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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 08-10-2019 em todas áreas

  1. 2 pontos
    Não tive uma boa primeira impressão de Praga.. Talvez por ter criado muita expectativa. A cidade é insanamente abarrotada de turistas, 80% chineses que saem com o celular na mão parecendo uns doidos filmando tudo torto. Em cada esquina aparecem grupos com até umas 300 pessoas. Todo e qualquer ponto turístico da cidade vai estar lotado, ficando difícil até para andar. Mas amanhã será um novo dia e espero que role um sentimento por essa cidade. Vou procurar sair em horários alternativos. Gastos do dia: 1 pacote de pão integral, chá 1.5L, queijo, presunto e cookies 126 Czk; Adaptador universal de tomada 100 Czk; Pizza 69.9 Czk; talheres plásticos 2 Czk; 2 tickets de transp público 48 czk. Aproximadamente 13.5 euros.
  2. 1 ponto
    Olá! Estou me programando para um mochilão (super) econômico de 15 dias, passando por algumas cidades históricas de Minas. Pretendo sair no meio de Dezembro e quem sabe passar Natal e ano novo em algum lugar no caminho. Se alguém tiver interesse em curtir essa trip, estou aberto a ideias e planejamentos. Bora lá?
  3. 1 ponto
    Estou pensando em ir para Buenos Aires e Ushuaia no mês de novembro, mais alguém pretende ir nesse período?
  4. 1 ponto
    Pessoal, Solicito ajuda a todos os experientes para tomar uma decisão menos danosa para mim. Viajei com a família para Colombia em janeiro deste ano sem passaporte, ao entrar no país apresentei o RG e recebi o papel na migração com o carimbo de entrada. Ao retornar, 20 dias depois dei conta no momento do check in que tinha perdido meu papel. Fui encaminhado para a polícia federal de lá onde me explicaram a burocracia envolvida e a justificativa para que eu não fosse multado, O que me chateou (além da falta de educação e malandragem do povo de lá é que), ao chegar na migração , o agente me informou que EU NÃO TINHA ENTRADO NO PAÍS pois não tinha nenhuma informação no sistema (ou seja, erro duplo). Mostrei minha passagem, meu check in de embarque, os hoteis que fiquei, meus familiares (fomos 11 pessoas). Essa semana chegou uma multa para eu pagar de aproximadamente 900 reais, mais as taxas, mais taxa de transferência em Swift. Até para pagar a multa é uma burocracia só. Como sou inexperiente no assunto, caso eu não pague a multa, a única sanção é não poder entrar mais na Colombia ? Ou posso ser penalizado em outros países?
  5. 1 ponto
    Olá pessoal, tudo bem? Tirando um seleto e sortudo grupo de nômades digitais, a maioria de nós sofre litros quando volta de um período de férias já em depressão à espera do próximo! Uma boa pedida para aguentar o sofrimento da espera, hahaha, é encaixar mini aventuras nos fds ou pequenos feriados. Eu já escrevi dois outros tópicos sobre estas pequenas aventuras de fins de semana pelo estado do Paraná (Pico Agudo e Morro do Gavião), e vou deixar mais duas registradas aqui hoje. Também pretendo utilizar este mesmo tópico para relatar outras ao invés de ficar criando tópicos novos! Bora lá! MORRO DA PEDRA BRANCA Este passeio é bem light, pode ser feito em esquema bate-e-volta de alguma cidade próxima ou mesmo se vc estiver passando pela estrada e tiver um tempinho sobrando. O acesso ao Morro da Pedra Branca se dá pela PR 376, (Rodovia do Café, liga o norte do estado à capital) entre Mauá da Serra e Ortigueira. Não tem placa nem indicação nenhuma do morro. No sentido Londrina > Curitiba lá pelo km 308 já dá pra avistar o morro, que tb é conhecido como “morro das antenas” por abrigar ali antenas de telefonia da Oi. Depois do km 310 vá reparando bem, à esquerda vai ter um comércio chamado “Restaurante e Lanchonete da Bica”. A entrada para o morro é cerca de 1km depois (dá pra ver melhor no print abaixo). Um portão tb à esquerda dá acesso à estrada que leva até o topo do morro. Este portão poderá estar fechado, mas é só bater palma que sai um senhorzinho que fica numa casinha ali na entrada cuidando. Foi cobrado 10 reais para cada um, João (filho, 11 anos) não pagou. Localização do Morro da Pedra Branca Dali daquele ponto começa uma estrada de terra. O senhorzinho indicou que a gente poderia subir de carro ou a pé. Optamos por ir a pé, afinal essa era a ideia. Quando fomos a estradinha estava bem boa, dava pra subir com qualquer tipo de carro, inclusive tem gente que vai lá tirar aquelas fotos pré-casamento... mas parece que tem ocasiões em que carro baixo não sobe. São 3km de estradinha numa subida bem tranquila, em que a gente vai observando bichinhos e plantinhas! Fomos bem cedo pq queríamos ver a neblina baixa, no vale abaixo de nós. As 8h30 estávamos no “cume”, mas a neblina estava em toda parte, hahahahauah! A gente não via nada, e tava bem frio (9 graus) pra pouca roupa que a gente tava usando. Mesmo assim ficamos perambulando pelas formações rochosas lá de cima e a espera valeu a pena, o tempo abriu uns 30 minutos depois da nossa chegada! Caminho pela estrada! Era tudo névoa! Minhas amadas plantas! Tem tanta beleza, tanta foto, mas prometo me conter! Só mais essa linda, rs! A torre de telefonia perdida na névoa! A imensidão verde ainda tímida! Abrindo! Descortinando!! Vento e descabelo! Vista bem bonita! Meu mini trilheiro! Fotinha da vista! Parece mais perigoso do que era ok? rs Céu azul! Depois de mais andar e admirar, descemos e ainda fomos uns 2km pra frente na estrada espiar uma linha férrea que passa por ali. Bonitinha. Linha férrea estilosa! Não é nada mega exuberante, mas vale a caminhadinha num fds que podia ter sido só de netflix, rs! Chegamos de volta em casa pouco depois das 14h. FIM
  6. 1 ponto
    O Charyn Cânion se estende por 90 km ao longo do rio de mesmo nome, a 200 km de Almaty no sul do Cazaquistão e quase na fronteira com a China. Há 12 milhões de anos que o vento, a areia e as águas do rio vêm esculpindo as mais diferentes e intrigantes formas nas pedras avermelhadas do Cânion, formando um dos locais de natureza mais exuberante que visitamos no Cazaquistão. Chegamos tarde e tivemos que acampar no topo do Cânion, tendo sido surpreendidos no meio da noite por uma ventania das mais severas que já enfrentamos, que nos obrigou a fechar a barraca que ameaçava voar pelos céus e nos deixar desabrigados em pleno deserto, tendo ido dormir dentro do carro. Nos próximos 2 dias acampamos na beira do rio, dentro do Cânion, num local que mais parecia um oásis em meio àquela aridez toda, com muita vegetação e pássaros coloridos. Subíamos e descíamos os paredões e ficávamos horas admirando as formações rochosas e tentando adivinhar com o que se pareciam. Os cânions são mesmo surpreendentes, tendo ganhado o apelidado de “little brothers” do pop star Grand Canyon, no Arizona. Um lugar imperdível na sua visita ao Cazaquistão.
  7. 1 ponto
    Se quiser me chama no wtsp pra gnt trocar ideia sobre os passeios por lá e etc. Assim se aparecer mais alguém nessas datas montamos um grupo rsrsrs 031 988345596
  8. 1 ponto
    Um lugar mais lindo que o outro! Natureza é tudo de bom
  9. 1 ponto
    Show! Lindos lugares. Meu tipo de passeio!
  10. 1 ponto
    @Fer nanda Eu topo!
  11. 1 ponto
    O objetivo do site é dividir as informações aqui mesmo não criar apenas uma ponte para outros sites.
  12. 1 ponto
    TIBAGI – PR: Camping, rafting no Tibagi e Canyon Guartelá Olás! Conforme previsto no último tópico, rolou mais uma aventurinha de fds! Desta vez na cidade de Tibai-PR, que tb tem um mooonte de coisa legal de aventura pra fazer. Como pegamos chuva e estávamos num grupo grandão, não fizemos muitas coisas, mas valeu muito a pena e ficamos de voltar. Saímos de Londrina às 6h30 em 3 carros, e mais 3 se juntariam a nós mais tarde. O destino era o Recanto Ecológico da Dora, que fica praticamente dentro do Canyon Guartelá, poucos kms depois da entrada do Parque. Antes passamos na cidade de Tibagi para acertar detalhes do rafting que faríamos a tarde com a agência Tibagi Aventuras!! O Danilo, dono, muito gente fina, explicou como funcionaria e tb outras opções de passeios que ele oferece, mas desta vez optamos só pelo rafting mesmo. Combinamos de voltar na agência às 14h30, de onde partiríamos pro rafting e seguimos pro camping. O Recanto Ecológico da Dora é bem tranquilo, tem 3 quiosques (que já estavam ocupados), uma cozinha coletiva e banheiros. Apesar de termos curtido muito o lugar, a cozinha coletiva e banheiros estão precisando muito de manutenção! Mas o lugar é bem bonito, tem cachoeiras e prainhas de rio, enfim, gostamos. Cobraram 35 reais de cada adulto por pernoite. Crianças não pagaram. Depois de escolhermos locais adequados para as barracas começamos a nos esparramar... rssssss... Sabe quando vc é bem jovem e está de boas lá no camping e do nada chegam aquelas famílias gigantes farofeiras cheias de crianças e barulho? E vc fica puto?? Então, viramos este tipo de gente! Kkkkkkkkkkkkkkk Estávamos em 5 casais (4 com 2 filhos cada e a gente com 1, mais uma criança emprestada) e dois adultos avulsos, hahahauaha... 12 adultos e 10 crianças, de idades entre 1 e 11 anos. Mas tudo filho de mochileiro e acostumados com a vida no mato. A nossa casinha! A nossa "família" kkkk! Olha a zona! Uma das cachus do camping! Trupe completa já acampada, fomos explorar as cachus perto do camping! Uma maravilha! Depois de banhos e mini trilhas voltamos ao camping comer uns lanches pra preparar pra voltar pra cidade. Só nós e uma outra família quiseram fazer o rafting. O restante do pessoal ficou fazendo churrasco e explorando a prainha do camping durante a tarde. O rafting custou 79 reais por pessoa, e segundo eles não precisa saber nadar e pode ir crianças (conosco estavam Chico e Gabs por exemplo, de 6 e 8 anos, além do meu João com 11). Descemos junto com uma excursão escolar que alguns amigos estavam guiado, a molecada curtiu muito! Descemos em 5 botes. O passeio inteiro dura umas duas horas. Eles primeiro levam a gente no ponto de início, distribuem capacetes e coletes (obrigatórios) e explicam movimentos básicos do rafting. Em cada bote vai um guia, que tb tira umas fotos no meio do caminho. No meio do rafting a gente para numa quedinha d’água e eles tb tiram fotos, e neste ponto, A CAGADA! Tirei meu celular da capinha impermeável pra tirar foto de algum bichinho... e na hora de por de volta não devo ter travado direito. Entrou água e meu cel morreu! L Enfim! Continuamos descendo e no fim a gente pula na água e vai nadando até a margem do rio Tibagi. Já estava bem friozinho nesta hora! Voltamos pra agência, trocamos de roupa e voltamos pro camping. Pessoal entrega um CD gravado com fotos tiradas por eles! Massa! A gente até curtiu este rafting, mas como o Rio está baixo, ele foi bem levinho, sem muita emoção! Turma do rafting! Banho de rio, mais uma vez! A noite no camping foi daquelas de doer a barriga de tanto rir! Churrasco, cerveja infinita e violão! Ninguém prestava, ficamos por conta das crianças, hahahahauaha! Fotos não publicáveis! Perto de amanhecer começou a chover! Chuvona... pessoal foi levantando pra arrumar café da manhã... eu me recusava, rs! Fiquei tentando dormir um pouquinho mais! Lá pelas 8h já estava todo mundo de pé e decidimos ir com chuva mesmo pro Canyon Guartelá. Quase todo mundo ali já conhecia o Canyon... os planos eram ficarmos na prainha do camping de manhã, almoçar da cachoeira puxa nervos e partir depois do almoço. Mas com chuva resolvemos ir pro Parque mesmo. Desmontar barraca com chuva é uma delícia né? E demoramos um tempão pra organizar A ZONA que estava nosso trecho do camping! Kkkkkkk Uma família resolveu partir antes, seguimos o restante pro Parque! Parou de chover e fizemos a trilha com tempo nublado, o que foi ótimo, se estivesse sol teríamos cozinhado! O Parque é maravilhoso... nas antigas dava pra acampar lá dentro, hj é proibido! Está super bem cuidado. A trilha auto-guiada dura uma hora a depender do ritmo. Te leva no mirante, cachoeira e panelões, onde é permitido banho. Se vc entrar em contato com o Parque antes dá pra fazer a trilha guiada, onde se chega em locais com pinturas rupestres e etc. É bem legal a guiada, mas desta vez fizemos só a básica! Não entramos nos panelões pq estava muito frio, mas demos um rolê dentro do rio com as crianças! Mirante do Parque Estadual Canyon Guartelá! A vista! Mais da vista na trilha! Trilha pra cachoeira! Cachu e passarela de pedra! Amada vegetação dos campos gerais! 😍 Panelões! Na trilha de volta um carro de apoio do parque pegou umas crianças e levou eles de carro lá pra cima... a subidinha final tava cansativa pra eles, kkkk... na verdade pra nós tb, tudo de ressaca, mas é a vida! Paramos pra almoçar na cidade cerca de 13h e depois cada um seguiu seu caminho. Um carro voltou pra Curitiba e o resto pra Londrina! Valeu demais essa aventura mas ficou gostinho de quero mais! Como Tibagi não é tão pertinho (dá umas 3h de viagem desde Londrina) quero voltar num feriado pra curtir mais coisas! Cachoeira é o que não falta! Se tudo der certo daqui 3 semanas tem mais uma! Hasta Luego!
  13. 1 ponto
    Você tem alguns lugares meio complicados de encaixar na mesma viagem. Eu começaria indo de Madrid para Paris, de avião. De Paris eu iria para a Itália, é melhor ir de avião também, pois é meio longe e demorado demais para viajar com criança pequena no trem. Os aeroportos mais próximos de Lucca são os aeroportos de Pisa e de Florença, você vai ter que pesquisar qual aeroporto tem os melhores preços e horários mais convenientes nos dias exatos da sua viagem. Depois eu iria de avião para Lisboa, você vai ter que pesquisar para ver qual aeroporto tem os melhores preços e horários mais convenientes, pode ser tanto Pisa ou Lucca, ou até mesmo Bologna se as passagens saindo de Florença estiverem caras demais. De Lisboa eu iria para Porto de trem. Depois de Porto iria para A Coruña via Santiago de Compostela usando trem/ônibus. E por fim finalizaria voltando a Madrid de avião, pois A Coruña fica longe pra caramba de Madrid, são umas 12 horas de trem e mais ainda de ônibus. Use o www.skyscanner.com para pesquisar qual companhia aérea tem o melhor preço e os horários mais convenientes, e o www.rome2rio.com para descobrir qual empresa faz o trechos terrestres. Mas prepare o bolso, alguns destes trechos podem ser meio caros, e a conta das passagens aéreas pode ficar bem salgada para este tanto de gente! rss
  14. 1 ponto
    https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/10/08/brasileiros-que-cruzam-americas-de-moto-enfrentam-ameacas-para-entrar-no-equador.ghtml
  15. 1 ponto
  16. 1 ponto
    Bom dia! Talvez a melhor forma para ir de Madri para Paris seja de avião. Procure alguma cia low cost. Lembre que as passagens mais baratas não dão direito a despachar bagagens e o despacho representa um acrescimo de quase 100% do valor da passagem já que as passagens são bem baratas. Isto tem a ver com o clima. Embora não seja mais inverno mas eu creio que ainda pegarão um pouco de frio, principalmente em Paris e isto demanda muitos agasalhos e a necessidade de levar malas grandes. Talvez uma boa dica seja vcs levarem umas duas malas grandes e o resto em malas pequenas, até pq irão estar com crianças. Isto lhes renderá uma boa economia nas passagens dentro da Europa. Sobre o trecho entre Paris e Lucca, sugiro que pesquise as opções de trem até Florença e veja se compensa mais ir de avião ou de trem. Considere as diferenças nos preços e os tempos de viagem. Como estarão com crianças talvez seja interessante irem de avião tb. Depois entre Lucca e La Coruna talvez o melhor seja irem de avião tb. Sobre a tomada de decisão entre ir de trem ou de avião, geralmente se recomenda o seguinte: Considerando que as estações de trem geralmente ficam nos centros das cidades e os aeroportos ficam mais afastados, uma viagem de até tres horas de trem significa mais ou menos uma viagem de uma hora de avião pois vc terá que se deslocar para e do aeroporto na sua origem e no seu destino. No trem vc não terá que pagar excesso de bagagem. Ah! Indo de avião terão tb os deslocamentos para chegar e sair do aeroporto. Em Paris, por ex, custa uns 11 euros do Charles de Gaulle até a Gare du Nord. Em Amsterdam é mais barato. Estas informações vc consegue com facilidade pesquisando na net. De uma pesquisada no site da OMIO. Para o periodo que vc vai ainda não terão passagens disponíveis mas vc busca para alguma data mais próxima só pra ter uma ideia mesmo.
