rooms/9923131?guests=3&adults=3&location=Suites%2034%3A40%2C%20Calle%2034%20Norte%2C%20Playa%20del%20Carmen%2C%20M%C3%A9xico&s=vlesiaR2&check_in=2017-10-16&check_out=2017-10-23 - USD 320 por 7 diárias Excelente apartamento. Dois quartos, cada um com ar-condicionado e banheiro. Cozinha equipada, wi-fi, perto de supermercados e restaurantes. Fica a uns 10 minutos de caminhada da praia, o que para nós não foi nenhum problema. Para quem estiver de carro, tem garagem. O proprietário foi muito gentil e atencioso conosco. Sobre as duas pernoites em Mérida Mérida entrou no nosso roteiro por dois motivos: 1º conseguimos uma passagem por 10.000 milhas Smiles a partir de Oaxaca e 2º tem um ônibus que sai bem cedo rumo a Chichén Itzá e que é perfeito para quem quer chegar lá antes das multidões. Entre a chegada e a partida deixamos um dia cheio para conhecer algo por lá, mas não diria que é imprescindível. Há o Gran Museu da Cultura Maya que dizem que é sensacional e eu gostaria de ter conhecido, mas infelizmente estivemos lá justo em uma terça-feira, dia em que está fechado. 1º dia Boa parte do dia foi tomada pelo voo vindo de Oaxaca, com conexão na Cidade do México. O que salvou nossos bolsos na zona de embarque do aeroporto da CDMX foi ter encontrado uma 7eleven para fazer um lanche bem barato. Chegamos em Mérida à tarde. A visão do Golfo do México enquanto o avião está próximo de pousar é maravilhosa! Pegamos um Uber para ir até o hostel, o ônibus não passa no aeroporto e teríamos que caminhar um bom trecho até a parada. O Uber saiu 48 pesos, muito barato. Depois de fazer check in, comprar umas coisinhas em um mercado próximo e fazer um lanche, fomos conhecer o Zócalo de Mérida. Já começava a anoitecer. Pesquisamos em algumas empresas de turismo sobre um passeio para o dia seguinte e depois de algumas opções fechamos o tour Charcas de Sal com a La Jarana Tours, por 600 pesos por pessoa. Deu tempo de conhecer o Palácio de Governo, construção bem bonita e com obras de arte expostas. Entrada gratuita. Estavam acontecendo umas apresentações em comemoração ao aniversário da cidade. Pegamos cervejas e salgadinhos na Oxxo e ficamos por ali curtindo. Depois, jantamos no Los Trompos - misto de fast food com comidas locais a bons preços. Comida gostosa, juntos gastamos 271 pesos. 2º dia Cedinho nosso guia nos buscou para o passeio do dia, uma simpatia ele! A primeira parada do dia foi na reserva ecológica El Corchito. Foi nosso primeiro contato com os ojos de agua, uma espécie de “introdução” antes de conhecermos os cenotes. A cor da água é incrível! Ela é fria, mas o banho é irresistível! Cuidem seus pertences e mochilas, pois diversos quatis vivem soltos ali e arrastam qualquer coisa que pareça de comer. Depois, conhecemos as tais charcas de sal. São lagunas rosadas, onde vivem dezenas de flamingos. A terceira e última parada do dia era em Progreso. Tempo livre para almoçar e aproveitar a praia. Olhamos o cardápio do restaurante onde o guia nos levou e nos pareceu interessante, pedimos um peixe achando que seria suficiente para dividirmos, mas quando veio, era porção para uma pessoa. Pedimos outros petiscos (nachos, guacamole) e cervejas e nessa brincadeira gastamos 375 pesos. Quem quiser fazer um lanchinho mais econômico por lá, tem uma Oxxo bem pertinho. O resto da tarde seria para aproveitar praia, mas quem disse? Ventão muito forte, mar agitado, ninguém se animou a entrar na água. Ficamos andando de um lado para o outro para matar tempo. Retornamos para Mérida. Mais tarde, jantamos novamente no Los Trompos, dessa vez deu 252 pesos. Compramos uns sanduíches e sucos para tomar café da manhã no ônibus no dia seguinte, pois sairíamos antes do horário do café no hostel Chichén Itzá: É tudo isso que falam? Sim! Tudo isso e muito mais! Sensacional! 3º dia O ônibus para Chichén Itzá saiu 6:30. A passagem já estava comprada há alguns dias, e custou 140 pesos por pessoa. Comemos nosso café da manhã e dormimos o restante das duas horas de trajeto. Chegando lá, deixamos nossas mochilas no guarda-volumes (pagamos 80 pesos por cada, para ficar o dia inteiro). O valor da entrada ao parque é de 237 pesos (70 tarifa nacional+167 tarifa estadual). Na entrada do sítio já há diversos guias oferecendo seus serviços e juntando pessoas com interesse em formar um grupo para rachar o valor, de modo geral eles cobram 800 pesos por grupo. Entramos para primeiro conhecer por conta. O lugar estava ainda bem vazio e deu para tirar várias fotos na Pirâmide de Kukulcán sem gaiatos aparecendo! Só mesmo chegando cedo para conseguir essa proeza! Depois de explorar bastante por conta, retornamos à entrada e contratamos uma guia. Ela nos propôs fazer um tour um pouco menor, com cerca de uma hora e meia de duração, por 650 pesos. Achamos ótimo, porque nossa intenção era pegar um guia exclusivo, sem dividir com pessoas desconhecidas (e com chance de vir de brinde algum mala ). A guia, Angélica, é descendente de maia e o passeio com ela foi excelente, suas explicações eram cheias de entusiasmo. A não ser que tu estejas fazendo um mochilão bem econômico e contando os trocados, recomendo muito fazer o passeio com guia. Enriqueceu demais a visita! No começo da tarde, o lugar já estava entupido de gente. Comemos em uma lancheria da entrada do parque, que não tinha preços tão abusivos quanto pensávamos que teria: hambúrguer+refri=112 pesos. Pegamos um táxi que nos levou ao cenote de Ik Kil. Marcamos com ele um horário para nos buscar e cada trecho saiu por 80 pesos. A entrada de Ik Kil custou 70 pesos. Para descer à área de banho do cenote, não é permitido levar mochilas. Alugamos um armário para deixar nossas coisas por 30 pesos. Além disso, eles também alugam máscara, snorkel e coletes flutuantes. O lugar é espetacular! A água é fria, pois fica em um buraco onde quase não bate sol. Para os friorentos -como eu- uma blusa