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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 10-09-2019 em todas áreas

  1. 3 pontos
    A vida é baseada em trocas. O agricultor troca seu tempo e trabalho na terra pela comida que colhe. A pessoa que mora na cidade, troca seu tempo e conhecimento por dinheiro, e assim, consegue trocar por moradia e comida e entretenimento. Assim funciona o ser humano. Então, a coisa mais importante é começar a pensar, o que eu tenho, ou o que posso fazer, para trocar por comida e moradia? Se você percebe que não tem nada a oferecer ao mundo, acaba ficando em desiquilíbrio. É difícil dizer o que você deve fazer para conseguir isso. E é para todos nós, é só perguntar para qualquer pessoa que tem um trabalho, o que aconteceria se ela fosse demitida amanhã? Te garanto que a maioria não saberia o que fazer, ou ficaria bem preocupado. Então, uma coisa que deve começar a pensar é, o que eu posso oferecer ao mundo que as pessoas se interessariam? E assim começa a buscar se especializar em alguma coisa. Uma coisa simples que todos sabem fazer é limpeza, ou seja, procure em hostel que aceite trocar uma cama por trabalho. Meio que repetindo que todos já falaram. Conseguir um sustento não é fácil pra ninguém, ainda mais se você está em terra estranha e não tem nenhuma habilidade.
  2. 2 pontos
    Campo Base do Everest Algumas dicas e orientações para planejar seu trekking solo no Nepal MELHOR ÉPOCA . Outubro e novembro são o pico da temporada de trekking no Nepal. As chuvas trazidas pelas monções terminam em setembro e o céu fica mais limpo nesse período seguinte. Porém espere por trilhas e lodges lotados nos trekkings do Everest e Annapurna, os mais populares. Em dezembro, já perto do inverno, é possível fazer caminhadas também mas é melhor escolher altitudes mais baixas como o trekking do campo base do Annapurna. . Março e abril são o segundo período mais procurado. A grande atração desses meses é caminhar pelas florestas de rododendros em época de floração, o que deve ser um lindo espetáculo. HOSPEDAGEM E ALIMENTAÇÃO DURANTE O TREKKING Não há nenhuma necessidade de levar barraca para a grande maioria dos trekkings no Nepal. Ao longo do caminho dezenas de lodges e guest houses oferecem hospedagem simples e alimentação completa (café da manhã, almoço e janta). Para os trilheiros independentes é usual negociar o preço do quarto desde que se façam as refeições (café da manhã e janta) no próprio lodge, que sempre tem refeitório. Na maioria das vezes o quarto acaba saindo de graça (dependendo da negociação) uma vez que a comida custa duas ou três vezes o preço pago nas cidades. E o preço aumenta junto com a altitude e a distância das cidades. Para mostrar a variação de preços das refeições em cada povoado ao longo dos trekkings vou colocar nos relatos, ao final de cada dia, o preço do dal bhat e do veg chowmein, dois pratos bastante pedidos. Como referência esses pratos em Kathmandu custam por volta de Rs 250 (US$2,17) e Rs 160 (US$1,39), respectivamente. Em quase todos os vilarejos os moradores têm um pedaço de terra para trabalhar e cultivar os legumes e verduras para seu consumo e para suprir a demanda do restaurante. A dieta deles é basicamente vegetariana, inclusive pela dificuldade de armazenamento de qualquer tipo de carne. E para o trilheiro é bastante recomendável seguir essa dieta pensando no seguinte: os legumes são sempre frescos, a carne não. E ninguém quer ter uma infecção intestinal ou uma diarréia num lugar tão distante. Todos os lodges têm um caderno onde são anotados (pelo dono ou pelo hóspede) os pedidos para o jantar e café da manhã. Para o jantar costumam pedir que se anote até as 17h para eles se organizarem. Para o café da manhã geralmente pedem que se escreva o pedido no dia anterior, principalmente se houver necessidade de tomar o café muito cedo. Mesmo havendo refeição em todas as vilas do caminho é preciso ter algum lanche de trilha para os dias em que se sobe alguma montanha mais demorada (como o Tsergo Ri) ou se atravessa um passo de montanha, algo que leva bastante tempo e onde a distância entre os vilarejos é grande. CUSTOS DURANTE O TREKKING Os custos durante as caminhadas dependem diretamente do que se consome nos lodges pois a comida é bastante cara em comparação com o preço pago nas cidades, ao passo que a hospedagem pode ser negociada. Se você for econômico e pedir veg chowmein no café da manhã (você acostuma...), veg fried rice no almoço e dal bhat na janta, o custo diário com comida vai ser de US$8 a US$20 (o preço aumenta com a distância). Se for possível negociar o quarto sem custo, o valor acima vai ser a sua despesa diária durante o trekking. Um café da manhã completo com pão, geléia, omelete e café/chá vai aumentar bastante essa despesa. No meu trekking de 23 dias de Shivalaya ao Campo Base do Everest e Gokyo o custo total, seguindo o menu econômico acima e sempre barganhando o preço do quarto, foi de US$345. A média foi de US$15 por dia. Lembrando que eu não contratei nenhum serviço de guia ou carregador. Nessa conta entram apenas alimentação e hospedagem, não entram as permissões e as passagens de ônibus e avião. HOSPEDAGEM EM KATHMANDU O bairro mais conveniente para se hospedar em Kathmandu é o Thamel pois concentra todos os serviços que um trilheiro necessita: hotéis para todos os bolsos e exigências, restaurantes variados, casas de câmbio, padarias, mercadinhos, livrarias, farmácias, lavanderias, agências de trekking, lojas de equipamentos e roupas técnicas, etc. Além disso muitos atrativos turísticos da cidade estão a curta distância a pé a partir do Thamel. Mas prepare-se para dividir as ruas estreitas e sem calçada com muitas motos e carros buzinando o tempo todo. Sim, o Thamel é uma ilha da fantasia para turistas, repleta de lojinhas de todo tipo, e para ter a experiência de uma Kathmandu mais real vai ser preciso caminhar fora dali. Isso é verdade, mas o Thamel não deixa de ser o bairro mais conveniente para as necessidades de um viajante. Rua no Thamel ROUPAS E FRIO A temperatura interna durante a noite medida pelo meu termômetro chegou à mínima de -8,6ºC. Isso foi dentro do quarto em Gorak Shep. Normalmente ela está entre -3ºC e 3ºC à noite e de manhã dentro do quarto. Por isso é preciso ter um saco de dormir sempre na mochila pois o cobertor do lodge pode não ser suficiente. Eu levei um saco Marmot Helium (temperatura limite -9ºC) e usei em algumas noites apenas. Os quartos costumam ter duas camas com um cobertor bem grosso parecido com um edredom em cada uma. Como eu dormia sozinho no quarto podia pegar o outro cobertor e não precisava usar o saco de dormir. Para vestir recomendável levar uma blusa grossa de fleece, uma jaqueta de pluma (a única blusa que realmente esquenta naquele frio todo) e uma jaqueta impermeável que serve como corta-vento durante as caminhadas. Para as pernas importante levar uma calça de fleece ou ceroula térmica pois com frio nas pernas não se consegue dormir. Uma calça impermeável serve como corta-vento e eu usei em vários dias mesmo caminhando sob o sol pois o vento é gelado. Uma faixa para o pescoço que possa ser esticada para a boca e nariz também é fundamental para não expor tanto a garganta ao vento frio. Mesmo com isso eu tive infecção na garganta, tive que ir ao médico em Kathmandu e tomar antibiótico por 3 dias. Os lodges costumam ter um aquecedor no refeitório e esse é o único lugar para se refugiar do frio. Mas ele fica aceso somente do início da noite até os últimos hóspedes saírem do refeitório. Não é aceso de manhã, quando faz muito frio também (entre -3ºC e 3ºC, como disse). Para acender o aquecedor se usa lenha onde há árvores e esterco de iaque onde não há. O QUE PODE SER COMPRADO EM KATHMANDU Kathmandu tem ótimas livrarias onde se pode comprar mapas e guias de todos os trekkings do Nepal. E tem dezenas de lojas de equipamentos e roupas técnicas onde se deve pesquisar os preços pois variam muito de uma loja para outra. Há lojas de marcas famosas como The North Face e Mountain Hardwear que vendem produtos originais. Nas outras mil lojas vale o preço e não necessariamente a qualidade. Mas pelo que já li nos relatos é possível encontrar bons produtos a preços bem atrativos. Na hora da compra vale pechinchar também, e comprar vários itens na mesma loja (ao invés de um item em várias lojas) ajuda na negociação do valor total. Muitos itens podem ser alugados também. MAPAS Nas livrarias há mapas para todos os trekkings do Nepal, porém eu e outras pessoas encontramos muitos erros na marcação das altitudes, o que atrapalha um pouco o planejamento. Para ser mais prático, uma idéia é fotografar o mapa todo com o celular para ter acesso rápido a ele durante a caminhada sem ter que ficar dobrando e desdobrando o original toda hora. Dal bhat ACLIMATAÇÃO O Mal Agudo da Montanha (em inglês AMS, Acute Mountain Sickness) é um problema muito sério que não deve ser ignorado. Durante a caminhada do Everest eu soube que um japonês morreu em Gorak Shep porque não queria descer mesmo se sentindo mal em consequência da altitude (matéria aqui). É preciso ficar atento aos sinais do corpo e a melhor solução sempre é descer. Aconteceu comigo também. Fiquei quatro noites praticamente sem dormir, apesar de não ter nenhum outro sintoma, e precisei baixar dos 5160m aos 3800m para poder dormir, me recuperar do cansaço e dar um tempo maior para o meu corpo se adaptar à altitude. O Mal Agudo da Montanha atinge tanto atletas e esportistas de condição física perfeita quanto trilheiros de primeira viagem. E pode atingir também trilheiros já acostumados a caminhar na altitude. O processo de aclimatação é condição necessária para todos. Os sintomas mais leves a partir dos 3000m de altitude são dor de cabeça, tontura, náusea, perda de apetite, falta de ar, cansaço, irritabilidade e dificuldade para dormir. Nesse caso o corpo está dando sinais que não devem ser ignorados e o melhor é parar de subir, subir mais devagar (dormindo mais noites na mesma altitude) ou descer se não houver melhora. Do contrário pode-se desenvolver os sintomas mais graves do AMS. Os sintomas mais graves são perda de coordenação enquanto caminha e falta de ar mesmo em repouso. O primeiro sintoma pode levar a um edema cerebral e o segundo a um edema pulmonar. Nesse caso é preciso descer imediatamente. As regras básicas para que o organismo se adapte gradativamente à altitude (leia-se: aclimatação) acima dos 3000m são: . não dormir 500m acima do local onde se dormiu na noite anterior . fazer caminhadas de bate-volta até uma altitude superior àquela em que vai dormir (walk high, sleep low) . de preferência dormir duas (ou mais) noites na mesma altitude e fazer caminhadas a pontos mais altos durante o dia . beber no mínimo 3 litros de água por dia Por fim, a polêmica do Diamox. Alguns médicos são contra o uso desse medicamento para reduzir os sintomas da altitude, mas no Nepal quase todo mundo tem na mochila e até o médico em Kathmandu me receitou na consulta que fiz (sem eu pedir). Mas mesmo usando Diamox deve-se seguir as regras de aclimatação acima para não desenvolver os sintomas mais graves do mal de altitude. Muita gente faz uso mas não posso falar dos efeitos e benefícios porque não tomei. Quando tive quatro noites de insônia não tinha Diamox para testar se resolveria o meu problema. O que é consenso entre os médicos no caso de insônia é não tomar remédios para dormir. Máscara para enfrentar a poluição e poeira de Kathmandu TRATAMENTO DA ÁGUA A água mineral é vendida no Nepal em garrafas de 1 litro ou menores. Essa água, que custa Rs20 ou Rs30 em Kathmandu, chega a custar Rs450 em Gokyo. Além desse preço absurdo, o grande problema é a acumulação de garrafas pet nos lixões dos vilarejos e ao longo das trilhas. Comprar água mineral é a pior das soluções para matar a sede. O que fazer? Tratar a água de torneira dos vilarejos ou a água dos riachos, ambas abundantes e de fácil acesso em todos os trekkings. Há várias maneiras: 1. ferver a água . vantagem: o gosto não é alterado, custo muito baixo . desvantagem: não é tão prático e rápido, a água demora a ferver e a esfriar para colocar nas garrafas pet; quanto maior a altitude, menor a temperatura de ebulição da água, por isso é preciso ferver por mais de 5 minutos em altitudes mais elevadas 2. filtro Sawyer ou LifeStraw . vantagem: o gosto não é alterado, muito mais prático que ferver . desvantagem: filtra bactérias e protozoários, mas os vírus passam; não pode ficar exposto a temperaturas muito baixas 3. pastilha de cloro (Clorin) ou dióxido de cloro (Micropur) . vantagem: muito mais prático que ferver . desvantagem: o gosto é horrível, demora de 30 minutos a 4 horas para purificar completamente dependendo do tipo de pastilha 4. Steripen . vantagem: método muito prático e rápido (leva apenas 90 segundos para purificar 1 litro de água), o gosto não é alterado . desvantagem: custo alto, a água deve ser cristalina, dependência de um aparelho eletrônico (que dá bastante problema segundo as críticas no site amazon.com) 5. pastilha de iodo: não acho esse método recomendável pois não é eficaz contra o protozoário Cryptosporidium, não pode ser usado por um longo período (mais que 6 semanas) e não pode ser usado por pessoas com problema de tireóide Minha experiência: eu não tenho Steripen, então usei os 3 primeiros métodos sempre combinando dois deles. Levei um fogareiro e comprei cartuchos de gás em Kathmandu. Toda noite eu filtrava a água, depois fervia e esperava esfriar durante a noite. Ou eu filtrava e usava a pastilha de dióxido de cloro (Micropur), mas isso apenas se eu não pudesse ferver pois o gosto