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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 30-11-2019 em todas áreas

  1. 1 ponto
    Olá pessoal, alguém querendo fazer um bate e volta, de SP para capitólio ??
  2. 1 ponto
    Oi Ariane... Como sempre digo, tudo começa com o primeiro passo. A gente, mesmo sem dinheiro, consegue viver momentos tão fantásticos como se tivéssemos milhões. O mundo está ao alcance de nossas mãos. Comecei assim, ralando e enfrentando dificuldades financeiras, restrito de bons hotéis, alimentação farta, de transporte e de praticamente tudo.... Antes de tudo você precisa focar o período que vai fazer a viagem. Eu particularmente não foco um destino, o que eu foco são as promoções, precinhos muito baixos. Depois, com o 'eixo principal' comprado eu faço meu roteiro para os lugares que eu pretendia. Já dormi em rodoviárias, praças e depois fui melhorando e passei a dormir em aeroportos kkkk ... Já comi comida barata, marmita, lanche em boteco de esquina e no exterior cheguei até a passar o dia com um pãozinho puro. Andei léguas de sonhos. À pé, de bike alugada, de busão (moooiitttooo), de trem, metrô e depois que aprendi que existem promoções aéreas incríveis, juntei umas moedinhas e comecei a voar mais longe. Comecei assim... com o sonho de transpor divisas e depois fronteiras. Sair de minha cidade, do meu estado, sair do Brasil, sair do meu conforto e dessa nossa bolha, que infelizmente as dificuldades da vida nos condiciona. Mas depois de tudo isso, posso lhe dizer com todas as letras. Tudo valeu a pena e continuo nessa luta até hoje!! Gostei bastante de seu ânimo aventureiro e da maneira como expressa sua vontade de pegar a estrada, viver aventuras, enfrentar desafios. Já tive oportunidade de viajar com amigos que tinham grana aos montes e que no fim acabaram estragando a minha viagem. Gosto do roots, da simplicidade, da não exigência de luxo e de facilidades. Vencer lutando contra dificuldades é extremamente mais gratificante que qualquer troféu que possa chegar nadando em facilidades e sem marcas de muito sofrimento e espinhos... Vai fundo, amiga. Espero um dia ter a oportunidade de te encontrar por esse mundão afora, sorrindo muito e dizendo: eu consegui!!!
  3. 1 ponto
    @Gaia Piá Que legal que estah conseguindo descer o nosso continente. Soh um detalhe: na america central voce precisarah do passaporte.
  4. 1 ponto
    Deus abencoe teu viagem!!!!!
  5. 1 ponto
    POXA OBRIGADO DWI UMA PESQUISADA AGORA PARECE QUE DA MESMO É QUE MUITOS ME DISSERAM QUE NAO TEM COMO SEM PASSAPORTE MAIS OBRIGADO DE QUALQUER FORMA EU JA ESTOU NA ARGENTINA PERTO DE BUENOS AIRES VOU PRA UCHUWAYA E TEM QUE PASSAR PELO CHILE PRA ATRAVESSAR PRA LA , fiquei com medo de descer pro sul e chegar na hora e nao ter como de entrar e vencer minha estadia no pais ae eu ia ter problemas com legalidade isso é uma merda
  6. 1 ponto
    Vc pode entrar com sua identidade (em bom estado e com foto recente de preferência) em todos os países que fazem parte do Mercosul. Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Peru, Bolívia, Colômbia, Venezuela e Equador
  7. 1 ponto
    Tem mais é que se orgulhar mesmo. E estão conhecendo tudo na melhor velocidade possível !
  8. 1 ponto
    O 4X4 acelerava ferozmente por um terreno completamente irregular, o vento batia na cara e bagunçava os poucos fios de cabelo que ainda me restam. O céu numa tonalidade de azul extremamente pura constrastando com aquela cor amarelada do deserto fazia com que meus olhos se perdessem junto à imensidão. A besta indomável, uma caminhonete Subaru, ano qualquer, bancos de couro e com rugido de leão, era guiada por um boliviano primo de Evo Morales (acho que naquele país todos são primos). Eu e mais 4 chilenos, eram eles 3 universitários e um ex fuzileiro naval da tropa de elite chilena (mentira, esse último era um senhor que falava um espanhol misturado com alguma coisa vinda de outro planeta, onde eu só entendia o “gracias”), ouvíamos um reggaton pesado que espantava até os últimos dos espíritos incas que ainda rodeiam a região. Eu, Evo Morales (ou seu primo), os três universitários junto ao fuzileiro naval cantávamos totalmente desentrosados, a besta indomável lutava contra uma colina que já durava 40 minutos. Eu, particularmente, não sabia o que era mais difícil, tentar cantar o reggaeton, ou orar em pensamento para que o Subaru conseguisse subir o bendito do Everest. Ufa, chegamos. No topo de uma duna, eu, Evo Morales, 3 jovens suecos e um comandante militar, observávamos como vencedores o imenso lago rosa lotado de flamingos. QUE ALEGRIA, SENHORES! O velho Subaru agora parecia um guepardo, descendo velozmente sentido Laguna Danone, aliás... Laguna Colorada. Após alguns minutos finalmente chegamos. O Subaru descansou, Evo Morales tbm. Os três jovens noruegueses saíram para bater fotos, enquanto o capitão da armada japonesa foi por outro lado. Fiquei ali por alguns minutos, eu e os flamingos. Uma mistura de rosa, azul, amarelo, e marrom (a minha cor). Uma mistura de sensações e emoções. Mais um sonho realizado, mais um projeto bem sucedido. Em meio a tudo aquilo que não silencia por mera vontade, meu coração vibrou e mais uma vez transbordou de gratidão! A Laguna Colorada é um lago salgado que fica no altiplano da Bolívia, em uma altitude de 4.278 metros acima do nível do mar. VALEU, BOLÍVIA! IMG_5374.MOV IMG_5265.HEIC IMG_5350.HEIC IMG_5365.HEIC
  9. 1 ponto
    Faaaaala galera das trips e mochiladas!!! Desde já deixo meu muito obrigada por toda ajuda e experiências compartilhadas aqui, dessa vez resolvi me organizar melhor durante a trip e anotei o máximo que pude de info pra postar o relato e disponibilizar pra comunidade mochileira! Desde 2013 uso o site Mochileiros nas trips seja antes ou durante sempre pra pegar os bizus de como gastar menos, busca por vida local, foco na natureza, essas coisas que exploramos quando vamos por aí... Obrigada demais Mochileiros.com enfim chegou minha vez de contribuir! Bom, essa foi a primeira trip que fiz sozinha, bateu um medo de leves, o que durou apenas um dia até a chegada no Hostel. De longe a experiência de viajar só foi incrível e foda demais!!! Meninas, mulheres lindas e mochileiras: Viajem só ao menos uma vez na vida!!! Vamos ao Relato... INFO DE GASTOS U$$ 418 Passagem Aérea Los Angeles - Bangkok U$$ 98 Passagem de Chiang Mai a Krabi U$$ 25 Passagem de Krabi a Bangkok U$$ 1100 Gastos gerais com (Transporte, Hospedagem, Alimentação, Tour e Tatuagem). Saí de LA já que resido no USA no momento, logo fiz a trip com dollares e a dica é: Leve notas de 100! A melhor cotação que encontrei foi em Chiang Mai pra quem vai com Dolleta. Também é o melhor lugar que indico pra comprar lembrancinhas. No aeroporto tem um SuperRich no subsolo (casa de câmbio) com a cotação melhor que na cidade de Bangkok. Por incrível que pareça a cotação na ilha Ko Phi Phi estava boa, mas sugiro Chiang Mai pra câmbio. Optei por ficar em hostels como sempre fiz, eu amo demais a vibe de dividir quarto, conhecer gente do mundo inteiro, e claro os preços encaixam direitinho no plano de gastar menos. Apenas em Railay fiquei em Resort mas era bem roots, no meio da floresta e o banheiro era compartilhado. Minha mochila levei a de 35 L pra não ter que despachar. Recomendo pegar um chip local pra comunicação. Não peguei porque tinha acesso normal no meu plano de telefone pra usar internet. Transporte usava bastante o Grab Bike (sem medo real). Mais barato e mais aventureiro! O tempo inteiro comia thai food e claro frutas e sucos, aliás suco era o tempo inteiro!!! U$$ 1 = 30.08 Thai baht Vale lembrar que não gastei com bebidas, o que foi bom pro meu orçamento e bom pra minha memória que é muito seletiva 😝 ROTEIRO TAILÂNDIA 14 DIAS Bangkok [4 dias] Chiang Mai [3 dias] Railay Beach [3 dias] ko Phi Phi [4 dias] 1o dia (31/10/2019) LA - BANGKOK O dia D pra quem viaja sozinha(o) pela 1a vez!!! Cheguei em BKK por volta de meio dia e tava decidindo como fazer pra chegar até o hostel. Fechei um preço com o piloto do táxi no aeroporto que saiu uns 340 THB até o hostel, mais o pedágio que tem pagar que são dois (Um de 50 THB e outro de 25 THB). Chegando no Hostel (Here Hostel) fechei os dias lá (663 THB por 2 noites). Deixei minhas paradas na cama, doleira na cintura e parti pro abraço bater aquela perninha básica como todo carioca gosta de fazer hehehehe. Fui pra Khao San Road e dei um rolê perto dos Templos. Passei no 7 eleven (recomendo pra lanches rápidos) e lancei um suco de maracujá de respeito!!! Voltei pro Hostel de motoca (cheia de medo mas fui assim mesmo) e decidi fechar o tour do Ayutthaya por lá mesmo. (800 THB) O Max, um holandês lá do hostel que eu conheci tinha comentado comigo que fez por conta própria, gastou bem menos mas conheceu só um templo. Como tinha tempo curto optei por fechar o tour mesmo pagando um pouquinho mais. Ouvi recomendações de fazer Ayutthaya de bike ou de motoca. 2o dia (01/11/2019) BANGKOK - AYUTTHAYA Acordei 7 da matina de boas (já tava de boa com o fuso) conheci o suíço Steven na saída do tour ele tava indo pro floating market com a mesma galera que fechei o tour pro Ayutthaya. Chegamos na Khao San Road pra encontrar o restante da galera que ia partir pra Ayutthaya. Motoba da van parecia velozes furiosos real! Mucho crazy e não reclamo! Adrenalina motiva e sempre faz parte das trips! Conhecemos as ruínas de Ayutthaya que incluía: Wat Phra Sri Sanphet e Grand Palace Wat Chedi Phukhao Thong Wat Lokayasutharam Wat Mahathat Wat Chaiwatthanaram Durante o tour fiz amizade com uma francesa que tava viajando sozinha também, Carroline super gente boa e curtimos praticamente juntas o tour inteiro. Voltamos um pouco atrasadas pra van e o motoba tava boladaço porque só faltava nós duas pra meter o pé. Chegamos em BKK umas 4pm. Fui pro meu quarto e tive a sorte grande de conhecer um casal de brasileiros no quarto q eu tava, Carol e Gilberto! Ficamos amigos e logo em seguida conhecemos Jon um espanhol e Elisa uma italiana que estavam tbm no mesmo quarto, galera do dormitório G10!!! Firmamos uma equipe e partimos pra Khao San, com a Ammie da Austria q nao tava no dorm G10 mas era como se estivesse. Comemos aquele espetinho de inseto, experimentei meu novo vício PadThai e dançamos muito na Khao SAN! Parecia carnaval real! Partimos p Hostel depois... 3o dia (02/11/2019) BANGKOK - CHIANG MAI Esse dia foi o mais correria de todos pq o “follow the flow” não colou muito bem mas faz parte. Eu, Carol e Gilberto acordamos e fomos tomar café antes de ir pra saga templária em Bangkok. Decidimos ir até a estação de trem pra comprar a passagem pra Chiang Mai. Eles conseguiram porque íam um dia depois q eu. Deixei pra cima da hora (pleno feriado e sábado) não consegui. Daí comecei a tentar os busão da vida e nada tbm. Tudo lotado!!! Bom resolvemos ir lá no mall de rolê e depois eles me levaram num lugar lá pra comer o verdadeiro padthai da parada. Bem apimentadinho mas super local mesmo! Foi o melhor de todos que experimentei! Pegamos um grab pra voltar depois e conseguimos ir no Grand Palace (500 THB) Tive que perder uns 100 THB em uma saia longa, pq tava de short... Não pode entrar com joelhos e ombros descobertos nos templos. (Já sabia mas dei essa bisonhada tática). Ainda não tinha decidido minha ida pra Chiang Mai mas fui de maluca tentar o busão nas rodoviárias. A Saga do busu pra Chiang Mai foi louca mas lembrando aqui que foda bagaraiii! Os locais me ajudaram demais! Gratidão! Piloto do Grab me levou na 1a rodoviária me desovou lá e disse pra eu tentar noknanchairair, não consegui. Uma local viu minha tentativa e me indicou pra Sombatour bus peguei um grab e fui tentar de novo (tente outra vez estilo Raul hahahhahahaha). Dessa vez consegui mas foi correria máxima pq o ônibus ia sair em 30 minutos. O bus até Chiang Mai deu 530 THB e tive q ir de motoca pra chegar a tempo. E na moral, que sorte a minha! Peguei o melhor motoba, já era um senhor de idade, super sagaz! Cara eu quase dei um beijo na boca dele de tão grata que eu fiquei. Tava muito trânsito e ele cortava tudo e todos! Chegando lá, eu comecei a procurar a plataforma e mano, era muita gente e eu me dei conta q eu era a única mochileira ali, mas foi de boa e valeu demais a experiência! A galera ficava olhando pra mim e tentando me ajudar sabe?! Cara o povo Tailandês mora aqui ❤️ pra sempre! Peguei o busão e virei a noite no busu de boa dormindo a pampa. 4o dia (03/11/2019) CHIANG MAI Cheguei bem cedinho no meu lugar predileto da Tai! Passei no 7 eleven pra comprar uns sandubinhas e depois peguei a motoca até o hostel que deu 150 THB. Cheguei no August Hostel (old city) umas 7am e não dava pra fazer check in ainda. Só deixei a mochila lá e fui pros desbraves. Nesse dia eu dei um super rolê e conheci os templos de Chiang Mai que ficam bem pertinho um do outro: Wat Phra Singh 40 THB Wat Chedi Luang 40 THB Wat Chiang Man Free (Donation) Esses foram os templos que visitei. Entrei em outros também gratuitos. Tem o Doi Suthep que gostaria muito de fazer mas não tive tempo. Ou era esse ou Chiang Rai. Bom, voltei pro hostel, fiz o check in (650 THB por 2 noites) fechei o tour pra Chiang Rai (900 THB bate e volta), logo depois conheci a Duna da Espanha que falava português para nossa alegria e conheci Romain e Rayan da França. Fechamos o bonde e fomos pro Sunday Market dar esse rolê. Esse é o mercado mais famoso e bem local de Chiang Mai! Sorte de estar lá no dia certo. Voltamos p hostel e ficamos de boa trocando ideia. 05o dia (04/11/2019) CHIANG RAI Esse dia foi muito mágico e inesquecível tb! Tomei um café rapidex e aguardei a van do tour pra Chiang Rai. A Apple (melhor guia de todas) estava lá esperando comigo! Trocamos ideia até a van chegar e nossa cara que sorte de conhecer esse anjo! Que menina especial a Apple! Partimos p longa jornada e seguramente a melhor jornada templária que eu tive! Iniciamos pelo Templo Branco Wat Rong Khun. Depois almoçamos e experimentei Ka gai, uma sopa bem apimentada! Muito apimentada enfim.. Matilde e Naomi da Bélgica e Andrew da Cali se juntaram a mim e tivemos essa experiência juntos! Voltamos pro tour direto pra Black House Baan si dum é um museu de taxidermia bem legal. E Fechando a saga templária do norte, o melhor templo de todos pra mim, o Templo azul ou Wat Rong Seur Ten. Adorei demais não sei explicar porquê! O Buda branco me trouxe uma energia e uma sensação inexplicável fiquei presa lá dentro conectando com a energia e tudo mais... dia lindo! Gratidão! Cheguei no hostel encontrei com os meninos e marcamos um dez. Me despedi deles e fui de berço. 06o dia (05/11/2019) CHIANG MAI - KRABI - RAILAY BEACH Rumo a saga litorânea do sul! 👊🏼 Acordei bem cedo, tomei um café rápido no hostel novamente pq meu voo pra krabi era de manhã bem cedo. Fui de Grab car por conta da mochila e saiu por 180 THB. Escala em BKK depois finalmente parada em Krabi peguei um bus 150 THB até o Ao Nang Mao pier. Conheci no píer dois portugueses gente boa Daniela e Antonio esperamos o barco juntos pra partir pra Railay Beach. O Barco até Railay era 100 THB. Chegando em Railay já senti o vibe de praia, maresia e pah abri aquele sorriso feliz em saber que os próximos dias sería de pura praia, sol, e relaxxx... Encontrei um resort mais em conta que era o Rapala Rockwood Resort no meio da mata em Railay East. Fechei (1460 THB por 3 noites) era bem simples com banheiro compartilhado, tinha que fazer um hiking pra chegar no quarto mas oh, super válido! Chiang Mai de longe meu lugar predileto, mas Railay é superrr vibeee!!! Que lugar encantador! Fui direto pra prahnang, não ia perder tempo em me encontrar com as águas do mar já que moro nas montanhas de Utah e faz mais frio que calor. Lindíssima a praia! Fui fechar o tour Hong island que foi a maior “facada” da trip tirando a tattoo (1600 THB). Depois voltei pro resort, peguei meu livro (único momento que consegui ler) e fiquei marolando. Até que dormi bem cedo! 07o dia (06/11/2019) RAILAY BEACH - HONG ISLAND Esse foi o melhor tour das ilhas que fiz! Antes de partir tomei um café da manhã, dessa vez mas de boaça e talz... Antes de partir conheci um casal de brasileiros gente boa demais Carlos e Laís minha xará, ambos de MG. Parti pra Railay west fazer o passeio. Conheci Oxana da Ucrânia (casada com 3 filhos e tb tava viajando sozinha) e o Carl de Wales UK durante o tour. Nos divertimos muito nesse passeio e firmamos a família Railay Beach! Marcamos na praia pra assistir o pôr do sol que foi irado demais! Chegamos e marcamos de comer um padthai de moral barato e gostoso! O casal brasileiro encontrou com a gente mas foram embora cedo. A gente partiu pro Last Bar, movimento tava maneiro lá, conhecemos uns alemães e um casal de americanos que vivem em Chicago ficamos jogando sinuca com a galera. Depois partimos. 8o dia (07/11/2019) RAILAY BEACH Vishhh acordei e muita chuvaaa depois do café da manhã! Conheci o Austin do Alabama e a Clara uma brasileira de SP. Depois o Paul australiano gente fina chegou e agrupou. Voltei pro quarto e esperei a chuva passar. Aproveitei pra fazer laundry nesse dia tb no resort mesmo (60 THB). A chuva passou e eu fui pra praia prahnang e nossa mano que água perfeita! Que praia! Simplesmente entrei na água e só fui sair em 2020. A Oxana e o Carl apareceram e a gente fez até um ioga de leves com um Russo que tava praticando por conta própria chamando geral pra participar rs mas ngm parava, que figura! Voltamos e fui pra massagem (450 THB) depois do banho. Também comprei o transfer pra Ko phi phi (400 THB). Nos encontramos pra comer e até dei palhinha de hostess no restaurante (vai que cola um trampo em Railay???) nunca se sabe!!! Voltamos e passamos no Last bar de novo. Foi chato despedir mas faz parte da vida né? Foi ótimo o tempo que passamos juntos Oxana e Carl! Dois abraços inesquecíveis. Sorte na vida conhecer essas duas almas lindas! Mochileiros deixam um pouco de si, levam um pouco de cada. 09o dia (08/11/2019) RAILAY BEACH - KO PHI PHI Na real queria mais um dia em Railay, maassss estava animada demais pro sonho Ko phi phi! O trajeto até a ilha foi bizarro pq a gente troca de barco no meio do mar e o barco balança a vera. Fizemos a troca louca, sentei no ferry até phi phi e dormi a lot!!! Hahahhaha acordei já na ilha e de cara vi um MC donalds e um Burguer King e eu fiquei como??? WTF??!! Mas tudo bem tb faz parte. Cheguei lá e procurei um hostel que tinha visto no booking.com (indico mais que hostelworld) um preço legal pra 4 noites (1080 THB) fechei! Nome do hostel é ploydorm! Super curti o hostel e a galera que trampa lá. Conheci a linda Soph e o carioca Tailandês Pah. Larguei tudo por lá mermo e parti pra praia Long Beach. Que foi meu destino em quase todos os dias lá. Uma caminhada de leves, eu fiz com a Kayla e o Tom do Texas. Conheci eles lá no ferry quando aportamos e indo p praia encontrei com eles de novo no caminho. Acabei me machucando com a pedras que tem dentro do mar então já fica a dica tb pra essa praia que é linda mas têm muitas pedras! Marquei lá até escurecer, a galera foi embora mas eu fiquei (rata de praia somos com orgulho). Voltei e fui dar um rolê na ilha, de noite é muito agitado o que me incomodou um pouquinho mas nada que tirasse a vibe boa q já habitava em mim. Voltei e fiquei no hostel mesmo onde acabei conhecendo a Silvia da Itália e o Alex da Cali. Trocamos mohhh ideia até altas horas e dps partimos pro bercin. 10o dia (09/11/2019) KO PHI PHI Acordei no gás e já parti pra fazer trilha! Pointview (30 THB) Irado o pico vale a pena demais chegar lá! Voltei, comi uma parada de leves, fui pra Long Beach de novo e voltei decidida a fazer a tattoo (14000 THB). Comecei a fazer mas a princípio queria com bamboo só que não daria tempo de ficar pronta. O Bao foi o artista local que fez o trampo. Fiquei lá 6 horas com ele entre intervalos e ficou top a arte! Fui dar um rolê depois na noite e voltei fiquei no hostel trocando ideia com a Silvia de novo e uma sueca mucho crazy que tava morando lá no hostel hahahhahahaha (um dia chego lá). 11o dia (10/11/2019) KO PHI PHI Esse dia tava bem de boa querendo só relaxar e um pouco cuidadosa com a tattoo e novamente fui de Long Beach. Dessa vez na companhia da Sara de Vancouver, Cíntia espanhola e do Paul (australiano que conheci em Railay). Fomos pra Long e passamos o dia lá! Voltamos e fomos comer. Nesse dia fui no Karaokê com o Pah, o local que tava me ajudando nas paradas da tattoo. Nos divertimos e depois eu voltei pro hostel, dormi cedo dessa vez porque tinha tour pra fazer no outro dia. Función! 12o dia (11/11/2019) KO PHI PHI - BAMBOO ISLAND Último tour da trip e a praia com água mais cristalina que vi por lá! O tour custou total (900 THB) e foi de longtail. Todos os tours de barco incluem almoço e talz se não mencionei anteriormente. Bom começamos na parada do sharkpoint mas não rolou de ver porque eles não brotaram. Depois paramos na Bamboo Island, e que paraíso!!!!! Lugar lindo demais! Super clara e temperatura da água maravilhosa! Marcamos uma hora e meia lá e voltamos pra monkey beach e tiramos uma casquinha na Maya Bay do lado oceânico, já que tá fechada pra acesso. No final voltamos na hora do por do sol dentro do mar. Que experiência!!! Muito lindo! Voltei do passeio e fui tomar banho e me encontrar com as meninas Cíntia e Sara. Também encontrei nesse dia com Carol e Gilberto de novo!!! Acabei indo com as meninas pra praia mas decidi voltar pq queria ficar tranquila de boa. Marquei no Karaokê um pouquinho e voltei pro hostel. Na volta encontrei com Alex meu vizinho de hostel e trocamos uma ideia lá. A Sara voltou e colou com a gente tbm! Gilberto e Carol tb brotaram e ficamos de social lá. Aproveitei o máximo q podia com eles pq dia seguinte já ia partir. 13o dia (12/11/2019) KO PHI PHI - KRABI - BANGKOK Tudo que é bom dura pouco mas a gente aproveita até a última ponta de tempo né?! Nesse dia acordei e já fechei o ferry pra krabi que deu (300 THB) a Soph fez um desconto pra mim lindo! Encontrei com o Alex e partimos pra Long Beach juntos! Follow the flow joeee. Claro que rolou aquele suco da fruta de lei antes da praiana. Tivemos um dia incrível em Long Beach, trocando altas ideias até chegar o ponto de esquecer o horário do ferry hahahahahhahaha fiquei mais na correria do que pra chegar em Chiang Mai. Valeu a pena cada segundo que atrasei! Corri até a China pra pegar esse ferry né? Não tive nem tempo de despedir dos locais que conheci na ilha mas sabe aquela sensação de que voltaremos no lugar? Pois é. Só entrei no ferry e fui. E agradeci muito pela oportunidade de ali ter criado tão boas conexões e experienciado momentos que vou levar pra sempre comigo. Cheguei no aeroporto de van (150 THB) com um casal de espanhóis que estam morando no Chile. Me atualizaram todos eventos em ultimato! O voo atrasou pra BKK mas chegamos com muita fé em BKK. Peguei um grab até o hostel (HeRe Hostel de novo) que deu (180 THB). Conheci uns caras do Paquistão que me contaram que amam o Brasil e que aliás sabiam de muita coisa que rola. Fiquei de cara! E fui morgar sério depois. 14o dia (13/11/2019) BANGKOK Despedida da Tai com chave de ouro. Acordei tomei café e colei com os malucos do hostel, o Scott de Montana, o Diether da Bélgica e um alemão que não lembro o nome dele mas gente boa! Fomos no Wat Pho (200THB). Missão final da trip. Fui com eles e no final voltei pra Khao San pra ver umas paradas pra levar pra casa. Fiquei no hostel com a galera de Netherlands que tava em massa em BKK naquele dia! Voltei na Khao San pra comer e regressei ao hostel. Combinei com um casal holandês de ir pro aeroporto juntos no dia seguinte e teve um alemão que tb ia colar c a gente pra ratiar esse grab! Dormi um pouco tarde, fiquei trocando maior ideia com o Diether antes de dormir. 15o dia (14/11/2019) BANGKOK - LA TCHAUUU Tai!!! Sat wat dee ka 🙏🏼 Khop koon ka Muita gratidão e também aquela vontadinha de ficar mais tempo né?! Mas enfim, tomei meu café e fechei c a galera o grab até o aeroporto (140 THB pra cada um contando pedágio.) E essa foi a minha jornada nesses dias incríveis e inesquecíveis nesse país maravilhoso! O medo de ir sozinha não durou quase nada, e por fim, foi uma grande experiência pois abri mais meu coração e tive oportunidade de conhecer tanta gente legal pra compartilhar experiências! É isso que levamos da vida né? E viajar nesse estilo pelo menos pra mim é a melhor forma de aprender a viver. A Rotina é importante e faz parte mas é fundamental não ter planos tb. Essa foi a grande lição da trip! ” O que se leva da vida, é a vida que se leva!” OBS: Ainda tô montando a planilha com gastos mais detalhados, mas qualquer dúvida estou aqui aberta e disponível pra ajudar! Mais uma vez obrigada Mochileiros!!! 🎒👊🏼🙏🏼
  10. 1 ponto
    @Jefferson Zanandréa breves palavras, mas foram muito boas! Parabéns!
