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Exibindo conteúdo com a maior reputação em 21-01-2020 em todas áreas

  1. 1 ponto
    Fiz uma viagem muito especial pela Paraíba, conhecendo João Pessoa, as praias do sul do Estado, Cabedelo, Areia, Campina Grande, Barra de Mamanguape, Cabaceiras e o Lajedo de Pai Mateus. De tudo que eu gostaria, só não consegui ir para Baía da Traição porque precisei voltar para casa antes do tempo. Comecei por João Pessoa, onde me hospedei na casa de uma amiga que fiz numa viagem pelo Uruguai. João Pessoa é a terceira capital mais antiga do país e lá o sol nasce antes das cinco da manhã. Eu cheguei até lá de ônibus partindo de Recife e em duas horas de estrada fui de uma capital à outra. Paguei R$ 44,50 na passagem pela empresa TOTAL, mas também existe a Viação Progresso que faz esse trecho e as duas são boas companhias. Logo na chegada fui para o Hotel Globo, que era super badalado entre 1930 e 1950 e hoje podemos visitar, foi lá que presenciei a despedida do sol atrás do Rio Sanhauá, foi muito lindo de assistir. No centro, além do Hotel, fica a Igreja de São Frei Pedro Gonçalves, a Praça Anthenor Navarro com casinhas coloridas e super charmosa e com 15 minutos de caminhada fica o Centro Cultura São Francisco, que possui visita guiada. São 05 praias principais em João Pessoa: Praia do Seixas, Cabo Branco, Tambaú, Manaíra e Bessa (apelidada de Caribessa). é entre Tambaú e Cabo Branco que fica o maior agito, tanto durante o dia como a noite. É por ali que fica a placa EU AMO JAMPA e tem a maior parte dos hoteis da cidade. A praia de Manaíra é bem sossegada. A Praia do Seixas tem uma mística de ser a ponta mais oriental do nosso continente, é pequena mas lota de excursões que saem para as piscinas naturais do seixas, que aliás recomendo demais fazer. Deixei mais alguns detalhes e lista de lugares para comer em João Pessoa no https://alemdacurva.com/o-que-fazer-em-joao-pessoa-na-paraiba/ Cabedelo Uma cidade que se confunde com João Pessoa, de tão perto que é. Meu Uber até o final da cidade deu R$ 25,00, mas existe um ônibus da empresa Reunidas em João Pessoa chamado Cabedelo Direto 5101 que sai da Av. Epitácio Pessoa e vai para a cidade do pôr do sol mais famoso. Cheguei e fui direto para a Fortaleza de Santa Catarina. Paguei R$ 2,00 para entrar e uma guia contou tudo sobre o local para mim. Lá dentro avistamos a Igrejinha de Santa Catarina Alexandria, prisões, Casa Pólvora, Casa do Capitão, Alojamento dos Soldados e Oficiais, túneis, um poço e um paiol. Além de avistarmos o fim do Rio Paraíba. Você pode conhecer em Cabedelo também as Ruínas do Almagre, que é tombada pelo IPHAN. E a cidade possui inúmeras praias, que eu acabei não aproveitando, mas vocês podem: Intermares, Camboinhas (de onde saem os barcos para a Areia Vermelha, um passeio recomendadíssimo), Areia Dourada, Dique de Cabedelo (onde há o encontro do mar com o Rio Paraíba chamado de Pororoca da Paraíba), Miramar, Ponta de Mato, Formosa, Praia do Poço e Ponta de Campina. UFA! rs Mas a minha intenção mesmo ao ir para Cabedelo era conhecer o famoso pôr do sol no Jacaré, que muitos dizem ser o mais bonito da Paraíba. A Praia do Jacaré na verdade é o Rio Paraíba e de lá saem embarcações para curtir o pôr do sol ao som do Bolero de Ravel, apresentado por Jurandy do Sax. Minha opinião: fiquei sentada na "orla" do Jacaré e tive exatamente a mesma vista do pessoal que entrou no barco e consegui ouvir perfeitamente o som do Jurandy. Eles param a pouca distância da gente, não entendi o bafafá em cima desse passeio. Eu mostro as fotos aqui no https://alemdacurva.com/por-do-sol-em-cabedelo/ Praias do litoral sul da Paraíba São as praias super famosas, que a maioria que vai pra lá acaba conhecendo. O ideal é fazer de carro, mas eu não dirijo e minha amiga não poderia me acompanhar nesse dia. Consegui fechar um taxista com mais 03 meninas que também iriam fazer esse lado da Paraíba. Outra opção é fazer passeios com excursões. As empresas geralmente oferecem passeios divididos entre as praias, sendo parte em um dia e parte em outro dia. Tem também passeio de buggy, que dai fazem as praias que você quiser em um só dia. As praias que conheci foram: Barra de Gramame (ainda faz parte de JP e tem pouca estrutura, o que eu adorei), Praia de Tabatinga (na cidade do Conde e tem característica mais rústica com falésias e um mirante bem bonito), Praia Bela (com uma estrutura maior), Praia de Tambaba - praia de nudismo (a que eu mais gostei, mas fica lotadinha na parte em que banhistas com roupa podem acessar), Praia do Coqueirinho (a mais famosa da região, super lotada e com a maior infraestrutura de todas, inclusive deixei um rim como pagamento no almoço) e Praia do Amor (visitei bem rapidamente, ela possui uma pedra onde os supersticiosos passam por baixo para ter sorte no amor). As fotos de todas elas estão aqui https://alemdacurva.com/praias-do-litoral-sul-da-paraiba/ Barra de Mamanguape Aqui já começou as surpresas da Paraíba para mim, minha amiga pegou um final de semana e me levou para esse paraíso, que na minha opinião possui o melhor pôr do sol da Paraíba, desculpem os amantes da Praia do Jacaré rs. Barra de Mamanguape fica em Rio Tinto e pra lá fomos de carro mesmo. Pegamos a BR 101, entramos pela cidade de Mamanguape (que não tem nada a ver com a Barra de Mamanguape) para ir à Rio Tinto, de onde se pega a estrada para Barra. Outro caminho é pegar um acesso que tem na BR 101 que segue por meio de canaviais a estrada inteira até chegar em Barra. Mas tomem cuidado porque por ali vez ou outra ocorre assaltos. Foram 02 horas de estrada de João Pessoa até Barra de Mamanguape. Dá para chegar de ônibus, mas não é tarefa fácil. Você precisa pegar um ônibus em JP até Rio Tinto bem cedo, pois você precisa chegar até umas 10h30 no máximo na cidade. O ônibus que sai de Rio Tinto pra Barra de Mamanguape parte as 11hrs de segunda a sexta. De sábado ele sai até mais cedo, as 10hrs. E pra voltar de Barra o ônibus passa de segunda a sábado às 05h30 com destino à Rio Tinto. Disseram que em Barra de Mamanguape existem moto-táxis mas eu não vi nenhum. Nos hospedamos no Sua Casa na Barra, uma casa que acomoda 04 pessoas do Nilton, que nos atendeu super bem. Pagamos R$ 160,00 no final de semana. Ele possui camping também para quem quiser e mais uma casa para alugar. Barra de Mamanguape é Área de Preservação Ambiental e já foi lar de peixes-boi, animal em extinção. Fizemos passeio de barco pelo Rio Mamanguape que foi tão incrível. Pagamos R$ 30,00 por pessoa. Passamos pelos mangues, antigo cativeiro do peixe boi, recifes (onde podemos avistar tartarugas) e banco de areia, com parada para almoço na Aldeia do Tramataia. A comida era uma delícia, bem farta e pagamos R$ 17,00 com a bebida inclusa. Existem outros passeios para fazer como trilhas que vão de 4,5 a 12 km, além de passeio de buggy, caiaques, pedaladas na praia e até luau. Lá em Barra de Mamanguape há o encontro do rio com o mar, também. Eu amei ficar ali, praticamente sozinha. O lugar é muito rústico, sem estrutura nenhuma e uma natureza forte ao redor. Lindo! Aqui tem fotos https://alemdacurva.com/barra-de-mamanguape-pb/ Inclusive, o pôr do sol por lá foi de cair o queixo, fiquei impressionada com tanta beleza. O sol se põe atrás do encontro das águas. Um espetáculo a parte. Areia Descobri essa cidade por conta da minha amiga que mencionou super sem querer. Lá fui eu pesquisar e me apaixonei. A cidade é muito fofa! Ela fica no brejo paraibano na Serra da Borborema e no inverno faz muuuito frio. Inclusive sedia o festival Caminhos do Frio, que passa por mais 8 cidades também. Eu fui de João Pessoa para Areia de ônibus, que demorou um cadim porque passa por várias outras cidades e custou R$ 31,50. Mas foi ótimo curtir a paisagem que ia mudando conforma saíamos do litoral. Cheguei na hora do almoço e encontrei o Restaurante e Cachaçaria Barretão super bem arrumadinho e bonitinho, com um self service gostoso por R$ 13,00. Lá em Areia faz-se muitas visitas aos engenhos, a mais famosa é a do Engenho Triunfo, que produz uma das cachaças mais vendidas do Estado. O Açúcar por lá também é forte e dá para visitar alguns engenhos, além de conhecer o Museu da Rapadura (ou do Brejo Paraibano). Não deixem de passear pelo centrinho, é uma coisa fofa demais aquelas casas coloridas e muito bem preservadas. As fotos vocês podem ver no https://alemdacurva.com/o-que-fazer-em-areia-na-paraiba/ O primeiro teatro da Paraíba encontra-se em Areia, é o Teatro Minerva. Não é luxuoso como a maioria que encontramos Brasil afora mas tem história. E se história é algo que você gosta, visite também a Casa de Pedro Américo, pintor d'O Grito do Ipiranga, que com certeza você já viu nas aulas de história. Areia também é lar da Comunidade Quilombola Senhor do Bonfim, que conta com uma história mega forte. Vale a pena demais passear por lá. De Areia eu ainda fui para Campina Grande de ônibus, para dar um abraço em uma amiga. Então por lá não conheci quase nada além do Açude Velho e do Museu de Arte Popular da Paraíba que é uma obra de Oscar Niemeyer e foi uma surpresa gratificante encontrá-lo, já que eu nem sabia o que tinha por lá. Cabaceiras Essa foi a cidade mais especial de toda a viagem. Cabaceiras é uma cidade do cariri paraibano de 5 mil habitantes e é uma das que menos chove no Brasil. Já deixa eu avisar: tomem MUITA água. Não é brincadeira o quanto nós precisamos nos hidratar em um local seco como lá. Eu passei mal quando voltei e por isso que precisei retornar antes para casa. Minha intenção era a de dormir por lá, eu gosto de aproveitar calmamente os locais, mas achei complicado na época ir sozinha. Quando cheguei perguntei como fazia e me disseram, então relato aqui: de João Pessoa vá até Campina Grande e de CG sai um ônibus para Cabaceiras, só não sei os horários nem preços. Eu acabei contratando uma agência porque não achei que sairia perdendo. Estava incluso transporte, guia em Cabaceiras e no Lajedo, além de um café da tarde. Apenas o almoço paguei a parte. Em Cabaceiras tem moto-táxi. Existem hospedagens por lá em pousadas, hoteis e campings. Uma das coisas que eu mais estava ansiosa para conhecer em Cabaceiras é a placa "Rolíude Nordestina" escrita desse jeitinho mesmo rs. Cabaceiras é considerada assim porque inúmeros filmes e seriados foram gravados ali, inclusive o meu brasileiro preferido "O Auto da Compadecida". Acho de uma originalidade incrível essa placa. Tem também o Museu Histórico-Cultural dos Cariris Paraibano que conta a historia dos moradores dessa região. São dois prédios, um era uma antiga cadeia pública onde um famoso cangaceiro ateou fogo para libertar uns presos e o outro era a residência oficial dos prefeitos. Depois fomos do Bar Zé de Cila, uma figura e patrimônio público na minha opinião rs. Ao ver os turistas chegando ele corre para colocar uma batina de padre e posar para fotografias. Ele foi dublê do Padre João no Auto da Compadecida e se orgulha muito disso. Um ponto que achei um pouco fraco foi o Museu Cinematográfico que conta basicamente com fotografias e retratos de jornais. Lá em Cabaceiras a gente não encontra uma alma andando na rua, mas na época da Festa do Bode Rei a cidade lota. Ela acontece de maio a junho e enaltece a caprinocultura. Por fim o ponto mais esperado pela minha pessoa nesse tour: A Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, a do filme O Auto da Compadecida. Como nossa visita era guiada, foi muito mais divertido porque a guia ia relembrando as cenas e falando frases icônicas do filme... Não sei só sei que foi assim. Demos muitas risadas. As fotos todas de Cabaceiras estão aqui https://alemdacurva.com/o-que-fazer-em-cabaceiras/ Lajedo de Pai Mateus Passando para o momento mais inesquecível desse dia em Cabaceiras, fomos em direção ao Lajedo de Pai Mateus. Aqui eu chorei tanto, foi um lugar que senti uma energia reverberando por todo o meu corpo muito forte. O Lajedo fica aproximadamente 15 km do centro de Cabaceiras dentro de um Hotel Fazenda. Para chegar no lajedo terá que passar pelo hotel e eles cobram uma taxa de todos (hóspedes e não-hóspedes) para entrar lá. Foi lá que almoçamos e tomamos o café da tarde. Se estiver sem carro pode pedir para um moto-táxi te deixar lá. Mas o Lajedo não fica muito perto do Hotel e os guias acompanham os turistas nos carros dos turistas. Essa é a parte complicada de visitar sem carro. Mas você pode procurar alguma alma bondosa que te enfie no carro para ir junto. Antes de chegarmos no Lajedo, passamos pela Saca de Lã, que num resfriamento da terra se fraturou. Tem quem ache que foi algo natural mesmo e quem acredite que foi obra de ET. Ela fica em cima do Rio Boa Vista ou Rio Direito que desde fev/02 estava seco, vindo a encher apenas em abr/18. Já subindo para o Lajedo, era indescritível o que os meus olhos viam. Como aquelas pedras estavam paradas e não rolavam? É muito doido, os apoios de muitas pedras são irregulares e eu não entendo como estão de pé. Se quiser ver fotos desse passeio veja no https://alemdacurva.com/lajedo-de-pai-mateus/ O guia vai contando toda a história que ronda o local sobre o eremita curandeiro Mateus e os índios cariris. Um dos momentos mais lindos foi ver o pôr do sol no Lajedo de Pai Mateus. O guia pediu para que ficássemos em silêncio nesse momento e todo mundo obedeceu, inclusive as crianças. Não ouvia nenhum barulho. De um lado o sol se despedindo e do outro a lua toda lindona dando oi, tudo em 360 graus de visibilidade. Comecei e terminei esse post emocionada.
  2. 1 ponto
    Fala, galera! sou novo aqui na plataforma. sou músico e é assim que me mantenho na estrada. vou fazer um mochilão roots pela america latina passando por todos os países. carona, acampamento, worldpackers. quem topa se juntar pra ir a la ruta? :D
  3. 1 ponto
    Pessoa, estou procurando companhia pra viajar para europa no verão deles. Pensei as cidades abaixo: 3 dias em roma 4 dias em paris 3 dias em londres 2 dias em amsterdã 3 dias em berlim o que acham? quem topa ?
  4. 1 ponto
    Eu não lembro exatamente o valor, mas no aeroporto estava um pouco pior que o centro, acho que a diferença era pouco menos que 1 Peso por Real. Mas o cambio varia muito de um dia para o outro, tinha uma casa de cambio ao lado do meu hotel e todo dia eu via o letreiro deles, um dia estava por 16.50, no dia seguinte por 17,30, no outro 15,90...
