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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 22-10-2019 em todas áreas

  1. 2 pontos
    Ei, gente! Vocês sabiam que quase não existem pesquisas científicas sobre mochileiros no Brasil e que no mundo são poucas? A nossa pesquisa está vinculada ao mestrado em turismo da UFPE e se propõe a compreender noções de identidade e satisfação de viajantes independentes como vocês. Já saiu do Brasil numa viagem de alto custo-benefício? Então nossa pesquisa PRECISA te ouvir! Nos ajude clicando no link abaixo e respondendo umas perguntas super rápidas.Suas respostas serão para fins puramente acadêmicos e vocês não serão identificados. https://forms.gle/b6QhuVS2fuj2ucSj9 Esperamos voltar ao grupo com resultados bem legais que possam nos ajudar a ter viagens ainda mais satisfatórias
  2. 2 pontos
    @Weder Junior fala irmão, tudo bem? Bom, sobre a escape 70l posso te dizer que cumpre com o prometido, é bem resistente e confortável para viagem de longo período, afinal já estou na estrada faz 10 meses. Agora quanto ao tamanho é muito pessoal, mesmo que vc for fazer uma viagem de 30 dias e for carregar artículos de camping, recomendo sim a 70l, porém se vc for ficar em hoteis da economizar nas roupas, de repente uma de 50 seja mais aconselhável, já que a de 70 é consideravelmente grande. Mas quanto a Quechua é uma excelente escolha, vale a pena investir para futuras viagens, é isso, qualquer dúvida estamos aí, espero ter ajudado.
  3. 1 ponto
    Bateu aquela vontade de rodar muito e irei para o Uruguai e Argentina em Dezembro... Já tenho mais ou menos os roteiros...
  4. 1 ponto
    Salve comunidade!! Vou passar 10 dias (Dezembro 2019) das minhas férias em algumas cidades da Costa Rica. Meu projeto é curtir a natureza fazendo trail running pelas diversas trilhas nos parques naturais que tem por lá. Principalmente, porque acredito que vivenciar a natureza de maneira intensa e através da prática de esportes nos ajuda a nos auto-conhecer e curtir o melhor da vida. Não tenho nenhum roteiro fechado ainda, mas tenho um esboço das corridas, trilhas e travessias que pretendo fazer. Se tiver alguém na área que curtiu a ideia, vamos conversar e se tudo der certo partir junto! Vai ser irado demais compartilhar essa experiência de vida. Valeuu!!
  5. 1 ponto
    Já fui 8 vezes a Bariloche e Villa la Angostura. Gosto tanto que virei referência entre amigos e no meu blog Atravessar Fronteiras. Fiz um Guia digital com dicas sobre as cidades http://www.atravessarfronteiras.com/2015/11/conheca-o-guia-de-bariloche-e-villa-la.html Vou postar aqui algumas dicas, mas fiquem à vontade para perguntar mais. Quando você vai a Bariloche você tem que escolher se quer ficar no centro e ter facilidade para andar pelas ruas, fazer compras, comer chocolate, etc. Eu já fiquei algumas vezes no centro (apesar de que prefiro ficar mais longe) e posso te dar algumas dicas de hotel. Só posso dizer que nunca fui a Bariloche sem carro alugado, e acho uma perda de tempo não alugar. As atrações mais legais, os restaurantes mais transados, ficam longe do centro, a maioria na av. Bustillo, que margeia o lago. Então inclua logo a despesa de alugar um carro na sua viagem. ONDE FICAR EM BARILOCHE? No centro, eu posso começar dizendo ONDE NÃO FICAR! O hotel Aconcágua é um horror! Quartos e banheiros pequenos e sujos, quente quando faz calor, barulhento. Se puder evitar, evite! E se você optar por ficar no centro, pergunte se o hotel em que deseja ficar aceita as excursões de adolescentes argentinos, que passam uma semana em Bariloche. A cidade fica LOTADA de adolescentes em qualquer época do ano, e imagino que se hospedar no mesmo hotel que eles não seja uma experiência … digamos… tranquila. Já fiquei também no hotel Edelweiss http://www.booking.com/hotel/ar/edelweiss.en.html?aid=850843. Esse eu recomendo, o quarto familiar era muito bom, o único problema é que não tinha wifi gratuito nos quartos. Já fiquei no centro também num hotel chamado http://www.costasdelnahuel.com.ar/, na beira do lago... Era simples, mas a vista compensava por tudo. A Av. Bustillo, que eu já falei aqui, margeia o lago, começa onde acaba o centrinho de Bariloche. E os números querem dizer os km que cada atração fica do centro. Por exemplo, se você for ficar num hotel na AV. Bustillo 3.400, fique sabendo que estará a 3,4km do centro. Em 2006, eu e Bruno fomos estudar espanhol em Bariloche, com o Arthur com apenas 2 anos. Ficamos 6 semanas ali, vivendo como eles, amando muito tudo aquilo. Ficamos num bangalô simples, mas delicioso, o http://www.elbosquedeloselfos.com.ar/. Estivemos lá agora depois, vi que mudaram os donos, mas os bangalôs continuam lá, à beira do Lago. Nas minhas duas últimas idas a Bariloche, fiquei nos bangalôs da minha professora de espanhol, a Ani, chamado http://www.booking.com/hotel/ar/bungalows-unsur.en.html?aid=850843, no km 8,4. A família da Ani é um amor, os bangalôs ficam próximos (menos de 10 km) à estação de esqui, Cerro Catedral, e o Jorge, marido dela, faz um serviço de levar os turistas até lá na van. Os bangalôs são confortáveis, não ficam bem em frente ao lago mas dá vista para o lago e o preço é imbatível! ONDE COMER EM BARILOCHE? barix2É também às margens do Nahuel Huapi que ficam as melhores opções de comida em Bariloche. O meu restaurante preferido é El Patacón, que fica próximo ao centro (coisa de 7km). É um restaurante chique, lindo, com atendimento impecável, onde se come bem e não se paga tanto assim. Não comparado aos restaurantes chiques do Brasil. Outro lugar onde sempre vamos muuuuuito é a Cervecería Blest, que já fica um pouco mais distante, no km 11 da av. Bustillo. Lugar despojado, com centenas de recados deixados por frequentadores, miniaturas de aviões, foguetes, trens penduradas no teto, uma lojinha gostosa dentro. A comida: pizza e cerveja artesanal. Pra que mais? Eu não posso ir a Bariloche sem ir à Blest. Outras opções são a Família Weiss, que é bem turística, bem no centro de Bariloche, também tem o Rincón Patagonico, que fica a 14km. Ah, e os chocolates... hummmm. Nem precisa falar nada, é só chegar e escolher uma das dezenas de opções... Ah, os alfajores... Eu sou viciada em alfajores, para mim, os melhores são da Abuela Goya. Mas é melhor provar todos e fazer sua própria escolha. Clima em Bariloche Bariloche faz frio quase o ano todo. Já fomos para lá no inverno, já fomos na primavera, já fomos no verão e no outono. Eu, particularmente, prefiro o verão. As praias são deliciosas, as pessoas realmente aproveitam para