  17. 1 ponto
    Olá pessoal! Infelizmente preciso me desfazer da minha tão querida biblioteca de viagem. Retirada no Bairro Paulicéia, São Bernardo do Campo ou envio por correio por conta do comprador. 1,000 Places to see before you die - R$ 30, em inglês A backpack and a bit of luck - R$ 15, em inglês, o livro tá bem judiado, mas dá pra ler tranquilo. Lonely Planet Argentina - R$ 15, em espanhol Lonely Planet Australia – R$ 15, em inglês Lonely Planet Bad Lands – R$ 30, em inglês Lonely Planet Brazil 4ª edição 1998 – R$ 15, Capa do jacaré, em inglês (para colecionar) Lonely Planet – R$ 15, capa da onça, em inglês Lonely Planet Brazil 5ª edição 2002 – R$ 15, Capa do por do sol, em inglês (para colecionar) Lonely Planet Brazil 2ª edição 1992 – R$ 15, capa dos barcos, em inglês (para colecionar) Lonely Planet China – R$ 15, em inglês Lonely Planet Colômbia – R$ 15, em português Lonely Planet California – R$ 15, em português Lonely Planet Dubai – R$ 15, em inglês Eat, Pray and Love – R$ 15, em inglês Lonely Planet Inglaterra – R$ 15, em inglês Lonely Planet India – R$ 15, em inglês Guia India Tourist and Travel Guide – R$ 15, em inglês Frommers Italia – R$ 15, em inglês Kailash Manasarovar – R$ 20, em inglês La vaca sagrada – R$ 20, em espanhol Lost City of Incas – R$ 30, em inglês Lonely Planet Trekking in the Nepal Himalaya – R$ 15, em inglês On the road – R$ 20, em inglês South East Asia – R$ 20, em inglês Lonely Planet South East Asia – R$ 15, em inglês Viagem sem gafe – R$ 15, em português Lonely Planet Vietnã – R$ 15, em inglês
  18. 1 ponto
    Valeu pelo elogio brother. Sobre os gastos, a Islândia é um país super caro, muito mesmo. Os valores dependem muito da época que você vai e como você vai querer fazer o rolê. Eu fiz uns passeios por agência pq tava meio com medo de alugar carro no começo, mas como vi que não ia dar pra conhecer td que queria acabei alugando um e vi que sai bem mais em conta, mesmo estando sozinho. Sobre a camera, essas fotos são de uma gopro 5 que deixei estável com 15 a 30 seg aberta pra pegar a aurora, mas vi gente la tirar foto bem melhor de celular com aplicativos específicos pra isso. Como disse no relato, o foda de viajar sozinho é isso, você tem que se virar nos 30. Se tiver dúvidas mais específicas me chama lá no insta que vou ajudando no que puder -> @raonitoratti
  19. 1 ponto
    E aí galera, meu relato de hoje vai ser sobre Aurora Boreal de um jeito que quase ninguém fala por aqui e em lugar nenhum, já que ta na época dela e não é tão fácil assim de ver igual td mundo acha. Eu vi na Islândia ano passado e vou contar meu relato. Primeiramente, pra ver essa coisa linda você depende de alguns fatores como: tempo, dinheiro e sorte. Nessa ordem. Tempo você precisa tanto do seu tempo e paciência pra esperar como o tempo meteorológico, pq se não estiver com as condições legais, pode ter a grana que quiser que não vai ver. Dinheiro, pq você pode escolher do jeito mais barato (igual eu escolhi por 70 euros) e sair em excursão com várias pessoas que vai pra um lugar que nem vai ta rolando, ou pode pegar um 4x4 (300 a 400 euros) que vai te levar lá onde ela ta rolando seja uma beira de estrada, seja na pqp da trilha com neve. Sorte, pq se vc tiver e vc estiver no lugar certo e na hora certa, ela vai ta la e as vezes não vai gastar nada. No meu caso eu não tinha tempo (pq fiquei uma semana), não tinha dinheiro e tive uma sorte nos acréscimos do segundo tempo, e aí que começa meu relato: Cheguei na Islândia em dezembro do ano passado (20180 e peguei a excursão mais barata (70 euros) pra ir atrás da aurora de busão com umas 30 pessoas onde eles saiam da capital Reikjavik as 20:00 e ficava até 2 da manha parando em beira de estrada procurando. O tempo tava ótimo, mas como o busão não podia entrar mais pro meio das trilhas, não deu pra ver tão bem, mesmo ela estando lá e dando pra ver muito fraquinha, que foi onde eu tirei essa primeira foto super bonita. As vezes ela ta la e vc não consegue ver, mas a camera sim. Detalhe que eu fui o único que conseguiu uma foto dessas pq eu quebrei os protocolos e sai andando no meio do nada enquanto a galera ficou dentro do busao com frio. O bom das agências é que se vc não vê a aurora, você pode continuar indo nos próximos até conseguir, é só mandar um email. E foi isso que fiz. Na segunda vez, ninguém viu nada. Tirei dois dias pra fazer um road trip pelo país (super recomendo) e nesse tempo td mundo da excursão viu a aurora. Remarquei pro meu último dia no país, ficamos até tarde atrás dela e nada. Já era quase 2 da manhã qdo estávamos indo embora já e o guia do busão deu um grito "ela chegou". O busão parou e quando descemos ela estava lá, toda linda. A parte ruim é que eu estava sozinho, todo mundo ficava passando na frente da minha câmera (isso que é foda de excursão) e não consegui uma foto boa. A parte legal é que eu desencanei de fotos e fiquei sentado lá só vendo ela dançando pelo céu. Por mais que nas fotos ela fique bem mais linda, ao vivo não tem explicação No final, deu tudo certo, e dei check na lista -> Aurora Boreal É isso, quem tiver dúvidas sobre esse role ou algo da Islândia eu tenho tdas as informações de agências e aluguel de carro. Me chama no insta que aqui chega como spam e eu nunca vejo ->@raonitoratti É isso.. espero que tenham gostado.
  20. 1 ponto
    Oi Laura, tudo bem? Voce pode facilmente conseguir um Hostel em Waikiki por cerca de 30 - 35 dólares por noite. Se for viajar com mais gente, vale mais a pena pegar um airbnb. Estando no hawaii, as coisas não são tao caras assim.. da pra fazer muita coisa de bicicleta, andando mesmo , etc.. E uma viagem que vale muito a pena!
  21. 1 ponto
    Cara, sendo sincero, pessoalmente eu acho Londres mais barata do que Paris, Amsterdam, Bruxelas, Liverpool e Manchester. Depois da Suíça, Amsterdam é na minha opinião o lugar mais caro de toda Europa! O pessoal se assusta com o preço da Libra por R$ 5.30 contra o euro a R$ 4.70, mas esquecem que vão pagar uma quantidade menor de libras. Por exemplo, em Londres você consegue almoçar num pub, pedindo o prato do dia, gastando umas 12 libras (R$ 63,60) com certa facilidade, já em Amsterdam, se você conseguir almoçar por menos de 18 Euros (R$ 95,40) já tem que ficar feliz. Em Paris se conseguir almoçar por 16 Euros (R$ 84,80) também tem que ficar feliz. Ou seja, se alimentar costuma ser mais barato em Londres do que em Paris e Amsterdam. Na hora de fazer os passeios, tem basicamente 3 passeios que a maioria das pessoas faz onde você paga ingresso em Londres (London Eye, Madame Tussauds e Tower of London), o resto é de graça. Em compensação, Em Paris e Amsterdam, tirando olhar a Torre Eiffel a partir da praça e olhar os barcos passando nos canais, nada é gratuito, tudo é pago. Então geralmente as pessoas acabam gastando mais dinheiro com ingresso e passeios em Paris e Amsterdam do que em Londres. A hospedagem em Berlin é relativamente barata, mas em Amsterdam, Liverpool e Manchester eu tive bastante dificuldade em achar hospedagem barata, na época que eu fui, hospedagem nestas cidades estava mais cara do que em Londres. Isto sem contar o custo das passagens de trem até Liverpool/Manchester, elas não costumam ser baratas, todo mundo reclama das passagens de trem caras no Reino Unido. Agora em relação a ir a Berlin, de qual aeroporto londrino sairia este voo? Londres tem 6 aeroportos, e dependendo de qual aeroporto o seu voo sair, você gasta entre 10 e 40 Euros só para ir e voltar do centro até o aeroporto. E em Berlin, dependendo de qual dos dois aeroportos você chegar, você vai gastar outros 6 a 10 Euros para ir do aeroporto até o centro e voltar. Ou seja, esta passagem de 84 Euros, na verdade pode lhe custar 110 a 130 euros depois de incluir os deslocamentos até os aeroportos. Sendo sincero, o dinheiro que você vai gastar em passagens para ir até Berlin ou Liverpool/Manchester é muito maior do que você gastaria ficando os 7 dias em Londres. O "segredo" para economizar é você ficar mais tempo em cada local, para conseguir ter tempo de aprender como economizar, descobrir onde ficam os supermercados baratos, onde ficam os pubs e restaurantes baratos, ter tempo para gastar 1 hora andando a pé de um local ao outro sem precisar pegar um metrô por que você está com pressa, ter tempo para ir no supermercado comprar algumas coisas para preparar o seu jantar no hostel, e não precisar comer um lanche rápido na rua por que você está com pressa, etc... Ou seja, incluir bate-voltas durante a sua estadia em Londres não contribui em nada para baixar os custos, na verdade só vai fazer você mais dinheiro do que se ficasse o tempo todo em Londres.
  22. 1 ponto
    obrigada pela dica Estou indo em janeiro para Costa Rica e vou sair de San Jose e no caminho para La fortuna, paro no vulcão Poas.
  23. 1 ponto
    bate bola rápido Café da manhã reforçado em Nuremberg e saída pra Praga às 12:15. Chegada às 16:15. Gastos do dia: um sanduíche grande comprado na rodoviária para comer durante a viagem por 3.8 euros, já que todos os mercados de Nuremberg estavam fechados por ser domingo. Checkin feito em Praga, comprei um ticket de trem por 1 euro numa loja vietnamita, mais caro, mas tinha que chegar logo na loja de câmbio Exchange antes que fechasse. Troquei 30 euros, deu 756 Czk. Passei no mercado Billa e comprei a janta por 29.9 Czk ou apx 1.16 E. Gastos do dia: 3.8 e + 1 e + 1.16 e = 5.96 euros.
  24. 1 ponto
    Nuremberg é linda demais Pirem aí sair do calor de Barcelona pra pegar 0° aqui? A sorte foi que no último dia em BCN eu comprei na primark luvas, gorro, cachecol e uma calça moletom, tudo por 22 euros. O frio ta cortando demais aqui. Ps: ja fui na Oktoberfest, jaja conto
  25. 1 ponto
    Eu já perdi a conta de quantas conversas significativas tive com pessoas totalmente estranhas. Conversas com Yafit, a canadense; com Isabela outra canadense que conheci no meio da praça em Barcelona; com Latifa, uma médica marroquina de 45 anos, oncologista, numa mureta do castelo de Montjuic; com Katherine, médica grega no trem do aero de Munich para a ZOB; com Nelson, um alemão que falava um pouco de português, no ônibus a caminho de Nuremberg; com René, um El Salvadorenho que mora em Los Angeles atualmente e é meu colega de quarto aqui em Nuremberg. As pessoas e as conversas dessa viagem estão me transformando. Algumas delas vão ser "single serving friends" (Clube da Luta), mas que em nada tem a sua importância diminuída. Elas vem, preenchem e vão embora. Mas deixam valiosas lições. René, depois de uma longa conversa disse o seguinte para mim: "Você escolheu o melhor meu amigo. Sabe por quê? Você escolheu ser amigo de Deus. Esses advogados Mickey Mouse por aí, que ganham milhões e milhões não são amigos das pessoas. Não queira ter milhões, fama, nada disso. Queira ser apenas você. Seja apenas você"
  26. 1 ponto
    Olá Mochileiros! Sempre me perguntam por que utilizo o bastão de caminhada e a resposta é bem simples, ele ajuda MUITO na fadiga, principalmente das pernas. Porém, algo que fica mais difícil de passar, é como escolher o bastão de caminhada, principalmente pelo fato de cada atividade pedir um bastão diferente. Mas, encontrei esse vídeo, e acho que pode ajudar quem precisa: Se alguém tiver mais informações sobre bastões, bora compartilhar com os amigos mochileiros por aqui!