  5. 1 ponto
    Escrevo este texto para falar de um lugar que me surpreendeu de uma forma muito positiva e que muitos brasileiros não dão bola, mas que deveriam colocar em sua lista de próximos destinos: o Paraguai, mais especificamente a capital Assunção. Assunção é a capital mais tranquila que já conheci. O trânsito não é caótico, há muitas praças e áreas verdes e as pessoas são extremamente simpáticas e prontas pra ajudar. Tem preços bons e comidas que vão agradar o nosso paladar, já que os temperos não são muito diferentes dos que usamos normalmente. Fiquei no El Hostal del Centro, que na verdade é uma casa super confortável com três quartos compartilhados e café da manhã incluído. Como são poucos quartos, a casa nunca fica cheia e, consequentemente, não rola aquela bagunça que às vezes enche o saco em hostel. O hostel está no Centro, perto de tudo. Tem supermercado, shopping, restaurantes, bares, cassino 24 horas (sim, no Paraguai eles são liberados) e mais uma porção de coisas. A zona é bastante segura. Por várias vezes caminhei de madrugada e não tive problema algum. O Centro, aliás, é a melhor zona para os turistas, já que os principais pontos estão localizados ali. E por falar nisso, um bom passeio pela capital pode começar pela Costanera, que é uma espécie de calçadão à beira do Rio Paraguai. Tem um clima de praia, onde as pessoas vão caminhar, andar de bicicleta (há algumas barracas onde se aluga), correr ou somente ver o pôr do sol no fim de tarde, sentadas em um dos muitos bancos que existem ao redor e desfrutando do Wi-fi liberado. Também dá pra passar pelo Palácio de Governo e fazer algumas fotos, mas só do lado de fora, já que as visitas não são permitidas. Por ali também estão a Manzana de La Rivera, um conjunto de 9 casas antigas restauradas e transformadas em museu; La Recova, uma feira que funciona de segunda a sábado, onde se pode comprar artesanatos e lembranças do Paraguai; a Iglesia de La Encarnación, o Museu da Memória, o Santuário de Auxiliadora e a Loma San Gerônimo, um bairro muito interessante que possui bares temáticos, entre eles um que fica num mirante com uma bela vista. Outro ponto obrigatório é a Calle Palma, a principal avenida do Centro. Em primeiro lugar, porque é o lugar mais apropriado pra trocar moeda em Assunção. Tem várias casas de câmbio e também cambistas que ficam na rua oferecendo seus serviços. As casas mostram a cotação do dia em painéis, por isso, é bom dar uma caminhada para ver os valores e trocar onde for mais vantajoso. Em segundo lugar, porque à noite, a rua se transforma no point da região central. Tem festa na rua, restaurantes e bares bem legais. Recomendo o Arsenal e o Poniente, que são descolados, com música boa, clima legal e cerveja gelada. Há também dois restaurantes que os turistas fazem questão de visitar: o Lido e o Bolsi, que está localizado na Calle Estrella (paralela à Palma) e é o único que funciona 24 horas. Nesses bares, se encontra a típica comida paraguaia, como a chipa, a chipaguazú, a sopa paraguaia e as deliciosas empanadas. COMPRAS Aquela fama de exportador de produtos duvidosos ficou pra trás. A realidade é que, em Assunção, dá pra fazer boas compras a bons preços. Dá pra comer bem pagando pouco, principalmente quando comparamos com os preços de Montevidéu, Buenos Aires ou Santiago. E um dos lugares mais legais na capital é justamente o Mercado 4, que é uma espécie de mercadão que começa na avenida Peru e se estende por mais de um quarteirão, também na região central. Lá dá pra comprar de tudo e com preços ainda mais legais do que no resto da cidade. Vale ir com tempo para percorrer todo o mercado, já que sempre tem um beco em que você entra e acaba dando de cara com um mundo de opções. AREGUÁ Estando em Areguá, a primeira coisa a se fazer é comer morango. Sim, a cidade é considerada a capital dos morangos e a fama não é a toa. As frutas são deliciosas: doces, suculentas, grandes. E todos os dias, nas ruas, há barracas que vendem diversos doces feitos com a fruta: como bolos, tortas, empanadas, sucos e mousses. Também dá pra comprar artesanatos produzidos ali. Uma ótima oportunidade pra levar lembranças da viagem. Se tiver tempo, recomenda-se visitar as cidades de San Bernardino e Ypacaraí. Não consegui ir, mas disseram que é muito bacana. Bem, é isso. Posso dizer que o Paraguai foi uma das mais gratas surpresas que tive em viagens. Por isso, fiz questão de escrever este relato (minha primeira contribuição aqui) e dizer que se você quer uma viagem boa, bonita e barata, Assunção deve ser o seu próximo destino. Abraços!
  6. 1 ponto
    Pessoal, Estou pretendendo ir para Ushuaia de carro agora em fevereiro alguém vai pra lá ? Até momento, tem eu, malas e um UP aventureiro! Não tenho pressa e nem prazo, só quero ir e curtir as paisagens e lugares.
  7. 1 ponto
    @Silnei Obrigado! Verifiquei aqui e o contador retornou! Vlw.
  8. 1 ponto
    Grazi, já tenho o whats de Barbara! Manda o seu também
  9. 1 ponto
    Dia 15/11- BUDAPESTE Nosso último dia inteiro em Budapeste, acordamos no mesmo horário de sempre, por volta das 8h00, tomamos café e partimos conhecer alguns pontos de interesse que não havíamos conhecido ainda. Esse dia foi bastante proveitoso, primeiramente pegamos o bondinho em direção ao Parlamento, tivemos que pegar 2, um que atravessa a Margaret Bridge (Ponte mais próxima de onde estávamos hospedados) e depois outro em direção ao Parlamento que fica do outro lado do Rio Danúbio, em Peste. Para esse passeio eu pensei muito se faria a visita guiada para conhecer o lugar por dentro, porém, o ideal é fazer a reserva antecipadamente, assim você escolhe a data, o horário e a língua que pretende fazer a visita, como eu não fiz nada disso havia uma pequena chance de conseguir ingressos lá na hora, mas por conta do preço e como era nosso último dia em Budapeste e eu não queria gastar muito, acabei não fazendo, além do que apesar do prédio ser enorme o acesso só é permitido a menos de 1 dezena de aposentos oficiais (achei isso bem desanimador pelo preço que cobram). De qualquer forma a ida para admirá-lo por fora já vale o passeio, além de que tem 2 entradas subterrâneas com informações e artefatos da primeira construção do prédio, (que começo a se deteriorar poucos anos após ser inaugurado por conta da qualidade do material usado), é muito interessante e a entrada é free 👍. Tiramos algumas fotos por lá e depois seguimos em direção ao Monumento em Homenagem aos Judeus Mortos em Budapeste (Shoes on the Danube Bank), que fica ás Margens do Rio Danúbio do lado de Peste (fica aprox. há 1km sentido norte de distância do Parlamento). É um monumento com um significado bastante triste, pois os Judeus era colocados enfileirados ás margens do Rio, acorrentados e obrigados a se jogarem em suas geladas águas, deixando para trás seus calçados, já que isso, na época, era tido como artigo de luxo. O artista que criou essa obra recriou os calçados deixados por essas pessoas O que observei por ali foi uma tremenda falta de respeito por parte de algumas pessoas que, talvez por não saberem o verdadeiro significado daquele monumento, tiravam selfies dando risadas, fazendo pose ao lado dos calçados, enfim, posso estar sendo chato, mas eu entendo que ali era um local para reflexão e não diversão. Seguimos adiante e decidimos encerrar nosso último dia em Budapeste fazendo um passeio de barco pelo Rio Danúbio, pagamos €17,30 por um passeio de 1h45m que dava direito a 2 bebidas (champagne, suco, café ou refrigerante), como o passeio era só ás 16h00 e não eram nem 13h00 fomo para a nossa próxima atração, a Citadella, atravessamos a Chain Bridge de volta a parte Buda e pegamos um Bondinho que nos deixou bem próximo da entrada para a subida até o local. Existem 2 forma de se chegar até lá: a pé, forma utilizada por nós, e de carro. A subida é boa, é o ponto mais alto da cidade, mas é perfeitamente possível fazê-la. Assim, lá em cima não tem muito o que fazer, existe um forte que servia para se vigiar a cidade no séc. XIX mas, não sei por qual razão, ele está fechado, há barraquinhas de comidas, bebidas e souvenirs. Antes de explorar a região fomos ao banheiro (€1,00), ao sairmos vimos uma barraquinha de cervejas artesanais, uma de cereja nos chamou a atenção e decidimos prová-la, (€ 3,00) , apesar de não gostar de cerveja achei essa realmente muito gostosa, talvez por conta do sabor doce da cereja, sei lá. O ponto forte do local é a vista que se tem da cidade, principalmente do lado de Peste, só a vista já vale a visita. Não ficamos muito por lá pois havia outros locais que queríamos ir e o tempo era curto pois ás 16h00 tinha o passeio de barco. Descemos a pé e pegamos um ônibus (na verdade 2) para chegarmos até a famosa praça dos heróis. Descemos em um ponto em frente a estação central de Budapeste (Budapest Keleti), estação pela qual chegamos vindo de Viena e de lá pegamos outro que nos levou até nosso local. A Praça dos Heróis é um local com vários monumentos em homenagem aos principais personagens húngaros a da história que ajudaram a construir Budapeste ao longo dos mais de 1.000 anos da cidade, é um local bastante imponente e aberto, por ali, atravessando uma ponte, fica o Parque da Cidade (Városliget) onde se encontram diversos pontos de interesse como o próprio parque, o Castelo de Vajdahunyad, ouvi dizer que esse Castelo é uma réplica do Castelo do Drácula que fica na Transilvânia, na Romênia, como não conheço esse último então não sei dizer se é ou não, e tem também uma das mais populares termas de banho público de Budapeste, as Termas de Széchenyl, confesso que queria muito visitar uma dessas termas, mas ficou para uma próxima visita que certamente farei a essa cidade maravilhosa. Ficamos andando ali pela região, tirando foto, subimos em uma das Torres do Castelo ao custo de €1,00, não há nada de mais, apenas uma vista parcial da parte alta do Castelo e da região onde ele fica, mas pelo valor, compensou. Descemos e continuamos andando por ali por mais alguns minutos até que decidimos voltar pra não nos atrasarmos para o passeio que estava reservado. Chegamos com 30min. de antecedência, eramos o primeiro da fila da entrada para o pier de onde partiria a embarcação. Com um pequeno atraso de 5min. ela encostou do lado de outra embarcação que estava parada em frente ao pier de onde estávamos. Esperamos o pessoal do horário anterior ao nosso sair totalmente para entrarmos. Nos acomodamos em uma mesa do lado direito da embarcação e ficamos lá curtindo a vista e bebendo as bebidas que estavam inclusas no passeio, primeiro fomos de champagne e por último um cafezinho. Depois saímos para a parte externa da embarcação e ficamos tirando foto e apreciando o visual noturno deslumbrante de Budapeste. Foi uma ótima forma de encerrar o dia nessa cidade. Terminado o passeio estávamos famintos, percebam que até agora não havíamos comido nada depois do café da manhã, como eu e meu companheiro amamos comida oriental decidimos ir a um que ficava próximo a Basílica de Santo Estevão. Aproveitamos que pegamos uns cupons de desconto que eram oferecidos no local onde estávamos hospedados e resolvemos fechar a noite dando uma pequena ostentada gastronômica 😆. Como passaríamos em frente a Basílica de Santo Estevão e ainda não havíamos visitado ela, aproveitamos que estava aberta para conhecê-la internamente, de estilo Neoclássico é, assim como o Parlamento Húngaro, uma das construções mais altas da cidade. É uma bela igreja, cheia de detalhes como manda o estilo das igrejas católicas romanas. De lá finalmente fomos forrar o buchinho e encerrar nosso último dia por essa cidade que entrou par ao meu Hall de cidades visitadas favoritas. O nome do restaurante que fomos se chama Wasabi Extra e lá servem diversos pratos da culinárias asiática (Japonesa, Chinesa, Tailandesa, Coreana e Vietnamita), a conta não ficou barata, optamos pelo sistema de rodízio, (daqueles que as comidas vem em pequenas porções via esteira) e uma jarra de 1,5l de suco, deu €33,15 por pessoa, mas valeu muito a pena pois como não havíamos gastado praticamente nada com comida o dia todo acabou que ficou quase elas por elas se formos ver. De lá seguimos para nossa hospedagem, satisfeitos e bastante cansados pelo dia cheio e proveitoso que tivemos. Gastos no dia: Café da manhã: €11,00 Passeio pelo Rio Danúbio: €17,30 Banheiro: €1,00 Cerveja: €3,00 Visita a Torre do Castelo: €1,00 Jantar: €33,15 Total: €66,45 Obs: Desculpem a quantidade de fotos mas é que esse dia foram muitos lugares então o volume de fotos também foi grande, tentei deixar só as melhores mesmo.
  10. 1 ponto
    Tô em Foz já tem cerca de 30 dias, ainda procurando um parceiro pra cair na estrada. Podemos fazer voluntariado pelo WorldPackers. Tô no insta como @laninhamsrocha Temos um grupo de mochileiros tbm pelo Brasil e mundo. Quem tiver afim me chama por lá ou nas mensagens
  11. 1 ponto
    Estive este mês em Buenos Aires, e estava todo mundo reclamando que com as novas regras e burocracias que o governo Argentino implementou para o câmbio de moeda estrangeira, está tudo muito burocrático e demorado. Quando eu cheguei na casa de cambio, tinha só uma pessoa atendendo, e 3 pessoas na minha frente na fila, até eu ser atendido, levou mais de 30 minutos, e quando finalmente fui atendido, levou uns 10 ou 15 minutos até o atendente conseguir se livrar de toda a burocracia, ou seja, levei quase 1h para conseguir trocar dinheiro. Talvez você tenha sorte e tenha sorte e tenha mais atendentes trabalhando e seja mais rápido, mas se você tiver azar de ter poucos funcionários e uma fila grande, pode não dar tempo de fazer isto em 2h, considerando que você já vai perder uns 20 ou 30 minutos na imigração, e que as casas de cambio ficam na área pública do aeroporto, o que significa que você terá que passar pelo raio-x novamente para embarcar no voo de conexão, e que você precisa estar no portão de embarque no mínimo 30 minutos antes do próximo voo... Ou seja, até pode dar tempo, mas é bem apertado, pessoalmente eu não contaria como certo conseguir trocar dinheiro em Ezeiza neste intervalo de conexão.
  12. 1 ponto
    Dando um pitaco na pergunta da Taissa, eu estive na patagônia em novembro/dezembro de 2018. Além de TDP, onde fiz o W, fui a El Calafate, one fiz o big ice, além de El Chalten e Ushuaia. Acho que investir numa bota boa e confortável é um excelente escolha. E mais: é realmente necessário vc amaciar a bota antes de fazer trekking com ela, ou pode ter problemas de bolhas e calos. A meia correta também ajuda muito, pois se vc usar meias comuns de algodão pode ter alguma dor de cabeça em trilhas mais longas, porque as meias de algodão absorvem o suor e deixam os pés úmidos, o que propicia a formação de bolhas. As coisas da decatlhon são uma ótima opção de custo-benefício. São bons, bonitos e com preço bem razoável. O corta vento impermeável é fundamental na patagônia, porque chove bastante e venta muito, de uma hora para outra, e ficar molhado enfrentando rajadas de 100 km/h pode ser muito desagradável (não é exagero a velocidade do vento: eu passei por isso). Em relação à segunda pele, só precisei de usar em noites que passei acampado. Até o fleece só usei à noite. Não precise nem quando fiz o big ice. Aconselho uma capa de chuva daquelas baratinhas para qualquer eventualidade. Luvas também ajudam muito e um cachecol ou similar para proteger a região do nariz/pescoço do vento gelado. El Chalten tem várias trilhas legais para se fazer, algumas mais curtas outras mais longas. A trilha de Laguna Torre é muito legal e não tão pesada quanto a base das torrres de TDP ou o fitz roy. O fitz roy é muito bonito, mas é mais puxado, principalmente os 2 km finais. A base das torres é um tanto puxado, e pode ser meio perigoso por causa do vento. Dentro de TDP também tem a trilha de salto grande e mirador cuernos, que é bem bonita e facinha de fazer. Em Ushuaia tem a trilha do glaciar vinciguerra que é muito bonita e não é muito puxada. Também tem a trilha da laguna esmeralda, que é bonita e fácil, além das trilhas do parque nacional tierra del fuego, que são bonitas e fáceis. Uma vantagem na patagonia é que anoitece bem tarde (22 horas em dezembro) e as trilhas são bem demarcadas. Se vc acordar cedo, começando a trilha por volta das 7, pode ir no seu ritmo, parando para descansar e aproveitar a paisagem e, mesmo gastando praticamente o dobro do tempo que as pessoas levam, vc ainda chega com luz do sol em casa em quase todas as trilhas (não a do fitz roy, que gastei 10 horas para fazer e são 23 km, ida e volta)
  13. 1 ponto
    Se você resolver sair para dar uma volta no centro em Amsterdam, ao chegar em Amsterdam você deve ir direto para a saída do aeroporto, geralmente a saída fica depois da imigração e depois da área de retirada da bagagem, se for sair, você não deve ir para a área de conexão, deve ir para a saída. Apesar de passar pela área de retirada de bagagem, você você não vai retirar as malas despachadas, elas seguirão direto para Londres. Na imigração em Amsterdam você simplesmente fala que tem um longa conexão em Amsterdam e que vai a Londres a noite, e apresenta a passagem para comprovar isto se lhe solicitarem, geralmente não passa disto, mas tenha em mão os comprovantes de Londres para alguma eventualidade. 8 horas não é lá tanto tempo assim, até o avião pousar, as mais de 300 pessoas desembarcarem, você passar na imigração, achar onde fica a estação de trem, comprar a passagem do trem, esperar o próximo trem chegar, facilmente você perde 1h ou até mais que isto se a fila da imigração estiver muito grande e lenta. Há trens do aeroporto até a estação Amsterdam Centraal a cada 15 minutos, e a viagem leva uns 20 minutos. Na volta, separe 1h30 para você voltar até a estação de trem, comprar a passagem de volta ao aeroporto e esperar o próximo trem chegar e tempo de viagem até o aeroporto. Apesar de não ter que fazer um novo check-in, você terá que passar pelo raio-x, que as vezes é demorado, tem que passar pela imigração, e tem que estar no portão de embarque no mínimo 30 minutos antes, pois o embarque finaliza 30 minutos antes da partida. Então é bom você se programar para estar de volta no aeroporto umas 2h antes da partida do voo para Londres, para poder fazer as coisas com calma e ter alguma folga para imprevistos. Então descontando, 1h30 para chegar no centro, 1h30 para voltar ao aeroporto, 2h de antecedência no aeroporto, você perde umas 5 horas só em função de ir e voltar, o que lhe deixaria com umas 3h de tempo livre para passear por Amsterdam. Agora o que visitar, isto depende... Eu faria uma caminhada saindo da estação Amsterdam Centraal, passando no palácio real Koninklijk Paleis na Praça Dam, seguindo até a Leidseplein, depois Rijksmuseum e Museunsplein que é o ponto mais afastado da estação de trem. Da Museinsplein você pega o caminho de volta, passando no Bloemenmarkt, Munttoren, Red Light District, De Oude Kerk e terminando na estação Amsterdam Centraal. É uma caminhada de umas 2h a 3h, incluindo algumas paradas para algumas fotos e comer algo. https://goo.gl/maps/MSU88hGPPSM3HwWn6
  14. 1 ponto
    lindo relato, parabéns! estou no planejamento pra minha trip, vou anotar esse contato, valeu!
