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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 21-05-2020 em todas áreas

  1. 1 ponto
    Olá gente! Nem acredito que chegou a minha hora de deixar um relato de viagem haha eu pesquisei muito aqui nesse fórum e uma das grandes razões da viagem ter saído do papel e eu ter feito o meu primeiro mochilão sozinha foi as informações que encontrei por aqui. Primeiramente, a base da minha viagem foi o relato da @appriim que está completinho nesse link aqui. Encontrei ela aqui no Mochileiros e no fim somos da mesma cidade e temos vários amigos em comum (e em breve espero que saia o encontro pessoalmente né Ana? haha) Fiz algumas alterações porque eu tinha alguns dias a mais que ela, então segue abaixo uma visão geral do meu roteiro e depois nos comentários vou escrevendo dia a dia. 17/12/2019 - Florianópolis > Ushuaia 18/12/2019 - Ushuaia - Carimbei o passaporte, comprei o ônibus para Punta Arenas e fiquei andando na cidade sem rumo 19/12/2019 - Ushuaia - Passeio na Pinguinera + Canal Beagle e trilha no Glaciar Martial 20/12/2019 - Ushuaia - Laguna Esmeralda 21/12/2019 - Ushuaia - descanso e andei pela cidade sem rumo de novo 22/12/2019 - Ushuaia deslocamento > Punta Arenas - 12h de ônibus durante o dia 23/12/2019 - Punta Arenas - fiz o câmbio e andei pela cidade, pela orla, fui ao mirante e cemitério as 17h peguei o ônibus para > Puerto Natales - 3h 24/12/2019 - Puerto Natales - Aluguei um carro com o pessoal do hostel e fomos até o Parque Torres del Paine, fazendo o "Full Day" que vende em agências de forma privada 25/12/2019 - Puerto Natales - Descanso 26/12/2019 - Puerto Natales - Trilha Base de Torres del Paine 27/12/2019 - Puerto Natales deslocamento > El Calafate - 7h de ônibus durante o dia 28/12/2019 - El Calafate - Laguna Niemez, Lago Argentino e andei pela cidade 29/12/2019 - El Calafate - Mini Trekking no Glaciar Perito Moreno 30/12/2019 - El Calafate deslocamento > El Chalten - 3h de ônibus saindo as 8h 31/12/2019 - El Chalten - Laguna de los Três / Fitz Roy 01/01/2020 - El Chalten - Descanso 02/01/2020 - El Chalten - Chorrillo Del Salto 03/01/2020 - El Chalten - Mirador de Los Condores e Las Aguilas 04/01/2020 - El Chalten - Laguna Torres / Cerro Torre 05/01/2020 - El Chalten - Madre e Hija 06/01/2020 - El Chalten - Descanso 07/01/2020 - El Chalten deslocamento > El Calafate - 3h de ônibus, saindo as 8h, andei sem rumo pela cidade 08/01/2020 - El Calafate - Lago Argentino, andei pela cidade e meu voo saiu as 19:30h para Buenos Aires > Florianópolis 09/01/2020 - Chegada em Florianópolis Gastos aproximados: DESLOCAMENTO: R$ 3.000,00 R$ 2.139,00 passagem aérea Aerolíneas Argentinas | Ida: Floripa > Buenos Aires > Ushuaia | Volta: El Calafate > Buenos Aires > Floripa R$ 180,00 entre taxi, uber, transfer aos lugares R$ 530,00 deslocamentos de ônibus R$ 135,00 aluguel de carro por 1 dia em Puerto Natales (o carro foi dividido em 4 pessoas) HOSPEDAGEM: R$ 1.280,00 Ushuaia: ANTARCTICA HOSTEL Punta Arenas: HOSTEL ENTRE VIENTOS Puerto Natales: WE ARE PATAGONIA BACKPACKERS (pagamento em dólar estamos isentos de 19% do imposto) El Calafate: FOLK HOSTEL El Chalten: LO DE TRIVI El Calafate: FOLK SUITS Reservas feitas pelo Booking e HostelWorld PASSEIOS: R$ 1.650,00 Mini Trekking Perito Moreno - R$ 700,00 - comprado no Brasil valor com cartão de crédito e IOF Pinguinera + Canal Beagle - R$ 742,00 - pago no Brasil valor com cartão de crédito e IOF | observação importante: se fazer a caminhada com os Pinguins em Punta Arenas é metade do preço e rola reservar lá mesmo no próprio hostel pro dia seguinte. Entrada Parque Torres del Paine - R$ 185,00 (paguei o preço de 2019 ainda) ALIMENTAÇÃO: R$ 1.200,00 (tem mercado, cerveja, vinho e alfajor nessa conta haha) BAR: R$ 200,00 (isso são os extras dos dias que fui pro bar e só consumi álcool) SEGURO VIAGEM: R$ 215,00 TOTAL GASTO R$ 8.000,00 (contando souvenir, extras que eu possa ter esquecido de anotar e etc) Conversões realizadas: 1 real > 13,60 pesos argentinos (Aeroporto Ezeiza de Buenos Aires) 1 real > 185 pesos chilenos (Casa de Câmbio em Punta Arenas) 1 real > 16 pesos argentinos (Restaurante Casimiro em El Calafate) Fiz umas outras conversões zoadas porque tive perrengue de dinheiro que conto depois hahah mas essas três foram as principais que acho que vale citar. TOTAL QUE GASTEI EFETIVAMENTE: R$ 8.900,00 (perdi R$ 900,00 por um golpe na conversão do câmbio no Banco do Aeroporto Ezeiza, eu dei R$ 3.200,00 e eles me converteram como se eu tivesse trocando R$ 2.300,00, fui perceber só agora que já estava no Brasil, foi falta de atenção minha como recém mochileira que achava que tinha pensado em todos os detalhes, só que não... 