de lycra ajuda. Quando cansamos de tomar banho, todas as pessoas que tinham chegado tarde em Chichén Itzá estavam chegando em Ik Kil, abarrotando o lugar. Na hora combinada, o taxista estava nos esperando. Retornamos a Chichén, retiramos nossas mochilas do guarda-volumes e ainda deu tempo de dar uma olhada nos artesanatos. Fica a dica para quem pretende fazer compras: as coisas aqui são bem mais baratas do que em Tulum, Cozumel ou Playa del Carmen. O ônibus levou cerca de duas para chegar em Tulum. A pousada onde nos hospedamos fica a uma quadra e meia do terminal. Deixamos nossas coisas e saímos para conhecer os arredores. Há diversos restaurantes, bares, lojinhas e alguns mercados e lojas de conveniência. Jantamos no La Nave, pizza bem gostosa e ceva gelada, cada um gastou 125 pesos. Tulum - 3 dias inteiros Deu tempo de fazer as principais coisas que queríamos, mas eu ficaria mais tempo ali fácil fácil. Tem um clima tranquilo, ar de cidade pequena. Apesar do centro de Tulum ficar um pouco afastado da praia, é bem tranquilo de chegar pedalando em praias públicas maravilhosas, próximas às ruínas. Muitas pousadas (como a que ficamos) oferecem empréstimo de bikes para seus hóspedes, e na avenida principal existem muitos estabelecimentos que oferecem aluguel. 4º dia Pegamos as magrelas e fomos direto para as ruínas de Tulum. O estacionamento para bikes, inclusive, deixa bem mais perto da entrada do que as pessoas que vem de ônibus de excursão, carro ou táxi, que precisam caminhar mais um pedaço. O ingresso para o sítio custou 70 pesos por pessoa. Tudo muito bonito e encantador, mas quando batemos o olho no mar… não deu mais para prestar atenção em ruínas. Eu e o Rodrigo estávamos vendo pela primeira vez na vida o mar do Caribe, e ele não parava de nos chamar para o mergulho! Terminamos a visita na correria, buscamos as bikes e pedalamos mais uns minutos em busca de um acesso à praia. No primeiro que pareceu ser público, entramos. Prendemos as magrelas em uma árvore mesmo. Havia alguns beach clubs, mas bastante espaço na areia para quem quiser chegar e ficar por ali. Corremos para o banho de mar. Delícia! Depois de muuitos banhos de mar, de sol e cervezitas à sombra dos coqueiros, fomos embora. No caminho de retorno, na Avenida Tulum, passamos por uma taquería do jeito que a gente gosta: simples e barata. E os tacos eram deliciosos. Chama-se Taquería El Arbolito, gastamos 138 pesos no almoço com bebida para nós três! Como nos hospedamos em uma espécie de quitinete, compramos coisas para cozinhar. Encontramos uma peixaria que vendia uns camarões enormes por ótimo preço, mas somente pacote de 2 quilos. Tivemos que fazer o “esforço” de consumir dois quilos de camarão em três dias! 5º dia Amanheceu chovendo, então ficamos pela pousada. Almoçamos ali perto em um restaurante bem simples, PF super bem servido a 75 pesos por pessoa. O tempo deu uma melhorada e saímos com as bikes. Nos enfiamos em umas ruas que, teoricamente, levariam à praia, mas depois de um tempo… a estrada não tinha saída! Como a beira-mar tem muitos estabelecimentos (hospedagens e restaurantes), as vias de acesso à praia são restritas. Voltamos tudo e fomos para a mesma praia do dia anterior, aproveitamos até o final da tarde. À noite, compramos um isopor para carregar nossas bebidas. As long necks nos quiosques de praia custam em média 55 pesos, enquanto nos mercadinhos pagávamos 15. É fácil de achar isopor à venda, tem até na Oxxo. Compramos um por 60 pesos. Queríamos muito ir ao cenote Sac Actun e pesquisamos em diversas agências de turismo, mas nenhuma fazia esse passeio (e, obviamente, tentavam nos convencer a comprar os outros passeios que eles ofereciam, que eram mucho mejores que o Sac Actun ). Consultamos alguns motoristas de táxi, que queriam nos cobrar 1400 pesos para levar, esperar e trazer de volta. Acabamos alugando um carro pelo site da Rental Cars, locadora Álamo. Entre diária e gasolina, gastamos cerca de 600 pesos. 6º dia Buscamos o carro na locadora e nos tocamos para o Sac Actun. Esse fica na mesma estrada que leva ao cenote Dos Ojos, mas uns quilômetros mais para dentro. A visitação ao Sac Actun acontece somente em passeios com guia, snorkel ou cilindro. Como não somos habilitados para mergulho em cavernas, fomos no tour de snorkel, custou 450 pesos para cada. Foi indescritível! O lugar é lindo! A água tem uma cor incrível! E os lugares que chegamos, saguões enormes repletos de estalagmites… uau! 45 minutos que passaram voando, mas que valeram muito a pena. A água é bem fria, até porque grande parte do tempo ficamos em locais sem nenhuma incidência de sol. Usei blusa de lycra e meias de neoprene e fiquei confortável. Almoçamos novamente na Taquería El Arbolito (de novo gastamos 138 pesos, para os três, com bebida). Decidimos aproveitar que estávamos de carro e conhecer um lugar mais distante. Tínhamos lido uma recomendação a respeito de Boca Paila e fomos até lá. Essa praia fica dentro de uma reserva ecológica (entrada paga, 32 pesos por pessoa). Andamos bastante até chegar em um ponto com acesso à praia, boa parte do tempo em estrada de terra. Quando chegamos lá, o vento estava forte e as árvores faziam sombra na minúscula faixa de areia... Enfim, claro que o lugar é bonito, mas não vale o trabalho para chegar até lá… Final de tarde devolvemos o carro. À noite, demos mais uma passeada pela Avenida Tulum e jantamos no apê, para dar fim ao nosso pacotão de camarões. Cozumel - dois dias e uma noite Fomos para Cozumel com o mesmo objetivo de milhares de pessoas que vão para lá: mergulhar. E foi espetacular. Mas para curtir praia, não é dos melhores lugares, a não ser que o ser humano vá ficar em um resort. Há poucas praias públicas e os deslocamentos na ilha são complicadinhos. Mas sem dúvida o mergulho fez tudo valer a pena! 7º dia Cedo pegamos uma van rumo a Playa del Carmen (45 pesos para