  15. 1 ponto
    @Silvana Almada Por todo o pais sempre encontrará uma loja,somente em Sintra que fica um pouco longe da área turística. Agora,o Continente é SONAE ou BIG,só tem grandes lojas,como era no Brasil,mas também tem em todo o pais.
  16. 1 ponto
    Olá! Tenho disponibilidade de ir em outubro...
  17. 1 ponto
    A Caminhada 50 litros da Trilhas e Rumos é muito durável e cabe bastante coisa. Mas ela só tem abertura por cima. Acho que para o seu tipo de viagem talvez não fosse a melhor escolha. Falo isso porque já vi mulheres reclamando da dificuldade de acesso às coisas que estão dentro da mochila. A Quechua indicada é muito boa. Mas se fosse você, gastaria um pouco mais e optaria por uma dessa duas: https://www.decathlon.com.br/mochila-de-viagem-travel100-60l/p https://www.decathlon.com.br/mochila-de-trekking-easyfit-60-l-feminina-quechua/p Daria preferência para a segunda, porque é uma mochila desenvolvida para a anatomia feminina. E ela tem muita facilidade de acesso, além de caber muita coisa. Mesmo que caiba muita coisa, não leve muita coisa. Leve só o que for necessário mesmo. Não compre uma mochila pensando só nesse mochilão. Pense que esse é o primeiro de muitos e compre uma mochila que sirva para outros. Que sirva para trilhas, etc. Coloque mais 200 agora, nessa compra, pra depois não precisar comprar outra.
  18. 1 ponto
    Olá @Laryssa Teodósio uma mochila bacana pra você pode ser essa de 50 litros, da marca Trilhas e Rumos. Eu tenho essa em casa e me ajuda muito. link: https://lojaam.com.br/mochila-caminhada-50-trilhas-e-rumos?gclid=EAIaIQobChMIwuniw66Q5wIVkIaRCh2KJQBtEAQYAyABEgI00_D_BwE Boa viagem!
  19. 1 ponto
    Cara, eu AMEI seu relato hahaha Me tira uma dúvida: você levou do Brasil suas paradas para fumar? Como foi fazer a imigração? HEHEHE
  20. 1 ponto
    Eu to querendo estar! To sem cia... sabe como é o carnaval lá e o q tem de bom? Eu gosto mais do estilo bloquinho e carnaval de rua, vou estar em SC mas ainda não sei em qual praia é mais divertido de estar no carnaval. O q me sugere? Sou de Porto Alegre!
  21. 1 ponto
    Todos sao relacionados a Africa do Sul e Cape Town: Janeiro2020: https://chat.whatsapp.com/LrKtjuJnzw7AvkJNdypPF7 Fevereiro2020: https://chat.whatsapp.com/Bwvb7RW6HVQBa7METeDz5Y Marco2020: https://chat.whatsapp.com/Ceth0ioXICj9bGsDmFhbbx Abril2020: https://chat.whatsapp.com/EwVTWDTMiDmIu7Bo11xp98 Maio2020: https://chat.whatsapp.com/GClQwpIcGHm6h9XlxTNh0g Junho2020: https://chat.whatsapp.com/HWf0xXlpfHYJxaG5TSsxWu Julho2020: https://chat.whatsapp.com/LeBzkyveUTVGLt4Fc4MJ1Q Agosto2020: https://chat.whatsapp.com/E1bt3HJ6yAS3MKBzUiGu4S Setembro2020: https://chat.whatsapp.com/LKZcJdG9McmGqMM2jYGj3m Outubro2020: https://chat.whatsapp.com/JOMoqKUNvXf6o4O3oCZrxI Novembro2020: https://chat.whatsapp.com/JMve9MIE9gfD9pqLJVFVx6 Dezembro2020: https://chat.whatsapp.com/L4hClueBFzzEzmL3ff2WEZ Grupo de Cape Town: https://chat.whatsapp.com/1ejOc15QiJIHDV0Pd3DwdY Grupo para intercâmbios: https://chat.whatsapp.com/Jm37CpWcEvt0UhOu8wzAeA
  22. 1 ponto
    Tbm estou querendo fazer esse roteiro a partir do dia 10/02/2020 pensei em arraial/Trancoso e Caraíva se todo mundo tiver coragem a gente pode ir até Itacaré queria conhecer Boipeda tbm!
  23. 1 ponto
    Olá viajantes, cá estou eu para compartilhar meu segundo relato neste fórum maravilhoso rs. Desta vez, tentarei ser mais breve (não garanto). Vou tentar me focar nos pontos que as pessoas possam ter mais dúvidas e ciladas que podem evitar cair. Fiz uma trip incrível com meu marido entre 7 e 22 de Outubro de 2019 por Berlim, Praga e Budapeste. CUSTOS PARA DUAS PESSOAS * Convertido em reais variando conforme os fechamentos do meu cartão de crédito. ** Todas as hospedagens paguei daqui do Brasil com antecedência via cartão de crédito. *** O único passeio que comprei com antecedência foi a entrada do Parlamento de Budapeste e entrou como gasto no cartão de crédito também. **** Comecei a pagar as coisas em Fevereiro, de modo que quando fui viajar, tudo já estava pago, só faltando fechar o que iria gastar no cartão de crédito. Passagem Aérea R$4.973,00 (IDA POR BERLIM, VOLTA POR BUDAPESTE) Seguro Viagem R$309,21 Bus Berlim > Praga R$145,44 Bus Praga > Budapeste R$160,32 Hospedagem Berlim R$1.582,35 Casa do Serkan Reserva via AirBNB Boelckestraße 80, 12101 Berlin, Alemanha Hospedagem Praga R$968,56 Golden City Hotel Garni Reserva via Booking Táboritská 913/3, 130 00 Praha 3-Žižkov, Tchéquia Hospedagem Budapeste R$683,82 Rákóczi Studio Reserva via Booking 1074 Budapeste, Rákóczi út 64. I/17, Hungria Dinheiro p/ levar (700 EUR) R$3.303,51 Gastos Cartão de Crédito R$724,61 Custo Total: R$12.850,82 Provavelmente agora você está se perguntando como consegui me virar com 700 euros pra duas pessoas esse tanto de dia. Bom, primeiro deixo claro que meu estilo de viagem não comtempla o ‘turismo gastronomico’, não faço questão de comer em restaurantes e etc. Também não saímos a noite pra bares e baladas, não faz nosso perfil. Além disso, como deve ter notado, só ficamos em Hotel em Praga, nossas hospedagens em Berlim e em Budapeste tinha cozinhas e jantamos muitas vezes lá mesmo, comprando coisinhas fáceis de fazer no mercado. Pra aproveitar mais o dia, eu fazia uns lanches pra gente comer e não precisar parar pra almoçar. Não sou de fazer compras também, só trouxe imã de geladeira HAHAHA Outro ponto também é que somos adeptos 100% ao transporte público, não usamos táxi ou Uber nenhuma única vez. Os gastos no meu cartão foram basicamente as vezes que comemos em restaurante em Praga, que não tínhamos cozinha. Só em um desses foi 250 reais porque entrei no primeiro que vi e me danei HAHAHA, comida é um negócio muito caro. ROTEIRO – BERLIM 6/10 – Saída de GRU 7/10 – Chegada em Berlim, Portão de Brandeburgo, Memorial do Judeus 8/10 – Checkpoint Charlie, Topografia do Terror, Mall of Berlim, Palácio do Reichstag, Siegessäule, Alexanderplatz 9/10 – Ilha dos Museus: Pergamon/ Neues/ National Galerie, Berlim Dom, West Side Galery, Memorial do Muro de Berlim 10/10 – Campo de Concentração de Sachsenhausen 11/10 – Fui em busca de lugares em que cenas da série Dark da Netflix foram gravados, longe da cidade 12/10 - Teufelsberg, Tempelhofer Feld ROTEIRO – PRAGA 13/10 – Saída de Berlim de ônibus, chegada em Praga, Relógio Astronomico, Ponte Carlos... (aqui foi só uma primeira passada, a gente passa diversas vezes por esses lugares lá né) 14/10 – Castelo de Praga, Kampa, Petrin, Labirinto de Espelhos 15/10 – Ossuário de Sedlec, Dancing House 16/10 – Museu do Comunismo, Sinagoga Velha, Cabeça do Kafka 17/10 – Vysehrad, Ilha Strelecky ROTEIRO – BUDAPESTE 18/10 – Saída de Praga de ônibus, chegada em Budapeste, ‘ruin bar’ 19/10 – Ponte das Correntes, Castelo de Buda, Bastião dos Pescadores, Estátua da Liberdade 20/10 – Casa do Terror, Sapatos no Danúbio, Parlamento, Mini Cruzeiro no Danúbio 21/10 – Praça dos Heróis, Termas de Széchenyi 22/10 – Última voltinha em Budapeste, Mercado Municipal, ida pro aeroporto 23/10 – Chegada em GRU
  24. 1 ponto
    Olááááá queridos viajantes e mochileiros.😁 Não iria escrever pois existem diversos relatos de viagem para este destino, maaaaaaaaaaas, fui encorajada e intimada a relatar os meus 25 dias para o famoso Bolívia, Chile e Peru tudo via terrestre (hehe), sim, sim, de BUSES, de terminal a terminal ou de rodoviária a rodoviária 🎒🚍 Não tenho planilha lindas e elaboradas pois a principio eu e mais dois parceiros aqui no grupo iriamos ir de carro, faltando 5 dias da data de partida um deles não pode ir, então eu resolvi ir sozinha, pois bem, o Roberto (de Pernambuco) que iria conosco de carro resolveu ir tbm, então ele pegou um avião de Recife para Campinas e iniciamos a viagem juntos. Vai ser um relato básico com valores e dicas para quem ira fazer o mesmo percurso. Saímos sem roteiro pronto, sabíamos por onde iriamos passar e iriamos decidir os dias e hospedagem no próprio local, arriscado né? Mas não, tudo sobre controle do destino 🕰️💝 Bora! 31/10 (Campinas/Corumbá) Saída de Campinas/SP (interior de SP) destino capital as 09:45 da manhã - Cometa Trans. R$35,20. Descemos em um ponto estratégico para ganhar tempo e pagamos R$5,65 cada (R$ 11,30 total) em um UBER até a Barra Funda. Na barra funda pegamos um ônibus extra disponível pela Andorinhas (DICA: verifique antes de existem ônibus extras, os bus para Corumbá só saem de noite, este ao meio dia foi um achado) o custo foi de R$321,86 com saída as 11:15 com chegada as 11:00 (+1 dia). Compramos lanches pois havíamos saído bem cedo, (como todos sabem, comida em rodoviárias é bem cara ) comprei um café da manha na casa do pão de queijo R$ 20,00. Na estrada paramos para almoçar, comi um salgado R$ 12,00. TRANSPORTE: R$ 362,71 COMIDA: R$ 32,00 TOTAL DO DIA R$ 394,71 BOLÍVIA 01/11 (Corumbá/SantaCruz) Chegamos em Corumbá as 11:00 fomos ao banco (caixa) pois eu precisava sacar o restante do moneimonei (devido as mudanças de planos da viagem) chegando la conhecemos o Ezequiel, um brasileiro que mora na Bolívia e nos ajudou com algumas informações e nos levou para a fronteira por R$ 30,00 *-* (normalmente os taxista cobram 50 temer nesta corrida). Fizemos a saída/entrada nos países e cambiamos um pequeno valor para os gastos iniciais. Câmbio (penúltima lojinha do lado esquerdo, loja verde, é da irmã do Ezequiel ) R$ 600 x 1,79 = 1.074,00 bs. Pegamos um táxi para Puerto Quijaro onde fica a rodoviária por 5 bolivianos cada (o Ezequiel quebrou mais essa, não se assustem, lá eles cobram por pessoas e não por corrida). Compramos as passagens para Santa Crus de La Sierra com a empresa Huracan (o Ezequiel nos ajudou nessa tbm, disse que era a mais barata, realmente, vimos em outros lugares por 120, 130 bs. Essa agencia fica do lado esquerdo, é a ultima "portinha"), com partida as 19:30. Ou seja, passamos o dia dentro da rodoviária pois ali na região não tem nada pra se fazer... alias dizem que tem um "shopping" perto, mas eu não quis ir shopping eu vou aqui no brasil né kkkk Saída do ônibus para Santa Cruz as 19:30 e chegamos as 5:45 ( não se assustem em chegar 2 horas antes do horário informado, isso é normal). BOLIVIANOS: 150 BS > (R$83,80) TRANSPORTE 105 BS ALIMENTAÇÃO 33 BS OUTROS 12 BS REAL/TRANSPORTE E CAMBIO: R$615,00 SALDO DA VIAGEM: R$ 1.093,51 02/11(SantaCruz/Sucre) Chegando lá aguardamos abrir as agencias para passagens para Sucre, encontramos por 100 bs com partida as 17:00, já que iriamos passar o dia lá guardamos as mochilas em um guarda volume( bem na entrada, no lado esquerdo) 10 bs o dia todo e fomos conhecer cidade, pegamos informações no ponto turístico da mesma e fomos de ônibus circular para a Plaza de Armas por apenas 2 bs. Conhecemos a praça, fomos em um mercadinho por perto para comprar lanches para a viagem, encontramos cambistas ao redor da praça com uma cotação melhor que na fronteira (R$1,00 = 1,82 BS) troquei mais 250 temer para completar com o que já tinha, almoçamos em um restaurante (decente kkkk) que encontramos pegamos uma super promoção de 10 bs por arroz, batata frita e frango J pegamos o buses e retornamos ao terminal. Embarcamos para Sucre as 17:00. BOLIVIANOS: 208,80 BS > (R$116,65) TRANSPORTE 106 BS ALIMENTAÇÃO 83,80 BS OUTROS 19 BS REAL/CAMBIO: R$250,00 SALDO DA VIAGEM: R$ 1.460,16 03/11 (Sucre/Potosi/Uyuni) Chegamos em Sucre as 04:00 (bem antes do informado como sempre), saímos pela esquerda e ja nos deparamos com as vans para Potosí. Logo de cara estavam cobrando 40 bs, chorei, recusei, me fiz de desentendida e saiu por 30 kkkkkk (como já havia visto em relatos, segui a risca as dicas) depois que lotou a van 05:30, partimos para o destino. Chegamos as 08:00 no meio do nada kkkk, sim, ele parou em uma rua onde não havia terminal então perguntamos onde era a saída para Uyuni e fomos andando (é “perto” porem com a altitude e os mochilão foi longe e cansativo, peguem um taxi!). A saída é de 15 em 15 minutos e tem o valor e 30 bs, pegamos o bus as 09:15 com chegada as 13:00, o ônibus é estilo os nossos circulares daqui, simples. Chegando no Uyuni cotamos o valor do passeio logo de cara e encontramos a Claritos Tuor com quem fechamos o passeio com transfer para San Pedro por 700 bs (incluso: 2 dias de hostel, transfer para San Pedro, 2 cafés da manhã, 2 almoços e 1 jantar), a principio tudo ok... maaaaaaaaaaaaaas, nem tudo é flores. Fomos para o hostel na mesma cidade onde iriamos passar a primeira noite, como chegamos cedo, o primeiro passeio (salar + cemitério de trens) ia ser no mesmo dia, no caso as 16:00. Tomamos banho e nos avisaram (as 14:45) que sairíamos as 15:00, saímos as pressas sem comer nada, sem nos preparamos mas fomos. 1º surpresa: deparamos-nos com um carro normal, um guia e um casal de bolivianos... fomos para o cemitério de trens, depois para o salar... Cada um por si, o casal tirando fotos engraçadas e românticas e eu e o Roberto lá olhando, tirando foto, contemplando o local. Sem fotos com dinossauros L, sem foto de perspectiva, sem galera, sem nada! E eu? E EU PASSANDO MTT MAL POR CONTA DA ALTITUDE KKKKK. Ok, primeiro passeio não foi como eu havia esperado, mas para compensar o guia nos levou em uma parte que estava alagada para ver o pôr do sol ❤️ baita presente já que eu nem esperava esse fenômeno nesta data. Voltamos, para o hostel as 19:30 na cidade msm, eu cai na cama passando mal e apaguei, enquanto isso o pessoal foi jantar. BOLIVIANOS: 785,50 BS > (R$472,28) TRANSPORTE 60 BS ALIMENTAÇÃO 15 BS PASSEIO/OUTROS 710,50 BS SALDO DA VIAGEM: R$ 1.932,44 04/11 (Uyuni) Acordamos, tomamos o café no hostel, arrumamos os mochilões e saímos para o local combinado as 10:00, ficamos aguardando chegar o pessoal que ira no carro 4x4 conosco.... saímos as 11:00 paramos para o almoço as 13:30. 2° surpresa: Não fomos ao Isla Incahuasi, devido ao atraso na saída. 3º surpresa: Chegamos na laguna colorada no pôr do sol, o que nos impossibilitou ver sua cor com nitidez. SIM, PAGUEI 150 BS NA ENTRADA DO PARQUE PARA NÃO VE-LA COM CLARESA. (l) 4º surpresa: Não ficamos no hotel de sal. Eu já estava PUTA da vida, estava um frio do ca$#¨&@, já tinha broxado por ter planejado tanto esse momento e não ter sido como eu esperava que eu queria pegar minha mochila e voltar para o Brasil. Mas resolvi ser good vibes e ignorar TODO O DESCONTENTAMENTO E DECEPÇÃO. Mal desci do carro para “ver” a laguna colorada (já que não dava pra ver a cor da água e estava um frio/vento absurdo) entrei no hostel deitei e dormi, estava passando mal, não quis comer, não quis socializar (ESTAVA MTT PUTA MESMO). BOLIVIANOS: 150 BS > (R$82,42) PASSEIO/OUTROS 150 BS SALDO DA VIAGEM: R$ 2.014,86 05/11(Uyuni/SanPedro) Acordamos, tomamos o café as 04:00 e saímos para a o deserto/fronteira as 04:30. Chegamos na fronteira as 09:30 saímos as 10:46 para San Pedro (tive que pagar a propina de 15 bs na fronteira) me fiz de louca mas não teve jeito. –‘ ** eu estava com o passaporte e tive que pagar a propina, já meu amigo Roberto estava apenas com o RG e não precisou pagar’’ BOLIVIANOS: 15 BS > (R$8,24) OUTROS 15 BS SALDO DA VIAGEM: R$ 2.029,86
  25. 1 ponto
    Olá Renata, estou pensando em fazer isso desde meus 20 anos de idade, hj tenho 29 e ainda não consegui ir, mas, creio que seja por falta de coragem, por não ter tido a confiança em mim mesmo, e escutar muito a opinião dos outros. Hoje estou decidido e com coragem, até o fim deste ano pretendo pegar a mochila por nas costa e sair sem rumo. Nesses 9 anos pensando, lendo, assistindo a vídeos, tutoriais, criando rotas e tudo mais, decidi que devo ir sem planejar nada e deixar o destino me levar. (Não quero que siga meu jeito, nem o modo que pretendo fazer) mas se a sua vontade é de ir, sair pra rodar a América do Sul, então vá! Caso não tenha ido e ainda quiser companhia pra viajar, me chame pra conversarmos melhor, quem sabe não fazemos companhia um ao outro! Bjoz e muito sucesso pra todos nós!
