Ir para conteúdo

Mais curtidos da Semana


Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 11-10-2019 em todas áreas

  1. 2 pontos
    Olá, galera! Vou sair de mochilão pelo BR e América do Sul (roteiro incerto), sem data para voltar, estou com pouco dinheiro mas dinheiro não é o mais importante, podemos fazer grana pelo caminho, pedir caronas, dormir em albergues, acampar, etc. Sem mordomias. Quero mesmo é aventurar em todas as adrenalinas que puder, me divertir muito, amo cachoeiras, praias, natureza no geral. Sou de Minas Gerais, será meu primeiro mochilão roots. Adoraria companhia de pessoas dispostas a viver uma experiência apaixonante. Sempre com respeito e responsabilidade. Bora?
  2. 1 ponto
    Tô planejando circular o Brasil todinho. Saindo de Praia Grande SP. Sem pressa de voltar. Quem se interessar. Bora lá!
  3. 1 ponto
    Olá pessoal. Sou diabética tipo 1 (insulino-dependente) e sei que aqui no site tem mais de nós, haha, pois já recebi mensagens depois de colocar este tópico no ar! Embora não haja participação eu sei que muitos diabéticos ficam aflitos na hora de fazer grandes viagens! Portanto, vou relatar aqui o que já vivi e deixar o tópico aberto para manifestações e atualizações. USO DE SERINGAS/CANETAS DE INSULINA Até 2011 eu usava insulina da forma mais comum, com canetas e seringas, e além disso, tb usava (e ainda uso) glicosímetro para medir a glicemia capilar (ponta de dedo). Transportava tanto as seringas quanto as tiras, glicosímetro e insulinas na bagagem de mão, sempre com receita do médico. Nunca fui parada, mas nesta época tb não fiz nenhuma viagem internacional. HOJE: pacientes que usam este tratamento devem levar todos os seus insumos em bagagem de mão com a receita do endócrino. Se a viagem for pra gringa, receita em inglês. Se for uma viagem longuíssima que vc vai precisar de 60 seringas, sugiro despachar uma parte na mala de porão, ou utilizar canetas de aplicação, pois agulhas não fazem volume e não são tão visadas quanto seringas. Não esqueçam que a insulina em uso não precisa estar refrigerada, portanto não devemos nos preocupar com a refrigeração dela por 30 dias! USO DE BOMBA DE INFUSÃO E SENSOR DE GLICEMIA Desde 2011 eu uso bomba de infusão, que é um “pâncreas” artificial. Consiste em um aparelinho do tamanho aproximado de um maço de cigarro (comparação péssima, mas não me ocorre outra coisa, rs) que fica conectado ao corpo por um filamento de plástico e um cateter. Não pode ser removido. Além da insulina, quem usa bomba tem que carregar: o aparelho de glicemia, as tiras, cateter e cânula (trocados de 3 em 3 dias), reservatório de insulina (6 em 6 dias), bateria e tampas extras. Faz até um certo volume. Além de tudo isso, atualmente uso sensor, que é um outro aparelinho, este preso à pele. Monitora a glicemia através de um escâner. COMO TRANSPORTAR OS INSUMOS: na mala de mão! Para uma viagem de 30 dias é totalmente possível carregar tudo isto na bagagem de mão. Por segurança eu despacho a mesma quantidade na de porão. E O RAIO X? Pois é! No manual do fabricante de ambas as bombas comercializadas no Brasil têm recomendação de não expor o equipamento à radiação, mas em entrevista de vários endócrinos foi informado que podemos passar no detector de metal ou Raio-X do aeroporto tranquilamente, sem nenhum dano à bomba, radiação fraca. E de fato nunca tive problema com isso. Mas existem outros problemas... A bomba de infusão não apita em detectores de metal no Brasil, mas fora sim. Fui revistada em Barcelona, Zurique, Amsterdã (passei por scanner corporal)... etc. Nunca tive problema, nunca solicitaram as receitas e laudos que carrego, pois explicava o que era... mas hoje não faria mais isto. TRETA Em 2016 uma família inglesa ficou retida no aeroporto de Dubai pq a mãe não permitia que seu filho passasse pelo detector de metal com a bomba (frescura ou desconhecimento dela na minha opinião) e nem que a bomba passasse desconectada no raio-X. É claro que ficaram retidos! Isso até virou abaixo assinado de alcance mundial pedindo atenção das autoridades de aeroportos para o avanço da tecnologia em diabetes! Pra não correr este risco, nas próximas viagens vou desconectar a bomba na hora de passar no detector e botar na mala de mão, acho que é menos dor de cabeça. Principalmente nos aeroportos da Ásia que costumam ser bem rigorosos. E O SENSOR? O sensor é muito sensível, e uma vez retirado não conseguimos colocar de volta. Ele tem duração de 14 dias e é aplicado com aplicador específico. O problema aí não é o aeroporto embaçar, é estragar mesmo o sensor. E ele custa bem caro. O sensor é mais tranqüilo de ficar sem por um ou dois dias, pois ele é acessório ao monitoramento de glicemia capilar. Eu ainda não viajei com sensor pq é novo no Brasil, mas não quero correr o risco de ter que tirar ou dele estragar, vou me programar pra viajar sem e instalar sensor no destino. É isso! Por favor diabéticos, manifestem-se! Já tiveram perrengue?? Contem as histórias de vcs.
  4. 1 ponto
    Ahhh Veneza... Desde que assisti o filme O Turista com o muso Johnny Depp, esse destino entrou para minha listinha de coisas para fazer antes de morrer... Porém, por ser uma cidade conhecida pelo romantismo, fui deixando de lado já que vivo viajando solo (tá difícil um mozão kkk). No entanto, esse ano a oportunidade irrecusável surgiu! Com meu intercâmbio em Malta (pertinho da Itália), era a hora de conhecer a cidade das gôndolas!! Vou contar então o que fiz em 2 dias por lá, conhecendo muitos pontos turísticos e também pontos não muito conhecidos! Vou falar sobre coisas que legais que você faz de graça e outras que vale a pena gastar um pouquinho! E no final, estou passando dicas para não voltar falido!! Primeiro conselho que dou é: Veneza é a cidade perfeita para se perder!! Bater perna e andar sem rumo... Entrar e sair de rua e aproveitar as surpresas do caminho! Vamos lá ao roteiro: 1º dia Para iniciar o roteiro, nada melhor que partir do coração da cidade.. Piazza San Marco Ela é a praça principal de Veneza e considerada como salão de visitas da cidade! Muito popular pelo seu tamanho e prédios em seu entorno! A praça é considerada como ponto mais visitado de Veneza, então dá para ter uma idéia da quantidade de gente por lá né... Ao interessante sobre a praça é que ela é o ponto mais baixo de Veneza e quando a maré está alta, ela fica alagada transformando totalmente o cenário. Eu não sou fã de lugares lotados, mas a praça em si é tão bonita que vale a pena!! E fiquei um bom tempo por lá. Já que estamos aqui, o que mais chama atenção na Piazza San Marco, sem sombra de dúvida, é a magnífica Basílica di San Marco!! Ela é realmente grandiosa, acho que nunca vi nada parecido!! Uma arquitetura belíssima, considerada uma obra-prima bizantina fora do território do Império do Oriente. Para se ter uma noção de sua grandiosidade, a basílica possui 4 mil metros quadrados de mosaicos. A entrada na basílica é grátis, mas quem quiser entrar no museu é preciso pagar 5 euros e com essa entrada você tem direito de subir até o terraço e apreciar a vista. Para visitar o tesouro são mais 3 euros e a pá de ouro mais 2 euros. Continuando pela praça, contemple a Torre do Relógio, ou Torre dell’Orologio. Ele mostra as horas, dia, fazes da lua e zodíaco. No alto dele existem duas estátuas, um senhor e um jovem que batem as horas no sino representando a passagem do tempo. Nesse também está a figura do leão de São Marcos, um dos símbolos de Veneza. Ainda na praça, do outro lado do relógio, visite mais uma atração icônica de Veneza, o Campanário di San Marco. Essa impressionante torre possui 98,5 metros de altura, e claro, é o edifício mais alto da cidade! No alto do Campanário tem uma pirâmide, mais uma vez composta pelo típico leão e no seu topo a figura do Arcanjo Gabriel. Fonte: www.brandpress.com.br A entrada custa 8 euros. Ainda no entorno da praça, siga para o Palácio Ducale. O imponente edifício gótico, também conhecido como Doge’s Palace ou simplesmente Palácio do duque, foi construído como castelo fortificado, depois acabou sendo utilizado como prisão e fortaleza, então como sede do governo de Veneza e por fim, hoje é um importante museu. Quem deseja conhecer mais sobre a historia de Veneza, a visita é uma boa pedida. Um fato interessante é que o famoso escritor Casanova foi prisioneiro do local em tempos antigos e conseguiu fugir pelo telhado. O ingresso custa 19 Euros. Depois da visita ao palácio, atravesse a famosa Ponte dos Suspiros, que ligava o palácio a uma antiga prisão. Desse fato saiu a lenda sobre o nome da ponte, que dizia que os prisioneiros davam seus últimos suspiros de liberdade quando passavam por ela. Já em frente ao Palácio, caminhe pela super movimentada avenida Riva degli Schiavoni e aproveite para tirar fotos nos pontos de estacionamento das gôndolas. Dali você também terá uma vista linda para a imponente Basílica de San Giorgio Maggiore. Essa é uma das vistas mais famosas de Veneza. Depois de passear e tirar fotos, siga em direção a Ponte Rialto. A mais famosa e movimentada ponte de Veneza e foi a primeira a ligar as duas margens do Canal Grande. Ela é linda, com muitos detalhes e uma vista linda! Possui duas rampas, onde em seu interior existem várias lojas. Atravesse ela para visitar o Campo San Giacometto, um antigo ponto comercial. E é lá também que fica a igreja mais antiga da cidade, a igreja de San Giacomo. Ela fica no coração de Rialto e possui um relógio solar. A visita no interior da igreja de San Giacomo é gratuita e achei a região bem agradável e tradicional. Dali volte para a direção do Grande Canal e passeie pela avenida Riva degli Vin. Essa margem e bem bonita e possui vários restaurantes e cafés italianos. O preço é salgadinho, como tudo ao redor do grande canal, mas com certeza vale a visita. * DICA: Durante todo esse caminho você vai passar pelo Grande Canal que é a maior via aquática de Veneza, mas também vai passar por lindos outros pequenos canais. Existem por volta de 150 canais cortando a cidade, cada um com seu charme e sua ponte. Vale muito a pena se perder entre eles. 2º dia Para o segundo dia reservei conhecer as partes menos turísticas de Veneza!! Iniciei meu dia no bairro mais genuíno da cidade o Cannaregio! O bairro é bem tradicional, onde você pode ver os costumes e cotidiano dos venezianos, sem muito movimento turístico! Passeie com calma, sentindo o clima! No bairro siga para o Gueto Judeu. Considerado o primeiro gueto hebraico da Europa, a região em um mergulho tradicional!! A região é linda e foi uma das coisas que mais gostei de fazer em Veneza. Por lá existem ainda restaurantes e lanchonetes que servem comidas e doces típicos judaicos. Um lugar no Gueto que gostei muito foi a praça Ghetto Nuovo, onde vi vários judeus bem tradicionais. As sinagogas do bairro foram construídas em meio aos prédios, sem alarde, sendo até difícil identificá-las. Depois do passeio, siga em direção ao bairro Castello e dedique um tempinho para conhecer o Campo Santi Apostoli. O lugar é lindo e super fotogênico!! Por lá você poderá visitar também a igreja Santi Apostoli, comer algum lanche em barraquinhas e tirar muitas fotos na ponte do canal da praça. Siga novamente para a ponte Rialto para atravessar o canal e seguir até a igreja Santa Maria dei Frari. Em frente a igreja, esta mais um belo campo de Veneza. Com uma ponte muito bonita! A igreja Santa Maria dei Frari é muito importante e abriga obras famosas, como uma escultura de madeira de São João Batista feita pelo famoso Donatello. O valor da entrada são 3 euros que ajudam na preservação da igreja. Esses foram os pontos que visitei, mas o que mais fiz em Veneza foi me perder e andar sem rumo. A cidade é linda e única... Cada cantinho aguarda uma surpresa! Dicas práticas para você economizar na sua viagem: Substitua o passeio de gôndola Muita gente vai a Veneza justamente para fazer o passeio de gôndola com todo seu misticismo romântico, porém, prepara o bolso. São 80 euros para mais ou menos 40 minutos de passeio pelos canais. Vale lembrar que esse valor é por gôndola. Mas para quem quer passear pelos canais, mas não quer gastar tanto, vale pegar um watertaxi para se locomover. Com isso você pode montar seu próprio city tour. Passeio panorâmico pelos canais fora da gôndola Mais uma dica é pegar a linha 1 do Vaporetto (transporte publico em Veneza) para fazer um passeio panorâmico pela cidade. A linha cruza as principais atrações da cidade. Lojas X barraquinhas Por Veneza você vai ficar maluco com tanta loja vendendo coisas lindas!! Desde souvenir até as famosas máscaras venezianas. Muitas lojas tradicionais vendem máscaras bem caras, mas se você não puder gastar muito e quiser trazer uma máscara de recordação, minha sugestão é comprar em alguma barraquinha de rua. Foi exatamente o que fiz, comprei a minha por 12 euros e ela é linda! Hospedagem Se não quiser falir se hospedando em Veneza, minha sugestão é ficar na região de Mestre ou Marghera. Eu fiquei no Camping Village Jolly em Marghera e valeu muito a pena!! Não se assuste com o nome camping, porque lá você vai ficar em uma casinha de madeira com banheiro e wifi! Além de ter uma linda e organizada estrutura, o camping oferece uma hospedagem barata, com restaurante e mercado dentro do local e ainda transporte de ônibus ida e volta para Veneza por 5 euros. Em 15 minutos eu chegava na estação de trem em Veneza, já pertinho da Piazzale Roma. Almoço e janta Veneza possui muiiiitos restaurantes caros, principalmente perto das atrações mais turísticas e entorno do Grande Canal. Para fugir disso, dê preferência aos restaurantes nas ruelas alternativas. Além de ter muitas opções de estabelecimentos que vendem pedaços de pizza, sanduíches e até kebabs.