  11. 1 ponto
    Geralmente voa para Buenos Aires. De lá, toma outro voo para El Calafate. E dessa cidade vai de ônibus ou carro para El Chaltén. Tentei explicar como fazer esse roteiro através dos seguintes videos:
  12. 1 ponto
    @Adriana T-Tresch Quando meu filho nos presentou com aquela viagem aa Tailandia, negociei muito com ele, queria trocar por uma viagem aqui no Brasil. Apesar de todos os problemas que temos, esse pais e seu povo faz a diferenca, temos aqui praias maravilhosas, cidades historicas restauradas(no Brasil inteiro), floresta, matas, rios, cachoeiras, templos, caminhos, grutas, picos e montanhas...... sem contar a alegria e a hospitalidade do nosso povo(aqui nao tem como citar qual estado eh mais receptivos, todos sao iguais). Amigos me perguntam, se tenho interesse em conhecer a Europa, America do Norte, Asia.... ateh se eu tivesse dinheiro sobrando(tive essa oportunidade, inclusive quando o dolar estava na faixa dos 1,66 reais), e nao fui...nem na Disney(kkkk), hoje me orgulho de conhecer cada cantinho desse pais que tanto amo!
  13. 1 ponto
    Quanto que você vai gastar, depende muito dos locais que você frequentar e do que for consumir lá. Falando pelo meu perfil e o da minha esposa, quando viajamos, nós fazemos questão de fazer ao menos almoçar num restaurante, comendo um prato de comida quente, café da manhã e jantar não nos importamos de comer um lanche na rua ou comprar algumas coisas no supermercado caso estejamos hospedados num local que nos permita comer "em casa". Não temos luxo, não temos "frescura" para comer, tem muita pouca coisa que não comemos, não nos importamos em comer a tal "comida congelada requentada" dos restaurantes mais econômicos que o pessoal mais gourmet torce o nariz "comida congelada" esta, que a maioria dos restaurantes caros também serve... Também temos o costume de pedir o prato do dia, que quase sempre é mais barato, e feito com ingredientes frescos do dia. No nosso perfil, durante a viagem que fizemos ano passado para Bruxelas, comendo em restaurantes simples, mas também não no mais ruim e barato deles, pedindo o prato do dia, nós gastamos em média uns 20 Euros por almoço por pessoa, pedindo o prato do dia, que quase sempre é uma entrada + prato principal e uma cerveja para acompanhar. Em Paris e Amsterdam, os gastos almoçando em restaurantes simples, também devem ficar mais ou menos nesta média de 20 euros por pessoa para entrada + prato principal + uma bebida. Café da manhã nós tomávamos no hotel, mas se for ir num supermercado, a maioria tem itens de panificação frescos, e comprar um café numa starbucks da vida, você consegue tomar café da manhã com uns 5 euros por pessoa tranquilamente. Nós já não temos o costume de jantar comida quente, então comprávamos algum lanche e algo para beber na rua ou supermercado, com uns 5 ou 10 euros dá para "jantar" relativamente bem. Então somando café da manhã na rua, almoço num restaurante simples e jantar com lanche comprado na rua/supermercado, nós gastamos algo próximo a 30 euros por dia com comida por pessoa, no caso de um casal, 60 Euros por dia. Separa mais uns 10 ou 15 euros por dia para o casl usar no metrô.... Daria algo próximo a 70 ou 80 euros por dia para um casal gastar com comida e metrô, então com um orçamento de 120 euros só para isto estaria relativamente folgado. Mas como falei antes, vai depender dos locais que vocês frequentarem lá e do que pedirem, se forem frequentar lugar mais sofisticados, ou pedir coisas mais refinadas, a conta pode ser bem mais alta que isto! Atrações eu não gosto de comprar antecipado, pois engessa demais o roteiro, e depois você está em Paris, com ingresso comprado para Torre Eiffel num dia horrível, frio, chuvoso, cheio de neblina ou nuvens baixas, e no dia seguinte, faz um lindo dia de sol, e você tem ingresso para o Louvre, e vai passar o dia todo enfurnado no Louvre... Pessoalmente eu gosto de ir fazendo os passeios e visitar as atrações de acordo com o clima, se a previsão do tempo falar que amanhã vai fazer sol e calor, eu tento fazer os passeios ao ar livre, se falar que amanhã vai ser chuvoso, tento fazer os passeios indoor...
  14. 1 ponto
    Oii, acabei de voltar de lá, fiquei 30 dias. Só consegui visitar a Tailandia, o Laos e o Vietnã e mesmo assim foi muito corrido. Para cada embarque e desembarque que você programar no roteiro conte como dias perdidos. Se tentar visitar 15 cidades diferentes por exemplo, o que é bem fácil, vai passar mais tempo em aeroporto do que visitando e curtindo. No Laos, no Camboja e no Myanmar os deslocamentos de trem e ônibus levam um dia inteiro, as estradas estão em péssimas condições. Se eu fosse fazer a viagem sabendo o que sei hoje, iria para a Tailândia, Vietnâ e Filipinas, já que as passagens aéreas são muito baratas e escolheria mais um entre Laos, Camboja e Myanmar. Qualquer dúvida só perguntar.
  15. 1 ponto
    Sim, estou pensando nisso mesmo! Até mesmo porque dizem que Bruxelas tbm é uma cidade cara e Paris é Paris né? Obrigada!
  16. 1 ponto
    Então, talvez se escolher menos países e tentar conhecer com mais profundidade (a região interiorana, as atrações menos conhecidas) pode ser até mais proveitoso, pois acaba fugindo da multidão que lota os lugares famosos em busca das melhores selfies...
  17. 1 ponto
    @RodrigoDigão HAHAHA então, quando vi o tobogã pensei que fosse pago também, mas ai fomos lá em cima para conferir e não tinha nada impedindo de descer, e tinham várias pessoas, cranças e adultos descendo daí a gente foi tbm E sim, o banheiro dentro do shopping era pago! Achei isso O CÚMULO, dentro do shopping gente? Como que pode, mas nem no Brasil HAHAHA Mas fazer o que né =/
  18. 1 ponto
    Olá viajantes, cá estou eu para compartilhar meu segundo relato neste fórum maravilhoso rs. Desta vez, tentarei ser mais breve (não garanto). Vou tentar me focar nos pontos que as pessoas possam ter mais dúvidas e ciladas que podem evitar cair. Fiz uma trip incrível com meu marido entre 7 e 22 de Outubro de 2019 por Berlim, Praga e Budapeste. CUSTOS PARA DUAS PESSOAS * Convertido em reais variando conforme os fechamentos do meu cartão de crédito. ** Todas as hospedagens paguei daqui do Brasil com antecedência via cartão de crédito. *** O único passeio que comprei com antecedência foi a entrada do Parlamento de Budapeste e entrou como gasto no cartão de crédito também. **** Comecei a pagar as coisas em Fevereiro, de modo que quando fui viajar, tudo já estava pago, só faltando fechar o que iria gastar no cartão de crédito. Passagem Aérea R$4.973,00 (IDA POR BERLIM, VOLTA POR BUDAPESTE) Seguro Viagem R$309,21 Bus Berlim > Praga R$145,44 Bus Praga > Budapeste R$160,32 Hospedagem Berlim R$1.582,35 Casa do Serkan Reserva via AirBNB Boelckestraße 80, 12101 Berlin, Alemanha Hospedagem Praga R$968,56 Golden City Hotel Garni Reserva via Booking Táboritská 913/3, 130 00 Praha 3-Žižkov, Tchéquia Hospedagem Budapeste R$683,82 Rákóczi Studio Reserva via Booking 1074 Budapeste, Rákóczi út 64. I/17, Hungria Dinheiro p/ levar (700 EUR) R$3.303,51 Gastos Cartão de Crédito R$724,61 Custo Total: R$12.850,82 Provavelmente agora você está se perguntando como consegui me virar com 700 euros pra duas pessoas esse tanto de dia. Bom, primeiro deixo claro que meu estilo de viagem não comtempla o ‘turismo gastronomico’, não faço questão de comer em restaurantes e etc. Também não saímos a noite pra bares e baladas, não faz nosso perfil. Além disso, como deve ter notado, só ficamos em Hotel em Praga, nossas hospedagens em Berlim e em Budapeste tinha cozinhas e jantamos muitas vezes lá mesmo, comprando coisinhas fáceis de fazer no mercado. Pra aproveitar mais o dia, eu fazia uns lanches pra gente comer e não precisar parar pra almoçar. Não sou de fazer compras também, só trouxe imã de geladeira HAHAHA Outro ponto também é que somos adeptos 100% ao transporte público, não usamos táxi ou Uber nenhuma única vez. Os gastos no meu cartão foram basicamente as vezes que comemos em restaurante em Praga, que não tínhamos cozinha. Só em um desses foi 250 reais porque entrei no primeiro que vi e me danei HAHAHA, comida é um negócio muito caro. ROTEIRO – BERLIM 6/10 – Saída de GRU 7/10 – Chegada em Berlim, Portão de Brandeburgo, Memorial do Judeus 8/10 – Checkpoint Charlie, Topografia do Terror, Mall of Berlim, Palácio do Reichstag, Siegessäule, Alexanderplatz 9/10 – Ilha dos Museus: Pergamon/ Neues/ National Galerie, Berlim Dom, West Side Galery, Memorial do Muro de Berlim 10/10 – Campo de Concentração de Sachsenhausen 11/10 – Fui em busca de lugares em que cenas da série Dark da Netflix foram gravados, longe da cidade 12/10 - Teufelsberg, Tempelhofer Feld ROTEIRO – PRAGA 13/10 – Saída de Berlim de ônibus, chegada em Praga, Relógio Astronomico, Ponte Carlos... (aqui foi só uma primeira passada, a gente passa diversas vezes por esses lugares lá né) 14/10 – Castelo de Praga, Kampa, Petrin, Labirinto de Espelhos 15/10 – Ossuário de Sedlec, Dancing House 16/10 – Museu do Comunismo, Sinagoga Velha, Cabeça do Kafka 17/10 – Vysehrad, Ilha Strelecky ROTEIRO – BUDAPESTE 18/10 – Saída de Praga de ônibus, chegada em Budapeste, ‘ruin bar’ 19/10 – Ponte das Correntes, Castelo de Buda, Bastião dos Pescadores, Estátua da Liberdade 20/10 – Casa do Terror, Sapatos no Danúbio, Parlamento, Mini Cruzeiro no Danúbio 21/10 – Praça dos Heróis, Termas de Széchenyi 22/10 – Última voltinha em Budapeste, Mercado Municipal, ida pro aeroporto 23/10 – Chegada em GRU
  19. 1 ponto
    DIA 12 Fomos de ônibus rumo a Budapeste. Compramos pela Flix Bus e, diferente dos demais, ele não para na rodoviária e sim em frente a estação de trem. É meio complicadinho de achar e inacreditavelmente caí no golpe do fulano que vai te ajudar, se mostra prestativo pra depois pedir dinheiro. Pensei que esse tipo de coisa não acontecia na Europa mas vejam só como são as coisas. Infelizmente, como a gente tava indo embora, tínhamos gastados todas as nossas coroas e não demos nada pra ele por ter simplesmente atravessado a rua (sendo que podia ter só apontado) mas enfim, é a vida. O ônibus da Flix Bus graças a Deus tinha banheiro e dessa vez nos preparamos para levar comida. Ele faz apenas uma parada no caminho, em Viena, de 15 minutos. Pegamos um trânsito na estrada por causa de acidente e a viagem acabou demorando um pouco mais do que o esperado. Chegando em Budapeste, o primeiro assalto foi ter que cambiar um pouco de Euro na rodoviária para comprar os tickets de ônibus. A cotação ali tava 1 Euro para 280 Florins, mas na cidade o comum era encontrar 1 Euro para 330 Florins. Enfim, demorei um pouco para entender como funcionava o transporte público ali. Já traumatizada com o cara que pediu dinheiro lá em Praga, chegou umas duas pessoas oferendo ajuda eu já fui perguntando se ela ia ajudar ou ia pedir dinheiro. A primeira pessoa de fato ia pedir e já foi embora, a outra fez uma cara azeda, mas acabou dando uma informação que quase não ajudou em nada. Depois de muito tempo, finalmente encontramos o ônibus que levava ao metrô e do metrô chegamos bem fácil no nosso AirBnb na região de Blaha Lujza. Pra pegar metrô em Budapeste você compra bilhete também em máquina e tem que validar nuns postes que tem na entrada da estação. As vezes tem fiscalização, as vezes não. As vezes a fiscalização fica na troca de linhas. Eu peguei a ‘mania’ de usar o bilhete e jogar fora e quase me danei numa dessas porque a fiscalização tava na saída da estação, mas tinha outros bilhetes do mesmo dia na bolsa e não deu problema. Mas fica aí o aviso. Visto que já estava de noite, saímos para comer algo e tentei encontrar algum dos famosos ‘ruin pubs’. Fomos no tal do Instant Club mas eu não me senti muito a vontade ali dentro. Na verdade, não tava entendendo como que funcionava o negócio, parece que são vários bares num lugar só mas não é todos que dá pra ir, não se sabe onde se cobra entrada onde é de graça... Enfim, embora parecesse um lugar descolado, achei muito confuso, não tava a vontade e por isso não ficamos muito tempo. Tomei um drink e caí fora. O Ruin Pub por dentro DIA 13 A primeira impressão que tive de Budapeste é que não é tão limpa como Berlim e Praga e as pessoas são menos prestativas ainda na hora de ajudar, não tem muita paciência, ainda mais em inglês. No entanto, ainda assim, gostei bastante. Nesse primeiro dia fomos andando até a Chain Bridge, atravessamos a pé e fomos até o Castelo de Buda, do outro lado do rio. Assim como o Castelo de Praga, o Castelo de Buda não é ‘castelo’, é uma ‘cidadezinha’ por assim dizer. Mas neste caso, funciona mais como um bairro da cidade e não se paga para ‘entrar’. Existe a opção de subir o morro pelo funicular mas também dá pra ir pé que foi o nosso caso. Damos de cara com o impressionante prédio do Museu de História de Budapeste mas não entramos. Fomos caminhando até o Bastião dos Pescadores, um local muito bonito para fotos e uma vista incrível da cidade. Satisfeitos de conhecer essa parte, fomos para a Cidadela a pé também (a gente curte subir morros, deu pra perceber né?) É bem íngreme a subida até lá e, na verdade, a Cidadela estava fechada. Aproveitamos apenas o parque e as árvores em sua volta e a vista que não desaponta nunca. Lá em cima também fica a ‘estátua de liberdade’ deles. Eram umas 16h depois que fizemos todo esse rolê e depois dedicamos o resto do dia para atividades não-turísticas então vou para o dia seguinte. Atravessando a Chain Bridge Museu e a filinha singela A vista subindo para o Castelo de Buda Catedral no Castelo de Buda Bastião dos Pescadores Vista subindo para a Cidadela Estátua da Liberdade da Hungria DIA 14 Começamos o dia caminhando até a Casa do Terror. A Casa do Terror é um museu sobre a Hungria sob domínio primeiro nazista e depois soviético. Muitos historiadores acham o conteúdo do museu muito tendencioso. Eu não sei julgar isso, não é minha área, minha opinião é que embora seja um museu muito organizado e diferenciado, o pessoal que trabalha lá é muito ranzinza e me senti tratada como um cachorro. Não se pode tirar fotos. Cada sala tem um folha tamanho A4 explicando do que se tratava cada parte, mas é muito texto, dá um pouco de preguiça. No geral, não indico. Seguimos para as margens do Danúbio, conferimos ali o monumento Sapatos no Danúbio e depois seguimos para o Parlamento. O Parlamento sem dúvidas é possivelmente um dos prédios mais lindos que já vi. A arquitetura é magnifica de todos os ângulos. Como mencionei lá no começo, o ingresso para entrar no Parlamento Húngaro foi o único que comprei com antecedência na internet, mais ou menos um mês antes e indico que façam o mesmo. Por dentro o Parlamento é tão lindo quanto pelo lado de fora e se pode tirar fotos. Valeu muito a pena. Para finalizar o dia, eu já tinha em mente fazer algum passeio de barco pelo rio. Tínhamos passado por 3 cidades que ofereciam esse tipo de passeio, mas decidi que Budapeste seria a melhor escolha. Comprei ali mesmo na margem do rio o passeio mais simples, sem jantar ou bebidas, apenas para apreciação. A cidade fica muito linda de noite com as luzes acesas, também achei que foi um passeio que valeu muito a pena. Não lembro quanto paguei, mas foi a opção mais barata. Um ótimo jeito de encerrar o dia. Casa do Terror Sapatos no Danúbio Parlamento Hungaro Parlamento Hungaro por dentro Parlamento Hungaro por dentro Parlamento a noite, durante passeio 'mini-cruzeiro' no Rio Danúbio Mais uma do passeio no Danúbio DIA 15 Fomos até a Praça dos Heróis e depois seguimos para as Termas de Széchenyi. Queria ir numa Terma e escolhi a mais turística mesmo porque achei que seria a que me sentiria mais a vontade. Achei que foi uma escolha acertada, me senti muti bem e passamos mais ou menos umas 4 horas dentro das piscinas de águas mornas, relaxando. Foi um passeio que também valeu a pena. Praça do Heróis Termas de Széchenyi Termas de Széchenyi DIA 16 Último dia em Budapeste e o último de viagem. Resolvi voltar no Bastião dos Pescadores para tentar tirar fotos com o lugar mais vazio, mas também porque é um dos lugares mais bonitos. Depois seguimos para o Mercado Municipal onde fizemos algumas compras com o dinheiro que havia sobrado. Lá foi onde encontramos os souvenirs mais baratos de Budapeste, fica a dica. Eu havia reservado uma noite extra no AirBnb para não ter problema de fazer o check out mais tarde. Voltamos lá, arrumamos nossas coisas e seguimos para pegar o ônibus para o aeroporto. O ônibus custou 900 florins por pessoa, demos sorte porque eu pensei que seria o mesmo valor dos demais na cidade (330 florins), mas não não tinha gastado todos o dinheiro, foi por pouco! Mercado Municipal Mercado Municipal CONCLUSÃO Bom, esse foi meu relato, espero que tenha sido útil, eu gostei muito, me surpreendi positivamente com essas cidades (na maioria das vezes) e achei que foi uma trip bem barata! Peço perdão que eu tinha dito que ia ser breve e talvez tenha fracassado na missão. Mas enfim... Qualquer dúvida fico a disposição. Até a próxima!