  26. 1 ponto
    Em torno de 10k para 3 pessoas. Divididos em: Hotel: R$2400,00 Gasolina: R$2700,00 Pedagios: R$360,00 Alimentação: R$1400,00 Passeios: R$2200,00 Outros: R$1100,00 Mas da pra economizar bastante se a pessoa for adepta de barraca, camping e fogareiro.
  27. 1 ponto
    Olá pessoal, gostaria de compartilhar com vocês minha experiência da minha segunda viagem, mas meu primeiro mochilão de verdade e sozinho para a Europa realizado em Maio/Junho de 2018, e quem sabe ajudar quem esteja planejando um mochilão para os países que eu passei. Contextualizando: na época estava morando em Dublin, por isso saí de Dublin e voltei para Dublin. Roteiro: Cracóvia (3 noites) / Budapeste (3 noites) / Bratislava (2 noites) / Praga (4 noites) / Dresden (1 noite) / Berlim (4 noites). Transporte Aéreo: • Ryanair de Dublin para Cracóvia • Ryanair de Berlim para Dublin Transporte Terrestre: • Flixbus de Cracóvia para Budapeste • Flixbus de Budapeste para Bratislava • Flixbus de Bratislava para Praga • Flixbus de Praga para Dresden • Flixbus de Dresden para Berlim Gasto com Transporte: +/- 175 Euros Comprei as passagens aéreas e terrestres com antecedência de mais ou menos 1 mês. Hospedagem: • Cracóvia - Greg & Tom Beer House Hostel - Nota 3 de 5 • Budapeste - Avenue Hostel - Nota 5 de 5 • Bratislava - Hostel Blues - Nota 4 de 5. • Praga - Advantage Hostel - Nota 4 de 5. • Dresden - Hostel Louise 2.0 - Nota 5 de 5 • Berlim - Three Little Pigs Hostel - Nota 3,5 de 5. Gasto com Hospedagem: +/- 285 Euros Reservei todos os hostels com antecedência de mais ou menos 1 mês pelo Booking.com, todos eram cancelamento grátis, portanto paguei diretamente nos hostels. Alimentação: Calculei na média 30 Euros por dia para alimentação, mas no fundo acabei gastando por volta de 20 Euros por dia, principalmente na Polônia, Hungria e República Checa, onde a moeda é menos valorizada em relação ao Euro e também na Eslováquia, onde os preços eram abaixo do padrão europeu. Em compensação, o que “sobrou” desses dias eu aproveitei para comer e beber muito bem em Berlim. Experiência com o idioma: Como todos os países que visitei possuíam um idioma totalmente novo para mim, esse era meu principal desafio a ser vencido e minha principal preocupação. Porém em todas as cidades, eu tive ótimas experiências falando inglês, praticamente todos sabiam falar, conseguia me comunicar quase sem problemas com todos, em restaurantes, atrações e hostels. Vamos ao que interessa então, senta que lá vem história! 1º Dia - 27 de Maio de 2018 - Dublin - Cracóvia Meu primeiro dia do mochilão ficou por conta somente da viagem, já que meu voo estava programado para aterrissar em Cracóvia às 20h45, mas houve um atraso de 1 hora para a decolagem em Dublin devido a uma greve dos controladores de vôo na Alemanha. A fila para passar na imigração estava grande porém foi rápida. Na hora de passar pela checagem de passaporte, foi tudo dentro da normalidade. Como havia levado o mochilão comigo na cabine, estava pronto para ir para o hostel. Antes de embarcar já havia pesquisado como ir até o centro da cidade e também como comprar a passagem do trem até lá, então tudo correu muito bem. Troquei 5 euros na casa de câmbio do aeroporto, para comprar o ticket do trem e fui até a estação do trem que fica atrás de um estacionamento de múltiplo andares. O trem já estava na plataforma esperando então entrei e esperei o fiscal passar vendendo os bilhetes, você também pode comprar na máquina que fica nas plataformas, porém nelas só são aceitas moedas e cartão de crédito. Desci na principal estação de Cracóvia, a Kraków Glówny e fui andando para o hostel fazer o check in. A essa altura já aproximava-se da meia noite e as ruas ainda estavam bem agitadas, então resolvi dar uma espiada na Praça do Mercado, que estava bem iluminada. 2º Dia - 28 de Maio de 2018 - Cracóvia A primeira coisa que fiz na cidade, foi trocar dinheiro. Já havia pesquisado previamente um lugar confiável para fazer isso, então fui direto até a Grosz, situada na Sławkowska 4, perto da Praça do Mercado. 1 Euro estava na época 4,30 Złote. Troquei somente a quantia que esperava usar naquele dia e mais um pouco para as entradas das atrações que pretendia visitar. Entre elas, estava minha visita a Auschwitz, no dia seguinte. Para garantir, fui até a Kraków Glówny para comprar o bilhete de ônibus para ir até lá. A bilheteria fica logo ao lado esquerdo da entrada principal. O restinho dessa manhã aproveitei para visitar belo centro histórico de Cracóvia. Começando pelo Barbakan, a parte mais interessante que se conserva das fortificações medievais de Cracóvia, situado no Planty Park, um belo espaço verde que rodeia todo o centro antigo. Ao lado do Barbakan, na rua Florianska está o St. Florian’s Gate, um pequeno trecho que se conserva das muralhas defensivas de Cracóvia. Descendo a rua Florianska você dá de cara com a Rynek Glówny, a Praça do Mercado, uma praça rodeada por cafés, restaurantes e muitas construções históricas. No centro dela você encontra o The Cloth Hall, uma espécie de “shopping” formado por várias barraquinhas de artesanato local, a St. Mary's Basilica, um dos principais monumentos da cidade com sua imponente fachada ladeada por suas torres de diferentes alturas, além da Town Hall Tower, que é a única parte que se conserva da antiga Prefeitura da cidade. Almocei ali na praça, no Pod Wawelem, um restaurante tradicional da cidade e que eu recomendo. Comi um prato de frango grelhado acompanhado de uma pint da cerveja polonesa Tyskie. Paguei por volta de 35 Złote com gorjeta. Na Polônia assim como em todos os lugares que visitei e visitaria nesse mochilão pela Europa, o serviço não vem incluso na conta. É esperado que você acrescente pelo menos 10% se o serviço for bom e pague para o garçom. Continuei caminhando pelas ruas do centro passando por várias igrejas e monastérios, visitei também o Collegium Maius, prédio pertencente a 1ª universidade da Polônia, a Jagiellonian University, onde estudaram Nicolau Copérnico e o Papa João Paulo II. Aqui o mais legal é se perder pelo caminho. No fim da tarde subi a Wawel Hill para visitar o castelo e a catedral de Cracóvia. Visitei o interior da Wawel Cathedral e fiquei um bom tempo caminhando pelos belos jardins e pelo extenso exterior do Wawel Castle. Ainda atravessei o Rio Vístula para admirá-lo de longe no parque situado na margem oposta. Naquela época do ano, o sol começava a se pôr somente depois das 9 horas, então o dia rendia muito e ainda sob a luz do sol fui visitar Kazimierz, o bairro judeu de Cracóvia. Andei bastante pelo bairro, passando pelas diversas sinagogas e pelas ruas mais agitadas do bairro. Parei na Plac Nowy onde experimentei a tradicional Zapiekanka, um tipo de pizza no pão francês, era enorme e quase não dei conta de comer sozinho. Após a janta fui conhecer dois pubs da região, primeiro fui no Alchemia, um pub com uma arquitetura e mobiliário retrô que deixa o ambiente muito exótico e depois fui no Singer, onde a maioria das mesas são aquelas máquinas de costura antigas da marca Singer. Fiquei por ali tomando cerveja e pensando em tudo o que estava por vir, uma ótima maneira de terminar meu primeiro dia de mochilão. 3º Dia - 29 de Maio de 2018 - Cracóvia Acordei bem cedinho para ir para Auschwitz, já com o bilhete na mão sai pontualmente da Kraków Glówny em direção ao campo Auschwitz I. O ônibus pára na frente da entrada de Auschwitz I, no ponto há uma placa com os horários de retorno para Cracóvia, uma dica importante é tirar uma foto desta placa para você poder se planejar para voltar para Cracóvia. Para visitar o campo de concentração você precisa agendar um horário com antecedência. Há dois tipos de visitas, guiadas ou por conta própria, eu escolhi ir por conta própria. Para mais informações acesse: http://auschwitz.org/en/ Entrei no horário marcado, às 8h30 e fiz tudo com muita calma, no meu próprio tempo. Auschwitz I foi construído em 1940 para abrigar os prisioneiros políticos polacos que já não cabiam nas prisões. Hoje, ao longo dos diversos blocos do campo podemos ver exposições que mostram as condições em que sobreviviam os prisioneiros, além de uma pequena parte da imensa coleção de objetos que lhes foram roubados antes que eles fossem assassinados. Para quem gosta de história reserve um bom tempo para visitar todos os blocos e ver com calma todas as exposições, que nos fazem refletir sobre esse período tenebroso da nossa história. Por volta das 12h30 voltei para o ponto de chegada, pois é de lá que sai o ônibus para o campo de concentração Auschwitz-Birkenau, esse ônibus é gratuito. Auschwitz-Birkenau não era um campo de trabalho como os demais, foi construído com a função de exterminar os prisioneiros que entravam nele. Era parte do plano da Alemanha nazista conhecido como “Solução Final”, onde se pretendia aniquilar toda a população judia. No campo ainda se conservam alguns barracões originais, as enormes latrinas e os restos dos fornos crematórios e as câmaras de gás que os nazistas tentaram destruir antes de sua fuga. Certamente Auschwitz é uma visita imprescindível para quem vai visitar Cracóvia. Para voltar para Cracóvia você precisa retornar para Auschwitz I. No mesmo ponto que você chegou, você irá embarcar no ônibus de volta para Cracóvia, caso você não tenha o bilhete de volta, você pode comprar diretamente com o motorista. Paguei 28 Złote, ida e volta. De volta a Cracóvia, continuei minha visita aos lugares relacionados a II Guerra Mundial. Fui visitar a região de Podgórze, o gueto judeu de Cracóvia. Nessa região está localizada a Ghetto Heroes Square, praça principal do gueto onde eram selecionados os judeus que iriam ser transportados para o campo de concentração, é nesta praça que está localizado o monumento das cadeiras. Próximo a praça fica a Oskar Schindler Factory, com uma exposição muito rica que nos conta tudo sobre a história da cidade desde o final de 1939 até a época comunista na qual se viu submersa com o fim da guerra. Apesar de achar que em alguns momentos, a grande quantidade de informações me deixou um pouco disperso e me fez perder um pouco o fio da exposição, a visita valeu a pena. Paguei 24 Złote no ingresso. Como não havia almoçado, resolvi ir até o bairro de Kazimierz para jantar. Escolhi o restaurante Ariel, que também recomendo. Lá experimentei outro prato tradicional, o Pierogi, que é um tipo de pastelzinho cozido com vários recheios, os mais comuns são os de carne e os de queijo com batata. Fui no de queijo com batata acompanhado de duas pints de Zywiec. Fui super bem atendido e a comida estava ótima, paguei por volta de 45 Złote com gorjeta. Top 3 Atrações: • Auschwitz – Birkenau • Rynek Glówny • Wawel Castle 4º Dia - 30 de Maio de 2018 - Cracóvia - Budapeste Fui logo cedo para a estação central para pegar o ônibus para Budapeste. Lá não havia nenhuma indicação nos monitores sobre qual plataforma o ônibus iria parar. Perguntei para algumas pessoas que estavam ali e eles me disseram que o ônibus geralmente estaciona na plataforma 14 e que era normal ele atrasar. Foi dito e feito, o ônibus atrasou 1 hora. Depois de 7 horas de viagem pela Flixbus, dentro de um ônibus muito confortável que tinha WiFi e USB Port para recarregar o celular, cheguei na estação Kelenföld em Budapeste. Para ir da estação até o hostel era necessário pegar o metrô, que ficava ao lado da estação de ônibus. Comprei o bilhete na máquina usando meu cartão do NuBank. Paguei 350 Forint e o processo de compra foi super fácil, a interface era simples e em inglês. Antes de entrar no metrô, você precisa validar o bilhete em uma das máquinas que ficam logo na entrada ou na plataforma do metrô. Desci na estação Rákóczi Tér e caminhei até o hostel. No meio do caminho, parei na Correct Change para trocar dinheiro. 1 Euro estava na época 318 Forint. Fiz o check in e sai explorar o bairro de Erzsébetváros, é lá onde está localizado a Dohany Synagogue, a segunda maior sinagoga do mundo, andei ainda pela Kyráli Ut. uma rua histórica e um moderno centro comercial, cheia de lojas, restaurantes, além da Gozsdu Udvar, uma grande passarela que reúne gastronomia, cultura e entretenimento. Para jantar fui até o Szimpla Kert, o Ruin Pub mais famoso de Budapeste, no local funcionava uma fábrica que posteriormente foi convertida em um complexo composto por cinema a céu aberto e pub, com espaço para concertos, apresentações teatrais, entre vários outros eventos. A entrada é gratuita e lá dentro você encontra muitas opções de comidas e bebidas, gente de diversas culturas e vários ambientes diferentes. É um lugar sensacional. Lá provei o Lángos, prato típico húngaro que consiste em uma massinha de “vento” frita, servida com cobertura doce ou salgada, no meu caso eu provei uma com queijo e molho azedo. Uma delícia. Para acompanhar tomei uma pint de Staropramen. Para finalizar a noite fui até as margens do Rio Danúbio para visitar a Széchenyi Lánchíd e o Buda Castle iluminados a noite. 5º Dia - 31 de Maio de 2018 - Budapeste Comecei o dia visitando o Hungarian National Museum. Através das diferentes exposições podemos ver a história da Hungria desde o seu nascimento até os nossos dias. A visita ao prédio por si só já vale a pena. Passei a manhã inteira por lá. Paguei 1.600 Forint no ingresso. Como estava na hora do almoço e o Great Market Hall ficava ali perto, fui até lá para conhecer o famoso mercado e caçar algo para almoçar. A arquitetura do mercado é muito bonita e lá você encontra muitas lojas vendendo desde alimentos até souvenirs e no último andar ficam os restaurantes e barraquinhas de comida. Achei uma barraquinha com um banco livre e fiquei por ali mesmo, experimentei um prato típico de rua húngaro chamado Kolbice, um pão em forma de cone com mini salsichas de porco grelhadas ao molho de mostarda, maionese e ketchup acompanhada de uma Pilsner Urquell. Após o almoço, subi a Gellert Hill até a Citadella, o ponto mais alto de Budapeste onde é possível ter a melhor vista da cidade. A Citadella é uma fortaleza construída em 1854, como defesa durante a Monarquia de Habsburgo. Lá você encontra a Liberty Statue, um monumento em homenagem aos soviéticos pelo apoio ao povo húngaro durante a guerra, ajudando-os a se libertarem da ocupação da Alemanha nazista. Fiquei boa parte da tarde lá, admirando a fortaleza e as belas vistas da cidade nos diversos mirantes espalhados pela Gellert Hill. Ao lado da fortaleza há algumas barracas de souvenirs e de comida, como estava muito calor, aproveitei para reviver uma experiência de criança tomando uma raspadinha bem gelada. Descendo a colina, andei em direção ao Castle District para visitar o Buda Castle e a Mathias Church. O Buda Castle é uma das imagens mais conhecidas de Budapeste, antigamente foi a residência dos reis da Hungria. Toda a arquitetura do Castelo é muito bonita e a vista para a cidade é tão bela quanto a vista da Citadella, mas o que me encantou mesmo foram as ruelas do distrito do castelo pelas quais você pode se perder durante algumas horas. Andando pelas ruas do distrito cheguei na Mathias Church, igreja construída no fim dos anos 1200 e era usada para a coroação dos reis da Hungria. O ponto alto da igreja são as telhas coloridas no telhado formando um lindo mosaico. Ao lado da Igreja está o Fisherman’s Bastion, um lindo terraço branco cintilante com sete torres que representam as sete tribos que povoavam a área de Budapeste em 896. Subindo as escadas para o terraço você pode apreciar, na minha opinião, a mais linda vista do Danúbio, de Peste e do Parlamento. Essa região é simplesmente sensacional e a noite ficou ainda mais bonita. No terraço havia uma dupla tocando música clássica no violino, o que deixou a minha experiência no local ainda mais inesquecível. Perdi completamente a noção do tempo ali, observando os detalhes da arquitetura, a vista da cidade e apreciando a música. Esqueci até de jantar, só na hora de voltar para o hostel, passei no BK para comer um lanche simples para não passar fome a noite. 