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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 03-03-2020 em todas áreas

  1. 1 ponto
    Fala galera, boa tarde! Não defini a data exata da viagem, mas será entre 20 de abril a 06 de maio de 2020. Caso alguém se interesse, pode enviar um email para [email protected] ou um direct pelo instagram thalescunha. A intenção é ir com pelo menos mais duas pessoas e já há um roteiro bem legal traçado pelo site umviajante.com.br. Claro, podemos debater sobre as boas possibilidades que o local nos oferece e os diferentes roteiros. Ah! A ideia é partir de Palmas e alugar um 4x4. Obrigado! Att, Thales Cunha.
  2. 1 ponto
    No final de Out/19 passei um final de semana em Buenos Aires, numa viagem cujo principal objetivo era tão somente levar meu velho pra sua primeira viagem de avião (minha mãe foi junto, mas já viajou antes), sem muitas expectativas...e que acabou sendo uma surpresa pelas belas paisagens urbanas e rica gastronomia dos hermanos. PREPARATIVOS: 1 - PASSAGENS AÉREAS (USD 831,60/BRL 3.575,88 - 3 pessoas): O grande motivador da viagem...meu pai é fanático por aviões, muito embora nunca tivesse andado em um antes. Então queria proporcionar a melhor experiência possível, porém como trabalho de segunda a sexta num emprego quase sem flexibilidade a viagem teria que ser feita obrigatoriamente num final de semana. Também queria que ele tivesse a sensação de uma viagem internacional, daquelas feitas em aviões grandões (wide-bodies). As únicas opções viáveis então eram Santiago pela Emirates ou Buenos Aires pela Qatar ou Turkish (todos operados pelo B777) saindo na sexta no final da tarde e voltando na madrugada de segunda. Optei por Buenos Aires pela viagem ser mais curta (2h50 na ida e 2h30 na volta). Como o voo de ida da Qatar saía mais cedo preferi ir de Turkish, as tarifas eram praticamente iguais, e caras por conta da pouca antecedência (comprei com pouco mais de 1 mês da data da viagem). A franquia de bagagens era excelente, até 2 peças de 32 kg (embora recentemente a Turkish tenha reduzido para 23 kg) 2 - HOSPEDAGEM (AIRBNB - BRL 510,34 - 3 diárias): Apartamento de 3 quartos e 2 banheiros no bairro da Recoleta, na Calle Posadas. Escolhi 3 diárias para não ter que ficar o dia todo na rua até voltar ao aeroporto (o voo de volta era perto da meia noite). 3 - SEGURO VIAGEM (ALIANZ - BRL 90,78 - 3 dias/ 3 pessoas): Aproveitei uma promoção que apareceu pelo Melhores Destinos...não precisei utilizar. DIA 1 - 25/10 Partida: O voo iria deixar o portão as 18h30 da sexta-feira, então sem chance de cumprir minha jornada integral no trabalho nesse dia (trabalho até 18h na Zona Sul de SP). Então negociei meio período de ausência com a chefia. Detalhe: Fui de transporte público todo o trajeto, há alguns meses existe uma extensão da linha de trem que liga o Aeroporto de Guarulhos até a malha ferroviária de SP, ele parte da estação da Luz em (poucos) horários específicos. Paguei R$ 8,00 (tem que ser em dinheiro vivo) por uma viagem sem paradas até GRU. Quase que perdi o trem das 14h (depois salvo engano só teria outro as 16h, ver horários e tarifas aqui), mas consegui pegar e valeu muito a pena, o trem vai bem vazio e chega lá em rigorosos 35 min...para ter uma ideia meus pais foram de 99 entrando na marginal Tietê quase no mesmo horário e distância do aeroporto e chegaram lá uns 20 min depois. O problema é só esperar o Shuttle que leva aos terminais (ônibus lotado e sem a/c) pois a estação é distante em mais de 1km (há previsão de construção de um monotrilho para cumprir esse trajeto até 2021). Chegada/câmbio/transporte: O voo foi tranquilo, saiu com um leve atraso, mas chegou no horário previsto (21h30). O fuso horário de toda Argentina é o mesmo do que o de SP então sem nenhum problema em relação a jetlag. Passamos pela imigração (só perguntam para onde vai e onde vai ficar), e procurei por placas indicando a localização do Banco de La Nación para fazer câmbio. Aí veio a primeira impressão negativa (seriam bem poucas ao longo da viagem), o aeroporto de Ezeiza é uma zona,mal sinalizado e muito apertado. O bom é que o português é quase um segundo idioma oficial então achar algum funcionário que entende algo não será difícil. Depois de perguntar no balcão de info localizei a agência, que fica beem escondida. Lá troquei BRL 500,00 por ARS 7.050,00. Depois, nova penúria para achar o ponto onde era mais tranquilo de pegar Uber (ainda há uma tensão no ar em relação a briga com taxistas, mas pessoalmente não vi nenhuma confusão nesse sentido). Então para te poupar desse martírio já te digo: ao sair do aeroporto (Terminal A, de onde chegam os voos internacionais) você vai andar reto por pelo estacionamento A e passar por uns desvios (quando fui estavam ocorrendo obras no entorno) até chegar no Estacionamento B que é envolto por uma avenida circular (ver mapa abaixo). Nessa avenida pode ficar esperando o Uber tranquilamente. Ficamos próximos ao terminal de ônibus. Uber (Ezeiza até Recoleta ARS 682,43): Tive muitas experiências ruins com Uber na cidade. Não sei se foi azar, a hora, má-fé generalizada ou problemas com a economia local, mas simplesmente todos os motoristas que peguei (exceto um) queriam receber a corrida em dinheiro ou reclamavam que só pegavam corridas em cartão de crédito. Fiquei mais de meia hora até achar um motorista que aceitasse receber no cartão através do APP, alguns simplesmente cancelavam a corrida se você falasse que não iria pagar em dinheiro. E como sei bem do golpe da nota falsa eu me recusei a aceitar isso. Por todos esses motivos fomos sair do aeroporto já eram 23h (um bom samaritano enfim aceitou pagamento no cartão e não reclamou por isso). Outra coisa a maioria dos carros que servem o Uber lá são mais velhos do que os daqui (exceto novamente essa pessoa que me buscou no aero). A viagem do aeroporto até o centro de BsAs é longa, 40 minutos por uma auto-estrada com dois pedágios. Fui chegar no AirBnB já era meia noite passada.
  3. 1 ponto
    Alguém anima em Junho do ano que vem até patagónia ? meu carro é uma ecosport 2005, porem antes de ir irei fazer uma manutenção preventiva de 2.000 e +2 pneu novos na frente ( nada de remolde ), pode acontecer do carro ficar ruim ? muito raro porque é bem cuidado porem sim e passar um enorme perrengue kk, se você mora por aqui ou são Paulo que é caminho tem cnh e pode ajudar um pouco no combustível só chamar wpp: 21964483853, OBS: Tudo em planejamento ainda, inclusive já efetuei compra de uma barraca iglu que cabe 5 pessoas, fogareiro e mesa pro fogareiro, porque para dormir será em camping. Lista man prev. - Disco Freio + Pastilha - Coroa pneu dianteiro - Direção Hidraulica - Troca Oleo Sist freio - Kit Vela+Cabo Ignição - Filtro de ar - 2 Pneu 205/60 R15 - Balanciamen+alinhamen - Troca Oleo + Filtro - Bomba d'agua - 2 Adtivo do Radiador - Correia dentada - Limpeza Sistem Radiadr - Limpeza Bico e TBI - Filtro Combustivel
  4. 1 ponto
    Gostaria de deixar o meu primeiro relato com a certeza de que ainda viram muitos outro! Como nos concentramos apenas em Ushuaia, por questão de logística, pois não tinha voos diretos de Ushuaia para Calafate nesse período específico, decidi deixar meu relato do ponto de vista de alguém que tentou aproveitar ao máximo o que Ushuaia tem a oferecer. Poderia ter economizado muito mais do que o fiz, mas como a maioria das viagens de ultima hora, paguei um preço a mais. O fato de ter ido em baixa temporada, amenizou um pouco a situação. Minha viagem foi no começo de maio/2019 e durou uma semana. Comprei pacote aéreo (aerolíneas) + hotel pela decolar. O voo saia de São Paulo para Ushuaia com escala de 6h em Buenos Aires e com troca de aeroporto, pois voos internos são operados no Aeroparque. A aerolíneas disponibiliza transfer gratuito, é só entrar no site deles ir em: serviço ao cliente -> serviço de transfer -> preencher seu sobrenome, o código de reserva e e-mail, dai você recebe os vouchers por e-mail tanto o de ida quanto já o da volta em QR code, é só apresentar na hora de pegar o transfer. No site tem os horários que, se não me engano, é a cada hora, o transfer é operado pela empresa Manuel Tienda León. Os passeios que cotei ainda estando no Brasil estavam muito caros e decidimos olhar os preços quando chegamos lá, uma vez que, sendo baixa temporada, não teríamos o risco de ficar sem vaga. Negociando diretamente com a agência, o preço é totalmente diferente, muito mais barato, fechamos todos os passeios com a Brasileiros em Ushuaia que montou um roteiro de passeios de acordo com nossa disponibilidade. Com exceção da Expedição Off Road 4x4 + caiaque (que é opcional, mas vale a pena), dos outros passeios que fiz, não era realmente necessário fazer por agência. Lembrando que, certos passeios, são feitos em determinada época do ano e outro são feito o ano todo. 1. Letreiro 1º Dia - Chagamos as 8h e pegamos o transfer, que já estava incluso, até o hotel, ficamos no Hostal de Bosque, nos instalamos e fomos ver os passeios, fechamos tudo já no primeiro dia, mas lembrando que durante a viagem foi possível rever a ordem dos passeios para a que melhor nos atendesse. Devido ao cansaço, ficamos pela cidade conhecendo alguns ponto turísticos com o letreiro, a avenida San Martín que é a principal e é onde fica tudo e aproveitamos para visitar o museu marítimo e presídio. Para fazer a visita no Museu, é preciso pagar a entrada, estando la dentro pudemos explorar as galerias onde tinha as exposições e mais a frete o presídio, seus anexo e as selas. Cada sela conta um pouco da história do lugar com fatos, representações dos presidiários que passaram lá. Dentre os anexo, há um que esta preservado como foi deixo a anos e a sensação de entrar lá é surreal, vale muito a pena a visita. A noite fomos relaxar no pub Dublin que é sempre cheio de gente e um dos melhores bem estilo Irlandês. 