cada). Descemos no ponto final (fica na Calle 2 Norte, entre as Avenidas 15 e 20) e caminhamos até o píer, de onde saem as balsas para Cozumel. Compramos na hora o bilhete de ida e volta (100 pesos por cabeça) com a México Waterjets. Saímos no ferry seguinte, das nove horas, e o horário da volta ficou em aberto. A travessia dura uma meia hora. Chegando, fomos direto à sede da Blue Magic, fechar o mergulho para o dia seguinte. Cozumel tem dúzias de operadoras de mergulho, pesquisamos uma bem conceituada porque não temos muita experiência e estávamos há muito tempo sem mergulhar. Justamente por causa desse período de tempo grande sem praticar, o proprietário nos disse que ou a gente pagava para um dive master nos acompanhar, ou a gente fazia um curso de “refresh” (onde a gente ia gastar bem mais grana) ou ele não nos atenderia porque estaria nos colocando em risco. Apesar de termos que desembolsar mais, nos sentimos muito seguros e achamos que ele foi muito profissional. O pacote dois tanques, aluguel de regulador, neoprene e colete custou USD 104 para cada, e para o acompanhamento da dive master nós três rachamos o valor de USD 75. Caro? Sim. Mas é mergulho em Cozumel! Não é pouca porcaria! Fomos levar nossas coisas para a casa que pegamos pelo Airbnb e em seguida já saímos para aproveitar praia. Tínhamos lido um relato aqui mesmo no Mochileiros de uma moça que ficou no Money Bar, e que ela pôde usar a estrutura de espreguiçadeira, banheiro etc desde que consumisse algo no bar. Pegamos um táxi (deu 120 pesos, valor combinado antes de entrar no táxi), mas chegando lá não foi bem assim. Talvez as coisas tenham mudado, ou talvez foi porque estávamos em mais pessoas, ou talvez ele não foi mesmo com a nossa cara… mas nos cobraram 500 pesos em consumo (para nós três). Não ficamos muito felizes com a ideia, mas já que estávamos ali… Pedimos logo um baldinho de cervejas, o jeito era relaxar e aproveitar o lugar maravilhoso onde estávamos! Ali tem snorkel e máscara para alugar, mas levamos os nossos. Caímos na água e já ficamos encantados. Que transparência! Isso que estava nublado. Um tempo depois, começou a chover e a ventar forte. Ainda fizemos um lanche dentro do bar, na esperança de que o tempo melhorasse, mas não rolou. Pegamos outro táxi para ir embora (outros 120 pesos). Mais tarde, saímos para conhecer o centrinho de Cozumel. Aquela coisa de sempre: lojinhas, artesanatos, restaurantes… só que tudo mais inflacionado. Jantamos no Los Otates, a poucas quadras da beira-mar, saindo um pouco da parte mais badalada. Lugar simples, ceva gelada e comida típica mexicana, boa e barata. Precisa mais que isso? Comemos guacamole, tacos e burritos e gastamos ao todo 400 pesos. 8º dia Nos encontramos na sede da Blue Magic com nossa dive master, a Cris, que para sorte nossa era brasileira e super querida. O primeiro ponto do mergulho foi Palankar Jardines. UAU! Muitos corais coloridos. Vimos uma arraia imensa e uma tartaruga. Visibilidade de aproximadamente 50 metros! Demais! Passou em um piscar de olhos. Voltamos para o píer para trocar os cilindros, e fomos para a segunda caída na água: Tormentos. Igualmente espetacular! Como comentei antes, o mergulho fez valer a pena a ida para Cozumel e os vários dólares desembolsados, a fama do mergulho lá não é de graça! Para almoçar, fomos novamente no Los Otates, que comida gostosa! Deu tempo ainda de tirar um soninho, e pegamos o ferry das seis da tarde para voltar à Playa del Carmen. Na saída do terminal dos ferrys, o assédio dos taxistas é grande, assim como o preço. Queriam nos cobrar 100 pesos até o apartamento em que ficaríamos. Andamos mais três quadras e abordamos outro taxista, que nos cobrou 35 pesos! Aí sim! Largamos nossas coisas e fomos em um supermercado próximo fazer praticamente um rancho, pois a estadia seria de sete noites. Jantamos no apê e ficamos por lá. Playa del Carmen - 7 noites Escolhemos ficar bastante tempo em Playa porque é um lugar de onde se chega a muitos pontos de interesse dos arredores com facilidade e para curtir praia, sem programação nenhuma, na hora que desse vontade. E foi uma ótima escolha. Intercalamos passeios com dias completamente à toa, que era exatamente nosso objetivo. 9º dia Enchemos nosso isopor de Coronas e fomos para a Praia de Mamitas, a uns dez minutos do apartamento onde ficamos. É uma das mais conhecidas de Playa del Carmen. Cheia de hotéis à beira-mar e clubes de praia. É um lugar muito legal e ponto de encontro de tudo que é tipo de gente: famílias com crianças, hippies, mulheres de top less, homens de sunga fio dental, todo mundo convivendo na boa, curtindo a praia. Como era o primeiro dia, demos uma caminhada de reconhecimento e nos ajeitamos em um lugar na areia. Apesar dos diversos estabelecimentos na praia, há uma faixa de areia livre, qualquer um pode chegar ali, colocar sua toalha ou canga e ser feliz! Basicamente, nosso dia se resumiu a intercalar chimarrões com banhos de mar, e a partir de um certo momento, intercalar cervejinhas com banhos de mar. Lanchamos uns petiscos que levamos (Sabritas e amendoins). À noite, fomos conhecer a famosa 5ª avenida. É legal para passear, mas é uma rua cheia de lojas de grife caras, restaurantes das mais variadas cozinhas -caros- e até as lojas de artesanato são caras. Novamente jantamos no apartamento. 