  5. 1 ponto
    TIVE UMA IDEIA MALUCA Esse problema todo com a caça às bruxas da bagagem de mão está acabando comigo. Minha Forclaz 50L é um xodó. Foi minha primeira mochila de viagem E PASSEI BONS MOMENTOS COM ELA. Eu até nem me importo de perder ela num acidente ou emergência, essas coisas acontecem. Mas me apavora o fato de simplesmente deva deixá-la em casa e usar alguma outra mochila feia e sem graça na viagem que eu mais quero curtir. Pensando nisso, pensei em ME ARRISCAR E IR COM ELA NAS COSTAS. VOU LEVAR UM SACOLÃO, dentro da mochila... ela vai estar enxuta, bem magrinha, pra eles não reclamarem. MAAAAAAAAS se reclamarem, eu me recuso a pagar despacho. ALÍ, NA FRENTE DELES, eu tiro o sacolão(desses de plástico mesmo, de loja) coloco as roupas dentro, e aí com certeza vai passar na merda do gabarito deles. E A MOCHILA??? eu tiro o ferro que tem nas costas dela, ele sai facilmente, e assim você consegue dobrá-la no meio, como qualquer bolsa de tecido, ocupando quase nada de espaço. Eles não podem me proibir de passar com uma sacola de roupa, e nem impedir a passagem da mochila dobrada. Podem impedir de passar o ferro de sustentação??? Se eles quiserem inventar que aquilo "é uma arma", tudo bem, eu deixo o ferro de presente pra eles brincarem de espadinha, e chegando no conforto da minha casa, compro uma peça de reposição desse ferro na decathlon... O QUE ACHAM DA IDEIA??? pelo menos uma boa fanfic daria uhauahuaha
  6. 1 ponto
    Vim trazer o meu relato pessoal e algumas dicas para quem for a Cusco. Foram 8 dias inesquecíveis. Meu voo foi dia 27 de setembro, de Salvador na Bahia a Cusco foram 2 conexões (em Guarulhos e em Santiago do Chile), um total de 14 horas de viagem com conexões curtas (a maior foi 3 horas em SP, suficiente apenas para comer alguma coisa e seguir). Minhas passagens não incluíam bagagem, portanto viajei apenas com bagagem de mão, mas despachei ainda em Salvador pq não tinha espaço no avião (para meu alívio, a mala chegou sã e salva em Cusco). Cheguei em Cusco as 16h, peguei um taxi no aeroporto por 20 soles (o hotel chegou a pedir meus dados para o transfer, mas não confirmou e nem foi me buscar). Nesse primeiro momento fiquei no hotel Qolqampta, indico fortemente, local agradável, café da manhã ok, quarto confortável. A única desvantagem foi a localização, apesar de perto da plaza de armas, o prédio fica no topo de uma ladeira (tudo em Cusco é ladeira!), e num primeiro momento de aclimatação, seu corpo pode reclamar um pouco. Ainda no Brasil eu contratei a empresa Qorianka para fazer o passeio de Machu Picchu (o único que contratei antes de chegar la, dado a disponibilidade de ingressos). A noite Max da empresa estava me esperando para explicar como funcionaria o passeio mais aguardado da vida. Eu super indico a empresa. Preço ok, responsabilidade, compromisso, serviço de excelência. Foi ele que me indicou um lugar com melhor câmbio para comprar soles, os melhores lugares para comer, foram eles que compraram meu boleto turístico. Literalmente, fazem de tudo para nos sentirmos confortáveis e seguros. Acabei comprando os outros passeios com eles. Dia 28 - reservei o dia para me adaptar a Cusco, conheci o mercado San Blas, o Mercado São Pedro, comprei soles e orcei os outros passeios. Dica importante: usem protetor solar! O clima em Cusco no geral é frio, a noite e pela manhã é muito, muito frio (entre 5 e 10 graus), mas no decorrer do dia vai esquentando e o sol queima (estou bronzeada como se tivesse ido para alguma praia do nordeste). Fiz a cotação de preços dos passeios e a sensação que tive foi a seguinte: nos lugares confiáveis o preço parece ser tabelado. Descartei os mais baratos e os mais caros por motivos óbvios, e recorri à Qorianka. Como já tinha fechado MP com eles, pedi um desconto e funcionou. Primeiro vou descrever meu roteiro e a seguir passo minhas impressões e conselhos. Plaza de Armas Dia 29: contratei o passeio Vale Sagrado + MP, com a Qorianka incluia traslado do hotel + passeio pelo Vale Sagrado dos Incas (Pisac, Ollantaytambo) + trem voyager inca rail de ida e volta + ônibus de subida e descida a MP + ingresso de entrada da cidadela, com montanha machu pichu (que eu escolhi subir) + almoço do dia 29 + diária no povoado de águas calientes + traslado de volta Ollanta - Cusco. Sai as 8h do hotel fiz checkout (como ia ficar uma noite em aguas calientes, encerrei no qolqampta e reservei o hostel milhouse a partir do dia 30. a Qorianka cuidou de pegar minhas malas em um hotel e levar para o outro), passamos por pisac, almoçamos em um restaurante buffet muito bom, seguimos para ollantaytambo, e depois do city tuor peguei o trem para Aguas Calientes. São 1h30 de viagem, chegando no povoado já tinha um rapaz do hotel me aguardando com meu nome. Esse hotel terrazas de luna é um espetáculo à parte, muito confortável, o banheiro tem até banheira, o café da manha sensacional. A noite uma representante da Qorianka foi me encontrar para me explicar como funcionaria a subida a MP no dia seguinte. Ollantaytambo Dia 30: sai cedo do hotel, peguei o ônibus de subida a MP. Entrei na cidadela as 7h, fiz um tour guiado até 7h50, e subi a montanha (o ingresso da montanha era de 7h as 8h). A subida é, para dizer o mínimo, extenuante. São necessárias cerca de 3 horas para ir e voltar, a subida é íngreme e toda em escadarias. É cansativo, mas vale muito a pena. A vista panorâmica de MP é sensacional!!! Subi as 7h55 e as 10h50 estava de volta. Aquela história de que para descer todo santo ajuda é balela, sofri demais na descida, joelhos e tornozelos doeram bastante. Fiquei em MP até as 12h, peguei o ônibus as 12h30, cheguei em águas calientes, almocei e peguei minha mochila no hotel. Meu trem de retorno foi as 15h. Chegando em Ollantaytambo já tinha uma pessoa segurando meu nome em um cartaz, pronto para me levar de volta a Cusco. Chegando em Cusco me deixaram no hostel Milhouse, minha mala já estava lá. Fiz o checkin e aproveitei o bar e restaurante de la (maravilhosos, por sinal). Vista da cidadela de cima da montanha Machu Picchu Dia 1: reservei Laguna Humantay. O traslado da Qorianka foi me buscar pontualmente as 4h15 no hostel. O pacote inclui: traslado + café da manhã + guia + almoço. O trajeto é um pouco longo, mas como é cedo, aproveitei para dormir. Tomamos café num hostel de uma cidadezinha q fica no caminho e seguimos viagem. Percorremos cerca de 1h30 até o lugar que a van nos deixa e começamos a caminhada. Percorri o trajeto de ida em 1h45, sofri um pouco nesse trajeto. A subida até a laguna é em terreno acidentado e cerca de 80% subida, chegamos a mais de 4.000 metros de altitude, o que deixa o ar rarefeito e causa o temido mal da montanha. Quem quiser, ou não aguentar, pode fazer mais da metade desse trajeto a cavalo, eu percorri caminhando mesmo. Dentre as sensações está o cansaço extremo, a frequente falta de ar e a dor de cabeça, mas para mim, nada insuportável. Ao chegar no destino, vc esquece toda essa dor. É lindo demais. Lindo e muito, muito frio. Aproveite para tirar muitaas fotos em ângulos diferentes (a cor da água muda conforme a incidência da luz). Ficamos cerca de 30 minutos e retornamos. A descida foi mais tranquila, alguns trechos consegui correr um pouco em zig zag, oq ameniza um pouco o esforço do joelho. Chegamos na van, percorremos cerca de 1h30 e paramos para o almoço estilo buffet, depois retornamos a Cusco. Chegando por volta das 16h. Novamente, aproveitei o bar e restaurante do milhouse. Laguna Humantay Dia 2: Salineras de Maras e Moray. Esse passeio é de meio dia e incluia: traslado + guia. A van da Qorianka me pegou no hotel pontualmente as 8h. Passamos em Chinchero, onde vc vai ter a explicação completa de como os tecidos são produzidos, vai ser muito bem recebido com um chá delicioso, poder tirar belas fotos e fazer algumas comprinhas. Depois segue para Moray, um laboratório de experimentação agrícola lindissimo. O último ponto da viagem são as salineras, que custa 10 soles a entrada, e n está incluida no pacote, que também vai te render fotos maravilhosas. Chegamos em Cusco as 14h. Já em Cusco aproveitei o mercado São Pedro para fazer compras (considerei o melhor preço), tomei café numa lanchonete e fui dormir. Moray Dia 3: Montaña Colorida. O passeio da Qorianka incluia: traslado + guia + café da manhã + entradas + almoço. A van me pegou as 4h30 pontualmente. Seguimos viagem por cerca de 1h30 e paramos para tomar um belo café em estilo buffet. O guia nos passou as explicações gerais de como seria a subida, cuidados a tomar, dificuldades que poderíamos encontrar. Depois do café seguimos viagem por cerca de 1h e chegamos ao local q as vans ficam e começa a caminhada. A subida da Montaña é menos íngreme do que a da Laguna, mas a altitude é bem maior (chegamos a 5.200 metros no topo do deck para tirar as fotos), e por isso algumas pessoas sofrem muito mais. Eu me senti bem mais disposta. Realmente não senti nenhum desconforto, nem na subida nem na descida, mas fiz o trajeto no meu tempo (cerca de 3h entre subida e descida dos 8km total). Tem a opção de subir a cavalo, mas dispensei. existem 3 pontos q fornecem banheiros, ao custo de 1 soles. A vista é simplesmente fenomenal. A montanha é tudo aquilo que vemos nas fotos e mais um pouco. mas só conseguimos ficar no topo por cerca de 20 minutos devido ao frio. É realmente congelante. Algumas pessoas do grupo passaram mal na descida. Voltamos, paramos para almoçar no mesmo local do café, depois seguimos viagem. Chegamos em Cusco as 16h. Já em Cusco o meu corpo sentiu tudo que não tinha sentido nos outros dias. Tive o mal da montanha no último dia da viagem e passei muito mal o resto do dia. Montaña Dia 4: meu voo saiu as 10h. Max da Qorianka me deu de brinde o traslado até o aeroporto. Me pegaram as 8h em ponto no hostel, cheguei no aeroporto as 8h20. Meu voo de volta incluia 2 conexões (em Lima e em Guarulhos). Como a ida, a volta durou 14h de Cusco a Salvador. Cheguei na Bahia as 2h45. Gente, Machu Pichu é tudo que dizem, e mais um pouco. É maravilhoso. A sensação de subir a Montanha e ver a cidadela la de cima é indescritível. No fim das contas, considerei meu roteiro apertado, acredito que o ideal para não levar meu corpo à exaustão, deveria ter sido 10 dias (incluindo os 2 necessários para a ida e volta). A Qorianka foi sensacional. Indico fortemente! A logística toda funcionou perfeitamente, não tive nenhum imprevisto e eles estavam sempre disponíveis para me ajudar. Considerando que viajei sozinha, não ter qualquer preocupação com roteiros e imprevistos foi muito importante. Os 10 soles que a gente paga para entrar na salineras fica retido com a empresa que é responsável pela compra e beneficiamento do sal, nada desse valor é destinado às famílias responsáveis por retirar o sal (a elas cabe apenas o valor pago pelos sacos). Juro que se soubesse disso, não teria entrado. Eu acredito em um turismo que ajuda a fortalecer a população local, não uma empresa especifica. Comam em restaurantes peruanos, comprem dos peruanos. Os guias de Cusco são extremamente organizados e politizados, além de serem excelentes no que fazem. A comida peruana é muito boa. Os restaurantes tem o menu turistico: por 20 a 25 soles vc desfruta de uma refeição completa- entrada, prato principal, sobremesa e/ou bebida. Indico experimentar o ceviche peruano, a trucha, a sopa crioula (maravilhosa), a chicha morada, o pisco sour e o lomo saltado. Comprei vitamina C efervescente la em Cusco, e tomava 1 pela manha e 1 a noite. Considero que foi essencial para manter minha imunidade ok. O frio em Cusco é cruel. As mudanças de temperatura são drásticas. Para quem tem rinite, sinusite e amidalite, não ter sentido absolutamente nada, foi uma bênção. Estou à disposição para dúvidas. Esses relatos me ajudaram demais a montar a viagem perfeita!!
  7. 1 ponto
    https://www.comparaonline.com.br/seguro-de-viagem A Allianz sempre tem cupom, tem que ficar de olho. Já peguei ate de 50% de desconto.
  8. 1 ponto
    Nao tem uma empresa especifica que irá sempre vender o seguro mais em conta pois tudo depende da finalidade da viagem, na faixa etária, se a pessoa está grávida ou nao, etc.. Procure na net pois normalmente sempre é possivel encontrar cupons de desconto. Realmente pode acontecer de vc encontrar bons descontos tambem na black friday.
  9. 1 ponto
    Pessoalmente eu acho que não existem seguros separados para isto, ao menos nunca vi Um seguro destes, com cobertura completa (saúde e problemas relacionados a viagem), é tão barato que nenhuma empresa tem interesse em oferecer separado. A parte mais cara dos seguros é a cobertura a problemas de saúde, então ninguém tem interesse em vender separado.