2. Placa Ushuaia FIn del Mundo 3. Museo Maritimo y del Presidio de Ushuaia 2º Dia - Trem do Fim do mundo + Parque Nacional Terra del Fuego - Da pra pegar um táxi e ir para a plataforma do trem, comprar o ticket e fazer o passeio tudo por conta, depois para o parque precisa outra condução. O trem em si é bem simples mesmo, mas o que vale a pena é a paisagem pelo caminho, realmente parece que se esta dentro de um filme. O trem faz uma parada e é possível descer tirar fotos e explorar um pedacinho do lugar. Na entrada ganhamos um fone de ouvido e durante todo o trajeto, é possível escutar sobre a história dele, em vários idiomas. No parque nacional, vemos alguns lagos, entramos na floresta e caminhamos até um café que tem um pouco mais acima onde a vista é incrível e é possível degustar um chocolate quente maravilhoso. Nesse mesmo passeio, foi ao correio do fim do mundo, tem que dar sorte de ele estar aberto, pois os horários de funcionamento são meio bagunçados. Demos sorte de achar aberto e pudemos carimbar o passaporte com o selo de lá, o lugar é em interessante, vende cartão postal e funciona como um correio normal. 4. Passeio no trem do fim do mundo 5. Parque Nacional Terra do Fogo 6. Correio do Fim do Mundo 3º Dia - Glaciar Martial + Bar de gelo - Para o glaciar é só pedir um táxi até a casa de chá que fica no pé do glaciar e de lá da pra subir tranquilo. Como era outono, a pista de esqui na estava aberta, por isso dava para subir o glaciar por ela. A caminhada até a parte de cima não é pesada e é tranquila de fazer e mais uma vez a vista surpreende em cada cantinho daquele lugar. O bar de gelo é tipo uma câmara fria a -20ºC que server bebida durante 20 min, não achei muita graça, da pra passar sem, mas como fazia parte da experiência, la fomos nós. 7. Glaciar Martial 8. Bar de Gelo 4º Dia - Trekking Laguna Esmeralda - Para mim que nunca tinha feito trekking foi muito bom ter ido com a agência, mas pra quem já é acostumado, é o mesmo esquema, táxi ate a entrada e de la segue até a laguna. Esta sinalizado e sempre tem gente por conta fazendo o trajeto. É uma caminhada de 4h ida e volta, passamos perto de represa de castores, dentro do bosque, lugares com lama, riachos, até chegar na laguna é um pouco cansativo então é bom reservar um dia para esse passeio. 9. Laguna Esmeralda 5º Dia - Navegação Canal Beagle - No porto tem as empresas que vendem o ticket para a navegação, que se não me engano é de manhã e a tarde. Também tem que pagar uma taxa no porto na hora do embarque, não me lembro o valor mas não é nada absurdo. Vimos o O Farol Les Eclaireurs, conhecido com o farol do fim do mundo e ilhas com leões marinhos e aves, não era época dos pingues, então de 10. Farol Les Eclaireurs (Farol do Fim do Mundo) 11. Colonia de Aves no Canal Beagle 6º Dia - Expedição Off Road 4x4 + caiaque sunset - É uma passeio noturno, vale muito a pena, o caiaque como já disse, é opcional, mas é muito legal o passeio e vale a pena também. De dois em dois, entramos no caiaque e remamos no lago escondido seguindo o guia, o fundo do lago é cristalino e incrível, ficamos até o pôr do sol admirando a vista. Depois voltamos a rota adentrando a uma floresta já a noite e paramos perto do lago fagnano. O passeio termina com um churrasco numa clareira no meio do floresta, com direito a fogueira e marshmallow. É uma ótima maneira de fechar a viagem com chave de ouro. 12. Lago Escondido 13. Caiaque sunset, Lago Escondido 14. Lago Fagnano 15. Churrasco e Marshmallows 7º Dia - Foi o ultimo dia então tiramos para comprar algumas lembrancinhas, como tinha nevado nas montanhas, pegamos um táxi e voltamos ao glaciar para ver como estava e era outra paisagem tudo branquinho de neve. 8º Dia - Pegamos o transfer as 07h e fomos para o aeroporto pegar o voo de volta. Qualquer dúvida, estou as disposição! O Post ainda precisa ser melhorado, qualquer sugestão é bem vinda! 😃
  5. 1 ponto
    21º dia - 14/01/20 - Coyhaique a Puerto Puyuhuapi- 233 Km Acordei mais cedo pois eu iria até o centro comprar uma correia nova para a Ranger para levar junto para casso a que estava arrebentasse. Tomei café e fui até a loja as 9 h. Comprei a correia e voltei para o hostal e a seguir saimos em direção a Puiuhuapi. O tempo estava fechado e chuvoso, bem diferente dos dias anteriores. Fomos seguindo o GPS, mas não sei porque ele nos mandou para puerto Cisnes. Quem me alertou foi o André que saiu do final da fila e me fez ver que deveríamos ter feito a curva a uns 10 Kms atrás. Que bobeira minha... Seguimos viagem e mais ou menos no início do parque Queulat acaba o asfalto. Ai começa o segundo trecho de terra mais ruim. A estrada vai subindo a serra e a chuva e o frio vão apertando cada vez mais. A estrada estava péssima, com muitos buracos grandes e costelas de vaca o tempo todo. Quando chegamos a uns 1000 ou 1300 m de altitude a chuva que caia tinha pedaços de gelo no seu interior. Estava quase nevando!!!!! Perguntei para a Vera do HR-V e no marcador do carro estava mostrando 3 Graus!!! Por muito pouco não pegamos neve. Pena que não deu, seria a cereja do bolo da viagem. Depois de subir começamos a descer e a descida é fogo. Um ziguezague bem mais apertado e com a estrada em péssimas condições. Para piorar um pouco ainda haviam muitos caminhões. Ao final da serra a estrada se torna melhor e até Puiuhuapi tem vários trechos asfaltados. Chegando a cidade fomos procurar hospedagem a pé debaixo de chuva. Batemos em vários lugares, mas não encontramos lugar para ficarmos juntos. Dessa maneira as pessoas de cada carro ficaram em diferentes hospedagens. Nós ficamos em uma cabaña bem pequena para 4 pessoas e com um forninho a lenha para nos aquecer a noite por um bom preço. Fomos jantar e depois voltamos aos quartos para dormir. Custos: Só lembrando que os custos que estou colocando são individuais. Hospedagem: R$ 48,00 X 2 noites = 96,00
  6. 1 ponto
    Eu encontrei 2 agencias que fazem o Tour ao contrario, começando em palenque e terminando em San Cristobal de Las Casas, acho que vai dar bom! Quanto ao hostel Pocna em Isla Mujeres, realmente fechou, mas encontrei outros muito bons. gostei muito de um que se chama Pok Na, alguma semelhança? hahah
  7. 1 ponto
    @D FABIANOSei bem o q é pilantragem rsrsr já “ pilantraram” comigo😏, mas vamukivamu aprendendo nas viagens da vida rsrs!Gosto muito de liberdade de tempo e opções, como disse antes salvo quando o acesso precisar realmente ser guiado ou então como quando fiz no México e resolvemos ver qual era “in loco” e...oferta era tanta e a pechinchadeira aqui incansável e dura na queda q os passeios por agências compensaram deeemaais ( a maioria aconselhou a fechar passeios antes no Brasil) ignoramos o conselho e fechamos no tétiatéti tomando o cuidado de não fechar com “ banquinhas de ruas” mas com agências fixas,de todas as viagens até agora foi o melhor custo benefício em relação a passeios com agências,alguns preços eram tão bons q saímos para o ponto de partida duvidando se iria acontecer no rsese( uma amiga fechou antes no Brasil e pagou o dobro pelo mesmo passeio q fizemos... Daniel grata pelo alerta🙏Abcs gradecidos🌹
  8. 1 ponto
    20º dia - 13/01/20 - Puerto Rio Tranquilo a Coyhaique - 215 Km Acordamos tarde, tomamos um café na cabaña onde ficaram as meninas e saímos as 10 h. Seguimos pela carretera que neste trecho é quase toda de terra. Estávamos seguindo devagar, tirando fotos, parando e admirando a paisagem. Já havíamos passado o bosque morto e comecei a sentir um cheiro de borracha queimada e ouvir um barulho estranho no motor. Parei imediatamente num local um pouco ruim em uma subida onde a estrada era meio estreita. Abri o capô e vi que a polia da bomba da direção hidráulica estava torta e pegava na ventoinha da Ranger. E pra piorar a correia estava sendo rompida por isso perdendo assim uns 2 milimetros. Os outros carros já tinham parado e eu fui conversar com o André. Ele veio e verificamos que dos 3 parafusos da bomba tinha apenas um e ele estava escapando e quase espanado!!! Para piorar o espaço para o acesso dos parafusos era muito apertado. Consegui dois parafusos para trocar pelos que estavam faltando ou espanados. Entretanto o único jeito de acesso seria tirando o radiador. Eu e o André dispúnhamos das ferramentas necessárias e assim resolvemos iniciar a retirada do radiador o que fizemos assim que conseguimos esgotá-lo. Mexe daqui e ajeita dali finalmente tiramos o Radiador e depois colocamos os dois parafusos que encontrei na capota de fibra da Ranger. Para uma segurança maior colocamos um pouco de adesivo Loctite nos parafusos. Demoramos duas horas para fazer isso tudo. Eu já estava preocupado pois sabia do fechamento da estrada as 13 h. Completamos o radiador com água e finalmente seguimos. E como eu previa, chegamos 30 minutos atrasado na barreira... O André ficou indignado, queria passar de qualquer jeito. No fim tivemos que esperar. Porém ao invés de ficar ali na "porteira" voltamos alguns kms até a beira de um rio onde havia uma pequena chácara para fazermos algo para comer. Cada um olhou o que tinha no carro e além de salgadinhos só tínhamos arroz... As meninas foram falar com os donos da chácara, pessoas muito simples e humildes, para ver se tinham algo para nos vender. Eles só tinham ovos. Assim compramos uma duzia de ovos e o menu foi o famoso Rozcovo, kkkkk. Puxamos as cadeiras de camping, os fogareiros e ficamos ali fazendo comida, conversando. Tomammos um vinho e assim o tempo passou e quando vimos já era 15 para as 5. Recolhemos tudo e fomos para a "porteira". Assim que chegamos já fomos liberados para seguir em frente e pegamos o trecho mais ruim da Carretera, o segundo mais ruim seria no dia seguinte. Seguimos adiante em uma velocidade baixa e depois de muitos kms, quase chegando em Villa Cerro Castillo, a terra acabou e começou o asfalto. Mas logo adiante, apenas 2 km antes da vila o pneu traseiro da Ranger estourou!!! Dá-lhe descer, pegar ferramentas, macaco, baixar o step, tirar o pneu furado e depois colocar o bom. Depois da troca já a seguir paramos na vila para arrumar o pneus e recolocá-lo no lugar. Depois fomos em direção a Coyhaique e no caminho vimos da estrada um casal de huemuls, que são os veados da região. Em Coyhaique encontramos uma pousada na casa de uma senhora com lugar para 8 pessoas, só o André e a esposa foram para uma outra hospedagem. A noite fomos jantar no centro da cidade, um tal Mama Gaucha. Comi um prato de um tipo de bife com batatas fritas que era beeeeem grande. Custos e fotos mais tarde.
