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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 05-10-2019 em todas áreas

  1. 1 ponto
    Olá!! Gostaria de companhia para Buenos Aires Já tenho um roteiro programado, mas aberto para mudanças. Irei fazer um bate volta para Colonia del Sacramento. Quem gostaria de me acompanhar dá um salve!!!!
  2. 1 ponto
    Alguém indo pra Buenos Aires no feriado de 15 de novembro?
  3. 1 ponto
    Olá mochileiros, procuro compania para passar ano novo em Cartagena e dar um rolê em San Andrés. Minha passagem está para 25/12 a 04/01, sendo os primeiros dias em San Andrés. Quem animar me chama no Instagram: marilimma01
  4. 1 ponto
    Pois é..... já pensou se o escocês com o nome mais longo do mundo decide colocar tudo no bilhete? KKKKKKKK Barnaby Marmaduke Aloysius Benjy Cobweb Dartagnan Egbert Felix Gaspar Humbert Ignatius Jayden Kasper Leroy Maximilian Neddy Obiajulu Pepin Quilliam Rosencrantz Sexton Teddy Upwood Vivatma Wayland Xylon Yardley Zachary Usansky.
  5. 1 ponto
    Estou indo sozinha para estas duas cidades! Alguém na mesma situação? Poderíamos fechar os mesmos hostels para fazer os passeios! Já fechei o Milhouse Hipo em Buenos Aires, mas não decidi nada de Bariloche por enquanto E aí, partiu?
  6. 1 ponto
    @Laiza Melo Lopes mesmo que nunca tenha viajado de carro nao tem muito segredo nao, jogue no google maps a cidade de origem e a de destino que sera exibido umas duas ou tres opçoes de rota. No mais, é so colocar as malas no carro e pé na estrada. Nao tem como ti falar onde voce poderia se hospedar pois tudo vai depender da rota que vc vai fazer, da velocidade em que viajará, etc.. Entao o que VOCÊ pode fazer é olhar na net qual o itinerário que vai seguir, ver a distancia entre as cidades e com isso ter uma noçao de onde talvez irá passar a noite, baseado nisso poderá procurar na net (booking por exemplo) locais que aceitem o pet.
  7. 1 ponto
    Galera estou programando ir para Colômbia na primeira semana de Dezembro, se alguém animar podemos ir juntos. Vou passar em San Andres, Cartagena e Bogotá. Alguém aí?
  8. 1 ponto
    Terei férias na primeira semana de novembro e gostaria se ir para Colômbia Cartagena San Andrés Providencia. Quem topa?
  9. 1 ponto
    Fala pessoal, esse é meu primeiro post aqui no mochileiros e venho para pedir ajuda, mas prometo fazer um roteiro da minha viagem logo após para ajudar os próximos. rs Estarei em Buenos Aires entre os dias 27/12 e 08/01 de 2019. Gostaria de relatos de pessoas que já saíram de Buenos Aires para Uruguai e tiveram BsAs como base. Gostaria de fazer: Buenos Aires > Colonia del Sacramento > Montevideo > Punta del Este > Volta para Buenos Aires. Aceitando qualquer tipo de dica e sugestões: - Se vale a pena ou não sair de BsAs apenas com esse tempo, se não o que fazer durante 10 dias em BsAs, se sim o que conhecer em Punta del Este, se vale pular ou acrescentar algum lugar do cronograma mencionado acima. - Se vale a pena financeiramente falando. - Qual média de gasto diário em reais na Argentina e Uruguai para ficar confortável. Quanto levar para 10 dias. - Réveillon melhor Argentina ou Uruguai? - O que é furada e o que realmente vale a pena. Coisas desse tipo, qualquer ajuda ou opiniões são bem vindas. Um abraço,
  10. 1 ponto
    E aí galera, Estarei em Buenos Aires no final de semana do dia 15 de novembro. Mais algum mochileiro por lá?!
  11. 1 ponto
    Gostaria de saber quem vai estar em BA no mês de novembro. Estou indo sozinha e gostaria de amigos para conhecer a linda BA.
  12. 1 ponto
    Estarei indo pra Europa de 24 de fevereiro a 20 de Março de 2020 com mais dois amigos e queremos mais pessoas para montar um grupo legal.. já temos o roteiro quase pronto.. quem quiser se juntar é só me chamar no Whatsapp 89994422317
  13. 1 ponto
    Pessoal ja estou a 2 meses na estrada, quando meu dinheiro acabou que era 100 reais foi oque eu sai, passei um sufoco. Mais nada que eu nao passasse por cima, hoje consegui um acesso pelo celular de um brother que conheci . #Paz
  14. 1 ponto
    Oi polly me manda um privado, comentou um post meu um tempo atras. estou a 2 meses na estrada roots ja
  15. 1 ponto
  16. 1 ponto
    Quanto à dificuldade de comunicação na China... segue acima um vídeo meu para te dar uma aninada, pois eu também tenho inglês básico e isso nunca foi e nunca será obstáculo para viajar o mundo!!! Divirta-se! rs
  17. 1 ponto
  18. 1 ponto
    Os caixas eletrônicos "ATM" de todos os países possibilitam saque no crédito ou no débito, mas no débito existe um limite diário. Sugiro você perguntar no seu banco qual a bandeira de caixa que você deve usar. Quanto aos insetos.... .comi todos possíveis rs...
  19. 1 ponto
    Com dinheiro na conta vc pode fazer saques por débito também. Quanto aos produtos, por lá você encontra uma mistura de originais e réplicas. Óbvio que os artigos originais são bem caros. Não espere comprar um relógio de grife ou um celular de último modelo a preço de banana. Baratíssimos mesmo, só os “oliginais” rsss. Wangfujing é uma rua de Pequim.
  20. 1 ponto
    Esquece o cartão. Na China só quem vai aceitar são os hotéis e as grandes lojas. Do resto, só dinheiro. Até mesmo os estabelecimentos comerciais não aceitam. Taxi, restaurantes, lanchonetes, idem. Quase ninguém aceita cartão por lá e os que aceitam ainda contam com um serviço péssimo que cai toda hora. O risco de ficar na mão usando o cartão é grande pela China.
  21. 1 ponto
    Sim, aceitam cartões de crédito. A moeda é o Renminbi e você pode sacar em moeda local logo que desembarcar. Existem caixas eletrônicos espalhados pelo aeroporto. Eu usei um caixa que fica próximo da saída/desembarque. O dólar é aceito nas agências e hotéis, mas para transporte, alimentação e gastos pequenos só vão aceitar o Renminbi mesmo. O local mais tradicional para compras é a própria rua Wangfujing, que por sinal é repleta de lojas de todas as grifes imagináveis, inclusive tem uma da Apple gigantona em uma das principais esquinas. Divirta-se. Aproveita pra comer um espetinho de escorpião e cobra fritos. A feira de comidas exóticas fica ali pertinho também. rs
  22. 1 ponto
    Eu acho que não tem como fazer isso de forma automática, tipo um agendamento, mas basta vc entrar no internet banking e fazer a remessa.
  23. 1 ponto
    Nuremberg é linda demais Pirem aí sair do calor de Barcelona pra pegar 0° aqui? A sorte foi que no último dia em BCN eu comprei na primark luvas, gorro, cachecol e uma calça moletom, tudo por 22 euros. O frio ta cortando demais aqui. Ps: ja fui na Oktoberfest, jaja conto
  24. 1 ponto
    @_Umpdy opa!!! Tô por aqui kkkk. @Pasin Vi agora que voce me chamou no whatsapp à alguns dias. Me desculpe nao te lo respondido. Eu nao to dando conta de conversar com todo mundo. Mas, vamos lá. Vai de Jackal, por ter o cano mais baixo ela vai perder mais calor ao trocar mais o ar pelo cano. E manda sua Finisterre pra ressola, vamos ver o que conseguimos fazer nela heheh. Abraços!
  25. 1 ponto
    Dá para pagar no cartão de crédito na máquinas automáticas.
  26. 1 ponto
    Olá Zetha!! Beijing é um lugar incrível com intermináveis atrações a serem visitadas. No seu caso, terá que reduzir a uma única visita a cada parada. Sugiro que na ida, quando tem 12 horas, visite The Great Wall (A Grande Muralha), que sem dúvida é o ponto mais visitado da China. O problema está na sua volta, quando tem apenas 7 horas e terá que controlar muito bem seu tempo para não se atrasar. No aeroporto de Beijing existem guichês que oferecem passeios para os pontos turísticos, mas a maioria começa bem cedinho porque praticamente todos os passeios guiados iniciam logo pela manhã (entre 6 e 7 horas). Desta forma você terá que ir por conta própria para as Muralhas, o que é possível com o tempo que você tem. O problema principal lá é a comunicação, pois não vai encontrar muitos que falam o inglês em seu caminho. Quando desembarquei no aeroporto eu fiz o trajeto até o centro da cidade de ônibus e depois fui até o hotel de 'tuk-tuk'. Na volta, o legal seria você visitar Wangfujing, que é uma rua comercial que fica lá no centro, no distrito de Dongcheng, coração de Beijing. Lá você visita a tradicional feira de comidas exóticas (escorpião, gafanhotos, casulos, aranhas, etc). Esta rua mantém atividades comerciais deste a metade da dinastia Ming. Espero que você volte à China em outra ocasião e reserve para esse incrível país pelos menos uns 10 dias!!! O lugar é incrível! Abração!
