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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 18-10-2019 em todas áreas

  1. 1 ponto
    Olá pessoal. Sei que parece loucura, mas as vezes é bom fazermos algumas kkk Então, por isso decidir fazer esse mochilão, porém só tem 2 mil reais ( vcs lembram que falei em fazer loucuras né ) vou no meio de novembro, pretendo ficar 30 dias ou ate o dinheiro acabar kkk Qual roteiro vcs me indicam? Quem quiser me acompanhar nessa loucura também, sera bem vido (a).
  2. 1 ponto
    Bem, meu nome é Douglas, tenho 20 anos e moro no Rio de Janeiro. Pretendo, em janeiro de 2020, fazer um mochilão e com isso um voluntariado em alguma ONG/Fazenda. Ainda não há um local decido para o voluntariado, porém tenho em mente alguns lugares. Enfim, procuro uma pessoa para me acompanhar AH! Qualquer dúvida é só falar ou, se achar melhor, deixar algum meio de contato para a gente trocar uma ideia :)
  3. 1 ponto
    estou no paraguay faz três semanas e decidi que queria fazer esta viagem para conhecer todos os paises da america do sul , o motivo dessa viagem é que todos nós procuramos por algo sabe!!! E eu estou procurando a liberdade a alegria do verdadeiro viver agradecer por cada segundo de vida e não desperdiça-los com as ansiedades e preocupações que a vida nos presenteia por esse estilo de vida regrado de CONFORTO e insatisfações causadas pelo Anseio de sempre querer mais,eu queria experimentar a sensação de não ter nada compreende!!!e olha durante esse curto período de tempo descobri que tenho TUDO fazemos da vida um jogo que não se pode vencer DETERMINAMOS tudo que a vida tem que ser,criamos esses objetivos como uma tentativa de "Vitória social" para que as pessoas nos vejam bem e não enxergue essa desmotivação diária que todo ser humano sente e que ela é vista como um CRIME perante a todos nós, buscamos estar felizes e cheios de emoção a todo instante porque algo na nossa cabeça nos diz que a vida é somente FLORES enquanto negarmos nossaCONSCIÊNCIA insatisfeita de tudo que buscamos talvez nunca encontremos oque nos torna realmente felizes e preenchidos por completo eu ainda não encontrei e tambem não sei o endereço se alguem souber me AVISA porque estou viajando o mundo agora para encontra-la MUITOS JA TENTARAM ME CONVENCER QUE AQUI EU NÃO ACHE NADA,MAIS SERÁ QUE EXISTE ALGUM LUGAR DETERMINADO PARA ESSA SITUAÇÃO???????somente minha opinião me sigam lá no instagram vou tentar postar algun tópicos de algum dia interessante só queria filosofar um pouco kkkkk https://www.instagram.com/mochileirodasamericas/
  4. 1 ponto
    Fala, galera! Esse é meu primeiro post aqui no site e eu quis escrevê-lo como forma de retribuir tudo o que li aqui que me foi MUITO útil pra montar esse roteiro. Inicialmente seríamos dois amigos fazendo essa viagem, mas chamamos mais umas pessoas e acabamos viajando em quatro. Nossa meta era gastar em torno de R$1k cada e ficar dez dias de rolê pela costa verde - região do RJ que engloba Paraty, Angra e suas particularidades. Se alguém tiver lendo isso e tiver meio perdidão sobre como montar um roteiro, assim como eu tava no início, vou deixar aqui mais ou menos como a gente começou a planejar. Antes de mais nada: o Excel (ou, no meu caso, o Google Sheets) é seu melhor amigo! Lá tu pode lançar todos os links úteis de relatos de outras pessoas, dicas, lugares pra ficar, visitar, etc. A gente fez uma planilha que tinha uma relação de transportes e hospedagens e os preços. Aí ficava até mais fácil comparar. Botamos lá uma coluna de observações também que era bem útil. A gente deixava já na ordem dos dias também pra ficar mais fácil pra gente se guiar. Se alguém quiser ver como a planilha ficou no final, só dar uma ideia aí que eu mando o link! No mais, bora lá! Viagem feita dos dias 15/07 ao dia 24/07 (de 2019). Dia 1. Paraty Viajamos de BH pro RJ de Buser e como a gente tinha distribuído nosso código, conseguimos salvar essa ida e volta. Chegamos no RJ por volta de 5h30 e pegamos o primeiro ônibus direto pra Paraty. O busão sai da rodoviária Novo Rio mesmo, às 7hs (mas costuma atrasar muito!), e custa R$83 pela Costa Verde. Ficamos hospedados no Chill Inn Hostel e, sinceramente, recomendo demais! Staff muito atencioso e café da manhã na praia. Almoçamos por lá mesmo, paramos pra tomar umas brejas e fazer umas compras pros próximos dias. Não sei se era pq a cidade ainda tava cheia de gringos pós-flip, mas tava rolando um forró na praça em frente à Matriz pela noite e o comércio ficou aberto até bem tarde no centro histórico. Ficamos apaixonados pelo lugar e pegamos nosso carimbo do passaporte da Estrada Real. O preço das coisas é normal fora do centro histórico (almoço em torno de R$20,00) e bem alto dentro do centro histórico. R$83 busão R$18 lanches pra viagem e café da manhã R$34 almoço e brejas R$20 de rolezin a noite durante o forró R$44 a diária R$28 compras pros dias seguintes Dias 2 - 3. Ponta Negra (comunidade tradicional caiçara) Tínhamos planejado ir pra Cachoeira do Saco Bravo pegando uma trilha de dois dias saindo de Paraty, mas o tempo não colaborou. Além disso, tava rolando uma manifestação na estrada, o que fez a gente sair de Paraty só por volta de 14hs. Pegamos o busão que vai até a Vila Oratório, descemos no ponto final e começamos a caminhada. É bem sinalizada e tranquila, mas tem muitas descidas e subidas. Se cê tiver na dúvida, só usar o Wikiloc que lá tem aos montes. Por volta de 16hs chegamos na Praia do Sono e pretendíamos seguir caminhada até a Ponta Negra pra acampar lá, mas o tempo tava muito fechado e a gente teria que passar correndo pelas praias e cachoeiras no caminho, então acampamos nessa mesmo. Encontramos um caiçara gente finíssima - salve Abraão! - que deixou a gente acampar no quintal dele por R$15 e deu umas dicas pra gente de como seguir. Aproveitamos pra conhecer a comunidade tbm, recomendo esse passeio e trocar ideia com os nativos da região. Na manhã seguinte partimos assim que acordamos rumo à cachoeira, mas o tempo tava MUITO fechado e o mar muito bravo, então acabamos parando em Ponta Negra pra curtir a praia nos minutinhos de sol que abriram (a cachoeira do Saco Bravo é na beira do mar, então é perigoso de se ficar em dias de ressaca). No caminho paramos na praia dos Antigos e na cachoeira da Galheta, os dois lugares MUITO BONITOS! Chegamos de volta na vila do Oratório de volta umas 16h e pegamos o primeiro busão de volta pra Paraty. R$10 busão (ida e volta, saindo da rodoviária de Paraty) R$15 camping do Abraão R$4 miojo que compramos na vila pra dar um gás a noite, pq a comida acabou rápido kkkkk Dias 3 - 4. Paraty De volta a Paraty no fim da tarde do terceiro dia, comemos num restaurante perto da rodoviária e compramos uns vinhos e pães pra fazer uma social à noite no hostel. A galera da recepção ficou trocando ideia com a gente e uma das hóspedes apresentou pra gente a Gabriela, cachaça típica de Paraty. Gostamos tanto que fomos no centro histórico no dia seguinte comprar algumas. Dia seguinte, na hora do almoço, comemos o resto do rango que tínhamos e partimos pra Trindade. R$44 a diária R$20 rango no restaurante R$16 vinhos + paradas de fazer hotdog R$45 cachaças (compramos Gabriela e umas outras também) Dias 4 - 6. Trindade Chegamos em Trindade na tarde de quinta-feira, largamos as paradas no hostel sem nem explorar direito e fomos direto conhecer as praias mais próximas - praia do Forte e praia do Meio. Pegamos o sol se pondo nas pedras, lugar maneirasso e de energia incrível! No início da noite comemos no Laranja's Bar por indicação da gerente do Hostel - salve, Heidi! - e ficamos APAIXONADOS no lugar. Achamos os rangos em Trindade muito mais baratos que em Paraty e nesse lugar, além de rolar umas cachaças pra degustação, a ambientação faz tudo ficar mais gostoso. E é open feijão e open pirão! Fizemos umas compras e voltamos pro Hostel Kaissara à noite. Lugar simplesmente maravilhoso! É um pouco mais afastado da rua principal e fica no meio das árvores, com um riacho percorrendo por baixo. Fizemos amizade com um argentino que trabalhava por lá - grande Matias - e ficamos trocando ideia até o fim da noite. Dia seguinte fomos pras piscinas naturais do Caxadaço e visitamos algumas praias ali pela região, mas quando a gente decidiu ir na Pedra Que Engole eu me machuquei feio e precisei voltar pra Paraty pra ir na UPA. Voltei pra Trindade só à noite, bati um rango e no dia seguinte a gente já ia partir pra Ilha Grande. R$70 duas diárias no Hostel Kaissara R$46 rangos no Laranja's (dos dois dias) R$7,50 lanches e frutas pra comer na praia R$20 busão Paraty x Trindade (duas idas e duas voltas) Dias 6 - 10. Ilha Grande Saímos de Trindade às 10h, fomos pra Paraty e fizemos compras pra levar pra Ilha Grande. Tinha lido aqui no fórum que lá quase não existiam mercados e os poucos que tinham eram muito caros e não aceitavam cartão - balela! kkkk TODOS os lugares que passamos aceitam cartão e os preços eram um pouco mais altos que em Paraty, mas nada que tivesse valido a pena levar as sacolas de macarrão e legumes que levamos. Esperávamos chegar em Angra a tempo de pegar a barca que saía as 13h30 (é uma ao dia e custa $17, saindo nesse horário por ser um sábado), mas com as compras e o trânsito acabamos atrasando e chegando às 15h. Pegamos um flex boat até Ilha Grande, que sai de hora em hora, e chegamos lá antes das 17h. Ficamos hospedados no Biergarten, na rua principal. O hostel é bonito e bem cuidado, mas tem uma vibe muito diferente dos últimos que ficamos - que eram bem menores e menos "comerciais". O Biergarten tem um restaurante e um bar que ficam abertos até tarde e tem várias opções, porém todas bem caras. No dia em que chegamos tava rolando uma festa junina na ilha, então compramos um vinho e ficamos lá dançando um forrózinho à beira-mar até o fim da noite. No dia seguinte, de manhã, fomos empolgados atrás de um passeio de barco e tivemos a triste notícia: os passeios estavam interrompidos até o mar voltar a ficar calmo. Tivemos que optar pelas trilhas, mas eu tava meio ferido ainda então fizemos só as mais próximas (fizemos a T01, que é o circuito do Abraão, e fomos até a praia do Abraãozinho). Todas as trilhas em ilha grande são enumeradas e as que fizemos eram bem sinalizadas também. A T01 passa pela Praia Preta, pelas ruínas do Lazareto e por um aqueduto. Se você faz nessa ordem, quando você sai do poço e começa a volta tem uma pedra que dá pra tomar um sol e ficar curtindo a vista. Muito foda! A trilha até o Abraãozinho é um pouco mais puxada, a volta foi meio tensa porque a maré ja tava meio alta no horário (~16h30) e tem que passar por umas faixas de areia com pedra, mas vale a pena. À noite tomamos uma caipirinha no bar do Hostel e ficamos conversando por lá mesmo. No dia seguinte, oitavo dia de viagem, conseguimos fazer o passeio da meia-volta! Foram os R$80 mais bem gastos da viagem. Fomos de flex boat e visitamos a lagoa azul, lagoa verde, umas praias e o saco do céu. Maravilhoso, rola até de nadar com os peixinhos com o macarrão e o óculos de mergulho que a agência oferece. Entretanto, os almoços são muito caros e tivemos que nos saciar com os lanches que havíamos comprado e deixar pra comer direito na vila, mais à noite. A gente tava na onda do crepe, mas todas as creperias estavam fechadas exceto a da rua da praia (que era MUITO cara!), então comemos umas iscas de peixe e um macarrão. No dia seguinte, último dia na ilha, estávamos determinados a caminhar até Lopes Mendes ou Dois Rios, mas o passeio de Ilhas Paradisíacas estava disponível (e de lancha!). Tiramos onda demais e visitamos umas ilhas de Angra que são do caralho! Sem dúvidas o lugar mais bonito que já vi. Os dois passeios duraram o dia inteiro, o da meia volta terminando umas 17hs e o de Ilhas Paradisíacas até umas 18hs. Nesse dia, comemos uns Shawarmas lá na ruazinha principal e arrumamos as malas pra voltar no dia seguinte. R$166 as quatro diárias no Biergarten Hostel R$77 pra chegar na ilha (17 paraty x angra, 60 angra x ilha grande) R$60 álcool nos passeios (de barco e pela vila) R$170 os dois passeios (80 meia volta, 90 ilhas paradisiacas) R$130 comidas p/ todos os dias (comer em restaurantes na ilha é bem caro, mas se cê procurar consegue achar uns pratos entre R$20 e R$30) R$76 pra chegar no Rio (17 ilha grande x angra, 3.50 do cais até a rodoviária, 56 angra x rj) Dia 10. Rio de Janeiro Nosso busão saía às 22h30 do centro do RJ e a barca saía de Ilha Grande rumo à Angra às 10hs (uma por dia), então ficamos um bom tempo de bobeira na Cidade Maravilhosa. Aproveitamos pra comer e tomar uma cervejinha ali na Rua do Ouvidor. Deixamos as mochilas no guarda-volumes da rodoviária, pra não ficar muito incômodo pra dar rolê, mas nem andamos muito porque em Ilha Grande quase todos saímos com algum machucado no corpo... histórias pra se contar hehe R$7,00 lanche pra viagem R$12,50 guarda-volumes da rodoviária (tínhamos 1 mochila por pessoa e 1 sacola compartilhada com as paradas que compramos) R$15 fast food da massa R$8 transporte rodoviária - centro, centro - rodoviária R$13 cerveja pré-busão No mais, achei que valeu muito a pena o role! Gastamos um pouco mais que o previsto, por volta de R$1.2k, mas a gente já esperava por não ter muitas informações sobre quanto gastaríamos em Ilha Grande e tudo lá depende muito de como o mar vai estar. Achei o role em Trindade melhor pra quem gosta mais de natureza, então se eu fosse repetir teria ficado mais tempo lá e menos tempo na ilha. Achei IG turístico demais pra mim (juro que cê quase não encontra brasileiros por lá) e por conta disso não consegui me conectar direito com a galera que mora ou trabalha por lá. Já Paraty é linda e boa pra todos os gostos - quem quer curtir praia, quem quer caminhar, quem quer ver passeio histórico. Ponto indispensável. Não é à toa que recebeu título de Patrimônio Mundial da UNESCO. Espero que curtam o relato e que ele possa ser útil pra alguém aí! Qualquer dúvida, só mandar msgs!