tomar um sol, entrar no lago gelado, etc. Tem caminhadas para todo gosto. Mas prepare-se para, mesmo no verão, pegar temperaturas congelantes, se você der azar de topar com uma frente fria. Eu cheguei lá em 2012 no fim de dezembro e estava NEVANDO nas montanhas de Bariloche. Fiquei uma semana com temperaturas que não passaram dos 10 graus. Mas já ouvi dizer que é normal chegar até a 30 graus no verão mesmo. No verão pode-se aproveitar todos os minutos dos dias longos. Adoro. Cerro Otto no inverno, BarilocheFui no inverno em 2011 e só posso dizer uma coisa: prepare-se! O frio é cortante, mas se você quer esquiar, prepare sua viagem para a última semana de julho. Antes disso, pode não encontrar estação de esqui aberta. No inverno, a única coisa a fazer é aproveitar a neve, então os outros passeios de natureza ficam cancelados. A única estação de esqui de Bariloche é o Cerro Catedral, e tem atrações para todo tipo: crianças, iniciantes e experts. Se você gosta de esquibunda, não deixe de subir o teleférico do Cerro Otto, que tem esquibunda para todo tipo, adulto e criança. Uma diversão. O Cerro Otto é um passeio imperdível em qualquer época do ano, a vista é linda demais! Outro teleférico que você não pode deixar de subir é o Campanário, bem longe do centro, cuja vista é tida como uma das mais impressionantes do planeta. Cerro Tronador, Argentina O QUE FAZER em Bariloche Fomos ao Cerro Tronador, um passeio que dura o dia todo. O Tronador é a maior montanha da região, fica sempre nevada. O caminho é maravilhoso. Fomos uma vez em setembro e tinha tanta neve que não conseguimos chegar aos pés do tronador, colocamos o Arthur na mochila e saímos caminhando na neve (veja o vídeo aqui). Passeio imperdível. Fomos outra vez em abril, fazia muuuuuuito frio mas não tinha neve no chão. Passear pelo lago também é muito bom. Tem um passeio que todos fazem, mas vale muito a pena, vai para Isla Victoria e Bosque de Arrayanes (já em Angostura). O passeio é delicioso, e você ainda sai do porto em frente ao hotel Llao llao, ponto turístico de Bariloche, quando eu crescer que ficar hospedada ali.
  6. 1 ponto
  7. 1 ponto
    Relaxa, é assim mesmo, importante ter confiabilidade. Também larguei a tr4 flex... peguei uma triton diesel, cheia de coisinha pra fazer de estética mas com a manutenção perfeita. vou preparando ela para nas férias em jan/2021 ir pro Chile (ideia da patroa! então nem vou discutir kkk) Continuo acompanhando aqui!
  8. 1 ponto
    Fiz um roteiro parecido em maio deste ano. Na minha opinião, o passeio mais difícil foi Laguna 69, em segundo lugar Laguna Humantay e talvez em terceiro a Montanha Colorida. Fiz o city tour em Cusco com o pessoal da Free Walking Tour, que se encontra na Plaza de Armas de manhã, usando camisetas vermelhas. Recomendo, leva umas 2 horas. Sobrará tempo depois do almoço para você andar por conta. Não deixe de visitar o interior das igrejas. Tenho umas fotos da viagem aqui, se interessar: https://www.flickr.com/photos/rodrigo_pc/albums/72157708760172108 Boa viagem!
  9. 1 ponto
    @RodrigoDigão Obrigado por responder, Rodrigo! E sim, com certeza volto com um post sobre os resultados ou ainda melhor, com o artigo já publicado Tens amigos que também são mochileiros? Manda o link pra eles, se puder.
  10. 1 ponto
    @Yurii Brito Araujo Feito! Fico no aguardo dos resultados.
  11. 1 ponto
    @luizh91 Muito obrigado, Luiz! Não estou brincando quando digo que a sua participação é fundamental, então fico muito grato . Tens amigos que também são mochileiros? Manda o link pra eles, se puder.
  12. 1 ponto
  13. 1 ponto
    Este é um relato de uma viagem de 8 dias na África do Sul, feito por um casal de dois homens brancos. É importante destacar este lugar de fala pois ao planejar nossa viagem lemos vários relatos, mas percebemos que a África do Sul são várias, você pode percorrer os mesmos caminhos que percorremos e encontrar outro país. Quando embarquei sabia muito pouco sobre a África do Sul, escolhemos a África do Sul basicamente porque houve uma promoção da LATAM, e ao mesmo tempo, conhecer algum país africano sempre foi um sonho. Ao planejar a viagem, pelos relatos percebemos que seria muito importante alugar um carro, para ter maior liberdade na locomoção e porque o valor dos aluguéis de carro na África do Sul são bem em conta. Fizemos o aluguel pelo site rentalcars.com, com retirada e devolução no aeroporto de Joanesburgo. A vantagem de alugar o carro e o seguro pelo site é que você não paga nenhuma taxa de IOF, a cobrança é feita no Brasil. Não é preciso ter carteira internacional, quando pegamos o carro a CNH brasileira foi suficiente, assim como quando a polícia nos parou. Eu indico a você a ter o seguro do carro, em alguns locais da África do Sul é igual ao Brasil, sem oficinas mecânicas perto, sem estrutura para te amparar com o carro, o seguro pode ser uma boa ajuda quando você não tem a menor ideia do que fazer, e não é caro, por 8 dias pagamos R$650,00 (aluguel+seguro). As estradas são MARAVILHOSAS, muito boas mesmo, então vale bem a pena. De carro fizemos os seguintes trajetos: Joanesburgo -> Cape Town = pela N1, uma das principais rodovias do país, ficamos muito impressionados com a qualidade da rodovia. É uma viagem para pessoas que estejam de bem com a vida, assim você vai conseguir ter prazer na viagem. São em média 16 horas, já incluído o tempo em que você vai parar para abastecer, almoçar, parar numa cidade ou outra e comprar uma água e tirar umas fotos pelo caminho. A maior parte do tempo você vai ver savanas, campos de agricultura, pastos de ovelhas, e montanhas, muitas chapadas. O vento é bem forte, e chega a empurrar o carro de vez em quando, era só ir um tiquim mais devagar que dava tudo certo. A chegada a Cape Town é algo indescritível, muito bonito. Eu super achei que valeu a pena… éramos duas pessoas dirigindo, e queríamos conhecer o interior do país… não tem muita coisa relacionada a cidades/povoados pra ver, mas é uma experiência muito enriquecedora, e as estradas ajudam muito. Lá existem duas gasolinas a 93 e a 95, não sei bem a diferença, mas nos disseram que a 95 é melhor para estrada (mais econômica). O litro da gasolina era em média 16 RANDS. Quanto mais distante de Joanesburgo, mais barata é a gasolina. Cape Town -> Joanesburgo= essa é uma viagem INDISPENSÁVEL, você vai passar pela Garden Route, que é simplesmente maravilhosa, cheia de pontos turísticos, e tente programar o pôr do sol para a saída de Cape Town. A ideia é ir com calma, parando em alguns trechos da estrada que já tem o local para