  27. 1 ponto
    Ps: meia hora aqui e já me apaixonei 1847361 vezes. Que lugar meus amigos e minhas amigas, tanto para homens solteiros quanto para mulheres solteiras
  28. 1 ponto
    Olá, pessoal. Amo este site e digo que ele muda vidas, já conheci muita gente que tomou coragem para se aventurar após relatos por aqui. Tenho uma filha de 3 anos e ainda não saí muito com ela, principalmente pq sou sozinha com ela e não tenho carro, então quando uma amiga me chamou pra fazer bate-volta eu pensei duas vezes mas amei a ideia, afinal, a Helena (minha filha) não conhecia a praia. Compartilho a experiência pois sinto falta deste tipo de relato por aqui. Previsão do Tempo: Vi no dia anterior e o previsto era que até as 14h estaria 25º e as 16h estaria 20º, então minha intenção era ficar na beira do mar até umas 14h e depois ir para algum quiosque, nos trocaríamos e ficaríamos esperando minhas amigas decidirem ir embora. Acredito que é importante combinarmos antes ou estarmos dispostos, se eu estivesse sozinha não me importaria em ir embora umas 22h mas com criança é diferente, então ao chegarmos - seria interessante esta conversa ter ocorrido antes de descermos - perguntei quando pretendiam subir, a resposta foi que iriam esperar o pôr-do-sol, achei que seria um bom horário para subir, caso contrário subiria antes. Bagagem: Minha mochila - Um vestido para mim (eu desci com calça jeans, camiseta e blusa de frio - que seria minha roupa na volta) Para Helena: -Um vestido infantil, Uma camiseta, um shorts, um macacão, duas camisetas de manga longa para molhar na praia (como foi decidido de última hora não deu tempo para comprar roupa apropriada), uma calça legging com moleton e uma camiseta de manga longa (subiria com estas roupas, desceu com um kit igual e uma blusa de moleton), duas calcinhas, um chinelo, a parte de cima do biquini dela (já desceu com a parte de baixo pois não sabíamos se teria um lugar para trocar) Outras coisas: -Toalha "grande" para mim", duas toalhas infantis, aquelas de bebê mesmo - achei que ocuparia menos espaço e secam mais, uma delas tem um lado de fralda, uma canga, kit de balde para praia (paguei R$ 12,00 - lá estaria mais caro - fiz surpresa, só dei pra ela lá), um livro para mim (Tinha um sonho: ela dormindo na canga, na sombra do guarda-sol, eu tomando uma cerveja gelada lendo um livro rs) Na lateral da mochila levei uma garrafa de 2L de água, do outro lado coloquei umas 5 sacolinhas plásticas para trazer meu lixo, peças sujas e molhadas Uma outra bolsinha - chamo de "Kit mãe", antes de ser mãe não levaria estas coisas rs (foi dentro da mochila) - Dipirona (adendo: me salvou... Tive uma dor de cabeça, coloquei 40 gotas na tampa da garrafinha de água - 20 min depois eu estava renovada), Nasojet (soro fisiológico para o nariz também serviria - A Helena começou uma tosse no final do dia anterior e eu não sabia como ia reagir ao tempo praiano. Usei muito lá), cotonete, protetor solar fator 60, creme de corpo (principalmente se queimasse demais), repelente, pente, misturinha de água e Yamasterol (Uso em casa mesmo, cacheadas entendem rs Nós não usamos mas a minha amiga acabou sendo beneficiada rs) A mochila que a Helena leva pra escola: - Uma canga menor , garrafa de água pequena, 2 mexericas, 2 maças, 2 bananas, 1 pacote de amendoim, 1 pacote de pipoca doce, minha carteira 5:30 am Nos encontramos na rodoviária do Jabaquara e compramos a passagem para 5:45 (primeiro horário) Empresa: Ultra Linha: São Paulo - Santos Ponta da Praia Tarifa: R$ 27,80 (achei o ônibus bem confortável, sou obesa mórbida com uma criança e não fiquei apertada nem com medo de alguém sentar do meu lado, tinha banheiro e wifi) 7:00 am Chegamos na Rodoviária de Santos mas o ônibus nos deixa na ponta da praia, então esperamos mais um pouco (acho que uns 10 min, por isso o horário é aproximado). Muitas pessoas descem na ponta da praia, descemos junto e descobrimos que pegamos o ônibus errado rs A intenção era pegar o para São Vicente, que passaria no Canal 1 - local final do nosso destino. Descemos no Canal 5 (depois vendo no google uma distância aproximada de 4,5 km que caminhamos), e começamos a caminhada.... Tomamos café da manhã no Joca - Minimercado e padaria, lugar pequeno, aconchegado, os preços são um pouco mais altos mas nada absurdo. 9:00 am Decidimos curtir um pouco a praia. Paramos na barraquinha "Margarido e Márcio", nos ajeitamos, dei o presente para a Helena, passa protetor, arruma canga.. to o roteiro materno kkkk Quando sentei a Helena quis ir conhecer o mar, minha amiga a levou, ela ficou com um pouco de medo da água mas satisfeita. 10:00 am Começou um vendaval muito grande, areia subindo. Como não sabíamos quanto tempo ia demorar embalamos a Helena na minha blusa de frio, ela sentou no colo da minha amiga que estava contra vento, joguei a toalha grande por cima e ela ficou quietinha, até acabar dormindo. 10:47 am Desistimos de esperar e fomos para um quiosque. Descobrimos que já estávamos no Canal 1. Os quiosques que ficam me frente são muito bons, tem banheiro perto (sempre limpos e até com papel higiênico) e o melhor: Parquinho, fez a diferença quando a Helena acordou. Mudamos de quiosques mas ficamos na região. 16:00 pm Andamos 450 metros até o posto de vendas de passagem, compramos para 18h pois eu queria comer uma porção de camarão e pedindo com antecedência podemos escolher melhor nossos assentos. Fomos para um barzinho na rua anterior - Alameda Rivaldo Justo, nossa, parece o Oásis. Tocando rock, cerveja gelada, caipirinha aprovada, uma porção de camarão muito boa e não muito mais caro de que nos quiosques, paguei R$ 60,00 reais, um bolinho holandês... nossa, maravilhoso. Atendimento muito bom, pedi um pouco de morango pra Helena, foi oferecido na hora, sem custo adicional. Achei que o home era "Pé na areia" mas não achei na internet agora, tem um parquinho público do lado mas por causa do frio nem passamos lá. 17:50 pm Fomos para o ponto do ônibus, nem 100 metros. Pegamos um trânsito monstro e chegamos em SP só as 20:50, Helena veio dormindo o tempo inteiro. Perto do Canal 1 tem local com bicicletas infantis, fiquei triste por não ter visto antes, então fiquei devendo. Bem, apesar da chuva de areia e de água rs o importante é que a Helena se divertiu, tanto na areia quanto no parquinho, comemos porquinho, camarão e bolinho holandes rs serviu como experiência... eu achei que encararia sozinha mas é muito difícil, também por causa das coisas, até pra brincar eu ficava com olho nas nossas mochilas. É isso aí, primeira vez ela na praia, nossa primeira "aventura" e em breve teremos outras.
  29. 1 ponto
    @Suziaventura Opa. Já estamos com o carro cheio. Se sair mais um carro aviso aqui
  30. 1 ponto
    Em agosto de 2019, passei 4 dias no Pantanal Norte, que fica no Mato Grosso, foi difícil achar relatos desse lugar, por isso, resolvi fazer um. Eu vou focar nas dicas de passeios, e menos nos detalhes do que eu fiz no dia-a-dia(até porque tenho péssima memória). Pra quem gostou das fotos, eu posto muito mais no meu instagram, segue lá: http://instagram.com/ederfortunato Pantanal O Pantanal é uma região bem grande, sua parte norte, que fica no Mato Grosso, tem como ponto central para visitação a Rodovia Transpantaneira, uma estrada de 145km de terra batida, que dá acesso às várias pousadas/hotel fazenda, e onde você encontrará muitos animais no seu percurso, principalmente jacarés, tuiuiús, garças, capivaras e se tiver sorte até onças-pintadas. No início dessa estrada, fica a cidade de Poconé, e no final dela, fica a região de Porto Jofre, nas margem do Rio São Lourenço(é bom lembrar desses pontos para o resto do relato). Esse é um mapa que peguei com um guia de lá, dá pra ter uma boa ideia da localização dos pontos mais importantes. Existem outras cidades na parte norte que podem ser usadas de base para conhecer o Pantanal Norte, como Cáceres mais para o lado da Bolívia, e Barão de Melgaço que pega a parte do Rio Cuiabá. Roteiro: Fiquei 4 dias em Poconé, e todas manhãs saía em direção a Estrada Transpantaneira para fazer algum passeio, e valeu a pena fazer assim, pois consegui economizar muito com hospedagem, que é o mais caro da viagem. Se fosse fazer novamente, eu ficaria 3 dias no Sesc Pantanal, que é um pouco mais caro do que ficar em Poconé, mas pelo preço vale a estrutura do lugar, e ficaria 1 ou 2 dias em Porto Jofre, pois fazer o bate/volta para lá no mesmo dia é cansativo, melhor passar a noite lá e voltar no outro dia. Caso decida não ficar hospedado nas pousadas, alugar um carro acaba sendo necessário, caso contrário vai ficar dependendo das opções de passeio da sua pousada/agências, o que acaba deixando a viagem mais cara, por outro lado, se você escolher ficar numa dessas pousadas, acho que ficar apenas nela aproveitando o lugar seja de forma mais tranquila seja uma opção. Alugar um carro compensou para mim, pois foi possível visitar várias pousadas, e fazer os passeios de cada uma delas, assim consegui observar animais diferentes, em regiões diferentes, já que cada pousada fica bem distante uma da outra Chegando lá: De Cuiabá, são apenas 100 km até chegar em Poconé, a estrada é asfaltada e muito boa. Existe a opção de ir de ônibus, mas eu recomendo que você alugue um carro para se locomover com mais liberdade por lá. Na época de seca(fui em agosto) aluguei um carro 1.0, até deu conta de atravessar a Transpantaneira, foi meio desconfortável em vários pontos, pois a estrada é toda de terra, e as pontes são de madeira, algumas caindo aos pedaços, então recomendo que alugue um carro alto ou até um 4x4. Dicas: Uma coisa que você tem que ter em mente antes de ir, é que mais de 90% dos turistas no pantanal, são gringos, e por causa disso, o preço dos serviços é bem caro, principalmente hospedagem. A melhor hora de fazer os passeios, quando os bichos estão mais ativos, é no início do dia, e no fim de tarde, então evite passeios de barcos/trilha que aconteçam bem ao meio dia. A exceção a isso são as onças, elas ficam mais movimentadas no meio do dia. Ainda sobre onças, apesar da chance pequena de vê-las em outros lugares, se você quiser 90% de certeza de encontrá-las, precisa ir até Porto Jofre, que fica no final da Transpantaneira. Se a sua meta é economizar, ao invés de ficar hospedado naqueles pousadas mega caras, é pegar apenas o Day Use que algumas oferecem, fiz isso na Pousada Piuval, onde paguei R$90, incluído aí aproveitar o lugar(com piscina), um almoço e um passeio de trilha. O que compensou pra não pagar $700 da diária do quarto. Uma dica sobre a estrada Transpantaneira, me recomendaram ter cuidado com búfalos (que até então, eu nem sabia que existiam lá), pois eles podem atacar os carros, e fazer um bom estrago, então é bom não parar quando avistar um. Época do ano Costuma chover muito forte e todos os dias entre dezembro e fevereiro, então o ideal é ir bem depois dessa época, eu fui em agosto e estava beem seco, o que foi bom pra se locomover pela Transpantaneira. Hospedagem: De início quase desisti de ir, pois só achava opções caras, mas pesquisando bastante e depois indo lá, descobri que existem opções para todos os bolsos. As pousadas, que são mais voltadas para os gringos(ou se você dispõe de R$800 para cada diária), tem uma ótima estrutura, além de ter a vantagem de ficar no meio da área selvagem do Pantanal, então é comum ter muitos animais andando em volta e até dentro da propriedade, é uma ótima experiência para quem consegue pagar. A opção intermediária, é o SESC Pantanal, ele tem uma estrutura de primeira, e tem preços mais acessíveis(pra quem tem a carteirinha do SESC fica ainda mais barato), o ponto negativo é que ele está localizado um pouco longe da Transpantaneira, no município de Barão de Melgaço, não que não seja bonito ou não tenha muitos bichos, tem muitos sim, é a opção que eu recomendo. E tem a opção mais em barata, se você não tem carteirinha do SESC, que é ficar em algum hotel em Poconé, assim ainda pode contar com a estrutura da cidade, para sair pra comer a noite, ir no mercado comprar sua comida e tal, recomendo o Hotel Canoas, foi onde fiquei, ele está no km 1 da Estrada Transpantaneira. E a opção mochileiro-raiz-sem-grana, algumas pousadas tem camping, que pode ser uma alternativa mais barata ainda, consegui encontrar duas, a O Porto Jofre Pantanal , no final da Transpantaneira e a Pousada Pantaneira Poconé, que a entrada fica na mesma estrada indo para o SESC. Passeios: Por questões de consciência ecológica, não fiz alguns passeios, como pesca ou cavalgada, já que a intenção era ir observar/fotografar os animais em seu habitat natural, e não explorá-los. Passeios de barco, fiz 4 no total, foram bem diferentes um do outro, e que gostei de todos, recomendo que você faça vários em lugares diferentes se possível, agende em outras pousadas se estiver hospedado em uma. O da Pousada Rio Claro (R$70 por pessoa, 2 horas), gostei dessa, em alguns momentos, o condutor do barco jogava peixes na água, para alguma ave próxima ir pegá-lo, fazendo um rasante na água, e em outro momento alimentou um jacaré, que segundo ele se chamava Dorotéia(o que rendeu boas fotos rs) . O da Pousada Pantaneira Poconé (R$150 o barco por 1 hora), esse foi mais tranquilo, poucos animais, mas a paisagem era bem mais bonita. O da Pousada Piuval (R$90 por pessoa), foi mais focado em observar pássaros, pois os outros passageiros(hóspedes) estavam ali só pra isso, no final do passeio fomos para uma torre de madeira, no meio da mata, com uma vista muito bonita, ver o pôr do sol ali foi ótimo, compensou todo o passeio. O da Pousada Porto Jofre Pantanal, que foi basicamente a busca por onças, e que foi o melhor que fiz, vimos muitos outros bichos, como ariranhas e até cobra sucuri, mais detalhes abaixo. Passeios para ver as onças, esse passeio é cobrado pelas pousadas e agências de Poconé por R$500/pessoa (além de R$400 pelo transfer de ida/volta), se assim como eu, você quiser economizar, pode ir direto para Porto Jofre de carro, e conversar com os pescadores e donos de barcos que tem por ali, ou ir na Pousada Porto Jofre Pantanal, eles cobram pelo barco, R$700 por 4 horas(ou R$1.000 por 8 horas), como eu estava com mais uma amiga, ficou $350 por pessoa, se estiver em grupo, sai mais barato ainda fazer dessa forma. Acho que só pra quem vai sozinho que vale pagar os R$500 que as agências cobram. Focagem noturna, fiz na Pousada Piuval (R$50), fomos numa caminhonete, não chegamos a ver muitos bichos, mas é sempre questão de sorte pra ver. A trilha na mata é algo rápido, e estava incluso no Day Use, vale a pena, mas prefira ir no início ou no fim do dia, que é quando tem mais chances de ver animais. Não recomendo o passeio fotográfico, você pode fazer por conta, dirigindo pela Estrada Transpantaneira e parando em qualquer lugar para fotografar os animais(se avistar um grupo de pessoas parada em algum ponto da estrada, pode ir lá que deve ter algo interessante), o ideal é sair no amanhecer, ou no fim do dia, que é quando os animais estão mais ativos e saem, além de aproveitar um pôr do sol que só o Pantanal vai te proporcionar.