6º Dia - 1 de Junho de 2018 - Budapeste Comecei o dia na Heroes Square, uma das praças mais importantes de Budapeste, com suas estátuas que homenageiam os líderes das sete tribos fundadoras da Hungria. A praça é bem ampla e ladeada pelos prédios da University of Fine Arts e serve como entrada para o Városliget City Park. O Parque da Cidade é o principal lugar de lazer dos budapestenses. Dentro do parque você vai encontrar vários lugares interessantes, entre os quais se destacam o zoo, um pequeno parque de diversões, o Széchenyi Thermal Baths e o Vajdahunyad Castle. O Castelo Vajdahunyad fica em uma pequena ilha dentro do parque e foi construído inicialmente de madeira para a Expo de 1896, para as comemorações dos 1000 anos da Hungria. Ao terminar o evento, foi reconstruído com pedra. Neste dia almocei no Café Vian, localizado na região da Andrássy Út. em uma alameda repleta de restaurantes. Experimentei o Gulyás ou Goulash, uma sopa à base de pimentão, páprica, carne e legumes acompanhada de uma Soproni. O ambiente era super agradável e fui muito bem atendido, paguei por volta de 3.800 Forint. Após o almoço fui até a imensa e imponente St. Stephan's Basilica. Na entrada principal você encontrará grandes estátuas de santos húngaros entalhadas em mármore. Mas o verdadeiro tesouro está em seu interior. O domo dourado é o destaque da Basílica, as colunas de mármore e jade entalhadas e os vitrais também são de uma rara beleza. Além de tudo isso, uma das relíquias mais queridas dos húngaros também está guardada no interior da Basílica, a mão direita de Santo Estevão. A Basílica é realmente maravilhosa, a mais bonita que visitei. Saindo da Basílica, andei pela região, passando por diversas ruas de comércio, cheias de lojinhas de souvenirs até chegar no Parlamento de Budapeste, o terceiro maior parlamento do mundo depois do da Romênia e da Argentina, construído entre 1884 e 1902, o Parlamento de Budapeste foi a maior obra da sua época. Possui 691 salas e tem 268 metros de comprimento e 118 metros de largura, sua arquitetura realmente impressiona. Pertinho do Parlamento, às margens do Rio Danúbio, encontramos o Shoes On The Danube, memorial concebido pelo cineasta Can Togay junto com a escultora Gyula Pauer para homenagear os judeus que foram mortos por milicianos da Arrow Cross em Budapeste durante a II Guerra Mundial. Homens, mulheres e crianças eram perseguidos e capturados, e depois enfileirados às margens do Rio Danúbio, eles eram forçados a retirar seus sapatos para logo após serem mortos, seus corpos caíam no rio e eram levados pela correnteza. No fim da tarde fui para a Margaret Island, uma ilha no meio da Danúbio com vários jardins e as ruínas do Convento de Santa Margarida. Passei o restinho do dia ali, caminhando pelos diversos caminhos do parque e voltei para o lado de Peste caminhando às margens do Rio Danúbio. Voltando para o hostel fui jantar no Menza mas estava lotado, então sentei em um restaurante ao lado, chamado Incognito Bar e Café. Foi aqui que aconteceu meu maior perrengue na viagem. Era meu último dia em Budapeste, e tinha uma grana ainda para gastar então escolhi um prato e uma cerveja que estavam dentro do orçamento, calculei o total para ter uma ideia da conta e ainda reservei 10% para dar de gorjeta, nas minhas contas ainda iria sobrar uns trocados. A comida chegou com atraso e não estava tão boa, além disso o atendimento foi bem ruim. Na hora de pagar a conta tive uma surpresa, nesse bar o serviço já estava incluso na conta, além disso eles cobravam 20% de serviço. No fim, o valor total da conta com os 20% deu além do que tinha em dinheiro, coisa de 140 Forint ou 45 cents de euro mais ou menos. Aí f*... Chamei o garçom, expliquei que ia faltar alguns trocados para completar a conta, mas que não havia gostado do atendimento e não achava certo pagar 20% de serviço. O cara foi super grosseiro, falou que não poderia tirar nem diminuir a taxa de serviço e ficou muito puto por eu comentar que não tinha dinheiro para pagar a conta, eu tinha um cartão comigo e falei para ele que eu tinha outro meio de pagar, que não ia dar calote, mas o cara não entendia, eu já estava nervoso, meu inglês nem saia direito também. No fim de muita discussão, ele chamou o gerente e ele aceitou o pagamento em dinheiro. Pior experiência gastronômica que eu tive na viagem. Não vão a esse restaurante. Top 3 Atrações: • Mathias Church e Fisherman’s Bastion • St. Stephan's Basilica • Gellert Hill 7º Dia - 2 de Junho de 2018 - Budapeste - Bratislava Logo de manhã fui até a Rákóczi Tér para pegar o metrô de volta a estação de ônibus de Kelenföld onde iria embarcar no ônibus para Bratislava. O ônibus saiu pontualmente e a viagem foi super confortável. Após fazer check in no hostel comecei meu primeiro dia na cidade visitando as atrações fora do centro histórico. A primeira parada foi o Grassalkovich Palace na Hodžovo Square e seu belo jardim nos fundos. Este palácio de verão em estilo rococó foi construído em 1760 e era um local procurado por eventos da sociedade aristocrática. Hoje, o palácio funciona como residência oficial do presidente. Ele é simples mas muito bonito, vale uma passada rápida para visitá-lo já que é caminho para o Slavin War Memorial. O Slavin War Memorial é um monumento construído em homenagem aos mais de 6.500 soldados soviéticos que morreram nas batalhas que libertou Bratislava e outras cidades da região do domínio nazista já no fim da II Guerra Mundial. O obelisco central tem 39 metros de altura e no topo uma estátua de um soldado de 11 metros de altura. Em volta da base há inscrições entalhadas nas pedras recordando as cidades e as datas que elas foram libertadas pelo Red Army. No parque onde o memorial está situado, existem diversas esculturas e outros memoriais sobre a guerra, um que vale citar são os blocos de mármore preto com os nomes de todos os soldados mortos na guerra e que estão enterrados ali. Outro atrativo do local que faz valer a pena a caminhada até lá é a vista panorâmica da cidade. Lá de cima você terá belas vistas do centro histórico, do Rio Danúbio e principalmente do Bratislava Castle. Voltando para mais para o centro da cidade, fui jantar no Slovak Pub, um tradicional pub da cidade. Fiquei muito surpreso com os preços, mesmo a moeda sendo o Euro, as comidas e bebidas eram muito mais baratas em comparação a Irlanda e outros países europeus. Lá experimentei uma cerveja feita por monges, a Kláštorný Ležiak, por apenas 1,5 Euro a pint. Para comer fui de costela de porco assado ao molho de mostarda e rabanete por 10 Euros. Barato e muito gostoso. 8º Dia - 3 de Junho de 2018 - Bratislava Minha primeira visita do dia foi a simpática Blue Church, uma igreja bem pequena, toda pintada de azul e uma das raras construções no estilo Art Noveau. Saindo da igreja fui caminhando até a Cidade Velha (Staré Město), o centro histórico de Bratislava. O centro da cidade é bem pequeno mas muito bonito, movimentado e cheio de surpresas. Neste dia nem lembrei do roteiro que havia preparado para o dia, simplesmente fui caminhando pelas ruas e me encantando com cada escultura, construção e as diversas estátuas engraçadinhas que encontrava pelo caminho. Passei pelo St. Michael's Gate, o único portão preservado da antiga fortificação da cidade. Visitei o belo Primate’s Palace, um dos mais belos palácio em estilo clássico da Eslováquia e que em seu interior funciona uma galeria de arte. Ainda passei pela Clarissine Church e pelo Franciscan Monastery. Perto dali está a Hlavné Námestie, com a bela Roland's Fountain e a estátua Napoleon's Army Soldier, um simpático soldado se apoiando em um banco, ali dá uma ótima foto, mas é preciso ser paciente, muita gente quer tirar foto com ele. Ali há diversas barraquinhas com artesanato e souvenirs para você levar de lembrança. A praça estava muito movimentada, cheio de restaurantes e cafés, um ambiente muito agradável, e para me despedir da praça, visitei a Old Town Hall, comprei o ingresso para subir na torre da antiga prefeitura para ver o centro histórico de cima. Paguei 2 Euros e valeu a pena, a vista lá de cima é maravilhosa, você também pode ver dali o Bratislava Castle mas de um outro ângulo. Almocei por ali mesmo, no restaurante Krčma na Zelenej. Comi um frango grelhado com fritas acompanhada de uma pint de Gambrinus. Vi no cardápio que ali tinha o Tratatea e quis experimentar. O Tratatea é uma bebida antiga vinda das montanhas da Eslováquia que consistia em água fervida com ervas, misturada com aguardente, mel, alho e sebo. O prato, com a cerveja e o Tratatea saiu por volta de 18 Euros com a gorjeta. Após o almoço continuei andando pelas ruas do centro histórico e encontrei meio sem querer uma portinha que te levava ao topo da antiga muralha medieval da cidade, caminhei por ela até me deparar com a St. Martin's Cathedral, uma igreja simples, de pedra no estilo gótico. Saindo da igreja segui pela rua Panská em direção a outra estátua engraçada de Bratislava, o Čumil ou Men at Work, uma figura de bronze representando um homem espreitando de baixo de uma tampa de bueiro. Próximo a essa estátua, está a principal praça de Bratislava, a Hviezdoslavovo Námestie, uma praça arborizada, onde estão localizadas embaixadas, bares turísticos e alguns dos maiores edifícios da cidade. O principal ponto de encontro da praça é a estátua do renomado poeta eslovaco Hviezdoslav e no extremo leste da Hviezdoslavovo, o ornamentado Slovak National Theatre de 1886 rouba olhares de admiração. Depois de visitar o centro histórico fui para o Bratislava Castle. Passei pelo Sigismund Gate, o portão principal e o mais perto do centro, mas ele estava fechado, então tive que contornar o castelo e entrar pelo Vienna Gate. Dentro dos muros do Castelo de Bratislava, você poderá contemplar toda a grandiosidade dessa construção. Os detalhes das muralhas aumentadas ao longo do tempo, as esculturas que enfeitam o pátio externo, as torres das sentinelas e a vista privilegiada do Rio Danúbio e da UFO Bridge são apenas algumas das atrações desse lugar. No interior do castelo funciona o Slovak National Museum que conta com quase 250.000 objetos que representam a história, arte, escultura, pintura e a cultura dos eslovacos. Tem muita coisa interessante para ver lá, o interior é lindo, destaque para as escadarias douradas com espelhos de cristais. Você ainda pode subir até o último patamar das torres do castelo, para ter uma vista panorâmica da cidade, mas infelizmente não me deixaram subir pois já estavam fechando. Uma pena. Apesar de ter gostado muito do acervo do museu, eu senti muito a falta de um plano de visita ou uma indicação do caminho, muitas vezes me senti perdido lá dentro sem saber onde ir. No dia que fui, não paguei a entrada, mas em dias normais o ingresso custa 7 Euros. Para fechar o dia, fui jantar no Flagship, experimentei o Bryndzové Halušky, um prato típico eslovaco que consiste em um nhoque de batata com molho de queijo de cabra e bacon e bebi uma pint de Zlatý Bažant e uma Krušovice. Paguei por volta de 13 Euros com gorjeta. Top 3 Atrações: • Andar pela Old Town • Slavin War Memorial • Bratislava Castle 9º Dia - 4 de Junho de 2018 - Bratislava - Praga Sai de Bratislava quase um pouco antes do almoço e cheguei em Praga no fim da tarde. A viagem foi tranquila mais uma vez, somente houve uma parada na fronteira para checar os passaportes, mas prosseguimos sem problemas. Resolvi ir caminhando da estação Hlavní Nádraží até o hostel. Até deixar as coisas no hostel, já estava ficando tarde, então jantei no Mcdonald's perto do hostel e depois dei uma volta pela região. Nesse dia já comecei a sentir o cansaço da viagem, então voltei mais cedo para o hostel e aproveitei para descansar bastante. 10º Dia - 5 de Junho de 2018 - Praga Comecei meu dia pela Old Town Square, um dos lugares mais agradáveis de Praga. Acolhedora e antiga, a praça está rodeada por interessantes ruazinhas que são perfeitas para se perder. A praça está cheia de edifícios interessantes, entre os quais se destacam a Church of Our Lady Týn, uma igreja de estilo gótico, fundida entre casas e estreitas ruas do centro da cidade e o Old Town Hall, é nele que está instalado o Astronomical Clock, que para minha infelicidade estava completamente fechado para restauração. Saindo da Praça da Cidade Velha, eu parei para trocar dinheiro na Exchange, que fica na rua Kaprova, logo atrás do Relógio Astronômico. 1 Euro estava 25 Coroas Chequa na época. Descobri essa casa de câmbio pelo canal no youtube Prague Honest Guide, recomendo para todos que queiram visitar Praga um dia, uma excelente fonte de dicas sobre atrações, gastronomia e ciladas para turistas e muito mais. Depois de trocar dinheiro fui conhecer a Prague City Hall, local de uma das “atrações” mais inusitadas da cidade, o Paternoster, um elevador que não tem botão de chamada nem botões de escolha de andares. Ele é feito por várias cabines abertas, ligadas por cabos, que giram devagar e ininterruptamente em um estrutura “circular”, movimentadas por duas enormes roldanas, uma no topo, outra no subsolo. As cabines correm por túneis verticais paralelos, fazendo com que metade delas esteja sempre descendo e outra metade sempre subindo, como numa roda-gigante. Para embarcar, basta dar um passo para dentro da cabine que estiver indo no sentido que você deseja. Para os mais aventureiros, sugiro não saltar no primeiro ou no último andar e continuar dentro da cabine enquanto ele faz a volta e retorna do outro lado. Perto dali fica a famosa Charles Bridge, um dos principais cartões postais de Praga. Com mais de 500 metros de comprimento a Ponte Carlos conecta a Cidade Velha (Staré Město) a Cidade Pequena (Malá Strana). A ponte estava lotada de turistas e artistas de rua, tava até difícil de andar por ela e também de parar para contemplar as 30 estátuas instaladas ao longo da ponte. Do outro lado do rio, passei pelo Franz Kafka Museum, para observar uma estátua peculiar de Praga. Piss é uma escultura e fonte ao ar livre criada pelo artista tcheco David Černý, consiste em dois homem fazendo xixi em um mini lago e os quadris deles balançam de um lado para o outro. É engraçado na real. Visitei também o Wallestein Garden, o segundo maior jardim do centro de Praga e tem fontes, lagos, esculturas, uma linda vista para o castelo. Hoje faz parte do complexo do Senado da República Tcheca. Visitei também a St. Nicholas Church, mas infelizmente, estava fechada na hora que fui então só pude ver seu exterior. Então comecei a subida em direção ao Prague Castle por uma rota alternativa, sem muito turistas, indicada pelo Prague Honest Guide, aproveitei para almoçar no restaurante U Magistra Kelly, outra indicação do canal. Era um restaurante muito pequeno porém simpático, pedi um joelho de porco com batata e bebi duas pints de Kozel, o prato era gigantesco e estava uma delícia, paguei por volta de 320 Coroas Chequa com gorjeta. Antes de chegar no castelo passei por um belo mirante na parte alta do Petrin Hill onde você tem uma bela vista da cidade, visitei o exterior dos belos Strahov Monastery, monastério de arquitetura barroca pertencente à Ordem dos Prémontré e o Loreto, um dos centros de peregrinação mais importantes de Praga. Finalmente chegando no Prague Castle, tem uma Starbucks no lado direito da entrada que conta com um terraço elevado onde você tem outra bela vista da cidade e do Rio Moldava. Entrando no castelo você precisa passar por uma revista de segurança. A entrada estava tranquila, sem fila nenhuma, mas lá dentro já estava mais cheio de gente. O Castelo de Praga, construído no século IX, é o maior castelo do mundo e o mais importante dos monumentos da República Tcheca. Longe da ideia de castelo medieval com aspecto fortificado, o Castelo de Praga é composto por um conjunto de belos palácios e edifícios conectados por pequenas vielas. A entrada no castelo é gratuita, mas lá dentro tem algumas atrações pagas. Eu acabei não entrando em nenhuma dessas atrações pagas e visitei somente o distrito do castelo. Logo na entrada passei por uma passarela de baixo do palácio e dei de cara com a St. Vitus Cathedral, para mim a construção mais impactante de todo o castelo. A catedral guarda a tumba de Venceslau IV, as Jóias da Coroa e é o lugar de coroação dos reis da Boêmia. A entrada na catedral é gratuita até certo ponto, depois para continuar e subir na torre é preciso pagar entrada. Visitei o interior e me impressionei com sua grandiosidade e seus belos vitrais. Passei tarde inteira andando pelo castelo, passeando pelos jardins, observando a cidade pelos diversos mirantes, passei pela outra igreja do castelo, a St. George's Basilica, muito menor e simples que sua “irmã” e o The Royal Garden ao lado do castelo. Depois das 17h, fui até a Golden Lane, um dos lugares mais acolhedores do interior do recinto do castelo. Ocupada por casinhas coloridas que em outros tempos abrigaram ourives, na atualidade a zona conta com interessantes lojas de artesanatos. Antes das 17h a entrada para a Golden Lane é paga e forma-se uma fila enorme, mas depois eles abrem para o público gratuitamente. Além das casinhas de artesanato, ali há também uma parte da muralha, onde você pode entrar e visitar uma exposição de armas medievais e se arriscar em um stand de tiro de balestra, por 50 Coroas Checa você tinha direito a 3 flechas para acertar ao alvo. No final você pode levar o alvo de recordação, foi uma boa experiência. Saindo do Castelo já no fim da tarde, fui andando margeando o Rio Moldava para observar a Ponte Carlos de longe, e depois de atravessá-la ainda dei uma volta pela Rua Karlova, uma das principais ruas comerciais da cidade, e também passei pela escultura de Sigmund Freud pendendo a mais de seis metros do chão pendurado por uma só mão. Voltei para o hostel para tomar banho e descansar um pouco e sai para jantar no Pivovarský Dům, restaurante bem perto do hostel, que fabrica sua própria cerveja. Experimentei um prato típico checo, o Svíčková, uma carne vermelha assada, com molho cremoso de vegetais, servido com knedlík, cranberry, creme de nata batida e uma fatia de limão. Uma mistura de doce com salgado simplesmente deliciosa. Tomei duas pints das cervejas deles e paguei por volta de 320 Coroas Chequa com gorjeta. 