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Exibindo conteúdo com a maior reputação em 13-10-2019 em todas áreas

  1. 2 pontos
    DIA 38 - 24/11 – Frankfurt Quando o avião estava aterrizando em Frankfurt, vi que estava chovendo muito, e um amigo meu que mora em Berlim já havia me avisado que naquela semana choveria muito por lá, então já deu uma desanimada, fora que estava pensando no frio que passaria novamente, se quase morri na China, imagina na Alemanha. Eu pensei em ficar no aeroporto mesmo caso estivesse muito zoado, não havia nenhum lugar em especial pra eu visitar por lá, mas ao mesmo tempo estava ansioso pois seria minha primeira vez na Europa, então iria ver com calma o que fazer. Na imigração foi mais tranquilo que imaginei, fui atendido por um tiozinho bastante simpático, me fez só algumas rápidas perguntas e logo me liberou, como eu já tinha pego euros na Tailândia, segui direto pra estação de trem, mas antes decidi deixar meu chapéu num guarda-volumes que ficava no 1º andar do aeroporto, não estava afim de carregar aquele trambolho pela rua de novo. O clima estava bem frio, mas não estava tão desesperador quanto em Pequim. Na Alemanha, você compra o tíquete numa máquina que fica na própria plataforma, é bem fácil, e quando o trem chega é só embarcar, não tem nenhum guichê, ou seja, em tese, você pode ir pra plataforma sem bilhete e entrar no trem que ninguém vai ver, certo? Mais ou menos. Na verdade tem um tiozinho que fica passando pelos vagões e ele confere o de todo mundo, fazendo um furinho neles, caso você não tenha você é retirado do vagão e paga uma puta multa pesada. Dizem que às vezes não passa ninguém fiscalizando, mas é um risco desnecessário. Pra ter acesso a região central, é preciso descer na estação Hauptwache, ela fica próxima das principais atrações do centro de Frankfurt. Assim que sai da estação e vi aquelas casinhas no estilo alemão fiquei feliz por estar na Europa, e confesso que estava frio pra caramba, mas muito mais suportável que em Pequim, apenas precisei enfiar as mãos dentro das mangas. Aproveitei e entrei numa pequena padaria e pedi uns pães mó bonitos que tinha ali e um café, não estava mais chovendo mas a mesa na calçada estava toda molhada. Aqui vou fazer mais um resumo do que visitei porque não tinha nada muito importante pra ver: Igreja de Santa Catarina; o prédio da Bolsa de Valores; a Praça Römer, que estava com uma feirinha de Natal bem bonita, mas estava tudo fechado naquele horário; a Paulkirshe; a Catedral de Frankfurt; a Praça Goethe e sua estátua no centro dela; a Ópera de Frankfurt; a escultura do Euro; visitei também uma espécie de uma feirinha de rua ao lado do rio Main. Acabei encontrando um pequeno mercadinho municipal, e como adoro essas coisas entrei pra ver o que tinha de bom. Era bem organizadinho mas bastante estreito, tinha várias barraquinhas de comida, tinha plantas, lembrancinhas, um monte de coisa. Logo que entrei, um cara viu minha camisa do Santos e veio falar comigo, era um brasileiro que morava lá há mais de 20 anos, conversamos um pouco e logo deu um problema: nós paramos em frente a uma barraca de flores, e o dono veio reclamar que estávamos atrapalhando lá. O brazuca e o cara começaram a desenrolar uma discussão num belo alemão que dava medo, porque alemão sendo simpático já é aquela ignorância, imagina brigando. Resolvi comer alguma coisa e parei em uma barraca que vendia algumas coisas aparentemente gostosas, mas como não sabia como pedir ali fiquei um tempo vendo a galera comprando pra entender. Basicamente montava o seu prato e pagava o valor correspondente, e quando chegou minha vez, escolhi umas almondegas gigantes com uma salada de batata e um molho verde. Foi engraçado o cara vir falando em alemão comigo e quando falei em inglês ele fez uma cara de espanto vendo que era turista e falou em inglês de boa, igualzinho na Ásia kkk Depois dei mais umas caminhadas, entrei em algumas das igrejas que citei mas que estavam fechadas de manhã, visitei uma espécie de boulevard que tava cheio de gente, parei num quiosque e pedi um tradicional salsichão e uma breja, visitei uma loja da Tesla e depois de um tempo decidi voltar pro aeroporto, mesmo tendo bastante tempo livre, estava entediado e cansado. Ah, e a essa altura tinha saído sol, contrariando as previsões. O mais engraçado é que quando cheguei no aeroporto, passou uns instantes e arriou outro pé d'água, parece que estiou só pra eu poder conhecer a cidade, de vez em quando é bom ter um pouco de sorte né kkk Bom, assim minha viagem se encerrou, espero que o relato tenha ficado bom, tentei ser um pouco detalhista porque eu pessoalmente tive um pouco de dificuldade de encontrar certas informações, espero que possa ajudar outras pessoas a fazer uma ótima viagem. Valeu pessoal! Chegando em Frankfurt Máquina onde compra o bilhete do trem Esculturas em frente à Bolsa de Valores, o urso e o touro são símbolos do mercado financeiro Bolsa de Valores Praça Goethe Praça Hömer Praça Hömer Catedral de Frankfurt Catedral de Frankfurt Catedral de Frankfurt Catedral de Frankfurt Mercado municipal Mercado municipal Mercado municipal Mercado municipal Mercado municipal Memorial judeu Memorial judeu Memorial judeu Rio Main Rio Main Rio Main Ponte de Ferro Ponte de Ferro Rio Main Feirinha ao lado do Rio Main Feirinha ao lado do Rio Main Feirinha ao lado do Rio Main Rio Main Escultura do Euro Estação Hauptbahnhof Estação Hauptbahnhof Teatro de ópera Parque próximo ao teatro de ópera Parque próximo ao teatro de ópera Igreja de Santa Catarina Igreja de Santa Catarina Paulskirshe Paulskirshe Paulskirshe Torre Eiffell vista do avião Torre Eiffell vista do avião GASTOS DO DIA Saque: EUR 20,00 Guarda-volumes: EUR 0,50 Trem: EUR 9,80 (2 * EUR 4,90) Café da manhã: EUR 3,60 Almoço: EUR 7,00 Imã: EUR 3,00 Chaveiro: EUR 3,00 Cartões: EUR 1,00 (2 * EUR 0,50) Salsichão: EUR 3,00 Cerveja: EUR 3,50 TOTAL: EUR 54,40
  2. 2 pontos
    Olá pessoal, farei um breve relato da viagem. Resumo da viagem: 30 dias, entre janeiro e fevereiro de 2019 13 mil quilômetros Combustivel: 13 mil km 1400 litros gasolina, R$ 5700 reais para CARRO (Jeep - Grand cherokee 3.6) 520 litros gasolina, R$ 2000 reais para MOTO (Honda - CB 500x) Partimos de Florianópolis em direção a Bariloche nosso principal destino inicial, onde ficamos 2 dias inteiros fazendo alguns passeios na cidade. Depois disso continuamos para Sul descendo Ruta 40 ate Esquel para então entrar no chile por Futaleufu e descer Carretera Austral ate Puerto Rio Tranquilo onde fizemos passeio nas Capilas de Marmol (catedral marmore). Neste trecho pegamos Aproximadamente 300 km de Rípio que para carro tava tranquilo porem pra moto tava um pouco sofrido devido a "brita" solta nova que colocaram pois estão pavimentando a Carretera e essa rípio solto fica complicado para pilotar. Bom, para quem conhece Carretera sabe muito bem que vale cada quilometro percorrido nela, porem voltamos para ruta 40 para chegar a El chaiten, El calafate e no decorrer dos dias ir descendo ate torres del paine, e neste porto da viagem, por motivos de Doença na família minha madrasta teve que voltar ao Brasil de Avião e junto meu irmão por parte de pai também voltou, onde infelizmente mãe dela, avo dele veio a falecer infelizmente. Detalhe, meu pai estava com Moto em nome de minha madrasta e estava sem procuração dando os devidos direitos dele poder passar aduana com moto em nome dela, ai então em Puerto Natales fomos ate NOTARIA (tipo nosso Cartório no brasil) e la fizemos o documento. Outra observação, é que passamos as aduanas por varias vezes durante o restante da viagem e não entregávamos o documento para ver se iriam questionar algo, e nada pediam, passávamos tudo ok. Bom, Continuando então descemos ate Ushuaia onde ficamos 3 dias inteiros e depois fomos subindo ruta 3 com destino ate Puerto Madryn e la fazer passeio ate pinguinheira e também para conhecer Península Valdes. Apos isso tínhamos ainda tempo suficiente para passar em Buenos Aires, mas decidimos voltar para casa e dar apoio psicológico a família que voltara antes. Não tivemos nenhum contra tempo, nem com carro nem com moto, temperatura era na maioria das vezes boa para andar de moto, exceto em algumas regiões pela parte da manha quando cedo, porem no trexo da ruta 40 entre Gobernador Gregores e Tres Lagos, o ripio muito solto pior que na carretera e o FORTISSIMO VENTO LATERAL fez com que meu pai chegasse a chorar ao conseguir passar, neste dia 3 motos que la estavam passando pela mesma situacao desistiram e um reboque grande levou 3 motos e seus respectivos pilotos para trecho onde asfalta começava novamente. meu pai foi guerreiro antava pela antiga rodovia paralela a atual que esta para ser pavimentada por isso ripio (brita) solta. Bom meus amigos tenho videos curtos no youtube vou deixar link abaixo, esta dividido em 5 videos curtinhos! Grande abraços a Todos e em Março Abril de 2020 pretendo ir ao Atacama, BORA!?!?!?!
  3. 1 ponto
    Antes de começar este relato gostaria de agradecer IMENSAMENTE ao ilustre @rodrigovix, um dos grandes responsáveis por tudo isso ter acontecido. Para quem não conhece acho difícil estar procurando estes relatos e não o conhecer, ele é um dos responsáveis por escrever um dos relatos mais lidos (se não o mais) aqui do Mochileiros. - Man, muito obrigado por me inspirar e me estimular a seguir o mesmo caminho para realizar a experiência mais foda que eu já realizei na vida até o momento. Cerca de 90% desta viagem foi baseada em seu roteiro e seguida A RODO, cada mínimo detalhe. Mas ok, agora vamos ao que interessa! Ajeita essa coluna na cadeira, pegue aquela pipoquinha, coloca a coca no copo e se senta que lá vem MUITA história! 😆 Tudo começou no início de 2016. Eu e meu amigo David (que por sinal será muito citado neste relato... grandes emoções nessa viagem ein, mano? HAHAH aguardem!) formulávamos o projeto da mochilar pela américa do sul. Após todo o processo de coleta de dados, ler 73 relatos e mudar de ideia 14x (vai pensando que planejar viagem é de boa, fiu) decidimos o que seria uma das melhores escolhas de nossas vidas: MOCHILAR pela BOLÍVIA, CHILE e o PERU por exatos: 21 dias. Loucura para alguns? Talvez. Mas era a loucura que a gente sonhou, planejou e imaginou por 1 ano. E ela finalmente iria acontecer. Créditos da foto ao Rodrigovix 04/01 – Vitória X São Paulo X Santa Cruz de la Sierra X Sucre X Uyuni 05/01 - Uyuni - Salar de Uyuni 06/01 - Salar de Uyuni 07/01 - Salar de Uyuni X San Pedro de Atacama 08/01 - San Pedro de Atacama 09/01 - San Pedro de Atacama X Arica 10/01 - Arica X Tacna X Arequipa 11/01 – Cañon Del Colca X Arequipa X Ica 12/01 – Huacachina 13/01 – Islas Ballestas + Paracas X Huacachina X Cusco 14/01 - Cusco 15/01 - Cusco – Valle Sagrado dos Incas 16/01 - Cusco X Águas Calientes 17/01 - Machu Picchu 18/01 - Águas Calientes X Cusco X Puno 19/01 – Puno (Uros) X Copacabana 20/01 – Copacabana x Isla Del Sol 21/01 – Isla Del Sol X Copacabana X La Paz 22/01 - La Paz - Downhill 23/01 - La Paz - Chacaltaya + Valle de la Luna 24/01 – Laz Paz – City tour 25/01 – La Paz – Tiwanaku 26/01 – La Paz X Santa Cruz de la Sierra X São Paulo X Rio de Janeiro A priori iríamos eu e o David. Mas faltando apenas 1 mês para o início meu primo João Paulo resolveu de última hora (DO NADA) comprar a passagem e embarcar nessa maluquice junto com a gente. Irei dividir este relato em várias partes. Procurarei descrever cada detalhe, mostrar as fotos de cada local e de cada situação e tentar passar um pouco para vocês de uma experiência totalmente ÚNICA. Entretanto, faz 4 anos que fiz essa viagem e não lembro exatamente dos valores de cada coisa (eu não anotei nada 😐), somente do valor total que gastei, então infelizmente isso não será um diferencial aqui neste relato, beleza? Mas vou me esforçar para lembrar os mais importantes ao longo da escrita. Não se incomode caso esse relato se assemelhe em váááários pontos com o do RodrigoVix. Vou pegar a estética do dele pois está muito foda, porém vou trazer a MINHA experiência o que foi totalmente diferente em vários pontos, fechou? Bom, seguindo o protocolo você deve estar se perguntando: Mas Luquinhas, primeiramente o que eu preciso para fazer um mochilão pela América do Sul? 