💔💔) Aos poucos vou contando aqui sobre a viagem dia-a-dia, ah eu também fui postando tudo no meu Instagram (@anavoando), os stories estão salvos no destaques e fui escrevendo no feed também. Ah, leiam o post da Ana que citei lá no começo, eu li e reli um milhão de vezes e ela dá várias dias ótimas!! Espero que gostem! Continuarei aos poucos, Ana Caroline
  2. 1 ponto
    Muito bem redigido, fez-me recordar de minha viagem ao Peru no ano passado. A Foi uma pena não terem conhecido o Monastério de Santa Catalina, é cheio de histórias e uma visão dos costumes, funcionava como uma pequena cidade. Arequipa é para os brasileiros uma cidade subestimada e quase não há relatos sobre ela. Ollantaytambo todos só passam e vale e muito pernoitar e passar uma manhã antes de seguir para Aguas Calientes, ou na volta. Belíssimas fotos.
  3. 1 ponto
    @Evelyze Na minha opinião, viajar com pet acaba sendo mais um incômodo do que uma situaçao de bem estar. Primeiro porque os locais que aceitam pet sao minoria, entao voce ja se esbarra na dificuldade em encontrar esses tipos de lugares. Daí tem a questao de onde deixar o pet caso voce queira fazer alguma atividade no qual nao possa levar o dog, e quando for ver/fazer algo onde ele tambem nao possa ir? Tem a questao tambem do transporte/deslocamento. Dependendo do tamanho do animal pode ser possivel levar no aviao, mas e nos deslocamentos via onibus? Entao acho melhor voce se preocupar com quem deixar o animal do que se preocupar com ele durante a viagem. A questao do trampo durante a viagem é outro ponto "complicado". A gente vê na net relato de pessoas que conseguem um emprego, outros que conseguem fazer uma troca (tipo trabalhar um periodo do dia em troca de um cama), outros conseguem trabalhar so pela net, etc... Eu tirei um ano sabático há alguns anos e antes de sair de casa tinha esses mesmos pensamentos, arrumar um trampo em lugares diferentes ou ate mesmo investir em midas digitais (instagram, youtube, etc..) pra levantar uma grana e ficar mais tempo na estrada. Só que à medida que fui conhecendo os lugares vi que as coisas nao sao simples assim. Se voce for viajar só aqui pelo Brasil ok, voce pode ate conseguir algum bico de forma menos dificil, mas se voce sair do Brasil tem a questao do visto que ti permita trabalhar. Aqui na America do Sul pode ser menos complicado voce arrumar um trampo "ilegal", mas caso voce vá para Europa ou outros países desenvolvidos a primeira coisa que o empregador vai perguntar é se voce tem um visto que ti permita trabalhar, caso contrario vai ser bem difícil conseguir alguma coisa. O empregador nao vai querer arrumar problema com as autoridades. E se mesmo assim voce conseguir alguma coisa na ilegalidade, muito provavelmente sera um sub emprego, daqueles que nem os locais querem fazer. Sobre investir em midias digitais é algo que demanda tempo. Voce realmente tem que estar disposta a passar uma parte do seu dia por conta disso. Na minha RTW eu tinha esses planos mas eu saia cedo pra bater perna na rua, ia fazer diversas atividades e so voltava a noite. Muita das vezes eu saia a noite pra festas, bares ou ate mesmo estava cansado e nao tinha disposiçao pra mexer com fotos/videos. Entao o que quero dizer é se voce for fazer uma viagem curta talvez nao valha a pena perder tempo com isso, será melhor gastar o tempo aproveitando de fato a viagem. Caso você pretenda fazer uma viagem de longa duraçao talvez compense dedicar um tempo para isso. Mas a principal dica é: pesquise muito sobre os locais que pretende visitar, faça um roteiro pra ter uma noçao dos gastos e leve consigo pelo menos uns 30% a mais para os imprevistos que surgirão pelo caminho. Seja realista, quando fizer o roteiro e chegar num valor de X reais, nao saia de casa com X-20%, ou 30% achando que pelo caminho voce vai conseguir essa diferença. Pode ser que de fato voce consiga se virar, mas se tratando de uma mochileira de primeira viagem, a probabilidade de voce gastar mais no inicio da viagem e ter que voltar mais cedo pra casa é enorme. Boa sorte!