  5. 1 ponto
    Moro em Curitiba,queria da um pulo no feriado do dia 15 em Santa Catarina ,ja decidiram se vao fazer a trilha do Morro do macaco,qualquer coisa da um salve..
  6. 1 ponto
    @filiperocha não sei se tem 3g porque eu não comprei chip local e não ativei roaming da Vivo. Dentro do parque nacional disseram que não havia sinal de nenhuma operadora. No hostel tinha wifi que funcionava com sinal bem instável e alguns restaurantes também ofereciam wifi.
  7. 1 ponto
    Comprei as passagens em setembro/2017 e paguei R$2000,00 em SP-BUE; BUE-FTE; FTE-BUE-SP. Levei R$5000 para todos os gastos em 15 dias e voltei com R$800. DIA 01/01/2018 Saí de São Paulo bem cedo, num vôo da Copa muito tranquilo, mas sem nenhum entretenimento a bordo e com um bolo de laranja e uma barrinha de cereal como lanche. Não há suco disponível, apenas chá, café, água ou refrigerante. Chegando no Aeroparque em Buenos Aires, bem próximo ao desembarque internacional, esperei séculos na fila do Banco de La Nacion Argentina para trocar dinheiro. Nesse dia, a cotação era de R$1 = 5,7ARS. Troquei R$1000 achando que a cotação estava ótima, comprei o cartão SUBE por 25ARS, carreguei + 125ARS num quioste do open25hours (tem vários no aeroporto). No lado oposto do aeroporto, não lembro se desembarque ou embarque nacional, peguei o Arbus (arbus.com.ar) sentido centro. Custou 75ARS e foi pago com o cartão SUBE. Em menos de 25min o motorista avisou a parada do Obelisco e ali eu desci na avenida Corrientes e fui andando até o hostel. 06 Central Hostel (1375ARS por 6 noites) Hostel muito bem localizado, tem funcionários brasileiros e quartos e espaço de convivência amplos. Peca no wifi instável e no café da manhã super pobre. Recomendo pela localização que é excelente! Deixei tudo lá depois do check-in e saí sem rumo sentido Obelisco procurando um lugar para comer. Na Avenida Corrientes, 965 encontrei uma pizzaria que vendia combos de empanadas e comendo no balcão era mais barato. Paguei 75ARS em 2 empanadas + copo de refrigerante e ali perto comprei uma garrafa de 1,5L num quiosque open25h e paguei 45ARS. Vale a dica que a água da torneira é potável, só TEM sabor (no Chile é pior), o que é de se estranhar para nós. Decidi que faria diferente nessa viagem e fui andando perdida pela cidade sem nenhum destino. Passei pelo centro, Florida, Casa Rosada, Manzana de Las Luces, seguindo para San Telmo (e passando por uns lugares meio estranhos, mas felizmente policiados) e fui parar em Puerto Madero, que estava bem suja por conta da virada do ano. Decidi voltar para o hostel e dormir cedo porque tinha acordado de madrugada para o vôo. Gastos do dia: 25 pesos cartão sube 125 recarga (sendo 75 do arbus) 1375 hostel 06 central 75 empanadas + coca (corrientes 965) 45 pesos água 1,5L (open25h) Avenida 9 de Julio e entradinha da Corrientes ↑ Avenida 9 de julio ↑ Museu Fragatta Sarmiento em Puerto Madero ↑ Casa Rosada ↑ Dia 02/01/2018 Às 10h30, em frente ao Teatro Colón, saem grupos de Free Walking Tour para a Recoleta (http://www.buenosairesfreewalks.com/). Os guias ficam de camiseta laranja, não tem como errar. Começaram separando os grupos em espanhol e inglês e como tinha muita gente, foram 2 grupos só de inglês com umas 40 pessoas em cada. As paradas não são muitas, mas os guias explicam muito sobre a história da cidade, dos prédios e a cultura e o tour acabou sendo bem leve e menos cansativo do que eu imaginava só que mais longo também, finalizando no no cemitério da Recoleta (o meu acabou às 14:30, mas o previsto era 14h). A programação "Aline" era voltar para o centro e ir no City Center Tour da mesma empresa que começa às 15h. Como a caminhada de volta seria bem longa e eu estava com fome, desisti e fui andando sentido hostel. Descansei um pouco à tarde e à noite jantei no restaurante La Cabrera, indicação do taxista, porque o restaurante bem avaliado e escolhido antes estava fechado. Gastos do dia: 7ars 1maçã XXars tips free tour 139ars combo Mc Donalds 1300ars jantar para 2 no La cabrera Teatro Colon ↑ Dia 03/01/2018 Como o city tour do Centro no dia anterior não deu certo, decidi tentar com uma empresa diferente que tinha saída às 11h do Congresso Nacional (http://www.bafreetour.com/) com grupos apenas em inglês (antes passei na calle Lavalle que tem várias lojinhas de souvenirs). Foi um grupo menor com menos de 10 pessoas se não me engano, mas também muito leve. A guia era muito simpática, explicava super bem e de fato, deu dicas sobre a cidade e os portenhos. Depois do almoço que já era lanche da tarde (no mesmo restaurante do dia anterior - El Rey - Corrientes 965), fui para Puerto Madero novamente. Me apaixonei por esse contraste de novo e antigo da cidade e achei lindo o Parque de las Mujeres Argentinas. Gastos do dia: 199ars globo de neve (lavalle 969) 100ars por 2 bandeiras/patches para o mochilão 45ars sorvete XXars ba free tour 40ars água 500ml 60ars 2 pedaços pizza + refri (el rey) Congresso Nacional ↑ Obelisco ↑ Parque de las Mujeres em Puerto Madero ↑ Dia 04/01 O dia começou na caminhada até a livraria El Ateneo Gran Splendid e que coisa maravilhosa são livros dentro de um teatro! Fiquei apaixonada, nem um pouco envergonhada de tirar mil fotos e fazer vídeos porque tinham muitos turistas lá também. De lá, segui para a faculdade de direito de Buenos Aires, passei pela Floralis Generica e acabei no Museo Nacional de Bellas Artes (gratuito). Gastei umas 2horas andando ali dentro e quando bateu a fome, fui até o SanJuanino (Posadas 1515) almoçar (lanche da tarde já). Pedi uma empanada que estava deliciosa e depois uma massa, mas vi muitas pessoas que pediram apenas as empanadas, sem prato principal. À noite era dia de tango e decidi escolher um menos turístico, mais simples e optei pelo Centro Cultural Borges que fica dentro das Galerías Pacífico. Começou as 20h, com duração de 1h10, misturando o tango de 4 casais, performance de músicos e um cantor - tudo ao vivíssimo. Superou minhas expectativas! De volta ao centro (porque a Galería e a praça de alimentação fecham as 21h), jantamos no restaurante com melhor custo-benefício da viagem e porque quando eu gosto, gosto de verdade, repito muito mesmo e conto e levo todo mundo que encontro. Gastos do dia: 250ars almoço empanada + massa + Pepsi 430ars tango CC Borges 40ars pão de queijo Starbucks 147ars jantar pizza no El Rei El Ateneo ↑ Faculdade de direito de Buenos Aires ↑ Floralis Generica ↑ San Juanino Empanadas ↑ Dia 05/01 Planejamento de parques, dia incrível, ansiedade a mil e... chuva! Triste, mas estamos sujeitos a isso em qualquer viagem. O roteiro que eu deveria ter feito era esse, mas nada deu certo e junto com mais 2 brasileiros, fomos ao Malba (atente-se ao horário de abertura, porque, como nós, muitos turistas tiveram a mesma ideia e deram de cara com as portas ainda fechadas). Sobre o Museu: prefiro o Bellas Artes, mas tem quem ache incrível, então melhor ver com os próprios olhos. Saímos dali e fomos até o Il Quotidiano (Uber), restaurante de massas super aconchegante, com pratos muiiiito bons. De lá, pegamos o metrô para tentar a visita guiada do Congresso Nacional e chegando lá fomos informados que as visitas estavam suspensas até fevereiro por conta das férias. Não fez sentido algum porque a cidade estava cheia de turistas, mas enfim, eram férias dos portenhos também. Paciência, mais um negócio do roteiro que não deu para fazer. Fomos até a Calle Lavalle comprar o restante das minhas lembrancinhas e lá descobri a Bomboneria Royal Lavalle (número 951) com preços bem camaradas para alfajor (me empolguei um pouco). Das marcas que experimentei, os que mais gostei foram: Milka sabor Mousse; Negro (chocolate ao leite com recheio de doce de leite e coberto com castanhas); Jorgito da embalagem azul (chocolate branco por fora e recheio de doce de leite). À tarde/noite fomos na Florida e nas Galerías Pacífico novamente. Gastos do dia: 25ars uber 120ars Malba 18ars uber 209ars Il quotidiano 282ars alfajor 120ars 2 imãs geladeira 180ars 2 chaveiros mafalda 150ars 2 chaveiros 50ars lanche avulso mc donalds Brazucas no restaurante Il Quotidiano ↑ Dia 06/01 Impressões sobre Buenos Aires: maior do que eu pensava, mais limpa, mais bonita. A impressão que tive é de que tudo é muito grande - ruas, praças, parques e numa arquitetura linda de estilo europeu (minha sogra por ex não curtiu e achou tudo com cara de velho), com muito mais para ver do que eu tinha planejado. Fiquei 5 dias quase completos e me arrependo de não ter colocado mais 2 para ver tudo com mais calma ainda, voltar aos locais que não consegui por causa da chuva e fazer as visitas guiadas nos prédios que tinha programado. Não tive muito contato com os portenhos, mas o pouco que vi, mostraram-se bem educados, sempre simpáticos e ainda mais ao saber que eu era brasileira. Apesar de não ser o estilo de viagem que eu curto, gostei e voltaria com certeza! Esse dia foi praticamente perdido indo para El Chaltén. Saí do aeroparque às 12:50 e chegando no aeroporto de El Calafate, comprei o transfer Aeroporto FTE-Chalten e Chalten-Centro de Calafate com a empresa Las Lengas, que solicita a data de retorno, o hostel da saída e pede para confirmar um dia antes na rodoviária de El Chaltén sua partida. O transporte demorou aproximadamente 3h, com uma parada na La Leona, um hotel/restaurante/banheiro e mais duas paradas em miradores para o Fitz Roy. Cheguei já noite, deixei tudo no hostel e saí para jantar e tirar fotos no mochilão símbolo da cidadezinha. O mais impressionante foi jantar no Patagonicus com vista para as montanhas vendo o pôr-do-sol e as cores do céu depois das 22h. Incrível como os dias são longos! Gastos do dia: 110ars Uber para o Aeroparque 220ars Almoço no Hard Rock aeroparque 1300 Transfer FTE-Chalten e Chalten-calafate (las lengas) 2250ars Hostel La Luna Country 35ars kiwi e pêssego 40ars pão 120 Pizza no Patagonicus Chegando em El Chalten ↑ Parador La leona ↑ Uma das paradas que o motorista faz no caminho ↑ Mochila símbolo de El Chaltén ↑ Dia 07/01 Usei o aplicativo Windguru para a previsão do tempo porque é o mais recomendado para esse clima de montanha e o que mais acerta, pelo que eu ouvi dizer, fora que lá todo mundo usa esse. Havia previsão de chuva depois de meio-dia, então decidi acordar cedo e fazer a trilha para Laguna Torre porque tinha lido que eram só 14km e o sendero sai bem pertinho do