  10. 1 ponto
    Primeira Eurotrip: 21 dias na Itália (Roma-Florença-Veneza-Milao) com esposa gestante Olá pessoal, Meu grande sonho de viagem sempre foi a Europa. Ano após ano algo acontecia que me impedia de conhecer um pedacinho do Velho Continente, mas finalmente no final de 2017 pude colocar os pés lá em grande estilo. Começamos pela Itália, onde ficamos 21 dias andando e comendo por lugares maravilhosos. Roteiro: Roma – 8 dias; Florença – 6 dias; Veneza – 3 dias; Milão – 3 dias; Preparação: Passagens: Tap saindo de BH com conexão em Lisboa. Saiu caro, em torno de 4000 reais ida e volta por pessoa. Procurei por muito tempo promoção mas não achei. Na ida conseguimos umas 12 horas de conexão, o que nos permitiu um tempo para explorar alguns pontos de Lisboa. Passagens de trem: todas compradas no site da trenitalia com cerca de 3 meses de antecedência. Os trechos saíram entre 20-30 euros aproximadamente. Hospedagens: todas pelo Airbnb, pelo preço mais em conta e pela comodidade de pagar e parcelar no cartão de crédito. O critério de escolha, além do preço, era localidade próxima às estações de metrô/trem. Roma: https://www.airbnb.com.br/rooms/11174608 Ficamos nesse simpático apartamento pertíssimo de Roma Termini. O Sr Franco. dono do apartamento é fantástico, nos comunicamos entre português e italiano (ele não fala inglês) mas foi bem tranquilo. E nos dava um bom café da manhã todos os dias. A região não é das mais bem encaradas, mas foi bem tranquilo de andar todos os dias. Florença: https://www.airbnb.com.br/rooms/7604862 A melhor hospedagem da viagem. Um verdadeiro Bed and Breakfast com bom café da manhã e não somente torradas e um suco de caixinha. Vale muito a pena. Fica a 5 minutinhos da estação Santa Maria Novella. Veneza: https://www.airbnb.com.br/rooms/891441 Veneza é tudo absurdamente caro. Essa é a única hospedagem que não recomendo. Apesar de ficar relativamente perto da estação Venezia Santa Lucia, o quarto tem um cheiro de mofo grande e o banheiro é compartilhado. A vista da janela da sala, no entanto, é espetacular. Milão: https://www.airbnb.com.br/rooms/2944362 Ótima hospedagem em Mião, muito bem localizada, na porta de uma estação de metrô. Nada a reclamar Dinheiro: dessa vez levamos apenas dinheiro, para não cometer o mesmo erro de quando rodamos a América do Sul (levamos pouco dinheiro e toda hora precisávamos sacar num caixa eletrônico pagando absurdo de taxas). Levamos 2300 euros em espécie, sendo que gastamos 1600 euros (esse dinheiro foi gasto com os gastos do dia a dia, que incluem ingressos a atrações, passagens de ônibus, trens ou metros que pagamos na hora e alimentação). Ingressos comprados antecipadamente: em alguns locais na Itália é extremamente importante comprar os ingressos antecipadamente, para furar fila e evitar perda de tempo desnecessárias. Foi o caso nos seguintes locais: 1-Última Ceia em Milão: o mais difícil de comprar, pois depende da abertura da venda no site oficial e acaba com poucas horas. Normalmente eles abrem, se não em engano, 2 a 3 meses de antecedência. Não existe venda no local na hora. 2-Galleria Uffizi e Galerria Dell´Academia em Florença: nesses até que a fila para comprar na hora não estava tao grande, mas de qualquer modo não perdemos tempo nenhum. 3-Museu Vaticano em Roma: essencial, a fila para comprar na hora estava gigantesca, e o Museu é enorme, fica-se 6 horas tranquilamente lá dentro. Seguros de Viagem: fiz no Seguros-Promo o seguro da Assist em torno de R$250,00 para duas pessoas. Nao utilizamos então não sei avaliar. Questões relacionadas à gravidez: em geral foi bem tranquilo. Quando viajamos minha esposa estava com 25 semanas, então nem precisava de atestado médico, mas levamos por precaução. Levamos também uma farmacinha básica (remédio para cólica, enjoo, dor) e procuramos seguir um ritmo mais lento nas andanças do dia a dia (nem tão lento assim). Duas situações mais importantes aconteceram: ela não se adaptou à agua de lá. Parece que a água da Italia tem uma composição diferente da nossa, é mais “pesada” e isso lhe dava muito enjoo. Custamos achar uma marca de água mineral que não lhe causasse mal estar (a marca é “levíssima”). E ela, por incrível que pareça, não se adaptou muito à comida de lá. Várias vezes tinha refluxo quando comia pizza ou massa. Então procurávamos mais pratos com peixes, carnes e legumes. Fora isso, o restante foi bem tranquilo. Dito tudo isso, vamos ao roteiro do dia a dia. 29/10/17 – Dia 1 – Lisboa. Chegamos em Lisboa em torno de 5 horas da manhã e pegamos a fila prioritária da imigração (viva a gravidez, rs). O fiscal só perguntou o que iriamos fazer na Itália e já carimbou. Não pediu nenhum documento. Compramos um chip de 10 euros da Vodafone que nos foi suficiente para a viagem inteira e ficamos esperando a cidade amanhecer. Pegamos um uber e fomos ao primeiro destino do dia: Castelo de São Jorge. Muito bonito, bem conservado e com uma pela vista de Lisboa. Ótimo lugar para visitar primeiro e dar uma boa situada na cidade. (Obs: em Lisboa rodamos apenas de uber, bem tranquilo de usar, nenhuma corrida passou dos 10 euros). De lá descemos a pé até a praça do Comércio, parando em alguns miradouros da cidade. A praça é linda, estava bem cheia, e deu para colocar os pés no Rio Tejo, de onde há alguns séculos saiam embarcações para todo o mundo. Incrível! Após algum tempo admirando o lugar fomos de uber até o Mosteiro dos Jerônimos, que é estupendo. Sua beleza, arquitetura, inigualáveis. Ficamos um bom tempo na fila esperando para entrar. Aproveitamos para passar na igreja ao lado onde estão os restos mortais de Vasco da Gama e Luis de Camões. Após o Mosteiro paramos para almoçar num restaurante “pega turista”: bacalhau ruim e caro. Mas não tínhamos pesquisado restaurantes em Lisboa. Em frente ao Mosteiro tem uma bela praça com um belo jardim e caminhando por ele você chega até o Marco do Descobrimento, um monumento erguido em homenagem às grandes navegações. Você sobe um elevador e vai até o topo. Dá uma vertigem danada, mas é outra visão estupenda da cidade que você tem. Muito bacana! Iria ainda na Torre de Belém mas pelo horário já não era mais permitido a entrada. Caminhamos então em direção ao Mosteiro dos Jerônimos e fomos comer os famosos pasteis de Belém! Muito gostosos, saborosos. Compramos bastante para comermos em Roma também. Ficamos na praça em frente curtindo o movimento e esperando o horário de voltar ao aeroporto para terminarmos de chegar a Roma. Impressão geral de Lisboa: foram poucas horas para ter alguma impressão, mas gostei muito do que vi: cidade limpa, organizada e bem arborizada. Portugal como um todo tem sido redescoberto pelo turismo mundial e isso se reflete na quantidade enorme de turistas em todo o lugar. Com certeza voltaremos com mais tempo para conhecer com calma. No fim o vôo atrasou e só chegamos em Roma mais de 01:00hs, precisamos rachar um taxi (já que não tinha mais opção de trem ou ônibus até Roma Termini). Se não me engano o taxi saiu 20 euros por pessoa. 30/01/17 – Dia 2 – Roma 1ªDia na Itália, começamos leve, para irmos nos habituando aos poucos. Fomos andando até a Piazza De lla Republica, que é muito bonita e enorme. Local bacana para tirar umas primeiras fotos e já sentir um pouco do que é a Roma de prédios enormes e antigos. Na própria praça tem a Basilica Santa Maria Degli Angeli. Por fora você não dá muita coisa mas por dentro, nossa, é impressionante. Foi a primeira igreja que visitamos mas já ficamos muito impressionados. O tamanho, beleza das pinturas, das decorações, é incrível. Em Roma é muito comum o reaproveitamento de construções da época do império romano. É o caso dessa basílica, que na época do império era um termas e foi transformada em igreja na idade média. Muito interessante. De lá ainda fomos até a Basílica Santa Maria Maggiore, passando em frente ao teatro Della Opera. Tinha uma fila básica para entrar pois deve-se passar bolsas e mochilas nos detectores de metais. Aliás, vale uma observação: em diversos locais na Itália vimos o exército nas ruas, principalmente em pontos muito turísticos. Parece que o alerta contra o terrorismo está no máximo lá. Outra basílica espetacular, pelo tamanho, imponência, riqueza de detalhes. É tudo muito grandioso, como não estamos acostumados a ver aqui no Brasil. Mas a igreja mais bonita do dia, na nossa opinião, foi a Basilica Santa Prassede. É uma igreja bem menor, com uma entrada bem discreta numa rua lateral, bem menos conhecida, mas com ricos mosaicos na parede. No momento que estávamos lá tinha alguém tocando o órgão o que tornou a visita ainda mais especial. É simplesmente fantástico. Voltamos até o Roma Termini para almoçar no Mercado Centrale, que é um mercado novo bem bacana dentro da estação. Aproveitamos também para comprar o Roma Pass de 72 horas (38,50 euros). Voltamos ao apê para descansar um pouco e no final da tarde seguimos para a Fontana di Trevi. Sempre falam que deve-se vê-la de manhã e à noite e realmente é muito diferente, mas igualmente linda. Pena que fica sempre tao cheio, mas devagarinho conseguimos chegar na beirada dela. Ainda andamos um pouco pelos arredores da Fontana e arrumamos um lugar para comer nossa primeira pizza italiana (essa era ok).
  11. 1 ponto
    @luizh91 respondido acima.
  12. 1 ponto
    O tuor MP + Vale sagrado custou 345 dólares. Eu fiz as contas, e por fora a economia seria módica, pela comodidade que tive (contando hotel em águas, traslado cusco - ollanta - cusco, almoço um dia. Os outros passeios deram um total de 90 dólares, se n estou enganada (laguna e montaña = 40 cada; salineras = 10). Se vc tiver mais tempo, pode fazer o trajeto apenas para Machu Picchu (que fica mais barato), e fazer Vale Sagrado outro dia.
  13. 1 ponto
    Oi Fábio, Viajei muito com meus 3 filhos e a logística em 5 é complexa. Só conseguimos ir para a Europa com todos neste ano, já adultos MAS ficamos só num país, numa viagem de carro, e ficando em apartamentos/flats (economizando em refeições). Ficamos 5 dias em Paris sem carro e depois alugamos um carro, com seu devido seguro, e viajamos pela França (15 dias total). Ás vezes um excesso de deslocamentos gasta um tempo enorme e pode ser bem cansativo com um bebê. Você tem o problema das bagagens nas low costs, o que pode encarecer muito sua viagem. Acho carro o melhor para 5, mas seus deslocamentos são muito longos, não dá com esse roteiro. Como você ainda está montando sua viagem, pensa que o papel aceita tudo, mas faz um teste de realidade no maps, pensando que pode ter atrasos, e tem dias que a gente quer é curtir, sem se preocupar com o dia seguinte. Desse jeito você vai gastar muito e correr muito. Mas tudo vale a pena, sempre sobra histórias para contar. Boa viajem
  14. 1 ponto
    @wealsi Sim, realmente é curioso... fui perceber isso no segundo dia de viagem (Lima). Quando um taxista vê alguém na rua, ele buzina, todos os motoristas também buzinam por qualquer coisa. Em várias cidades às vezes eu estava sozinho na rua e passava um táxi e buzinava. Como por lá não existem pontos de táxi, os motoristas ficam percorrendo as ruas o tempo todo à procura de clientes. E os cruzamentos, onde vira aquele bolo de carros todos engarrafados, porque não respeitam a preferência, motoristas que não respeitam a faixa de pedestres.
  15. 1 ponto
    Oi, eu tenho interesse tbm, mas não tenho experiência. Sou do interior de SP. Já tem data pra ida ?
  16. 1 ponto
    Era para ter publicado este relato faz um tempinho , pois fui para o Peru no dia 04/06/2019 , tinha feito um lindo relato diretamente no site , mas infelizmente na hora de publicar deu falha e perdi tudo , mas minha vontade voltou , e desta vez fiz pelo word antes de publicar , meu primeiro mochilão foi em 2018 para Bolívia , e nesse mesmo mochilão conheci um pouquinho de Arequipa e Puno no Peru , foi incrível , decidi naquele momento que faria o Peru no proximo ano com mais calma , fui sozinho e voltei com muitas amizades , para este ano resolvi buscar por companhia , encontrei algumas pessoas , passei uma peneira e montamos um grupo no whatsapp , foram um pouco mais de 3 meses de planejamento , e durante este tempo conheci a Sheylla , Uma porto-riquenha que mora na Bahia e está há 10 anos no Brasil , muito alegre , divertida ,humilde , e que aos poucos fomos tendo mais intimidade , eu não estava a procura de ter um relacionamento , e ela também não , até aconteceu umas flertadas , mas eu sempre fugia , então finalmente chegou o grande dia , as meninas chegaram no dia 03 , eu e o Renan chegamos no dia 04 , sendo eu o último a chegar , já havia lido umas dicas sobre os táxis do aeroporto de Cusco para o centro histórico , que não chegava a 10 soles , eles cobravam 25 , 30 , 40 soles , que foi o que o Renan pagou , Uber cobra 20 soles , sai para a rua e andei um pouco e paguei 10 soles , mas no final cobrou 15 soles , pois demos varias voltas para encontrar o hostel , ficamos no Black Hostel , não recomendo , tivemos alguns problemas bem chatos por lá , quando cheguei estavam todos na recepção Sheylla , Fran , Renan e Talita , a Sheylla veio correndo e me deu um forte abraço , eu estava morto , pois não havia dormido direito , mas foi ótimo conhecer a todos , alias foi uma viagem incrível , com belas novas amizades , eu resolvi sair para fazer câmbio , a sheylla resolveu me acompanhar , e nessa caminhada ela acabou me dando um selinho , pronto resolvido , quebrou o gelo , dali para frente não largamos mais , ela já havia mudado o roteiro e gastou uma grana por isso, para fazermos todos juntos , mas acredito que valeu a pena , o Peru também é um pais incrível , lindo , muito o que se ver , claro tem os lugares mais visitados e famosos como Machu Picchu , mas tudo é muito lindo , comidas maravilhosas , povo muito alegre , muita cor e alegria , no segundo dia já fizemos a Laguna Humantay , até que foi bem tranquilo , até escorreguei em uma pedra e molhei minha bota , parece uma pintura de tão lindo , a estrada achei bem mais perigosa do que para hidrelétrica , talvez por termos feito de micro ônibus , acho bem mais seguro com van , não é aquela segurança , mas é bem melhor , pois as estradas são bem perigosas , devem ter 3 Mts de largura , que com um veículo maior acaba se tornando mais perigoso , apesar do perigo tem belas paisagens , no terceiro dia houve uma manifestação e não estavam saindo para tours , resolvemos conhecer melhor Cusco , tem muito o que se ver , provar , foi bem legal, uma bela cidade , muita cultura , muita cor , no dia seguinte começou nossa aventura rumo a Machu Picchu , iniciamos o tour para o vale sagrado , começamos por Moray , Maras e Ollantaytambo , onde passamos a noite , pois cometemos um erro , mas o importante é que deu certo e ollantaytambo é incrível demais , eu particularmente achei muito lindo , lugar incrível , por termos passado a noite por lá , pudemos aproveitar mais o passeio , pois os tours são muito rápidos , é o tempo de subir e descer , acaba sendo cansativo e não aproveitado , a paisagem daquele lugar é incrível , muito rico em ruinas , a noite eu e a Sheylla fomos jantar e resolvemos provar um hambúrguer de Alpaca , melhor escolha , muito bom de verdade , assim como eu , a Sheylla adora provar comidas diferentes , umas das qualidades dela que me conquistou , pois comer foi o que mais fizemos por lá , achamos uma padaria bem pequena próxima ao mercadão que tinham pães deliciosos , alguns recheados de queijo , o mercadão também é um bom lugar para comprar algumas coisas , fomos comprar algumas frutinhas diferentes , esses mercadões são muito bons , você encontra de tudo por lá , no dia seguinte seguimos rumo a tão sonhada e esperada Machu Picchu , a maioria do pessoal passou mal no caminho , eu fiquei tranquilo , achei mais perigoso a parte asfaltada do que a de terra , pois os cara pisa mesmo , todos os passeios tem os seus riscos , eu por ter conhecido a Bolívia , já estava esperando por essa aventura , chegamos na hidrelétrica , se resolverem comer por lá antes de iniciar , andem uns 10 minutos rumo a Águas Calientes que vão encontrar um preço melhor , infelizmente o Renan chegou passando mal , passou mal o caminho todo , algo que comeu não caiu bem , então ele acabou indo de trem , o resto de nós fomos caminhando , o caminho é bem tranquilo e muito bonito , quando chegamos no letreiro de Machu Picchu ficamos muito felizes , mas ainda tinha que caminhar um pouco até Águas Calientes ( Macchu Picchu Pueblo ) , quando finalmente chegamos fiquei de queixo caído , achei que iria ser uma cidade feia , mas não , também é muito lindo , hotéis e restaurantes de alto padrão , mas tem para todos os bolsos , se procurar certinho come bem e barato , vale a pena passar um dia a mais naquela cidade , aquele rio cortando a cidade é muito maneiro , aquelas montanhas gigantesca que nada mais é que a parte de trás de Machu Picchu é muito lindo , muito louco , o céu também é muito lindo por lá , pegamos tempo bom em todos os passeios , nem neblina pegamos em Machu Picchu, passamos a noite e de madrugada eu e a Sheylla saímos rumo subir Machu Picchu , o resto do pessoal foi de ônibus , que custa 12 dólares , eles liberam a partir das 05:00 , compramos o primeiro horário , pois faríamos Huayna Picchu , somente eu e a Sheylla , acho que deu para perceber o companheirismo né kkk , eu sinceramente achei que seria tranquilo , pois altitude não era alta , fizemos os outros passeios tranquilos , mas para mim foi bem difícil , as escadas parece que foram feitas para gigantes , força bastante , passei mal , parava bastante , mas conseguimos subir em 1 hora certinho , eu quase chorei , segurei na verdade , mas valeu muito a pena , que lugar lindo , incrível , parece de mentira de tão lindo que é , ver o sol nascer ali não tem preço , ainda mais ao lado de alguém que se tornaria minha namorada , tiramos algumas fotos e partimos para Huayna Picchu , foi tranquilo a subida , tem que ir com cuidado e calma , pois algumas partes se você cair , vai se juntar aos Incas , mas valeu a pena o esforço , vista incrível de Machu Picchu , voltamos tiramos mais algumas fotos , e resolvemos voltar de ônibus , pois minhas pernas estavam até tremendo , ainda tínhamos que caminhar 12 km para voltar para hidrelétrica , sofri um acidente de moto em 2018 , justamente pegou minha perna , voltando a trabalhar somente em janeiro deste ano , por isso não estava 100% , mas deu tudo certo , almoçamos , e seguimos de volta para hidrelétrica , na volta resolvemos tomar um Dramin para dormir , deu certo , acordei rapidamente somente duas vezes em uma freada brusca e na parada , no dia seguinte iriamos fazer nosso ultimo passeio juntos para Montanha Colorida ( Rainbow Mountain ) , pois Renan , Fran e Talita seguiriam para Bolívia , e nós para Huaraz , é uma caminhada até que tranquila , é muito linda também , feito o passeio nos despedimos das belas amizades que fizemos , foi muito divertido , pessoas do bem , no dia seguinte eu e claro a Sheylla pegamos um voo para Lima , onde queríamos passar uns 2 dias , mas resolvemos não ficar , tem sua beleza , mas não curtimos muito ficar na cidade cinza , lá foi o melhor câmbio que encontramos , tanto para o Real quanto para Dólar , no final deixo gastos e roteiro , fomos até o terminal de ónibus para comprar as passagens para Huaraz , tem poucos horários , vários preços , a melhor companhia é a Cruz del Sur , mas tem algumas muito boas também , fomos de Linea , que sai do terminal norte , foi uma viagem tranquila , a cidade é bem grande e movimentada , muitos gringos , muitos mesmo , ficamos no Black Mountain , gostamos bastante , fechamos os passeios com eles , tem uma agência no próprio hostel , preço bom também , fizemos apenas Laguna 69 e Glaciar , o caminho para Laguna 69 é lindo demais , parece realmente cenário de filme , O senhor dos Anéis por exemplo , lembra muito , foi tranquilo a caminhada , no finalzinho quando estamos chegando pesa um pouco , mais vale a pena todo o esforço , lindo de se ver , o Glaciar infelizmente no máximo daqui 5 anos não terá mais nada , devido ao aquecimento global , é muito triste ver o derretimento acelerado daquela beleza , voltamos para lima e seguimos para Arequipa , umas das cidades que a Sheylla queria conhecer ,eu havia conhecido , mas não fiz tour , então foi uma nova oportunidade , também foi um dia especial , pois era o aniversário dela , aproveitei levei ela para jantar em um restaurante bacana e aproveitei e pedi em namoro também , fizemos o passeio para ver o voo dos condor e descemos o Canyon de Colca que foi uma bela caminhada , uma experiência incrível , lugar lindo , voltamos para Arequipa , conhecemos um pouco mais , provamos bastante comidas claro , principalmente o Cuy ( Porquinho da índia ) e infelizmente nos separamos , pois meu voo saia de Cusco e o dela de Lima , voltaríamos a nos ver em São Paulo , antes dela partir no dia seguinte para Porto Seguro e eu de volta para o interior de São Paulo , em Cusco conheci mais dois Brasileiros bem legais , um não lembro o nome , mas tinha a Ariane que mora em Franca e estava sozinha , mostrei alguns lugares para eles , dei dicas , eu fiz uma correria o dia todo atrás de lembranças e por ultimo as alianças , pois estava tendo desfile de Corpus Christis a cidades estava lotada , até por que estava perto da famosa Festa do Sol , de volta ao Brasil esperei ela com um par de alianças que comprei com a trilogia Inca , claro que guardei segredo , e consegui pegar o tamanho sem que ela percebesse , os Incas foram nossos cupidos , nada mais justo que selar esse novo amor com a trilogia Inca , foi uma viagem inclivel , com muita alegria , amizade , amor , experiência , paisagens de tirar o folego , viajar sem duvida é a melhor coisa a se fazer no mundo , havia decidido a dar um tempo para mim mesmo , viajar , sem se preocupar de estar sozinho , pois já havia sofrido muito com relacionamentos , e já não me importava de estar solteiro , até gostava muito , mas em umas dessas viagens encontrei alguém parecido comigo em muitas coisas , ela acabou me conquistando , e resolvi dar mais uma nova chance ao amor , que nunca deixei de acreditar , mesmo com tantas decepções , na minha opinião o segredo é não procurar , é primeiramente se amar antes de tudo , dar valor para você mesmo(a) , e quando menos esperar , não importa onde estiver , o amor vai pedir uma nova chance , mas quem ira decidir se aceita ou não , é você(a) , encontrei uma companheira para viagens , uma aventureira , que assim como eu , quer conhecer o máximo de lugares possíveis no mundo , agradeço mais uma vez ao Mochileiros.com , pois minhas aventuras começaram graças a esse site , desejo a todos força , coragem e amor em suas viagens por esse mundão , e que deus proteja a todos nós , quem quiser ver mais fotos ou tirar duvidas , meu insta é JoãoFalanque , até mais pessoal... Roteiro Peru 2019 São Paulo x Cusco = 04/06 Laguna Humantay = 05/06 Cusco Tour = 06/06 Vale Sagrado = 07/06(Moray , Maras , Ollantaytambo ) Águas Calientes = 08/06 Machu Picchu= 09/06 Montanha Colorida = 10/06 Cusco x Lima = 11/06 Lima x Huaraz = 11/06 Huaraz / Laguna 69 = 12/06 Huaraz / Pastoruri = 13/06 Huaraz x Lima = 14/06 Lima x Arequipa = 14/06 Arequipa = 15/16/17/18 = Cânion de Colca / voo do condor / tour cidade Arequipa x Cusco = 18/06 Cusco = 19/06 Cusco x São Paulo = 20/06 Passagem Aérea = São Paulo x Cusco = 1.415 = Tem conexão em Lima Gasto Viagem = 3.100 Reais Câmbio = 1 real = 0,85 a 0,90 = Soles= Lima foi o melhor Câmbio Dólar = 1 dólar = 3, 30= Soles é possível reduzir uns 20% do valor gasto..