  4. 1 ponto
    Parece que o governo vai comprar fatias das aereas brasileiras, pra não falirem estou vendo algumas noticias deste segmento, previsões são cruéis, acho que viajar para fora do país e até mesmo pegar aviões internamente, será, infelizmente cada vez mais para algumas castas da nossa sociedade turismo rural, próximo das cidades aonde residimos, virá com força.
  5. 1 ponto
    Acho que esse esquema de viajar voluntário não é uma boa pra você, por serem viagens mais curtas, como o colega acima falou, e por você ter uma fonte de renda que permite trabalhar durante a viagem. Vale mais a pena você fazer o seu trabalho e pagar a hospedagem com essa grana, pois é um trabalho muito mais valorizado. A melhor coisa a fazer é aproveitar a sua flexibilidade, em viagens curtas o maior custo é o deslocamento, principalmente se for aéreo, então como você tem flexibilidade pode ficar de olho nas promoções de passagens (apesar de não sabermos se teremos muitas no pós-pandemia). Não fique com a cabeça presa em algum destino que você queira, aproveite o que vier de promoção. Você tendo um lugar de confiança para deixar os doguinhos eles não vão ser empecilho, a minha eu deixo na casa dos meus pais, costumo viajar até uns 20 dias. Ela se adapta muito bem na rotina, nos primeiros dias ela fica esperando eu voltar mas depois acostuma, então não se preocupe que eles ficam bem. E sobre essa questão que você disse que o medo te impede de seguir em frente, é perfeitamente normal e humano ter medo sempre que a gente decide fazer alguma coisa diferente, todo processo de mudança envolve medo. A questão é que você tem que fazer mesmo com medo, e não ficar esperando o medo passar. Se não nunca acontece nada de interessante na vida
  6. 1 ponto
    @feoliveiraa Mas você está pensando em cotação do Brasil?Peso colombiano não tem boa cotação por aqui por ser a Colômbia muito pobre e não fazer comércio com o país.Na época em que fui via a cotação no site do aeroporto de Bogotá e era muito melhor ter levado real e trocado tudo lá. Fiz bobagem em levar dólar,pois se soubesse que o real ia se valorizar com o golpe (2016) teria levado só ele,é jamais pagaria IOF.Se bem que se advinhasse teria ido a Europa naquela época, pois o euro valia 3,70 e pensava estar caro.
  7. 1 ponto
    Oi @Evelyze, tudo bem? Para aproveitar melhor a experiência do Worldpackers, "eu" iria somente se tivesse mais tempo de viagem. Você irá ficar presa a uma tarefa.. e talvez não consiga aproveitar o lugar como gostaria. Sugiro fazer uma lista dos lugares que queira visitar e coloque no papel a média de gastos dos viajantes. E a Patagônia Chilena, é caro, tudo la é caro.. rs Porém Outubro é o mês final do inverno "eu acho", como não é temporada, pode ser que as coisas sejam um pouco mais baratas.. Sobre a motivação, viajar é viciante.. ansiedade acaba gerando o medo e isso é normal! A velha frase clichê cai bem nessas horas.. "se der medo, vai com medo mesmo".
  8. 1 ponto
    Boa tarde, eu sou do interior de SP e tenho total interesse em ir também. Vocês tem algum grupo no whatsapp para irmos conversando?
  9. 1 ponto
    @D FABIANO É uma cultura cheia de crenças e mistérios. O que mais nos atrai são as questões com o tempo, com a cosmologia, com Pachamama. Também a organização com plantio e colheita e a impressionante arquitetura. Mas tem muita coisa que não é dita. O império inca também foi um "colonizador", exerceu uma dominação sob outros povos, cobrando impostos, dominando territórios, tinham uma pegada capitalista selvagem e escravocrata. Em Cusco vimos muitos guias contando só a parte boa da história, os inegáveis avanços para a época, os cultos, a beleza, os hábitos, as vestes, os rituais. Tudo muito lindo. Mas sempre tem o outro lado.