final era de sabão. Levei um filtro Sawyer Squeeze e nos lodges onde a temperatura no quarto poderia ser abaixo de 0ºC eu dormia com ele junto ao corpo. Conheci trilheiros que estavam tratando a água apenas com filtro Sawyer ou LifeStraw e não tiveram problema. Geralmente as pessoas usavam apenas um dos métodos que mencionei. É possível também comprar água fervida nos lodges, mas o custo ainda é alto. Vaquinhas sagradas TELEFONIA E INTERNET Vou colocar em cada relato de trekking no Nepal o nome das operadoras de celular que funcionam na maioria dos vilarejos. As mais comuns são NCell (www.ncell.axiata.com), NTC/Namaste, Sky e Smart (www.smarttel.com.np). A NCell tem lojas próprias em Kathmandu onde se pode comprar o chip e fazer a carga pelos preços oficiais, bem mais baixos que nas lojas turísticas do Thamel. A loja que eu ia fica na Durbar Marg, mas há outra perto da Praça Durbar (segundo o site). Para comprar o chip é preciso levar passaporte, uma foto 3x4 e preencher um formulário na loja. Para fazer a recarga não necessita de nada disso. Eles mesmos configuram o celular, mas é bom conferir se o chip está funcionando antes de sair da loja. Eu paguei Rs 100 (US$ 0,87) pelo chip e Rs 355 (US$ 3,08) pelo pacote de 1,3 GB por 30 dias (há muitos outros pacotes). Para as outras operadoras não vi lojas próprias, mas segundo o site a Smart possui lojas (esta é uma operadora que funciona em pouquíssimos lugares). Muitos lodges e cafés ao longo dos trekkings têm wifi mas é sempre pago e vale a mesma regra: o preço sobe junto com a altitude e distância das cidades. Para recarregar as baterias, alguns poucos lodges têm tomada no quarto, na maioria deles é preciso pagar pela carga. Levar alguns power banks a mais é uma boa idéia para não gastar muito com recargas. Lembrando que o frio descarrega as baterias mais rápido do que o habitual, por isso eu costumava colocar o power bank dentro da blusa na hora de usá-lo para recarregar o celular. No trekking do Everest há dois serviços de cartão pré-pago que dão acesso ao wifi dos lodges em diversas vilas: 1. Everest Link (www.everestlink.com.np) - custa Rs 1999 (US$ 17,35) por 10GB em um período de 30 dias (há outros pacotes); segundo o site funciona nas principais localidades ao norte de Lukla, inclusive no Kala Pattar e no Campo Base do Everest 2. Nepal Airlink (www.nepalairlink.com.np) - custa Rs 1260 (US$ 10,94) por um período de 30 dias (há outros pacotes); o site estava fora do ar quando publiquei esse relato mas pelo que pude entender o Nepal Airlink funciona apenas no trekking Shivalaya-Lukla e só no trecho entre as vilas de Junbesi e Kharte, e também em Phaplu. Não cheguei a usar nenhum desses dois serviços porque não sabia da existência e já tinha comprado o chip da NCell. PERMISSÕES A seguintes permissões podem ser obtidas no Tourist Service Center, próximo ao Ratna Park, em Kathmandu: 1. TIMS card - levar passaporte, 2 fotos 3x4 e preencher um formulário (importante: segundo a funcionária desde 16/11/2018 é obrigatório ter seguro-viagem para obter o TIMS card e deve-se fornecer o número da apólice no formulário). Valor: Rs2000 (US$17,36). O TIMS card é necessário para todos os trekkings exceto para o Everest (desde outubro de 2017) e válido apenas para um trekking específico, ou seja, no meu caso tive de pagar o TIMS para Langtang e depois para o Annapurna, num total de Rs4000 (US$34,72). Para o Everest o TIMS card foi substituído em out/2017 por uma permissão local que pode ser obtida em Lukla ou Monjo (não em Kathmandu) pelo valor de Rs2000 (US$17,36) e sem foto. 2. permissão de entrada do Parque Nacional Langtang - levar somente passaporte. Valor: Rs3400 (US$29,51) 3. permissão ACAP para o Annapurna Conservation Area - levar passaporte, 2 fotos 3x4 e preencher um formulário. Valor: Rs3000 (US$26,04) 4. permissão de entrada do Parque Nacional Sagarmatha - eu obtive essa permissão em Monjo, durante o trekking do Everest, mas há um balcão no Tourist Service Center em Kathmandu que a emite. Pediram apenas passaporte, nenhuma foto.Valor: Rs3000 (US$26,04) 5. permissão de entrada do Gaurishankar Conservation Area - eu obtive essa permissão em Shivalaya, durante o trekking do Everest, mas há um balcão no Tourist Service Center em Kathmandu que a emite. Pediram apenas passaporte, nenhuma foto.Valor: Rs3000 (US$26,04) Horário do Tourist Service Center em Kathmandu: . balcão Annapurna, Manaslu e Gaurishankar: diário das 9 às 13h e das 14h às 15h . balcão Everest e Langtang: de domingo a sexta-feira das 9h às 14h . balcão TIMS card: não havia horário afixado Esses horários mudam frequentemente. Banheiro ao estilo "limpo" (os outros melhor não publicar) BANHEIROS AO ESTILO OCIDENTAL E ORIENTAL Durante todos os trekkings é mais comum encontrar o banheiro ao estilo oriental, quer dizer, uma peça de louça no chão com um buraco no meio e lugares para colocar os pés nas laterais. A descarga quase sempre é com um balde ou caneca que fica ao lado. Quando raramente se encontra um vaso sanitário, a descarga normalmente é com o balde ou caneca mesmo. Nos lodges de maior altitude é preciso ter cuidado com a água congelada de manhã no piso do banheiro e ao redor do buraco. Vale dizer que durante todos os trekkings o banheiro é sempre compartilhado, não existe banheiro privativo, e costuma haver apenas um ou dois para todos os hóspedes. Papel higiênico deve ser comprado e levado sempre na mochila pois os nepaleses não usam e não se encontra em nenhum banheiro. Prefira comprar nas cidades pois nos lodges é bem mais caro. BANHO É possível tomar banho de ducha em muitos lodges durante os trekkings. Se não houver ducha eles preparam um banho de balde. Em ambos os casos é preciso pagar à parte e o preço aumenta à medida que se distancia mais das cidades. A água da ducha pode ser aquecida a gás ou por energia solar. Se for a gás o banho é ótimo, com a água bem quentinha. Se for com energia solar a água fica morna ou quase fria no fim da tarde ou em dias de céu encoberto. VACINAS Nenhuma vacina é obrigatória para entrar no Nepal porém é bastante recomendável tomar/atualizar as vacinas de febre tifóide e hepatite A pois a transmissão dessas doenças se dá por água e alimentos contaminados. Nenhuma das duas está disponível na rede pública no Brasil, é preciso pagar em um clínica particular. Eu aproveitei para atualizar todas as outras vacinas recomendáveis: tétano, difteria, hepatite B, gripe, antirrábica e febre amarela. EMPRESAS AÉREAS QUE FAZEM O TRAJETO KATHMANDU-LUKLA PARA O TREKKING DO CAMPO BASE DO EVEREST Somente essas quatro companhias aéreas fazem o trajeto entre Kathmandu e Lukla: 1. Nepal Airlines: www.nepalairlines.com.np (clique em Domestic Flight) 2. Tara Air: www.yetiairlines.com 3. Sita Air: sitaair.com.np 4. Summit Air: www.summitair.com.np VIAJANDO DE ÔNIBUS NO NEPAL Os ônibus em que viajei no Nepal eram genericamente chamados de "local bus". Parece que há os tipos express, super express, mas não sei dizer a diferença. Todos eram muito lentos, apertados e sem banheiro. A dica que quero dar aqui é sempre pedir um assento no meio do ônibus. Os bancos do fundo pulam demais por conta das estradas de terra cheias de buracos e pedras. O último banco é muito mais desconfortável que qualquer outro - evite! Os bancos da frente não são muito convenientes porque é um entra-e-sai constante de pessoas, bagagens, sacos, etc. São feitas algumas paradas para banheiro durante as longas viagens, mas é bom não tomar muito líquido para não passar aperto. Em todas as viagens a mochila sempre ia comigo, o que era também um transtorno. Ônibus para Jiri e Shivalaya no terminal do Ratna Park PEDINDO INFORMAÇÃO DURANTE O TREKKING Não quero generalizar sobre esse assunto mas vou falar da minha experiência. Concluí que não é muito útil pedir informação aos nepaleses durante a caminhada. Ao necessitar de informação sobre o caminho o melhor é perguntar aos trilheiros, melhor ainda aos trilheiros independentes pois estes estudaram os mapas e sabem o nome das vilas de onde vieram e para onde estão indo. Trilheiros com guia muitas vezes não sabem nada também. Por que não perguntar aos nepaleses já que vivem ali? Em geral eles são bem confusos na explicação, alguns dão informação errada, muitos não entendem a pergunta e falam qualquer coisa. Geralmente eles sabem só o inglês necessário para falar sobre o quarto e a comida, ao serem questionados sobre as condições do caminho não entendem e não sabem explicar. Além disso, nepaleses têm a tendência de responder sim a tudo por cortesia (um não pode ser considerado indelicado), portanto não se deve perguntar: o caminho para a próxima vila é este? pois eles provavelmente vão responder sim. É melhor perguntar: qual é o caminho para a próxima vila? nesse caso eles não podem responder simplesmente sim. Depois confira a informação com outras pessoas, não confie na primeira informação que obtiver. CALENDÁRIO O Nepal usa um calendário diferente chamado Sambat. Neste ano de 2018 do calendário gregoriano eles estão no ano 2075. Em algumas situações eles podem usar a data do calendário Sambat em lugar do gregoriano. Comigo aconteceu de preencherem uma passagem de ônibus com essa data. NAMASTÊ O cumprimento habitual no Nepal é a palavra namastê. Questionei algumas pessoas sobre o significado dessa palavra e eles respondem que é somente um olá. Mas namastê tem um significado mais espiritual e literalmente quer dizer: Eu saúdo o divino dentro de você, Eu me curvo ao divino em você, O sagrado em mim reconhece o sagrado em você, O divino em mim se curva ao divino dentro de você, entre outros significados. RELATOS DO NEPAL PUBLICADOS AQUI NO MOCHILEIROS . Trekking Langtang-Gosainkund-Helambu (Nepal) - out/18 . Trekking do Campo Base do Everest desde Shivalaya em 3 partes: .. Trekking Shivalaya-Namche Bazar (Nepal) - out/18 .. Trekking Namche Bazar-Campo Base do Everest (Nepal) - nov/18 .. Trekking Pheriche-Lukla (Nepal) - nov/18 . Trekking do Campo Base do Annapurna e Poon Hill (Nepal) - dez/18 Rafael Santiago dezembro/2018 https://trekkingnamontanha.blogspot.com.br
  3. 2 pontos
    Sem falar que nos dias de hoje, mesmo sabendo fazer algo e tendo alguns contatos onde a gnt mora já é dificil arrumar um trampo, imagina sem saber fazer nada num lugar desconhecido? Por isso que eu sempre falo, antes de sair de casa sempre é importante tem um mínimo de planejamento para os possíveis acontecimentos que vamos encontrar pelo caminho.
  4. 2 pontos
    Cara, na real, sendo bem direto e realista. A grande maioria das pessoas que sai para correr o mundo sem dinheiro e sem saber fazer nada, acaba morando na rua embaixo de uma marquise em pouco tempo se não tiver alguém da família para ficar lhe sustentando e mandando dinheiro. Pense se é isto que você quer para a sua vida, daqui a 1 ou 2 anos estar morando na rua mendigando um prato de comida na porta de um restaurante. Se você não conseguiu juntar dinheiro para lhe sustentar na hora que a coisa complicar, antes de sair por ai, ao menos tente aprender a fazer alguma coisa que lhe permita ganhar algum dinheiro durante a viagem. Fazer desenhos para vender, pessoalmente eu acho que é algo que não lhe dá dinheiro, é muito difícil conseguir vender eles, sempre vejo pessoal tentando vender desenhos na rua, mas ninguém comprando desenhos, até mesmo o pessoal que faz apresentações na rua consegue mais dinheiro do que você conseguirá vendendo desenhos. Se você não sabe fazer nenhum tipo de apresentação artística, tente aprender algumas coisa enquanto está em casa sem a pressão de saber se vai conseguir comer hoje e se vai ter um teto para dormir. Assim você pode ir praticando tranquilamente até ficar bom, e quando você for se jogar no mundo saberá fazer alguma coisa que pode lhe dar alguns trocados. Tem um conhecido meu que todo final de semana ficava praticando com malabares na praça lá na frente de casa, no começo ele era bem ruim, mas com uns meses de prática ele ficou bom, e começou a se apresentar na rua. Ele ia tirar um ou dois anos para viajar, e usar as apresentações na rua para conseguir algum dinheiro durante a viagem, agora acho que ele está em Buenos Aires, ao menos a última foto que ele postou no facebook é de Buenos Aires.
  5. 2 pontos
    Se voce fizer uma busca na net sobre como trocar trabalho por hospedagem irá encontrar vários sites, alguns dos mais conhecidos sao Workaway e Worldpackers, mas ja ti adianto que nem sempre é tão fácil arrumar um trampo pelo caminho. Tem pessoas que acham que vao pegar a estrada e em cada cidade que passar vai conseguir um mega trampo, juntar uma grana, fazer passeios e seguir viagem. Primeiramente nao é tao facil arrumar algo, segundo voce pode nao ser tao bem remunerado, as vezes irá trabalhar apenas para ter um lugar pra dormir e terceiro nao terá tanto tempo assim pra curtir tanta coisa pois estará trabalhando. Entao nao se pode criar tantas esperanças assim nesses empregos mundo a fora. O mais certo é juntar uma grana pra fazer a trip e se no meio do caminho arrumar um trampo pra economizar sua grana, ótimo!, caso contrario vida que segue. Já sair de casa contando com um emprego que pode nem conseguir poderá ser um tiro no pé, já pensou se sua grana acaba antes que voce arrume algo pra trampar? Vai ser perrengue na certa. Boa sorte!
  6. 2 pontos
    Conseguir ganhar uma mochila assim ou alguem que ti venda por um preço simbólico ainda mais em cima da hora da partida, é quase que ganhar na loteria. Se tu nao pode comprar uma mochila e a data da partida ta chegando, o jeito vai ser levar suas coisas em sacolinha de supermercado, coloca uma dentro da outra, leva pouca coisa e torce pra nao rasgar.