11º Dia - 6 de Junho de 2018 - Praga Comecei o dia na Wenceslas Square, o centro da Cidade Nova. Nesse dia, no centro da praça havia uma exposição fotográfica sobre as manifestações contra a brutalidade policial que deram início à Revolução de Veludo e à queda do comunismo. Fiquei rodando a região da Cidade Nova na parte da manhã, passei pela Jerusalem Synagogue, pela Henry Tower e pelo Shopping Quadrio, para ver outra escultura de David Černý, a Cabeça de Franz Kafka. Este busto do escritor é composto por 42 camadas rotatórias independentes. O seu movimento cria uma performance interessante que é uma referência à história de "A Metamorfose". Infelizmente neste dia a cabeça não estava funcionando. Almocei ali perto nesse dia, em um lugar chamado Ovocný Světozor, é tipo uma padaria dentro de uma praça de alimentação, ali eu peguei para viagem dois pedaços de Chlebicky que são pequenos canapés de diferentes ingredientes, por 32 Coroas Checa cada mais uma Mirinda, um refrigerante comum lá na República Checa, que parece nossa Fanta e sentei um um jardim logo ao lado, chamado Franciscan Gardens. Depois do almoço fui até o bairro judeu de Praga, o Josefov, o bairro que se originou quando as duas comunidades judaicas existentes na Idade Média se uniram gradualmente. As visitas mais importantes no bairro são as seis sinagogas judias: Alta, Espanhola, Klausen, Maisel, Pinkas e Velha-Nova e o antigo Cemitério Judeu, uma das imagens mais impactantes de Praga. Você pode comprar o ingresso em qualquer uma dessas sinagogas. Há dois tipo de ingressos disponíveis, o combo Prague Jewish Town que dá direito a entrada em todas as sinagogas, o cemitério e a exibição temporária na galeria Robert Guttmann por 500 Coroas Checas, e o Jewish Museum in Prague que dá direito a entrada em todas as sinagogas, com exceção da Velha-Nova, o cemitério e a exibição temporária na galeria Robert Guttmann por 350 Coroas Checas. Eu optei pelo segundo tipo de ingresso e comecei meu tour pela Pinkas Synagogue e pelo Old Jewish Cemetery que fica anexa a sinagoga. O Antigo Cemitério Judeu de Praga é um lugar surpreendente e cheio de história. Foi durante mais de 300 anos o único lugar onde era permitido enterrar judeus em Praga. Devido à falta de espaço, os corpos eram enterrados uns em cima dos outros (chegando a mais de 10 amontoados). Hoje em dia podemos ver mais de 12.000 lápides e se estima que possa haver cerca de 100.000 corpos enterrados. A visita ao Cemitério Judeu de Praga é imprescindível, é o lugar mais impactante da cidade e representa parte da sua história. Saindo do cemitério fui visitar as demais sinagogas, e as que mais se destacaram foram a Spanish Synagogue, construída em 1868, ganhou o nome de “A Espanhola” devido à sua decoração mourisca. Em seu interior, podemos ver uma exposição sobre a vida dos judeus nas últimas décadas e a Maisel Synagogue, construída no final do século XVI e desde 1960, contém uma grande coleção de objetos judeus: livros, objetos decorativos, prata, tecidos, etc. Depois de visitar as sinagogas, passei mais um tempo andando pelo bairro antes de visitar a Republic Square, onde fica a Municipal House, que conta com uma bela fachada decorada com estuques e diversas estátuas, além de um enorme mosaico semicircular que se estende sobre a entrada principal. O interior abriga a principal sala de concertos de Praga, um esplêndido espaço com uma impressionante cúpula de cristal. O edifício conta também com diversos ambientes, como salas de conferências, uma cafeteria e um restaurante. Na praça também está localizada a The Powder Tower, construída em 1475 como uma das 13 portas da muralha fortificada que davam acesso à cidade. Anos mais tarde, durante o século XVII, a torre começou a ser usada como local de armazenamento da pólvora. Na praça havia uma feirinha com várias barraquinhas de comida, bebida e sobremesas, aproveitei para me refrescar tomando um sorvete de baunilha dentro do Trdelnik, uma massa enrolada no formato de espiral em volta de um espeto que fica girando sobre a brasa do carvão. Quando está pronto para ser servido, ele é cortado em fatias menores e polvilhado com açúcar e canela. Meu último passeio do dia foi o Letna Park, atravessando o Rio Moldava. Um grande parque que fica em cima de uma colina, é ótimo para descansar e aproveitar o ar puro. A figura dominante do parque é um metrônomo gigante. Mais a leste do metrônomo tinha um beer garden que estava lotado, cheia de pessoas conversando, sentados nas mesas ou no gramado, peguei um cerveja para mim e arranjei um cantinho para me sentar e curtir a vista. Nesta noite jantei no restaurante U Pinkasů, fui lá por causa do beer garden que fica dentro de uma igreja abandonada, mas infelizmente estava lotada, e acabei sentando do lado de fora, voltada para a praça. Paguei 280 Coroas Checa pela refeição e uma pint de cerveja. 12º Dia - 7 de Junho de 2018 - Praga Minha primeira atração do meu último dia em Praga foi com certeza a melhor da cidade. Vyšehrad é uma das seis cidades independentes que deram origem a Praga. Segundo a antiga lenda, Vyšehrad foi a primeira sede dos príncipes checos. Seu nome em português significa “Castelo nas alturas”. É um lugar lindo, com uma vista maravilhosa do Rio Moldava e do Castelo de Praga e é muito mais calmo do que qualquer outra grande atração da cidade. A região tem vários cantinhos interessantes, em alguns pontos, as atrações são apenas as paisagens. Passei pelos diversos portões que dão acesso ao interior da área murada do castelo, visitei a St. Peter & Paul Basilica e o cemitério do castelo, ali estão enterrados muitos personagens históricos checos, incluindo os compositores Smetana e Dvořák, o poeta e escritor Jan Neruda e o artista gráfico Alfons Mucha e caminhei pelas muralhas, a vista de lá é ótima. O Hospůdka Na Hradbách é uma ótima opção para comer algo local ou beber uma cerveja, também conta com uma bela vista da região. Saindo de do castelo fui caminhando beirando o rio até o National Theatre passando para observar a Dancing House, uma casa com a arquitetura ondulada. Atravessei o Rio Moldava e dei uma parada no parque que fica em uma ilha no meio do rio. Estava acontecendo um festival beneficente de música, estava cheio de gente e bem animado. Já do outro lado do rio fui visitar o Petrin Hill. Antes mesmo de começar a subida, na base da colina, passei pelo Memorial to the Victims of Communism, uma bela escultura em homenagem às vítimas do regime. Subindo a colina, passei pelo Hunger Wall, uma fortificação construída pelo Rei Carlos IV entre os anos de 1360 e 1362. No topo da colina está a Petrin Tower, com 60 metros de altura e uma estrutura similar à da Torre Eiffel, a torre é o mirante mais elevado de Praga. Voltando para a parte baixa da Petrin Hill, passei pelo Lennon Wall, que criado como um protesto pacífico contra o regime comunista. Atualmente é um muro cheio de grafites, onde uma grande aglomeração de pessoas se forma para tirar fotos. Depois fui para o Kampa Park que fica às margens do rio, me deu uma boa vista da Cidade Velha de Praga. Lá encontra-se outra escultura peculiar do David Černý, o Crawling Babies, 3 bebês pelados e sem face engatinhando, além do museu de arte moderna. No começo da noite voltei para a Cidade Velha, para ver a Old Town Square iluminada a noite e depois passei para comer na Wenceslas Square. Comi um lanche simples de salsicha alemã em uma barraquinha de rua. Top 3 Atrações: • Vyšehrad • Josefov • Prague Castle District 13º Dia - 8 de Junho de 2018 - Praga - Dresden Peguei o metrô na estação logo ao lado do hostel para ir até a outra estação de ônibus da cidade, a UAN Florenc, sai às 10 horas da manhã e mais uma vez fiz uma viagem super tranquila. Chegando em Dresden peguei o tram na estação central para ir até o hostel que fica na parte mais nova da cidade. Deixei meu mochilão no hostel já que o check in só era possível às 15 horas. Almocei um Currywurst com uma pint de Radeberger na Katy’s Garage, um espaço aberto bem legal com uma ótima atmosfera. A noite funciona como uma baladinha de rock. Comecei minha visita pelo Kunsthofpassage, um conjunto de pátios que abriga obras de artistas locais, cafeterias descoladas e um conjunto de edifícios de cores vibrantes. Caminhei pelas ruas da parte alta da cidade nova, passando pelas igrejas, pelas principais ruas de comércio e restaurantes, e pela Pfunds Molkerei, uma leiteria toda decorada com porcelanas e azulejos pintados à mão, considerada a mais bonita do mundo. Infelizmente fotos no interior são proibidas. Na parte baixa da cidade nova, fui até o Neustadt Market Hall mas não vi muita coisa de interessante nesse mercado. Atravessei a Augustusbrücke, a principal ponte que liga a cidade nova ao centro histórico de Dresden. O centro histórico possui um dos mais belos conjuntos arquitetônicos barrocos da Europa. No entanto, muito do que você vê foi reconstruído após a destruição completa da cidade por bombardeios aliados nos últimos meses da II Guerra Mundial. O centro é relativamente pequeno, as atrações estão todas concentradas a poucos passos umas das outras. Minha primeira parada foi na Semperoper, casa de ópera onde o compositor Richard Wagner fez sua estréia. Logo ao lado fica o Zwinger Palace, o palácio era anteriormente parte da fortaleza de Dresden e hoje abriga um complexo de museus de propriedade do Estado da Saxônia. Na parte central do palácio, estão o pátio e os jardins que são incríveis e impressiona pela simetria. Saindo do palácio você já dá de cara com o Dresden Castle. Além da impressionante coleção de maravilhas arquitetônicas, o castelo abriga algumas das coleções de arte mais antigas da Alemanha. Também no castelo, você encontra o Fürstenzug, um enorme mural composto por cerca de 25.000 azulejos pintados um a um. O Fürstenzug ou Procissão de Príncipes fica na parede exterior dos antigos estábulos do palácio, o que significa que ele pode ser visto sem a necessidade de entrar no complexo do palácio. Originalmente pintado entre 1871 e 1876 para celebrar o 800º aniversário da dinastia Wettin, família reinante da Saxônia, o mural mostra os retratos ancestrais dos 35 margraves, eleitores, duques e reis da "Casa de Wettin" entre 1127 e 1904. Logo no final da rua do mural; ou começo dependendo de onde você estiver vindo, está a Hofkirche, uma obra prima com seu exterior ornamentado, a catedral católica de Dresden tem um interior mais humilde. A entrada é gratuita e lá dentro é bem calmo, perfeito para dar uma pausa para descansar. A Hofkirche foi construída em resposta a construção da grande Frauenkirche protestante em meados do século XVIII, os governantes católicos da Saxônia rezavam na capela real, então decidiram que uma igreja católica maior seria necessária. Saindo da igreja caminhei ao longo do Rio Elba até o Brühl's Terrace. Erguido sobre o rio, o terraço fazia originalmente parte das muralhas da fortaleza da cidade. Nos dias atuais, sua elevação oferece um largo calçadão e as melhores vistas para o rio. Caminhando pelo terraço você passa por diversos cafés e restaurantes além de prédios como a Suprema Corte da Saxônia, a Academia de Belas Artes e o Albertinum, um espaço de exposição de pinturas e esculturas datadas do período romântico. Atrás do terraço fica a Frauenkirche, a igreja protestante de Dresden. Ela foi totalmente destruída por bombardeios aliados durante a II Guerra Mundial e apenas a estátua de Martin Luther sobrou dela. Ao contrário da Hofkirche, o seu interior impressiona, ela é bem clara por dentro e lindamente ornada, dando um ar mais leve. Sua planta redonda chama bem a atenção, vendo de fora, a igreja não parece tão imponente, apesar de ser bonita, mas quando você entra você tem noção da sua grandeza. A entrada é gratuita, tinha muita gente nesse dia, estava um pouco caótico pois estava próximo ao horário de uma missa, infelizmente não pode tirar fotos do interior. A igreja está localizada na Neumarkt, foi quase totalmente destruída durante a II Guerra Mundial, somente sendo reconstruída após a queda do comunismo. Na praça estava rolando um festival de música clássica, a praça estava lotada, passei o resto da noite ali escutando o show que estava bem legal. Terminei o dia por lá, mas só depois de comer novamente em um McDonald’s ali perto. 14º Dia - 9 de Junho de 2018 - Dresden - Berlim Comecei o dia andando pelo Palais Garten, um parque que fica na margem do Rio Elba do lado da cidade nova. O parque não tem nada de mais, é somente um gramado onde as pessoas vão para correr ou ver o pôr do sol, mas que dá uma ótima vista para o centro histórico. Como o dia estava ensolarado, bem mais bonito que o anterior, eu refiz meus passos do dia anterior, passando pela ópera, pelo Palácio e pelo castelo para tirar mais fotos, apreciar melhor a arquitetura e explorar minuciosamente as ruas do centro histórico. Já na hora do almoço fui até o Altmarkt, um calçadão onde há várias barraquinhas de lembrancinhas, comidinhas, ou pelo menos achava que ia ter já que havia lido algumas indicações sobre a praça antes de ir, mas não tinha nada. Pelo menos ali ao lado tinha um grande shopping, o Altmarkt-Galerie Dresden, onde almocei uma pizza de prato acompanhado de uma Erdinger Weibbier no Ristorante Violino, paguei por volta de 12 Euros com gorjeta. Saindo do shopping, logo ao lado do Altmarkt, fica a Kreuzkirche, igreja protestante dedicada a São Nicolau. È uma igreja mais simples em comparação às outras que visitei mas não deixa de ser bonita. Nesse dia o interior estava fechado, mas a porta da frente estava aberta então você conseguia observar o interior pelo hall de entrada. Saindo dessa igreja passei para observar o Rathausturm, o prédio da prefeitura de Dresden e depois caminhei um pouco até o Großer Garten Palais. O maior parque público da cidade, com muito verde, lindos jardins, lagos e um palacete. No parque sempre há pessoas andando de patins, bicicleta, sentadas lendo um livros, jogando bumerangue pelos jardins, etc. Lá também está localizado o zoológico de Dresden, o Jardim Botânico, há um trenzinho para as crianças que dá a volta pelo parque. Para quem gosta de futebol, o estádio do Dynamo Dresden, fica do lado direito da entrada do parque e para quem gosta de carros, no lado oposto está localizada a Gläserne Manufaktur, a Fábrica de Vidro, da Volkswagen. Após a visita ao parque, comecei a caminhar de volta para o hostel, já que tinha que pegar meu mochilão e seguir para estação Dresden-Neustadt que ficava perto do hostel para pegar o ônibus das 17h45 para Berlim. O ônibus da Flixbus não chega e sai propriamente da estação, mas sim em um ponto de ônibus na frente da entrada da estação na Hansastraße. A viagem para Berlim foi a única que fiz com o ônibus cheio, mas mesmo assim foi confortável, a viagem demorou quase 3 horas, pois minha parada era a última, na Alexanderplatz, antes disso o ônibus fez várias outras paradas, incluindo o aeroporto de Schonefeld. Peguei o metrô na Alexanderplatz para ir até o hostel, comprei o ticket único na máquina usando moedas, paguei 2,80 Euros. Fiz o check in no hostel e como já estava tarde fui dormir, já estava no meu 14º dia de viagem, o cansaço já estava batendo forte. Top 3 Atrações: • Tomar uma pint e comer na Katy’s Garage • Andar livremente pelo centro histórico • Zwinger Palace e Semperoper 15º Dia - 10 de Junho de 2018 - Berlim Minha primeira parada foi no The Holocaust Memorial, são 2.711 blocos de concreto de diferentes alturas que formam esse monumento em homenagem aos judeus assassinados. Como estava cedo, não tinha quase ninguém no Memorial, então deu para caminhar entre os blocos calmamente no meu tempo. Do sudeste do monumento você pode ter acesso ao espaço subterrâneo onde funciona o centro de informação, mas ele só abriria às 10h, me programei para voltar mais tarde. Dali segui para o Brandenburg Gate, uma das antigas portas de entrada de Berlim, além de um dos símbolos mais importantes da cidade, pois foi o cenário de muitos fatos históricos importantes. Inaugurado em 1791 ao lado da Pariser Platz, o Portão de Brandemburgo possui 26 metros de altura que, com seu estilo neoclássico, lembra as construções da Acrópolis de Atenas. Logo ao lado do Portão de Brandemburgo está localizado o Reichstag, que hoje é sede do Parlamento Alemão. A principal atração do prédio é a visita à cúpula de cristal que está situada diretamente sobre a Sala de Plenos do Parlamento. É preciso agendar sua visita e horário com antecedência, a entrada é gratuita. Antes de entrar você passa por um centro de controle de segurança e aguarda junto com seu grupo o staff te liberar para visita no horário marcado. É preciso levar um documento com foto e o papel de confirmação da visita. Depois de subir pelo elevador, irão te entregar um áudio guia que irá acompanhá-lo na visita. No interior da cúpula é possível ver diversas fotos antigas, por meio das quais é contada a história do Parlamento e seus momentos mais importantes. Depois