  10. 1 ponto
    Parte 2 Sitios Arqueológicos de Cusco Para visitar os sítios arqueológicos, é essencial não fazer de Cusco um local de breve passagem. O contrário do que fizemos. Cusco era das últimas paradas de uma viagem de mais de vinte dias iniciada em Santiago, no Chile. O número reduzido de dias e o cansaço nos impediram o mergulho tão necessário numa cultura que exige de nós, dedicação, estudo, memória, atenção, energia, paciência. E o sempre rei, precioso, maior reverenciado dos incas: tempo. Tínhamos pouco e, assim, tivemos que fazer um passeio que nos levou para os sítios Sacsayhuamán, Q’enqo, Pukapukara e Tambomachay, todos numa tarde. Fizemos desse jeito porque era nossa única opção, mas jamais faríamos novamente. É preciso tempo para entender o próprio tempo inca. Dentro de cada sítio, é primordial sentir o tamanho e a grandiosidade de uma civilização que prezava tanto pelo equilíbrio. E isso não é nem a metade de um belíssimo circuito que traceja os passos, ainda que com inúmeras incertezas, de um povo primoroso e genial. Qorikancha é o sítio arqueológico no centro de Cusco, que, para ser visitado, é preciso pagar a entrada separada do Convento Santo Domingo, construído em cima do Templo, como a maioria das construções pós-Império Inca. E por ser ali, é o mais cheio. Uma fila de mais de 40 minutos do lado de fora e pessoas saindo infelizes pelo excesso de gente. Optamos por não visitá-lo. Seguimos para um museu subterrâneo ali ao lado, que contava um pouco da cultura inca. Pouca estrutura, bastante história. As construções incas são arrebatadoras. A altura das paredes, o esmero dos encaixes das pedras e a energia dos lugares são sempre muito impressionantes. Acredita-se que Sacsayhuamán foi uma fortaleza, com rochas inacreditáveis de até cinco metros de altura. De lá, pode-se ver a cidade de Cusco inteira. Dizem que há até um túnel que a conecta a Qorikancha, onde muitas pessoas entraram e nunca mais saíram. Conta-se também que ali eram realizadas as cerimônias de passagem de ano, sempre com o sacrifício de um animal à meia-noite, quando o coração era arrancado com o bicho ainda vivo. Se continuasse a bater do lado de fora, era a profecia de um ano próspero. As histórias dos sítios arqueológicos são inúmeras, algumas com a probabilidade comprovada pela ciência e pelos anos de estudos de arqueólogos, outras com tamanha força do imaginário coletivo que acaba dando sentido ao, muitas vezes, inexplicável. Q’enqo pertence ao Vale Sagrado dos Incas. Um labirinto, um observatório do céu, um anfiteatro, um templo. A genialidade inca surpreende a cada segundo. A incidência de sol sobre uma rocha em determinada época do ano indica tempo de colheita. Uma pedra imensa lapidada dentro de uma caverna com a temperatura bem abaixo da externa, com passagens de ar e calhas de água nos cantos, minuciosamente planejadas, explicaria o local onde eram realizadas as cerimônias de mumificação, o sacrifício de homens e animais, e até, alguns acreditam, as primeiras tentativas de cirurgia na Terra. A facilidade com que se une espiritualidade e a lógica da natureza é das lições mais preciosas, tão óbvia para os povos indígenas e tão brutalmente ignorada pela modernidade. Pukapukara, a Fortaleza Vermelha. Uma espécie de forte militar, com vista panorâmica das entradas para Cusco. Conta-se que, devido às divisões de salas, o local teria sido uma alfândega, por onde pessoas e produtos passavam e eram taxados. A altura, os arredores com muito verde e a luz do sol ali são tão grandiosos quanto a precisão das pedras. Um instante de olhos fechados e o transporte para outra era é imediato. O inevitável é pensar que a necessidade burocrática e a hierarquia resultante dela são, de fato, intrínsecas ao homem. Algo triste, pois o caminho para a selvageria do capitalismo é evidente. É pura realidade que “a vida só pode ser compreendida, olhando-se para trás; mas só pode ser vivida, olhando-se para frente”. Mas, quando a história já foi vivida e contada, qual é a nossa desculpa? Tambomachay é conhecido como o templo das águas. Um sistema sofisticado de aquedutos canaliza águas que correm há mais de 25km de distância, com tantas perguntas sem respostas que só resta ao povo a crença na obviedade do milagre. Embora a água da fonte, proibida ao toque, fique próxima às mãos, a promessa de juventude eterna desagua diante dos olhos e segue seu curso, na tentativa de eternizar, assim, uma natureza que tanto clama pela sobrevivência. E jamais aquele que, incansável, a dilacera. Fato é que a sagacidade inca transformou um povo numa civilização moderna. Água em abundância, plantio inteligente, precisão arquitetônica, leitura apurada da natureza, crença na