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    DIA 7 Dia de pegar o ônibus rumo a Praga. Fomos com a empresa Arda Tur. Deu tudo certo, mas o ônibus não tinha banheiro e na única parada no meio do caminho só tinha banheiros e nada de uma lojinha de conveniência. Resultado foi que chegamos em Praga varados de fome porque eu não tinha levado nada pra comer. Mal saí do ônibus fui correndo pro Burguer King, que foi o primeiro lugar de comida que eu vi HAHAHA. Nessa hora eu comecei a perceber algo que tinha suspeitado antes mas agora tinha a confirmação: nos fasts food dessas 3 cidades, o pessoal não dá katchup e mostarda a vontade que nem aqui no Brasil, você precisa pagar a parte. Triste. Na rodoviárias troquei um pouco de Euro já por Coroas mas fui trocando aos poucos durante os dias seguintes. No geral 1 Euro = 22 Coroas. Caminhamos até o hotel que era relativamente próximo da rodoviária, mas um pouco longe do centro. O hotel vendia passes de bonde, o que foi extremamente útil para nós. Embora estivesse de noite, resolvemos ir até o Orloj pra já conhecer o cartão postal. Sim, fizemos parte do grupo de turistas que fica que nem otário esperando dar a hora completa e descobrir que acontece absolutamente nada demais. Depois até achávamos engraçado ver o pessoal parado em frente o relógio olhando pra cima com cara de tonto porque tínhamos sido um deles dias antes HAHAHA. Ainda nesse dia caminhamos até a Ponte Carlos. A primeira impressão de Praga que tive e que foi a que ficou é que é uma cidade muito bonitinha, altamente Instagramável mas absurdamente cheia. Acho que foi a cidade com mais turista que vi na minha vida. Acho que por não ser uma cidade grande, parece que a quantidade de turista multiplica, não sei. Além disso, tinha ido achando que seria uma cidade mais ‘barata’ mas se paga quase até pra respirar. Então sei lá, acho que o pessoal que vai pela noitada deve curtir mais do que nós, velhos rabugentos HAHAHA. Orloj Praça da cidade velha Ponte Carlos em noite de lua cheia DIA 8 Visitamos o Castelo de Praga. O castelo não é exatamente o que se imagina com a palavra ‘castelo’, é uma cidade murada basicamente. Pagamos 700 coroas para visitar a maioria das exposições, muitas delas ‘fotos proibidas’ e um sinceramente não vi GRAÇA NENHUMA nesse lugar. Ok, fomos para a Ilha Kampa. O muro do John Lennon tava passando por reformas e também não deu pra tirar foto. Dei uma olhada no famoso Museu de Kampa mas não nos interessamos em pagar pra entrar. Daí escolhemos subir até a Torre Petrin. É uma subida bem cansativa, mas o parque é bem bonito e a vista é show. Não subimos na Torre, achei caríssimo para se ter uma vista que basicamente tínhamos tido ali do morro mesmo, mas, só pela diversão, fomos no labirinto de espelhos que tinha ali do lado. Ele era minúsculo, mas como nunca tinha ido em um, achei divertido. Quando já estávamos descendo, passamos por mais muitos lugares com vistas privilegiadas da cidade. Valeu muito a pena ter subido lá em cima, com certeza. Por dentro do Castelo de Praga Catedral dentro do Castelo de Praga Museu Kampa Labirinto de Espelhos Vista de cima do morro DIA 9 Fomos para Kutna Hora de trem. Comprei os bilhetes no dia anterior na estação de trem e não foi muito fácil descobrir de qual plataforma deveríamos embarcar, não tem muita gente que fala inglês e eu não achei o povo tcheco muito prestativo nesse sentido. No fim deu tudo certo. Da estação de Kutna Hora até Sedlec é uma caminhada de 15 ou 20 minutos. Eu francamente esperava por mais desse Ossuário, imaginava a igreja forrada de ossos por toda a parte HAHAHA mas ela é bem pequena até e as esculturas se concentram no meio da igreja. Não me interessei em ver as outras várias igrejas em Kutna Hora então depois da visita a Sedlec logo voltamos para Praga. De volta cidade, fomos para a região da Dancing House, tirar algumas fotos e passear por ali. Ossuário de Sedlec Ossuário de Sedlec Dancing House DIA 10 Visitamos o Museu do Comunismo HAHAHAHAHA vou parar por aqui. Daí seguimos para o bairro Judeu. Demorei pra enteder como funciona a visitação ali, tem vários tipos de ingresso que dá direito a entrada para as diversas Sinagogas. Optamos apenas por conhecer a Velha Sinagoga por dentro. Depois fomos ver a cabeça giratória do Kafka, na saída do shopping. Quadrinho no Museu do Comunismo Por dentro da Sinagoga Velha Cabeça giratória do Kafka DIA 11 Neste ponto claramente já tinha percebido que talvez tenhamos ficado muitos dias em Praga e aí comecei a procurar coisas fora do convencional. Acabou que deve ter sido o melhor dia em Praga. Fomo até Vysehrad, que é mais um daqueles ‘castelos’ que não tem castelo, e eu achei um lugar muito encantador, demos a volta por toda a muralha tirando fotos da cidade. Como era outono, as árvores estavam naquele laranja bonito, foi bem legal. Depois fomos até a Ilha Strelecky pra relaxar e comer o lanche que tínhamos preparado. Daí começamos a jogar pedacinhos de pão para as aves (programa de vó). Os cisnes são os que mais impressionam pela beleza e pelo tamanho. E dá pra chegar bem perto deles porque são bem ousados, vão pra cima de você se estiver com pão na mão, dá um pouco de medo, mas a gente acabou se divertindo DEMAIS DA CONTA. É bem legal se surpreender com coisas inesperadas. Depois disso finalmente fomos experimentar o famoso doce trdelnik. Dentro dos muros de Vysehrad Vista de Vysehrad Aves na Ilha Strelecky Ilha Strelecky O famoso doce
  21. 1 ponto
    DIA 1 Meu voo foi via British Airways, com uma escala bem curta em Londres. Quase que não dá tempo porque o raio-x ali demorou horrores. Chegamos em Berlim, imigração TRANQUILISSIMA. Fui comprar bihete para uso no transporte público nas máquinas disponíveis em frente ao ponto onde os ônibus param. Eu já tinha pesquisado a respeito disso e decidi comprar para 7 dias entre as zonas A, B e C porque alguns lugares que eu queria ir ficavam na C. Foi uma boa escolha porque ficamos bem à vontade para ir pra qualquer lugar. Muito embora não há catracas no metrô de Berlim, fiquei me perguntando se muitas pessoas decidem não pagar o transporte já que não tem nenhum tipo de fiscalização, mas concluí que todo mundo é honesto, se não, o sistema já tinha quebrado. Ficamos em um AirBnb próximo ao Tempelhofer Feld, meio distante no centro da cidade, mas com o metrô tudo fica incrivelmente próximo. Ainda nesse dia, após dar uma cochilada por não ter pregado o olho durante o voo, resolvemos já ir nos cartões postais da cidade: o portão de Portão de Brandeburgo e Memorial do Judeus mortos na Segunda Guerra. Foi só pra tirar foto mesmo. Ali já aproveitei e fui pegar ingressos para entrar no Palácio de Reichstag. Isso nem tava no meu roteiro, mas como era gratuito, pegamos o ingresso para o dia seguinte. Portão de Brandeburgo Memorial dos Judeus DIA 2 Dia amanheceu chuvoso, mas isso não nos desanimou, partimos para o Checkpoint Charlie. Dali partimos para o Topografia do Terror, museu gratuito sobre a Segunda Guerra e, na minha opinião, o mais honesto sobre esse assunto que vi nessa viagem. Além de wi-fi e banheiro gratuito! Aliás, banheiro gratuito é um desafio de ser encontrado na Europa, pelo menos nessas 3 cidades. Saindo de lá, por acaso caímos no Mall of Berlim, onde comemos na praça de alimentação e brincamos num tobogã que descia do segundo andar até o térreo, de graça HAHA. Seguimos para o Palácio do Reichstag, o qual pegamos ingressos no dia anterior. Na verdade, não se visita em si o palácio, você sobe até o terraço dele, tira umas fotos e volta. Daí entendi o porque ser de graça. Depois resolvemos ir andando até o Siegessäule, “Obelisco da Vitória”. Pra chegar até lá, andaríamos por dentro do Tiergarten, o parque deles, só que tava rolando uma manifestação, algo a ver com a mudança do clima e por isso toda aquela avenida principal, a 17 de Junho tava inteditada, então dava pra ir andando pelo meio da rua mesmo. Foi bem legal na verdade. Saindo de lá, fomos rumo a Alexanderplatz, já estava anoitecendo mas não há muito que se ver além das lojas e shoppings do local. Checkpoint Cherlie Topografia do Terror Tobogã no shopping Terraço do Palácio Avenida interditada por causa da manifestação A manifestação Alexanderplatz DIA 3 Rumo a Ilha dos Museus, compramos o ingresso que dá direito a entrada em todos os museus ali do lado ‘leste’ da ilha, por 18 euros. Escolhemos ir em 3: o Pergamon, o Neues, e a National Galerie. No Pergamon, infelizmente, a sala do Altar de Pérgamo estava em manutenção e não pudemos ver o ‘ponto alto’ do museu. Mas fiquei bem feliz com a Porta de Ishtar, incrível. O Neues a gente foi só pra ver o busto da Nefertiti mas não sei se valeu tanto assim e por fim, a National Gallerie porque já estávamos lá e o ingresso incluía a entrada dela. Ainda na Ilha dos Museus, caminhamos a até a Berlim Dom mas não entramos. Fomos então conhecer a West Side Galery e depois emendamos com o Memorial do Muro do Berlim que é quase que ‘do outro lado da cidade’. Tem algumas informações interessantes nesse memorial, caso você tenha tempo extra na cidade e se interesse pelo assunto, acho que vale a visita. Porta de Ishtar Busto da Nefertiti (não pode tirar foto dentro da sala mas pode depois da 'faixa amarela') Berlim Dom Só zoeira West Side Galery ou Muro de Berlim Memorial do Muro de Berlim DIA 4 Dia inteiramente dedicado ao Campo de Concentração de Sachsenhausen. Fomos de trem até a estação de Oranienburg e de lá você pode escolher fazer uma caminhada de uns 20 minutos ou pegar um ônibus. Como estávamos com o bilhete ilimitado, fomos de ônibus. A grata surpresa dessa visita é que não se paga para entrar no Campo e existe um audio guide em PORTUGUÊS DO BRASIL. Pagamos 3 euros por ele mais o mapa e entramos sem guia. Ficamos ali facilmente umas 5 horas, sem pressa. É uma visita muito intensa e pesada, mas que com certeza indico para todos. "O trabalho de fará livre" - Portão do campo de concentração Campo de Concentração Campo de Concentração DIA 5 Bom, vocês conhecem Dark, a série alemã da Netflix? Bom, eu sou fã. Esse dia eu reservei para ir conhecer alguns lugares em que Dark foi gravada. Como é algo muito específico não vou entrar em detalhes, mas vou abrir um novo tópico CAAAAASO alguém vá procurar porque eu não achei nenhuma informação em português e deu muito trabalho encontrar, além de serem bem longes do centro da cidade. DIA 6 Último dia útil em Berlim, fomos rumo a estação abandonada da Nasa, Teufelsberg. Também é meio longe da cidade, mas de novo, de metrô tudo fica muito rápido. Ela fica dentro de um parque no alto de um morro, você faz uma trilha em meio as árvores, é bem agradável. Chegando lá, descobri que tinha que pagar 5 euros pra entrar e que não é mais permitido subir nos telhados onde tem aquelas cúpulas enormes. Uma pena. Achamos que por ter sido cobrada uma entrada, o lugar seria mais bem cuidado, mas na verdade é tudo muito sujo, garrafas, latas, papéis e camisinhas usadas pra todos lado. Embora os grafites sejam bem legais e renderem boas fotos, não achei que valeu a pena no geral. Andamos mais um pouco pela cidade e terminamos o dia no Tempelhofer Feld, que é um aeroporto que foi desativado e agora virou uma área de lazer. Embora estivéssemos hospedados ali próximo, ainda não tínhamos feito uma visita, mas foi legal ir lá e tirar fotos nas pistas de pouso. Teufelsberg Teufelsberg O aeroporto desativado
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    Nos mande informações quando estiver por lá
  23. 1 ponto
    Realizamos no periodo de 05 a 17 de Julho de 2015 a Volta completa da ilha de florianopolis a pé. Foram 12 dias e 251 quilometros. Somente a trilha entre ponta de canas e lagoinha que estava fechada, as outras estavam abertas. Em breve relato completo.
  24. 1 ponto
    @rperes Mesmo depois da temporada, as pousada ainda cobram precos mais alto, se vc nao tiver problema com $$, eh melhor mesmo depois da temporada, pois as trilhas devem estar mais batitas, e o calor nao deve ser tao forte(eu nunca fiz). No inverno realmente algumas trilhas ficam mais fechadas, no norte da ilha, nao conseguimos fazer uma pois estava fechada pelo mato. Dei uma rapida olhada nos meus relatos e nao consegui ver o outro relato, eh que as vezes, faco um relato com varios roteiros, ai preciso consultar e nao encontro. Fiz a ilha de novo em 2015, na epoca fiz tambem, esse ai embaixo e no mesmo periodo o vale europeu. Mas acho que nao detalhei o da ilha, ou deve ta inserido em outro lugar. qualquer coisa estamos por aqui... SOBRE COBRAS: nos nao vimos nenhuma na ilha, mas todos os moradores que perguntavamos afirmavam que era infestado delas, procure se informar se estah desse jeito. Por precaucao, ficamos mais atentos quando faziamos trilhas por la.
  25. 1 ponto
    E eu que vou nesta sexta? To com um receio enorme de ter que cancelar passagens de ônibus... Tenho uma comprada de Sucre pra Uyuni mas não sei se vai ser possível passar.... Todo dia de olho nas notícias, falando com a empresa... Vamos ver né
  26. 1 ponto
    @rperes Como somos idosos, levamos uma farmacia mais completa, nunca de sabe. Mas tem uns que nao podem faltar: dorflex, dores de cabeca....mas a ilha eh bem servida de farmacias. Nao esqueca do protetor solar e um bone. Alem desse relato, tem outro, pois fizemos 2 vezes a volta. Tente ir no inverno, apesar do frio, as pousadas estao bem baratas, vi gente fazendo algumas trilhas sozinhos. Fique atento as cobras, segundo os moradores tem muitas na ilha, nos nao vimos nem uma. Obs. importante: no inverno leve um bom corta vento, minha esposa quase teve hipotermia na parte sul da ilha, pois choveu muito, estava molhada, o vento esta forte e frio.. No mais eh soh curtir aquele beleza e conversar com um povo de bem com a vida.
  27. 1 ponto
    Muito obrigado pela resposta. Estou planejando fazer a mesma volta, mas o caminho reverso. começando pelo sul da ilha. Adorei o relato de vocês. Viraram meus mais novos ídolos. Sobre os remédios, algo mais específico? Primeiros socorros, dor de cabeça...etc? Sobre o a volta...alguma dica extra que vocês queiram ressaltar? Estou com um pouquinho de receio em ir sozinho, pois nem sempre é fácil achar um parceiro pra esse tipo de aventura... : /
  28. 1 ponto
    Olá, segue um link para acompanhar as estradas bloqueadas. http://transitabilidad.abc.gob.bo/mapa
  29. 1 ponto
    @rperesNossa mochila tem o basico para fazer trilhas sem acampar, pois ficamos em hostel, pousada, casa de familia...... acontece que depois das trilhas e das ferias, trabalhamos tambem, por isso temos que carregar algumas roupas socias tambem. Pra fazer essas trilhas nao precisa de mochila desse tamanho, a minha eh ainda maior(70L). Quando fizemos floripa, viajamos por cerca de 45 dias, alem dessas trilhas, fizemos outras. Mas leve o basico: calca comprida(tem lugares com muitas pedras e capim alto), bermuda, roupa de banho, bone, capa de chuva, sandalia, remedios(em toda a ilha tem)....... e, vc sabe, velho carrega muita tranquera espero ter ajudado!
  30. 1 ponto
    Fala Marina boa tarde. Sou de Belém do Pará, pretendo voltar ao Peru em Dezembro nesse país maravilhoso, talvés agente se esbarre por lá. Faça uma boa viagem, vc não vai se arrepender.
  31. 1 ponto
    Pensando em ir para a África do Sul? Já sabe o que fazer lá? Vou contar para vocês como foi a minha viagem de 17 dias pela África do Sul, com os gastos diários o total que gastei na viagem toda, dicas de passeios, restaurantes, hotéis, locomoção, cultura, enfim vou fazer um resumão completinho sobre a África do Sul e a minha aventura por lá. Desde criança ouvi falar da África, mas não de uma forma boa. Pelo contrário, quando eu não comia toda a comida do prato na escola ou em casa, eu escutava frases do tipo “Não vai comer tudo? Não sabe que as crianças na África passam fome?” então eu imediatamente terminava de comer toda a comida do prato, pois não queria ser a responsável pela fome das crianças na África. Foi com essa ideia da África que eu cresci, a África era um continente pobre onde as pessoas estavam morrendo de fome e só. Quando comecei a entender melhor e com a ajuda da internet. Pesquisei sobre esse continente, eu não queria acreditar que era só isso. Fiquei deslumbrada com o que vi, como a África era maravilhosa! Se eu vi que realmente as crianças passavam fome? Claro que sim, assim como em qualquer lugar tem crianças passando fome, inclusive no país em que vivemos, mas o que eu descobri foi muito além disso, essa realidade era a única coisa que eu sabia da África e foi o que acreditei por muito tempo. Hoje eu quero contar para vocês um pouquinho desse meu sonho de criança de conhecer esse lugar incrível e contar como foi a minha viagem para lá, também quero mostrar como eu estou grata por ter ido atrás e descoberto que a vida vai muito além do que as pessoas nos contam ou ensinam e o mundo está aí para ser vivido! A África do Sul foi o meu primeiro país na África e tenho plena certeza que será o primeiro de muitos, pois quero conhecer cada pedacinho desse continente incrível. Confira como era o nosso roteiro inicial por esse país incrível: Mochilão África do Sul 2018 – Roadtrip Dia 1: O que fazer na África do Sul: Londrina -> São Paulo -> Joanesburgo Dia 2: O que fazer na África do Sul: Joanesburgo – Arts on Main. Pata Pata Restaurant e festa de ano novo do hostel no rooftop. Dia 3: O que fazer na África do Sul: Joanesburgo: Museu do Apartheid, Visita ao Soweto, Nelson Mandela Square, Berço da Humanidade – Cradle of Humankind, Montecasino. Dia 4: O que fazer na África do Sul: Joanesburgo: Dirigir até o Paul Kruger Gate – Rest Camp Skukuza no Kruger National Park. Safári Guiado Sunset. Dia 5: O que fazer na África do Sul: Safári por conta própria. Ver o amanhecer no Lake Panic Hide Dia 6: O que fazer na África do Sul: Dirigir até Joanesburgo e voo para Durban. Dia 7: O que fazer na África do Sul: Durban – Temple of Understanding (Hare Krishna Temple). Atirar-se no maior swing do mundo, dentro do Moses Mabhida Stadium. Praia. Dia 8: O que fazer na África do Sul: Port Elizabeth. Praia. Shark Rock Pier. Kings Beach. Dia 9: O que fazer na África do Sul: Jeffreys Bay – Praia Dolphin Beach/Supertubes. Fazer compras: outlets e lojas de fábrica: Billabong, Quicksilver, Element, Rip Curl entre outras. Dia 10: O que fazer na África do Sul: Stormsriver. Maior Bungee Jump de uma ponte do planeta. Tsitsikamma National Park. Dia 11: O que fazer na África do Sul: Mossel Bay com parada em Plettenberg Bay (Lookout Rocks) e Knysna (The Heads – east head view point). Sandboard na Dragon Dune. Santos Beach. Cape St Blaize Cave. Dia 12: O que fazer na África do Sul: Dirigir até Cape Town com parada em Cape Agulhas. Dia 13: O que fazer na África do Sul: Dirigir pela Garden Route – Camps Bay. Chapman’s Peak. Boulders Beach. Cape of Good Hope. Dia 14: O que fazer na África do Sul: Table Mountain. Waterfront. Dia 15: O que fazer na África do Sul: LionHead. Kirstenbosch. Long Street. Dia 16: O que fazer na África do Sul: Ilha Robben e voo para Brasil. Dia 17: O que fazer na África do Sul: Voo SP > Londrina. Me acompanha nessa aventura e saiba o que fazer na África do Sul! No final do artigo vou deixar todos os valores que gastamos nessa viagem e também os sites para comprar os passeios e tours online. Vamos lá! Dia 1: O que fazer na África do Sul: Londrina > São Paulo > Joanesburgo Saímos às 7 horas da manhã de Londrina no Paraná de ônibus em direção a São Paulo, almoçamos na estrada e como a viagem é longa, assistimos vários episódios do Grey’s Anatomy no celular para passar o tempo. Chegamos na rodoviária de São Paulo e pegamos um Uber para o aeroporto, não teríamos tempo para esperar o busão. Lanchinho rápido no aeroporto e fomos para o embarque. Nosso voo saiu às 19:45 e logo foi servido o jantar, só comi e dormi feito um bebê, ainda cansada da viagem de ônibus, acordei na conexão em Luanda na Angola, onde aproveitamos para escovar os dentes e passar aquele lencinho umedecido maroto, já que banho não iria ter no dia, praticamente todas as mulheres do avião tiveram a mesma ideia, fila no banheiro com lencinhos na mão. Já aviso para sempre levarem esses lencinhos na bagagem de mão para quando encontrarem banheiros em aeroportos como o de Luanda, precário e sem papel higiênico, assim estarão preparadas. Voamos de TAAG aproveitando uma promoção de passagens para a África do Sul, com ida para Joanesburgo e volta por Cidade do Cabo (Cape Town). Pagamos R$ 1600,00 cada um pela passagem, isso viajando para ano novo. Não temos reclamações sobre a cia aérea, é simples, mas atende a todos os requisitos. A conexão em Luanda era de 2:30 de duração e foi tranquila, passageiros em transito não precisam de visto, único problema era que só tinha uma pessoa para atender a todos os passageiros de conexão, ele que olhava no monitor enquanto as malas de mão passavam e ele que revistava quando apitava em vermelho as pessoas, deu até dó do coitado, mas mesmo assim foi relativamente rápido e logo estávamos embarcando para Joanesburgo. Durante o voo de Luanda a Joanesburgo, almoçamos, assistimos filmes e tentamos nos manter ocupados e acordados para nos acostumar com o novo fuso horário de 4 horas de diferença do Brasil. Chegamos em Joanesburgo as 13:45 e agora sim a aventura começa. Dia 2: O que fazer na África do Sul: Joanesburgo – Réveillon No aeroporto comprei um chip de internet para o celular, trocamos um pouquinho de dólares por rends (moeda da África do Sul) para emergências, pois pretendíamos trocar mais em uma casa de câmbio, a cotação do