  7. 1 ponto
    Fala mochileiros desse mundão maravilhoso! Inicialmente, gostaria de agradecer a diversos relatos que li e aos grupos de whatsapp que estou, todos vocês ajudaram demais para essa viagem foda! Agora aqui estou eu, tentando passar um pouco da minha experiência para quem ainda vai, e posso dizer uma coisa: PESSOAL, SÓ VAI! Foram 23 dias viajando entre Bolívia, Chile e Peru, dias de muita aventura, emoções, perrengues e fome, muita fomeeee hahahahahah Conheci pessoas incríveis, culturas novas e sem dúvidas, voltei uma pessoa melhor de todos lugares que passei. Só de lembrar abro um sorriso largo, foi louco demais hahaha Já antecipo que gastei no total da viagem R$ 5350,00. Sendo U$ 500,00 + R$ 2000,00 + R$ 1100,00 (Avião SP x SCLS (Gol)) + R$ 250,00 (SCLS x Sucre (Amaszonas)) Preparativo: 8 - camisetas 1 - camiseta manga longa 1 - segunda pele 1 - jaqueta 1 - calça jeans (era bem de boa o tecido, por isso foi sussa) 1 - calça de trekking 1 - calça segunda pele 2 - shorts 5 - pares de meias 1- perfume 1 - luva 2 - toucas 1 - pacote de lenço umidecido 1 - protetor 1 - protetor labial 1 - sabonete 1 - shampoo 1 - escova de dente + pasta 1 - manteiga de cacau 1 - bota de trekking 1 - tênis mais confortável 9 - cuecas 1 - óculos de sol 1 - mochila de ataque 1 - caixa de barra de cereal 1 - doleira 1 - power bank 1 - adaptador universal (https://www.americanas.com.br/produto/9548884/adaptador-universal-de-tomada-padrao-internacional-eua-europa?opn=YSMESP&loja=30806668000191&epar=bp_pl_00_go_pla_casaeconst_geral_gmv&WT.srch=1&acc=e789ea56094489dffd798f86ff51c7a9&i=5b5bdd50eec3dfb1f8f3adeb&o=564f4ada6ed24cafb56419e2&gclid=EAIaIQobChMI58K9q_O54wIVCAaRCh0U7gcNEAQYAyABEgK9UPD_BwE) 1 - seguro viagem (isso é super necessário, não deixem de levar, paguei R$ 114,00 Allianz Travel, peguei uma promoção na Black Friday) 1 - carteirinha internacional de vacinação (não foi pedido em nenhum momento, mas é bom levar também, assim evitamos dores de cabeça) 1 - cartão de crédito internacional 1 - Mochilão 50L (https://www.decathlon.com.br/mochila-de-trekking-forclaz-50-litros-quechua/p?idsku=10178&utm_source=google&utm_medium=roi-smart&utm_campaign=20190528-roi-calda_longa-ecommerce-brasil-all_ages-fem_masc&gclid=EAIaIQobChMI1r3Xv66w4wIVgQyRCh0YjgFmEAQYAiABEgL8H_D_BwE) Adicionais: 1 - Câmera de ação (eu gostei bastante do resultado, perguntei para as pessoas antes, olhei vídeos no youtube, valeu a pena!) https://www.submarino.com.br/produto/31603267/camera-de-acao-sjcam-sj6-legend-touch-screen-4k-16mp-wifi-cor-preta?pfm_carac=sjcam sj6 legend&pfm_index=0&pfm_page=search&pfm_pos=grid&pfm_type=search_page &sellerId Infos: 1 - Qual moeda levar? Eu sinceramente acho que depende do valor do dolar, de um tempo para cá, estamos passando por cotações muito altas, então acho que vale sim levar real. 2 - Altitude > Não cheguei a passar mal em nenhum lugar, mas realmente as vezes dá uma dor de cabeça, nada que a folha de coca não ajude, o único lugar que mais senti, que mesmo parado era difícil, foi em La Paz, não sei o que tem naquele lugar hahaha, já havia passado por lugares mais alto durante a viagem, mas lá eu percebi bem diferente, mas foi de boas. 3 - Frio > Meuuuu Deeeeus, peguei bastante na Bolívia, nos demais lugares até que era suportável (como boas roupas haha), mas na Bolívia foi tenso rs, perguntei para o motorista que estava conosco em Uyuni, ele disse que nos próximos 2 meses, a temperatura cairia para uns -20ºC ..sem condições hahahahha, não tem Brasileiro que aguente hahahahahaha 4 - Internet > Eu não fiz questão de comprar chip nenhum, mas um Brasileiro que esteve comigo comprou e muitas vezes tinha sinal bom. Eu usava apenas wifi em hostel e restaurantes, as vezes é bom ficar sem esse tipo de coisa, te faz lembrar que não precisa disso, penso assim haha Roteiro (23 dias) 04/05 - SP - Santa Cruz - Sucre 05/05 - Sucre / Uyuni 06/05 - Uyuni 07/05 - Uyuni / Atacama 08/05 - Atacama / Arica (viagem noturna) 09/05 - Tacna / Arequipa / Ica (viajando) 10/05 - Ica (Huacachina) - Lima 11/05 - Lima / Huaraz (durante o dia) 12/05 - Huaraz 13/05 - Huaraz (descanso) x Lima 14/05 - Lima / Cusco (24h viajando) 15/05 - Cusco 16/05 - Montanha sete cores 17/05 - Hidrelétrica (Águas Calientes) 18/05 - Machu Picchu / Hidrelétrica 19/05 - Descanso / Puno 20/05 - Puno / Copacabana 21/05 - Copacabana / La Paz 22/05 - La Paz 23/05 - Downhill (La Paz) 24/05 - Chacaltaya / Valle de La Luna 25/05 - La Paz / Santa Cruz 26/05 - De volta pra minha terra 1º dia (04/05) - SP - Santa Cruz - Sucre Já passavam da 1h quando fui dormir, estava nervoso que só haha, pouco fechei os olhos, coloquei o cel pra despertar umas 4x pra não ter perigo kkkkkk Levantei às 03h30, tomei café já pra evitar gastos logo cedo, fui para Congonhas e depois para Guarulhos (bus gratuito). Chegando lá já estava naquele clima né, nervoso, mas super feliz. Gosto de aeroportos, nunca vi ninguém triste naquele lugar, pessoas viajando, as vezes a trabalho, férias, curtição, é muito bom! Olhem ai minhas companhias nos próximos dias. Pessoal, eu estava de FÉÉÉÉRIAS!!! Só eu sei o quanto esperei por aquele momento. Eu iria fazer essa trip em Março, já estava tudo certo, passagens compradas, tudo certo mesmo, só faltavam 10 dias para o famoso e espero 'até logo Brasil', mas pessoal do trabalho veio pedir para eu tirar férias depois, e a essa altura quebraram minha animação, não fui obrigado a nada, mas falei para eles que teriam que pagar as despesas de remarcação, eles aceitaram, então fui em Maio. O bom de ter ido em Maio, é que não peguei chuva, no entanto, sabia que não iria pegar o Uyuni alagado, ok né, estava com o pensamento de: São coisas para o bem, tudo tem seu motivo. Voltando a Maio rs Meu voo estava marcado para 10h15, com previsão de chegada às 12h15 (Na Bolívia, e lembrando que é 1h a menos que o Brasil). Eu não sei vocês, mas amo voar, é uma sensação de liberdade e isso me fascina. Durante o voo o pessoal do serviço de bordo entregam o papel para entrada no país, o preenchimento é tranquilo. E ao passar pela imigração foi tranquilo também. Dica importante: Guardem todos os papéis que receberem nos aeroportos! Chegando em Santa Cruz, fui procurar uma casa de câmbio pois no aeroporto de Sucre não tem, e tinha que pegar o táxi até a rodoviária. O voo estava marcado para 17h15, então fiquei andando pra lá e pra cá hahah, até que conheci um Brasileiro que estava no mesmo voo que eu, mas pouco falamos, foi coisa rápida mesmo. Ok, hora de embarcar para Sucre, o avião parece um teco teco, acho que tem uns 30 lugares hehe. Duração do voo 1h, super de boas. Ao chegar em Sucre, nota-se a queda de temperatura assim que deixa o avião, fui pegar o táxi e naquele momento já tinha encontrar o Brasileiro de novo (Rafael), dividimos o valor 30bols para cada. Mas até 3 pessoas podiam ir, então vale para compensar ainda mais o valor. Olhem ai o teco teco haha Chegando na rodoviária de Sucre, você já encontra aqueles mochileiros do mundo todo, geral roots haha, fui comprar a passagem de bus, pois o Rafael já havia comprado. Paguei 70bols, com saída do bus às 20h30. Tudo até então, eu tinha água que trouxe no mochilão haha, e barras de cereais, partiu Uyuni. Ao entrar no bus, até um cachorro foi de baixo do pé de uma mulher, isso, um cachorro kkkkkkkkkk e eu estava achando aquilo demais, por que o cachorro era grande hahaha A noite foi fria, o motorista parou no meio do caminho para irmos ao banheiro, era umas 00h00, minha nossa sra. que frioooo hahaha, mas valeu a pena sair, pois a noite estava toda estrelada, coisa linda demais! Gastos do dia: Cotação no aeroporto de Santa Cruz de dólar para Bols $ 6,68 (bem bosta, mas ok rs) Gastei U$ 20,00 Pessoal, logo tento continuar, abraços.
  8. 1 ponto
    Olá viajantes! Esse vai ser meu primeiro relato oficial aqui no fórum. Eu costumava ter (ou tenho?) um blog de viagens pra escrever minhas experiências, mas sinto que será mais útil se eu escrever aqui. Acabei escrevendo algumas várias páginas e já peço desculpas de antemão. Mas vamos aqui ao que interessa! Egito. Li muitas coisas (até um pouco assustadoras) aqui no fórum sobre o Egito e deixo aqui um agradecimento especial para a usuária deborah.wakin que tem um relato completíssimo sobre o país e foi por indicação dela que fique no Dahab Hostel e comprei todos os passeios com eles! INTRODUÇÃO Antes de qualquer coisa, quero falar que essa foi a viagem mais difícil que eu já fiz. Assim, eu não sou uma viajante tãããão leiga, já tinha visitados alguns países, inclusive mulçumanos, como a Turquia e os Emirados Árabes. Além disso, eu costumava viajar sozinha, mas casei o ano passado e essa foi a primeira viagem que fiz acompanhada, no caso, com o meu marido. Aliás, foi a primeira vez que ele saiu do Brasil (eu não peguei nem um pouco leve, né?) Massss... Foi o maior choque cultural que tive na vida e lidar com o povo egípcio não foi NADA FÁCIL PARA MIM. Eu acho que não tava preparada psicologicamente e principalmente, devido as inúmeras coisas ruins que li sobre, eu fui já com um preconceito estabelecido e isso prejudicou bastante a experiência. CUSTOS De forma geral foi o seguinte, a passagem aérea para duas pessoas ficou em R$ 7.957,52 pela Emirates. Levei US$ 1.450,00 e paguei tudo por lá. Não usei cartão de crédito e ainda teria sobrado umas 100 doletas. Se você entrar no site do Dahab Hostel (http://www.dahabhostel.com/) lá já tem o preço para todos os passeios (que já devem ter sido atualizados por que já faz um ano) no mais, o que eu for lembrando de valor, vou colocando aqui. Por exemplo, me lembro que a cotação estava 1 dólar para 18 liras egípcias (LE). E também me lembro que a cotação era a mesma em todos os lugares, só dentro do navio do Nilo que era um pouco mais cara. ROTEIRO 11/Out/18 – Chegada no Cairo, check-in. 12/Out/18 – Pirâmides, Saqarah, Dashur 13/Out/18 – Khan El Kalili, Trem para Aswan 14/Out/18 – Templo de Isis, represa de Aswan 15/Out/18 – Abu Simbel, embarque no Cruzeiro do Nilo 16/Out/18 – Kom Ombo, Edfu 17/Out/18 – Luxor, vôo de balão, Vale dos Reis, Templo Hatshepsut 18/Out/18 – Templo de Karnak e Templo de Luxor, ônibus para Dahab 19/Out/18 – Chegada em Dahab, descanso, de madrugada partida para o Monte Sinai 20/Out/18 – Subida ao Monte Sinai, assistir ao nascer do sol. Volta para o hotel e descanso. 21/Out/18 – Blue Hole, ônibus para o Cairo 22/Out/18 – Chegada no Cairo pela manhã, Khan El Kalili e Voo de retorno na madrugada para o dia 23 TEMPERATURA Eu fui em Outubro. Estava bem quente (mas poderia ser mais quente). Pegamos aí temperaturas entre 25 (a noite) a 38 graus (de dia). Então busque roupas leves, mas que cubram bastante o corpo pra não atrair muitos olhares. Aquelas calças de malha bem larguinhas são uma boa pedida. COMIDA E BEBIDA Eu tenho um paladar extremamente infantil, mas vou descrever mais ou menos o que se come em cada refeição: - Café da manhã: café com leite, pão daquele tipo árabe, feijão (beeeeem temperado), uma espécie de cream cheese e salada. - Almoço: arroz, katfa, frango assado, o mesmo pão árabe, salada, homus. - Jantar: a mesma coisa do almoço, ou fast food, ou coisas tipo shawarma, kebab, etc. Achei bem curioso eles comerem feijão no café da manhã e arroz como item de almoço ou jantar. Perguntei pra Selvia, uma moça que trabalhava no Hostel, “vocês já pensaram em comer feijão com arroz?” e isso foi seguido de uma cara de nojinho da parte dela HAHAHAHA que coisa não? Desnecessário falar que você precisa ter água com você o tempo todo né? É, então tenha água com você O TEMPO TODO. Mas ao mesmo tempo, se for fazer algum percurso de ônibus, lembre-se que não tem banheiro. CHIP DE CELULAR Não compramos. Talvez teria sido necessário sim, mas achamos algumas boas pessoas no nosso caminho que nos ajudaram. No mais, usamos apenas o wi-fi dos hotéis ou restaurantes. ASSÉDIO, NEGOCIAÇÕES E BARGANHAS O Egito é um país pobre. Quando o cara vê um turista ele vê ali também uma chance de ganhar dinheiro. É triste o desespero deles, mas ao mesmo tempo uma importunação para nós. Em cidades pequenas e turísticas, como Luxor, é quase impossível andar na rua em paz sem que muitas pessoas tentem te vender alguma coisa. Além disso, quando for comprar qualquer coisa é preciso suspeitar de primeira se aquele preço é justo. Muitas vezes eles triplicam o preço para turista, mesmo numa garrafa de água. Tem que ter muita, MAS MUITA paciência para lidar com essas situações. Outra coisa bem chata é que em nenhum lugar, nem em loja, nem em mercado, eles colocam os preços das coisas. Isso que ferra porque a pessoa pode por o preço que quiser quando você for pagar. TRANSPORTES No Cairo usamos apenas Uber (o pessoal do Hostel que chamou pra gente) e táxi (antes de entrar o táxi já mando o preço que quero pagar pra não ter surpresa e repito mais umas 5 vezes o preço pro cara entender bem o quanto vou pagar). Entre as cidades usamos trem e ônibus. Ônibus pode ser uma ótima ou uma péssima ideia (veja o relato do percurso entre Luxor e Dahab). Além disso, os ônibus não têm banheiro, você precisa usar nas paradas que ele fizer. GORJETAS? É... Então. Eu tinha lido muitos relatos aqui sobre essa ‘cultura’ e isso era o que mais me atormentava. Eu já cheguei no país com uma barreira com qualquer um que chegasse perto de mim achando que ia pedir dinheiro por qualquer mínima coisa. Eu fiquei com um preconceito tão grande que passava mais tempo preocupada se alguém ia querer me extorquir de alguma forma do que curtindo a viagem em si. Sim, tivemos algumas situações chatinhas, mas elas foram bem menos do que eu esperava. Eu podia ter ido mais tranquila. Devia ter me preparado mais mentalmente, devia ter feito muitas coisas, mas não fiz. E isso definitivamente prejudicou a minha experiência como um todo. Meu conselho é... Não seja como eu 🤦‍♀️ ENTRADA NO EGITO (VISTO) Uma preocupação sobre a viagem foi o visto. Se você entra em contato com a embaixada eles dizem que você deve mandar o passaporte POR CORREIO COM DINHEIRO DENTRO DO ENVELOPE PARA PAGAR O VISTO E OS CUSTOS DE SEDEX. Isso pra mim foi absurdo num nível que nem sei explicar. Mas aqui no fórum e em outros lugares, muita gente falava que dava pra comprar o visto lá no aeroporto, na chegada. Pra confirmar essa info, um tempo antes da viagem fui até o aeroporto de GRU (moro perto) perguntar no check-in da Emirates o que precisava para embarcar pro Egito. Eles falaram que só o passaporte mesmo e tirava o visto lá. Então fiquei mais tranquila e foi isso que aconteceu. Chegando lá no Cairo é o seguinte, antes de passar pela imigração tem uns guichês de bancos. Qualquer um deles vende o visto, na época, custava 25 dólares pagos em espécie. É bem simples essa transação. Passamos pelos guichês da imigração também até que tranquilo, mas na saída deles tinha um cara que parou a gente. Daí lá vamos nós... Sim, eles encanam com a galera sul americana. Encontrei outros brasileiros e colombianos por lá que passaram pela mesma coisa. Primeiro um chá de cadeira básico. Daí vieram algumas perguntas clássicas e o fato de sermos casados no papel deixou eles bem surpresos. Depois, levam a gente prum espaço aberto por ali mesmo no aeroporto e abriram as nossas malas, fuçaram em absolutamente todos os bolsos e roupas e necessaires, depois levaram a gente pra uma salinha (mulher vai com mulher e homem com homem) faz a gente ficar semi-nu e ainda a moça pediu pra eu agachar pra ver se não tinha nada no fiofó. Na boa, nunca tinha passado por isso e fiquei indignada. Achei bem humilhante. Mas no geral estávamos bem calmos e não tínhamos nada a esconder. Duas horas depois, fomos liberados.
  9. 1 ponto
    E ae galera! Recentemente cheguei de uma viagem de bicicleta pela Asia, foram mais de 10,000 km em 1 ano e meio. Este relato é referente a primeira parte da viagem que foi no sudeste asiático. Quem quiser pode ver mais fotos no meu Instagram: @ivangousseff Tailândia: A viagem começou em Bangkok, logo que cheguei fui atras de uma bicicleta, pois nao tinha uma e então preferi comprar lá, por aproximadamente U$ 100 comprei uma bike usada. Em Bangkok há muitas lojas Decathlon então pude comprar os acessórios ainda mais barato que no Brasil. Meu gasto total foi de U$ 135. Comecei a pedalar em direção ao sul da Tailândia, meu objetivo era chegar até Phuket. Logo no primeiro dia tive um pneu furado, parei em um posto de gasolina e ninguém falava inglês, nesse dia vi pela primeira vez como o povo tailandês é gentil, muitas pessoas tentaram me ajudar e como nao foi possivel consertar o pneu no mesmo dia, acampei no posto e no dia seguinte um funcionário veio de caminhonete para me lever até uma bicicletraria, tudo isso sem falar uma palavra em inglês e sem esperar nada em troca. Acampando no posto de gasolina A partir do segundo dia não houve mais problemas, pedalar na Tailãndia é muito tranquilo, as estradas são boas e tem muitos postos com restaurantes e lojas de conveniência no caminho, existem também umas maquinas para comprar água mineral, 1 litro custa entre 5 e 10 Baths, ou seja, menos de R$ 0,10. Na segunda noite na estrada dormi pela primeira vez em um templo budista, os monges saão muito recipitivos, além de autorizar a dormir muitas vezes me davam frutas e comida. Logo cheguei nas praias do sul do país, pedalava entre 80 e 100 km por dia, a única parada de mais de um dia foi na praia de TapSakhae, enquanto estava parado na frente de um lago comendo umas bananas, um senhor passou de moto e ao me ver me convidou pra passar uns dias em seu hostel de graça, para retribuir eu ajudava sua mãe na cozinha e com serviços de limpeza. No único dia que não achei um templo para dormir, parei em um posto da polícia e me deixaram acampar lá. Depois de 16 dias cheguei em Phuket, consegui um couchsurfing na casa de um casal, um espanhol e uma francesa que vieram de carro desde a Espanha até a Tailândia https://perromochilero.com/ Passei uns 10 dias entre Phuket e as Ilhas Ko Phi Phi aonde comemorei meu 34º aniversário CouchSurfing em Phuket Depois de Phuket voltei pra Bangkok pelo mesmo caminho, levei 15 dias para chegar, ainda em Phuket fiz a grande aquisição da viagem, um fogareiro a gás, a partir daí ficou muito mais facil comer bem e barato, principalmente para mim que não como carne Parada pro almoço Carona em dia de chuva!!!! Chegando em Bangkok descansei por 3 dias no Hostel OverStay, sem dúvida a opção mais barata e mais roots da cidade, recomendo! Agora vou começar a pedalar em direção ao norte do país, o caminho também foi super tranquilo, consegui alguns couchsurfings no caminho, chegando em Chiang Mai fiquei 2 semanas e mais 10 dias em um monastério praticando meditação Vipassana, depois fui ao extremo norte próximo a fronteira com Laos e Myanmar, ao final dos 3 meses de visto cruzei a fronteira para o Laos. Monastério Budista Fronteira Tailândia e Laos.
