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Exibindo conteúdo com a maior reputação em 12-06-2020 em todas áreas

  1. 2 pontos
    Chegar ao topo de uma montanha ou se refrescar em uma cachoeira isolada na natureza é algo que todo bom aventureiro deseja. Esse é o objetivo que muitos amantes das atividades outdoor tem buscado para relaxar corpo e mente e apesar de proporcionar experiências incríveis e inesquecíveis, essa busca pode ser muito perigosa, uma vez que acidentes podem acontecer. E se, de repente, toda essa alegria virar medo ao se deparar com uma cobra venenosa? E se o pior acontecer, você for picado por essa cobra, o que fazer? Esse post irá trazer algumas respostas importantes para essas e outras perguntas, além de situações vividas por mim e alguns colegas de aventura, confere ai: - Dei de cara com uma cobra, o que fazer? - Antes de tudo, mantenha a calma. Sei que para a maioria não é tão simples assim mas não entrar em pânico e evitar movimentos bruscos são atitudes corretas para esses momentos. - Agora que conseguiu manter a calma, se afaste lentamente e procure ficar a uma distância segura e deixar que ela siga o seu caminho, na maioria das vezes é isso que vai acontecer caso a cobra não se sinta ameaçada. - Jamais toque na serpente. É melhor tratar toda cobra como venenosa e não correr esse risco desnecessário. Independentemente de conter veneno, uma picada pode ser muito dolorosa e gerar infecção. - Fiz tudo isso e a cobra continua no mesmo lugar, e agora? - Em nenhuma hipótese provoque a serpente jogando pedras, cutucando com algum objeto ou até mesmo batendo o pé, isso irá soar como uma ameaça e pode terminar em um acidente. - Se for possível mude sua rota, faça um caminho diferente. Lembre-se, somos visitantes nesses ambientes e devemos ter o máximo de respeito. - Se o caminho for muito apertado e não tiver outra saída, terá que fazer o seguinte: - Procure um galho firme e que garanta uma distância segura e faça movimentos leves para que a cobra se desloque. Possivelmente isso irá resolver seu problema. - O pior aconteceu, fui picado, o que devo fazer? - Em primeiro lugar, mantenha a calma(mais uma vez, rsrsr). A maioria das cobras não são venenosas, portanto a chance de você ter sido picado por uma cobra não venenosa é maior do que o contrário. - Outro alívio é que, mesmo a cobra sendo venenosa, nem sempre os acidentes são letais. Não adiante entrar em desespero, isso irá complicar muito a sua situação. - Estando calmo, agora é o momento de realizar os primeiros socorros e procurar o mais rápido possível um serviço médico. Lembre-se que a vítima não pode se locomover com os próprios meios, isso fará o veneno se espalhar mais rápido. O que NÃO fazer: Não faça sucção do veneno Não faça torniquete ou garrote Não jogue pó de café, álcool ou qualquer outra substância no ferimento O que fazer: Lave o local com água e sabão Mantenha-se hidratado Procure o atendimento médico mais próximo - Se gosta de atividades outdoor, se previna, evite acidentes: - Antes de realizar qualquer atividade ao ar livre, faça um planejamento e isso inclui saber qual estabelecimento médico mais próximo e que atenda a esse tipo de acidente. - Sempre utilize equipamentos apropriados para cada situação. No caso do trekking, seguem algumas dicas: Utilize calçados fechados e calça comprida. Se for um local conhecido por ter bastante cobra, utilize botas de cano alto e calças mais resistentes; Sempre que for utilizar as mãos para se apoiar, preste muita atenção; Mantenha-se sempre alerta para possíveis encontros indesejados; Ao armar sua barraca, procure limpar ao redor. As cobras podem estar escondidas em folhas ou gravetos ou até procurar alimentos nesses lugares; Jamais deixe sua barraca aberta. Além de cobras, outros animais peçonhentos podem entrar e você não vai querer que isso aconteça. E pra finalizar esse post vou contar uma das experiências que tive com serpentes: Ao iniciar a trilha para o Vale do Pati, na chapada diamantina, subindo a serra do ramalho, me deparei com uma Cascavel e como ela estava próximo a folhas secas não a identifiquei antes de dar o último passo em sua direção, foi quando se sentiu ameaçada e quase um acidente acontece. Nesse momento procurei tomar as medidas indicadas acima. Me afastei lentamente e imediatamente a linda Cascavel seguiu o seu caminho. Foi um encontro assustador e ao mesmo tempo incrível. Foi demais poder ficar tão perto de uma cobra tão linda e ao mesmo tempo assustadora. Cada um seguiu o seu caminho e nossas histórias continuaram. E você, já teve um encontro inesperado assim? Conta ai pra gente... Gostou das dicas? Tem algo que poderia contribuir para nosso aprendizado? Vamos lá, o objetivo desse post é que os aventureiros tenham mais segurança e evitem sempre os acidentes. É curtir a natureza com maior prudência para que essa história dure muitos anos. "Da natureza nada se tira além de fotos, nada se deixa além de pegadas e nada se leva além de lembranças" Instagram - @denis.reis Segue um post sobre um tema muito intessante....