  27. 1 ponto
    Olá Mochileiros. Essa foi minha primeira viagem para fora da América do Sul e também meu primeiro mochilão. Esse relato não é só para compartilhar qual foi meu roteiro, mas para tentar ajudar outros mochileiros a terem experiências melhores que as minhas e também tentar transmitir o quando toda essa experiência me mudou positivamente. Escolhi a Itália por vários motivos, mas principalmente porque sou apaixonado por história e sempre foi um sonho conhecer as ruínas do império romano e porque sinto um grande carinho pela Itália, carinho que me foi transmitido através dos meus avós, bisavós e minha família de modo geral. Também existem outros motivos, como as belezas naturais e a arquitetura do país, a facilidade do Idioma, a culinária e os vinhos. Parti de Navegantes no Brasil no dia 09/Agosto/2019 durante a manhã e cheguei na Itália, após uma escala em Guarulhos e outra em Paris, dia 10/Agosto/2019 a tarde. Já havia feito a reserva e pago antecipadamente por todos os Hostels, também levava comigo 1.100 Euros e na minha mochila roupas suficientes para uma semana. Talvez vou estar sendo repetitivo, mas para mim algumas coisas foram essenciais nessa viagem, como: Power Bank, tampões para o ouvido, máscara de dormir, doleira, fone de ouvido, mochila de ataque, remédios simples de modo geral (Dipirona, Ibuprofeno, Plasil, etc), protetor solar e labial. São coisas simples, mas que fizeram toda a diferença. A forma com a qual eu vou escrever esse roteiro provavelmente vai ser diferente no decorrer dos dias, mas isto é porque a forma com a qual eu encarei essa viagem também mudou no decorrer desses mesmos dias. Alguns vão estranhar a quantidade de dias que eu passei em algumas das cidades, mas essa realmente foi a forma que queria viajar, aproveitando os lugares sem pressa. Principais cidades desse relato. Dia 01 - Roma - 10/Agosto/2019 A escala de Paris para Roma atrasou em consequência cheguei uma hora após o previsto, mas felizmente não havia comprado tickets de trem ou ônibus. Do aeroporto peguei um ônibus pela empresa TERRAVISION, o qual custou 7 Euros. Como era sábado não tinha trânsito e em 35 minutos estava na estação Roma Termini. Existem várias companhias que fazem esse serviço, o ônibus é normal, mas tinha ar-condicionado e custava menos da metade do preço do trem. De Roma Termini fui andando por uns 15 minutos até chegar no Hostel Free-Hostels Roma. Gostei bastante do Hostel, o staff era bem atencioso, os quartos eram limpos e possuíam camas no formato de ninhos, os quais traziam alguma privacidade, e também são realizados eventos todas as noites para integração entre os hóspedes. O hostel normalmente tem alguma promoção para quem fazer a reserva no site deles, no meu caso foi o café da manhã incluso (Tinha nutella hahah). Eventos da semana que não são seguidos a risca, mas da para ter uma ideia. A duas quadras do Hostel tem um supermercado com bons preços. No mesmo dia fui até lá para comprar uma garrafa d’água e alguns snacks para comer durante o dia. Já havia lido em outros relatos e realmente é essencial ter sempre uma garrafa na mochila, não só em Roma, mas em outras cidades da Itália existem diversas fontes de água potável e gratuita espalhadas pelo centro e bairros onde é possível reabastecer a garrafa e economizar uns Euros. Não muito longe do mercado também comprei um Chip de celular da Voda Fone por 20 Euros em uma loja da própria companhia. O plano para turistas tem um mês de duração, pode ser usado em toda a Europa e conta com um limite de dados de 35 GB, porém não consome os dados para o uso de chats e redes sociais, mesmo para vídeo chamadas pelo que eu pude perceber. Muito cuidado, recomendo não comprar no aeroporto ou rodoviária, nesses lugares o preço quase que triplicava. Dia 02 - Roma - 11/Agosto/2019 Começando a manhã visitando a feira de Porta Portese, a qual acontece todos os domingos. Não sei se existe um foco principal nos produtos da feira, mas haviam muitas barracas vendendo roupas e produtora baratos e de uso geral. Não é algo que me atrai muito e eu considero perdível, mas acabei encontrando e comprando uns livros usados e bem baratos para praticar a leitura em Italiano. Feira de Porta Portese Depois de lá segui andando até chegar na Isola Tiberina, cruzando as pontes em direção ao centro histórico começa o Gueto Judeu de Roma. Para quem gosta de história eu recomendo baixar Áudio Guias, no meu caso eu usei o aplicativo gratuito do Rick Steves durante esse e outros passeios, garanto que o local muda totalmente quando você sabe o que aconteceu ali. Também ouvi boas recomendações para comer lá, mas acabei chegando muito cedo para o almoço. Ali perto também estão o Pórtico de Ottavia e o Teatro di Marcellus. Perto do Pórtico existe uma descida que permite caminhar pelas ruínas, vale muito a pena. Não é necessário pagar nada ou enfrentar qualquer fila para acessar esses locais. Descendo pelo Pórtico de Ottavia Vista do outro lado onde é possível ver todo o Teatro di Marcellus Seguindo a direita um pouco mais a frente eu cheguei ao Foro Boario/Tempio di Portuno e da Bocca della Verità. Essa última tinha uma fila gigantesca de pessoas querendo tirar uma foto com a mão na boca da face esculpida no mármore. Segundo a lenda, se alguém contar uma mentira com a mão na boca da escultura, a sua boca fecharia na mão do mentiroso. A fila era realmente muito grande, portanto segui para o Monte Capitolino. A subida é um pouco cansativa, mas de lá é possível ter uma vista incrível das ruínas romanas e isso faz tudo valer muito a pena. No monte capitolino se encontra o museu capitolino, com uma coleção incrível de bustos, artefatos e até ruínas da Roma antiga. Talvez seja porque eu gosto muito da história de Roma, mas passei 4 horas lá dentro. Dentro do museu também é possível ter uma vista incrível das ruínas. Vista do Museu Capitolino Não entendo o porque, mas diferente de outros museus este não tem muita fila, acredito que vale a pena deixar para comprar o ingresso na hora e evitar de pagar a taxa de reserva online. Por fim, ali perto também estava o monumento Altare della Patria, um dos cartões postais mais famosos de Roma e com uma vista incrível da cidade. Para ter acesso ao terraço é necessário pagar, mas o último nível antes do terraço já oferece uma vista incrível e de graça. Monumento Altare della Patria Dia 03 - Roma - 12/Agosto/2019 Finalmente o dia de conhecer o Vaticano, como eu estava fazendo tudo a pé ajustei meu trajeto para passar em frente a Ponte Sant'Angelo e o Castelo Sant'Angelo, outro cartão postal muito famoso de Roma. Não achei que valia a pena comprar o ingresso para entrar, portanto fiquei somente no lado de fora observando as esculturas da ponte e o castelo em si. Fui alertado muitas vezes para tomar cuidado com golpes nessa região e no coliseu, talvez fosse muito cedo, mas nesse horário estava bem tranquilo e não vi ou presenciei nada do tipo. Ponte Sant'Angelo e Castelo Sant'Angelo Seguindo para esquerda por mais algumas quadras começava a entrada para o Vaticano, de longe já era possível ver que a praça São Pedro já se encontrava bem cheia. Chegando lá fiquei dando algumas voltas pela praça e logo me arrependi, a fila para entrar na basílica de São Pedro estava gigantesca. Depois disso corri para a fila, comecei a ouvir o Áudio Guia e meia hora depois estava dentro da basílica. Estava bem cheia, mas o lugar é incrível e vale muito a pena, seja você religioso ou não. Importante saber para poder evitar surpresas é que não é permitido ingressar na igreja com os joelhos ou ombros a mostra, nesse caso basta cobrir com um lenço, cachecol, echarpe para poder ingressar. Isso vale para todas as igrejas e catedrais famosas na Itália. Vista de fora da Basílica de São Pedro V Vista de dentro da Basílica de São Pedro Por 10 Euros é possível acessar a cúpula e o terraço e ter uma vista incrível do vaticano, mas a fila era bem grande e também no meu caso tive que sair correndo pois estava atrasado para a visita agendada aos museus do Vaticano. Quando cheguei na rua do museu me deparei com uma fila gigantesca dobrando a esquina, porém um funcionário logo me indicou que era a fila para comprar os bilhetes e como já havia comprado pela internet pude ir direto. Nesse caso, comprar de forma antecipada foi essencial para evitar horas de fila no sol. Acredito que eu tenha ficado pelo menos 3 a 4 horas dentro dos museus. Todas as salas são normalmente muito cheias, algumas quentes outras mais agradáveis, mas independente disso todas as obras, relíquias, tapeçarias, estátuas, tudo faz fazer a pena. Acredito que não só nesse, mas nos demais museus é essencial ter um áudio guia para aproveitar o máximo de tudo o que oferecem. Existem diversos gratuitos na internet, mas os museus também oferecem os seus e que são obviamente pagos. Uma das várias salas do museu, detalhe para o tamanho das pessoas e das esculturas. Por fim todos os caminhos eventualmente vão levar para a Capela Sistina, um dos lugares mais lotados e tumultuados do museu. Você vai se cansar de ouvir os funcionários pedindo silêncio a cada 5 minutos, também é proibido tirar fotos e eles vão te falar isso várias vezes. Novamente, é essencial ter um áudio guia para explicar cada parte dessa obra de arte em detalhes e prepara o pescoço para ficar um bom tempo olhando para o teto. Dia 04 - Roma - 13/Agosto/2019 Comecei o dia caminhando em direção ao coliseu, essa região é cheia de ruínas e é possível inclusive acessar algumas partes gratuitamente. Andei sem pressa parando para ler as placas informativas que os locais possuem e escutando o áudio guia. Não muito longe dali caminhei para a Igreja de Santo Inácio de Loyola, a igreja é bela mas o que impressiona mesmo são os afrescos, vale muito passa lá para dar uma olhada, é de graça e não é lotada de turistas. Igreja de Santo Inácio de Loyola Uma parte dos afrescos no teto da igreja. Continuei o passeio em direção ao Panteão, mas como sempre eu tento alterar meus trajetos para passar por outros lugares onde existe algum monumento ou ponto conhecido, nesse caso foram a Colonna di Marco Aurelio e o Obelisco di Montecitorio, a histórico por trás desses monumentos é algo único e quando você lê ou escuta sobre essas histórias os lugares mudam completamente. Mesmo antes de chegar no Panteão você vai perceber que está perto pelo número de pessoas, e nesse lugar eu diria para ficar bem atendo aos batedores de carteira e a golpes. Lotado de pessoas ou não, é uma obra incrível que deve ser vista, a fila é bem rápida e não é necessário pagar para entrar. Como é uma igreja eles pedem para que as pessoas naõ entrem com joelhos e ombros a mostra, mas o controle não era tão rígido quanto no vaticano. Panteão Tentei visitar a Basilica di Santa Maria Sopra Minerva e a Igreja di Sant'Agnese in Agone nesse mesmo dia, mas ambas estavam fechadas, a segunda fechou logo quando eu estava chegando, portanto é bom ficar atendo aos horários. No mesmo local da igreja está a Piazza Navona e la Fontana dei Quattro Fiumi, ao redor da praça existem diversos restaurantes, bares e algumas gelaterias. As fontes são belíssimas e vale a pena parar para comprar um gelato e ficar olhando cada detalhe das esculturas. Fonte do Mouro Fontana dei Quattro Fiumi e Chiesa di Sant'Agnese in Agone ao fundo Na volta para o Hostel ainda passei pela Piazza di Pasquino onde existe a estátua chamada de Pasquino, uma das mais famosas "estatuas falantes" de Roma, e pelo Campo de' Fiori onde existe uma pequena feira com preços bem turísticos. Por mais que andar pelas ruas de Roma é se perder no tempo e conhecer algo novo a cada esquina, eu percebi que depois desse dia eu estava andando demais e resolvi comprar o bilhete de 7 dias para usar o transporte público de Roma. É possível comprar em Roma Termini ou em algumas tabacarias, custa 24 Euros e da acesso a ônibus, metro e tram, basta validar no primeiro uso e manter com você para ser apresentado caso necessário. Com o ticket em mãos aproveitei para visitar alguns lugares a noite. Comecei com a Piazza di Spagna, conhecida pela sua escadaria onde as pessoas costumavam se reunir para interagir, beber e comer. Porém, recentemente a prefeitura proíbe e a polícia fica no local para impedir que qualquer um fique sentado nas escadarias, dali segui para a Fontana di Trevi. Durante o dia a famosa fonte é lotada de pessoas, mas a noite parece que ela fica mais cheia ainda, talvez porque a noite ela também fica ainda mais bela. Fontana di Trevi no stories Fontana di Trevi na vida real Dia 05 - Roma - 14/Agosto/2019 Dia de realizar o sonho de conhecer o Coliseu. Havia sabiamente reservado a visita para 15:00 para ter tempo de conhecer o Fórum Romando e Monte Palatino com calma e ainda almoçar antes da visita ao Coliseu. Comecei visitando as ruínas ao redor, na entrada para ruínas durante a manhã quase não havia fila para comprar o ingresso, que no caso é o mesmo para o Coliseu, portanto caso não tenha feito a reserva é melhor começar por aqui. Logo na entrada é possível ver o Arco de Tito, construído pelo imperador Domiciano para comemorar as vitórias militares da Primeira guerra romano-judaica e principalmente pela captura de Jerusalém. Arco de Tito Basta seguir caminhando pela Via Sacra para se deparar com várias outras construções e ruínas, portanto novamente é essencial um áudio guia. Os principais destaques para mim foram, além do Fórum Romano, a imensa Basílica de Constantino, que foi usada como referência para a construção das basílicas da igreja católica, a Casa das Vestais e o Templo de Vesta, dedicado a deusa Vesta e onde havia no seu centro o fogo sagrado e que era guardado pela vestais. Por último, o Templo de César onde seu corpo foi cremado. Casa das Vestais Depois dali segui para o Monte Palatino, é uma subida meio longa mas com uma vista incrível das construções e de Roma. Normalmente existem algumas exibições ou exposições de arte ou algum evento nas ruínas que estão acima do monte, dessa vez era uma exposição de arte moderna. Existem diversas ruínas, como do Palácio Tiberiano, que está relativamente conservado. Palácio Tiberiano No caminho de volta já dava pra ver as filas para comprar ingresso e entrar no Coliseu. Portanto eu considero bem importante comprar online e fazer a reserva, pude poupar algumas horas de fila no sol em pleno verão e entrar na hora marcada. Para quem quiser visitar o terceiro nível ou subsolo, também diria para fazer a reserva com mais de um mês de antecedência pois tentei comprar três semanas antes e já haviam esgotado. Ainda assim, visitando somente os níveis 1 e 2, o Coliseu é algo incrível. Coliseu Visto do Coliseu Dia 06 - Roma - 15/Agosto/2019 [EM CONSTRUÇÃO]
  28. 1 ponto
    Faaaaaaala viajantes e mochileiros, to aqui pra mais um relato com valores (do jeito que a gente gosta!) 🤩 Desta vez o destino escolhido foi BOM JARDIM/MT. Local ainda desconhecido por muitos e que só foi mais explorado depois que apareceu em uma reportagem na Ana Maria Braga em 2010. Devido a sua recente "descoberta" ainda existe alguns "impasses" para sua exploração. Um de seus empecilho para exploração é a maneira de se locomover... Existe um ônibus que sai de Cuiabá/Várzia Grande as 06:00 todos os dias com destino Nobres, de Nobres para Bom Jardim apenas 3x na semana. Por este motivo optamos pela locação de um carro já que para acesso aos passeios não existe o serviço de transfer (não existe nenhuma agência que faça este serviço no vilarejo, tentamos de todas as formas e localizamos uma pessoa que nos cobrou 1200,00 golpes para nos locomover por 4 dias 😅) então locamos um carro da categoria econômica, utilizamos os 4 dias de viagem e gastamos apenas um tanque de combustível pra todos dias ou seja metade do valor acima. Nos hospedamos na Pousada Cantinho de Casa que fica no vilarejo de Bom Jardim, fica próximo a mercado, restaurante, lanchonete e etc... (vale lembrar que Bom Jardim é um vilarejo beeeem pequeno então tudo é próximo) estávamos em 2 pessoas, então saiu 225,00 para cada (os 4 dias)! A agência escolhida para os passeios foi: GUARÁ TUR ([email protected]), fizemos 2 passeios por dia (todos os passeios tem a durabilidade de 2/3 horas). Boraaaa laááááá!!!! 02/08 SAÍDA DE CAMPINAS Saímos de Campinas com destino a Guarulhos com a Lirabus as 19:30 (por 💰 40,66) nosso voou tinha saída de SP as 23:45 com chegada em MT as 01:10 do dia 03. 03/08 – PRIMEIRO DIA DE VIAGEM Sem perrengue não é viagem nénom? 🤣🤣 então vamos lá Desembarcamos em Cuiabá e fomos na Localiza pegar o carro reservado, poréééééém tivemos um imprevistos na liberação... e depois de 1:30 conseguimos pegar o carro (depois de ter se desesperado, pensado em pedir carona, ir caminhando... enfim, Deus foi bondoso conosco e nos abençoou haha). Saímos de Cuiabá as 03:40 e partimos para Bom Jardim (155 KM) com chegada 05:15. Chegamos na pousada já corremos descansar para acordar as 08:00 e começar os passeios. Primeiro passeio: Flutuação no Vale das Águas que fica 23km de onde nos hospedamos, pagamos por este passeio 💰 80,00. O passeio dura cerca de 2/3 horas, com guia, vestimentas para a flutuação. Eles tbm fazem fotos e filmagem por 💰 50,00 (dividimos e ficou 25 cada). Tivemos mta sorte de sermos os únicos no horário que fomos então fechamos as fotos e tivemos um book só nosso 🤣🤩 LUGAR MARAVILHOSO E ENCANTADOR ❤️ Vale das Águas: Saímos de lá e fomos para o Rancho do Chapolin almoçar (fechamos com a agencia por 💰 35,00 q fica do lado da nossa pousada). O Chapolin é pura simpatia e fica vestido a caráter o tempo todo kkkk. Lugar super rustico e simples, comida caseira e equipe simpática, ah, não se assuste... você mesmo quem cobra o valores do seus gastos rs fica uma maleta com dinheiro no balcão, ele te fala o valor e vc paga, pega seu troco e vai embora 😅 (consumo no local 💰8,00) Depois voltamos pra pousada para descansar pois iriamos ver o pôr do sol no mirante no final do dia. As 16:00 saímos para fazer a Trilha de Quadriciclo no Mirante Recanto da Natureza pagamos 💰 120,00 golpes e foi mtttttttt massssssa, voltamos as 18:00. Mirante Recanto da Natureza: Saímos do passeio e fomos tomar uma ceva ☺️ e comer algo, local escolhido Lukinhas. (ceva e lanche 💰28,00). 04/08 - SEGUNDO DIA Saímos as 08:00 para encontrar nosso guia no vilarejo e seguirmos para a famosinha de Bom Jardim: Cachoeira da Serra Azul 🥰 ela fica dentro do SESC de MT e fica a 22 km no vilarejo, o caminho é 95% em estrada de terra. Chegando lá fizemos uma caminhadinha de 80 metros +- e subimos/descemos cerca de 470 degraus até a preciosa ♥ (o parque possui tirolesa, ciclismo e arvorismo... não fizemos nenhum) pagamos pelo banho na cachoeira 💰 125,00 já equipamento para flutuação incluso + almoço completo no restaurante do SESC (o melhor almoço que tivemos la, mtt bom). Sobre a cachoeira? SEM COMENTARIO né. PERFEITA e gelaaaaaaaaaada kkk Cachoeirada Serra Azul: Após o almoço saímos em direção ao Rio Triste para mais uma flutuação, pagamos 💰 90,00 com o equipamento incluso. Locamos outra câmera pra atualizar na flutuação (rachamos em 3, paguei 15,00). Rio Triste: Depois voltamos ao vilarejo e ficamos no balneário que possui na rua principal tomando uma cerveja ate dar o horário de seguirmos para a lagoa das araras. Saímos as 16:00 para a visitação na Lagoa das Araras, 💰 25,00 a entrada, a lagoa fica no próprio vilarejo e trás uma paz fantástica. Lagoa das Araras: Saímos de lá e fomos pro Espetinho da Marina jantar (espetinho gostoso e acompanhamentos caseiro, recomendo) 💰 19,00 total no jantar. 05/08 TERCEIRO DIA Acorda as 09:00 tomamos café e partimos para fazer a Flutuação no Reino Encantado que fica a 10 km da pousada onde estávamos fechamos o pacote com Almoço por 💰 120,00, chegamos la nos preparamos com os equipamentos, alugamos uma câmera (50,00 dividimos em 2) e fomos ao passeio. Retornamos e almoçamos la mesmo (gastos 13,00). Reino Encantado: Logo apos o almoço andamos mais 21 km ate o Bóia Cross Duto do Quebó o passeio durou cerca de 1:30 e pagamos 💰 85,00. O rio é bem calmo, beeeeeeeeem calmo mesmo, a emoção fica por conta da gruta que passamos por dentro, ele é completamente escura, sem iluminação e cheia de morcegos kkkkkk essa parte foi massa, do resto, eu esperava mais (fomos em baixa temporada então o rio não estava mtt cheio para ter mais adrenalina). Duto do Quebó: Ao retornarmos para a Vila paramos no Lukinhas para beber 😅 e jantar (comemos uma pizza, tomei açaí) gastei 40,00. 06/08 Quarto Dia Acordamos as 08:00 ja deixamos nossas malas arrumadas pois serio o último dia de viagem, tomamos café e fomos para a Flutuação no Aquário Encantado e no Rio Salobra que fica no mesmo lugar do dia anterior (11 km da pousada), mas é mtttttt diferente o local 😍 fechamos o pacote com Almoço por 💰 125,00 (gastei 8,00 com bebidas e 50/2 da câmera). Aquário Encantado: Depois do almoço andamos mais 5 km até o Balneário Refúgio da Água Azul para passarmos a tarde, pagamos 💰 30,00. É um balneário simples apenas para banho mesmo, não curti mtt rs mas é bonito o local. Retornamos para a pousada as 15:00 pois iriamos para o aeroporto as 16:00 demos carona para os gringos que estava na nossa pousada, gastamos 120,00 para encher o tanque novamente e devolvermos a locadora. E partimos para SP, chegamos em Guarulhos as 23:30 pegamos um bus para Campinas 00:30 e chegamos por volta as 2:00 em caaaaaaaaasa 🙏 Bom Jardim é um lugar incrível com pessoas encantadoras, ainda falta um pouco na infra estrutura porém quanto mais rustico mais eu gosto. EU AMEI tudo, os guias, a recepção, os lugares e os preços hahaha. Total da viagem: 2.106,00 Passagens Aéreas: 480,00 Transporte (bus + carro + combustível): 323,00 Hospedagem: 225,00 Passeios: 855,00 Alimentação e cevaaaaa: 135,00 Fotos e filmagens: 88,00
  29. 1 ponto
    Havaí é considerado um dos destinos turísticos mais caros dos EUA, sendo no geral mais caro que New York e Califórnia, que já são locais bem caros. Então não querendo lhe desanimar, mas Havaí é um destino caro pra caramba, é bom você já se preparar logo desde o inicio do planejamento da viagem para gastar bastante dinheiro.