  9. 1 ponto
    Fotos do início da Carretera e capelas de Mármore.
  10. 1 ponto
    Mais fotos de Chile Chico a Puerto Rio Tranquilo
  11. 1 ponto
    Geovani, Tivemos uma revista rigorosa em Chile Chico, tivemos que baixar todas as bolsas para passar por raio x. Eles viram o galão cheio e não falaram nada.
  12. 1 ponto
    Olá pessoal, Passei o Carnaval 2020 na Chapada dos Veadeiros. Fui com uma amiga, saindo do Rio de Janeiro. Foi uma viagem incrível! Lugares maravilhosos e muita paz! Voamos até Brasília e alugamos um carro no aeroporto com a locadora Unidas. De lá seguimos até Cavalcante, que fica depois de Alto Paraíso, que é o principal município da Chapada dos Veadeiros. Do aeroporto de BSB até Cavalcante são aproximadamente 330 km. Dividir a hospedagem entre Alto Paraíso e Cavalcante foi um grande ganho de logística. Recomendo fortemente. Atrativos como a cachoeira Santa Bárbara e o complexo Águas Lindas e Canjica estão mais próximos de Cavalcante. Logo, se vc pretende visitar esses locais, se hospede alguns dias em Cavalcante. Caso contrário, se ficar em Alto Paraíso, se prepare para pegar a estrada de madrugada para visitar esses locais. Cavalcante é uma cidade bem pequena, interior mesmo. Lá não pega sinal da operadora Claro. Só Vivo e com inconstância. Garanta que pelo menos a hospedagem tenha Wi-Fi para não ficar incomunicável. O acesso à cachoreira Santa Bárbara é feito através da compra de um ingresso que custa R$ 20.00. Ela fica dentro de uma comodidade Quilombola. Lá vc consegue tomar um bom café da manhã e acessar um Wi-Fi sofrível com sorte. Vc também vai poder visitar as cachoeiras Candaru e Capivaras. Bem bonitas também! Todas as trilhas bem tranquilas em questão de esforço. No dia que visitamos, choveu. Por conta disso, pegamos a água da Santa Bárbara bem turva. Foi uma pena mas faz parte da escolha de ir em época de chuva . A parte boa de visitar a chapada em época de chuva, é que a paisagem é linda. Tudo verdinho! Mas vc corre o sério risco de pegar as quatro estações em uma mesma trilha. Sair com chuva, pegar sol quente, e voltar com chuva, por exemplo. Sobre bota e tênis impermeável: não me fez falta! São muitos eventos de chuva e muitas travessias de rio. Um par sobressalente já ajuda muito! Usa um enquanto seca o outro. Não deixem de visitar o Complexo Águas Lindas e Canjica. É simplesmente maravilhoso! A trilha tem algumas dificuldades que exigem algum equilíbrio e flexibilidade para se mover entre as pedras. Mas vale o esforço! Vista linda da Borda Infinita e várias paradas para banho em pequenas quedas durante o percurso. Esse complexo é relativamente novo, tem aproximadamente 6 meses de funcionamento. Depois de visitar os atrativos de Cavalcante, seguimos para Alto Paraíso e visitamos os mais próximos de lá. A cachoeira do Segredo é muito bonita. Imponente! Vale mto a visita. O ingresso custa R$ 35.00. A trilha é tranquila, para quem tem algum preparo físico. Alto Paraíso tem inúmeras opções de alimentação, inclusive veganas. Curas e terapias holísticas vc vai encontrar sem dificuldades por lá tbm. Sem falar nos cristais, claro. Não deixem de, após alguma cachoeira, visitar as Águas Termais. Que delicia de lugar! São três piscinas de água morna que relaxam qualquer operador de mercado financeiro! Rs Durante todos esses 7 dias o guia chamado Coleci nos levou aos atrativos. Super índico o Coleci! Paciente, pontual, preparado, conhecedor de todas as trilhas e bom motorista. Nos ajudou com tudo que precisamos durante a viagem. Montou um roteiro ótimo com tudo que nos foi pedido. Outro ponto importante é que ele, além de portar todos os insumos de primeiros socorros, usa rádio transmissor durante as trilhas. Assim, qualquer necessidade, não ficamos reféns do isolamento por falta de comunicação..Percebi que vários guias não usam rádio e isso é super importante. Busquem no instagram por Coleci Turismo . (+55 61 9809-3603) Vale lembrar também que não há banco 24h na Chapada,. Levem dinheiro. Alguns atrativos aceitam débito mas por conta da inconstância da internet não se pode confiar nessa forma de pagamento. Resumidamente, é isso. Sobre a vibe, só indo pra sentir! E minha dica é: vão! Abraços positivos de quem acabou de voltar e fica namorando as fotos toda hora hahaha
  13. 1 ponto
    19º dia - 12/01/20 - Chile Chico a Puerto Rio Tranquilo - 165 Km Como o trecho seria curto combinamos de sair apenas as 9 h. Tomamos café juntos, guardamos as coisas nos quartos e seguimos viagem. Aqui eu considero a estrada mais bonita da viagem com cenários arrebatadores que chegam a emocionar a gente. Seguimos pelo chamado Paso de las LLhaves que segue pela beira do lago Buenos Aires (na Argentina) / General Carrera (no Chile). O lago de um azul intenso que não precisa de filtros para fotografar. O dia estava espetacular, um céu azul perfeito. A primeira parada de fotos foi na Laguna Verde. Na verdade deve ser um lago artificial pois tem uma mina no local. A seguir começamos a serpentear naquela estrada de terra a beira daquele lago com visuais perfeitos. Cada curva era uma parada para fotos. E assim fomos seguindo num anda e para infinito. Tanto que chegamos a Puerto Guadal já passando das 14 h. Demos uma volta para achar onde comer e só encontramos aberto um pequeno restaurante com um menu bem limitado. Acho que foi a comida mais sem graça e mais cara da viagem na questão custo benefício. R$ 60,00 numa coxa de frango com ervilhas!!!!! E quase sem tempero pra piorar. Parecia comida de hospital. Depois do almoço seguimos para finalmente entrar na Carretera Austral, ruta 7. Lá paramos para tirar fotos na placa indicativa da ruta. Logo a seguir mais uma parada para fotos numa ponte estaiada que é um dos símbolos daquele trecho. A seguir fomos em direção a Rio Tranquilo e a 6 Km antes descemos uma estrada bem judiada até a beira do lago num lugar chamado Bahia Mansa para pegar o barco e fazer o passeio até as Capelas de Mármore. O dia, como falei, estava perfeito e até os barqueiros falaram que era o melhor dia em 5 meses!!! Entramos todos no barco menos a Rogéria do carro com as meninas que tinha pavor de andar em pequenos botes. Após uma navegação de 15 minutos já estávamos em uma formação onde o barqueiro entrou dentro dela para tirarmos fotos. A seguir fomos para o Tunel e depois para as Capelas. É um lugar de uma beleza mágica e rara. Valeu a pena vir duas vezes para ver. Depois de mais de uma hora, voltamos ao porto e seguimos para Puerto Tranquilo. Como a subida era punk o HR-V da Vera sofreu um pouquinho, mas conseguiu subir de primeira. Depois de 6 Km já estávamos na cidadezinha e descemos dos carros para bater perna e procurar pouso. Anda daqui e pergunta dali, o André achou uma pousada com um ap para seis e mais dois quartos para 2 pessoas cada. O valor ficou em 9 mil pesos chilenos (R$ 48,00), uma pechincha pelos valores do Chile. Fizemos uma comida no ap onde ficaram as mulheres pois tinha fogão. Combinamos de sair as 10 no outro dia. Eu queria as 9 pois sabia que a estrada fechava das 13 as 17 para que se dinamitem algumas rochas visto que ela esta sendo pavimentada. Mal sabia que iria precisar daquela hora extra... Custos: Alimentação: Almoço R$ 60,00 (facada), janta R$ 30,00 Hospedagem: R$ 48,00 Esqueci de marcar quanto foi o abastecimento na Argentina. Não abasteci no Chile pois enchi o tanque na Argentina onde era mais em conta e tbm enchi o galão. Minha ideia era não abastecer no Chile por causa do preço mais alto e porque só tem diesel S10 e minha Ranger usa s500. No fim acabei tendo que colocar uns 5 litros em Futaleufu para chegar até Trevelin na Argentina.