🤔 A PRIMEIRA COISA QUE TODO MUNDO ME PERGUNTA E SEMPRE QUER SABER e foi a primeira coisa que eu quis saber antes de fazer o meu também rs você precisa: coragem para se desafiar e se conhecer, vontade de sair de uma bolha que as vezes nem imagina que vive e claro... a bendita grana! Tentamos fazer a melhor viagem, da forma mais econômica (dentro das nossas formas de curtir uma viagem) e foda possível. E o resultado: levamos 1200 dólares e ainda voltamos com 100 no bolso, GRUVA. TUDO. Mais uma vez, eu disse TUUUUUDO, desde um pão de queijo na rodoviária, a bota comprada na internet, tudo tudo tudo, saiu por aproximadamente 7.000 reais. Fruto de pessoas que sabem pechinchar e não ligavam pra comer bem e dormir em hotel HAHAHA Nossa grana era pra aproveitar a maior quantidade de passeios possível. Bom, mas além disso, aqui vai uma relação do que eu levei, anote aí! Com antecedência: - PASSAGEM BRASIL (São Paulo) X SANTA CRUZ | SANTA CRUZ X BRASIL - PASSAGEM AMASZONAS DE SANTA CRUZ X SUCRE - SEGURO VIAGEM - (Escolhi a MONDIAL TRAVEL) - INGRESSO PARA MACHU PICHU: Muitas pessoas falam que precisa comprar com antecedência. Isso porque o limite máximo de pessoas (por dia) em MP é de 2500 e, em períodos de alta estação esse número pode se esgotar rapidamente. Mas sinceramente eu acho muito difícil... relaxe, você vai conseguir comprar de boa. Chegamos em Cusco e na mesma hora já compramos para o dia seguinte, foi muito tranquilo. Antecedência Opcional: - RESERVA DO PASSEIO DO SALAR DE UYUNI COM A ESMERALDA TOURS: Aqui eu acho que vale a pena, apesar de ser muito tranquilo lá na hora, mas foi legal ver que tinha uma pessoa perguntando por meu nome na praça de Uyuni, me senti aqueles caras famosos chegando no aeroporto e um chofer esperando HAHAHAH. Mandamos um email uns 2 meses antes e fechamos por 850 bolivianos, preço média por lá mesmo. O que tinha dentro do meu mochilão: 7 camisetas 3 bermudas 8 cuecas 1 toca 1 par de luvas 1 toalha microfibra (secagem rápida) 1 Money Belt (doleira) 1 relógio 1 sabonete 1 shampoo médio 1 protetor solar grande 1 protetor labial 1 repelente 1 cadeado 1 escova de dentes 1 creme dental 1 barbeador elétrico 1 desodorante aerossol 1 perfume 1 cortador de unhas 1 bepantol creme 1 par de óculos de sol 1 celular 1 carregador 1 par de fones de ouvido 1 caneta 1 bloco de anotações 1 capa de chuva 1 pasta plástica para documentos 1 carteira com Identidade e Cartão de Crédito Internacional 1 mochilão + toalha de secagem rápida sdds minha toalha que perdi em um hostel em San Pedro do Atacama 😢 (comprei no site da Decathlon por R$352,00: os dois) 1 bota de Treking (comprei uma bem basicona na Centauro em um promoção por R$92,00... não recomendo porque estragou muito rápido, melhor investir e comprar uma melhor que dure bem mais!) NA PASTA DE DOCUMENTOS: · Cartões de embarque · Cartão internacional de vacina para Febre Amarela (ANVISA): dizem ser obrigatório, mas nunca pede pra ninguém. PORÉM FAÇA, custa nada! · Certificado do Seguro Viagem · Todos, eu disse TODOS os papéis que você receber durante a viagem!!! NO MONEY BELT: 1200 Dólares (na época comprei o dólar no Brasil por uns 3,76 salvo engano, bons tempos, saudades...) 300 Reais Passaporte ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 03/01 Adiós Brasil! Estava de férias no interior de minha avó. Eu e David seguimos de ônibus para Vitória no ES. De lá pegaríamos um voo para Sampa logo cedo umas 6am, onde encontraríamos com meu primo João Paulo e seguiríamos para Santa Cruz de La Sierra na Bolívia. Foi um longo trecho... zero saudades dormir nessa cadeira tããão confortável. O nosso voo em São Paulo era as 11:30 da manhã do dia 04/01. E aí já começou a bagaceira. Era 11:00 e João Paulo (que estava vindo de Salvador) ainda não tinha chegado no aeroporto de São Paulo. Pronto! JÁ COMEÇAMOS A VIAGEM BEM, JÁ IA DAR MERDA VEI. Por sorte, faltando poucos minutos ele chegou como se nada tivesse acontecido (calmo, para variar... vocês vão ver que esse ignóbio nunca liga para nada ao longo do relato) e embarcamos para LA PUTCHARIA! Momento CÓPIA RODRIGOVIX porque estou com preguiça de escrever rs No voo para Santa Cruz, os comissários nos entregam 2 formulários. Um para a Aduana, onde você declara os bens e valores que está levando, e o outro para a imigração (cuidado com as folhas carbono atrás dos formulários, não tire uma via de cima da outra). Preencha com calma. Se errar, eles te fazem preencher tudo de novo. Mas enfim, depois de um trecho não muito longo de SP x Santa Cruz: AGORA A PARADA VAI COMEÇAR DE VERDADE! HEHEH ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 04/01 OLÁ BOLÍVIA! Dedo no cu e gritaria! E, de lei, qual a primeira coisa a fazer? Cotação! Como em qualquer lugar do mundo, evitem ao máximo cambiar em aeroportos, shoppings ou zonas muito turísticas. Optem pelas regiões centrais, sempre que possível. Mais comércio, mais concorrência, melhores preços. Mas nesse caso iríamos fazer apenas uma escala para Sucre com a Amaszonas, então... se fudemos e tivemos que cambiar no aeroporto mesmo (estava caro p/ porra, mas é o jeito). Voozinho de boas, rápido... chegamos em Sucre. Sucre (2.810 m de altitude) é a capital oficial da Bolívia, diferente de La Paz (capital administrativa). Estava um frio do caralho e tínhamos uma única missão em Sucre: cambiar 100 dólares e seguir rumo a Uyuni, de ônibus. Aqui vai uma dica: ATENÇÃO PARA NÃO VACILAR COM OS TAXISTAS FILHAS DA PUTA!! Logo quando você vai na porta uns 200 vão vindo em sua direção falando um espanhol chato pra disgraça que te deixa nervoso. Resumindo: chore aquele desconto maroto e entre no carro do que achar mais confortável, vai na fé papai. Saindo da rodoviária de Sucre: Lá nos compramos o ticket da taxa terminal (Bs.1,50), obrigatório para embarcar. Essas taxas são bem comuns nas rodoviárias desses 3 países, fiquem sempre atentos a elas. E MAAAAAAANO, que rodoviária doida da porra man. Estava a 1 dia e meio sem tomar banho. Neste momento entrei em um banheiro e lavei foi o cabelo na pia mesmo, pivete! Uma gritaria da porra... nós 3 estávamos sem entender nada, UMA BAGUNÇA generalizada. Foram poucos minutos em Sucre: suficientes para não vermos a hora de chegar em Uyuni e sair daquele lugar HAHAHAH. (Ouvi relatos que Sucre não é ruim... tenho um amigo que foi e que curtiu a cidade. Minha experiência foi breve e ruim. Só queríamos entrar no ônibus e ir pra Uyuni logo rs.) Ao entrar no Ônibus conhecemos duas alemãs que estavam viajando também para o Salar do Uyuni. Pedimos água para se entupir de Dramin e aguentar a noite de sono (já estávamos enjoados com a altitude elevada e estava difícil dormir). Por um único momento fomos encarados como que estivéssemos consumindo drogas KKKKKKK Foi uma cena engraçada. Curioso que as encontramos no Chile depois, em uma longa história (que me dá raiva só em lembrar) que irei contar em breve. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 05/01 - Chegando em Uyuni: aquele sobre o mistério do velhinho de capuz e guarda-chuva, o Cemitério de Trens e o maior Deserto de Sal do MUNDO! Eram umas 05:30 da manhã quando o Ônibus parou em uma rua deserta, chuvosa e sombria, com uma sensação térmica de 2ºC. Juro, parecia uma cena de terror. A nossa primeira experiência na Bolívia já não tinha sido das melhores. Pegamos nossos mochilões e seguimos pelas ruas a procura de um local para tomar café e se aquecer (estava um frio do CARAAAALHO mermão). Mendigos bêbados nos abordavam pedindo dinheiro, a chuva começava a engrossar, um silêncio de terror, até que... no canto da rua um moço de capuz e um guarda-chuva nos abordou e disse que tinha um bom lugar para nos acolher. MANO: tá no inferno abraça o capeta. Seguimos o velho debaixo do guarda-chuva e depois de poucos minutos nossos olhos brilharam: O VELINHO ERA O DONO DO SNACK NONIS! 😍 Simplesmente a lanchonete que o RodrigoVix disse que era para tomar café em seu relato. A gente riu feito a porra de felicidade e já foi logo entrando para comer, tirar aquela tralha toda e descansar um pouco antes de fechar os passeios. O Snack Nonis foi uma excelente parada. Se você tiver a oportunidade de ir lá nos mande uma foto do nosso post it que deixamos na parede (se é q ainda tem lá 😆). Carregamos nossos celulares, compramos gorros na rua, cambiamos mais uns dólares e fomos ao Esmeralda Tours para acertar o passeio ao Salar. Acabamos fechando com a Esmeralda Tours mesmo. Primeiro porque o atendimento foi muito bom (quem nos atendeu foi a Eva). Segundo porque a agência tinha boas referências. E terceiro porque era o melhor preço médio que havíamos encontrado. Estava saindo por Bs.800 para quem fosse retornar para Uyuni e Bs.850 para que os fossem seguir para San Pedro de Atacama (cobra-se Bs.50 pelo transfer, isso em qualquer agência). Uma dica é: Também procure pela Andrea Tours e a Cordillera para avaliar os preços... Mas é quase tudo igual. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ O passeio pelo Salar do Uyuni dura 3 dias. No primeiro você visista o Cemitério de Trens. Pela tarde tira as fotos pelo Salar do Uyuni e durante a noite dorme no Hotel de Sal. No 2º dia você visita mais um tanto de plano de fundo do Windows, o Árbol de Piedra, e vários vales/montanhas... Já no 3º e último dia ou você pode voltar para Uyuni ou seguir direto para San Pedro do Atacama (o que foi o nosso caso), no Chile. Seguimos em um 4x4 somente de BRASILEIROS. Isso mesmo! Éramos 3 e a empresa nos colocou com mais 3 meninas brasileiras. Era uma mãe que viajava com suas duas filhas. São 3 dias juntos, dormindo junto e compartilhando histórias de vida. Ensinando e aprendendo. Impossível não sentir a primeira emoção de mochilar: compartilhar a vida de uma maneira que você nunca imaginou, em locais surreais, em diferentes situações. PRIMEIRA PARADA: CEMITÉRIO DE TRENS! Sinceramente: nada de mais. Um local legal para tirar fotos... mas não passa de uma pasto com ferragens, resumidamente HAHAHA. Ficamos uns 20-30 minutos, tiramos uma fotos e seguimos para O LOCAL MAIS FODA. No caminho para o Salar o carro ainda para em um poços lá, mas nada de mais também... acho que é um Geiser. Mermão, eu só sei que sai um fedorzão de ovo podre do caralho. mas numa viagem dessa, parceiro, até se a parada fosse pra ver uma galinha cagando eu não tava nem aí: TÔ NA BOLÍVIA MAAAAN! 🤩 Mais uns Km e TCHARAM! O maior deserto de sal do MUUUUUNDO, porra! Confesso, foi 200x mais incrível do que eu tinha em minha cabeça. O carro dá uma parada em um restaurante no meio DO NADA onde tem 47 empresas de turismo almoçando com seus clientes, tiramos foto no marco das bandeiras, e voltamos a andar pelo enorme Salar onde faríamos paradas para ver o pôr do sol (um dos momentos mais fodas), o salar espelhado (sorte em ter visto, só ocorre em poucos meses do ano), a Isla Del Pescado e, finalmente, voltar para o hostel onde passaríamos a noite. Segue algumas fotos de cada trecho: Marco das Bandeiras e eu achando o máximo fingindo que tava amarrando uma bandeira qualquer e a foto ia sair muito legal... Aqui já foi depois do almoço. Vamos para o meio do Salar tirar vária fotos e ficamos uns 30min pra admirar aquela coisa de outro mundo. Isla Del Pescado: um vale no meio do NADA. MUITO foda e bonito pra caralho esse momento. Não tem muito o que explicar com fotos, é só sentar e olhar aqui tudo! É foda! A chance de ver o Salar levemente espelhado. Pausa para um foto ridícula, mas vale a recordação HAHAHAH Finalizamos com um pôr do sol SINISTRO que não cabe em nenhuma foto, apenas na memória. PQP, só olhar para aquela imensidão e refletir coisa pra caralho. O processo de se conhecer em um mochilão está nos mínimos detalhes. Seguimos para o nosso hostel passar a noite mais fuuuuuudida que eu já passei na vida. E foi assim que fui pego pelo MAL DA ALTITUDE, é meus amigos... torça para não ter, por que parceeeeeeeeeiro: eu quis morrer vei. Taquicardia pra caramba, falta de ar e um mal estar dos infernos. Para variar, ainda tinha um grupo de holandeses bebendo vodka na sala fazendo um barulho da porra as 3 da manhã piorando ainda aquela noite que foi uma das piores da viagem. Os primeiros perregues estavam começando a chegar, em apenas 2 dias de viagem. VAMOS Q VAMO! Nota: Sim, o deserto é TODO de SAL. O chão, as paredes, as cadeiras KKKKKKKK ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 06/01 - Salar do Uyuni 2º dia: aquele sobre lagunas e mais lagunas! [Pausa para o flashback: VOLTEI , CARAI! Depois de quase 1 ano e meio parado sem escrever isso aqui, foi necessário uma PANDEMIA e uma quarentena para eu me situar e refletir mais uma vez no quanto a vida é feita de MOMENTOS e principalmente de PESSOAS. Em meio a todo esse caos, cá estou eu visitando novamente está página e me deparando com algumas poucas pessoas que me motivaram a continuar e concluir esse relato (prometo, agora vai!).] "Sabe aqueles cenários tipo fundo de tela do Windows, que você acha que não existe, de tão bonitos? Pois é, eles existem." E com essa frase eu ininio o segundo dia de viagem. Pensei aí numa laguna mais bonita que a outra, irmão! O esquema de visita a essas lagunas é basicamente chegar, ficar uns minutos, partir pra outra, que costuma ficar a menos de uma hora de distância, ficar mais uns minutos, almoçar, partir pra outra, ficar mais uns minutos, e depois segue viagem. Neste dia do passeio além das lagunas visitamos também Él Arbol de Piedra no Deserto de Siloli. A essa altura, estamos praticamente na porta de entrada da Reserva Nacional da Fauna Andina Eduardo Avaroa. É lá que pagamos a entrada de Bs.150 (preço fixo para estrangeiros). Lá fica a Laguna Colorada, lar daqueles trilhões de flamingos. E, ali mesmo, próximo à laguna, estava o hotel em que passaríamos nossa 2ª e última noite desse passeio. Não tivemos boas experiências neste dia, dividimos o quarto com as outras 3 meninas brasileiras e praticamente todo mundo estava com o mal da altitude. Parece que cada dia um ia ficando pior que o outro, na noite anterior foi eu, neste dia foi João Paulo... Mas nada que um bom jantar a noite não melhorasse! Ganhamos um vinho de presente, abrimos, falamos da vida e aproveitamos para tomar um chá de coca para ver se ajudava a dormir bem, não funcionou muito não, mas ok. Pasta, pollo, vinho e pão: uma das refeições mais sofisticada da viagem foi essa aí! HAHAHAHAHA O famoso chá de coca que não bate porra nenhuma (pelo menos em mim). ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 07/01 Salar do Uyuni 3º dia e SPA 1º dia: sobre acordar cheirando ovo podre em um país e terminar admirando o infinito em outro Levantamos muito cedo, ainda era escuro. O primeiro ponto de parada foram os Geisers que nada mais é do que uma [WIKIPEDIA ALERT] nascente termal que entra em erupção periodicamente, lançando uma coluna de água quente e vapor de ar com cheio de ovo podre, sim, ovo podre! Ficamos pouco tempo, tiramos umas fotos e logo fomos para as Aguas Termales, o que mais aguardávamos. Apesar de estar um friiiiio da porra e ter sido muito difícil para entrar não sabíamos que o pior estava por vir: o mais difícil era sair. Geisers del Tatio - Sol de la Mañana Aguas Termales Ps.: Minha recomendação é: ENTRE, GRANDÃO, SEM MEDO DE NADA! Não pense muito antes de entrar senão você desiste, sério. E posso te garantir, com 100% de certeza, que é uma experiência foda e você não vai querer mais sair de dentro. As outras meninas que estavam com a gente no carro não quiseram entrar, respeito, mas acredito que em oportunidades como essas só vivemos uma única vez, então se joga! Bom, saímos das Aguas Termales e seguimos em direção à fronteira. No caminho paramos para tirar uma foto com nosso guia (Ausguto) que foi muito brother e com certeza marcou esse início da viagem. Eu (em pé lá), João, David e Augusto (de vermelho, nosso guia). E o que acontece nessa fronteira? Então, você chega, tem uma filinha de pessoas que precisam passar por uma rápida vistoria. Basicamente você mostra seu passaporte, paga uma propina de Bs. 15 (não sabemos o porque disso, mas ele cobram) e estámos liberados para entrar no Bus e ir para o Chile. Fila para passar pela revista na fronteira Bolívia-Chile. CHI CHI CHI, LE LE LE! Meu amiiigo, logo nos primeiros passos já percebemos a diferença na organização do Chile. Estradas com um bom asfalto, toda sinalizada (talvez à "propina" seja para isso, não sei) e bem mais arrumada que a Bolívia. - Rapaz, o dia está apenas na METADE. Pense em um dos melhores dia de minha vida? Esse foi esse que você está lendo eu relatar aqui agora. Você não sabe o que estar por vir. Certo, voltando. Chegamos em San Pedro do Atacama por volta de 11h da manhã. A gente só sabia que tinha que achar logo um hostel para tomar um banho, deixar os mochilões, cambiar e aproveitar para ainda conseguir fazer mais um passei naquele dia. Passamos pela vistoria que tem no momento que chegamos na cidade e tínhamos a possibilidade de pegar um táxi ou ir andando para o centro. Você acha que 3 mochileiros vão escolher o que? Seguimos andando em direção ao centro da cidade (não era tão longe assim). Aqui a gente tinha um plano. Pensávamos em seguir para o Hostel de uma tal de Dona Maria que já tínhamos visto na internet e visto boas recomendações. A questão é que a gente não sabia que essa dona Maria era uma FILHA DA PUUUUUTA! E eu vou te contar o por que agora. Chegamos no hostel dela e perguntamos quanto seria a estadia para os 3 dias: ela disse 10.000 pesos chilenos (o que realmente era bem barato, o mais barato da cidade por sinal... mas não sabíamos, a gente tinha acabdo de chegar ali). Em compensação o local era podre, toda acabado, tinha uma VALA, mano... era muito fudido, sério. Beleza, pedimos um desconto (de lei, né?!), ela não aceitou e ainda ficou nervosa... falamos com ela que a gente ia dar uma conferida em outros hostels pois tinha acabado de chegar e de repente essa Dona Maria firou um foi um BIXO, full pistola com a gente. - COMO É QUE PODE VOCÊ REJEITAR O MEU NEGÓCIO!!! TODOS SABEM QUE EU SOU O HOSTEL MAIS BARATO DE SAN PEDRO, ISSO É UMA AUDÁCIA. VÁ E VOCÊ NÃO ENCONTRARÁ MAIS NENHUM MELHOR QUE O MEU. Como o nosso orçamento não era dos maiores, tivemos que ouvir isso na maior paz. Eu e David fomos cambiar uns dólares e deixamos João Paulo de cobaia para reservar nosso lugar. E quando voltamos... O CORO COMEU! HAHAHAHA Encontramos João Paulo no meio do caminho PUUUUTO dizendo que Dona Maria continuava xingando a gente e dizendo que não era mais para a gente ficar lá, que ela não permitia esse tipo de situação. HAHAHA Eu ainda tentei voltar para conversar com ela na maior paz, porém lembra daquelas meninas que deram água para a gente no ônibus de Sucre para Uyuni? Então, coincidentemente elas já tinham escolhido nosso quarto HAHAHAHA. Enfim, sem mais delongas... resolvemos procurar um outro hostel e acabamos escolhendo um mais caro (14.000 pesos chilenos) mas que porém foi uma das melhores escolhes que fizemos na viagem: dormimos bem em quarto privativo, banho quente, comida boa... enfim! Recarregamos literalmente as energias. Recomendação: Se eu não me engano foi o El Toconao. Vamos a parte boa do negócio logo então. Como funciona os passeios em SPA? Fechamos o Valle de la Luna + Valle de la Muerte no primeiro dia, Lagunas Altiplanicas + Piedras Rojas no segundo dia, e Salar de Tara no terceiro dia. Tem a possibilidade de ir para Uyuni no final também, depende de como você organiza sua trip. Como estávamos vindo de lá, fizemos os passeios clássicos saindo de lá, sem voltar. E para nossa felicidade, o Valle de La Luna + Valle de La Muerte saia por volta das 15h, tempo ideal para almoçarmos, tomarmos um banho, cambiar, e descansar um pouco. Seguindo em direção ao primeiro passeio eu realmente fiquei sem palavras. Era um plano de fundo do Windows atrás do outro... Valle de La Luna Em direção ao Valle de La Muerte Valle de La Muerte Cara... sabe a sensação de você acordar em um país e admirar o infinito em outro que eu disse no título desse capítulo? Então, foi a sensação que eu senti nesse momento. DICA: Esse lugar é realmente lindo. Quando você chega lá no alto e vê toda aquela imensidão, é difícil até descrever. A dica que eu quero dar é: APROVEITE o momento. VIVA a experiência. O que eu percebi foi uma imensidão de turistas fazendo fila para tirar foto na pedra e preocupado apenas se tinha ficado legal pra postar nas redes sociais, e com isso estavam perdendo o principal, que era aquele magnífico espetáculo do sol colorindo aquela imensidão toda do deserto. Então, tire as fotos que você quiser, mas reserve um bom momento para ficar ali parado, respirar fundo e admirar aquela beleza toda. Dificilmente você terá outra oportunidade dessas na sua vida, então não a desperdice preocupado com selfies. "Nesses pequenos momentos o mochilão vai nos ensinando muitas coisas, é algo muito além de uma imagem bonita... é sobre pessoas e todo o processo que você passou para chegar até ali" (parafraseando meu querido amigo David nessa frase que fez a gente se emocionar). Voltamos revigorados, compramos mais uma águas, comemos em um lugar qualquer que infelizmente depois de 3 anos não lembro mais (HAHAHAH) e fomos descansar para o próximo dia. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 08/01 SPA 2º dia: aquele sobre Valentina e mais um plano de fundo do Windows Começamos o dia 8am. Seguimos em direção as Lagunas Antiplanicas e no meio do caminho uma pausa para admirar essa pintura: Laguna Antiplanicas: parece foto do Google... Imagine ver isso com os próprios olhos? Era uma sensação muito louca todo santo dia, a gente ficava sem acreditar que aquilo existia tão perto da gente. Uma pausa para fotos e seguimos para aquilo que era considerado um dos pontos turísticos mais fantásticos de San Pedro: Piedras Rojas. Nem vou falar muito, acho que as fotos falam por si só. Piedras Rojas Uma dica: JAMAIS deixem de incluir Piedras Rojas em seu roteiro de SPA. Infelizmente, no ano passado, eu soube que o local estava interditado por conta de vandalismo. Algumas pessoas picharam algumas das pedras e houve levantamento de Drones para a gravação de um comercial esportivo. Não sei como está a situação por agora, porém espero mesmo que eles tenham reaberto esse marco. Como de costume em quase todos os passeios a dinâmica funciona o seguinte: vai de Bus, pausa, tira umas fotos, entra no Bus, segue para outra paisagem fantástica, mais uma pausa para mais fotos, volto pro Bus, pausa para refeição, volta pro Bus e segue adiante. A questão que eu queria compartilhar com vocês neste momento do relato é que: APROVEITEM ao máximo as pessoas que vão junto com vocês nesses caminhos. Tem gente de todo lugar do mundo. E foi assim que para alegrar ainda mais nosso dia, tivemos a sorte de se bater com Valentina, que morava no Chile e estava aproveitando as férias para conhecer sua cidade viszinha (é para poucos ter esse roteiro mais perto de casa ainda, né). Essa figuraça veio a viagem toda resenhando com a gente HAHHAHAHA. Chega de palhaçada, de volta para o hostel onde a gente precisava de um bom banho, se alimentar melhor e descansar para o segundo dia de viagem. Curiosamente neste noite eu comecei a sentir uma coceira debaixo do braço... meio como se fosse uma alergia. Aquilo me incomodava bastante, chegava a doer um pouco. Comecei a pensar que tinha pegado alguma alergia ao desodorante. Mas enfim, ignorei e segui adiante. O que esse incômodo era? Cena para os próximo capítulos Aproveitamos para conhecer um pouco da noite de SPA. A cidade estava cheia e aqui eu quero comentar um ponto com vocÊs... realmente o Chile é BASTAAAANTE caro. Gastamos em 3 dias no Chile o que não gastamos em 10 dias no Peru, acredite. Mesmo assim, como só iríamos passar poucos dias e depois de todo o stress passado com a desgraçada Dona Maria, resolvemos nos presentar com um vinho e uma pizza perto da pracinha da Igreja. Foi uma noite muito atípica, na volta pela casa João Paulo ainda pegou o violão de uns meninos na rua e aproveitou para tocar umas músicas e fazer um gruoove sacanaaaagem HEHEH. Sinto saudade desses momentos, de conhecer a verdadeira cultura local, saca? De sair pelos bairros mais distantes, ver como funciona a cidade em vários horários distintos. Chegamos em casa, dormimos BEM PARA O CARALHO (ó hostel que renovou a alma ein, meu caros amigos) e ficamos no aguardo do 3º e último dia. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
  4. 1 ponto