  17. 1 ponto
    DIA 3 - O ESPERADO E ESPETACULAR DESERTO DE SAL O ônibus chega de madrugada numa rua deserta, geral estava lesado de sono, sem saber o que fazer... Maaaas eu estava preparado! Assim como havia lido no relato do @rodrigovix e da @Maryana Teles, um senhor nos abordou, já mandei com todo meu portunhol: Eres de lo Nonis café? Quando o senhor concordou, já gritei pra geral me seguir que sabia exatamente onde ia, me sentindo o guia. 🤣😂 Havia um pessoal tentando abordar em relação à passeios, mas ignorei todos com sucesso (melhor esperar as agências abrirem e vc estar mais consciente antes de fechar algo). Eu estava me sentindo em casa, pedi um chá com pão redondo e comecei a conversar com nossa turma BR (por enquanto era Eu, Kaique, Cleverson, Cintia, Clau e Eli, a quantidade exata de pessoas pro 4x4), eu estava bem aliviado por que curti geral e tinha lido muito relato de pessoas que não curtiram tanto a travessia do deserto por conta da companhia no carro. O que se seguiu foi rápido e já não vem à mente com clareza, mas ouvimos mais da nossa amada língua e fomos trocando ideia, juntando o povo! Até aí já tínhamos mais cinco meninas (Gabi, Clarissa. Thayna, Vitória e Natália). Eu dizia ter indicações de duas agências e batendo com do pessoal a agência em comum era a Esmeralda tours. Ficou decidido que ao dar 8h, iríamos num pequeno grupo negociar. Gostamos da proposta e de como fomos recebidos, estava por 800 bols (valor padrão). Ao voltar já havia crescido o grupo BR, tinha até uma gringa no meio (Ivy se não me falha a memória). Fomos toda cambada de BR pra agência, deixamos os mochiloes, separamos as coisas pra mochila de ataque (importante pois o mochilao fica em cima do 4x4 e não pode ser acessado) e iríamos aguardar teoricamente até as 10h para a partida. Fomos comprar snacks e água (são 2 dias e meio, ponto de água somente nos alojamentos e almoço), dividimos um galão de 6l (se não me engano) em dois. Ali passei meu primeiro 'perrengue' com inglês, a gringa estava no grupo porém nós já tínhamos comprado snacks antecipadamente e começamos a voltar antes. Ela era da Finlândia, mas o inglês era bem carregado e eu tava bem travado para falar, foi uma conversa bem mais ou menos sobre viagem, porém vi que ela não tava curtindo, tentei usar o tradutor e ela se mostrou menos disposta ainda, então larguei mão. Fui trocar o dinheiro para pagar o passeio, havia trocado certo para pagar esse passeio, mas o dia a mais em Sucre me fez gastar os bols. Encontrei um grupinho BR na frente e já comecei a trocar ideia, ali estavam a Karla e mais dois. A cotação era HORRÍVEL pra Real e bem ruim pra dolar. A Karla inclusive se ferrou por ter apenas Real, eu troquei dólares o suficiente pra pagar o passeio. (sempre façam câmbio antes em Santa Cruz ou Sucre) Ao voltar, já havia outro grupo de brasileiros fechados com a Esmeralda. Estava aquele monte de BR desconhecido trocando ideia, foi mó bagunça na frente e dentro da agência! Ali conheci mais de cada um que iria conosco e a nova integrante, a blogueirinha (Tainá @fora_darotina). Fomos avisados que haveria atraso na saída por falta de combustível, já estava todo mundo bem cansado da viagem de ônibus, um puta calor e ansiedade à mil, ou seja, geral bolado. Mas foi até de boa, uniu bem mais o grupo! Eu estava me sentindo em casa, como se conhecesse aquele povo louco desde pequeno. Os carros começam a sair e nada dos da Esmeralda, pressionamos e um tempinho depois chegou a hora! Mochilao pra cima do 4x4 e o povo pra dentro. A disposição de lugares era: Um na frente ao lado do motô, três no banco de trás e dois no fundo que era meio apertado (decidimos ir revezando). Duas coisas importantes que aprendi durante essa travessia: a segurar o xixi (não pode fazer no deserto de sal por risco de contaminar) e que um bom grupo no carro realmente faz TODA diferença! Passamos 90% do tempo dentro do 4x4 e se a companhia for ruim, as horas irão se arrastar, eu tive uma grande sorte. Ah, outra coisa é levar folha de coca e algo para quebrar sua amargura, dica da Eli que levou uma espécie de bola de menta. A gente "bolava" a folha de coca com uma bolinha de menta no meio, era ótimo e ajudou bastante na aclimatação (o corpo acostumar com a altitude elevada). A primeira parada é logo na saída de Uyuni, o cemitério de trens. Há quem ache zoado um bando de trem abandonado (se fosse em sampa vc iria ficar empolgado?) e há gente como nós que estávamos ali pra aproveitar tudo o que havia. Eram os antigos trens utilizados para atravessar o deserto, tiramos várias fotos engraçadas em grupo e nosso guia aproveitou para voltar na cidade para pegar algo que tinha esquecido (só faltou nos avisar 🙄), mas não demorou muito. A Esmeralda estava com três carros, os três com 17 brasileiros e uma gringa. Porém um deles não estava junto, só o vimos quando partimos do cemitério de trens e lá estava a blogueirinha tirando fotos com seu lenço esvoaçante 🤣 A próxima parada já foi o almoço, foi o tempo de servir a mesa, visto que estava pronto. Tinha carne (de lhama creio), legumes, arroz, salada... Estava fria, porém boa e acompanhava coca quente e água pra beber. Ali a estrutura já era toda de sal, desde às paredes até o banco (obviamente eu provei o sal da parede igual a @Maryana Teles KKK). Após comer rapidinho e alguns irem no banheiro (2 ou 3 bols, Bolivia é sinal de banheiro pago) fomos para a parada seguinte, o monumento do Dakar e a praça das bandeiras. Como estávamos atrasados, seria uma parada rápida de 15/20 min, o pessoal se separou, alguns foram pegar fila pra tirar foto no monumento, outras na praça da bandeira procurar a bandeira do Brasil. Eu tirei uma foto só da parte de trás do monumento e juntei com um pessoal para começar as frustrantes tentativas de foto em perspectiva! Hahahaha é bem mais difícil do que parece. Umas tentativas em vão e nos reunimos rapidinho pra foto e vídeo na praça da bandeira (rolou até cântico contra bolsonaro que havia acabado de assumir). Nesse momento a ansiedade tomava conta do corpo, a viagem finalmente havia começado! Mais alguns minutos de carro e chegamos num ponto seco do grandioso deserto de sal. Aquela imensidão de branco sem fim, o óculos de sol é indispensável, pois o branco chega a cegar. Descemos e fomos todos empolgados tirar fotos e mais fotos, apreciar aquela vista. A dificuldade com fotos panoramicas permaneceu, o guia não ajudou, então sobrou disposição! Cheguei a deitar para tirar foto, péssima decisão... O sal grudou na roupa toda hahahaha Tive que lavar antes de dormir! Meia horinha depois, volta todo mundo pro carro e partiu rumo ao Salar alagado, uma das coisas mais lindas que já vi na minha vida. O conselho é levar chinelo ou ficar descalço. O carro foi chegando e o fôlego foi sumindo, que visão era aquela... Parecia um mundo de nuvens, no céu e no chão, algo infinito. Ali eu perdi a noção do tempo, de onde estava, do que fazer. Tirava uma foto ou outra, ficava olhando, voltava a tirar fotos, apreciava... Não estava preparado praquela paisagem, aquela imensidão de céu! Dali rumamos para o primeiro abrigo, horas e horas de carro, segurando xixi. Mas era agradável na medida do possível, a companhia era boa, o papo fluía. Nesse caminho um dos carros ficou para trás, em determinado momento paramos num pedacinho de terra e foi uma correria louca quando o motô disse que poderíamos fazer xixi ali! Hahahaha Vimos um carro atolar de longe e outro estava ajudando. Perrengues dos outros a parte, eu estava exausto. A viagem mal havia começado e eu tinha vivido taaaanta coisa em 3 dias. Depois de um tempo, o carro desatolou e seguimos viagem. Ao chegar no 'hotel de sal', fui surpreendido novamente! Achei muito bem estruturado, bonito, um rústico com conforto. A fila do banho estava gigante, o banho gelado era free, 10 bols pra ser "quente". Banho tomado, roupa suja lavada, bem agasalhado (estava frio pra k7), o jantar foi outra surpresa! Chegou uma panela gigante de sopa e me debulhei, até alguém da mesa avisar: gente, é só a entrada. Do nada chega um prato imenso de lomo saltado com papas. Eu já estava cheio só com a sopa hahahhaha Mas como minha mãe ensinou, bora limpar o prato né?! Falhamos na missão, era muita coisa, ainda havia um vinho pra cada mesa (carro). O guia inclusive achou meio ruim sobrar comida, mas não dava. Geral bem comidos (rs) e de banho tomado, indo dormir com as 3 cobertas na cama de sal. Tinha um povo juntando os vinhos das mesas pra tomar. Obviamente me juntei a eles, conversamos um bocado, bebemos e rimos muito. E já tava mais que na hora de dormir, no outro dia sairíamos cedinho. Eu sabia que havia feito a escolha certa de traçar esse caminho "sozinho"!
  18. 1 ponto
    DIA 2 - SUCRE E O PARQUE DOS DINOS No café da manhã fui comer pela primeira vez o que me seguiria durante toda viagem: aquele pão redondo seco com chá (café só solúvel e intragável). Depois do café o Cleverson e a Cintia encontraram mais duas brasileiras (Clau e Eli) indo para Uyuni no ônibus noturno. Nosso grupo BR tava se formando... combinamos de nos encontrar na rodoviária e saímos para resolver nossas pendências. Decidimos ir logo cedo na rodoviária pra resolver a questão das passagens (ainda bem), chegando lá era tipo uma garagem com uma mesa e cadeira hahaha Eu gastando todo meu portunhol pra convencer o cara que deveria trocar minha passagem, visto que mandei email dia 30/12 pedindo pra trocar a minha e do Kaique (migué a dele 👀). O cara ligou pro pessoal responsável pelo site e disse que eu teria que convencê-los! Deu um puta frio na barriga precisar falar espanhol por telefone e ainda ter ganhar uma discussão, mas era desconto né?! . Briga vai, briga vem... Conseguimos que eles vendessem duas passagens pelo valor de uma. O valor no local físico já era metade do que no site e durante esse rolo havia pedido pro Kaique ir na fila das passagens e segurar duas, visto que tinha ouvido que haviam pouquíssimas. De um jeito ou outro iríamos ter que pegar as passagens e acabamos ficando com as duas últimas! Depois decidimos fazer algo pela cidade e alguém falou que lá havia um parque de dinossauros, decidimos ir. Foi divertido? Sim. Eu voltaria se soubesse o valor + o que tem la? Não (eles cobram uma taxa maior pra turista e valor a mais pra foto) . Não que fosse ruim, mas achei bem voltado para as crianças, logo eu invoquei meu melhor lado e resolvi simplesmente me divertir ali com os dinos. Após o parque fomos ao mirante da cidade onde diziam ter uma vista completa de Sucre, só não imaginava que era uma subida até o céu hahahaha Valeu a pena, a vista era bonita e passamos numa das muitas feirinhas, onde o pessoal comprou touca, luvas e lembranças, me contentei em barganhar (mas acabei comprando uma touca no fim do dia por 20 bols). Sucre é uma cidade bonita, histórica, com belas arquiteturas, calçadas minúsculas, ótima pra fazer passeios a pé e sentir o clima. Lá pras 18h fomos tomar banho, pegar as coisas rumo Uyuni e o tão esperado deserto de sal! A rodoviária era um caos, demoramos pra nos acharmos, o ônibus atrasou, mas enfim embarcamos. Encontrei as meninas apenas dentro do ônibus. Lembro de flashbacks da viagem noturna, eu acordando algumas vezes com o motô fazendo umas curvas fechadas, o ônibus quebrando (motô/mecânico arrumou), mais algumas curvas, ônibus quebrando novamente, o povo aproveitando pra usar o famoso 'banheiro inka' e finalmente a chegada de madrugada em Uyuni.