de ver essa exposição, certifique-se que tenha ligado seu áudio guia antes de começar a subir a rampa até o topo da cúpula. A visita vale muito a pena, o áudio informa você sobre todos os edifícios importantes da cidade, a história por trás deles e seu papel na história da Alemanha. Conforme você vai subindo, o guia irá te instruir para onde olhar, quando deve parar e quando deve voltar a andar. Sai do Reichstag já passava da hora do almoço, na saída encontrei uma barraquinha de rua que vendia os famosos Pretzels, pão macio que tem na sua receita original, basicamente, uma mistura da farinha de trigo, água e fermento. Paguei 5 Euros em um Pretzel grande com queijo e uma Coca-Cola. Gostei, deu para matar a fome, mas achei muito salgado. Depois de comer voltei para o The Holocaust Memorial para visitar o Information Center. Nesta hora, o memorial e o centro de informação já estavam bem mais lotado, inclusive tinha fila para entrar, esperei cerca de 15 minutos. A visita ao centro de informação começa com um resumo da política de extermínio adotada entre 1933 e 1945. Na seguinte parte da exposição, você pode ler os depoimentos de algumas pessoas, além da história de diferentes famílias antes, durante e depois da perseguição. Uma das salas mais impactantes é a que mostra suas paredes cobertas com os nomes e anos de nascimento e morte das vítimas do holocausto. Como o centro estava muito cheio, a minha visita foi um pouco prejudicada, não havia espaço para tanta gente lá, e dificultava chegar perto dos painéis para ler com calma as informações e fotos, mas a visita vale muito a pena, já que é gratuita. Aconselho chegar no memorial perto das 10h e começar a visita pelo centro de informação assim que a entrada for liberada. Nesta região está localizado o segundo maior parque de Berlim, o Tiergarten. Tiergarten que significa “jardim dos animais” era antigamente o campo de caça da realeza. Logo no início da avenida que corta todo o parque está localizado o Soviet War Memorial, construído pela União Soviética para homenagear os soldados do Exército Vermelho mortos durante a Segunda Guerra Mundial, em especial os cerca de 80.000 soldados que morreram na Batalha de Berlim. Mais ao norte temos a Chancelaria Federal, a Casa das Culturas do Mundo, que chama a atenção com seu telhado curvado e onde acontecem exibições e eventos culturais e o Carillon, uma torre de 42 metros de altura com 68 sinos. No centro, está localizado a principal atração do parque, a Victory Column, desenhada por Heinrich Strack, foi construída para comemorar a vitória da Prússia sobre a Dinamarca na guerra de 1864. E depois contra a Áustria, em 1866 e contra a França em 1871. Estas últimas vitórias serviram de inspiração para adicionar ao topo da coluna a estátua de Vitória, a deusa romana da vitória, que não constava nos planos iniciais. A Coluna da Vitória tem uma plataforma de observação que fica a 50 metros de altura. Para subir é preciso pagar ingresso no valor de 3 Euros. Não subi, pois nesta hora começou a cair uma chuva muito forte que me obrigou a procurar um abrigo para me proteger do temporal, além disso a vista lá de cima seria prejudicada com a chuva. Ainda tinha planos de visitar o Bellevue Palace, que é a residência oficial do presidente da Alemanha, visitar a Kaiser Wilhelm Church e a região da Kurfürstendamm, considerado o centro da Alemanha Ocidental, mas como a chuva não deu trégua, acabei ficando parado por mundo tempo por ali. Quase uma hora depois, no primeiro sinal que a chuva poderia diminuir, resolvi voltar para o hostel para tomar banho e descansar um pouco antes sair a noite. A noite fui até a Potsdamer Platz, antigo coração de Berlim, que ficou arrasada durante a II Guerra Mundial e dividida em duas pelo Muro de Berlim. Hoje em dia, a praça está completamente reformada e é uma das zonas mais modernas da cidade. Um dos mais importantes blocos arquitetônicos dessa área é o Sony Center que se caracteriza por sua enorme cúpula de cristal e aço iluminada com luzes que vão mudando de cor. Essa cúpula, obra de Helmut Jahn, serve de abrigo para vários berlinenses e turistas que se aglomeram em seus bares e restaurantes. Foi lá que jantei no meu primeiro dia em Berlim. Escolhi o restaurante Lindenbräu, pedi um filé de frango grelhado com salada de pepino e batatas, tomei uma pint de Bubble Edel Weibbier (a cerveja mais gostosa que tomei na viagem toda) e outra de Märkisch Landmann, paguei por volta de 23 Euros com gorjeta. A praça está situada bastante perto do Portão de Brandemburgo e é muito interessante fazer esse percurso a pé, seguindo a brecha no chão que marca o caminho do Muro de Berlim. Então depois de jantar segui as marcações no chão até o Portão para vê-lo iluminado a noite e andar mais pela Pariser Platz, uma das principais praças de Berlim. Em 1990, depois da unificação, a Pariser Platz foi reconstruída, assim como o prestigioso Hotel Adlon, formando um perfeito conjunto arquitetônico que acompanha o Portão de Brandemburgo. Foi no Hotel Adlon, em 2002 que aconteceu aquela cena bizarra do Michael Jackson sacudindo o filho pela janela. Terminei meu dia por lá. 16º Dia - 11 de Junho de 2018 - Berlim Comecei meu dia visitando o Checkpoint Charlie, que foi o ponto de passagem mais conhecido dos utilizados durante a Guerra Fria. Nele era possível conseguir um visto diurno para ir do lado Oriental de Berlim ao Ocidental. Hoje, há uma pequena fronteira onde os turistas fazem fotos sem parar e uma réplica do cartaz que anos atrás advertia os cidadãos. Confesso que não achei nada demais, vale pela curiosidade se você estiver passando por perto. Perto do Checkpoint Charlie, fica a Gendarmenmarkt, praça construída no século XII. Dos dois lados da praça podemos ver duas igrejas barrocas idênticas que se completam com uma torre coroada por uma cúpula. A igreja da zona norte, Französischer Dom ou Igreja Francesa, foi construída para os huguenotes franceses que se transladaram à zona no século XVIII. Em 1708, a comunidade luterana construiu uma igreja no sul da praça, a Deutscher Dom ou Igreja Alemã, similar à francesa e, anos depois, em 1785, colocaram uma torre praticamente idêntica à francesa. Entre as igrejas está a Konzerthaus, sede da Orquestra de Berlim. Mais ao norte da praça fica a Unter den Linden, a principal avenida de Berlim. Cruza a cidade desde o Portão de Brandemburgo até a Catedral. Ao longo do seu quilômetro e meio de extensão, podemos contemplar grande parte dos edifícios mais importantes de Berlim, tanto do ponto de vista turístico quanto arquitetônico. Nela estão localizados, a Humboldt University e a Neue Wache, construída em 1918 para celebrar a derrota das tropas napoleônicas e celebrar a liberação de Berlim. O impressionante edifício neoclássico apresenta em sua fachada um pórtico formado por colunas dóricas que lhe dão um certo ar de grandeza. No interior, possui uma comovente escultura de uma mulher que carrega em seus braços o corpo sem vida de seu filho. A escultura, que está sob uma grande abertura no teto, suportando o frio e a chuva, representa o sofrimento do povo. No extremo sul de Unter den Linden está a Bebelplatz, conhecida por ter sido onde aconteceu A Queima de Livros de 1933, na qual foram queimados milhares de livros de alguns autores censurados pelos nazistas, como Karl Marx, Heinrich Heine e Sigmund Freud. A Bebelplatz está rodeada de magníficos edifícios como a Berlin State Opera e a St. Hedwig's Cathedral. Atravessando a ponte Unter den Linden chegamos na Museumsinsel ou Ilha dos Museus, um dos conjuntos de museus mais importantes do mundo: abriga o Museu de Pérgamo, o Museu Antigo, o Museu Novo, a Antiga Galeria Nacional e o Museu Bode, além da Catedral de Berlim. A ideia era entrar no Pergamon Museum, o principal museu da ilha, pois é lá que estão obras como o Altar de Pergamon, a porta do Mercado de Mileto entre muitas outras obras da antiguidade, porém o museu estava passando por uma enorme restauração e grande parte dele estava fechado. Além disso, o valor do ingresso estava bem salgado, por volta de 18 Euros, então decidi não entrar. Fui então para a Berlin Cathedral. Construída entre 1894 e 1905, a Catedral de Berlim é o edifício religioso mais representativo da cidade. Ela realmente impressiona pela sua beleza e majestosidade. E o seu interior não fica para trás, é ricamente decorada com relevos que ilustram histórias do Novo Testamento e importantes figuras da Reforma Protestante. A catedral abriga o maior órgão de tubos da Alemanha, tendo mais de 7.200 tubos e também a cripta da família Hohenzollern, com mais de noventa tumbas e sarcófagos, incluindo as do rei Friedrich I e da rainha Sophie Charlotte, que são ricamente trabalhadas. A cúpula da catedral também pode ser acessada. O trajeto até a cúpula é feito por um caminho um pouco complicado, mas, depois de subir os 270 degraus que levam até o alto da cúpula, você pode curtir uma bela vista do centro de Berlim que realmente faz a subida valer a pena. Para visitar a catedral é necessário pagar 7 Euros, a subida à cúpula está incluída neste valor. Saindo da Catedral, parei para almoçar algo simples, já era meio da tarde, às margens do Rio Spree encontrei um pequeno restaurante fast-food de Currywurst, o Bandy's Currywurst. Pedi um Currywurst e uma long neck da Berliner Kindl, paguei entre 7 e 10 Euros. Ao lado do restaurante, fui visitar o museu mais legal e inusitado que fui na Europa, não só durante o mochilão, mas sim, entre os outros que visitei em Dublin, onde estava morando na época e em outras cidades que visitei, o DDR Museum. O Museu do DDR (em português conhecido como RDA ou República Democrática Alemã) reúne diferentes objetos e reconstruções da parte comunista de Berlim para mostrar aos visitantes o dia a dia dos alemães que viviam sob o estrito regime da RDA entre 1949 e 1990 de forma bem interativa. Lá você pode entrar em um Trabant, o carro mais popular da época e dirigi-lo em um simulador nas ruas de Berlim Oriental, além de ver todo tipo de objeto de uso cotidiano, como açúcar, remédios e alguns cosméticos. Você vai ver também um pouco de como era o trabalho dos alemães, como eles passavam as férias, como eram as comunicações na época e também um pouco sobre esportes e educação. No fim do percurso você pode ver a reconstrução de uma casa da RDA, passeando livremente por sua cozinha, sala e quartos. O museu é pequeno mas vale a pena a visita. Paguei 9 Euros no ingresso. Fiquei por volta de duas horas lá dentro, saí já estava no fim da tarde. Depois do museu andei pela região, passei por alguns pontos turísticos de Berlim, mas somente para conhecer o exterior, como o Aquadom, o maior aquário cilíndrico do mundo situado no interior do hotel Radisson. Depois passei pela Nikolaikirche e pela Rotes Rathaus, a sede da prefeitura e da câmara de vereadores de Berlim construída com tijolos vermelhos. Na praça que fica imediatamente na frente da prefeitura está localizada a Berliner Fernsehturm, a Torre de Televisão de Berlim é o edifício mais alto da Alemanha, com 368 metros de altura. Foi construída pela RDA em 1969 como símbolo do poder comunista frente ao capitalismo. Na torre há uma plataforma de observação a 203 metros de altura, para subir você precisa pagar 16 Euros. Há também um restaurante giratório, situado alguns metros acima do mirante. Atrás da torre, fica a Alexanderplatz, considerada o centro de Berlim desde a Idade Média. Nessa praça começaram os protestos que dinamizaram a queda do Muro de Berlim. Lá estava acontecendo um festival de música e cultura africana. A praça estava lotada, cheio de barraquinhas de comida e artesanato africano. Havia um palco onde um grupo estava se apresentando, tocando um reggae. Estava bem bacana, dei uma andada pela região e curti um pouco do som. Na praça você encontra muitos bares e galerias de compras, como o Shopping Galeria Kaufhof e também o famoso Relógio Mundial, que mostra a hora de todas as cidades do mundo. Jantei ali perto, na Hofbräu Berlin, um dos restaurantes típicos mais conhecidos. Sentei na varanda e comi um prato com um mix de salsichas alemãs, acompanhado de purê de batata e chucrute e tomei umas três pints da cerveja própria deles, entre elas a Hofbrau Original e a Hofbrau Dunkel. O serviço estava incluso na conta, paguei em torno de 27 Euros. Porém o serviço não estava tão bom, estava um pouco demorado pois o restaurante estava cheio. Fiquei ali por um bom tempo bebendo, já era umas 9 horas quando saí, estava cheio de tanto comer então resolvi pegar o metrô para voltar para o hostel. 17º Dia - 12 de Junho de 2018 - Berlim Começava meu último dia inteiro do mochilão, tirei a manhã para ir até Potsdam conhecer o Sanssouci Palace e um pouco da cidade. Para ir até lá, comprei o ticket abono zonas ABC por 7,70 Euros, esse ticket te dá viagens ilimitadas durante o dia pelas 3 zonas da cidade, nas linhas do metrô (U-Bahn) e do trem (S-Bahn). Potsdam está na zona C. Peguei primeiro trem na S Anhalter Bahnhof Station e fui até a Friedrichstraße Station onde peguei a linha S7 até a estação central de Potsdam, foi super tranquilo achar o ponto de saída e embarcar, o trem foi pontual e chegou em Potsdam em menos de uma hora. Desembarquei e fui direto para o centro da cidade visitar o Brandenburger Gate, o Portão de Brandemburgo deles, porém estava em restauração. Ali perto fica o Sanssouci Park, o motivo de eu ter ido até Potsdam. Sanssouci está rodeado por jardins, fontes e palácios; e para alguns é considerado a Versailles alemã. No parque, estão localizados três grandes palácios: Sanssouci, Neues Palais e Charlottenhof, além de uma série de outros edifícios super interessantes. Mas o palácio que eu mais gostei foi o Orangerieschloss. Comecei minha visita pelo Sanssouci Palace, o principal e mais conhecido do parque, construído em cima de uma colina, foi a residência de verão de Frederico, o Grande, e é conhecido como sendo o melhor exemplo da arquitetura rococó em toda a Alemanha. No exterior, a larga escadaria que termina na Grande Fonte chama a atenção. A escadaria acompanha os terraços onde foram plantadas vinhas em socalcos e construídos nichos com portas de vidro, onde cresciam figos protegidos do frio. No caminho para o Neues Palais, me deparei com outro palácio que até então era desconhecido para mim, o Orangerieschloss. O impressionante edifício de 300 metros de comprimento, inspirada na arquitetura renascentista, conta com belos terraços, galerias e esculturas. Alguns minutos de caminhada a partir dali fica o belo Neues Palais, o maior palácio do complexo. O palácio era usado para recepção de Reis e importantes dignitários. Dali, começando a voltar para a entrada do parque, ainda passei para conhecer o Charlottenhof. Um palácio menor, mas com bonitos jardins. Fiquei no parque por volta de umas 4 horas e não vi tudo, ele realmente é muito grande e vale ficar mais tempo, mas como era meu último dia em Berlim e do mochilão, ainda tinham lugares que gostaria de visitar. Antes de retornar a estação, fui visitar o centro de Potsdam, aproveitei para almoçar no calçadão do centro, bem simpático, comi um Kebab enorme, no Döner Kebap Bistrô, quase não dei conta, paguei por volta de 8 Euros com um refrigerante. No caminho para estação, ainda fui visitar a Steubenplatz e região, local da St. Nikolaikirche e outros prédios importantes da cidade. Voltei para a estação central e peguei o trem de volta para Berlim, chegando na Friedrichstraße Station, por volta de 17 horas, peguei a linha de metrô em direção ao Berlin Wall Memorial, a principal fonte de memória do que foi a divisão do mundo em duas partes e da era da Guerra Fria. Aqui, essa história é contada por meio de pedaços do muro que ainda estão de pé. E também de tantas outras dolorosas lembranças que os alemães fazem questão de manter acessíveis a turistas do mundo todo. Comecei a visita pelo Centro de Visitantes, já que iria fechar em breve, lá estão expostas várias fotos também tem a apresentação de um filme que conta a história do muro. Caminhando pela Bernauer Straße é que dá para ter uma ideia do impacto e da brutalidade cometida pelo governo da República Democrática Alemã, controlada pela antiga União Soviética desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Essa rua foi o centro mais radical da divisão. Aqui ficava a Igreja da Reconciliação, que provavelmente era frequentada por gente de toda a vizinhança, passou a ser restrita a quem morava no lado oriental da cidade. Como o muro passava exatamente em frente à sua entrada principal, ela acabou sendo ocupada pelos guardas soviéticos. Isso até ser demolida em 1985 durante uma série de catastróficas intervenções que pretendiam desobstruir as margens do Muro. Seu espaço deu lugar ao que mais tarde ficou conhecido como faixa da morte. Do antigo templo restam apenas os sinos, parte de uma cruz e o traçado no chão que mostra o espaço que ele ocupava. Anos mais tarde, a Capela da Reconciliação foi construída aqui. Em todo o espaço do Memorial há placas indicativas, painéis que explicam cada detalhe, vídeos e áudio-guias. Esses elementos são super importantes para que você entenda melhor o que se passou nessa área de Berlim. Em algumas partes do Muro foram colocadas estacas de ferro e em vários pontos da cidade é possível ver uma linha no chão feita de paralelepípedos que mostra onde o Muro ficava. Peguei novamente o metrô para visitar outra parte onde podemos ver partes do muro, a East Side Gallery. O maior trecho que se conserva dos restos do Muro de Berlim mede 1,3 quilômetro e se tornou a maior galeria de arte ao ar livre do mundo. Ao longo do muro, você pode ver centenas de grafites de artistas procedentes de todo o mundo, que tentaram mostrar por meio de suas obras a mudança produzida após a queda do Muro de Berlim. A East Side Gallery fica bem às margens do Rio Spree, um ótimo lugar para descansar e ver o pôr do sol, já que há um grande parque na beira do rio. Ali perto fica a Oberbaumbrücke, uma ponte que vale ser vista pela sua bela arquitetura. Para terminar meu mochilão com chave de ouro, tive que fazer um última boa refeição, fui jantar na Brauhaus Lemke, na Hackescher Markt, uma das primeiras cervejarias artesanais de Berlim. Comi um delicioso hambúrguer com salada de ervas e rúcula e uma porção de batatas frita e tomei uma pint da cerveja escura deles (Dunkel) e outra de trigo (Wheat Ale - a segunda cerveja mais gostosa que tomei na viagem toda). Paguei por volta de 23 Euros com gorjeta. 