estacionar o carro e apreciar a vista. Nas estradas da África do Sul, em vários pontos, existem pontos de descanso, para uma refeição ou descansar mesmo… são pontos que ajudam bastante. Nós saímos de Cape Town, fomos até a praia de Muizenberg, demos um mergulho no mar, catamos umas conchas, depois fomos para Simon´s Town, o caminho até a cidade é muito lindo, em vários pontos paramos para fotografar, depois fomos até a praia onde ficam os pinguins, lá você tem acesso a uma praia privativa e ao santuário dos pinguins, decidimos não entrar, porque no caminho até a entrada do santuário vimos muitos pinguins, já foi suficiente. Depois saímos e fomos para Swellendam, passando sempre pela R44 e R43, para ver a vista a beira mar. Espetacular a vista, neste trecho recomendo fortemente que seja feito no horário do pôr do sol. Mas não enrole muito porque tem muita coisa bonita pra ser vista ainda, e o ideal é que não esteja a noite. Dormimos em Swellendam, saímos cedo e seguimos viagem, passamos no Tredici para tomar um bom café, depois na cidade Barrydale onde dizem ter o melhor milkshake do mundo, no Diesel & Cream Milkshakes, é realmente muito bom… depois fomos para a praia de tentar ver baleias… não vimos nenhuma!rs… mas a paisagem já valeu a pena. Uma boa fonte de info sobre a Garden route: https://www.melhoresdestinos.com.br/garden-route-dicas-africa-do-sul.html Sobre os safaris, é muito importante você sair de casa sabendo que você pode pagar para entrar no parque e não ver nenhum animal, a não ser muitos viados, que são lindos, por sinal. É muito importante que você vá muito cedo, ou depois das 15h, porque os animais não gostam muito do sol forte, acho que se tiver nublado deve ser o ideal…. a gente foi na hora do almoço, fomos ver animais mesmo só no fim da tarde, vimos elefantes, búfalos, muitos pássaros bonitos… Como tivemos muito pouco tempo, decidimos fazer o safari que está mais próximo de Joanesburgo, o de Sun City, o Pilanesberg. Basta você pegar a entrada para o aeroporto Pilanesberg International Airport, um pouco antes de chegar na entrada do Sun City, entramos pela entrada Kwa Maritane e saímos pela Bakubung. Ao todo pagamos 240 RANDS na entrada, não precisa comprar o mapa, basta tirar uma foto com o celular mesmo, e ir acompanhando, o parque é todo sinalizado. É possível ir ao Kruger Park, mas é mais distante e mais caro. Mas para quem gosta mesmo de Safari e quer encontrar os BIG FIVE (leão, elefante, búfalo, rinoceronte, leopardo) vale muito a pena a contratar um passeio a parte… os safaris são enormes, e muitas vezes você não tem os olhos treinados para enxergar os animais… confundimos muito toco de árvore com leões… quando a gente achava que era uma pedra era um elefante… e por aí vai.. vale a pena a dar uma estudada melhor nos safaris, se você realmente está interessadx em ver todos os animais, vale a pena dar uma estudada. Sobre a África do Sul, de uma forma em geral, assim como o Brasil, passou por um período de colonização por europeus. No caso da África do Sul é bem perceptível as consequências da colonização, ingleses bem ricxs, com os bolsos cheios de dimdim, morando em suntuosas casas, em bairros extremamente bem cuidados, ao passo que a maior parte das pessoas negras, estão em bairros com pouca estrutura. Na África do Sul houve uma lei que estabelecia várias normas as pessoas negras, para que elas não se “misturassem” com as pessoas brancas. Os bairros eram diferentes, as escolas eram diferentes, os espaços de lazer… enfim, processo de escravidão em que pessoas negras estavam sujeitas a uma formação braçal e as pessoas brancas a uma formação intelectual. Apesar da legislação ter sido alterada em 1994, ainda é perceptível ver o Apartheid muito presente. Praticamente todas as pessoas que nos serviram durante a viagem em áreas turísticas eram negras, todas as pessoas pedindo dinheiro nas ruas e nos sinais eram negras. Em muitas lojas, quando conversavamos com as pessoas atendentes negras, logo vinha x donx (brancx) conversar com a gente pra saber como poderiam nos ajudar… a pessoa branca ignorava completamente o atendimento da pessoa negra. Em um único lugar fomos atendidos por brancos, em uma boate LGBT, a BEEFCAKE, havia duas pessoas negras no lugar, uma estava trabalhando na limpeza, outra estava nos atendendo no bar, e quando todos os garçons subiram no palco, o único garçom negro ficou sendo escondido pelos brancos…. é bastante indigesto… o racismo está muito presente e muito forte. Entretanto é muito forte a luta, muita resistência e muitas pessoas negras ocupando espaços de poder, o Apartheid Museum é indispensável para conhecer melhor sobre a luta no país. Enfim, a questão do racismo foi uma coisa que me incomodou muito, escancara na nossa cara os efeitos da colonização, e aí a gente entende muita coisa do Brasil . Você vai provavelmente conhecer uma África muito mais “europeizada” do que espera. Não achamos nenhum prato de comida “africana”, por exemplo, comemos sempre algo inglês, indiano ou asiático. É isso, existe uma tentativa de apagar toda a cultura africana antes da chegada do invasor europeu. Sobre segurança, não vimos muita coisa diferente do Brasil. Sofremos uma tentativa de roubo: assim que saímos do Apartheid Museum, um carro parou ao nosso lado e nos disse que estávamos devendo o estacionamento, RANDS 50. Paramos o carro, e a pessoa nos disse que não poderia receber o dinheiro, mas eu deveria fazer um depósito no caixa rápido. Eu disse que chamaria a policia, ai ele disse que ele mesmo era a polícia, ficou nervoso comigo, fez um show dizendo que eu seria preso e tals…. eu fiquei assustado, mas quando saquei que era roubo mesmo, entrei no carro e disse que voltaria no museu, lá eu pagaria. Os caras nos seguiram, e quando estávamos chegando no museu, passaram ao nosso lado e disseram que poderia deixar pra lá sobre o pagamento… enfim, tem que ficar bem esperto, assim como no Brasil.
  14. 1 ponto
    Essa era uma dúvida que eu tinha também e fiz questão de frisar bem essa parte no meu relato. A internet não é as mil maravilhas da velocidade mas não fiquei incomunicável, usei whatsapp de boa e até post no instagram deu pra fazer. Pode variar a potência de wifi de um hostel pra outro mas quanto ao meu não tenho nada a reclamar. No meu relato coloquei até a senha do wifi do restaurante Ahonikenk que eu fui várias vezes e era mto boa tb, mesmo que vc não entre pode aproveitar, só não sei se trocaram hahaha
  15. 1 ponto
    Boa tarde , não é proibido. Pode ir tranquila. Irei sozinho em dezembro, tbm o circuito O.
