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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 17-04-2020 em todas áreas

  1. MORRO CHAPÉU DE SOL Primeira pernada de 2015. Nada melhor para iniciar o ano montanhístico do que uma jornada a um lugar pouco conhecido, pouco frequentado e ainda não visitado... Caminhar na região de transição entre as Serras do Ibitiraquire e da Graciosa é sempre uma aventura de responsabilidade e recompensas. Envolve boas doses de conhecimento de orientação além de abnegação e resiliência contra os diversos infortúnios, especialmente no verão. Além do calor intenso, que exige um abastecimento de água muito além do normal, mosquitos e butucas gigantes parecem saídos de filmes de ficção
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  2. Oi pessoal, como vocês estão? Espero que todos bem no meio desse caos. Então, vamos direto ao assunto. Sabem aqueles vídeos no youtube que os vlogueiros sempre falam sobre como viajar de graça, mas nunca explicam como fazer? E, quando fazem, são só dicas soltas? Pois bem, depois de muuuuuito ir atrás, eu descobri uma playlist de uma X9 desse método. A menina é realmente boa, mesmo que a edição dos vídeos seja ainda meio iniciante. Mas esse não é o foco, não é mesmo? O conteúdo é ótimo. Foi graças a ele que eu consegui nunca mais pagar passagem nenhuma de avião no Brasil e que minha passagem de
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  3. Olá tudo bem? É o meu primeiro tópico aqui e achei muito interessante o fórum. Pois bem: eu sempre tive o sonho de conhecer o mundo viajando a pé, de sair da vida repetitiva e conhecer oque o mundo tem a mostrar. Já vi relatos de pessoas que viajaram por grandes distâncias a pé, passando por vários obstáculos e relevos como montanhas e grandes florestas. Esse "atravessar florestas e montanhas" me atrai muito, sempre fui amante da natureza, é assim que penso em viajar se possível. Bem, além das pernas , oque eu preciso mais para realizar esse sonho? Sei que preciso de muito preparo f
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  4. Se você se preparar bem, e viajar ciente do frio e das limitações que o inverno impõe no seu roteiro, e fizer um roteiro adequado ao frio, dá para aproveitar e se divertir bastante também no inverno. Mas pessoalmente eu tentaria deixar as passagens em aberto, sem marcar uma data agora e nem nos próximos 2 ou 3 meses, pois por mais que a pior fase tiver passado, mesmo lá por novembro/dezembro, ainda pode existir algum tipo de restrição ou quarentena obrigatória para estrangeiros. Pessoalmente eu deixaria a data da viagem em aberto neste momento, e deixaria para marcar uma data lá por
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  5. Tô com a mesma ideia p fazer a mesma coisa, era p ter começado na semana que começou a quarentena, tava tudo pronto mas n deu por causa da pandemia, sou de Guarulhos-SP, ia ir pra São Vicente e passar pelo litoral de SP fazendo uns trabalhos voluntários, trocando trampo por estadia nos hostel e usando o couchsurfing, depois subir pro Rio e ir subindo pro Nordeste no mesmo esquema, ganhando dinheiro nas viagem. Bora?
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  6. @poiuy é uma situação totalmente atípica essa de agora. Tenho quase certeza de que os governos vão socorrer as áereas, senão a maioria vai falir. E aí o que acontece? Ninguém mais voa? É inconcebível. Bem, pelo menos acho que é. Nesse mundo de hoje não da pra afirmar mais nada...
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  7. Pelo que eu sei, esta questão ainda está meio confusa... A regra sempre foi considerar 1 ano a partir da data da compra, mas parece que a Medida Provisória que o governo publicou a algumas semanas, alterou esta regra até o final de 2020 para considerar a data da viagem. Como são muitas alterações e problemas para as companhias resolverem de uma hora para a outra, e cada país com regras diferentes, parece que algumas empresas ainda estavam considerando a data da compra e não a da viagem. Imagine a situação da Air China, ou outra grande companhia internacional, que tem voos para
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  8. Pois é... com essa situação agora está tudo imprevisível. Vou ter que revisar todos os preços e talvez precise juntar uma grana a mais pq realmente já está bem desatualizado. Estou vendo se faço um trecho do nordeste de carro com um amigo que mora em fortaleza, mas o restante do caminho vou ter que me virar mesmo. Obrigado pelas dicas Stanlley!