hostel em que fiquei. Saí às 7h15 e em 2:30 cheguei na Laguna. A trilha não tem uma dificuldade alta e depois do km 5, vira praticamente uma reta só. Nos km 2, 7 e 8 você encontra pontos onde pode encher a garrafinha e no percurso vi 3 banheiros (recomendo fortemente que você fique apertado e não use, porque o cheiro é TENSO!). Chegando na Laguna (9km) e seguindo para o lado direito dela, a trilha continua por mais 3km (gastei 1h) até o Mirador Maestri, quando você chega bem mais perto do Glaciar. Essa continuação tem chão de pedrinhas soltas, uma desgraça que dificulta o percurso, mas a recompensa vale o esforço. Poucos viajantes continuam subindo até lá (encontrei apenas 2 voltando enquanto eu subia) e recomendo que você apenas faça isso se não houver ventos, porque é alto, em vários pontos estreito e fácil de escorregar. Qualquer ventinho que te desequilibre pode causar um acidente. Pausa para fotos, para contemplar aquela vista maravilhosa - SÓ PARA MIM, tempo fechando no Cerro Torre e decidi voltar. Enquanto voltava, o tempo fechou mesmo e começou a garoar um pouquinho. Essas mudanças são muito frequentes, então é importante ter um saquinho para proteger câmera, celular, passaporte e coisas de valor e um casaco de prefência impermeável. De volta ao hostel, depois de tomar banho e descansar um pouco, fui atrás de um mercado (achei 2 na cidadezinha), jantar e dormir. Gastos do dia: 55ars Frutas 84ars 3 iogurtes 270ars Jantar no La Estepa (+30ars gorjeta) Cerro Torre ao fundo ↑ Mirador para o Cerro Torre ↑ Laguna Torre ↑ Caminho para o Mirador Maestri: pirambeira de um lado e de outro também ↑ Vista do Mirador Maestri ↑ Dia 08/01 Previsão de chuva e ventos muito fortes, deixei de lado do plano de ir para Laguna de Los 3 e fui numa trilha mais de boas, sendo que cada trecho tem 3.5km. Saí umas 9h para o Chorrilo del Salto e tirando o vento forte que peguei na estrada aberta e dificultou muito a caminhada, a trilha é bem tranquila. Cachoeira linda só para olhar, com água congelante e queda muito forte para banhos. Depois do almoço, fui para outra trilha fácil que era Mirador de Los Condores (1km) e Las Aguilas (2km), que tem saída próxima da rodoviária. Começando pelo Mirador de Los Condores, a trilha é uma subida não muito íngreme que dá uma vista muito bonita para o cordão de Adela. Como ventava muito, acabei não continuando para Las Águilas mas me disseram que a vista de lá é ainda mais bonita, com alcance até o Lago Viedma. Gastos do dia: 300ars Almoço La Tapera Jantar no hostel (sobra do dia anterior) Caminhando contra o vento ↑ Chorrillo del Salto ↑ Vista de El Chaltén do Mirador de Los condores ↑ Dia 09/01 Com tempo favorável, reservei no dia anterior no próprio hostel o transfer para Hosteria Pilar, que me buscou às 8h e foi passando em outros hoteis pegando turistas. O percurso leva uns 30min, com uma parada num mirador para o Fitz Roy. Esse trajeto tem uma subida menos puxada que a trilha que sai direto da cidade e te possibilita ir e voltar por caminhos diferentes, com visões diferentes, com 10km em cada trecho. O caminho de ida é por bosques dentro da floresta que dão a sensação de filme, um cenário surreal, meio mágico, com pequenas subidas e descidas e o Fitz Roy te acompanhando do lado direito em boa parte do caminho. O brinde desse trajeto fica por conta do Glaciar Piedras Brancas - lindão lá no meio do nada. Depois ou um pouco antes do acampamento Poincenot, não me lembro bem, me deparei com umas 3 pequenas trilhas no caminho. Não reparei que uma delas tinha troncos pequenos colocados em cima e segui um pouco até perceber que tava estranho pois não havia ninguém na minha frente e nem atrás, então não pensei duas vezes e voltei. Não sei para onde elas iam, mas entravam mais na floresta, quando a trilha certa nesse ponto passava por um descampado. Minha dica então: sempre vá pela trilha mais batida e se encontrar pequenos troncos cruzados em alguma, essa não é a correta. Se estiver na dúvida, espere que algum turista vai chegar e você pode ir junto. O desespero começa mesmo no km 9 (levei umas 2h30 para chegar nesse ponto), quando você se depara com uma placa dizendo que falta 1km, com trilha de alta dificuldade desnível de 400m. Coma um alfajor, um gel de carboidrato ou qualquer coisa que dê energia e se tiver bastões de caminhada, não pense 2x e use muito! A subida é desgraçada, você começa achando que tá indo bem, aí os degraus de pedra começam a ficar cada vez maiores e mais molhados, você olha para cima achando que já andou bastante e vê umas formiguinhas se mexendo lá longe no alto. Nessa hora confesso que bateu o desespero, diminuí o ritmo, parei algumas vezes para respirar e apreciar a vista e uns 40min depois, cheguei na Laguna de los 3. Sério, nem todas as fotos da internet que eu tinha visto retratam o que é esse lugar! Pena que o Futz Roy tava meio tímido e encoberto durante todo o tempo que estive lá (e durante a trilha ele tava lindão todo se mostrando). Sentei, comi, quase chorei, continuei para o lado esquerdo e me deparei com a Laguna Sucia, do mesmo lindo tom de azul da sua vizinha maior. A volta foi punk, porque meus joelhos já podres (tenho condromalácia nos 2), resolveram que não era suficiente o problema que eu já tinha e me deram um novo no ligamento colateral lateral. Comecei a descida bem devagar, tentando não forçar muito (ilusão) e no final da descida (quase 1h depois, ou seja, mais tempo descendo que subindo esse trajeto), eu mal conseguia dobrar a perna esquerda. Continuei num ritmo tranquilo e dando graças a Deus que tudo virou uma reta quase infinita, passando por lugares lindíssimos. Depois de um determinado tempo você se depara com uma bifurcação que te dá a opção de contornar a Laguna Capri ou ir direto para Chaltén. Acredito que a distância seja a mesma, então vale a pena ir pela Laguna e ver uma paisagem linda e diferente. Nos últimos 3km mais ou menos, a reta dá lugar à descida (para o meu desespero e dor no joelho), mas nada muito íngreme. No último quilômetro temos o Mirador Rio de Las Vueltas com um visual lindíssimo que vale a parada. No final da trilha você chega no "finalzinho" do vilarejo, próximo a uma das ruas principais. Mortos de fome como estávamos (eu e mais um brasileiro), paramos no famoso restaurante Rancho Grande, com pratos bem servidos, wi-fi bom e preços bem razoáveis. Chegando no hostel, notei que meu joelho esquerdo estava muito inchado, então comecei a colocar gelo e tomar antiinflamatório torcendo para que não fosse nada sério. Gastos do dia: 150ars transfer hosteria el pilar 280ars almojanta no Rancho Grande No comecinho da trilha, perto da Hosteria Pilar ↑ Glaciar Piedras Brancas ↑ Laguna Capri vista de uma parte da trilha ↑ Finalzinho da trilha para Laguna de los 3 (quando vc acha que a subida acabou, percebe que ainda falta mais um tanto) ↑ Linda Laguna de los 3 e o Fitz Roy escondido ↑ Laguna Sucia ↑ Panorâmica da Laguna Sucia e de Los 3 ↑ Trilha de volta para EL Chalten ↑ Vista do Fitz Roy na trilha de volta (lembre de olhar para trás de vez em quando!) ↑ Laguna Capri ↑ Mirador Rio de las Vueltas ↑ Dia 10/01 O planejamento era fazer a trilha Lloma del Pliegue Tumbado, uma das mais bonitas segundo li e com aproximadamente 20km de percurso. Entretanto, nem tudo sai como planejado e ao acordar, meu joelho ainda doía muito, então decidi ficar de molho no hostel só tomando remédio e colocando gelo, já pensando em me poupar para o Big Ice que tinha reservado para fazer em Calafate. Saí apenas para almoçar, comprar frutas e alfajor. Gastos do dia: 140ars almoço (pizza) no Patagonicus 100ars 4 alfajor Milka 40ars Kiwi, banana e maçã Dia 11/01 Dia de terminar de arrumar o mochilão, fazer checkout e partir para El Calafate com o transfer que eu já tinha reservado quando cheguei no aeroporto na vinda. Logo de cara, percebe-se que El Calafate é uma cidade maior, mais bem estruturada para o turismo e com mais opções. Fiz checkin no Hostel Bla Guesthouse (recomendo pela qualidade do serviço, wifi e café-da-manhã muito bons, mas possuem poucos banheiros para a quantidade de quartos disponíveis) e fui para a avenida principal pagar pela reserva do Big Ice com a Hielo y Aventura (se você não possuir cartão de crédito ou não quiser pagar IOF, manda email para eles para reservar e pagar até 1 dia antes da data escolhida) e procurar as demais excursões que eu faria. Com o joelho ainda doendo muito e o esforço físico requerido para o Big Ice, achei melhor mudar a reserva e acabei pagando para o Mini Trekking. A única pergunta que fizeram foi porque da mudança e quando respondi, perguntaram se eu achava que estava bem o suficiente para o Mini. Na Chaltén Travel, na avenida principal, fechei o passeio Full Day para Torres del Paine e quase em frente, na própria agência da Estância Cristina, fechei o pacote Discovery. Jantei uma omelete gigante no Pietro's e depois tomei o famoso e delicioso sorvete de calafate (frutinha típica da Patagônia que parece uma blueberry) no Helados Tito. Sério, não vá embora sem experimentar o sorvete, porque a geleia não é tão boa quanto! Passei no Green Market, ao lado do Pietro's e comprei uma empanada para levar na excursão do dia seguinte. Eles tem sucos, empanadas, lanches naturais e várias opções de compra para levar aos passeios. Gastos do dia: 1412ars Hostel Bla Guesthouse 3300ars Mini trekking com Hielo y Aventura 2700ars Full day Torres del Paine com Chalten Travel 4280ars Estância Cristina Discovery 4x4 + 500ars pela entrada do Parque Nacional (cobram junto porque no local não há fiscais que recolham o dinheiro) 125ars Almojanta de omelete no Pietro's 35ars Empanada no Green Market 60ars Sorvete de calafate no Helados Tito Hostel Bla Guesthouse ↑ Dia 12/01 Dia de mini trekking no Perito Moreno! Se não me engano, eles pegam no hostel às 9h. Quase 1h de estrada até a entrada do parque nacional, onde todos os veículos param e o fiscal cobra a entrada de todos presentes no ônibus. Eu tinha lido muito que residentes do Mercosul pagam mais barato que demais estrangeiros, entretanto, isso não é mais válido e apenas argentinos tem desconto no valor. Quase 30min depois andando pelo parque vemos a imensidão de gelo que é o Perito Moreno em algumas curvas que o ônibus faz (para essa visão, sente do lado esquerdo do veículo). Quando chegamos às passarelas, uma guia nos explica o percurso e por quais