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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 03-10-2019 em todas áreas

  1. 2 pontos
    estou no paraguay faz três semanas e decidi que queria fazer esta viagem para conhecer todos os paises da america do sul , o motivo dessa viagem é que todos nós procuramos por algo sabe!!! E eu estou procurando a liberdade a alegria do verdadeiro viver agradecer por cada segundo de vida e não desperdiça-los com as ansiedades e preocupações que a vida nos presenteia por esse estilo de vida regrado de CONFORTO e insatisfações causadas pelo Anseio de sempre querer mais,eu queria experimentar a sensação de não ter nada compreende!!!e olha durante esse curto período de tempo descobri que tenho TUDO fazemos da vida um jogo que não se pode vencer DETERMINAMOS tudo que a vida tem que ser,criamos esses objetivos como uma tentativa de "Vitória social" para que as pessoas nos vejam bem e não enxergue essa desmotivação diária que todo ser humano sente e que ela é vista como um CRIME perante a todos nós, buscamos estar felizes e cheios de emoção a todo instante porque algo na nossa cabeça nos diz que a vida é somente FLORES enquanto negarmos nossaCONSCIÊNCIA insatisfeita de tudo que buscamos talvez nunca encontremos oque nos torna realmente felizes e preenchidos por completo eu ainda não encontrei e tambem não sei o endereço se alguem souber me AVISA porque estou viajando o mundo agora para encontra-la MUITOS JA TENTARAM ME CONVENCER QUE AQUI EU NÃO ACHE NADA,MAIS SERÁ QUE EXISTE ALGUM LUGAR DETERMINADO PARA ESSA SITUAÇÃO???????somente minha opinião me sigam lá no instagram vou tentar postar algun tópicos de algum dia interessante só queria filosofar um pouco kkkkk https://www.instagram.com/mochileirodasamericas/
  2. 2 pontos
    MOSTARDAS -> FAROL -> TAVARES percurso : 50km 26/27 de Maio de 2016, quinta/sexta feira feriado de Corpus Christi. A aventura para mim começa as 5h pegando o trem em São Leopoldo até Porto Alegre. Enquanto isso o Diogo vem de Gravataí para nos encontrarmos na rodoviária de POA. Chegamos em cima da hora, o ônibus da Viação Palmares partiu as 6:15h. As 10:20 desembarcamos na rodoviária da simpática e pacata cidade de Mostardas https://pt.wikipedia.org/wiki/Mostardas, onde as ruas cidade estavam decoradas para a procissão de Corpus Christi. Dali até a orla são 14km. No começo estrada de areia com saibro e muito boa manutenção. Nas laterais muita cultura de pinos com extração da resina e goma para indústria de cosméticos, desinfetantes, etc. É uma das atividades econômicas predominantes na região. A partir da placa avisando que agora estamos dentro da área de reserva é que a aventura começa a tomar forma. Estamos na Trilha das Dunas. No início um pequeno trecho com vegetação fechada, mas logo se abre uma região de banhado dos dois lados, com diversas espécies de aves entre outros animais. Logo em seguida o ambiente faz jus ao nome da trilha. Um trecho até o Balneário Mostardense onde a estrada se confunde com dunas e lâminas d´agua empoçadas, mas não chega a nos enganar conforme verão adiante na trilha do Talha Mar. Uma única árvore encontrada e uma pausa na sombra para descanso e almoçar uma Pastelina com água. Seguimos em direção à orla, chegamos no Balneário Mostardense. Uma pequena vila na orla onde no verão recebe um certo movimento e há muitas casas de veraneio, mas agora no inverno o número de pessoas é bastante reduzido, então o som do vento litorâneo zunindo pelos pinheiros é constante e o tempo parece estagnado. Paramos para dar um descanso no mercadinho da D.Irene, distante uns 200m da beira do mar. Lá fui informado que "Bah, coca-cola essa época do ano é bem difícil...". Mas abriu o freezer e tirou uma daquelas bem pequenas, acho que é 200ml. Bebi em dois ou três goles. E seguimos no rumo. Ao chegar na beira da praia, dois homens que vinham do mar para a cidade descem de uma moto (uma CG meia-boca) e a empurram, pois a areia revolta não permitia pilotar. De capacete, um deles pergunta se conhecemos outra via de acesso, ao que respondo que não sou do local e desconheço, mas informo que este acesso está bom até Mostardas, e foi de onde nós viemos. (lembrem desta pessoa). Ali na beira do mar fiz meu agradecimento pois fazia uns 7 anos que não via o oceano. God is good. Subi na única e inabitada guarita de salva vidas do local, estava precisando trocar as vestes de baixo pois tinha suado muito e estava assando. Podia ter me trocado ali mesmo fora, pois não havia ninguém a quem esconder nada. Vida nova! Seguimos ao sul, com vento contra. Praia quase que completamente deserta, não fosse a mescla de alguns pescadores de final de semana com suas camionetes e isopores com bebidas e guloseimas e pescadores locais em seus carros tomados pela ferrugem, sem para brisas e carregados de redes. Bandos de aves de variadas espécies revoavam como reação ao ataque sempre infrutífero da nossa companhia que nos seguiu praticamente até o Farol, um simpático cachorro que foi todo o percurso ensandecidamente abrindo buracos onde ele cabia quase que pela metade dentro. Batizamo-lo de "Tatú Dog" Meus pés começaram a me torturar, pois tinha comprado um tênis/bota novo pela internet "de promoção" e resolvi arriscar e fazer o trekking com eles, mesmo novos (GoNew -> corram delas). Uma porcaria, não façam isso, não existe milagre em termos de equipamento. Quase me matou e estragou com a caminhada. Lá pelos 20km fui obrigado a retirá-los e ir adiante de Havaianas. Minha salvação. Adiante alguns km encontramos os restos de um naufrágio que eu já tinha visto por fotos há anos. Click ! O tempo estava fechando e a tardinha ia chegando quando conseguimos avistar o Farol de Mostardas (https://pt.wikipedia.org/wiki/Farol_de_Mostardas). Incrível como as distâncias parecem próximas nesse ambiente, juro que parecia que o farol tinha rodinhas na sua base e estavam empurrando-o mais para longe à medida em que aproximávamos. Ô farol difícil de chegar! A lanterna sinalizadora foi ligada então começamos a nos atucanar, pois a noite era iminente e não tínhamos ainda onde armar acampamento. Um carro passou com um casal por nós, dez metros depois parou e voltou de ré. Abriu a janela e indagou onde estávamos indo. Respondemos que estávamos indo tentar conhecer o farol. Perguntou sobre onde estávamos hospedados ao que respondemos que nossa hospedaria estava dentro das mochilas mas estávamos meio preocupados pois não conhecíamos o local e o tempo estava se armando. Então ele disse que tinha cruzado por nós de moto lá atrás (lembram?) na entrada do balneário quando estava indo buscar o carro e sua esposa. Se apresentou como sub-oficial comandante da área militar e responsável pela guarda e operação do Farol de Mostardas e, acho que sensibilizado nos convidou para passar a noite com eles na área do Farol !!! Eles deram-nos abrigo, com chuveiro quente, cama, um baita dum café com pão feito na hora, mingau, frios, etc eu disse que já fora militar então o papo rolou até algumas horas. O farol visto de baixo é lindo, quatro faixos de luz giram em um período específico, pena que não dava para captar com a câmera que eu portava. O próprio farol é uma construção linda, completamente recoberta de ladrilhos e muito bem mantida pelos Marinheiros. Esta versão reformada data de 1940 e parece nova. Fomos dormir. Levantei as 5:30h e fiquei sentado na escada à frente da casa fumando um cigarro. Diogo levantou em seguida, quando o Sub Oficial Paulo Cesar nos convidou para irmos juntos para desligar o farol e subir nele. Quase não acreditamos. Subimos e vimos o amanhecer lá de cima. Tomamos uma verdadeira aula de funcionamento do farol, seus equipamentos e demais atividades. Muita gratidão por esse momento inesperado. Pena que não foi possível assistir ao "por do sol matinal" (sic.Diogo) pois a nebulosidade não permitiu. Mas valeu muito, essas são coisas que acontecem na nossa vida e devemos lembrar eternamente. O sub-oficial Villarinho me deu até um par de tênis que ele usava para correr mas estava bem inteiro para eu completar a jornada calçado, visto que meu tênis não tinha mais como usar pois me machucava muito os pés. Essa foi a sorte, pois não sabíamos ainda o que estava por vir. Tomamos café, e partimos as 10:20h. Tínhamos em torno de 14km ainda pela frente e nosso ônibus era só as 16h na BR101. Uma barbada! Nem precisaríamos apressar o passo. O pessoal do Farol tem 4 cães, 1 fêmea (a mãe) e 3 filhos. Pensa nuns cachorros sem noção, meio selvagens e completamente destrambelhados. Parecem uma gangue, um mexe e os outros compram qualquer briga. Os 3 filhos sairam e foram junto nos acompanhando. Qualquer carro que chegasse perto eles avançavam, se atiravam na frente. Não sei como não foram atropelados. Seguimos para o sul mais 5km quando entramos na trilha do Talha Mar em direção à BR101, onde pegaríamos o ônibus das 16h. Pegaríamos, não fosse uma "cagadinha" de errar a trilha do Talha Mar um pouco depois de entrarmos nela. Caímos num brejo ladeando a lagoa e fomos se embretando cada vez mais procurando a estrada que não achávamos nunca. Depois de 2 horas caminhando paramos num banco de areia e almoçamos frutos do mar. Da marca Coqueiro. E de sobremesa frutas tropicais (1 banana). Aos cachorros eu dei umas bolachas folhadas. Eu atirava tipo disco-fly e eles pegavam no ar em sensacionais saltos e bocadas. Mas depois notamos que eles caçavam o tempo todo e até comeram uma lebre na nossa frente. Agora... pensa num lugar isolado. De repente, sabe-se lá de onde, saiu de trás das dunas de areia um homem dirigindo um veículo que realmente não sei como descreve-lo. Era tipo uma gaiola, misto de madeira, com algumas coisas penduradas e muito pouca lataria feita com algumas placas de sinalização. A capô era de uma placa parada de ônibus. Era algo entre uma tobata e uma carroça sem animais. O motor era tão barulhento (pópópopópópó) que os cães o xingaram até a 4a geração. Não sei porquê, veio lembranças de Mad Max. Veio direto e parou ao nosso lado. Apertei sua mão e pedi por informação se a estrada da Talha Mar estava perto ou ainda faltava muito. Ele apontou para o lado de onde viemos e disse "Tá vendo aqueles pinos? É lá que passa a estrada." Eu olhei para trás e não enxerguei pinos. Aliás não enxerguei qualquer árvore. Realmente não existia nada além de dunas e banhado. "Lá atrás!" - insistiu. Levantei a cabeça e enxerguei lá no horizonte uma fina faixa verde acima das dunas. A fina faixa verde no horizonte era uma área de pinus. E lá estava a estrada. Sabe desânimo? Desespero? Multiplique! Tínhamos que voltar tudo que caminhamos naquela área difícil até a estrada para daí retomar nosso curso. Isso era em torno de 14:10h. Perguntei se ele não podia nos dar uma carona e ele disse que não ia para aquele lado. "Eu vim só ver vocês aqui." Ligou a fubica, deu meia volta e sumiu se peidando todo pelo mesmo lado de onde apareceu. Se não fosse ele, seguiríamos adiante e nos perderíamos cada vez mais.INCRÍVEL. OK, você deve estar se perguntando porquê diabos não tiramos uma fotinho sequer desse personagem. Também nos perguntamos depois. Tiramos fotos até das formigas no caminho, mas deste importante personagem não nos lembramos de levantar a mão e dar um clique. Depois minha esposa deu uma versão que deve ser a mais plausível : "Não se pode tirar fotos de anjos". Hmm, all makes perfect sense. Bem, fizemos o que dava para fazer. Baixamos a cabeça e saímos a toda máquina caminhando de volta. Pior: o vento parou e levantou uma horda de mosquitos que nos acompanhavam caminhando e nos picavam com a ferocidade de um leão que não comia havia duas semanas. As duas horas de ida voltamos em 1h20min. Achamos a estrada era 15:30h e tínhamos 8km até a rodovia para pegar o onibus das 16h. No way. A esta hora eu simplesmente não estava mais aguentando de dores tremendas nos pés, panturrilha, coxas, quadris, costas, ombros e braços. O pescoço, os cabelos, sobrancelhas e unhas não doíam. Ainda. Ao chegar na placa de saída da reserva simplesmente não aguentei e me atirei na lateral da estrada. Os quadris começaram a doer de uma forma muito intensa. Então ouvimos o barulho de um caminhão que logo surgiu e parou ao nosso lado. Era uma caçamba de recolhimento de lixo do município. Tinha já 4 pessoas empoleiradas na cabine. Pararam e perguntaram se precisávamos de ajuda. Eu disse que se conseguissem uma carona até a rodovia seria de muito bom grado. Ele disse "olha, ali atrás tem lugar, mas tá cheio de lixo. Se não for incômodo...". Eu disse que não tinha problema, mas realmente não tinha condições de subir. Então eu e o Diogo subimos nas portas laterais e fomos pendurados pelos espelhos retrovisores. O rapaz que estava na cabine telefonou, não sei pra quem, e foi informado de que o ônibus que pensávamos ter perdido tinha atrasado sua saída de Tavares e ainda não tinha passado na federal. Nossa! O motorista puxou uma reduzida e meteu pé na táboa! Loucura! Eu estava todo quebrado, pendurado num caminhão de lixo a toda máquina, os cachorros correndo ao lado, o Diogo no outro lado rindo sem parar. Cara, coisa de louco. Até pensei em pegar a câmera, mas não tinha como, se soltasse o puta-merda caía. Ao chegarmos na rodovia, descemos e agradecemos a carona, mas realmente pensamos ter perdido o ônibus. Os cachorros, lembram que falei que eram totalmente "sem-noção"? Pois então, começaram a avançar nos carros que passavam na rodovia, por muito pouco não foram atropelados. Eles nunca tinham saído da beira do mar no farol, aquilo era uma aventura em outro planeta para eles. Uma alma bondosa guiando um gol vermelho parou e ofereceu carona. Quando o Diogo foi falar com ele o Ônibus apareceu e dispensamos a carona agradecendo. Acho que deu uns 2 minutos. Se tivéssemos atrasado mais 2 minutos não teríamos como voltar e dormiríamos na BR. Uma grande aventura. Agradeço a Deus, meus mentores, guias e protetores espirituais, a minha esposa que amo e permitiu que eu realizasse essa aventura, ao grande parceiro Diogo Rhoden e aos novo amigos Alexandre Villarinho e Paulo César da Marinha do Brasil, ao Tatú-Dog, aos cães sem noção, ao cara do veículo estranho no banhado. That´s All Folk´s ! Silvio Moser http://www.meusitefree.com.br
  3. 2 pontos
    Em 02/03 eu e minha esposa saímos para essa que foi o maior tempo seguido que ficamos fora do país. Foram 28 dias corridos de férias que consideramos fantásticas, superando em muito a nossa expectativa. O fato de termos ficado com carro alugado durante todo o período contribuiu bastante, já que facilitou muito a logística e permitiu que tivéssemos bastante flexibilidade no roteiro. Este ponto também nos ajudou a economizar bastante, já que o carro acabou virando nossa “segunda casa” e deixávamos sempre mantimentos nele (Como o clima estava bem frio, acabamos fazendo do carro a nossa geladeira, deixando ele sempre abastecido de bebidas e até frios para tomar café da manhã quando o mesmo não estava incluso na diária do Hotel). Um breve resumo de nossa viagem: · 8 países visitados: Alemanha, Áustria, Itália (Bônus), República Tcheca, Holanda, Bélgica, França, Luxemburgo (Bônus) · 5.438km percorridos com nosso veículo alugado. · Média de 11,3km por dia de caminhada (305km no total) · Utilizamos 39GB de dados em nossa viagem via 3/4G. Bom, vamos ao que interessa: Dia 0: 02/03, sábado de carnaval Saímos de casa para Guarulhos. Como o Uber de minha casa até o aeroporto sai em torno de 130 reais ou até mais na época de festas e para ter mais flexibilidade, aluguei um carro na Localiza perto de minha casa para entregar no aeroporto. O aluguel com a tarifa do clube porto ficou R$65,63. Me foi oferecido um Logan Expression c/ ar manual com quase 3mil km rodados, bem novo e limpo. O processo de entrega no aeroporto foi bem tranquilo e logo o transfer da Localiza nos deixou no terminal 3 de onde partiríamos para Frankfurt. Fizemos o check in e como ainda faltava 1 hora para iniciar o embarque, aproveitamos a sala vip da Mastercard Black (acesso gratuito devido ao benefício do cartão). Ela estava bastante cheia, mas deu para petiscar antes de embarcarmos. Nossa operadora foi a Latam (Vôo direto, passagem comprada com pontos multiplus ida e volta). O Voo saiu com atraso de quase duas horas devido a chuva, mas isso não atrapalhou em nada nossa programação, já que não havia nada agendado para o Domingo. O voo foi tranquilo e chegamos em Frankfurt por volta das 16hs. Dia 1: 03/03 Domingo A imigração foi bem tranquila. O aeroporto estava cheio e levamos em torno de 40 minutos para concluir todo o processo. Na imigração, o agente só nos perguntou quantos dias ficaríamos por lá e quando respondi 28 dias, ele me olhou espantado e disse: 28 dias? Muito bom! Tenham uma ótima viagem! O Aeroporto de Frankfurt muito bem sinalizado, mas é bem grande. Andamos bastante para chegar na Alamo e fazer o processo de retirada do veículo. Confesso que me decepcionei um pouco com o processo de check in. Foi bem demorado. Haviam duas pessoas na nossa frente e demoramos em torno de 1hr até sair com o carro. Nosso companheiro de viagem foi um RENAULT CAPTUR BRANCO AT, que já estava com a tarifa de inverno inclusa no preço pago ainda no Brasil. Lá no balcão, para retirar o carro apresentei a carteira de motorista, o