  2. 2 pontos
    Olá a todos! Vim aqui relatar a viagem que fiz sozinho neste incrível país que é o Equador. Ao total foram 11 dias, entre 19 e 30/01/2020. Eu foquei em conhecer a região do país conhecida como Avenida dos Vulcões, indo de Quito até Cuenca. Gostei muito dos lugares que fui, e recomendo para todo mundo! ROTEIRO Dia 0: (19/01/20) – Voo noturno SP – Quito Dia 1: (20/01/20) – Quito – Mitad del Mundo e centro histórico Dia 2: (21/01/20) – Quito – Centro histórico Dia 3: (22/01/20) – Quilotoa (desde Quito) Dia 4: (23/01/20) – Cotopaxi – noite em Latacunga Dia 5: (24/01/20) – Baños – Casa del Árbol Dia 6: (25/01/20) – Baños – Bike pela Ruta de las cascadas até o Pailón del Diablo Dia 7: (26/01/20) – Riobamba Dia 8: (27/01/20) – Riobamba: Chimborazo Dia 9: (28/01/20) – Riobamba – Cuenca Dia 10: (29/01/20) – Cuenca – Parque Nacional Cajas Dia 11: (30/01/20) – Cuenca de dia, voo a noite DICAS GERAIS Dinheiro: O Equador usa o dólar como moeda oficial, o que facilita bastante a viagem pois não é necessário realizar mais um câmbio do dólar para a moeda local. Apesar da conversão desfavorável do dólar para o real, o Equador é sim um país muito barato! Para estes 11 dias, eu gastei um total de 420 USD lá no Equador. Passagens aéreas: Eu peguei o voo direto de São Paulo para Quito, que é operado pela Gol. Para esta passagem, paguei R$ 1800,00. O voo sai de São Paulo às 19h e chega em Quito às 23h. Para a volta, ele partiu de Quito 00h30 e chegou em São Paulo 08h20. Para voltar de Cuenca para Quito, optei por voar para não perder um dia de viagem. Este voo foi da Latam, e custou R$ 123,00. Foram incríveis 35 min de voo. Ônibus: Fiz todas as viagens pelo país de ônibus (com exceção do trecho Cuenca – Quito, para voltar). De maneira geral, os ônibus no Equador são muito bons e baratos. Quase que a totalidade das viagens custaram entre US$ 2 e 2,50. A passagem mais cara foi entre Riobamba e Cuenca, US$ 8,00 para 6h de viagem. Não é preciso comprar as passagens de ônibus com antecedência, geralmente ou se compra na rodoviária na hora, ou até se paga dentro do ônibus. Não tive nenhum problema com falta de assentos. Nos ônibus sempre há música tocando, ou algum filme de ação passando, e com vários vendedores de comida em cada parada, o que torna as viagens interessantes. Hospedagens: Em geral, os hostels no Equador custam de 6 a 10 USD, podendo ter ou não café da manhã incluso. Estes foram os lugares que me hospedei: Quito: El Patio Hostel Latacunga: Hotel Rosita Baños: Papachos Hostel Riobamba: Hostel Villa Bonita Cuenca: Selina Hostel Comida: Refeições no Equador também são baratas. Pode-se solicitar nos restaurantes o menu “almuerzo”, que contém uma sopa de entrada, um prato principal e um suco por um valor entre US$ 2,5 – 5, que irá satisfazer bastante a fome após as trilhas e caminhadas pelas cidades. Clima: Na época de janeiro fez frio, calor, tempo seco e chuva, então é preciso estar preparado para tudo hahaha. Mas de maneira geral, com a altitude o clima é mais frio, então um casaco e uma jaqueta corta-vento/chuva são muito bem vindos. Em Baños estava bastante calor, então a bermuda foi bem-vinda por lá. Acredito que as temperaturas tenham variado entre 5 e 26°. RESUMO GERAL DOS ATRATIVOS: QUITO: Centro histórico, Mitad del Mundo, Teleférico e vulcão Pichincha (não fui nesses por causa do mal tempo). LATACUNGA: Quilotoa, uma lagoa na cratara de um vulcão, e o Cotopaxi, o vulcão mais icônico do Equador. BAÑOS: É a cidade dos esportes de aventura do Equador (rafting, bungee jumping, etc). Fui para a Casa del Árbol (balanço do fim do mundo), a Rota das Cascadas até o Pailón del Diablo de bicicleta, e os banhos termais “Termas de la virgen”. RIOBAMBA: A cidade fica ao lado do vulcão Chimborazo, o mais alto do Equador. Não fui, mas também me recomendaram muito a trilha de 2 dias para a Laguna Amarilla, no vulcão El Altar. CUENCA: A cidade mais linda do Equador, com um centro histórico incrível. Também fica ao lado do Parque Nacional Cajas, que merece a visita. DIA A DIA: Dia 0: (19/01/20) – Voo SP – Quito O voo da GOL de São Paulo para Quito leva em torno de 6h. Cheguei lá as 23h, e peguei um taxi para o meu hostel. O valor da corrida era tabelado em US$ 25,00, com certeza o preço mais abusivo de toda a viagem. Por causa do horário, acho que compensou, porém acredito que exista também ônibus para o centro. Me hospedei no bairro La Mariscal, o bairro bohêmio de Quito. Ele é bom para caminhar, com diversas opções de bares e restaurantes a noite. Porém, acredito que teria sido bem mais prático estar em um hostel já no centro histórico de Quito. Falam que lá, porém, é mais perigoso para se caminhar a noite. Dia 1: (20/01/20) – Mitad de Mundo e Centro Histórico Quito tem algumas linhas de ônibus, no estilo BRT, que funcionam muito bem. Paga-se US$ 0,25 pela passagem na estação, e a linha é quase como um “metrô” de ônibus. Todas elas só têm 2 sentidos: Sul ou Norte (Quito é estreita e comprida). Caminhei até a linha que possui como final à norte a estação Ofelia. Chegando lá, é só tomar o ônibus “Mitad del mundo” e descer na frente do museu. Este custou US$ 0,15 (atenção, este não é o ponto final! Peça para o cobrador avisar quando descer). O parque do monumento “Mitad del Mundo” é famoso por ser considerado o local em que a Linha do Equador passa. Ele custa entre 5 e 10 dólares, se me lembro bem. Lá estão diversos museus, experimentos de ciências, e o famoso monumento com a linha do Equador. Também existem diversos restaurantes com bons preços por lá. É um passeio de umas 3h para visitar tudo. De lá, tomei os ônibus de volta, e desci na estação que fica no centro de Quito. O centro histórico é bem bonito, e caminhando pode-se conhecer muita coisa interessante! Ao final da tarde uma tempestade chegou. Fiquei ilhado no mercado municipal, que já estava fechando. Voltei ao hostel e jantei pelo bairro La Mariscal. Monumento Mitad del Mundo e a linha do