deveríamos andar e ter melhor visão dos descolamentos de gelo e quais eram melhores para o tempo que tínhamos disponível. O tempo estava horrível, uma chuva grossa, muita gente abrigada na plataforma principal que tem uma pequena cobertura... mas como o clima na Patagônia é bem variável, pouco depois depois já tinha parado e um leve sol surgiu (que também não durou muito tempo). No período em que estava andando por lá e observando, vi um descolamento gigante (mas não estava com a câmera fácil para gravar) e muitos outros pequenos. Esse é o motivo porque tantos turistas esperam nas passarelas, mas é um pouco triste saber o porquê de tais rupturas acontecerem. Uma hora e meia depois, voltamos ao ônibus para ir até o porto de onde sai o barco que nos leva até a base para os trekkings. A navegação leva uns 15min e chegando lá, você encontra um abrigo com banheiros onde pode deixar seus pertences para levar apenas o essencial. Uma caminhada rápida de 5min nos leva às cabanas onde são colocados os grampones e separados os grupos por idioma (inglês ou espanhol). Daí começa o mini trekking de verdade: próximo às cabanas, já subimos no gelo onde a guia nos explica como andar, subir e descer e todas as demais recomendações. Nos informes da Hielo y Aventura, é explicado que o tempo caminhando no gelo é de 1h30, entretanto, nosso grupo ficou quase 2h, o que eu achei suficiente e nem um pouco arrependida de ter mudado do Big Ice, visto que dá trabalho caminhar com os grampones e requer um esforço dos joelhos (talvez você não sinta se não estiver com o joelho machucado, como eu estava). Durante todo o caminho, são 2 guias que dão suporte, se oferecem para tirar fotos, falam sobre os glaciares e o Perito Moreno e ao final, chegamos no famoso whisky com gelo diretamente do glaciar. Eu passei a bebida (não gosto), mas peguei uma trufa de chocolate regional que eles deram como surpresa. Um bônus: naquele mesmo dia mais cedo, uma caverna de gelo se abriu bem perto das cabanas dos grampones e nossa guia nos levou para ver. Que negócio incrível! Achei bem legal da parte dela porque já tinha passado do nosso horário e outros grupinhos do mini trekking não viram o que o meu viu. Considerações sobre o mini trekking: posso dizer apenas sobre aquilo que vivi, então aqui vai: achei o mini trekking excelente! Não fiquei com vontade de fazer o Big Ice e pelo que eu entendi e um colega brasileiro que fez me contou, a grande diferença entre os dois (além do preço, claro), é o tempo caminhando no gelo e as cavernas de gelo que se pode visitar no Big Ice. Como eu dei sorte e vi uma caverna de gelo no mini trekking, fiquei super satisfeita. Além disso, toda a estrutura e o respeito que os profissionais tem com o lugar fazem com que o preço tenha valido cada centava pago. Mais 15min de navegação de volta, quase 1h30 de ônibus e cheguei no hostel por volta das 19h. Jantei no restaurante San Pedro na avenida principal e não anotei quanto paguei, mas comi uma pizza (para variar). Comprei umas empanadas para deixar no hostel umas bolachas para levar para Torres del Paine no dia seguinte. Gastos do dia: 500ars Entrada no Parque Nacional 70ars Empanadas no Green Market 85ars Bolachas num quiosque Vista do ônibus ↑ Nas passarelas, setor azul se não me engano ↑ Observe o tamanho das pessoinhas lá embaixo perto da geleira ↑ Outro grupo lá embaixo começando o mini trekking ↑ Com os grampones nos pés (use calçado impermeável!) ↑ Toda felizinha passando frio ↑ Caverna de gelo ↑ Esperando o barco chegar para ir embora ↑ Dia 13/01 Às 5h30 da manhã a empresa Always Glaciar me pegou no hostel depois de um pequeno susto - meu nome não constava na lista e aparentemente não tinha mais lugar disponível. Os locais de parada podem ser vistos no site da Chalten Travel (http://www.chaltentravel.com/main.php) e mesmo sabendo que seria extremamente cansativo por conta do tempo dispendido no ônibus eu quis arriscar e minha opinião: não vale a pena! hahahaha As paisagens são incríveis mas o parque é imenso e de fato vale a pena perder muito mais que 1 dia por lá. Fiquei com vontade de ver mais e não recomendaria a excursão porque além dos fatores já citados, tem o clima também. Pegamos um vento absurdamente forte, não conseguimos fazer a trilha de 1h até o Mirador para os Cuernos del Paine e tivemos que voltar. Não recomendo essa empresa pois o guia que estava conosco simplesmente saiu andando sem olhar para trás enquanto todos os outros estavam sentados sem conseguir andar por causa do vento e um jovem senhor americano caiu e cortou o rosto nessa empreitada. Quando chegamos na van, o guia soltou um: "eu avisei" e foi isso! Achei muito desrespeito, sério! O almoço é o ponto alto da excursão (já incluso no preço): num restaurante lindo ao lado de um lago lindo com vista para os Cuernos, com entrada (filé de peixe empanado), prato principal (uma carne que não reconheci e purê de batata) e sobremesa (pudim de leite), além de vinho ou refrigerantes. Cheguei em Chaltén em torno de 21h (o retorno deveria ser às 23h se tivéssemos feito a pequena trilha até o mirador) e fui jantar no Pietro's novamente (porque tinha wifi, era próximo do hostel, preço bem ok e eu gostei da comida). Gastos do dia: 200ars Pizza no Pietro's Cerro Castillo ↑ Vista ainda de fora do parque ↑ Vicuñas ↑ Lago impossível de escrever o nome e Cuernos del Paine ↑ Cachoeira Salto Grande Pequena demonstração do vento patagônico (fiquei com medo de perder o celular e saiu isso aí) ↑ Dia 14/01 Não sei o que dizer sobre a Estância Cristina além de "VÁ!", SIMPLESMENTE VÁ! Uma das coisas mais incríveis que meus olhos viram até hoje foi esse lugar. Existem 3 tours diferentes e eu escolhi o 4x4 porque um era mais barato mas não via tudo e outro era mais caro e tinha um trekking de 14km, então meus joelhos decidiram por mim e escolhi o conforto do carro. O tour começa te buscando no hostel às 7h e você leva mais ou menos 1h (não lembro com certeza) para chegar no porto Punta Bandera, onde pega uma linda embarcação e navega por quase 3h pelo Lago Argentino, com muitas pausas para foto e icebergs pelo caminho. Depois de tanto tempo, parabéns! você praticamente chegou no fim do mundo (ou foi assim que me senti). A estância foi criada em 1914 pela família Masters, que veio da Inglaterra quando ouviu falar sobre um lugar inóspito onde praticamente davam terras de graça a quem se interessasse. Hoje, tudo que era da família faz parte do Parque Nacional Los Glaciares, visto que não sobraram herdeiros. O tour começou num pequeno museu onde o guia explica sobre a história da família e você pode ver itens originais usando tanto na casa principal como itens que eles utilizavam na criação das ovelhas e para retirada da lã. De lá, um pequeno passeio em torno da propriedade principal, mostrando detalhes da flora e construções da família. Depois tivemos 1h para o almoço (custa 800ars se você reservar no barco e acredito que 500ars se você comprar junto com a excursão), mas não se apavore: muita gente não compra o almoço (como eu que levei minhas empanadas e alfajor) e pode comer junto com todo o restante no restaurante, sem problemas. Pelo que eu lembro, era oferecido uma entrada, um prato principal e sobremesa, além de água diretamente do glaciar da propriedade (bebidas são cobradas a parte). A melhor parte então: o 4x4! São dois carros que fazem um percurso de mais ou menos 40min só ida e o guia vai explicando muito sobre a história, sobre a fauna e a flora. Quando você acha que viu tudo, chega-se no Mirador do Glaciar Upsala e meu Deus, quase chorei de tão bonito! Ele delimitava a parte norte da propriedade dos Masters e eu só conseguia pensar em como eles conseguiam fazer tudo que faziam há 100 anos atrás, sem a tecnologia que temos hoje e num lugar de clima tão difícil. Uns 40min depois de ficar só apreciando (dica: prendam os cabelos o máximo que puderem, porque o ventinho patagônico não dá trégua e tudo vira um bolo infinito de nós), voltamos no 4x4 e pegamos o barco de volta para Punta Bandera, que não faz paradas para foto e portanto leva umas 2h, além do ônibus do porto até Chaltén, chegando por volta das 18h, quando fui bater perna no centrinho, comprar as geleias que eu queria e tals. Não jantei, só comi uma empanada e tomei um sorvetinho para me despedir. Consideração sobre o passeio: vale cada mísero centavo. Desde a organização, até a distância percorrida, você vê que tudo é extremamente bem cuidado, bem feito e sente que vale tudo que pagou. Recomendo mil vezes e voltaria com certeza! PS: eles tem um hotel e pelo que pesquisei, as diárias custam em torno de 500 dólares (sonho meu!) Gastos do dia: 35ars Empanada no Green Market 60ars Sorvete no Helados Tito 160ars Por 2 geleias de calafate 96ars Por 3 alfajor Iceberg no Lago Argentino ↑ Iceberg diferentão no caminho (não lembro da explicação sobre a cor dele) ↑ Parte das hospedagens da Estância Cristina ↑ Pequena capelinha ↑ Moinho construído pela família Masters e rio de degelo dos glaciares ↑ Chegando no Mirador Upsala ↑ Glaciar Upsala (todo esse lago foi glaciar ainda em meados de 1950) ↑ Completamente apaixonada por esse lugar! ↑ Dia 15/01 Arrumei minhas malas e às 11h o transfer que reservei pelo próprio hostel passou para me pegar. Como fui a única passageira, o trajeto levou só uns 20min até o aeroporto. Fiz o ckeckin para o vôo que saia depois das 13h, almocei e fiquei esperando a hora de voltar para casa. Gastos do dia: 150ars transfer até o aeroporto 230ars almoço no aeroporto Sobre os hostels: Recomendo todos que eu fiquei, apesar dos pontos negativos já citados, todos tinham excelente localização e só isso já me conquista. Sobre comidas: Principalmente em Buenos Aires, existe opção para todos os gostos e bolsos. Eu comi a famosa carne argentina só uma vez porque de fato, não sou muito carnívora. As empanadas são outra coisa que você precisa comer pelo menos uma vez (e para isso, recomendo fortemente o restaurante San Juanino). Na região da Patagônia você tem que provar o cordeiro. Particularmente, achei a carne muito gordurosa e não gostei, mas valeu a experiência. Alfajor: Experimentei várias marcas e minhas preferidas foram Negro e Jorgito da embalagem azul marinho (super baratinho e me conquistou). Simplesmente esqueci de comprar doce de leite, mas tinham me recomendado a marca San Ignacio. Fim do meu relato e de mais um sonho realizado!