aeroporto era horrível, como é sempre em qualquer aeroporto, depois fomos procurar a companhia que alugamos o carro, fizemos tudo online ainda do Brasil, inclusive o pagamento, então foi só chegar, retirar e pronto, estávamos motorizados e dirigindo pela primeira vez na mão inglesa e com câmbio manual. Era cômico ver o Fernando ligar o limpador toda vez que queria dar seta! Mas fiquem tranquilos que chegamos vivos ao hostel, ele pegou o jeito rapidinho. Em Joanesburgo ficamos hospedados no Curiocity Backpackers. Quando comecei pesquisar o que fazer na África do Sul, Joanesburgo na verdade, só entrou no roteiro porque é a porta de entrada para quem quer fazer o safári no Kruger Park e também porque é por onde chegam os voos mais baratos do Brasil, não era um lugar que eu tinha desejo de conhecer, mas já que estávamos em Joanesburgo ou Joburg, como é carinhosamente chamada por lá, e era ano novo, tínhamos que aproveitar, certo? Chegamos no hostel já era final de tarde, só tomamos um banho e fomos jantar. Jantamos no restaurante Pata Pata, fomos a pé, fica a 2 quadras do hostel, o restaurante é bom, mas achei muito caro, R$ 108,40 para duas pessoas (sim, preço em reais e não em rends), e o pior é que um prato dava para duas pessoas comerem tranquilamente, mas eles não deixavam pedir só um prato para duas pessoas, pedimos dois pratos e veio comida para umas 8 pessoas, claro que não conseguimos comer nem metade, por sorte veio um senhorzinho e disse que estava com fome, se poderíamos dar-lhe um pouco de comida, falamos que não iriamos comer mais e se ele não se importava pediríamos para embrulhar e dar para ele, ele falou que seria a melhor comida que ele comeria em muito tempo e ficou muito grato, então fizemos isso e vimos ele sair contente de lá. Uma coisa que vimos na África do Sul, foi a desigualdade, tem pessoas que tem muito dinheiro e pessoas que passam fome literalmente, claro que isso existe em todo lugar, mas o que eu quero dizer é que lá não existe meio termo ou classe média, ou você tem bastante ou não tem nada. Dirigindo pela África do Sul vimos muitas e muitas favelas, em todo lugar, não é em apenas um lugar isolado, é em todo lugar, isso que passamos apenas pela rota mais turística, mas conversando com pessoas que moram lá, nos contaram que nas rotas menos turísticas é bem pior. Também ainda existe muita rixa por causa do preconceito racial, mas tem melhorado a cada dia, e como eles mesmo dizem por lá, eles têm certeza que as gerações futuras jamais vão passar por isso, vai ser apenas uma lembrança de um passado distante. Depois de ter deixado o rim lá para pagar a conta do restaurante, fomos para o hostel dar uma dormidinha antes do ano novo. Dessa vez colocamos 15 despertadores para não acordar só no outro dia como aconteceu na nossa viagem da Tailândia, acordamos com a insistência do despertador. Os meninos que estavam no quarto com a gente já tinham saído, pegamos um quarto misto para 8 pessoas. Depois de nos arrumarmos, fomos para uma festinha, que ficava a meia quadra do hostel, a festa era do hostel mesmo com entrada gratuita, só que era em um rooftop com vista para a cidade toda e churrasquinho de graça. O Fernando e eu éramos os únicos de roupa branca na festa de ano novo, acho que lá não tem esse negocio igual tem aqui que a cor da roupa atrai o que você deseja no ano. Eu também não acredito nisso não, mas no Brasil é tradição, então nos acostumamos a vestir branco no ano novo. Na festa estavam todos com roupas coloridas, felizes dançando, a dança deles é diferente da nossa, é lindo de ver e difícil de fazer igual. Os drinks também eram diferentes, era uma mistura de tudo que existe alcoólico e algo muito doce junto, tomei dois e já estava alegre. De lá conseguimos ver os fogos e comemoramos juntos a chegada de um novo ano em nossas vidas. Conhecemos um casal e mais 2 rapazes na festa, eles vieram conversar com a gente e foi amizade instantânea, logo eles estavam convidando a gente para ir em outra festa com eles, que iriam tentar passar a gente sem termos que pagar, a festa era próxima dali e iriamos todos a pé. E não é que deu certo? Eles falaram “façam como a gente, só nos sigam, vocês têm cara de gente fina, nem vão conferir as entradas”. Eles já tinham entrado na festa, antes de ir para o rooftop, então tinham um carimbo no braço, colocaram a gente no meio da fila e entraram dançando, só seguimos eles dançando e entramos tranquilamente. A festa era eletrônica e foi incrível, em um lugar chamado Che Argentine Grill. Eu me senti uma princesa nessa festa, ou melhor durante a viagem toda, mas principalmente nessa festa, recebi muitos elogios, as meninas no banheiro elogiavam meu cabelo, minha roupa, meu corpo, minha tatuagem, tudo! O povo querido demais nessa África do Sul, massagearam o meu ego sem pedir nada em troca, só um sorriso bastava. Resultado da festa? Fomos dormir muito tarde e acordamos quase uma hora da tarde do outro dia, ok tínhamos perdido a manhã, então agora era correr para aproveitar a tarde do nosso último dia em Joanesburgo. Curiocity Backpackers Rooftop Dia 3: O que fazer na África do Sul: Joanesburgo: Museu do Apartheid, Visita ao Soweto, Nelson Mandela Square Fomos conhecer a Mandela Square onde tem a famosa estatua do Nelson Mandela, aproveitamos para almoçar por lá, almoçamos no Rocomamas e que delicia de comida! A comida da África do Sul é muito parecida com a nossa, inclusive os temperos, é só um pouquinho mais apimentada, eu adorei. Depois de nos perder no shopping da Mandela Square, sim nos perdemos literalmente dentro do shopping, gente do interior quando vai para a cidade grande dá nisso. Depois de andar muito, conseguimos sair na porta onde tínhamos deixado o carro no estacionamento. Fomos em direção ao Museu do Apartheid, que na verdade era a única coisa que eu realmente queria fazer em Joanesburgo, mas o que a gente esqueceu? Era dia primeiro de janeiro, ou seja, feriado. E claro que o museu não abria no feriado, fiquei bem chateada e tudo que consegui foi tirar uma foto do lado de fora. Antes de ir para a África do Sul e ao pesquisar o que fazer na África do Sul eu li em algum lugar que se sua viagem para Joanesburgo é curta, você sairá daqui satisfeito, apenas conhecendo o Museu do Apartheid. Eu vi que as consequências desse regime fazem parte do dia-a-dia dos sul-africanos, principalmente em Joanesburgo e eu queria muito conhecer o museu, pois tenho certeza que seria uma imersão na história do país, diferente do que passou na mídia sobre o Apartheid lá eu teria acesso aos detalhes desse regime que existia até bem pouco tempo atrás, mas infelizmente por ser feriado não consegui visitar o museu. Saímos de lá tristes, mas tudo bem, a viagem estava só começando e tinha muito o que fazer na África do Sul. Mas fica a dica, quando for pesquisar o que fazer na África do Sul e ao fazer o seu roteiro, tenha cuidado para deixar o Museu do Apartheid em um dia que seja feriado. Fomos para o Soweto que é considerado o maior bairro do mundo (com mais de 3 milhões de habitantes). Mais conhecido por ser uma favela, o Soweto é a área urbana com a maior concentração de negros em Joanesburgo e também carrega um peso histórico muito grande, é um dos principais símbolos da história da África do Sul e do Apartheid, o regime de segregação racial instituído na década de 20 e que se estendeu até 1994. Foi residência, inclusive de Nelson Mandela. O Soweto cresceu muito na década de 50, com mais negros se mudando para lá, já que não podiam mais ficar nas áreas para brancos designadas pelo governo. Rodamos um pouco pelo bairro e fomos conhecer a Orlando Towers, famoso ponto para saltos de bungee jump, mas é claro que estava fechado, mesmo assim a vista de fora era ótima. Na estrada para as torres encontramos algumas crianças que pediam para nós tirar fotos delas, as crianças adoram fotos e tem os sorrisos mais gostosos da vida! O Soweto com certeza merece estar na sua lista de o que fazer na África do Sul. Era final de tarde quando lembramos que tínhamos que trocar dinheiro e comprar suprimentos para o safári do dia seguinte. Por ser feriado, praticamente tudo na cidade estava fechado, inclusive as casas de câmbio e mercados, rodamos, rodamos e não encontramos nada aberto, então voltamos para o hostel para tomar banho e ir jantar. Lembramos de um mercadinho que vimos no dia anterior, a duas quadras do hostel e resolvemos dar uma ultima chance e tentar encontrar um mercado aberto, e não era que estava aberto? Infelizmente era mais uma conveniência, e não tinha quase nada, pensávamos em comprar comida para fazer nos dois dias de safári e cozinhar no bungalow, mas não tinha nada, então compramos biscoitos, suco e água. Ao sair perguntei para o atendente no caixa se ele sabia de algum lugar onde poderíamos trocar dinheiro, ele disse que tinha uma pessoa e chamou um rapaz que veio falar com a gente, o rapaz disse que trocaria para a gente, a cotação era ruim, mas realmente precisávamos de dinheiro vivo, pois sairíamos ainda na madrugada para o safári e ouvimos dos locais para não viajar sem dinheiro, pois normalmente policiais faziam blitz e só deixavam passar com um suborninho. Um exemplo era você passar por uma placa com limite de velocidade de 100 e logo depois encontrar uma de 80 e a 50 metros depois dessa placa de 80 os policiais medindo a velocidade, claro que iriamos respeitar os limites de velocidade enquanto dirigíamos para o Kruguer Park, mesmo assim resolvemos não arriscar. Trocamos 200 dólares por rends e fomos jantar. Jantamos no Revo Revo a uma quadra do hostel, um macarrão ótimo. Depois de tomar uma cerveja na temperatura ambiente (sim, cerveja gelada não existe na África do Sul, eles dizem que é gelada, mas não é, cerveja gelada só no Brasil mesmo. Mais tarde descobrimos que o chopp era gelado, depois disso só tomamos chopp) fomos para o hostel arrumar as mochilas e descansar porque íamos dirigir para o Kruger Park antes do sol nascer. Queríamos ter feito o Cradle of Humankind (Berço da Humanidade) em Joanesburgo, mas como o nosso tempo era limitado acabou não dando tempo, mas deixamos essa sugestão para vocês de mais uma coisa de o que fazer na África do Sul. O Cradle of Humankind é um parque considerado Patrimônio Mundial da Unesco por abrigar milhares de fósseis de ancestrais do homem. O lugar tem cavernas, fósseis de hominídeos de milhões de anos atrás e é um passeio bem interessante para conhecer melhor a evolução do homem. Além disso também escrevi um artigo com mais opções de o que fazer em Joanesburgo, clique aqui para ler. Joanesburgo Mandela Square Mandela Square Museu do Apartheid Orlando Towers – Soweto Dia 04: O que fazer na África do Sul: Acampamento Skukuza – Safári no Kruger Park Acordamos as 6 da manhã, fizemos check out, sincronizamos o gps do celular rumo ao Kruger Park, abastemos o carro e partimos rumo ao tão esperado safári na África. A estrada é bem tranquila e demoramos 5 horas para chegar, isso parando para tomar café no caminho e parando em um mercadinho para tentar comprar comida para os dois dias de safári, porem também não tinha nada, compramos frutas e um tipo de sopa. Ao chegar no portão de entrada do parque descemos do carro e fomos na recepção, como tínhamos comprado tudo pela internet, foi rapidinho, só preenchemos uma ficha e fomos liberados para entrar. Quando comecei a pesquisar o que fazer na África do Sul, fiquei impressionada como fazer um safári era caro, até descobrir que eu poderia fazer um safári por conta própria, sem pacotes. Não se preocupe que eu fiz um artigo inteirinho ensinando como fazer um safári por conta própria no Kruger Park e também mostrando todos os sites que eu usei, clique aqui para ler. Para chegar no Skukuza Camp, onde ficava nosso bungalow, foi bem fácil, foi só seguir as placas pelo caminho, do portão de entrada até o acampamento demora mais 20 minutos, mas não se preocupe, você não vai ver o tempo passar, pois assim que entra no parque você já começa a ver os animais. Assim que você entra no portão do Kruger Park, você já se sente aventureiro, começa a olhar para todos os lados para ver se avista algum animal, e logo nos primeiros metros já vimos o primeiro animal da viagem, as impalas, são quase sempre quem faz as honras da casa, tem mais de 110 mil impalas no Kruger Park. Logo depois vimos muitos javalis, imaginem a minha emoção ao ver o Pumba pessoalmente! E ainda antes de chegar no acampamento tivemos que parar o carro e esperar uma família de elefantes que estava atravessando a rua, foi lindo demais ver o nosso primeiro Big Five. Assim que chegamos no Skukuza Camp fizemos check-in e fomos para o nosso bungalow, era um charme, quase consegui me sentir morando na natureza selvagem, quase né, porque o ar-condicionado entregava o jogo. A nossa primeira opção era as tendas, mas quando fizemos a reserva online as tendas estavam todas lotadas, então optamos pelo bungalow, e não nos arrependemos, é um pouquinho mais caro, mas compensa pelo conformo e praticidade. Como tínhamos tomado café da manhã tarde, estávamos sem fome, então comemos frutas, descansamos um pouco, fomos conhecer as outras áreas do acampamento. O Skukuza é um dos únicos acampamentos que tem wi-fi, mas o único lugar que pega é no restaurante, também tem posto de gasolina, caixa eletrônico, mercado, loja de souvenires e piscina. Contratamos ainda aqui no Brasil um safári guiado que saia as 16:30, pegava o por do sol e voltava as 7:30, os carros saem do lado da recepção, deixamos nosso carro lá e fomos embarcar no carro do safári. Recomendamos que vocês peguem pelo menos um safári guiado, porque os guias já sabem onde ir para ver muitos animais e eles se comunicam entre os carros sempre que avistam algum dos Big Five. Ao contrario do que muitos pensam os Big Five não são os maiores animais da África, se refere aos cinco mamíferos selvagens de grande porte mais difíceis de serem caçados pelo homem. São eles: leão, elefante, búfalo-africano, leopardo e rinoceronte. Choveu um pouquinho a tarde, mas durante o passeio do safári não, o tempo estava nublado e começou a esfriar. Mas logo todos esqueceram o frio, assim que começou a aparecer os primeiros animais. As primeiras foram as zebras, era chuva de câmeras para tirar fotos a cada parada do carro, depois as girafas, macacos, e quando vimos muitos carros parados na rua, tínhamos certeza que era um Big Five, e estávamos certos, todos estavam olhando o Leopardo, que dormia na copa de uma arvore distante. Rolou uma inveja da menina que estava do nosso lado com uma lente de câmera que parecia uma arma de tão grande, ela conseguia capturar todos os detalhes, que a gente não enxergava só com os olhos, a minha lente não tinha o zoom tão longe, cada foto ela mostrava para a gente e ficávamos maravilhados. Mais a frente vimos mais um Big Five, os rinocerontes, lindos e gigantes e estavam pertinho do carro. Continuamos e vimos mais zebras, mais girafas, muitos elefantes, hienas, impalas, antílope, eram muitos animais! Assim que escureceu o guia teve auxilio de lanternas no carro que refletiam nos olhos dos animais, estávamos atrás dos leões. Infelizmente não conseguimos ver nem os leões e nem os búfalos para fechar os 5 Big Five, mas calma que ainda tinha o dia seguinte inteiro para tentarmos ver esses e muitos outros animais. Era hora de voltar para o acampamento, assim que chegamos vimos que nosso carro estava trancado no estacionamento, não tinha como tira-lo, pois, tinha carros dos lados e atrás. E adivinha? Não carros não eram das pessoas que foram fazer o safári com a gente, eram de funcionários do parque e que só voltariam ali no outro dia pela manhã. Ou seja: estávamos a pé até o dia seguinte! Imaginem o meu desespero, tudo bem que não deveria ter leões dentro do acampamento (pelo menos eu espero), mas e os outros animais? As cercas não eram tão altas, macacos podiam pular tranquilamente, e durante o dia os portões do acampamento ficavam abertos, ou seja, qualquer animal poderia ter entrado. Eu comecei a imaginar mil jeitos de morrer devorada, mas não tinha outra alternativa, teríamos que ir para o nosso bungalow a pé e a noite. Apenas com a lanterna do celular acesa, começamos a andar e eu tentei pensar em 50 assuntos diferentes para não pensar nos barulhos sinistros de animais que eu ouvia, andando o mais rápido possível conseguimos chegar sãs e salvos no nosso quarto. O Skukuza é enorme, demoramos uns 10 minutos andando para chegar no quarto, e não eu não iria até o restaurante ou mercado que ficava no lado oposto, nem que tivesse que dormir com fome. Por sorte tínhamos uma sopa de macarrão que compramos antes de ir, então fizemos aquilo mesmo, porém como não almoçamos direito eu continuei com fome, comi fruta, biscoitos e tudo que trouxemos. Depois que estávamos alimentados e que passou o susto, um banho e uma ótima noite de descanso era só o que faltava no dia. Kruger Park Kruger Park Kruger Park Kruger Park Kruger Park Kruger Park Kruger Park Kruger Park Dia 5: O que fazer na África do Sul: Safári por conta própria no Kruger Park O Fernando foi pegar o carro e fomos tomar café no restaurante do acampamento, uma delícia de café da manhã, tem várias opções de escolha. Depois disso era hora de começar a aventura, de fazer o safári com o nosso próprio carro e sozinhos! Ainda dentro do acampamento vimos 2 javalis, dentro do acampamento! Lembrar que eu estava andando a pé no escuro pelo acampamento no dia anterior me deu um frio na espinha. Também vimos várias placas para ter cuidado com os babuínos que ficavam pelo Skukuza. Logo que saímos do acampamento tivemos que esperar uma tartaruga atravessar a rua, e logo em seguida um macaco. Começamos o dia bem! Mais a frente vimos 2 carros de safári e fomos lá conferir, era um Big Five! Uma manada de búfalos, lindos e majestosos! O mais perigoso dos Big Five. Demos a volta para tentar vê-los mais próximos e conseguimos, ficaram pertinho do carro e tiramos milhares de fotos deles. Continuamos e vimos elefantes, e mais elefantes e muitos outros elefantes. Elefantes foram os animais que mais vimos, e toda a vez eles nos encantavam. Já tivemos uma experiência com os elefantes na nossa viagem para a Tailândia, mas os elefantes da África eram diferentes, eram muito mais selvagens e na minha opinião eram mais bonitos também. Continuei o relato com todos os gastos, dicas de passeios, restaurantes, hotéis, locomoção, cultura local e mais no blog! Clique aqui para ver http://oquefazer.blog.br/o-que-fazer-na-africa-do-sul/ Qualquer dúvida que tenha restado é só perguntar! Bora viajar gente? No blog também disponibilizo uma planilha gratuita para planejamento de custos de viagem! http://oquefazer.blog.br/planilha-gratis-para-planejamento-de-custos-de-viagem/ Finalizo com mais algumas fotos da viagem Espero que gostem do relato, continue lendo no blog que tá completinho http://oquefazer.blog.br/o-que-fazer-na-africa-do-sul/
  32. 1 ponto