  31. 1 ponto
    Cada pessoa leva coisas diferentes, mas pessoalmente eu sempre levo um par extra de calçados, principalmente se você vai viajar no inverno. Pois se o seu calçado molhar por dentro num dia de chuva, ele não vai secar em uma noite, alem de ser horrível ficar andando o dia todo com o pé molhado e frio. Pessoalmente eu também não gosto destas toalhas de micro-fibra, não secam direito, o que é chato em climas frios, e também demoram mais do que a propagando fala para secar depois de molhadas. Então pessoalmente eu prefiro levar uma toalha pequena/nédia comum que custa 10 Reais do que gastar um monte de dinheiro numa toalha de micro-fibra que não seca direito.
  32. 1 ponto
    Você vai começar a sua viagem no inverno dos EUA? O problema de começar a viagem no inverno rigoroso é que você vai ter que comprar/levar um monte de roupa pesada de frio e depois ficar carregando por 4 ou 5 meses este monte de peso inútil em roupas que você provavelmente nunca mais vai usar. Então pessoalmente eu começaria a viagem pela parte menos fria do seu roteiro, e deixaria o inverno rigoroso para o final, assim você não precisaria ficar carregando um monte de peso inútil na mochila por 4 ou 5 meses.
  33. 1 ponto
    DIA 03 AINDA Parque de la ciudadela. Pense num lugar bonito Parque de la ciudadela Arco do Triunfo. Porra, bonito. Do parque ja se consegue ver o arco. Tinha um artista de rua muito bom. Gravei um pequeno vídeo, se tiver como postar aqui, envio. Que energia. Peguei um metrô de volta pro bairro que estou, les corts, que fica do lado do Camp Nou. Entrei pra conhecer o que dava Andei 11km hoje, metade do primeiro dia. Voltei mais cedo pro hostel, umas 19, pra descandar as pernas. Hoje fiz uma extravagância, comprei um combo Big Mac, batata frita e coca 500ml por 7.6E em Las Ramblas meio dia (faltou uma foto, jaja posto). No jantar de agora a pouco comprei um macarrão bacana com dois pedaços de frango empanado com queijo e presunto dentro por 4.5E, dois sucos de 330ml por 0.64E cada e uma garrafa de 2L de água por 0.81 E. No primeiro dia eu comi uma paella nesse mesmo esquema de comida pronta que custou 2.99E, junto com um suco de 0.64E Até o momento minha refeição mais cara custou 7.6E Fim do dia 03
  34. 1 ponto
    Uma praça que achei bonita, sentei e relaxei durante um bom tempo no caminho pra casa La Mia La Mia (primeiro indício que Gaudí usava alguma coisa) Casa Batlho (a certeza de que Gaudí usava alguma coisa. Ninguém sóbrio consegue ter essa genialidade. Um salve à loucura. A que mais gostei) Andando sem rumo me deparei com a Universidade de Barcelona. Como a porta estava aberta, entrei. Um monte de aluno pam, de mochila simplesmente me infiltrei. Lá tem um jardim bem bonito. Eis que uma aluna islâmica se aproxima de mim com um papel na mão e pergunta se eu sabia onde que era a sala. Falei que era meu primeiro dia na universidade e estava tão perdido quanto ela. 😎 Port Vell de quebrada. Eu tava na merda já, morto das pernas. Comprei um Monster Edição Rehab 1.6E (but i wont go, go, go) e uns cookies zero açúcar 1E e passei bem. Perdi a hora aí.
  35. 1 ponto
    Dia 02 YAFIT Infos pra quem chega em BCN pelo El Prat: Os bilhetes podem ser comprados diretamente nas máquinas, que ficam coladas nas zonas de embarque. Se você tiver que se dirigir ao terminal 2, basta pegar um ônibus de cor verde gratuito. Para pegar o trem R2 você tem que andar feito a desg%&#£$€ até chegar na estação de embarque. Eu comprei o T10, que dá direito à 10 viagens sem limite temporal. Cheguei no Hostel cansado bagarai, paguei os 107 euros restantes (19.9 ja tinham ido no credito), o cara falou um espanhol rápido eu só concordei sem entender nada de tão cansado. Depositei mais 5E pela chave magnética do quarto que, em teoria, serão devolvidos. Ao entrar no quarto pensei que estaria só, quase comemorei mas avistei um cadeado. Quando a cidadã entrou dei um buenas noches e fiquei na minha. Até que a língua coçou e perguntei se ela falava inglês e de onde era. Ela respondeu que era canadense e que tinha um nome um pouco diferente, YAFIT. Pois bem, Yafit se tornou minha primeira boa amizade dessa viagem. Serumaninha de alma leve. Depois de trocarmos ideias, perguntei pra ela onde que eu poderia comprar mais tickets de transp público em local próximo. A resposta dela foi: "ah, eu não sei, eu tento fazer tudo andando". Taquepariu doido, como assim? Tudo? Em resumo, eu simplesmente estou fazendo TUDO andando. No final do dia, já sem perna, pego o transp publico de volta pro hostel. Mas, andando, eu consegui me familiarizar com a cidade e sentir a energia que vem das ruas. Não vou levar assim até o final, ficaria sem condições físicas, mas a sintonia que você pega com a cidade andando vale todo o cansaço. Yafit, canadense que mora em Lille, trabalha no booking.com, fizemos a Sagrada Família e o bairro gótico juntos. Gente boa No próximo post deixo fotos de onde já estive
  36. 1 ponto
    Olá pessoal, Agora em maio iremos fazer uma roadtrip até Argentina. Vamos ficas a maior parte do tempo em Buenos Aires, a cidade mais longe que iremos é Córdoba, mas isso só no final da viagem. Gostaria de sugestões de vocês de cidades próximas a Buenos Aires que seria legal de conhecer, e porque. No meu roteiro já tenho Santa Fé, Rosário e Tigre. No aguardo, desde já agradeço a ajuda!!!
  37. 1 ponto
    Legal o seu rolê, irmão! Melhor ainda que tenha retornado pra cá pra relatar, pois informação nunca é demais e sempre acaba ajudando alguém! Felicidades aos dois (juntos ou separados)...
  38. 1 ponto
    Tenho férias entre o fim de dezembro e o meio de janeiro, super animo nessa trip. Se tiver algum grupo, segue meu numero: 17997060898.
  39. 1 ponto
    Fala Pessoal irei tentar mais uma escrever um post sobre uma viagem que fiz recentemente para Asia durante 27 dias acho com dicas e lugares para se hospedarem. marco foi minha ultima visita para Asia e a 4 visita que fiz para essa parte do mundo que eu acho tao interessante, misterioso e tds outros adjetivos que possam imaginar, espero que curtam e o principal objetivo aqui e ajudar e dirigir outros viajantes para la e mostrar para vocês que realmente vale a pena entrar nessa aventura. nesta aventura comecou no sul do vietam ate norte passando por varias cidades durante o caminho por 14 dias se nao estou enganado. esta viagem foi mais interessante por eu ter convencido um amigo meu que nao fala ingles ir comigo e com minha esposa porem ele saiu do Brasil em uma viagem de quase 40 hrs e me encontrou em Saigon no vietnam pois eu tinha chego um dia antes lá. ele realmente foi sem ingles nenhum e encontrou brasileiros na imigracao do vietam onde algumas pessoas o ajudaram a preencher todos os documntos necessarios para adentrar ao pais ja que ele viajou sem o visto de turista ja que eu apliquei nosso visto pela internet. foi mais barato para ele e mais facil irei explicar como fiz isso abaixo COMO PEGAR O SEU VISTO fiz na verdade uma carta convite para entrar no vietam e na imigracao do pais paguei 50 U$ DOLARS por multiplas entradas para entrar e sair no vietnam durante um mes por qtas vezes eu quisesse. o site que fiz isso foi http://vietnamvisapro.com/ paguei 12U$ dolars por esta carta. ao receber esta carta fiz a impressao dela com minhas informacoes pessoais e ao chegar na imigracao vc apresenta esta carta e paga 50 dolars, de preferencia tirar uma foto nos padroes informados no site, pois se nao levar esta foto eles vao te cobrar por esta foto la e o valor e de 5 U$ dolars. Vietnam Ho Chi Minh City (Saigon) Primeiras impressoes Chegamos em Saigon em torno de 5pm depois de passarmos pela imigracao sem problemas comprei um Chip que para meu celular descendo as escadas rolantes paguei em torno de 10 U$ dolars pelo chip e fomos pegar o onibus para o centro da cidade que nos levava perto do nosso hostel. a ideia de pegar o onibus eu sempre prefiro pois nos aeroportos da asia o que mais tem sao taxistas tentando acabar com a felicidade logo no primeiro dia. O onibus que leva ate o centro da cidade custou apenas 1,50 U$ dolars e demorou em torno de 25 minutos o que para mim foi tranquilo vendo todo o transito e caos das motos por todo lado em uma sincronia perfeita e barulhenta. Sobre o onibus e muito facil achar ele fora do aeroporto o numero e 109 ele te leva ate o district 1 onde e a area com mais hostels, pubs e restaurantes o onibus parte a cada 15, 20 minutos e para voltar para o aeroporto vc pode usar ele de novo.para irmos ao nosso hostels paramos no ponto final desta linha que leva vc muito proximo ao district 1. a distancia e de 1km ou menos ate a backpacker street onde nos hospedamos backpackers st continuam
  40. 1 ponto
    tenho interesse nessa viagem, se tiver algum grupo me adicionem (67) 99904-4004.