  8. 1 ponto
    Visitando A Cidade Mais Austríaca do Brasil. Treze Tílias.SC.Out.2019: Museu, Arquitetura Germânica e Festa do Chopp. Após a visita a Marcelino Ramos/RS, seguimos para Santa Catarina, para pernoitar em um airbnb na cidade de Herval do Oeste/SC, com destino Final. Mas aí havia uma ponte no meio do caminho, no meio do caminho havia uma ponte... Tentei buscar informações qual o melhor caminho, pois após a ponte avistamos uma estrada de chão, e uma subida a pico. O primeiro cidadão que nos indicou, disse para pegar uma balsa, dali 5 km, depois andar mais 5 de estrada de chão, para chegar a cidade de Alto Bela Vista/SC, depois seguir para Joaçaba/SC. Não convencidos, fomos perguntar ao maquinista da Maria Fumaça, que estava li por perto da gente, após o passeio, e o mesmo disse que o melhor seria cruzar a ponte mesmo, pegaríamos 10 km de estrada de chão boa, depois mais um trecho de asfalto para chegar a Piratuba/SC, e daí era só seguir. Como queria conhecer Piratuba, fomos na dica do homem do trem. Então seguimos atravessando a ponte de ferro, rumo a Santa Catarina, cruzado uns 20 km de estrada de chão, nada que meu valente Siena 1.0, já não tenha encarado. A estrada é boa e foi tranquilo, até chegarmos a Piratuba/Sc, mas aprecia que não chegava nunca, a previsão era chegar antes das 18 horas, mas qual nada. Enfim.. No caminho fomos brindados com belas paisagens interioranas. Uma linda vista da ferradura do Rio do Peixe, no interior de Piratuba. Chegamos a Piratuba, e a cidade é linda, cheia de prédios estilo enxaimel, e um grande complexo de Águas Termais, bem movimentado (maior atrativo da cidade). Pegamos um bom trecho de asfalto até Herval do Oeste, cidade vizinha a Joaçaba, a 30 km de Treze Tílias. O airbnb foi simples, mas atendeu bem as expectativas. A noite fomos dar umas voltas no centro de Joaçaba, cidade do outro lado da ponte. A cidade é bem desenvolvida, mas no centro não tinha muita coisa aberta, então acabamos nos esbaldando na sorveteria Chantilly. Uma verdadeira tentação. O sorvete era deliciosos, e baratíssimo, R$ 28 o kg. Domingo pela manhã, enquanto as esposas se arruavam, eu e meu cunhado, fugimos para conhecer a maior atração da cidade de Joaçaba, O Monumento do Frei Bruno. Que segundo pesquisas é uma das maiores estatuas do Brasil, com seus 37 metros de altura. O monumento é imponente, e a vista lá de cima, belíssima, um delete aos olhos. Onde se avista a ponte que une as duas cidades, e o caudaloso Rio do Peixe ao meio. Tudo Pronto. Seguimos para Treze Tílias: A Tirol Brasileira. A 30 km de Joaçaba/SC. O caminho entre as duas cidades já vale o passeio, bem arborizado, com tuneis verdes. Chegando a Treze Tílias, já demos uma paradinha nos Chocolates Treze Tílias, um pouco antes do pórtico da cidade. Chocolates deliciosos por sinal, o bombom de cereja uma delícia! Depois fomos adentrando a cidade, que é um encantamento a cada passo. Lindos prédios estilo enxaimel, belos hotéis, com cúpulas, bem exóticas estilo germânico. Mais uma paradinha na prefeitura, para mais fotos. Bela construção, com um curioso banco, que são dois tiroleses segurando o assento do banco. Em frente a prefeitura a praça Ministro Andreas Thaler, simplesmente deslumbrante, com a igreja ao alto, e uma fonte em forma de cachoeira que descendo até a rua. Ali perto visitamos o Museu Ministro Andreas Thaler, que conta sobre a história dos fundadores da cidade. Antes de almoço ainda visitamos o Parque do Imigrante, pequeno, mas bem bonitinho e arborizado. É um dos vários da cidade, que possui ainda o Parque dos Sonhos, que até procuramos mas estava fechado, e parece que trocou de nome. E o Parque Lindenforf, que possui lagos, restaurantes, shows artísticos, e uma réplica miniatura da cidade, mas esse não deu tempo de visitar. Para o almoço, procuramos um lugar barato para almoçar, mas não achamos nada low cost, apenas restaurantes buffet livre. E o escolhido foi o Chef Haus, com buffet livre a R$ 36,00. Mas pense um troço bom... Muito bom, diversas carnes, entre salmão, gado, frango, e até marreco, saladas e etc. O marreco estava delicioso, acompanhado de um chop Bierbaun. Ótimo custo beneficio. Pós almoço fomos parque o Parque de Exposições Johan Otto Kung, onde estava acontecendo a principal festividade da cidade, A Tirolerfest. Tipo a Oktoberfest, mas em modo austríaco. Com muita comida típica, muita gente trajada tipicamente, várias torneiras de chop artesanal, Bierbaun, e inúmeros shows folclóricos. E mais um festival de tortas. Nos fartamos. Deu para tomar bons chops, e apreciar alguns shows. Lá pelo meio da tarde, hora de partir, ainda tentamos visitar o Mundo Tiroles, loja de artesanato típico, mas estava fechada. A cidade oferece muitas outras atrações para o visitante, como Ônibus Turísticos para passeios, e O Parque de Águas Termais- Águas Tirolesas, além de um boa rede hoteleira. Mas para meu gosto, pela cidade ser pequena, acho que não se precisa de um dia inteiro de visitação, da bem para encaixar um roteiro para visitação de outras cidades vizinhas, como Piratuba, Videiras e Fraiburgo. Vai do gosto do viajando. Rota: Mais Fotos:
  9. 1 ponto
    Não é de entrada única, vc pode entrar e sair durante seus 90 dias. É como se vc fosse pra Londres e voltasse. Ou seja, vc pode entrar de volta em Portugal. Mas quando vc fala em visto vc fala do carimbo certo? Pq brasileiros não precisam de "visto" de turismo propriamente dito.
  10. 1 ponto
    Planejamento: Eu, minha mãe e minha irmã nunca viajamos juntos, então decidimos que era hora de fazer a primeira viagem em família. As duas são autônomas e sou CLT, então basicamente eu precisava decidir minhas férias e elas se adaptariam a mim. Acabei conseguindo para final de setembro e primeira semana de outubro. Férias marcadas, era hora de decidir o destino. Queríamos África do Sul ou Egito, escolhidos a partir de uma sessão de Brainstorming de locais que agradavam cada um. Como o voo para o Egito tinha o melhor preço pela Emirates, e teríamos dois dias em Dubai sem custo extra de voo, optamos por esse para já conhecer um lugar a mais. Não pagamos barato, os voos SP - Dubai, Dubai - Cairo e Cairo - SP custaram R$4.300, mas ao menos deu pra pagar em 5 parcelas sem juros, o que não pesou tanto. Roteiro: O roteiro foi escolhido com muita pesquisa; o foco eram templos e a história egípcia, mas decidimos incluir Hurghada no caminho porque seriam uns dias para descansar e curtir o impressionante Mar Vermelho. Ficou desta forma: 27.09 - Voo Florianópolis - São Paulo 28.09 - Voo São Paulo - Dubai e chegada às 22:30 29.09 - Dubai: Burj Khalifa e Desert Safari 30.09 - Dubai: Medinat Jumeirah, Burj Al Arab e Dubai Mall 01.10 - Voos Dubai - Cairo e Cairo - Aswan, dia livre em Aswan 02.10 - Abu Simbel e passeio pelo Nilo 03.10 - Nubian Village e embarque no Cruzeiro, templo de Kom Ombo 04.10 - Edfu Temple e navegação pelo Nilo 05.10 - Desembarque do Cruzeiro, Templo de Hatshepsut, Vale dos Reis e Medinet Habu 06.10 - Dia livre em Luxor, Karnak Temple 07.10 - Ônibus para Hurghada e tarde livre na cidade 08.10 - Hurghada: Sharm El Naga 09.10 - Hurghada: Mergulho na Giftun Island 10.10 - Hurghada: Paradise Beach 11.10 - Manhã livre em Hurghada e voo para o Cairo de tarde 12.10 - Pirâmides de Giza, Pirâmide de Saqqara, Pirâmide de Dahshur e Khan El Khalili 13.10 - Museu Egípcio e Cairo Tower 14.10 - Citadela do Cairo e Hanging Church 15.10 - Voos Cairo - Dubai, Dubai - SP e SP - Florianópolis O povo egípcio Eu tinha lido coisas péssimas sobre o povo egípcio, e cheguei lá com preconceito, admito. Acreditem, não é NADA do que vocês podem ler por aí a partir de más experiências individuais. Claro que uma pessoa pode sair de lá com a pior impressão possível, mas conversando com outros viajantes pude notar que isso não é o senso comum. Vou dar algumas dicas de como lidar com eles e será muito tranquilo: Diga não e não olhe na cara. Raramente eles insistem, é sério, já fui em lugares muito piores e no Egito quase sempre os caras aceitam o não. Óbvio que um ou outro pode ser mais chato, mas no geral são muito fáceis de dispensar. Eu que fui para alguns países asiáticos, e ouvindo relato de gente que foi pra Índia por exemplo, Egito é level easy. Não aceite ajuda em local turístico, vão querer levar uma grana por fora. Apenas faça o que estiver contratado pela agência e diga não aos que te oferecem algo no caminho. Trate eles com bom humor. Os egípcios em geral são muito simpáticos e bem zueiros, adoram nosso humor brasileiro com piadinhas de tiozão, daquelas que um alemão ouvindo iria te xingar mentalmente. E eles amam brasileiros real. Barganhe tudo. Raramente no Egito existe tabela de preço, só em restaurante mesmo, então eles jogam um preço alto e é extremamente fácil baixá-lo. Pra ter uma ideia o cara queria cobrar 60 dólares no passeio de cavalo pelas Pirâmides de Giza, e no final fechamos por 20. Eles em geral falam bem mal o inglês, mas a maioria desenrola o básico. Muitos falam espanhol por causa da alta quantidade de turistas espanhóis. Converse bastante com eles se adquirir um mínimo de intimidade, eles são bem falantes e adoram conversar - se gostar de futebol, tá aí o assunto. Eles são muito solícitos, tentam fazer de tudo pra te ajudar. Por ser um país pobre e bem menos organizado, vai existir um nível de profissionalismo muito inferior ao brasileiro, mas eles fazem de tudo pra te ajudar. Fale "obrigado" em árabe sempre. A palavra é "shukraan" (fonética é Chukram - bem fácil de falar). Isso quebra o gelo e deixa eles bem felizes.
  11. 1 ponto
    Nós somos um casal mais Camden do que Nothing Hill, hahahaha, e ainda com filho adolescente!
  12. 1 ponto
    @Juliana Champi Vai sim que não vai se arrepender! São Miguel é linda demais, mais uma surpresa portuguesa! 😍
  13. 1 ponto
    Acho que teve um globo repórter ou algo do tipo por lá, fiquei apaixonada, na próxima ida a Portugal vou me esforçar pra incluir!
  14. 1 ponto
    Obrigada pela publi, certeza estará em um dos lugares que tenho que conhecer. Deslumbrante a energia que transmite ❤️
  15. 1 ponto
    tiro férias do dia 15/12 a 17/01 e estou querendo muito fazer um mochilão pela america do sul,chile,perú e bolivia
  16. 1 ponto
    Achei da hora sua reflexão. A vida sendo um jogo impossível de se ganhar e nós sempre insatisfeitos - e preocupados. Sabe que foi isso que me motivou a viajar? Eu tenho um problema de visão e nos últimos anos perdi muita acuidade visual. Agora que estou estável quero aproveitar cada instante, estar nos lugares e ver a vida das pessoas, conversar, sentir tudo... e deixar o amanhã pra amanhã, pois o futuro é invencível... Comecei esse ano. Primeira viagem sozinho para Ubatuba em Abril, 4 dias. Mês que vem estarei pela Argentina por VINTE! Sozinho também, pois descobri em mim um grande companheiro! Grande abraço!
  17. 1 ponto
    Oi, Mariana! Consegui fazer sim, e foi maravilhoso! Mas, do interior, só conheci Patrimônio da Penha. Esse povoado é bem hippie e sim, tem cachoeira que dá pra chegar a pé! Mas também de wifi liberado na pracinha central e feirinha dos produtores locais no sábado de manhã. Mas o lugar é infestado delas, e pra muitas outras o ideal é ir com alguém. Mas é possível que tu consigas companhia chegando lá, porque o clima e as pessoas são superacolhedoras. Eu indico o hostel Menina Flor, onde fiquei. O esposo da dona fez aaaaaaaaaaaltas trilhas comigo e conseguiu carona para eu ir com um amigo seu conhecer Pedra Roxa (que de outra forma, eu não teria como ir). Pra chegar lá, uma dica ótima que posso compartilhar é um grupo do whatsapp de "caronas". Chama "Patrimônio da Penha X mundo" e os moradores locais compartilham as viagens ali para dividir custos. Então tem gente indo e vindo de várias cidades para lá, inclusive Vitória. Foi assim que eu fui pra lá. Tem ônibus que chega lá de Guaçuí, senão me engano.