PID (Foi solicitado) , cartão de crédito e passaporte. Tivemos que pagar EUR 61,50 referente a taxa de fronteira. Antes de sair do aeroporto, ativei o chip da Easysim4u que compramos aqui no Brasil (plano ilimitado de 30 dias). Funcionou muito bem durante praticamente toda viagem. Começou a “ratear” nos dois últimos dias, mas foi uma ótima escolha já sair com o chip do Brasil e em relação ao preço que vi na Alemanha durante a viagem, fizemos a escolha correta. Saindo do aeroporto, fomos direto para nosso Hotel em Aschaffenburg. Já nos primeiros quilômetros deu para sentir a qualidade das estradas alemãs. Asfalto e sinalização impecáveis. Em meia hora estávamos no Hotel que ficava há 59km do aeroporto. Aqui passamos um certo “sufoco”. Ao ligar meu smartphone em Frankfurt, saindo do aeroporto e utilizando o Google Maps, o GPS estava doido, sinalizando que eu estava há alguns KMs de distância de onde eu realmente estava e o smartphone da minha esposa sem bateria.. Estávamos “cegos” em uma estrada que não conhecíamos. A sorte é que o carro veio com sistema de navegação (gratuito) e foi o que nos salvou naquele momento. Acabamos usando o GPS do carro durante toda a viagem.... nos ajudou bastante. Estava bastante frio (7 graus) naquela noite e também estávamos bem Cansados da viagem. Comemos no McDonalds e fomos para o Hotel dormir cedo. Neste dia dormimos no Hotel Olive Inn, que é bem simples, mas com uma cama confortável. Dia 2 - 04/03 Segunda Acordamos cedo e fomos ao Schloss Johannisburg mit Schlossanlagen que ainda estava fechado quando chegamos (8hs) e fomos na Stiftsbasilika St. Peter und Alexander, que é uma igreja belíssima. Passamos no mercado (Lidl) para comprar alguns suprimentos e seguimos para Würzburg. Levamos menos de 1hr para chegar. Deixamos o carro em um estacionamento próximo ao centro e visitamos as principais atrações da cidade (Residenz de Würzburg, Catedral de Würzburg, Neumünster, Marienkapelle, Wallfahrtskirche Käppele, etc.). Passeamos as margens do rio Meno que é extremamente limpo e com uma intensa movimentação de barcos. É impressionante como ele é conservado e utilizado a favor da população. Com certeza é um exemplo para todo mundo. De lá partimos para Rothenburg ob der Tauber. Chegamos por volta das 16hs e fomos caminhar pela cidade. Que cidade linda! Caminhamos por cima da muralha e pelo centro da cidade. Jantamos no centro histórico e seguimos para o nosso Hotel que ficava ali perto, no lado externo da muralha, o Hotel Rappen Rothenburg ob der Tauber. Dia 3 - 05/03 Terça Tomamos café de manhã no Hotel e voltamos para terminar de conhecer o centro de Rothenburg ob der Tauber. Aqui ocorreu a primeira decepção da viagem: Fomos atrás do que seria o “melhor strudel de maçã do mundo”, mas a Konditorei Pretzel, café que fica na Marktplatz estava fechado tanto na segunda quanto na terça por causa do feriado de carnaval. Então ficamos só na vontade mesmo... Mas deu para conhecer a Kathe Wohlfahrt que é uma belíssima loja de enfeite de natal. A loja é imensa e do lado de fora não parece que é tão grande e tem tanta coisa para vender lá dentro... Depois seguimos viagem para Dinkelsbühl. Deixamos o carro no estacionamento P2 e caminhamos pela cidade. A cidade é linda e rende belas fotos. O centro é bem pequeno e aqui fica o destaque para a catedral de São Jorge. De lá seguimos para nosso hotel que ficava próximo a Baden Baden. O Hotel Kloster Maria Hilf Bühl que também é um convento, apesar de afastado do centro, é uma ótima escolha para quem está de carro. Preço bastante acessível em relação aos demais e com uma boa qualidade. Ainda deu tempo de passear um pouco a noite pelo centro de Baden Baden, que também é bem organizado. Dia 4 - 06/03 Quarta. Foi dia de passearmos pela Floresta Negra. Saímos cedo do Hotel (que tinha um café muito bom já incluso na diária) e seguimos para passear pela Floresta Negra. Nossa primeira parada foi em Herrenwieser See. Como ainda era bem cedo e havia nevado naquela noite, o caminho estava lindo, todo branquinho e as estradas estavam bem limpas. Você percebe a preocupação com a remoção do gelo para evitar acidentes. O problema é que para chegar no lago, você entra em uma estrada secundária, bem estreita e sem esta manutenção das estradas principais. Fomos subindo e a estrada estava com bastante neve. Como só havia nós ali naquele horário, chegou um ponto que tivemos que encostar o carro pois havia muita neve no chão e estava perigoso seguir (o carro estava derrapando). Então encostamos o carro próximo ao ponto de observação Blick zur Schwarzenbachtalsperre (que possui uma vista de tirar o folego do lago) e seguimos o caminho restante (em torno de 1,5km) a pé para contemplar o lago congelado (acreditávamos que seria o único lago congelado que iríamos ver, mas depois, ao longo da viagem, vimos vários outros). Engraçado que não seguimos a estrada com o carro pois a camada de neve estava fofa, mas muito alta (havia trechos que a neve quase bateu no meu joelho). Ao voltar do lago a pé, como a estrada é bastante estreita, manobrei com todo cuidado para voltar para a estrada principal. Dai veio um carro em nossa direção, com o senhor de uns 60 anos dirigindo. Ele falou 1 kg em alemão e eu só entendi 50 gramas... Peguei o celular para traduzir e só deu para entender que ele estava perguntando se precisávamos de ajuda. Agradeci, disse que não precisava de ajuda e avisei a ele que eu achava que não dava para passar com o carro mais a frente, já que havia uma camada de neve a frente que apesar de fofa, estava bastante alta. Ele sorriu, disse que iria em frente e nos desejou um bom dia... pegou seu carro e seguiu pelo caminho que fizemos a pé. Não sei se nós, que pela falta de experiencia, estávamos com mais receio do que o necessário, mas para ele parecia ser algo normal. Retornamos e fomos em direção a See Mummelsee para tirarmos umas fotos do lago Schwarzenbachtalsperre. Paramos no estacionamento e atravessamos represa, mas não havia nada aberto ali para podermos comprarmos um café. Então tiramos algumas fotos e seguimos viagem. Em menos de 1hr chegamos em Schiltach. Uma pequena cidade repleta de construções típicas alemãs. O rio que corta a cidade muito limpo. Posso dizer que ali encontramos a perfeita junção da natureza com a arquitetura alemã. A cidade muito bonita e vale a visita. Mais meia hora de estrada e seguimos para Triberg. Passeamos pelo centro da cidade, visitamos a loja Haus der 1000 Uhren que possui uma grande variedade de “relógios cucos” para venda e visitamos a Triberger Wasserfälle, que possui várias cachoeiras. Como já era meio da tarde, paramos para almoçar no único restaurante que encontramos aberto ali na avenida principal. Obs: Aqui em Triberg ocorreu a segunda decepção da viagem: Fomos no Cafe Schäferpara comer o que dizem ser a receita original do bolo Floresta Negra, mas estava fechado devido ao feriado de Carnaval. Saindo de Triberg seguimos para Friburg, onde dormimos. Foram mais 1hr de carro através de paisagens maravilhosas. Fomos direto para o centro da cidade, já era fim de dia, passeamos pelo centro da cidade e assistimos a uma missa na igreja Münster de Freiburg. Dormimos no Hotel Super 8 Freiburg, que apesar de se um pouco distante do centro, possui instalações novas e de boa qualidade. Não deixamos o carro no estacionamento do Hotel, deixamos na rua mesmo (havia algumas vagas livres para estacionar gratuitamente). Dia 5 - 07/03 Quinta Fomos direto para o Castelo de Neuschwanstein. Foram 3 horas de viagem, novamente por paisagens belíssimas. Subimos e descemos a pé já que não estava chovendo. Visitamos o castelo (31 EUR p/ 2) e andamos nos arredores. A Mariensbrücke estava fechada pois havia tido um deslizamento próximo a ela na noite anterior. Ao descer do castelo, almoçamos em um restaurante no caminho. Passamos a tarde no centro de Fussen e depois dormimos no Hotel Fantasia, um bom Hotel que fica bem próximo ao centro da cidade. Nesta noite jantamos em um restaurante italiano chamado Peperoncino Pizza e Cucina. Recomendo a quem for passar pela cidade. Comida de qualidade com um preço bastante justo. Dia 6 - 08/03 Sexta Saímos cedo do Hotel e seguimos para Oberammergau. Em 1hr chegamos na cidade e visitamos a casa de artesanatos Pilatushaus. Mas o destaque é para a cidade em si, repleta de afrescos por toda cidade, um mais belo que o outro. Parece uma disputa entre os moradores de quem é a fachada mais bonita. Fico me perguntando o custo da manutenção daquelas pinturas, já que a qualidade delas é muito boa. De lá fomos visitar o Palacio Linderhof em Ettal (Estava fechado e em obras), caminhamos por seus jardins e seguimos para a belíssima Abadia de Ettal. Saindo de Ettal, seguimos para Eibsee onde pegamos o bonde para Zugspitze (93 EUR p/ 2) Almoçamos lá em cima e ficamos até o fim da tarde lá. O tempo estava bom, mas de vez em quando fechava e vinha uma pancada de neve (foi nosso primeiro contato com a neve caindo). É impressionante a estrutura lá em cima, assim como a velocidade em que o tempo muda. Pegamos -14 graus no topo já próximo ao horário de descermos. Interessante que no top, tem uma parte que é a divisa entre a Alemanha e a Áustria. Apesar de não haver mais o controle de fronteira ali, você pode carimbar seu passaporte com os carimbos das regiões. Dali fomos para Innsbruck. No meio do caminho parei em um posto para comprar o Vignette de 10 dias (EUR 9,20). Após 1 hora de viagem, chegamos ao apartamento que alugamos pelo Airbnb. Um apartamento com uma anfitriã supersimpática, confortável e com uma bela vista. Para quem está de carro, vale muito a pena ficar nele (https://www.airbnb.com.br/rooms/16673155?guests=1&adults=1). Apesar de ainda ser somente o sexto dia da viagem, estávamos começando a sentir o cansaço das férias... Dia 7 e 8 - 9 e 10/03 Sábado e Domingo Ficamos em Inssbruck por 3 noites. Foi bom a pausa de viagens para descansarmos um pouco. Conhecemos a Hafelekar, que fica a 2.256m de altura e possui uma vista magnifica da cidade. Fomos também no Swarovski Crystal World Museum, que é bem interessante e vende produtos Swarovski a um preço mais em conta que nas lojas, além de visitar os pontos turísticos no centro histórico e caminhar bastante a beira do lindíssimo rio Inn. A cidade em sí é um espetáculo, cercada de montanhas... Bonita em todos os ângulos.. Em uma tarde que estávamos livres, fomos até o Outlet Center Brenner, na Itália. O Outlet fica a 40 minutos de Innsbruck e bem pertinho da fronteira dos países. Valeu a pena a ida, apesar do pedágio no caminho de quase 10 euros na ida e volta, pois encontramos no Outlet os menores preços de roupas da viagem. Dia 9 - 11/03 Segunda Aqui foi a grande mudança que fizemos no roteiro de última hora. Estávamos programados para 3 dias em Munique. Mas como teremos que fazer uma conexão em Munique nas próximas férias, resolvemos deixar a cidade para um Stop over futuro. Então cortamos Munique do roteiro. Com isto, seguimos para Dachstein-Gletscherbahn. Em 3 horas chegamos no destino e o tempo estava bastante fechado. Por teimosia nossa, subimos assim mesmo (EUR 78 p/ 2), mas infelizmente não deu para ver nada lá em cima. Estava nevando muito, mas muito mesmo... Nevava por todos os lados que vocês possam imaginar... Não dava para ver 2 palmos a frente. Fomos na Suspension Bridge, Ice Palace e Skywalk, mas sem conseguir apreciar praticamente nada, já que o frio era congelante e estava difícil até de respirar. Ficamos imaginando como seria lindo estar ali em um dia de tempo claro com bastante sol... infelizmente vai ficar para a próxima vez. De lá, fomos para o Lago Gosausse. Demoramos em torno de 1hr para chegar e valeu muito a pena. Era fim de tarde e o tempo estava muito claro, com um sol lindo... lago completamente congelado! Uma paisagem deslumbrante!!!! Saímos do Lago quando estava escurecendo e fomos para Hallstatt para ver a cidade a noite. Chegamos lá e não vimos uma viva alma na rua. Estava muito frio e não encontramos nenhum lugar aberto para jantarmos. Então retornamos para nosso Hotel. Dormimos no ótimo COOEE Alpin Hotel Dachstein, em Gosau. Hotel muito bem conservado e com um preço justo. O restaurante do Hotel serve uma comida de qualidade. Dia 10 - 12/03 Terça Tomamos café no Hotel e fomos Visitar Hallstatt. Ao chegar no estacionamento, o carro estava coberto por neve. Ainda bem que havia no carro uma pá de acrílico para remover a neve, foi o que ajudou bastante. Quando saímos do Hotel ainda estava nevando bastante. Todo caminho até Hallstatt foi com neve. Demoramos 20 minutos para chegar. Estacionamos no P1 e fomos conhecer a cidade. Chegamos na cidade com neve e durante a tarde estava com tempo claro e muito sol... A cidade é belíssima, seja com sol ou nevando! O lago de águas cristalinas dá um toque especial na cidade. Passamos o dia passeando pela cidade, compramos um monte de lembrancinhas (inclusive sal) e voltamos para o nosso Hotel em Gosau. Dia 11 - 13/03 Quarta Saímos cedo do Hotel e fomos para Cesky Krumlov. Novamente nevou bastante e tive que remover a neve do carro. Quando saímos ainda estava nevando bastante em Gosau, mas as estradas sempre bem cuidadas, não foram um problema. Cruzamos a fronteira para a República Tcheca e paramos no primeiro posto para comprar o Vignette (10 dias p/ 12,50 EUR). Logo chegamos em nosso destino depois de 2:30hs de viagem. Deixamos o carro em um estacionamento privado próximo ao castelo (48°48’50.5″N 14°18’47.2″E). Passamos o dia visitando o centro histórico e o castelo da cidade. Aqui resolvemos não trocar euro por coroas tchecas. Fizemos um saque internacional no caixa eletrônico e o custo total menor que o custo total das casas de câmbio. Saímos de Cesky Krumlov no fim da tarde e seguimos rumo a Praga. Depois de 2 horas chegamos ao nosso destino: Hotel Habitat que possui um preço muito bom, é próximo a uma estação de metrô (+/- 1km), mas tem um problema: Não tem elevador. Nosso quarto era no terceiro andar e estávamos com muitas malas, então deixamos todas no carro e colocamos somente o que utilizaríamos na mochila para subir. O Hotel também não tem estacionamento e o carro ficou na rua, que por sinal é bem tranquila tinha vaga disponível. Não recomendo este Hotel caso esteja com muitas malas... a escada é cruel.... Dia 12 - 14/03 Quinta Deixamos o carro parado e fomos conhecer o centro de Praga de metrô. A estação próxima ao Hotel é a Střížkov. É muito fácil comprar as passagens nas máquinas (apenas com moedas) e utilizar o metrô. Não esqueça de validar o ticket. Ao descer no centro, fomos abordados pela fiscalização e foi tudo certo, apresentamos os tickets e ele apenas nos desejou boa viagem. Dedicamos o dia para conhecer o Planetário, a torre Petrin e o Castelo de Praga (todos belíssimos por sinal) e no fim da tarde passeamos pelo centro. Ficamos até anoitecer e retornamos para o Hotel também de metrô. Dia 13 - 15/03 Sexta Fizemos checkout no Hotel, deixamos o carro próximo a estação de metrô e voltamos para o centro de Praga. Fomos direto para Vysehrad pois queríamos conhecer a basílica. Após passear pela região fomos terminar de conhecer o centro da cidade. No fim da tarde pegamos o metrô de volta para a estação Střížkov, pegamos nosso carro e seguimos para Karlovy Vary. Pegamos um pouco de trânsito no caminho e demoramos 2hs para chegar ao nosso destino. Fomos direto para o centro conhecer a cidade a noite. Jantamos no Ristorante Pizzeria Venezia, que tem uma massa de primeira qualidade. Dormimos no Hotel Marttel , que apesar de antigo, é bem conservado e tem um café da manhã de primeira qualidade. Dia 14 - 16/03 Sábado Karlovy Vary: Que cidade linda! Uma das mais bonitas que visitei. Parece que o tempo não passa por ali.... As centenas de pessoas caminhando pelas ruas, bebendo água das fontes termais, sem pressa... Passeamos durante todo dia na cidade, compramos uma caneca tradicional da cidade e bebemos água de todas as fontes (Não sei como conseguem beber tanta água daquela... não gostei). Tomamos um café no Grandhotel Pupp (hotel onde foi filmado Casino Royale). A dica aqui é experimentar o Oblaten, que é um biscoito vendido vem vários locais na cidade.... Dia 15 - 17/03 Domingo Saímos cedo de Karlovy Vary e voltamos para Alemanha. Agora nosso destino era Dresden. Depois de 2hs de viagem, chegamos ao nosso destino. Deixamos o carro em um estacionamento publico a beira do rio Elba e fomos flanar pela cidade. O dia estava lindo, ensolarado! Combinando com a cidade. É impressionante como as pessoas aproveitam os parques para tomar sol. Eu diria que é um hábito continental, já que percebemos isto em todas as cidades em que passamos. Visitamos os principais pontos turísticos da cidade que possui muitas construções imponentes. A cidade por si só é um museu a céu aberto. Vale muito a pena a visita. Almoçamos no Ayers Rock e particularmente não gostei muito. Esperava mais devido ao valor dos pratos. Ao anoitecer, começou a chover. Pegamos nosso carro e seguimos para nosso próximo destino: Berlim. Mais 2:30hs de viagem e chegamos ao nosso hotel (Enjoy Hotel Berlin City Messe). Recomendo este Hotel, não só pelo preço justo e instalações de boa qualidade que ele oferece, mas também pelo fato de você poder deixar seu carro estacionado na rua em frente ao mesmo (grátis) e poder pegar o metrô para o centro de Berlin ali próximo. Dia 16 e 17 – 18 e 19/03 Segunda Nesses dois dias fomos ao centro de Berlin de metrô (também muito fácil de se locomover). Visitamos as principais atrações (Reichstag, Portão de Brandeburgo, Checkpoint Charlie, torre de TV, etc). A cidade é muito organizada, imponente, bonita, possui museus de qualidade... mas não criou aquela sensação de “UAU!” como várias outras cidades criaram durante essas férias... É uma bela cidade para se conhecer, mas não foi a nossa preferida como pensei que seria durante o nosso planejamento da viagem. Talvez o fato de haver obras por todo lado da cidade tenha contribuído para esta nossa percepção, tenha tirado um pouco do charme, mas sem dúvidas é uma cidade que deve estar no roteiro de quem passa pela Alemanha. No segundo dia pela manhã, pegamos o carro e fomos a Potsdam. Fomos em Sanssouci (que também estava em obras) e visitamos seu jardim. Depois passamos no Designer Outlet Berlin, fizemos algumas compras e seguimos novamente para o cetro de Berlin. Retornamos ao Hotel tarde da noite para descansar e se preparar para o dia com o maior número de KM a serem percorridos. Dia 18 - 20/03 Quarta Este foi o dia mais puxado da viagem. Saímos cedo do Hotel em direção a Amsterdã. Foram 8:00hs horas de viagem. Iríamos chegar em Amsterdã cedo, por volta das 15hs, então resolvemos ir para Zaanse Schans, que é uma belíssima aldeia holandesa, repleta de moinhos típicos e com uma fábrica de queijos SENSACIONAL (Catharina Hoeve). Foi mais uma escolha acertada que fizemos, já que se tivéssemos ido para o Hotel, com certeza iríamos dormir. Passeamos até anoitecer pela cidade e saímos de lá com várias bolsas de souvenir, além de muitas peças de queijo de vários tipos que trouxemos para o Brasil. Um fato que chamou atenção aqui foi que deixamos o carro no estacionamento do Zaans Museum. Ao retornarmos ao veículo para ir embora, não havia onde realizar o pagamento do ticket pois estava tudo fechado. Rodei tudo ali para fazer o pagamento e não encontrei nenhuma máquina, foi quando eu li atrás do ticket que após as 17hs, bastava passar o ticket pela cancela que ela abriria.... Já era noite quando seguimos para o New century hotel. Escolhemos este hotel pelo fato de ter estacionamento grátis e ter um preço acessível em relação aos Hoteis do centro. Mais uma escolha correta no nosso ponto de vista, já que foi muito fácil e barato ir para o Centro dali. Dia 19 - 21/03 Quinta Aqui é um exemplo de como o governo pode contribuir para desafogar o trânsito das grandes cidades com inteligência. Para economizarmos com o estacionamento contribuir com o trânsito da cidade, utilizamos o sistema de P+R (Park & Ride) que consiste em deixar seu veículo em um dos estacionamentos conveniados, ir de transporte público para o centro, voltar e pagar um valor baixo por isso. Então deixamos nosso carro no P+R Olympisch Stadion, onde por 5 euros compramos dois tickets para o bonde (ida e volta) para o centro e ao retornar para retirar o carro a noite, pagamos somente mais 1 euro (o carro ficou estacionado ali o dia todo!), ou seja, o custo total foi de por 6 euros para duas pessoas! Vale ressaltar que você precisa validar o ticket na entrada e na saída do transporte público para poder ter o desconto no estacionamento. Meu coração gelou quando coloquei o ticket de estacionamento na máquina para validar e apareceu mais de 50 euros a pagar... mas quando eu encostei o ticket validado do bonde, o valor caiu para 1 euro a pagar... Pensa na satisfação de ter feito tudo certinho... Obs: Eu havia programado para deixar o carro no P+R Amsterdam RAI, mas na data em que estávamos lá havia um evento no centro de convenções e ele estava fora o P+R estava fora de operação. Então fomos para o mais próximo que era o Olympisch Stadion. Amsterdã é uma cidade muito agradável para passear... flanamos muito pela cidade, fizemos o passeio de barco pelos canais, comemos croquetes e batata frita, se perdemos entre os canais, quase fomos atropelados por bicicletas várias vezes, comemos batata frita e croquetes, estanhamos as mulheres nas vitrines do Red Light District (haviam algumas ali que deveriam pagar e não receber dinheiro dos clientes...), comemos croquetes sem batata frita, visitamos museus, comemos uma torta de maçã na Winkel 43, não necessariamente nesta ordem... Enfim, “turistamos” bastante pela cidade que ficou marcada em nosso coração. Dia 20 - 22/03 Sexta A parte da manhã ficou reservada para visitar o parque Keukenhof. Levamos 30 minutos para chegar lá e ficamos impressionados com a organização, cuidado e limpeza do parque que é imenso e faz jus ao título de maior jardim de flores do mundo. Como era o início de temporada, muitas flores ainda estavam fechadas, mas ainda assim o parque é lindo! Acredito que a melhor época de se visitar o parque seja no meio de abril, quando todos os bolbos devem estar completamente abertos. Almoçamos no parque e como estava sol e já tínhamos visitado o parque todo, resolvemos ir a praia em Noordwijk para conhecer, já que era ali perto... andamos uns 20 minutos de carro, passando por várias plantações de tulipas... Ao chegar chegar próximo ao litoral, dava até medo, parecia que os “vagantes brancos estavam chegando”... uma neblina densa, que não dava para ver 5 metros a frente... É impressionante a diferença de clima entre dois lugares tão próximos... e mesmo assim várias pessoas caminhando pela areia, crianças encasacadas brincando na areia... Foi ali que eu experimentei o kibbeling, que é um bacalhau fresco empanado (e que bacalhau) com molho tártaro, que delícia!!! Deu vontade de voltar lá só de falar... Não deu para ver muita coisa na praia. Ficamos ali por umas 2hs e depois voltamos para o centro de Amsterdã. Novamente deixamos o carro no P+R e seguimos de bonde para o centro para completar o passeio pela cidade. Dia 21 - 23/03 Sábado Tomamos café no McDonalds ao lado do Hotel e seguimos para Bruges. Pegamos uma estrada interditada no meio do caminho e o GPS não nos deu outra rota... nos enrolamos um pouco para contornar a via fechada que não estava bem sinalizada, mas deu tudo certo... em 3 horas chegamos. Deixamos o carro na rua mesmo (mas tinha parquímetro e tivemos que pagar 6 euros), perto do centro histórico. Bruges é mais uma daquelas cidades “imperdíveis”. Linda em todos os ângulos. Além de bonita, em vários pontos é muito cheirosa... As fábricas/lojas e chocolates perfumam a região onde estão localizadas... são muitas, com chocolates de todos os tipos, formas e para todos os gostos... Passeamos bastante pela cidade, fomos ao Grote Markt, Campanário, passamos pela praça Burg, seguimos para Basílica do Sangue Sagrado, Igreja de Nossa Senhora, Ponte de São Bonifácio, etc... À noite, quando a fome bateu, jantamos no Restaurante Italiano La Bruschetta. Um restaurante de qualidade com preço justo. Neste dia dormimos em Bruges, na Guesthouse De Vijf Zuilen. Nos surpreendemos com a recepção calorosa, carinho e a vontade de servir da proprietária Ginette. Ela realmente gosta do que faz e gosta de pessoas... O estabelecimento é um charme, repleto de detalhes e muito confortável. Possui estacionamento privado e o café da manhã é fantástico. Tudo feito com muito carinho, pensando no bem-estar dos hóspedes. Recomendo muito o estabelecimento .... Dia 22 - 24/03 Domingo Saímos de Bruges e passamos na cidade de De Haan que fica no litoral para conhecer a praia. Depois seguimos para Gent, que fica há 40 minutos de carro, e passamos o dia lá. Deixamos o carro no Parking Sint-Michiels (P7) que ficar pertinho do centro. Subimos na torre do campanário (é legal ver como funciona os sinos, além da bela vista que você tem lá em cima), nos perdemos nas ruas da cidade... O tempo estava bom e foi um belo passeio de domingo. Fomos para o centro de Bruxelas ao anoitecer, deixamos o carro no estacionamento privado próximo a Grande Place e ficamos ao redor dali. Conhecemos alguns pontos turísticos da cidade, experimentamos as famosas batatas belgas e no fim do dia seguimos para Anderlecht, onde ficava nosso hotel. Nos hospedamos no Budget Flats Brussels, que tem um bom custo benefício. O problema foi ter saído de uma hospedagem tão calorosa para uma tão impessoal. O quarto é bem simples, mas confortável. Tem frigobar e o estacionamento é gratuito na rua, mas sempre havia vaga em frente ao hotel. Dia 23 - 25/03 Segunda Voltamos ao centro de Bruxelas para terminar de conhecer os pontos turísticos da cidade. Conseguimos fazer tudo em um dia. Acho que a ordem dos fatores aqui influenciou em nossa opinião. Depois de passar em Bruges e Gent, Bruxelas ficou meio “sem graça”. Não que a cidade não valha a visita, mas em nossa opinião ficou bem aquém das outras duas... Dia 24 - 26/03 Terça Na programação inicial ficaríamos esse dia em Bruxelas e a noite seguiríamos para Paris. Como já tínhamos feito o que queríamos em Bruxelas, mudamos o plano. Saímos cedo do Hotel e seguimos para a Disney Paris. Conseguimos chegar lá antes do parque abrir e estava bastante frio. Compramos o ingresso para visitar os dois parques no mesmo dia. Foi uma boa experiência e os parques estavam relativamente vazios, então conseguimos ir em todos os brinquedos que queríamos. Os parques são bem pequenos e se você chegar cedo, em época fora de férias, consegue fazer os dois sem maiores problemas. Agora, não vá pensando que são os parques de Orlando. Sentimos muita diferença no tratamento com as pessoas e até no cuidado com o Parque. O que achamos melhor que o de Orlando foi o show de encerramento, e só. Depois do encerramento do parque, seguimos para o apartamento que alugamos pelo Airbnb. Um Studio relativamente grande para duas pessoas, com cozinha, metrô próximo e o motivo de termos escolhido ele: Garagem privada já inclusa no preço. Dia 25 e 26 – 27 e 28/03 Quarta e Quinta Deixamos o carro na garagem do apartamento os dois dias já que andar de carro em Paris é uma loucura e nos locomovemos de metrô (A estação mais próxima era a Convention, que ficava a menos de 5 minutos de caminhada). Como já era a nossa segunda visita em Paris, nestes dois dias ficamos flanando pela cidade, passeando sem rumo, vivendo como verdadeiros parisienses. Foram dois dias perfeitos, de clima bom e muita andança. Infelizmente não conseguimos subir na Notredame, que seria consumida pelo fogo poucos dias após a nossa visita. Aqui, como já conhecíamos a cidade, constatamos como a situação dos imigrantes prejudicam as grandes cidades (Berlin e Bruxelas também sofrem com isto). A quantidade de pedintes nas ruas aumentou muito, em todos os pontos turísticos que fomos. Na saída do Louvre vimos 4 caras “tomando” os ingressos usados de um grupo de asiáticos que saia do museu (na saída da rua próximo a pirâmide). Ficamos pasmos com aquilo e falamos com o segurança e disse que não poderia fazer nada já que eles estavam na rua e o governo havia permitido que eles entrassem no país. É muito triste ver isto acontecer em plena luz do dia, em um local muito movimentado, sem ter policiamento. O pior é que eles utilizam aqueles ingressos usados para vender aos desinformados na fila da bilheteria do Louvre. Dia 27 - 29/03 Sexta Saímos cedo do apartamento e seguimos para Luxemburgo. Demoramos em torno de 4 horas para chegar ao destino e passamos o dia na Capital que tem o mesmo nome. Deixamos o carro em um dos estacionamentos da cidade (Monterey Parking) e seguimos a pé para conhecer a cidade, que é linda, apesar de ter obra por todos os lados. Passeamos pelo centro da cidade, fomos nas Bock Casemates, na Catedral de Notredame e outros pontos turísticos da cidade. É impressionante como ali, apesar de ser uma capital, não tem aquela correria de cidade grande. No início da noite, seguimos viagem para Bonn, na Alemanha. Dorminos no Dorint Venusberg Bonn que é um ótimo Hotel, com instalações modernas e confortáveis. Dia 28 - 30/03 Sábado Tomamos café e fizemos check out no Hotel cedo. Fomos conhecer a que seria a rua mais bonita do mundo (Rua Heerstrasse), mas infelizmente nos atrasamos alguns dias. As flores das cerejeiras já haviam caídos e a rua estava longe da beleza que vimos nas fotos. Depois fomos para o centro e depois visitamos o Castelo do Dragão em Königswinter. Após o Almoço seguimos para o Aeroporto de Frankfurt para pegar nosso voo de volta para o Brasil. Chegamos no aeroporto e o processo de devolução do veículo foi bem rápido de tranquilo. Usamos novamente o beneficio do cartão e acessamos a LuxxLounge. A sala estava bem vazia e de prato quente do Buffet eram as famosas salsichas alemãs com molho Heinz. A vantagem é que a sala oferecia serviço de ducha para quem quisesse tomar banho, o que foi uma vantagem para nós que saímos cedo do Hotel. As 19:45hs pegamos nosso voo de retorno para casa, sem atraso. Dia 29 - 31/03 Domingo O Voo foi tranquilo e chegamos no horário em Guarulhos. Fomos para a Localiza pegar o carro que alugamos para irmos para casa. O processo foi bem rápido e nos foi oferecido o Prisma LT 1.4 com a mesma tarifa da vinda (R$65,63). Saímos da Localiza quase as 5 da manhã. Fomos para cara extremamente cansado, mas muito felizes por que conseguido realizar mais um sonho e ter dado tudo certo na viagem! Devolvei o carro na localiza próxima a minha residência e assim terminaram nossas férias 2019. Algumas dicas gerais em relação a viagem: · Se for utilizar uma Autobahn, jamais dirija na esquerda e somente a utilize para realizar ultrapassagens. O povo alemão é muito disciplinado e durante toda viagem não vi eles ultrapassarem ninguém pela direita. Se você estiver andando mais lento e estiver na faixa da esquerda, eles ficam atrás, esperando você se “mancar” e sair da frente. · Os banheiros nas paradas das rodovias são pagos em sua maioria. Geralmente te devolvem todo valor ou parte dele para consumo. Uma forma de economizar é usar as paradas para caminhoneiros, lá o banheiro é limpo e grátis (todos que parei eram assim). Tem muitos pelo caminho, geralmente entre as paradas pagas. · Se for período de neve e o carro não tiver nenhum equipamento para remoção da mesma, compre no primeiro posto que você encontrar. Não dá para retirar a neve dos vidros sem a ajuda de uma pá ou algo similar. · Caso queira consumir algo quando for abastecer, após encher o tanque, vá no caixa, pague pelo combustível utilizado, volte na bomba, retire seu carro para liberar a mesma e estacione na área apropriada para isto. Não deixe seu carro na bomba e vá lanchar por exemplo.... · Nem toda Autobahn é sem limite de velocidade. Atenção a sinalização... Em vários trechos o limite de velocidade cai de repente, assim como aumenta do nada.... As vezes é um pequeno trecho de 1km com limite de 130km ou 90km entre dois trechos sem limite de velocidade. · Sempre que possível, se não estiver com pressa, utilize as vias internas ao invés da Autobahn. A paisagem compensa... · O trânsito nos países ao redor da Alemanha não é tão organizado quanto lá, apesar das pistas serem tão boas quanto. · Utilizei cartão de crédito em praticamente toda a viagem e não tive problema em nenhuma cidade por não aceitar o mesmo, mesmo no interior. · Estando de carro, vale muito a pena se hospedar em cidades próximas aos grandes centros. Você economiza uma boa grana com hospedagem e ainda fica em bons hotéis. · Vale muito a pena sair já com um chip internacional daqui. Evita todo transtorno de busca de loja e ativação. É plug and play... Mesmo sendo relativamente um pouco mais caro. · Se você mora em SP ou em alguma outra grande cidade do Brasil, ao retornar de uma Road Trip pela Alemanha, com certeza você irá precisar de um calmante para enfrentar o trânsito da sua cidade. A diferença é muito grande na forma de dirigir. Não digo isto pela quantidade de carros, engarrafamentos, etc. e sim pelo respeito ao próximo. Chega a ser revoltante... · Se você curte visitar igrejas como nós, saiba que em todas as cidades que passamos havia pelo menos uma igreja católica. Visitamos todas que encontramos, uma mais bonita que a outra... Agora é começar a planejar as férias de 2020.....
  4. 2 pontos
    Olá Gabriel.. O correto na hora do preenchimento é usar somente o obrigatório, ou seja, nome e sobrenome (primeiro e último). Nomes do meio só servem para dar problemas rs... Só é necessário um preenchimento mais completo quando ao fim do nome existe algum segmento familiar, como por exemplo Junior, Jr, Neto, Filho, etc.. e nesse caso você insere o sobrenome composto. No seu caso específico acredito que não terá problema nenhum, porque o que você adicionou na passagem foi o nome que não é de preenchimento obrigatório, porém, para evitar problemas leve também seu passaporte brasileiro e guarde na manga. Será uma arma para o caso de algum agente consular chato entrar em seu caminho rs Abração!
  5. 2 pontos
    Oi, Margot! Adoraria fazer esse mochilão tb, mas não sei se terei disponibilidade em dezembro. Moro em Campo Grande/MS. Me adiciona no WhatsApp (67)999838652. Quem sabe combinamos o próximo ou, no mínimo, posso ser um ponto de apoio aqui na minha cidade.
  6. 1 ponto
    Procuro por companheiro para cair no mundo sem rumo pela estrada, pedindo carona, dormindo em barraca e tiver que fazer qualquer coisa para viver. Vou sem grana!