  41. 1 ponto
    Olá! Aqui apresento um relato de minha viagem de 10 dias por Buenos Aires e por trechos da Patagônia Argentina. Esse foi meu terceiro mochilão, mas foi o primeiro que fiz sozinho, então decidi compartilhar um pouco dessa experiência! Vou dividir esse relato em seções. Assim, se você estiver interessado em um assunto específico pode ler só a seção de interesse! No fim eu discuto um pouco sobre como foi viajar sozinho! 1. ITINERÁRIO Buenos Aires: 2 dias (Casa Rosada, praça de maio, museu de arte latina – americana) El Calafate: 5 dias (Geleira Perito Moreno, Minitrekking na Geleira, Museu centro de interpretação histórica, Lago Argentino, Laguna Nimez) El Chalten: 3 dias (É um lugar para se fazer trilhas) Fiz o mochilão entre 5 e 10 de janeiro. O clima nessa época é mais agradável na Patagônia, já que é verão. No inverno grande parte dos passeios não podem ser realizados por conta do frio. Então escolha dias entre os meses de janeiro, fevereiro ou março. Adicional (informações sobre o clima de El Calafate): https://www.queroviajarmais.com/quando-ir-el-calafate-clima-temperatura/ 2. DINHEIRO Não sou um modelo de organização quando se trata de dinheiro, então vou apresentar somente os valores dos quais tenho certeza. Gastei em torno de 3500 reais no total (com a passagem aérea) Passagem aérea: 1500 reais (São Paulo – Buenos Aires/ Buenos Aires – El Calafate/ El Calafate – Buenos Aires/ Buenos Aires – São Paulo) Comprei pela Aerolineas Argentinas. Vários relatos que eu li apresentam uma opinião não muito boa dessa companhia, mas eu não tive nenhum grande problema. Minha única critica é que os horários dos voos foram modificados várias vezes antes da data de embarque. Eram questão de horas ou minutos, mas eu tive que ficar atento às mudanças. Hostel: 512 reais* (Total para 8 dias) Fiquei em dois Hostels em El Calafate: O Calafate Hostel e o Bla GuestHouse. Gostei bastante do Calafate Hostel, ele tem uma aura de casa antiga e é bem espaçoso. A atendente foi sempre muito gentil. O Bla GuestHouse também é um bom Hostel, mas nele há somente dois banheiros para todos os hospedes, o que faz com que você tenha que grudar na porta e esperar alguém sair para poder usar. Agendei pelo aplicativo HostelWorld, sempre uso ele em minhas viagens e sempre foi sucesso. *Já estive em outros países da América do Sul (Peru, Chile e Bolívia) e os Hostels da Argentina são os mais caros que vi por aqui. Esses são os preços que posso dar com total certeza, mas vou tentar dar mais algumas dicas relacionadas a questões que envolvem dinheiro: Que moeda levar: Levei uma pequena parte em peso Argentino. Só o suficiente para que pudesse pagar um táxi se eu me perdesse em Buenos Aires (me perdi) e para pagar o translado entre o Aeroporto de El Calafate e a cidade (falo mais sobre isso quando descrevo minha experiência lá) De resto, seguindo o conselho de um amigo que fez uma viagem semelhante, levei somente Real evitando fazer câmbio duas vezes (o que teria acontecido se tivesse levado Dólar) e cartão de crédito. Cartão: Em Buenos Aires praticamente qualquer lugar aceita. Em El Calafate consegui usar sem problemas no supermercado (só tem um), mas tive problemas em lojas menores. Em El Chalten, não tentei. Não esquece de habilitar para viagem internacional!! Dá para fazer pelo aplicativo do banco para celular Câmbio: Em Buenos Aires existem vários locais oficiais para fazer Câmbio (só dar uma olhada no google). Em El Calafate não há nenhum local oficial, mas existem dois comércios que fazem (pergunta para o atendente do Hostel). Em El Chalten não tentei. Comidas e Bebidas: Bebidas alcoólicas são muito baratas!!! Mas o preço das outras comidas é mais caro que no Brasil (viver de vinho é uma opção a ser pensada).Eu optei por comprar no supermercado e cozinhar no Hostel (e viver de vinho). Adicional: HostelWorld (aplicativo para agendar Hostels): https://www.hostelworld.com/ Preços das excursões em El Calafate (os preços estão no fim do relato do Link e acredito que estejam atualizados, já que ele foi escrito em 2018): https://www.queroviajarmais.com/quando-ir-el-calafate-clima-temperatura/ 3. O QUE LEVEI Vou apresentar uma lista das coisas que levei. Não é preciso se preocupar em levar muitos agasalhos, porque no verão não faz muito frio (passei calor andando na geleira haha). Mas uma jaqueta corta vento é importante, porque em El Calafate e em El Chalten venta bastante (mesmo). 9 camisas 1 Toalha 3 Shorts Óculos de sol 4 Calças 2 Jaquetas corta – vento 1 Segunda pele Cadeado (para o Locker do Hostel) 3 Livros (Se você se interessa por biologia ou história natural, vale muito a pena levar o livro “Viagem de um naturalista ao redor do mundo”. Ele foi escrito por Charles Darwin e narra sua passagem pela Patagônia, Brasil e pelas ilhas. É bem fácil de ler e ele também aborda questões sociais da época). Luva (É útil se você for fazer o Minitrekking, senão é desnecessário) Escova de dente Chinelos Bota para trekking (Muito útil em El Chalten) 2 Jaquetas Desodorante Kindle Touca (É importante por causa do vento) Adaptador de tomada (Não levei haha, mas teria sido útil. O padrão de tomadas da Argentina é diferente do nosso. Em El Calafate não tive problemas, mas em Buenos Aires (no aeroporto) tive dificuldade de encontrar tomadas em que eu pudesse recarregar meu celular. Elas existem, mas são raras, algumas não funcionavam (muitas esperanças frustradas) e concorridas) 4. BUENOS AIRES Quando comprei as passagens escolhi as que tinham maiores tempos de escala. Assim, visitei Buenos Aires durante o primeiro e o último dia da viagem (e não tive que gastar com Hostel haha). Em minha primeira passagem pela cidade tive 8 horas e na segunda tive 10 horas. O único inconveniente desse planejamento é que eu contava que o mochilão seria despachado diretamente para El Calafate no primeiro dia. Não rolou. Eu tive que fazer meus passeios com ele nas costas, mas como não tinha levado muitas coisas, deu tudo certo. Na escala da volta, minha bagagem foi direto para São Paulo (vai entender) e tive mais liberdade para conhecer a cidade. Optei por utilizar Taxi/Uber, porque não tinha pesquisado muito sobre a cidade antes de chegar lá (haha) e porque tinha que voltar ao aeroporto ainda no mesmo dia, mas metrô e ônibus são opções bem mais em conta. A CIDADE Buenos Aires me surpreendeu. A cidade é bastante bonita, em muitos momentos me senti em uma cidade europeia pela quantidade de monumentos e pelo estilo clássico da arquitetura. No entanto, eu só visitei regiões centrais, então imagino que a cidade como um todo seja bastante diversa em termos de arquitetura e de padrão de urbanização. Se você decidir seguir minha dica e levar o livro “Viagem de um naturalista ao redor do mundo”, Darwin faz uma descrição de Buenos Aires no século XIX. A diferença é enorme! (Não é propaganda haha) Mais informações sobre Buenos Aires: https://pt.wikipedia.org/wiki/Buenos_Aires (Wikipédia é meio óbvio, mas é bom para informações mais gerais haha). A CASA ROSADA E A PRAÇA DE MAIO A casa rosada (Figura 1) foi meu primeiro destino. Logo que passei pela imigração, fui até o centro de informações do aeroporto e peguei um mapa da cidade (é de graça!) e tirei algumas dúvidas com a atendente. Ela falava português, então não tive que arriscar minhas habilidades em espanhol (que são vergonhosas). Ponderei minhas opções e decidi pegar um Uber (sim, eles existem lá e o aplicativo funciona normalmente! Desde que você tenha habilitado seu cartão de crédito) para a casa rosada com medo de me perder caso pegasse ônibus ou metrô (me perdi mesmo assim). A viagem durou cerca de 30 minutos. Sempre quis conhecer o lugar e não fiquei decepcionado! A casa em si é bastante interessante e a praça de maio (que a circunda) (Figura 1 ) é muito bonita e tem uma história fascinante. Se você quiser saber mais sobre a história antes de ir até lá, recomendo esse artigo sobre as mães da praça de maio (só copiar o link): http://www.pgletras.uerj.br/palimpsesto/num6/estudos/MariaFernandaPonzio-A praca da memoria.pdf Na hora de voltar para o aeroporto meu plano era almoçar em algum lugar próximo e pedir a senha do Wifi (haha) para chamar um Uber. Não deu certo. Nenhum lugar queria me passar a senha. Então me afastei um pouco da região central procurando algum outro restaurante. Em algum momento percebi que tinha me perdido. Foi uma das etapas desesperadoras da viagem, porque eu tinha que voltar para o aeroporto em pouco tempo, mas no fim encontrei um taxi e consegui pegar meu voo para El Calafate. Adicional: Existe a opção de se fazer uma visita guiada por dentro da casa rosada (gratuita!!), mas ela precisa ser agendada com antecedência neste site:https://visitas.casarosada.gob.ar/ Figura 1. Casa Rosada e Praça de Maio O MUSEU DE ARTE LATINA – AMERICANA (MALBA) Visitei o museu em minha segunda parada por Buenos Aires. Dessa vez decidi não apostar na chance de encontrar um Wifi e fiz um acordo com um taxista. Ele me levou até lá e agendamos um horário para ele me buscar. A entrada do museu é paga e custa 90 pesos argentinos (15 reais), mas consegui pagar metade desse valor, porque eles aceitaram minha carteira de estudante da universidade. No museu fiz uma visita autoguiada (sem um mediador). O acervo não é extenso, mas tem uma boa seleção de obras do século XX. Foi bastante emocionante ver a obra Abapuru de Tarsila do Amaral (já vale a visita). A exposição também possui obras de Frida Kahlo, Di Cavalcanti e Portinari. Adicional: Site oficial do museu: http://www.malba.org.ar/ Relato sobe o museu: https://www.360meridianos.com/2016/01/visita-ao-malba-o-museu-de-arte-latino-americana-de-buenos-aires.html 5. EL CALAFATE O aeroporto de El Calafate é bastante bonito (Figura 2), mas fica MUITO distante da cidade. Para chegar até ela existem quatro opções: (1) contratar um transfer no aeroporto (2) contratar um taxi no aeroporto (3) agendar o transfer com o Hostel (é só enviar um e-mail para eles pedindo o agendamento) (4) alugar um carro. Optei pela terceira opção (a mais barata). Quando cheguei no aeroporto o transfer já estava me esperando e me levou direto para meu Hostel. Se você precisar ir da cidade até o aeroporto, as opções (2) e (3) também são validas. Figura 2. Aeroporto de El Calafate A CIDADE E O CENTRO DE VISITANTES El Calafate é uma cidade bem pequena, mas bastante bonita e aconchegante. Os comércios ficam todos concentrados em uma única rua central. Lá é possível encontrar lugares para cambiar dinheiro (discuti isso no tópico 2), um supermercado grande, restaurantes, agências de viagens e lojas de lembranças. Não