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  9. Bom dia, Alisson. Estou me programando para fazer a Estrada Real no final de Maio/2020. Mochila nas costas, pé na estrada, dormindo em barraca, fazendo a própria comida ou comendo e dormindo na casa de alguém (ou hostels) em troca de serviços (rsrsrsrs novidade...). Sairei de Diamantina/MG até Paraty/RJ, aproximadamente 1340km, porém será mais que isso, pois, irei sair um pouco da rota para visitar parques, cachoeiras ou algum outro atrativo (de preferência gratuito). De Paraty/RJ irei para Angra dos Reis/RJ e Ilha Grande/RJ. Seguindo a viagem sabática, continuar descendo pelo litoral n
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  10. Em relação a barracas leves e compactas para trekking ou montanhismo. Eu já tive usei as seguintes barracas: 1 - Nepal - Azteq 2- Minipack - Azteq 3- Hiby 2/3 - Naturehike A Nepal eu usei com um amigo no Trekking Huayhuash. O local tem ventos moderados a intensos e baixa temperatura - A barraca se saiu bem no quesito regulação térmica e resistência a ventos. O espaço interno é bom para duas pessoas que querem economizar peso e sacrificar um pouco do conforto. As duas portas laterais são muito práticas para duas pessoas terem mobilidade independente de invadir o espaço um do
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  11. Lembrando II, a Cota agora tem com varetas em alumínio, para uma (Cota1) ou duas (Cota2) pessoas. Mais leves... mas ainda deixam a desejar se comparadas as tendas disponíveis na gringolândia.
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  12. Salve! Lembrando que com algumas upgrades (espeques e varetas de alumínio) é possível reduzir o peso das Cota 2 e Super Esquilo em cerca de meio quilo, sem gastar muito $$. No mais, boas barracas. Só o peso e volume mesmo que incomodam mesmo.
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  13. Felizmente para a Trilhas & Rumos e infelizmente para nós já se vai 1 década em que ela mantém a supremacia no mercado em se tratando de marcas nacionais (mesmo as barracas sendo produzidas na China) de uma mesma categoria de uso: três estações, qualidade e faixa de preço, onde ela praticamente só compete com ela mesma, vide: Super Esquilo 2 e Cota 2. Ambas para 2 pessoas, quase o mesmo peso, dimensões equivalentes, coluna d’água iguais e preços similares. [mostrar-esconder] [/mostrar-esconder]Minha Super Esquilo já pegou muita água e vento e não posso me queixar do seu desempenho pel
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  14. Olá Michel, Creio que sobre a Cota 2 já me manifestei... Em termos de resistência ela é superior, mas + pesada. Apesar disso o custo x benefício dela ainda é excelente. Se for optar entre as Azteq (Nepal ou Minipack) eu optaria pela Nepal. Os motivos já enunciei NESTE TÓPICO/POST Reforço ainda o que o Sandro bem lembrou sobre o aspecto MONTAGEM. As barracas de vareta única padecem de maior chance de problemas durante a montagem numa ventania num topo de morro. Ainda assim tem muita gente que as "adora" e usa nessas condições sem relatar problemas. Abraço!
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  15. Se você vai comprar no Brasil as opções são poucas, tirando a Manaslu que é bem mais cara não me lembro de nenhuma outra parecida com a configuração da Cota 2. Mas se for comprar fora do Brasil, aí tem várias barracas melhores e pelo mesmo preço. http://www.mochileiros.com/equipamentos-de-camping-e-aventura-comprando-fora-do-pais-t53007.html http://www.mochileiros.com/barracas-importadas-t12943.html Boa sorte!
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  16. Ma média/alta montanha brasileira ou "estrangeira"?!?!? As barracas "estrangeiras" (as não vendidas por aqui, pois hoje quase tudo é feito "no estrangeiro") p/ média/alta monanha são para 4.000 m pra cima! Feitas pra aguentar ventos fortes e neve. No Brasil as montanhas tem altura de 2.500 m, algumas poucas mais que isso, e tirando o Pico da Neblina nenhuma acima de 3.000 m. Se não for pra usar nos Andes, Himalaia, patagônia, etc... a Nepal quebra maior galho. Só saber montar e achar um lugarzinho mais protegido... mas se quer uma que aguente ventos fortes mesmo tem que ser a Manaslu. Mas
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  17. Olá Heitor, Perdoe mas só vi hoje seu post... Então, o fato da barraca ser autoportante ou não não interfere tanto em relação à resistência aos ventos como a correta fixação dos espeques. Uma barraca montada corretamente, bem estaqueada, com os cordeletes devidamente esticados, mesmo não sendo autoportante dificilmente irá te incomodar em situações de vento em alta montanha. Deve-se lembrar que qualquer barraca exposta a ventos muitos fortes, acima de 50 Km/h, como um vendaval, poderá sofrer danos, mesmo encontrando-se bem montada. Obviamente as autoportantes, por contarem com uma estr
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