  7. 1 ponto
    Olá pessoal, tudo bem? Tirando um seleto e sortudo grupo de nômades digitais, a maioria de nós sofre litros quando volta de um período de férias já em depressão à espera do próximo! Uma boa pedida para aguentar o sofrimento da espera, hahaha, é encaixar mini aventuras nos fds ou pequenos feriados. Eu já escrevi dois outros tópicos sobre estas pequenas aventuras de fins de semana pelo estado do Paraná (Pico Agudo e Morro do Gavião), e vou deixar mais duas registradas aqui hoje. Também pretendo utilizar este mesmo tópico para relatar outras ao invés de ficar criando tópicos novos! Bora lá! MORRO DA PEDRA BRANCA Este passeio é bem light, pode ser feito em esquema bate-e-volta de alguma cidade próxima ou mesmo se vc estiver passando pela estrada e tiver um tempinho sobrando. O acesso ao Morro da Pedra Branca se dá pela PR 376, (Rodovia do Café, liga o norte do estado à capital) entre Mauá da Serra e Ortigueira. Não tem placa nem indicação nenhuma do morro. No sentido Londrina > Curitiba lá pelo km 308 já dá pra avistar o morro, que tb é conhecido como “morro das antenas” por abrigar ali antenas de telefonia da Oi. Depois do km 310 vá reparando bem, à esquerda vai ter um comércio chamado “Restaurante e Lanchonete da Bica”. A entrada para o morro é cerca de 1km depois (dá pra ver melhor no print abaixo). Um portão tb à esquerda dá acesso à estrada que leva até o topo do morro. Este portão poderá estar fechado, mas é só bater palma que sai um senhorzinho que fica numa casinha ali na entrada cuidando. Foi cobrado 10 reais para cada um, João (filho, 11 anos) não pagou. Localização do Morro da Pedra Branca Dali daquele ponto começa uma estrada de terra. O senhorzinho indicou que a gente poderia subir de carro ou a pé. Optamos por ir a pé, afinal essa era a ideia. Quando fomos a estradinha estava bem boa, dava pra subir com qualquer tipo de carro, inclusive tem gente que vai lá tirar aquelas fotos pré-casamento... mas parece que tem ocasiões em que carro baixo não sobe. São 3km de estradinha numa subida bem tranquila, em que a gente vai observando bichinhos e plantinhas! Fomos bem cedo pq queríamos ver a neblina baixa, no vale abaixo de nós. As 8h30 estávamos no “cume”, mas a neblina estava em toda parte, hahahahauah! A gente não via nada, e tava bem frio (9 graus) pra pouca roupa que a gente tava usando. Mesmo assim ficamos perambulando pelas formações rochosas lá de cima e a espera valeu a pena, o tempo abriu uns 30 minutos depois da nossa chegada! Caminho pela estrada! Era tudo névoa! Minhas amadas plantas! Tem tanta beleza, tanta foto, mas prometo me conter! Só mais essa linda, rs! A torre de telefonia perdida na névoa! A imensidão verde ainda tímida! Abrindo! Descortinando!! Vento e descabelo! Vista bem bonita! Meu mini trilheiro! Fotinha da vista! Parece mais perigoso do que era ok? rs Céu azul! Depois de mais andar e admirar, descemos e ainda fomos uns 2km pra frente na estrada espiar uma linha férrea que passa por ali. Bonitinha. Linha férrea estilosa! Não é nada mega exuberante, mas vale a caminhadinha num fds que podia ter sido só de netflix, rs! Chegamos de volta em casa pouco depois das 14h. FIM
  8. 1 ponto
    Olá Pessoal. Sou Margot Ramalhete, aposentada, mãe, avó e mochileira extraoficial. Depois de conhecer vocês uma Mochileira quase oficial. Vamos lá entender a bagaça toda. Mochilei a primeira vez aos 17, uma trip pelo Sul de Minas, numa DT 125 (ERA TOP HEM,kk), fizemos 25 cidades, saindo por Mauá, um dia de cachoeira para levar as zicas de um ano difícil no trampo, sim eu já tinha carteira assinada, já era escrava do sistema. Pegamos muitas estradas de terra, passamos pela Zona da Mata Mineira e voltamos por Itajubá, saindo em Campinas pegamos a Dutra, 28 dias. Fim das Férias. Depois, no ano seguinte, fizemos uma mochilão litorâneo numa DT180, saímos de Trindade, quando ainda se acampava e era uma praia de nudismo, sim, não era naturismo que falava não. Fomos de lá para a região dos lagos e fomos subindo até Salvador pelo litoral, foi lindo. De barraca tah, porque era mochilão raiz. Nem sei em quantas cidades paramos. 34 dias na estrada, emendando com as folgas de hora extra. Ano seguinte Sul do Brasil, até Buenos Aires, numa CB400. Melhorou neh? Nada, moto era dura pra caramba, nova, rodávamos pouco e cansávamos muito, enfim. Valeu a lição as dtzinhas que eram boas mesmo. Viagem linda, romântica, inverno chegando, voltei gravida do segundo filho. Três anos depois, saideira. Saímos de Bauru, interior de São Paulo, até Santa Cruz de La Sierra. Sabe o mochilão rosts? Esse era o bisavô dele. Era pauleira gente, dor no corpo, cheguei morta, mas a viagem era a coisa mais divertida do mundo, ficamos com a promessa de voltar de ônibus ou de moto e fazer a Bolívia, nunca voltamos. Retornamos para casa de Santa Cruz porque as crianças eram pequenas e era difícil ficar longe. Dois anos depois nos separamos e seguimos caminhos diferentes. Enfim, já se vão 34 anos, vou fazer a viagem sozinha e conto com a ajuda dessa juventude aqui. Porque decidi isso? Primeiro: Como não tinha celular e câmera era um luxo e um peso, essas imagens estão na minha alma. Acho que vale um registro agora feito para a posteridade. Segundo: Ano passado jurei que seria o ultimo Natal que veria a família chegar arrumada para a ceia e eu fedendo alho e cebola na cozinha. Aposentei a cozinheira de Natal e Ano Novo, e terceiro, e mais importante, visitei muitos locais na rede e só acho histórias de mochileiras, que são jovens a muito tempo, contadas na terceira pessoa, parece que ninguém vive isso. Somos milhões de mulheres aposentadas, com filhos casados, solteiras e não tem ninguém na estrada? Claro que tem, mas acredito que devido a dificuldade com as tecnologias essas mulheres não contam suas histórias e não libertam outras cozinheiras oficias. Temos aqui a dificuldade do recurso financeiro que para estas mulheres, mas nem é tão impossível assim, a maioria paga uma fortuna em pacotes com passeios engessados e caros. Detesto agencia por causa de ter que ir para um Resort acordar as 6 da manhã por 10 dias pra passear, Tô fora. Enfim, aceito sugestões, orientações, apoio, pitaco e até dinheiro. Pretendo sair de Barra Mansa/RJ 11/12 para Campo Grande de ônibus, tenho limitações por causa da coluna, sou portadora de Artrite Reumatoide, mas se é para sentir dor vou sentir dor na estrada. Pretendo passar o Natal em Paz ou melhor em La Paz. Decidi ir de ônibus porque muitas mulheres na minha idade não viajam de avião, então vou mostrar que da para ir de ônibus e trem tbm. Não vou direto porque precisamos descansar a coluna no minimo um dia e lembrar que muitas como eu precisam da aclimatação por causa da hipertensão. Pensem em rotas para pessoas acima de 50 anos, mas com disposição por favor,kkk. Já experimentaram buscar pacotes para a terceira idade, parece coisa de gente incapaz. Se você tem uma mãe, uma avó, uma tia velha, uma prima encalhada que quer se livrar dela no final do ano pode chamar. Aceito companhia, de jovens a pouco tempo, tbm. Orçamento 8 k, com tudo. Aceito ajuda para conseguir trabalho voluntario no caminho sou enfermeira, pedagoga e administradora, faço artesanato afro e vendo turbantes, sou ativista social. Não tenho data pra voltar. Bora pensar? PS: Estou fazendo uma preparação física.
  9. 1 ponto
    @Renan Marques Rodrigues você pode conhecer a foz do Rio São Francisco, que fica próximo ao município de Penedo e os Caniôns do Xingó (que na verdade fica na divisa com o Sergipe, entre os municípios de Piranhas e Canindé do São Francisco). Por lá também é possível fazer a rota do cangaço e conhecer o centro histórico de Piranhas.
  10. 1 ponto
    eheheheheheh........... é vero!!! Tem companhia que fica procurando 'pelo em ovo' rsss... Abração e boa viagem brother!
  11. 1 ponto
    Cara, vai sem medo... Defina as cidades que você quer conhecer e depois verifique o que tem de bom no meio do caminho (sempre tem cidades interessantes no caminho)... Deixe sempre uma "folga" de tempo para as paradas... A questão de estar de carro facilita bastante e dá outra perspectiva na viagem... Abraço.
  12. 1 ponto
    @luizh91 Beleza cara, já dei uma olhada no valor aqui, é tranquilo de fazer com agência. Vou procurar alguma, de preferência com guias em português.
  13. 1 ponto
    Muito obrigado @luizh91. Li todo seu relato. As 8 páginas contendo os comentários. Sensacional. Vai me tirar muitas dúvidas e dar muitas dicas pra elaborar meu roteiro. Vc chegou a ir nos estádios da cidade? Vi tour no estádio do Colo colo e do Estádio nacional de Chile
  14. 1 ponto
    Existem ônibus que fazem esse trajeto. O melhor seria ver com alguém local quais são os números e o preço atualizados - mas quando fui estava em torno de 10 reais.
  15. 1 ponto
    Boa tarde, preciso de umas dicas. Pretendo ir de carro de Porto Alegre a Vitoria-ES, mas não quero passar pelo RJ. Alguém sabe indicar qual a melhor rota a seguir, pois viajarei sem pressa.
  16. 1 ponto
    Cara o mais prudente é fazer o cambio no Brasil... até porque os Bancos que permitem saque no exterior, o limite é pequeno, paga-se taxas e corre-se o risco do cambio explodir. Além do que, como falei acima, alguns países tem legislação especifica para os meios de sobrevivência que não preveem o tal do "valor equivalente em moeda estrangeira"... o que desobriga o agente a fazer a conversão. A ideia é que você fique o menos possível refém da boa vontade do cara.
  17. 1 ponto
    em outubro estarei de ferias, pensando em passar 7 dias em porto de galinhas, estou a procura de companhia para fechar a viagem ainda nao comprei as passagens obs: sou do rio .
  18. 1 ponto
    Vou fazer o mochilão com mais três amigas de 20 de novembro a 02 de dezembro. Partiremos de Recife para Campo Grande, seguindo por Corumbá, Porto Quijarro, Santa Cruz de Lá Sierra, La Paz. Depois seguiremos até Cusco e Machu Picchu. Alguém mais vai estará por essas bandas nesse período? Ansioso. Chega logo novembro.
  19. 1 ponto
    Bom dia. Tbm tenho a Titã, e acho que bota não tem jeito, vai esquentar mesmo principalmente no "asfalto". No seu caso, se for só a sola mesmo, vale a pena mandar fazer a ressola com eles, como serão eles mesmo que farão, acredito que ficará como nova e gastará bem menos (especialmente considerando que é uma bota que te agrada).
  20. 1 ponto
    Olá, pessoal! Em outubro irei passar 14 dias no Amazonas com meu marido, dos quais, 5 dias em Presidente Figueiredo. Estaremos com um carro alugado e gostaria de estender até o Pará ou Roraima, já que não são tão distantes. Alguma dica do que posso fazer em algum desses lugares? Dá pra chegar de carro até lá, alguém já se aventurou?? Obrigada!
  21. 1 ponto
    O que ele levaria se não tiver outra coisa para levar? Uma mala cheia de euros em espécie? Se o agente de imigração realmente quiser conferir o dinheiro, e você mostrar o extrato em Reais ou tela do celular com o saldo em reais, ele simplesmente entra na internet e em 30 segundo faz a conversão do valor.
  22. 1 ponto
    Depende muito dos interesses de cada pessoa, mas Bruxelas não é um local com muitos atrativos turísticos relevantes, em 1 dia você visitou todas as atrações turísticas relevantes da cidade e sobra tempo. Na primeira vez que fui a Bruxelas (começo de Dezembro) eu voltei bem frustrado, não gostei muito da cidade, pois alem de pegar um clima ruim com muito frio, tempo fechado e chuva intermitente, eu era novo e tinha ido achando que seria algo parecido com Paris, Amsterdam, Londres, Barcelona, etc, cheio de atrações turísticas legais para ver, as tirando o Atomium e a Gran Place, não tem nada de muito interessante... rss O forte do turismo em Bruxelas é o turismo gastronômico e cervejeiro, ou seja, ir num pub ou restaurante, sentar e pedir uma cerveja trapista e algo para comer, pedir outra cerveja trapista, pagar a conta, sair dar uma caminhada para queimar o álcool, comer uma batata no cone, comprar um chocolate belga ou um wafle, parar em outro pub para outra cerveja trapista... Na segunda vez que fui a Bruxelas, fui com isto em mente, e fomos para fazer exatamente isto, tomar cerveja trapista e comer bem e foi uma viagem bem divertida. Nesta segunda vez fomos durante o verão, saímos de chegamos em Bruxelas na sexta perto da meia-noite, e voltamos para Düsseldorf no domingo a noite, e foi tempo suficiente para Bruxelas Mas se a sua ideia não for ficar tomando cerveja trapista e comendo o dia todo, em 1 dia você pode ter visto tudo em Bruxelas e ficar meio entediado no segundo dia. A maioria das pessoas que vai a Bélgica fica 1 ou 2 dias em Bruxelas, e aproveita para fazer um bate-volta de 1 dia até Bruges, e se tiver tempo, aproveita para fazer bate-voltas de 1 dia até Gent e/ou Antuérpia. Mas bate-voltas estes que também podem ficar bem prejudicados caso o clima não esteja colaborando, ou seja, podem fica horríveis se o dia estiver frio, chovendo ou nevando. Pessoalmente, viajando nesta época do ano, quando o clima pode ser horrível e atrapalhar um monte os seus planos de atividades na rua, e com 4 dias livres, eu preferiria ir para Amsterdam, pois Amsterdam cabe perfeitamente em 4 dias, e em Amsterdam você tem muito mais opções de coisas interessantes para ver e fazer abrigado do frio e chuva caso o clima resolva não colaborar.
  23. 1 ponto
    Fazer uma trip de motorhome por toda europa.
  24. 1 ponto
    Em 1999, percorri o Caminho Francês de Santiago, partindo de San Jean em direção à Santiago de Compostela. Já naquela ocasião, eu ouvia falar que existiam 4 rotas sagradas do Cristianismo na Idade Média, que seriam o Caminho de Santiago, Jerusalém, Roma, e um quarto Caminho que eu nunca descobri qual era, num tempo em que a internet estava engatinhando e o acesso à informação era mais batalhada. Em 2018, decidido a refazer a peregrinação à Santiago de Compostela, comecei a investigar a respeito do Caminho do Norte, o qual fiz partindo de Irun (quase França) e percorrendo o norte da Espanha, novamente rumo à Santiago. E nessa pesquisa descobri acerca do caminho que faltava. Trata-se do Caminho Lebaniego, uma rota de peregrinação que possui seus anos jubilares desde 1512, e que tem como destino o Monastério de Santo Toríbio de Liébana, onde está depositado a Lignun Crucis, que reza a lenda, trata-se da maior parte ainda conservada da Cruz de Cristo, a qual foi confeccionada com o braço esquerdo da cruz original, e hoje é uma cruz menor acondicionada em um relicário de Ouro, prata e cristal. Esse caminho está situado no Parque Nacional Picos de Europa. Um lugar belíssimo, com várias outras trilhas e atrações aos caminhantes em busca de locais bucólicos. Porém em geral são trechos que exigem um certo preparo, pois o relevo é muito acidentado (vindo daí a beleza do local). O Caminho Lebaniego está localizado na Cantábria e é apenas uma das quatro rotas para chegar em San Toríbio. O interessante é que essas rotas podem ser conjugadas com o Caminho de Santiado, pois elas unem o Caminho do Norte ao Caminho Francês. Assim, em uma única viagem é possível fazer as duas peregrinações juntas. Em certos trechos inclusive encontramos juntas as setas amarelas (Caminho de Santiago) com as setas vermelhas (Caminho Lebaniego). O Caminho Lebaiego em si, constitue-se de 72 km, que unem San Vicente de La Barquera a Santo Toríbio de Liébana, podendo ser percorrido entre 3 a 5 dias. Eu particularmente sugiro partir de Santander, que é a cidade onde retiramos a Credencial do Peregrino, elevando assim em mais 76 km a viagem. Para quem pretende fazer o Caminho do Norte de Santiago, o trecho entre Santander e Muñorrodero já faz parte do Caminho, apenas se separando aqui no sentido sudoeste, podendo depois retornar ao Norte, ou seguir até o Francês. O Caminho Lebaniego conta com uma estrutura para os peregrinos, de albergues e rede wi-fi (que ao menos estava disponível no último ano santo). E para os amantes da culinária regional, não deixem de provar a truta e o Cocido Lebaniego.
  25. 1 ponto
    Indicar bota é complicado.. é algo bem pessoal! O que é bom pra mim pode não ser para outras pessoas. Eu tive uma Finisterre que durou 6 anos! Como estava em meio a um mochilão.. acabei comprando uma Gtx Authentic da Salomon em Santiago.. paguei quase a metade do preço que pagaria no Brasil. É uma bota que me adaptei bem.. porém, se tivesse no Brasil certamente iria de Vento. Acredito que seja o melhor custo beneficio para nós Brasileiros. No fórum temos uma área exclusiva para calçados que você pode ampliar sua visão sobre outras marcas.. e até mesmo sobre as botas da Vento. Tópicos sobre calçados: https://www.mochileiros.com/forum/18-botas-tênis-outros-calçados/ Tópico somente da Vento: https://www.mochileiros.com/topic/410-botas-vento-antiga-nômade/page/179/#comments
  26. 1 ponto
    Amigos me perdoem, mas para que serviria um extrato de uma conta corrente do Brasil em reais? Outro detalhe, as regras de imigração não são exatamente iguais em relação ao que cada país considera "meios suficientes para sobrevivência". O acordo Schengen não estabelece parâmetros objetivos, por outro lado, alguns países o fazem. A frança é um deles. Onde viu esta informação? Esta completamente errado. São 120 €/dia. Caso já possua reservas (entenda isso como se já tiver efetivamente pago suas hospedagens) cai para 65 €/dia ou ainda, 32,5 € / dia em caso de ter atestado de acolhimento familiar. Note que, diferente do acordo Schengen, o consulado não usa a expressão "ou em moeda equivalente"... ele é taxativo usando a palavra Euros. http://cgparis.itamaraty.gov.br/pt-br/requisitos_para_entrada.xml Para enriquecer o debate, a Espanha, por exemplo, estabelece um valor mínimo independente da quantidade de dias, um valor minimo por dia e aceita moedas equivalentes ... isso significa que você pode e entrar com 2.000 $ e o agente é obrigado a fazer a conversão para € na cotação do dia.
  27. 1 ponto
    Leve todos os extratos que você tiver, o extrato da conta corrente, o extrato saldo do travel money, etc.... Dificilmente eles chegam ao ponto de conferir o dinheiro, para o agente chegar a conferir o dinheiro, é por que ele já achou outra coisa errada muito antes disto. Então vá com todo o restante certo, que dificilmente eles chegarão ao ponto de conferir o dinheiro, e se chegarem a conferir, apresente os extratos que você tiver (extrato em real da conta-corrente brasileiro, extrato do vtm, fatura do cartão de crédito, etc...) As regras da imigração são exatamente iguais em todos os locais da Europa, não tem lugar mais complexo ou tranquilo, o que existe são pessoas que viajam despreparadas, e aí se o agente faz uma ou duas perguntas, a pessoa se enrola toda, e é ai que a situação fica complicada. MAs se você for com tudo certo, com toda documentação, souber explicar o motivo da viagem, e o que pretende fazer visitar, dificilmente terá problemas independente do local da imigração.
  28. 1 ponto
    Realmente, o agente pode implicar com qualquer coisa mas se estiver com tudo certo como Poiuy disse, não tem porque dar errado. Não recomendo ir sem estadia reservada e não acho que o extrato em reais vá ajudar pois eles não vão conferir cotação/conversão de moedas. Passei pela imigração do Charles de Gaulle mas foi em 2012. Como todo aeroporto com fluxo grande, me fizeram bastante perguntas, mas como estava com tudo em ordem foi tranquilo.
  29. 1 ponto
    O agente sempre pode implicar com algo se ele quiser, mas se você tiver passagens de volta compradas, tiver reservas de hospedagem, passagens entre as cidades compradas, e souber explicar o que vai fazer lá, dificilmente terá problemas.