Equador. Sentado entre o norte e o sul! Vista desde o topo do monumento. Centro histórico de Quito. Plaza de la Independencia (Plaza Grande) no centro histórico de Quito. Dia 2: (21/01/20): Centro Histórico de Quito O meu plano neste dia era subir o teleférico de Quito, e lá de cima fazer a trilha até o cume do vulcão Rucu Pichincha. O dia, porém, amanheceu bastante nublado. Não me dando por vencido, peguei um ônibus até a base do teleférico (~0,20 dólares), e de lá um táxi subindo a montanha até sua entrada (1,00 USD). Chegando na entrada, a neblina estava muito intensa, e não era possível ver nada, o que dirá 1000 m acima, numa altitude de 4000 m, onde o teleférico sobe. A moça dos ingressos me informou que era até perigoso subir o Rucu Pichincha. Eu então desisti de subir o teleférico. Porém, fica a recomendação, caso o dia esteja limpo. Os ingressos custam 8,00 USD. Além da neblina, o resto do dia ficou inteiro chovendo, então foi bom eu ter desistido hahah. Peguei um taxi até o centro da cidade, pois havia um Free Walking Tour que iria começar 10h30, que ainda havia tempo para eu participar. O tour durou por volta de 3h, e achei bastante razoável. Acho que, porém, aproveitaria mais caminhando sozinho. O tour que realizei foi o do Community Hostel. Após o tour, fui até a Basílica de Quito, onde é possível subir até o topo das torres por 2,00 USD. Achei muito legal, as escadas são muito íngremes e a vista é incrível de toda a cidade. A torre fecha as 16h30, então é preciso chegar lá antes disso. Essa basílica é conhecida por ser a “Notre Dame” de Quito. Um dia para visitar o centro de Quito é suficiente. Seria possível ir também até o Panecillo, outro mirante na cidade, mas achei que não seria necessário após subir a catedral. Calle La Ronda, uma das ruas mais famosas do centro de Quito. Ao fundo, a Basílica do Voto Nacional. Quito ou Paris? Rumo às torres da igreja. Vista de todo o centro histórico de Quito, e do mirante do Panecillo. Escadas nada íngremes. Dia 3: (22/01/20) – Quilotoa Minha recomendação é dormir uma noite antes em Latacunga para visitar o Quilotoa. Eu fiz um bate-volta desde Quito, e achei que seria muito melhor ter ido a partir de Latacunga. Porém, não me planejei muito bem e já tinha reservado mais uma noite no hostel em Quito. Bom, saí do hostel as 06:00 e tomei o ônibus até a estação final à Sul, Quitumbre. Este percurso levou cerca de 1h, desde La Mariscal, já é longe então. A estação Quitumbre é a rodoviária de Quito (Terminal Terrestre, em espanhol). De lá, peguei um ônibus até Latacunga, que levou cerca de 1h30. De Latacunga, é preciso pegar mais um ônibus até Quilotoa. Ele irá parar bem próximo à lagoa, e demora pouco mais de 1h para chegar. No ônibus conheci 2 colombianos e 1 espanhola. Nós fizemos o passeio juntos. Chegando em Quilotoa, uma desagradável surpresa: muita neblina e garoa, com direito à fotos expectativa x realidade hahaha. Nada como um bom perrengue. Almoçamos por lá para esperar o tempo melhorar: não melhorou. Nos falaram que a dica para não pegar neblina alguma é ir super cedo, o que não fizemos. Mas, descendo a trilha até o lago, a neblina melhoraria, pois as nuvens não baixam na cratera. E foi o que fizemos! Descer levou cerca de meia hora, e foi possível avistar a linda lagoa! Descemos até a água, tiramos várias fotos, e depois subimos. A subida é íngreme, mas não achei tão terrível quanto li por aí. Certamente vale a pena descer até a água. Levamos cerca de 45 min para subir. Pegamos o ônibus de volta para Latacunga, e depois voltei para Quito. Os outros, espertos, ficaram em Latacunga! Combinei de ir com eles ao Cotopaxi no dia seguinte, e nos encontrar as 08:30! Ou seja, tive que madrugar dia seguinte também... Cheguei no hostel as 22h este dia, após jantar um KFC ao lado do ponto de ônibus. Expectativa... Realidade kkkk Descendo ainda estava com cara de Silent Hill. Eis que deu para ver a lagoa! Companheiros de perrengue. É possível andar de caiaque nas águas do Quilotoa. Exercício para subir. Na subida teve até um arco-íris! Dia 4: (23/01/20) – Cotopaxi Saí do hostel às 4h45 da manhã com novamente com destino a Latacunga. Desta vez, já levei minha mochila. Como era muito cedo, os ônibus ainda não estavam passando, então tomei um Uber até Quitumbre por 5,00 dólares (durante o dia seria 10,00). Consegui chegar às 07:30 em Latacunga, e andei até o Hotel Rosita, onde os colombianos estavam. O café da manhã lá custou 2,00 é era muuito bem servido, recomendo. Ao final, acabei me hospedando lá no fim do dia. Saiu mais caro que um hostel, 12 USD, porém pude ter uma boa noite de sono em um quarto privativo após tanto madrugar. Após o café da manhã, nos destinamos ao parque do Cotopaxi. Nós fechamos um jipe desde Latacunga por 30,00 USD cada. O motorista era o próprio dono do hotel. Acredito que se tivéssemos ido até a portaria do parque de ônibus e de lá tomado um jipe, teria sido bem mais barato (e é totalmente possível), mas também estava ok o preço, considerando a comodidade. Em revanche ao dia anterior, desta vez o tempo estava perfeito, e o Cotopaxi estava sem nuvem alguma! Após algumas paradas para fotografias, chegamos de carro até o estacionamento, e então subimos andando até o Refúgio (4864 m). De lá, continuamos subindo até o glaciar do vulcão (5100 m). Nesta altitude já era bem mais difícil caminhar. Na altura do primeiro refúgio já havia neve, porém ela só é completa aos 5100 m, onde é necessário estar com grampos nos pés para subir. Eu até considerei realizar o passeio de 2 dias para subir até o cume do Cotopaxi, mas como estava com poucos dias para me aclimatar na altitude, e o passeio é um tanto caro, decidi deixar para uma próxima viagem. Após descermos até o carro, fomos até um lago com diversos pássaros, e até o museu do parque. Por fim, nosso guia nos levou para almoçar em um restaurante na estrada em que o almuerzo era 5,00 USD. A vista do restaurante para o Cotopaxi era incrível! Valeu