    Saudações, pessoal viajante, admiradores e curiosos! Venho aqui deixar o meu primeiro relato no Mochileiros sobre o mochilão de carona na estrada que acabei de realizar com meu namorado, Manuh, para o Sul do Brasil e Uruguai. Ao todo, foram 21 dias na estrada, 25 caronas e 28 cidades, entre as quais vivemos experiências imprevisíveis, conhecemos pessoas maravilhosas e, claro, passamos pelos perrengues imprescindíveis de uma boa aventura, hehe. Nesse relato, contarei resumidamente nossa experiência com cada carona, dando dicas sobre como gastar pouco, sobre as diferenças que sentimos entre viajar assim dentro do Brasil e dentro do Uruguai e algumas considerações finais sobre o que funcionou e o que não funcionou. Viajar de carona é tudo de bom! Vamos lá! Desde o início, a ideia era fazer uma viagem extremamente baixo custo, pedindo carona na estrada o máximo possível e levando equipamento de camping (barraca, saco de dormir, fogareiro portátil com mini cartucho de gás para cozinhar, 1 pacote de arroz, 1 pacote de lentilha). Quanto a estadia, além de contarmos com a possibilidade de acampar nos lugares, utilizamos o aplicativo Couchsurfing (que, para quem não conhece, é uma rede de hospedagem solidária e de trocas culturais) e nos prontificamos a pedir abrigo previamente para conhecidos das cidades que faziam parte do nosso esboço de roteiro. Dessa forma, o objetivo foi destinar nossas economias unicamente para alimentação, transporte público dentro das cidades e, apenas em caso extraordinário, estadia. Ao todo, gastamos cerca de 650 reais cada um, sendo que, se estivéssemos com um espírito totalmente roots e se evitássemos alguns perrengues e confortos (confira a seguir), ainda seria possível reduzir bem esse número (até porque, sempre tem quem se aventure por aí zerado, não é?). Tentei incluir, ao longo do relato, anotações dos gastos que ainda me lembro. Então, decidimos ir rumo ao Sul e, como sempre flertamos com nosso querido vizinho Uruguai, quando começamos a planejar o mochilão, mais ou menos um mês antes de sairmos, fizemos um rascunho do roteiro, que foi: São Paulo-SP > Curitiba-PR > Florianópolis-SC > Porto Alegre - RS, Pelotas-RS, Chuy na fronteira, litoral do Uruguai e Montevideo como destino final. Agora, por que eu chamo o roteiro de "rascunho"? Quem escolhe viajar de carona sabe que não dá para criar um roteiro engessado e nem se apegar muito a uma idealização de rota, afinal, nunca se sabe o que exatamente vem pela frente em termos de opções de destino. Tendo isso em mente, guardamos esse plano de caminho principalmente para conhecermos os pontos de referência e um pouco das rodoviais no Sul do país e no Uruguai, mas nos mantivemos sempre abertos a alterações (que, diga-se de passagem, aconteceram mesmo). Quem nunca viajou de carona ou nunca leu relatos sobre esse jeito de viajar, acaba pensando que é coisa de maluco. "Arriscar a vida assim?! Você não tem medo?" Que nada! A verdade é que quem dá a carona tem o mesmo medo que quem pede a carona, por isso, construímos relações de confiança mútua e isso é super legal! Sempre digo que viajar pegando carona é muito, mas muito mais tranquilo do que parece, desde que tomemos algumas precauções básicas (tanto para a nossa segurança, quanto para facilitar a nossa vida no caminho). Esse foi o meu segundo mochilão pegando carona e muito do que aprendi sobre viajar assim está resumido nesse post aqui do Mochileiros e em outros blogs de viajantes aventureiros por aí, então, não entrarei em detalhes sobre o método em si, mas sim, sobre o que aconteceu no caminho. Basicamente, acrescento que evitamos sempre pegar carona de noite e a maioria delas foi com caminhoneiros muito gente fina! VID_20190718_090353.mp4 Por fim, o passo a passo da viagem: (dia 1) começamos no dia 11 de julho. Como somos de Campinas-SP, para chegar ao nosso ponto de partida oficial ainda pela manhã (para aumentar as chances de carona longa), a maneira mais prática foi pegar um Blablacar para São Paulo-SP saindo da rodoviária às 5h40 (20 reais). Chegando em São Paulo-SP, depois de um metrô para a rodoviária (4,30 reais), chegamos no Terminal Rodoviário Tietê (onde compramos um item muito importante do mochileiro caroneiro: canetão/pincel atômico). De lá, para sair da zona metropolitana, que inviabiliza conseguir carona, pegamos um ônibus para Juquitiba-SP (12 reais) e pedimos para descer no Posto 68, na BR 116, antes de Juquitiba. Postos de gasolina grandes, na rodovia, são sempre uma ótima pedida para pedir carona. Chegamos lá quase 11h, comemos alguma coisinha que levamos e pedimos papelão na conveniência para fazer uma plaquinha com o nome do próximo destino. (Carona 1, com seu Wanderlei) Carona 1: de Juquitiba-SP até Curitiba-PR - com seu Vanderlei, caminhoneiro. Pouco tempo depois de irmos até a saída do posto com nossa plaquinha, parou um caminhão para nós, o do seu Vanderlei. Seu Vanderlei é natural de Gaspar-SC e estava voltando para casa depois de ficar 35 dias na estrada, o máximo que já passou fora. O caminhoneiro, que estava cheio de saudade de casa e da família, nos falou sobre a distância e a solidão serem a parte difícil da profissão de caminhoneiro. Seu Vanderlei, que já viajou o país todo e gosta muito de viajar, nunca havia dado carona na estrada antes (e, coincidentemente, foi a primeira carona do Manuh também!). Nos deixou na saída de Curitiba, em São José dos Pinhais, onde pegamos 2 ônibus (5 reais + 4,50 reais) para o centro de Curitiba para chegarmos até a casa de um amigo que topou nos dar abrigo por duas noites! (em frente ao prédio histórico da UFPR, em Curitiba) (dia 3) Carona 2: de São José dos Pinhais-PR para Joinville-SC - com casal da Kombi. Depois de pernoitar duas noites em Curitiba-PR, cidade que amamos demais e onde a comida é muito barata, pegamos de manhãzinha um ônibus intermunicipal sentido São José dos Pinhais-PR para pararmos no Posto Tio Zico II, na BR 376, que o seu Vanderlei havia nos indicado de antemão para seguirmos pegando carona. No posto Tio Zico, nem tivemos tempo de pedir carona: enquanto eu estava no banheiro, um casal de idosos logo abordou o Manuh para nos oferecer carona em sua Kombi "motor home". Dona Iva e seu Luís, que estão aos poucos customizando sua kombi para viajar com mais conforto, se dirigiam para São Francisco do Sul-SC para procurar o filho hippie que parou de dar notícias havia uma semana. O casal, muito simpático, nos deixou em um posto grande na BR 101, onde seguimos viagem. (Dona Iva e seu Luís com a gente em frente a kombi) Carona 3: de Joinville-SC para Itajaí-SC - com ônibus do Grupo Explosão. Depois de almoçarmos petiscos que trouxemos de cada (castanhas e polenguinho), fizemos uma plaquinha para "Floripa" e fomos para a saída do posto pedir carona. Poucos minutos depois, parou para nós o ônibus da banda "Grupo Explosão" que, seguindo sentido Brusque-SC, poderiam nos deixar em Itajaí-SC. Aceitamos a carona e, por mais curioso que tenha sido pegar carona com a banda em turnê, fica o aviso para o caroneiro inexperiente que quer chegar à Floripa: parar em Itajaí vai te deixar i-lha-do! hahah A dificuldade é que, além de sermos deixados em um posto pequeno meio dentro da cidade, definitivamente, Itajaí não é um ponto de parada para quem está descendo para Floripa: outros caminhoneiros, com quem conversamos depois, disseram que, inclusive, evitam parar ali e perto de Floripa para evitar o trânsito da rodovia na região. Felizmente, conversando com um caminhoneiro de cada vez no posto em que paramos (e depois de um baita nervosismo vendo a noite chegar sem conseguirmos carona), achamos uma alma abençoada que aceitou nos dar carona para Balneário Camboriú-SC. Carona 4: de Itajaí-SC para Balneário Camboriú-SC - seu Paulo, caminhoneiro de mudanças. Já no fim da tarde, o seu. Paulo, que havia acabado de encontrar o irmão por coincidência no mesmo posto, topou nos levar a Camboriú. Nos contou que sempre faz o possível para ajudar os outros e já deu carona para outros viajantes. Nos contou que, certa vez, quando deu carona para uma moça chilena que viajava sozinha, ela havia lhe contado que os 3 últimos motoristas com os quais ela havia pego carona tentaram se engraçar com ela de alguma maneira e ele, ouvindo o relato da moça, fez de tudo para dizer que ela poderia ficar tranquila porque ele nunca faria nada a ela e, assim, rumo ao Rio de Janeiro, acabaram até pernoitando os dois na boleia do caminhão em uma relação de total confiança. Seu Paulo nos contou de sua noiva, com a qual namora a distância, e nos disse sobre o quão triste é o estereótipo que fazem dos caminhoneiros como homens que "tem várias mulheres", "que só querem saber de mulher" ou que "não se importam com família" e que não percebem o quanto esses trabalhadores, na verdade, tem uma vida sofrida. Carona 5: Balneário Camboriú-SC para Florianópolis-SC - Blablacar com Eloir. Chegamos no centro de Balneário Camboriú já muito no fim da tarde e, sem esperança de conseguir chegar a um posto de gasolina antes do anoitecer, avaliamos que o melhor custo benefício seria pegar um Blablacar para Florianópolis (20 reais), onde já tínhamos conhecidos esperando para nos receberem. Eloir é natural de Cascavel-PR e mora em Florianópolis, cidade que, segundo ele, não troca por nenhuma outra. Chegando na rodoviária de Floripa, pegamos dois ônibus para chegar a casa de nossos amigos (2x 4,40), no Campeche, onde pernoitamos por três noites para descansarmos da saga de caronas e conhecermos melhor o lugar, cheio de praias e belezas naturais. Ficamos chocados com o preço absurdo de todas as coisas e, ainda por cima, fora de temporada (ex: 1 pastel de queijo = 10 reais?!), mas, felizmente, estávamos bem equipados com nossos próprios alimentos. (fotos na praia do Campeche, Florianópolis) (dia 7) Carona 6: Palhoça-SC para pedágio na BR 101 - Gui, ex ator e diretor de teatro. Chegamos ao Posto Cambirela, na BR101, saída de Palhoça, depois de pegarmos dois ônibus saindo de Florianópolis (4,40 + 6,65 reais). No posto, fizemos nossa plaquinha de "Porto Alegre", quando Gui parou para nos oferecer carona. Gui estava indo ao seu sítio próximo a Paulo Lopes e contou que já viajou de carona pelo Brasil com sua antiga trupe de teatro - um de seus amigos, inclusive, ficou no Espírito Santo e nunca mais voltou. Contou que deixou o ofício para se "desurbanizar" e agora trabalha com a produção de brinquedos de madeira. Gui nos deixou em um pedágio, onde logo desistimos de ficar ao observarmos a ausência de acostamento para os carros/caminhões conseguirem parar em segurança. Assim, caminhamos um pouco mais de 2km e chegamos a um pequeno restaurante de beira de estrada. Carona 7: BR 101 (restaurante Três Barras) para Tubarão-SC - com Sandro, caminhoneiro. Sandro salvou a nossa pele no restaurante, de onde pensamos que seria quase impossível sairmos. Por sorte, ainda era hora do almoço e, apesar da plaquinha de "Porto Alegre", ficamos super gratos com a carona para Tubarão-SC. Sandro parou os estudos cedo e, por necessidade da família, trabalhou desde a infância com o seu pai na plantação de pinus. Os anos de trabalho pesado e precoce deixaram muitas marcas nos músculos de seu corpo. Sandro seguiria para Braço do Norte-SC e, apesar de nos ter dado a opção de seguirmos para a Serra Catarinense, decidimos continuar indo ao Sul e, assim, paramos em Tubarão-SC. (Carona 8, com Evandro) Carona 8: Tubarão-SC para Três Cachoeiras-RS - com seu Evandro, caminhoneiro. Paramos em Tubarão em um posto não muito grande na marginal da BR. Aparentemente, quanto mais ao Sul do país, menores são os postos de gasolina e é muito comum se localizarem na marginal da pista. Isso dificulta um pouco o processo de pedir carona, já que o fluxo do posto acaba sendo menor ou de moradores da própria cidade. Ficamos um tempo considerável tentando sair de Tubarão, falando com cada caminhoneiro que chegava, até que, já perto do fim da tarde, seu Evandro topa nos levar até Três Cachoeiras-RS. Lá, pernoitamos pela primeira vez em nossa barraca em um posto de gasolina bem grande e cheio de caminhoneiros, onde todos os frentistas foram extremamente solícitos e simpáticos. (dia 8 ) Carona 9: Três Cachoeiras-RS para Cachoeira do Sul-RS, com seu Roberto. Completando uma semana de viagem, chegou o momento de abandonarmos a plaquinha "Porto Alegre" e, enfim, alterarmos a rota planejada (como eu disse antes, era só o rascunho). Foi aí, também, que o universo começou a mostrar suas conexões cósmicas (os viajantes aventureiros entenderão do que se trata aqui). Acordamos bem cedo em Três Cachoeiras e logo partimos para a saída do posto, ainda com a antiga plaquinha. Momentos depois, um caminhão com um casal parou perto de nós: contaram que já haviam nos visto cerca de três vezes em outros pontos da estrada e que, portanto, decidiram finalmente parar para nos perguntarem o nosso destino. O casal seguia para oeste de porto alegre e, embora não tenham conseguido ajudar com a carona, pois não teriam como nos deixar em um ponto bom e seguro para seguirmos na estrada, nos ajudaram comentando sobre outras possíveis cidades de fronteira para entrar no Uruguai, como Santana do Livramento. Pouco depois, um outro caminhoneiro para e nos chama até seu caminhão, o seu Roberto. Seu Roberto passaria por Porto Alegre, no entanto, seguiria para Rosário do Sul, a cidade mais próxima da fronteira em Santana do Livramento, que nos havia sido apresentada pouquíssimo antes. Topamos, então, deixar PoA de lado e seguir para o destino final do seu Roberto, que tomou chimarrão conosco o trajeto todo e virou um grande amigo nosso! Ao pararmos para almoçar em Pantano Grande-RS, encontramos duas ciganas vendendo jaquetas de couro: umas delas, insistentemente, até mesmo ficou falando em ler o futuro do Manuh e, após esse encontro breve, o Manuh ficou meio atordoado com a forte presença das moças. Minutos depois, seu Roberto nos chamou para continuar viagem e nos comunicou que havia acabado de ser comunicado de uma alteração na sua rota e precisou nos deixar em Cachoeira do Sul-RS, no Posto Laranjeiras. Por um breve momento, o Manuh ficou encanadíssimo de ser mal olhado da cigana por ele não ter comprado a jaqueta, mas mal sabíamos o que aconteceria a seguir. (Carona 9, com seu Roberto) (Almoçando no caminhão do seu Roberto) Carona 10: Cachoeira do Sul-RS para Rosário do Sul-RS, com seu F, caminhoneiro medium. Por alguma razão, achei melhor ocultar o nome desse figura, que é realmente uma pessoa diferenciada em muitos sentidos. Poucos minutos depois de chegarmos ao Posto Laranjeiras, conversamos com seu F, que estava indo justamente para Rosário e topou nos levar, se não nos incomodássemos com a boleia um pouco apertada. Conversa vai, conversa vem, seu F. pergunta nossa religião e começamos a falar de espiritualidade quando ele diz ser espírita. Seu F. nos contou que é filho de pai indígena feiticeiro e cresceu junto de uma comunidade cigana da vizinhança, da qual conheceu a hierarquia. Seu F. nos explicou que é médium e é como um "receptor universal", que sente e percebe coisas quando olha nos olhos das pessoas. Além de nos contar histórias de coisas que já pressentiu, acabou nos dizendo uma série de coisas bastante pontuais e emocionantes sobre mim e sobre o Manuh, as quais, apesar de não revelar aqui, afirmo serem de uma precisão que deixa meu lado mais cético impressionado. Nos tornamos amigos e trocamos contato ao final da viagem, que, na verdade, sentimos como se fosse uma espécie de viagem astral. Seu F. disse que nos chamou até ele, o que é ainda mais curioso depois da série de combinações imprevistas que nos levaram a nos encontrarmos naquela tarde. Pernoitamos no posto em Rosário do Sul. (dia 9) Carona 11: Rosário do Sul-RS para Santana do Livramento-RS/Rivera-Uy, como sra. Janice e seu Jairo. Depois de um dia exaustivo, nos permitimos sair do modo roots e ter mais conforto, portanto, jantamos e tomamos café da manhã no posto (cerca de 40 reais para cada). Seguimos pela manhã de carona com um casal de Santa Maria-RS que ia até Santana. Disseram que pararam para nós não porque pensaram racionalmente, mas porque sentiram que precisavam ajudar. Nos deram a dica de não comprar comida do lado Uruguaio da fronteira porque é bem mais caro e logo isso ficou ba$tante evidente. Passamos o dia em Santana resolvendo questões mais "técnicas", como dar a entrada no Uruguai na aduana (nunca se esqueçam dessa parte), trocar o dinheiro por pesos e comprar chips uruguaios para o celular (um roubo no total de 40 reais cada, um gasto que eu preferiria ter evitado). Troquei 200 reais para pesos e a cotação estava 1 real = 9 pesos: você tem a falsa sensação de que seu dinheiro vale bastante mas, logo em seguida, descobre que tudo o que já te disseram sobre o Uruguai ser um país caríssimo era verdade. Passeamos em Santana/Rivera até o começo da noite, enquanto procurávamos lugar para ficar por ali: não encontramos hostels baratos, o albergue de Santana não estava aberto quando passamos por ele e ninguém nos respondia no Couchsurfing. Esse foi, talvez, o primeiro momento real de perrengue. Nossa próxima tentativa seria caminhar até o maior posto 24h na entrada da cidade, onde pediríamos para montar a barraca. Deixo aqui outra dica: sempre é uma opção, também, se apresentar e pedir abrigo para moradores locais - principalmente nas áreas mais periféricas da cidade -, no entanto, já havia anoitecido e não nos pareceu uma boa ideia naquela circunstância. Por sorte, quando estávamos já exaustos de andar sem rumo com as mochilas pesadas, uma alma bondosa aceitou nossa solicitação no Couchsurfing e, assim, ganhamos um abrigo e ótimos amigos: Emerson e Rodrigo, um casal incrível de Santana que usava o aplicativo pela primeira vez e pretende mochilar pela Europa em breve. (dia 10) Carona 12: Rivera-Uruguai para Tacuarembó-Uruguai, com Luís do grupo de rally de Tacuarembó. Depois de uma noite maravilhosa na casa dos anfitriões em Santana, pela manhã, Emerson nos deu carona até a saída de Rivera, onde paramos após uma grande rotatória para pedir carona com a plaquinha "Montevideo" na entrada da Ruta 5. Foi aí que, passados alguns minutos, conseguimos a carona mais amedrontadora da viagem: ao nosso lado, para uma caminhonete e o motorista diz que pode nos dar carona até Tacuarembó, mas que só tem lugar na caçamba. Lá fomos nós: nos segurando com as mochilas enormes na caçamba da caminhonete, tomando um vento desgraçado, enquanto o doido dirigia a uns 120km/h e ultrapassava todo mundo na pista. Acreditem ou não, meu maior medo na viagem toda foi sair voando daquela caçamba e me espatifar na estrada, o que, obviamente, não aconteceu. Na verdade, a sensação depois dessa carona foi uma adrenalina muito gostosa. Acontece que, em Tacuarembó, não tivemos a mesma sorte com caronas e, no início, não entendíamos o porque. A partir daqui, você saberá o que descobrimos, na prática, sobre como funciona viajar de carona no Uruguai. Em Tacuarembó, nos posicionamos em um posto de gasolina na saída da cidade para a continuação da Ruta 5 e esperamos alguém parar. Como todo caroneiro está sempre caçando pontos de redução de velocidade na rodovia, vale o comentário de que algo que ajuda a pedir carona nas Rutas uruguaias, por elas cortarem as cidades/pueblos no meio, é a existência de semáforos na própria rodovia, principalmente em rotatórias da entrada e saída, funcionando como pontos bons para pedir carona quando há acostamento. Esperamos alguma carona. Uma hora depois: nada. Começamos a nos questionar e lembramos que era sábado. Fica a dica para os caroneiros iniciantes: pedir carona é sempre mais fácil e rápido em dia de semana, pois o movimento das vias cai aos fins de semana e a maioria dos caminhoneiros fica parado para descarregar e carregar, só saindo novamente a partir de domingo de noite ou segunda-feira. Não é que não funcione viajar de carona nos fins de semana, apenas, pode ser mais demorado. Até aí, nada específico do Uruguai. Seguindo o conselho de dois moços uruguaios, decidimos caminhar até o próximo posto da Ruta 5, de onde costumam sair mais caminhões. Nos posicionamos nesse posto e, novamente, nada de carona. Não havia caminhoneiros saindo do posto e os carros que passavam indicavam estar entrando na própria cidade ou na próxima há poucos quilômetros. Caminhamos até um posto da Polícia Federal um pouco mais a frente. Conversando com os policiais - que foram extremamente hospitaleiros dizendo que poderíamos montar acampamento do lado do posto em segurança e, inclusive, usar o banheiro de lá - descobrimos que, apesar do movimento da Ruta estar baixo, não é muito maior nos dias de semana. Disseram, também, que não valeria a pena pegarmos carona para parar no meio da estrada nas próximas cidades já que, na verdade, elas são tão pequenas que não passam de "vilas" (e, aparentemente, a maioria das cidades do país se encaixa nessa descrição). Percebendo o quanto estávamos ilhados enquanto começava a anoitecer, achamos que seria inviável pedir carona de pueblo em pueblo (até por uma questão de tempo hábil para retornarmos ao Brasil) e, assim, julgamos que o mais prudente seria caminhar até a Rodoviária de Tacuarembó (cerca de 1h) e usar boa parte dos pesos que trocamos para pegar um ônibus da madrugada direto para Montevideo (448 pesos cada passagem + taxa por pessoa, algo como R$49,70). Assim fizemos e, partindo 00h15, chegamos as 5h em Montevideo. (dia 11) Ônibus Tacuarembó-Uruguai para Montevideo-Uruguai. Chegando em Montevideo, ainda antes de amanhecer, logo fomos informados de que não se pode passar muito tempo na rodoviária porque passam para conferir seu bilhete (se você não está de passagem, cai fora). Sendo assim, fomos ainda no escuro (literalmente) procurar um lugar barato para tomar café da manhã. Paramos em um local na praça em frente a rodoviária. Pedi duas empanadas, que nada mais são do que salgados assados de tamanho convencional (2x60 pesos, mais ou menos R$6,70 cada), e o Manuh pediu uma promoção de medialuna com café (100 pesos, aproximadamente R$11,10). Apesar de imaginarmos que não era um estabelecimento barato, por conta de sua localização, notamos depois que esses preços são a média da cidade. Agora já deu para ter uma noção do custo de vida, não? Mesmo preço de café da manhã em estabelecimento chique de São Paulo. Depois de comermos, saímos para explorar a cidade. Conhecemos várias praças, a feira de antiguidades da Ciudad Vieja (que indico fortemente) e quase toda Ciudad Vieja em si. Não tendo recebido respostas no Couchsurfing, decidimos procurar um Hostel mais em conta. Ficamos no Punto Berro Hostel, fechando a pernoite, depois de uma choradinha, por 300 pesos por pessoa no quarto compartilhado (algo como R$33,30). Compramos um vinho Faisan no mercado (150 pesos = R$16,70) e um pacote de lentilhas pequeno (200g por 37 pesos = R$4,10, mais do que pagamos por um de 500g no Brasil). Na manhã do dia seguinte, compramos duas medialunas (60 pesos cada = 2xR$6,70) e seguimos viagem. (dia 12) Pegamos um ônibus para um posto de gasolina grande na saída de Montevideo, na Ruta 8, e paramos lá com nossa plaquinha mais que otimista "Acegua o Chuy". Ainda não havíamos aprendido a lição sobre como pedir carona aos uruguaios. Uma hora depois: nada ainda. Todos os carros pareciam estar ficando pelas proximidades de Montevideo e não havia um ponto próximo mais a frente para pedirmos carona. "Será que pegar carona no Uruguai é tão difícil assim?" Lembrava-me de ter lido antes, em outros relatos de viagem, que pegar carona no Uruguai era fácil e que essa cultura era mais forte por lá do que no Brasil, no entanto, não somente não confirmamos isso, como percebemos, a medida que pedíamos informação para vários moradores locais e frentistas, que muitos deles são extremamente descrentes na viagem de carona e não parecem acostumados a ver mochileiros fazendo isso, diferente do que experimentamos no Brasil. É claro que muitas pessoas estranham a viagem de carona e sabemos disso, no entanto, enquanto no Brasil recebíamos incentivo de frentistas e de pessoas no caminho, no Uruguai, mesmo quando ajudavam com alguma informação, era comum acrescentarem algo como "creio que