    Salve galera, mais uma vez estou aqui para compartilhar com vocês uma nova experiência mochileira, dessa vez sai da zona de conforto e me aventurei pela Ásia, mais precisamente pelo Sudeste Asiático, a bola da vez foi Cingapura, Malásia e Tailândia e ainda dois stopovers em Pequim e Frankfurt, entre 16/10/18 e 24/11/18. Por conta das correrias da vida, só estou tendo tempo de escrever agora, mas antes tarde do que nunca. Inicialmente vou colocar algumas informações que julgo mais importante e ao longo do relato vou detalhando melhor. [Editado] Fiz também um pequeno vídeo resumindo um pouco do que foi a viagem. Abaixo dele, tem o link do Youtube caso dê algum problema no arquivo que postei (já me aconteceu uma vez). 2018_Finalizado.mp4 https://www.youtube.com/watch?v=zPDmke9-ZGU&t=1s ROTEIRO FINAL (o original foi alterado durante a viagem) - Guarulhos - Frankfurt - 11h30 de vôo (conexão de 3h10) - Frankfurt - Pequim - 9h20 de vôo (conexão de 3h40) - Pequim - Cingapura - 6h25 de vôo Cingapura - 4 dias - Cingapura - Malaca (Malásia) - 5h de ônibus Malaca - 3 dias - Malaca - Kuala Lumpur - 2h de ônibus Kuala Lumpur - 5 dias - Kuala Lumpur - Chiang Mai (Tailândia) - 2h45 de vôo Chiang Mai (Tailândia) - 4 dias - Chiang Mai - Pai - 3h de van Pai - 3 dias - Pai - Chiang Mai - 3h de van Chiang Mai - 2 dias - Chiang Mai - Sukhothai - 6h de ônibus Sukhothai - 2 dias - Sukhothai - Bangkoc - 7h de ônibus Bangkoc - 4 dias - Bangkoc - Ao Nang - 14h de ônibus Ao Nang - 4 dias - Ao Nang - Phi Phi Island - 1h30 de ferry boat Phi Phi Island - 2 dias - Phi Phi Island - Phuket - 1h30 de ferry boat - Phuket - Pequim (conexão de 20h10); - Pequim - Frankfurt (conexão de 16h25); - Frankfurt - Guarulhos. PASSAGENS AÉREAS Após muita pesquisa e uso de todas as ferramentas de busca possíveis (Skyscanner, Voopster, Melhores Destinos, Kayak, Kiwi) e até no site de companhias como Air China, Ethiopian, Emirates, entre outras; quase fechei a compra pelo site da Air China, o trecho GRU - Cingapura (com conexões em Frankfurt e Pequim) e Phuket - Guarulhos (as mesmas conexões na volta) estava 845 dólares, só que na hora de pagar não dava certo (pensa num site ruim e mal feito). Resolvi então comprar pelo Skyscanner, que me direcionou para a plataforma Zupper (nunca havia ouvido falar nela), fechei pro R$ 3546,63 (com taxas e tudo, e pra época estava barato, pois cheguei a ver na casa do quatro, cinco mil reais), o itinerário era o mesmo, na verdade até as companhias utilizadas eram as mesmas (GRU - FRA pela Lufthansa, FRA - PEQ pela Air China e PEQ - SIN pela Singapore; na volta PHU - PEQ e PEQ - FRA pela Air China e FRA - GRU pela Lufthansa) e com um detalhe: comprei no domingo, na segunda foi quando o dólar explodiu e achei que ia me ferrar porque apesar de aparecer em real o preço na verdade é em dólar e a minha fatura fecharia em duas semanas, mas não, mantiveram o valor e pronto. Aliás, recomendo muito o Zupper, tem boa avaliação no ReclameAqui (raridade no ramo de empresas aéreas ou de comprar de passagens) e foi muito bem, inclusive até me ligaram para comunicar uma mudança na emissão de um trecho que sairia mais tarde. TRÂMITES BUROCRÁTICOS Cingapura, Malásia, Tailândia e Alemanha não exigem visto de turismo para brasileiros, podendo ficar até 90 dias em cada um deles, apenas a China exige, mas para quem faz apenas conexão tem um esquema diferente, se você comprovar que está apenas de passagem e a China não é o seu destino final, você pode ficar até 144 horas (6 dias) por lá sem visto, eu explicarei mais adiante como funciona isso. Para a Tailândia, é exigido o Certificado Internacional de Vacinas para Febre Amarela, e ele realmente é cobrado por lá, para os demais países não foi exigido nada além do passaporte válido. SEGURO DE VIAGEM Pela primeira vez decidi fazer um seguro de viagem, pois ouvi dizer que na Ásia atendimento médico é caro, aproveitei que teve uma feira de turismo em Santos e fechei um pacote com a Travel Ace, o plano para 39 dias cobrindo todo o meu roteiro e com cobertura de 40.000 dólares por evento saiu por 900 reais em 6x, saiu mais barato que a média de preços que vi. Graças a deus não posso opinar se a seguradora é boa ou não porque não precisei usar (foi o dinheiro mais bem “jogado de fora” da minha vida kkk) HOSPEDAGENS Cingapura - The InnCrowd Backpackers' Hostel (4 diárias): S$ 70,00 Um bom hostel, ótima localização, perto de duas estações de metrô (Little India e Jalan Besar) e de um terminal de onde partem ônibus para a Malásia; muitos restaurantes baratos e do famoso Tekka Center; comércio abundante e casas de câmbio. O hostel tem geladeira para guardar suas coisas, um bom café da manhã (ovo cozido, pão, geléia, manteiga, café, chá, você mesmo faz o seu, os itens ficam no balcão), tem aquecedor de água, vendem água e refrigerante na recepção, um área comum grande e os quartos são espaçosos, porém não tem locker para guardar as mochilas. Atendimento bom, o acesso a ele é por cartão. Possui ar condicionado mas só é ligado à noite. Malaca - Victors Guest House (3 diárias): MYR 36,00 Ótima localização, fica em Chinatown e próximo de lugares baratos pra comer. Tem água gelada e quente, café disponível à vontade. Tem apenas ventiladores, mas são bem fortes; as camas são boas e tem lockers grandes para guardar a cargueira. O Wi-Fi é horrível e fiquei muitas vezes sem conexão. O acesso é por chave na porta de baixo (à noite fica trancado) e senha numérica na porta de cima. Dica: pegue a cama mais próxima da porta, fiquei na da janela e avenida em frente é muito movimentada, eu consigo dormir de boa, mas pra quem é sensível a barulho é zoado. Kuala Lumpur - Submarine Guest House Central Market (5 diárias): MYR 60,00 Ótima localização, quase ao lado do Central Market, fica próximo à Chinatown, portanto muitas opções de comida boa e barata próximo; casas de câmbio, estação de metrô (Pasar Seni) e das linhas do GoKL. O Max, que é quem cuida de lá, é o melhor que encontrei até hoje: atencioso, educado, sempre disposto a ajudar. As camas são boas, possui ar condicionado, tem máquina de água quente. A única coisa estranha é o chão do andar que quando você anda parece que é de madeira, sei lá, faz um barulho estranho e se move; e as paredes são finas, você ouve tudo do quarto ao lado. Mas recomendo muito! Chiang Mai - Chiangmai Shunlin Hostel (4 diárias): THB 520,00 Ótima localização; boa estrutura; tem ar condicionado (funciona a partir das 17h e desliga de manhã, mas não lembro que horas); embora no Booking informe que não tem café da manhã, mas eles colocam café, chá, bananas e bolachas para os hóspedes. Os donos, um casal com uma criança pequena, são extremamente simpáticos e o Peter sempre que você precisa de algo ele informa ou liga para algum número e arruma o que você precisa. As camas são confortáveis e tem cortinas nos beliches. Um dos melhores hostels que fiquei, tanto que quando voltei de Pai fiz questão de ficar nele. Pai - Baan Aomsin Resort (3 diárias): THB 360,00 Bem localizado, fica numa estrada há uns 10 ou 15 minutos de caminhada do centro, parece uma chácara, é muito gostoso o lugar, tem redes, uma geladeira para guardar suas coisas, bastante verde, e como é lugar montanhoso faz até um frio gostoso de noite, tanto que nem usávamos o ar condicionado, só os ventiladores durante o dia. O dono é muito simpático assim como sua família, é sabendo que eu era brasileiro sempre falava de futebol, é fã do Zico. Tem café da manhã mas é pago a parte, porém recomendo muito, custa só 70 baths e vem com ovo (você escolhe mexido, frito ou omelete), salsicha de frango, duas bananas, pão (2 ou 3), geléia, manteiga, um potinho de salada e café ou chá a vonts, é bem gostoso e sustenta bem. Não possui locker nos quartos. Chiang Mai - Chiangmai Shunlin Hostel (2 diárias): THB 260,00 Vide avaliação anterior. Sukhothai - RuengsriSiri Guesthouse (2 diárias): THB 240,00 Fica exatamente na frente do terminal de ônibus da cidade, basta atravessar a rua. As camas tem uma cortina pequena, o meu quarto não tinha ar, só ventilador, mas de noite dava conta, não era tão quente. Tem um terraço, mesa de ping pong e alvo para jogar dardos, mesinhas do lado de fora e vendem bebidas, quando você se hospeda ganha uma garrafinha de água, mas depois só comprando, não tem onde encher. Os funcionários são simpáticos. O café da manhã é comprado, mas sinceramente não curti muito. Outra coisa ruim é que apesar de ficar na frente do terminal, fica longe da cidade e de tudo, tem uns pequenos restaurantes na rua mas que fecham cedo, se quiser jantar tem que ser antes das 19h, depois a única coisa na região é um 7-Eleven. Tem aluguel de bikes. Sinceramente, só recomendo pra quem vai ficar um ou dois dias pela comodidade de pegar o ônibus na porta. Bangkoc - Feel Like Home Dormitory & cafe (4 diárias): THB 480,00 Fica há uns 15 minutos andando da Kao San Road, não tem metrô próximo mas tem muitos ônibus que atendem à região e vão para muitos lugares. As camas são um pouco duras, tem ar condicionado, tem locker apenas para coisas pequenas, o café da manhã é razoável (café ou chá, um copo de suco de laranja, dois fatias de pão torrados, geléia, manteiga e uma banana) e é o funcionário que prepara pra você. Tem uam agência anexa ao hostel onde você pode fechar passeios e transportes para outros lugares. Os funcionários são simpáticos e tem uma geladeira onde vendem água e refrigerantes. Ao Nang - Sleeper Hostel (4 diárias): THB 1040,40 Fica localizado na avenida principal, funcionários muito bons e simpáticos, quarto grande, camas boas e com cortinas, o ar condicionado é apenas suficiente (não gela tanto). Os lockers são naquele esquema que fica embaixo da cama. O café da manhã é pago mas não cheguei a consumir; o acesso é feito por cartão, se perder paga (relatarei o que houve comigo); e tem tudo próximo, inclusive a praia não é muito longe. Ah, se puder ficar no quarto de frente pra rua, a vista é espetacular (postarei a foto que tirei da varanda no momento que relatar sobre lá). PHI PHI Island - Paradise Dorm Room (2 diárias): THB 378,00 Localização boa é relativo porque a ilha é pequena, mas esse hostel fica mais próximo do pier de onde sai o ferry que outros, fica atrás do famoso Reggae Bar. A recepção fica na calçada e assim que entra já é o quarto, são dois ao todo, e no final deles tem uma porta que dá acesso a um corredor com 4 banheiros, que, aliás, foram os melhores que encontrei durante a viagem: grandes, com bastante lugar pra por roupa, prateleiras e até espelho. As camas são confortáveis, não tem locker, o ar condicionado fica ligado direto e tem galão de água com opção de gelada ou quente. É extremamente simples mas bem ajeitado e limpo. A senhora que toma conta de lá é muçulmana, é bem calada mas muito boazinha. Recomendo! SEGURANÇA Posso dizer com propriedade que aquela região é bastante segura para viajar, inclusive para mulheres sozinhas. Claro que crimes de oportunidade (batedores de carteira, pequenos furtos) podem ocorrer em qualquer lugar, mas basta ficar atento com seus pertences que tudo dará certo. Não me senti ameaçado ou com medo em nenhum momento. Outra coisa para se ficar atento, sobretudo na Tailândia, são tentativas de golpes, eu não passei por nenhuma tentativa mas li muito a respeito, basta ficar esperto também. TRANSPORTE Em Cingapura, o metrô é muito bom, seguro, limpo, silencioso e eficiente e liga grande parte da cidade, você paga conforme a distância percorrida. Possui também sistema de ônibus mas não cheguei a usar, porém ouvi dizer que é bom também. O aeroporto é ligado pelo metrô. Na Malásia, Malaca é pequena e dá pra fazer tudo a pé; já Kuala Lumpur é uma cidade enorme e tem um bom sistema de transporte público: KTM (trem), MRT (monorail), LRT (metrô), é um pouco confuso no começo mas dá pra entender logo. Tem também os ônibus e um serviço de ônibus gratuito chamado GoKL, são quatro linhas que fazem vários pontos da cidade, são ônibus novos com ar condicionado. O aeroporto de KL é muito longe, tem um trem expresso que vai pra lá mas custava 55 ringgits, tem um ônibus que vai pra lá por apenas 12 ringgits, leva uma hora. Na Tailândia, em Chiang Mai tem as linhas de ônibus que servem bem à cidade, inclusive dá acesso ao aeroporto, e tem o famoso songthrew, um carrinho vermelho que faz as vezes de lotação, é bem barato também e vai pra todo lado, além dos tradicionais tuk-tuks; em Pai só andei a pé; em Sukhothai usei uma caminhonete velha que faz o transporte da nova para a Old City, tem a opção de alugar uma bike também; em Bangkoc tem o MRT (metrô), que atende uma parte da cidade, o Skytrain, além dos tuk-tuks, táxis e sistema de ônibus, que utilizei muito, pois onde fiquei hospedado não tinha metrô nem Skytrain próximo; em Ao Nang tem uma linha de ônibus que liga até o aeroporto, mas não usei, e os barcos usados para ir até outras praias, como Railay Beach, Tonsai Beach; em Phi Phi tem os taxiboats que levam você a outras praias. LEMBRANCINHAS Cingapura: algumas lojas da People's Park Complex (Chinatown), próximo à Mesquita no bairro árabe, várias lojas e barracas de rua na Little India. Malásia: em Malaca uma galeria próxima à A Famosa, uma grande galeria próxima ao Museu Marítimo; em Kuala Lumpur o Central Market tem várias lojas de souvenires e o preço é mais em conta, tem também o bairro Little India e o seu comércio de tudo. Tailândia: em Chiang Mai o Night Bazar é de longe o melhor lugar; em Pai a Walking Street; em Sukhothai o entorno do Parque Histórico tem várias lojinhas; em Bangkoc o Chatuchak Market, que só abre finais de semana, o MBK Center, na Kao San Road e na Rambutri tem bastante lojinhas também ou então nos mercados flutuantes; em Ao Nang tem um Night Bazar que fica em Krabi (não cheguei a ir lá) e algumas lojinhas espalhadas pela cidade; em Phi Phi as lojinhas espalhadas pela ilha. JET LAG Sim, eu venci o jet lag, só na volta que deu uma cansada maior, mas na ida foi de boaça, mas precisei fazer uma preparação maluca, que irei contando conforme o relato for seguindo. O fato é que não tive problema nenhum, só no primeiro dia em Cingapura dormi um pouco mais cedo, mas talvez fosse mais pelo cansaço da viagem do que pelo jet leg. Continua...