  30. 1 ponto
    Olá galera, Fiz uma viagem para Europa em Feveiro de 2018 e fiquei 60 dias por la. Dividi a viagem em 2 partes, uma com a família e outra sozinho. Estou compartilhando aqui algumas informações uma vez que o grupo me ajudou muito nessa jornada. Vou publicar em duas partes para não ficar muito longo. TRANSPORTE VOO SALVADOR – BARCELONA c/ stopover em Lisboa (TAP) – R$1.124,00 VOO MILÃO – Salvador com Stopover em Porto (TAP) – R$824,00 VOO BARCELONA – NAPOLES (RYANAIR) - R82,00 TREM NAPOLES– ROMA (TRENITALIA) – R$60,00 TREM ROMA – MILÃO (TRENITALIA) – R$148,00 VOO MILÃO – PARIS (RYANAIR) – R$90,00 BUS PARIS – BASEL (FLIXBUS) – R$81,00 TOTAL = R$2.409 + R$400,00 ( Transfer p/ Hotel) = R$2.809,00 HOSPEDAGEM – apartamento c/ cozinha em todas as cidades (exceto Nápoles) – Valor da diária/pessoa. LISBOA – R$61,50 BARCELONA – R$ 77,00 NAPOLES - R$80,00 ROMA - R$81,00 MILÃO – R$88,00 PARIS – R$95,00 SUIÇA – Casa da Familia =p TOTAL = R$1.356,00 TOTAL TRANSPORTE + HOSPEDAGEM = 4.165,00 OUTROS GASTOS: Lisboa Card/72h– R$190,00 bilhete T10 Barça – R$ 44,49 Camp Nou Experience – R$104,42 Sagrada Familia - R$86,26 Parque Güell – R$31,78 (tem opção gratuita) Tour Napoles-Pompeia R$152,00 Roma Pass – R$131,00 Paris Visite 3 dias - 108,96 Boat Station Thun-Interlaken - R$230,00 Top of Europe-Kleine Scheidegg-Grindenwald – R$850,00 (Não Fiz) O QUE MAIS GOSTEI? Barcelona é incrível demais, voltaria no verão para ficar no mínimo uma semana. Lisboa eu adorei pois me lembrou muito minha cidade (Salvador) e os preços bem em conta. Paris o que mais gostei foram os brechós com peças de 1 euro, no mais a cidade é encantadora, mas não voltaria, apesar de saber que tem muita coisa a oferecer. O QUE NÃO GOSTEI? A Itália em geral, principalmente na caótica napoles, tinha até tanque de guerra na rua. Eu achei a galera meio trambiqueira, queriam me subornar no aeroporto e etc. Mas foi onde comi mais, melhor, gostoso e barato. Claro! Suiça é muito cara, é linda demais, acabei gastando pouco porque tenho família lá, mas é muito caro, muito! Achei muito pega turista a maioria dos museus na Europa, é preciso selecionar bem onde quer ir, qualquer coisa que você visita é 15/25 euros e as vezes a sensação que tive era de muito custo para pouca coisa, tirando a muvuca de gente em alguns locais, como o Louvre. OBS 1:Da Suíça continuei sozinho a viagem que vou escrever em breve. OBS 2: Recomendo muito os voos da TAP com stopover, que é um tipo de conexão “voluntária”, uma parada numa determinada cidade de alguns dias. Escolhi Lisboa na ida e Porto na volta. OBS 3: Encontrei preços ótimos de voos com a Ryanair, mas se atente para as bagagens, os valores promocionais não dão direito a despachar bagagem. Eu consegui viajar europa apenas com bagagem de mão (1 mochila de 45L + uma bolsa de 15L). Quem viajar em grupo uma dica que dou é a cada 2 ou 3 pessoas tentar despachar so uma bagagem e levar o restante nas bagagens de mão. Outro detalhe é que as vezes o aeroporto fica muito longe da cidade (no caso de Paris) e acabamos pagando o mesmo preço praticamente de um transfer, que ainda assim compensou. OBS 4: Não fiquei na paranoia de visitar todos os moseus e etc. nem é minha vibe, gosto de circular pela cidade. Os city pass das cidades eu comprei por causa da comodidade que estava com a família e usamos muito o transporte público. Mas faça os cálculos para saber se compensa mesmo. OBS 5: Senti muito não ter feito a região da Florença, mas no consenso familiar Paris e Suiça eram prioridades. Além disso, o voo de Milão para Paris estava super barato, compensava ir pra lá. OBS 6: Bons valores eu achei por ser na baixa temporada, inverno. Tem os pros e contras. Por exemplo, não tomei banho de mar, nem em Portugal, nem em Barcelona. 80% dos dias na viagem estavam nublados. OBS 7: Na Suiça queria ter rodado o país de trem, mas como estava em Família, foi mais um trecho da viagem de curtir outra vibe mesmo. Quem estiver indo por la, pesquise sobre o Swiss Pass. OBS 8: Sobre as hospedagens, acabei gastando pouco pois dividir o apartamento com outras pessoas. Achei bons preços por causa da época, baixa estação. Pesquisei muito e é preciso se ligar na localização das ofertas. Geralmente por sorte eu achei boas hospedagens com boas localizações, com exceção de Roma e Paris. OBS 9: Para hospedagem utilizei o booking.com e o airbnb.com . Já para as passagens utilizei o skyscanner. Alguns blogs que recomendo e que aproveitei muito as informações: https://www.mochileiros.com https://www.viajenaviagem.com https://www.360meridianos.com https://mochilaobarato.com.br https://ilovetrip.com.br Quem quiser visitar, minha pagina no instagram, lá tem outras fotos dessa viagem e outros rolês que fiz. https://www.instagram.com/xdan.trips Próxima parte tem: Amsterdam, Berlim, Praga, Cracovia, Budapeste, Sarajevo, Zagreb e Porto.
  31. 1 ponto
    Oi Ana, bom dia. Estarei em São Luis - MA de 04 a 18 outubro, depois (tenho + 7 dias) = queria descer a P. Galinhas (visita praia dos carneiros seguir par a Maragogi e Maceió, depois seguirei ao Rio de Janeiro (onde moro). ctc 21 -985005623. Também ainda não comprei as passagens de sao luis a recife em diante...O que acha?
  32. 1 ponto
    Oi Bia.... não pode. Entra na lista de proibidos pontiagudos/perfurocortantes. Vão apreender e descartar seus crampons!!! Abraços e Bons Ventos!
  33. 1 ponto
    Pessoalmente eu acho muito apertado para você ir para o centro de Frankfurt, mesmo o centro ser pequeno e ficar a 15 ou 20 minutos do aeroporto. Contando o tempo de desembarque, passar na imigração, ir até a estação de trem, comprar as passagens, esperar o próximo trem chegar, chegar no centro, e depois voltar ao aeroporto com no minimo 1h30 de folga, na pratica lhe sobra no máximo umas 2 horas para passear no centro, isto se o voo não atrasar na chegada... É um risco muito grande você se enrolar ou ter algum problema no deslocamento e acabar perdendo o voo para o Brasil por causa de 2 horinhas no centro de Frankfurt. Mas em todo caso, se quiser tentar a sorte no centro, pegue o trem para a estação Hauptbahnhof , de lá caminhe até a praça Römerberg, ande um pouco lá pelo centro, pare numa barraquinha que vende Bratwurst peça uma Bratwurst e uma cerveja, e depois de comer, pegue o rumo de volta a Hauptbahnhof e aeroporto.
  34. 1 ponto
    5h de conexão não necessariamente são 5h livres. Do momento em que o avião pousa, você passa na imigração, pega o trem e vai centro dá cerca de 1:30h de viagem, e o trajeto de volta, como precisa chegar ao menos 1:30 antes da viagem ao aeroporto, são pelo menos duas horas gastas. No fim, você vai ter 1h a 1:30 no máximo na cidade. A vantagem que o centro de Frankfurt é pequeno, então a única coisa que dá pra fazer é dar uma passeada nesse tempo pelo centro mesmo.
  35. 1 ponto
    TRAVESSIA SERRA FINA - BATE/VOLTA AO PICO CAPIM AMARELO - PASSA QUATRO-MG 29° dia - 26.07.2019 - Sexta-feira Saída pousada de carro até estacionamento próximo toca do lobo, subida/descida pico capim santo. +-12 kms em aprox. 06:43hrs Acumulado total: 288 kms Nossa intenção ontem, era dormir no Pinheirinho em Passa Quatro-Mg e, hoje acordar bem cedo e ir até a base do Pico do Itaguaré, subir o pico e depois terminar nossa viagem. Mas chegando no hostel Serra Fina, o Felipe dono do hostel estava dizendo que um grupo ia começar a travessia da Serra Fina no dia seguinte. Perguntei pra ele se não era complicado fazer um bate/volta no mesmo dia no Pico Capim Amarelo, ele disse, se vcs conseguiram fazer bate/volta na Pedra da Mina, com certeza nós não teríamos nenhuma dificuldade na subida do capim amarelo, então resolvemos mudar nossos planos. Na noite anterior chegou o grupo de Botucatu - SP, para fazer a travessia da Serra Fina. Conversamos com o pessoal, e gentilmente fomos "incorporados" ao grupo, entre os montanhista reina a amizade e companheirismo, o NOSSO MUITO OBRIGADO A TODOS DO GRUPO DE BOTUCATU-SP(eles contrataram uma kombi para levá-los até próximo a toca do lobo e, acertamos com eles que iríamos com nosso carro, seguindo a kombi). Tomamos café da manhã bem cedo, acompanhamos kombi( por uma estrada de terra com muitas pedras, pontes de madeira), que foi levar o grupo de Botucatu-Sp até o estacionamento antes da toca do lobo (9 kms da rodovia asfaltada). Deixamos o carro no estacionamento e seguimos à pé com o grupo de Botucatu-Sp (pessoal jovem com astral maravilhoso) até a toca do lobo, uns 2 kms (onde começa a trilha). Pegamos água no rio, atravessamos ele(aqui fomos na frente do pessoal pois estávamos bem mais leves do que eles), começa subida bem forte, no início dentro dum bosque, depois entramos num descampado, mais à frente outro trecho dentro dum pequeno bosque, entramos novamente numa área de pedras soltas, até um outro topo. Pegamos descida forte na crista da montanha(vento forte, alguns abismos) até um trecho com árvores e capim alto. Entramos na verdadeira subida ao pico, no início com muito capim alto, depois em mata com árvores baixas, alguns trechos com pedras soltas. Chegando próximo ao topo subidas bem fortes em pedras, inclusive alguns trechos têm cordas para auxiliar a subida, tinha gelo numa pedra. Contornamos a montanha do lado esquerdo e chegamos no topo do Capim amarelo (têm muito capim alto, onde tem área camping). Assinamos o livro, conversamos com várias pessoas que estavam acampados lá e descemos rapidamente(como tinha trechos com pedras soltas, fomos bem devagar). Como estávamos bem mais leve que o grupo de Botucatu, chegamos primeiro no topo, na descida encontramos eles no meio da subida verdadeira, conversamos e brincamos muito e continuamos nossa descida e eles iam pernoitar no pico acima. Chegamos na toca do lobo, atravessamos o rio, e pouco depois ao estacionamento. Fomos no Centro de Passa Quatro-Mg, comprar mantimentos pra fazer o almoço no hostel e ir ao banco. SUBIDA Até o início das cordas 03:02hrs - 2305msnm Até o topo pico do capim amarelo- 03:26hrs - 2395msnm DESCIDA Aqui é mais ou menos igual a Pedra da Mina, a descida é complicada, pois tem muitos trechos com pedras soltas o que torna perigoso acelerar muito o passo. Do topo do Pico do Capim Amarelo até o estacionamento 03:17hrs - 1450msnm Hospedagem: hostel e pizzaria Serra Fina, fone: 035 99720-3939, bairro Pinheirinhos - Passa Quatro-Mg casa antiga, rústica mas extremamente limpa e confortável. Camas ótimas, wifi, sala TV a cabo, cozinha completa, água, banheiro compartilhado, estaoionamento, churrasqueira, tanque lavar roupa. Felipe é super atencioso. RECOMENDADO Cama compartilhado: $60 com café Casal privativo: $70 com café Camping: $35 sem café Faz traslado: Para toco do lobo: $150 até 3 pessoas Para itaguaré: $200 até 3 pessoas Travessia Serra Fina: $350 (leva para toca do lobo e busca Pierre) Travessia Marins/itaguaré: $400 levar e buscar Dia nascendo, aqui primeiro descampado Na nossa frente o incrível Pico do Capim Amarelo reina absoluto, talvez um dos caminhos mais bonito que já fizemos SIMPLESMENTE LINDO ISSO AQUI Trecho complicado com pedras soltas Próximo ao topo têm alguns trechos com cordas para auxiliar as subidas mais complicadas Topo do Pico do Capim Amarelo, o famoso caderno de assinatura à direita do pé da parceira. QUE VISUAL, à esquerda o caminho que fizemos e íamos fazer na descer Uma simples homenagem ao nosso site Mochileiros.com Descidas fortes, aprendemos a descer alguns trechos de costas, facilita muito, sempre aprendendo coisas novas. Descendo através de cordas Não adianta pensar muito, tem que encarar aquela subidinha sem reclamar..QUE VISUAL Outro ângulo da região (do lado direito os picos do Itaguare, Marinzinho e Marins), UM DOS LUGARES MAIS BONITO QUE JÁ PASSEI Outro angulo Subida forte. .. Não me canso de ver essas fotos Idem Chegando ao topo Olhamos para trás e vimos isso aí. DEMAIS E DEMAIS! OUTRO ÂNGULO, S E N S A C I O N A L Outra descida, e o visual. Falta pouco Mais um pouco Pronto chegamos a toca do lobo Toca do Lobo, tinha esquecido que ainda faltavam uns 2 quilômetros, estava achando que o carro estava aqui......coisa da montanha, é muito sofrimento bom!