muito a pena. Descansamos o resto do dia, e a noite jantamos por Latacunga. Cotopaxi com o clima perfeito! Gigantesco! Vulcão com lhama? Por isso que o Equador não desaponta! A partir do estacionamento, começa a caminhada. Chegando no Refúgio José Rivas, 4864 m de altitude. Rumo ao glaciar, até os 5100 m de altitude! O glaciar! A partir daqui, só com equipamentos especiais para caminhar. Almoçar com essa vista é chato. Simpática lhama equatoriana. Dia 5: (24/01/20) – Baños – Casa del Árbol Pela manhã tomei novamente o café da manhã reforçado do Hotel Rosita, e então tomei o ônibus para a cidade de Baños. Desde Latacunga não há ônibus direto, então foi preciso trocar de ônibus na cidade de Ambato, uma baldeação super tranquila. A viagem foi super rápida (o Equador é muito pequeno hahah). Do ônibus já foi possível observar as montanhas arborizadas que cercam Baños, rios de corredeiras rápidas, e o vulcão Tungurahua, todas as paisagens de Baños. Assim que cheguei, fui andando até o hostel Papachos, que fica bem localizado ao final da cidade. Deixei minha mochila e troquei de roupa: em Baños estava bem quente! A cidade é bem pequena e movimentada com turistas, por todos os lados há agências de turismo e aluguéis de bicicletas. Dei uma volta a pé e comi um clássico almuerzo. As 16h peguei o último ônibus até a Casa del Árbol, o ponto turístico mais conhecido de Baños. O ponto de ônibus era bem próximo ao meu hostel, e os horários dos ônibus são bem definidos, vale a pena prestar atenção, pois o último era as 16h. Cada trecho da viagem custou 1 USD. Chegar até lá levou mais ou menos 40 min, e na viagem o ônibus vai subindo o tempo todo a montanha, muito alto! Eu sei que é possível subir e descer até lá andando, porém preferi o ônibus mesmo. Chegando ao topo, é preciso pagar uma entrada para a área da Casa del Árbol (1 USD). A casa na árvore é famosa pelos seus 2 balanços, o balanço do fim do mundo! Achei muito divertido, porque lá tem um pessoal que fica empurrando os balanços muito forte, é bastante intenso kkk. Recomendo ir para a fila dos balanços assim que chegar, porque depois a fila só cresceu e era impossível ir de novo. Mas também é muito engraçado ver os caras empurrando as outras pessoas. Lá é possível subir na casa da arvore também, apreciar o precipício de 2700 m de altitude, e, se der sorte com as nuvens, ver o vulcão Tungurahua ao fundo. Tive alguns momentos de sorte! Também tem uma lanchonete e uma tirolesa lá em cima, no geral é um bom lugar para passar o tempo. O ônibus desceu às 18h, e foi tempo suficiente para ficar lá em cima e aproveitar todo o passeio. Recomendo levar um casaco lá para cima, porque no fim do dia o tempo muda bastante, e faz frio. A famosa casa na árvore. Um pouco de diversão no passeio! Eles levam a sério a questão de empurrar o balanço hahaha! O vulcão Tungurahua deu as caras! Dia 6: (25/01/20) – Baños – Ruta de las cascadas Este foi o dia de realizar o segundo passeio mais famoso de Baños: alugar uma bicicleta pedalar os 20 kms da Ruta de las Cascadas (rota das cachoeiras) até a cachoeira mais famosa do Equador: o Pailón del Diablo. Peguei uma recomendação de agência de aluguel de bicicletas no hostel, mas chegando lá, todas as bicicletas estavam todas esgotadas (boatos que aquelas são as melhores bicicletas, se não me engano a agência se chama Wonderful). As bicicletas em todos os lugares que vi custam 5,00 USD o aluguel. Me levaram para outra agência, e lá conheci uma chinesa, com quem fiz todo o passeio. Junto com a bicicleta, as agências também dão capacete, material para trocar a câmara de pneu, corrente para amarrar a bicicleta e uma mochilinha com tudo isso. Recomendo testar fortemente a bicicleta antes para ver se as marchas e freios estão todos ok. Eu testei bastante a minha, mas tive um grande perrengue. Após a primeira grande decida (uns 3 kms), a corrente da minha bike arrebentou. Tive que voltar até a agência para trocar a bicicleta. Por sorte consegui carona em uma caminhonete para subir até a cidade, se não o perrengue teria sido muito maior! O caminho é basicamente só decida, então é muito fácil. Ele segue pela pista da rodovia, mas não há nenhum problema nisso, é bastante tranquilo. Em vários momentos, quando há algum túnel, há um desvio para bicicletas pela direita, contornando a montanha por fora do túnel, o que faz o passeio ser bastante seguro. Pela rota é possível ir apreciando várias cachoeiras e o rio lá abaixo. Há várias opções de tirolesas no caminho, mas não fomos em nenhuma. Ao final do passeio, chegamos ao Pailón del Diablo. Ele possui duas entradas. A primeira entrada leva ao topo da cachoeira, e a segunda é uma trilha que desce até sua base. Escolhemos ir na segunda. Amarramos as bicicletas na entrada e descemos a trilha pela floresta. É uma descida razoável, deve ter 1 km. Lá embaixo é preciso pagar a entrada para a cachoeira (2 USD). Dica: vá com roupa que possa molhar! A água da cachoeira é tão forte que encharca qualquer um! É muito divertido. É possível seguir o caminho e se rastejar por uma caverna para chegar atrás da queda d’água, é uma aventura! Também há uma famosa escada de pedra lá, que não faço ideia de como que foi construída. De baixo é possível ver toda a queda d’água. Saindo do parque, é possível desviar para uma ponte suspensa, e ter uma visão de longe do lugar. Após subir a trilha, almoçamos em um dos diversos restaurantes que tem na estrada, na entrada do parque. Os preços são sempre os mesmos, e a comida era bem boa. Ouvi falar que se continuar pedalando pela estrada principal, após o Pailón, há mais uma cascata em que é possível nadar. Porém, como já estávamos muito molhados, decidimos voltar. Para voltar ao centro de Baños, não é preciso ir pedalando. Diversos caminhões levam todo mundo e as bicicletas por apenas 2 USD, e vale super a pena (a volta seria uma grande subida). Uma das várias cachoeiras do caminho. Um dos desvios para as bicicletas, pela direita