  5. 1 ponto
    DIA 36 - 22/11 – Phi Phi Island – Phuket – Pequim Meu ultimo dia na Tailândia, o coração já estava apertado, tinha adorado aquele país, mas tudo que é bom dura pouco e logo estaria de volta à minha rotina. Mochila arrumada, aproveitei pra tomar um banho, pois iria ficar até domingo sem, tudo certo e nada resolvido, às 11h sai, deixando minha mochila num canto do quarto, e fui almoçar naquelas barraquinhas que eu frequentava, sem pressa pois tinha um tempo pra enrolar. Depois sai caminhando sem esmo, olhando aquele mar, estava um dia bonito, até que sentei em um banco de frente pra praia e fiquei lá, ouvindo um sonzinho no meu celular e admirando aquela beleza toda. Fiquei lá até mais ou menos 13h30, voltei pro hostel, peguei minha mochila, esperei a senhorinha voltar pra me despedir e segui pro píer. Assim que cheguei, já entreguei o tíquete, e o rapaz colou um adesivo na minha camisa, era pra saber quem teria transporte do outro lado, que era o meu caso. Já fui para o barco, mas dessa vez preferi ir dentro, sentado, o ar condicionado tava torando de gelado, e tinha uma espécie de open bar de coca-cola e melancia, podia pegar a vontade. Saímos umas 14h45, e assim que o barco começou a andar, começou uma chuva, ainda bem que eu estava indo embora. Aproveitei para ver do barco a praia de Maya Bay, ele passa, ainda que meio de longe, pelo lado de onde dá pra ver a famosa pedra flutuante, fiquei frustrado por não conhecer a praia mais famosa do país, mas infelizmente ela está fechada por tempo indeterminado por conta do turismo predatório que o lugar sofreu todo esse tempo. Chegamos em Phuket umas 16h15, e mal sai do barco já tinha umas pessoas com placa da empresa de barco gritando, um cara viu que eu tava com o adesivo e já me encaminhou pra onde estavam as vans, tinhas várias pra vários lugares diferentes, ele me levou num cara que gritava “seventeen, seventeen”, era a minha van. Sinceramente, achei bem organizado o esquema, pra quem tava preocupado como ia ser, fui muito tranqüilo. Achei que seria a única pessoa naquela van, mas logo chegou um casal, no final só fomos nós três pro aeroporto. Ele fica bem longe do píer, a van deu uma boa volta por Phuket, chegamos por volta depois das 18h no aeroporto, ele para no terminal doméstico, mas o internacional é quase do lado, basta subir uma escadaria e caminhar por uma passarela. Basicamente passei o tempo no aeroporto lendo, depois comi um lanche no Burger King, dei uma passeada pelo aeroporto, aproveitei e dei uma olhada nas casa de câmbio para trocar o que sobrou dos thai baths por euro (a moeda da China eu usaria os dólares que sobraram para trocar), só tinha duas e os valores eram os mesmos. O WiFi do aeroporto era com limite de tempo, então eu racionei o uso pra poder usar de vez em quando. Meu vôo só saia às 0h40, nesse meio tempo ainda comi alguns salgados do Starbucks e do 7-Eleven, e quando deu o horário de fazer o check in, eu fui ao banheiro e resolvi já colocar o conjunto segunda pele (calça e camisa) e deixei o fleece na mochila para adiantar, e o resto da roupa de frio eu deixei na mochila cargueira, pois chegando em Pequim, era só vestir o resto, afinal, eu sabia que iria estar bem frio lá. Aí começaria mais perrengue pra coleção... Já começou a azedar que na hora de fazer o check in (assim como na ida, só dava pra fazer no balcão, online nem pensar, dá-lhe Air China), os caras não achavam a minha reserva de jeito nenhum, demorou um tempão, eles olhavam no computador, vasculhavam, passavam rádio pra alguém e nada, eu já tava começando a ficar com medo que tivesse ocorrido algum cancelamento pela empresa, sei lá, nunca tinha usado o tal do Zupper. No final era algum erro que não lembro, se não me engano era o código da reserva, sei lá, mas que foi resolvido. Beleza, ok, inclusive já imprimiram as duas próximas passagens (Phuket – Pequim e Pequim – Frankfurt), bora embarcar. Ainda consegui pegar um pouco de Internet ao lado da King Power, uma rede de lojas que tem nos aeroportos da Tailândia ( essa é aquela rede que patrocina o Leiceter, da Inglaterra, e que o dono morreu num acidente de helicóptero ano passado, foi um baita luto no país) e embarquei rumo a Pequim, estava bastante ansioso pois rira realizar um sonho: conhecer a Grande Muralha. Pier de Phi Phi A ilha onde fica a praia de Maya Bay, do lado direito a tal pedra flutuante que fica na frente da praia Tabela com os horários dos ferry boats Caminho do aeroporto de Phuket Aeroporto Internacional de Phuket GASTOS DO DIA Almoço: THB 120,00 Coca: THB 20,00 Burger King: THB 269,00 7-Eleven: THB 45,00 Starbucks: THB 160,00 Câmbio: THB 759,80 - £ 20,00 TOTAL: THB 614,00 Continua...
  6. 1 ponto
    Isto vai depender dos seus interesses pessoais, e cada pessoa tem os seus. Suíça é um local muito bonito, mas o clima na Suíça e nos Alpes é uma b0$#@, muito instável, amanhece com sol e meia hora depois está tudo encoberto de nuvens e neblina, e no inverno a coisa só piora, e um clima destes é horrível para fazer turismo, pois as atividades legais na Suíça não são ficar passeando na cidade, mas sim os passeios de barco nos lagos, subir as montanhas de trem ou teleférico, visitar os vilarejos alpinos, etc... Mas para fazer estes passeios nos lagos, montanhas e vilarejos alpinos você precisa de tempo bom, pois gastar uma fortuna de dinheiro para subir a montanha e quando chegar lá em cima e só ver as paisagens abaixo é frustrante. Então se for para a Suíça no inverno, tem que ficar pelo menos uns 4 ou 5 dias numa cidade base, comprar um Swiss Travel Pass e esperar dar um dia de tempo bom bom para visitar as montanhas e vilarejos alpinos, mas mesmo ficando 4 ou 5 dias, você tem que ir ciente de que pode voltar para casa sem ter conseguido visitar as montanhas, pois são comuns 4 ou 5 dias seguidos de tempo fechado nas montanhas. Isto sem contar com o custo altíssimo das coisas na Suíça, hospedagem é cara, alimentação é cara, os passeios são absurdamente caros, as passagens de trem são caras, todos os deslocamentos são meio complicados e demorados, etc... Com o que você gasta em 5 dias na Suíça, dá para pagar 10 dias em Paris e Amsterdam ou 15 dias de férias na Itália. Pessoalmente eu não iria para a Suíça no inverno, eu morrei quase um ano lá, e no inverno costuma ser mais caro ainda do que fora da temporada, e o clima é uma bost.... Na Itália também vai ser frio, mas ao menos é um frio tolerável, e tem mais dias de clima bom do que na Suíça, e não costuma nevar, neve atrapalha um monte qualquer passeio. Bélgica e Amsterdam também será frio, pode nevar em alguns dias, o que atrapalha um monte qualquer coisa que você for fazer, mas em compensação tem mais opções de atividades indoor para você fazer nestes dias horríveis de frio e chuva. Se você achar que é muito tempo só para Paris, Bélgica e Amsterdam, dá para combinar Paris, Italia e Amsterdam no mesmo roteiro facilmente e de forma muito mais fácil e barata do que combinar Paris, Suíça e Italia, pois tudo o que envolve Suíça é meio complicado e caro. Eu faria algo parecido com isto: 30/12: Chegada em Paris 31/12: Paris 01/01: Paris 02/01: Paris 03/01: Paris 04/01: Paris - Voo Roma 05/01: Roma 06/01: Roma 07/01: Roma 08/01: Roma - Deslocamento para Florença no final da tarde 09/01: Florença 10/01: Florença(Bate-volta a Pisa e Lucca) 11/01: Florença 12/01: Florença - Deslocamento para Veneza de manhã 13/01: Veneza 14/01: Veneza - Voo para Amsterdam 15/01: Amsterdam 16/01: Amsterdam 17/01: Amsterdam - Voltar a Paris no começo da noite 18/01: Voo de volta
  7. 1 ponto
    Parabens pela viagem! Belissimas fotos e videos. Uma duvida, e muito complicado fazer cambio na carretera austral? Poderia indicar as cidades que vcs fizeram cambio la? Aceitaram reais ou somente dolares? Valeu
  8. 1 ponto
    Oi @Larissa Souza Reis entao, já tirei um ano sabático pra mim e durante toda a viagem nao tive nenhum problema com as insulinas. Na minha bagagem de bao eu tinha uma caixa de isopor que nao era tao pequenininha, tinha uns 35cm de comprimento por uns 23cm de altura mais ou menos, dai colocava uns tabletes de gelo que ocupavam um bom espaço dentro do isopor (esse gelo era formado dentro de um material de plastico que contem agua, dai qdo descongela e so pôr no freezer de novo). Quando eu ia fazer os deslocamentos colocava todo o material no isopor e passava aquelas fitas de colcar caixa de papelao. Elas sao boas pois sao largas, colam bem e vedam a tampa pra nao sair o ar frio do isopor. Eu andava com 4 barras de gelo no isopor, entao dava pra manter a temperatura por muitas horas. E ao chegar no hostel eu ja procurava de imediato alguma geladeira. Eu tambem uso canetas, tanto descartáveis ou refil. As canetas descartáveis eu tirei das caixas pra ocupar menos espaço, e os refis eu levei nas caixinhas por serem menores, mas depois de alguns meses as caixinhas derreteram todas dentro do isopor, dai deixei tudo solto, mas nao tive nenhum problema quanto a isso. Pode viajar sem medo, voce indo pra fora do país leve consigo ao menos um laudo médico (em ingles) informando que vc é diabética, faz uso de determinadas insulinas e leve tambem uma receita caso precise comprar algum coisa. Tendo uma caixa de isopor e alguma coisa pra manter a temperatura por algumas horas é o suficiente pra fazer os deslocamentos.
  9. 1 ponto
    Oi Charles !! A galera aqui do mochileiros é fera, estão super certos quantos as dicas. Concordo que Paris e Londres por exemplo pedem mais dias. São cidades incríveis. É comum na nossa primeira viagem a Europa ficarmos afobados e querer conhecer tudo mas, como a galera já disse isto é furada. Quanto mais deslocamentos vc fizer mais cara e cansativa fica a viagem. Resultado: Você não vai aproveitar quase nada das cidades que você vai. O ideal é você montar primeiro o seu roteiro e depois comprar as passagens. Mas comprar uma passagem só, de ida e volta pelo mesmo destino não vale a pena, nem se tiver em promoção (depende dessa promoção é claro). Pois o dinheiro que voc vai economizar vc vai gastar a mesma coisa ou até mais para voltar para outro país, com o transfer até o aeroporto e etc. Bom vou deixar um link que pode te ajudar nesta sua primeira viagem ! Viagem para Europa: Manual para quem vai a primeira vez ao continente Espero ter ajudado! Boa viagem
  10. 1 ponto
    Achei da hora sua reflexão. A vida sendo um jogo impossível de se ganhar e nós sempre insatisfeitos - e preocupados. Sabe que foi isso que me motivou a viajar? Eu tenho um problema de visão e nos últimos anos perdi muita acuidade visual. Agora que estou estável quero aproveitar cada instante, estar nos lugares e ver a vida das pessoas, conversar, sentir tudo... e deixar o amanhã pra amanhã, pois o futuro é invencível... Comecei esse ano. Primeira viagem sozinho para Ubatuba em Abril, 4 dias. Mês que vem estarei pela Argentina por VINTE! Sozinho também, pois descobri em mim um grande companheiro! Grande abraço!
  11. 1 ponto
    Eu encontrei tudo o que eu precisava nesse fórum. Faço o uso de insulina e eu aplico com a seringa, meu medo é quanto a temperatura da insulina mas como o @lobo_solitário falou eu vou levar um caixinha de isopor com a insulina. Estava pensando em comprar as canetas de insulina, por que assim facilitaria minha vida muitíssimo. Muito obrigada @Juliana ChampiVocê não tem noção do quanto me ajudou!!
  12. 1 ponto
    Boa tarde @[email protected]_aurelio Eu também uso essas insulinas, vou fazer um mochilão ano que vem e minha maior preocupação é com a temperatura das insulinas. Gostaria de saber como foi sua experiência quanto a isso, você teve algum problema? Estava pensando em comprar as canetas de insulina, assim eu acho que iria me ajudar.