10º dia Pegamos um táxi do apartamento até o ponto de onde saem as vans em direção a Tulum, na Calle 2 Norte, entre as Avenidas 15 e 20. A van custou 40 pesos por pessoa, ela deixa na estrada e de lá dá uns dez minutos de caminhada até chegar em Akumal. Mal colocamos os pés na areia e fomos abordados por um homem que se apresentou como guia. Disse que Akumal atualmente é uma reserva protegida por leis, e que para mergulhar com as tartarugas é obrigatório estar acompanhado de guia e usar colete flutuante. Nos cobrou a bagatela, se estou bem lembrada, de 400 pesos por pessoa. Tínhamos lido diversas informações desencontradas na internet, algumas pessoas disseram ser obrigatório acompanhamento de guia enquanto outras relataram que fizeram tudo por conta própria. Mencionamos que gostaríamos de entrar no mar sozinhos, que já tínhamos nossas máscaras e snorkels, então ele mudou um pouco o discurso e disse que só era permitido entrar acompanhado de guias na área delimitadas por bóias, mas que para o lado direito da praia, após umas pedras, o acesso era livre. Bom, fomos para a tal parte livre, e… não era bem assim. A parte “pertence” a um resort e o segurança não queria de jeito nenhum a gente ficar ali “perturbando” seus ricos hóspedes. Discutimos, batemos pé, até que coloquei a canga e sentamos ali, aí o bonito se plantou atrás de nós e ficou nos vigiando. Fui para a água, puta da cara, enquanto os guris ficaram cuidando das nossas coisas. Dentro da água, a história foi bem diferente. Não demorou quase nada para dar de cara com uma bela arraia! Logo em seguida, a primeira tartaruga. Linda! Mais pessoas se aproximaram dela, saí de perto e logo encontrei outra. E isso se repetiu por algumas vezes. Sempre que mais alguém se aproximava, eu me afastava e não demorava para encontrar outra, para que ficássemos “a sós”. É simplesmente fantástico nadar junto com o bicho, no seu habitat natural, acompanhando seus movimentos. Ela sobe para respirar, depois mergulha de novo, se alimenta do capim que tem no fundo… e assim vai. É a coisa mais fofa! Bom, saí da água para deixar um deles ir mergulhar, e o nosso “guarda-costas” seguia lá! O Rodrigo foi para a água, e eu e o Rico desistimos de ficar ali com um vigia em cima de nós. Ele nos constrangeu até conseguir o que queria: pegamos nossas coisas e fomos para uma parte que não “pertencia” ao resort (coisa mais irritante um resort ou hotel possuir uma praia, lugar que sempre deveria ser público). Depois disso, aproveitamos o resto da manhã com mergulhos e sempre encontrando as tartarugas. Antes de ir embora, ainda fui perguntar em uma tenda que tem na entrada da praia como funcionavam os mergulhos com guia. A moça disse que não era obrigatório acompanhamento do guia, que na área demarcada era obrigatório somente o uso do colete (para proteção dos corais e das tartarugas), e que o serviço de guia “garantia que a pessoa veria tartarugas, porque os guias conhecem o lugar e sabem onde achá-las”. Enfim, como deu para ver, diversas informações desencontradas. Esse quiosque aluga todos os equipamentos para quem quer mergulhar por conta, e há inclusive lockers para alugar e deixar os pertences. Saímos de lá com um sentimento misto. Tivemos uma experiência maravilhosa com as tartarugas, mas por outro lado sentimos que eles tentam enrolar os turistas com esse papo de guia obrigatório. Sem contar o episódio do resort… Ficamos chateados porque é um lugar maravilhoso, que deve sim ter um controle de acesso para a sua preservação, mas de maneira organizada, com informações claras e operadores autorizados. Escrevendo este post, li algumas notícias de que Akumal esteve fechada para os mergulhos com tartarugas (no período logo após a nossa viagem), mas que já foi liberada novamente. Para quem está pretendo ir para lá, acho que vale a pena acompanhar a situação por aqui: http://www.ceakumal.org/ . Fizemos um lanche no Oxxo que tem junto à saída da praia e voltamos até a estrada para pegar uma van até o Cenote Azul. A van deixa na entrada do cenote, a entrada custa 80 pesos. O cara que nos vendeu as entradas disse que a gente não podia entrar com nosso isopor, mas que não havia problemas em deixar ali com ele. Que lugar lindo e agradável! Que cor da água incrível! Há desde uma parte funda, onde a galera pula de cima da pedra, até pontos bem rasinhos. As pedras no fundo, em diferentes profundidades, dão à água variados tons de azul e de verde. Sensacional! Tinha muitas famílias, grupos de amigos, pessoas com crianças, casais. Apesar de ter bastante gente, o lugar é muito tranquilo. Sensação de paz! Ficamos lá o resto da tarde. Na hora de ir embora, estávamos na estrada esperando a van e de repente encosta um busão com a placa indicando que estava indo até Cancun. Nos olhamos e… porque não. Entramos no ônibus. Era um pinga-pinga, mas nos deixou na esquina do nosso apartamento! Tentei descobrir algo mais sobre esse ônibus, tipo frequência e horários, mas não encontrei nada. A empresa era Rutas del Sol. No térreo do prédio onde estávamos, tinha uma loja de uma família argentina. Comemos umas empanadas bem gostosas, e ainda havia produtos para chimarrão (erva-mate, cuia e bomba). Fica a dica para algum gaúcho, argentino ou uruguaio que estiver por lá: Calle 34 Norte esquina com Avenida 40. 11º dia Para economizar, tínhamos comprado um protetor solar vagabundo, mas… ele não deu conta, então estávamos bem vermelhos e ardidos. Resolvemos ficar em um beach club, para poder ficar sob um guarda-sol (e a economia foi por água abaixo... hehehe). Escolhemos o Mamita’s Beach Club, um ombrelone com três espreguiçadeiras por 100 pesos em consumo por pessoa. Um detalhe importante é que eles não permitem que as pessoas levem bebidas ou alimentos de fora, então nesse dia deixamos nosso isopor em casa. Consumimos umas cervejas e uns petiscos lá, porque tínhamos que gastar esse valor, mas fora isso tem uma loja da Oxxo bem pertinho e dá para ir lá lanchar ou bebericar algo. O dia foi completamente à toa, aproveitando aquela praia maravilhosa. 