  19. 1 ponto
    Parabéns pelo relato! Adorei o encontro de vc com a Sheylla. Desejo tudo de melhor pros dois com mais aventuras e com relatos pra nós. Tb tive um romance nesse país incrivel. Abraço
  20. 1 ponto
    @Rafael Martins Gomes Portugal é um país lindíssimo e tem muita maravilha para descobrir. Lisboa é uma cidade deliciosa para se explorar a pé. É muito gostoso caminhar pela cidade e ir parando em seus mirantes para admirar o Tejo e as colinas com suas casas coloridas. O bairro mais antigo da capital é Alfama e você pode percorrer as vielas e escadaria vendo um pouco da vida dos moradores. É um passeio incrível. Você pode começar pelo Rossio e ir subindo para o Castelo de São Jorge (tem uma vista linda, assim como todos os mirantes de Lisboa, mas é caro e tem muita fila). Vale tomar uma ginjinha para provar o sabor desse licor tão tradicional. Você pode caminhar pela Baixa e descer a Rua Augusta até a Praça do Comércio. Não deixe de andar pelo Carmo e pelo Chiado e se quiser curtir a noite, tem agito no Bairro Alto e Príncipe Real. Na praça Luis de Camões você pode pegar o elétrico 28 (o simbólico bondinho amarelo) e circular pela cidade até Campo de Ourique, uma agradável bairro residencial, ou, na direção oposta, para passear pela Feira da Ladra, por exemplo. Lisboa também tem a parte moderna. De metrô você pode seguir até o Parque das Nações e lá andar pelo parque, conhecer o aquário da cidade ou andar de teleférico sobre o Tejo. Belém é parada obrigatória para quem visita Lisboa. Ali tem o Mosteiro dos Jerônimos, o monumento dos Descobrimentos, a Torre de Belém, o Centro Cultural de Belém (CCB) e os famosos pastéis de Belém. Dá pra fazer tudo a pé e para chegar a Belém é fácil. Pegue um comboio no Cais de Sodré rumo a Cascais e 3 estações depois, já está. Aliás, em frente ao Cais do Sodré, tem o Mercado da Ribeira, um mercado bonito e descolado, cheio de restaurantes e lojinhas de delícias. E ali perto, em Alcântara, fica a LX Factory, que vale a pena conhecer ou checar a programação cultural. Como disse, do Cais do Sodré sai o comboio para Cascais. Vale a pena passar um dia nessa cidade linda e até curtir uma praia, se gostar. Para quem é de jogatina, em Estoril (2 estações antes de Cascais) tem um cassino imenso. Também é imperdível um passeio em Sintra. E é fácil de chegar, sai de comboio da estação Rossio e meia hora depois já está caminhando pela bela cidadela. Lá vale a visita ao Palácio da Pena (lindo, lindo e lá do alto ainda tem uma vista maravilhosa), Castelo dos Mouros e Quinta da Regaleira. Se você for a Coimbra, visite a Universidade de Coimbra, a mais antiga de Portugal. Na Quinta das Lágrimas você pode descobrir tudo sobre a coroa portuguesa. Óbidos é uma belíssima cidade murada, cheia de história e charme. Vale muito a pena conhecê-la. Se tiver tempo, inclua Óbidos em seu roteiro. No norte, a principal cidade é Porto, cidade linda, à beira do rio Douro. De Lisboa ou Coimbra, é fácil vir de comboio (trem) e descer na estação São Bento, um prédio lindíssimo, cheio de azulejos. Em frente a estação tem a Rua das Flores, que você pode descer caminhando até a Ribeira, a beira do Douro, cheia de restaurantes turísticos. Porto é uma cidade cheia de ladeiras e andar por ela pode ser cansativo, mas vale a pena. Atravessar a pé a Ponte D. Luís VI até Vila Nova de Gaia para uma degustação de vinhos em uma das cavas (você pode descer da ponte pelo Teleférico para desfrutar da vista panorâmica do cartão postal da cidade), pegar um elétrico e circular pelo centro histórico, dar uma passada na Livraria Lello (antigamente eles tinham um café no piso superior que servia um bolo maravilhoso, parecia uma nuvem. No tempo em que visitar a livraria era livre e gratuito), visitar os parques da cidade, com suas lindas vistas do alto para o Douro. O coração do centro histórico da cidade, o Terreiro da Sé, tem uma vista perfeita para você se situar. Não deixe de entrar na Sé do Porto, Patrimônio Mundial e um dos mais antigos monumentos religiosos. Tem também a Torre dos Clérigos, a Casa da Música, o Jardim das Oliveiras e muito mais. Há muito o que se conhecer e se encantar em Portugal. Para o sul, praias paradisíacas no Alentejo e no Algarve. Para o Norte, preciosidades arquitetônicas como Guimarães. No meio, quintas, serras e vinícolas, com produções dos mais deliciosos queijos e vinhos. Pois.
  21. 1 ponto
    @joshilton dá para vestir 3 calças, 5 camisetas, duas blusas, umas 4 cuecas, gorro na cabeça....... daqui a pouco vão fazer um gabarito para a pessoa também se começarem a fazer isso! Mas o certo mesmo é sempre diminuir a quantidade de bagagem a cada viagem... Enquanto eles nos ferram, nós nos viramos nos 30.
  22. 1 ponto
    No vídeo dá pra ver que a mala do cara não passa por causa do plástico que sobrepõe as rodinhas, uma diferença ridícula e que não faz diferença alguma no bagageiro no fim das contas. Era disso que estava falando., tolerância zero. Fora que muita mala por aí é vendida como mala de mão e não vai passar nesse gabarito nem a pau. Tô quase fazendo um gabarito de papelão pra testar minha mochila sem o ferro...haha.
  23. 1 ponto
    Aqui estão reunidas nossas experiências cometíveis por terras Lusas . Acompanhe tbm nossas viagens pelo Instagram/ Facebook @polymsousa. Come-se mto bem e com preços mto bons em Portugal. A comida é deliciosa e barata em relação a SP. Por ex: sopa + prato de bacalhau sai em torno de 15 reais por pessoa. DICA 1: peça pratos para 1 e divida, as porções costumam ser grandes. Assim é possível pedir entrada, prato principal e sobremesa e ter uma degustação total sem gastar tanto. Os valores são mto parecidos com o que vc gastaria no Brasil comendo arroz e feijão, porém lá vc come bacalhau kkkkk. DICA 2: geralmente fazemos compensações, então se um dia esbanjamos um pouco mais com alimentação no outro seguramos a onda e seguimos o baile. DICA 3: Vc encontra os cardápios com valores de todos os restaurantes no site Zomato. DICA 4: se não quiser o couvert (pães e patês) é só não mexer que não será cobrado. Vamos lá: LISBOA -Restaurante Costa Vicentina: ambiente aconchegante, atendimento excelente feito por brasileiros rsrs. Nos receberam com um vinho do Porto! Eles são especializados em comida portuguesa então pedimos pratos com frutos do mar: Gamba Aguille (camarão alho e óleo) + Cataplana de Mariscos + sobremesa Sericaia (lembra um curau) + taça de vinho verde. Tudo delicioso e muito delicado. -Landeau: onde tem o famoso bolo de chocolate. Tipo um bolo-mousse realmente delicioso. Fomos na unidade da LX Factory mas tem tbm no Baixa-Chiado. -Restaurante Frade dos Mares: Um ritual gastronômico! Pedimos a sugestão do chef e fomos muito felizes kkkkk: folhado de leite de cabra com doce de frutas vermelhas (couvert) + mexilhões com manteiga de ervas (entrada) + Camarão alho e óleo (entrada) + Polvo a Lagareiro (principal) + Entrecôte maturado (principal) + Leite-creme folhado com abacaxi ao vinho do Porto e sorvete (sobremesa) e ainda um vinho branco delicioso. Meuuu Deus, pensa numa riqueza! Maravilhoso! Se não bastasse, o atendimento é primoroso e rápido e a música ambiente dá um clima. Super romântico. Recomendo muito! Áh lá precisa reservar pq são poucas mesas. Vá, sério. -Fábrica da Nata (no bairro Restauradores). Lindo ambiente com azulejos portugueses, preparação dos pastéis visível (o que é mto legal, pois se torna uma experiência), ótimo atendimento. No teto estão em movimento forma de pasteis de nata que parecem ter saído do forno, mas é só decorativo kkk. Comemos pão com queijo da serra da estrela e presunto Parma + bolinho de bacalhau + croquete de vitela + pastel de nata com vinho do Porto. Não sabia que faziam essa combinação de pastel e vinho, amamos!!!! Td delicioso mas o pastel de nata quentinho e cremoso foi demais! -Restaurante Nepalês Himchuli: nunca tínhamos visto comida do Nepal. Pedimos indicação de pratos típicos e veio de entrada ‘papada’ tipo uma torrada com 3 molhinhos. De prato principal um cozido de frango com especiarias e guioza. Tava muito gostoso, o ambiente é todo decorado, tem vela na mesa. O garçom não conseguia entender português e tivemos que fazer o pedido em inglês (hummmm phyna kkkk) e deu td certo kkkkk. -Alcoa (doces conventuais): São doces típicos portugueses em q a base é gema e açúcar. A história desses doces é interessante e data do séc. XV: as freiras usavam as claras para engomar roupas e como as gemas sobravam começaram a produzir doces com eles (por isso conventual). O Alcoa é especializado nesses doces desde 1957 e seguindo a tradição ainda o fazem em tachos de cobre. Vários doces deles são premiados. Pega essa: o Coroa de Baronesa feito por eles foi a sobremesa do Papa quando visitou Portugal, pira? Provamos 6 doces premiados, incluindo o do papa kkkk. São deliciosos e uma obra de arte. Se quer algo menos doce aposte no Ovos do Paraíso. Áhh sabe quem tbm estava lá? Willian Bonner e família! Chupa essa manga kkkkk -Restaurante Cantinho do Avillez: faz parte do grupo de restaurantes do chef José Avillez e este é de comida portuguesa com influência de viagens, achamos mto interessante o conceito. Pedimos Tartar de atum e Ovos à Professor do séc XXI, kkkk deliciosos. Depois Vieiras e Tagine de Cordeiro. Por fim, sobremesa de Avelã e Cheesecake de framboesa. Tudo é muito delicado e delicioso. O vinho é escolhido com um tablet que contém as informações do vinho e com que comida do restaurante combina, mto legal! Pedimos vinho verde e um vinho tinto q eles estão desenvolvendo. Jantar demais!!!! -Pastéis de Belém (o de Belém de fato rsrs): Esse é o clássico e original desde 1837. Sabia que só eles podem usar o termo “pastel de belém”? É marca registrada. Como a receita é secreta é um pouco diferente dos pastéis de nata dos outros lugares. São deliciosos tbm e não pode sair de Portugal sem provar! Tomamos tbm um galão (café com leite) e um chocolate quente que dá vontade de comer de colher! -Pop Cereal Café: estávamos mto curiosos pra experimentar por ser super novidade pra gente. O ambiente é td decorado com histórias em quadrinhos, colorido e mtas caixas de cereais. Tem mais de 100 tipos de cereais entre nacionais e importados. A graça é combinar os cereais, adicionar os toppings, escolher o leite e desfrutar. Como são mtas opções resolvemos pedir as preparações indicadas no cardápio. Pedimos o King Coco e o Heaven is made of chocolate e acrescentamos sorvete de nata kkkk. Cara, q massa!!! Uma delícia, super anos 90, nostalgia total mto legal. Atendimento primoroso! Tem que ir. SINTRA -Byron Bar: a entrada do bar fica embaixo e não é mto óbvia mas tenha fé que vai dar certo kkk, tem uma seta apontando para a entrada. O nome é em homenagem a um poeta que visitou a cidade no séc XIX e por ter gostado mto escreveu sobre Sintra. Começamos com um chocolate quente pra tirar a friagem kkk delícia. Experimentamos bolinho de bacalhau e as especialidades da casa: os travesseiros de Sintra e as queijadas. Tudo feito por eles, uma delícia e ainda olhando para a praça onde fica o Palácio Nacional. Finalizamos com o doce Dona Amélia que só tem na região dos Açores e tbm mto bom e experimentamos a Ginginha de Óbidos (bebida bem docinha feita com uma espécie de cereja). Dica: lá o valor das coisas são bem melhores que nos outros restaurantes. -Casa Piriquita: A casa existe desde 1862 e produz desde então os tradicionais Travesseiros de Sintra. Tem que provar! Experimentamos tbm outros doces especialidades deles como Cruz Alta, Joaninha, Queijada, Pastel de Sintra. Deliciosos. Separe um momento para essa experiência gastronômica em Sintra. Áhhh como a casa estava tranqüila pedimos para entrar na cozinha! Vimos a arte acontecendo e ainda conhecemos a família dos "Piriquitos", a Casa foi passando de geração em geração, mto legal! PORTO -Leitaria Quinta do Paço: famosa pelos seus Eclaires. O que que é isso Brasil? São mto delicados, equilibrados no doce e deliciosos! Pra conseguir provar vários sabores pedimos os miniaturas para compartilhar e depois os normais msm kkkk. Meu preferido foi o crocante!!! O chantily são eles que fazem tbm. Os cafés são de marca própria, tem um até com maçã! Experimente! -Amarelo Torradas: e suas maravilhosas torradas kkkkk. O local é mto charmoso e delicado. As torradas deram a fama ao lugar e não é pra menos: pedimos torrada com avelã e outra com cereais, vem quentinha, com manteiguinha derretida, crocante por fora, macia por dentro, ahhhhh tem que provar. Ainda acompanha geléia e nutella. Mas não se engane, não são só as torradas q são demais, o bolo-mousse de chocolate tbm é incrível. -Hungry Biker: Um restaurante com conceito mto jovem e decoração em torno das bikes. Fomos atendidos pela Maria que é russa e está aprendendo português. Mto simpática e divertida. Pedimos um brunch e um almoço. O brunch vem com ovos mexidos, presunto parma, pão, feijão (diferente né? Mas delicioso). O almoço vem mexilhões, salada, pão , sopa e acompanha vinho. Estava uma delícia e os ingredientes de qualidade. Amamos, vale mto a pena e ainda aproveite para uma troca cultural com a Maria. -Confeitaria Petúlia: Vimos vídeos sobre eles e a fama do bolo-rei (no fim do ano formam-se filas para comprar o famoso bolo). É uma confeitaria de 1972 com atendimento mto bom. Como ainda não tínhamos experimentado pedimos a Francesinha, prato típico do Porto. Existem várias formas de fazer francesinha, essa leva pão, queijo, embutidos, carne (de porco ou boi), queijo por cima derretendo e molho levemente picante. Ainda acompanha batata frita (passa a batata frita no molhinho pra vc ver). Tomamos uma cerveja Super Bock (eles disseram que era a combinação ideal kkk). O prato é bem servido viu!!! Pra finalizar pedimos o Bolo-Rei. É como se fosse um panetone mas com mais frutas cristalizadas (como laranja, cereja) e castanhas. Sensacional. Adoramos! -Padaria Ribeiro: existente desde 1878. Atendimento mto simpático. Como é uma padaria tradicional pedimos uma degustação das especialidades da casa. Começamos pelos salgados: bolinho de bacalhau, croquete, empada, pastel de chaves. Gente, os salgados de vitela e o bolinho de bacalhau são fabulosos. Depois pedimos a degustação dos doces kkkkk e vieram em miniatura (Thanks God, assim podemos comer mais opções kkkk). Mto bons, deliciosos, equilibrados no açúcar e com um cafezinho fecha com chave de ouro. -Café Piolho: Restaurante tradicional e popular entre os universitários da época da ditadura. Tds se conheciam e falavam de política, porém qdo alguém diferente entrava eles faziam sinal coçando a cabeça pra indicar q podia ser alguém da ditadura. E assim ficou conhecido como café Piolho kkkk. E lá comemos um Bacalhau com natas maravilhoso e uma sopa de legumes. -Petisqueira Voltaria: O local é bem pequeno, tem entre 4 e 5 mesas, mas o atendimento é tão caloroso e a comida é tão saborosa que te aconselho a ir sim!! Começamos com uma sangria... azul! Feita com espumante português azul e frutas vermelhas..uauu delícia. De entrada pedimos bolinho de alheira (alheira é um embutido português) super bem temperado, delicioso. De prato um bacalhau a Braz mto gostoso. Áh observe que lá por ser um local pequeno não fazem fritura, usam o forno nas preparações (e ainda fica saudável, olha só kkk). Pra fechar pedimos um Natas do Céu, creme com bolacha que vc vai pegando as camadas de colher...aprovadíssimo! E além de td tem a simpatia do Hugo e da Fátima... dê umas risadas com ele! -Restaurante Raiz: o restaurante é lindo e conta com 4 andares. Mto aconchegante e romântico à luz de velas. O atendimento é excelente e o Miguel, que nos atendeu, ao explicar os pratos correlacionava com a história de Porto e Portugal. Aliás, eles valorizam suas tradições e recriaram pratos utilizando ingredientes da culinária portuguesa, além de trazerem de volta pratos que haviam sido esquecidos. Pedimos alheiras (vem com ovo de codorna em cima que é a coisa mais linda), é uma explosão de sabores. Depois, Tiborna de Salmão com temperos intensos mas mais suaves que a alheira...pelo amor de Deus, é divino. O tiborna de salmão é um prato que era tradicional no sul do país e eles resgataram. E como principal Bacalhau com crosta de broa e mel...ahhh gente, é pra fechar com chave de ouro nossa experiência em Porto. De sobremesa um pudim de batata-doce com laranja em calda. Uau que combinação o cítrico da laranja com o doce da batata, bom demais! BRAGA -Nata Lisboa (em Braga kkk): local mto aconchegante e atendimento mto atencioso msm estando super cheio na hora que fomos. Pedimos uma Tábua Ibérica (uiiii rsrs) com frios e pães deliciosos. Não tem ainda no cardápio pois é novo e foi sugestão deles. Aprovado! Acompanhado de sangria com vinho do Porto rosê (pensa num povo que quer experimentar td nessa vida kkkkk). E pra adoçar nada de inovar: vamos no famoso pastel de nata kkkk... quentinho com café...áhhhh não tem coisa melhor. COIMBRA -Zé Manel dos Ossos: Local bem pequeno, com 5 mesas q forma fila na porta (dizem q a espera geralmente é de mais de 1h).A comida lá é fresca e caseira e o prato mais famoso é o tal dos ossos. Pois então vamos prová-lo. Pedimos os ossos com arroz e feijão pra acompanhar. Mas não subestime o arroz e feijão do Manel, é delicioso demaissssss e os ossos tbm... pedimos meia porção dos ossos e 1 de arroz e feijão e foi suficiente. O ambiente é cheio de guardanapos de clientes q deixaram recadinhos. Tem tbm varias decorações inusitadas. Tem que ir!