do túnel. A trilha para o Pailón del Diablo é pela floresta. Esse chuveiro tem pouca água. As escadas do Pailón del Diablo. Para chegar atrás da queda d'água é preciso se aventurar. Será que molha para chegar atrás da cachoeira? De banho tomado. Pailón del Diablo e a ponte suspensa. A volta de quem não encara pedalar na subida. De volta à cidade, aproveitei para descansar o resto da tarde. A noite decidi ir a uma das grandes atrações da cidade, os banhos termais! A final, o nome da cidade não é Baños por acaso (o nome correto é Baños de Água Santa, melhor ainda!). A terma da cidade (Termas de la Virgen) fecha pela tarde, e reabre as 18h. Ela fica localizada próxima à entrada da cidade, ao lado de uma cachoeira que é visível de toda a cidade. Essa cachoeira se chama Cabellera de la Virgen. A entrada para as termas custou 4,00 USD. É preciso ter uma touca de banho, e os hostels geralmente têm para emprestar, mas se você não levar, é possível comprar lá nas termas também. Lá há cabines para se trocar, e há um guarda volumes, então não há preocupações em onde você vai deixar sua mochila. São dois andares de piscinas termais. No superior, que é onde está o guarda-volumes, há uma piscina quente (38°C) e uma de água fria. A de água quente fica muito lotada, mas é bem divertido, porque é ocupada por vários equatorianos locais e suas famílias. No andar de baixo há toda uma atração especial. Lá está a piscina de água mais quente (44°C)! Parece que você está dentro do vulcão, porque cada movimento dói hahah o ideal é ficar parado na água, que assim fica suportável. Para revezar, há uma piscininha ao lado com a água super gelada, direto da cachoeira (~17°C). É muito divertido trocar entre piscinas, o choque térmico é incrível! Apesar de lotado, achei muito legal a experiência das termas, é um passeio bastante tradicional de Baños, e pessoas de todo o Equador vão para lá desfrutar das águas aquecidas pelo Tungurahua. As famosas termas de Baños, ao lado da cachoeira. Apesar da muvuca, é bem relaxante kkkk essa é a piscina de 38°. A piscina de água quase fervendo, e a banheirinha de águas congelantes para o choque térmico. Dia 7: (26/01/20) – Riobamba Após uma manhã preguiçosa, tomei um ônibus de Baños rumo à Riobamba. A viagem novamente foi bem rápida. A cidade de Riobamba é famosa por estar aos pés do vulcão Chimborazo, o mais alto do Equador (6267 m). Fiquei no hostel Villabonita e recomendo fortemente esse hostel, ele tem as MELHORES camas de todo o Equador, uma delícia. Além disso, todos os viajantes que conheci depois ficaram nesse hostel e falaram a mesma coisa hahah então o negócio é sério. O hostel fica em um casarão antigo, bem tradicional. Ele tem poucos quartos, e tem café da manhã incluso. Como era domingo, quase tudo na cidade estava fechado, mas depois de um pouco de caminhada consegui achar um lugar para almoçar. Achei a arquitetura da cidade bem bonita, ela é mais antiga e bem preservada. Conheci no hostel uma tailandesa que também queria ir ao Chimborazo no dia seguinte, e combinamos de irmos juntos. Pela noite reencontrei por acaso uma romena que havia conhecido em Quito e que estava ficando no mesmo hostel, e também conheci no hostel um brasileiro, um americano e um polonês. Eles haviam ido até o Chimborazo esse dia, e disseram que o tempo estava perfeito, e que no dia seguinte estaria ainda melhor. Fiquei muito animado com o meu passeio do dia seguinte! Fomos andar pela cidade juntos. O céu abriu e foi possível ver o Chimborazo na distância, enorme! Jantamos pizzas e foi uma noite bem divertida. Arquitetura bem preservada. Ao fundo o Chimborazo e seus 6267 metros. Dia 8: (27/01/20) – Riobamba - Chimborazo Após um reforçado café da manhã no hostel, eu e a tailandesa tomamos um taxi até a rodoviária. De lá nós tomamos um ônibus com destino à Guaranda, e pedimos ao motorista para nos avisar onde era a portaria do parque do Chimborazo. Esse é o jeito mais fácil e barato de chegar ao parque. No ônibus nós conhecemos um casal alemão, o que foi muito legal. Na portaria do parque estão vários jipes que podem levar até o primeiro refúgio (Hermanos Carrel – 4800 m de altitude). É possível subir a pé, mas recomendo pegar um jipe, pois a trilha é bastante longa. Não lembro exatamente o custo, mas creio que tenha sido 10 USD para cada, pois dividimos em 4 pessoas. Deste refúgio seguimos caminhando por uma hora até o próximo refúgio, Whymper (5000 m de altitude). Nesse ponto já havia esfriado, e havia muita neve na trilha. Continuamos subindo 10 min até a última parada, a lagoa Condor Cocha, a 5100 m. A lagoa é feia e marrom, mas a vista do cume do Chimborazo é impressionante, e o tempo estava perfeito. Resolvemos subir mais um pouco, e a vista de cima é ainda melhor! O Chimborazo é realmente impressionante. Descemos até o jipe e voltamos para a portaria. Lá esperamos o próximo ônibus passar na estrada (o pessoal do parque sabe exatamente os horários, então vale a pena perguntar para eles quando o próximo passará). Chegamos em Riobamba esfomeados, deveria ser por volta de 16h. Da estrada era possível ver tanto o Chimborazo quanto o El Altar, um outro vulcão da região que me recomendaram muito ir. Almoçamos ao lado da rodoviária em um restaurante muito bom e barato! De noite, jantei pizza novamente com o pessoal do hostel. Novamente uma noite divertida. Até o primeiro refúgio é possível chegar de jipe. Refúgio Hermanos Carrel. A partir daqui, só caminhando. O próximo refúgio lá em cima. Refúgio Whymper. A subida final até a laguna Condor Cocha. A laguna Condor Cocha e sua água barrenta hahaha. A montanha é que vale a visita. Tem gente que desce do refúgio Hermanos Carrel até a portaria de Bike. A paisagem do parque é bem desértica. O Chimborazo visto da portaria do parque. Dia 9: (28/01/20) – Cuenca Pela manhã peguei um ônibus para Cuenca. Essa foi a viagem mais longa de ônibus que tive (6 horas). Fui junto com um alemão que estava no mesmo hostel que