ancestralidade, certeza de que não estamos sozinhos por aqui. O Condor, animal sagrado que fazia a conexão com o mundo dos deuses, acima de nós; a Puma, símbolo de força e sabedoria do mundo dos vivos, tal qual o próprio formato da cidade de Cusco; e a Serpente, representação do infinito e, portanto, do mundo dos mortos, fazem da trilogia inca, encontrada em quase todos os sítios, a compreensão humana do indecifrável aos olhos. PS: Ao chegarmos em Cusco, a primeira coisa que fizemos foi comprar o Boleto Turístico del Cusco, entrada para os sítios arqueológicos, algo completamente essencial. Não há como comprar na entrada dos sítios. Em alguns, é possível adquirir a entrada unitária, que é muito mais cara. Mas a maioria exige o Boleto (ou pelo menos exigia em 2018). instagram.com/trip_se_
  11. 1 ponto
    Nossa viagem começou no final de dezembro, para passar a virada do ano no Ceará, em Icaraí de Amontada, carinhosamente chamada de Icaraizinho, um pequeno vilarejo a 200km de Fortaleza, destino de muito amante do kitesurf, por seus ventos perfeitos pro esporte. A vila é tranquila, as ruas são de pedra, o que dá um charme a mais e a praia é extensa, de mar calmo e morno. O aeroporto mais próximo de Icaraí de Amontada é o de Fortaleza. De lá, é possível pegar um transfer (cerca de 2 horas e meia de viagem, em torno de 400 reais) ou um ônibus para Amontada (cerca de 4 horas de viagem, 25,45 reais com a empresa Fretcar). Optamos por seguir de ônibus. A viagem foi super tranquila e passamos por paisagens lindas, principalmente na região de Tururu. Chegando em Amontada, fomos de carona para Icaraizinho (cerca de 50 minutos). Alugamos uma casa por 5 dias, o que foi uma excelente escolha. A localização era ótima, a 100m da praia, com uma área verde cheia de árvores frutíferas e palmeiras que bailavam no vento. Uma delícia total. Ainda fizemos uma fogueira, que rendeu muitos churrascos de frutos do mar. Às noites, o céu estrelado e o silêncio davam uma sensação de calmaria. Icaraizinho é um desses lugares que te permite se perder no tempo. Tudo é tão tranquilo que a impressão que temos é de que o tempo passa diferente e isso é uma maravilha para quem gosta de viagens para se desligar um pouco de tudo. Além de curtir a praia e principalmente o mar-piscina, há uma série de passeios lindíssimos para descobrir por lá. Próximo a Icaraizinho, tem a Lagoa das Flexeiras, ou Lagoinha, um paraíso de água doce cercado de muito verde. Há alguns barzinhos simples e rústicos que servem cerveja, peixe frito, batata e outros petiscos. Maravilhoso passar a tarde nesse lugar. Eles colocam redes na lagoa para quem gosta de relaxar na água. Um dos passeios mais famosos da região é assistir ao pôr do sol nas dunas do chamado Lençóis Cearenses. O lugar é realmente mágico. Uma paisagem belíssima e um pôr do sol inesquecível. Alguns guias oferecem esse passeio por cerca de 350 reais. O passeio leva o dia todo e deve ser feito num 4X4. Começa pela praia, passa pelas antenas aeólicas nas dunas de Moitas, pega uma estrada coroada de lindos coqueiros e faz uma primeira parada à beira rio para fotos e para ver os barcos de ostras que atracam por ali. Apesar da vista linda pro rio, essa parada não tem nada demais, assim como a segunda parada, num restaurante super cheio, feito para receber grupos turísticos, caro e com um serviço péssimo. Resolvemos pedir só uma água de côco, que para piorar, estava quente. A terceira parada é no alto da duna, com vista e mergulho no rio. Ali você se vê diante da imensidão e da soberania da natureza. A última parada é também no alto de outra duna, com vista para a ferradura do rio, bem onde o sol se põe. É por ali, a creca de 30 minutos de carro, o cemitério mais lindo que já vimos na vida. As lápides ficam na areia, de frente pro mar, lugar perfeito para o “descanso eterno”. 5 dias foi tempo suficiente para curtir esse paraíso cearense. Para sair de Icaraizinho, pegamos um transfer até Amontada (150 reais o carro) e de lá o ônibus da Fretcar na linha Amontada-Fortaleza, por R$22,40, de onde seguimos para Pernambuco, rumo às ladeiras de Olinda. Do que não gostamos: Um transporte comum em Icaraizinho são as carroças de boi. Sabemos que faz parte da cultura e do meio de sobrevivência e trabalho local, mas dá dó ver os bichos magros, com sede, se arrastando pelas ruas de pedra. Muitos são mal tratados, o que é de cortar o coração. Muita gente anda de carro e moto na areia da praia. Um hábito terrível que provoca danos à natureza e perigo a todos que estão curtindo a praia. Para comer: Vila Icaraí - é uma pousada super aconchegante e charmosa. O bar da pousada é aberto também para quem não está hospedado lá e oferece opções deliciosas de