12º dia Mais um dia de praia e sem grandes acontecimentos. Pela manhã ficamos em um lado um pouco mais afastado da Praia de Mamitas, mas estava um pouco ventoso. Depois de almoçar em uma hamburgueria (Hamburgueria Brontos, um hambúrguer + um suco saiu 60 pesos), voltamos para o apê para tirar um cochilinho básico. Saímos para conhecer mais um pedaço da 5ª Avenida. Lojas e restaurantes bodosos, enfim, não é a nossa. À noite fomos ao Walmart. Aqui é o lugar para comprar souvenirs e bugigangas em geral em Playa del Carmen! A grande maioria dos souvenirs que tem à venda nas lojas da 5ª Avenida tem aqui por metade ou até um terço do preço! Tem tudo o que se pode pensar em comprar para levar de lembranças: ímas, bolsas de praia, camisetas, chaveiros, canetas, garrafinhas de tequila etc. Bugigangas variadas para aproveitar a praia também tem: bóias, máscara e snorkel, cadeira, guarda-sol, até colete salva-vidas. Todas as compras de souvenirs que queríamos, fizemos nesse dia. 13º dia Queríamos ir a um lugar não tão turístico dos arredores e pedimos uma dica para o Edgar (proprietário do apê), ele nos indicou XCacel. Pegamos um táxi até o ponto das vans (30 pesos) e depois uma van até lá (45 pesos por pessoa). É um lugar bem interessante porque combina praia (Xcacel) com cenote (Xcacelito). Dá para tomar banho de mar, caminhar poucos minutos e mergulhar no cenote. É uma área protegida e para entrar é necessário pagar uma contribuição. O valor sugerido é de 20 pesos. Como qualquer praia da Riviera Maya, essa não decepcionou: é linda! É completamente roots, não tem estrutura nenhuma de quiosques, vendedores, resorts infernizando a vida alheia ou coisas do tipo. Possivelmente por isso, a praia estava bem vazia. As poucas pessoas por ali ficavam a muitos metros de distância umas das outras. Porém, o vento nesse dia estava muito forte e o mar bastante agitado. A ventania estava tão desagradável que resolvemos juntar folhas e pedaços de pau e construir um abrigo . Foi engraçado! Ficamos amontoados na nossa “casinha”, tomando chimarrão e curtindo o visual da praia. As poucas pessoas que se animavam a entrar no mar saíam em poucos minutos, porque ele estava muito forte e com repuxo. Nós não encaramos. Depois de um tempo, resolvemos ir para o cenote. Mas, se a praia estava ruim, o que todas as pessoas que estavam em Xcacel pensaram? Exato. Que no cenote estaria melhor. O cenote é bem pequeno, está mais para um olho de água. E tinha um número de pessoas maior do que as que estavam espalhadas por toda a extensão da praia. Como o Edgar havia falado, é um local onde os moradores dos arredores vão para passar o dia, especialmente nos fins de semana. Estivemos lá em um sábado, então acredito que durante a semana seja melhor de conhecer. Bom, o número de pessoas dentro da água levantou bastante areia e sedimentos do fundo, e a água não estava tão límpida como nos outros cenotes. Nos banhamos um pouco e decidimos voltar para Playa Del Carmen. Descemos no ponto final das vans e fomos conhecer o Portal Maya. Depois, ficamos na praia por ali mesmo. Havia uns barcos na areia, sentamos à sombra, comemos os sanduíches que tínhamos levado e tiramos até um cochilo. Caminhamos pela beira do mar até Mamitas, que estava bombando! Cheia mesmo, espaços na areia estavam disputados. Como em Xcacel, o mar também estava bastante agitado e os banhos foram curtos. Já era final de tarde e fomos embora. À noite, compramos uns produtos típicos no supermercado e fizemos uma janta mexicana. Guacamole, tortillas, quesadillas, frijoles… Nós três adoramos cozinhar, e curtimos muito comprar os ingredientes locais e fazer tudo! No fim das contas, não saímos para jantar nenhum dia em PDC, todo dia rolava uma janta deliciosa feita por um de nós! 14º dia Último dia das férias! Contamos nossos pesos restantes e havia o suficiente para ficar novamente no Mamita’s Beach Club. Passamos o dia lá, de boas, entre banhos de sol, de mar, descanso à sombra, cervezitas, nachos… Enfim, um dia no esquema-patrão! Fomos presenteados pelo melhor mar das férias todas: a água estava calma e a temperatura, perfeita. Tomamos longos banhos. Chegamos tão cedo que o caixa do Beach Club ainda não estava aberto (para pagar pelas espreguiçadeiras), e ficamos até o sol começar a se pôr. Não queríamos ir embora… Mas… voltamos ao apê, arrumamos nossas bagagens e fizemos nossa última janta. Ligamos para um taxista indicado pelo Edgar, combinamos para ele nos levar ao aeroporto de Cancún no dia seguinte. Nos cobrou 600 pesos. Existem ônibus da ADO que fazem esse trajeto, mas entre três pessoas a diferença fica tão pequena que não compensa. 15º dia O José estava nos esperando no horário combinado, e lá fomos nós até o aeroporto. Figura simpática, foi conversando o caminho todo. E assim, pegamos nosso voo de retorno ao Brasil. Foi uma viagem incrível! Os mexicanos são uns queridos! A comida é deliciosa! As praias... (suspiro) são paradisíacas! Sem contar o patrimônio histórico-cultural, riquíssimo. Destino para encantar diversos perfis (e bolsos) de viajantes. Deixo aqui o vídeo que resume a trip: Quem quiser ler em mais detalhes e ver mais fotos, está no meu blog: https://recordacoesdeviagens.wordpress.com/category/americas/mexico/ . Se alguém tiver alguma dúvida, pergunta lá ou aqui, fico muito feliz em ajudar! Abraços a todos e ótimas viagens!
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    Depois de Los Roques e San Andrés, finalmente chegou a vez do Caribe mexicano! Acabei de voltar do México numa trip solo que incluiu Cancún, Playa del Carmen e Tulum. Há vários relatos sobre estes destinos. Mais uma vez, como forma de agradecimento, eu deixarei aqui minhas dicas com foco no planejamento de uma viagem para lá. MEU ESTILO DE VIAGEM Quando se lê um relato de viagem ou ouve a opinião de uma pessoa sobre um determinado lugar que ela conheceu é importante levar em consideração o gosto desta pessoa e/ou seu estilo de viajar pois a impressão que uma pessoa teve sobre algo pode ser completamente diferente da sua. Citarei um exemplo. Eu gosto muito de uma praia no Nordeste e teci vários elogios para amigos. Eis que um deles foi com a família e não gostou muito do lugar. "Como assim?! O lugar é lindo, o mar é maravilhoso!" - eu