  30. 1 ponto
    Rapaz.. eu tive que ver alguns videos no youtube de pessoas arrumando a mochila numa pegada mais minimalista. A grande lição desses videos é te fazer desapegar do pensamento "tenho que ter opções". Eu vou levar basicamente roupas pretas e brancas, que podem ser combinadas de várias maneiras. Os itens mais pesados já vão no meu corpo (bota, calça jeans e casaco). Ainda não pesei, mas numa arrumação de teste, senti que a mochila tá até leve. E qualquer coisa sempre é possível comprar alguma peça por lá, sem ter a paranóia de ter que sair daqui com tudo. Alguns videos que vi:
  31. 1 ponto
    PONTA GROSSA: Buraco do Padre, Fenda da Freira, Cachoeira da Mariquinha, Furnas Gêmeas e Canyon e cachoeira do Rio São Jorge Este já não é um rolê de bate-e-volta pra nós aqui do norte do Estado, é preciso um fds ao menos, se prolongado melhor ainda (fomos no sábado e voltamos na segunda-feira). Na verdade Ponta Grossa tem milhões de atrações de natureza, dá pra ficar uma semana inteira lá experimentando todas. A atração mais famosa é com certeza o Parque Estadual de Vila Velha, seguido de Furnas e Lagoa Dourada, tudo no Parque. Nestas já estivemos várias vezes antes, inclusive fizemos um trekking de lua cheia no parque anos atrás que foi muito bom! Então fomos lá atrás do “Buraco do Padre”, hahaha, que na verdade é uma furna com cachoeira dentro, lindíssima. O Buraco do Padre fica numa propriedade particular que tem outras atrações: trilhas, fenda da freira, toca do morcego (cachoeira) e estão implantando mais coisas, como tirolesa. O acesso se dá pela PR 513, o google te leva lá certinho! A entrada do Parque custa 20 reais. Compramos pela internet e ao chegar lá o pessoal informou que o sistema online está com problemas, que estão desaconselhando a compra desta forma... mas eu não sabia. Achei estranho mesmo pq não recebemos QR Code nem nada, só um email de confirmação... mas mostramos lá pra eles este email e deu tudo certo. O valor inicialmente informado dá acesso ao Buraco do Padre, Toca do Morcego e Formação Favo (que é uma rocha bem grande). Para a Fenda da Freira tem que pagar mais 20 reais (compre junto na entrada do Parque) pq ela é guiada. A trilha começa com uma subida íngreme mas depois fica bem tranquila. Vocês podem pensar “poxa, 40 reais tá caro”... e de fato não é baratinho, mas o lugar é SENSACIONAL. Os funcionários, guias, staff super simpáticos, o parque extremamente limpo e bem cuidado, tem parque infantil, lanchonete, mesas para piquenique, e apesar de muitas espécies exóticas invasoras plantadas (Pinus sp), a preocupação com o meio ambiente é nota 10. Trilhas suspensas para evitar o pisoteio, placas com identificação de algumas espécies de árvores e animais, lixeiras, enfim, VALE O PREÇO. Tb existem placas explicativas sobre a diversidade geológica local (meu amado arenito furnas) e a guia da fenda da freira tb explica outras coisas. Este passeio dura meio dia, a não ser que você queira ficar nadando eternamente no pocinho que forma na cachu ou outra coisa. Entrada do rolê Tudo arrumadinho e com estrutura pra criança Adoro Ele e eu! Uma mini fenda! Chegando no buraco! Cachu do buraco Sem piada, que buraco incrível, rs! Tava bem frio, mas o Gui encarou! Eu foquei nesse dinossauro! Continuando na trilha, agora mais íngreme e sem demarcação! Trilha Explicações, este passeio é guiado. Dentro da fenda, parece a frente de um navio. Turminha! A foto não tá boa mas é pra ter ideia da fenda! E por fim, fomos lá ver o buraco de cima! Eu até deitei no chão pra ver mais de perto mas não tenho fotos! Seguindo ainda tem essa cachuzinha, toca do Morcego! Saindo do Buraco do Padre fomos atrás de um lugar que se chama “Furnas Gêmeas”, que em tese fica na mesma estrada que leva ao buraco do padre, mas tivemos dificuldade em encontrar e passamos direto na estrada que tb leva à Cachoeira da Mariquinha. Tb é uma propriedade particular, tem camping e lanchonete. A entrada é 15 reais por pessoa mas está longe de ter a estrutura do buraco do padre. Não é uma zona, mas não tem o mesmo cuidado do parque anterior. A cachoeira é LINDA, e ainda estava nos esperando com um arco-íris! Cachu da Mariquinha com arco-iris Lindona! Já era quase 17h e a gente resolveu que ia tentar achar as furnas gêmeas. Voltamos na estrada de terra e fomos perguntando. Achamos a entrada das furnas, com uma plaquinha minúscula, que indicava que tínhamos que fazer o registro no “Refúgio das Curucacas”, uma “agência de ecoturismo” (me pareceu isso) próximo dali, na beira da rodovia. Fomos lá. A entrada custava 15 reais por pessoa, para visitação das 3 furnas (a grande e as gêmeas), mas como já era quase 18h a moça nos disse que só teríamos tempo de ver a grande, e nos cobrou só 5 reais por pessoa. A atração do lugar era justamente o pôr-do-sol que ocorreria em alguns minutos. Corremos lá. Achei as placas de indicação insuficientes, mas acabamos achando a furna grande. Ela é bonita, mas não é aquela furna tradicional que estamos acostumados a ver. É um paredão muito alto com floresta dentro de um buraco. Não impressiona muito. As gêmeas tb vimos de longe e achei ok. Tinha uns grupos fazendo trilhas, então acho que este é um lugar a ser explorado com guia pra ser mais interessante. Demos uma andada pelo local, tava ventando e muito frio... uma nuvem entrou na frente do sol e não teríamos forças pra esperar o nascer da lua, partimos! Afinal ainda tínhamos duas horas de viagem até Curitiba, onde estávamos hospedados com amigos, e a gente tinha saído de Londrina às 6h da manhã. EXAUSTOS. Furna Grande! No dia seguinte os planos originais eram subir o Itapiroca, um dos morros vizinhos ao Pico Paraná, o mais alto da região sul. Mas tava tão quente, mas tão quente, que achamos que seria muito sofrido. Volto com mais tempo pro Pico do Paraná completo (com Itapiroca e Caratuva). Acabamos indo a um local que chama “Canyon e cachoeira do Rio São Jorge”. Na cidade de Ponta Grossa tb, o google te leva lá sem problemas. Paga-se 15 reais por pessoa pra entrar. O lugar é incrível, mas se puder, evite os fds! É uma muvuca. Param mil carros com sons merdas e bem alto, todo mundo faz churrasco, enche a cara e fuma litros. Joga esse lixo em toda parte menos nas milhares de lixeiras! Por isso a entrada e o começo do passeio é deprimente... ser humano é patético! Tem uma placa dizendo que é proibido som, mas isso é totalmente ignorado, assim como todas as outras placas de coisas proibidas. Conforme vai descendo a trilha ainda tem aquele monte de gente bêbada jogando lata e bituca, mas conforme desce mais a coisa vai melhorando. A trilha até um certo ponto é por uma estradinha, depois, até a cachoeira, é trilha selvagem, sem marcações. Não desanime com o relato das disgraça acima, o lugar é LINDO. Daqueles que vc caminha por dentro do rio. A cachoeira é bem bonita e dá pra continuar tanto por dentro da água quanto por trilha por forma além dela, fizemos uma parte. Antes da cachoeira tem dois pontos onde dá pra nadar, poços profundos, mais de sete metros. Tb tem placas de proibido nadar, mas todo mundo nada, eu nadei, pulei da cachoeira de cima pro poço inclusive. Mas essa é aquela placa do tipo “eu não me responsabilizo se vc morrer afogado”. Na trilha selvagem até a cachu! Entre morros e rochas! Formações rochosas lindas! E vale a pena! Perambulando pra achar as costas da cachu! Por trás dela! Segue a trilha por dentro da água! Amo girinos, me julguem! Esse já tá com perninha! Na volta fomos ver a cachu de cima! Olha ela lá embaixo! Paisagem massa! E poços pra nadar em paz! Tem pontos de rapel na cachoeira e no canyon que quero voltar pra fazer. O rapel tem que ir com instrutor. Apesar dos pesares o lugar vale MUITO a pena! Quero voltar num dia de semana com um guia que conheci lá e tb fazer rapel. Eu conheci esse guia por acaso, eu seguia ele no insta, já tinha pedido umas dicas pra ele, e acabei encontrando ele sem querer lá no cânyon! Ele manja muito da geologia e arqueologia local, se alguém se interessar veja lá o perfil dele, é @clevertonbigaski É isso. Daqui três semanas tem mais uma programada, se virar volto aqui pra contar! Uma florzinha, ou melhor, uma inflorescência inteira, pra vc que me lê!
  32. 1 ponto
    Uma sugestão é tentar por couchsurfing.
  33. 1 ponto
    Fala pessoal, Eu sou formado em Belas Artes fiz bacharelado em pintura e licenciatura em desenho e hoje trabalho infurnado num escritório de engenharia. kkkkk... Acredito que o desejo pela liberdade é uma caracteristica humana, e hoje todos sonham com isso, mas dão o nome de fugir, discorrem sobre cansaço da rotina, corrida dos ratos, etc... isso pra justificar algo que é intriseco do homem. Recentimente comprei uma moto e farei minha primeira grande viagem, irei percorrer todo litoral nordestino. vou registrar tudo e depois montar um canal no youtube (me acompanhem lá). Mas isso é como uma droga vai sempre aumentando a distancia e o tempo de viagem. No momento tenho contas/dividas fixas então não posso largar meu emprego na engenharia, mas já começo a ensaiar as possibilidades. O que quero dizer é que todos aqui manifestam o mesmo desejo e só a coragem pode tornar não tão agradável um sonho, talvez pensar e ter pequenos drops fazer um ensaio antes seria bem interessante. Minha dica é comprem uma motoca e saiam pelo mundo em toda oportunidade que tiver. Esse ano vou pro nordeste, ano que vem uruguai, argentina, chile, bolivia e paraguai estão todos convidados. E como acontece aqui o que tem de mais bonito no mundo são as pessoas e amigos que fazemos pelo caminho.
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    Fiz uma viagem sozinha, por conta própria às Cinque Terre italianas, vilazinhas cravadas no penhasco com vista pro mar. Reuni informações pelo mundo (virtual e dicas italianas) e aqui deixo um relato com informações úteis A viagem foi em abril/2019, e o clima estava perfeito; um pouco friozinho, mas lindos dias de sol. Bastantes turistas por ser a semana da Páscoa, mas ainda assim muito menos que no verão. Saí desde Florença, no esquema day-trip, o que foi um pouco cansativo, mas era o que dava. A cidade base pra explorar as Cinque Terre é La Spezia, cidade um pouco maior que tem trens de Pisa e Florença, entre outros. Talvez uma opção interessante seria ir pra lá na noite anterior, dormir e começar os passeios cedinho. (Existem hostels a preços bacanas) Paguei €13,80 no trem de Florença até La Spezia, que demorou umas 2:30h. Comprei o bilhete nos totens da Trenitalia (Estação S.M. Novella em Firenze) mas é possível comprar online também. Acredito que, exceto em alta temporada, não seja necessário comprar com antecedência (comprei no dia anterior). Uma dica interessante: você compra o bilhete com o seu origem-destino, e dentro da mesma tarifa, pode pegar qualquer horário. (O meu trecho tinha aproximadamente de hora em hora, desde umas 5 da manhã até pra voltar umas 21 da noite) -Só não esquecer de validar o bilhete antes de entrar nos trens! Saí de Florença às 6am e pouco e cheguei antes das 9 em La Spezia, justo que as 9h abre o escritório de informações e vendas de Cinque Terre. Paguei €16 no Cinque Terre card, que dá direito a fazer as trilhas e andar nos trens entre as Terre durante o dia todo. Existem muitos trens entre todas as cidades o tempo todo, e os trechos são bem rápidos (são praticamente viagens de metrô rs) O card também dá direito a usar os banheiros e wi-fi de todas as estações de trem das Terre. Junto com o card é dado um guia com os horários de trens e mapinha das cidades. Existem algumas trilhas entre uma e outra cidade, mas aparentemente elas fecham de vez em quando para reparos etc. Verificar no centro de informações qual é a situação de cada trecho. Uma das estações de trem nas terre Vernazza vista do começo da trilha Comecei minha caminhada de Vernazza aproximadamente umas 10h e não vi muito da cidade. Quando fui, o único trecho aberto de trilha era entre Monterosso-Vernazza, um caminho subindo e descendo penhasco, que fiz em umas 2:30h os 4,5km. É uma trilha com muitos, muitos degraus e trechos estreitos e cheios de pedras, então não é muito simples de andar. Ainda assim, várias velhinhas européias estavam encarando a caminhada com seus walking pole rs. Achei chatinho que, por ser muito estreito, vários momentos tem que ficar parando pra dar passagem pras pessoas que vem no caminho contrário. As partes com vista bonita são principalmente o começo e o final, então fica a questão se vale a pena o esforço rs. Vista da trilha, e a cidade de Vernazza ao fundo A cidade de Monterosso é a maior delas e com melhor estrutura, com uma prainha, um centrinho com varias lojas e restaurantes etc. A propósito, achei bem caro pra comer em todas as Terre. Chegada à cidade de Monterosso, vindo da trilha Minha Terre favorite foi Manarola; os caminhos são bem fáceis e curtos e a vista é mais bonita. São as fotos mais famosas das Terre. Riomaggiore achei um pouco confusa de andar; não consegui achar um caminho específico pra algum mirador. Tem um castelo em cima de alguma viela perdida rs. Existe uma trilha muito curta beirando o mar entre Manarola-Riomaggiore, chamada Via Dell'amore, mas estava fechada para reparos quando fui. Fico devendo informações sobre Corniglia, que não passei Voltei pra Florença umas 18:30h, tive que fazer uma baldeação de trem na cidade de Pisa. Em geral, foi um bate-volta bem cansativo, por causa da viagem de trem desde cedinho, e o dia inteiro de sobe-desce montanha, mas valeu a pena conhecer esse lugar tão lindo e diferente. Manarola, vista de algum dos vários miradores (Mapa retirado da internet; todas as fotos foram feitas com meu celular Galaxy S8 e são #nofilter)
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    Pretensão de ir Egito pós outubro de 2020 ( melhores meses com temperaturas mais amenas), nada definido com exatidão, dependendo de fatores, um deles valor passagens aéreas. Estimando em 10 dias no país. Se interesse de cia para viajar, aceitando sugestões de itinerários, inclusão de outros países próximos, datas e etc.