  18. 1 ponto
    Estou pretendendo também fazer essa viagem! Parece um roteiro massa.
  19. 1 ponto
    Gostei da ideia de roteiro. Pretende fazer isso em quanto tempo? E saindo de qual cidade da Australia? se quiser chama no insta: gmurussi
  20. 1 ponto
    Depende de cada um. Como disse lugar frio é mais complicado por causa das blusas e calças. Dai vai ter de levar menos coisa e pagar lavanderia durante a viagem. Fiz um mochilão curto na Bahia de 15 dias e deu tranquilo, não levei nenhuma blusa. Levei 2 calças jeans, 2 bermudas cargo, 3 bermudas de poliéster pra nado, sunga, umas 10 cuecas, seis pares de meia, umas 7 camisetas, duas regatas, duas camisas polo, e deu tranquilo pros 14 dias. Tudo coube na quechua arpenaz 30L e ninguém me incomodou no aeroporto. Sou economico, levei minha botancom ela no pé e um par de havaianas hehhr, não levo necessaire nem câmera, só celular para as fotos, levei 1 protetor, comprei lá 1 repelente, óculos de sol. Tenho estatura intermediária 1,79m
  21. 1 ponto
    Oii Eu gastei mais ou menos R$ 7.000,00 com tudo, passagem, hospedagens, passeios, ônibus, alimentação, etc. A minha passagem não foi das mais baratas, já que sai de Floripa. Acho que saiu uns R$ 2.300,00 Dá pra economizar mais se você não beber, cozinhar no hostel. Confesso que cozinhar só pra mim já rola uma preguiça, ainda mais depois de chegar morta das trilhas 😂
  22. 1 ponto
    1º dia – Passeio no calçadão conhecendo a Praia de Ponta Verde e Praia de Pajuçara + Passeio de barco às piscinas naturais da Praia de Pajuçara. Valor: R$30,00. 2º dia – Praia do Francês +Barra de São Miguel + Praia do Gunga. Passeio bate-volta realizado por agência. Valor: R$25,00. Passeio de quadriciclo até as falésias e lagoa. Valor: R$50,00. Total: R$75,00. 3º dia – Maragogi e piscinas naturais do centro de Maragogi. Passeio bate e volta realizado por agência. Valor: R$40,00 transporte + R$80,00 catamarã para as piscinas naturais + R$120,00 mergulho com cilindro e fotos subaquáticas. Total: R$240,00. 4º dia – São Miguel dos Milagres + Praia do Patacho + Praia de Lajes. Passeio bate-volta realizado por agência. Valor: R$45,00. Passeio de buggy para conhecer a Praia do Patacho, Praia de Lajes e Mirante. Valor: R$50,00. Total: R$95,00. 5º dia – Praia do Francês. Fui para o Centro de Uber (R$7,00 reais da Praia de Ponta Verde), conheci o centro de Maceió, fui até a praça da faculdade e peguei uma van no valor de R$4,75 para Praia do Francês. Total: R$11,75. 6º dia – Praia de Ponta Verde e Praia de Pajuçara. *Como fui no Verão acredito que os valores estavam bem mais salgados. Em baixa temporada deve ser mais em conta.Quando foi realizada: Janeiro de 2018Quantidade de pessoas: 1 pessoaDuração: 6 DiasGastos total com Transporte: R$ 451,75 (passagem avião ida e volta de Belo Horizonte-Maceió + uber + ônibus)Gastos com Comidas: +/- R$ 300,00Gastos com Hospedagens: R$ 360,00Custo total: +/- R$ 1.111,75 Gastronomia: Chiclete de Camarão em Maceió é perfeito, num restaurante chamado Parmegiano! Sensacional. Hospedagem: R$60,00 a diária com café da manhã. Porém não indico o Hostel que fiquei e não conheço nenhum outro bom para indicar. Maceió é bem fraco de Hostel, mas nada que estrague a viagem. *Quanto a Maragogi, um amigo que conheci na viagem ficou em um Hostel chamado PRAIAS e disse que é excelente. Compartilho este roteiro pois tive muita dificuldade de encontrar roteiros e valores para Maceió. Espero ajudar. Qualquer dúvida é só chamar aqui ou no Instagram: @tatidosantos
  23. 1 ponto
    Fala moçada! Na minha viagem de volta ao mundo, o primeiro país africano que visitei foi a Etiópia – um dos lugares mais históricos do mundo, rico em fé religiosa e cultura, e bem diferente de tudo que havia visto até então. Como há pouca informação sobre o país aqui no Mochileiros.com, resolvi escrever esse guia simples para quem planeja uma viagem ao Vale do Rio Omo. A África subsaariana é tida como um dos lugares mais pobres economicamente do mundo, mas viajar por lá pode ser a experiência mais cara que venha a ter! A Etiópia não foge a essa regra. É predominantemente visitada por europeus endinheirados e aposentados que buscam algo diferente para sua lista de lugares desenvolvidos já visitados. O Vale do Rio Omo, no sul do país, na fronteira com o Sudão do Sul e o Quênia realmente faz jus ao termo “exótico” já que concentra várias tribos indígenas que vivem ainda de forma bem primitiva. As principais são mursi, hamer, ari, kara e bena. Visitar as cidadezinhas e as tribos que vivem lá pode fazer você desembolsar US$150 por dia, não incluídas hospedagem e gorjetas!!! Uma realidade que não condiz com o país, mas que irá lhe garantir conforto, ar condicionado e rapidez. Mas se você tiver um tempo a mais, poderá conhecer quase tudo pagando US$15 por dia, INCLUINDO hospedagem, transporte, alimentação, gorjetas e um lanchinho para as criancinhas das vilas, que foi o que gastei. Importante saber que esse roteiro é só uma base para você que pretende conhecer a região. Minha sugestão é se adaptar aos dias de mercados nas vilas que é quando as tribos saem do mato para fazer compras. O cenário é incrivelmente rico!! Fora dos dias de mercado, o lugar é superparadão e pode ser um tanto entediante se você não tiver alternativos programas para fazer. Outra coisa que também se deve atentar é para os dias de ônibus, já que não existe transporte para todo lugar todos os dias. Mas, quanto a isso, você não deveria se estressar, já que, com certeza, você ficará sem!! O etíopes são mestres em dar informação errada com toda a certeza do mundo!! Por isso, seu tempo não pode ser tão corrido. Dia 1 Bom, a viagem inicia em Addis Ababa bem cedo. Os valores a seguir são em dólares (dez/2014). O ônibus ($7,5) segue direto para Arba Minch, a porta do Vale do Rio Omo. São 10 horas de viagem. Passei uma noite no Pelican Hotel ($7,5). Com exceção do hotel de Jinka, todos os outros são bem básicos, sem café-da-manhã, sem wifi, sem água quente. Em Turmi a água quente é bem dispensável! Dias 2 e 3 No dia seguinte, a ideia era ir para Kayefar, mas conheci dois alemães, que já estavam a par dos dias de mercado e me aconselharam a seguir com eles para Jinka – bus $5. Jinka é o fim da rodovia no sentido oeste. Hotel em Jinka, quarto compartilhado ($6,25). Sábado é dia de mercado lá – boa oportunidade para ver mursi e ari; há um museu também (não visitei), e um rio com água limpa. Dia 4 Dois dias foram suficientes e parti para Kayefar, bus $1, no trajeto de volta. Hotel Sami ($7,5), bem novo, mto bom, mas com um grande inconveniente: sem mosquiteiro. Kayefar fica no meio do caminho entre Konso e Jinka, dali uma estrada de terra segue para o sul, em direção a Turmi, Omorate e a fronteira com o Quênia. Dias 5 e 6 Em Kayefar descobri, pela primeira vez, que a informação certeira de que haveria bus para Turmi era incorreta. Então fui pegar carona (caronas pagas). Desembolsei $2,5 até Dimeka (caminhão) e mais $2,5 até Turmi (com uma van contratada por uma suíças). Hotel Green em Turmi ($5, após chorar por um desconto) – há chuveiro no quarto, mas o sanitário é fora. Tava triste de tão sujo, mas uma australiana brigou mto para que o lavassem direito. Infelizmente, os etíopes donos de hotéis nessa região não tem noção alguma de limpeza. É um dinheiro bom que recebem (pela realidade do país), mas eles não o investem em nada. Era dia de mercado em Turmi (um dos melhores) e uma ótima oportunidade para ver os hamers. No dia seguinte haveria mercado em Dimeka bom para ver hamers e karas, mas não consegui transporte para lá. Fiquei 2 dias em Turmi e andei muito. Dá pra visitar várias tribos a uma distância de 40/60 minutos a pé da vilazinha, sem guias. Para isso, seguia o curso seco do rio. Uma das melhores experiências, porque nenhum turista vai ali e os indígenas são muito mais receptivos. Uma pausa para falar da relação entre as tribos e os turistas. Fato 1: eles não gostam de turistas. Fato 2: eles amam o dinheiro dos turistas. Uma foto, mesmo à distância, é motivo para uma extorsão de alguns $birrs, especialmente pelas mulheres. Fato 3: Se você estiver só, como eu estava na minha caminhada pelo leito seco do rio, e tentar uma aproximação não tanto invasiva eles são muito amigáveis, vão interagir bem e aceitar tirar fotos com você. Dia 7 De Turmi peguei o caminho de volta para Arba Minch, mas parei em Konso. Bus lotado, viajei em pé (5h), mas não foi nada cansativo; paga a mesma coisa de quem viaja sentado, claro ($7,5)! Como é um lugar que não recebe tantos turistas, tem o povo mais simpático de todo o Vale do Omo. As crianças de lá são loucas por turistas e TODO MUNDO irá acenar pra você!! O hotel xexelento de Konso acho que se chama Edget ($5), fica bem na rotatória. No dia seguinte (Qui) era dia de mercado! Dia 8 Há vários ônibus de Konso para Arba Minch ($2,5). Dormi uma noite em Arba Minch ($7,5); não gostei da atmosfera da cidade. Mas se quiser pode fazer passeio para os lagos e ver crocodilo; dizem que é bonito, mas não achei opção para mochileiros brasileiros. Turistas europeus pagam de $150 a $200 para conhecer o lago, o parque e para ver os répteis. Dias 9 e 10 Como havia tempo livre, ainda segui para Hawassa (bus $4,65) – disparadamente, a melhor cidade que conheci na Etiópia, mas já fora do Vale do Omo. O lago Hawassa é lindo e a cidade é bem mais limpa. Um carinha no bus de Arba Minch me indicou uma pensão bem boazinha ($8 perto do terminal de ônibus. Fiquei dois dias na cidade; as atrações são: o lago, o mercado (o setor de alimentos é cheio de senhorinhas supersimpáticas), o mercado do peixe (paga-se pra visitar, explorando o turista!) e há uma igreja nova, mas cheia de pessoas em qualquer hora do dia – bom para interagir com os locais. A cidade tb tem uma das maiores universidades do país; então, é cheia de jovens. Dia 11 De Hawassa, peguei um bus especial (que de especial não tem nada) $8 para Addis Ababa. Gasto total: $165. Mercados visitados: Jinka, Turmi, Konso e Hawassa. Farei umas seleções das fotos e em breve as postarei na minha fanpage de volta ao mundo (@sabedojoao) e aqui também.