existem muitos locais de venda de artesanatos e outros artefatos culturais como você encontraria em outros países da América do Sul. Os povos indígenas da Patagônia sofreram bastante com a colonização espanhola, então muito da cultura deles se perdeu (embora hoje exista um forte movimento de resgate dessa cultura). É possível encontrar bebidas e doces feitos com o fruto da planta que dá nome para a cidade (calafate) (diz a lenda que quando você como esse fruto, você está destinado a voltar para a Patagônia em algum momento da vida) e lembranças como cartões postais e chaveiros (é ...). Se você estiver um dia sem nenhum passeio agendado, sugiro uma visita ao centro de visitantes que fica na rua central da cidade. Além de conseguir um mapa de El Calafate (gosto de mapas haha), lá existem vários exemplares da flora patagônica (com placas explicativas!) e uma pequena exposição das figuras históricas que estiveram na região (Figura 3). Há estátuas de Charles Darwin e do historiador natural que deu nome ao Glaciar Perito Moreno (Francisco Pascasio Moreno) Mais uma vez indico o livro “Viagem de um naturalista ao redor do mundo”. Eles valorizam muito a passagem da expedição da qual Darwin fez parte pela região. Existem referências sobre ela aonde quer que você vá (mesmo). Figura 3. Estátua de Darwin - Centro de visitantes de El Calafate LAGO ARGENTINO E LAGUNA NIMEZ Descendo a rua central de El Calafate, você já encontra o Lago Argentino. É super perto. Lá existe uma pista para caminhar. Pelo que o atendente do Hostel me disse, ele é um dos maiores lagos da Argentina e tem origem glacial (mas eu admito não ter conferido essa informação haha). O lago é muito bonito (Figura 4) e se você der sorte flamingos podem chegar bem perto da margem. Também é um bom lugar para sentar e ler um livro. A conformação do lago forma uma laguna: a Laguna Nimez. Ela é uma área de proteção ambiental, mas pode ser visitada ao se pagar uma taxa (que é destinada para conservar o local, o que faz valer a pena). Lá é possível ver várias espécies de aves, incluindo flamingos (não precisa ter sorte nesse caso, eles se alimentam de crustáceos da laguna, então estão sempre por lá) Figura 4. Lago Argentino Adicional: Laguna Nimez (tripadvisor): https://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g312851-d1368446-Reviews-Laguna_Nimez_Reserve-El_Calafate_Province_of_Santa_Cruz_Patagonia.html MUSEU: CENTRO DE INTERPRETAÇÃO HISTÓRICA Esse museu fica a dez minutos a pé da rua central de El Calafate. Eu fiz uma rota no google maps e cheguei lá bem fácil. Para entrar é necessário pagar uma taxa, mas em minha opinião vale a pena (caso você tenha tempo em El Calafate). O museu busca contemplar diferentes períodos da história da região. Assim, a exposição é dividida temporalmente. Ela tem início com os registros fósseis do Triássico (eles têm impressões de folhas, réplicas e fósseis reais de dinossauros), depois é mostrada a irradiação de mamíferos após o período da extinção em massa (Figura 5), a seguir os primeiros povos humanos que habitaram a região são apresentados, seguidos pelo período da invasão espanhola ( e suas consequências para os povos da região) e da criação do parque Perito Moreno. Eu gostei bastante da exposição, todas as placas explicativas possuem as fontes de onde as informações foram retiradas e elas são confiáveis. Minha única crítica é que embora seja permitido tirar fotos, as luzes atrapalham bastante o processo. Não consegui nenhuma muito boa. Figura 5. Réplica de Megaterium presente no museu GLACIAR PERITO MORENO E MINI TREKKING Logo que cheguei no Hostel agendei o mini trekking pela geleira (que era uma coisa que eu queria muito fazer!) com o próprio pessoal de lá. Em alguns relatos li que era necessário agendar o passeio com grande antecedência, mas não é não haha (só se você for ficar em El Calafate 1 dia, aí é bom já ter agendado mesmo). Esse passeio vale muito a pena por dois motivos (1) você anda em uma geleira! (2) Ele já inclui a visita pela murada do parque Perito Moreno e a viagem de barco (não é o mesmo trajeto que outro passeio oferece, mas barco é barco). Vou tentar descrever como foi. A empresa me buscou de manhã no Hostel (eles atrasaram bastante, mas como só existe uma empresa que faz esse passeio (Hielo y Aventura), não posso indicar outra). Durante a viagem para o parque nacional dos glaciares, a guia nos explicou a formação geológica do parque, a dinâmica das geleiras e um pouco sobre a fisionomia da vegetação. Foi bem legal, mas ela fez toda a apresentação em espanhol e não traduziu para o inglês, então eu perdi várias informações (mas como só tinham brasileiros e argentinos no ônibus, eu entendo). Na entrada do parque eles recolheram o dinheiro da entrada (100 reais) e o ônibus nos levou até perto das muradas que permitem ver a geleira (Figura 6). É muito bonito! É incrível pensar como a natureza pode construir monumentos tão colossais! E o quanto nós somos pequenos perto dessa imensidão. O som de pedaços de gelo se desprendendo também é sensacional. Nós ficamos lá por 1 hora. Depois desse tempo, o ônibus nos levou até o barco que nos levaria até o local do Minitrekking. A viagem de barco também é muito bonita. Além de ser possível ver o outro lado da geleira, existem vários pedaços de gelo flutuante que são bem bonitos de se ver. Para fazer o Minitrekking eles fornecem grampos para os calçados (não é preciso nenhum tênis especial). A experiência de andar em uma geleira (Figura 6) é diferente de tudo o que eu tinha feito. Os tons de azul da geleira (causados pela forma como o gelo absorve os raios solares) também são muitos bonitos. Minhas únicas críticas negativas quanto a esse passeio são que (1) a comida não está inclusa (2) o tempo em que andamos na geleira é bem curto (uns 35 minutos). Fora isso, é uma ótima experiência. Figura 6. Visão da murada do glaciar e imagem do final do Minitrekking 6. EL CHALTEN El Chalten é uma cidade próxima à El Calafate (2h30min) e é conhecida como a “capital do trekking na Argentina”. É possível pegar um ônibus da rodoviária de El Calafate até El Chalten (foi o que eu fiz). Para chegar até a rodoviária de El Calafate fiz uma rota no google maps (fica uns 15 minutos do centro). Tomei uma decisão bem ruim de ir e voltar entre as duas cidades, porque fiquei com medo de não conseguir Hostel em El Chalten (era alta temporada), mas mesmo a cidade sendo pequena, tem vários Hosteis, então compensa ficar lá. A primeira coisa a se fazer quando chegar é ir no centro de visitantes (fica perto da rodoviária – perguntando para qualquer pessoa você acha bem fácil) em que funcionários do parque explicam as trilhas disponíveis e dão informações sobre elas. Lá você também consegue mapas das trilhas (mais mapas!) El Chalten foi definitivamente o que eu mais gostei desse mochilão (Figura 7). Foi um momento em que senti uma grande sensação de liberdade. As trilhas são muito bem demarcadas e bem cuidadas (fui sozinho e não sou acostumado a fazer trilhas). Todas as trilhas são de graça Vou colocar links com as trilhas disponíveis, eles explicam muito melhor do que eu poderia fazer: (1) http://www.daytours4u.com/pt/argentina4u/melhores-trilhas-em-el-chalten/ (2)http://apureguria.com/america-do-sul/el-chalten-fitz-roy/ (3) https://conhecendolugares.com/tag/melhores-trilhas-em-el-chalten/ Figura 7. Centro de visitantes de El Chalten e imagem do início de uma das Trilhas 7.VIAJAR SOZINHO Esse mochilão marcou a primeira vez que eu viajei sozinho. Durante a viagem confesso que evitei o contato com outras pessoas (mesmo sendo totalmente possível fazer amigos viajando sozinho), porque queria aproveitar o máximo possível o tempo que eu tinha comigo mesmo e com o ambiente natural que me cercava. Considero que tive mais oportunidade de me relacionar com os locais que visitei e aprender mais sobre eles. Meu senso de responsabilidade também se beneficiou, porque eu tinha que tomar todas as decisões e resolver todos os problemas que aconteceram durante a viagem. É claro que viajar com amigos é bem legal, mas viajar sozinho é libertador. OUTRAS FOTOS
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    O Espírito Santo é um estado lindo e acolhedor, com opções de turismo e lazer para todo tipo de turista e público. Na região metropolitana da Grande Vitória, você pode começar sua visita por Vila Velha. Recomendo o Convento da Penha, que tem uma linda vista de toda a região, além de ser o ponto turístico mais visitado do Estado, fábrica de chocolates Garoto (agende a visita antes ou não consegue entrar), Praia da Costa (ideal pra banho) e Farol de Santa Luzia. Também em VV, vale conhecer a Praia de Itapoã e as ilhas Pituã e Itatiaia. Na Colônia de Pescadores que fica nessa praia, há vários barqueiros fazendo o passeio e levando até as ilhas. O preço é negociável e fazer o passeio pelas duas ilhas pode render um bom desconto. Um pouco mais a frente fica a Praia de Itaparica, bem urbanizada, com vários quiosques na orla pra quem quiser sentar no fim de tarde, comer um peixe e tomar uma cerveja. Se curtir trilha, pode fazer o passeio até o Morro do Moreno. Na capital, rodar pelo Centro Histórico de Vitória é um ótimo programa. Há uma visita guiada gratuita aos monumentos, de terça a domingo, o dia todo. Não deixe de conhecer o Palácio Anchieta, Catedral de Vitória, Parque Moscoso e os outros monumentos. Pesquise também sobre a programação do Centro Cultural Sesc Glória, reaberto recentemente. Sempre há uma exposição famosa e bacana em cartaz por lá, vale a visita. Na Praça do Papa, também em Vitória, há um núcleo do Projeto Tamar, bacana de se visitar. A Ilha das Caieiras é o local para experimentar a famosa moqueca capixaba, imperdível. É legal visitar o Galpão das Paneleiras, em Goiabeiras. Tem também o Parque da Fonte Grande, Parque da Pedra da Cebola e Praia de Camburi, onde dá pra fazer o passeio de escuna pela Baía de Vitória, que dura mais ou menos 3h e vai até o Museu Vale, passando por baixo da 3ª ponte, Porto de Vitória, etc. Pra quem curte pedalar, há a opção de alugar uma bicicleta em Vitória e aproveitar as ciclovias da cidade, que praticamente dão a volta na ilha. Pra saber mais e baixar o aplicativo de aluguel, só acessar o www.bikevitoria.com. Em Vila Velha também tem esse esquema de aluguel/compartilhamento de bikes, e o site pra saber mais e baixar o app é o www.bikevv.com.br. Por falar em aplicativo, no final do texto tem uma lista com vários apps que podem ser úteis durante sua passagem aqui pelo ES. Indo pra Guarapari, na Rodovia do Sol, tem o Parque Estadual Paulo César Vinhas, com trilhas a pé e