  14. 1 ponto
    Adorei seu relato cheio de detalhes e com os preços. Também o parabenizo por ter dado esse presente aos seus pais
  15. 1 ponto
    DIA 2 - 27/10 Domingo: O objetivo deste dia era basicamente ir na Feira de San Telmo e talvez no Caminito (que acabamos desistindo). Não daria para aproveitar 100% pois no final da noite pegaríamos o voo de retorno para SP. Meu pai preferiu ficar no apto, já não estava com tanta disposição quanto no dia anterior, então fui com minha véia até a Estação Retiro, percurso que dá pra fazer a pé mesmo. Eu queria muito ver como é o metrô de lá, por isso fiz esse trajeto, mas se fosse de Uber seria mais rápido. Somente perto da estação pela primeira vez me deparei com um cenário mais de "américa latina (na verdade em todo o mundo costumam ser os lugares menos convidativos)" mesmo, ruas mais sujas e pessoas em condição de vulnerabilidade social. Ainda assim foi bem tranquilo andar por lá, ninguém nos abordou para pedir nada, embora estivesse atento ao que estava acontecendo ao redor. A Estação tem uma arquitetura belíssima bem como a Torre Monumental que fica logo em frente. Estação Retiro: Um verdadeiro museu em seu interior. Torre Monumental Descemos a escada rolante da estação (parte superior trens suburbanos, inferior metrô) e fomos até a bilheteria comprar o cartão Subte, mas para surpresa geral eles (o metrô) não vendem o cartão. Tive que subir numa banca de jornal logo na entrada da estação. Paguei acho que ARS 100,00 por um cartão, e carreguei com duas viagens (ARS 40,00), e aproveitamos da maravilha que é passar um número ilimitado de pessoas com uma só passagem (no caso só eu e mãe). É só passar e dar o cartão para outra pessoa passar em seguida. O metrô já não segue o exemplo de cima, bancos sujos e estações mal cuidadas no geral, mas é admissível em se tratando de um sistema secular (dos mais antigos do mundo). Descemos na estação San Juan da linha A e pelo Google Maps (ah, sobre internet eu tenho na minha conta pós da Claro uma permissão "passaporte" para usar os dados na América do Sul como se estivesse em casa, sem gastar um real a mais. Indico) nos guiamos para a feira (10min de caminhada). É um lugar que vende todo tipo de antiguidades, pelos mais variados preços possíveis, além disso também concentra muitas lojinhas de lembranças (o outro lugar é a Calle Florida). Lá também vai encontrar muuitas lojas vendendo doce de leite e alfajor, muitas comandadas por brasileiros inclusive e ouve-se português pelas ruas tal qual numa 25 de Março. Andamos bem pelo lugar, compramos doces/lembranças e voltamos a pé para o Centro, (só seguir reto a rua da feira sentido norte) para entrar nas Galerías Pacífico, shopping de elite da cidade.Vale o passeio pela arquitetura desse prédio, mas os preços são nada atrativos. Após isso retornamos ao apto para almoçar, como já estavamos cansados de caminhar optamos por pedir umas empanadas no El San Juanino (8 empanadas por ARS 440,00). Não achei caro o preço pela fama do lugar e pela qualidade da comida, vejam por si mesmos: Almoçamos e ainda era nem 15h. No dia anterior tinha visto que perto do Jardin Japones tinha um Jardin Botânico e um Eco Parque que pareceu ser interessante. Convenci minha mãe a ir até lá. O detalhe: a pé (quase 3 km). Disso me arrependo pois se pudesse voltar iria de ônibus, embora no caminho passe pelo bonito bairro de Palermo, que é bem parecido com a Recoleta, mas mais comercial. Outra questão que só me dei conta no dia: como estavam acontecendo as eleições quase tudo estava fechado, e lógico que esse jardim também. Mas de consolo ficamos apreciando mais uma bela praça pública que havia por perto, a Plaza Itália e o monumento a Giuseppe Garibaldi: Na volta caminhamos mais um pouco até o hipermercado Coto que tínhamos visto na ida e minha mãe queria conhecer, mas não compramos nada. Cidade quase zerada (tirando as coisas que optamos por não ver) ainda me restava uma coisa para contemplar, o Congreso de La Nación. Pegamos o metrô e fizemos algumas baldeações até descer na estação Congreso. O prédio é belíssimo, talvez o mais bonito da cidade, porém sua fachada estava em reforma, azar de viajante. Mais uma vez espantou a limpeza da praça, pessoas sentadas na grama, e um monumento imponente do Marco Zero além de uma réplica ratificada de "O pensador" de Rodin. Foi uma ótima cereja do bolo, voltamos de Uber para o apto (ARS 106,61) e ficamos descansando até da a hora de voltar para o aeroporto. O último episódio com Uber indo para o aeroporto (ARS 793,95) foi especialmente chato, o motorista, embora solícito e "aparentemente" gente boa, alegou que o Uber não estava pagando o dinheiro gasto com pedágio e pediu para completarmos esse valor (ARS 120,00 os dois pedágios no caminho). Duvidei disso, mas desencanei e dei ARS 100 de gorjeta, mas não recomendo que façam o mesmo. Chegamos no Terminal A por volta de 22h e fizemos o check-in sem maiores problemas. Ainda fui novamente no Banco de La Nación e troquei 75 pesos que haviam sobrado por EUR 5,25, apenas para ver como estava a situação cambial (no entanto guardei pois tenho viagem para Portugal ano que vem) e percebi como a situação está complicada para nós todos num geral. Tinha mais alguns pesos, porém era tão pouco que não consegui trocar por nada, comprei um café no Starbucks (Cortado Jarrito ARS 128,00) e dois alfajores na Havanna por ARS 100,00 (era 103 mas chorei um pouco pra me livrar dessa moeda rs). Para concluir, vista da belíssima pintura da Air New Zealand e o plantio da semente da vontade de conhecer esse país (quem sabe). Tirando os pouquíssimos inconvenientes achei a cidade fantástica e espero poder voltar em breve. PS: A segunda feira foi brava pois o voo atrasou mais de 1h...cheguei 3h30 em GRU sendo que 5h30 saía para trabalhar...foi um dia em que produzi absolutamente nada no trabalho, mas valeu a pena 😃
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    Voltamos de Cabify (no geral mais caro que Uber e com menos motoristas) para o apto e pouco depois fomos almoçar no Parrilla Peña, na região central (perto da estação Callao). Não estava cheio, conseguimos lugar assim que chegamos e o custo/benefício para 3 pessoas valeu a pena. Pedimos Asado de Tira (cada porção vem 3 fatias grandes, que dividimos), provoleta, chorizo e bebidas, tudo ficou ARS 1.700,00 salvo engano + Uber do apto até lá ARS 121,25. Dali fomos para o Obelisco, a pé pois estava perto (menos de 1km): Depois fomos para a Calle Florida tentar achar alguma casa de câmbio aberta (era sábado a tarde) para trocar mais BRL 520,00. Achamos a Montevideo Cambyo Y Turismo (Florida 580). Entramos e aguardamos uma fila um tanto demorada (meia hora) e trocamos por ARS 7.800,00 numa cotação um pouco melhor que a do aeroporto (mas não o bastante para não valer a pena já trocar alguma coisa logo na chegada). Após isso e a comparar a rua com a XV de Novembro daqui de SP fomos para a Plaza de Mayo e Casa Rosada. Trajeto seguro de ser feito a pé, aliás todo o centro (pelo menos próximos aos pontos históricos) me pareceu ser mais acolhedor do que o das cidades brasileiras. Não vi por exemplo moradores de ruas abrigados perto de praças (coisa muito comum por aqui). Muito pelo contrário, muitos lugares o pessoal até sentava no gramado para relaxar, pois os espaços públicos aparentam ser melhor cuidados por lá. Após isso fomos para Puerto Madero, passando pelo Centro Cultural Kichner e sua bela e enorme estátua de Juana Azurduy. Novamente sempre a pé e parando diversas vezes devido as limitações de locomoção do meu pai. Em frente a esse centro existe uma grande praça, novamente muito bem cuidada e limpa o bastante para se sentar em suas muretas: Pouco depois chegamos em Puerto Madeiro, sentamos em um dos bancos disponíveis ao longo do canal apenas descansar e de quebra apreciar o movimento de pessoas indo e vindo, os bares lotados ao redor...Não entrei em nenhum lugar por lá, por isso vou ficar devendo os preços. Depois de um bom tempo, com o sol já se pondo fomos até a Puente de La Mujer. Pretendia entrar naquela fragata-museu (que pelo que li é gratuita) que fica logo adiante, porém já tinha fechado (19h). E como uma tempestade aparecia ao longe + cansaço acumulado decidimos voltar para o apto. Uber ARS 147,75 Resolvi comprar uma pizza num local perto do apto (Serafin - 1 pizza massa pan ARS 520,00) e descansar o resto da noite.
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    DIA 1 - 26/10 Embora o adiantado da hora quando chegamos no apto a mulher designada para nos receber ainda estava esperando, nos explicou como funcionava tudo e depois partiu. Recoleta: Bairro muito bem localizado e seguro, confunde-se tranquilamente com alguma cidade europeia (ruas muito arborizadas e limpas, aptos colados um no outro, arquitetura neo-clássica). Acordamos por volta de 9h e fomos a um mercado Dia nas redondezas comprar coisas para o café da manhã (o apto era todo equipado). Seguem alguns custos (em pesos): Água Mineral s/gás 1,5L: ARS 24,94 - Leite 1L: ARS 59,89 - Café solúvel: ARS 84,99 - Açúcar ARS 33,99 - Pão bisnaga 4 un ARS 31,99 - Queijo Fatiado ARS 121,99 - Manteiga Yocle ARS 33,99 Nessa primeira compra gastamos ARS 1.044,70 (compramos sacola também pois os mercados de lá não distribuem mais), água compramos 5 garrafas e durou quase toda a viagem, teve coisa que até sobrou. Após o café saímos a pé para explorar os arredores, com foco no seguinte trajeto: Facultad de Derecho, Floralis Genérica, Jardin Japones, Rosedal. O dia estava ensolarado e relativamente quente, mas suportável. Percorremos tudo em meio período, andando devagar. No meio desse trajeto tem o belíssimo bairro de Palermo Chico sede de muitas embaixadas e construções belíssimas: Facultad de Derecho: Prédio gigantesco em estilo monumentalista. Floralis: Fica no meio de uma praça, é gigante. Se quiser tirar foto e estiver sozinho só pedir a algum brasileiro que com certeza estará por perto para fazer o favor. Palermo Chico: rua qualquer Jardin Japones: Salvo engano foi ARS 150/pessoa e definitivamente vale a pena, muito bonito, para quem curte flores é obrigatório. Briga eterna: El Rosedal: Esse é gratuito e extremamente bem cuidado, também com temática de flores, que são MUITAS mesmo. Há um lago com passeio de barco para quem tiver interesse.