  24. 1 ponto
    Sempre tive vontade de conhecer Maceió, sempre me falaram muito bem das praias de lá e a vontade aumentou mais ainda quando estive em Maragogi no ano passado (2013) e me encantei pelo tom maravilhoso da água, mas eu fui em um passeio por Porto de Galinhas, então não deu pra conhecer a capital alagoana e prometi a mim mesma que aproveitaria assim que pintasse alguma promoção de passagem aérea, sendo assim fiquei de olho...rsrs! Surgiu uma promoção na última mega promo do ano pela Gol com passagem de ida saindo do Rio a R$158,00 e volta por R$39,00, não pensei 2 vezes, fui lá e comprei, deixando pra pensar em roteiros e lugar pra ficar depois, o importante era a passagem na mão...rsrs!!! Comprei a passagem com 5 meses de antecedência, eu sempre faço isso, jogo pra uma data bem posterior, assim posso programar com mais calma e tranquilidade, e claro, saí bem mais em conta! Faltando 2 meses para a data da viagem já reservei a pousada, de primeira ia me hospedar na Praia do Francês, quase reservei, mas pesquisei melhor e vi que ficava distante da maioria dos lugares que desejava conhecer, então escolhi me hospedar na praia de Pajuçara e não me arrependi! Fiquei na Pousada Alagoana e gostei muito, recomendo pois os funcionários são muito atenciosos, a pousada é limpa e confortável e tem uma ótima localização, pertinho de tudo, dá pra ir a pé para a praia, a feirinha de artesanato e também onde saem as jangadas para as piscinas naturais... Comprei pelo site Groupon 2 diárias a R$139,00 com café da manhã, não tive tratamento ruim por se tratar de site de compra coletiva, pelo contrário, me senti muito acolhida e se voltar a Maceió me hospedo lá novamente!! A rua é super pacata, um bairro residencial onde as pessoas ficam sentadas na porta até tarde da noite, andei lá por volta das 01:30 da madrugada e foi tranquilo!!! Já vi muitas pessoas falando sobre a violência em Maceió e fui um pouco com medo, confesso, mas deu td certo!!! Bom, mas voltando ao início.... Eu comprei a passagem para viajar em uma sexta a noite e voltar na segunda de manhã e fiquei pesquisando algumas agências para os passeios, pq já queria chegar lá com pelo menos 1 agendado e assim não perder uma parte da manhã, já que desejava já passear no Sábado logo cedo! A dúvida era que passeios fazer? Já que eu só tinha um final de semana só tinha a opção para 2 dias, ou seja, escolher 2 passeios e aí começaram as dúvidas cruéis, já que eu via tanto lugar bonito... Mas decidi ela praia do Gunga onde eles também levam a Praia do Francês e Barra de São Miguel e no dia seguinte queria fazer Angra de Ipioca, mas para minha decepção os passeios para angra de Ipioca são feitos apenas de Terça a Sexta na baixa temporada e eu entrei em contato com diversas empresas, nenhuma queria fazer esse no fim de semana e logo o que eu mais desejar conhecer... Não ia desistir!!! Tive a idéia de alugar um carro, vi muita gente dizendo que lá era fácil de se localizar e fui dar uma pesquisada, achei um muito em conta pela Avis, pegando na Sexta a noite no aeroporto e entregando na madrugada de Segunda por R$99,00 tudo, achei super em conta, já que meu vôo seria as 03:45 da manhã no aeroporto, eu teria que ir de táxi mesmo, então acabei economizando pois entregaria o carro por lá e teria muito mais liberdade para fazer meu roteiro e poderia conhecer muito mais lugares sem pressa!!! A média dos valores de passeios por lá gira entre R$25,00 a 30,00 como Gunga e Ipioca, que seriam os que gostaria de conhecer e ainda tinha aberto mão das Piscinas Naturais de Pajuçara, mas agora poderia fazer tudo isso e mais!!! 12/04 Sábado - Acordei cedo e meio desanimada, pois tinha chovido a noite passada e o céu amanheceu super nublado, mas pensei "Estou no Nordeste, isso é normal por aki" rsrs.... e foi assim mesmo, logo o sol foi se mostrando ao decorrer do dia até ficar um dia lindo e muito quente!! Comecei o dia partindo para o Litoral Sul, em direção a Praia do Gunga!! Resolvi primeiro passar por lá e depois voltar por Barra de São Miguel e Praia do Francês para conhecer também, já que estariam no caminho de qualquer forma... A estrada em direção ao Sul são ótimas e tudo é muito bem sinalizado, se vc estiver de carro não tem erro, não dá pra se perder não, mas de qualquer forma eu estava com meu Gps em mãos para o caso de isso acontecer...rsrs!! De Pajuçara ao Gunga demora uns 35min e vc vai curtindo o visual que é maravilhoso com todos aqueles coqueiras fantásticos e a orla de águas azuis, um contraste de impressionar!!! Antes de entrar em direção a Praia do Gunga existe um Mirante, onde vc paga R$2,00 pra subir e tirar fotos, já é uma coisa tradicional, ir no Gunga e tirar foto lá de cima, pode ir que vc não vai se arrepender, o visu é incrível, sendo só um aperitivo para o que vai encontrar mais na frente! Depois de bater algumas fotos peguei o carro e fui em direção a praia, vc vai passar por uma guarita, mas vá direto, eles não pedem nd... Chegando na praia existe um estacionamento onde o valor é R$10,00, mas eu até prefiro, assim sei que estão cuidando do carro, ainda mais alugado...rs! A praia é incrível, água quentinha e maré mansa, todos aqueles coqueiros cercando a praia dão todo um charme só... existem várias barracas e vc pode sentar nelas, mas existe consumação miníma, eu optei por forrar a canga na areia e ficar alí de boa, ninguém te pertuba, a praia estava tranquila e vazia pra um sábado de sol, talvez por ser baixa temporada, td é mais barato, mais vazio, é outra história, adorei!... comprei uma água, custou R$2,00 e o refri custa R$3,00, não achei nada caro, na alta eles devem meter a mão!!! Fui caminho para o lado direito da praia, após a curva dos coqueiros e a praia estava mais deserta ainda, tinha só algumas pessoas e depois ninguém mais a vista...rsrs. Lá existem passeios de buggy e quadriciclo, mas eu optei por não fazer, dizem que vale a pena pois te levam até as falésias de lá, mas eu não estava no clima, só keria ficar alí curtindo a paisagem e a praia... Depois resolvi andar para o lado esquerdo da praia e fiquei ainda mais encantada, não tinha quase ninguém também e a água era super transparente, fiquei maravilhada, um paraíso!! A hora foi passando e eu ainda tinha mais 2 praias para conhecer e como o sol se põe cedo no nordeste, resolvi ir embora e continuar meu tour..rs! A próxima parada foi na praia de Barra de São Miguel e não teve jeito, a praia do Francês ia ficar pra outro dia, pq fiquei encantada com a praia de Barra de São Miguel e resolvi ficar por lá mesmo o resto do dia... água calminha, quente e uma brisa que dava até sono...hahaha, super recomendo!! A noite eu estava mto cansada e resolvi nem sair, então comprei algo pra levar e comer na pousada mesmo e fiquei por lá, depois capotei!!! 13/04 Domingo - Esse pra mim foi o dia que mais rendeu, pois consegui fazer mais coisas e nem foi tão corrido, tudo dando tempo pra curtir cada lugar. Domingão eu tirei pra conhecer o Litoral Norte, na minha opinião, o mais bonito e o menos preservado... Pareceu que esse era o lado mais humilde de Maceió, muitas casas simples e as vezes até barracos perto da praia, enquanto pro lado Sul, as casas eram de outro nível... mas enfim, comecei o dia bem cedo indo visitar as piscinas naturais de Pajuçara, estava curiosa, pois vi muita gente elogiando e muitas outras criticando, mas eu particulamente adorei!! Fui tentar negociar com os jangadeiros e todos queriam cobrar R$30,00 mas achei bem salgado ainda mais para baixa temporada mas consegui negociar com um que fez por 22,50 Hahaha, foi o máximo que consegui, mas já valeu e de brinde ele ainda levou por "cortesia" ao aquário, um lugar nas piscinas que alguns jangadeiros não levam ou cobram a parte pra ir até lá, sendo que lá é onde tem muito mais peixes e também é mais tranquilo e melhor para mergulhar, se vc for, não deixe de pedir para ir até lá, pois vale a pena! Tirei foto com diversos peixinhos e lembrei logo de Maragogi, mas achei lá com mais peixes que Maragogi....rsrs...Eles também alugam snorkel por R$10,00, mas como eu tinha levado o meu, não aluguei!! Depois a maré começou a encher muito e fomos embora, tinha eu e mais 5 pessoas na jangada e todos concordaram em partir... Adorei, vale a pena fazer esse passeio, mas não esqueça de verificar a tábua das marés, só assim é possível! Depois das piscinas hora de conhecer a tão desejada Angra de Ipioca! Essa praia fica dentro de um condomínio, onde existe o restaurante Hibiscus e quando vc vai é cobrado um valor de R$25,00 na alta temporada e R$15,00 na baixa, eu já tinha visto sobre isso e já fui sabendo. Antes de ir até lá dei uma parada na Praia da Sereia só para conhecer e já de cara me encantei, a praia é lindaaaaa!! Fiquei pensando, será que essa "tal" Angra de Ipioca vai barrar essa praia? Não creio e quase fiquei por lá mesmo....haha!! Mas continuei o percurso e logo vi a placa dizendo "Praia de Ipioca" então entrei, pois já tinha lido relatos de pessoas que ficaram alí, para não pagar o valor no Hisbiscus, já que a praia é a mesma, realmente é a mesma praia, mas não o mesmo trecho de praia, fui até lá, olhei e achei bonita, parecida com a da Sereia, mas ainda não estava satisfeita e fui embora até encontrar o Condomínio Angra de Ipioca, não tem erro na estrada, a placa e a entrada dele são gigantes....rsrs! Basta vc dizer que vai até o restaurante e entra normalmente, chegando lá o estacionamento estava cheio mas tinha uma vaga do lado de fora dele com sombra e resolvi deixar o carro alí, uns 100mts da praia, achei q viriam até mim então nem entrei, já fui direto para a praia... mas para minha surpresa não me cobraram nada...rsrs! Não sei se pq não fui por dentro dele, fui pelo lado.... a praia estava deserta, totalmente...em pleno domingo uma praia daquelas deserta, como assim? E que PRAIA... ela é "A" praia.... fiquei de queixo caído, simplesmente perfeita!!! Achei que estava no Caribe, sei lá...rsrs! Por nada no mundo, mas nada mesmo, deixe de ir até essa praia...ela é PERFEITA!!! Mar com tom de água que não dá pra explicar, coqueiros até perder de vista, paz, água bem morninha, sem onda alguma.. aquilo é o paraíso, ainda bem que insisti em ir, pois a praia de Ipioca não tem nada ver com a do condomínio, diferença absurda!!! Fiquei lá só contemplando aquilo tudo... a hora foi passando e eu ainda tinha que ir conhecer a praia de Paripueira, estava com pena de ir embora, mas fui...rsrs... com dor no coração...haha! Segui até Paripueira e vc entra pelo restaurante Mar & Cia, como falei que só keria ir até a praia, o segurança não me cobrou a taxa de couver artístico obrigatória para quem entra, então só fui até lá e não achei a praia nada demais, pode ser que na maré baixa seja mais bonita, pq já fui em final de tarde, não sei... Fui embora logo, pois como não achei nada demais tinha outros lugares p conhecer e resolvi dár uma passada na Praia do Francês já que não tinha dado tempo no dia anterior, sentido totalmente contrário, mas lá fui eu...rs... Peguei a praia já no fim da tarde e achei bem bonita também, acho que não existe praia feia em Maceió....haha! Indo embora dei uma parada para umas fotos no Memorial da República, tinha um pessoal lá também tirando fotos Fiquei um pouco por lá e depois voltei p curtir o pôr do sol em Ponta Verde, bem do ladinho de Pajuçara... Ponta Verde tem uma orla muito bonita com várias pessoas no calçadão, barracas e o agito percebe-se que é por alí, parei e fui experimentar a tapioca de Maceió, muito gostosa e o Açaí também é maravilhoso, deixei a noite pra degustação!!! hahaha! Fui pra pousada, tomei banho, me arrumei e saí pra dar uma volta a noite pela orla, passei na Feirinha de Artesanato e comprei algumas lembrançinhas, ela fica em frente ao tão elogiado e disputado restaurante Parmegio, que estava ultra lotado com fila de espera de 35min então resolvi ir no restaurante Imperador dos Camarões experimentar o famoso Chiclete de Camarão, ambiente super aconchegante, música ao vivo e comida maravilhosa, super indico, pra quem gosta de camarão, o chiclete é divino! rsrs... Depois ainda fui na sorveteria que tem em frente, não me recosrdo o nome, mas experimentei os sabores tapioca, banana, amendoim e açaí, como é por kilo, deu pra pegar um pouquinho de cada...rs!!! Depois voltei pra pousada pra arrumar as coisas e voltar pro Rio na madruga, ainda deu pra dormir um poquinho... Gente, super indico conhecer Maceió, amei as praias, o povo é super simpático e receptivo, a cidade é fácil de andar, os passeios e a alimentação não são caras, enfim, vale mais do que a pena! Qualquer dúvida estou por aki!