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    Eu realmente perdi o tesão de escrever o relato. 😭
  11. 1 ponto
    DIA 1 Nosso transfer (contratado também com o Dahab Hostel) coitado já estava esperando a gente fazia 3 horas. Eu disse que a culpa era inteiramente da imigração. Logo na saída do aeroporto a gente já vê que Cairo é uma cidade de trânsito caótico e buzinas sem fim. O tom terroso em todos os edifícios predomina, parece que não tem nada colorido por ali. Mas no geral eu já tava bem aliviada de ter chegado e ter dado tudo certo. O Dahab Hostel fica num prédio bem antigo, no último andar, no rooftop. Tem que pegar um elevador daqueles que a grade fecha manualmente. Gostei muito de lá. Embora a estrutura em si não fosse das melhores, o pessoal é bem solícito. O Mahmmud (dono) e a Selvia, uma das colaboradoras, foram sensacionais comigo e com o meu marido. A área de convivência também é o ponto alto, vários sofás e mesinhas pra você ficar ao ar livre e uma vista da cidade. Como a gente chegou no meio da tarde lá, nos instalamos no quarto, tomamos um banho e saímos para andar um pouco por ali mesmo. Meu marido parece um pouco egípcio, muita gente ia falar em árabe com ele kkkk mas no meu caso já tava bem na cara que era turista. E por causa do calor, eu arrisquei sair de ombros a mostra nesse primeiro dia só pra sentir como ia ser. Já estive em países mulçumanos e vi que no geral, os homens olham bastante, mas só isso, não fazem nada. E foi exatamente assim. Muitos olhares, mas nada mais que isso. Claro que eu estava com todo o resto coberto, só os ombros estavam a mostra. Não indico por exemplo usar shorts, mini saia, decotes, transparência... Respeite a cultura local o máximo que você suportar de calor. É um pouco difícil andar na rua por causa do trânsito. Pra atravessar uma rua por exemplo a gente levou uns 10 minutos. E sempre que possível seguia alguma outra pessoa nativa pra saber o que fazer. Na verdade, confesso que não me senti muito a vontade de caminhar pelo Cairo. Talvez ainda por causa daquele preconceito que já escrevi. Enfim, acabamos comendo num KFC que era mais garantido de não ter nenhuma surpresa. Elevador Ruas do Cairo DIA 2 Dia de conhecer as pirâmides. O motorista pegou a gente no Hostel pela manhã e fomos direto para Giza. Lá aconteceu o seguinte: o ingresso de entrada estava incluso mas, além do tour (que já estava pago), eu paguei pelo aluguel do camelo no maior percurso possível (100 doletas para duas pessoas) e depois você meio que é obrigado a dar uma gorjeta para o guia porque eles não tem salário, só o que ganham fazendo passeio. A gente deu 200 LE pro nosso. No geral, foi bem caro. Mas assim, entramos por uma entrada por trás das pirâmides, onde não tinha ninguém, nem filas. Foi mais ou menos 1h30 de passeio de camelo, entre as 3 pirâmides e pela esfinge. O guia tirou foto de todo jeito, foi bem atencioso em geral (claro que visando a gorjeta, mas enfim). Daí assim... óbvio que se estivéssemos por conta, teríamos ido pela entrada principal como todo mundo, pegado a fila, só pagado o ingresso e entrado a pé lá. Gastaríamos MUITO MENOS. Ainda estou na dúvida se foi uma cilada ou se valeu a pena todo o atendimento. De qualquer forma são as PIRÂMIDES DO EGITO, não tem como isso não ser sensacional né? Seguindo a sugestão do nosso motorista, ele disse para não entrar nas pirâmides de Giza porque não havia nada dentro delas (parte foi saqueado e parte levado para museus) e é uma entrada bem cara. A sugestão foi de entrar em uma pirâmide em Dashur que tinha uma entrada mais barata e que seria ‘mais legal’ dentro dela. Fizemos fotos na Esfinge, que aliás, achei bem menor do que eu tinha imaginado, mas igualmente incrível. Pra chegar na Esfinge, nos despedimos do camelo e entramos sem o guia lá. Ficamos talvez uns 15 ou 20 minutos circulando por ela e saímos. Pagamos o guia e ele nos levou de volta para o nosso motorista. Bom, de lá o motorista levou a gente num lugar que fazia papiros. Tivemos uma pequena apresentação de como faz o papiro e conseguimos sair de lá sem comprar nada. Depois ele perguntou se queríamos ir numa loja de perfumes, mas falei que não e logo fomos almoçar. Esse almoço foi provavelmente o mais caro de toda a viagem. Pagamos 330 LE para duas pessoas, comida à vontade, sendo apenas os refrigerantes 30 LE cada lata. Assim, era o primeiro restaurante que a gente ia e, fazendo a conversão, não ficava tão caro. Mas depois, quando você começa a conhecer os outros lugares você vê o quão caro foi aquela refeição, 30 LE numa latinha de refrigerante é um assalto completo. Nesse restaurante foi onde também tive que dar gorjeta no banheiro... Pois é, fui usar o banheiro, a moça me deu um pedacinho de papel e depois abriu a torneira pra mim. Logo em seguida pediu gorjeta. Com um sorriso aparentemente gentil, mas que não iria me deixar sair de lá sem deixar algo por ali. E lá se vai uns trocadinhos. Meu marido ia usar depois de mim, deixei ele alerta quanto a isso e ele conseguiu escapar do menino que tava no banheiro masculino. Desse momento em diante você percebe que todo e qualquer banheiro em local público vai ter alguém pra te pedir dinheiro. Por isso não usei mais. Saindo dali, fomos para Dashur. Lá tem algumas pirâmides, e entramos na pirâmide que o motorista indicou como sendo ‘mais legal por dentro’. A gente entra por um túnel bem baixinho, que tem que andar agachado. Pesadíssimo esse rolê, ficamos com as pernas doendo por alguns dias depois disso. Dentro da pirâmide, bom, também não tinha nada, mas você pode andar por entre algumas câmaras em formato triangular. É interessante sim, pelo menos você vê como é dentro. Ainda em Dashur, tem outras pirâmides menos famosas, inclusive uma que deu ‘errado’, ficou meia torta, mas rendeu boas fotos. Saindo de Dashur fomos para Saqarah, que é um outro sítio arqueológico com algumas ruínas e uma pirâmide grande em degraus. Bem legal. Nesse lugar foi o primeiro que vimos os ‘beduínos’, uns caras que usam toga e turbante, umas roupas bem tradicionais, eles ficam chamando você pra entrar em lugares ‘proibidos’ para depois pedirem dinheiro. Esses caras estão em TODOS OS LUGARES e geralmente, todos os guias te alertam para não segui-los. Depois disso, começamos a voltar para o Cairo. Foi realmente um dia inteiro de passeio e bem cansativo, principalmente por causa do calor. Chegando no hostel estava com zero vontade de sair para buscar o que comer, daí o pessoal perguntou se eu não queria pedir comida fora (eles fariam a ligação). Ótimo! Por favor. Eles tinham uma série de cardápios de vários lugares, a gente só escolheu qualquer coisa e eles pediram. Fomos dormir. Passeio de camelo nas pirâmides Popozão da Esfinge Pirâmide em Dashur, por fora e por dentro Pirâmide que ficou torta Saqqara
  12. 1 ponto
    Se não tem maturidade pra viajar não saia de casa - muito menos sem dinheiro e sem saber o que fazer. A realidade é dura. Não acredite em tudo que vê/lê na internet, filmes, etc. A realidade é MUITO dura - se fosse fácil e as oportunidades iguais e justas para todos não haveriam mendigos na rua e gente morrendo de fome pelo mundo afora. Comece aos poucos, viagens curtas e depois vai amadurecendo (em idade e em experiência de vida). Um passo de cada vez. Cada dia vejo mais gente com essas ideias de sair pelo mundo sendo que nunca saiu do próprio quarto.
  13. 1 ponto
    Oi Elica, meu nome éLuciana,chegarei em Paris dia 22/10 e estou pensando fazer Londres também. se estiver afim de uma companhia da um oi e trocamos WhatsApp
  14. 1 ponto
    Alguém afim de ir para Cancún em 2020? Pensei em um roteiro de 15 dias assim: Cancun Playa del Carmo Cozumel Tulum e possívelmente Bacalar ... O período seria entre Maio a Setembro (não defini bem as datas).
  15. 1 ponto
    Alta estação... cidades cheias e vibrantes!!
  16. 1 ponto
    Certíssimo @lobo_solitárioquando não tinha nenhum dinheiro, "viajava" pra algumas fazendas próximas da minha cidade. ...aí comecei a ganhar pouco; já dava pra ir em excursão para cidades próximas. ..aí ralei, estudei, arrisquei e connheci o meu estado. .depois o Brasil. ...depois a América do sul (se o dólar tivesse neste preço que tá hoje eu não conseguiria naquela viajar naquela oportunidade. Hj com 61 vou atravessar o Atlântico num vôo, assim mesmo pq ganhei as passagens e mais alguns custos, se não tivesse ganho isso, faria o que sempre faço, viajar pelo Brasil. As pessoas tem que começar devagar e se preparar. .é um estágio
  17. 1 ponto
    Pessoal. Agora em Janeiro estive na Chapada dos Guimarães exclusivamente para pedalar. Mas não levei a bike. Aluguei uma Bicicleta apropriada para a Trilha lá na cidade e tive excelentes dicas de passeios com a galera de Lá. Segue o primeiro vídeo desta aventura. Logo postarei o segundo vídeo, que trata do Pedal no Alto do Céu. Espero que curtam.
  18. 1 ponto
    Salve, Adriana! Olha, do Amazonas não dá para ir pro Pará de carro, mas para RR sim (via BR-174, que por sinal pega presidente figueiredo), e super indico! Só administra bem os dias do aluguel pq de Presidente Figueiredo para Boa Vista levam mais ou menos umas 8-10 horas de viagem se não houverem muitas paradas e com o carro indo com tudo, rs. Ah, passando Presidente tem a reserva indígena que tem restrição de passagem no período da noite, se eu não estiver desatualizado, então a viagem precisa ser de dia. Em presidente, corredeiras e pequenas cachus não vão faltar, vc pode passar no CAT que te dão um panfletinho com o mapa dos principais banhos, cachoeiras, etc. Super acessíveis de carro. Tiraria uns 2, 3 dias ali. 5 dias penso eu que é um período muito extenso, maaaas vai de vc, claro. Em Roraima, olha, tem a capital que vale a visita, com alguns banhos próximos, entre eles o famoso lago do robertinho, um laguinho de água clara no meio do lavrado roraimense, bem legal de visitar. Tem a serra do tepequém, que fica a uns 200 km de Boa Vista, no qual vc sobe a BR-174 no sentido venezuela e entra numa rodovia estadual, não é difícil de achar. Lá tem muita atração natural também. Tem o lago Caracaranã, que fica no território Raposa Serra do Sol, já no lado mais leste do Estado, e Lethem, na fronteira com a Guiana (inglesa), lá é um centro de compras bem visitado (estilo Ciudad del Este), do norte do Brasil. Pro Pará vc vai precisar ir de Barco ou Avião.