  36. 1 ponto
    ÚLTIMO CAPÍTULO: Correndo contra a noite! Saída do topo da Pedra da Mina, retorno à fazenda Serra Fina, ida de carro a uns 4 kms na casa do Zé (onde pernoitamos) ...no topo da Pedra da Mina, comemos bastante castanhas/nozes, frutas secas e doce de amendoim com rapadura, nossa reserva energética estava baixa, isso deu um up enorme. Achávamos que faríamos em menos de 04:30 até a fazenda Serra Fina(a idéia era chegar durante o dia), mas o desgaste de termos subido rápido(para nós) mais as descidas fortes por pedras soltas, aliadas ao sol forte, quase gastamos mais tempo na descida do que na subida. .. Na descida não encontramos ninguém na trilha, era somente nós, se desse alguma coisa errada, ia complicar a nossa vida, mas correu tudo bem. Minha parceira arrumou um galho de árvore para auxiliar na descida. Nosso tempo na descida foi de 05:08hrs, muito próximo do tempo da subida. Conseguimos chegar na fazenda Serra Fina por volta das 19 horas, cansados mas felizes por, apesar de tudo, conseguir fazer esse dificílimo trekking. Pegamos nosso carro, e depois de alguns minutos chegamos na casa do Zé, onde pernoitamos(foi muito importante dormir na casa do Zé). A família do Zé, num ato gentil, esperaram nós para jantarmos juntos(era domingo), explicamos que estávamos tão cansados que não dava para ir até a casa deles jantar. Gentilmente eles levaram a comida para nós, jantamos e dormimos que nem uma pedra. UM AGRADECIMENTO A ESSA FAMÍLIA ESPECIAL, QUE NOS ACOLHEU IGUAIS MEMBROS DA FAMÍLIA. Super recomendo ficar aqui! TUDO MUITO BOM MESMO! RESUMO: A trilha têm muitas subidas/descidas fortíssimas, fortes mesmo, algumas regiões de charcos/valas/pedras pequenas, médias e grandes/capim alto/bosques/expostas ao sol e vento. portanto é uma trilha para todos os gostos. Ela exige muito de quem faz o bate/volta no mesmo dia. Apesar de termos levado mochilas de +-9 kgs cada um, o esforço foi muito grande. Ela realmente nos maltratou muito kk MARCOS E SINALIZAÇÃO: essa trilha tem marcos reflexivos nas árvores, mas durante o dia não tem marcos/setas. .. , mas ela é bem óbvia (só no início que complicou mesmo), isso pq uma parte não tinha esses marcos reflexivos. A trilha tem somente 3 pontos complicados: Depois de 1 km da fazenda Serra Fina, é o mais complicado. É que no final se não virar à esquerda no local certo, entrará num imenso LABIRINTO de trilhas para todo lado, segundo o pessoal essas trilhas não levam a lugar algum (MUITA GENTE SE PERDEU AQUI, alguns tiveram que ser resgatados), acontece que a sinalização reflexiva antes da virada à esquerda foi retirada. Então, depois de +- 1 km é VIRAR À ESQUERDA, só vire à DIREITA depois do rio. OBS.: ENTATIZANDO BEM PARA NÃO SE PERDER: DEPOIS DE 800 A 1000 METROS DE CAMINHADA DESDE A FAZENDA SERRA FINA, SE PORVENTURA PASSAR RETO DA "VIRADA À ESQUERDA", ENTRARÁ NUM LABIRINTO DE TRILHAS, SINAL QUE ESTÁ ERRADO. VOLTE E SIGA À ESQUERDA. PARA NÃO TER ERRO: Logo depois da "virada à esquerda" uns poucos metros à esquerda tem uma bifurcação (à esquerda vc volta), o certo é seguir reto. Qualquer coisa volte a fazenda Serra Fina e peça ajuda. CUIDADO MESMO, MUITA GENTE JÁ SE PERDEU AQUI. Depois da subida da "misericórdia" tem algumas trilhas, mas é só seguir rumo ao pico (morro mais alto). Antes do ataque final, tem uma região com algumas trilhas siga sempre em direção ao pico. No ataque final ao pico da mina a subida é em laje de pedra, aqui a sinalização é feita com totens. O outro problema é depois da descida do MISERICÓRDIA(na volta), no topo de um dos morros tem uma trilha à esquerda descendo. NÃO É ESSA, a certa é a que segue reto passando no topo, depois vc entra num capim alto e logo à frente tem outra subida. Obs.: o que eu faço: Sempre olho para trás tentando memorizar o caminho de volta. Outra coisa que funciona bem é ir tirando foto do retorno (ficou em dúvida, é só ver a foto). Como faço o meu relato no trekking, na dúvida recorro a ele para tirar a dúvida. PONTOS DE ÁGUA: tem alguns, pra quem faz bate/volta, suba com no minimo 3 litros de água para cada pessoa, principalmente se tiver calor, pois exige muita água na subida e ainda tem que sobrar, pois no retorno têm várias subidas também e o ponto de coleta de água fica distante(uns 1600 metros do topo da pedra da mina) e o sol na volta é muito forte, se o tempo estiver aberto. Valeu? Se valeu! Faria de novo? Claro Ué, mas a volta tem subida também? Claro! E muitas. ..descidas também aí aí Que visual Tínhamos que chegar lá embaixo Subidas e descidas, até parece o misericórdia Descendo na laje de pedra num calor infernal, apesar do inverno Piso escorregadio, descidas fortes em valas e o sol se pondo. Mas no final deu tudo certo! AGRADECIMENTOS: .Ao Odair, filho da dona Maria da fazenda Serra Fina, que largou seu trabalho naquele dia, para nos ensinar o caminho certo. NOSSA ETERNA GRATIDÃO .Ao Zé e toda a sua família, que nos acolheu como membros da sua família. NOSSA ETERNA GRATIDÃO. .A todos montanhistas que encontramos pelo caminho que nos incentivavam e davam um novo ânimo a nós, naquele terrível trekking. NOSSA ETERNA GRATIDÃO .💖💗💚💜💓❤💟❣💞💝💛💛
  37. 1 ponto
    Realmente foi uma decisão difícil a ser tomada, tínhamos "gastado" boas calorias na "perdida". O sol tinha dado as caras, sinalizando que, apesar de ser inverno, ele seria muito forte, o que diminui o ritmo de caminhada. Troquei idéia com minha parceira, ela assegurou que dava para fazer, então de comum acordo, decidimos que iamos fazer. Respiramos um pouco e partimos num ritmo acelerado, apesar de levarmos comida pra 2 dias e muita roupa de frio extremo, NÃO QUERÍAMOS DORMIR NA MONTANHA, pois não tínhamos barraca e nem saco de dormir, pois a previsão do tempo para aquele período era de temperaturas negativas. Obs.: é super importante esse tipo de decisão ser tomada pelo casal ou grupo, não pode ser tomada unilateralmente, pois se der algo errado as responsabilidades serão divididas. Tivemos que acelerar o ritmo na subida, o que cobrou seu preço na descida, pois chegamos cansadissimos no final (sem sombra dúvida, foi o trekking mais difícil que fizemos até hoje). Esse bate/volta mostrou que tomamos a decisão acertada de deixar ele para o final da viagem, se tivéssemos feito no início da viagem, teríamos sérios problemas. CAPÍTULO 4: Na ida, só alegria! .....Depois de virarmos à esquerda, seguimos descendo no meio de uma mata, após poucos minutos(OLHA COMO ESTÁVAMOS PERTO, mas no resumo não tinha um rio) atravessamos pequeno riacho, mais 2 minutos atravessamos riacho mais largo, e chegamos num descampado (pequeno ) e viramos à direita (panela velha) 00:50hrs - 1685msnm.(aqui na panela velha tem um caminho seguindo mais à esquerda(inclusive colocaram galhos de árvores bloqueando essa trilha), cuidado, mas o caminho à direita e mais óbvio)). Começamos a subir em lugares com pedras soltas, até mirante do lado direito 01:20hrs - 1 895msnm +- 4km Sempre subindo, sem refresco até ponto de água do lado esquerdo, antes do "Deus me livre"(aqui tem uma pequena cachoeira com água bem gelada, PARECE QUE ÉO ÚLTIMO PONTO DE ÁGUA) 01:43hrs - 2030msnm - +- 4,43km Começa subida fortes em pedras e logo a seguir entra numa área de capim alto com pedras e charco. Depois começa a parte mais forte, o famoso "Deus me livre", subimos muitas pedras até o topo: 02:55hrs - 2455msnm Depois do "Deus me livre" entramos numa região de subidas e descidas em alguns morros e, depois de uma descida chegamos num bambuzal (parece que é área de camping). Começamos a forte subida do famoso "misericórdia", até que conseguimos subir sem grandes problemas, na verdade esperava que era muito pior essas duas subidas famosas (mas estávamos mais bem preparados do que pensávamos, mas a descida...) Até topo misericordia: 04:19hrs - 2645msnm Aí pensamos : "acabaram as subidas/descidas fortes" UFA, só alegria! , mas não, ainda tinha umas rebarbas, e o ataque ao cume da pedra da Mina. Até aqui foi "até" tranquilo". Mas a descida..... Até o topo da pedra da mina (no caderno) 05:12hrs - 2760msnm - 7,85 kms (segundo um relato) Tiramos algumas fotos, curtimos excepcional visual proporcionado(serra fina, pn do Itatiaia, MUITO SHOW), mas o vento forte/frio nos expulsaram do topo, sem contar que teríamos que retornar tudo de novo.....como foi doído viu... Na ida, após um certo tempo, encontramos muita gente voltando, isso amenizava um pouco, pois parávamos um pouco para conversar e divertir, obs.: como as pessoas na montanha são divertidas e procuram ajudar uns aos outros! Obs.: como era domingo, encontramos com muita gente durante o trekking(eles voltando e nós indo), tinha muitos paulistas, mineiros, cariocas, paranaenses e um paraibano (que encontrei novamente quando fizemos o pico o Capim Amarelo uns dias depois, como esse mundo é pequeno). Continua.... Início da trilha depois das "perdidas", notem que o sol já se fazia presente Algumas valas e pedras soltas que foi complicado, principalmente na descida Aqui começa as subidas fortes depois do último ponto de água, observem que o céu não tinha nenhuma nuvem. Esse é uma parte da subida "Deus me livre", não encontramos tantas dificuldades na subida, estávamos esperando coisa muito pior...mas a descida É aí mesmo, tem que desbravar o capim alto e encarar a subida Aqui começou subida em pedras Lindo visual do topo do "Deus me livre" Te apresento a subida "misericórdia" Agora era só subir a pedra da mina, mas não é "logo ali" Outro visual estonteante. . Mais outra subida Mais outra subida, já no ataque final Ainda falta um "cadinho" que visual viu Sem comentários Pico da mina, ao fundo pn do itatiaia parte alta - Mg No topo da PEDRA DA MINA, que pode ser chamada de pica da mina Outra singela homenagem ao MOCHILEIROS.COM Mais outra foto minha, mas a alegria era muita mesmo!
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    CAPÍTULO 3: De perdidos na trilha, ao encontro do SALVADOR! Primeiro trecho de subida da PEDRA DA MINA: 17° - dia 14.07.2019 - Domingo Saída da casa do Zé, ida de carro até fazenda Serra Fina. Subida/descida Pedra da Mina e retorno à casa do Zé(hospedagem). +-16 kms em aprox. 10:20hrs Acumulado total: 180 Kms Ontem dormimos às 19:30hrs, nossa intenção era sair o mais cedo possível, caminhar na madrugada rende muito mais. Acordamos às 02:40hrs, rapidamente tomamos nosso café da manhã(nossas mochilas já estavam arrumadas), pegamos o carro e +-4kms e 15 minutos já estávamos na fazenda Serra Fina, início da trilha para a pedra da minha. Ontem estivemos com a dona Maria(aos domingos ela não dorme na fazenda, e não tem ninguém para recepcionar o pessoal), acertamos com ela que deixaríamos o dinheiro do estacionamento($20 por veículo) na casa dela, a uns 3 kms da fazenda, no Paiolinho ou debaixo da porta da casa da fazenda, mas não foi preciso. Da casa do Zé até fazenda Serra Fina 00:20hrs - 3,8kms de carro. DOIS PERDIDOS NA TRILHA: Chegamos de carro na fazenda Serra Fina por volta das 03:45hrs e deixamos o carro no estacionamento. No dia anterior a dona Maria disse que a trilha estava muito bem sinalizada, pois na semana passada teve uma prova de corrida nela. Subimos tranquilos (estava com um mapa detalhado com distância e onde virar) de repente a sinalização reflexiva sumiu justamente antes de várias bifurcações, e o que aconteceu: achávamos que estávamos num lugar, mas não, ao invés de virar a esquerda(MAS O MAPA FALAVA PRA VIRAR À DIREITA NÉ), seguimos reto e entramos num LABIRINTO de trilhas, e começamos a procurar a "tal" virada à DIREITA, e todas elas não chegavam a lugar algum(tinha pra todo lado kkk...), perdidos literalmente(ficamos UNS 40 MIN procurando a saída kkkk), entramos numa trilha que achávamos que era a certa. ..kkk....só que não. .kk depois de 15 minutos, chegamos onde????? Na fazenda Serra Fina, no início da trilha kkkkk, até assustei a hora que vi as placas kkkkk isso já passava das 05 da manhã. .kkk Nessas ocasiões, em vez de discutirmos ou brigar, nós se unimos e vamos ver onde erramos, pior não dava pra ver onde estava o erro. Aí decidimos subir mais 1 km e tentar achar a trilha certa.....fizemos isso, e nada de achar...... quase 1 hora procurando. Resolvemos voltar pro carro, vai que aparece alguém que vai fazer a trilha(difícil alguém subir num domingo) ou o pessoal que estava acampado no final do retorno e deveriam chegar até às 08 horas(difícil também), mas mesmo assim ficamos lá, esperando alguém chegar. .. Lá pelas 08 da manhã chega um rapaz em cima de um cavalo branco, pronto chegou a salvação. .. O rapaz era o ODAIR filho da dona Maria da fazenda Serra Fina, batemos um papo com ele, e expliquei a nossa saga, ele tentava dar as dicas e nós não entendíamos. kkk Aí ele disse: VOU LEVAR VCS ATÉ O INÍCIO DA TRILHA. Aceitamos prontamente ....aí voltamos ao jogo.. Subimos rapidamente com ele (eu sempre na frente dele ditando o ritmo). Ele mostrou o início da trilha.kkk...inexplicável. .passamos do lado dela umas 100 vezes kkk, inclusive quando estávamos perdidos, caminhei nela uns 100 metros e vi os marcos reflexivos, e achava que era o caminho de retorno à fazenda Serra Fina kkk para vcs terem idéia, inclusive fiz uma seta no chão e coloquei uns galhos pra marcar a trilha de retorno kkk como perdido é perdido. .kkk MAS SINCERAMENTE, ACHO QUE FIZERAM AQUILO LÁ PARA O PESSOAL SE PERDER MESMO. Segundo umas pessoas, já teve vários resgates de pessoas perdidas nesse trecho. Quando estávamos indo pra a pedra da mina no caminho certo kk, encontramos umas 60 pessoas retornando para fazenda Serra Fina, e muitos deles disseram que se perderam lá também kk, então não foi só nós os PERDIDOS NA TRILHA kk isso não é desculpa de perdido kkk Depois que o ODAIR mostrou o "início" da trilha, perguntei pra ele: no ritmo que subimos com você, quanto tempo gastaríamos até o topo da pedra da mina? Ele respondeu rápido, sem pensar: nesse ritmo que subiram e, se não pararem muito pelo caminho, devem fazer em, no máximo 5 horas. Aí ponderamos e vimos que dava pra ir, pagamos um cafezinho e, aproveitamos e já acertamos o estacionamento $20. A escuridão que nos esperava Depois de subir 3 vezes, a trilha certa começa em frente a essa "árvore"... Na foto aparece o ODAIR, tentando fechar essa trilha. Quando chegamos aqui não tinha esses galhos no chão e nem esse pau de lado, nós que colocamos para outros não entrarem reto. Pois a trilha certa começa a alguns passos antes desse lugar da foto. OBS IMPORTANTE: A trilha inicial da pedra da mina não tem nenhuma entrada à direita. Somente quando atravessa o riacho que pega mais à direita. Na panela velha tem que seguir à direita. Não sei o local que esse casal se perdeu, mas é bem comum isso por lá: https://www.google.com.br/amp/s/www.em.com.br/app/noticia/gerais/2019/08/05/interna_gerais,1074847/amp.html
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    CAPÍTULO 2: PERDIDOS NO INÍCIO DA TRILHA PARA PEDRA DA MINA Antes de começar o relato é bom enfatizar a razão de termos perdido no início da trilha duas vezes(depois conversei com outras pessoas que se perderam também, justamente neste local). Da fazenda ao topo da subida DEUS ME LIVRE...ESSE É O ROTEIRO QUE PEGUEI NA INTERNET Bandeira verde e duas amarelas - Fazenda serra fina início da trilha 1574msnm 0 metro OK Primeira bandeira amarela depois da verde e duas amarelas, vira à direita 1619msnm 640mts OK A segunda amarela vira à direita 1628msnm. +-740mts A terceira amarela vira à esquerda 1643msnm 1,03 kms (DEVE SER ESSA, ACONTECE QUE NÃO TINHA ANTES NENHUMA ENTRADA À DIREITA, ATÉ PENSEI QUE FOSSE SER ESSA, MAS PERDIDO É PERDIDO MESMO, ACHO QUE FALTOU EXPERIÊNCIA EM TRILHA PARA NÓS, SOU JOVEM UM DIA APRENDO) A quarta/quinta e sexta(CACHOEIRA) 1603msnm 1810mts A séxtima amarela água 1698msnm 2880mts A oitava amarela vira à direita 1718msnm 3100mts A nona amarela primeiro mirante 1974msnm 4050mts A décima amarela Clareira pré subida Deus me livre com agua perto 2860mts 4400mts A décima primeira amarela último ponto de água (pegar água aqui) 4430mts A décima segunda amarela camping pré Deus me livre 4580mts A décima terceira início subida Deus me livre 4700mts A décima quarta amarela cume do Deus me livre 2514msnm (é a última bandeira amarela no canto inferior da foto acima quase escondida). 5600mts Gravei essa foto do roteiro que peguei na Internet, fiz um resumo bem detalhado de cada bandeira (neste relato a pessoa informava o que tinha), ou seja, chegar na primeira bandeira amarela(depois da verde e duas amarelas) e VIRAR À DIREITA, ok simples assim....MAS NÃO FOI. Obs: tinha tanto confiança que nem me informei com o Zé sobre os possíveis lugares que poderiamos ter dúvida ou mesmo, se perder. Saímos bem cedo, 04 da manhã, sabíamos que era para virar à direita a uns 640 metros adiante, fácil né! Não foi! Geralmente aquela subida nosso ritmo é de +-2 kms por hora, calculamos que chegaríamos nesta primeira bandeira no máximo em 25 minutos....acontece que parei para fazer um 2. Ou seja, demorariamos mais um pouco. Continuamos a subir, seguindo as marcas fluorescente nas árvores, mas de repente essas marcas desapareceram, logo a seguir entramos num labirinto de caminhos(várias trilhas que iam para todo lado kkkk) até achei que ali era área de camping kkkkk. Procuramos essa tal de "virar à direita" uns 40 minutos(entrava num caminho a direira e ele terminava num matagal, ACHO QUE MUITA GENTE MESMO SE PERDEU POR AQUI), e nada(olhava a bússola do meu relógio, o Googlemaps....a lua...kkkkkkkk). Mas uma coisa que acontece conosco, nestas ocasiões nos unimos e ficamos calmos, se desesperar nesses momentos só vai piorar a situação. Sabíamos que sairíamos dali. De repente achamos um caminho à esquerda com sinalização florescentes nas árvores, pronto! ACHAMOS O CAMINHO CERTO UFA.....kkkkk descemos tranquilos, aninados e felizes kkkkkk pouco tempo depois, chegamos na fazenda Serra Fina(ainda escuro) de volta. ...LEVAMOS UM SUSTO, mas depois divertimos muito com a situação. .kkkkkkk como assim. .. Decidimos voltar até o local onde nos perdemos, pois um tempo depois estaria claro e ficaria "mais fácil" achar o caminho certo. Subimos rápido, ainda era noite, entramos em todas bifurcações, sempre virando à direita. Um tempo depois entramos numa trilha e logo à esquerda tinha uma espécie de barreira feita de galhos de árvore, alguem fez aquilo para o pessoal não seguir aquela trilha. Resolvemos voltar a fazenda Serra Fina e esperar por um Salvador, como estava frio, ficamos dentro do carro! Continua......
  40. 1 ponto
    @Gaia Piá Não tenho Instagram!sou das antigas.. Mas para quem é mochileiro, será um baita aprendizado acompanhar as suas postagens. Abra um tópico aqui no Mochileiros.com sobre a sua viagem e peça ao Silnei para divulgar sua viagem e suas redes sociais, nas outras ferramentas que dispõem nosso site(Facebook, blog....). Aqui são mais de 700 mil pessoas que conhecerão vc e alavancaram suas postagens lá. E nós aqui vamos incrementar seu tópico. Ok
  41. 1 ponto
    @Gaia Piá Realmente é muito difícil vender na sua cidade, principalmente se for tímido. Mas vc deu a volta por cima, é isso aí. Vc passou do estagio pra pós sem lenço e documentos.
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    @Gaia Piá Que excelente notícia que está tudo indo certo em sua viagem. Tomara que continue assim, eu sempre cito os pontos negativos para as pessoas realmente se está preparados e saberem que situações assim podem acontecer. Abraços e boa sorte pelo caminho, sucesso !
  43. 1 ponto
    Olá! Estou considerando fazer uma viagem pelo litoral do Rio de bike, acampando/couchsurf/hostel, da forma mais econômica possível. Alguém já teve essa experiência ou se interessa?