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    Eu fiz agora em abril/maio um mochilão de 27 dias na Austrália e Nova Zelândia. Sendo 16 dias na Austrália e 11 na Nova Zelãndia. Em breve vou dar uma melhorada com fotos, form,atação preciso selecionar ainda, mas já estou postando uma versão inicial. O Voo foi São Paulo/Santiago/Sydney e Auckland/Santiago/São Paulo - Comprado na Tam por R$ 3100 ida/volta. O trecho São Paulo/Santiago foi pela Tam e trecho Santiago/Sydney foi pela Qantas. Recomendo fazer essa rota, mesmo que seja mais caro, pois atualmente é a rota mais curta, além do fato que Qantas é muito boa, pode pegar bebida alcoílica quase à vontade (tem umas cervejas autralianas bem boas), o avião é 747, extremamente estável, não teve quase nenhum aviso de atar cintos em todo voo, o avião quase não treme. Na volta de auckland, o avião da Lan já é mais velho, um Airbus A340 um pouco menos confortável, mais no padrão TAM, não é ruim, mas Qantas é bem melhor. O jeito que resolvi fazer a viagem foi com uma mala com uns 20 kg, para levar bastante roupa e ter que lavar pouco as roupas, além disso estava com casaco pesado por conta do frio da Nova Zelândia. Se comparar com mochilão com menos roupa, e o custo para despachar não muda tanto pelo peso nas companhias da Austrália e Zelândia. Para lavar roupa nos hostels da Austrália e Nova Zelandia não é tão barato. Sai até uns 10 dólares para lavar/secar. Além desse benefício, com mala vc pode comprar quase tudo que der na telha. Eu digo quase pq eu queria comprar um PS4 que tava barato na australia comparando com Brasil, mas daí ia ter que ficar levando o trambolho pela viagem inteira, acabei desistindo. Não tive muito transtorno pelo fato de ter levado mala ao invés de mochilão nos hostels, pois amarrava a mala no beliche com cadeado de bicicleta. Boa parte dos hostels tem locker, o que ajuda. Para organização e achar as coisas, acho muito melhor que mochilão, mas vai de cada um. Um ou outro hostel tinha um pouco de escada, mas nada demais. Quanto ao cambio, eu tinha comprado VTM de AUD e USD antes do aumento do IOF e em espécie na cambiobr de SP, que faz entregas grátis para São Paulo . Para australia, recomendo comprar dolar australiano em espécie no Brasil. Para Nova Zelândia, eu levei dolar americano e troquei na casa de câmbio Travelex do aeroporto em Queenstown. Na verdade, pela conta que eu fiz no final dava quase na mesma comprar dolar neozelandes aqui no Brasil ou trocar dolar americano lá em termos de custo. Para quem for entrar primeiro por Auckland acho que já mais vantagem levar dolar americano e trocar nas casas de câmbio do centro, pois no centro tem casa de câmbio em tudo quanto é lado, o que não ocorreu na cidade que eu entrei na NZ, em Queenstown vc fica dependendo mais dos bancos em horário bancário. Uma dica importante não fique dependendo apenas de um cartão, sempre dá lei de murphy de não funcionar. Leve cartão de débito, de crédito separado, enfim quanto mais opções de pagamento melhor. No hostel de auckland nenhum cartão queria passar, sorte que estava com $$ vivo. Recomendo fortemente comprar chip de celular para Australia e nova zelandia. Nem todos os hostels tem internet gratis (uma parcela significativa cobra pelo uso de internet) e os que tem internet paga são bem caras. Alguns chega a ser 3 AUD por hora ou 15-25 aud por semana. Para não ser um criterio de escolha de Hostel a internet ser grátis, recomendo chip, que vai gerar economia, além de ser uma mão na roda para descobrir as rotas no transporte público, que na Australia e NZ não é tão simples. Se vc tiver um chip e celular com GPS fica ridiculamente fácil usar o transporte público. Mesmo que for poucos dias, acho que vale o investimento. Além de eu não ter que levar guia de turismo, pois consultava tudo no celular no aplicativo do tripadvisor, por exemplo. Na Australia, o chip foi comprado no aeroporto de Sydney na Optus, peguei o plano que era 2 AUD por dia, como ia ficar 16 noites/17 dias, paguei 40 AUD. Na Nova Zelandia (aeroporto de Queenstown), peguei um chip da Vodafone por 30 NZD que dava direito a 1 GB de internet. Quase no final da viagem, a internet acabou e eu comprei mais 500 MB por 20 NZD, só que daí me deram mais 500 MB de bonus. Para quem acha que torrei muita internet, quando vc fica fazendo backup online das fotos vai uma banda violenta, usei muito skype também que gasta banda. Enfim, quando vc está viajando e usar muito a internet é isso, rsrs. De companhias aéreas na Australia, eu fiz tudo por jetstar (low cost da Qantas), pois estava com melhor preço. Como dica, muita gente achou meu itinerário maluco na Austrália, o que aconteceu é que a combinação de voos era mais barata e adicionava só uma hora no voo. A Jetstar é uma Ryanair da europa melhorada, vc pode fazer check-in online dois dias antes e escolher o lugar para sentar, mas eles vendem tudo a bordo. A única coisa chata que ocorreu é que eles canceleram o voo de hobart para brisbane (só tem 1 voo diário) cerca 1 mês antes da viagem e deram várias opções de mudança, mas como já estava com os dias tudo certinho e o roteiro também, acabei aceitando fazer um voo com escala em Melbourne, o que adicionou umas 2h30 no voo. O preço das coisas à bordo não é absurdamente caro comparado com a média das coisas da austrália, acho parecido com o que vc encontra numa loja de conveniência. Em todos os voos eu comprei Byron Bay cookies que são muito bons e um refri por 5 AUD o combo, muito bom esses cookies. Existem outras companhias como virgin, tiger e Qantas, que fazem os voos internos na nova zelândia. Em termos de pontualidade, o máximo que atrasaram voo foi 10 ou 15 minutos e eles ficavam pedindo desculpas e avisando toda hora que o voo estava atrasado. Para quem for para a Nova Zelândia, o melhor jeito é ir para lá de Melbourne pela Jetstar para Queenstown, pois vc vai para o extremo sul. Mas esse voo é só 3 vezes por semana se não me engano, caso contrário só voo com conexão. Outra opção é ir para Christchurch/wellington ou auckland, mas como quase todo mundo vai querer descer ao sul para Queenstown, vai gerar uma perda grande de tempo ir para o norte e voltar para o sul, a não ser que faça de avião. Na nova zelandia, pelo que eu vi tem voos da Qantas/Jetstar e Air New Zealand. Mas a companhia que mais tem voos internos é a Air New Zealand, que tem voo para tudo quanto é lado. A Air New Zealand já não é uma companhia low cost, eles servem no avião, água, café, balas e biscoito de manuka honey (muito bom). Eu recomendo para qualquer pessoa que for para NZ para ilha sul que tente fazer um voo com avião pequeno (turbo-hélice) pela Air NZ, vc tem uma vista espetacular durante seu voo inteiro. Para quem já foi para santiago do chile, é mais ou menos como ter a cordilheira dos andes durante o seu voo inteiro na sua vista. Como os aviões são pequenos (para umas 50 pessoas), são turbo-hélice da ATR. Eu fiquei com medo de andar de turbo-hélice, mas por tudo que li é tão seguro quanto avião à jato, o que muda é que ele é mais destinado para aeroportos pequenos (ele tem muito mais tração e consegue decolar numa pista pequena) e é mais lento, uma viagem dura mais. Por tudo que li, da questão de segurança falam que depende muito mais da companhia aérea do que do avião utilizado, então muita companhia da áfrica já teve acidente com esses aviões menores, mas falam que é principalmente por falta de manutenção. Na Nova Zelândia, há um cuidado muito grande com segurança e a air new zealand é uma das companhias mais seguras do mundo. Muita gente fala que os voos com turbo-hélice são mais sujeitos à turbulência pq eles voam mais baixo (3000 m de altura). Eu achei muito tranquilo os voos, foi como qualquer avião à jato, não teve qualquer turbulência. Na ilha norte já não achei tão interessante fazer voo pela paisagem, pois não é tão montanhosa, mas de qualquer jeito é uma bela economia de tempo dependendo do itinerário comparando com ônibus ou carro. Na austrália e Nova Zelândia, por todos os seis voos que eu fiz, achei tudo muito rápido, chegar nos aeroportos (vc precisa despachar mala 30 minutos antes), passar pela segurança, retirada de bagagem. Em um voos internos na australia e NZ, em geral dá para sair sem muito medo 1h30 antes do voo, pois muitos aeroportos ficam a 15/30 minutos do centro e precisa despachar bagagem até 30 minutos antes do voo. As bagagens chegam muito rápido, para mim demorou uns 15 minutos no máximo. Acho que esperei mais minha mala em guarulhos (1h30) do que somando todos os tempos de todos os 7 voos que fiz na australia e NZ. Quanto à fazer o mochilão sozinho, achei tranquilo, não tive grandes problemas. O único problema é o custo, pois muitos passeios que poderiam ser feitos de carro se tiverem vários motoristas, eu fiz de excursão. Em geral gostei, pois durante os longos trajetos eu podia descansar e muitas vezes dormir nos ônibus. Gostei de todos os guias também, são locais muito conhecedores e ajuda você a entender a cultura local. Por sinal, quase todos os hostels tem inúmeros panfletos de excursões e fazem as reservas dos passeios se você solicitar. Eu preferi fazer isso por minha conta, pois nem sempre eles te mandam para o lugar mais barato, as vezes eles tem desconto também. As vezes pela internet dá para achar uns cupons de desconto. Em geral eu preferia deixar tudo marcado, porque mesmo em baixa temporada tem passeios que esgotam, daí vc pode deixar de fazer se não se planejar. Muita gente quando for para Austrália e Nova Zelândia vai perceber que não existe forma de vc fazer boa parte dos passeios por transporte público. Mesmo os mochileiros acabam fazendo boa parte dos passeios por excursão. A outra opção é alugar um carro e dividir com outros. A dica em geral é não ser muito mão-de-vaca, escolha os melhores hostels e não decida pelo preço. Vi muita gente que falou que escolheu hostel na hora e depois não gostou. Os passeios são caros e pronto, você não vai atravessar o mundo de novo tão cedo na maioria dos casos. Então, se planeje para fazer os passeios que se interessa. Outra dica muito importante planeje todos os passeios que vc vai fazer antes, nas cidades pequenas da australia e NZ tudo fecha muito cedo. Exemplo, se vc chegar 7 da noite em queenstown e