  19. 1 ponto
    Igual toda profissão na vida, tem que ter estágios ... O problema que toda pessoa que quer cair no mundo sem dinheiro, não faz estágio. Encare isso que tá pensando como uma profissão qualquer. Então, talvez vc não consegue vender suaa artes por timidez ou técnicas de vendas (tem curso para isso ). A timidez é um pouco mais complicada resolver. Faça um estágio, vá a uma cidade próxima, onde vc não conhece ninguém é expõem seus trabalhos na rua mesmo e faça um teste, se conseguir se virar assim, sinal que talvez possa viver disso. Se fazer isso e não conseguir ganhar dinheiro, tente mais algumas vezes, até ter certeza que isso não tem futuro. Se não conseguir aqui onde domina a.língua, imagina num país estranho. Só uma opinião. . Sorte aí
  20. 1 ponto
    Stanley Santos Sou bom nisso não 🤦‍♂️ No terreirão tem solo para fixar os specs, mas é bem duro. A terra parece ter sido compactada e tem muitas pedras pequenas. A dica do terreirão é posicionar a barraca onde fique mais abrigada do vento. Procurei posicionar a minha a uns 3,5m ao lado da casa do guarda-parque. O mais complicado é banheiro que, apesar de ser um luxo prioritário para quem acampa, com o mau uso que fazem, fica praticamente sem condição alguma de higiene à noite (fim de semana, temporada de montanha). Ainda assim é melhor que shit tube e vento frio no forévis. Para urinar, o uso programado do banheiro evita sair no frio da noite só para isso. Algumas pessoas levam uma garrafa pet como recurso. Espero ter ajudado. Abraço
  21. 1 ponto
    Choquequirao – 4 dias e 3 noites Saída do hostel as 5:30 da manhã, com destino a São Pedro de Cachora. Embora se possa iniciar a caminhada já em Cachora, realizando um percurso de 12 km em uma estradinha “pendurada” nas montanhas, a trilha propriamente dita começa mesmo em Capulyoc, onde tem um posto de controle em que se registra a entrada junto ao Guarda Parque, paga a entrada (60 soles para brasileiros) e, se quiser, eles carimbam seu passaporte. Capulyoc se localiza a 2.915 metros de altitude e é muito lindo, pois de um lado se abre um amplo vale em que se vislumbram as típicas plantações em terraços dos moradores locais e em frente se pode admirar um bonito grupo de nevados do complexo Salkantay “o Padreyok”. Cerca de 500 metros após o vilarejo de Capulyoc é que inicia a descida, no “Camino de Herradura”, que desce em zig zag e já permite vislumbrar o Rio Apurimac, com suas águas muito verdes, no fundo do cânion. “Apurimac” em quechua significa “Deus que fala” em razão do rumor de suas corredeiras muito audível quando se começa a chegar mais perto do rio. Seguindo a descida, no KM 16 fica o acampamento Cocamasa que pode ser uma opção de estadia para quem inicia a caminhada no final da tarde. Mas nós seguimos a caminhada até o KM 19, ao acampamento Chikisca, que está localizado a 1.950 metros de altitude. Iniciamos a caminhada em Capulyoc cerca de 10:30 horas da manhã e chegamos em Chikisca perto das 13 horas. Caminhada tranquila, com muitas paradas para fotos, mas muito quente nesta época do ano (agosto) e com muita poeira. No acampamento, que é uma espécie de oásis verde, com muitas árvores frutíferas, como manga, abacate, limão, chirimóia e outras, e se destaca em meio à vegetação do vale muito mais seca nesta época do ano, nos refrescamos em uma ótima sombra e aguardamos o almoço, que foi preparado por moradores locais. Ali tem um pequeno mercadinho com itens básicos de higiene, bebidas e comidas. Como estava muito quente almoçamos e aguardamos até as 15 horas para retomar a caminhada. Dali se descemos em zig zag por mais 400 metros de desnível, cerca de uma hora de caminhada, até chegar a Playa Rosalina, as margens do Rio Apurimac, a 1.560 metros de altitude. Descemos até as margens do rio para molhar os pés em suas aguas geladas e ficamos curtindo o visual por cerca de uma hora. Reiniciando a caminhada, atravessamos a bonita ponte suspensa e iniciamos a subida pelo outro lado do vale, num interminável zig zag até o acampamento Santa Rosa,no KM 25,5 e a 2.115 metros de altitude. Chegamos já quase escurecendo. Neste acampamento tem água, banheiros, banho frio, mercadinho básico, local para cozinhar e bonitos platôs de frente para o vale, onde se acampa. Noite de lua quase cheia propiciando um vista espetacular do vale em frente. No segundo dia iniciamos a caminhada ainda no escuro, cerca de 4 horas da madrugada, até o Caserio Marampata, no KM 28,5 a 2.910 metros de altitude. É uma subida bem puxada, com altimetria de cerca de 800 metros e na parte final já se sente um pouco os efeitos da altitude. Em Marampata, sentido o vento frio daquela altirude, tomamos nosso café a manhã preparado por uma moradora local e as 8 horas da manhã partimos para a parte final da caminhada até Choquequirao, no KM 36, a 3.033 metros de altitude. A partir de Marampata a trilha deixa de ser íngreme e vai alternando entre trechos com retas, subidas e descidas e, após 500 metros de caminhada já se começam a divisar terraços “pendurados” nas encostas e a choquequirao muito ao longe. Cerca de um quilometro antes de chegar às ruínas há um desvio para o camping Raqaypata, que também é uma boa opção de estadia. A chegada às ruínas já impressiona pela grandiosidade dos terraços com suas pedras extremamente bem alinhadas. Choquequirao trem 12 setores, nem todos reconstruídos / escavados: Praça principal – local onde o pessoal costuma para descansar; Colcas – onde eram armazenados produtos alimentícios e vestuário; Terraços ou “andenes” – onde eram realizadas as plantações, com destaque para o setor de “llamas” com seus 440 degraus; Habitações dos sacerdotes – localizada na parte alta; Cemitério inca Kallancas – edifícios retangulares que serviam como oficinas, centro administrativo, espaço para reuniãos, etc. Ushnu – plataforma cerimonial no topo da colina. Chegamos às ruínas pelas 10 horas da manhã, não sem antes nos impressionarmos com dois setores de terraços já recuperados “pendurados” nos penhascos e visíveis de vários pontos do caminho. Chegando na Plaza Central descansamos alguns minutos na sombra de uma “arbol papel” ou polilépis, no meio de uma gramado muito verdinho curtindo o astral do local com apenas outros três turistas que estavam ali naquele momento. Depois, subimos por uma trilha a esquerda até o “Ushnu” ou platô cerimonial, de onde se tem uma bonita vista do cânion formado pelo Rio Apurimac, das ruínas e das montanhas nevadas, ou quatro “Apus” que cercam Choquequirao. Após, voltamos a Plaza Central e atravessamos para a parte de trás e seguimos a trilha que conduz ao setor de Llamas, numa descida com desnível de cerca de 200 metros até chegar a um mirante que permite ver este setor de frente. Na verdade o setor de “Llamas” se trata de terraços que “despencam” da montanha abaixo de forma quase vertiginosa, que tem em suas paredes de pedra incrustados desenhos de llamas em uma rocha branca, provavelmente quartizito branco. No retorno, ao invés de seguir a trilha, subimos a escadaria original, com infindáveis 440 degraus em meio aos terraços. Na parte alta dos terraços está incrustado desenho de a uma serpente. Após a cansativa subida retornamos a Plaza Mayor onde nosso cozinheiro nos esperava com uma marmita de almoço bem quentinho. Sentamos no gramado em uma área um pouco mais afastada para almoçar e descansar / cochilar um pouco. Depois fomos visitar o setor de colcas e o da residência dos sacerdotes, bem como observar o sistema hidráulico do complexo. Após as 16 horas iniciamos o retorno para o acampamento Marampata e na descida pudemos apreciar um lindo pôr do sol. Já no acampamento descobri que pagando 10 soles eu teria direito a um banho quente, em chuveiro a gás, o que vale ouro depois de tanta caminhada e do vento frio da noite. Tivemos outra noite fantástica, bem fria, mas agora com a lua um pouco mais cheia. No terceiro dia saímos cedinho, despencando cânion abaixo por cerca de 1400 metros de desnível. Após atravessar o Rio Apurimac reiniciamos a subida pelo outro lado e após 400 metros de desnível, chegamos em ChiKisca já com muito calor. Aguardamos o almoço e esperamos por bastante tempo, até as 15 horas, para reiniciar a caminhada, pois fazia muito calor. Chegamos ao final da tarde em Capulyoc. O acampamento fica num lugar sensacional, um platô com vista privilegiada do vale e dos nevados em frente. Consegui um banho quentinho, a 10 soles, num sistema de água aquecida no fogo. O jantar foi oferecido pelos donos do acampamento e a noite estava belíssima com a lua cheia e o visual montanhoso completamente iluminado. No quarto dia pudemos dormir um pouco mais e após o café da manhã, também oferecido pelos anfritriões, ficamos curtindo o visual em uma sacadinha de frente para as montanhas enquanto aguardamos o nosso transporte de retorno que chegou as 10 horas da manhã. E levou quase cinco horas para chegar em Cusco. Eu realizei o passeio com a agência Qorianka Tour – 084 505959, cel: +51 974-978771 e +51 974-739305 ou contato direto com Renato no watts +51 986-960796 e paguei USD 230,00 com tudo incluído (transporte de ida e volta a Cusco, alimentação, guia, mulas para levar equipamentos comuns e mais cinco quilos de bagagem individual, acampamento em barraca com isolante). Não incluído o saco de dormir, café da manhã do primeiro dia, almoço do último dia e bebidas adquiridas nos acampamentos. Recomendo ainda: Soncco Tours, com Evelin +51 964-289453 (USD 245,00) e Inkapal, com Rubens, +51 931-325 810 (USD 280,00), ambas ótimas agências que me atenderam super bem em outros roteiros. Querendo contratar direto se pode fazer contato com Choquequirao Wasi (tem página do facebook), watts app: +51 974-555258. Quando estive lá os valores eram os seguintes: 50 soles por dia para o cavalo; 50 soles por dia para o “ariero” (condutor do cavalo ou mula);10 soles por acampamento; de 30 a 40 soles pra retorno a Cusco nas vans que trazem os turistas das agências (sempre tem lugar) ou 60 soles em transporte local (táxi) até ramal de onde se pode pegar o ônibus para Cusco por cerca de 10 soles. A única coisa que não consegui verificar é como conseguir um transporte de van privado a partir de Cusco, mas o pessoal da Choquequirao Wasi deve ter essa informação. Se for de ônibus tem que pegar ônibus para Abancay e depois para Ramal e de lá conseguir transporte para Cachora ou Capuliok. Ou seja: é um trajeto que pode ser feito de várias maneiras. Com agência contratada em Cusco, se tem menos preocupações e está tudo incluído. Contratando cavalo/mula e ariero local é mais em conta e se privilegia a distribuição de renda aos efetivos moradores da região. Fazendo 100% solo é bem mais barato, mas é preciso atentar para o preparo físico, pois o desnível do percurso é de mais de 1500 metros, o que torna a caminhada bem pesada. Mas a distribuição dos acampamentos também permite fazer o caminho com mais calma, utilizando mais dias. Recomendações: tome muita água, pois o clima é muito seco e quente e procure organizar a caminhada para não estar na trilha nos horários mais quentes do dia. Os acampamentos de altitude (primeiro e último dia) são bem frios, então leve uma roupa bem quente. Observação: A partir de Cachora é possível fazer o Trekking até Machupichu. Ou seja, você vai até Choquequirao e não volta, mas segue até Santa Tereza / hidroelétrica e de lá pelo trilhos do trem até Águas Calientes. Me pareceu um maravilhoso passeio, mas leva de 07 a 08 dias e requer um bom planejamento, pois se precisa mais comida e não tenho informação acerca de possibilidades de comprar no caminho entre Choquequirao e Santa Tereza.
  22. 1 ponto
    Bom dia, Já achou companhia? Eu estava cotando para Cancun, mas se tornou inviável. Vôos com 23 horas de duração. E ficar lá menos de 10 dias...achei que não valeria a pena. Então estou trocando de destino..
  23. 1 ponto
    Vou agora do final de setembro. Não tenho roteiro, mas depois posto aki, como foi a viagem .
  24. 1 ponto
    Você pode levar estes remédios comuns sem problema e não precisa de receita médica, só não levar caixas e mais caixas como o colega acima comentou. Apesar de provavelmente ninguém implicar por que você está levando uma caixinha de Neosaldina ou Dorflex, eu evitaria levar ou consumir remédios a base de Dipirona, pois a Dipirona é proibida em vários países ou então só pode ser consumida com receita médica, e se você tiver o azar de cair numa fiscalização da "vigilância sanitária" europeia, podem confiscar a sua Dipirona, mas neste não acontece nada alem de você perder os seus remédios a base de Dipirona. Não existe certificado de vacina contra sarampo, somente uma recomendação, pois a Europa estava passando por um surto de sarampo, que agora chegou ao Brasil levado pelos turistas. Mas se você tomou as vacinas contra sarampo na infância, você já está protegida, e mesmo que não tenha tomado, agora, a 1 dia da viagem não seria recomendável tomar a vacina, por causa de um eventual efeito colateral da vacina. Vacinas devem ser tomadas 15 ou 30 dias antes da viagem, para que um eventual efeito colateral não aconteça durante a viagem.
  25. 1 ponto
    Esses remedios que podem ser usados sem receita médica (dor de cabeça, dor de barriga, dor muscular, etc..) voce pode levar de boa, mas claro, nao levando caixas e mais caixas. Uma prescrição médica/receita seria fundamental apenas para remedios de uso controlado como os tarjas pretas, insulina (caso levasse em grande quantidade). Sobre a questao do sarampo creio que voce nao terá problemas, até posso ate estar errado, mas nunca ouvi falar de um certificado internacional de vacina contra sarampo.
  26. 1 ponto
    Em novembro, roteiro em planejamento, data em aberto!!!
  27. 1 ponto
    Aê galera! Estamos com grupo no whats, quem tiver interesse me chama inbox ou no insta @laninhamsrocha, o intuito é unir a galera com mesmos interesses em Mochilar sem grana! #LoveAndPeace
  28. 1 ponto
    Pessoal, segue meu planejamento para chapada dos veadeiros e jalapão... Alguém vai estar por lá nas mesmas datas? Como estou sozinho, no Jalapão por enquanto vou de agência... se a gente montar um grupo podemos alugar um 4x4 Whats 42 99828 2726
  29. 1 ponto
    Meu G-ZUISSSS eu também busquei informações aqui, mas cada um tem seu estilo de viajar. Eu saí de casa com R$ 800,00 no bolso + passagens da Azul de R$ 358,00 ida e volta ( Brasília a Cuiabá 12/08 e Cuiabá a Brasília 12/08/19. O q conheci na Bolívia?? San Matias - Santa Cruz - Samaipata - Mataral - Sucre - Potosi - Uyuni (Passeio de 3 dias pelo Salar, pisei no Chile) - Oruro - La Paz (Achacatti) - Copacabana (lago Titicaca lado boliviano, Isla Del Sol) Aí meu amigo me empresta R$ 500,00 e eu vou para o Peru... saindo de Copacabana... Yunguyo - Puno (passeio no Titicaca lado peruano, ilhas flutuantes) - Cusco - Urubamba - Ollantaytambo - Águas Calientes - Machu Picchu ( $152 soles ingresso de entrada para estrangeiros, meu amigo pagou $77 soles com carteirinha de estudante). Moeda boliviana em: San Matias 1,70. Santa Cruz 1,75. Uyuni 1,55. La Paz 1,75. R$ 358,00 = Passagens Azul R$ 800,00 = 1.388 Bol R$ 500,00 = 380 Sol Total da Minha Trip: R$ 1.658,00 e muita disposição pra pedir carona, pechinchar passagens pq na Bolívia funciona muitooooo e hospedar com Couchsurfing... 😁😁😁 Boa sorte... 😉
  30. 1 ponto
    Thiago, boa noite! Me passa seu Whatsapp ou anota o meu 19.99261.5525. Dessa forma podemos conversar melhor sobre essa expedição. Abs.