  24. 1 ponto
    Fenomenal seu relato. Estarei indo no final de novembro/18 e vou utilizar várias das suas informações!
  25. 1 ponto
    12/11/17 – Dia 17 – Veneza Nos despedimos após o café da manhã de Florença e chegamos no início da tarde em Veneza. Mais uma vez apreciando essa maravilha chamada trem de alta velocidade (será que teremos isso aqui no Brasil algum dia?) Após deixar as malas no apê arrumamos um restaurante para almoçar e fomos andando pelas ruas e canais até a Praça São Marcos. Já observamos de cara que os preços em Veneza são ainda mais caros do que o restante da Itália. Isso estava evidente nos restaurantes e nos souvenirs. Tivemos azar em nossa estadia em Veneza: o tempo, além de muito frio, estava muito chuvoso, dificultando muito sair de casa para qualquer coisa. Fizemos um reconhecimento da praça e visitamos a Basílica de São Marcos (também muito bonita). Passamos também pela ponte Rialto, Grande Canal e Mercado Rialto (estava no finzinho já quando chegamos). Nessa noite fizemos uma refeição no apartamento mesmo. 13/11/17 – Dia 18 – Veneza A chuva que já caia no dia anterior piorou, juntamente com o frio. Só saímos de casa para almoçar e jantar, infelizmente. Ficamos o resto do dia no apartamento atualizando nossas séries, rs. 14/11/17 – Dia 19 – Veneza O frio estava intenso mas finalmente a chuva parou e o sol saiu! Aproveitamos então para pegar o Vaporetto (7,50 euros cada viagem) no terminal próximo à estação Santa Lucia em direção a Murano. Murano é uma cidadezinha próxima caracterizada pela produção de vidro. Suas lojas vendem pelos preços mais absurdos possíveis diversos tipos de itens de decoração, casa e cozinha feita em vidro. Visitamos o Museu do Vidro (ingresso 10 euros), que conta um pouco da história da produção na cidade bem como a evolução ao longo do tempo. Achamos bem interessante. De lá pegamos novamente o vaporetto até Burano, que é outra cidadezinha turística próxima caracterizada pelas casinhas coloridas, ou seja: uma Lavras Novas italiana (eheheh). É um passeio gostoso pela cidade mas não tem muito o que fazer a não ser admirar as casinhas. O legal é admirar pelo caminho os Alpes cobertos de neve lá ao longe! Voltando à Veneza aproveitamos para andar mais pela cidade e ver quanto custaria o famoso passeio de gôndola: 80 euros o casal. Passei batido, sem chance! Já achei bem legal o Vaporetto mesmo, hehehe. À noite saímos para jantar e já nos preparamos para a última parada na nossa viagem: Mião! Considerações finais de Veneza: foi a cidade que menos gostamos. Alguns fatores podem ter contribuído para isso: a hospedagem não foi tão boa como as outras; o tempo não ajudou: o frio estava intenso e além disso chuvoso; perdemos um dia inteiro da viagem devido a isso; os preços são muito mais caros do que nos demais locais que visitamos! Além disso, não gostamos de nenhum restaurante que visitamos, comidas sempre mais caras e não tão saborosas. Enfim, é uma cidade legal, diferente, tem seu charme, mas não nos agradou tanto. 15/11/17 – Dia 18 – Milão Já com aquele sentimento de nostalgia pelo final da viagem se aproximando saímos de Veneza ao final da manhã com destino a Milão. Cerca de 2 horas depois chegamos na Estação Central de Milão. Sabíamos que a nossa hospedagem ficava perto mas precisaríamos pegar um metrô e baldeação então acabamos optando por um taxi, que deu em torno de 9 euros. Já estávamos sentindo o cansaço da viagem e minha esposa um pouco mal devido a todo o refluxo que sentia. Nesse dia não tinha nada programado, então resolvemos ir ao supermercado e fazer algumas compras para cozinhar à noite no apê. Aproveitamos também para ver o que se passa na TV italiana (as mesmas porcarias que a TV brasileira, tem um programa estilo faustão, um programa estilo silvio santos, hehehe). À noite demos uma volta próximo à nossa hospedagem para ver o movimento e já notamos como Mião é uma cidade diferente, muito mais próxima de uma grande cidade em outros locais no mundo. 16/11/17 – Dia 19 – Milao Após o café da manhã rumamos para o principal ponto turístico de Mião: o Duomo! Sua beleza de fato é indescritível, totalmente diferente das outras igrejas italianas mas ainda assim belo e único! Também muito mais belo por fora do que por dentro. Compramos um Duomo Pass A (16 euros) que dá direito a visitar: a Catedral; o terraço da catedral (subindo pelo elevaror), o museu do Duomo, a área arqueológica (no subsolo da catedral). Valeu muito a pena e não gasta-se muito tempo. A visita ao terraço do Duomo é muito bacana e tem uma vista bem legal da praça do Duomo! Saindo do Duomo fomos à Galeria Vittorio Emanuele, muito bonita, com os preços mais caros que você verá na sua viagem inteira pela Itália, heheheh. Em seguida fomos ao Teatro Alla Scala (ingresso 9 euros). Eu sou um apaixonado por teatros antigos e óperas e tinha altas expectativas de conhece-lo por dentro. Por muitas décadas foi o teatro principal do mundo, junto ao Garnier de Paris, em apresentação de óperas, recebendo a primeira apresentação de O Guarani de Carlos Gomes. Infelizmente estava acontecendo um ensaio no momento da visita, então só pudemos espiar por uma janelinha de vidro. Uma pena...Visitamos o museu que tem lá dentro, mas não é a mesma coisa. Para quem curte, vale a pena comprar ingresso para assistir alguma apresentação no dia. Eu até pesquisei, mas é bem caro, acabei não animando (não achei nenhum ingresso por menos de 60 euros). Finalizamos o dia passeando pelas lojas de roupas, tem muita coisa boa e barata por lá! À noite saímos para jantar no Ristorante Maruzella, bem cheio, bom e barato! Muito bom o macarrão com frutos do mar! 17/11/17 – Dia 20 – Milão Penúltimo dia de viagem, mas ainda com uma incrível experiência a curtir. Madrugamos pois às 08:15hs da manhã (o primeiro horário do dia) estávamos na porta do Cenacolo Vinciano já apreciando a incrível Ultima Ceia, de Leonardo da Vinci. Gente, é algo indescritível, a sensação de estar diante de uma obra mundialmente famosa que até então só tinha visto em livros ou filmes. É uma obra tão importante que montaram todo um esquema de segurança, o que permite a visita por apenas 15 minutos: um grupo sai, outro grupo entra e por aí vai ao longo do dia. A gente fica perdido entre admirar, tirar foto, estudar a pintura. Da Vinci era um gênio! Como disse no início do relato, os ingressos são muito difíceis de se conseguir, deve comprar com cerca de 2 meses de antecedência somente pelo site. Não existe venda no local. Apesar de ser no fim da viagem, esse com certeza foi um dos ápices! De lá seguimos para o Castelo Sforzesco que é um espaço cultural na cidade bem bonito para tirar umas fotos e ao fundo o Parco Sempione, um gigantesco parque da cidade onde as pessoas fazem caminhada, piquenique, etc. No final dele fica o Arco da Paz! 18/11/17 - Dia 21 - Milao Último dia dessa viagem, já que na madrugada seguinte já iríamos embarcar de volta ao Brasil. Já tendo conhecido os pontos mais importantes de milão, aproveitamos esse último dia para fazer um bate-volta a Lago de Como. Fomos de trem partindo da estação Milano Centrale (ticket 4,80 euros) cerca de 1 hora já estávamos lá. É uma cidade balneário muito charmosa, famosa também porque o George Clonney tem uma casa por lá, hehehe. O lugar é lindo e o mais legal é pegar o funicular e ter uma visão de cima, bem bacana. Tinha um pessoal tirando fotos de casamento por lá, galera bem descolada, achei maneiro. Almoçamos lá em cima, apreciamos a vista, descemos e voltamos pra Milão. Deixamos nossas coisas arrumadas e fomos curtir nossa última noite na Itália com uma típica macarronada no Ristorante da Oscar, no mesmo esquema de bom, tradicional e barato. Foi uma das melhores refeições da Itália para fecharmos com chave de ouro. De madrugada pegamos um taxi até a estação Milano Centrale (cerca de 8 euros). Como era ainda em torno de 3 horas da manhã não tinha trem para o aeroporto de Malpensa então tomamos um ônibus que sai ao lado da estação (8 euros o ticket) e gasta uns 50 minutos até o aeroporto. Fizemos uma conexão rápida em Lisboa e rumamos para casa. Considerações de Milão: uma cidade italiana diferente, por ser mais contemporânea, mas ainda com muita coisa legal para se conhecer. Para quem curte compras, lá deve ser o lugar na Itália. Nosso foco é outro, mas mesmos assim gostamos bastante. O ponto alto com certeza foi ver de perto a Última Ceia de Leonardo da Vinci. Isso já valeu a viagem para lá. Mas gostamos também dos outros locais visitados e dos restaurantes que fomos à noite. O lago di Como é belíssimo e vale a pena conhecer, apesar de não ser algo imperdível. Para quem me aguentou até aqui, parabéns ! O meu jeito de escrever não é muito atraente, tento ser talvez um pouco mais técnico e resumido nos relatos, mas uma viagem como essa que era um sonho de infância precisava de alguns detalhes a mais. A Itália é de fato um país incrível e um belo início para quem deseja percorrer o Velho Mundo. Os italianos são muito simpáticos, acostumados aos turistas (e tem muitos lá, rs) e muito orgulhosos de sua terra. Quem for não irá se arrepender! Tentei na medida do possível colocar um pouco da minha impressão de cada lugar e incluir os preços das atrações à medida que iam aparecendo no relato. Se tiver esquecido de algo, por favor, fiquem à vontade. Grazie e Arrivederci!