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    PONTA GROSSA: Buraco do Padre, Fenda da Freira, Cachoeira da Mariquinha, Furnas Gêmeas e Canyon e cachoeira do Rio São Jorge Este já não é um rolê de bate-e-volta pra nós aqui do norte do Estado, é preciso um fds ao menos, se prolongado melhor ainda (fomos no sábado e voltamos na segunda-feira). Na verdade Ponta Grossa tem milhões de atrações de natureza, dá pra ficar uma semana inteira lá experimentando todas. A atração mais famosa é com certeza o Parque Estadual de Vila Velha, seguido de Furnas e Lagoa Dourada, tudo no Parque. Nestas já estivemos várias vezes antes, inclusive fizemos um trekking de lua cheia no parque anos atrás que foi muito bom! Então fomos lá atrás do “Buraco do Padre”, hahaha, que na verdade é uma furna com cachoeira dentro, lindíssima. O Buraco do Padre fica numa propriedade particular que tem outras atrações: trilhas, fenda da freira, toca do morcego (cachoeira) e estão implantando mais coisas, como tirolesa. O acesso se dá pela PR 513, o google te leva lá certinho! A entrada do Parque custa 20 reais. Compramos pela internet e ao chegar lá o pessoal informou que o sistema online está com problemas, que estão desaconselhando a compra desta forma... mas eu não sabia. Achei estranho mesmo pq não recebemos QR Code nem nada, só um email de confirmação... mas mostramos lá pra eles este email e deu tudo certo. O valor inicialmente informado dá acesso ao Buraco do Padre, Toca do Morcego e Formação Favo (que é uma rocha bem grande). Para a Fenda da Freira tem que pagar mais 20 reais (compre junto na entrada do Parque) pq ela é guiada. A trilha começa com uma subida íngreme mas depois fica bem tranquila. Vocês podem pensar “poxa, 40 reais tá caro”... e de fato não é baratinho, mas o lugar é SENSACIONAL. Os funcionários, guias, staff super simpáticos, o parque extremamente limpo e bem cuidado, tem parque infantil, lanchonete, mesas para piquenique, e apesar de muitas espécies exóticas invasoras plantadas (Pinus sp), a preocupação com o meio ambiente é nota 10. Trilhas suspensas para evitar o pisoteio, placas com identificação de algumas espécies de árvores e animais, lixeiras, enfim, VALE O PREÇO. Tb existem placas explicativas sobre a diversidade geológica local (meu amado arenito furnas) e a guia da fenda da freira tb explica outras coisas. Este passeio dura meio dia, a não ser que você queira ficar nadando eternamente no pocinho que forma na cachu ou outra coisa. Entrada do rolê Tudo arrumadinho e com estrutura pra criança Adoro Ele e eu! Uma mini fenda! Chegando no buraco! Cachu do buraco Sem piada, que buraco incrível, rs! Tava bem frio, mas o Gui encarou! Eu foquei nesse dinossauro! Continuando na trilha, agora mais íngreme e sem demarcação! Trilha Explicações, este passeio é guiado. Dentro da fenda, parece a frente de um navio. Turminha! A foto não tá boa mas é pra ter ideia da fenda! E por fim, fomos lá ver o buraco de cima! Eu até deitei no chão pra ver mais de perto mas não tenho fotos! Seguindo ainda tem essa cachuzinha, toca do Morcego! Saindo do Buraco do Padre fomos atrás de um lugar que se chama “Furnas Gêmeas”, que em tese fica na mesma estrada que leva ao buraco do padre, mas tivemos dificuldade em encontrar e passamos direto na estrada que tb leva à Cachoeira da Mariquinha. Tb é uma propriedade particular, tem camping e lanchonete. A entrada é 15 reais por pessoa mas está longe de ter a estrutura do buraco do padre. Não é uma zona, mas não tem o mesmo cuidado do parque anterior. A cachoeira é LINDA, e ainda estava nos esperando com um arco-íris! Cachu da Mariquinha com arco-iris Lindona! Já era quase 17h e a gente resolveu que ia tentar achar as furnas gêmeas. Voltamos na estrada de terra e fomos perguntando. Achamos a entrada das furnas, com uma plaquinha minúscula, que indicava que tínhamos que fazer o registro no “Refúgio das Curucacas”, uma “agência de ecoturismo” (me pareceu isso) próximo dali, na beira da rodovia. Fomos lá. A entrada custava 15 reais por pessoa, para visitação das 3 furnas (a grande e as gêmeas), mas como já era quase 18h a moça nos disse que só teríamos tempo de ver a grande, e nos cobrou só 5 reais por pessoa. A atração do lugar era justamente o pôr-do-sol que ocorreria em alguns minutos. Corremos lá. Achei as placas de indicação insuficientes, mas acabamos achando a furna grande. Ela é bonita, mas não é aquela furna tradicional que estamos acostumados a ver. É um paredão muito alto com floresta dentro de um buraco. Não impressiona muito. As gêmeas tb vimos de longe e achei ok. Tinha uns grupos fazendo trilhas, então acho que este é um lugar a ser explorado com guia pra ser mais interessante. Demos uma andada pelo local, tava ventando e muito frio... uma nuvem entrou na frente do sol e não teríamos forças pra esperar o nascer da lua, partimos! Afinal ainda tínhamos duas horas de viagem até Curitiba, onde estávamos hospedados com amigos, e a gente tinha saído de Londrina às 6h da manhã. EXAUSTOS. Furna Grande! No dia seguinte os planos originais eram subir o Itapiroca, um dos morros vizinhos ao Pico Paraná, o mais alto da região sul. Mas tava tão quente, mas tão quente, que achamos que seria muito sofrido. Volto com mais tempo pro Pico do Paraná completo (com Itapiroca e Caratuva). Acabamos indo a um local que chama “Canyon e cachoeira do Rio São Jorge”. Na cidade de Ponta Grossa tb, o google te leva lá sem problemas. Paga-se 15 reais por pessoa pra entrar. O lugar é incrível, mas se puder, evite os fds! É uma muvuca. Param mil carros com sons merdas e bem alto, todo mundo faz churrasco, enche a cara e fuma litros. Joga esse lixo em toda parte menos nas milhares de lixeiras! Por isso a entrada e o começo do passeio é deprimente... ser humano é patético! Tem uma placa dizendo que é proibido som, mas isso é totalmente ignorado, assim como todas as outras placas de coisas proibidas. Conforme vai descendo a trilha ainda tem aquele monte de gente bêbada jogando lata e bituca, mas conforme desce mais a coisa vai melhorando. A trilha até um certo ponto é por uma estradinha, depois, até a cachoeira, é trilha selvagem, sem marcações. Não desanime com o relato das disgraça acima, o lugar é LINDO. Daqueles que vc caminha por dentro do rio. A cachoeira é bem bonita e dá pra continuar tanto por dentro da água quanto por trilha por forma além dela, fizemos uma parte. Antes da cachoeira tem dois pontos onde dá pra nadar, poços profundos, mais de sete metros. Tb tem placas de proibido nadar, mas todo mundo nada, eu nadei, pulei da cachoeira de cima pro poço inclusive. Mas essa é aquela placa do tipo “eu não me responsabilizo se vc morrer afogado”. Na trilha selvagem até a cachu! Entre morros e rochas! Formações rochosas lindas! E vale a pena! Perambulando pra achar as costas da cachu! Por trás dela! Segue a trilha por dentro da água! Amo girinos, me julguem! Esse já tá com perninha! Na volta fomos ver a cachu de cima! Olha ela lá embaixo! Paisagem massa! E poços pra nadar em paz! Tem pontos de rapel na cachoeira e no canyon que quero voltar pra fazer. O rapel tem que ir com instrutor. Apesar dos pesares o lugar vale MUITO a pena! Quero voltar num dia de semana com um guia que conheci lá e tb fazer rapel. Eu conheci esse guia por acaso, eu seguia ele no insta, já tinha pedido umas dicas pra ele, e acabei encontrando ele sem querer lá no cânyon! Ele manja muito da geologia e arqueologia local, se alguém se interessar veja lá o perfil dele, é @clevertonbigaski É isso. Daqui três semanas tem mais uma programada, se virar volto aqui pra contar! Uma florzinha, ou melhor, uma inflorescência inteira, pra vc que me lê!
  45. 1 ponto
    um dia estou pensando em fazer um tour bem economico,mas nao roots... tipo assim...sempre que vou a um hostel e quando tenho oportunidade e volto aomesmo hostel, noto que ha muito descuido por parte dos donos onde as vezes a torneira que pinga continua pingando, a porta que nao fecha direito continua igual, etc... Entao eu poderia usar minhas habilidades e trocar a mao de obra pela hospedagem.. ou seja, perderia algumas horinhas para o conserto e o tempo restante aproveitaria para passear... mas neste caso seria tudo bem planejado e ja com tudo previamente combinado. Uma vez estive em um hostel em ipanema onde a descarga nao funcionava pq o cano flex tava torcido, conclusao peguei uma caneta bic e fita isolante que tinha na minha mochila e consertei, mas nao cobrei nada pelo servico e nem fiz comentario tambem.... Por isso é bom ter contatos.... Mas na realidade eu tb tenho dificuldade em ganhar dinheiro oferecendo meus serviços... eolha que ferramentas eu tenho de sobra....
  46. 1 ponto
    Olá , fui no mesmo período ano passado. Ainda tenho todo meu planejamento no drive se quiser te mando. Aqui está uma empresa de microônibus para mochileiros que corta todo o país ! É bem seguro ..ele te pega e te deixa na porta do hostel. https://www.bazbus.com/ticketoptions.html
  47. 1 ponto
    Notei que ninguém comentou os benefícios da Air China como hotel de trânsito GRATIS tudo selecionável pelo app da Cia.
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    Como a minha viagem foi 100% de carro, estou colocando um link aqui para o post criado na seção de relatos da Europa.
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    Olá galera mochileira, vou retribuir o aprendizado obtido aqui tentando passar um pouco do que foi essa trip e quem sabe também ajudar alguém. Fomos em 3 pessoas (eu, esposa e sobrinha) em um C3 Picasso 1.6. O carro, apesar de não ser 4x4, o que me fez falta (contarei mais adiante), se portou muito bem e tivemos pouquíssimos contratempos, fazendo uma boa média de 13,5 km/L. sempre na gasolina super ou 95. Falando em gasosa, os valores da gasolina nos postos foram na média: Brasil: entre R$ 3,90 e 4,30. Argentina: em torno de ARP 26,27 (R$ 3,67) Chile: em torno de CP 809,00 (R$ 4,30) Câmbio: Endereços: Corrientes/ARG: Av. 9 de Julio, 996 Calama/CHI: Calle Emilio Sotomayor, 2125 O dólar estava cerca de R$3,35 e o peso argentino R$0,20 em Puerto Iguazu e Ciudad del Est. Compramos apenas alguns pesos em Puerto Iguazu para almoçarmos e pagarmos os pedágios do caminho para Corrientes, onde já tinha selecionado uma agência de câmbio no centro da cidade. A decisão foi acertada, pois conseguimos melhores taxas e compramos peso argentino e dólar na seguinte cotação: Peso Argentino: ~R$ 0,14 ou ARP 7,15 por real. Dolar: R$ 3,245 ou USD 0,308 por real. O Peso chileno optamos por comprar em Calama, onde faríamos nosso primeiro pernoite. No centro de Calama, na praça da Igreja, tem uma boa casa de câmbio, com cotação superior a de San Pedro. Mas tive que trocar bastante dólar em San Pedro também, onde geralmente conseguíamos a cotação de CP 600,00 por dólar. Obs. Fizemos câmbio de reais apenas em Corrientes, trocando-os por dólares. A moeda estadunidense tem melhor aceitação e a troca de câmbio favorecia sempre. Documentos levados foram esses, sendo que apenas uma única vez nos solicitaram apenas a CRLV, nada mais. * RG * CNH * CRLV * Carta Verde * SOAPEX Agora um breve resumo: Dia 1. De Santos/SP até Foz do Iguaçu/PR Saímos por volta de 07h30 e chegamos quase 23h00 no hotel. Muitos pedágios, muito trânsito, vários acidentados no caminho, enfim, mais de 1000km em estradas brasileiras, sem novidade. Nos hospedamos sempre através do Booking.com e em Foz, ficamos no Salvatti Cataratas Hotel e pagamos R$135,00 o quarto triplo com café da manhã e garagem. Nenhuma maravilha, mas é bem localizado. Bom custo benefício. Dia 2. De Foz do Iguaçu/PR a Corrientes/ARG Saída: 09h00 Chegada: 20h00 A travessia foi bem demorada na fronteira argentina. Uma fila imensa de veículos que nos custou cerca de 1h30. Em Puerto Iguazu paramos para comprar chip de celular (Personal) para utilizarmos a internet, almoçarmos e fazermos um pouco de câmbio, o suficiente para chegarmos até corrientes. No caminho tem muitos bloqueios policiais, mas não fomos parados em nenhuma para solicitar documento, no máximo perguntavam para onde íamos e mandavam seguir adiante. Chegamos ao anoitecer em Corrientes e fomos direto para nossa hospedagem. Ficamos na Torre Costanera Norte. Recomendo fortemente. Fica em um edíficio com vista para o Rio Paraná, e é um apartamento muito agradável e confortável. Por não ser Hotel ou similar, não tem café da manhã, mas tem cozinha equipada. Pagamos 800 pesos no local. Dia 3. De Corrientes/ARG a Salta/ARG Saída: 08h00 Chegada: 20h00 Muito chão pela frente, realmente atravessar aquela reta de 500km é um chaco, com o perdão do trocadilho. Poucas cidades pelo caminho, alguns postos de gasolina, muitos insetos se espatifando na frente do veículo (uma capa é recomendável) e poucos veículos no caminho. No início do trajeto tivemos um pneu furado. E no meio do caminho, creio que no trecho esburacado após Monte Quemado, um dos pneus sofreu uma pancada e criou um galo, o que me obrigou a troca-lo mais adiante, visto que a malha de aço interna foi rompida. Foi difícil arrumar um local para almoçar, mas por volta de 14hs encontramos um local pitoresco, um pouco rústico, mas com boa comida e preço honesto. Não marquei o local, mas deve ficar próximo de Monte Quemado, logo na marginal de frente para pista e se chama Comedouro La Tranquera, vale a parada! Com muito cansaço e sono chegamos em Salta. Nos hospedamos novamente em um apartamento (Monoambiente Equipado e Calido). Com boa localização e certo conforto. Não possuía garagem, tivemos que estacionar em frente. Pagamos 820 pesos ao proprietário que nos aguardou no local. Dia 4. De Salta/ARG a Calama/CHI Saída: 08h30 Chegada: 23h00 Enfim atravessaríamos a cordilheira. Mas, não sabendo que teríamos tantas atrações no caminho, saímos com toda calma do mundo as 8h30. Um erro, já que o trajeto era longo, com muitos atrativos no caminho. Sugiro sair bem mais cedo. No caminho paramos para apreciar as costas de Purmamarca, as Salinas Grandes, Lhamas, cactos, mirantes de Jujuy em geral... Na fronteira chegamos por volta de 16h00, onde abastecemos, almoçamos alguns salgados da conveniência mesmo e fomos fazer os trâmites. Havia uma grande fila de veículos para entrar e outra maior ainda de pessoas dentro da aduana. Os policiais estavam meio estressadinhos, mas ajudavam a todos da melhor forma. Fomos apenas com RG e Documento do veículo. Por volta de 19h00 iniciamos a entrada no Chile. Achávamos que seria só descida...ledo engano...ainda havia muita subida pela frente. A dor de cabeça se fazia presente em todos, um pouco de tontura ao mínimo esforço e assim fomos subindo e subindo. O carro, carregado até o talo, não passava de 60km/h e em algumas subidas não passava dos 40km/h. As garrafas PET sendo amarrotadas como papel... e o sol que nos acompanhava começava a ir embora. E com o sol, vai-se o calor também. A temperatura começa a cair gradativamente de cerca de 17° as 17hs para cerca de 3° no ponto mais alto, a 4.820msnm, as 21h00. Daí em diante começou a descida, no breu total, nem podíamos ver as paisagens...mas enfim chegamos em San Pedro, porém nossa reserva era em Calama. Agora veja a situação: 10 da noite, sem almoçar e jantar, cabeça explodindo...procuramos hospedagem em San Pedro mesmo...mas nesse horário e nessa época do ano...nem a pau Juvenal....tivemos que seguir pista por mais 100km até Calama e procurar nosso abrigo previamente reservado. Em Calama ficamos em uma pousada meio estranha (Apartamentos Norte Grande), mas fomos bem atendidos. Possuía garagem pelo menos. Mas não oferecia café da manhã. Pagamos cerca de USD 35,00. Dia 5 – De Calama/CHI a Iquique/CHI Saída: 09h00 Chegada: 17h00 Como o trajeto nesse dia era mais curto, aproveitamos a manhã para ir ao Centro. Fizemos câmbio Dolar/Peso chileno na empresa AFEX, Calle Emilio Sotomayor 2125. Boa cotação, superior à de San Pedro. Compramos um chip de celular da Movistar. Fomos trocar o pneu danificado (calombo) em uma gomeria próxima ao Shopping, onde fomos depois almoçar antes de seguir viagem. De Calama à Iquique são dois caminhos, por deserto ou litoral. Então fomos conhecer a famosa Ruta 01 que nos levaria ao destino margeando a costa do Pacífico. Seguimos primeiramente até Tocopilla, uma pequena cidade litorânea onde acessamos a ruta 1. Realmente o caminho é sensacional. Uma pista simples espremida entre praias desertas, com suas areias pedregosas e cheias de conchas brancas trazidas pelo mar azul e serras de areia e pedra ao lado direito, muito altas e sem vegetação. Há diversos mirantes no trajeto e até mesmos as praias são acessíveis aos veículos. Vimos também diversas barracas de camping no caminho, parece ser comum acamparem na praia e passarem a noite com a família. Nada como termos segurança para tal hein? Após tantas praias desertas, ou quase, chegamos em Iquique, já nos deparando com trânsito intenso, porém organizado, com as praias cheias de jovens ouvindo música, praticando esportes ou passeando. A cidade não é muito grande, mas é bem cuidada, com bastante policiamento e comércio variado, para todos os gostos. Fizemos algumas compras em um hipermercado e fomos para o Hotel. Hotel Manuel Rodriguez Express, de excelente localização, a 1 quadra da praia, bem próxima da movimentada Praia de Cavancha. O hotel parece bem antigo, mas está em boas condições, com estacionamento externo em frente e café da manhã. Pagamos cerca de R$420,00 pelas duas diárias em quarto triplo. Dia 6. Iquique/CHI Dia de passear. Fomos conhecer a Plaza Arturo Prat, onde tem a Torre del Reloj e uma boa feira de artesanato. Muitos casarões antigos dão o tom de cidade antiga e preservada ao local. Passamos também frente ao Museu Corbeta Esmeralda, mas achamos meio pequeno e ninguém se interessou em entrar. Fica para a próxima rs. Fomos direto a praia caminhar um pouco pelo calçadão e conhecer o local. A noite fomos a pé até a praia próxima ao hotel, onde viramos o réveillon. Eles fazem, tal como nós, balsas com os fogos de artificio, e o foguetório durou cerca de 25 min, muito bonito por sinal. O que me chamou a atenção foi o costume local de soltar balões, geralmente pequenos e vermelhos, que iluminavam a noite vagando pelo céu. Imagina dezenas de balãozinhos vagando no céu da praia...realmente bacana. E bebida