  16. 1 ponto
    Um semana depois de voltar de viagem sigo encontrando pessoas, revendo amigos e conhecidos que me perguntam sobre essa experiência. Encontros e conversas em que ouço perguntas e comentários que podem ser divididos em duas ou três categorias. As quais poderiam ser nomeadas como: os que me acham maluca; os que me acham corajosa e/ou admiram o feito; os que não estão nem aí, nem pensam nada sobre. E isso tudo que tenho ouvido está me fazendo pensar sobre 'o porquê viajo sozinha'. Até porque eu não sei em qual categoria destas eu me colocaria, ou qual delas eu penso ser a mais justa para o que aconteceu. Por que viajo sozinha? Sempre fui (e ainda sou) bastante insegura. Não naquilo que sou, nos meus valores, convicções e caráter. Sempre tive muito claro o que é certo, o que eu quero para mim e como quero ser lembrada pelas pessoas. Mas sou insegura naquilo que faço, naquilo que sei, naquilo que quero dizer. A primeira viagem que fiz sozinha foi quando finalizei a faculdade. Vivia um momento de 'e agora?', de passagem de uma vida de estudante e estagiária para profissional. Foi a primeira vez que me vi longe de casa, em um lugar que as pessoas não falavam a minha língua e que eu precisei me virar. Com uma mochila nas costas, uma passagem de ônibus e pouquíssimo dinheiro, organizei meu tempo, fiz escolhas, somei amigos e vivências. Voltei feliz e confiante que sendo capaz disso, seria capaz de outras coisas também, principalmente as quais mais despertavam medo em mim. Fiz a seleção para o mestrado mais ou menos confiante, sabia das minhas limitações teóricas e de currículo. Fui aprovada. Vivi quase três anos de idas e vindas entre a minha cidade e Porto Alegre em que, com poucas exceções, viajava pensando 'guria, tu tá fazendo mestrado em uma das melhores universidades do país, tu conseguiu'. Mesmo assim as dúvidas quanto a minha capacidade e merecimento do que estava vivendo, me acompanharam durante todo o processo. Defendi minha pesquisa frente a uma banca que a aprovou praticamente sem sugestões de correção. Após a conclusão do mestrado, um retorno do terrível 'e agora?'. Senti que era hora de me testar novamente. Uma viagem mais longa, com trocas de cidades e voos com conexão. Um medo imenso, misturado com uma vontade quase necessidade de me arriscar. Fiquei dez dias longe de casa, sozinha com minha mochila, de hostel em hostel. Um planejamento que me acalmava, mas que dava espaço ao inesperado. O que no fundo era o que eu mais queria. Queria me arriscar, me testar, sentir na pele a intensidade da solidão. Voltei feliz, energizada e gritando pra mim mesma que viagens são o que eu quero acumular nesta vida. Então, respondendo: eu viajo sozinha porque me faz bem! Uma forma um tanto egoísta de me abastecer de segurança, uma forma um tanto intensa de sentir que sim, as coisas vão dar certo. Não penso em viajar sozinha sempre, não quero pensar nada a respeito. O que sei é que estar imersa em outra cultura me ensina, me ajuda a ver como somos pequenos em nossa rotina, e que tudo aquilo que pode me deixar triste ou insegura é pequeno demais em um mundo tão grande. O Peru, país escolhido para essa viagem, se mostrou acolhedor a todas essas minhas inseguranças. Pessoas alegres e dispostas a ajudar, lugares bem sinalizados e já bastante povoados por turistas (apesar de estarem em baixa temporada agora). Vivi as ruas bonitas de Lima, a praia em Miraflores e o centro histórico em dias sol. Já em Cusco, a sensação de não estar em 2018, despertada pela arquitetura. Ruas estreitas e cheias de história e cultura, pessoas caminhando para todos os lados, disputando lugar entre as ofertas de tudo que se pode imaginar. A viagem de trem até Águas Calientes, a energia de uma cidadezinha ao pé daquilo que eu mais esperava. Minha subida até Machu Picchu foi pela trilha: eu recomendo! Uma paisagem que motivava degrau por degrau e que foi compensada pela beleza de uma cidade lindíssima. Arrepio e choro ao entrar, saudade e muitas fotos ao sair. Viajo sozinha não porque não tenho amigos ou pessoas para me acompanhar, mas porque vejo nessas experiências a oportunidade de conversar somente com a Fernanda, levar ela para o mundo e deixar que ela veja que há muito mais lá fora. Muitas vezes senti minha mão sendo pega por mim mesma, como se houvesse outra Fernanda, bem mais segura, que garantia 'é por aqui'. Por isso não me sinti sozinha. Não fui nem sou triste comigo mesma, pelo contrário. Viajo sozinha para provar para mim mesma que eu sou o que tenho de mais importante. Que minha família e as pessoas que sinto saudade são as que quero sempre por perto.A intensidade de estar só e longe de casa possibilita outro ângulo de olhar, faz ver o que realmente importa. Um deslocamento que sacode e faz ver a pequenez de tanta coisa que, de perto, parece grande. E, por fim, viajo sozinha também porque sou, como dizia Frida Kahlo "o assunto que conheço melhor", minha melhor companhia, a pessoa que quero mais bem e feliz. O que entendo ser uma construção primeira, algo que fará que eu seja uma boa companhia para quem for comigo nas próximas viagens, ou quem permanecerá perto por aqui mesmo. Viajem sozinhos. É o que desejo.
  17. 1 ponto
    Oi Beto! Que legal!! Eu também acabei me apaixonando e decidi ir pra lá! Realmente, é um lugar caro. Eu estou indo agora na baixa temporada, então consegui preços acessíveis no hostel que vou ficar em San José > https://www.booking.com/hotel/cr/tripon-open-house.pt-pt.html Para você ter ideia, fechei 3 noites, com café da manhã por aprox. R$ 110! Mas isso porque é baixa temporada. O lugar parece legal, semana que vem estarei lá e aí poderei avaliar melhor, caso você queira saber mais Como eu estou fazendo um período sabático, tenho feito algumas trocas de trabalho por hospedagem pela Worldpackers para reduzir custos. Eu vou ficar em um eco-lodge em La Fortuna, e aí consegui ter a alimentação incluída na troca nesse lugar. Claro que eu fico mais amarrada nesse período, e não posso viajar para outros lugares. Mas me possibilita ter uma vivência diferente no lugar. Aí depende do tipo de viagem que você quer e do tempo que tem disponível também. O que sei sobre custo de vida é que é caro pra caramba! Sobre lugares, eu pesquisei um pouco sobre La Fortuna, que é esse lugar que vou ficar, e algumas praias na costa pacífica, como Tamarindo, Jacó, Uvita, e também o Parque Nacional Manuel Antonio (uma amiga que visitou me disse que é incrível).