  13. 1 ponto
    DIA 3 - O ESPERADO E ESPETACULAR DESERTO DE SAL O ônibus chega de madrugada numa rua deserta, geral estava lesado de sono, sem saber o que fazer... Maaaas eu estava preparado! Assim como havia lido no relato do @rodrigovix e da @Maryana Teles, um senhor nos abordou, já mandei com todo meu portunhol: Eres de lo Nonis café? Quando o senhor concordou, já gritei pra geral me seguir que sabia exatamente onde ia, me sentindo o guia. 🤣😂 Havia um pessoal tentando abordar em relação à passeios, mas ignorei todos com sucesso (melhor esperar as agências abrirem e vc estar mais consciente antes de fechar algo). Eu estava me sentindo em casa, pedi um chá com pão redondo e comecei a conversar com nossa turma BR (por enquanto era Eu, Kaique, Cleverson, Cintia, Clau e Eli, a quantidade exata de pessoas pro 4x4), eu estava bem aliviado por que curti geral e tinha lido muito relato de pessoas que não curtiram tanto a travessia do deserto por conta da companhia no carro. O que se seguiu foi rápido e já não vem à mente com clareza, mas ouvimos mais da nossa amada língua e fomos trocando ideia, juntando o povo! Até aí já tínhamos mais cinco meninas (Gabi, Clarissa. Thayna, Vitória e Natália). Eu dizia ter indicações de duas agências e batendo com do pessoal a agência em comum era a Esmeralda tours. Ficou decidido que ao dar 8h, iríamos num pequeno grupo negociar. Gostamos da proposta e de como fomos recebidos, estava por 800 bols (valor padrão). Ao voltar já havia crescido o grupo BR, tinha até uma gringa no meio (Ivy se não me falha a memória). Fomos toda cambada de BR pra agência, deixamos os mochiloes, separamos as coisas pra mochila de ataque (importante pois o mochilao fica em cima do 4x4 e não pode ser acessado) e iríamos aguardar teoricamente até as 10h para a partida. Fomos comprar snacks e água (são 2 dias e meio, ponto de água somente nos alojamentos e almoço), dividimos um galão de 6l (se não me engano) em dois. Ali passei meu primeiro 'perrengue' com inglês, a gringa estava no grupo porém nós já tínhamos comprado snacks antecipadamente e começamos a voltar antes. Ela era da Finlândia, mas o inglês era bem carregado e eu tava bem travado para falar, foi uma conversa bem mais ou menos sobre viagem, porém vi que ela não tava curtindo, tentei usar o tradutor e ela se mostrou menos disposta ainda, então larguei mão. Fui trocar o dinheiro para pagar o passeio, havia trocado certo para pagar esse passeio, mas o dia a mais em Sucre me fez gastar os bols. Encontrei um grupinho BR na frente e já comecei a trocar ideia, ali estavam a Karla e mais dois. A cotação era HORRÍVEL pra Real e bem ruim pra dolar. A Karla inclusive se ferrou por ter apenas Real, eu troquei dólares o suficiente pra pagar o passeio. (sempre façam câmbio antes em Santa Cruz ou Sucre) Ao voltar, já havia outro grupo de brasileiros fechados com a Esmeralda. Estava aquele monte de BR desconhecido trocando ideia, foi mó bagunça na frente e dentro da agência! Ali conheci mais de cada um que iria conosco e a nova integrante, a blogueirinha (Tainá @fora_darotina). Fomos avisados que haveria atraso na saída por falta de combustível, já estava todo mundo bem cansado da viagem de ônibus, um puta calor e ansiedade à mil, ou seja, geral bolado. Mas foi até de boa, uniu bem mais o grupo! Eu estava me sentindo em casa, como se conhecesse aquele povo louco desde pequeno. Os carros começam a sair e nada dos da Esmeralda, pressionamos e um tempinho depois chegou a hora! Mochilao pra cima do 4x4 e o povo pra dentro. A disposição de lugares era: Um na frente ao lado do motô, três no banco de trás e dois no fundo que era meio apertado (decidimos ir revezando). Duas coisas importantes que aprendi durante essa travessia: a segurar o xixi (não pode fazer no deserto de sal por risco de contaminar) e que um bom grupo no carro realmente faz TODA diferença! Passamos 90% do tempo dentro do 4x4 e se a companhia for ruim, as horas irão se arrastar, eu tive uma grande sorte. Ah, outra coisa é levar folha de coca e algo para quebrar sua amargura, dica da Eli que levou uma espécie de bola de menta. A gente "bolava" a folha de coca com uma bolinha de menta no meio, era ótimo e ajudou bastante na aclimatação (o corpo acostumar com a altitude elevada). A primeira parada é logo na saída de Uyuni, o cemitério de trens. Há quem ache zoado um bando de trem abandonado (se fosse em sampa vc iria ficar empolgado?) e há gente como nós que estávamos ali pra aproveitar tudo o que havia. Eram os antigos trens utilizados para atravessar o deserto, tiramos várias fotos engraçadas em grupo e nosso guia aproveitou para voltar na cidade para pegar algo que tinha esquecido (só faltou nos avisar 🙄), mas não demorou muito. A Esmeralda estava com três carros, os três com 17 brasileiros e uma gringa. Porém um deles não estava junto, só o vimos quando partimos do cemitério de trens e lá estava a blogueirinha tirando fotos com seu lenço esvoaçante 🤣 A próxima parada já foi o almoço, foi o tempo de servir a mesa, visto que estava pronto. Tinha carne (de lhama creio), legumes, arroz, salada... Estava fria, porém boa e acompanhava coca quente e água pra beber. Ali a estrutura já era toda de sal, desde às paredes até o banco (obviamente eu provei o sal da parede igual a @Maryana Teles KKK). Após comer rapidinho e alguns irem no banheiro (2 ou 3 bols, Bolivia é sinal de banheiro pago) fomos para a parada seguinte, o monumento do Dakar e a praça das bandeiras. Como estávamos atrasados, seria uma parada rápida de 15/20 min, o pessoal se separou, alguns foram pegar fila pra tirar foto no monumento, outras na praça da bandeira procurar a bandeira do Brasil. Eu tirei uma foto só da parte de trás do monumento e juntei com um pessoal para começar as frustrantes tentativas de foto em perspectiva! Hahahaha é bem mais difícil do que parece. Umas tentativas em vão e nos reunimos rapidinho pra foto e vídeo na praça da bandeira (rolou até cântico contra bolsonaro que havia acabado de assumir). Nesse momento a ansiedade tomava conta do corpo, a viagem finalmente havia começado! Mais alguns minutos de carro e chegamos num ponto seco do grandioso deserto de sal. Aquela imensidão de branco sem fim, o óculos de sol é indispensável, pois o branco chega a cegar. Descemos e fomos todos empolgados tirar fotos e mais fotos, apreciar aquela vista. A dificuldade com fotos panoramicas permaneceu, o guia não ajudou, então sobrou disposição! Cheguei a deitar para tirar foto, péssima decisão... O sal grudou na roupa toda hahahaha Tive que lavar antes de dormir! Meia horinha depois, volta todo mundo pro carro e partiu rumo ao Salar alagado, uma das coisas mais lindas que já vi na minha vida. O conselho é levar chinelo ou ficar descalço. O carro foi chegando e o fôlego foi sumindo, que visão era aquela... Parecia um mundo de nuvens, no céu e no chão, algo infinito. Ali eu perdi a noção do tempo, de onde estava, do que fazer. Tirava uma foto ou outra, ficava olhando, voltava a tirar fotos, apreciava... Não estava preparado praquela paisagem, aquela imensidão de céu! Dali rumamos para o primeiro abrigo, horas e horas de carro, segurando xixi. Mas era agradável na medida do possível, a companhia era boa, o papo fluía. Nesse caminho um dos carros ficou para trás, em determinado momento paramos num pedacinho de terra e foi uma correria louca quando o motô disse que poderíamos fazer xixi ali! Hahahaha Vimos um carro atolar de longe e outro estava ajudando. Perrengues dos outros a parte, eu estava exausto. A viagem mal havia começado e eu tinha vivido taaaanta coisa em 3 dias. Depois de um tempo, o carro desatolou e seguimos viagem. Ao chegar no 'hotel de sal', fui surpreendido novamente! Achei muito bem estruturado, bonito, um rústico com conforto. A fila do banho estava gigante, o banho gelado era free, 10 bols pra ser "quente". Banho tomado, roupa suja lavada, bem agasalhado (estava frio pra k7), o jantar foi outra surpresa! Chegou uma panela gigante de sopa e me debulhei, até alguém da mesa avisar: gente, é só a entrada. Do nada chega um prato imenso de lomo saltado com papas. Eu já estava cheio só com a sopa hahahhaha Mas como minha mãe ensinou, bora limpar o prato né?! Falhamos na missão, era muita coisa, ainda havia um vinho pra cada mesa (carro). O guia inclusive achou meio ruim sobrar comida, mas não dava. Geral bem comidos (rs) e de banho tomado, indo dormir com as 3 cobertas na cama de sal. Tinha um povo juntando os vinhos das mesas pra tomar. Obviamente me juntei a eles, conversamos um bocado, bebemos e rimos muito. E já tava mais que na hora de dormir, no outro dia sairíamos cedinho. Eu sabia que havia feito a escolha certa de traçar esse caminho "sozinho"!
  14. 1 ponto
    O voo mais barato nesse período é de R$ 3.600 saindo de FOR a Frankfurt. Saindo de Teresina é R$3.828. A diferença de preço não compensaria pra mim. Mas eu já vi passagens que o valor da passagem diminuía em 600 a 700 reais se eu saísse de Fortaleza ou Recife. Depois farei os cálculos para ver melhor.
  15. 1 ponto
    @Camila Ximenes Acho que 10 dias dá pra faze esse roteiro. Sugiro fazer assim: 27/12 a 2/01 - Buenos Aires 2/01 a 3/01 - Colonia de Sacramento 3/01 a 5/01 - Montevidéo 5/01 a 07/01 - Punta del Este 08/01 - retorno a Buenos Aires. O ideal mesmo era conseguir chegar por Buenos Aires e retornar ao Brasil por Montevideo, para não ter que voltar para Argentina só pra pegar o voo de volta. Fiz um mochilão em 2017 e parte do meu roteiro foi esse, mas ao contrário. Esses são meu relatos, talvez possa te ajudar: Boa viagem!
  16. 1 ponto
    9º dia (12/05) Domingo, dia das mães, eu e minha mãe nunca tivemos problemas por passar essas datas longe um do outro, não era a primeira vez, mas mesmo assim fica aquele sentimento de querer estar perto né. Acordei às 04h00, e no Brasil eram 06h00, mandei mensagem para ela e como sempre estava de pé logo cedo, falamos um pouco, me arrumei e saí às 04h30. Andamos bastante de carro, até entrar no famoso Parque Nacional de Huascarán, paramos para tomar café, mas quem quiser pode levar seu próprio café e comer lá na parada e claro no percurso. Eu comi pão, ovo e chá. Como você viram até aqui eu ainda estou sem nenhuma mochila de ataque, então comprei 2 bananas e 500ml de água, isso para que? Para andar 14km, vão lendo... kkkkkkkkk O guia nos instruiu sobre o percurso, da parada lá em cima, e da volta, então seguimos, e todos sabemos né, trilha, tem de tudo, então era bom eu passar um protetor solar, mas nem comento mais nada, e me arrependo demais por não ter pedido para algum gringo apenas uma mão de protetor, pois já faria toda diferença... Comecei a trilha, que belas paisagens tem aquele lugar, sério gente, é incrível, minha mãezinha rsrs, durante a trilha tem sol, frio, sol de novo e mais frio, então é um tal de tira casaco, coloca casaco danado kkkkk Fotos da SJCAM Tirando que eu estava com minha humildes bananas e água na mão haha (tenso viu). Chega uma parte que são umas subidas, e sempre tem o lance da altitude mas até que foi tranquilo. Aos que querem fazer a laguna 69, devem saber da dificuldade que é andar todo esse trecho, realmente não é fácil, mas se preparem um pouco antes, pois faz diferença e vale a pena. Ao chegar no fim da trilha, hum... Sinceramente não tenho palavras para descrever, apenas vejam as fotos... Tirei algumas fotos, e depois fiquei ali sentado comi o que tinha, bebi um pouco de água e lá estava eu olhando aquela bela paisagem, e pessoal, não se preocupem tanto com fotos, parem para observar aquelas águas caindo, aquela camada imensa de gelo e tudo aquilo sabendo que você viu pela internet agora está no seu melhor retrato que são seus olhos. Antes de descer, eu passei a mão no rosto, e geeeente, e já sentia meu rosto queimado e todo seco, peguei um pouco de água e passei, mas noooossaaaaa, fui me protegendo todo na volta, que saudade do meu protetor, que saudade da minha mochila!! Voltei pela trilha, vendo a paisagem das minhas costas de início, sério que lugar show! Fiz a ida em 2:30 Volta 1:45 Cheguei no hostel umas 18h30, fui na venda comprar pão e miojo, comprei água também. E decidi ficar mais um dia em Huaraz. Pessoal, volto em breve! Novamente, obrigado por lerem e espero estar ajudando.
  17. 1 ponto
    4º dia (07/05) Era a despedida do Salar do Uyuni, e como valeu a pena, na realidade, como estava valendo a pena tudo aquilo. Acordamos às 04h00, estava um frio, mas um frio que meu Deus do céu hahahaha, tomamos café da manhã (café, chá, um tipo de panquecas, manteiga, geleia e danone). Saímos às 05h, de lá fomos para os geisers, são buracos no chão que saem ar quente dos vulcões, fede um pouco mas é legal, tinha um buraco no chão que até água borbulhando tinha rs Foto tirada do meu cel. De lá fomos para águas termais, não quis tomar banho lá, a água estava quente, mas depois sair no frio de novo, ta maluco haha, mas muita gente entrou, os gringos adoraram haha. Fiquei admirando o nascer do sol, estava lindo. Então partimos para laguna verde, que não estava tão verde devido ao vento, mas era bonita também. Só então fomos para fronteira com o Chile. Chegando lá posso dizer que tive um perrengue leve rsrs, mas antes disso tiramos os mochilões do carros, pegamos um galão de água e adivinhem? A noite foi tão fria que ainda estava metade congelada rsrs.. dali me despedia da Fran, Jamie e esposa, é engraçado se despedir de pessoas mochileiras, pois eu tive a sensação que iremos nos encontrar por aí haha, assim espero... No meu ponto de visto mochileiros são pessoas que vão de cabeça em seus desejos, gostam de viver o mundo, são radicais rs... Parabéns a todos vocês! Voltando rs, então seguimos Danique, Rafael e eu para uma casinha onde é a saída da Bolívia, eu como fui com passaporte lá atrás quando cheguei na Bolívia, me entregaram apenas um papel, já o Rafael por ex, entraram dois, pois ele só tinha o RG, gente e para aqueles caras me liberarem, eu falando meu super espanhol: Senhor, no teinho papel hahaha Fiquei uns 15mins ali até ser liberados, caramba, que tenso, mas foi... E aqui outra dica, guardem qualquer papel que receberem, se derem papel higiênico também, guardem kkkkkk... Eu tinha certeza que não tinha outro papel, mas se a pressão faz você ficar com dúvida, ferrou, então guardem! Então pegamos a van até SPA (Atacama), mas antes paramos para vistoria, onde é carimbado o passaporte e tals. Gente, e ali vocês não vão acreditar, tinha um cara saindo de bike da Bolívia para o Chile, eu disse que ele estava de bike, pedalando no meio da estrada de um país para o outro, PUTA QUE PARIU, isso é muito foda... fiquei imaginando, caramba, sair de bike de um país para outro, além de coragem é determinação demais, show! Aqui o papel que dão para preencher para entrar no Chile: Chegamos em SPA 30mins depois (10h30), a cidade não é tão grande, logo você se sente no bairro de casa, tem muitos brasileiros, inclusive trabalhando, eu trabalharia fácil naquele lugar hahaha O hostel que ficamos foi o Hostel Ruralito LaFlorida, é super da hora, roots, na paz, cama legais, afinal estava no Chile ne, lugar muito diferente, tudo organizado, banho bem melhor que os até então rs Fui cambiar, e nossa, como eu me senti pobre hahahahah, Chile é legal, mas muuuuito caro, mas ok ne, tem lugares que são assim. Ai fomos comer, eu já estava com uma fome tremenda ahahah, uma pizzaria chamada Charrua, muito boa a pizza, o Rafael e Danique comeram uma individual, mas eu comi uma tamanho família, sem problemas, era muita fome kkkkkk engraçado a cara deles dois quando comi aquilo tudo kkkkkkk Ai voltei para o hostel, tomei banho e fui fechar o passeio para o dia seguinte, minha ideia mesmo era fechar o famoso Vulcão Lascar, sou vidrado em vulcões, só que para isso devia ter levado mais grana, pagar o valor que pedem iria me quebrar no decorrer da viagem, então fechei Lagunas Altiplânicas e Piedras Rojas na agência Volcano Aventura e depois fui comprar a passagem para o dia seguinte ir para Calama. Daí voltamos ao centrinho, falando com a Danique ela havia fechado o tour astronômico, então fechei também, curto estrelas, noite abertas e bonitas Fotos do hostel: Ai fui para um bar, tomar uma cerveja.. Estava passando o jogo do Liverpool vs Barcelona, tinha um torcedor do Liverpool lá muito engraçado, e o legal que o Liverpool venceu, então imagina a alegria daquele cara, foi muito legal. Na volta ao hostel a Danique falou que o cara mandou mensagem depois falando que a noite não era favorável, então peguei essa graninha e voltei pro bar hahahahah Voltei para o hostel, tomei outro banho e cama. Gastos do dia Cambiei R$ 700,00 (a 161 pesos chilenos) Hostel 10.000 Pizza 10.900 Água 2.000 Passeio 35.000 café e almoço incluso (+ 6.000 das entradas) Passagem para Calama x Arica 16.300 Cerveja 14.000 Pessoal, ainda hoje posto mais dois capítulos, espero que estejam curtindo, valeu!