  36. 1 ponto
    Estou a procura de cia para viajar pelo Egito Meu nome é Simone [email protected]
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    Na semana anterior à Páscoa, fui com meu namorado conhecer Capitólio e São Thomé das Letras de carro. Neste post vou contar APENAS SOBRE SÃO THOMÉ DAS LETRAS. Para ler o post de Capitólio clique aqui. Saímos de Capitólio no domingo de manhã e levamos mais ou menos 4h (+ paradas para abastecer e fazer xixi). Vou detalhar tudo para vocês. Saída de Capitólio: +- 10h da manhã Chegada em São Thomé das Letras: +- 14h São Thomé das Letras Sabe quando vivenciamos momentos que nos faltam palavras para descrever? Assim foi a minha hospedagem na Pousada Viva, em São Thomé das Letras. Ficamos hospedados do dia 14 a 17 de abril na Pousada Viva, pousada nova, construída há menos de 1 ano, e se está buscando paz nessa cidadezinha com muitas histórias místicas, céu estrelado, cachoeiras, grutas e um pôr do sol incrível, esse é o lugar certo. A Pousada não fica no Centro, fica na área rural de São Thomé das Letras, porém é facilmente acessível a partir da rodovia. Basta você colocar o endereço no GPS "Pousada Viva São Thomé das Letras" que não tem erro. Ela fica perto da Cachoeira Vale das Borboletas. Além disso, por ser na área rural, o contato com a natureza é maior e você ainda consegue ter uma vista linda da cidade. Fui recepcionada pelo Paulo, que é o proprietário e também mora lá. Ele me levou para conhecer a pousada e falou um monte de coisas sobre a cidade (o que fazer, onde comer etc). Também tive contato com a filha dele, o que trouxe uma sensação de confiança e amizade. O bom de ficar em uma pousada pequena é isso, essa sensação de cuidado, de que você não é somente mais um hóspede e foi isso que eu senti lá. Ficamos em um dos 4 chalés de madeira da pousada (cada um com capacidade para acomodar até 6 pessoas do mesmo grupo), que além de serem extremamente confortáveis, possuem decoração voltada para a região (filtro de sonhos, bruxinhas, gnomos, pedras, cristais, etc). Ao entrar, vemos a sala de conceito aberto juntamente com balcão americano onde atrás, dispõe de uma mini cozinha. Gente, eu achei a decoração linda! O Paulo realmente investiu tempo e dinheiro pensando em tudo para deixar seus hóspedes mais confortáveis! Acredita que, na varandinha na porta de entrada, tem uma sombrinha que os hóspedes podem usar nos dias de chuva? Olha que cuidado! A pousada possui TV com canais fechados (nem acreditei quando vi que tinha HBO e pude assistir ao 1º episódio da última temporada de GOT), caixa de som bluetooth, sofá-cama casal (onde dormimos todas as noites, pois era muito confortável e ficávamos vendo TV até tarde, ou seja, dormíamos), ventilador, extintor de incêndio, frigobar (com itens para consumo dentro), microondas, pia, utensílios (pratos, talheres, copos, panos, potes), taças para vinho (abridor de vinho), sensor de fumaça, secador de cabelo (daqueles bons), chuveiro a gás com ducha super gostosa (com controladores de água quente/fria), amenites (shampoo, condicionador, hidratante corporal, sabonete e touca para cabelo), toalhas de banho, além de 1 cama de casal Queen e 2 camas de solteiro, no andar de cima, onde também possui uma varanda com 2 poltronas para apreciar a vista linda da montanha ou até o céu estrelado nas noites de São Thomé. OBS.: A arquitetura dos chalés é estilo Suíço, com escadas que dão acesso ao quarto, mas como disse, não há necessidade de subir (caso haja pessoas com baixa mobilidade) pois o sofá-cama, cozinha e banheiros são no andar de baixo. O café da manhã é bem variado e gostoso! Quando eu fui tinha café, leite, suco natural de laranja preparado na hora, pão francês, pão de queijo, bolos diversos, sucrilhos, granola, iogurte, mamão, morango, queijo minas, muçarela e peito de peru. No último dia teve até salada de frutas! Lá também tem uma estrutura bacana para receber eventos, como casamentos por exemplo. Eles fizeram até uma mini boate. Tem um mirante para ver a vista linda e um “altar”. Além disso tudo, o ponto alto da Pousada Viva é a Pirâmide de Vidro, onde você pode meditar. Eu acabei dormindo com tanta paz! risos. Em frente a pirâmide tem uma fogueira para curtir as noites mais frias. Tudo muito místico e de muito bom gosto! PS.: Toda a água utilizada na pousada é potável! Tendo sua origem em poço artesiano e duplamente filtrada antes de receber seu tratamento energético embaixo da pirâmide. Ou seja, dá pra beber a água da torneira, galere! \o/ QUARTO DIA (14/04 - domingo): Chegamos e adivinha? Chovendo! Aff... Pois é. Enfrentamos alguns episódios de chuva em São Thomé, mas não deixamos ela estragar nossos diazinhos. Depois de conhecer a Pousada, ficamos na dúvida se íamos em alguma cachoeira ou apenas na cidade. Optamos por visitar a cidade para ver a neblina, uma verdadeira névoa que cobria TODAS AS RUAS, parecia que estávamos caminhando nas nuvens. rs Pois bem, não tínhamos vista de nada, então decidimos tomar um chopp, assistir à um Vasco x Flamengo que estava passando (sim, achamos uma TV passando clássico do Rio em Minas) e depois, por recomendação do Paulo, fomos experimentar o rodízio de pizza na pedra do Restaurante Ser Criativo. Demos sorte, porque esse rodízio só tem no domingo de 18h as 21h. Achamos muito bom e barato (R$24,90 por pessoa). Bebi uma limonada, mas eles possuem carta de vinhos nacionais e importados. Total da nossa conta: R$64. Os atendentes são jovens e muito muito muito atenciosos. Ficamos surpreendidos! Os sabores, provamos desde o convencional 4 queijos, até pizza de brócolis (eu amo ♥). Fomos os segundos a chegar (18:20h), mas mais tarde a pizzaria estava lotada, então cuidado para não enfrentar fila. Depois fomos assistir GOT na pousada (hahaha)! QUINTO DIA (15/04 - segunda-feira): No segundo dia acordamos com o tempo ainda feio, aproveitamos o café da manhã e fomos tentar fazer o nosso roteiro pré-definido. Ao lado da entrada para a Pousada, fica a entrada para o Vale das Borboletas, Poço dos Duendes e Cachoeira São Thomé. Conseguimos pegar todos muito vazios e aproveitar um pouco! O Vale das Borboletas é lindo e mesmo com o tempo feio vimos uma linda borboleta azul sobrevoando. O Poço dos Duendes fica bem perto e tem águas muito calmas e bem geladas. Na cachoeira São Thomé não conseguimos aproveitar, pois como havia chovido, as águas estavam turvas e bem corridas, parecendo uma tromba d'água, nem foto tirei. risos Logo depois, adivinha? Voltou a chover! Como estávamos em um carro baixo (que já tava tendo dificuldades para passar por lama), ficamos com medo de seguir o restante do nosso roteiro. Pois sim, São Thomé das Letras não possui asfalto, gente! Ou é chão de pedra ou de terra. Aproveitamos para ir almoçar na cidade. Caiu uma tempestade DAQUELAS que nos obrigou a ficar meia hora dentro do carro. HAHAHA Depois, fomos num self-service chamado Restaurante da Sinhá, e optei pelo sistema de peso (deu R$14 meu prato), mas eles também disponibilizam o famoso "coma a vontade" por X (não lembro quanto era). Comidas mineiras diversas, bem gostosas! Dois pratos cheios com uma cerveja de 600ml deu no total R$36,08. Quando saímos do restaurante, adivinha? SOL! Mesmo assim, optamos por dar uma passada na pousada e voltar para conhecer a Ladeira do Amendoim (onde os carros sobem a ladeira sozinhos) e a Pedra Furada, além de ver o pôr do sol no Cruzeiro/Pirâmide. Melhor escolha que fizemos, pois foi o único dia que o astro rei deu show! À noite, resolvemos conhecer o Alcázar Rock Bar. A entrada do local é muito bacana e vale a pena conhecer pela arquitetura do espaço, parece um castelo pequeno. Fomos bem recepcionados pelos funcionários, mas não havia nenhuma atração artística, apenas música ambiente (#chateada). O local possui uma mesa de pebolim, alguns jogos de mesa para grupos de amigos e sinuca. O cardápio é bem variado, e apesar do ponto forte da casa ser comida árabe, pedimos um filé especial da casa, com arroz e fritas (R$82) e duas cervejas (R$15 cada). O bife veio bem servido e delicioso, mas achei pouca batata por ser um prato pra dois. Os valores são bem acima dos restaurantes e bares da cidade, mas aí fica a gosto de cada um. SEXTO DIA (16/04 - terça-feira) Nessa viagem, o último dia foi sempre o mais aproveitado! Pelo medo de circular com o carro baixo pelas estradas de terra, que estavam encharcadas com a chuva, optamos por fechar um passeio turístico numa picape. Fechamos na Pousada da Matriz, bem na pracinha da cidade, e, me desculpem, eu esqueci o nome do Guia, mas eu tenho o telefone dele: (35) 9108-2068. Optamos pelo roteiro de Sobradinho + Cachoeira da Lua (R$130 o casal, aceita cartão) e nós amamos! ♥ Fomos juntos com um casal de São Paulo. A primeira parada foi a Gruta do Sobradinho. A entrada é paga (R$25 por pessoa), dá direito a uma galocha e o capacete. O lugar tem uma estrutura muito boa, restaurante, lojinha e uma piscina de água natural, bem como redes em volta (a estrutura é inclusa no valor). Nos juntamos a outro casal (de MG) e mais uns 100 metros de caminhada e chegamos a uma das entradas (ou saídas) da Gruta de Sobradinho. Ela possui uma formação moldada pelo trabalho da natureza durante milênios. A trilha da caverna é bem bacana: possui 110m de extensão, 6m de altura e 3m de largura, variando no seu interior, onde existem pequenos lagos. Bom e fácil acesso, uma brincadeira e um atrativo para tornar a chegada à cachoeira mais legal. A pequena queda d’água forma algumas piscinas em tom verde esmeralda. O primeiro poço tem um limite final feito pelo tronco de uma árvore, o que da a impressão de ter uma borda infinita. A primeira piscina é pequena e não é funda, da pé. A segunda é um pouco maior e boa parte da pé. A parte mais funda fica perto da pedra onde tem uma cascata. Mas não é perigosa. A caminhada, mesmo pequena, pode ser bem emocionante para pessoas que ainda não tenham tido esta experiência. O local tem uma ótima energia e o guia JJ, tem brilho nos olhos pelo que faz. Depois de aproveitarmos (e muito) os poços, ficamos um pouquinho na piscina de águas naturais, um charme só! Dica: Em um momento, no interior da gruta, nosso guia pediu para todos apagarem suas lanternas. Deu medo, mas foi de uma enorme paz! Ao final da travessia, saímos numa pequena cachoeira com grandes piscinões de águas transparentes. Recomendações: Não espante-se com os morcegos durante a travessia, leve roupa de banho para curtir a cachoeira e a piscina, depois do passeio. A segunda parada foi na Cachoeira da Lua. Essa cachoeira não é paga, ela é pequena em extensão, mas na profundidade pode ter até 7 metros. A água estava gelada, mas nada demais. Possui uma corda que dá pra balançar e se atirar na àgua, bem divertido para os corajosos, eu só posei pra foto mesmo, rs! Do outro lado da pista tem um restaurante a banheiros. Tínhamos que voltar para a cidade com o guia, e ficamos na dúvida se íamos com nosso carro ou não para as outras cachoeiras que era por ali perto. Como já tínhamos conhecido inúmeras cachoeiras em Capitólio, o medo de atolarmos venceu e resolvemos almoçar na Cantina O Alquimista. Adivinha? O casal de SP já estava por lá. Comemos um filé à parmegiana muito bem servido com arroz e batata (R$60 para dois) e dividimos algumas cervejas de 600ml (R$14 cada). Como tínhamos feito um grupo com os dois casais para repassarmos as fotos, acabamos convidando o casal de MG para se juntar à nós. Virou festa! Bebemos mais umas 30 cervejas (juro) e rimos MUITO MUITO MUITO. Acho que o garçom, que apelidamos de Príncipe, só não expulsou a gente, porque nossa conta era muito gorda, rs. Enquanto estávamos dentro do Alquimista, a chuva ia e voltava. Ainda bem que optamos por não ir às cachoeiras. Ficou o sentimento de querer voltar logo para conhecê-las! SÉTIMO DIA (17/04 - quarta-feira) Hora de ir embora! #triste Como íamos passar a Páscoa em Taubaté-SP, tivemos a ideia de passar um dia e meio em Campos do Jordão. E, logo pela manhã mesmo, após o café, partimos para lá.