  26. 1 ponto
    06/11/17 – Dia 09 – Roma a Florença Dia de sair de Roma em direção a Florença. Normalmente é um dia muito perdido pelo deslocamento, mas era uma das grandes atrações da viagem pra mim: pela primeira vez andar em um trem de alta velocidade. Além de história, sou apaixonado por trens e fico muito decepcionado por não termos muitas opções desse tipo de transporte no Brasil. Nos despedimos do simpático Sr. Franco e fomos caminhando até a estação Roma Termini. Lá pegamos o FrecciaRossa e em cerca de 1h30 minutos já estávamos desembarcando em Florença. Viagem maravilhosa, o trem chegou a 300km/h por 2 vezes, eu até baixei um aplicativo no celular pra acompanhar a velocidade porque não estava acreditando naquilo! Incrível, como estamos atrasados nisso. É um choque de realidade. Nosso Bed and Breakfast ficava a cerca de 5 minutos a pé da estação, após deixar as malas saímos para andar pela cidade, mas antes almoçamos em um restaurante self service não muito bom mas bem barato, algo em torno de 5 euros (Ristorante Self Service Leonardo). Andamos pela praça do Duomo, entramos na Igreja (muito mais bonita por fora do que por dentro) mas não fomos nem ao batistério nem à torre do Campanário. Começou a chover então voltamos pra casa, dando uma passada rápida no Mercado Centrale de Florença (a mesma marca do Mercado Centrale de Roma, que fica na estação Roma Termini). Em Florença foi onde a minha esposa se adaptou melhor à comida, talvez por ter mais carne no cardápio. Ficamos 5 noites lá, comemos sempre em dois restaurantes: Il Brincello (3x) e Trattoria Guelfa (2x): todos os dois excelentes, baratos e com ótimos cardápios. Ficam próximos à estação Santa Maria Novella. 07/11/17 – Dia 10 – Florença Às 09:00hs da manhã esta´vamos na porta da Galeria Uffizi conforme nosso ingresso comprado antecipadamente. A galeria é imensa e gasta-se a manhã inteira por lá. Ficamos admirados com a coleção de arte que existe lá. Extremamente emocionante ver ao vivo, do seu lado, algo que até então você só via em livros e nos blogs. Destaco principalmente as obras de Da Vinci e Botticelli e a linda vista da Ponte Vecchio. Caminhamos até a Galleria Della Academia passando pela Piazza Della Signoria e Palazzo Vecchio (só fotos externas). Na galeria Della Academia esperamos o nosso horário (14:00hs) e percorremos rapidamente, pois ela é bem pequena. O grande destaque é o magnifico Davi de Michelangelo que, sério, só vendo pessoalmente mesmo. Parece que a qualquer momento ela vai descer dali e caminhar pelo salão: impressionante! Terminamos esse dia mais cedo pois minha esposa não estava passando muito bem com muito refluxo e voltamos logo para o apartamento. Nem saímos à noite. 08/11/17 – Dia 11 – Florença Após o café andamos alguns minutinhos até a Basílica Santa Maria Novella (entrada 7,50 euros). Igreja bem bacana, possui um lado anexo com convento e vários afrescos interessantes. Valeu a pena. De lá fizemos a famosa parada na Ponte Vecchio para fotos e admiração. Que lugar lindo! A próxima parada era no Museo Galileu, ao lado da Ponte, mas vimos uma turma saindo de uma rua com um sanduíche tão cheiroso na mão, várias pessoas, aí fomos seguindo até descobrir onde era: um lugar pequeninho que vendia um sanduíche muito saboroso, feito na hora. O sanduba era tão grande que acabou sendo o nosso almoço! (Lanchonete All´Antico Vinaio). Depois desse almoço fomos ao Museo Galileu (9 euros a entrada). Bem legal também, tem vários instrumentos científicos utilizados no passado. E tem também o dedo do Galileu, rs! Finalizamos o dia subindo até a Piazzale Michelangelo, que é um ponto alto da cidade. Ficamos lá apreciando a vista, o por do sol e curtindo o lugar. Florença é linda! Dia 09/11/17 – Dia 12 – Pisa e Luca Os próximos 3 dias fizemos alguns bate-voltas na região da Toscana iniciando com o mais clássico: Pisa e Luca. Bem tranquilo de se fazer, todo o trajeto faz de trem mesmo, em menos de 40 minutos já estávamos apreciando a torre de Pisa. E não é que é torta mesmo??! Bem torta por sinal! Também visitamos o Duomo ao lado e ficamos lá fazendo fotos dos outros fazendo fotos segurando a torre, hehehe. De lá seguimos para Luca (20 minutinhos de trem pra frente). Que linda cidade, toda murada, com as cores de outono escancaradas na nossa cara. Junto com San Gimignano as duas cidades mais charmosas da nossa viagem! 10/11/17 – Dia 13 – Bate e Volta a Siena e San Giminano Esse é outro famoso bate volta de Florença para quem não está com carro. O esquema básico é: 1-Ir para Siena (pegar o ônibus no terminal rodoviário ao lado da estação S.M.N – o terminal fica escondido dentro de um prédio, mas é tranquilo de achar); A passagem custa 7 euros, se não me engano, e a viagem dura 1 hora e meia. 2 –De Siena para San Gimignano: pegar o ônibus 130 na Piazza Antonio Gramsci em Siena (no mesmo lugar que desceu para chegar a Siena). 3-De San Gimignano para Florença: pegar o mesmo ônibus 130 em direção a Poggibosi e de lá tomar o trem de volta a Florença. Parece complicado, mas é bem tranquilo o trajeto, se tiver dúvidas, todos são muito solícitos para informar. Nas cidades o legal é andar mesmo, curtir as ruelas das típicas cidades medievais. Em Siena os pontos básicos são o Duomo de Siena (belíssimo, tanto por dentro como por fora. Uma das igrejas mais bonitas de toda a Italia) e a praça principal onde acontece o Palio. Mas ficamos realmente encantados com San Gimignano. Aquela cidade no alto de um morro toda murada, com várias torres. Uma típica cidade medieval que sobreviveu ao tempo. Extremamente fotogênica. E tem o melhor gelato do mundo (Se os chineses deixarem você comprar, porque são tantos que nunca saem da fila!). 11/11/17 – Dia 14 – Arezzo Esse último dia em Florença tinha ficado aberto no roteiro. Como optamos por não alugar carro para explorar a Toscana por questão de tempo, escolhemos bate-voltas fáceis de fazer de ônibus e trem. Por conta disso, nesse último dia fomos a Arezzo, que era bem acessível de trem, cerca de 1 hora de viagem de Florença (ticket a 8 euros, se não me engano). Arezzo não é das mais bonitas da região toscana, até por isso não recebe tantos turistas, mas tem o seu charme. Andamos pela cidade morro acima e ficamos admirando o movimento. Visitamos o Duomo e curtimos um festival de chocolate que tava rolando. NA praça principal da cidade foram gravadas algumas cenas do filme “A vida é bela”. Foi legal para ver como funciona uma cidade italiana sem todo o fervor de turistas. Esse foi o último dia em Florença, no próximo dia: Veneza! Considerações finais de Florença: em aspecto de arte e historia, Florença realmente é inigualável. É charmosa, aconchegante. Foi a melhor hospedagem da nossa viagem. No entanto, eu ainda preferi Roma. A comida em Florença é excelente, nas trattorias que fomos comemos muito bem e pagamos bem barato. No último dia, experimentamos o famoso bife a fiorentina, que é simplesmente indecente (a gente sempre esquece de tirar foto da comida, rs). Indico fortemente as duas trattorias que revezamos lá: Il Brincello (nessa uma das atendentes fala um pouco de português) e Trattoria da Guelfa. Ficamos com muita vontade de voltar para descobrir as vinícolas pelos caminhos da Toscana, que rende com certeza uma viagem por si só.
  27. 1 ponto
    02/11/17 – Dia 5 – Roma Comecamos o dia visitando a Piazza Del Campidoglio já emendando com os Museus Capitolinos (15 euros). A praça é bem bonita, com uma bela escadaria e os museus mais bacanas ainda, porém tinha uma expectativa de que era pequeno e nada, ficamos a manhã inteira lá dentro. Todos os prédios ao redor da praça fazem parte do museu, lá dentro é um labirinto, mas é bem legal. Muitas peças e obras de arte que de alguma forma falam sobre a história de Roma, desde a sua fundação até pelo menos a idade média. E tinha uma modelo lá fazendo sessao de fotos, hehe. Após o almoço fomos até a Galeria Borguese, tínhamos visita agendada às 15:00hs; Importante: todas as visitas devem ser agendadas com antecedência, você precisa ligar e agendar (eu fiz isso com 2 dias de antecedência). As atendentes falam inglês. Na hora marcada você informa seu código de reserva e paga a entrada (15 euros). Em termos de valor artístico acho que foi a melhor que visitamos em Roma e junto com a galeria Uffizi em Florença as melhores da Itália. Você encontra diversas obras excelentes e históricas, tanto esculturas quanto pinturas. Várias pinturas de Caravaggio lá, pintor espetacular! A visita é mais rápida, menos de 2 horas consegue visitar tudo com calma. A galeria fica localizada em uma grande área verde, passeamos por lá um pouco e pegamos um ônibus até a Piazza del Popolo. Lá visitamos a Basilica Santa Maria Del Popolo que é mais simples que as outras já visitadas mas tem 2 obras de Caravaggio muito bacanas! Ainda deu tempo de voltar ao centro histórico para visitar o panteão (que ainda não tínhamos visto por dentro) e apreciar as ruas romanas à noite, cheias de gente, turistas e muitos vendedores ambulantes (a maioria indianos). 03/11/17 – Dia 6 – Roma Dia do Vaticano. Entradas compradas com antecedência para as 10:00hs (17 euros). A fila estava quilométrica para quem iria comprar na hora, mais uma vez, não façam isso! Uma vez lá dentro, percebemos que tinha um percurso longo e curto, fomos no longo mesmo. Mas antes descemos para uma parte onde ficam os carros papais. Gente, o vaticano é algo imenso, ficamos umas 6 horas lá dentro, tranquilamente. É muita coisa pra ver e realmente não dá pra absorver tudo da mesma forma. No final já estávamos exaustos. O que mais gostamos foi: a parte do museu egípcio, as salas cartográficas, as salas de Rafael, e óbvio, a Capela Sistina. Na Capela Sistina é uma chatice só porque os guardas não param de falar 1 minuto “No Picture, no photo, no vídeo!” e você não consegue se concentrar pra apreciar as imagens. Ah, e na saída ainda esbarramos com o Edson Celulari, heheh. Após o Vaticano fomos conhecer a famosa praça do Papa e a Basílica de São Pedro. Pegamos uma fila quilométrica para entrar e quase não deu tempo de subir até a cúpula da basílica. Minha esposa não quis subir e então fui sozinho de elevador (se não engano 8 euros pra subir). A vista da cúpula é sensacional, dá pra ver bem a praça do papa e roma por inteiro! Descemos e entramos na Basílica. Que Igreja! Que construção. Tudo muito grandioso! A pietá de Michelangelo estava lá nos aguardando ansiosamente! 04/11/17 – Dia 7 - Roma – Bate e Volta a Ostia Antica Os próximos 2 dias ficaram reservados para bate volta. A princípio iriamos fazer o tradicional bate volta a Nápoles e Pompeia, mas achamos que ficaria um roteiro muito pesado, ainda mais com uma gestante. Dentro de uma temática semelhante resolvemor ir a Ostia Antica, que também era uma cidade da época do império romano e mais perto de Roma, basta pegar um metrô e trem urbano, cerca de 40 minutos já chegamos lá (8 euros a entrada). É uma visita muito interessante até porque está bem preservada. Dá pra se ter uma ideia de como era uma vila romana. Achei que valeu muito a pena. Na volta, já no fim da tarde, descemos até o Tratesvere para uma volta e descobrir algum lugar para jantar. O bairro é bem charmoso, cheio de vários restaurantes, bem bacaninha. Descobrimos um por lá e comemos uma pizza boa, mas agora não lembro o nome. O legal foi depois, fomos para uma pracinha e estava uma moça tocando muito bem, ficamos lá curtindo o som e observando o movimento. 05/11/17 – Roma – Bate e Volta a TivoliÚltima dia em Roma, fomos a Tivoli, uma cidade próxima com algumas atrações bacanas. Lá conhecemos Villa D´Este e (tentamos) conhecer Villa Adriana. Nós fomos de ônibus: pegue o Metrô linha B – direção Rebibbia, vá até a estação Ponte Mammolo. Lá você vai pegar o ônibus da empresa Cotral ( Roma – Tivoli ), que custa 2,20 euros e sai a cada 15 minutos. Compre o bilhete na lojinha que vende jornais, dentro da própria estação do metrô. Chegando lá fomos conhecer a Villa D´Este, nesse dia era gratuito pois era o primeiro domingo do mês, yes! Realmente o lugar é espetacular, muito bacana. Nunca tinha visto um jardim desses antes, e olha que já fui em Inhotim algumas vezes, mas é realmente deslumbrante. O ponto alto é escutar o “som da água”. Uma das fontes tem um órgão associado e em alguns momentos do dia quando a agua passa faz uma melodia bacana. Ficamos a manhã inteira passeando e conhecendo cada cantinho desse lugar incrível e depois fomos em um restaurante almoçar. Não tinha quase nenhum aberto, acabamos almoçando em um caro, ruim e que demorou demais para servir. Não lembro agora o nome. Depois perguntamos numa lojinha qual ônibus pegar para a Villa Adriana, tem um ônibus interno da cidade que lhe deixa na porta, mas acabamos errando e pegando o ônibus que volta pra Roma, que nos deixou a cerca de 1km. O problema foi que, quando estávamos chegando, caiu uma chuva torrencial na cidade!! Ficando um tempão esperando na recepção para ver se a chuva diminuía. Quando parou um pouco entramos (ingresso também foi gratuito). Mas acabamos vendo só um pouco do lugar porque logo voltou a chover de novo! Uma pena, porque parecia ser um lugar muito bacana. Voltamos para a rua principal da cidade e pegamos o ônibus de volta a roma. À noite jantamos no Cantina e Cucina já em clima de despedida da cidade. Essa noite foi muito legal porque na fila conhecemos uma moça do Canadá muito simpática que já foi 14 vezes a Roma. Ficamos conversando sobre a cidade, foi bem bacana. Ela é realmente apaixonada por Roma. Considerações de Roma: acabou sendo a cidade que mais gostamos, conforme minha expectativa. Sou uma apaixonado por história e Roma nos proporcionou isso e muito mais na nossa estadia. Fomos muito bem atendidos em todos os lugares. Nosso anfitrião do AirBnB foi muito bacana e nos deixou bem à vontade. Depois de conhecer vários lugares obrigatórios, o legal realmente é andar à ermo, observando o movimento e os romanos. Aspecto negativo: como em toda a Itália, eles fumam muito, principalmente os mais jovens. Fiquei surpreso ao perceber isso. Mas a sensação de estar no Coliseu, no Vaticano, em locais onde a história aconteceu é incrível.
  28. 1 ponto
    31/10/17 – Dia 3 – Roma Dia de mergulhar na Roma Antiga. De cara já começamos com o coliseu. Saindo do metrô nada te prepara para o que você vai ver, já sai em cima desse monumento majestoso da humanidade. Andar pelos seu corredores é respirar a história do centro do mundo em um determinando momento. Incrível. Com o Roma Pass já entramos direto (1ªuso do Roma Pass) e pulamos a enorme fila para quem ia comprar na hora. A sensação de estar lá é indescritível, muita história já aconteceu ali. Ficamos um bom tempo andando para lá e para cá procurando os melhores ângulos para fotos e para visualizar melhor o que era. Seguimos em direção ao Foro Romano e Palatino, que também é muito interessante e muito grande! Ficamos umas 4 horas andando ali dentro. Não tem a mesma imponência que o coliseu mas é também interessante. Além do mais, tem um local bem bacana para fazer fotos do coliseu. Saímos de lá e fomos almoçar (praticamente jantar, já, rs) no Pasta Chef, que tem massas muito boas a um preço bacana, bem em conta. À noite jantamos no La Trattoriola di Luca, que fica próximo á estação Termini. Comida muito boa e preço médio. 01/11/17 – Dia 4 – Roma Voltamos a rodar pelo centro histórico de Roma, passando pela Piazza Venezia (muito linda e bela escadaria), Panteão, Fontana di Trevi (de dia tem seu charme, e estava mais vazia), Templo di Adriano, a charmosa Piazza Navonna, visitamos uma igreja que fica na praça que não me recordo o nome. As ruelas de Roma são muito bonitas e com muitas lojinhas de souvenirs. Aproveitamos para comprar os chaveiros para a coleção (cada um custou 1 euro). Almoçamos uma massa muito ruim por 3,50 e seguimos para o Castelo de Santo Angelo (2ªuso do Roma Pass). Na maioria dos relatos vejo que a galera tira foto em frente ao Castelo mas não chega a visita-lo. Eu gostei bastante da visita, ao todo são 5 andares que vao contando sobre os usos do castelo ao longo da história e como ele foi sendo aumentado ao longo do tempo. Interessante que tem um muro que o liga diretamente ao Vaticano para seguir de via de escape do papa em caso de invasão da cidade, o que aconteceu uma vez na idade média. Além disso tem uma bela vista da cidade no terraço! Voltamos devagarinho e terminamos o dia no Monumento Vittorio Emanuelle. Vimos que tinha um museu do exército lá dentro mas não animamos. Nessa noite jantamos no Cantina e Cucina, ótimo restaurante próximo à Piazza Navona. Gostamos tanto que ainda voltamos outas 2 vezes e foi nosso restaurante preferido em Roma. Tem uma boa fila de espera mas as mocas servem um espumante pra já ir abrindo o apetite. Realmente muito bom!