sanduíches, que você come à beira da piscina. O preço é muito bom, o atendimento excelente e os drinks são ótimos. Restaurante Hibisco - é o restaurante que muita gente indica. Fomos 2 vezes. Na primeira comemos um camarão com leite de côco gostoso e bem servido. Da segunda vez optamos pelo PF e não foi uma boa escolha. A comida chegou fria e sem nenhum tempero. É caro para o que serve. Papaya Beach - de frente pro mar, o bar é um grande lounge. Cervejas, drinks e petiscos. Música alta, mas uma opção para quem está na praia e quer tomar um goró e curtir o pôr do sol atrás das aeólicas. Posto 1 - mais um barzinho em frente ao mar. Tem cerveja, caipirinhas e um bolinho de arroz com calabresa muito gostoso. O preço é bem bom. Horários dos Ônibus: Fortaleza-Amontada Amontada-Fortaleza instagram.com/trip_se_
  12. 1 ponto
    Olá, me chamo Igor, tenho 23 anos e sou do RJ. Procuro companhia para mochilão roots, pela America do sul. Pretendo ir quando as fronteiras abrirem e o corona vírus tiver mais controlado. Serie bem roots mesmo, pedindo carona, acampando, trabalhando em hostel, gastando quase nada. Pretendo ficar 3 meses podendo aumentar ou diminuir esse tempo. Se alguém tiver interessado chama whats. Podemos combinar a viagem. 24 999948101
  13. 1 ponto
    Em 2019, voltei à Manaus para trabalhar por uma semana e consegui esticar o fim de semana e então me aventurei à fazer as Anavilhanas por minha conta, escapando dos hotéis de selva (como o Anavilhanas Lodge e o Mirante do Gavião). Afinal, quase quatro mil para um pacote individual está longe léguas do meu orçamento. Então minha viagem foi no modelo econômico. O Parque Nacional de Anavilhanas foi criado em 2008, antes a área era classificada como unidade de conservação por um decreto de 1981. 70% do parque está localizado em sua maioria em Novo Airão, distante aproximadamente 180 Km de Manaus, foi criado com o objetivo de preservação do arquipélago fluvial, um dos maiores do mundo, com mais de 400 ilhas e 60 lagos, em uma área de mais de 3.500Km2. No início de novembro, o rio ainda estava na seca, ou baixa, que vai de setembro a fevereiro. Foi minha primeira vez na amazônia nesse período: anteriormente eu havia ido em 2005 em abril e em 2017 em junho, ambas na cheia , que vai de março a agosto. São paisagens distintas e dessa vez as praias tiveram seu charme. Mas, pensando bem, ainda prefiro a cheia, com seus igapós e pode ser impressão, mas a luz é mais interessante, além dos espelhos d'água tornarem a paisagem um tanto mais atraentes que na seca. Então vamos à logística... Para chegar à Novo Airão você tem algumas opções: ônibus que sai do terminal rodoviário de Manaus cujo trajeto leva 6 horas (acho que vai parando em todas as cidadezinhas do caminho), alugar um carro (não viável no meu caso, porque o custo x benefício era alto já que eu estava sozinha), pagar um transfer pela pousada (também não viável pelo preço de 360 pratas cada trecho) ou encarar o taxi lotação, que foi o meu caso, que custou R$60/trecho e eu tive a maior sorte, ao chegar no ponto estava saindo um carro e tinha uma vaga. Nessa modalidade são duas horas e meia. O ponto fica na Avenida Cirilo Neves (acesso à Ponte Rio Negro), do outro lado do Supermercado CO, tem um placa indicando Sindicato de Taxi de Novo Airão (tel.: 92 99428-0595). Os carros vão saindo conforme fecham as quatro vagas. Eu fui com um motorista muito fofucho chamado Roney, que me deixou na porta da pousada. Na volta, marcamos um horário e ele já esquematizou um horário e um outro motorista também foi me buscar. Fiquei hospedada na Pousada Bela Vista, que reservei pelo whatsapp (92 99229-6667), que é super bem localizada na beira do rio, em uma área um pouco mais alta, mas com acesso direto ao rio negro (e como estava na baixa, à praia). Os quartos são simples, mas são limpos, tem ar condicionado, frigobar, chuveiro forte e uma café da manhã bem gostoso. A piscina é bem legal também (e eu raramente uso), mas é uma excelente opção para o fim da tarde, acompanhada de uma cervejinha e o bar tem uma opção variada delas. A própria pousada disponibiliza os passeios em parceria com um agência, que são caros caso não consiga dar a sorte de entrar em algum grupo, que normalmente são formados de casais e cada barco tem capacidade para quatro pessoas. Eu dei sorte, porque no dia que cheguei havia um casal na recepção fechando o passeio do dia seguinte com um filho de 12 anos e eu consegui me encaixar como o quarto integrante. Para uma pessoa sozinha pagar R$1.300 pelo passeio inteiro, sai super caro. Fizemos o passeio completo, com parada para banho em um praia de areias clarinhas no meio do rio, visitando as Grutas do Madadá com caminhada na mata com