  18. 1 ponto
    Oieeee Pessoas Cara, quero detalhar esse lugar ao máximo que conseguir, pq sai de lá apaixonada e quero que mais pessoas tenham oportunidade de conhecer essa maravilha. Fiz os dois passeios em um dia , mas caso não tenham pique de dirigir, podem ficar em pousada na região. Os dois atrativos ficam no Parque Estadual de Jacupiranga, na região do Vale do Ribeira na cidade de Eldorado - SP. Cerca de 5 horas de São Paulo, as estradas são bem conservadas e a viagem foi bem tranquila. Começamos pela Caverna do Diabo, e por mais que já tivesse ido em outras cavernas, ela conseguiu me surpreender. Parece que tudo foi esculpido por artistas de tão lindo que é. Tem estrutura para turista, com escadas, iluminações e até banquinhos para os cansados Rs. A caverna tem 8km mas apenas 800m é permitido para turistas. As outras regiões são apenas para pesquisa. É recheado de lendas, visto pelo nome, e o guia faz uma experiência bacana no final do passeio. Valores: R$ 25,00 . Tem valores diferentes para crianças e idosos. Duração: Média de 2 horas. Indicado: Para todas as idades, como é bem estruturado a acessibilidade é fácil. Contraindicado: Para claustrofóbicos e quem tem medo de escuro. (mais info: http://www.cavernadodiabo.com.br/) Algumas fotinhas dessa escultura da natureza. E depois detalhes do Vale das Ostras Se me surpreendi na Caverna, no Vale das Ostras quase morro do coração haha Você gosta de aventura? Gosta de natureza? Banho de cachoeira? Correeee para lá!!! É uma trilha moderada. No começo vamos pela estrada mas é SÓ subida, então busca todo o seu fôlego e vai, porque só depois a brincadeira fica bacana rs É um passeio de 7 horas, a distância ida e volta é de 08 km, mas vale a pena!!!!! Em meio a Mata Atlântica passando por mais de 9 cachoeiras desde 5 até 53 metros. Com o destino na Cachoeira oh meu Deus , quando chegarem vão entender o nome e o smile haha Não é cansativo no sentindo de perder o ar, de suar e ficar cansadão, mas é difícil porque tem váriiiiios obstáculos. A maior parte da trilha é pela água, e quando não é água, tem lama, tem subidas de escada e escaladinhas, passam por pontes de madeira e lugares com alturas ou seja, aventura é o que não falta!! Galera que gosta de tirar fotos, VÃO!!! Sai cada foto linda!!! As que postei aqui estão mais ou menos, mas no meu Instagram (@thais2fidelis) tem mais!!! Dicas: Aqui vou colocar em tópico pq tem algumas: * Leve apenas o necessário, irão andar muito e passar por vários obstáculos que a mochila talvez vá atrapalhar. * Aparelho eletrônico com proteção de água, ficamos a maior parte na água ou molhados rs * Muda de roupa para trocar no final, isso incluí o tênis (vão ansiar por meias quentinhas haha) * Leve algum lanche leve e água. Valor: em média R$ 60,00 Indicado: Para maiores de 10 anos e sem frescuras haha Contraindicado: Crianças, idosos, pessoas com alguma dificuldade na mobilidade, quem tem medo de altura e pessoas frescurentas hahah Poucas fotinhas não descrevem esse lugar, mas vamos mostrar mesmo assim
  19. 1 ponto
    Alguém indo no reveillon 2020 ?
  20. 1 ponto
    Olá pessoal, fui para Bolívia mês passado (março 2019), país que me muito me surpreendeu e me encantou, não vou relatar o dia a dia da viagem, dos passeios, essas coisas, pois acaba ficando muito parecido com os relatos que já temos na web, e que nos motivam a ir a esse país tão espetacular, agradeço muito a quem o faz! Por causa de relatos detalhados como estes que acabei indo e me apaixonando pela Bolívia e pelos bolivianos. Trago algumas dicas que acho importante compartilhar com quem pretende ir à Bolívia. Eu fiz a viagem com um pouco mais de “frescurinhas” (por ex. tour privado no Uyuni, hospedagem em hotéis, fui com a hermana e a mamys, que já não é tão moça assim... (66anos), tem saúde e disposição ótimas, e artrose nos joelhos =/ ... ela não merece passar aperto né?!... por isso tour privado e hotéis, então, vejam, tiozões e tiazonas de plantão, podem ir tranquilis que não passarão perrengue! Eu garanto! Ou então vcs, que assim como eu e minha irmã, nos propusemos a uma vez por ano (as vzs duas qdo dá), garantir boas recordações e aventuras junto com a pessoa mais importante da vida e que tanto se dedicou a nós, podem levar sua mãe, seu pai, tios ou até avós para a Bolívia, garanto que vão adorar! Bom, vamos lá! Ficamos 15 dias na Bolívia = La Paz-Copacabana-Isla del Sol-Uyuni. Vôo: Fomos com a Boliviana de Aviación - BoA, estatal boliviana e maior companhia aérea do país, site esquisito, não funciona direito, não consegui comprar pelo site com cartão de crédito, acabei comprando por telefone/email e depósito em conta, enviam no corpo do email o que seria o cartão de embarque todo mal formatado. Estranho?!... Muito!... Mas funciona bem. Pelas minhas pesquisas foi o melhor preço, e principalmente, menor tempo para chegar a La Paz, pois com as outras companhias aéreas que partem do Brasil teríamos de fazer longas conexões no Chile ou Peru e um tempo ridículo para chegar até LP (14h...18h). Não tem entretenimento a bordo, nem o app funciona. Tem lanchinho (pão com presunto e queijo, refris, suco, etc. snacks de frutas secas). Equipe atenciosa e muito rigorosa com relação à segurança, se vc se sentar na saída de emergência, será alertado de como agir em caso de acidente, não deixam que coloque nada nos assentos e chão nessa parte do avião, se vc tirar a blusa, imediatamente a equipe de bordo guardam no compartimento de mala de mão. Ou então, eles te convidam a se retirar desse assento. No meu vôo de volta havia chineses que não entendiam espanhol, a equipe retirou os chineses da saída de emergência, realocaram em outro assento, eu nunca tinha visto isso em outros voos. Achei muito prudente. Aeronave antiga, com espaço maior do que as comuns do Brasil. Pontual. E praticamente só tinha boliviano voando. Preço: Pagamos em torno de R$1300 por pessoa. São Paulo – Cochabamba- La Paz (El Alto). Tempo: São Paulo – Cochabamba: voo aprox.3horas, é o aeroporto internacional onde vc faz a imigração.(imigr.