  31. 1 ponto
    Entre novembro e dezembro de 2018 tiramos 10 dias percorrendo o litoral catarinense, 3 foram em Bombinhas e Floripa; cartas marcadas. A parte mais interessante/surpreendente da viagem começa depois da Praia do Luz, mas é impossível não falar nada de Garopaba, Embaú e o Rosa. No total foram mais de 20 praias além Rosa Sul, da quais pelo menos 7 foram memoráveis surpresas. Como Garopaba e o Rosa já são nossos velhos conhecidos, se é que isso é possível, cada vez que volto lá descubro um cantinho novo. Dessa vez foi a Igreja Matriz de São Joaquim, e os sinais indígenas que consegui achar. GUARDA DO EMBAÚ O primeiro dia paramos às 8:00 na Guarda do Embaú, dia perfeito, lá tudo é perfeito. Conseguimos estacionar tranquilo na rua, e partimos a nado cruzei o Rio da Madre, estava uma temperatura agradável. Fomos à Prainha da Guarda e a Lagoinha, depois uma árdua subida até a Pedra do Urubu, a vista lá de cima é sensacional. Inclusive conhecemos um médico que subiu logo após, não acreditei quando ele começou a me contar que tinha medo de andar na trilha e ser atacado por um animal selvagem, rimos bastante. Afinal ele é um profissional que trabalha encarando a morte todos os dias. Descemos, esfomeados. Foi difícil encontrar um restaurante legal para almoçar, só haviam dois abertos: um na margem do Rio da Madre com comidas de turista e um mais no meio da vila com uma comida mais simples no estilo buffet, nossa escolha afinal. Pegamos a estrada, uma longa estrada para chegar a uma praia que fica só uns 4 km da Guarda, a Praia da Gamboa. PRAIA DA GAMBOA A primeira impressão não é muito impactante. Neste dia estava bem deserta, a areia é meio grossa, tem uma água que escorre dos pântanos do entorno, dá um certo nojinho. Mas é sim uma bela praia e que vale a parada, a areia apesar de grossa é bem limpa, e tem umas sombras mais pro meio da praia que me renderam boa hora de cochilo. Saímos de lá umas 16:00 para ir até o Siriú onde seria nosso acampamento. A estrada de terra que liga as duas é uma miragem, vale muito a pena, até porque se for dar a volta pelo asfalto são uns 30 km a mais. EXPLORANDO GAROPABA Chegamos no Siriú e fomos direto para a praia tomar um banho novamente, e procurar um SUP para o dia seguinte. Achei o Clodoaldo, um simpático senhor e fechamos por um precinho camarada na manhã seguinte duas pranchas. Acampamos, num camping muito aconchegante, e bem estruturado. No dia seguinte às 7:00 já estávamos rumando para a Lagoa do Siriú, onde fizemos um passeio longo até às 10:00 remando, tá certo que a última meia hora foi um caos, o vento nos castigou em contrário. Ainda fomos nas dunas fazer uma esfolação. Dessa vez fiz sandboard, cai tombos de todos os jeitos mas aprendi, kkkkk. O negócio difícil! no começo. Como se não bastasse fomos para o Rosa Sul e trilhamos pela Trilha do Luz sob os últimos raios do Sol. Um espetáculo. Para voltar pedimos informação e entramos num túnel de árvores que leva até o Rosa, o tal do Caminho do Rei. Não foi nada fácil, com pouca luz, o tamanho da subida, e o cansaço acumulado, precisamos fazer algumas pausas inclusive. Mas no final achamos uma viela que cortava, depois de terminar o caminho do rei, cerca de 1 km pela estrada comum. Um pouco de medo de entrar em local privativo? Tivemos, mas o cansaço era mais forte que o medo, kkk. No dia seguinte, fizemos 16 km entre Praia da Ferrugem e Praia do Rosa uma trilha sensacional, na verdade a junção de 3 trilhas (Trilha da Caranha, Trilha do Ouvidor, Trilha da Praia Vermelha). Pela areias e costões foi sensacional.Após uma bela anchova triturada na vila da Ferrugem e um cochilo para repor as energias, nada como um banho refrescante na Praia da Vigia, apesar dos ardido da areia esfolada, para relaxar. Antes da noite fomos ver o Sol se pôr do Morro das Antenas, conheci um morador muito simpático, ficamos conversando até a noite cair por completo. Durante uma passeio na Vila, que começou a chover, aproveitamos para visitar a Igreja de São Joaquim - obra prima, e a convite de um simpático capelão ficamos para acompanhar a missa. ALÉM DO COMUM No dia seguinte, saímos cedinho novamente. Conhecemos a Lagoa de Ibiraquera, e sua praia agradável. Curioso que a partir daqui a paisagem muda drasticamente, de montanhas cobertas de verde, passamos a uma vastidão de areia fina, coberta por pequena ilhas de arbustos e esparsar árvores características do litoral catarinense. Sempre a beira Mar, sejam as estrada pavimentadas ou extensas costeletas (estradas não pavimentadas de areia) que parecem desgrudar os órgãos internos de que se aventura por elas. Chegamos na Praia da Ribanceira, também muito bela, e já quase deserta, mas o que mais impressionou foram alguns metros de areia depois de um trilha de 500 m, numa ponta de Mar que já destruiu uma edificação de suporte aos pescadores fica a, de nome não menos apropriado, Praia dos Amores: fácil se apaixonar. Ademais conhecemos um morador, muito simpático que nos indicou outra preciosidade do lugar acessível apenas por trilha, a Praia da Água. Lá fomos nós cruzar a elevação. Por ela, vários mirantes colocados pelos pescadores que em junho esperam ansiosos os cardumes de tainhas e a Baleia Francas, e que a nós só mostraram tartarugas sofrendo contra a fúria de Poseidon que com as ondas lançava-as na encosta pedregosa. Depois ainda passamos pelas praias de Imbituba, fizemos a trilha do Farol de Imbituba, saindo da Praia da Vila pelo costão e retornando pela trilha comum. Poderia ser chamado de Praia dos Lagartos, tamanha era a quantidade desses répteis que vimos por lá. Ainda seríamos surpreendidos nesse dia pela paixão de um holandês que nos surpreendeu com seu acervo de conchas, inexplicável. Antes de nos escondermos na noite, fomos fazer mais uma trilha, curta, ao menos era o que esperávamos. Minha nossa, foram 2 h intermináveis de sobe e desce rochas, até que saímos na Praia de Itapirubá Sul. Bom, que valeu a pena o rochoso é a melhor experiência de Itapirubá, depois do Museu das Conchas. Cansados, e esfomeados partimos por mais algumas praias, poderíamos dizer mais uma, só não dizemos porque é uma longa extensão de areia com alguns balneários. Acabamos chegando quase à noite já na Ponta do Gi, mais especificamente na Praia do Sol, a tempo apenas de entrar para o camping. O dono logo saiu e ficamos só nos, naquele deserto. Confesso que passei algum medo, lá na Ribanceira o morador tinha falado de alguns saqueamentos que haviam ocorrido recentemente naquela região, simples assim o bando chegava e levava tudo, deixando os campista sem nada, o que me confortava um pouco era o fato de o pátio ao menos ter muro. Seguirei contando, daqui a pouco...
  32. 1 ponto
    Estou viajando e vendendo brigadeiros numa caixa de ferramentas que paguei 19€, são 04 anos na estrada , 28 países e muita criatividade e cara de pau. Quer viver seu sonho de viver viajando ? Eu te ensino como e o melhor de graça, sou grato por estar VIVENDO O MEU SONHO, e compartilho tudo em meus Stories no Instagram: @instacaionomundo Lá eu posto várias soluções criativas para você viver viajando de um jeito simples e grato. Criatividade & Cara de Pau, chega de desculpas em sua vida e vai viver seu sonho HOJE !!!
  33. 1 ponto
    Olá gente! Então resolvi mesmo ir pra Colômbia em novembro...irá eu e uma amiga!!! Ainda não compramos/ fechamos nada...porem já vi alguns lugares que queremos ir/dias. Queremos Focar em Cartagena / San Andrés nessa viagem pra não ir nos lugares correndo...rs Período 15 a 30/11/19. Hospedagem: Hostel. 15/11 – Ida SP>Cartagena 16 a 17/11 - Cartagena - 2 Dias 18 a 20/11 - San Andrés – 3 Dias 21 a 24/11 - Providencia - 4 Dias 25/11 - Cartagena ( Retorno ADZ) 1 Dia 26 a 29/11 - São Bernardo – 4 Dias 30/11 – Retorno Cartagena>SP Qq coisa podemos combinar , quem estiver na mesma data/local... Bjs
  34. 1 ponto
    Em novembro tive a oportunidade de viajar para o Peru, passei por Lima, Cusco, Machu Picchu, Ica, e Deserto de huacachina. O Peru é um país incrível, rico de cultura e beleza naturais, viajei com o modo econômico ativado e por conta própria, fiz a trilha da Hidrelétrica para chegar em Machu Picchu, 6 horas de van saindo de Cusco, ficou no valor de 70 soles ida e volta, passando por uma estrada muito doida, cheia de curvas e com um abismo do lado como companheiro de viagem, chegando na hidrelétrica são de 2 a 3 horas de caminhada até chegar em Águas Calientes, seguindo a linha do trem, não tem como se perder. Águas Caliente é uma cidade linda e como é muito turística foi lá onde gastei mais com alimentação, hospedagem dá pra encontrar quartos compartilhados por 40 soles a diária com café da manhã. No dia seguinte que cheguei em Águas Calientes, acordei 4 horas da manhã para subir para Machu Picchu, dessa vez não fui caminhando, fui de Ônibus, leva mais ou menos meia hora o percurso e custa 24 dólares ida e volta. Pode subir a pé também, o percurso caminhando subindo uma escada gigantesca leva em média 1 hora e meia. Cheguei em Machu Picchu às 6 horas da manhã, e por mais de 6 horas choveu ininterruptamente, o sol só veio aparecer depois de meio dia, como fui no 1º horário só poderia ficar até o meio dia, mas depois de levar 6 horas de chuva não iria embora assim, ninguém manda você sair quando começa o 2º horário e fiquei para conhecer a cidade perdida dos incas, a energia do ambiente é incrível e conhecer como a civilização inca vivia naquele local é surpreendente. Na saída carimbei o passaporte e voltei para Aguas Calientes, voltando para Cusco no dia seguinte fazendo o mesmo caminho da ida. Em Cusco sofri com o efeitos do mal da altitude, os 3.400 metros da cidade, causam o soroche, causa náuseas, dor de cabeça, muita tontura, respiração ofegante, melhorei bastante depois de tomar um remédio chamado Alti Vital, depois foi só curtir a cidade que é belíssima, rica em cultura, de uma arquitetura fantástica, onde pode admirar os estilos arquitetônicos tanto dos incas quanto dos espanhóis. De Cusco fui para Lima pela Latam, achei Lima uma cidade bem organizada, apesar do trânsito em alguns lugares ser bem caótico, tem várias opções de lugares para conhecer, os melhores que achei foram o sítio arqueológico Huaca Pucllana e o Circuito Mágico das Águas. De Lima para Ica fui de ônibus com a empresa Crucero Del Sur, a passagem fica de 80 soles ida e volta, dura 4 horas, o ônibus é muito confortável, tem monitor com filmes e séries, wifi e servem até lanche. Chegando em Ica peguei um táxi na rodoviária até Huacachina por 10 soles, passei dois dias em Huacachina e é bem legal a vibe por lá, o passeio de tubulares pelas dunas e assistir o pôr do sol é uma experiência incrível.
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    OLA PESSOAL, VOU PASSAR A EXPERIENCIA QUE TIVE EM PORTUGAL DE 11 A 23 DE SETEMBRO DE 2018. ANTES DE IR, LI UNS RELATOS AQUI E ME AJUDARAM MUITO HORA DE DIVIDIR COM TODOS. BEM, VOEI DIRETO DE RECIFE A LISBOA, MAS DE CARA ALGO JA HAVIA MUDADO: A TAP ESTA COM MUITA DEMANDA, E POR ISSO ESTA TERCEIRIZANDO OUTRAS COMPANHIAS AEREAS PARA FAZER VOOS INTERNACIONAIS E DOMESTICOS. NA OCASIÃO FOI PELA PELA WHITE AIRWAYS. OTIMA EXPERIENCIA. FORAM 7 HORAS E 40 MINUTOS DE MUITA TRANQUILIDADE. REALMENTE O AEROPORTO DE LISBOA É GRANDE. É NECESSARIO DESCER AS ESCADAS DA AERONAVE, NÃO HÁ TUBOS. SE TIVER PROBLEMA DE LOCOMOÇÃO, PEÇA ASSISTENCIA LOGO AO FAZER O CHECK IN NO BRASIL. AS MALAS SÃO DESPACHADAS NUMA ESTEIRA SUPER LONGE. A SINALIZAÇAO É BOA. HÁ ESCADAS MAS TAMBEM HÁ ELEVADORES. NAO SE PREOCUPEM. COMPREI LOGO O TAL CHIP DA VODAFONE, 2O EUROS, COM VALIDADE DE 30 DIAS. O QUE TEM A OFERECER? 5 GB, 500 MINUTOS LIG NACIONAL, 30 MINT LIG INTERNACIONAL. DETALHE: AO LIGAR PARA O BRASIL COLOCA O SINAL DE + 55 COD DE AREA (11, 21, 81...) E NUMERO, A OPERADORA DIZ QUE NÃO TEM CREDITO, MAS DESCONSIDERE, E A LIGAÇAO É COMPLETADA. NÃO É PRECISO DIGITAR CODITO DE OPERADORA COMO SE FAZ AQUI. DEPOIS VEIO A BRONCA: ATRASO CONSECUTIVOS NO VOO DOMESTICO PARA PORTO! SIMPLESMENTE PERDI A TARDE O VOO QUE ERA PRAS 16H SO FOI FEITO AS 19:30h. NOVAMENTE A TAP TERCEIROU POR CONTA DE OVERBOOKING. E SO ME DERAM 6 EUROS PARA ALIMENTAÇAO PORQUE FUI PEDIR. VOCE NAO COME NADA DE BOM COM 6 EUROS. TODO MUNDA SABE OS PREÇOS EM AEROPORTOS! CONSELHO: NAO COMPRE PASSAGEM AEREA DOMESTICA PARA GANHA TEMPO: VÀ DE TREM (COMBOIO) ENFIM: CHEGUEI NO HOTEL EM PORTO A NOITE. AS COZINHAS DOS RESTAURANTES FECHAM AS 23 HORAS NO MAXIMO. SE ADIANTE PARA NAO FICAR COM FOME. PORTO CIDADE LINDA, CALMA, LIMPA E DE TERRENO ACIDENTADO. A PARTE HISTORICA DA CIDADE É CHEIA DE LADEIRAS. O MELHOR A FAZER É CAMINHAS PELA RIBEIRA, A MARGEM DO RIO DOURO, PASSEAR DE BARCO, QUE CUSTA DE 12 A 15 EUROS, TRAJETO QUE PASSA PELAS 6 OU 7 PONTES, POR QUASE 1 HORA. VALE MUITO A PENA. DEPOIS ATRAVESSE A PONTE LUIZ I, A DE FERRO E MAIS FAMOSA DA CIDADE! E VA ALMOÇAR E BEBER NOS DIVERSOS RESTAURANTES EM GAIA, A OUTRA CIDADE DO LADO OPOSTO A PORTO. VOCE PODE BAIXAR O APP DO GUIA DA CIDADE AO PROCURAR NO GOOGLE: EL GUIDE. TEM DE PORTO E LISBOA MUITO BOM, NAO BAIXEI PORQUE TINHA O IMPRESSO EM MAOS. OU TAMBEM WWW.VISITPORTO.TRAVEL NO OUTRO DIA FIZ UM PASSEIO COMPRADO AINDA AQUI NO BRASIL, PARA CIDADES DE BRAGA E GUIMARAES. FORAM 95 EUROS. QUEM QUISER, ACESSE O SITE DIRETAMENTE DA EMPRESA: LIVINGTOUR.COM SAO SUPER PONTUAIS. NAO SE ATRASE AO SAIR DO HOTEL. A NOSSA GUIA FOI PAULA, UMA PORTUGUESA SUPER PROFISSIONAL E CONHECEDORA DE HISTORIA. GUIMARAES É MUITO SHOW. CENARIO DE CINEMA. JA BRAGA, ACHEI SEM GRAÇA. UMA IGREJA E LOJAS POR PERTO. ELA TAMBEM NOS LEVOU NO ALTO ONDE HA IGREJAS, HOTEIS E ATE UM TEMPLO ONDE JOAO PAULO II VISTOU. VALEU CADA EURO INVESTIDO. RETORNAMOS AO HOTEL AS QUASE 18 HORAS. OUTRO DETALHE: EM SETEMBRO OU NO VERAO, OS DIAS SAO LONGOS E AS NOITES CURTAS. RAPIDAMENTE O DIA AMANHECE. NO OUTRO DIA FOMOS DE COMBOIO PARA UM CENTRO DE COMPRAS AFASTADO DA CIDADE, FAMOSO VILA DO CONDE. GASTAMOS DE IDA E VINDA POUCO MAIS DE 6 EUROS. A MAQUININHA É COMPLICADA, MAS RECEBEMOS AJUDA DOS PATRICIOS. COMBOIO MUITO LIMPO E ORGANIZADO, NEM SE SENTE A DISTANCIA DE QUASE 30 MINUTOS. O OUTLET É DE UM PISO SO, PLANO. MUITAS MARCAS BOAS, MAS PARA NOS BRAZUCAS