vai ser muito difícil, as pessoas tem medo de dar carona, mas podem até tentar, vai que...", opinião que não representa a realidade, mas sim, uma mentalidade. Continuamos esperando no posto, até que um moço veio até nós para avisar-nos que aquele ponto seria muito ruim para chegar até Montevideo porque, justo ali, fizeram um desvio de caminhões para reduzir o trânsito na Ruta. Nos contou que, em sua juventude, também precisou se locomover muito pedindo carona e que, por isso, sabia que depois da cidade de Pando, ainda na Ruta 8, conseguiríamos uma carona com muito mais facilidade. Sendo assim, pegamos ali mesmo um ônibus para Pando e, depois de atravessar essa cidade a pé, chegamos a uma rotatória na saída para a Ruta 8. Carona 13: Pando-Uruguai para mais a frente na Ruta 8 - com Hector, caminhoneiro. Depois de toda a dificuldade, aprendemos algo muito importante: parece muito mais fácil pegar carona no Uruguai com plaquinhas para destinos próximos, ainda que muito pequenos, porque não é comum que as pessoas viagem "longas" distâncias. Além de o combustível ser extremamente caro no país, nosso referencial de distâncias longas/pequenas é totalmente diferente do deles. Então, o que no início nos parecia perfeitamente factível e razoável, como tentar carona direto para Montevideo, para eles significa cruzar o país todo. Quando, por exemplo, eles falam de "150km" a frente, estão falando de um local distante e, para nós, soa o contrário. Não que seja impossível, afinal, há caminhões e empresas que fazem esses longos trajetos até a capital, mas é bem mais improvável do que ir pingando de cidade em cidade. Sendo assim, decidimos mudar nossa plaquinha para destinos mais realistas: "Minas o Treinta y Tres". Cinco minutos depois, Hector parou para nós, nos deixando alguns quilômetros adiante na rotatória de entroncamento para Atlântida. Dali caminhamos aproximadamente 3 km até chegar a um pedágio na Ruta. Paramos com nossa plaquinha no acostamento após o pedágio e, em poucos minutos, conseguimos nossa nova carona. (Carona 13, com Santiago) Carona 14: Pedágio Ruta 8 para rotatória na Ruta 8 - com Santiago, professor de dança. Um carro parou para nós: era Santiago, um moço muito animado que logo foi movendo os instrumentos de percussão que carregava consigo para o porta-malas, a fim de liberar espaço para nós no banco traseiro. Santiago nos ofereceu um pote cheio de flores de maconha, que plantou em sua casa, para o restante da viagem. Achamos a insistência do moço muito engraçada e até pensamos em aceitar, mas sabíamos que cruzaríamos a fronteira bem em breve. Além disso, ao contrário do que pensamos no início da viagem, nos mantivemos em estado de alerta o tempo todo e sequer nos sentimos a vontade para fumar no Uruguai. Santiago estava indo a Migues e nos deixou na rotatória para aquela saída da Ruta. Carona 15: rotatória na Ruta 8 para Minas-Uruguai - com Carlos, caminhoneiro. Logo que Santiago nos deixou na rotatória -que, aparentemente, não era um lugar tão bom assim para pedir carona, visto que os veículos não estavam reduzindo a velocidade -, avistamos, poucos metros adiante, um caminhoneiro parado no acostamento com seu caminhão. Antes mesmo de nos posicionarmos com nossa placa para continuar, o caminhoneiro nos chamou até ele. O Manuh correu para verificar o que era e, para nossa felicidade, ele nos ofereceu carona. Carlos estava indo a Minas e nos deixaria na entrada da cidade. Carlos havia parado no acostamento apenas para atender uma ligação, o que convergiu perfeitamente com o tempo em que chegamos lá com Santiago: viajar assim, de maneira imprevista, tem seus acontecimentos cósmicos mágicos. Carlos nos deixou em Minas, onde logo fomos procurar lugar para ficar. Como nem eu e nem o Manuh temos perfis verificados no Couchsurfing (o que é bem limitante, já que o aplicativo te dá somente direito de usar 10 solicitações de hospedagem por semana), não possuíamos mais solicitações para usar. Precisaríamos acampar e, assim, começamos a perguntar aos moradores locais onde havia um lugar relativamente seguro para armar nossa barraca. Nos indicaram um parque público aberto às margens de um rio, cortado por uma ponte. Ali, encontramos em seu lado mais arborizado um local aparentemente seguro para acampar, exceto pela placa em uma das árvores com os dizeres "prohibido acampar". Ficamos com medo de cometer uma infração e precisarmos pagar algum tipo de multa, por isso, antes de montar acampamento, ainda fomos caminhando até a delegacia no centro da cidade para pedir autorização à polícia. Explicamos a situação a um dos policiais, que foi muito bacana em nos compreender e dizer que fariam vista grossa. Compramos 10 alfajores de Minas por 110 pesos (mais ou menos R$1,20 cada). (Carona 16, com Javier) (dia 13) Carona 16: Minas-Uruguai para Aceguá (Uy/RS) - com Javier, caminhoneiro. Desmontamos acampamento ainda antes do dia amanhecer e consideramos que a melhor ideia para continuar com as caronas seria atravessar a cidade a pé para chegar em sua saída para a Ruta 8. Caminhamos por cerca de 1h30 e, quando finalmente chegamos a saída, nos deparamos com uma grande insegurança por causa do baixo movimento da Ruta. Além disso, estávamos congelando com o vento frio cortante daquela manhã. Mal conseguíamos ficar um momento sem luvas para olhar o mapa no celular. Estávamos já praticamente sem pesos para cogitar pegar algum ônibus dali para qualquer lugar. A saída era continuar pedindo carona e usar o que aprendemos sobre caronas no Uruguai ao longo do caminho. Fizemos uma nova plaquinha com as cidades próximas, "Treinta y Tres o Melo" e, mesmo desesperançosos, decidimos continuar ali por um tempo. Tentando nos fortalecer naquele momento, Manuh repetiu em voz alta o nosso mantra de caroneiros: "A carona certa virá na hora certa para o lugar certo". Eu, já com um tom de humor impaciente, retruquei que a hora certa era aquela mesma. Como num passe de mágica, nem um minuto depois, um caminhão encostou para nós. Era Javier, indo diretamente para o nosso sonhado destino "Acegua", na fronteira. Entramos as pressas no caminhão, eternamente gratos por sermos salvos por ele e, mais uma vez, por essas conexões do universo. Chegamos em Aceguá por volta das 17h, onde fizemos a saída do Uruguai na imigração e gastamos os últimos pesos em um mercadinho uruguaio antes de ir montar acampamento em um posto de gasolina na saída da cidade. Acontece que, em Aceguá, se iniciou o nosso momento de maior perrengue da viagem toda: enquanto montávamos nossa barraca no posto SIM, começou a chover cada vez mais forte, molhando todas as nossas coisas. O borracheiro do posto, que nos ajudou quando chegamos, sugeriu que dormíssemos em uma Ipanema abandonada ao invés de nos molharmos mais e passarmos mais frio na barraca. Assim fizemos. A Ipanema estava com os bancos abaixados, então, nos organizamos como possível com nossos sacos de dormir e mochilas lá dentro. Ao menos, tínhamos refrigerante e alfajores para amenizar o mau humor pós chuva. A pior coisa é passar frio estando molhado. (dormindo dentro da Ipanema abandonada, no Posto SIM de Aceguá-RS) (dia 14) Carona 17: Aceguá-RS para Bagé-RS - com seu Luís, caminhoneiro. Acordamos em Aceguá, com muito frio, ainda úmidos e ainda estava garoando. Não sabíamos como fazer para pegar carona com aquele tempo. Conversamos com os frentistas do posto, super hospitaleiros, que nos aconselharam a tentar pegar um ônibus para Bagé. O problema é que, como não parava de chover, mal conseguiríamos chegar ao ponto de ônibus a apenas alguns metros dali. Decidimos esperar no posto para ver se a chuva pararia. A decisão foi a mais acertada porque, pouco depois, um frentista nos avisou que um dos caminhoneiros que havia acabado de abastecer estava seguindo para Bagé. Nos prontificamos a falar com o caminhoneiro, seu Luís, que topou nos dar carona para lá numa boa. Pensamos que nossos pesadelos acabariam por aí, no entanto, também estava chovendo e muito frio em Bagé, por volta de 10ºC e uma sensação térmica de menos. A chuva não parava por nada. Paramos em mercadinho, de atendimento péssimo, para comprar uns pães franceses e frios de café da manhã/almoço/lanche da tarde. Pegamos um ônibus para o centro de Bagé e, de lá, também não conseguimos fazer muita coisa. Ainda não tínhamos solicitações disponíveis no Couchsurfing e não encontrávamos hostels na cidade olhando e ligando nos telefones do google. Caminhamos até um hotel próximo, que nos deu a indicação do hostel de preço mais acessível. Não havia carros do Uber disponíveis na cidade e, portanto, tivemos que comprar um guarda chuva (uma sombrinha pequena por 12 reais e os outros eram caríssimos) e ir caminhando para esse tal hostel por cerca de 40 minutos. Chegamos no Hostel da Campanha ensopados. Nossos casacos molhados, sapatos molhados e mochilas molhadas (inclusive, as roupas de dentro). Pegamos a acomodação mais barata, R$50 por pessoa, em um quarto com beliche para duas pessoas. Apesar do preço ainda meio salgado, pagar aquela estadia foi absolutamente necessária, caso contrário, precisaríamos bater de porta em porta ou morreríamos de hipotermia. Além disso, o Hostel da Campanha é de longe o melhor hostel que já fiquei na vida: além de incluir um café da manhã muito bom e com várias opções, é extremamente limpo, extremamente novo e confortável, fora o atendimento impecável de todos da recepção (estou reforçando essa parte porque quem viaja gastante pouco sabe como pode ser o frustrante pagar estadia para se deparar com um lugar precário). Como eu havia levado um rolo de fio de nylon, improvisamos varais por todo quarto e penduramos nossas coisas. (Varais no quarto do Hostel, em Bagé) (dia 15) Escolhemos, para a infelicidade do nosso bolso e para a alegria de nossos pertences pessoais, ficar mais uma noite no hostel. Isso porque não seria possível seguir viagem com as coisas todas molhadas, ainda mais com o tempo tão frio e chuvoso. De dia, pedimos indicação de uma lavanderia na recepção, para onde mandamos todas as nossas roupas. Aproveitamos um breve momento sem chuva durante a tarde para passear e, a noite, deixamos nossos sapatos secando em frente a lareira da sala. O gasto com a estadia no hostel poderia ter sido evitado, mas consideramos que existem situações emergenciais em que é realmente muito difícil não abrir mão de algumas economias para garantir nossa segurança e bem estar. Acabou sendo uma parada extremamente estratégica para nos recompormos e repararmos os danos do tempo chuvoso. (dia 16) Carona 18: do meio da cidade em Bagé-RS para saída de Bagé-RS, com Fabrício. Enquanto caminhávamos para a saída da cidade, Fabrício nos avistou e ofereceu carona para o posto de gasolina ao qual nos dirigíamos. Essa foi a carona mais curta de todas, menos de 4km, e a única que pegamos em zona urbana. Carona 19: Bagé-RS para Hulha Negra-RS, com Hosana. Desistimos de tentar carona no posto de gasolina, que não parecia ainda tão "na saída" para a rodovia. Caminhamos cerca de 1h até chegarmos, de fato, a BR 293, em uma rotatória. Estávamos com a plaquinha "São Gabriel", contudo, ao observarmos o movimento da rotatória, sentimos uma forte intuição de que teríamos mais êxito se pedíssemos no sentido contrário, para "Pelotas ou Porto Alegre" - e essa foi nossa nova plaquinha. Em menos de 10 minutos, Hosana parou para nós. Disse que não está acostumada a dar carona para mochileiros, mas que sempre ajuda os policiais que pedem carona. Hosana nos deixou na entrada de Hulha Negra, quilômetros a frente. (Carona 19, com Hosana) Carona 20: Hulha Negra-RS para Pinheiro Machado-RS, com sr. Paulo. Novamente, menos de 10 minutos depois, sr. Paulo, natural de Candiota-RS, nos salvou de passar frio na estrada e nos levou até a entrada de Pinheiro Machado. Viajamos juntos ao som de clássicos da música caipira enquanto observávamos as paisagens de campos. (Carona 20, com sr. Paulo) Carona 21: Pinheiro Machado-RS para Pelotas-RS, com Rose e Wal. Poucos minutos depois de esperarmos novamente no frio congelante, Rose e Wal nos ofereceram carona. Fomos tomando chimarrão e conversando sobre o que achamos das cidades que conhecemos ao longo da viagem. Conversamos bastante sobre como as cidades no sul e no Uruguai são, de modo geral, mais seguras que em São Paulo. Rose nos falou sobre a praça do Mercado Municipal de Pelotas e topamos parar por ali mesmo. Chegamos em Pelotas por volta das 15h e decidimos pernoitar por lá. Mais uma vez, começou a saga de procurar lugar para pousar, enquanto conhecíamos o mercado e prédios históricos dos arredores. Na praça em frente ao mercado, abordamos um moço com um violão nas costas para perguntar se poderia nos indicar um lugar barato para comer. O moço, chamado Marcelo, foi h extremamente hospitaleiro e nos acompanhou por um tempo em nossa busca e trocamos contato antes de nos despedirmos. Naquela noite, conseguimos abrigo na casa de uma amiga do Manuh, no bairro Porto. Por termos gostado muito da cidade, decidimos passar mais um dia em Pelotas. Convidamos Marcelo para uma volta pelo centro da cidade e acabamos, no fim das contas, pedindo abrigo para ele na casa de sua família. Depois de uma tour por Pelotas, guiados por Marcelo, almoçamos com sua família e fomos recebidos com carinho. Não deixamos de experimentar os doces de Pelotas e conhecer a bancada de discos do James na feira em frente ao Mercado Municipal. (Carona 21, com Rose e Wal) (dia 18) Carona 22: Blablacar de Pelotas-RS para Eldorado do Sul-RS, com Ezequiel. A escolha de pegar um Blablacar, a essa altura da viagem, foi bastante estratégica. O objetivo era chegar até o Posto SIM, na saída de Eldorado do Sul, para encontrarmos lá o nosso amigo caminhoneiro seu Roberto, o mesmo que conhecemos na carona de número 9. Combinamos com seu Roberto que nos encontraríamos lá por volta da hora do almoço, para que pudéssemos, então, seguir com ele até Jaraguá do Sul-SC. Carona 23: Eldorado do Sul-RS para Jaraguá do Sul-SC, com seu Roberto. De fato, conseguimos encontrar nosso amigo seu Roberto no posto e seguimos viajando juntos até por volta das 22h. Paramos em um posto de gasolina próximo a Florianópolis para pernoitarmos e partimos novamente por volta das 3h. Chegamos a entrada para Jaraguá por volta das 5h e esperamos em um posto de gasolina até o dia amanhecer. (dia 19) Carona 24:Jaraguá do Sul-SC para Curitiba-PR, com seu Alberí, caminhoneiro. No mesmo posto em que ficamos em Jaraguá, fizemos uma plaquinha para "Curitiba" e, coisa de meia hora depois, seu Alberí parou para nós. Seu Alberí, um caminhoneiro com 35 anos de estrada, nos contou vários histórias sobre subornos policiais no Rio de Janeiro, sobre o problema com bloqueios eletrônicos dos caminhões - que "só servem pra deixar caminhoneiro estressado e matar caminhoneiro", sobre seguradoras que querem traçar rotas para os caminhoneiros sem, ao menos, conhecerem o dia a dia deles nas rodovias. Seu Alberí nos deixou na entrada para São José dos Pinhais-PR, mesmo local onde paramos no início da viagem e, assim, pegamos os mesmos ônibus novamente para o centro de Curitiba. Almoçamos no buffet livre (R$11,50) e pernoitamos novamente na casa de nosso conhecido. No dia seguinte, preferimos continuar descansando em Curitiba, onde almoçamos novamente em outro buffet livre (R$7,50) e aproveitamos a companhia do pessoal da república. (dia 20) Carona 25: de São José dos Pinhais-PR para Taboão da Serra-SP, com seu Edimilson. Para sairmos de Curitiba, pegamos um ônibus intermunicipal de volta para São José. Fomos pedir carona em um posto grande recomendado pelo seu Alberí, "Posto Aldo Locatelli". No posto, tentamos carona na saída com a plaquinha "São Paulo ou Campinas", não obtendo sucesso por cerca de 1h. Fizemos uma pausa para comer na conveniência e usar o wifi. Na saída da conveniência, fomos abordados pelo seu Edimilson, que perguntou nosso destino e nos ofereceu carona até sua cidade, Taboão da Serra, limítrofe de São Paulo capital. Edimilson nos contou sobre várias viagens que fez pelo globo motivado pelo seu hobby: o mergulho. Nos contou sobre as melhores experiências e perrengues mergulhando, assim como sobre vários outros pontos turísticos, como as pirâmides no Egito. Em Taboão da Serra-SP, encerramos a viagem pegando um ônibus e um metrô para o nosso marco zero, São Paulo-SP. Lá, jantamos na rodoviária e pegamos um blablacar para nossa casa em Campinas-SP. No fim das contas, depois de contar um pouco dessa maravilhosa odisseia, deixo algumas considerações para quem se sente inspirado a procurar o mesmo tipo de aventura. Já ouvi dizer por aí que "pressa não combina com viajar de carona" e isso é verdade! É possível, sim, viajar durante poucos dias de carona - até mesmo para fazer só um bate-volta em um fim de semana-, porém, a verdade é que, se você tem dia prazo para "estar de volta", você acaba se sentindo mais pressionado pelas circunstâncias imprevisíveis da aventura. Hoje tenho a percepção de que viajar pedindo carona é mais confortável quando se tem tempo de sobra, ou indeterminado, para ficar na estrada e poder aproveitar mais dias nos lugares em que, de fato, se quer parar. Outra consideração é que viajar de carona e de maneira econômica te proporciona uma visão muito menos idealizada do que aquela adotada em uma viagem convencional: não se conhece os lugares pelo olhar de turista - até porque, é muito comum acabar desviando de rotas turísticas -, mas sim, pelo olhar das pessoas que vivem diariamente a realidade dos lugares e das rotas que os cercam. Antes de viajar de carona, leia sobre o passo a passo a se seguir e o memorize bem. Procure os melhores pontos do trajeto para pedir carona e mantenha o pensamento sempre positivo. Se atente, também, aos dias da semana. Algumas rotas, como rodovias com postos de gasolina grandes, facilitam mais do que outras, como pistas estreitas e pouco movimentas, contudo, sempre dá pra conseguir uma condução! Cada lugar tem uma cultura diferente e isso também afeta no processo de pedir/conseguir carona, como comentamos sobre a experiência no Uruguai, mas essa questão se resume apenas em entender as particularidades do ambiente. No caso de quem vai pedir carona no Uruguai, principalmente no interior do país, meu conselho é o de fazer plaquinhas com destinos próximos, ainda que pareçam distâncias pequenas, ou, mais prático ainda, se valer apenas do número da Ruta desejada (ex: Ruta 8). O movimento das vias é muito menor do que no Brasil, mas, como dito antes, isso não é sinônimo de não conseguir carona. Se estiver indo para o Sul, dê atenção especial aos postos de gasolina da rede SIM, que tem boa estrutura e costumam ser maiores e frequentados pelos caminhoneiros. Dito tudo isso, desejo boa viagem aos que se inspiraram! Aos que não se inspiraram, espero que tenham feito boa viagem, ao menos, durante a leitura. Até breve, mochileiros e curiosos!
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    Uma Imagem vale mais que mil palavras né?! Deixa eu começar então com a Imagem E agora com as milhares de palavras Nosso roteiro: África do Sul (Cape Town Cabo, Cabo da Boa Esperança, Ganasbaai (mergulho com tubarão branco) e Johanesburg), Namíbia (Windhoek, Walvis Bay, Sossusvlei, Deadvlei), Zimbabwe (Victoria Falls), Botswana (Kasane - Chobe - Safari) e Zambia (Livingstone) Primeiro deixa eu me apresentar... Me chamo Felipe Zervelis, prazer... Já sou usuário cativo aqui no mochileiros com relatos do Sudeste Asiático, Escandinávia e Costa Oeste dos EUA. Agora venho aqui mostrar pra vocês nossa viagem pra África, feita em Novembro de 2013, com mais 2 colegas que se encontram nessa foto. O primeiro da foto é o David, mais conhecido como Caju (por se de Aracaju, dããã), o segundo, o mais mala de todos, Felipe Watson (também bem conhecido aqui no mochileiros por suas farras na Europa) e o terceiro (o mais galã, claro), eu . Ah,.. os Felipes são cariocas,craroooo... [creditos]Aproveito também para dedicar esse relato a duas pessoas: Paulera aqui do mochileiros e também a Dri (http://www.drieverywhere.net). Obrigado amigos por toda a ajuda (direta e indireta) para que acontecesse essa viagem. [/creditos] Foi uma viagem de 17 dias. Saimos dia 31 de outubro a noite do Rio de Janeiro e voltamos, por Johanesburgo, saindo de lá dia 17 de novembro de tardinha. Dessa vez vou fazer diferente no relato. Todos os preços, locais, passagem e programas principais, irei colocar no final do relato. Apenas irei antecipar o custo TOTAL da viagem por pessoa, em reais, a uma taxa de dólar média variando entre R$ 2,25 a R$ 2,30 - R$ 7 mil !!!!!!! Vale a pena citar que os 2 trechos principais (ida e volta) utilizamos milhas (50 mil pontos no total) pelo Fidelidade (da Tam) e voamos South African Airlines (excelente cia). Mas assumo que tem que tentar pelo telefone, diversas vezes e pedindo pro atendente ter paciência e ver todas as possibilidades possíveis. Pra se ter ideia, voltamos por Guarulhos, chegando lá 1 da manha e tendo que fazer o translado por nossa conta para Congonhas onde iríamos pegar um outro voo (já incluso no principal) as 6 da manha para o Rio. Mas valeu !!! Observações Gerais: - O CERTIFICADO DE VACINAÇÃO internacional de Febre Amarela é VERIFICADO PELA EMPRESA AEREA, não podemos embarcar sem apresentá-lo. De cara, o atendente da TAM já disse que aproximadamente 50% das pessoas não viajam porque não tem o certificado (e caso parecido acontece com o visto para os EUA), alguém acredita ? - Não encontrei UM africano que não falasse inglês. ãã2::'> Vamos começar com o que interessa, não é mesmo ?!