+espera = +-1h) Cochabamba – La Paz (aeroporto em El Alto, distrito de LP): voo 1hora. Táxi do aeroporto até centro de LP = 75 bolivianos (+ - R$35). Peguem os táxis oficiais na saída do aeroporto (táxi “Aeropuerto”). Câmbio: Havia lido que as casas de câmbio do centro de LP (região da Sagarnaga, Plaza San Francisco) eram melhores, sóquenão. Estavam com mesmo preço ou piores do que do aeroporto de El Alto. Casa de cambio do aeroporto R$ 1 : Bs 1,70, centro R$ 1 : Bs 1,60. Moeda: Fácil trocar Real, no aeroporto e no centro de LP. Levei Real para “viver”, e dólares para pagar o tour Uyuni (previamente contratado) e hotéis. Altitude: tema é sério. Não sou médica, não posso prescrever nada e nem me responsabilizo =]... Mas li e fiz o que li por conta e risco (já tínhamos tomado qdo fomos a Cusco e deu certo, então tomamos de novo). Tomamos Diamox, meio comprimido (250mg/2 = 125mg) a cada 8horas 2 dias antes de embarcar e por 3 dias depois que chegamos. É baratinho, +-R$15. Comprei pela net, mas qqr farmácia vende. Tem efeitos colaterais estranhos, formigamento na boca, dedos, pés... Sensação de borbulhamento...mutcho loko! Reitero que não me responsabilizo, nem estou recomendando. Só estou relatando o que fiz e deu certo. E deu certo mesmo, nenhuma de nós teve problemas sérios com a altitude, só uma leve falta de ar, leve dor de cabeça, leve cagan.., mas só após algum esforço maior, comer demais ou tipo carregar mochila pesada na subida correndo pra pegar buso, e lá tem subida hein! A altitude é foids mesmo! E sentimos essas coisas leves mesmo depois de estar um tempo “aclimatadas já” (8.. 10 dias..) E confesso que me preocupei com altitude, pois moramos no litoral na altitude zero, e de repente chegar no aeroporto de El Alto 4010m, LP 3640m e no tour do Uyuni 4900m!!dá medo de dar ruim né! Muita água, chá de coca (todo dia) e folhas de coca para mascar, ow plantinha milagrosa essa! Ficamos de boa! Nada atrapalhou a viagem, deu tudo certo! (ah minha mãe tem hipertensão, controlada com remédios e ficou bem! Até melhor que eu! Ela faz exercício regularmente, está com a saúde em dia). Hospedagem em La Paz: Ficamos no hotel Glória, no centro, bem pertinho da zona turística, tudo acessível a pé, de início a região pode assustar pq parece o Parque Dom Pedro/25 de março em sampa, mas muito mais seguro. Bom pq tem tudo perto. Hotel muito antigo, mas tudo funciona. Tem casa de câmbio no próprio hotel, que funciona horário comercial, mas não estavam aceitando real. Comida: Choripán da doña Elvira, Mercado Lanza,+ - Bs 8 = R$ +-4,00 popularzão, vc senta num banquinho baixinho no corredor ou nas mesinhas comunitárias grudando cotovelo com vizinho. O lanche é delicioso! E a experiência única!kakakaka Pollo Copacabana, frango frito delicioso, não lembro preço, mas sai barato. Levei uma caneca, jarra, leiteira, não sei como vc chama, e um “rabo quente”, que é aqueles ferros elétricos de ferver água, quebrou o galho pra fazer uns cupnoodles, chá de coca e ovo cozido. Nos salvou várias noites geladas! Ah, se for levar tb, não esqueça de levar uns 2 pregadores de madeira pra qdo vc tirar o troço quente da água, vc prender os pregadores de forma que o ferro quente não queime/rache a pia, mesa. Voltagem e tomadas: Bolívia é 220V e as tomadas são parecidas com as daqui, não tive problemas para carregar celular nem ligar o rabo quente. Elas são um pouco frouxas, mas com jeitinho funciona. Não usei os adaptadores que levei. Copacabana/Isla del Sol Ônibus La Paz – Copacabana: Li algumas pessoas indicarem comprar o buso para Copacabana com a Diana Tours na Calle Sagarnaga, pois ele passa pelos hotéis do centro e economizaríamos com taxi até rodoviária. Então fui até a agência ver (é uma subidinha essa Sagarnaga hein) e uma mulher muito chata nos atendeu, disse que seria Bs45 por pessoa. Como eu queria ver o buso para Oruro (já falarei sobre), fomos até a rodoviária (terminal de autobuses, calle Peru). Na rodoviária existe guichê Diana tours tb, e custa mais barato Bs30 e passa nos hotéis do centro tb! Só que Bs15 a menos que da mulher chata (pensa aí 15 x 3pessoas = 45, já mais do que uma passagem!). E a mulher era bem mais legal! Comprei, claro! Pode comprar antecipado. E deu tudo certo, foram nos buscar por volta das 7h30 em nosso hotel. Hospedagem em Copacabana: Ficamos no Hotel Las Olas (frescurinha hehehe mas já explico) lindo, arquitetura inovadora, não tem café da manhã, mas tem cozinha equipada, café, chá, sal, azeite, vinagre. É ótimo! E lindo! Eu sabia que minha mãe não conseguiria subir o Cerro Calvário, pois vi no streetview e é terrível, calvário mesmo!kk... Então um hotel legalzão com vista espetacular para o Titicaca, pra véia ficar lá curtindo enquanto eu e minha irmã subíamos. Eles dizem que a subida é uns 40min. Mas levamos umas 2horas kakaka... Pq tem que ficar parando pra descansar, por causa da altitude. Cheio de pedra, caminho irregular, escorrega um pouco dependendo do calçado. Mas é linda a vista! vale a pena! Se vc quiser ficar lá em cima até por do sol/escurecer, leve lanterna, lanterna de vdd, não do celular, pq na hora de descer, pra cair e meter o cel nas pedras é bem fácil. Isla del Sol Compramos os boletos para pegar o barco para Isla del Sol na hora mesmo, não precisa comprar antecipado. Mas claro, chegamos um pouco mais cedo. Os barcos saem 8h ou 8h30, não me lembro exatamente a hora... Ficamos hospedados logo aonde chegam os barcos, no Hostal Phaxsi. A maioria fala que vale a pena ficar hospedado em hotéis no topo da Isla para ver o por do sol e talz....mas achei mais negócio ficar embaixo na chegada/saída dos barcos, pq a gente podia deixar a mochila e subir leve até o topo, e no dia seguinte os barcos saem as 10h/10h30 para Copacabana, e o buso de Copacabana a LP sai as 13h30, e daí não teríamos que tomar café da manhã correndo e descer correndo para não perder o barco. A subida é tensa. Com a altitude cansa muito, tivemos de parar várias vezes para descansar. O caminho é de pedras, e de manhã ficam molhadas por causa da umidade, orvalho. E um detalhe, o transporte de mercadorias para os hotéis do topo é feito no final da tarde por burros, eles sobem e descem várias vezes com água, comida, etc para abastecer os hotéis e a comunidade. E aí que fica cheio de cocô de burro, meio escorregadio sabe? vendo isso, tive certeza que foi uma boa ideia ficar hospedado embaixo, pois minha mãe tem artrose nos joelhos e poderia levar uma eternidade para descer, e gente poderia não chegar a tempo de pegar o barco. Bom, então passamos o dia