  29. 1 ponto
    Relato de viagem feita em junho de 2015, totalmente organizada lendo relatos e arrumando companhia pelo mochileiros.com - com baixo orçamento. Porque escolhi a Chapada diamantina e a trilha do vale do Pati? Uma pessoa apaixonada por trilhas tem certamente o sonho de conhecer todas as chapadas do Brasil, escolhi visitar mesmo que de forma relâmpago a chapada diamantina, por ser na Bahia de onde é minha família materna inteira, ter cânions que nunca havia visto, e ser uma travessia de 4 dias parando apenas no final da tarde para acampar, algo que nunca havia feito. A chapada em si é enorme e compreende 5 municípios e pelo menos 2 vilas com diversos passeios que turistas fazem até de carro, não foi nessa chapada de luxo que eu fui não rs.... Eu passei 4 dias andando no Vale do Pati, 100% natureza, lá não passa carro algum, pra sair de lá só de mula, burro ou andando que foi como fizemos ao longo de aproximadamente 70 á 80 km de serras e descidas beirando rios e vencendo paredões de pedra encantados com sua beleza de dia e de noite. Com quem eu fui? Nenhum dos amigos de trilha de São Paulo estavam de férias nos mesmos dias, então fiz uma busca no site preferido dos mochileiros e trilheiros do Brasil, o Mochileiros.com, havia muita gente indo para a Chapada em junho mas o único que queria fazer tudo sem guia, no estilo roots, carregando sua própria comida e fazendo sua própria rota na tranquilidade como eu era o Vander Luiz. Assim fomos com mais o menos o mapa na cabeça após pesquisar muito, sem muitas preocupações e pensando positivo, junto de nós seu amigo Júnior, eu estava muito bem acompanhada de dois baianos simples, calmos, cantarolantes como eu, que toda manhã e almoço me ensinavam uma comida diferente como cuzcuz, leite com chá, batata doce e a nossa tão energética "Mirinda" que eram gomos de tangerina dos pés que achávamos no caminho e misturado com água e 1 vitamina C se houvesse, essa salvou tantas vezes dando ânimo nas subidas rs. Era como se nós três fossemos amigos de longa data, logo na primeira noite ao desembarcar na entrada de Andaraí enfrentamos uma alta aventura, o ônibus deixava mesmo á 50km da cidade, eram 4 horas da manhã e estava muito escuro... ali já era área do parque chapada diamantina com todo tipo de bicho podendo aparecer... pela estrada andamos cerca de 1h/2h sem saber se acendíamos ou não a lanterna, por que o motorista do ônibus disse sério antes de descermos: "aqui é barril" (perigoso) e ao mesmo tempo poderiam haver cobras na estrada e vai que piso em uma, eu piscava a lanterna de vez em quando pra olhar onde pisava rs, ainda bem que por sorte chegamos em um pequeno povoado e pudemos ficar na casa de vaqueiros até amanhecer... o senhor noel nos deu café, e com ele conversamos por horas até seguir viagem de ônibus até Andaraí... Ele mesmo nos deu a informação que o ponto do ônibus era ali, em frente á sua casa. Como foi essa aventura? Foram os dias em que eu aprendi a desacelerar, queria acordar e sair logo para percorrer o máximo de lugares, mas aconteceu algo ótimo: "não, calma moreninha rs vamos por a batata doce pra ferver, fazer o cuzcuz, vamos tomar um solzinho pra secar as roupas de ontem..." E os calangos, como nós nos auto-apelidamos acabavam saindo 11h ou 12h pra caminhar... o solzinho já esquentando, mas pra que pressa, estamos aqui pra aproveitar a Bahia, o Pati, o que o dia oferece com deleite, prestando atenção aos sons e aos cheiros de tudo.. Na trilha por vezes eles dois iam 1 ou 2km na frente e nossa comunicação era por um assobio cantado, eu respondia e sabiam que estava tudo bem, cada um andava no seu ritmo, os 17 kilos na minha mochila sempre avisavam que estavam ali rs, nas subidas então que a gente vê de verdade do que somos feitos rs! Mas deu tudo certo e aprendi, nunca mais levarei além de 10kg nas costas, 2 pares de roupa e 1 sabão de coco devem ser suficientes, brincadeiras á parte, pesquisei e conversei com trilheiros mais experientes e hoje tenho minhas técnicas para ser mais ultralight... Vez em quando parávamos no rio e lá relaxávamos por 1 hora, chocolate e água ou fruta, a noite um pouco doloridos nas costas e pernas, só cansaço natural, nada que impedisse que fizéssemos uma fogueira para rir e cantar com quem mais tivesse acampando por lá ou só nós mesmos... Passamos por 4 casas de nativos seu Jóia, seu Eduardo, Prefeitura que na verdade é também uma casa do seu Jailson se não me engano e por fim a Igrejinha, todas essas casas com pessoas muito atenciosas, simples que vivem da forma que eu queria viver: no meio do nada, acordando com as galinhas, produzindo o que comem em suas hortas e cozinhando sempre nos fogões á lenha... era de se emocionar pegar folhas no pé para fazer chá de capim-cidreira; sim eu odeio tomar leite da caixinha aqui na cidade grande e acordar com o despertador ao invés dos passarinhos que tanto elevam meu humor... Daí andamos até o capão, uma vilinha charmosa, cheia de boas energias, ah mas quando pensei que chegou ainda tinha mais 6km na estrada do bomba até o camping do seu Dai Dai...(breve parada para o pastel de jaca!) Já eram mais de 5 horas de caminhada eu calculo, talvez 7h, nesses últimos kms o ajuste masculino da minha mochila é muito desconfortável e eu queria largar minha barraca velha pelo caminho rs, estava exausta, o Júnior não deixou, trocou comigo, a dele bem melhor de carregar e mais leve uns 5kg, sou muito agradecida, e ainda haverá quem se espante de eu viajar com estranhos, estranhos tão bem humorados e muito parceiros! Essa viagem foi inesquecível e quero/vou repetir o Vale do Pati com mais dias e por cima. Dica importante: Não foi muito bom começar a travessia por Andaraí, não só pelo imprevisto de pegar o ônibus "Entrada de Andaraí" (se forem não peguem esse de forma alguma, descemos na esquina do nada com coisa nenhuma rs e tivemos de pegar outro ônibus ao amanhecer pra seguir até a cidade de fato), mas também por quê a trilha lá começa com uma baita subida da serra do ramalho... Na próxima irei começar por Guiné. Quanto Gastei: Passagem Gol de ida SPxSalvador R$150,00 (por que comprei em cima da hora, antes poderia ser mais barato, pago com cartão de crédito em suaves prestações) Passagem de ônibus SalvadorxAndaraí: R$66,00 (valor atual 2016) Extra: Bus da entrada de Andaraí, povoado onde chegamos até a cidade: +-R$12,00 Passagens de ônibus/volta Vale do CapãoxPalmeiras: R$12,00 PalmeirasxSalvador: R$73,00 (valor atual 2016) Avião SalvadorxSP: R$125,00 (valor na época, novamente comprado em cima da hora, antes poderia ser mais barato, pago com cartão de crédito em suaves prestações) Refeições: levei toda comida compra de aproximadamente R$50,00 1 comprada: R$25,00 na casa da dona raquel campings: 4 locais, todos R$15,00 cada - total R$60,00 Total de gastos: R$572,00 (como os quase 300 em passagem de avião foram pagos no crédito, posso dizer que considero o gasto bruto, na lata, em dinheiro mesmo sem adiar por até 8 parcelas como apenas R$272,00 reais =D) FOTOS
  30. 1 ponto
    Olá a todos! Este tópico estava trancado pela falta de participação acredito, mas pedi pro Silnei destrancar pra poder atualizar, pois sei que muitos diabéticos tem dúvidas sobre o assunto em viagens! Além de todo o conteúdo atualizado acima, temos que tomar todo o cuidado com alimentação e calçados durante as viagens... um machucado nos pés causado por sapatos inadequados podem arruinar a viagem e a vida de um diabético, então invista no seu tênis ou bota de caminhada!! As oscilações de glicemia (hipo e hiper) tb podem causar transtornos! O ideal é manter a dieta o mais equilibrada possível, mas sabemos que é difícil... então fica a dica! Estão disponíveis em farmácias especializadas ou mesmo na internet saches de glicose líquida para reverter hipoglicemia! São bem práticos e eficientes, super recomendo! E atenção na hiper, que pode desidratar rapidamente mandar pro hospital!!! Apareçam coleguinhas!! Contem mais histórias! Eu tive dois perrengues relacionados a DM1, em Portugal e Uruguai, estão nos relatos (na assinatura tem os links) se interessar!
  31. 1 ponto
    DICAS da viagem a Fernando de Noronha realizada de 25/08 a 03/09/2006 por mim e pelo meu filho: 1 – Vôo: Procurar os vôos econômicos, os horários não são os melhores, geralmente fazem escala, mas o preço compensa, para posteriores gastos em passeios/mergulhos na ilha. Saindo do Rj achei melhor ir pra Natal, pois de lá é mais perto para chegar na Ilha(1 h de vôo) não esquecer que a ilha tem um fuso horario 1 hora a mais do que o continente. A TRIP faz a ligação Natal-Noronha. 2 – Hospedagem em Natal Precisando pernoitar em Natal, para esperar o vôo para a ilha a dica é a Pousada ADAIL. Ela é bem simples mas fica bem perto do aeroporto, na Rua Dr. Sadi Mendes 1096 - Parnamirin/Rn – TEL 84 3272-7275. O dono(Blauny) é uma pessoa bastante simpática e poderá inclusive busca-lo no aeroporto se vc ligar e combinar com ele. 3 – Hospedagem em Noronha – Para quem deseja uma hospedagem bem simples, mas na minha opinião com o melhor custo/beneficio e com algum conforto, a dica é a casa da Dona Maria de Gouveia - Tel. 81 3619-1827 - ou celular 9656-19 02 da filha Wenis. Fica na Rua São Miguel 109 na Vila dos Remédios. Os quartos tem frigobar/ar condicionado/televisão e roupa de cama sempre limpa. Para as mulheres a dica principal é que o banheiro é limpo e azulejado com blindex. Os inconvenientes são: a falta de água quente no chuveiro e os quartos ficarem localizados perto da cozinha ainda utilizada pela D. Maria, mas elas já vão construir outra para deixar essa somente para uso dos hospedes. O café da manhã é muito bom com suco, queijo/presunto, pão, manteiga, café, leite, mamão e melão. Tudo isso por apenas R$ 50,00 a diária por pessoa. Vale muito a pena pois a maioria de nós passa quase todo o dia fora da pousada. Dona Maria é uma pessoa bem simples e não aceita pagamento antecipado a titulo de reserva, para segundo ela evitar ‘problemas’. Para quem desejar uma melhor aparência e privacidade mas com um maior gasto recomendo as pousadas em ordem de melhor preço: Pousada da Janda na Vila do Trinta 84 642-4226, Pousada da Carmô na Floresta Nova 81 3619-1445/3619-1951, Pousada Mabuya na Vila do Trinta 81 3619-1093 e Pousada Monsieur Rocha na Vila do Trinta 81 3619-1227. 4 – Locomoção: Vale muito a pena alugar uma moto ou um bugre principalmente se for ficar somente 3 dias na ilha. Agiliza a locomoção pois a dependência de ônibus e caminhadas até as praias inviabilizam um maior numero de passeios. A dica é o Arlan tel 81 3619-1160 na vila dos Remédios em frente ao restaurante Flamboyant. Paguei R$ 50,00 a diária de uma moto para 7 dias. Negocie que os preços melhoram e até aceitam cartão de credito como pagamento. Na ilha tem um posto de gasolina porem a gasolina custa R$ 3,60 o litro. 5 - Passeios: Chegando a ilha vale a pena fazer o ‘IlhaTur’ pois dá uma visão geral das praias e suas distancias. Uma dica é um pacote feito pela Central de Passeios – Jean - tel 81 3619-1318 ou 3619-0160 ou 3619-0498, que alem do ilhatur engloba uma ida ao Mirante dos golfinhos, praia do Atalaia e o Aquasub(uma prancha puxada por uma lancha). Negociando ele aceita pagamento em cartão – Saiu tudo por R$ 120,00 por pessoa. 6 – Mergulhos: Para quem gosta e não tem curso de mergulho sugiro fazer o ‘Batismo’ pela operadora Águas Claras que fica na Alameda do Boldró 81 3619-1225. R$ 225,00 por pessoa. Para quem já tem o curso sugiro fazer os mergulhos diurnos e noturnos de preferência com o instrutor ‘Bode’. Se tiver, leve seu material de mergulho e nas horas ‘ vagas’ pegue sua mascara/snorkel/nadadeira e em qualquer praia, principalmente perto das pedras verá um aquário natural com peixes coloridos e se tiver sorte algumas tartarugas. 7- Alimentação: Restaurante Flamboyant – comida a quilo R$ 23,00 muito boa, inclusive o sorvete caseiro. Aceita cartão de credito. Fica aberto ate as 22:00 h. Restaurante do Biu - Self service por R$13,00 à vontade. O inconveniente é o horário restrito de 11:00 as 14:00 e das 18:00 as 20:00 se não me engano. Pizza é um artigo de luxo em Noronha custando R$ 27,00 a de tamanho médio. No Flamboyant é mais barato R$ 18,00 mas é do tipo massa de pão. Antes de pedir uma garrafa de água pergunte o preço pois pode custar até R$ 3,00. Existem diversos supermercados em Noronha. Um (breakfast) na vila dos Remédios na rua em frente à casa da Dona Maria e os outros na Vila do Trinta. Faça compras e leve lanches e água pra Pousada e passeios. Experimente o bolinho de tubalhau no Museu do Tubarão fica perto do Porto. Na vila dos Remédios tem um restaurante que serve peixe na folha de bananeira. Custa R$ 25,00 por pessoa com vários tipos de peixe e um buffet de saladas. 8 – Dinheiro: Na vila dos remédios tem uma agencia do banco Real e no supermercado Noronhão na vila do Trinta tem um terminal da Caixa Econômica Federal. Muitos lugares aceitam cartões de credito o que facilita o pagamento. 09 - Passeios Imperdíveis: Todas as praias em Noronha são bonitas. Cada qual com seu tipo de beleza. Priorize conhecer a praia da Baia dos Porcos. Você estará dentro de um cartão postal. Visite tb suas vizinhas Cacimba do Padre e Sancho( terá descer uma escada encravada na rocha, mas bem tranqüila, claro fora o cansaço) que tb são muito bonitas. Se puder faça esse caminho a pé pelas praias indo da Praia do cachorro ao Sancho) se a maré permitir(veja guia das marés). Conheça a praia do Sueste com suas tartarugas(tem que nadar um pouco pro lado direito) e ir tb até a praia do Atalaia e sua piscina que é controlada pelo Ibama. Abre em horário pré determinado e somente 100 pessoas podem visita-la em grupos de 20. No Porto, de mascara/snorkel/nadadeira poderá visitar o naufrágio de um navio grego que está bem perto da praia e no qual moram peixes de vários tamanhos e cores. Ver o Pôr do Sol no Forte do Boldró, ouvindo musica e tomando uma geladinha com queijo coalho. 10- Taxa de Preservação: No site de Noronha(http://www.fernandodenoronha.pe.gov.br) poderá ser paga antecipadamente o que facilita o checkin lá em Noronha. 11 – Aluguel de Maquina Digital com caixa estanque para mergulhos e serviço de gravação em CDs. Pousada do Mano na Floresta Nova, tel. 81 3619-1262 – Rodrigo - Alugamos uma maquina Digital Sony W5. 12 - Acesso a Internet - Quiosque perto do Restaurante Flamboyant 13 - Palestras do Ibama: Não deixe de assistir as palestras. Começam as 20:30 h no inicio da vila do Boldró, num auditório muito bem equipado e confortável. Se não tiver condução as vans levam por 2 reais. Os palestrantes são muito competentes e engraçados e as palestras são muito instrutivas falando de tartarugas, golfinhos rotadores, ilha de Fernando de Noronha, Abrolhos dentre outros. Do lado de fora existem lojas do Projeto ‘ Tamar’ onde podem ser adquiridos objetos com a marca e cuja renda reverte em prol do projeto. Cuidado com os preços da cantina pois tb são caros para os padrões do continente. 14 - Lembranças: Camisas com estampas da ilha são em geral muito caras nos quiosques do Flamboyant, mas no Porto existe uma loja chamada Marlyn Azul, onde poderão ser encontradas a preços de R$ 12,00 branca e R$ 18,00 a colorida e ainda aceita o pagamento em cartão de credito. Existe tb na Floresta Nova um shopping do Surf onde podem ser encontradas algumas lembranças mais em conta e tb com pagamento em cartão. 15 – Mapa: No Porto tem um quiosque onde vc poder conseguir de graça um mapa da ilha, facilitando sua locomoção na ilha. 16 - Relatos: Na Internet vc poderá ter acesso a vários relatos que complementarão suas informações sobre a ilha. Dentre eles sugiro: http://www.ecoviagem.com.br , http://www.viagensmaneiras.com , http://www.mochileiros.com , http://www.noronhatur.com.br/dicas-fernando-de-noronha.html 17 – Fotos da Viagem podem ser encontradas nos sites: http://www.olhares.com/contursi http://www.fotolog.net/borother 18 – Outras informações através dos email’s: xxxxxxxxxxxxxx
Líderes está configurado para São Paulo/GMT-03:00


×
×
  • Criar Novo...