de caiaque que levam até o mar e a uma lagoa de águas escuras muito bonita. Na cidade saúde também ficam alguns pontos turísticos bem interessantes: Praia do Morro, Parque Municipal Morro da Pescaria, Três Praias, Praia da Bacutia e região de Nova Guarapari, Meaípe (balneário bucólico, mas que no verão ferve). Ahhh, se sua visita for no verão, saiba que a população de Guarapari triplica nessa época, muita gente chega à cidade pra curtir as praias, shows e as diversas casas noturnas que tem lá. Fora da Grande Vitória o principal destino é Pedra Azul, na região serrana, que fica a 90km de Vitória. Por lá, o mais legal é a Rota do Lagarto e o passeio pelas trilhas do parque estadual, que devem ser agendados antes também. Recomendo a trilha até as piscinas naturais da pedra, mas há a opção também de fazer a trilha/rapel até o topo dela (precisa agendar com alguma equipe que faça o passeio). Na região tem outros passeios, alguns radicais e outros mais tranquilos, e ótimos restaurantes e muitas opções de hospedagem. Também na região serrana tem o zoológico de Marechal Floriano, bem perto de Pedra Azul. Também fica no ES o Pico da Bandeira, 3ª maior montanha do país. Ao Norte do Estado, quase na divisa com a Bahia, fica Itaúnas, a terra do forró pé-de-serra e suas famosas dunas. Pertinho de Itaúnas fica Riacho Doce, a segunda praia deserta mais bonita do país. O Mosteiro Zen Budista fica em Ibiraçú, pertinho de Aracruz, que tem um passeio de escuna que sai de Santa Cruz e é feito pelo rio Piraqueaçú. Com sorte é possível ver até golfinhos! Em Anchieta, mais ao Sul de Vitória, há um passeio de barco pelo Rio Benevente e seu manguezal, que sai de Anchieta. Também na cidade ficam as ruínas do Jesuítas na foz do Rio Benevente e o Santuário Nacional de Anchieta. Por ser um Estado com relevo muito acidentado, há muitas cachoeiras no ES. Sugiro algumas: Véu de Noiva (Santa Leopoldina), Matilde (Alfredo Chaves), Hidrolândia (Iúna), Cachoeira Alta (Cachoeiro de Itapemirim) e Cachoeira da Fumaça (Alegre). Se quiser agito, a região do “Triângulo das Bermudas” é a melhor opção de noite em Vitória. Muitos bares, restaurantes e casas noturnas, tem pra todos os gostos. Tem também a Rua da Lama, perto da Universidade Federal do ES, frequentada por um público mais alternativo. Em Vila Velha existe o “Triângulo Canela Verde”, no mesmo estilo do de Vitória, com vários bares, restaurantes e boate, todos bem juntos. Também em VV fica o Villa Bohemia, casa noturna que funciona de quinta a domingo e a Nook Beach Club, na região história da Prainha. Se quiser dar uma olhada na programação de shows e boates, recomendo o www.soues.com.br. Na Grande Vitória também há os ensaios das escolas de samba locais, sempre muito animados. Enfim, vai do gosto de cada um. Para se hospedar, há diversas opções. Você pode procurar um quarto/apto no Airbnb, na região de sua preferência, ou se preferir ficar em Hostel, há alguns por aqui: dois em Vitória, o Guanaaní Hostel (www.guanaanihostel.com) e o Sono Vitória (www.sonovitoria.com); dois em Vila Velha, o Hostel Capixaba (facebook.com/hostelcapixaba) e o Backpackers Vila Velha (instagram.com/backpackersvilavelha); dois na Serra, o Kûarahy em Manguinhos (www.hostelkuarahy.com) e o Buddy House em Jacaraípe (facebook.com/hostelbuddyhouse); em Guarapari tem outros, como o Playeros, que tem duas unidades na cidade (facebook.com/playeros.setibao) e o Solar de Guarapari (www.solardeguaraparihostel.yolasite.com). Além desses, há outros hostels em outras cidades capixabas caso anime de conhecer o interior do estado: Pernambuco Hostel (facebook.com/pg/HostelPernambuco) e Hostel Luz (facebook.com/hostelluz.iriri) em Anchieta, no litoral sul; Casa do Pescador Hostel (facebook.com/casadopescadorhostel) em Marataízes, também litoral sul; Hostel Aloha em Regência, Linhares (http://www.hostelaloha.com); Tribo de Gaia na Vila de Itaúnas (facebook.com/TribodeGaiaCampingeAlbergue) e na região serrana tem o Casario Hostel em Santa Teresa (facebook.com/casariohostelst). Nessas cidades também há várias outras opções de hospedagem, como pousadinhas mais em conta e hotéis de grandes redes. Você pode tentar também sofá pelo CouchSurfing, tem uma galera maneira aqui que hospeda. Bom, é isso. Se tiver dúvidas, é só falar, tô aqui à disposição. Quem visita o Espírito Santo, com certeza, não esquece. Aproveite bastante, os capixabas te esperam de braços abertos. Lista de apps úteis ES na palma da mão - Notícias do estado em geral, alerta de calamidades dos Bombeiros, consulta de horários e itinerários de ônibus (iOS - https://goo.gl/YDFttX | Android - https://goo.gl/efAktA) Vitória Online - Dicas turísticas da cidade, mapas, horários de ônibus, lista de serviços públicos. (iOS - https://goo.gl/pg2bVa | Android - https://goo.gl/1xRejW) Vila Velha: Guia de viagens - Guia turístico e mapas da cidade (Android - https://goo.gl/QcTE5v) Transporte - Waze, Uber, 99Pop Aplicativo Meu Destino Vix - Ajuda no deslocamento entre algumas cidades do Espírito Santo e a Grande Vitória. Há horários de ônibus da Grande Vitória. (iOS - https://goo.gl/dT6Lq9 | Android - https://goo.gl/Zmhq9v) Taxi (alguns tem desconto) - Taxi Capixaba (http://apps.taxi.br/taxicapixaba) | Taxi 27 (http://www.taxi27.com.br) Aluguel de bikes - Bike Vitória (www.bikevitoria.com) | Bike VV (www.bikevv.com.br) Turismo Aplicativo da Região da Costa e Imigração - Dicas dos municípios de Anchieta, Alfredo Chaves, Iconha, Itapemirim, Marataízes e Presidente Kennedy. (iOS - https://goo.gl/mhUZMM | Android - https://goo.gl/5aNkwd) Aplicativo da Região dos Imigrantes - Dicas dos municípios de Ibiraçu, Itaguaçu, Itarana, João Neiva, Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá, Santa Teresa e São Roque do Canaã. (iOS - https://goo.gl/TJKKPp | Android - https://goo.gl/cf9yk8) Aplicativo da Região das Montanhas Capixabas - Dicas dos municípios de Afonso Cláudio, Brejetuba, Castelo, Conceição do Castelo, Domingos Martins, Marechal Floriano, Vargem Alta e Venda Nova do Imigrante. (iOS - https://goo.gl/pKcg7e | Android - https://goo.gl/P9KBwz) Aplicativo Região Caparaó Capixaba - Dicas da região onde está o Pico da Bandeira (Android - https://goo.gl/RJjCu3) Aplicativo da Associação Turística de Pedra Azul, em Domingos Martins - Dicas turísticas, gastronômicas e de hospedagem na região. (iOS - https://goo.gl/mHcG84 | Android - https://goo.gl/zZisKc) Guia Turístico de Guarapari - Dicas e maps da cidade (iOS - https://goo.gl/Zos4RX | Android - https://goo.gl/MCz2ZZ) Cidade de Serra - Informações e dicas sobre a cidade da Serra. (iOS - https://goo.gl/qVWYQi | Android - https://goo.gl/p5c329) Onde Ir - App com dicas de turismo de várias cidades do país, entre elas, Vila Velha. Tem muita informação legal nele. (iOS - https://goo.gl/NhXFwW | Android - https://goo.gl/CL7Fsw) Alimentação GPS Gourmet - Dicas dos melhores restaurantes na Grande Vitória. (iOS - https://goo.gl/GkQtuU | Android - https://goo.gl/ziWDuY) Baladas Sou ES - Dicas de baladas, shows, exposições culturais… uma agenda de eventos do estado. (iOS - https://goo.gl/91ByLg) Eu Agito - Outro app com dicas de baladas aqui do estado. (iOS - https://goo.gl/nZ21RA | Android - https://goo.gl/8sDdRD)
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    Cachoeira da Graça – Cotia – SP Como chegar. No terminal ao lado da estação Butantã pegar o ônibus 035 - COTIA (MIRANTE DA MATA) / SAO PAULO (METRO BUTANTA) - R$ 4,90 ou 396 - COTIA (TERMINAL METROPOLITANO COTIA) / SAO PAULO (PINHEIROS) – R$4.90 - (que passa do lado de fora do terminal Butantã) (Como opção também tem um ônibus que sai do metro barra funda que vai ate cotia, porem eu acho muito caro e da muitas voltas, mas fica como opção a passagem custa R$ 9,55). Pedir ao motorista ou cobrador para avisar quando chegar ao centro de Cotia. Já no centro de cotia, pegar o ônibus 101– Morro Grande – R$ 3,20 – Informar ao motorista que quer descer na estrada da Cachoeira da Graça. A trip. Uma semana antes chamei o André, companheiro de trilhas, para perguntar quando faríamos a ultima do Ano, ai escolhemos a Cachoeira do Paradise, em Votorantim, marcamos para dia 23/12 uma quarta feira. Já no dia 23 as 06h00min o André me liga e fala que um conhecido de Votorantim falou que na noite anterior tinha chovido muito, e que seria arriscado ir para Paradise, principalmente por causa da descida ate o vale onde fica a cachoeira. Primeiramente pensamos em desistir, mas era a ultima do ano, então fomos pensar em uma segunda opção, e achei algumas fotos dessa cachoeira, porem pouca informação, somente um relato de 2013 do CARLOSFUCA aqui mesmo no site. Decidimos que íamos nessa cachu, marcamos as 09h00min no Butantã, ai começou nossa saga. Ao chegar ao Butantã pegamos o Ônibus 396 destino terminal de cotia, descemos no terminal e fomos procurar o tal ônibus com destino a morro grande, e lá obtemos a informação que o ônibus 101 – morro grande não saia mais de lá, que teríamos que pega – ló no centro, que da uns 10 min de caminhada, subimos ate o centro, um sol escaldante, um calor de mais de 30 graus, mais estávamos lá, felizes esperando o ônibus. (caso você pegue o 035 - COTIA (MIRANTE DA MATA) ele te deixara no ponto certo para pegar o morro grande). O ônibus demorou por volta de 30 minutos para passar. Perguntamos ao motorista sobre a estrada da cachoeira, e ele disse que nos deixaria na em frente à estrada. A trilha Mais ou menos uns 40 minutos de viagem o motorista nos avisa que desceríamos no próximo ponto. Descemos no inicio da estrada de terra, na verdade são duas estradas quando você desce do ônibus, deve se pegar a da esquerda. Caminhamos por 15 minutos, ate dar de frente com a entrada da Sabesp, deve se seguir a Direita. Caminhamos mais uns 10 minutos, e encontramos o nosso ponto de referencia para entrada da trilha, os canos da Sabesp, Os canos estarão do seu lado esquerdo, a entrada trilha ficara do seu lado direito ao lado de um poste. Cano Sabesp em frente a entrada da trilha. Poste e do lado esquerdo entrada da Trilha A trilha e bem demarcada, siga sempre por ela, na há bifurcações no começo. Após uns 10 minutos de caminhada dentro da mata, você passara por um certa de arame farpado , há um entrada na cerca, não e preciso pular, passando essa cerca andando uns 50 metro a mata fechada acaba e vc caminha por um pasto, com uma trilha ainda bem demarcada, mais uns 50 metros descendo por esse pasto haverá um bifurcação, deve se pegar a esquerda e seguir reto, logo vc começará a escutar a cachoeira, a trilha acaba exatamente na cachoeira. A cachoeira e muito top, vale a pena ir....vejam as fotos.