eu, fomos conversando então a viagem passou mais rápido. Chegando em Cuenca, combinamos de ir no dia seguinte até o Parque Nacional Cajas. Fui até meu hostel (Selina Cuenca). Ele era gigante, e com uma decoração toda diferentona, parecia um hotel. Achei muito bom. Cuenca é uma cidade linda, a mais bonita de todas as que fui. Ela é toda arrumada, lembra um pouco a organização de cidades europeias, com um espírito latino americano. Vale a pena ter um dia só para ficar passeando. Pela noite reencontrei a espanhola do Cotopaxi, e junto com dois franceses nós fomos jantar Cuy, o tradicional porquinho da índia andino. A experiência foi peculiar kkkk ele não é muito bom, mas também não é ruim. Construções de Cuenca. Dia 10: (29/01/20) – Cuenca – Parque Nacional Cajas De manhã fui com o alemão, a espanhola e os franceses para o Parque Nacional Cajas, um parque a 4000 m de altitude, com montanhas e lagos, uma paisagem linda! Nós pegamos um táxi até a rodoviária, e de lá um ônibus com direção a Guayaquil. É só pedir para o motorista avisar quando descer, que o ônibus para na portaria do parque. Na recepção, nos registramos (é gratuito), e pegamos algumas informações. Eu e o alemão decidimos fazer a trilha n° 2 e depois a 1, enquanto os outros apenas a trilha n°1. A trilha 2 sobe uma montanha até 4267 m, e é possível ver todo o parque do alto. Já a trilha 1 contorna os lagos pela parte baixa, e é mais tranquila. Achei a trilha 2 um pouquinho puxada para subir, mas recomendo demais essa opção, porque a vista do topo é incrível. Quando chegamos na conexão com a trilha 1, começamos a caminhá-la, porém começou a chover muito, e tivemos que desistir e voltar para o centro de visitantes, que era mais perto do que acabar a trilha. Chegamos encharcados, mas felizes que o passeio tinha sido incrível. Pegamos o ônibus na estrada de volta para Cuenca, e durante a viagem fomos parados pelo exército. Todo mundo do ônibus foi revistado, eles estavam em busca de armas e drogas... uma situação um tanto inusitada e não muito agradável. É preciso dirigir com cuidado para não atropelar as lhamas. Rumo à trilha n° 2 no Cajas! No encontro da trilha 1 com a 2, é preciso atravessar esta floresta muito doida. A trilha n° 2 sobe esta montanha ao fundo. A revista nada agradável do exército. Dia 11: (30/01/20) – Cuenca – Quito – São Paulo Meu último dia no Equador... Encontrei a espanhola pela manhã e aproveitamos para andar um pouco, e subir a torre da catedral principal de Cuenca. A entrada custou 2 USD. De lá é possível ter uma vista de toda a cidade. Achei bacana, mas não totalmente essencial o passeio. Fui também no museu dos chapéus do Panamá. Cuenca é conhecida por ser a cidade desses chapéus, que são equatorianos, e não panamenhos, ao contrário do nome... O museu é basicamente uma loja de chapéus diversos, interessante pelo contexto da cidade. Aproveitei para caminhar pelo resto da cidade, e fui até o mercadão tomar pela última vez um suco de tomate de árbol, o meu favorito da viagem (no Equador dá pra encontrar por todo lugar esse suco. O de amora também é muito comum). Vi que dentro da cidade de Cuenca é possível visitar um sítio arqueológico inca, as ruínas de Pumapungo. Elas ficam dentro de um museu arqueológico, que achei bem simples. As ruínas também não são grande coisa, mas se estiver com tempo sobrando, o passeio é ok. De tarde tomei um uber até o aeroporto, onde peguei um voo de volta à Quito (35 min de voo!). Fiquei no aeroporto mesmo até meu voo noturno para São Paulo. E esse foi o fim da viagem! Os chapéus do Panamá são equatorianos! Vista desde o topo da catedral. O museu dos sombreros, eles levam a sério os tipos de chapéu! A cidade é cortada por um rio muito agradável. As ruínas de Pumapungo. Até nas ruínas incas temos lhamas.
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    Pessoal, bom dia! Estou com 80% de certeza que irei conhecer TDP em Fevereiro/20. Estou pensando em reservar 4 ou 5 dias para conhecê-lo (roteiro W intervertido, com uma parada adicional). Queria saber de vocês se o roteiro está bom, inviável ou precisa de ajustes: (Vou colocar apenas os dias em que ficarei no parque, desprezando a chegada até lá): Dia 01 - chegada no parque de manhã (cedo), deixando material na área de camping em Paine Grande (sem fazer check-in ainda). Subida até o Mirador Grey e Guarderia Glaciar Grey. Retorno até Paine Grande (check-in) e pernoite. Dia 02 - café da manhã saída cedo de Paine Grande (check-out). A parada adicional que falei é (e eu realmente quero incluir no roteiro) no Mirador Pehoe (foto), que acredito ser umas 2h30 de caminhada. De lá retornaríamos para o roteiro W invertido tradicional. Dúvida 1: iríamos até o camping italiano (gratuito), fazendo pernoite (para no dia seguinte subir até o mirador francês e britânico), ou já iríamos nesse mesmo dia? Daria tempo? Se eu fizesse no mesmo dia poderia abdicar de conhecer o britânico (no caso seria uma troca, já que vi o Pehoe mais cedo) Caso pudesse ir no mesmo dia eu deixaria minhas coisas no acampamento italiano (sem me hospedar), subiria, e depois retornaria e tentaria me hospedar no acampamento francês (meia hora de caminhada, mais estrutura). Dia 03 - Subida ao mirador francês e britânico (com pernoite no camping francês) ou percurso para o camping central (com pernoite no camping central). Dia 04 - Percurso para o camping central ou trajeto até o mirador base de las Torres. Caso entre a segunda opção já poderia programar retorno para Punta Arenas no mesmo dia, à noite. Dia 05 - Trajeto até o mirador base de las Torres e retorno para Punta Arenas no mesmo dia, à noite. Esse dia pode ou não ser necessário, conforme explicação acima. Observação 1: já estou me preparando fisicamente desde já, acredito que tenho uma boa condição aeróbica, não fumo, estou com bom peso e pratico tênis 2x por semana. Irei com um amigo praticante de crossfit, que também tem ótimo porte atlético. Poderiam me ajudar?