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    Principais cidades visitadas: Montevidéu, Piriápolis, Punta del Este, Jose Ignacio, La Paloma, La Pedrera, Cabo Polônio, Valizas, Águas Dulces, Chuy e Colonia del Sacramento Itinerário resumido Dia 1) Brasília – Montevidéu: Avenida 18 de Julio, Praça Independência e rambla Dia 2) Montevidéu: Bodega Bouza, Mercado Agrícola, Palácio Legislativo e mirante da Torre Antel Dia 3) Montevidéu: Parque Prado, Jardim Botânico, Iglesia de las Carmelitas, Santuario Nacional del Corazón de Jesús (Iglesia del Cerrito), Cidade Velha, Teatro Solís, Parque Rodó e Pocitos Dia 4) Piriápolis: caminhada da Praia de Piriápolis até a Praia San Francisco Dia 5) Punta Negra e Punta del Este: caminhada na Rambla Gral. Artigas, farol e igreja Nuestra Señora de la Candelaria Dia 6) Praia Brava, Casapueblo e Praia Portezuelo Dia 7) La Barra, Jose Ignacio e La Paloma Dia 8 ) La Paloma: Bahía grande, Bahía Chica, Balconada, El Cabito e Solari Dia 9) La Pedrera, Barra de Valizas (Cerro de la Buena Vista), passeio no Monte de Ombués e Águas Dulces Dia 10) Cabo Polonio e Punta del Diablo Dia 11) Parque Nacional de Santa Teresa Dia 12) Compras no Chuy e deslocamento até Colonia del Sacramento Dia 13) Colonia del Sacramento e deslocamento até Montevideo Dia 14) Retorno a Brasília Informações básicas sobre o relato - Relato de uma viagem feita em família, totalmente fora de temporada, em um período ainda de bastante sol e de pouca gente nos lugares. - Nos deslocamos de ônibus entre Montevidéu, Piriápolis e Punta del Este. No último dia em Punta alugamos um carro que usamos até o final da viagem. - No relato você encontrará algumas avaliações de restaurantes, mas não espere referências de restaurantes de alta qualidade, com comidas caras. - No final do relato, encontrará a relação de locais onde nos hospedamos. Povo - Os uruguaios são muito simpáticos e educados de forma geral, exceto com argentino...hehehe Fomos bem atendidos e recebidos em todos os lugares. Câmbio - Trocar dinheiro no aeroporto na chegada é uma cilada. Troque ali só o que for estritamente necessário para o transporte do aeroporto até o hotel. Cotação no aeroporto: R$1 = aprox.. 6,90 pesos. - Mesmo no domingo, há uma casa de câmbio aberta durante o dia na Avenida 18 de Julio, entre a Praça Cagancha (a que tem uma escultura no meio da 18 de Julio) e a Rua Paraguay. Cotação: R$1 = 8,30. - Melhor cotação em Montevidéu: casas de câmbio na Avenida 18 Julio entre rua Julio Herrera y Obes e a Plaza Independencia ou na casa de câmbio próximo à Praça Cagancha. Muitas delas tinham o mesmo valor. Cotação: R$1 = 8,75. - Em Punta del Este encontramos na Av. Gorlero algumas casas de câmbio com a mesma cotação de Montevidéu. - Se no final da viagem, sobrar pesos uruguaios, deixe para trocá-lo no aeroporto, onde a cotação é a melhor para o câmbio reverso. Preços - O Uruguai de forma geral tem fama de ser bastante caro, porém isso é bem relativo. Em relação ao preço de hospedagem, se você não faz questão de hotéis sofisticados, você conseguirá sempre encontrar boas hospedagens por valores mais acessíveis do que os praticados no Brasil. Pelo menos isso foi o que verificamos durante o período de baixa temporada. - Em relação à comida, os preços no mercado realmente são bastante elevados (ex. 1 kg de banana a mais de R$ 10,00). Os preços de lanches simples na rua, em lanchonetes ou em padarias também costumam ser altos. Entretanto é possível comer bons pratos - especialmente os à base de peixe ou massas - em bons restaurantes pagando valores menores do que os de muitos restaurantes razoáveis do Brasil. - Em relação à bebida, o preço da cerveja é muito alto. Nesse caso não tem muito para onde correr. Em supermercados, o preço do litrão da Patrícia ficava geralmente em torno de 90 pesos (R$ 10 aprox.). Já em restaurantes, era raro encontrar por menos de 170 pesos (aprox. R$ 19). Em compensação, os vinhos são bem baratos. Em relação à água mineral, os preços também costumam ser bastante caros, mas dizem que a água de torneira do Uruguai em geral é potável (nós bebemos muito dela, mas só depois de esterilizar com uma SteriPen). - Em relação a transporte coletivo, os preços são mais ou menos equivalentes aos do Brasil. Compras e pagamentos - Na maior parte dos restaurantes há isenção de cobrança do imposto IVA para compras feitas em cartão de crédito. A redução na conta geralmente é de 18%, podendo ir a 22% ou ainda ser maior em alguns lugares se usar cartões Santader ou American Express (foram os que vi). Vale a pena optar pelo pagamento com cartão de crédito mesmo com o IOF que incide na operação. - Se for estender a sua viagem até Punta del Diablo/Parque Nacional de Santa Teresa, vale a pena ir à fronteira (Chuy) para comprar bebidas alcoólicas e talvez alguns cosméticos, calçados e roupas. Compramos bebidas absurdamente baratas lá e muitas das quais, como o Absinto 89%, impossíveis de achar por aqui. Comidas e serviço em restaurantes - Em muitos restaurantes se cobra uma taxa de cubierto, que é referente a pãozinhos de entrada acompanhados de um molho ou pasta do restaurante ou às vezes só de ketchup, mostarda ou maionese industrializada, além dos talheres e guardanapos (!!!). Geralmente eles informam no cardápio o valor da taxa ou colocam em placas na frente do estabelecimento que ali ela não é cobrada. É uma cobrança cultural abusiva, que também é praticada na Argentina. Se não quiser pagar, pergunte ao garçom se a taxa é cobrada antes de se sentar. - Além do cubierto, costuma-se cobrar 10% de serviço à parte (opcional). - Na maior parte dos restaurantes que fomos, além das opções com carne vermelha e frango. havia opções mais econômicas a base de peixe ou de massas artesanais. - Há Chivito em todos os lugares...para mim o Chivito é uma espécie de um grande X-tudo gourmet. - Experimente o licuado! Delicoso sucão de fruta grosso (smoothie); - Bolueños de algas é a melhor coisa que você poderá comer no Uruguai!!! =D - Sorvetes: os da El Faro (sorveterias em Atlántida, Piriápolis e Punta del Este) e da Chelato (no Mercado Agrícola) são deliciosos...os da Freddo também são, mas esses são argentinos e não uruguaios...experimente sempre um de doce de leite para ter um patamar de qualidade; no McDonalds tem uma opção deliciosa de topping com doce de leite da Lapataia, que pode ir em cima de um sorvete de doce de leite (normal de ruim para mim que nem os outros deles); - Alfajores: há de vários tipos em tudo que é mercadinho e padaria. Experimentamos os seguintes: 1) Lapataia – não gostei...gosto de biscoito de maisena muito em destaque e pouco gosto do chocolate e do doce de leite; 2) Portezuelo – também não gostei...gosto meio insosso de leite em pó; 3) de las Sierras de Minas – também não gostei muito...acho que a descrição é a mesma do Lapataia; 4) Ricard (de menta) – não curti...bem forte o gosto de menta e a cobertura de chocolate é bem sem graça; 5) Punta Ballena – exprimentamos quatro tipos diferentes (tradicional, triple, negro, branco), todos muito bons, com destaque para o negro; 6) Nativo Premium – excelente...bastante recheado e com cobertura de chocolate deliciosa; 7) Marley - alfajores bajoneros (comprado em Punta del Diablo) – muito bom...acho que foi o meu favorito junto com o Nativo...chocolate marcante e doce de leite muito gostoso. 1º ao 3º DIA) MONTEVIDÉU Dia 1) Chegamos em Montevidéu perto de 14h no domingo, dia 19/03. Do aeroporto para o Centro pegamos um ônibus da empresa Copsa, por 58 pesos por pessoa. Essa é a opção de transporte mais barata saindo do aeroporto com destino ao Centro e Ciudad Vieja. É um ônibus simples, de linha regular, sem espaço específico para guardar bagagem. Como era domingo e talvez um pouco por conta do horário, o ônibus estava vazio e foi bem tranquilo de carregar as bagagens no corredor. As outras opções de transporte da COT e da Cutcsa custam a partir de 174 pesos por pessoa. Dá para obter informações sobre as linhas de ônibus no centro de informações ao turista do aeroporto. O trajeto de ônibus até o centro levou uns 50 min. Deixamos as malas no hotel, que era próximo à Plaza Ing. Juan Pedro Fabini, e depois caminhamos pela Avenida 18 de Julio até a Praça Indepencia. A praça abriga em seu centro uma estátua de José Gervasio Artigas, sob a qual há um mausoléu, e tem em suas adjacências o Palácio Salvo (prédio que já foi o mais alto da América do Sul), a Porta da Cidadela (portal do período colonial onde se inicia a rua de pedestres Sarandí), a Torre Executiva (sede atual do governo), o Teatro Solís e alguns prédios modernos. A praça é um dos grandes destaques de Montevidéu. Retornamos pela Avenida 18 de Julio até a a Intendencia (Prefeitura), passando pela agradável Plaza ing. Juan Pedro Fabini, pela bela Plaza Cagancha e pela Fonte dos Cadeados. Depois paramos para almoçar-jantar no Bar Hispano, que ficava praticamente de frente ao nosso hotel. Pelas avaliações do Trip Advisor deveria ser um local econômico e com boa comida, mas infelizmente os pratos não eram tão baratos (370 pesos o menu) e foi onde descobrimos uma coisa triste na nossa viagem: a cerveja no Uruguai é bastante cara. Pedi um peixe assado e minha mãe e meu irmão pediram um menu com entrecotê. O peixe estava muito bom, já minha mãe e meu irmão não puderam dizer das entradas do menu e da carne, que estava bem insossa. Depois da refeição, descemos para a Rambla do Barrio Sur para curtir o final da tarde. Nessa época estava escurecendo depois das 19h. Uma coisa que nos chamou atenção era o tanto de gente que ficava ali nas ramblas lendo, mexendo no celuar, conversando em grupos ou simplesmente fazendo nada acompanhada sempre de um chimarrão uruguaio. Ao anoitecer voltamos para o hotel e assistimos um filme, tomando vinho Tannat comprado em um mercado no meio do caminho. Dia 2) Fomos de Uber até a vinícola Bodega Bouza para fazer a visita guiada de 10h30 (corrida do Uber: 410 pesos). A visita pode ser reservada pelo site ou pode ser agendada na hora (foi o que fizemos). Dura aproximadamente uma hora e é de graça, recomendando-se apenas a compra de uma garrafa de vinho. Fomos guiados por uma ótima guia que falava português muito bem. Ao longo da visita são apresentados pomares de uva e todo o processo de extração do suco e da fabricação do vinho. A visita se encerra em uma coleção de carros antigos. Após o passeio, há opção de fazer uma degustação de vinhos no restaurante (1200 pesos) e de almoçar no restaurante, que dizem que é um dos melhores de Montevidéu. Os preços e os horários de visita são encontrados no site da Bodega. Gostamos bastante do passeio e certamente recomendamos. Depois da experiência na Bodega pegamos outro Uber até o Mercado Agrícola, onde iríamos almoçar. Corrida do Uber: 400 pesos. O Mercado Agrícola é um antigo mercado, que foi reformado e reinaugurado em 2013. Tem duas ou três frutarias, lojas de eletrônico, de roupa, de material de construção, muitas lojas de produtos naturais, duas sorveterias, uma cervejaria local e alguns restaurantes. No almoço, optamos pelos seguintes restaurantes com respectivos pratos solicitados: a) FrescoMar: cazuela de pescado (290 pesos) - peixe ao molho, gostoso, mas com sabor muito forte e enjoativo depois de um tempo; b) Chekere Restobar: costillas de cerdo (290 pesos) - costela de porco com um arroz com feijão preto – a carne estava mto boa, mas o arroz estava um pouco oleoso; c) Cocoricó: pollo a milanesa (240 pesos sem refrigerante) - frango à milanesa - estava bom, mas era um prato bem simples. Depois de almoçar, tomamos sorvete na Chelatto...deliciosos, conforme já apontei no começo do relato. Em seguida fomos ao Palácio Legislativo (bem pertinho do Mercado) para fazer a visita guiada em seu interior. O Palácio por fora é monumental, mas é em seu interior que está grande parte da sua beleza, que é de deixar o queixo caído! A visita pode ser feita com guia que fala português, dura um pouco mais de 1 hora e as saídas ocorrem às 10h30 ou às 15h, de segunda a sexta-feira, sendo recomendado chegar um pouquinho antes para garantir vaga no grupo. Custo por pessoa: 90 pesos ou 3 dólares. Depois da visita, caminhamos algumas quadras até a Torre Antel, torre de telecomunicações situada próximo do porto de Montevidéu de onde se tem uma vista panorâmica incrível da cidade. As visitas são gratuitas e no site constava que ocorriam 2ª, 4ª e 6ª feira às 15h30, 16h, 16h30 e 17h e 3ª e 5ª às 10h30, 11h, 11h30 e 12h. Chegamos umas 16h40 e logo conseguimos subir. Pudemos ficar lá até quase 17h. No fim, achamos que não havia de fato um controle dos horários e que as subidas até o mirante aconteciam de acordo com a demanda. Em seguida retornamos de ônibus ao hotel. Custo da passagem de ônibus dentro de Montevidéu: 33 pesos por pessoa. Dia 3) Acordamos cedo para ir ao Parque do Prado, Jardim Botânico e Rosedal, localizados em um mesmo complexo no Prado, bairro com algumas casas enormes e bem bonitas, mais ao norte de Montevidéu. Acho que é um passeio que vale a pena apenas se tiver com tempo sobrando. O Parque do Prado não tem nada de mais; o Rosedal é simples, mas deve ser bonito na primavera; e o Jardim Botânico é legal, mas é bem simples mesmo em comparação com alguns parques urbanos brasileiros. Fizemos o deslocamento até lá em um ônibus da linha 427 que pegamos na rua Paraguay, no sentido do Prado. Próximo ao Parque do Prado, ainda visitamos a Iglesia de las (los) Carmelitas, uma bela igreja de estilo gótica, construída em 1929. Estava fechada, mas por sorte, enquanto estávamos tirando fotos na frente, um casal saiu da igreja acompanhado por uma funcionária da secretaria paroquial e nós pudemos entrar para conhecê-la por dentro. Talvez seja só questão de bater na porta ou tocar a campainha para abrirem a porta. Depois fomos até um McDonald’s, próximo ao Jardim Botânico, na Av. Joaquín Suarez, para pegar wi-fi e solicitar um Uber para ir ao Santuario del Cerrito de la Victoria (ou Santuario Nacional del Sagrado Corazón de Jesús). Avistamos essa grande igreja do mirante da Torre Antel no dia anterior e ficamos curiosos em conhecê-la. Custo do Uber: 110 pesos O Santuario é realmente imponente por fora. Por dentro tem uma arquitetura moderna com cúpulas altas. Vale a pena conhecer! Depois de algumas fotos na igreja, fomos andando até a Av. Gral. San Martín onde pegamos um ônibus à Ciudad Vieja (linha 396). Acabamos contrariando o motorista do Uber que havia nos falado que a região não era muito tranquila, mas como não identificamos nenhum risco, resolvemos fazer a caminhada até a parada e no fim foi tudo super tranquilo. Na Ciudad Vieja almoçamos no El Peregrino, um dos restaurantes do Mercado del Puerto. Escolhemos o restaurante basicamente pelo preço e porque gostamos do ambiente. Solicitamos uma parillada sem míudos (1290 pesos; com miúdos seria 1190). Para quem não sabe a parrillada tradicional é o churrasco uruguaio/argentino com frango, carne vermelha, morcela (linguiça de sangue), rins e intestino assados. A comida era muito farta e dava para quatro pessoas comerem bem. Meu irmão e minha mãe que têm o hábito de comer carne vermelha e frango, gostaram muito. > Uma dica se você não quiser usar cartão de crédito na viagem, mesmo com os descontos de 18% em restaurantes referentes à isenção de IVA, é levar notas de reais ao Mercado. Muitos lugares aceitam com uma cotação bem mais generosa do que a das casas de câmbio. Depois do almoço, percorremos a Ciudad Vieja passando pelo imponente Banco República, Iglesia San Francisco de Assis (infelizmente em reforma), Praça Zabala e depois seguimos pela rua de pedestres Sarandí até a grande e bonita Catedral Metropolitana. Por último fomos ao Teatro Solís, onde fizemos a visita guiada. A visita dura aproximadamente 40 min, com opção de guia em português, e vale muito a pena para conhecer a história do Teatro e os seus ambientes interiores majestosos. Custo (por pessoa): 60 pesos. Visitas 3ª e 5ª feira, 16h; 4ª, 6ª e domingo, 11h, 12h ou 16h; e sábado 11h, 12h, 13h ou 16h. Depois da visita pegamos um Uber até o Parque Rodó. Custo do Uber: 132 pesos. O Parque possui algumas esculturas interessantes, um lago artificial e muitos ambientes sombreados agradáveis, mas infelizmente estava todo em obras e não estava com boa aparência. Acho que vale a pena conhece-lo apenas se estiver de bobeira, sem nada para fazer. Depois fomos andando até a praia de Pocitos para curtir o final da tarde. Caminhada de pouco mais de 2 km. Pocitos, guardada as devidas proporções, me lembrou um pouquinho Copacabana com seus prédios de arquitetura modernista e com a sua calçada em que muitas pessoas praticavam esporte. Na extremidade da praia se encontra o disputado letreiro escrito “Montevideo”. Para fechar esse dia cansativo, pegamos um ônibus até o nosso hotel onde relaxamos, tomando uma cervejinha. Percepção geral de Montevidéu: a cidade, mesmo sendo a mais populosa do Uruguai é bastante tranquila, mesmo à noite, e agradável. Um ponto negativo apenas para a sujeira em muitas ruas. Dá para ir praticamente a todos os lugares usando transporte público, basta ter cara de pau e perguntar aos moradores sem medo de se enrolar no portuñol. 