AINDA FICA CARO. MESMO ASSIM, VALE PORQUE FICA MENOS CARO. NESSA IDA E VINDA, SE FOI O DIA TODO. ACHO QUE 3 DIAS EM PORTO TA DE BOM TAMANHO, SE QUISER MAIS, É PARA FAZER BATE E VOLTA NAS CIDADES VIZINHAS. PORTO É ENCANTADORA, DA PENA SAIR DELA. MAS É O JEITO, RUMO A LISBOA O UBER DO CENTRO DE PORTO AO AEROPORTO DA CERCA DE 12 EUROS. SE TIVER SORTE, PODE SER MENOS. A CIDADE É GRANDE, DETALHE DO UBER EM PORTUGAL: A UNICA FORMA DE PAGAMENTO É POR CARTAO DE CREDITO, NA MODALIDADE CREDITO. LISBOA PENSE NUMA CIDADE BONITA, CHEIA DE VIDA E ANIMADA. MAS ESSA ANIMAÇAO É DOS TURISTAS, PORQUE O PORTUGUES É MORGADO E GROSSO, DE MODO GERAL. FOMOS DE UBER, QUE SÓ É PEGO NO TERMINAL 1, UM POUCO AFASTADO DA AGITAÇAO PRINCIPAL DO AEROPORTO. É PRECISO IR NO 3º PISO PARA TER ACESSO. MAS É FACIL. MAS ANTES DISSO, PREPARE AS PERNAS, PORQUE A ESTEIRA DA BAGAGEM ( ELES CHAMAM DE TAPETE) Nº 2 FICA BEM LONGE DO DESEMBARQUE. EM SETEMBRO TODOS OS DIAS FORAM ENSOLARADOS. CERCA DE 30 GRAUS EM LISBOA. MAS NAO FAZ CALOR. VENTO É FRIO E SECO. OTIMO, FIQUEI NO HOTEL INN ROSSIO, COM 7 DIARIAS, QUASE 2 MIL REAIS, PORQUE FOI RESERVADO COM ANTECEDENCIA. O HOTEL É MUUUUITO BEM LOCALIZADO. TEM TUDO PERTO QUE VOCE POSSA IMAGINAR COMO TURISTA. UM PEQUENO MERCADO NO TERREO: PINGO DOCE. ESSE MERCADO TEM EM TODO LUGAR DE LISBOA. ACHO QUE SO TEM ELE. KKKKK LISBOA NAO TEM GRANDES MERCADOS COMO NO BRASIL, ENCONTREI OUTRO DENTRO DO SHOPPING VASCO DA GAMA: CONTINENTAL, TIPO CARREFOUR. E SÓ, BEM DO BAIRRO ROSSIO, VOCE PODE SEGUIR EM FRENTE E IR A PRAÇA DO COMERCIO, SUBIR DE UM LADO PARA O ALFAMA OU SUBIR PARA O OUTRO LADO: CHIADO E BAIRRO ALTO. TUDO VALE A PENA. NAO COMPREI O CARTAO LISBOA, TAO PROPAGADO, PQ NAO TINHA NEM TEMPO DE VISITAR TANTO MUSEU. MAS RECOMENTO IR NO CASTELO DE SAO JORGE, ENTRADA DE 8,5 EUROS DE MODO GERAL, VER NO SITE: WWW.CASTELODESAOJORGE.PT. O QUE MAIS ME CHAMOU ATENÇAO FOI O SILENCIO DO LOCAL, MUITO TURISTAS E NENHUM BARULHO. ACHO MELHOR IR A TARDE PELA BELEZA DO POR DO SOL. DE LA SE AVISA QUASE TODA LISBOA. VALE MUITO A VISITA. PODE DESCER ANDANDO MESMO, CADA LOJA E CASA SÃO UM ESPETACULOS A PARTE. ANDEI DE "ELETRICO" QUE É O NOSSO BOMDINHO, MAS SE TIVER DISPOSIÇAO, VA A PÉ. É ATE MAIS RAPIDO, PORQUE O ELETRICO RODA MUITO. O BILHETE E VENDIDO EM TODO LOCAL. FACIL DE COMPRAR. NO OUTRO DIA FUI DE METRO AO OCEANARIO, PEQUE A LINHA VERMELHA, COM NOME "AEROPORTO" E DESCA NA ESTAÇAO ORIENTE, PAGUEI 15 EUROS PARA VISITAR O OCEANARIO, MARAVILHOSO, TEM TAMBEM UM TELEFERICO, QUE NAO ME INTERESSOU, NA VOLTA PAREI NO SHOPPING VASCO DA GAMA, TUDO BEM PERTINHO. ONDE FIZ UMA COMPRINHAS. LA TEM MERCADO CONTINENTAL. MUITO BOM POR SINAL. A PRAÇA DE ALIMENTAÇAO ( QUE ELES CHAMAM DE "RESTAURAÇAO") DO SHOPPING É PEQUENA, MAS ALMOCEI UMA COSTELINHA DE PORCO MARAVILHOSO COM UMA TAÇA DE VINHO, TUDO POR MENOS DE 10 EUROS. É UM RESTAURANTE QUE FICA COM UNS FRANGOS ASSANDO A MOSTRA, AO LADO DE OUTRO DE COMIDA ARGENTINA. DEPOIS PEGUEI O METRO, FIZ A "CABEAÇÃO" QUE É A TROCA DE LINHAS E CHEGUEI NO ROSSIO. SIM, O CARTAO É 0,5 EUROS, VALE POR 1 ANO, VOCE PODE OPTAR POR CARREGAR 1 OU MAIS PASSAGENS, TEM TAMBEM COMO DEIXAR ELE COM ACESSO TODOS OS MEIOS DE TRANSPORTES OU POR 24 HORAS, PREFERI RECARREGAR SO QUANDO PRECISAVA, AS MAQUINAS RECEBEM MOEDAS E CEDULAS. SIM, ANDE COM COMPROVANTE DE COMPRA DO BILHETE, PODEM LHE PEDIR, É PELA CARA DA PESSOA KKKKK NUNCA SE SABE, A VALIDAÇÃO DE ACESSO É NA ENTRADA E SAIDA FINAL. NO OUTRO DIA FUI NO LADO OPOSTO DA CIDADE, CONHECER A TORRE DE BELEM E MONUMENTO DO PADRAO DOS DESOBRIDORES. DETALHE, NAO HÁ METRO. É PRECISO IR DE ELETRCO Nº 15 OU OUTRO LA, NOVAMENTE VOCE RECARREGA AQUELE CARTAO COM 2,90 IDA E VOLTA E TUDO BEM. EM 20 MINUTOS VOCE CHEGA LA. MAS AS PARADAS NAO DIZEM ONDE VOCE ESTA. MELHOR DEIXAR O GOOGLE TE DIZER, A TORRE NEM É TAO GRANDE ASSIM, PARECE ENORME MAS É PEQUENA. 6 EUROS A ENTRADA BASICA. CRIANÇAS E IDOSOS ACIMA DE 65 PAGAM METADE EM TUDO, A FILA É GRANDINHA MAS ANDA RAPIDO. DE LÁ VOCE PODE IR CAMINHANDO AO PADRAO DOS DESOBRIDORES. MUITO SHOW. LINDO DE MORRER A IMPONENCIA DESSE MONUMENTO DE 1960 E REFEITO EM 1985, NELE HA UMA EXPOSIAÇAO FOTOGRAFICA DE LUIZ PAVÃO SOBRE AS ETAPAS DE REFORMA DO MONUMENTO, QUE ACHEI IMPERDIVEL, ASSIM COMO A VISITA AO MIRANTE NO 6º ANDAR, MOMENTO UNICO. AINDA PROXIMO HA O CENTRO CULTURAL DE BELEM, MOSTEIRO DE SAO JERONIMO E UM IGREJA ANEXA ONDE SE VÊ O TUMULO DE CAMOES, MARAVILHOSO ESSE TUMULO, NAO ENTREI NEM NO CENTRO CULTURAL NEM NO MOSTEIRO POR CONTA DA HORA, DALI SE VAI CAMINHANDO SENTIDO CENTRO DE LISBOA, QUANDO SE DEPARA COM A FAMOSA CASA DOS PATEIS DE BELEM, 1,10 CADA UM. CAIXA COM 6 É 6 EUROS. MUITO GOSTOSO E QUENTINHO, A FILA ANDA RAPIDO E HÁ DIVEROS LUGARES PARA SE SENTAR, PARECE UM LABIRINTO AQUELA PADARIA KKKKK NA VOLTA A PRACA DO COMERCIO HA O CAFE MARTINHO DA ARCADA, FUNDADO EM 1727, ONDE A COMIDA É ESPETACULAR POR UM PREÇO JUSTO E NAO ABUSIVO. NESSE LOCAL FERNANDO PESSOA FAZIA SUA REFEIÇOES, A CADEIRA E MESA AINDA ESTAO LÁ. NO MESMO CANTINHO. TENHA A SORTE DE SER ATENDIDO PELO GARÇON NUNO TEIXEIRA, UM PORTUGUES MUITO CULTO E SIMPATICO QUE TRABALHA LÁ HA 17 ANOS, SALVO ENGANO. SIM, IA ESQUECENDO DE DIZER QUE FUI A SINTRA, NUM BATE E VOLTA. VISITEI O MUSEU DA PENA, 14 EUROS ENTRADA INTEIRA, FAÇA LOGO A AREA INTERNA PORQUE A FILA FICA IMENSA. FUI PELA ROTA CONTINENTAL, COM ALMOÇO FOI 69 EUROS, ALMOÇO MARA. GUIA EXCELENTE: DEBORA. UMA ITALIANA SUPER SIMPATICA E CANTANTE, ADORA MUSICAS BRASILEIRAS EM ESPECIAL MARISA MONTE. VOU COLOCAR POSTAR UMA FOTOS COM PREÇOS E PAISAGENS PARA FACILITAR AOS CAROS LEITORES QUE TIVERAM A PACIENCIA DE LER ATE AQUI. ABRAÇO A TODOS
  36. 1 ponto
    Segunda parte: Laos: Cruzar a fronteira entre Tailândia e Laos foi relativamente facil, na ponte que divide os 2 países não é autorizado tráfico de bicicleta, mas é possível colocar a bike no onibus pelo valor de mais uma passagem. O visto pode ser retirado na própria aduana pelo valor de U$ 30, é recomendável ter fotos de passaporte apesar que para mim não foi pedido, após as 16hs é cobrado uma taxa extra de U$1 para cruzar a fronteira, este valor pode ser pago em dólar ou em qualquer moeda de um dos 2 países. Para trocar dinheiro recomendo fazê-lo no Laos, há uma rua principal com muitos bancos, se fizer uma pesquisa pode conseguir um bom valor para trocar Baths ou Dólar. Em Huay Xai dormi em um templo, apesar de que no Laos há muito menos templos do que na Tailândia. No dia seguinte peguei um barco que navegaria 2 dias pelo Rio Mekong até Luang Prabang, o melhor é comprar o ticket no próprio local de embarque, os preços são tabelados. Ao final do primeiro dia o barco para em um vilarejo na metade do caminho, cada um deve buscar uma hospedagem por conta própria e continuar a viagem no dia seguinte pela manhã, é muito facil dividir um quarto com outros viajantes caso vc esteja viajando sozinho. Ao final de 2 dias chegamos em Luang Prabang, lá dividi um quarto com um polonês, uma suiça e uma francesa que conheci no barco, fiquei 4 dias na cidade que tem ótimas cachoeiras para visitar. Depois de Luang Prabang segui pedalando, foi a parte mais dificil de toda viagem, o Laos é um país muito montanhoso, no primeiro dia consegui pedalar apenas 40km, e também há poucas cidades no caminho, é preciso se preparar com suficientes suprimentos. Na primeira noite durmi no meio do mato e na segunda pedi para acampar no quintal de uma casa em uma pequena vila. Depois de 2 dias pedalando cheguei em uma fazenda de morangos em uma pequena cidade nas montanhas, nesta fazendo passei 10 dias trabalhando voluntariamente, foi uma linda experiência compartilhar esses momentos com locais. Depois da fazenda de morango fui pra Vang Vieng uma cidade na metade do caminho entre Luang Prabang e a capital Vientiane. Em Vang Vieng há muita natureza para visitar, a cidade tem muitas cavernas e rios de agua cristalina, a capital Vientiane não é tão interessante mas o Buddha Park e o pôr do sol no Rio Mekong valem a pena. No final de 30 dias que é o periodo de visto para brasileiros, cruzei a fronteira para o Vietnã.
  37. 1 ponto
    Olá pessoal, estou aqui para deixar mais um breve relato de uma viagem que fiz para a Coréia do Sul, breve mesmo, porque a viagem foi apenas de 1 semana. Consegui as passagens em uma barbada de promoção pela Qatar Airlines, por apenas R$ 1500,00 ida-e-volta, com o vôo saindo de Florianópolis. O vôo segue para Buenos Aires, operado pela GOL, volta para São Paulo (parada técnica), e depois e são 18h até Doha no Qatar, e mais 8h até Seul. A viagem é puxada, nunca tinha ido “tão longe”. Vale a pena todas aquelas dicas para vôos longos, de se alongar, e exercitar nos corredores do avião. Sobre a Qatar Airlines, sem comentários, muito bom o serviço de bordo, refeições, e até o espaço nos assentos da econômica, para mim de 1,92m, foram o suficientes. Sempre fico de olho em promoções como esta no site MelhoresDestinos.com Chegando em Seul, pelo aeroporto de Incheon, a melhor forma de chegar até a cidade é pelo metrô. Sem dúvidas, um dos melhores sistemas de metrô do mundo. Logo na saída do aeroporto há maquinas onde você pode comprar o cartão do metrô, uma espécie de bilhete único, e na máquina ao lado já carrega-los com os créditos necessários. Para tanto, você precisará já estar em posse da moeda local, wons. Para facilitar nossas contas, aproximadamente 1000 wons = 1 dólar americano (em fevereiro 2018). As máquinas têm menu e inglês e são bem intuitivas para comprar o cartão e recarrega-lo. As tarifas do metrô são conforme o trecho que você anda, havendo “catracas” na entrada e na saída da estação, onde você deve encostar o seu cartão. Os trechos custam em média 1500 wons. O trecho do aeroporto até o “centro” da cidade, fica em média 4500 wons. Você pode considerar em média 4 passagens de 1500 wons por dia, para bater perna e turistar pela cidade. O cartão pode ser utilizado nos ônibus também e taxis. Porém só utilizei metrô por lá. Fiz uma simulação pra ver um preço de Uber lá um dia, mas absurdamente caro, sem chance para nós plebeus. Comprei a passagem em junho de 2017, para fevereiro de 2018, que seria o “auge do inverno”, tanto que estavam para começar os jogos olímpicos de inverno por lá. Portanto fui preparado para um frio e neve que chegaram a menos 20ºC. Comprei dois jogos de calça-térmica e blusa-térmica (chamada também de segunda-pele) na Decathlon, que foram muito úteis. Hospedagem: optei em ficar no bairro de Hongdae, que pelas minhas pesquisas era o bairro “noturno” da cidade, com vários bares, boates, restaurantes, além da proximidade com as universidades da cidade, que o torna frequentado por um público mais ‘hipster’. De fato, o bairro é muito movimentado e agitado, e quase tudo funciona 24h, desde o comércio, até as tradicionais lojas de conveniência, que há praticamente uma em cada esquina. Há muitos hostels concentrados por lá. Há outras pequenas concentrações em outros bairros da cidade. Entre as prioridades, o melhor é ficar próximo à uma estação de metrô. Por toda a Seul há muitas lojas de conveniência 24h, praticamente uma em cada esquina. Não ria do nome... Fiquei no Hostel chamado SEUL I GUESTHOUSE, fiz a escolha baseado no hostelworld, pois haviam mais avaliações para este hostel, e estava localizado há apenas 1 quadra da estação de metrô Hongnik University. Isso facilitou muito a minha vida por lá. O hostel não tem nada de mais, é muito simples, com todas as facilities funcionando bem (wi-fi, aquecimento....). É uma grande casa de 3 andares; o curioso é que não fica nenhum funcionário lá a partir das 19h; apenas os hóspedes. Quando cheguei, já havia sido informado por e-mail, para fazer um self check-in. Havia na porta um envelope colado com meu nome na porta do hostel, com as chaves e orientações para minha hospedagem. Na cama e quarto indicados estavam o enxoval (toalhas, lençóis, etc). Não tive problemas. No dia seguinte, compareci a recepção para fazer o pagamento e etc. Há muitos outros hosteis na região, vale a pena pesquisar bem, qual perfil você prefere mais. O importante é ficar próximo a uma estação de metrô. Este hostel é muito simples, porém esta peculiaridade de ficarem apenas os hóspedes a noite pode ser legal para ser fazer mais amizades e enturmar com os mochileiros. Visita a Zona Desmilitarizada (DMZ). Fronteira entre as Coréias do Sul e do Norte Sim, é possível visitar este local, apesar do clima tenso entre as duas coréias; vale muito a pena para quem gosta de História, Política e afins este passeio. Pelo que pesquisei só é possível fazê-lo por meio de agências de turismo. O passeio consiste em visitar o lado sul-coreano da fronteira entre os dois países, onde há uma linha de 4km de comprimento que se estende entre as coréias, servindo como uma fronteira. Tal “linha” existe desde o acordo de cessar-fogo entre os países, que teoricamente nunca terminaram a guerra iniciada entre eles anos 50. Visita a um dos museus na Zona Desmilitarizada No lado sul coreano, há uma base militar, administrada pela ONU, com militares de alguns países, como os EUA por exemplo, sul-coreanos, e etc. É possível visitar algumas instalações, e outros locais como por exemplo, a sala onde ocorrem as conferências entre as duas coréias, alguns museus e memoriais; tudo sob um clima meio tenso. Nosso passeio foi assistido por um guia, muito simpático da empresa de turismo, e um soldado norte-americano mal encarado. Lembrei um pouco meus tempos de quartel aqui no Brasil, andar em fila, e obedecendo ordens (como por exemplo, tirar fotos, só dos locais autorizados). Visita a uma das salas de conferência na DMZ. Sempre vigiados pelos soldados. Os pontos altos do passeio são uma visita a um mirante, onde pode-se avistar a primeira cidade Norte-Coreana, chamada de Peace Village, a alguns metros dali, e também a visita aos túneis de infiltração, construídos para uma provável invasão à Coreia do Sul pela Coréia do Norte. Os túneis foram descobertos nos anos 90, e é possível entrar em um deles para conhecer. Realmente é um passeio muito interessante para quem gosta deste tipo de assunto. O almoço ocorre por lá mesmo, vi outras pessoas dizendo que foram levadas à um restaurante