  18. 1 ponto
    Olá pessoal! Como sempre pego muitas dicas aqui, mais uma vez vou deixar aqui meu relato, onde também espero poder ajudar algumas pessoas! Estive em Noronha agora no final de Agosto/2015 e confesso que sempre fui louca para conhecer esse paraíso, finalmente tive a oportunidade em uma promoção da Gol, onde as passagens saindo por Salvador estavam na bagatela de R$386,00 ida e volta!! Eu sou do RJ, mas mesmo tendo que comprar passagem para Salvador, ainda sairia bem mais em conta para mim e foi o que fiz... Como comprei com meses de antecedência ainda não sabia se eu poderia tirar minhas férias neste mês, então não comprei pra ficar muitos dias, pois se não conseguisse as férias, conseguiria ao menos ficar alguns dias... Sendo assim comprei para 4 dias (pouco, mas é oque dava)! Mas acho que vc poderá ficar 10 dias e ainda achará pouco, pois aquele lugar é mágico! Bom, eu consegui as minhas férias e planejei conhecer outros lugares do Brasil que já queria, antes de ir para Noronha. Mas vamos ao relato, vou tentar resumir! 1º Dia - Peguei um vôo em Salvador as 10:20 da manhã com conexão em Recife, e cheguei em Noronha as 16:00 horas! Já havia pago minha taxa de preservação pelo site http://www.noronha.pe.gov.br/ e apenas fui para a fila pegar o comprovante para entrar na ilha, peguei minha bagagem e vi muita gente pegando taxi ou indo de transfer que estavam acordado pela pousada ou agencias, mas resolvi pegar um ônibus mesmo, o ponto fica bem em frente ao aeroporto e acho que fiquei apenas uns 15min esperando, o ônibus custa 3,00 e sempre esta vazio...rsrs! Como eu já sabia o ponto de referência para chegar na minha hospedagem, em frenet a farmácia Mãezinha, eu pedi ao motorista para me deixar lá e desci praticamente em frente a casa que eu ia ficar, bastou atravessar a rua, muito bem localizada, super perto da praia do Cachorro e próximo de tudo. Fiquei hospedada na casa da Dona Maria de Gouveia, tel 81 36191827, os quartos são simples, mas possuem ar, frigobar, tv e um banheiro com ducha quente (que vc nem vai usar, pq faz calor), ela deixa usar a cozinha, pois não oferece café da manhã, mas é um amor de pessoa, eu adorei a hospedagem e voltaria com certeza! A diária custou R$100,00! Deixei minhas coisas lá e já segui para praia do cachorro pra conhecer e já fiquei louca com akilo, que coisa linda... assisti o pôr do sol lá mesmo! E já estava sonhando com o dia seguinte...rsrs! 2º Dia - Acordei bem cedo e o dia estava lindo! Choveu muito na noite anterior, mas parece q isso ajudou, pois o dia estava incrível! Peguei o ônibus em frente para a Baia do Sancho e como já tinha optado por não pagar R$120,00 pelo Ilhatour (pra mim era jogar dinheiro fora), pois os ônibus rodam toda a ilha e vc pode fazer tudo de busão, nem buggy vc precisa locar, sério mesmo, basta andar um pouco...vc está em Noronha, pra que pressa? rsrs... Segui para o Sancho e o ônibus deixa um pouco distante, mas nada que vc não possa caminhar e fui tranquilamente! Esse foi o primeiro dia que usei a carteirinha para entrada no parque, vc paga o valor de R$81,00 e ela tem validade de 10 dias e somente pagando este valor vc tem acesso a algumas parias como Sancho, Sueste etc... Vc poderá pagar antecipadamente pelo site https://www.parnanoronha.com.br/vendas/vendaonline.aspx ou fazer lá na hora mesmo, eu decidi pagar logo e chegando lá foi só retirar no posto que há na Vila dos Remédios. Bom, cheguei na trilha do Sancho e estava vazio, os carros do ilhatour ainda não haviam chegado e fiquei tão feliz...rsrs! Perguntei ao rapaz do PIC se ainda haveria possibildade de ver os golfinhos do mirante, pois já eram 08:30 da manhã e dizem que o bom é vc chegar por volta das 06:00, ele disse q no dia anterior ainda havia um grupo neste horário então parti para a trilha dos Golfinhos, essa trilha é mais longa do que a do Sancho, mas vc passa por mirantes muito mais bonitos quando segue para o Sancho, sem precisar voltar para a outra trilha... eu cheguei lá e realmente havia um grupo, foi muito emocionante!! Fiquei tão feliz!!! O pessoal do PiC emprestam binóculos e foi bem bacana, meu dia começou bem! Depois segui a trilha e parei para várias fotos nos mirantes, quando vc vê o Sancho vc nem acredita de tão lindo que é! Sérioooo! Tirei milhares de fotos...rsrs...o lugar é surreal! Continuei até o mirante 2 irmãos e não tinha ninguém lá, estava deserto, aquilo só pra mim....hehe! Bati mais um monteee de fotos, vc não cansa de olhar, é incrível! Que visual! Agradeci a Deus por aquele momento !!! Depois chegou um grupo grande do ilhatour e daí segui meu rumo pra descer o Sancho! A escada é bem difícil para pessoas mais idosas, eu achei, não aconselho! Desci e fiquei maravilhada com a praia, ela merece o titulo de mais linda do mundo sim, não conheço todas, mas meu Deus, oq é aquilo....rsrs...muito top! Fiquei umas 3hs curtindo o Sancho, se fosse com o Ilhatour, seriam apenas 30min no máximo...rsrs! Keria ficar o dia todo lá, mas tinha outras praias para conhecer! Segui caminhando pela trilha para a praia Cacimba do Padre, foi uma caminhada puxada pq estava muito quente, mas foi tranquila também e logo cheguei na praia.... a areia estava fervendo e sai correndo....hahaha! Segui para a Baia dos Porcos, pois tinha medo da maré encher muito e não curtir, depois voltaria para a Cacimba, subi as pedras e quando vi finalmente a Baia, quase pirei....hehehe! Linda, lindaaaaaaa!!! Fiquei mais ou menos 1 hora lá e só saí pq a maré começou a subir, mas foi maravilhoso! Depois bati fotos e antes de voltar pra cacimba, subi para o lado esquerdo, pequena trilha, onde podemos ver os Morros bem de perto, é lindo, não deixe de ir lá! Fiquei na Cacimba um pouco e depois fui caminhando para a praia do Quixaba e praia do Bode que são quase a mesma coisa...rsrs... eu pensei em seguir até o Americano mas falaram que lá havia muita correnteza e não arrisquei entrar no mar, só dei uma passada e voltei por outra trilha até sair no ponto de ônibus e de lá segui para o Sueste. Conheci a Praia do Leão e fiquei um pouco no Sueste, mas estava muito turvo e ventando demais. Como eu havia levado sanduiches e refri (comprei no mercado), não almoçei, normalmente não almoço nos passeios (é muito caro), apenas lancho e no final do dia eu janto! A tarde fui para o Forte ver o pôr do sol e lá é lindo demais! Depois fui agendar um passeio de barco para o dia seguinte com a Blue Noronha, no dinheiro saiu por R$100,00 e a agência ficava pertinho da pousada. Passei no mercadinho para comprar mais algumas coisas pro café da manhã e água. Final do dia eu estava um bagaço...rsrs! Fiz um miojo e fui pro quarto ver as fotos e videos, depois dormi pq no dia seguinte seria mais um dia pelo paraíso! 3º Dia - Neste dia a agência passou na pousada bem cedo para o passeio, eu estava louca para ver os golfinhos de perto!!! Own!! Chegando na praia do porto eles chamam para embarcar e seguimos o passeio, gostei muito, pq os golfinhos apareceram, era um grupo bem grande e todo mundo ficou louco...rsrs! Depois o barco para por mais ou menos 1h no sancho e foi maravilhoso estar alí mais uma vez, foi divertido e incrível! O passeio voltou por volta das 11:30 e eu decidi ficar por alí mesmo, já que as 13:30 tinha um mergulho agendado no porto com o Bodão. Aproveitei para conhecer a praia das Caieiras, Museu do Tubarão e subi para ver a vista da igreja de Santo Antônio, o tempo do nada fechou, mas não choveu, pensei que fosse....rsrs... mas limpou de novo... parei na sombra e comi meus sanduiches e bebi meu refri, já estava satisfeita...hehehe! No Horário segui para a tenda do Bodão e ele foi passando as instruções para o mergulho. Esse mergulho custa 250,00 e vc pode agendar com ele e não pega barco, acontece em um naufrágio no Porto mesmo, mas vc vê muita vida Marinha e vale muitooooo a pena! Dura em média 1 hora e o bom é que vc não perde tempo indo para alto mar, esperando outros mergulharem e so depois ser a sua vez e perde metade de um dia, lá tudo durou 2 horas e eu ainda tinha o resto do dia para aproveitar, se vc tem pouco tempo como eu na ilha, indico! Fiquei o restante do dia alí no Porto mesmo e assiti o pôr do sol lá mesmo, foi lindo! 4º Dia - Neste dia meu vôo partiria as 13:30, então acordei bem cedo para aproveitar e conhecer outras praias que faltavam. Deixei a bagagem já arrumada e a roupa que iria embora separadas. Segui para a praia do Cachorro e como a maré ainda estava um pouco alta não fui pela praia, segui uma trilha por cima para a Praia da Conceição e acho que levei uns 15min indo tranquilamente, a praia estava deserta, pois era bem cedo e amei a praia toda só pra mim !! Fiquei lá curtindo o visual, a praia é um espetáculo, foi a que mais gostei depois do Sancho, fiquei por lá umas 2hrs e depois fui conhecer a Praia do Meio, como a maré já tinha baixado, dessa vez fui pela praia mesmo caminhando e ainda tinham poucas pessoas. Depois segui para a Praia do Cachorro e passei o resto da manhã lá, conheci o Buraco do Galego e não tinha ninguém, mas quando chegou um grupo, eu voltei e fiquei na praia curtindo e me despedindo daquele paraíso. Voltei andando para a pousada, tomei banho e me arrumei! Como tinha feito um passeio pela Blue Noronha, eles me deram o Transfer de volta para o aeroporto e não precisei pegar ônibus, cheguei no aeroporto fiquei com receio de eles não me deixarem entrar no avião com minha bagagem...rsrs...mas não implicaram (uma mochila grande), pq eu havia planejado descer em Recife e seguir para Porto de Galinhas e não pegar a conexão para Salvador, deu tudo certo e fiquei por Recife mesmo, pegando o ônibus em ferente e seguindo para Porto! Eu já tinha comprado a passagem com volta de Recife e não Salvador (lembram que comprei saindo e voltando por Salvador?)! No final deu tudo certo! Bom, infelizmente não deu pra agendar a trilha do Atalaia, pois quando cheguei na ilha só tinha vaga para Terça e eu ia embora no Domingo, fica para uma próxima e claro quero voltar e curtir muito mais esse paraíso! Espero ter ajudado e ter mostrado a vcs que é possível conhecer Noronha sem gastar muito, muita gente desiste de ir pq acha q vai estourar o orçamento, mas é possível sim conhecer Noronha gastando pouco! Não comi em restaurantes, não andei de táxi e fiz tudo de ônibus. Mas para quem faz questão de comer em algum lugar indico o Valdênio, custa R$15,00 a quentinha, basta perguntar lá que todo mundo informa! Não deixem de conhecer esse paraíso! Noronha é tudo que dizem e muitoooo mais! Eu fiz um vídeo com os melhores momentos da viagem, espero que gostem!