um guia local que foi mostrando esconderijos das taturanas, o segredo das plantas medicinais utilizadas pela população, depois seguimos para as ruínas de Airão Velho (e ao sair pegamos um senhor temporal com raios cruzando o céu em uma quantidade de meter medo). Em seguida fomos até o Parque Nacional do Jaú, onde ficamos na base esperando o temporal passar. No caminho de volta paramos em um local que só é possível na baixa, para ver os petróglifos (gravuras rupestres gravadas em rochas). Eu, particularmente, achei o passeio meio cansativo e acho que teria gostado mais de fazer o de meio período, mas não sei se vão aos mesmo lugares. O que mais gostei foi da parada nas ruínas. Fotograficamente foi meio frustrante: aquele lugar merecia um espetacular pôr do sol. Eu passei duas noites lá e achei super suficiente. No dia da chegada eu jantei na pousada, cujo restaurante é bem bom. Na noite seguinte eu fui à uma hamburgueria bonitinha perto da pousada, chamada Saloon do Alex, que tinha uma comidinha boa, cerveja gelada e rock rolando no som ambiente. Na manhã seguinte, o dia do meu retorno, eu fui até o flutuante dos botos (aproximadamente uns 500 metro da pousada), mas estava fechado por um problema com a tempestade do dia anterior. Fiquei chateada, porque eu tinha que retornar à Manaus e não pude fotografar os lindos botos cor de rosa. Assim, da próxima vez que eu for à Manaus, vou ser obrigada a dar uma nova esticada à Novo Airão, espero que na cheia. Para ver o post completo e as fotos: https://www.flaviamoreirafotografia.com/manaus e no instagram: lugaresfotogenicos
  14. 1 ponto
    GENTEEE...KKK .., É pra deixar fogueira acessa perto da barraca pra espantar animais ou não ? (claro que com segurança)...meu medo é porco do mato...
  15. 1 ponto
    Visitei o Amazonas em Junho/2015 depois de muitos anos esperando a melhor oportunidade para viajar pra lá, tentando combinar férias com a melhor época do ano. Acabou dando certo. Pesquisei bastante na internet e aqui no Mochileiros porque eu queria que essa viagem fosse especial, por ser o grande sonho da minha vida conhecer a Amazônia. Eu estava fugindo daqueles pacotes turísticos padrões que não te permitem viver uma experiência original nos lugar. O que eu achei na net foram hotéis de selva caríssimos, luxuosos, com pacotes padrões ou agencias mais em conta que levavam os turistas para locais próximo à Manaus mas que deixavam muito a desejar visto os diversos depoimentos que li por aí. Pesquisei bastante e acabei descobrindo a Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Mamirauá aqui mesmo no mochileiros – uma menina postou um relato dizendo que tinha visto uma reportagem sobre o lugar e acabou procurando mais pra visitar. Eu só tenho a agradecer essa pessoa que não sei nem mais onde está o relato dela aqui no fórum – mas se ela ler esse meu post, queria dizer muito obrigada! Foi a melhor experiência de viagem que tive na minha vida (e olha que já viajei bastante por aí!). Bom, então vamos lá. Chegamos em Manaus, ficamos dois dias. Deu pra conhecer o centro histórico, mercado municipal, alguns museus e o encontro das águas. Dois dias são suficientes em Manaus. O tempo restante que você tiver invista em passar mais tempo na floresta. Depois disso, pegamos um voo regional da azul para Tefé que fica a 500km de avião de Manaus, em direção à fronteira com a Colombia, bem no meio da Amazonia. De lá, pega-se um taxi até o porto de Tefé e um voadeira (barco pequeno) até a Reserva – dá mais ou menos 40 minutos até a Pousada Casa do Caboclo que foi onde ficamos. A Pousada fica numa comunidade na beira do rio Japurá dentro da Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Mamirauá. É uma pousada gerida pelo casal Ruth e Choca. A comunidade é bem pequena e familiar – quase todos lá são da mesma família. Nessa reserva, há muitas pesquisas sendo realizadas pelos pesquisadores do Instituto Mamirauá, vem muito pesquisador de fora estudar a fauna e flora, muitas espécies são endêmicas na região. A Pousada é simples mas muuuuuito aconchegante. Dormimos em um quarto sem paredes, apenas com telas. E o mais legal disso tudo é que, como a pousada fica na beira da mata, dá pra ouvir todos os sons da floresta durante a noite, uma experiência muito legal! A Ruth é quem cozinha e prepara as refeições pra gente. Tudo fresco e muito gostoso, me senti sendo cuidada pela minha mãe. Inclusive, no primeiro dia cheguei lá passando mal porque tinha comido um sanduiche com maionese estragada no dia anterior. Tive uma intoxicação alimentar brava e ela fez chá, sopas, me deu remédio, cuidou de mim igual filha. Sou muito grata a ela porque fiquei muito preocupada em perder um dia na floresta porque estava