4º DIA) MONTEVIDÉU – PIRIÁPOLIS Depois do café da manhã, fomos até o Terminal de Tres Cruzes de Uber (138 pesos) e pegamos o primeiro ônibus da empresa COT com destino a Piriápolis. Custo por pessoa: 200 pesos + taxa de embarque de 13 pesos Depois de 1h45 de viagem, chegamos ao terminal de Piriápolis, onde pegamos um táxi até o nosso hotel, Gran Colonial Riviera, no finalzinho da praia de Piriápolis (custo: 110 pesos). Deixamos as malas no hotel e fomos caminhar pela Rambla de los Ingleses. Acabou que na empolgação andamos até o início da Playa San Francisco (aprox. 2,5 km). Fizemos o caminho apreciando as praias rochosas, impróprias para banho de forma geral, e as belas casas de veraneio ao longo da rambla. No caminho, infelizmente descobrimos que uma das atrações da cidade, a subida em teleférico até o alto do Cerro San Antonio, estava fechada, assim como quase todos os restaurantes. No retorno pela rambla, paramos para almoçar no Kiosko El Pescador, um quiosque simples, próximo a outros quiosques de pescadores. Pedimos arroz com polvo (310 pesos) e Brotola al Presidente (peixe pescado nas profundezas do mar uruguaio coberto por mariscos e molho de tomate – 395 pesos). Os pratos não eram fartos e a comida era gostosas, mas nada de excepcional. Depois seguimos pela rambla até a Praia de Piriápolis. Lá olhamos algumas coisas nas lojinhas que estavam abertas e paramos para tomar um sorvetinho na sorveteria El Faro, que tem sorvetes deliciosos. Vale pedir algum de doce de leite, como em qualquer sorveteria do Uruguai. Após os sorvetes voltamos ao hotel. 5º DIA) PUNTA NEGRA – PUNTA DEL ESTE Acordamos cedo, tomamos café e pegamos um táxi para Punta Negra. O custo da viagem ficou em absurdos 380 pesos. Há opção de ônibus até lá, mas não conseguimos informações no hotel e nem na internet. =( Punta Negra é um local bastante tranquilo, ainda com poucas casas e pouquíssimos restaurantes. A praia tem uma faixa de areia relativamente estreita e é bastante inclinada em diversos trechos. Foi onde dei o meu primeiro mergulho no mar na viagem. Achava que a água estaria congelante, mas não era tão fria assim. Na verdade, na maioria das praias do Uruguai que conhecemos a água era menos fria do que a de algumas praias do Rio de Janeiro e de Florianópolis. O maior problema é o vento...sim, venta muito em todos as praias. Depois de curtir um pouco a praia, resolvemos voltar para Piriápolis. Paramos em uma casinha de salva-vidas, por volta de 12h20, para saber sobre ônibus públicos e enquanto o pessoal buscava informações e tentava nos ajudar, eis que vemos o ônibus passando na rua. Azar! Hehehe Tivemos que voltar de táxi e pagar novamente aquele valor absurdo na viagem. Pegamos as malas no hotel e fomos ao terminal para pegar um ônibus rumo ao nosso próximo destino: Punta del Este. Acabamos pegamos outro ônibus da COT. Custo por pessoa: 116 + 10 pesos de direito de embarque. Percepção geral de Piriápolis (incluindo Punta Negra): a cidade é tipicamente de veraneio. Nesse período em que fomos a maior parte das coisas estavam fechadas. Particularmente eu não curti muito a cidade...talvez a expectativa criada tenha sido um pouco alta, especialmente em relação a Punta Negra. Depois de 50 min de viagem, chegamos em Punta del Este ainda no meio da tarde. Descemos com as malas até o hotel, deixamo-las lá e saímos para dar uma volta pela cidade. Primeiro fomos á área portuária, de onde vimos a Playa Mansa. Depois seguimos até a agradável praça que tem a Iglesia Candelaria – igrejinha azul bastante simpática – e o Farol. De lá descemos à Playa de los Ingleses e seguimos andando pela rambla até a Playa El Elmir, antes da qual há uma imagem da Virgen Candelaria. Depois de toda essa caminhada agradável, voltamos ao hotel. À noite saímos para jantar, comemorar o aniversário da minha mãe e assistir ao jogo Brasil (4) x Uruguai (1). Muitos restaurantes de Punta estavam fechados. Acabamos optando jantar no restaurante Miró Restô-bar, onde comemos uma boa Picada de mar (1300 pesos + 60 pesos por pessoa de cubierto). A Picada era uma grande e variada porção de frutos do mar e peixe. Estava muito boa, tirando o anel de lula que estava meio mole. Vale dizer também que a entrada (cubierto) era bem fuleira. 6º DIA) PUNTA DEL ESTE, CASAPUEBLO E PRAIA PORTEZUELO Tomamos café da manhã no hotel e depois fomos à Playa Brava, com direito a parada (obrigatória) para tirar fotos na escultura Los Dedos. Curtimos a manhã ali na Praia Brava, que, apesar do nome, proporciona um bom e tranquilo banho de mar. Depois fomos ao Terminal de Punta para pegar um ônibus com destino a Casapueblo. Pegamos um ônibus da COT às 13h30. Havia opção também de ônibus da Copsa às 14h. Ambos custam 68 pesos. São ônibus que depois seguem viagem a Piriápolis. Tentei obter informações sobre a linha 20, que vi citada em relatos na internet, e não souberam me informar nada no Terminal. Os ônibus da COT e da Copsa assim como os da linha 20 param na parada na Ruta 10, perto do Mirante de Punta Ballena, de onde se tem uma bela vista da praia de Portozuelo. Creio que quem está vindo de Montevidéu ou de Piriápolis para Punta del Este possa também descer nesse local. Desse ponto até a Casapueblo dá 30 min de caminhada em um ritmo tranquilo. Chegamos à Casapueblo muito cedo para quem gostaria de assistir o pôr do sol lá. Decidimos então tentar ir caminhando até a praia de Portozuelo. Descobrimos que por ali não seria possível e que teríamos que voltar todo o caminho, mas acabou que por sorte conseguimos uma carona com um casal brasileiro-uruguaio que nos levou até a praia, mesmo desviando completamente do caminho deles...todo o meu amor por pessoas aleatórias que cruzam nossos caminhos em viagens para nos salvar! A praia de Portozuelo é uma praia bem agradável. Se você estiver com tempo livre, vale a pena ir nela para dar uma relaxada. Depois de curtir a praia, retornamos por um caminho pela extremidade da praia, onde há uma rampa seguida por uma escada que desemboca numa rua já relativamente próximo da parada de ônibus onde descemos inicialmente. Se quiser ir à praia antes de ir à Casapueblo, o caminho é o seguinte: siga a rua em frente ao condomínio próximo à parada de ônibus, no sentido contrário ao da pista que vai a Casapueblo; vire depois na rua próximo à casa La Blanca e siga até a casa Le Roc...o caminho é ali a sua direita (ou à esquerda da Le Roc), passando entre essa casa e a casa vizinha. Acabou que assim que iniciamos a nossa caminhada à Casapueblo, no mesmo percurso que já havíamos feito, passou um micro-ônibus, que nos levou até próximo da casa. Custo do ônibus por pessoa: 33 pesos. A Casapueblo é realmente uma construção com uma arquitetura única e criativa elaborada pelo artista Carlos Paes Vilarró ao longo de mais de 35 anos. Abriga obras do artista, matérias jornalísticas e vídeo sobre a sua trajetória e ainda tem um espaço dedicado ao seu filho, um dos sobreviventes do famoso acidente aéreo com o time de rugby nos Andes. Eu particularmente achei o museu bem desorganizado e ruim de informações. Custo da entrada: 240 pesos. No final da tarde, há o “espetáculo do pôr do sol”. Os terraços da casa ficam lotados de pessoas afoitas para tirar fotos e registrar o belíssimo pôr do sol no horizonte ao som de uma poesia recitada pelo Vilarró sobre um fundo musical. Eu só não achei mais brega que o saxofonista com o Bolero de Ravel na Praia do Jacaré, mas sim o pôr do sol ali é realmente bonito demais! Para voltar tentamos pegar umas caronas, mas não conseguimos. Acabou que andamos até a parada e pegamos, às 19h30 aproximadamente, a linha 20 na parada do lado oposto da que descemos. Custou 43 pesos por pessoa e deu uma grande volta por dentro de Maldonado. Os ônibus das empresas Copsa e COT vão praticamente direto. À noite comemos na Bigote Food Truck. Local bem legal com opções de pizza, sanduíches, hamburguers, cerveja artesanal e umas coisinhas doces. Carinho, como quase tudo em Punta. Minha mãe e meu irmão comeram um chivito meio gourmetizado (350 pesos) e eu comi uma deliciosa hamburgesa vegetariana (280 pesos). 7º DIA) PUNTA DEL ESTE – JOSÉ IGNACIO – LA PALOMA Alugamos um carro pela manhã na Punta Car, em frente ao Terminal de ônibus. Das locadoras com possibilidade de devolução do carro em Colonia del Sacramento ou Montevidéu, essa foi a mais barata que achamos. Valor do aluguel Gol (carro mais barato disponível): 36 pesos para 6 dias ou 29 pesos para 7 dias + 40 dólares para entrega no aeroporto + 10 dólares para condutor extra. Saímos no carro rumo ao nosso destino inicial: José Ignácio. Passamos pela ponte diferentona Leonel Viera, entre La Barra e Punta, e depois passamos por dentro de La barra, com direito a uma parada na agradável Playa Montoya. La Barra tem várias lojinhas de artesanato, barzinhos e restaurantes. Tem muito mais cara de cidade de praia do que Punta. Segundo o menino que estava pegando carona com a gente, fica bastante lotada durante o verão, sendo bem difícil de trafegar de carro por ali. Percepção geral de Punta del Este: a cidade é bem diversa. Tem uns cantinhos com um clima de cidade pequena praiana e outros com cara de cidade grande elitizada. A Playa Brava até que é boa de tomar banho e me surpreendeu positivamente. Voltaria em outra época para curtir pelo menos um dia em La Barra. Por fim, de forma geral as coisas são bastante caras na cidade. Depois de 33 km de estrada, chegamos em José Ignácio. O destino é um balneário cheio de casas de arquitetura moderna e com umas das praias mais bonitas que conhecemos em todo o litoral uruguaio, a Playa Brava, com especial destaque para o farol que dá um charme a mais à praia. Depois de passar a tarde em José Ignácio, pegamos novamente a Ruta 10 com destino a La Paloma. No caminho dois destaques especiais: Laguna Garzon, bela lagoa onde havia muitas pessoas fazendo kite surfing, embelezando ainda mais a paisagem, e uma ponte em formato circular sobre a Laguna. Impossível não fazer paradas para tirar fotos. Após essa ponte há um trecho de estrada de chão até chegar a Ruta 9. Há uma outra opção de caminho que pega a Ruta 9 anteriormente. É um pouco mais rápida e evita a passagem pela estrada de chão. Não recomendo já que se perde a paisagem da Laguna Garzon e a ponte circular. Depois de 85 km de estrada, chegamos a La Paloma: uma cidade praiana bem tranquila com uma ocupação meio espraiada e boas opções de restaurantes, concentrados especialmente na Av. Nicolás Solari. Fomos direto à nossa hospedagem e depois saímos para jantar. Escolhemos para a refeição o restaurante Pio Nonno, onde recebemos o melhor prato de entrada da viagem, com pães caseiros e uma pasta de grão de bico deliciosa, tudo sem cobrança de cubierto. Escolhemos pratos com peixe (preço médio de 380 pesos). Acabou que não registrei quais eram os pratos, mas garanto que estavam todos deliciosos. 8º DIA) LA PALOMA Depois de tomar café da manhã na hospedagem, seguimos para a Baia Chica e Baia Grande: duas praias abrigadas, de água parada. Acabei não curtindo muito esse lado de La Paloma. Depois seguimos ao farol, de onde tivemos uma bela vista das praias e da cidade. Atenção: o farol fecha de 12h às 15h. Valor: 25 pesos. Em seguida fomos a Playa la Balconada, que é a que fica mais próximo ao farol. A praia é muito agradável e bonita, mas achei meio ruim para banho, já que afunda bem rápido. Depois de umas cervejinhas e de um almoço-lanche na praia, seguimos para a praia El Cabito (acesso ao estacionamento se dá na rua que tem placa do hotel Portobelo). Essa praia é uma piscina de água represada por rochas. Uma boa opção para quem não sabe nadar ou gosta de água parada. Após algumas fotos na El Cabito, demos uma passadinha na praia los Botes, para tirar algumas fotos, e seguimos para a praia Solari para curtir o final da tarde. Esta praia é uma continuidade da praia Anaconda, possui uma larga faixa de areia e é melhor para tomar banho do que la Balconada. À noite jantamos na pizzaria El Sargo. Os valores das pizzas giram em torno de 170-200 pesos. A pizza é basicamente a massa com molho de tomate e mais dois ou, se muito, três ingredientes. A maior parte das pizzas encontradas no Uruguai são simples como essa. Uma pizza no restaurante serve bem uma pessoa com fome e é gostosinha, especialmente por conta do bom molho, mas nada de excepcional. 9º DIA) LA PALOMA – LA PEDRERA – VALIZAS – ÁGUAS DULCES Saímos cedo com destino final em Águas Dulces. Demos uma desviada no caminho para conhecer La Pedrera: uma cidadezinha bem legal com uma rua central com várias opções de restaurantes e bares e um clima gostoso de cidade praiana. Infelizmente por conta do horário e também por ser período de baixa temporada estava quase tudo fechado na cidade. Demos uma paradinha na Playa del Barco para tomar um banho e tirar umas fotos. Gostei bastante dessa praia que tem esse nome devido a um barco encalhado em suas areias. Dica: procure tomar banho não muito próximo do barco, onde a correnteza é mais forte. Depois demos uma passadinha pela rambla próxima à Playa Desplayado e seguimos viagem com aquela vontade de voltar á cidade com tempo para curti-la. Seguimos na Ruta 10 tendo como o nosso próximo destino o ponto de saída para o passeio pelo Monte de Ombués, localizado km 267 da Ruta 10 logo após uma ponte – Agência Monte Grande, a única existente ali. No local o responsável pelo passeio, senhor Marcos, nos informou que era necessário formar um grupo de 6 pessoas ou fechar o barco pelo valor de 3000 pesos para nós três. Achamos caro e preferimos deixar para voltar mais tarde, às 15h, horário que segundo ele poderia ter mais gente interessada no passeio. Fomos então para Valizas, uma vilazinha bem simples, com casas rústicas e poucos restaurantes, que estavam fechados. Não sei se recomendaria ficar na vila, mas com certeza absoluta recomendo o que nós fizemos por lá. Estacionamos o carro em um estacionamento próximo à praia e fomos conhece-la. A praia tem uma larga faixa de areia que se estende até perder de vista em seu lado esquerdo. Do lado direito há uma bela lagoa formada pelo rio Arroyo Valizas, seguida por dunas que margeiam a praia. Olhando adiante sobre as dunas, avista-se algumas rochas que despontam na areia. Acabamos decidindo ir até uma dessas rochas que se situava no ponto mais elevado das dunas. Uma caminhadinha cansativa de uns 40 min, 1 hora, mas que foi bastante recompensadora. Dessas rochas elevadas se tem uma visão fantástica do Arroyo Valizas, do povoado de Valizas, da Laguna de Castillos, de Cabo Polonio e das ilhas de rocha no mar. Acabamos descobrindo posteriormente que esse ponto se chama Cerro de la Buena Vista. Depois dessa grata surpresa, voltamos ao carro e seguimos novamente ao local de onde sairia o passeio pelo Monte de Ombués. Dessa vez, para a nossa sorte, havia mais uma turista canadense e um americano que também queriam fazer o passeio...por sinal essa era a terceira tentativa deles de fazer esse passeio com outras pessoas. Acho que demos sorte! hehehe O passeio parte dali em um catamarã pelo Arroyo Valizas, passando por umas casinhas de pescadores, e segue por uns 20 min até o Rincón de los Olivera, propriedade do nosso guia Marcos, situada já próximo à Laguna de Castillos. Ao longo dessa rota de catamarã, aprendemos como funciona a atividade de pesca de camarão na região e conhecemos os nomes de algumas espécies de aves que avistamos. Partindo do Rincón de los Olivera seguimos por uma caminhada de mais de 1h de duração, passando por várias árvores conhecidas popularmente como "ombus" aqui no Brasil. Essas árvores são espécies arbustivas muito interessantes devido ao seu padrão de crescimento bem peculiar. Seus troncos e galhos são esponjosos e formados por sucessivas camadas de placas dérmicas que se destacam facilmente quando a planta é atacada por algum patógeno e com isso a planta forma padrões bem interessantes. Depois desse passeio pela propriedade, atravessamos o rio para conhecer uma reserva natural protegida pelo Governo. A reserva consiste em uma floresta mais densa do que a encontrada no Rincón com ombus, butiás e outras espécies botânicas. Depois de uma volta pela reserva, é chegada a hora de retornar ao nosso ponto de partida para o passeio. Considerei o passeio bem bacana. O guia Marcos tem uma paixão muito grande pela conservação do local e conduz os turistas com grande prazer. Acho só que o passeio poderia ser um pouco mais curto e talvez com alguma coisinha extra a mais...tipo placas informativas ou quem sabe um agradinho a mais ao visitante, como um suco de butiá ou alguma outra coisa da região. Em seguida dirigimos até Águas Dulces, cidade que seria a nossa base para pernoite. A cidade é bem agradável e tranquila. Tem uma feirinha de artesanato que deve ser bastante animada no período de alta temporada. Na rua principal há algumas opções de bares e restaurantes, que em sua maioria estavam fechados. À noite jantamos no restaurante Wahieke. Comemos gramajo (batata fritas com mariscos – 280 pesos), sorrentinos recheados com siri (310 pesos) e um prato de merluza com cogumelos e alcaparras (360 pesos). O gramajo estava bom, mas é muito enjoativo; o de siri estava bem gostoso, mas veio em pouca quantidade; e a merluza que estava boa. De forma geral a nossa avaliação foi positiva, mas se você for lá, é melhor ir sem expectativas em excesso. 