explorando a Isla, subimos tranquilamente leves, e descemos no nosso tempo para dormir no Hostal. A vista lá de cima é espetacularmente maravilhosa!! Detalhe, a intenção era almoçar no restaurante mto bem recomendado “Las Velas”, é difícil de achar, fica no meio da floresta qse no topo, puta sacrifício para chegar lá, e tava fechado. Era domingo. =/, no Google dizia estar aberto... Não almoçamos neste dia. Acabamos jantando no Hostal Phaxsi mesmo, mto boa comida! Lembrem-se que quase tudo na Isla del Sol, é gerido pela própria comunidade, então não seja chato e exigente demais! o hostal que fiquei, é de uma família e cada um exerce uma função lá, a mãe cozinha, a filha limpa, a neta serve, etc. Gostei muito! Uyuni – Bus até Oruro + trem até Uyuni Aqui foi a maior economia que fizemos e com esplendor! LP até Uyuni Vc já deve ter lido que tem voo desde LP até Uyuni, é caro mas chega em 1hora. Bus noturno desde LP a Uyuni, barateza, dizem que chacoalha demais, a estrada é horrível e parece que vai morrer kkk. E sai de LP de noite e chega 4h da manhã em Uyuni, frio da pêga! E bus+trem. Fui. Recomendo fortemente! Bus de LP até Oruro: Tinha lido recomendação da Trans Naser, então fomos nela. Sai da rodoviária de LP (terminal de autobuses), não vende antecipado, chega na hora e compra, tem saídas desde cedo, tirei uma fotinho. No terminal de autobuses, tem que pagar uma taxa de uso do terminal, acho que Bs1,50, existe guichê mas vem uma pessoa cobrar no ônibus o ticket de uso, qqr coisa dá pra pagar pra essa pessoa tb. O bus de LP a Oruro custa Bs20, R$+-10. Leva umas 4h. Pegamos das 7h30 chegamos em Oruro por volta das 11h30. Daí pegamos taxi até a estação de trens de Oruro. Trem Expreso del Sur -Ferroviaria Andina, de Oruro a Uyuni Existem 2 trens que vão e voltam de Oruro até Uyuni em dias distintos, Wara Wara e Expreso del Sur. Li recomendações boas do Expreso del Sur, então fomos com ele. Expreso del Sur: sai de Oruro de terça feira, às 14h30, chega em Uyuni 21h20/Sai de Uyuni de sábado 23h52, chega em Oruro 7h00. Preço: Fui na classe executiva, Bs120 (+- R$60), (ida Bs120 + Bs120 volta). Comprei as passagens do Brasil através do site TicketsBolivia, funciona, deu tudo certo, respondem as dúvidas pelo whatsapp, mto simpáticos, um pouco antes da viagem solicitei, que os assentos fossem juntos e do lado esquerdo do trem, pois não bate sol na cara e vc pode desfrutar a paisagem sem ter de fechar janela. Fomos na classe executiva, que é a “chic”, tem classe mais barata que isso, mas acho que não vale a pena, pq a classe “chic” sai barato tb. Tem acesso ao vagão restaurante (almoçamos a preço bem justo, não me lembro, mas é barato), é climatizado, assento reclina bastante, ganha lanchinho, banheiro limpo, tv com filmes piratas rsrsrsrs...sério!.. de noite na volta, cobertor e travesseiro. Muito confortável! As paisagens ao longo da viagem, que é longa, são lindas! Vale muito a pena, vc vê todo o altiplano boliviano, plantações de quinoa de todas as cores, casas típicas dos agricultores bolivianos. Valeu muito a pena! Ainda mais pra nós brasileiros que não temos ferrovias para poder viajar! Muitos falam que as paisagens do trem que leva até Machu Picchu são lindas e talz, mas eu achei parecido com Brasil, florestas verdes e talz, além de ser o olho da cara né! Essa viagem de trem até Uyuni dá de 100 x 0! É muito bonita, barata, confortável, diferente! Já fica sendo um passeio, valeu a pena! Na volta, como o trem parte a noite, eles perguntam se queremos luz acesa ou descansar, todos quiseram dormir, nos deram cobertor, travesseiro e lanchinho, tem aquecimento. Dormi bem. Engraçado que SÓ tinha orientais, na maioria japoneses, temos descendência japa tb, então nos camuflamos com a galera kakakkaka...Mas fico pensando, tive dificuldade em achar informação aqui no Brasil nos blogs, sites de viagem sobre essa viagem de bus+ trem, mas vi que na Ásia parece ser bem difundido...ou será que asiáticos e descendentes que gostam desse tipo de viagem? Por isso eu tava lá tb? Rsrsrssrs... =D Tour Privado Uyuni Pesquisei muito sobre tour do Uyuni. Li vários relatos de perrengues em tours compartilhados, hospedagens desconfortáveis, sem água quente, 1 banheiro para 20 pessoas, camas sujas, 1 tomada só, roubo de celular enquanto recarregava bateria, motoristas bêbados, etc. Por ser um lugar de extremos e inóspito, descansar bem é fundamental para não passar mal, e o guia ser bacana faz a diferença, pq se passam 3 dias inteiros com ele né...Então decidi fazer o tour privado com conforto. Mandei email pra todas as agências que achei no Google. Dica, mande em espanhol, mesmo que seja do Google translate, eles respondem. Em português, sem sucesso. Poucas agências fazem o tour privado com hospedagens em hotéis bons, Luna Salada (hotel feito de sal Maravilhosohhhh) e Tayka del Desierto (hotel no meio do nada, a 4900m de alt., excelente!). Bom, contratei Jukil de los Andes, Hector é o dono, solicitei que ele mesmo fosse nosso guia, ele aceitou, aí não teria como dar ruim né! Troquei mtos e-mails, whatsapp com ele, até fechar, ele responde prontamente, mto atencioso! Meu sonho era ver o salar espelhado, então teria de ir no verão, época de chuvas. Mas vi que janeiro e fevereiro chovem demais, e as vzs não dá pra fazer o tour todo. Pedi para o Héctor dica da melhor época de ver o salar espelhado, e ele me indicou mês de março, do meio pro final, pq as chuvas são menos intensas e ainda tem uma quantidade legal de água para formar o espelho, mas como é natureza, corre o risco de não ser como o planejado. Meu sonho tb era ver o céu todo estrelado, que nem nas fotos do Google, mas, tive de escolher, no final de março seria lua cheia, o que ofusca as estrelas, mas era época de menos chuva, e tinha chance de ver o salar espelhado e poder fazer o tour completo de 3 dias e 2 noites. Então já sabia que não veria as estrelas todas, mas poderia ver uma lua gigante. AH!! detalhe, que eu quis fazer o tour astronômico tb, poucas agências fazem. As que faziam, quiseram me cobrar a parte. Jukil de los Andes, não acrescentou nenhum dólar a mais. Sobre o tour astronômico, Hector mandou outro guia para nos buscar no hotel Luna Salada (primeira noite) as 03h30 da manhã, para vermos o céu estrelado e nascer do sol. Ele iria dormir até mais tarde, e