  44. 1 ponto
    11º dia, Sábado, 04/06: Cambará do Sul/RS > Bento Gonçalves/RS - 190km Roteiro do dia: Sair bem descansados de Cambará (10h20), abastecer o carro (sendo assaltados pelos postos do sul) e ir para Bento Gonçalves. Abastecidos e com pneus calibrados, pegamos estrada. Fomos via Lajeado Grande. Nenhuma novidade sobre a estrada. Uma pista de mão dupla. Pneu Furado: Para garantir um combustível mais barato resolvemos abastecer em Caxias do Sul. Eis que o frentista nos mostra que o Pneu dianteiro esquerdo estava murcho. Resumo: Furo lateral e o borracheiro do posto não estava. Trocamos pelo estepe e fomos procurar um borracheiro no google. Depois de 3 telefonemas achamos um aberto. Preço do reparo reforçado: R$20 (Era 15, mas pedi pra reforçar). Consertado em 20 minutos. Deu até para almoçar do lado da borracharia. Considerando os km de estrada de terra rodados e o carro ser um Fit, ainda me sinto no lucro. Bento Gonçalves: Tínhamos duas vinícolas pra visitar hoje e o contratempo do pneu não atrapalhou. Começamos pela Don Laurindo(Recomendação da colega de minha noiva). Degustação grátis se você levar um vinho. Degustamos e levamos uma garrafa do que mais gostamos. Em seguida fomos para a Miolo. Super Mega lotada. Gigantesca. Tours todos cheios. E daí? A loja estava liberada(mas não compramos nada) e o “jardim” deles é um parque imenso que estava cheio de gente passeando, fotografando, comendo e bebendo. Vale muito o passeio. Pena que não pudemos degustar o vinho. Por fim fomos para a Cave de Pedra. Já gostei do lugar só de parecer um castelo. Eles fazem um passeio por R$30 que é revertido uma parte em compras. Eu não entendo nada de vinhos e aprendi muito sobre todas as etapas. Pudemos degustar os vários tipos e o valor era bem atrativo. Foi ela que escolhemos para presentear a família. Pousada Villa Delfiori: Uma pousada grande e barata. Só que por causa de algum duplo evento, estava superlotada. A TV não funcionava, o wifi não pegava e o quarto parecia mofado. Pelo menos conseguimos pedir uma pizza para jantar e foram solícitos nos dando pratos e talheres para comer no quarto. É uma pousada barata mas acho que não estavam preparados para uma superlotação. Daria uma segunda chance mas a avaliação dessa vez não foi muito boa pra eles no booking. 12º dia, Domingo, 05/06: Bento Gonçalves/RS e Gramado/RS Depois de um café rápido e check-out, saímos às 9h da manhã e fomos para a única vinícola aberta a essa hora: Cooperativa Aurora. Um quarteirão inteiro. O Tour muito bom e degustação inclusa (gratuita). Recomendo pelo tour e pelo suco de uva. Mas depois de degustar outros vinhos no dia anterior, os da aurora não desciam de jeito nenhum. Não somos bom entendedores de vinho. Mas com várias degustações pela cidade você encontra o seu gosto e aprende a diferenciar os bons dos ótimos e começa a rejeitar os ruins. Contudo, se você quer presentes baratos e lembrancinhas, essa é a loja. Só um detalhe, praticamente tudo deles você encontra em São Paulo. Casa Madeira e Casa Valduga: Ambas são do mesmo dono. A casa madeira fomos pela geléia de uvas viníferas que encontramos na Cave de Pedra. Valeu a visita. Levamos várias, deliciosas, diferentes e ainda uma Cerveja IPA Leopoldina. Do lado dela entramos na Casa Valduga. A visitação tinha acabado (a gente ganha uma linda taça de cristal pagando a visita, vale o preço) mas a degustação é liberada. Sem taxa! Só digo uma coisa, visitar a degustação na Casa Valduga é obrigatório! Eles tem uma seleção enorme de vinhos. Não da pra provar todos. Eu testei as variantes de Cabernet Saugvinon na ordem de preço. Foi nessa hora que entendi a diferença dos vinhos! Minha cunhada amou o Villa Lobos 2010. Tanto que o pessoal bobeou e ela na maior cara dura fez “refill” na taça dela umas 4x. Sim, ela saiu bêbada. Bêbada com vinho de R$120,00! Levei um cabernet abaixo. Muito bom também. Hoje me arrependo e deveria ter levado o Villa Lobos! Dal Pizzol: Outra que nos recomendaram. Vinhos leves, frutados, deliciosos. Não são mas parecem envelhecidos no carvalho. Um preço muito convidativo pela qualidade também. Além disso o suco de uva deles, chamado “Do Lugar”, é o melhor suco de uva que já tomei. Além de delicioso tem uma textura aveludada quando tomado. Levamos uma caixa com 12! Cantina Strapazzon: Era 13h50. Muito cedo para seguir viagem. Então descobrimos uma rota chamada “Caminhos de Pedra”. Lá minha noiva lembrou que passou nesta cantina. Super receptivos, fomos recebidos para uma visita na casa original onde também foi usada para cenário do filme “O Quatrilho” e degustação de alguns vinhos deles. Não lembro o nome do senhor que contou a história mas chega a ser comovente pois ele viveu tudo que aconteceu. Dica: Faça fotos nos parreirais e olhe além dos vinhos. Eles tem muitos produtos caseiros como queijos e salames. O Suco de Uva deles também é excepcional! O favorito de minha noiva. Bento Gonçalves > Gramado: Saímos umas 15h20 via Caxias do Sul. Os 115km foram feitos em quase 2h. Muito transito e estrada de uma pista. Tem uma rota via Garibaldi mas não sei se é melhor. Por Caxias o Waze que recomendou. Mas acho que daria na mesma. Chegamos na cidade e passeamos por ela a noite para conhecer. Lá tem parquímetro. Você precisa achar um, depositar umas moedas de acordo com o tempo que precisa, paga, pega o ticket e coloca no painel do carro. Nada complicado, não é caro mas não pode esquecer de fazer. Ou seja, fique atento às placas. Depois de passear um pouco, fomos rapidamente ao hostel para descarregar as malas e ir Jantar na. Casa das Sopas: Fica anexa ao Sul Serra Hotel. Foi indicação de minha noiva quando ela foi a primeira vez. Por R$30 você tem a vontade um buffet de saladas e 5 sabores de sopas (de um total de 25 que podem alternar durante a noite). Ambiente aconchegante de meia luz, ótimo atendimento e muita sopa! Sopas deliciosas, visivelmente caseiras, com ingredientes naturais. Saí ja pensando em voltar no dia seguinte! Gramado Hostel: Pegamos o quarto triplo mas minha noiva já conhecia as acomodações coletivas. Muito boas, com equipe hospitaleira e um café da manhã bem variado. Recomendado pela localização, custo-benefício, limpeza e café! 13º dia, Segunda, 06/06: Gramado/RS e Canela/RS Mini Mundo: Primeira atração do dia. Achei a entrada cara pelo que é mas imagino que as crianças adoram e o valor é para continuar com a (eterna) ampliação da minicidade. Só voltaria se tivesse criança no grupo. Destaque para o Museu do Ipiranga. Ficou muito fiel! Rasen Bier: Sim, mais uma cervejaria artesanal. Cervejas boas mas acho que estão superfaturadas na loja. Recentemente encontramos uma em SP por apenas 2 reais mais caro. Catedral de Pedra: Praça em Canela com lojinhas. Dia frio e ensolarado que rendeu boas fotos. Entramos em uma chocolateria para ir ao banheiro. Encontramos uma placa nada amigável de “banheiro só para clientes, exceto ‘clientes de R$2,00’”. Estávamos meio desesperados e acabamos almoçando e deixando a alma lá. Só para informar, o nome da chocolateria é Caracol. Detalhe, a comida apesar de cara era muito boa. O que me irritou foi a grosseria da placa com os turistas. Passeamos pelo Lago Negro até dar o horário de minha cunhada pegar o ônibus. Fim das férias dela mas a nossa continua! Parque Estadual do Caracol: Fomos visitar o parque que fica a uns 15min de carro. Estava bem vazio. Imagino ser melhor na primavera ou verão. Tem muitas trilhas para cachoeiras, mirantes e no final umas lojinhas. A melhor trilha, mais longa e o motivo principal da ida estava desabada e interditada. Compensa ir mas verifique se já consertaram. Detalhe, esta trilha que desabou é uma longa escadaria, então reserve fôlego para voltar e vá primeiro nela. Sequência de Fondue - Chateau Dos Plátanos: Este dia também foi aniversário de minha noiva. O presente era a sequência de fondue. Fizemos uma pesquisa de preços e tínhamos uma idéia do valor. Uns R$50 por pessoa. Pesquisamos no Foursquare os melhores e descobrimos que o Chateu tinha desconto no Groupon (R$85 o casal)! Compramos e usamos na hora o cupom. Fomos a pé do hotel e aguardamos uns 30min até vagar uma mesa. Ótimo atendimento. Pedimos um vinho que conhecíamos pelas degustações e começou. Começam com fondue de queijo bem servido. Depois vem uma chapa de pedra com 2 fogareiros para grelhar carne ou frango com vários molhos a escolha. Eu não comia o de carne e serviram mais uma bandeja só com frango. Lado ruim: Por causa das duas bandejas sobrou pouco espaço pro fondue de chocolate com frutas. Comemos, mas sobrou. Tudo delicioso. Restaurante recomendadíssimo e vale até sem Groupon. 14º dia, Terça, 07/06: Gramado/RS > Joinville/SC - 604km Hotel Sky: O booking as vezes me surpreende. Como concentramos todas as nossas reservas em uma conta só, sou Booking Gold. Não sei se por isso conseguimos transformar uma diária de R$1000 em R$150. Então a dica é: Concentre s reservas em uma pessoa só. O hotel realmente é de alto padrão e tem um café da manhã GIGANTESCO. Só pra não dizer que tudo é perfeito, o hóspede não pode estacionar/trancar o carro. Só com manobrista deles. Pense na nossa tensão com o carro lotado de compras de todos os dias de viagem(Brasil né…). A estrada: Saímos bem descansados 10h30 para chegar em Joinville. 