rolava no máximo um vinho ou espumante entre as famílias...nada de bêbado, gente vendendo cerveja, whisky e afins...tudo sendo festejado com alegria e segurança. Dia 7. Iquique/CHI a Toconao/CHI Saída: 09h00 Chegada: 18h00 Finalmente Atacama. Partimos em direção ao nosso grande objetivo, mas antes ainda paramos na cidade abandonada de Humberstone. Infelizmente estava fechada por ser dia 1, e assim tiramos apenas algumas fotos do lado externo. Vamos ter que voltar lá tb, parece ser muito interessante o local. Uma cidade abandonada no meio do deserto, com todas as casas, ruas e acessórios preservados. No caminho, antes de chegar a San Pedro, também já aproveitamos e conhecemos a Cordillera del Sal e Valle de La Muerte, o que já nos deu o gostinho do que teríamos pela frente. Locais sensacionais. A Cordillera tem um mirante bem amplo onde você pode descer até onde conseguir e tirar fotos realmente no meio das dunas e pedras. O Valle de La Muerte não fizemos o sandboard, apenas seguimos até o final da trilha, porém devido ao horário o vento estava forte demais, nos golpeando com areia e evitando que subíssemos até o mirante. Mas deu para ver o suficiente do local. Dali fomos direto para Toconao. O pequeno povoado de Toconao fica a cerca de 25 min de San Pedro ou 30km. Quando procurava quarto em San Pedro pelo Booking, encontrava pouca coisa devido a data, e o que encontrava estava caro demais ou eram apenas hostels com quarto e banheiro compartilhado, o que não serviria para uma família. Assim acabei pesquisando por algo nas proximidades e acabei por encontrar em Toconao exatamente o que eu procurava. A cidade fica perto de vários locais de visitação, possuía comércio próprio e até mesmo posto policial. Enfim, acabamos por selecionar o Hostal Altos del Lascar. Com quarto e banheiro privado, Wi-FI, cozinha coletiva, café da manhã e estacionamento. E ainda pudemos utilizar a máquina de lavar roupa e varal, o que nos foi muito útil. Até churrasqueira a disposição tinha. Por ali ficamos por 5 diárias pagando cerca de R$221,00 por dia ou US68,00 o quarto para até 4 pessoas (cama casal + beliche). Super recomendo! Dia 8 – Atacama Na parte da manhã fomos conhecer o centro de San Pedro e fazer câmbio na Calle Toconao, além de abastecer o veículo no escondido posto de San Pedro. Almoçamos em Toconao todos os dias no restaurante Chaxa I, boa comida, bom preço, bom atendimento e bem pertinho do Hostal. Geralmente comíamos os três com bebida por cerca de 10.000 pesos, cerca de R$50,00. Recomendo. A tarde fomos visitar as Lagunas Cejar, Piedra, Tebenquiche e Ojos del Salar. A estrada é por terra, mas dá para andar tranquilamente em boa velocidade. Lagunas Cejar e Piedra - A laguna Piedra estava meio seca e sem graça...já a laguna Cejar é bonita, mas creio que seja melhor para quem pretende entrar na água e ficar boiando ou apenas se refrescando. Pagamos cerca de R$75,00 por pessoa ou CP 15.000 p.p e não aproveitamos tanto. Há várias outras lagunas mais bonitas. Ojos del Salar – Muito legal de conhecer. Não mergulhamos também, mas é bem incomum e vale a pena conhecer. Laguna Tebenquiche – Uma laguna branca com muito sal em volta. Após o estacionamento há um trajeto bem comprido acompanhando a borda da laguna onde você pode tirar fotos. As montanhas espelhadas na laguna são formidáveis. Pagamos CP 3.000 p.p. Recomendo. Dia 9 – Atacama Hora de visitar as Lagunas Altiplânicas Miniques e Miscanti. Por sorte, Toconao está mais perto do que San Pedro e chegamos bem cedinho lá. Devido a altitude o frio vem com força, a cabeça dói, o carro sofre, mas chegamos e aproveitamos muito o lugar. Indescritível é o que podemos dizer das lagunas. O silêncio, a paisagem ao fundo e as lagunas em si, são de outro planeta. Pagamos CP 2000 p.p. Na descida esquecemos de ir visitar as Piedras Rojas...tão perto e perdemos esse passeio. Fica para a próxima também rs. Após as Lagunas fomos em direção a Toconao e no caminho, em Socaire, avistamos a estradinha que subiria para a Laguna Lejia. Entramos nela e começamos a subir uma estradinha bem ruim de terra e pedra...fomos até certo ponto apenas já que o carro não era 4x4 e o negócio estava piorando cada vez mais e não havia uma alma viva por perto...enfim, ficará para quando for fazer a subida do vulcão Lascar. Após isso fomos direto até a entrada que nos levaria à Laguna Chaxa, onde enfim pudemos ver e admirar os famosos Flamingos Chilenos. A Laguna fica à esquerda de quem está voltando para Toconao e leva uns bons quilômetros por estrada de terra, mas sem problemas. A laguna por si só já é muito bonita e fica ainda melhor com as dezenas de flamingos se alimentando por toda a laguna, bem pertinho de você as vezes. São animais lindos com certeza. Vale muito a visita. Pagamos cerca de CP 1500 p.p. Dia 10 – Atacama Nesse dia nos programamos para visitar Os Geisers del Tatio. Saímos as 4h30 e fomos em direção a San Pedro, onde pegamos a estrada que nos levaria até o ponto turístico. Nesse momento a temperatura estava em cerca de 14°, na altitude de Toconao (2400 msnm). E assim, após passar por San Pedro, fomos subindo e subindo...a estrada de terra batida começou a piorar conforme nos aproximávamos. E conforme subíamos a temperatura despencava. Se no início havia pouquíssimos carros subindo, de repente havia uma fila imensa de carros. Nosso carro de passeio, 1.6, naquela estrada cheia de costelas de vacas sofria e tínhamos que ir devagar enquanto a maioria de vans e caminhonetes passavam como se não houvesse amanhã. As costelas de vacas foram aumentando e chegou um momento em que parecia que andávamos sobre contínuas tartarugas (tachão) por diversos km. Até que, faltando poucos km, a uma altitude de mais de 4.000 msnm, com o termômetro anotando -8°, o câmbio do veículo simplesmente se desmanchou, travando em 4º marcha. Ou seja, tivemos que parar no cantinho, ligar o pisco alerta, colocar rapidamente os triângulos e torcer para ninguém passar por cima. Como não havia muito o que fazer, sem sinal de celular, e a galera passando correndo a caminho dos gêiseres, somente nos restou relaxar e esperar o sol nascer totalmente para aguardar o pessoal voltar e pedir auxílio. Cerca de 2 hrs depois começaram a aparecer alguns veículos retornando. A maioria sequer parava para perguntar e os que paravam geralmente tinham os veículos cheios de passageiros. Até que uma nobre alma argentina parou e nos ofereceu carona até San Pedro. Sr. Xavier e sua companheira foram simplesmente sensacionais. Somos muito agradecidos por ter conhecido esse Hermano. Ainda paramos em Machuca, porém ninguém conseguiu auxílio no local e tivemos que nos deslocar até San Pedro, onde fomos à oficina logo ali próximo da aduana. Depois de uma pequena espera de 5 hrs eles conseguiram uma camionete para fazer o resgate do veículo que passou o dia todo abandonado na estradinha de El Tatio. Com o carro na oficina, foi constatado que soltou uma peça do seletor de marcha...provavelmente soltou a alavanca do seletor ou o trambulador. Eles encaixaram, botaram uma abraçadeira para reforçar e pronto...voltou ao normal. Custo disso tudo: Resgate: CLP 90.000 Mão de Obra: CLP 20.000 Ou seja, saiu caro. Quase R$450,00 só pelo resgate. Ainda tentei locar uma camionete para fazer esse resgate, porém o aluguel sairia mais caro. Mas foi um susto, pois dependendo do defeito, por exemplo um defeito no disco ou platô, teria que ficar sem o veículo por uns 3 dias até chegar as peças de Calama. Demos sorte, a sorte de quem se arrisca! Nesse dia perdemos o dia inteiro resolvendo isso. Deu tempo apenas para correr até o centro de San Pedro e comprar um passeio para os Geisers para o dia seguinte. Conseguimos um valor bom, CLP 17.000 p.p . Dia 11 – Atacama Saímos as 4h30 de Toconao, dessa vez apenas para estacionar nosso guerreiro em São Pedro, no estacionamento municipal, onde a van da agência contratada já nos aguardava ao chegarmos. Após a van buscar a galera que nos acompanharia em seus hostels, colombianos e argentinos, partimos em direção, pela 3º vez, da estrada que nos levaria aos Geisers del Tatio. Dessa vez, a viagem foi tranquila, com uma van preparada para esse tipo de viagem. Chegamos com o céu começando a clarear, por volta de 6hs, com temperatura de -7° na portaria do parque. Pagamos mais CLP 10.000 p.p pela entrada e depois a van nos leva até o primeiro estacionamento, a partir de onde inicia-se o tour. O guia chama-se Celso, muito competente e paciente com todos. Recomendo. Apesar do frio de gelar a alma, o passeio é gostoso e interessante. Tem muita gente no local, atrapalha um pouco as fotos, mas com paciência consegue-se bons clicks. E realmente é incrível aquele espetáculo da natureza...surreal demais! O Segundo ponto é onde encontramos menos geisers, porém mais fortes e altos. Além disso tem a piscina de água termal, com vestiários e tudo mais. Não entramos, apenas observamos os gringos fazendo a festa. Devia estar muito bom...lá dentro. No estacionamento desse segundo ponto, o guia oferece o desayuno, com suco, pães, bolo, chá, ovos mexidos, geleia, etc. Muito bom o café da manhã sob o sol nascente do deserto, com gaivotas andinas passeando entre nós e a visão das montanhas e geisers...realmente incrível. Depois disso iniciamos o retorno. Durante o retorno ainda tem alguns pontos de exploração. Nesse caso, o primeiro foi a cidadela de Machuca, com algumas construções antigas e uma cantina, onde vende-se café, chá, empanadas, etc. Do lado de fora tem o churrasquinho de lhamo, por CLP 3.000. Muita fila para experimentar a iguaria, mas provamos e aprovamos. O próximo ponto foi ao lado da estrada, em alguns pontos há pequenos alagados beirando morros pedregosos, com muita vegetação rasteira e vários flamingos ou lhamas se alimentando. Em um ponto ainda tem um mirante com vista para um tipo de canyon profundo e que vai margeando a estrada por um trecho. Muito bonito tb. O último ponto do passeio é a parada em Guatin, no Vale dos Cactus. Fazemos a exploração dando a volta, seguindo o curso de um pequeno riacho. Local muito pitoresco, com cactos de até 10 metros e talvez centenas de anos de vida. Enfim, por volta de 13hs a van nos deixou no estacionamento de San Pedro. Se o perrengue do dia anterior nos trouxe prejuízo, ao menos fazendo o tour com a agência pudemos visitar outros pontos além dos geisers, que talvez, sozinhos, não encontraríamos. Voltamos correndo para Toconao para almoçar e descansar. A tarde teria mais Por volta de 17h00 partimos em direção ao Valle de La Luna. O primeiro passeio é nas Cavernas de Sal. As cavernas são legais por serem no deserto e tem uma vista de cima, mas em matéria de cavernas estamos bem servidos e essa não nos impressionou. Depois das cavernas, todos seguem direto para o estacionamento do Valle para assistir o famoso pôr do sol. O local realmente é muito show e o pôr do sol bonito. Tem gente pra c... mas deu pra pegar um lugarzinho na beira da morro com vista para as dunas e assistir esse gran finale. Dia 12 – De Toconao/CHI a Salta/ARG Saída: 09h00 Chegada: 20h00. Dia triste, dia de partida. Deixamos o acolhedor Hostel Altos del Lascar e fomos para San Pedro abastecer e pegar a estrada rumo a fronteira. Dessa vez, já que estava noite em nossa chegada, pudemos contemplar o Vulcão Licancabur nos acompanhando durante boa parte da subida da cordilheira. Haja espaço em disco para tanto foto, mas ele merece. E sempre que podíamos parávamos em algum ponto interessante, seja pequenas lagunas, lhamas no caminho, guanacos, etc. Ainda pensamos virar em Hito Cajon e ir visitar as Lagunas Branca e verde, porém, após pesquisar bem, pensamos ser arriscado demais ir em carro de passeio. Até agora não sei se é tão problemático assim. Seguimos em frente, dando adeus ao Chile, com uma até que rápida migração em Paso Jama. Na Argentina, paramos novamente no mirador de Jujuy, dessa vez apenas para comprar alguns souviniers. Também paramos em Purmamarca atrás de mais presentes e fazer um lanchinho. O local é bem interessante e vale uma visita mais duradoura, talvez até uma hospedagem no local. Chegamos em Salta já no ínicio da noite, depois de trocentas paradas durante o retorno. Nos hospedamos no Hotel Guemes. Bem ruim. Pagamos cerca de ARP 980.00. O prédio é muito antigo, então é como entrar em um túnel do tempo. Tudo é muito velho, com cara e cheiro de coisa velha. O café da manhã foi um pão duro com geléia e água, porque havia apenas chá, o que não tomávamos. Enfim, serviu para tomar banho e descansar. O ponto positivo é a localização, a poucos metros da praça 9 de julho. A noite, por ser sábado, pudemos ver como é movimentada e bonita a cidade de Salta. Muitos artistas de rua trabalhando e divertindo os turistas e o comércio bem diversificado. Passeamos, jantamos e fomos dormir, pois o dia seguinte seria longo através do chaco. Dia 13 – De Salta/ARG a Resistência/ARG Saída: 09h00 Chegada: 17h00 Apenas um dia de deslocamento, sem muitas novidades no caminho. Nesse dia pela primeira vez um policial nos parou e pediu documento do veículo. Apenas conferiu e mandou seguir, sem maiores problemas. Não solicitou a CNH e muito menos a Carta Verde. Chegamos ainda de dia no Hotel Diamante, em excelente localização. O custo foi de + - ARP 1100.00 e o problema foi pagar. Havia sobrado apenas dólares e eles não aceitavam. Mas apesar de ser domingo, com todas as casas de câmbio fechadas, tivemos a sorte de ter um Cassino bem perto e que fazia esse câmbio. Corremos até lá e trocamos dólar x peso em boa cotação e assim pudemos pagar o hotel. Acho que o nome do Cassino é Atrium. Para jantar busquei algumas pizzas ali perto, por ARP 350. Tem bastante comércio por perto e o hotel não é antigo, com um bom café da manhã. Recomendo! Dia 14 – De Resistência/ARG a Foz do Iguaçu/PR Saída: 09h00 Chegada: 17h00. Dia de dar adeus aos Hermanos argentinos e voltar para essa doida terra. Mais um dia tranquilo de estrada, sem muito movimento. Assim como na saída, não havia ninguém na aduana brasileira, apenas passamos... Nos hospedamos no Hotel Blue Star II. Hotel bom, limpo, com estacionamento descoberto e café da manhã padrão Brasil, com tudo que tem direito J Pagamos R$160,00 pelo quarto triplo. Recomendo. Dia 15 – Foz do Iguaçu/PR a Cascavel/PR Saída: 09h00 Chegada: 21h00 Dia de aproveitar a passagem por Foz e fazer os passeios clássicos: gastar dólares no Paraguai e visitar as Cataratas do Iguaçu. Depois de uma fila imensa para entrar em Ciudad del Est, conseguimos estacionar no shopping que existe logo na entrada, do lado esquerdo de quem ta chegando lá. Uns 40 min para fazer o retorno e estacionar lá, mas pelo menos você já fica na boca pra pegar a ponta quando for sair. Fizemos nossas comprinhas e fomos embora em direção ao Parque Iguaçu. Um bonito passeio também a ser feito. É tudo muito bem organizado e caro tb. Depois de tanto deserto, areia e umidade quase zero, agora foi o contrário: muita água, chuvisco, umidade altíssima, calor e floresta pra todo lado. Saímos de lá já quase 17h00 e para não dirigir muito tempo a noite, fomos até Cascavel. No caminho paramos para jantar no _____ . Surpreendeu a qualidade e o preço. Pagamos R$60,00 para um banquete (arroz, feijão preto, farofa, bife, fritas, ovo frito, macarrão, salada com tomate, suco de laranja e refrigerante). Depois de tanto lanche ou Pollo com papas...matamos a vontade da comida brasileira ali. Procurando hotel pelo celular, encontramos o Hotel Jóia. Era o melhor custo benefício que havia no momento, mas também não decepcionou. Um quarto bom, com estacionamento coberto, e ótimo café da manhã. Pagamos R$152,00 o quarto triplo. Dia 16 – Cascavel/PR a Santos/SP Saída: 10h00 Chegada: 23h00 Sem novidades. Muito trânsito, muito idiota fazendo cagada no trânsito, acidentados pelo caminho, dezenas de radares e pedágios caríssimos, postos policiais vazios, enfim, estávamos em casa novamente JJ Trajetos: Data Origem KM Tempo Destino 26/dez Dia 1 Santos/SP 1053 14h2 Foz de Iguaçu/PR 27/dez Dia 2 Foz de Iguaçu/PR 622 7h39 Corrientes/ARG 28/dez Dia 3 Corrientes/ARG 836 9h58 Salta/ARG 29/dez Dia 4 Salta/ARG 700 8h38 Calama/CHI 30/dez Dia 5 Calama/CHI 388 4h32 Iquique/CHI 31/dez Dia 6 Iquique/CHI 1/jan Dia 7 Iquique/CHI 524 5h57 Toconao/CHI 2/jan Dia 8 Atacama 3/jan Dia 9 Atacama 4/jan Dia 10 Atacama 5/jan Dia 11 Atacama 6/jan Dia 12 Toconao/CHI 554 7h27 Salta 7/jan Dia 13 Salta 821 10h16 Resistência/ARG 8/jan Dia 14 Resistência/ARG 642 8h20 Foz de Iguaçu/PR 9/jan Dia 15 Ciudad del Est/PGY e Cataratas De Iguaçu 9/jan Dia 15 Foz de Iguaçu/PR 139 1h53 Cascavel/PR 10/jan Dia 16 Cascavel/PR 916 12h7 Santos/SP Distância Percorrida: 8.333 km – Média 13km/L Hotel para 3 pessoas Combustivel: Nafta Super – 95 Data Hotel Combustivel Pedágios Alimentação Passeios Outros 26/dez R$135,00 R$380,00 R$121,30 R$64,90 R$8,00 R$709,20 27/dez R$111,89 R$167,83 R$8,39 R$84,00 R$32,00 R$404,11 28/dez R$111,89 R$177,62 R$6,29 R$48,95 R$55,63 R$400,39 29/dez R$113,58 R$139,86 R$0,70 R$25,17 R$279,31 30/dez R$210,15 R$159,61 R$5,32 R$216,56 R$259,47 R$851,11 31/dez R$210,15 R$70,49 R$175,57 R$456,21 01/jan R$221,29 R$138,33 R$8,25 R$82,41 R$47,88 R$498,16 02/jan R$221,29 R$154,29 R$111,83 R$271,33 R$21,28 R$780,03 03/jan R$221,29 R$112,79 R$119,44 R$87,78 R$90,44 R$631,75 04/jan R$221,29 R$114,39 R$591,62 R$927,29 05/jan R$221,29 R$39,10 R$446,90 R$10,64 R$717,94 06/jan R$136,36 R$148,97 R$53,85 R$111,89 R$451,07 07/jan R$125,87 R$194,41 R$4,90 R$67,83 R$393,01 08/jan R$160,00 R$251,75 R$10,49 R$50,69 R$19,30 R$492,23 09/jan R$152,00 R$100,00 R$27,00 R$107,77 R$159,80 R$546,57 10/jan R$250,00 R$94,70 R$39,00 R$30,00 R$413,70 R$2.573,34 R$2.375,45 R$287,34 R$1.296,39 R$1.013,71 R$1.405,84 R$8.952,06 Agradecemos aos administradores desse site por manter um fórum tão útil. Agora é planejar a próxima trip, provavelmente por Bolívia e Peru, ou talvez, quem sabe, dar uma passadinha também no Atacama para fazer os passeios que faltaram (Tour Astronômico, Vulcão Lascar, Piedras Rojas, Baltinache, Humberstone). Um abraço a todos ! André e Joyce
  50. 1 ponto
    "bah, coca-cola essa época do ano é dificil" Mano! Esse é o relato mais engraçado que eu já vi nesse fórum. To rindo sozinha aqui no trabalho.
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