disse. O que ele respondeu: "_ Mar sem graça. Não gostei da praia. Não tinha onda." Um mesmo lugar sob dois pontos de vistas diferentes. Ouça tudo, filtre e depois decida o que é mais adequado para você. Quando estou viajando, prefiro preencher meus dias de viagens com passeios. Embora já tenha feito e curtido bastante, não sou fã de viagens para descansar, ainda mais quando o descanso é em dólar ($$$$). Sou uma admiradora do mar feito piscina, com águas cristalinas e mornas. Apaixonada por este visual azul turquesa que a gente encontra no mar do Caribe. Em Cancún e Playa del Carmen, a minha prioridade era o mar e coisas que só se encontram aqui, como os cenotes. Não queria nada "artificial" ou parques. Eis a razão para meu roteiro não incluir alguns passeios que a maioria faz. Porém, deixei um dia livre no roteiro, caso mudasse de ideia. Meu lema era "foco no cliente": praia, cenotes e ruínas. Apesar de não gostar da noite (baladas e afins), abri uma exceção para Cancún. ONDE FICAR: DECIDINDO A HOSPEDAGEM Divida a sua estadia em dois lugares: Cancún e Playa del Carmen. por pura falta de informação, Vejo gente fechando toda a sua hospedagem em Cancún . Veja o mapa abaixo. Boa parte das atrações da região está mais próxima de Playa del Carmen do que de Cancún. Ir a um destes lugares a partir de Cancún, é perder no mínimo 1h até chegar em Playa del Carmen (PDC ) e mais o tempo de percurso de Playa até o local desejado. De Playa para Tulum é quase 1h de viagem. Imagina perder 4h em um dia com deslocamentos! Fonte: Wikipedia Playa del Carmen Em Playa del Carmen, eu reservei uns três dias antes de viajar (uma loucura!) o Hotel Banana. A ideia era ficar no Hotel Barrio Latino mas estava mais caro (pouquíssima coisa) em relação ao Banana. Eu fiz a reserva diretamente no site do hotel (é necessário deixar o número do cartão de crédito). O hotel não oferece café da manhã mas há restaurantes e padarias próximas. Na minha opinião, quanto mais perto da Quinta Avenida, melhor localizado você está. Só que a Quinta Avenida é bem grande (uns 20 minutos caminhando de uma ponta a outra). Independente de onde você está, seja perto da Calle 2 (ponto próximo aos ferries para Cozumel) ou da Calle 28 (Playa Mamita's), durantes os dias que estiver em Playa, você ficará num ir e vir constante entre estes trechos. Melhor ficar perto da Calle 2, pois estará perto do ferry, perto do terminal da ADO (Av Benito Juaréz) e do ponto das vans (colectivos) que percorrem a Carretera Federal rumo a Tulum (Calle 4). O meio da Quinta Avenida é a Avenida Constituyentes. Neste link tem um mapa de Playa del Carmen. Cancún Em Cancún, como deixei para ver hotéis em cima da hora, não achei nada que tivesse boa relação custo/benefício. Se pudesse, ficaria na Zona Hotelera, próxima ao Cocobongo. Não é imprescindível isso, visto que há o ônibus R1 que percorre toda a Boulevard Kukulkán, a avenida principal da zona hoteleira. O ônibus roda 24h e vai do Centro até a Zona Hoteleira. A passagem custa apenas 10, 50 pesos. Reservei via Booking o Hostel Mezcal, no Centro. Próximo ao terminal ADO (não dá nem 10 minutos). Três dias no hostel, quarto feminino com 6 camas, custou USD 39 todo o período. O quarto feminino é grande, tem 3 tomadas para cada cama, um banheiro grande, uma varanda com um pequeno secador para você colocar a toalha e as roupas de banho para secar e armários que cabem tranquilamente uma mala média e grande. Se for ficar em hostel, leve seu cadeado. Há quartos privativos por 50 USD mas não havia vagas no período que eu fiquei. O hostel também oferece passeios. Eu achei tecnicamente um bom hostel mas não gostei do clima. Eu acho que este é o maior pecado do Mezcal. Faltou o ambiente família . Achei o staff bem seco, diferente dos simpáticos mexicanos que encontrei ao longo da viagem. Eu ficaria lá novamente com certeza mas só se estivesse acompanhada. Opinião | Particularmente, gostei muito mais de Playa del Carmen. O ambiente por lá é informal sem deixar de ser charmoso e em nada lembra as praias privativas, os resortões e o jeito americanizado de Cancún. Se o seu estilo for este, fique em Playa. Esqueça os resorts all inclusive em Cancún. Escolha uma pousada em Playa, ponha os chinelos e vá curtir o clima. Da próxima vez, ficarei todos os dias em Playa. O melhor de Cancún é Isla Mujeres. O QUE LEVAR? - Documentos: além de passaporte, convém levar a CNH ou o RG como documento adicional. Há lugares que para permitir o aluguel, como toalhas por exemplo, é necessário a apresentação do RG e aí o documento fica retido. - Snorkel (máscara e respirador). Em todos os lugares com atrações aquáticas, há máscaras para alugar. Se você gosta de snorkel e pretende viajar para mais lugares que use o equipamento, considere comprar um no Brasil mesmo. Eu comprei um antes da viagem para Los Roques e tenho usado e até emprestado para amigos. O seu gasto será bem pago ao longo de suas viagens. - Pés de pato. Também se aluga nos lugares onde há atrações aquáticas como Cenote Dos Ojos. - Câmera fotográfica a prova d'água; - Chapéu; - Protetor solar biodegradável (só é permitido este tipo de protetor nos cenotes); - Toalha leve e pequena para os passeios aos cenotes; - Repelente. MOEDAS, CÂMBIO, ETC. Leve dólares. Não precisa ser somente notas de 100 dólares. Ao trocar o dólar por pesos em estabelecimentos como agências e mercados, procure saber se o troco será em dinheiro. Há várias casas de câmbio espalhadas pelas principais ruas. Os mexicanos não tem frescura com notas de dólares. Elas podem ser velhas ou amassadas que eles não esquentam. A moeda mexicana é o peso (MXN). Cotação ao longo desta semana (13/05 a 21/05) No aeroporto de Cancún, os táxis estavam fazendo a cotação 1 dólar = 10 pesos. Nas casas de câmbio, a cotação em média foi essa: - Cancún: 1 dólar = 14,30 pesos - Playa: 1 dólar = 14,40 pesos. À medida