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    Olá, amigos mochileiros! Vou fazer o relato aqui da minha viagem à Patagonia Argentina e Chilena, em Fevereiro/Março 2020 (um pouco antes da quarentena em SP hahhaha) O roteiro foi o seguinte: Dia Data Semana Local Partida Local Chegada Atividade 1 23/02/2020 Domingo SP - Buenos Aires El Chalten Transporte 2 24/02/2020 Segunda El chalten El chalten Cerro Torre 3 25/02/2020 Terça El chalten El chalten Fitz Roy 4 26/02/2020 Quarta El chalten El calafate Transporte 5 27/02/2020 Quinta El calafate El calafate Perito Moreno 6 28/02/2020 Sexta El calafate Puerto Natales Transporte 7 29/02/2020 Sábado Puerto Natales Refugio Grey Trekking W 8 1/3/2020 Domingo Refugiu Grey Paine Grande Trekking W 9 2/3/2020 Segunda Paine Grande Frances Trekking W 10 3/3/2020 Terça Frances El Chileno Trekking W 11 4/3/2020 Quarta El Chileno Puerto Natales Trekking W 12 5/3/2020 Quinta Puerto Natales El Calafate Transporte 13 6/3/2020 Sexta El Calafate Buenos Aires Transporte A passagem SP - Bsas - El Calafate saiu por R$ 1.600,00, comprei na submarino viagens. Depois, eu comprei a bagagem separada, só não lembro exatamente quanto eu paguei. Em relação à bagagem/roupas, levei tudo o necessário para fazer trilhas e para acampar também (não levei saco de dormir nem barraca, aluguei esses dois itens em Puerto Natales - mais pra frente eu falo melhor disso) Lembrando que eu levei tudo o necessário pra cozinhar também, especialmente em TDP (eu levei uma panela, caneca, fogareiro e gás). Vou listar aqui os acessórios que eu achei que ajudaram muito: -Bandana tubular: aquele modelo Buff, foi muito útil nas trilhas pq protege o pescoço do vento e dá pra levantar pra proteger o rosto também (especialmente boca e orelhas)] -Luva: foi bem útil nas trilhas tb, comprei uma na Decathlon e usei todos os dias em que fazia trilha -Bastões de caminhada: levei 2, foi extremamente útil pra se segurar do vento e pra cruzar riachos/córregos. Além disso, é muito útil nos momentos de descidas de trilhas, vc vai se apoiando e desce com mais firmeza - Dá pra alugar em El Chalten e em Puerto Natales tb, caso vc não tenha/não queira comprar. -Powerbank/bateria reserva: usei muito em Torres del Paine, carregava o celular, relógio e fone também -Relógio GPS: esse aqui é meio opcional, eu tenho pq faço corrida de rua. Foi bem útil pra acompanhar as trilhas, pra ter ideia da kilometragem percorrida e quantos kms faltam ainda. -Comida liofilizada: no trekking W, eu me alimentava baseado em comidas liofilizadas. Eu comprei alguns pacotes da Mountain House e foi extremamente útil, economiza muito espaço, peso e tempo de preparo também. Mais pra frente eu falo melhor da comida da Mountain House -Protetor solar: indispensável para a Patagonia. Vou listar agora algumas coisas que eu levei e que não foram muito úteis ou nem sequer usei: -Reservatório Camelbak: as trilhas de El Chalten e em TDP tem muitos pontos de água potáveis disponíveis. Não precisa levar uma camelbak, uma garrafinha de 700ml normal é mais que suficiente, sempre dá pra pegar água ao longo das trilhas -Calça de moletom: eu levei pq achei que ia usar pra dormir nos campings de TDP. Não usei, eu aluguei um saco de dormir muito bom e dormia só com a segunda pele mesmo, em nenhum momento eu usei calça de moletom. Nos hostels, tem calefação tb, então não é necessário -Filtro de água: eu tenho um Sawyer Mini, não levei e não achei necessário tb, a água lá é puríssima! Além de tudo isso, eu levei um kit primeiros socorros e eu levei também um Spot Gen 3. Do kit, eu usei alguns pedaçoes de micropore e emprestei algumas coisas para umas pessoas tb, mas nada grave. Vou fazer o relato dia a dia
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    Olá Mochileiros, estou pensando em um novo destino de viagem para Janeiro, porém tenho pensado que desta vez nós brasileiros teremos alguns riscos para viajar depois dessa pandemia. Queria saber a opinião de vcs sobre isso, até pra me encorajar. As atrações em geral estarão abertas? Não acham que os horários serão mais restritos devido às políticas de isolamento? Quais lugares estariam mais tranquilos com relação às restrições, estou entre Cuba e Tailândia em Janeiro, mas ainda na dúvida!! Tenho lido que cidadãos brasileiros podem ter acesso restrito aos países devidos ao alto número de casos aqui!! É isso, mochilar sempre envolve algum risco financeiro, gosto de comprar sempre com antecedência e me planejar, mas agora temos que considerar esse fator!! Só escrevi pra saber a opinião de vcs, uma vez que não quero deixar de viajar esse ano!!! Valeu, Fernando.
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    acho que uma blusa da Quechua deve ser mais em conta não? e tão boa quanto acredito
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    é igual dissera,m, se tem dinheiro disponível e flexibilidade de datas pode até valer a pena arriscar. Mas acredito que grande parte da galera não tem essa flexibilidade e ainda pode ter acabado perdendo as ferias desse ano ficando em casa pelo covid, já q muitas empresas adiantaram as ferias dos funcionários. Sem vacina e nem controle de pandemia é bem provável que até o fim do ano a pandemia continue muito forte no Brasil e os paises exteriores que controlarem ela ou vão pedir testes sorologicos pra quem entrar ou vão barrar geral do nosso país: pq ninguém vai gastar uma grana pra controlar a pandemia no seu país pra depois ficar importando ela de novo de países que não estão fazendo isso (EUA não conta pq é o país mais rico do mundo). janeiro penso no máximo alguma viagem pelo brasil mesmo e torcendo para os preços não explodirem ao quadrado pq vai ter uma galera que nunca passava o verão aqui passando agora e isso aumenta a demanda, que aumenta o valor de tudo. Penso em planejar alguma viagem internacional para dez/2021 e msm assim provavelmente pra america d sul pq com o dolar a 6 só dá p comprar peso, rsrs