resolver fazer um passeio no dia seguinte para milford sound é bem provável que não ache aonde reservar. Em geral para quem decidir marcar antes um passeio e tiver medo do tempo, em geral é tranquilo mudar o dia com as empresas de turismo. É só questão de eles terem disponibilidade no dia que vc quer. Estava com previsão de chuva no dia que eu ia para blue mountains, daí adiantei 2 dias o passeio e me dei bem porque choveu bastante. O roteiro que fiz foi o seguinte: 6 noites Sydney - chegada em voo da Tam/Qantas vindo de GRU/SCL 4 noites Hobart (Tasmania) - chegada em voo pela Jetstar 2 noites Brisbane - chegada em voo da Jetstar 4 noites Melbourne - chegada em voo da Jetstar 3 noites Queenstown - chegada em voo da Jetstar 3 noites Wellington - chegada em voo da Air New Zealand 3 noites Rotorua - Chegada em voo da Air New Zealand 2 noites Auckland - chegada em ônibus da Intercity e saída em voo da LAN/TAM para SCL/GRU O preço das passagens internas foi na média uns 100 AUD por trecho. O trecho da australia para nova zelandia foi por volta de 200 AUD. Os trechos na nova zelandia foram por volta de 100 NZD por trecho. Agora a descrição dia à dia 20/04/14 - Chegada por volta das 16h00. Fiquei hospedado no hostel Bounce em Sydney, próximo à estação central. É considerado pelo hostelworld o melhor hostel da Australia. Achei bastante limpo, limpezas frequentes no banheiro. Realmente é bem legal e localizado do lado da estação central (eu acho a melhor localização de sydney em termos de ser realmente central, perto de tudo). É um hostel ótimo para socializar se vc vai sozinho. Eu reservei diretamente no site por 44 AUD a diária em quarto quadruplo. Recomendo reservar com antecedência, mesmo em baixa temporada, pois esgota rápido e quem chega sem reservar pode até conseguir quarto, mas pode ter que ficar mudando de quarto e os quartos pequenos esgotam rápido. 21/04/14 - Walking Tour "gratuito" da http://www.imfree.com.au/ . Esse tour é de umas 3 horas (o da manhã e da tarde) e é baseado em gorjetas, o pessoal dá em geral 10 AUD e foi o que eu dei, cada dá o que quer. É bastante interessante, dá uma boa noção da cidade. Nesse mesmo dia, fui de tarde para o Jardim botânico e NSW art gallery. Recomendo fazer esses dois juntos, pois a entrada da galeria é pelo jardim botânico, ambos são grátis e muito legais. A NSW é uma galeria no nível das da europa (não é um louvre ou british museum, mas é excepcional). No fim da tarde, fui à Sydney Tower (entrada era uns 25 Aud), entrei pouco antes do por do sol (por volta das 5 da tarde e por do sol era um pouco antes das seis). Acho a melhor hora para ir, pois pega o dia antes do por do sol, o por do sol e a noite. As fotos ficam bacanas, acho que o dinheiro vale. 22/04/14 - Ida às praias bondi e Manly. Como não sou fã de ficar tomando banho de sol e nessa época do ano a água já está fria (na praia vc vê mais surfistas do que banhistas), resolvi conhecer as duas praias no mesmo dia . Comprei um passe ilimitado diário (dá direito a todos onibus/trens/ferrys por 1 dia) e peguei o trem para bondi junction e um onibus para bondi beach. Demora +- 1 hora para chegar lá. As rotas vi pelo google maps. é bem preciso. Acordei bem cedo (umas 6 da manhã), pois estava com jet lag e fui para Bondi e cheguei umas 8 da manhã. No fim da manhã fui para Manly de onibus + ferry (de watsons bay). Eu cheguei um pouco depois que o ferry direto tinha saído, daí acabei pegando dois ferrys (watsons-cirtular quay-manly). COmo a viagem de ferry é bem bonita, não é de todo mal gastar tempo assim. No começo da tarde parti para o museu maritimo (ferry + onibus) e cheguei umas 15h30. Comprei a entrada completa (uns 25 AUD), que dá acesso à todos os navios, é bem bacana, entrei em submarino e navios antigos, só devia ter deixado para ir com mais calma, pois fecha 17h00 e precisa de mais tempo. Esse é um dos melhores museus de sydney, recomendo, nunca tinha entrado dentro de um submarino antes. 23/04/14 - Tour para Blue Mountains. Resolvi ir com excursão, pois estava com medo de ter que fazer trilhas sozinho e achei vantagem em termos de economia de tempo, pois já estava incluso ida ao zoo feathersdale. Na verdade, o mais barato para quem quer economizar é ir de trem e se não quiser ficar andando muitos quilômetros, é pegar um onibus hop-on hop-off nas blue mountains (que é uns 30 aud). Para quem for fazer esse passeio desse jeito, o ideal é pegar um passe semanal de transporte de sydney que inclui o trem para blue mountains por cerca de 65 AUD. O tour que peguei foi da http://www.activitytours.com.au/ . Eu reservei pelo viator, pois tinha um cupom, que dava desconto. Na verdade para blue mountains tem mais de uma dezena de empresas que fazem esse passeio. O preço foi por volta de 100 aud. O interessante desse passeio comparando com outros mais baratos é que incluia entrada para Featherdale Wildlife Park, que é um zoologico bem interessante de sydney (não fui no Taronga, que é mais caro e também é longe), a entrada desse zoologico estava inclusa, mas quem for pagar é por volta de 30 AUD. Além do valor do tour, eu paguei para ir no funicular/teleferico das blue mountains que era uns 35 AUD. É bem bacana, além disso tem umas trilhas exclusivas, mas não é extremamente necessário para ter uma boa vista das blue mountains. De qualquer jeito se não estiver super apertado de dinheiro, recomendo fazer, complementa a experiência. De noite, fui numa balada chamada Sidebar, que era perto do hostel e por conta de parceria do hostel ganhava uma cerveja grátis. A balada era boa, mas não fiquei muito tempo, pois tinha um tour no dia seguinte logo cedo. 24/04/14 - Tour para Hunter Valley, fiz um tour pela mesma activity tours (foi por volta de 100 aud tambem) e achei bem bacana, fomos à 3 viniculas, com direito à desgutação de cerca de 8 tipos de vinho em cada (são doses bem pequenas, não fica bêbado). Como os vinhos dessa região são muito bons, é um passeio que vale a pena. Para os que estiverem pensando se vale a pena, os vinhos australianos estão entre os melhores do mundo junto com frança/itália/espanha/chile e pelo que vi de alguns rankings, apontam hunter valley ou yarra valley como uma das dez melhores regiões do mundo para degustar vinhos. De noite, fui numa balada chamada Ivy, era bacana, mas como era feriado no dia seguinte, ela estava insuportavelmente cheia, de qualquer jeito falam que é uma das melhores baladas de Sydney. 25/04/14 - Esse dia estava bastante chuvoso e era feriado, o Anzac Day. Tinha o desfile dos veteranos da guerra e passavam diversos músicos tocando gaita de foles, era muito longo, assisti apenas uma meia hora, pois começou a chover bem forte. O interessante é que a Austrália não tem muito uma cultura própria, os músicos de gaita-de-foles estavam vestidos como escoceses. Eu queria ir para um museu, mas as ruas estavam interditadas pela parada e não sabia como desviar á pé, daí decidi ir para o shopping almoçar, dar uma olhada nas lojas e assisti um filme (20 aud o ingresso). Para compras, achei muita vantagem em cosméticos/perfumes, eletrônicos vale a pena também comparando com o Brasil. Roupa não vi muita vantagem, mas não cheguei a pesquisar muito. De noite, fui com um brasileiro que estava no meu quarto num restaurante italiano no "The rocks", que tinha uma boa pizza. Esse "the rocks" tem um monte de restaurante bacana e algumas casas noturnas também, é bem bacana, tipo uma vila madalena de São Paulo. 26/04/14 - Para ir para o aeroporto de Sydney, rachei taxi com um cara do meu hostel que estava indo para o aeroporto.Para 2 pessoas, o preço de taxi é igual de trem. Se não for em horário de pico do transito, taxi é mais confortável que o trem. Peguei voo cedo para Hobart, na Tasmania pela jetstar. Em hobart peguei o transfer tasredline http://www.tasredline.com.au/ que custa 30 aud para ir e voltar ao aeroporto da cidade. Fiquei hospedado no Hobart Hostel. Esse hostel foi o menos confortável de toda trajetória (acho que foi uns 90 AUD por 4 dias). Na verdade, pelas avaliações é o melhor hostel de Hobart. Ele é limpo, mas a falta de tomadas é bastante ruim, o quarto não tem quase lugar nenhum para apoiar as coisas, não tem locker no quarto, apenas pago e pequeno perto da recepção. Os ponto positivo é a localização e foi o mais barato entre todos os hostels que fiquei na Australia e Nova Zelândia. O dono é português, o que pode ajudar para os brasileiros que não falam bem inglês. De tarde, visitei o museu da Tasmania, é grátis e tem uma boa coleção. 27/04/14 - excursão para Port Arthur pela Grayline. O preço foi por volta de 100 AUD. Eu reservei pelo viator com cupom de desconto. É um passeio bem bacana, é uma linda construção histórica, uma antiga prisão. A natureza em volta é bem bonita. É um passeio super recomendado que não pode faltar. 28/04/14 - De manhã, eu peguei um onibus de excursão (acho que era uns 30 AUD) e fui para o Mount Wellington, que tem uma vista lindíssima de Hobart. Nesse lugar é bom levar roupa para muito frio, estava ventando uns 70 Kmh, nunca tinha visto tanto vento e estava com neve descongelando, devia estar uns 4 ou 5 graus lá encima. De tarde eu peguei o ferry e fui para o museu Mona, é um museu de arte moderna muito interessante. Só o passeio no ferry já rende lindas fotos. Eu li que falam que é um dos principais museus do mundo em cidades pequenas, comparável ao Guggenheim em Bilbao na espanha. O ferry custa 20 AUD e a entrada mais 20 AUD. 29/04/14 - excursão para Bruny Island pela Bruny Island Safaris. O preço foi por volta de 130 AUD. A bruny island proporciona lindas paisagens. Para chegar lá é necessário colocar o veículo num ferry. Recomendo bastante o passeio. 