12h já estávamos na BR-101. Nosso objetivo era abastecer na BR pelo preço mais baixo do combustível. Mas a região da BR estava sem luz e passamos tensos por uns 3 postos até acharmos um (que tinha gerador). Comemos um lanche e continuamos viagem. A BR-101 é uma estrada maravilhosa com duas pistas duplas. Dava pra andar sem problemas a 110km/h na esquerda até chegarmos em Joinville lá pelas 18h30. Algo interessante é que 3 dias atrás em um posto de Cambará encontramos duas ciclistas mochileiras e um cachorro. E quando passávamos por Florianópolis as vimos na BR. Só fico curioso com o roteiro delas. Shopping Mueller: Fomos jantar no Shopping e aproveitamos para ir no cinema. Cinema ruim, 2D mas tudo bem. O problema é… O filme TRAVOU. E perto do final! Não resolveram e ainda deram desculpa de que em São Paulo também tinha esse problema. Depois de muita briga devolveram o dinheiro (queriam dar outro ingresso…). Hotel Mattes - Joinville: Reservamos no dia anterior pelo booking. Bom preço, simples, bem localizado, bom café e com estacionamento. Ótimo para viajantes. 15º dia, Quarta, 08/06: Joinville/SC > Curitiba/PR - 129km Joinville: Como bebemos boa parte do estoque de OPA Bier na viagem, voltamos para a Opa Store para reabastecer antes de seguir viagem para Curitiba. Chegamos em pouco mais de 1h30. Tour Curitiba: Chegamos 11h50 em Curitiba. Fomos primeiro caminhar no Bosque Alemão, que é um parque de mata fechada muito tranquilo. Depois fomos para a Universidade Livre do Meio Ambiente - Unilivre conhecer a área aberta a turistas. Neste dia estava tudo fechado, sem aulas. Almoçamos em um Subway pelo caminho e seguimos para o Parque Tanguá onde caminhamos bastante e deitamos um pouco. Tem dois estacionamentos por lá, um em baixo e outro em cima. De lá fomos visitar a Opera de Arame e a parte externa do Museu Oscar Niemeyer. A idéia era entrar no museu mas ele parecia gigante e estávamos cansados. Mesmo assim, do lado de fora já vale a visita. Saímos do Museu umas 15h25. Tempo suficiente para fazer checkin no Curitiba Casa Hostel(voltamos, lógico) e caminhar até o Jardim Botânico para conferir a famosa estufa e o pôr do sol. O lugar é lindo e vale como um dos cartões postais de Curitiba. A estufa é aberta a visitantes com entrada liberada. Recomendo deitar na grama e curtir o pôr do sol. 16º dia, Quinta, 09/06: Curitiba/PR > Iporanga/SP (PETAR) - 189km Estrada: Samos do Hostel 8h10 da manhã. A rota é pegar a BR-116(Régis) e pegar a entrada para Iporanga após Jacupiranga. Acabei errado a entrada enquanto procurava um posto e avancei uns 5km. Abasteci, fiz o retorno e ja estava a caminho do PETAR via Eldorado > Iporanga. Até Jacupiranga pela BR fizemos em 2h. De Jacupiranga até Iporanga são 96km de estrada “Asfaltada”, ou seja, MUITO ruim, com muito buraco e uma pista de mão dupla. Detalhe que marcamos horário com o guia e estava tentando ir o mais rápido dentro do possível pois íamos levar mais tempo que o esperado. Chegando em Iporanga ainda faltava 13km de estrada de terra até chegar no bairro Serra, onde ficava o chalé e o guia. Chegamos no PETAR: Bairro Serra 12h20, totalizando mais de 4h para rodar 189km por causa da estrada. Lá não pega celular e em Iporanga só pega se tiver VIVO ou TIM. Não achamos a agência mas fomos para a Ouro Grosso Chalés para ver se nos indicavam onde era. Descarregamos o peso do carro no quarto e fomos procurar a agência com as dicas do pessoal. Cave Atlântica: Aqui vou falar da agência. Reservei para mim e minha noiva depois de pesquisar bastante. Em grupo sai mais barato mas os grupos saem de fim e semana, durante a semana é guia particular. A agência é composta pela Creusa (que foi meu contato e super atenciosa) e pelo marido dela, Cateto, que é o guia. Só tenho elogios e recomendo a agência, que agora está fácil de achar pelo Google e GPS em https://goo.gl/maps/LwBwhDcxNxA2 Pegamos um pacote de dois dias pelos Núcleos Santana e Ouro Grosso,que vou descrever mais pra frente mas fica aqui meu agradecimento pela enorme paciência deles com alteração de roteiro e atrasos que tivemos. Para cada um, incluso entradas, guia, seguro e equipamento de segurança saiu R$186,00. Mas já adianto que para conhecer o PETAR “inteiro” você deveria reservar no mínimo 4 dias. Núcleo Ouro Grosso: Era 13h e saímos da agência com o o Cateto, nosso guia, dentro do carro. Detalhe que deixar o carro sem a carga ajudou muito na estrada de terra. Começamos pela Caverna do Ouro Grosso. É uma caverna pequena e termina (na parte para turistas) em uma cascata interna. Muito bonita, com água corrente até o tornozelo em dias normais ou até acima do joelho se derem a mesma sorte que a gente. Detalhe que fora da caverna estava frio mas a água não estava. O percurso de ida e volta levou 40 minutos. Pegamos o carro e fomos para a Trilha do Alambari por 20 minutos até chegar na entrada da Caverna do Alambari de Baixo. Uma caverna que você entra e chega na saída 40 minutos depois. Uma caverna bonita, com grandes formações e água até o pescoço (dependendo da sua altura, nem da pé). Não se preocupem que o guia ficou com a máquina fotográfica e tirou fotos nossas! Nas partes mais críticas tem uma corda para ajudar os mais baixinhos a passar. Emocionante para alguns(meu caso) mas talvez assustador para outros. Saindo da caverna paramos para secar, colocar uma camisa seca e voltar para o carro. Como estávamos perto nosso guia se despediu e foi a pé para casa. Pegamos o carro e fomos para o chalé. Ouro Grosso Chalés: Pesquisamos muitas acomodações e os preços variam pelo tamanho do grupo, época, dia da semana e se tem café da manhã. O contato com eles começou via WhatsApp e terminou por email. No nosso caso, duas diárias para duas pessoas ficou R$200. Para achar é super fácil. Chegando no Bairro Serra, continuando em frente você acha a placa deles, não tem erro. Os chalés tem cozinha, então compre sua comida antecipadamente. Local simples mas dava para descansar. Ótimo custo benefício. No bairro tem bar, mercado e restaurante. Então se esquecer alguma coisa não precisa voltar para Iporanga. 17º dia, Sexta, 10/06: Iporanga/SP (PETAR) > São Paulo - 330km Café tomado, combinamos de sair da agência 8h30 com destino ao Núcleo Santana. Mirante e Caverna de Santana: Começamos pelo mirante onde o Cateto nos mostrou algumas formações, inícios e fins de cavernas que na verdade eram uma só e outras informações. De lá fomos para a caverna. Ela é bonita e tem diversas formações com muito sobe-desce e caminhos estreitos. Nela há passagens no começo feitas para facilitar os turistas. Facilitar a não se molharem porque são bem estreitas. Levamos cerca de 1h30 para entrar e sair da caverna. Caverna do Morro Preto: A vista da entrada desta caverna é fabulosa. Ela possui bastante espaço interno e de acordo com o guia ela foi habitada por humanos. Ficamos nela cerca de 1h. Caverna do Couto: A última caverna que é um enorme corredor. Entramos por uma ponta e saímos por outra. De acordo com o guia ela foi escavada pela passagem de água. É uma caverna bonita e no final saímos em um riacho. Ficamos nela 1h10 e ainda aproveitamos a margem do rio uns minutos antes de voltar. Mudança de Planos: Deixamos o Cateto na agência umas 14h. O plano inicial era descansar para no dia seguinte voltar bem cedo pra casa. Eu estava com força para dirigir então resolvemos voltar no mesmo dia e chegar na Régis antes do anoitecer. Voltando para os chalés minha noiva cuidou do almoço e eu de carregar o carro com tudo. Até aí tudo bem, exceto pelo fato de que precisávamos pagar o restante do valor e não tinha ninguém no local! Estávamos prontos para sair as 16h40 mas ainda não havia voltado ninguém. Separamos o dinheiro das diárias bem a mostra junto com a chave no meio do chalé e um bilhete pedindo desculpas pela mudança de planos. Fechamos a porta e pegamos estrada. Quanto pegamos internet avisamos por WhatsApp. A estrada a noite: Quando chegamos na Régis ja tinha anoitecido. E esta estrada de Iporanga>Jacupiranga a noite é ainda pior pois fica difícil ver os buracos. Mas passamos, entramos no primeiro Graal, nos comunicamos com todo mundo, abastecemos e seguimos viagem. Chegamos em casa as 22h30 após quase 6h de estrada, exaustos mas felizes pela jornada concluída. Agradecimentos e Resumo de Gastos ESTE RELATO ficou maior e levou mais tempo para fazer do que imaginei no começo. Foram muitos lugares em poucos dias e tivemos pouquíssimas mudanças de planos. Pegamos informações em diversos lugares, principalmente no mochileiros.com mas muitas rotas não achamos dicas nem nada. Então se você for fazer uma parte do que fizemos aqui, espero que ajude. Segue abaixo nosso resumo de gastos da Viagem: Quilômetros Rodados: 4.918Km (Média de 289/dia) Litros de Combustível: 461L (Média de 10,6km/l de mix Gasolina/Etanol) Gasto de Combustível: R$1362,84 (R$2,95 por Litro) Gasto de Pedágio: R$277,40 Gasto com estacionamento e borracharia: R$90 Gasto com Hospedagem: R$2740,20 (Média de R$68 por dia/pessoa) Gasto com passeios/comida/uber: R$3504,00 (R$82,44 por dia/pessoa) Total de da viagem(exceto presentes): R$7.974,44 (R$3.189,77 por pessoa ou R$187 por dia/pessoa)
  45. 1 ponto
    Oi Lucas, estive em La Paz em Setembro e escolhi o Wild Rover como hostel para se hospedar. Nao me arrependi em momento algum dos dias que passei por la, os staffs que ali trabalham sempre estao prontos pra te ajudar, os banheiros sempre estao limpissimos, o pub sempre agitado, as festas sao maravilhosas, fica muito proximo a Praça Murillo, as principais calles ficam proximo tambem..... O unico ponto negativo, sao que a maioria dos dormitorios nao possuem banheiros.... Mais mesmo assim nota 10, vale a pena.
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