passando mal, mas acabou dando tudo certo e melhorei bem rápido! O Choca é quem levou a gente para os passeios. É incrível como eles conhecem aquele lugar. Fizemos muitos passeios nos 4 dias que ficamos lá. Como fomos na época da cheia, a maioria deles fizemos de canoa. Passeamos por dentro da floresta, vimos muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuita fauna silvestre, muuuuuuuuuuitos macacos, de várias espécies, inclusive o macaco uacari, uma espécie endêmica de lá e difícil de ver. Vimos araras ameaçadas de extinção que não se vê mais em lugar nenhum, bicho preguiça, tamanduá, muitas espécies de aves, muitas árvores amazônicas, e muuuuuuitos botos soltos, livres, silvestres de verdade (diferente dos relatos que li no Mochileiros da visita aos botos próximo à Manaus, uma verdadeira judiação com os animais…). Em um dos dias fomos fazer a focagem de jacaré noturna e foi muito legal também, só a gente, a lua e o rio. E alguns jacarés! hahah Também fomos assistir o nascer e o pôr do sol, e em um dos dias acordamos de madrugada para ver o céu e as estrelas. Engraçado, mas a gente não presta atenção nessas coisas no dia a dia. E como ver o sol, o céu e as estrelas pode ser tão especial! Na Amazônia foi mais fantástico ainda. O Choca foi nosso guia, nos levou pra ver tudo, parando pacientemente para tirarmos fotos, respondia todas nossas perguntas, ele conhece tudo por lá. E o legal é que foi uma viagem ‘vip’, só eu e meu marido nos passeios guiados por ele. Inclusive, ele nos levou em duas plataformas de observação construídas por uma TV japonesa que tinha ido lá algumas semanas antes da nossa visita fazer um documentário sobre a Amazônia. Foi muito legal subir na plataforma e ver a copa das árvores de lá. Eu voltei de lá com uma sensação de pertencimento muito grande em relação ao meu país, de orgulho por ter o privilégio de ter a Amazônia no meu país e com a sensação de querer compartilhar a experiência com todos. Eu acho que se todos os brasileiros visitassem a Amazônia, conseguiríamos aumentar a consciência e a preservação desse importante bioma. A minha viagem só foi especial por que eu conheci a Amazônia de verdade, investi um pouco mais de tempo pra ir em uma reserva sustentável longe de Manaus, onde há conservação, utilização de recursos naturais de forma consciente, uma comunidade engajada em crescer sustentavelmente, preservando e defendendo o local onde vive. E mais do que isso, a Ruth e o Choca são pessoas muito especiais e tornaram a nossa experiência única. Eu tenho muito a agradecer a eles. Quem quiser conhecer a Amazônia de verdade, eu recomendo fortemente que vocês visitem Mamirauá. Um dos principais guias de viagem do planeta (Lonely Planet) elegeu Mamirauá como o melhor lugar para se conhecer a Amazonia e eu concordo. Eu e meu marido ficamos 4 dias inteiros na pousada com a Ruth e o Choca e gastamos um dia pra ir e mais um dia pra voltar (1 hora de voo, mas só tem voo no meio do dia). O site da pousada é www.pousadacasadocaboclo.com Os preços incluem todas as despesas desde a chegada em Tefé até o retorno para o aeroporto – hospedagem, transfers, alimentação e passeois. Pretendo voltar em breve para conhecer a Amazônia na época de seca!
  16. 1 ponto
    Li esse post e me interessei muuuuuuuuuuuuuito por conhecer esse local. Então entrei em contato com a pousada para ter maiores informações de tudo, e me decepcionei um pouco com o preço das diárias, que é de "R$ 470,00 por pessoa + R$ 10,00 por pessoa de Contribuição Comunitário, para fins de melhoria na comunidade". Pretendia passar uns 6 dias por lá, mas por 3 mil reais está fora do budget de um mochileiro. Isso dá um pouco a impressão que a onda de "gourmetização" das coisas chegou também nas pousadas no interior da Amazônia. Estive pesquisando também outras opções de hospedagem, mas na cidade de Tefé, ou seja, fora da reserva. Vi uma opção chamada "Pousada Multicultura", se não me engano administrada por europeus, com um quarto duplo custando 85 reais de diária. Estou orçando também os passeios na região para ter uma ideia geral dos custos, mas acho que se hospedar nesse local cabe mais no bolso de quem quer mochilar. Se alguém quiser essas informações de preços dos passeios pergunte por aqui que encaminho a resposta que a pousada me passar. Aliás, pretendo ir para lá no início da estação seca. Por volta de junho, talvez julho. Se alguém quiser também ir nessas datas é só avisar.
  17. 1 ponto
    É, interessante, com certeza eu me sentiria mais seguro se pudesse andar armado, dormir com uma arma ao lado é outro nível de despreocupação! Mas como não podemos, durmo com uma faca ao lado, rs
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