que for andando na Quinta Avenido e indo em direção ao ferry, a cotação melhora. - Cozumel: 1 dólar = 14,30 pesos No comércio mexicano, você verá os preços com o cifrão mas isso não significa que os preços sejam em dólares. Preços em pesos mexicanos são escritos com o cifrão "$" já os preços em dólares geralmente tem o símbolo "U$". Em Playa del Carmen, a melhor cotação que eu encontrava era na casa de câmbio ao lado do Mac Donald's, praticamente em frente ao Terminal da ADO (Quinta Avenida, entre a Juaréz e Calle 4). Algumas casas de câmbio te pedem identificação. Basta a CNH (licencia de conduzir). Eu consigo sacar dinheiro? Existem caixas eletrônicos por todos os lugares. Tanto para sacar em dólares como em pesos. Estará escrito nas máquinas (ATM). Ao usar os dólares em agências ou mercados e pagar com dólares, procure-saber se o troco será em dólares ou reais. Cartões de crédito. Cartões múltiplos. Aplicativos de banco Lembre-se de você desbloquear seu cartão de crédito antes de viajar. É necessário informar o período da viagem e para qual país você estará indo. Eu sou cliente Santander e tenho cartão múltiplo. Em viagens anteriores, ao fazer compras, mesmo que se a lojista escolhesse a opção débito, a compra era efetuada no cartão de crédito. Isso só acontecia em compras usando o cartão múltiplo. Não acontece em saques. Eu já tive vários problemas com isso. Então sugiro você perguntar isso ao gerente do banco, ainda mais em tempos de alta do dólar. Procure saber sobre as taxas do seu banco sobre saques. Eu fiz um mix de tudo na viagem: troquei dólares, saquei dinheiro e usei o cartão. Ainda não tive tempo para analisar e descobrir qual foi o mais vantajoso. Ah, eu tive um pequeno problema no Brasil e necessitei fazer uma transferência. Eis que descobri que havia esquecido de baixar o aplicativo do banco para o tablet e celular. Consegui resolver solicitando ajuda a amigos mas fica aí a dica para você evitar eventuais problemas. FUSO HORÁRIO Horário em Cancún e Playa del Carmen = -2h em relação ao horário de Brasília. COMO ESTÁ O TEMPO NO MÊS DE MAIO POR AQUELAS BANDAS? Um calor de fritar os miolos. O ápice da temperatura máxima é o dia em que se conhece Chichén Itza. Sempre ande com garrafa de água mineral. O ROTEIRO PLANEJADO Comprei a passagem aérea em novembro, numa promoção pela Copa Airlines. Paguei R$ 1.600 o voo GIG-CUN ida e volta. Quem escolheu a quantidade de dias foi o preço da passagem. Distribuí meus dias assim: 1º dia - Aéreo Rio - Cancún com chegada prevista para 21:35. Ônibus ADO para Playa del Carmen. 2º dia - Conhecendo a Quinta Avenida. Playa Mamita's. 3º dia - Ruínas de Tulum e Playa Paraíso. 4º dia - Akumal e Cenote Dos Ojos 5º dia - Ruínas de Cobá e Gran Cenote 6º dia - Cozumel 7º dia - Dia livre (um dos Parques X ou Río Secreto ou Cenotes) 8º dia - Ônibus Cancún - Playa del Carmen 9º dia - Chichén Itza 10º dia - Isla Mujeres 11º dia - Aéreo Cancún - Rio de Janeiro Tem muita coisa a se fazer por lá. Se tivesse 15 dias, com certeza todos os dias estariam preenchidos de passeios distintos. Um dos dias eu deixei livre, pensando ou em repetir passeios ou conhecer um dos parques X (Xel Ha, Xcaret ou Xplor) ou conhecer o cenote Río Secreto. O ROTEIRO REALIZADO 1º dia - Aéreo Rio - Cancún com chegada prevista para 21:35. Táxi compartilhado para Playa del Carmen. 2º dia - Conhecendo a Quinta Avenida. Playa Mamita's. 3º dia - Cenote Dos Ojos e Akumal. Cenote Azul 4º dia - Ruínas de Tulum e Playa Paraíso. 5º dia - Ruínas de Cobá e Gran Cenote 6º dia - Chichén Itza 7º dia - Cozumel 8º dia - Ônibus ADO Cancún - Playa del Carmen. Isla Mujeres 9º dia - Isla Mujeres e Dolphin Discovery. Noite no Cocobongo. 10º dia - Cozumel (snorkel e clube praia). Noite no Cirque du Soleil 11º dia - Aéreo Cancún - Rio de Janeiro O que eu mudaria no roteiro? - Teria feito Akumal antes e depois o Cenote Dos Ojos. - Faria o traslado para Cobá de táxi ou carro alugado e no mesmo dia, iria para o Gran Cenote e os cenotes da região próximos a Cobá. - Não teria ido ao Cirque du Soleil. O restante eu acho que ficou redondinho. COMO CHEGAR AO SEU HOTEL Ao chegar em Cancún, você pode: - Alugar um carro já no aeroporto; - Pegar o ônibus da ADO (fala-se a-dê-ô) para Cancún ou Playa del Carmen. O último horário do ônibus para Playa é 23:50. A passagem para Playa custa 156 pesos. A duração da viagem é de 1h20min. - Pegar um táxi. Há táxis privativos e compartilhados. Do aeroporto de Cancún até Cancún Centro custa U$ 20 a 25. Do aeroporto de Cancún até Playa custa U$ 63. Alguns taxistas aceitam dólares, principalmente Cozumel. CIRCULANDO - Em Playa del Carmen: Para ir às atrações turísticas, basta usar a van como meio de transporte ou alugar um carro, que ajuda a otimizar o roteiro. Eu estava sozinha, então achei economicamente mais viável usar o colectivo (vans). As vans saem da Calle 2, entre a 10ª e 15ª avenidas. Ao chegar lá, basta dizer onde quer ir à pessoa que organiza as filas. - Em Cancún: Esteja hospedado no Centro ou na Zona Hotelera, não precisará de carro. Utilize o transporte público. Há um ônibus, o R1, que circula pela zona hoteleira e pela Av. Tulum durante o dia inteiro. Preço: MXN 10,50 - Em Cozumel: Alugue um carro (preço por volta de USD 40) ou use o táxi (há uma tabela de preços no ponto de táxi próximo ao cais do Centro).
  32. 1 ponto