18º Dia - 13 de Junho de 2018 - Berlim - Dublin Chegou o dia de ir embora, mas como meu vôo de volta para Dublin era somente após as 18 horas, eu ainda tinha tempo para visitar o último local onde podemos encontrar partes do Muro de Berlim, o Topographie des Terrors. Para as pessoas especialmente interessadas na história, a Topografia do Terror é um lugar realmente interessante, mas é necessário reservar bastante tempo para ler os textos que acompanham cada uma das fotografias que documentam e mostram os horrores praticados pelos nazistas, mostrando as gerações atuais e futuras tudo que aconteceu e não deixando assim que estes crimes e atrocidades caiam no esquecimento. A Topografia do Terror se encontra no local onde, durante o regime nazista, ficava a sede da Polícia Secreta (conhecida como Gestapo), da SS (Schutzstaffel em alemão ou “Tropa de Proteção”, uma unidade paramilitar dos nazistas que tinha um poder absurdo e que foi responsável por muitas das atrocidades cometidas durante o regime) e das demais instituições que faziam parte do aparato de terror dos nazistas. Neste dia havia ali uma exposição ao ar livre, intitulada “Berlim 1933–1945. Entre Propaganda e Terror” e se estende paralelamente ao trecho remanescente do muro de Berlim. São painéis com textos, fotos, documentos, artigos de jornal, áudios, dispostos ao longo dos restos das paredes que foram escavadas do porão do prédio da Gestapo. Passei quase a manhã inteira lá. Saindo de lá almocei um currywurst em uma barraquinha de rua e sai para comprar lembrancinhas antes de voltar para o hostel pegar o mochilão e rumar para o aeroporto. Para ir ao aeroporto, comprei o ticket de metrô para as zonas ABC, paguei 3,40 Euros e fiz o mesmo trajeto do dia anterior até a Friedrichstraße Station, de lá peguei a linha S9 em direção a S Flughafen Berlin-Schönefeld Station e desci na estação do aeroporto. A viagem demorou muito pois o trem foi muito devagar a ponto de eu começar a ficar preocupado com o tempo. Chegando no aeroporto Berlin-Schönefeld, começou a dor de cabeça, tudo foi difícil e estressante. Fui fazer o check in e a moça me atendeu com uma super falta de educação falta de vontade, ela me respondia tudo de forma muito grosseira e rude, pedia direções para onde deveria seguir e ela me ignorava totalmente. Além disso precisei despachar meu mochilão, coisa que eu não precisei fazer nas outras viagens que fui com o mochilão. Fui seguindo as placas até o local para passar pela checagem de bagagem, nessa parte passei tranquilo e fiquei aguardando divulgarem o portão de embarque na praça de alimentação logo após a zona de checagem de bagagem. O portão demorou muito tempo para ser divulgado, quando foi divulgado, já até tinha dado o horário de início de embarque, então fui correndo para o portão, só que o meu portão era muito longe de onde eu estava, andava, andava e não chegava, já estava nervoso. Cheguei em um corredor cheio de gente, parecia um hospital, era um corredor estreito com várias portas pequenas do lado direito com os números dos portões. Era tanta gente que as filas se fundiam, não sabia onde começavam e onde terminavam as filas. Todos estavam confusos, muita gente nervosa, perguntando onde era os portões corretos, um caos. Fiquei um tempo na fila errada, depois descobri que a fila para Dublin era na porta adiante. Agora na fila certa, fiquei muito tempo ainda ali esperando e ainda tinha que passar pela imigração. Entreguei meu passaporte para o fiscal que não me perguntou nada mas me segurou ali por mais de 5 minutos, não sei porque, via meu passaporte, conferia algo no computador, olhava para mim, tava quase me sentindo um terrorista. Enfim passei e fui para a salinha do embarque, super pequena e apertada. Pelo menos o embarque foi no horário, deixei meu mochilão no carrinho das malas e embarquei no avião com novas experiências vividas e muita bagagem adquirida. Cheguei em Dublin a noite e dois dias depois retornava para o Brasil, para minha casa. Top 3 Atrações: • Topographie des Terrors e Berlin War Memorial • DDR Museum • Reichstag
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    RETORNO 21/11 (Lá Paz/ Santa Cruz) Cheguei em La Paz as 15:00 e já comprei a passagem para Santa Cruz com saída as 19:30 por 80 bolivianos. BOLIVIANOS 96,50 > (R$53,02) ALIMENTAÇÃO 16,50 bols PASSAGEM 80 bols SALDO DA VIAGEM: R$ 4.382,03 22/11 ( Santa Cruz/Puerto Quijarro) Cheguei as13:00 e já comprei a passagem para Puerto Quijarro por 70 bolivianos saída as 21:00. Fiquei andando pelas redondezas pra gastar tempo BOLIVIANOS 104 > (R$57,14) ALIMENTAÇÃO 29 bols PASSAGEM/TAXA 73 bols OUTROS 2 bols SALDO DA VIAGEM: R$ 4.439,17 23/11 (Puerto Quijarro/São Paulo) Cheguei em Puerto Quijarro as 07:00, comprei a passagem para SP com a Andorinhas saindo as 12:30 diretamente de la por 300,00 (promoção). Peguei um táxi ate a fronteira por 20 bols para dar saída do país e gastei o restante de dinheiro que eu tinha. BOLIVIANOS 46 > (R$26,28) REAIS 300,00 ALIMENTAÇÃO 15 bols PASSAGEM 300 reais TAXI/TAXA 26 bols OUTROS 5 bols SALDO DA VIAGEM: R$ 4.765,45 24/11 (São Paulo/Campinas) Cheguei por volta das 14:00 em SP peguei um uber até a Barra Funda e um ônibus para campinas, cheguei em casa as 16:30💓 Com a emoção de estar em minha terrinha esqueci de anotar o restante dos gastos até meu lar, mas não passou de 60,00 entre (10 de uber, 30 de lirabus e 10 de coooooooxinhaaaaaaaaa🤤🤤🤤). TOTALIZANDO MINHA VIAGEM EM 4.825,45 em 25 dias via terrestre. Lembrando que tive gastos desnecessários com mimos, jantando fora e tal (apesar de ter cozinhado várias vezes no hostel, me dei esse luxo tbm) então da sim para fazer essa trip com o valor ainda menor que o meu. Os gastos dessa viagem foram rigorosamente anotados para meu querido amigo Kleber, que não pode realizar a viagem comigo conforme planejado, mas que esta neste exato momento(18/04/19) esta em sua trip. Baseando-se em meu roteiro e anotações e podem acreditar meus amigos, ele conseguiu passagens e ate passeios ainda mais barato, então sim, é possível viajar ainda mais em conta do que fizemos. hehe 🙆‍♀️ Dúvidas, estou prontamente a disposição, beijos de luz amigos aventureiros.
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    USO de ROUPA TÉCNICAS para FRIO Já temos bons tópicos de roupas para frio. Mas observo nas trilhas que algumas pessoas têm dificuldade no seu uso, especialmente no gerenciamento do sistema de três camadas. A prática vai levar a aproveitar bem a roupa. O que aprendi foi na base da tentativa e erro. Costumo usar a seguinte combinação de roupas em climas frios (Patagônia e Ártico no Verão e Andes Centrais no inverno). Não são para frio extremo (vários graus abaixo de zero). Eu sou frioento. No tronco: Primeira pele: sintética, por baixo de tudo. Sempre usando ela. Agasalho: fleece, polartec, podendo ou não usá-lo dependendo da temperatura do ambiente e da corporal. Abrigo: corta-vento e impermeável. Na verdade tenho dois, um de Gore-tex, para chuva e vento fortes e outro levíssimo, corta-vento e para chuviscos fracos. Este último eu utilizo apenas quando o tempo está bom, mas tem um vento frio não muito forte. Ele é pouco impermeável, assim não o uso em chuva grossa. Um agasalho de pluma (duvet /down). Apenas emprego no acampamento. Não visto na caminhada porque é muito quente! Um agasalho de lã merino (normalmente uso apenas para dormir). Mas o fato de ter dois agasalhos torna meu sistema mais flexível do que se tivesse apenas um muito espesso e quente. Nas pernas: Calça convertível em bermuda, de supplex Calça impermeável Precip da Marmot, com zíper apenas na altura do tornozelo. Calça underwear de lã merino (apenas para dormir). Para a cabeça (imprescindível): Chapéu: dois, um gorro ou boné para frio/chuva, impermeável e forrado com fleece e um tipo australiano, para tempo bom, para proteger do sol e ventos fracos. Este último às vezes substituo por um boné legionário de supplex. Acessórios; Neck gaiter para o pescoço, com um tecido Wind Stopper. Luvas de polartec, com reforço nas partes que tocam no bastão de trekking. A relação acima pode parecer exagerada. É claro que se a previsão de tempo for boa e a mínima temperatura histórica para o local que vai trilhar não é muito baixa podemos adaptar o enxoval as necessidades! Mas repare que em alguns lugares o tempo muda rapidamente e radicalmente. A Patagônia é um deles! 1º ERRO - Usar as Três camadas sem necessidade Vejo gente levantar acampamento e partir logo usando as três camadas, apenas para parar 10 – 15 minutos depois porque estão extremamente aquecidos e suados. Uma coisa é ficar parado, outra é mover-se, gerando calor. O agasalho e abrigo de chuva são as últimas coisas que devemos guardar na mochila ao sair do acampamento. Elas ficarão a mão (mais fácil acesso) dentro da mochila se deixarmos para guardar por último. E impedem que esfriemos enquanto desarmamos o acampamento e ainda não estamos caminhando. Costumo iniciar a caminhada apenas com a primeira pele se não estiver muito frio. Podemos até começar a andar sentindo um pouco de frio, mas logo passará. Se estiver demasiado vestido, iremos suar. Assim prefiro este frio inicial. Repare que se estiver muito frio e chovendo, lógico que devemos começar e manter o agasalho e o abrigo. Ao iniciar uma subida vamos desprender mais calor devido ao esforço extra. Se estiver agasalhado, provavelmente é uma boa hora para tirar o agasalho ou o abrigo ou ambos. Normalmente uso apenas a calça de supplex. Geralmente não sentimos frio nas pernas. Visto a calça impermeável apenas com chuva forte ou tempo gelado. Ao entardecer, barraca armada, já fazendo frio. Usando todas as camadas e gorro. Quebrada de Matienzo, Mendoza. De dia, ao amanhecer. Já não preciso da calça (convertida em bermuda). Mas na sombra das montanhas ainda faz frio (a água neste trecho ainda está congelada). Por isto ainda uso agasalho e o abrigo. Quebrada de Matienzo, Mendoza. 2º ERRO – não fazer os ajustes de ventilação durante o esforço. Às vezes não é necessário tirar o agasalho e o abrigo, apenas ajustar a ventilação. Um bom abrigo tem zíperes e velcros em pontos estratégicos. Antes de decidir tirar o vestuário (sempre é um processo mais demorado, exigindo parar a caminhada) é melhor tentar regular a ventilação. Costumo abrir o zíper frontal e subaxilar do abrigo de Gore-tex na hora que começo a sentir calor. Mesmo um tecido técnico respirável tem um limite. Não confie plenamente na eficiência deles para tirar e mandar embora o vapor/calor de seu corpo. Na verdade eles não são muito eficientes (talvez apenas o e-Vent, caríssimo, nunca usei, mas é bem elogiado). Abra também os velcros do punho do abrigo. Folgue o elástico na cintura do abrigo, se houver este ajuste. O anorak tem um grande defeito: não tem um zíper frontal que possa ser aberto para ajudar na ventilação. Também tiro o capuz da cabeça, porque diminui a saída de ar quente através do pescoço. Se estiver chovendo uso apenas o gorro. Acho que o capuz também incomoda e permite menos visão e movimentos com a cabeça. Mas se estiver muito frio e chovendo forte o capuz é extremamente útil. Abro também o zíper do agasalho e da primeira pele, se houver. Se sentir que está confortável, deixando de suar, sem frio, atingimos uma boa regulação da temperatura. Como o esforço e a temperatura externa varia durante a trilha, volta e meia devemos fazer nova regulagem. Ao chegar no topo de uma elevação normalmente é necessário repor o agasalho e o abrigo ou fechar os zíperes e velcros. O mesmo se dá durante uma descida ou andando na crista ou numa elevação exposta ao vento. Com muito esforço não tem jeito: é tirar o abrigo ou o agasalho ou ambos. 3º ERRO – não usar os acessórios quando necessário Com vento frio costumo usar um neck gaiter, pois considero o pescoço uma área crítica (acho que minhas gripes e inflamações na garganta começam por uma exposição prolongada da garganta ao frio). Mas é uma das primeiras coisas que tiro e guardo ao iniciar uma subida. Boto no bolso da calça ou do abrigo, pois é pequeno. Luvas: quando temos um vento frio e forte vale a pena calça-las. Costumo de vez em quando fechar o punho, tocando a ponta dos dedos na palma da mão, para sentir o frio na ponta dos dedos. Se a ponta estiver gelada, passou da hora de botar as luvas! É preciso muito cuidado porque, ao menos comigo, se não checar de vez em quando não sinto que minha mão está congelando. Outro sintoma é ver seus dedos azuis. Aí o negócio está feio. 4º ERRO - não usar o chapéu Muito poucas vezes eu tiro o chapéu da cabeça. Se tiro é apenas para trocar pelo outro (o boné/gorro de frio/impermeável pelo chapéu australiano para sol e temperaturas amenas. Ou vice-versa). A cabeça é muito importante e é o ponto do corpo que mais dissipa calor, sendo importante protege-lo para evitar uma perda demasiada de calor. Mas, pela mesma razão, costumo tirar o chapéu da cabeça numa subida íngreme porque senão a nuca e os cabelos ficarão empapados de suor. O chapéu fica na minha mão porque logo que paro ou atinjo o topo volto a colocá-lo. AO DORMIR; Deixe as roupas de frio ao lado do saco de dormir. Eu observo que ao entrar no saco preciso tirar os agasalhos porque senão sinto calor. Mas à medida que passa a noite, a temperatura exterior e do corpo esfriam (acho que o corpo esfria após a digestão da janta e a conseqüente diminuição do metabolismo). Assim, às vezes, o saco de pluma não dá conta e preciso vestir algo. Fiquem a vontade para contribuir no tópico ou corrigir algo. Abraços, Peter
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    Bom só para deixar claro algumas dúvidas quanto aos Thermos e Softs, os Thermos para serem usados como segunda camada para serem eficientes devem ser ajustados ao corpo, não podendo ser largos ou com suas extremidades abertas, pois não fará o que diz fazer, reter o calor do corpo em frios não tão extremos. Outra coisa é levar em conta dois tipos de frio, frio seco e frio úmido, a diferença é enorme. Quantas vezes vocês não viram ou presenciaram a galera andando na neve só de camiseta? Já escalei paredões na neve e suava que nem um louco. Outra coisa importante, não adianta usar um Thermo se por baixo vais usar uma camiseta de algodão, o certo seria uma camiseta dry, vai manter seu corpo seco e ao mesmo tempo aquecido com o Thermo. O fleece, ou soft como muitos conhecem, tem uma gramatura maior podendo ser usado como uma terceira camada antes do corta vento em frios mais extremos ou simplesmente como segunda camada dependendo da sua necessidade. Eu no meu caso já enfrentei frios extremos e indicaria um sistema que descrevo abaixo muito útil e nunca me deixou na mão. Primeira camada- Camiseta Dry ou em frios mais extremos thermos colados ao corpo. Segunda Camada- Thermo Fleeces (são geralmente finos e ajustados ao corpo) Terceira Camada- Softs mais grossos e que ajudam a manter o corpo quente Quarta Camada- Corta Vento (anorak) e ou os casacões térmicos propicios para frios extremos, claro dependendo para onde você vai ir. Vantagem das camisetas dry, secam rápido, não fazem volume, e pesam pouco. No meu caso como tenho frio no pescoço uso uma gola em fleece (soft). Espero que ajude. Abraço a todos.
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    Pessoal, no carnaval passado fui pra Chapada e AMEI!! fiquei em uma pousadinha chamada pousada safira... simples mas extremamente limpa! recomendo! vale a pena!!! preço muito justo e local agradável. ah, se for escolher os quartos, os do fundo são melhores! lembrando que a gente não vai pra lá pra ficar num hotel 5 estrelas, né!?
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