30/04/14 - Voo para Brisbane. Esse dia foi meio perdido, pois a Jetstar tinha cancelado o voo +- 1 mês antes e eu tive que fazer o voo com escala em Melbourne. A outra opção que eu tinha era pedir o dinheiro de volta, mas o único outro voo direto disponível era da Virgin e estava o olho da cara. A outra opção era cancelar minha ida para Brisbane e ir direto para Melbourne, mas também não quis fazer isso. Eu fui de trem para o aeroporto, que é uns 30 aud ida/volta. Eu fiquei hospedado no YHA de Brisbane, é um bom hostel, o bom é que existem quartos com suíte para 4 pessoas, o que ajuda no conforto. A diária foi 42 AUD por dia. De chato, a única coisa é que passam trens até as 11 da noite e a partir das 5 da manhã. De qualquer jeito, até que dormi bem. Eles organizam alguns eventos noturnos de integração, tem um bar anexo. Tem uma piscina na cobertura, até parece mais hotel que hostel. Na primeira noite participei de um torneiozinho de poker que dava direito a um JUG para o ganhador. JUG para quem não sabe é uma jarra de cerveja para dividir. Normalmente o jeito mais barato de tomar cerveja em grupo é comprando JUG. Individualmente vc não vai comprar jug porque a cerveja fica quente. 01/05/14 - Eu não poderia deixar de conhecer a Gold Coast ainda que eu não seja um fã de ficar tomando banho de sol na praia. Eu peguei trem e ônibus e fui para Surfers Paradise. O preço dessa viagem é por volta de 25 AUD ida e volta. Eu acordei bem cedo e cheguei lá umas 9 da manhã e fiquei até umas 11 da manhã. É uma região bonita, bem turistica, com muitos prédios no entorno. De tarde voltei para Brisbane, eu visitei o zoológico Lone Pine Koala Sanctuary. É um zoologico excepcional, é muito divertido, os cangurus ficam numa reserva separada soltos, vc pode alimentar eles, tirar fotos com eles, não ficam em jaulas. É possível tirar fotos alimentando os coalas, mas é necessário pagar um extra. O ingresso foi por volta de 30 AUD; Você pode ver os demônios da Tasmania sendo alimentados. Eu achei melhor que o Featherdale de Sydney, foi um dos lugares que mais gostei na Austrália. 2/5/14 - voo para melbourne pela manhã. Bem na hora que eu ia do hostel de brisbane para a estação, começou a chover forte. Fui obrigado a pegar um taxi e paguei 10 aud para um trajeto que era uns 10 minutos a pé. Daí fui de trem para o aeroporto a partir da roma station. Em melbourne peguei o transfer skybus ( http://www.skybus.com.au/) que te deixa quase na porta do hostel, era uns 30 aud ida e volta. De tarde, fui à National Gallery of Victoria, que é um ótimo museu gratuito. De noite, eu fui assistir um jogo de Aussie Rules (futebol Australiano), que é um jogo parecido com Rugby, eu achei meio chato o jogo, mas é interessante para conhecer a cultura australiana, é o esporte mais popular em Melbourne e em geral da Australia. Pelo que me falaram mais ao norte da australia, o Rugby é popular e ao sul o futebol australiano domina. O ingresso do jogo foi 25 AUD para o lugar mais alto do estádio. 3/5/14 - Fiz um walking tour gratuito pela manhã da Im free Walking Tours (o mesmo de sydney), é muito legal ouvir a história da cidade. Você começa a entender como que surgiu uma cidade tão recente, que é tão rica. De tarde, o tempo mudou (tradicional de ocorrer em Melbourne) e choveu bastante. Falam que melbourne tem 4 estações num dia é verdade. Chove forte com sol, sem sol, fica nublado, volta a chover. Depois fui num churrasco de brasileiros universitários que conheci na Tasmania que moravam em Melbourne. Deu para a matar a saudade de carne, porque carne em restaurante em geral é muito caro e a carne eu achei média, então não estava comendo o nosso tipo de carne. 4/5/14 - Ida para Phillip Island. Essa Phillip Island é uma ilha em que os Pinguins aparecem na costa após o por-do-sol. É interessante, um espetáculo da natureza, mas é um tanto decepcionante, pois você não pode tirar fotos. Eu até tirei umas fotos clandestinas sem flash, mas como é de noite não aparece quase nada. É uma viagem muito longa. Visitamos também uma vinícula na Phillip Island. Sinceramente se pudesse escolher, acho que teria ido ao yarra valley fazer um outro tour se vinhos ou andaria mais pelas atrações locais de Melbourne. 5/5/14 - Daytrip para Great Ocean Road (doze apóstolos). Esse foi meu momento favorito na Australia. É uma longa viagem de Melbourne, mas vale a pena. As paisagens das formações rochosas no meio do oceano são lindas. Também passamos no caminho por um parque de coalas (nessa altura eu já não aguentava mais ver coala) e em melbourne é pior, pois não pode haver contato próximo com os animais. Realmente os coalas não me interessaram muito. 6/5/14 - ida para queenstown na Nova zelandia. Com a diferenca de fuso, o dia de chegada foi quase perdido, pois perdi tempo com a diferenca de fuso, 3 horas de voo, casa de cambio. Cheguei no hostel depois das 4 da tarde com um tempo mega chuvoso. Queenstown foi um pouco a decepcao da viagem. Muita gente fala que o tempo de la eh temperamental. Comeca a chover e fica dias assim. Não costuma chover muito forte, mas quando chove fica chovendo por muito tempo. E vc não consegue apreciar direito as paisagens com névoa. Eu praticamente nao consegui ver as remarcables, pois tinha neblina qse o tempo todo. Queenstown nao eh muito interessante com tempo ruim, nao tem quase nada para fazer. Nem o jetboat deu para fazer, pois o rio estava muito cheio. Bunge jump eu não quis fazer, pois é muito emocionante para o meu gosto, assim como skydive, que também não quis fazer. Apesar que eu acredito que com tempo ruim também não tinha skydive pq os aviões pequenos não voam com tempo ruim e nem vale a pena, pois o legal é fazer com vista limpa. De madrugada nessa época estava fazendo 0 graus e no começo da manhã estava uns 4 graus. Durante o dia esquentava e na máxima ia para uns 9 graus. Recomendo um casaco bem pesado com capuz e segunda pele para proteger as pernas. O casaco eu já tinha, mas a segunda pele eu tinha comprado no brasil na http://www.decathlon.com.br/ . Eu fiquei hospedado no adventures queenstown (35 nzd por dia). Esse hostel eh excepcional, expecialmente se pegar um quarto suite para 4 pessoas que ajuda no conforto. Te tratam super bem como se fosse da casa. Tem várias atividades no hostel. Tem que reservar com muita antecedencia. Todos os dias vi gente chegando e indo embora sem quarto. Eh o melhor hostel de queenstown e jah ganhou varias vezes como o melhor da nova zelandia. 7/5/14 Pela manha fiz um tour de senhor dos aneis pela nomad safaris. Eh uma empresa especializada em passeios em carros 4x4. O meu tour foi para glenorchy. Eh uma linda regiao. Como disse anteriormente o tempo nao ajudou. O passeio eh bem aventureiro, o carro passa no meio do rio. Pode ficar tranquilo que eles tem radio com a base se atolar. Como tinha chovido muito o guia sofreu para guiar. De tarde nao consegui fazer nada. Ia andar de jetboat e cancelaram o passeio pq o rio tava muito cheio. Tentei fazer um cruzeiro normal pelo rio e foi cancelado pq ninguem quis fazer e eles pediam 2 passageiros. Fui no casino e queria jogar poker, mas nao tinha mesa de poker na hora que eu fui. Enfim, foi bem decepcionante. Fiquei assistindo filme no hostel. De noite fui ao fergburger. Essa casa de hamburgueres é mundialmente famosa depois que a CNN apontou como a melhor casa de hamburgueres do planeta. Eu gostei bastante, não achei o melhor que comi, mas é um ótimo hamburguer, é um tanto apimentado como a maioria das comidas da Austrália e NZ. 8/5 Esse dia foi um dos grandes momento da NZ. Fui para milford sound de onibus bate-volta pela Jucy (foi uns 110 nzd). O passeio eh basicamente umas 4 horas de viagem para ir e 4 horas para voltar e um cruzeiro de uma hora e meia para ver os fiordes. Eh magnifico. A viagem de ida eh fabulosa, com excesso das estradas muito sinuosas, que dao um certo enjoo em pessoas como eu. Os fiordes em milford sound sao lindissimos. Cachoeiras mil. O passeio foi lindo, adorei. 9/5/14 estava em queenstown logo cedo. Queria ir na skyline, mas o tempo estava horroroso. Fiquei vendo tv pela manha. Parti para wellington de tarde em aviao turbohelice bimotor da air new zealand e a essa altura o tempo tinha melhorado um pouco. Recomendo essa viagem. O voo inteiro eh maravilhoso, com lindas oportunidades para fotos. Tem que ser aviao pequeno para a viagem ser bonita, pq turbohelice voa a 3000m de altura e ele voa mais devagar. Eu paguei uns 110 nzd com bagagem pelo voo. Um scenic flight custa uns 300 nzd. Ou seja, esse voo eh bem mais barato. Wellington eh sempre meio renegada pelos turistas. Se alguém for fã de senhor dos anéis eh o lugar numero dois a ir. O primeiro eh hobbiton, que falarei depois. Wellington é o lugar que tem mais locações de senhor dos anéis em toda nova Zelândia, pois é onde o Peter Jackson mora e o estúdio é lá. Eu fiquei hospedado no YHA de wellington em quarto quadruplo com suíte. É um bom hostel. O conforto é bom e a localização também. Eles organizam algumas atividades. Não é o melhor hostel para socializar, mas tá valendo. Foi 35 NZD por dia. No primeiro dia fui ao museu Te Papa, confesso que esperava mais, é um museu interessante, possivelmente um dos melhores da Nova Zelândia e é grátis. Tem arte maori, algumas coisas interessantes. Vale gastar umas horinhas nele. 10/5/14 - Fiz um tour de Senhor dos Anéis pela Rover Tours. Na verdade esse foi o motivo que me fez ir para wellington. Esse tour é fabuloso. Li algumas avaliações de que era o melhor tour de senhor dos anéis da nova Zelândia e entre os que fiz é excepcional. Você conhece weta caves (estúdio de senhor dos anéis, tem chance de tirar foto com o Galdalf) e vários lugares que foram filmados senhor dos anéis, incluindo o Kaitoke regional park, que foi filmado rivendell. O almoço é com pratos com nome dos senhor dos anéis.Tipo o salmão era o prato do Gollum. Esse tour foi 190 NZD e eu achei que valeu cada centavo. O guia foi excelente, eles tem acessórios de senhor dos anéis para tirar fotos, mostra fotos das locações, conta histórias. Esse tour com certeza é muito melhor que o de queenstown. http://www.wellingtonrover.co.nz/index.php/lord-of-the-rings-full-day-tour 11/5/14 Fiquei andando pela cidade de Wellington. Fui no cable car que leva para o mirante, museu do cable car (é bem pequeno, vc gasta uns 15 minutos dentro) e jardim botânico pela manha. Na hora do almoço fiz um tour grátis de uma hora pelo parlamento, é muito interessante, eles mostram um vídeo do parlamento de como ele foi feito para ser à prova de terremotos, eu descobri que a rainha da inglaterra é a mesma deles. Eles explicam a estrutura do governo. Como eu nunca tinha entrado num parlamento foi interessante. Depois fui museu marítimo e do mar de Wellington, é um museu grátis e é interessante, apesar que para quem já tinha ido no museu de Sydney, o de Sydney era muito melhor. Mais tarde já não tinha mais muito que eu tivesse interesse, daí fui ao cinema. 