10º DIA) ÁGUAS DULCES – CABO POLONIO – PUNTA DEL DIABLO Depois do nosso café da manhã no hotel, fomos à praia de Águas Dulces. A praia é ocupada meio desordenadamente por algumas casas que avançam muito sobre a areia. Eu particularmente não a curti. Depois da praia seguimos para Cabo Polônio, povoado situado em um parque nacional, cujo acesso se dá no km 264 da Ruta 10. O acesso ao parque só é permitido em veículos (jardineiras) autorizados com saída a cada hora e meia (9h30, 10h30...). Já o retorno tem saídas do povoado a cada hora (14h, 15h...). Valores: estacionamento – 190 pesos a diária e transporte ida/volta – 218 pesos por pessoa. O transporte leva aproximadamente 25 min até o destino. Cabo Polônio é um charmoso povoado com várias opções de hostels, restaurantes charmosos, casinhas em estilo mediterrâneo e outras com meio “hippie”, aliás este é um adjetivo que se encaixa para o clima de Cabo Polônio como um todo, sem desmerecer o lugar. Quando se pesquisa sobre Cabo Polonio frequentemente se encontra nos relatos adjetivos superlativos como “paradisíaco”, “maravilhoso”, “inesquecível”. Do meu ponto de vista é um lugar realmente muito interessante, mas meio superestimado. Digo isso porque as praias ali não são das mais bonitas, mas reconheço que o lugar tem um clima muito agradável. Passar uma noite ali em algum hostel, especialmente na época de alta temporada, deve ser garantia de boas amizades e de muita diversão. No nosso passeio, primeiro fomos ao farol, próximo do qual se avista alguns leões e lobos marinhos. Dependendo da época é possível também avistar baleias e outros mamíferos aquáticos se você tiver sorte. Depois seguimos para a Playa Sur, que é a mais próxima das casas brancas e é melhor a para banho em Cabo Polonio. Depois de comer algumas coisinhas e relaxar um pouco na Playa Sur, seguimos por dentro do vilarejo até a Playa Calavera, a qual tem algumas embarcações na areia, restaurantes e hostels próximos. Dela muitas pessoas seguem numa caminhada de 8 km até o Cerro de la Buena Vista ou até Valizas. Particularmente eu não curti muito essa praia. Depois de um tempo na Playa Sur, resolvemos pegar o transporte de volta à entrada do Parque e seguir, um pouco mais cedo do que prevíamos a princípio, até o nosso próximo destino: Punta del Diablo. Punta del Diablo se inicia como uma série de casas e mercados ao longo de uma rodovia, a qual mais adiante desemboca no centro da cidade, onde há uma boa concentração de bares e restaurantes. Almoçamos, já meio tarde, no restaurante Cont., situado próximo à Playa de los Pescadores. Na refeição pedimos uma Tabla del Mar (720 pesos) e um prato do dia, que neste dia era um peixe assado (250 pesos). A tabla é um misto de camarões, peixe e mexilhões empanados mais os deliciosíssimos boñuelos de alga. Como já falei no início do relato, boñuelos é uma das melhores coisas que você pode experimentar no Uruguai. O restante estava com um empanado meio grosso, que acaba roubando o gosto de tudo. O peixe do prato do dia estava satisfatório. Depois do almoço, paramos em uma barraquinha ali na rua da Playa de los Pescadores para tomar um licuado, bebida uruguaia que foi sugerida pelo garçom brasileiro que nos atendeu no restaurante. A bebida é um sucão grosso (ou smoothie) delicioso feito com frutas naturais. Valor: 100 pesos. Depois fomos para a nossa hospedagem. No caminho compramos uns pães artesanais de um casal que os estava vendendo em uma Kombi (ou seria um carro normal? Não lembro agora hehehe). Muito gostosos! 11º DIA) PUNTA DEL DIABLO – PARQUE NACIONAL DE SANTA TERESA Depois do café da manhã seguimos para o Parque Nacional de Santa Teresa, que fica a poucos quilômetros de Punta del Diablo. Infelizmente tivemos um pouco de azar e pegamos um tempo meio fechado pancadas de chuva neste que foi o melhor destino de toda a viagem! Acessamos o parque pela sua primeira entrada e fomos primeiramente ao Mirador Mangrullo (dispensável já que a vista lá não é muito boa). Depois seguimos até a Playa Grande, a qual tem uma faixa de areia bem larga. Do meu ponto de vista é a menos charmosa de todo o Parque. Depois seguimos para a zona do Parque que reúne o Invernáculo, com várias espécies de plantas de todos os continetes; o Sombráculo, com plantas subtropicais e um aquário; e o Rosedal, jardim com aproximadamente 300 espécies de rosas. Por ali há também um acesso para um mirante de aves que fica próximo a um lago, que vale a pena ser conhecido devido à sua bela paisagem. Em seguida, fomos a Playa del Barco, praia lindíssima, com bastante vegetação no entorno, mas infelizmente chegamos nela embaixo de chuva forte. Depois seguimos para a Playa Achirras. Recomendo entrar nela pelo acesso logo depois da Playa del Barco. Bela praia, mais curtinha que as outras. Por último fomos a Playa de la Moza. Essa é a que tem mais infraestrutura nas proximidades, com restaurante, grande estacionamento e área de camping. Alguns a consideram a melhor e mais bonita do Parque. Difícil de dizer. Talvez eu fique entre ela e a Playa del Barco. Depois de um tempinho passando muito frio na Playa de la Moza e sem coragem alguma para entrar na água, seguimos para a Fortaleza do Parque Nacional. A Fortaleza é um grande forte construído em 1762, que teve um papel chave nas lutas entre espanhóis e portugueses pelo domínio da região. Após o seu abandono no século XVIII, a Fortaleza foi recuperada nos anos trinta. Seu acesso fica a apenas 500 metros da Rodovia 9, logo após a entrada do Parque. (informações retiradas de http://www.uruguai.org/atrativos-de-santa-teresa). A Fortaleza fica aberta das 10h às 18h diariamente (melhor confirmar durante sua viagem) e entrada custa 40 pesos por pessoa. Nos seus aposentos há exposições ilustrando as atividades que eram executadas em seus interiores. Ao longo do passeio há placas com informações sobre a sua história, sobre os conflitos entre uruguaios e portugueses e sobre a organização das tropas. Também há uma exposição de maquetes de várias fortalezas que existiram no Uruguai. Infelizmente toda a parte expositiva é meio fraquinha e as informações expostas deixam muito a desejar. Depois de conhecer a Fortaleza, fomos conhecer a Laguna Negra, que fica fora do Parque Nacional e a qual se tem acesso por uma estrada de chão do lado oposto da Ruta 9 ao sair do Parque. A laguna é imensa. Fomos até o final da estrada de chão que a ladeia. Nesse ponto há um pequeno estacionamento e uma área arborizada, onde aparentemente muitas pessoas acampam. Acho que é dispensável conhecer a laguna, a não ser que você esteja de bobeira e queira acampar em sua beira. Depois retornamos para Punta Del Diablo e almoçamos no restaurante Convey Mirjo próximo a Playa de los Pescadores. Minha mãe e meu irmão pediram carne napolitana (espécie de bife a parmegiana - 760 pesos para duas pessoas) e eu fui de peixe com alcaparras (450 pesos). Os dois pratos estavam muito gostosos. Depois do almoço fomos à Playa del Rivero, curtir mais um friozinho na praia. Hehehe Na volta, compramos uns churros numa carrocinha que fica no estacionamento perto da praia e seguimos para a nossa hospedagem. Havia vários recheios de churros diferentes (abóbora, pêssego, morango, queijo, abóbora etc, além do tradicional doce de leite) – 50 pesos. Pegamos um de abóbora, que estava bem gostoso e outro de abacaxi, que estava meio sem graça. 12º DIA) PUNTA DEL DIABLO – CHUY – COLONIA DEL SACRAMENTO Saímos de manhã com destino ao Chuy, divisa do Brasil com o Uruguai. O Chuy é uma área livre de impostos onde é possível comprar por preços bem acessíveis bebidas (algumas não encontradas no Brasil), chocolates e alguns produtos como azeite, mostarda e conservas em geral. Falaram que seria bom para eletrônicos e roupas também, mas não achamos isso. Acabou que só compramos alfajores, bebidas e uns tipos diferentes de mostarda. Depois das compras, abastecemos o carro em um posto do lado brasileiro, onde a gasolina é muito mais barata do que em qualquer lugar do Uruguai, e seguimos rumo a Colonia del Sacramento em uma viagem de mais de 6h de duração. Rota escolhida: pegamos rota 9 até o seu fim onde encontra a rota 8; seguimos por esta até encontrar a rota 12; seguimos por esta até o seu fim onde encontra a rota 1; e depois seguimos por esta até Colonia. No caminho pagamos 5 pedágios a 80 pesos cada um. Chegando em Colonia, deixamos as coisas no hotel e saímos para jantar. Escolhemos a pizzaria La Mia Pizza. Ótimas pizzas com preços entre 135 e 165 pesos...bem em conta para os patamares uruguaios. A pizza é servida em tábua e não segue os nossos padrões de tamanho. Duas foram suficientes para ficarmos satisfeitos. 13º DIA) COLONIA DEL SACRAMENTO – MONTEVIDÉU Dia de dar uma volta por Colonia del Sacramento e curtir as suas ruas charmosas com construções históricas portuguesas. Colonia é tão pequeninha que dispensa roteiro. Dá para fazer tudo em menos de 5h tranquilamente. Então pode ser um destino bom para um bate-volta de Montevideu ou de Buenos Aires. Não deixe de passar no farol (acho dispensável subir nele), na praça principal e no portão da cidade. Ao longo do passeio pelas ruazinhas de Colonia, fomos também em três museus: Português, Municipal e Índígena. Há um passaporte único que dá acesso a esses e outros muesus a um custo de 50 pesos. O Português tem manequins e acervo do período colonial; o Municipal tem muitas informações de campanhas militares, da vida colônia com um razoável acervo histórico e uma parte dedicada a paleontologia e arqueologia...muitas informações mal organizadas em um prédio só...e o Indígena tem várias cerâmicas, utensílios e ferramentas de culturas indígenas que habitaram Colonia. As informações aqui também são meio mal dispostas e consistem basicamente em grandes artigos científicos e matérias jornalísticas coladas nas paredes. Resumindo: só vá aos museus se realmente estiver com tempo de sobra. Durante a nossa caminhada, fizemos um pit stop na cervejaria West Food, que fica numa esquina bem charmosa da Calle de la Playa. A cervejaria tinha uns combos de empanada com cerveja baratos, mas como estávamos ainda cheios do café da manhã, tomamos só umas cervejas artesanais uruguaias. Tomamos a IPA Atómica da Cabesas Bier, a Porter da Chela Brando e a Dubbel da Volcánica. Achei a Dubbel razoável, gostei bastante da Chela Brandon Porter e achei boa a IPA Atómica. Depois de caminharmos pelas ruazinhas pitorescas do Centro Histórico, resolvemos voltar para próximo do hotel e almoçar no El Palácio, que havia sido recomendado pela recepcionista do hotel. Não recomendo de jeito nenhum. A atendente do restaurante era bastante simpática, mas a comida demorou uma eternidade para chegar. Pedi um menu (450 pesos) com risoto de lula como prato principal e uma maionese de entrada. A maionese estava mais ou menos e o prato principal estava muito ruim...era basicamente um com arroz normal com umas rodelas de lula por cima e muito molho de tomate; minha mãe pediu uma carne milanesa, que estava OK (tbm não é difícil de errar carne empanada); e meu irmão pediu um peixe assado (320 pesos sem incluir o arroz ou batata), que estava meio oleoso. A única coisa que realmente valeu foi o chajá de sobremesa...uma deliciosa torta com doce de leite, pêssego em calda e merengue. Depois do almoço, pegamos as coisas no hotel e saímos de carro com destino a Montevidéu. Antes de pegar a estrada, demos uma passadinha na Plaza de los Toros...um antigo estádio de tourada, um pouco afastado do Centro e ao lado de um museu ferroviário...acho que não é imperdível, mas vale como uma curiosidade no roteiro, se você estiver de carro. Depois de aproximadamente 2h30 de viagem, chegamos em Montevidéu já à noite. Compramos lanches em um mercado e dormimos bem pouquinho, já que a gente tinha que estar no aeroporto às 4h15. 14º DIA) MONTEVIDÉU - BRASÍLIA Fim da nossa viagem! =( HOSPEDAGENS Montevidéu: Hotel Casablanca - San José 1039 – os funcionários e donos do hotel são muito simpáticos e atenciosos; o quarto tem geladeira e é simples, sem muitos luxos; há uma área de uso comum que pode ser usada a qualquer momento e onde tem café e chá à vontade; no geral tem um bom custo x benefício Piriápolis: Gran Colonial Riviera - Piria 790 – ficamos em quarto no andar superior, um pouquinho apertado e as camas não eram muito confortáveis; não tinha cortinas decentes para bloquear o sol na manhã; a wifi não funcionava no quarto; o café da manhã em compensação é muito bom, com uma boa diversidade de coisas. Punta del Este: Hotel Peninsula - Gorlero 761 – ótima localização; quarto agradável com camas confortáveis; na área externa tem uma grande piscina que estava vazia; o café da manhã é servido no café na parte inferior do hotel e é muito bom – saladas de frutas, medialunas doces e salgadas deliciosas, pães, suco e café. La Paloma: Serena del Lago – rua Botavara – simplesmente a melhor hospedagem da viagem; cama confortável, geladeira e fogão; na frente dos quartos há uma banheira com hidromassagem e na área externa tem uma piscina aquecida deliciosa; o único problema é a grande distância do centro. Aguas Dulces: Terrazas de Aguas Dulces - Calle De los Piratas S/N – hospedagem bem simples com uma cama e um beliche, fogão de duas bocas e geladeira; o café da manhã é basicamente algumas medialunas, chá e café. Punta del Diablo: Roots - Bulevar Santa Teresa Parada 3 – chalé de dois andares com o quarto na parte superior; a hospedagem é bem simples; tem geladeira, um fogãozinho de duas bocas e as camas ficam no chão; o carro pode ficar estacionado na frente do chalé; achei um pouco sujo; vale só se realmente quiser economizar. Colonia del Sacramento: Hotel Rivera - Rivera 131 – hotel muito bom; bom café da manhã, cama confortável e quarto espaçoso; só é um pouquinho afastado do centro histórico Montevidéu (último dia): Hotel Klee - San Jose 1303, Centro – ficamos apenas algumas horas nesse hotel e não podemos fazer uma avaliação mais ampla, mas gostamos do quarto; escolhemo-lo somente porque tinha garagem TOP 10 DA NOSSA VIAGEM 1º) Parque Nacional de Santa Teresa 2º) Palácio Legislativo de Montevidéu (visita guiada) 3º) Cerro de la Buena Vista em Valizas 4º) Playa Brava - Jose Ignacio 5º) Cabo Polonio 6º) Colonia del Sacramento 7º) La Pedrera 8º) Teatro Solís (visita guiada) 9º) La Paloma (com Playa La Balconada) 10º) Casapueblo
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