    Paris - 2º Dia Roteiro: Centre George Pompidou, Hotel de Ville, Notre Dame, Sainte-Chapelle, La Conciergerie e Louvre. Descansado, era o dia que a viagem ia começar pra valer. A empolgação no primeiro dia era tanta, que minhas pernas começaram a doer antes do previsto! Saí do Brasil, com um roteiro básico diário que eu pretendia seguir. Muita coisa deu certo, mas claro que lá eu tive que fazer algumas modificações. Um conselho óbvio é planejar de acordo com a localização das atrações para evitar muito deslocamento, mas o legal tbm é sempre ter um plano B com alguma atração em ambiente fechado para quando começar a chover. Além disso, em Paris alguns lugares principais fecham nas segundas/terças, ou possuem horários especiais, então é bom estar atento. Alguns exemplos: Segunda estão fechados: Palácio de Versailles, Museu D'Orsay, Museu das Armas. Fechado na terça: Louvre Quarta-feira: Louvre aberto até as 22h (melhor dia pra ir lá) Domingo: Entrada gratuita no Arco do Triunfo E uma coisa bem interessante, é que no 1º domingo de cada mês, vários museus possuem entrada gratuita, dentre eles o Louvre! E de Novembro até Março, Versailles também! No excelente site conexão paris, tem uma lista completa: Link: http://www.conexaoparis.com.br/2011/03/30/museus-gratuitos-no-primeiro-domingo-de-cada-mes/ Então planejem direitinho para aproveitar melhor o tempo e evitar aborrecimentos! Bom, vamos lá. Foi nesse dia que eu ativei o Paris Museum Pass (PMP) Centre George Pompidou: Entrada inclusa no Paris Museum Pass. Não sou um exímio conhecedor de arte, então não entrei. Só uma visita externa mesmo! Hotel de Ville: Na minha opinião, um dos monumentos mais bonitos de Paris! É pertinho do Pompidou, tinha algumas barraquinhas na frente vendendo comida, lá comprei o meu primeiro crepe de nutella (€ 3,50). Notre Dame: A entrada na igreja é de graça. Como ainda era bem cedo, não tinha muita gente então deu pra ver tudo direitinho e com bastante calma. Como admiro muito arquitetura gótica, achei realmente linda. Além de toda a história que a envolve. Tinha um audio-guide pago (não incluso no PMP), não lembro exatamente o preço, mas não paguei. Depois, segui pra fila pra subir nas torres. O PMP dá direito, mas sem fila preferencial. Foi o lugar que eu peguei a fila mais demorada durante toda a viagem (10 minutos ). Se você subir no Arco do Triunfo, não recomendo subir na Notre Dame, a não ser que você queira muito ver as gárgulas. As escadas sem fim começam a ficar muito estreitas à medida que você vai chegando no topo, muita gente fica tonta e empaca, a visão lá de cima não é das melhores e não tem muito espaço para você ficar. Dica: Na rua em que se forma a fila pra subir (lado esquerdo de quem olha a catedral de frente), tem um restaurante com comida muito boa (não lembro o nome, mas tem uma barraquinha de crepe em frente) à preços aceitáveis. Nesse dia, comi um prato enorme de spaghetti à bolonhesa, por € 6,00 (só aceitam dinheiro). Foi nessa mesma rua, pertinho do restaurante, que eu encontrei os souvenirs menos caros de lá,e olha que eu rodei procurando os melhores preços! Nas proximidades tbm, você pode provar o famoso sorvete Berthillon. € 8,00 por duas bolas. Tá, é bem gostoso, mas achei muito caro. Na Champs Elysees, tem uma sorveteria da Haagen-Dazs com o preço bem mais em conta. Sainte-Chapelle: Entrada inclusa no PMP. Bem pequena, com 2 andares. Vi rapidamente o andar de baixo e subi pra ver os principais atrativos, que são os vitrais. São IMPRESSIONANTES, foto nenhuma passa uma imagem real do que se vê quando está lá. Tem um vídeo mostrando como parte daquele trabalho foi feito e alguns guias impressos explicando as principais imagens! La Conciergerie: Entrada inclusa no PMP. A principal atração é sem dúvida a cela onde ficou Maria Antonieta. Algumas obras também ficam em exposição na entrada, que diga-se de passagem, achei bem mais interessantes. Louvre: Entrada inclusa no PMP. Minha intenção era ir na quarta-feira à noite, no mesmo dia que eu iria à Versailles, mas começou a chover e resolvi ir na segunda mesmo. Melhor coisa que eu fiz, não façam os 2 museus no mesmo dia, pq é MUUUUITO cansativo. Bom, no Louvre todo mundo já sabe para onde rumar: Monalisa, é claro...e confesso que não achei o quadro tão pequeno quanto falam, era o que eu esperava mesmo. Pensei que eu ia chegar na sala dela e ver milhões de pessoas se acotovelando para conseguir a foto, mas não, tava relativamente vazio e tranquilo! O museu é muito grande, cansa demais andar por todas aquelas alas, e mesmo que eu tenha planejado algumas coisas em específico, me perdi váaaarias vezes. Agora uma coisa fundamental é ser persistente e ir atrás do que eu considerei o lugar mais legal dentro do Louvre: os aposentos de Napoleão. Depois de quase desistir de encontrá-lo, toda a caminhada valeu a pena. Como são bonitas aquelas salas! Não pode deixar de ir! Dica: Não entre pelo acesso da pirâmide de vidro, está sempre lotada, apesar de ter filas preferenciais para quem tem o passe. Contenha-se e vá pela entrada que tem dentro da estação de metrô Palais Royal Musée du Louvre! O que eu faria diferente numa próxima viagem: Primeiramente, não subiria nas torres da Notre-Dame. Se você tiver o passe e muita vontade ( mas MUITA vontade mesmo), OK...mas não compensa pagar separado! A Sainte-Chapelle é muito bonita, mas se você tiver pouco tempo em Paris, não é indispensável! Achei a Conciergerie muito bonita por fora, mas é uma atração em que eu não voltaria. Uma coisa que eu esqueci de mencionar e acho importante, é que poucas lojas abrem aos domingos, então meu plano de comprar roupas pro frio no primeiro dia não deu certo! Nesse dia, fui até à Decathlon próxima do metrô Madelaine onde comprei várias peças de roupas que foram mais do que suficientes pra suportar o frio que fez por lá! Outra coisa, eu pensava que por ser uma época fria, eu não teria tantos problemas com àgua, já que supostamente eu teria menos sede. Comprei algumas garrafas em um mercado MONOPRIX (guarde esse nome) e achei q bastaria. Doce engano, eu nunca senti tanta sede na minha vida! ãã2::'> Eu não agüentava mais comprar água, minha boca e garganta secavam à toda hora, à noite então era que a coisa atacava! Conversando com alguns nativos ou outras viajantes, todos relatavam a mesma coisa! Então, estejam sempre munidos de água!
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