12/05/14 - peguei um voo logo cedo da AIR NZ e em um hora já estava rotorua. Essa viagem de avião não é tão interessante. Para quem quiser economizar e tiver tempo, pode fazer de ônibus. È um dos poucos aeroportos que o transporte público ao centro é barato, foi só 2,5 NZD pelo que lembro. Fiquei no crash palace backpackers. É um bom hostel, bem localizado. Tem algumas atividades noturnas, tipo torneio de poker, sinuca, filmes, etc. Esse daí eu resolvi pegar quarto individual com banheiro compartilhado, pois não era tão caro (paguei cerca de 35 NZD) e a essa altura do campeonato eu já estava querendo um pouco de privacidade, após dormir mais de 20 dias seguidos em hostel. A única coisa chata do hostel é que eles não deixam consumir bebida alcoolica de fora do hostel dentro do hostel. No dia da chegada fui à Hobbiton, que é a cidade dos Hobbits de Senhor dos Anéis. É muito legal, é um passeio imperdível, vc vai andando pelas vilas dos hobbits e tira lindas fotos. No final vc ganha uma cerveja no PUB com decoração Hobbit. 13/05/14 Fui aos parques dos geysers Wai-O-Tapo e Waimangu. Os dois são imperdíveis. O primeiro parque tem um geiser (lady knox) que explode todos os dias de manhã (às 10h15). É muito bonito. Depois no parque tem várias trilhas que vc passa pelos lugares com atividade vulcânica, as cores do enxofre junto com a água são lindas. Tem várias opções de trilha dentro, mais longas e curtas. Eu fiz a trilha mais curta, pois ia embora 12h00. O cheiro é ruim, mas não insuportável, lembra o do rio tietê de São Paulo. De tarde fui ao Waimangu, tem uma trilha que vc demora pelo menos umas 2 horas para fazer à pé por uma descida e depois vc pode voltar de ônibus ou à pé.Achei mais bonito o waimangu, mas por outro lado ele não tem um geyser ativo. Como já estava cansado e o motorista do ônibus passava às 15h00, voltei de õnibus. Esses parques termais não tem muito jeito, tem quer ir de excursão (geyserlink). O passeio foi por volta de 110 NZD e já incluia a entrada dos parques. http://travelheadfirst.com/local-legends/geyser-link-shuttle/ O wai-o-tapo cobrava por volta de 30 NZD para entrar. O Waimango era por volta de 35 NZD a entrada. No fim tarde fui ao Tamaki Maori Village, que é vila Maori mais famosa de Rororua, é bem interessante, você tem a chance de experimentar o modo de preparo maori da comida, eles explicam tudo da cultura, fazem apresentações, danças. Foi por de 100 NZD o passeio com jantar incluso, bem carinho por sinal, mas achei que valeu a experiência. 14/05/14 Fiz um bate-volta para Waitomo Caves. Na verdade dava para ter ido depois para auckland, mas opções que vi de transporte público eram muito demoradas. Em waitomo tem várias opções mais radicais. O que eu escolhi foi fazer 3 cavernas (Aranui, rukuari e Glowworm). A glowworm é a caverna mais famosa que fica um mar verde no teto, lindíssimo, é a caverna mais famosa, a desvantagem é que não pode tirar quase nenhuma foto. As outras cavernas são tão legais quanto, só que não tem os glowworms ou tem pouco. A vantagem é que nas outras cavernas dá para tirar umas fotos bem bacanas. Esse passeio foi 176 NZD e incluia a entrada de todas as cavernas. Se fosse pagar avulsa as cavernas seria 96 NZD. Ou seja, o custo do transporte foi 80 NZD. Eu tinha olhado onibus normal e não era muito mais barato que isso e era bem pior em termos de horário. http://travelheadfirst.com/local-legends/waitomo-wanderer/ A única coisa que talvez valesse mais a pena era pegar o onibus que terminasse direto em Auckland, mas como eu já tava com hospedagem paga e esse passeio não tem todo dia não me adiantava, daí acabei voltando para rotorua de noite. Além disso, já tinha pago um ônibus com antecedência rotorua/auckland por 1 NZD + 4 NZD de taxa de reserva. 15/05/14 Fui logo cedo para o museu de rotorua, é interessante, tem uma visão bonita da cidade na cobertura, tem um filme interessante mostrando a história de rotorua. A entrada é meio salgada pelo tamanho do museu, 20 NZD. Na verdade meu objetivo era ir ao skyline, mas daí descobri que não era perto do meu hostel e daí ficou meio apertado o tempo. Eu também queria ter ido às piscinas termais, mas não deu tempo. De tarde peguei o bus da intercity para auckland. Foi tranquilo, a única coisa é que pelo transito, atrasou a chegada uns 50 minutos. Sim o transito de Auckland lembra o de São Paulo, é melhor, mas não deixa de ser muito ruim. Eu cheguei de noite e fiquei no hostel Attic Backpackers. No geral é um bom hostel. Eu fiquei em quarto individual com banheiro compartilhado novamente, tem uma área legal de integração com o pessoal. Achei bacana. Eu paguei 50 NZD por diaria. 16/05/14 De manhã fui para a Sky tower e depois fiquei passeando pela queen street que é a principal rua de auckland,fiz umas comprinhas, mas confesso que não achei que valia muito a pena as coisas lá não, talvez em outlet, lojas específicas, mas no geral as coisas em loja são caras. De tarde fiz um city tour. Não achei nada de especial em auckland. Que valia a pena achei só o Michael Joseph Savage Memorial Park, é bem bonito e a sky tower vale a pena. Queria ter uma noção de auckland pelo pouco tempo que eu tinha, mas acabei achando meio desnecessário o city tour. Quase todo mundo tem que passar em Auckland por causa de voo, mas fora isso 1 ou 2 dias tá ótimo. 17/05/14 Eu queria ir de manhã no auckland museum, mas acabei desistindo, fiquei com medo de demorar por conta do meu voo, o ingresso era caro e eu já tinha visto mais de um museu com arte maori, acho que não ia ter muita novidade. Peguei no fim da manhã um onibus para o aeroporto de auckland. Fiz escala no chile. Foi tudo tranquilo, com exceção que a TAM demorou 1h30 para aparecer com minha mala em guarulhos. Na volta o grande inconveniente foi o jetlag, sofri por uns 3 dias acordando 2 da manhã. A diferença de fuso de 15 horas para SP é bem pesada. Para quem quiser fazer umas comprinhas de última hora vindo da NZ, faça-as no Chile, que o duty free é bem mais barato. EU comprei um chocolate lá no chile que eu vi que era metade do preço que custava no duty free do GRU.
  19. 1 ponto
    No centro de Santa Cruz você conseguiria uma cotação melhor que em Sucre,mas no seu caso, como você mesmo já disse, pode ocorrer algo e atrasar, e fora que vocês ainda teriam o gasto com táxi ( Bs 60,00 ) cada trecho ou de ônibus ( Bs 6,00 ) cada trecho. Não sei o seu roteiro, mas caso seja Sucre, Potosí, Uyuni e depois La Paz. Troque o suficiente para o tour em Uyuni e outros despesas, pois depois de Sucre, cotação boa de Reais somente em La Paz. Para outras pessoas que chegarem aqui com dúvida, a melhor cotação de Reais na Bolívia é em Purto Guijarro, fronteira com Corumbá, em seguida Santa Cruz.
  20. 1 ponto
    Lari, show de bola o seu relato, confesso que depois de ver seu relato acho que vou optar pelo trekking de 8 dias
  21. 1 ponto
    Oi Riquão!! Eu fui pro Rio Grande do Norte em janeiro deste ano e aconselho o seguinte: - 03 noites em Pipa - Não deixa de dormir lá!! A vila é muito charmosa, comidinha barata, gente bonita e as praias são paradisíacas. Eu aconselho chegar em Natal e seguir direto pra Pipa de táxi ou transporte público pela Viação Oceano por +ou- R$15 por pessoa. No primeiro dia vocês podem descansar e conhecer a região. No segundo, conhecer as praias da direção norte e terminar o dia vendo o pôr-do-sol em Timbau do Sul... e tem que ser da Creperia!! rs É o pôr-do-sol mais bonito de lá. No terceiro dia, faça o passeio até Sagi, divisa com a Paraíba. Nesse passeio você conhece o Chapadão, Mata estrela, Lagoa da Coca-cola e mais algumas praias que eu não lembro o nome agora, mas que são lindas! - 04 noites em Natal - daí é só fazer o roteiro já planejado mesmo: _Genipabu e Jacumã _MARACAJAÚ e Punaú - não deixa de mergulhar nos parrachos! _Praias do litoral sul (pede para ir até a praia seguinte de Timbau do Sul. Nesse roteiro está incluso o Cajueiro, a Barreira do Inferno, Praia de Búzios, Tabatinga e a Pedra Oca _Galinhos ** _Centro de Natal, o Forte dos Reis Magos... a Praia dos Artistas e do Meio, nos passeios anteriores, vocês vão passar várias vezes por elas. Ah, não deixem de almoçar no Mangai!! Muito boa a comida. ** Depois que eu sai de Natal, segui viagem até São Miguel do Gostoso e quando estava lá, fiz um passeio de buggy, pela praia, até Galinhos. Passeio INESQUECÍVEL! Hospedagem: Pipa Hostel em Pipa (ameeei esse hostel) e no Lua Cheia em Natal. Mas como você vai com a sua noiva, talvez vocês queiram uma pousadinha... mas eu recomendo os dois!! Principalmente o Pipa Hostel. Aah... em São Miguel eu me hospedei no Albergue da Jangada... valeu muito à pena!! Bem... espero ter ajudado um pouquinho!! Vocês vão se apaixonar pelo RN!! Beijos!
  22. 1 ponto
    Olá. Viajar sozinho é um desfio e tanto pra quem nunca fez isso.No primeiro momento pode parecer tedioso mas podem acreditar não é. Passei um ano com vontade de ir pra europa mas não tinha parceiros, então criei coragem e comprei minha passagem e fui... E foi maravilhoso.Concordo com os outros tópicos é realmente um estado de espirito e no albergue é quase impossivel não arrumar alguem pra conversar e sair.Tá todo mundo com o mesmo pensamento de fazer amizades e conhecer coisas novas. Passei 40 dias pela europa fiz mais alguns amigos pelo mundo e já tô arrumando minha mochila pra próxima. Mas minha dica mesmo principalmente para as garotas é que mesmo que o abergue não seja lá estas coisas fique bem localizada.Com transporte perto, mercado, fármacia estas coisas... Faça um roteiro antes pra não perder muito tempo procurando lugares e pontos onde quer visitar. Quando estamos em grupo não temos tempo pra observar as coias, as pessoas, os comportamentos... Por exemplo na Bélgica mesmo fiquei no quarto com uma muculmana muito doida e quando saiamos e tava na hora dela "rezar"....não importa onde estavamos na rua ou dentro do metro tinha que descer ela pegava seu tapetinho, ajoelhava e mandava ver...E eu ficava esperando ela acabar pra voltarmos ao passeio.Muito louco mesmo. Resumindo...Planejem, criem coragem e divirtam se que viajar é bom d+. Fiquem na paz.
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