  25. 1 ponto
    Cachoeira da Escada - Ubatuba Informações recentes: Refiz essa trilha em 25/12/2013 e verifiquei que ela está perfeita, com duas ou três árvores caídas apenas, facilmente contornáveis. O único problema é que faltando 400m para chegar à Praia do Caxadaço o campo de samambaias cresceu a tal ponto que soterrou a trilha, fazendo-a desaparecer. Se alguém reabrir o caminho ali com um facão na direção certa, em 60m reencontra a marca da trilha no chão. Eu optei por descer ao riacho à esquerda, andei um pouco por suas pedras e encontrei uma trilha na margem que me levou a uma trilha principal que se dirige a uma casa à esquerda e à praia à direita. Não fosse esse problema, teria completado a travessia em 4 horas, da Cachoeira da Escada à Praia do Caxadaço. Dessa vez encontrei seca a única fonte de água que há no meio do caminho, portanto água fácil só no riacho que citei acima, já no finalzinho. As fotos estão em http://lrafael.multiply.com/photos/album/141/Travessia-Camburi-Trindade-SPRJ-dez12. O tracklog está em http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=3860399. A famosa travessia Camburi-Trindade para mim perdeu a aura de difícil, fechada e perrengosa. Na verdade mostrou-se uma trilha muito fácil e tranquila, desde que se tome o lado certo nas bifurcações. Ao contrário do que eu esperava, saí dela quase sem nenhum arranhão, já que não há vegetação obstruindo o caminho. Consegui encontrar o início dessa travessia graças ao relato do Rodrigo (aqui no Mochileiros) e daí em diante não sabia o que ia enfrentar e se ia conseguir completá-la, dados os relatos de vara-mato e trilha confusa, desde o mais antigo deles (2003) até o mais recente (2011). Mas o que encontrei foi um passeio na mata, literalmente. Passeio que dá para fazer em 5 horas a partir do início da trilha (ou 5h30 a partir da Cachoeira da Escada). Só é preciso atentar para a escassez de água do percurso. Peguei o ônibus "Divisa de Ubatuba" às 7h10 em Paraty e saltei no ponto final, em frente à Cachoeira da Escada, na rodovia Rio-Santos, às 7h46. Exatamente ali desce a estrada de asfalto e terra para a Praia de Camburi, a última do estado de São Paulo. Tirei algumas fotos da cachoeira e comecei a descida em direção à praia atento ao nome das ruas. Desci apenas 1,6km e (bem antes de chegar à praia) entrei na Rua Vitória Felipe dos Santos Soares, à esquerda. Havia dois moradores na esquina e só para comprovar o que todos dizem, perguntei a eles sobre a trilha para Trindade. A resposta foi a esperada: ninguém consegue, todos se perdem e voltam, ninguém consegue passar de tal ponto, blá blá blá. Mas com um guia local tudo é possível. Sim, pois os moradores do Camburi são ungidos de um poder que ninguém mais tem de encontrar caminhos misteriosos na mata. Além disso, são protegidos por entidades que não os deixam ser devorados pelas onças que habitam o local. Todas essas bobagens tive de ouvir. Grandes árvores Nem perguntei a eles onde ficava o início da trilha pois deviam me mandar para algum lugar errado para eu desistir também. Entrei na tal Rua Vitória Felipe dos Santos Soares, cruzei uma ponte com convidativos poços para banho e na subida passei por uma placa de "propriedade particular - proibida a entrada de pessoas não autorizadas". Apenas 130m depois da ponte notei uma trilha larga subindo à direita, mas na dúvida resolvi explorar mais à frente. Atenção: é exatamente aí que se deve subir, nessa trilha larga subindo à direita. Mas eu continuei em frente e encontrei algumas casas, onde uma moradora não sabia informar nada de nada. A trilha continuava atrás da casa dela e descia a um riacho, que cruzei e subi, subi, indo parar na estrada de acesso à praia, a mesma pela qual comecei a caminhada. Esse caminho pode portanto servir de atalho (mas tem o inconveniente de passar literalmente na porta de uma casa). Voltei àquela "trilha larga subindo à direita", agora à esquerda, e subi até o topo (nem 100m), onde há uma clareira e uma trilha que se enfia no mato à esquerda. Mas só a observei e continuei em frente. Desci na direção de algumas casas e bati palma. Fui atendido pelo Ednaldo, um rapaz muito prestativo que me indicou o início da trilha, que era justamente ali atrás, junto à clareira do topo, uns 70m antes da casa dele. Ele me disse que a trilha estava boa até um local chamado de "laminha", depois não sabia informar. Já alertado sobre a presença de peçonhentas, calcei as perneiras e comecei a travessia enfim às 9h34 (113m de altitude). Em 6 minutos encontrei uma clareira onde caberiam umas cinco barracas. A trilha continua à direita dessa clareira. Às 9h46 ela entroncou em outra trilha que vinha da esquerda, o que não causa nenhuma dúvida na ida, mas pode confundir na volta. Mais 6 minutos e subi uma pedra-mirante do lado esquerdo para fotos das montanhas. Da trilha, algumas aberturas na mata proporcionaram as últimas vistas da Praia de Camburi, lindamente iluminada pelo sol daquela manhã. Praia de Camburi - Ubatuba Às 10h11, topei com a primeira das bifurcações citadas nos relatos que li - fui para a esquerda e encontrei um trechinho de lama, que deve ser a laminha que o Ednaldo citou. Ele também disse que dali haveria uma trilha alternativa para o Camburi, mas não a encontrei. Às 10h34, logo após um laguinho raso à esquerda, uma bifurcação crucial, muita atenção a ela. Indo direto ao ponto: o caminho certo é para a esquerda. Mas eu descobri isso depois de várias tentativas e erros. Para ter certeza desse local, há uma seta gravada no tronco de uma árvore próxima, é só procurar com atenção. A altitude é de 310m nesse ponto. Nessa bifurcação, os relatos me deixaram em dúvida e eu escolhi a direita (sudeste). Dei alguns passos e topei com outra bifurcação, essa mais discreta. Dúvida de novo. Fui para a esquerda e encontrei marcas de facão, o que me animou. Mas a alegria durou pouco pois a trilha sumiu. Voltei e fui para a direita na última bifurcação. A trilha, inicialmente meio fechada, começou a descer e topei com uma grande árvore caída, que contornei pela esquerda. A trilha continuou bem batida, mas não gostei da direção que estava tomando (sul), diretamente em direção ao mar. Quando comecei a ouvir o barulho da arrebentação e vi que ia descer quase 300m de desnível até o mar, resolvi voltar. Foi uma decisão acertada pois encontrei um caminho ótimo depois, porém esse pode até ser outro acesso para Trindade, algo a ser conferido num futuro próximo. Subi de volta à bifurcação "crucial" e tentei a última alternativa: para a esquerda (nordeste). Já eram 12h16. Daí em diante foi uma boa subida, mas a trilha se manteve sempre muito nítida e completamente desimpedida. Apenas bambuzinhos e plantas espinhentas que se projetavam no caminho exigiam cuidado para não se cortar ou ralar os braços e mãos. Às 12h53 uma concentração de folhas de bambu no chão embaralhava um pouco o caminho, mas nada complicado. Às 13h28 finalmente encontrei água e parei para um lanche. Marco de concreto da divisa de estados Pouco depois da pausa para o lanche, atingi o ponto mais alto da travessia, a 416m de altitude, e às 14h40 alcancei o marco de concreto da divisa de estados, me dando a certeza de que estava no caminho certo (277m de altitude). O marco está sendo engolido pelo terrível bambuzal citado nos relatos, mas consegui passar e continuar sem problema já que a trilha segue bem batida à direita dele, ainda livre do bambuzal. Desci muito e às 15h30 topei com uma bifurcação perto de um riacho. Deveria prosseguir à direita, porém as mangueiras pretas ao longo da trilha denunciavam a captação de água mais acima e as segui, indo para a esquerda e parando no riacho para descanso e mastigar algo. Saí do riacho às 15h58 e foi só descer pela trilha acompanhando a água e suas bonitas quedas (do lado esquerdo) para chegar ao ponto final da travessia, nos fundos do Camping das Bromélias, na Praia do Caxadaço, às 16h14. Ainda deu tempo de curtir a piscina natural do Caxadaço, alcançada por uma trilha de 500m a partir do canto direito da praia. Com os perdidos, levei o dia todo para fazer essa travessia, mas sabendo o caminho correto poderia fazê-la novamente em 5h30, contando desde a Cachoeira da Escada, na rodovia Rio-Santos, até a Praia do Caxadaço, em Trindade. Distância de 7,5km. Agradeço ao Rodrigo, como já disse, e ao Thunder por disponibilizar as coordenadas do marco de concreto da divisa, que foi o meu norte. As onças da mata que iriam me almoçar... bem, essas não quiseram dar o ar da graça, talvez pelo calor terrível que fazia. Quem sabe na próxima... Piscina natural do Caxadaço - Trindade Informações adicionais: Horários de ônibus: . Paraty-Divisa de Ubatuba: seg a sáb - 5h30, 7h10, 9h50, 12h30, 14h10, 15h15, 16h40, 18h10, 20h50 dom - 7h, 9h50, 12h30, 15h15, 18h10 . Paraty-Trindade: diariamente - 5h20, de hora em hora das 6h até 19h, 20h30, 22h30 . Trindade-Paraty: diariamente - de hora em hora das 6h até 19h, 19h40, 21h15, 23h15 Cartas topográficas: . Picinguaba - http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/mapas/GEBIS%20-%20RJ/SF-23-Z-C-I-3.jpg . Juatinga - http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/mapas/GEBIS%20-%20RJ/SF-23-Z-C-I-4.jpg Rafael Santiago dezembro/2012 Trilha marcada na imagem do Google Earth
  26. 1 ponto
    Boa noite pessoal o contato de Fulia é 81 98812-2661
  27. 1 ponto
    Viajei assim, sem dinheiro, durante alguns anos da minha vida... mas isso ja faz algum tempo. Foram os melhores anos, conheci muita gente boa, e é exatamente como disse BrunoGraciano, diferente de viajar como turista, mas existem outras formas de se conhecer um lugar. Nunca deixei de dormir, comer ou tomar banho. Hoje não viajo mais de carona, mas sinto falta da liberdade que isso me proporcionava. Ir pra onde quiser, e mudar de rumo a qualquer momento, conhecer as pessoas do local... Os amigos que fiz nessa época, conservo ainda, mais de 15 anos depois. Meu próximo destino é o Chile (SPA), só que desta vez de carro, acompanhada do meu filho de 17 anos. Bem diferente da forma como viajava antigamente, mas com a mesma vontade de fazer parte de cada lugar por onde passo.
  28. 1 ponto
    Lobo Solitario, desculpe-me lhe contrapor, mas é totalmente simples e fácil de se viajar sem dinheiro, pedindo carona, e vivendo da energia boa do mundo! Basta você ter algumas habilidades que possam lhe assegurar um rango qualquer, energia para aguentar as possíveis adversidades, e um equipamento que lhe proporcione um menor sofrimento! Estarei saindo pra viajar neste método ainda este mês, com uma viagem sem destino, sem rumo, sem dinheiro algum, sem local pra ficar, nem nada... indo aonde a carona e as indicações forem me guiando! Não recomendo uma pessoa sem uma estrutura mental, psicológica e física também a sair numa viagem assim, ainda mais sem equipamentos adequados, mas é totalmente possível de isto acontecer, tenho muitos "amigos" viajando com este método, e indo pra todo lado! Sobrevivendo da sua arte, da sua especialidade, seu trabalho, seja la oque for. Caso queira mais algumas informações entre em contato comigo, estarei disposto a ajudar da melhor maneira que eu puder... Mas não se atente a adversidades, sempre irão acontecer... e não é por sermos diferentes na forma de aventurar-se, por não termos uma casa pra ficar, que nos tornaremos mendigos, andarilhos, moradores de rua... oque lhe faz ficar na mesmice é o vicio, conheço muitos que viajam sem problemas, e muitos que os possuem mesmo trabalhando diariamente e tendo casa pra morar! Vai que vc consegue, se quiser, e se esforçar pra isto... Boa noite galera https://www.facebook.com/bruno.kikolandia
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