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    Salve Mochileiros, Estava dando uma pesquisada de relatos sobre alguns destinos caribenhos e li alguns tópicos sobre a Ásia, especificamente Tailândia e alguns países aos redores. Resolvi então atualizar vocês sobre algumas coisas pois retornei de lá agora em Fevereiro/2019, fiquei um mês e posso dar algumas dicas valiosas. Fomos eu, meu namorado e uma amiga!! Chegamos em Bangkok no dia 01/2019. Logo quando chegamos trocamos apenas 50 dólares pois o cambio no aeroporto é super baixo. Era somente para pagar o transporte até o hostel. Em relacao ao transporte, o melhor app para se locomover é o Grab. Pagamos cerca de 350 baht até o hostel. Cerca de quase 40 reais, dividido em tres, nao foi nada caro pois o trajeto durou cerca de 50 minutos. Ficamos no Vivit Hostel, ótima localizacao, perto da khao san road, e preco bem acessivel. 60 reais por dia. Lá na Khao san road há inúmeras casas de cambio, achamos uma amarelinha que se chama the best change khao san, realmente estava uma otima cotacao em relacao as outras, logo, mais pra frente compramos nosso chip, pagamos 450 baht num chip ILIMITADO. Cerca de 50 reais. DUROU O MES INTEIRO E FUNCIONOU PERFEITAMENTE ATÉ NAS ILHAS. Nao vou especificar muito sobre a viagem, apenas dicas primordiais. Ficamos 5 dias em BKK, dá pra comprar chip mais barato e pro mes inteiro fora do aeroporto e as casas de cambio tem cotacoes melhores fora do aeroporto, para se locomover > o app GRAB é o the best. Depois fomos para CHIANG MAI, cidadezinha incrivel, fizemos o passeio dos elefantes no ELEPHANT NATURE PARK, compramos pela internet, mas compensa comprar la, é mais barato e nao tem as taxas. passeio imperdivel, cerca de 2.500 baht. Em chiang mai, compensa alugar uma scooter, transito tranquilo e pode ficar livre para fazer os passeios que quiser pois sao todos perto. CAMBOJA. Queriamos visitar apenas o Angkor Wat. ticket custa 37 dólares para 1 dia e 64 para 3 dias. Fizemos um dia só. Combine com o tuk tuk do seu hotel para sair bem cedo e ver o nascer do sol, é magnifico. Ele nos cobrou 20 dolares. E lá no templo vai para varios lugares. Nao perca tbm o night market bazar, compramos camisetas por 1 dólar. Incrivel! Nem na tailandia vimos esses precos. KRABI Do Camboja pegamos um voo para Krabi com escala em BKK, de boa! chegando em krabi pagamos 600 baht por um carro privado para nos levar até Ao Nang, é uma boa base para fazer os passeios. Fizemos o passeio das 4 ilhas. mas há varios outros super incriveis tbm, todos cerca de 1.000 a 1.500 baht, tem a opcao do boat privado e com mais pessoas. Fizemos o privado e achamos incrivel pois ele fica quanto tempo voce quiser nas praias. KOH PHI PHI Lindo, mas muita bagunca. Praias cheias, precos um pouco mais elevados mas nem tanto. Os passeios sao legais pois te levam a praias incriveis, infelizmente pegamos o passeio com barco compartihado, é muito correria e cansativo. Os barcos privados sao mais sossegados. KOH LIPE AAAAA essa ilha, definitivamente as maldivas da tailandia, dá um dó até divulgar, mas acredito que todos devem conhecer um dia, com bastante consciencia por favor!! ilhote pequena, nao tao estruturada, poucas opcoes de hostel, bem tranquila e vazia comparada as outras ilhas da tailandia. Sao 6 horas de barco saindo de Krabi. Saimos de KOH PHI PHI e foram apenas 4 horas, mas o boat nao é tao barato. Pagamos 1.700 baht. Mas vale cada centavo. Para nao ficar tao cansativo, decidimos descer pra malasia, pois fica apenas 1h30 de koh lipe, de lá pegamos um voo pra indonesia, ficamos os 5 dias em ubud e 1 em uluwatu. Dá pra fazer com pouca grana, mas nao recomendo. PRA COMER BEM, os valores sao made in Brazil. Ubud é charmoso, mas bali em si é para surfistas e hipies chics hahaha. Achei superestimado, mas vale conhecer. Tem lugares lindo e a religiao pega forte, é incrivel vivenciar essas experiencias. Mas a Tailandia deixa Bali no chinelo. Fomos ao templo da purificacao e aos arrozais, sao de tirar o folego e de chorar! Foi a experiencia mais linda que tive na vida.é um trampo chegar, mas vale a pena! Compensa alugar uma scooter em Ubud. 6 dólares o dia todo. Bom pessoal, nao quis estender muito, há varias outras dicas, mas acredito que seja melhor ir respondendo conforme forem surgindo, assim nao fica tao cansativo!! Espero ter ajudado! Custo médio da viagem 12,000 reais por pessoa. incluindo alimentacao, passeios, transporte e hospedagem!
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    12º dia - dia 17/07/2015 - Sexta-feira Acordamos bem cedo, pegamos o primeiro ônibus até o terminal da Lagoa, outro até o terminal do Rio tavares, de lá outro até início da trilha(tem que pegar busão que vai pra o pântano do sul), desce depois do parque lagoa do Peri(quando ver o costão de campeche, peça o motorista para parar no inicio da trilha da lagoa do Peri) A Trilha: 1ª parte: Descemos do busão bem em frente a trilha, no início trecho bem tranquilo(praticamente uma estrada), mas a frente começa a estreitar, como choveu muito estava escorregadia, principalmente nas pedras. Mata fechada, área pantanosa, tem que desviar dos trechos encharcados, muita pedras, em alguns locais a dificuldade é maior, mas nada muito complicado, quase sempre margeando a Lagoa do Peri..... no final deste trecho andamos margeando um riacho.... passamos direto do local que tinha que atravessar esse riacho, chegamos até um casarão branco do nosso lado esquerdo, siguimos até uma cachoeira, como vimos que não tinha trilha por ali, retornamos até o casarão, onde um senhor nos explicou onde atravessar o riacho..... Algumas fotos: Algumas árvores caídas... Margeando lagoa do Peri Alguns trecho complicados....muito escorregadio... Cachoeira depois do casarão.... tem que atravessar uns 50 metros pelo rio antes desta cachoeira 2ª parte Após o riacho pegamos uma fortíssima subida, por sorte o tempo estava nublado, e com muitas árvores, lugar com lindo visual. Chegamos numa estrada de terra(liga pantano do sul a caieiras), pegamos outra subida fortíssima, no topo lindo visual do mar e do continente com suas montanhas imponentes. Pegamos uma descida fortíssima até a beira mar em Ribeirão. Descansamos um pouco, e esperamos busão que nos levou até o terminal do centro da cidade. Algumas fotos: Primeira subida depois da travessia do riacho... No topo da primeira subida.. Lindoooo visual de todo continente, mar..... Descendo... No próprio terminal, pegamos outro ônibus e formos conhecer o mirante da cruz, bem próximo do centro da cidade, mas com uma subida fortíssima e estava ficando tarde aliado ao cansaço do dia preferimos ir de busão. Voltamos com o mesmo ônibus(ele faz uma pausa de uns 15 minutos no mirante) tempo mais que suficiente para ter uma visão de 360º de boa parte da ilha.. Hospedagem: Hotel Valerim centro.... ver descrição nos primeiros posts, preço: R$140,00 casal com ótimo café da manhã.
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    12º dia - dia 16/07/2015 - Quinta-feira. Neste dia resovemos ir à pé até o mirante da cruz no centro da cidade.... o tempo estava muito ruim, encoberto e frio, chegando lá resolvemos abortar a subida..... Num terminal de ônibus próximo a praça da matriz tem várias peixarias, compramos camarão/peixe/ostras e voltamos a barra da lagoa para preparar. Comemos um excepcional moqueca. Hospedagem: Mariazinha Pousada, barra da lagoa.... ver detalhes posts anteriores...preço: R$80,00 o casal sem café da manhã. Algumas fotos: Tempo frio e encoberto na lagoa... Lindas casas na lagoa..
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    11º dia - 15/07/2015 - Quarta-feira Acordamos tomamos um rápido café da manhã, próximo ao hotel tem um ponto de ônibus, entramos no primeiro até o terminal de canasvieira(tican), após outro até Praia Brava. No dia anterior ficamos sabendo que havia outra trilha entre a Praia Brava até Praia dos Ingleses(essa outra trilha saí antes do mirante na entrada da praia brava). Portanto, no Mirante descemos do busão e caminhamos até uma pousada(a primeira do lado esquerdo, na descida), essa trilha começa abaixo dela..... No início subida forte como choveu muito à noite, grandes valas e muito escorregadia, no topo, (com lindos visuais das praias Brava e canasvieira e parte do continente(lindo aquilo lá) o trecho, apesar de escorregadio estava bem aberto. Seguimos nessa toada, subidas e descidas leves e pequenas retas, até chegar num rio, onde, devido as chuvas, estava quase impossível a travessia, com tanto barro..... por sorte o pessoal colocou um tronco de árvore, onde passamos bem devagar.... continuamos dentro duma mata fechada, ..... no final chegamos numa estrada asfaltada que liga praia dos ingleses a canasvieira..... seguimos nela até o entrocamente com outra rodovia que vem do centro da cidade(passando por canasvieira), estava sendo duplicada, com muito barro..... após um pequeno percurso de estrada, entramos em Ingleses.... caminhamos até o centrinho e de lá pegamos um busão até a Barra da Lagoa. Na Barra da lagoa fomos numa peixaria e compramos camarão/peixe e fizemos uma deliciosa moqueca..... Hospedagem: Mariazinha Pousada, barra da lagoa.....detalhes nos posts anteriores, preço: R$100,00 casal sem café da manhã. Algumas fotos: Início da trilha antes do mirante da praia brava... Subindo... Descendo... vista panorâmica da praia de canasvieiras.. Praia brava e o morro que subimos(rampa asa delta, na trilha entre lagoinha x brava)... Travessia complicada desse pequeno riacho.... Antes da estrada de asfalto.....final da trilha...
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    10º dia - 14/07/2015 - Terça-feira Depois de encerrarmos a Volta a ilha de florianópolis no dia de ontem, resolvemos fazer mais algumas trilhas dentro da ilha. 1ª TRILHA - HOSTEL CHE LAGARTO X COSTA DA LAGOA 1º Trecho: Hostel Che lagarto x Pontinha lagoa x Início da trilha da costa: +- 01 hora Acordamos cedo e começamos pela orla da lagoa até a pontinha, viramos a direita e seguimos até vilarejo, onde inicia a trilha. Início pela lagoa 2º Trecho: Araça x Costa da Lagoa: aprox. 01:50 hora Seguimos por um gramado com linda vista para o outro lado da lagoa.... entramos numa pequena faixa de areia até começar trechos mescados de pedras grandes x terra x piso de concreto, com lindo visual até chegar em outro vilarejo(costa da lagoa).... paramos e conversamos com alguns moradores. Lugar ótimo para hospedar, apesar do preço salgado, como nossa intenção era subir por outra trilha até ratones, somente comemos alguns petistos e seguimos..... Alguns trechos em concreto... Pedras enormes escorregadias e muitas subidas/descidas, mas com muita sombra Casarão antigo Chegada a costa da lagoa Caminho dentro do vilarejo, logo a seguir trecho até Ratones.. 2ª TRILHA: COSTA DA LAGOA X RATONES em aproximadamente 40 minutos Trilha bem curta mas com subida/descida fortíssima. Saimos do vilarejo e pegamos uma subida fortíssima numa rua de pedras... mais a frente uma placa indicava para virar a esquerda para Ratones... outra subida fortíssima numa caminho de terra com algumas partes em pedra...... lindo visual no topo. Após, pegamos uma descida fortíssima até ratones.... pegamos um busão até estrada, e outro até o terminal de canasvieira. Como o tempo estava encoberto, resolvemos ir até Ponta de Canas tentar fazer a trilha até Lagoinha. Primeira subida forte.. Subindoooooo Descendo.... lindo aquilo lá. Chegando ao ponto de ônibus 3ª TRILHA: Ponta de Canas x Lagoinha..... Depois das duas trilhas que fizemos no dia, chegamos no terminal de canasvieira e decidimos ir até ponta de canas verificar a possibilidade de fazer a trilha até lagoinha, visto que muitos moradores informaram que a trilha estava bloqueada no meio. Como das outras vezes os moradores estavam equivocados, resolvemos fazer, apesar da forte chuva que estava querendo cair.... Entramos no final da praia de ponta de canas, caminho no início estava bem demarcado, apesar do barro que escorregava muito, fomos até o meio dela, e constatamos que, desta vez, os moradores estavam com a razão..... Retornamos até a praia e fomos pelo asfalto até lagoinha, nossa idéia era ir, pela trilha, no sentido contrário, até onde a trilha fechava...... Início da trilha Ponta de canas x Lagoinha Lindo visual.. Até aqui foi fácil, a partir deste ponto mata fechada.... Chegando na praia de Lagoinha vimos uma tremenda tempestade vindo no horizonte, conversamos com o olheiro dos pescadores de tainha que estava numa pedra, o mesmo afirmou que a trilha estava fechada a uns 100 metros do ponto que ele estava, portanto, devido a chuva e a essa informação, abortamos a operação...Sorte nossa, depois de uns 15 minutos caiu um dilúvio....... Chegando ao início da trilha Lagoinha x ponta de canas Subindo as pedras escorregadias com nosso acompanhante Caiu um dilúvio na cidade.....sorte que abortamos a operação... Corremos até um ponto de ônibus próximo a praia, e conseguimos entrar num busão apesar da fortíssima chuva que caia..... fomos até o terminal de canasvieiras novamente e outro até o início de canasvieiras..... Ufa, que dia...... Em cima do supermercado próximo ao hotel tem um restaurante self-service a R$34,90 o quilo....pelo preço comida fraca... Hospedagem: Hotel das Nações em Canasvieiras, o mesmo do início da viagem.....preço: R$100,00 o casal com café da manhã(da outra vez foi esse preço mas sem café da manhã).
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    9º dia - dia 13/07/2015 - Segunda-feira Saída do Caldo de cana(caieira do sul) e chegada a base aérea de Florianópolis +- 17 kms em aproximadamente 03:50 horas. Dormimos na barra da lagoa, tivemos que pegar um busão até o terminal da Lagoa e de lá pegar outro até o terminal Rio tavares, e novamente outro até onde comecaríamos o último trecho da volta a ilha. O caldo de cana estava fechado, pois era uma baita segundona. Por termos pegamos 3 busões, começamos bem tarde e o sol a pino, fortíssimo. Esse trecho é somente em estrada, mas entramos em algumas praias no caminho. Lindo percurso, com linda vista do continente e suas montanhas...... Vimos várias criações de frutos do mar(mexilhões, ostras.....). Chegamos até a base aérea de Florianopolis, o guarda nos disse que estava proibido passar por ali a pé(tem que pedir autorização anteriormente), somente de busão. então, de frente a base, tem ponto de ônibus. Pegamos um novamente para o terminal do Rio tavares e depois outro para o terminal da lagoa. Fomos a pé até o hostel Che lagarto no caminho para a praia da joaquina, pois no outro dia, iriámos fazer a trilha da costa da lagoa. Obs.: Se forem fazer a trilha da lagoa, prefiram ficar nos hosteis perto da ponte da lagoa(próximo ao terminal de ônibus. Hospedagem: Che lagarto hostel, quarto privado com banheiro ótimo(longe da agitação), cama casal ótima e limpa, ar condicionado, wifi, excelente sala de convivência, bar, ótima estrutura. Preço: R$95,00 o casal com bom café da manhã. RECOMENDO Algumas fotos: Início do trecho em caieiras do sul Estrada bem próximo ao mar, lindo visual de montanha no continente...LINDO... Alguns pedaços fizemos pela areia Lindo aquilo lá.... Lindas casas no caminho... Base aerea...... aqui passa a pé somente com autorização ou de busão.
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    Haja perna hein! De qualquer forma, Floripa é maravilhosa, vale cada passo...
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    8º dia - dia 12/07/2015 Resolvemos mudar o roteiro, como dormimos no centro da cidade, pegamos um busão no terminal central até o TICAN(terminal de canasvieira), de lá pegamos outro busão até a Praia Brava... descemos no mirante da praia brava(entrada). Quando fizemos o roteiro praia do forte x praia brava, moradores da praia da lagoinha, dizeram que a trilha estava fechada e com muitas cobras.... então resolvemos fazer o caminho inverso(prais brava x praia lagoinha). 1ª trilha: Esta trilha começa um pouco abaixo do mirante....demarcada, bem curta, com uma subida/descida forte.... ela termina praticamente dentro duma casa. Obs.: se tiverem vindo da praia da lagoinha para Praia Brava, o certo é seguir a estrada asfaltada até a casa de número 728(lado esquerda da via), entrar ali e subir a trilha que começa do lado esquerdo da casa.....é somente uma subida e uma descida até o mirante da praia brava. Quando chegamos na casa(final da trilha), viramos a direita e fomos direto a praia, resolvemos fazer a outra trilha que leva, também a Praia Brava. 2ª trilha Essa outra trilha começa no final da praia, subimos uma escada feita em pedra, seguimos uma trilha bem demarcada no fundo das casas e chegamos até uma pedra bem grande, vc avistará do seu lado direto, uma escada em concreto construida ao lado de umas casas....suba nela e vá até o final da rua, vire a esquerda.....no final da rua começa uma trilha bem demarcada, com subidas e descidas fortíssima, no topo tem a rampa de asa delta, com lindo visual das praias do norte(jurerê, canasvieira, brava, ingleses......).... após a rampa começa descida forte, como choveu muito na noite anterior tinha muito barro, ficando muito escorregadia.... no final ela encontra com a outra trilha que vem daquela casa que citei acima. Chegamos novamente ao mirante, então decidimos ir até o final da Praia Brava e fazer a trilha até a Praia dos Ingleses. 3ª trilha: Praia Brava x Praia dos Ingleses(trilha no costão): subimos uma escada na pedra até o inicio da trilha, tinha uma placa informando o perigo de assaltos(segundo pescadores, somente no verão que acontece assaltos nesta trilha, mas é bom se cuidar). Alerta: a uns 150 metros tem uma pedra, com uma trilha subindo e outra descendo rumo ao mar, pegue essa(rumo ao mar), erramos novamente e subimos, no final não chegava a lugar algum. Essa trilha tem que tomar muito cuidado, apesar de ser bem curta, ela é perigosa, pois vc segue beirando o costão, como choveu muito, estava muito escorregadia. No início trilha normal sem grandes problemas, assim que a trilha chega em uma laje é que complica um pouco...... tem que descer, como é nas pedras, a trilha fica complicada, mas é só seguir observando mais a frente que verá a trilha quando sai das pedras.... assim vai até o final. No final chegamos diretamente na praia dos ingleses, caminhamos um bom trecho na areia da praia até o centrinho. De lá pegamos um busão direto a barra da lagoa, pois no outro dia faríamos o resto da volta a ilha(do caldo de cana até o aeroporto). Obs.: procure não fazer essa trilha em epóca das chuvas, pois são bem escorregadias mesmo... Tempo aproximado: 05 horas essas 3 trilhas e a parte das praias. Hospedagem: Hotel Mariazinha, na barra da lagoa...ver detalhes no início do relato. Foi engraçado, quando chegamos, a proprietária(que cobrou R$80 no outro dia), queria cobrar R$100 por dia, dizendo que ela tinha lavado as roupas de cama e banho..... e nós com isso, iríamos ficar mais um dia..... no final negociamos ficar mais 2 dias com ela..... ao preço "antigo". só no Brasil mesmo! Algumas fotos: 1ª trilha...subindo(praia brava x lagoinha) 1ª trilha chegada na casa 728 da estrada que liga praia da lagoinha a praia brava 2ª trilha (praia da lagoinha x praia brava) início(escada de concreto) Lindo visual Do lado esquerda da foto praia brava(dá pra avistar ingleses) do lado direto(jurerê, canasvieira...) Um dos mais lindos mirantes da ilha Outra foto do mirante(ao fundo ingleses) 3ª trilha(Praia brava x Praia dos ingleses), pelo costão - início do costão, ficar atento aqui. Trilha termina nesta laje, daqui pra frente tem muita pedra.... Trilha um pouco complicada Avistando ingleses Praia dos ingleses
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    7º dia - 11/07/2015 - Sábado Saída da Costa de dentro-SC e chegada caldo cana estrada caieiras do sul-SC +-23 kms em aproximadamente 06:40 horas. Novamente saimos mais tarde, devido a alguns trechos de trilhas. Pequeno trecho na praia da Costa de dentro depois entramos noutra praia. 1º trecho: Trilha em cimento(+- 3kms) com muito lodo, muito escorregadio, tivemos que fazer parte pela grama....depois trecho em trilha bem demarcada mas com mato alto, o que dificultava o rendimento, muitas pedras.... alguns tombos... mas no geral foi tranquilo... Lindo visual da praia de joaquina ao norte....terminamos no pastinho. 2º trecho: No pastinho começa a trilha que vai até naufragados, tem que ficar bem atento: quando vc chega no pastinho, passa dentro de um pequeno alagado, logo a esquerda tem uma linda formação rochoça que adentra o mar.....nesta formação vc visualiza uma trilha bem demarcada que sai do lado esquerdo, margeando o mar(numa praia cheia de pedras), NÃO ENTRE NELA. Erramos aqui, e perdemos um tempão! A trilha correta é a que sai bem defronte ao pastinho, ela fica meio escondida, mas é só procurar depois de um lindo gramado com vegetação rasteira....No início subido bem forte, algumas bifurcações complica um pouco, mas tenha em mente que é sempre seguir morro acima, no topo outra bifurgação vc vira a esquerda..... daí é somente acompanhar o mar(que fica encoberto pela vegetação, mas dá pra ouvir o barulho das ondas.....) Chegamos diretamente na praia, uns pescadores estavam armando rede para pesca da tainha....uma festa. Seguimos toda a praia e fomos conhecer o farol de naufragados, após subir uma escada caindo aos pedaços, vimos um lindo visual da praia e do continente....retornamos a trilha até caieiras do sul(trilha tradicional), trecho com muitas pedras, e algumas subidas/descidas moderadas, mas bem demarcada. No final desta trilha chegamos a um estacionamento, tinha um ponto de ônibus, mas resolvemos tocar o máximo neste dia, pois era somente em asfalto, com o mar a nossa esquerda...lindos visuais das praias, e de montanha no continente..... Conseguimos chegar num caldo de cana(que é servido com açaí, muito gostoso)..... Como não havia hotel aberto nesta região, resolver pegar um busão e dormir no centro da cidade. Hospedagem: Ibis hotel, centro, cama boa, ar condicionado, wifi, tv..Preço: R$160,00 sem café da manhã. Obs.: estava acontecendo um grande exame na cidade, e a maioria dos hotéis do centro estavam lotados. Algumas fotos: Saída da praia da costa Trilha de concreto entre praia da costa até matadero Algumas pedras Mato alto, lindo visual do mar, pastinho do lado esquerdo da foto Entramos errado aqui..... Trilha bem demarcada até naufragados... Pesca da tainha Praia de naufragados visto da trilha que leva ao farol Trilha entre naufragados x estacionamento
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    6º dia - 10/07/2015 - Sexta-feira Saída de Armação do sul e chegada Costa de dentro-SC +-22 kms em aprox. 05:30 horas Como pegaríamos trilha logo no começo, resolvemos sair com dia claro.... 1º trecho: Armação x Lagoinha: Até matadero trilha em concreto(em alguns lugares o concreto estava muito escorregadio, então íamos pela grama ao lago), após trilha com subidas/descidas fortíssimas(curtas) com muitas pedras escorregadias. +- 02:30 horas 2º trecho: Lagoinha x Costa de dentro: Início subida fortíssima com muitas pedras, no topo lindo visual...logo a seguir descida forte, com muitas pedras(se estiver molhada, tomem muito cuidado, pois escorrega muitoooo). Após trilhas, pegamos pequeno trecho em asfalto até as areias da Praia do Pântano do Sul. resolvemos ir pela areia mesmo.... depois de um tempo vimos um hostel no final da praia da costa de dentro. Dia de muito calor e no final céu encoberto. Hospedagem: Hostel pousada da Praia, Costa de Dentro, não tem ar condicionado(muito calor), bem simples, cama razoável, tv só na sala, banheiro privado. Preço: R$120,00 casal com café da manhã. O hostel fornece refeição: R$15,90 comercial por pessoa...ótima comida. Obs.: apesar do hostel ser simples, a administradora, Juliana, é de uma educação ímpar, esquecemos completamente da estrutura, e aproveitamos cada momento na companhia dela e de seu esposo...pessoas educadíssimas... Algumas fotos: Pedras e mais pedras.... Subindooooo....Lindooo visual Chegando a praia da lagoinha Trilha subindo após lagoinha Pedras e mais pedras... Chegada a praia do Pântano do Sul Praia de costa de dentro e uma vaca curtindo....