nos pegar as 9h da manhã para dar continuidade ao tour de 3D2N, precisava estar descansado para dirigir com atenção. Achei bastante cauteloso! Não vimos estrelas como nas fotos do Google, já sabia que ia ser assim =/, mas vimos o nascer do sol mais espetacular e inesquecível da vida! Com o salar espelhado, lindamente perfeito! Valeu mto a pena passar o friozasso de -5°C, -7°C, isso memo! Abaixo de zero, no verão! Foi lindo! Inesquecível!!! Banheiro durante o tour de 3D: acredito que por ter sido privado, o almoço era feito em comedores mantidos por alguma família como modo de subsistência, são casinhas no meio do deserto com mesa, cadeiras, banheiros pagos (Bs1, Bs 2), bem bonzinhos até! Já li relatos que as pessoas tinham de fazer as necessidades no modo natural... Não passamos aperto em nenhum momento. Bom e quanto custou? Tour privado, 3D2N, Hospedagens nos melhores hotéis da região (Luna Salada+Tayka), tour astronômico, todas as refeições inclusas, = U$1200 para as 3 pessoas. Achei bom o valor, foi o melhor que achei de todas as agências que faziam privado com hotéis de boa categoria. Reservei o tour com 3 meses de antecedência, pois os hotéis são bem concorridos, para isso tive de depositar 40% do valor total do tour. Fiz a transferência pelo app da Western Union para o Hector, a taxa era muuuuito mais barata do que se eu fosse em uma agência e bem fácil de fazer. E quanto gastamos no total da viagem? Bom foram 15 dias no total. (La Paz+Copacabana+Isla del Sol+Uyuni) Voo + Hospedagem em hotéis/hostal + Seguro viagem + tour privado Uyuni + dinheiro pra viver (alimentação, transporte, lembrancinhas mil) = R$5823 por pessoa. *Obs* R$5823 mas compramos mtas bobeirinhas, mtas mesmo, bolsas, mochilas, caderninhos, carteiras, chocolates...o artesanato é mto barato em La Paz, e dá vontade de comprar tudo, e de comprar para ajudar também, pq tem mtas senhorinhas idosas vendendo. Então se vc não for “das compras” dá pra ser bem menos o valor gasto. Isso aí pessoal! Se quiserem perguntar alguma coisa, deixo aqui meu ctto: (aproveitem enquanto eu ainda lembro kakakaka) [email protected] Abraço!e boa viagem!
  21. 1 ponto
    Oii! Que bom que está gostando! A Patagônia é um sonho, vais amar 😍 Achei uma foto das minhas coisas organizadas pra colocar na mochila. Ignora a parte da mala com biquíni porque depois fui pra praia 😂😂 Vou tentar listar abaixo o que levei para os 17 dias e o que usei e também o que achei desnecessário 1 Jaqueta corta vento 2 Fleeces 3 Blusas térmicas ( usei 1 dia só) 1 Calça Térmica 1 Legging 1 Calça impermeável/corta vento/térmica (usei MUITO, sempre um a legging ou térmica embaixo) 2 Calças jeans ( poderia ter levado só 1) 2 Toucas (usei bastante) 2 Cachecóis (usei 1x) 1 Bota de Trekking 3 Meias específicas 1 Vans 1 Havaianas 1 Pijama Curto 1 Toalha 4 T-Shirts e 1 blusinha mais "ajeitadinha" 😂 2 Blusas dry-fit 2 Tops Meias e calcinhas Acho que de geral foi isso, não tô lembrando de mais nada! Precisei lavar roupas 2x durante a viagem e onde dava, eu lavava as roupas intimas no banho mesmo. Usei aquele sacos a vácuo com a bombinha manual que salvaram a minha vida e economizou muito espaço na mochila. Toda a minha bagagem deu 10,4kg.
  22. 1 ponto
    Oi galera! Estou indo passar o final de ano no Petar e queria algumas dicas de trilhas e passeios para fazer por conta própria na região. Alguém sabe me dizer se a trilha do Vale das ostras é necessário guia? Outra coisa, estou indo com a kombi motorhome, se alguém souber um bom ponto para estacionar e passar as noites seria ótemo.
  23. 1 ponto
    Alguns passeios dependem de guia sim, como vale das Ostras e Caverna do Diabo). Quando fui, conheci o Guia Jorlei ( wtsapp 13997954148). Gente fina demais que me deu um apoio e tanto na minha viagem. No centro de Eldorado tem a praça matriz que vc vai conseguir passar a noite de boa.
  24. 1 ponto
    Olás! Estou viajando para Praga no fim do mês e tenho uma escala de 9 horas em Istambul. Estava super feliz pois achei que poderia conhecer a cidade mas a escala será durante a noite e viajo sozinha. Alguém tem alguma sugestão? Ficarei das 22h às 7h, em Istambul. Será que rola sair do aeroporto e dar um rolê na cidade? Alguém na mesma situação que eu?
  25. 1 ponto
    Sobre conhecer um pouquinho de PETAR, o Núcleo Caboclos - Caverna Temimina e Vale das Ostras: Fui com um grupo de amigos da Crazy Trip, o lugar é incrível e que todos deveriam conhecer. Em Petar existem diversas trilhas, cavernas e cachoeiras. Ao chegar em Petar fui direto para trilha de nível médio para encontrar a caverna Temimina, antes de chegar na caverna, encontrei uma pegada de onça, deu tanto medo na hora kk, mas como eu sempre digo (Deus protege os aventureiros). Ao chegar na caverna primeira caverna tirei algumas fotos, subir em algumas rochas, cantei para escutar o eco da minha voz e parei pra comer no meu da natureza pois lá tem uma visto muito bonita, seguida voltei para trilha em direção a segunda caverna, que é necessário entrar na água para chegar até o fim dela, chegando no fim, foi muito foda, pois a visão é incrível, tem um chuveiro feito pela natureza que sai mais água que o chuveiro da minha casa kkkk. depois de aproveitar o bastante fomos em direção a terceira caverna, que depois dela tem uma trilha de nível difícil pois praticamente você escala essa caverna para chegar até o topo. Na volta do camping eu estava sozinho e estava pensando na onça, pensando na possibilidade que teria de me salvar caso eu encontrasse, (sei lá subir em uma árvore, fingi que sou estatua, gritar: Olha o coelho!) kkkk. Mas se você está lendo isso, é porque não encontrei kkk No dia seguinte peguei a trilha da Vale das Ostras onde passei por 12 cachoeiras lindas, uma melhor que a outra, algumas tem a possibilidade de pular de uma altura de uns 8 metros de altura e é claro que pulei todas, pois é muito gostoso. A última cachoeira é linda demais e gigante. Você vendo aquela queda bem forte na sua frente é até incrível de se ver onde me deparo perguntando como Deus é bom com nós todos. E para ficar melhor ainda, tem como entrar em uma caverna que tem dentro dessa cachoeira gigante. Vale muito a pena explorar o lugar. Capturar Grandes Lembranças 💭💻🎮🦁🎶🌴⛺🏄🐶📷 #UglasPeloMundo
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