lá na base. Estação de trem na zona desmilitarizada, rumo à Coreia do Norte. No nosso caso, nos levaram até um “refeitório”, desses de quartel mesmo, onde inclusive comiam os soldados. O almoço era pago a parte, por 10.000 wons, e estava muito bom, no estilo “bandeijão”, com comida (e Yakult, hehe) a vontade. Pode-se levar o próprio lanche também (para os mais muquiranas) e comer por lá mesmo. Você poderá encontrar várias informações em outros sites e blogs, inclusive com indicações das agências de turismo. Eu fiz pela KORIDOOR, e não tive problemas. Pelo menos com 2 semanas de antecedência, procure reservar o passeio, por meio do site deles, é bem simples, e todo em inglês; depois envie os documentos (cópia do passaporte e dados do seu cartão) para confirmar a reserva. Eu fiquei com algumas dúvidas, e fui enviando e-mails, demorava as vezes pouco mais de 24h, mas tive todas as dúvidas respondidas. Fiquei receoso de enviar os dados do cartão de crédito (incluindo o código CVV), mas deu tudo certo. A minha reserva do Hostel também foi desta forma. (É preciso estar na agência as 7h da manhã, os passeios saem geralmente as 7h30, e retornam por volta as 16h. É muito fácil chegar na agência, fica ao lado de uma Base Militar Norte-Americana em Seul. Há uma estação de metrô próxima. Como deveria estar lá cedo as 7h, sai de Hongdae as 6h15, e logo cheguei lá, com os metrôs vazios ainda. O passeio pela KORIDOOR saiu 92,00 dólares. Certifique-se que você está indo fazer o tour completo, que inclui a visita à DMZ, JSA e ao Terceiro Túnel de Infiltração. Existem passeios mais baratos e mais enxutos, que não visitam todos os pontos, mas na minha opnião não vale a pena. Noitada / Balada Como eu mencionei, o bairro onde me hospedei, Hongdae, é um centro de bares e baladas. A maioria delas têm entrada gratuita, e os bares, são pequenos e “charmosos”, onde você pode comer várias comidas típicas. Eu fui á um encontro do Couchsurfing (uma rede social de viajantes, que tem pessoas do mundo todo, procure pesquisar sobre...), que ocorre semanalmente em um bar. Era um barzinho simples, meio de subsolo, Platte Bar, imagino que eles possam eventualmente alterar o dia e local do encontro, neste caso, foi em uma sexta-feira. Tinham umas 30 pessoas, gente do mundo todo, mochileiros em geral, e alguns locais, sul-coreanos. Galera muito simpática e gente boa, o bar bem “barateza”, comparado à outros por ali. Lembro que o shot de tequila estava 1000 wons, aí já viu né. Lá pelas tantas, o pessoal animou de ir em uma balada, já deviam ser umas 2h00 da manhã, as ruas estavam cheias, apesar do frio de -10º C. Sei que a balada era perto, não tenho idéia onde, ou o nome do local. Como a maioria era de graça para entrar, e estava rolando em geral hip-hop e hits americanos. Ficamos lá até de manhã quase. Voltei para o hostel caminhando, lá pelas 5h00. Estava muito frio, e nevando; mas foi uma noite muito legal. Para quem gosta de agito, vale a pena informar-se sobre o Couchsurfing e seus encontros. Encontro (Meeting) com o pessoal do Couchsurfing Roteiro de passeios: Fiz o roteiro em Seul, baseado em vários sites que indicavam os pontos turísticos da cidade. A grande dica foi locar estes pontos no Google Maps, para dividir conforme os dias, quais pontos visitar, quais linhas de metro pegar e etc. Feito isso, imprimi os mapas, e salvei também no meu celular, já com os pontos marcados (no PaintBrush mesmo), isso foi muito útil para se localizar nas ruas, pegar algum senso de direção, e eventualmente pedir informações no meio da rua, mesmo sem falar coreano, apenas apontando no mapa para as pessoas. E sim, os coreanos no geral eram muito simpáticos e solícitos quanto à isso. Bastava tirar o mapa do bolso, no meio da rua e parava alguém perguntando se eu queria ajuda. Nem todos falam inglês por lá; mas sempre era possível entender algo. Primeiro pesquisei os pontos de interesse em outros sites e relatos. Depois fui juntando pelo Google maps e dando printscreen, os mais próximos e fiz meus roteiros. Verifique no Google Maps, qual a saída da estação de metrô mais próxima do ponto que você deseja ir. As estações são muito grandes, as vezes tinham até 16 saídas. Logicamente há placas em todas elas indicando, isso vai facilitar muito seu rolê. Locais próximos de interesse: 1º) Saindo da Estação de Metrô Anguk, pode-se seguir a pé até o Palácio CHANGDEOKGUNG, visitar ainda a ALDEIA HANOK DE BUKCHON (bairro e casas antigas). Se estiver disposto a andar um pouco mais, volte até o KWANGJANG MARKET (GWANGJANG) para almoçar aquelas comidas típicas dos mercados municipais. Pessoal almoçando no mercado, comidas típicas Neste mercado é um dos poucos lugares que você encontra lembrancinhas “pra turista” do tipo chaveiros, canetas e etc, aproveite. Depois ande pela região de MYEONDONG. Ao lado do mercado há o Rio CHEONGGYECHEON, que é totalmente despoluído e cristalino no meio da cidade, ótimo lugar para se caminhar. Almoço no mercado municipal NORYANGJIN. 2º) Na estação de metro City Hall, você pode conhecer o lugar de mesmo nome, uma enorme galeria de arte, com arquitetura bem peculiar, é lindo o local. Nas proximidades você ainda pode conhecer o Palácio GYEONGBOKGUNG, que é absurdamente enorme, um conjunto de vários palácios. Neste local é comum os turistas, sobretudo os coreanos alugarem roupas típicas dos antigos moradores da Coréia, os hanoks, para visitar o local tipicamente vestidos e tirar umas fotos legais. Turistas com roupas típicas Centro comercial proximo a MYEONDONG Fica a dica. No palácio GYEONGHOERY você pode ver a troca de guarda, conforme o horário. Digitando este nome no google você encontra o site, com os horários prévios. Ao final do dia, pode-se visitar o MONTEM NAMSAM (teleférico, SEOUL TOWER), pegando o metrô em JONGNO 2 GA e descer na estação MYEONG-DONG. Um outro roteiro muito legal, é visitar o MUSEU NACIONAL DA KOREIA. Museu Nacional da Coreia Um lugar de arquitetura espetacular, quando fomos, o espelho d’água à sua frente estava congelado, e a região cheio de neve, imagine a vista. A entrada é gratuita e você pode passear por toda a história da Coréia Sul e boa parte da Ásia, vale muito a pena. Na volta, próximo, aproveite para conhecer o mercado de frutos do mar. NORYANGJIN. O museu fica um pouco mais longe do eixo turístico, há uma estação bem na sua frente. Saindo de Hongdae você poderá gastar em média 1h30 para chegar até lá City Hall DICAS ÚTEIS - Não tem muitas casas de câmbio em Seul, nem nos pontos turísticos. Em Hongdae vi apenas 2, portanto planeje bem o seu câmbio. Obviamente no aeroporto a taxa era maior, troque apenas o suficiente. - Vale a pena comprar um SIM CARD, para dados, será muito útil para consultar o Google Maps, e outras coisas mais. Nas casas de câmbio em geral vendiam chips, paguei 15.000 wons em um chip 4G para 1 semana. No caso, era uma companhia da China, portanto tinha que mudar a configuração do celular para “usar dados em roaming”, para o chip funcionar. É possível “alugar” uma espécie de aparelhinho que transmite os dados em wi-fi, sei que tem no aeroporto, mas não fui atrás de pesquisar. Overdose de miojos - Alimentação no geral, muito cara em restaurantes, porém os lamens (miojo tipo cup nuddles salvaram o rolê, nas lojas de conveniência você verá muitos deles). - Para perguntar o preço dos produtos nas lojas, tenha sempre em mãos o seu celular, para digitar os números e entender o valor que eles estão dizendo. Tentei aprender os números em coreano, mas sem chance. - Os metrôs funcionam até em dia as 0h30, você pode conferir os horários nas estações, portanto planeje bem o seu rolê ou volta para o aeroporto. Se for pra balada, prefira uma no bairro do seu hostel, para voltar a pé, ou esteja disposto a virar a noite fora. - Fiz um seguro saúde pelo site do decolar.com, a epoca 120,00 reais. Não sabia se seria obrigatório. Na dúvida.... Na imigração um funcionário do Ministério da Saúde te examina rapidamente, e tira sua temperatura para poder entrar no país. - Não é obrigatório visto para Coréia do Sul, apenas o passaporte em dia. - A "média universal" de gastos para Seul, tirando a hospedagem, fica na casa dos 100 dolares com folga. Os estabelecimentos passam cartão de crédito, sem a necessidade de digitar a senha. Comprei estas passagens em junho de 2017, para viajar somente em fevereiro de 2018, devido a promoção da Qatar, então pude ler bastante e preparar um roteiro para aproveitar o máximo, pois tinha apenas 1 semana. Só pude escrever este relato agora (Maio), mas espero que possam ajudar nas informações e custos da viagem.
  38. 1 ponto
    Saindo de Lucerna, seguimos de carro para um dia de andanças pelas pequenas cidades do interior da Suíça. Também é possível conhecer as região facilmente de trem (pelo Swiss Pass). Nossa primeira parada foi em Grindelwald, cidade que fica a 1,5 horas de Lucerna pela rodovia A8. A cidade é bem alta e é possível ter uma visão linda dos Alpes Suíços! No dia que fomos, o tempo estava um pouco nublado, com neblina, por isso não tivemos uma visão 360º clássica, mas mesmo assim foi bem legal. A cidade tem dezenas de lojas de queijos, chocolates e a estação de trem é um fofura. Para os mais animados (e que não vão no alto inverno), é possível fazer várias trilhas pelas redondezas. Além disso, o caminho até lá é um espetáculo! Como a cidade é alta, observar a paisagem mudando e o termômetro caindo numa manhã de inverno é demais! Ficamos em torno de 1 hora na cidade e seguimos por mais 20 minutos de carro em direção à cidade que viria a ser nossa queridinha na Suíça, a MAGNÍFICA e muito fotogênica Lauterbrunnen! A cidade é bem pequena, praticamente uma vila, com aprox. 3 mil habitantes e casinhas muito fofas e típicas. O lugar fica num vale, cercado por cadeias montanhosas imensas e nevadas, a verdadeira visão típica da Suíca. Lá a vida segue um ritmo lento, calmo e delicioso. A cidade é toda linda, explore as igrejinhas, as ruazinhas com casas lindas de madeira, o riachinho que corta o meio da vila e, é claro, as cachoeiras!!! A cidade tem mais de 70 quedas de água, sendo que a mais espetacular cai praticamente no centro da cidade, incrível! Ela se chama Staubbach Falls e já foi alvo dos encantos de escritores, como Goethe e Lord Byron. Ande pela cidade, faça as trilhas e vá descobrindo as outras quedas. Um dos nossos grandes arrependimentos nessa viagem foi ter reservado um tempo tão curto à cidade, se tiver a possibilidade, durma nela!! Para completar o pacote, ainda é possível visitar o Jungfrau (o ponto mais alto da Europa) a partir dela. Tem como ficar melhor?! Tem! Ela ainda é um ótimo ponto de base para quem quer esquiar na Suíça, já que fica perto de estações importantes, como Wegen e Murren. Relutando, saímos de lá por volta do meio dia em direção a nossa próxima parada: Interlaken. A cidade fica, como o nome sugere, entre os lagos Thun e Brienz e é maior que as duas anteriores.Os principais atrativos da cidade são os bondinhos, trens e mirantes que levam ao Jungfrau. No centro, também é interessante andar até a borda do rio (mas depois de ter vindo de Lauterbrunnen, confesso que não é nada muito empolgante). Além, disso, como a cidade é uma das bases para o topo da Europa, são muitas as excursões que ficam andando pela cidade com seus bastões (muitas vezes fazendo coisas não muito educadas). Entretanto, não pense que a passagem pela cidade não vale a pena! A parte imperdível do passeio são realmente os lagos que margeiam a cidade e os minúsculos vilarejos às suas margens. Se estiver de carro, dedique tempo para explorar as redondezas da cidade! Saímos da cidade por volta das 15:00 e seguimos em direção à Bologna, na Itália. Achamos que nosso dia estava terminado, mas ledo engano, uma surpresa inesperada nos aguardava! Seguimos o nosso GPS offline e fomos andando. Em dado momento, nos deparamos com uma placa redonda (circulo branco interno e circulo vermelho externo) que não havíamos visto no nosso estudo sobre placas europeias. Mas a estrada não estava fechada e nem nada assim, era só uma placa na estrada. Seguimos em frente, logicamente, seguindo o GPS. A estrada começou a subir de forma muito ingrime, foi ficando mais estreita e a paisagem foi mudando com muita rapidez. Começamos a ver árvores com geada e, a medida que subíamos, vimos árvores com galhos congelados e cada vez mais neve na borda da estrada (que seguia subindo muito!). Após um momento de muita neblina, saímos e vimos boquiabertos, que ESTÁVAMOS ACIMA DAS NUVENS!!!!!!!!! Foi uma visão maravilhosa, de tirar o fôlego e uma forma muito inusitada de dizer tchau para a Suíça! Para mais detalhes e fotos, leia o relato em: https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/18/suica-interlaken-grindelwald-e-lauterbrunnen/
  39. 1 ponto
    Bom, acabei de voltar da minha viagem e vou deixar minha contribuição. Fomos para Suiça neste início de mês de junho, nossa base foi Lucerna, especificamente uma cidade vizinha chamda Kriens. De lá partimos de trem numa manhã para a cidade de Engelberg. O trem de Lucerna para Engelberg sai de 1 em 1 hora, pagamos aprox 30 francos e chemaos em 45 minutos. Na estação de trem de Engelberg existe um guichê onde vc pode adquirir os tickets para o Titlis e existe um ônibus de graça até lá (mas é pertinho, dá pra ir a pé tranquilo). O ticket (para subir até o topo e ir ao icepark) completo custou ir 95 francos. Para subir vc pega 2 bondinhos. Lá no topo vc tem uma vista magnífica dos alpes! Mesmo perto do verão havia muito gelo. Existem restaurantes e lugares para vc fazer seu pique-nique lá em cima. Além da vista, andamos pelo cliffwalk (uma ponte que liga 2 montes), chairlift, uma bóia que vc desce numa pista de gelo, etc. Na volta paramos num ponto intermetiário da descida e fizemos uma trilha. Na trilha tivemos uma das melhores vistas, gramadas, montes, alpes, vaquinhas, etc. A vista foi fantástica. Por fim, voltamos para a cidade de Engelberg, e tomamos um lanche no mercado Coop, e voltamos para Lucerna. O passeio custou um pouco caro, mas valeu cada centavo! Bom, espero ter contribuido!
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