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    5º dia - 09/07/2015 - Quinta-feira Saída da Barra da Lagoa-SC e chegada a Armação do Sul-SC +- 26 kms em aprox. 06:30 horas Saimos bem cedo, pois o trecho era complicado(subidas/descidas fortes e grande trecho na praia). Logo de cara enfrentamos uma pequena mas forte subida/descida até a praia de galeta, atravessamos a praia e pegamos outra pequena trilha(fácil) até a praia Mole, curtimos um lindo visual........ paramos um pouco ali pra curtir as manobra dos surfistas.... Pegamos asfalto, e logo a seguir subida forte/descida até a Lagoa da conceição. Fomos conhecer o hostel che lagarto, que fica na saída da lagoa indo para praia da joaquina. Dali pegamos pequeno trecho em asfalto, chegando a praia...... Longoooooo trecho de praia até campeche, saimos da praia pois havia um paredão e não tinha como passar por ali..... resolvemos almoçar um PF a R$15,00 num restaurante próximo a praia. Descansamos um pouco, resolvemos andar até a praia da armação do sul..pegamos novamente estrada asfaltada até a praia onde andamos mais alguns kms na areia.... No início muitas nuvens, mas muito quente.... no final chuva fina! Hospedagem: Pousada Pires(048) 3237-5370 e 9971-2299, Armação do sul, simples, camas boas, tv aberta, sem wifi, cozinha completa, ventilador, preço: R$90,00 o casal sem café da manhã. Tem supermercado próximo pra comprar mantimentos e café da manhã. Algumas fotos: Lindo visual da praia de galeta(praia de nudismo)... Trilha entre galeta e Praia mole Praia de Joaquina...laaaá na frente moro que chegamos... Chegada a campeche, à frente paredão... Praia armação do sul...olhem o morro que visualizamos a uns 15 kms.... Depois de muito sofrimento chegamos...
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    4º dia - 08/07/2015 - Quarta-feira Saída da praia dos ingleses e chegada a Barra da Lagoa-SC +- 22 kms em aprox. 05:20 horas Preparamos nosso café da manhâ comprado num supermercado próximo ao hotel. Saimos bem cedo, com tempo frio e nublado, no dia anterior choveu muito. No final da praia vira a direita com sentido ao Santinho, chegamos numa avenida, viramos a esquerda. Chegamos no Hotel Costa do Santinho, ali resolvemos ir pela trilha mais fácil(no ano passado fizemos pela costa), como estava chovendo fino, as pedras deveriam estar muito escorregadia). A outra trilha começa dentro do Hotel, tem que entrar pela portaria, logo a seguir tem uma placa a esquerda indicando a trilha. Muito bem demarcada de aprox. 2 kms. Chegamos na praia, caminhamos um bom trecho nela, como começou a ventar muito e chover mais forte com raios, entramos na rodovia que é paralela a praia. Um lindo cachorro preto, nos seguia.... vimos um camping do lado esquerda da rodovia, tinha um restaurante com ótima comida(Prato feito R$15,00 por pessoa). Nisso o cachorro sumiu. O problema do cachorro que ele de vez em quanto ia pra o meio da estrada, o que causava stress. Chegando na Barra da Lagoa, a chuva apertou mais ainda. Hospedagem: Pousada Mariazinha, barra da lagoa, avenida principal, camas boas, tv, wifi ótimo, cozinha completa, ar condicionado, limpíssimo. Preço: R$80,00 o casal sem café da manhã. RECOMENDADÍSSIMO! Algumas fotos: Praia dos ingleses, tempo nublado e frio Início da trilha dentro do hotel(cachorro companheiro) Ótima trilha coberta Praia e nosso companheiro Logo a seguir entrando no asfalto, a partir dai, com chuva forte não temos fotos
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    3º dia - 07/07/2015 - Terça-feira Saída de Canasvieira e chegada a Praia dos ingleses +-23 kms em aprox. 04:25 horas 1ª Parte: de canasvieira até Praia do Forte: No dia anterior compramos nosso café da manhã no supermercado em frente. Saimos bem cedo com o tempo nublado, fomos pela praia até Jurerê internacional(ou seja fizemos sentido anti-horário) e de lá até praia do forte. Pegamos busão no mesmo ponto do dia anterior até terminal de ônibus canasvieira e de lá outro até onde iniciamos. 2ª parte: de canasvieira até praia brava(e depois busão até praia ingleses): Agora sim, tocamos sentido praia Brava nosso destino final. Trecho largo de praia, andamos muito até final da praia de canasvieira, entramos numa pequena trilha até avenida asfaltada, andamos um bom trecho nela(até praia de ponta de canas), segundo moradores a trilha entre ponta de canas a lagoinha estava fechada, portanto seguimos pela rua asfaltada. Na praia pescadores estavam preparando para pescar tainha. Na praia de Lagoinha os moradores afirmaram que a trilha até a Praia brava estava fechada pelo mato e com muitas cobras venenosas. Devido as informações, seguimos novamente pela rua asfaltada até o final da praia brava. No ponto final do ônibus nos informaram que a trilha entre praia brava x praia dos ingleses estava fechada.......De novo abortamos a travessia. Resolvemos, então, dormir na praia dos ingleses, assim no outro dia cedo tocariámos até barra da lagoa, e deixariámos as trilhas ao norte para fazer no final da volta, isso se obtivessemos informações seguras sobre todas trilhas.... o que no final aconteceu FIZEMOS TODAS, menos a trilha de ponta de canas até praia de lagoinha....conferimos pessoalmente, e realmente estava fechada(fomos até o meio do percurso, depois estava totalmente fechada pelo mato alto) FICA A DICA. Da praia brava pegamos um busão até o terminal de canasvieira e de lá outro até a praia dos ingleses, chegamos lá e caiu um diluvio.....molhamos tudo! Hospedagem: Cia inglesa hotel, centrinho, ar, tv ruim, micro-ondas, frigobar, wifi ruim. Preço: R$75,00 o casal sem café da manhã. Hotel um pouco velho, mas pelo preço compensa, Praia dos ingleses: grande estrutura turística. http://OBSERVAÇÕES IMPORTANTES: 1) - da Praia lagoinha até praia dos ingleses têm duas trilhas, todas bem demarcadas e de fácil acesso: a primeira começa dentro do quintal de uma casa na rua asfalta que liga lagoinha x brava(essa é bem curta sem grandes dificuldades); a segunda trilha: no final da praia tem uma caminho de pedra que passa próxima murro das casas, segue até chegar numa pedra grande(à esquerda), chegando nela, do lado direito tem uma escada bem ingreme de concreto, suba ela até o final da rua, vire a esquerda e siga sempre reto(vai passar numa casa com um muro bem longo)....começa logo a seguir uma trilha bem demarcada, mas com subidas /descidas fortes..... no meio dela vc chegará na rampa de asa delta com lindo visual de ingleses, jurere, canasvieira, brava, lagoinha....LINDA TRILHA(RECOMENDO FAZER ESSA, apesar de ser mais difícil).... o final dela coincide com a outra trilha(mais curta) Algumas fotos: Trilha entre canasvieira x jurerê(estava muito escorregadia) resolvemos desviar pequeno trecho e ir pelo asfalto, depois entramos novamente na praia até o forte Tempo encoberto praia jurerê indo para praia do forte Praia de Canasvieiras indo para ponta de canas Praia lagoinha Chegada praia brava(nb.: trilha termina do lado esquerdo, e vimos que estava aberta) Praia brava, lugar refinado
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    2º dia - 06/07/2015 - Segunda-feira Saída do Centro de florianopolis e chegada a Praia do forte +- 26 kms em aprox. 06 horas 1ª PARTE - centro até Sambaqui(estrada + trilha): Tomamos um excelente café da manhã antes da 06 da manhã. Passamos em frente rodoviária e pegamos avenida beira mar, logo a seguir passamos embaixo da ponte Hercílio Luz toda iluminada(linda). Seguimos na beira mar até viaduto... contornamos, à esquerda, um mangue e entramos numa rodovia com bastante movimento com algumas partes sem acostamento, atá entrada para Santo Antônio Lisboa pista a esquerda. Algumas subidas/descidas fortes até St. antônio, lindo visual de toda orla e do centro da cidade e algumas cidades do continente norte de SC... Depois de Santo Antonio entramos em outra estrada na beira do mar até Sambaqui. Após Sambaqui pega-se uma estradinha de terra, até uma porteira(final do trecho e início da trilha).... trilha bem demarcada com subida/descida fortíssima, como choveu na noite anterior tinha muita lama, na subida escorregavámos muito. No final da trilha chegamos até a Barra de Sambaqui, pequeno bairro onde compramos, num mercadinho, alguns petiscos.... como era baixa estação o serviço de barcos até a praia de Daniela esta inoperante.... 2ª parte: Barra de Sambaqui até Praia do Forte: Decidimos ir até praia de Daniela de busão..... pegamos até o terminal de Sto antonio, outro até praia de Daniela, descemos no ponto final.... caminhamos até a praia de mesmo nome, no final após a barraca de um pescador começa trilha até praia do Forte. Chegando numa pedra preta, descemos uma escada andamos +- 50 metros (entramos trilha que começa em cima de uma pedra grande), depois subidas/descidas até a praia, uma placa sinalizava que ali havia jacarés. Passamos em frente ao forte(ponto turístico), numa subida forte..... após outra descida até avenida onde tem ponte de ônibus..... como pousadas naquela região estavam caras, resolvemos pegar outro busão e dormir na praia de canasvieira, onde tem melhor estrutura. Hospedagem: Hotel das nações(canasvieira) na entrada, em frente ao supermercado e centro do bairro, acomodações novas, camas ótimas, tv, ar, wifi, limpíssimo. Preço: R$100,00 o casal sem café da manhã. RECOMENDO Canasvieira: Praia grande, com ótima estrutura turística, apesar de estarmos na baixa temporada, alguns restaurantes/lanchonetes estavam abertas..... Algumas fotos: Ponte iluminada Tempo encoberto, visual do centro de Florianópolis Trilha após Sambaqui Trilha escorregadia devido a chuvas Trilha entre praia de Daniela e praia do forte
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    Estive trabalhando por 20 dias na região sul do país(porto alegre e interior RS e florianopolis-SC), neste ano. No ano passado estivemos fazendo a volta da ilha de florianópolis a pé, mas como estava acontecendo a copa do mundo no Brasil, a maioria das pousadas, principalmente nas praias mais afastadas estavam fechadas, o que comprometeu a logística.... algumas trilhas estavam fechadas, conforme informações dos moradores, naquela oportunidade abortamos a maioria das trilhas, pois confiamos nas informações dos moradores. Na verdade desta vez foi a mesma coisa, as informações dos moradores davam conta que as trilhas estavam fechadas e com muitas cobras venenosas..... se vc perguntar a eles, quase todos vão falar a mesma coisa....não sei a razão disso, mas a verdade é essa. Segundo alguns pescadores, neste período é realizada a pesca da tainha. Para essa pesca ter resultado satisfatório, os pescadores se reúnem em grandes equipes(em praticamente todas praias) e montam grandes estruturas de barcos, redes, homens...... e nisso tem que ter OLHEIROS nos morros para visualizar a chegada dos cardumes de tainha, assim esses olheiros emitem sinais para os pescadores na praia e, eles, vão atrás pegá-las com barcos...funciona assim. Como os olheiros ficam na parte alta da costa, os pescadores tem que abrir as trilhas existentes para acessar esses pontos, por isso essa é a melhor época para fazer a volta da ilha pelas trilhas. Pois a maioria estão abertas por eles, não acontecendo no restante do ano(acredito). Portanto, antes de programar viagem para fazer a volta completa, se informe primeiro. 1º dia 05/07/2015 - Domingo Saída do Aeroporto de Florianópolis e chegada ao centro da cidade(praça da matriz). +- 9 kms em aprox. 02:15 hrs Minha parceira chegou no aeroporto de florianopolis, vindo de São Paulo-SP, por volta das 11 horas da manhã. Já veio preparada para começarmos um pequeno trecho até o centro da cidade. Trecho fácil, somente reta..... o problema foi o forte calor que estava fazendo, e o grande público que saiu do jogo do Avai(estádio perto do aeroporto), muitos carros...até quase o centro da cidade. Hospedagem: Hotel Valerin, centro, camas boas, tv, wifi ruim, banheiro privado, café da manhã ótimo. Preço: R$140,00 casal com cafe da manhã. Algumas fotos: Na estrada, depois do jogo entre Avai x Sport recife.... duas pistas para o centro... Forte calor e linda ponte Hercílio Luz...
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    Como disse antes, foram 50 mil milhas pela South African Airlines para chegar a Johanesburgo. (atualmente parceira da TAM no Fidelidade, mas em março de 2014 a Tam vai para a One World e sairá da Star Aliance, mudando todas as parceiras). O trecho: RJ – Johanesburgo / Johanesburgo – RJ Mas íamos começar por Cape Town (Cidade do Cabo). Então, ao chegar a Johanesburgo, já pegamos outro avião rumo a Cidade do Cabo. A cia é a Kulula. Achei boa. É uma cia jovem e divertida. Pra vocês terem ideia, no avião, todos fazem gracinha. O panfleto com as medidas de segurança no voo tem todo mundo zoando com os coletes, máscaras de oxigênio e etc. A partir de agora começa o relato,... Já peço desculpas antecipadamente pela quantidade de fotos da minha pessoa. Mas é aquilo,. Nem a Cajuína nem o Felipe se prontificaram a reduzir e a escolher suas próprias fotos e eu não sou babá !!! AFRICA DO SUL do dia 1, a noite, ao dia 5, bem cedo CAPE TOWN - CIDADE DO CABO Em Cape Town, negociamos um taxi para nos levar a Long Street, onde ficava nosso albergue, LongStreet Backpackers. Foram 18 dólares (total), negociados pelo trajeto que dura quase meia hora. Já demos de cara com uns brasileiros maneiros. Não gostei do albergue, muito provavelmente porque não fui eu que escolhi. Mas aceitei, então não posso reclamar. O quarto que vendem como de 4, é aberto com outros 2 quartos, com um banheiro apenas. Vi apenas uma tomada no que eu estava e ainda por cima estava ocupada por um hóspede gordo, velho (anti-social) e egoísta ! Não sosseguei enquanto não consegui uma plug para enfiar minha tomada !!! A viagem estava apenas começando e já começou boa e com histórias para contar. Fui inventar de comer àquela hora naquela rua que lembra em tudo a “lapa carioca”. Fiz o meu pedido (frango) e fui me sentar. Do nada uma negona chega e pergunta se eu não vou convidá-la para sentar a meu lado. Eu disse: tá vago. Sinta-se a vontade!!! Não satisfeita e nitidamente alterada, começou a puxar assunto. Quando minha comida chegou, ela perguntou: “ei, peraí, você vai comer?” Se já fosse meu quinto dia de África, eu daria uma resposta bem a nível dessa pergunta, mas me contentei em dizer que sim. Ela ficou puta !!! A atendente notando a confusão, perguntou se eu a conhecia e eu disse que não ! Mas a bendita discordava e dizia que sim (por sinal ela era bem sincera) e falava que éramos namorados. A atendente não sabia em quem acreditar, até que, enfim, mandaram a vaca embora. Finalmente pude fazer minha refeição, mas não depois que ela xingasse todo mundo ! Dia 02 Acordamos bem cedo porque a White Shark Co iria nos buscar para fazermos o passeio tããão esperado pelo Caju e Felipe, mergulho com os tubarões brancos. Eu estava apenas no OK, vamos !!! É um passeio caro, mais de 300 reais a cabeça ! Eles te pegam e te levam para GANSBAAI BAY, a uns 200 e poucos km de distância. E o frio que tava fazendo ?! Depois de um café da manhã, nos passaram as instruções de como se comportar quando estivéssemos nas jaulas/gaiolas e partimos para a parte interessante. Bora para alto mar. A gente treeeemia de frio com o vento gelado. A água tava 14 graus e eu nem queria sonhar em pensar no momento que teria que entrar nela. E vou te contar,... como esse maldito barco balançava pra lá e pra cá !!! Estávamos em 18 ou 20 pessoas, se não me engano, e podiam entrar na gaiola apenas 6 por vez. Ficamos para o último grupo, enquanto isso só observamos tudo de cima. Eles jogam de isca os restos de um peixe enorme. E não é que os tubarões realmente apareceram? Muitos... E repetidas vezes !!!! E todo mundo: Ohhhh !!! Acho que eu era o único que não me comovia. Desde de pequeno curti filmes de terror e já vi inúmeros filmes de tubarões. Mas eles eram ENORMES. Esses pareciam golfinhos !!! Hahahahaha brincadeira !!! Tava um frio da porra (e isso fora d’água) e eu tava muito enjoado com aquele barco pra lá e pra cá,.... Enfim, chegou nossa vez. Botamos o “John” (aquela roupa térmica de surfista que pra mim não adiantava de nada) e caímos na água. As instruções eram: apareceu o tubarão, mergulhem para ver melhor. E NADA de botar para fora mãos e pés porque senão já era. Cada grupo ficava em média de 30 a 40 minutos. Mas tava tão frio e eu tava tão enjoado que pedi para subir em 15 minutos. Foi tiro e queda. Sai e vomitei. Se não tivessem me deixado sair, teria vomitado no povo que tava lá... É um passeio que te consome boa parte do dia, é caro (fechado com antecedência pela internet) e é longe. Eu fui o único que não gostou, então não confie em mim, confie em quem gostou. Depois nos serviram um almoço (que eu não comi porque ainda estava mal) e o sol apareceu para nos esquentar. Enfim nos levaram de volta. Aproveitei para forrar o estômago no restaurante da louca de ontem e pegamos um taxi rumo a famosíssima Table Mountain. Sempre negocie o preço do taxi que da para achar algumas barganhas. Geralmente vale a pena! TABLE MOUNTAIN Considerada uma das 7 maravilhas naturais do mundo, junto com as Cataratas de Foz do Iguaçu. É muito difícil você conseguir pegar a Table Mountain sem aquela neblina (fog) escrota que fica no topo !!! Mas para nossa sorte, naquele momento o dia iria estar perfeito (claro que usei meus conhecimentos meteorológicos para descobrir o melhor dia e hora da viagem para o passeio). Tem uma filinha básica para comprar o ingresso e outra para pegar o bondinho... E o que tem de mais no bondinho ?! Não importa se você será o primeiro ou o último a entrar. Ele sobe rodando. Todos terão a oportunidade de se vislumbrar com a vista. Fiquei impressionado. Lá de cima, você vê como a cidade lembra o Rio de Janeiro. É uma mescla de beleza natural, montanhas, praias e a cidade !!! Claro, em menor porte. Não troco meu Rio de Janeiro apesar de seus infinitos problemas. Ficamos lá muito tempo tirando fotos. E estava bem frio, mas resolvemos dar de galã e aproveitar ainda a boa forma de início de viagem! O por do Sol foi um dos mais lindos que já vi até hoje, nota 10 ! Já estava amando Cape Town Meu amigo Caju, que chegou antes da gente, fez a trilha da Lion’s Head (montanha ao lado) e disse que vale a pena. Vista do caraio !!! Enfim, para a gente não iria dar tempo, a viagem ia ser bem corrida. A noite ainda rendeu uma nightzinha. Foi legal e deu para conhecer mais o povo local. É incrível como em lugar que tem branco, preto não vai. E vice versa. Mesmo depois do vc apartheid, ainda não se vê muita mistura. Claro que antes deveria ser bem pior. Uma besteira, cor não mede nada. Dia 03 Hoje era dia de .... PRAIA ! depois do café da manhã, é claro,... merecemos.... Pegamos um taxi e fomos para Clifton Beach. Clifton Beach - “uma praia menor que Camps Bay, mas tão badalada quanto. Ela está dividida em quatro partes, chamadas Clifton 1, 2, 3 e 4, que estão uma do lado da outra e são divididas por porções de pedras. Cada uma das praias possui suas características próprias no que se refere ao público que as frequentam. Ao longo da estrada há alguns bolsões de estacionamento e placas indicando o caminho de acesso às praias.” http://www.vamosparaafricadosul.com.br/cidade_do_cabo.html Pegamos taxi (rachando fica melhor, claro), mas também tinha opção de ir de ônibus. Mas é longinho e ai que você vê como tem montanha nesse lugar.... Para chegar à praia, você tem que descer alguns lances de escada. Isso acontece porque a praia em si é na parte de baixo de uma encosta que tem várias casas. Mas já antecipo, é um paraíso, e ficamos na Clifton 4. Completamente diferente da Zona Sul do Rio, lembra alguns recantos da Zona Oeste ou então a praia da Joatinga. Realmente charmosa e no meio de muitas casas. Agora esqueça a possibilidade de alugar cadeira de praia, barraca e etc. Nem vi lá. Tinha gente que falava que tinha, mas que era caro. Até passava ambulantes e tal, mas nada se comparado com aqui... Enfim, a água estava geladíssima e o público da praia é nota 10 !!! Super bem frequentado. Gostei !!! De lá, fomos andando na orla (não se caminha pela praia, tem que subir para a rua principal para descer até a próxima) e chegamos à próxima parada que é a praia de Camps Bay. Camps Bay - “Fica a poucos minutos da Table Mountain. É uma das praias mais badaladas da região, com diversos restaurantes, hotéis e mansões. É também uma das mais bonitas, pois está cercada de grandes montanhas, como a Lion’s Head à direita e a cadeia montanhosa Twelve Apostles ao fundo. Camps Bay é um ótimo lugar para almoçar, curtir a praia e também o agito noturno, principalmente no verão.” http://www.vamosparaafricadosul.com.br/cidade_do_cabo.html Aproveitamos à tardinha, pôr do sol, para almoçar ali mesmo na Camps Bay. Um belo de um almoço por sinal, junto com novos amigos que tínhamos acabado de fazer, uns brasileiros de MG. À noite, demos um pulo rápido na Waterfront, uma região com vários atrativos que beira o mar. Tem várias lojas a céu aberto, bons restaurantes e um baita de um shopping. Além de uma roda gigante. É legal para se passear. Tinha uma bandinha tocando e cantando músicas locais. É claro que o Felipe teve que tirar fotos com eles e comprar o CD. Uma outra opção de passeio, que o Caju fez, foi ir a Robben Island. Na ilha Robben havia antigamente uma prisão e foi a “moradia” de muitos sul-africanos. Lá Nelson Mandela viveu por 18 anos por conta de sua incansável luta contra o regime racista do Apartheid. A visita de barco à ilha, dura 3 horas, e é considerada hoje monumento e Patrimônio Histórico Mundial (UNESCO). Infelizmente os Felipes tiveram que pular essa parte. A cidade é muito maior e com muitas opções para se visitar. Se puder ficar mais tempo lá, cogite essa possibilidade. Infelizmente só tinhamos 3 dias líquidos e precisamos correr muito. É realmente bonita, agradável e o feeling foi de segurança. ESTE RELATO SE DIVIDE EM TÓPICOS,... ROLE A PÁGINA PARA CONTINUAR LENDO !
  50. 1 ponto
    Olá Vanessa... Estou de volta a SP! Estive na MEC e adorei essa loja! Muito boa mesmo. Comprei mais alguns equipos de inverno lá na MEC e outra loja na West Broadway (pertinho da Mec).. super recomendo! Estou encantada com o Alaska... foi uma viagem fantástica!
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