  19. 1 ponto
    Voltei gente, desculpem a demora rs 2º dia (05/05) - Salar de Uyuni Chegamos em Uyuni às 04h00, estava um frio, mas um frio da peste rsrs, e já tinha pessoas de agências na rua, ao pegar as malas no ônibus, Rafael e Eu notamos uma brasileira que não estava conseguindo pegar o mochilão dela pois havia perdido o ticket de "guarda-volumes", e logo falamos 'deu ruim pra ela', então vimos uma Sra oferendo passeios, mesmo sabendo das mais conhecidas, fomos com ela, afinal, estava um frio que não era possível ficar na rua até às 06h00, ela nos levou para um lugar quente, apresentou o passeio e valores, mas não fechamos nada, então ela nos dispensou hahahaha, então vimos outra pessoa e voltamos a ir para um lugar quente hahaha Quando estavamos chegando nesse lugar, chega quem? A Brasileira que quase ficou sem a mala haha, mulher de Brasília, chamada Fran, super viajava e gente boa, e como ela mesma disse, "vive perdendo as coisas" hahahaha Ok, entramos no local, era um restaurante chamado Breakfast Noñis, que tem com parceiro a empresa Betto Tours, conversamos com a Fran sobre essa agência, ela pegou indicação e nos indicou, perguntamos o preço e decidimos fechar. Então tomamos café da manhã simples (pão, manteiga, geleia, café e chá), conversando o dia foi amanhecendo, e fomos comprar coisas para os 3 dias no Salar de Uyuni e também cambiar dinheiro, infelizmente com a correria do primeiro dia, não consegui cambiar em Sucre, e lá o câmbio era bem melhor, sem dúvidas. A cidadezinha de Uyuni é bem simples, estava tendo feira no dia, e vende diversas coisas, papel higiênico, sabonete, tudo no meio da rua mesmo rs. Comprei água, pacote de bolacha clube social e um salgado na rua, então cambiei dinheiro, voltei para o restaurante e fechei o passeio (tudo incluso, tours de 3 dias, com café da manhã, almoço, janta, dormitório e transfer para Atacama) Partimos por volta das 10h00, e paramos em um hostel para pegar 3 pessoas, uma Holandesa (Danique), e um casal de Australianos (Jamie e sua esposa (esqueci o nome)), todos super gente boa! Eu não falo taaaanto inglês assim, mas deu pra dar boas risadas com eles. Partiuuuuu Uyuni A primeira parada e muito próxima (da pra ir a pé hahaha) é o cemitério de trens, é muito legal gente, coisa simples sabe, mas pelo menos eu não vejo um trem abandonado todo dia hahahaha, tiramos umas fotos e tals, abaixo comento de onde são as fotos, pois quando vai se conhecendo algumas pessoas, acabam que tirando de seus aparelhos e passando depois, mas vou mencionar do meu celular e também da minha SJCAM. Cemitério de trem, valeu a pena!! E alí o clima já é auto astral total, geral curtindo, porra é muito bom mesmo!!! Saudade! Foto da SJCAM: Foto da SJCAM: Foto da câmera da Fran (não lembro qual é, mas é show, e a mulher era bem fotogênica haha) Então, já eram umas 12h30 quando paramos para almoçar. Comemos carne (medo de comer e passar mal, mas estava aparentemente normal rs), alpaca, salada, banana e batata. E após o almoço o Rafael me pergunta: Gosta de whisky Kamilo? Eu: Whisky? Gosto muito hahahahahahah Ele tirou uma garrafa e começamos a beber hahahaha Mas ai fica uma dica, muitas pessoas gostam de beber e tals, e como a altitude é diferente lá, é bom tomar cuidado, mas vamos nessa hahaha Dali partimos realmente para o Uyuni, e é legal por que o carro está andando, e de repente você está em uma imensidão branca, é top demais, que coisa linda, o dia estava um espetáculo, céu azul e um deserto todo branco ao redor, EU ESTAVA NO SALAR DE UYUNI Então paramos no monumento da Bolívia, acho muito bonito, tiramos uma fotos e fomos andando até onde ficam as bandeiras, também super da hora... ali eu me via vendo fotos na internet, é tão bom ter o prazer e conquista de poder admirar certas coisas de perto, fico feliz por mim mesmo, de poder sair do país, ver paisagens, conhecer aventureiros, histórias, ser feliz! Espero que todos vocês possam sentir sensações assim em suas viagens! Foto da SJCAM: Saindo de lá, andamos um caminho e paramos bem no meio do deserto para tirar as famosas fotos clássicas rs, foi uma diversão só, pulando, de ponta cabeça, com dinossauro, em cima do 4x4, a Fran tirou até de biquini hahahahahah Foto da SJCAM: Seguimos viagem para a ilha dos cactos, esse passeio tem que ser paga a parte, mas vale muito a pena, além de ver os cactos bem de perto, eles são conhecidos por crescerem 1 cm por ano, e podem ter altura de 12 mts, é só fazer uma continha rs, e quando você visita essa ilha, pode-se ter uma visão show do Salar, bonito demais. Partimos para ver o pôr do sol e fechar o passeio do dia, e meus amigos, que pôr do sol, OH MY GOD! Como havia dito antes eu estava convicto que não iria pegar o deserto alagado, mas de repente, o carro entra em uma região de água, na hora eu pedi para descer, "Eu quero descer", "Deixa eu descer" hahahahahahah Gente, é sério, ver aquele lugar espelhado é foda demais, aquelas montanhas, o sol caindo, que luz, que vibe. Foto da SJCAM: Foto do meu celular (Moto G4): Então fomos para o hostel, era um hostel de sal, haha bem diferente. Pra variar eu estava com fome rs, antes de tomar banho, jantamos, sopa, frango, salada e batata. Ai fui para o banho, e gente que banho haha, quando eu falo o título do roteiro é porque realmente sou mochileiro pobre louco hahaha, a noite já tinha chego e com ela a baixa da temperatura, e o banho estava muito, mas muito gelado meeeesmo, e o melhor, era 30segs de água quente, e 1min de água fria então pense em um banho kkkkkkk, mas é normal, nesses mochilões não podem exigir ne, estamos ali para isso, é a vida, e isso que causa graça no role e o valor das coisas. Essa noite eu dormi bem, as cobertas que eles oferecem são suficientes, no entanto acordei algumas vezes, pois é tão frio, mas tão frio que só do rosto estar descoberto, você acorda rs, mas ok, vamos nessa... Gastos do dia: Cambiei R$ 800,00 - Cotação 1,55 bols Café da manhã - 15 bols Água (galão de 6lts) - 12 bols Salgado - 3 bols Pacote de clube social - 12 bols Passeio do Uyuni - 750 bols Entrada para ver os cactos - 30 bols Pessoal, ainda hoje posto o dia seguinte!
  20. 1 ponto
    Moro na Itália. Se tem pretensão de vir aqui, vai precisar de um dinheiro reserva pra aguentar uns meses. O emprego está em baixa, apesar de encontrar, mas muitas vezes é sub salário que pagam. Quanto mais ao sul, mais difícil fica. E, uma pergunta, como está seu italiano? Que aqui só trabalha falando italiano, com muita sorte falando só inglês.
  21. 1 ponto
    DIA 2 - 19/10 - Cingapura Acordei com vontade de ir no banheiro umas 6h, estava caindo um puta toró e pensei: ferrou! Mas quando acordei estava aquele solzão, aliás, tive muita sorte com relação ao clima, peguei pouquíssima chuva durante a viagem. Tomei o café da manhã e parti, primeira parada Chinatown (estação Jalan Besar sentido Bukit Panjang, estação Chinatown), logo que você sai da estação tem uma avenida estreita cheia de lojas e restaurantes, apesar de geralmente as Chinatowns serem lugares baratos, ali eu achei as coisas um pouco caras, tanto que o lugar tem até WiFi na rua. No final dela fica um templo hinduísta chamado Sri Mariamman, simplesmente incrível. Depois, logo adiante, visitei o Buddha Tooth Relic Temple, esse budista, não menos incrível que o anterior. VID_20181019_091445.mp4 Em Cingapura é regra: sempre entrar descalço em qualquer lugar. Sri Mariamman Sri Mariamman Sri Mariamman Sri Mariamman Sri Mariamman Sri Mariamman Sri Mariamman Buddha Tooth Relic Temple Buddha Tooth Relic Temple Buddha Tooth Relic Temple Buddha Tooth Relic Temple A próxima parada era no Singapore City Gallery, uma espécie de museu de Cingapura, tinha visto vídeos e relatos bacanas do lugar, mas me decepcionei bastante, pois acho que estava em reforma e tinha muito pouco a se ver, alguns andares estavam quebrados e tinham tapumes e entulho. Singapore City Gallery Singapore City Gallery Depois caminhei bastante e retornei até Chinatown, passei no Thian Hock Keng Temple, um outro templo budista na região. Thian Hock Keng Temple Thian Hock Keng Temple Thian Hock Keng Temple Aqui o nível de proibição é outro, não cumpriu... Estava com fome e procurava lugar pra comer, fui numa galeria chamada People's Park Center, atrás da Chinatown Center. Aquela é mais barata e popular, tinha uma praça de alimentação barata e grande, almocei por lá, foi a primeira vez que comi pato (muito comum na culinária chinesa); enquanto a Chinatown Center era mais cara, mais, digamos, chique. Aproveitei pra ver casa de câmbio, tinha bastante por lá, e de lá fui até a região financeira conhecida como Raffles e achei um lugar com várias casas de câmbio juntas, mas com valores diferentes, e estava compensando mais, fiz o câmbio de mais 100 dólares lá. Segui caminhando e fui até a região conhecida como Clarke Quai (não confundam com o nome verdadeiro do Superman ) onde fica o Rio Cingapura e de lá saem passeios de barco pelo rio, e acabei fazendo um, é bem legal, o barco passa por toda a área da Marina Bay, você vê todos os principais cartões postais da cidade: o Merlion, o Marina Bay Sands, a roda gigante, o museu entre outros, o passeio dura uns 40 minutos. Clarke Quai Clarke Quai Passeio de barco Merlion Marina Bay Sands e Museu de Ciência Marina Bay Sands e a criatura que vos escreve VID_20181019_150305.mp4 Na volta, decidi ir andando para o hostel, e no caminho subi um morro que dizia ter um forte, mas foi só pra se cansar, não tinha nada demais. Parei ainda numa galeria no caminho, comprei um suco, vi algumas lembranças (não comprei nada) e passei num tal terminal que ficava na região do hostel, chama Singapore - Johore Express Terminal, na verdade é um terreno grande sem nenhuma indicação, apenas um monte de ônibus estacionados, queria ver quanto estava para Malaca, na Malásia. Sinceramente achei bem confuso o esquema dos horários, peguei um papel e voltei pro hostel. Estava muito calor e eu tinha feito algumas bolhas no pé por ter andando muito. Horários dos ônibus para a Malásia À noite fui até o Tekka Center, uma galeria enorme com uma grande praça de alimentação e vários restaurantes indianos (tinha até um do Sri Lanka e um da Tailândia também), mas como fui meio tarde muitos haviam fechado e em outros o que eu pedia não tinha mais. Acabei parando em um restaurante indiano na esquina do meu hostel, pedi um prato chamado Mee Coreong, era o mais barato, quando veio, era um macarrão vermelho e alguns legumes. Acontece que nada é vermelho por acaso, e quando dei a primeira garfada, eu vi Jesus. Meu, estive no México ano passado e encarei umas pimentas bravas lá, mas nada se comparava àquilo, achei que não conseguiria comer tudo, na metade do prato meu lábio e minha língua adormeceram, eu suava como um porco. Consegui comer, mas devia estar vermelho como um camarão, achei até que passaria mal mais tarde. Uma mesquita no bairro Little Índia Little Índia O tal do Mee Coreong GASTOS DO DIA Água pequena = SGD 1,20 Metrô = SGD 1,50 Almoço = SGD 3,00 Câmbio: US$ 1,00 - SGD 1,3770 US$ 100,00 = SGD 137,70 Passeio de barco = SGD 25,00 Coca = SGD 1,60 Corneto = SGD 1,90 Coca vanila = SGD 2,30 Cartões postais = SGD 3,00 (3*1,00) Suco = SGD 1,00 Jantar = SGD 3,50 Coca = SGD 1,30 TOTAL = SGD 45,30 Continua...
  22. 1 ponto
    Também sou diabético tipo 1 e já fiz uma rtw por 1 ano e nao tive problemas com as insulinas. Na minha bagagem de mao levei uma caixa de isopor com as insulinas e bolsas de gelo. A pernada maior da viagem foi a primeira BRA - NZ mas como a caixa estava bem lacrada e haviam varias bolsas de gelo a temperatura aguentou bem. Ao chegar no hostel eu sempre já procurava a geladeira e colocava as insulas numa sacolinha com meu nome. Nunca tive problemas com isso, ninguem mexeu em nada. Mesmo que o hostel nao tivesse cozinha compartilhada, ao pedir para guardar as insulinas o pessoal sempre foi bem solícito. De todos os aeroportos que passei apenas na Tailândia me pediram pra ver a receita (que estava em inglês) e na Indonésia me pediram pra abrir a caixa de isopor. Mas em ambos os locais tudo foi bem tranquilo e rápido, só viram que era remédio e boa viagem. Eu nao precisei comprar nada durante a viagem pq levei bastante coisa aqui do Brasil. Apenas as insulinas eu levava comigo na bagagem de mao, os outros insumos eu despachava até mesmo pq era muita coisa. Pelo que percebi, ter que comprar algo principalmente no leste asiático nao deve ser fácil de encontrar. Teoricamente na Europa como é um lugar mais desenvolvido penso que nao seja problema. Mas quem precisa de insulina e vai para a Asia é aconselhável já levar tudo que precisa para nao ter problemas.
  23. 1 ponto
    Oi Juliana, Provavelmente agora você já deva ter viajado com o Libre depois de ter escrito este post, mas caso ainda não o tenha feito...Gostaria de dizer que sempre viajo, todo mês em voos nacionais e já fui para Europa e EUA com ele. Graças ao bom Deus não danificou nada, não apita e eles nem notaram sua presença em meu braço..rsrs. Adorei a iniciativa do post!!
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