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    COSTA AMALFITANA E ILHA DE CAPRI A Costa Amalfitana é um trecho de cerca de 50km do litoral sul italiano, localizada na região da Campânia, entre as cidades de Sorrento e Salerno, que se ligam por uma estrada bem estreita e, em sua maior parte, à beira de um magnífico precipício. Ao longo da estrada você encontra várias pequenas cidades e vilarejos, sendo as mais conhecidas e visitadas, Positano, Amalfi e Ravello. A Costa Amalfitana é incrivelmente linda, não há exagero na sua fama. Daqueles lugares que te fazem suspirar a cada instante que se depara com uma paisagem mais surpreendente que a outra. Não é uma visita barata, mas vale cada centavo! A culinária também é um capítulo à parte. Essa região possui terras bastante férteis por sua origem vulcânica. Tomates e limões são os principais ingredientes dali e possuem um sabor diferenciado. Do alto da estrada é possível ver limoeiros espalhados por todo canto, inclusive em vários terraços de casas, além de muitos vinhedos também. Chegando na Costa Amalfitana: Pegamos um trem de Nápoles à Sorrento, que é a cidade mais próxima. Em Nápoles pegamos o metrô até a estação de trem e lá mesmo compramos a passagem para Sorrento, que aliás foi super barata, €3,90 por pessoa. Esse trem é bem mais simples (por isso o valor barato) e em boa parte do trajeto fomos em pé. Mas a viagem só dura 1h, então é bem traquilo. Hospedagens: Nós cortamos todo o trecho do litoral, chegando por Sorrento e saindo por Salerno e ainda visitamos a ilha de Capri. Então pensamos em locais estratégicos para hospedagens e que tivessem um bom custo-benefício. As cidades mais caras para se hospedar são Positano e Amalfi, porque são as mais famosas e badaladas. Depois que vimos o preço, desistimos de cara dessas duas cidades, rs. Nossas bases foram Sorrento (2 noites), Capri (1 noite) e Maiori (1 noite). Pesquisamos bastante onde ficar. Sorrento foi por onde chegamos e de onde sairíamos pra conhecer as outras principais cidades da Costa, além de ser o ponto de partida mais rápido para se chegar à Capri. E Maiori fica mais perto da outra ponta da costa, por onde sairíamos. Na minha opinião, foram ótimas escolhas. O roteiro super funcionou e conseguimos otimizar bem o pouco tempo que tínhamos, além de ter tido um melhor custo-benefício também (na medida do possível). - Sorrento: Reservamos um quarto com banheiro privado na pousada Jolly Aranci. O quarto é sem luxos, mas amplo e bem limpo. Os staff’s foram bem simpáticos e solícitos com a gente. Oferecem outros serviços também, como aluguel de carros com bom preço (alugamos com eles). O local é bem próximo da estação de trem, o que facilita na chegada, mas tem o inconveniente do barulho dos trens. Pra nós isso não foi um problema, pois a estação parava de funcionar às 23h e só voltava às 7h, quando já estávamos de pé pra explorar a região. Para ir até o centro eram apenas 10 minutos caminhando. Eles não servem café-da-manhã, mas indicam bons lugares ali perto, frequentados por locais, ou seja, bons e mais baratos! Valor da diária: €91. Link: https://www.booking.com/hotel/it/jolly-aranci.pt-br.html?aid=376377;label=booking-name-pt-row-zmiPOSrjs4CEhUJU25FlggS267778091914%3Apl%3Ata%3Ap1%3Ap22.563.000%3Aac%3Aap%3Aneg%3Afi%3Atikwd-300238823508%3Alp1001655%3Ali%3Adec%3Adm%3Appccp%3DUmFuZG9tSVYkc2RlIyh9YXwxhKG0pUU-3JdcXtALQMg;sid=13569cf9495f94188816b2c7d1a1d88b - Capri: Se na Costa Amalfitana é caro se hospedar, em Capri é o dobro! Mas queríamos muito passar uma noite em Capri, afinal estávamos em lua-de-mel e tínhamos licença poética pra isso! Pesquisamos bastante e encontramos uma promoção no Booking de um hotel mais afastado do centro de Capri, que tinha uma excelente estrutura e estava com um preço bem melhor, o Hotel Weber Ambassador. Inicialmente reservamos o quarto mais simples dele. Acontece que mudamos algumas coisas no nosso roteiro pelo Costa e aí acabou que iriamos dormir em Capri num domingo. Os preços estavam mais baixos e o quarto com vista para o mar estava com um preço ainda melhor do que o básico que eu tinha reservado. Mas confesso que já nem lembrava disso e não fazia ideia do upgrade que tinha feito! Sério, lembro ate hoje do momento em que o staff do hotel nos levou até o quarto e abriu a cortina da sacada. Eu fiquei completamente paralisada e sem acreditar no que estava vendo: o Faraglioni ali no meio daquele azul infinito. Mais à frente vou mostrar fotos pra vocês entenderem. Foi um experiência única! Como eu disse antes, esse hotel fica mais afastado do centro de Capri, mas isso não foi um problema. Eles oferecem um serviço de transfer para os hóspedes, sem custo adicional, que faz o trajeto o dia inteiro, a cada 10-15 minutos. Nós estávamos tensos de ser uma furada, mas o serviço funcionou muito bem. O quarto era ótimo, bastante espaço, limpo, cama mega confortável. Além disso, o hotel ainda tem uma área comum bem completa. Tem outros pontos com vistas maravilhosas, piscina, jacuzzi e um bar nessa área. Café-da-manhã estava incluso e era maravilhoso, com muita variedade e servia até espumante à vontade (e como tinha gente bebendo! Rs). É área também funciona como restaurante, que aliás tem um bom custo-benefício para os padrões de Capri. Valor da diária: €157. Link: https://www.booking.com/hotel/it/weberambassador.pt-br.html?aid=376377;label=booking-name-pt-row-zmiPOSrjs4CEhUJU25FlggS267778091914%3Apl%3Ata%3Ap1%3Ap22.563.000%3Aac%3Aap%3Aneg%3Afi%3Atikwd-300238823508%3Alp1001655%3Ali%3Adec%3Adm%3Appccp%3DUmFuZG9tSVYkc2RlIyh9YXwxhKG0pUU-3JdcXtALQMg;sid=13569cf9495f94188816b2c7d1a1d88b - Maiori: Essa era nossa última parada na Costa Amalfitana. A gente só precisava de um lugar pra dormir pra no dia seguinte, bem cedo, partirmos de volta à Nápoles. Reservamos um quarto econômico no Albergo Pensione Riviera, com banheiro privado e que incluía cafe-da-manhã, pra agilizar nossa saída no dia seguinte. A localização era excelente, perto da praia e do ponto de ônibus (de onde iriamos chegar e sair da cidade). O staff era muito simpático e nos deu uma excelente dica de onde jantarmos (mais a frente vou dizer pra vocês). O quarto era bem confortável, limpo e silencioso. O café-da-manhã era bom e era servido num terraço com uma vista linda do mar. Essa hospedagem tem um ótimo custo-benefício na Costa Amalfitana. Valor da diária: €67. Link: https://www.booking.com/hotel/it/albergo-riviera-b-b.pt-br.html?aid=376377;label=booking-name-pt-row-zmiPOSrjs4CEhUJU25FlggS267778091914%3Apl%3Ata%3Ap1%3Ap22.563.000%3Aac%3Aap%3Aneg%3Afi%3Atikwd-300238823508%3Alp1001655%3Ali%3Adec%3Adm%3Appccp%3DUmFuZG9tSVYkc2RlIyh9YXwxhKG0pUU-3JdcXtALQMg;sid=13569cf9495f94188816b2c7d1a1d88b Se deslocando pela Costa: Uma parte polêmica de um roteiro pela Costa Amalfitana é se vale a pena alugar um carro ou não. Acho que depende muito do seu roteiro e da época do ano que irá visitar a região. Nós fomos no início da primavera, então ainda estava um pouco frio e por isso, nem tão cheio de turistas. Optamos por alugar um carro apenas um dia do nosso roteiro pela Costa, quando iríamos percorrer boa parte da estrada e conhecer Positano, Amalfi e Ravello. Para ir e voltar de Capri fomos de barco e para chegar e sair de Maiori usamos o ônibus. Então, podemos dizer que usamos todas as possibiildades de transportes pela Costa. Essa combinação pra gente foi perfeita, mas como já disse, isso vai variar conforme roteiro, época do ano e número de dias na Costa. Gastos casal - 4 dias: Hospedagem: €406 - média €101/dia Alimentação: €241 - média €60/dia Transporte: €219 Atrações turísticas: € 14,50 Compras: €62 DIA 15 Chegamos na Costa Amalfitana com pouca bagagem, somente uma mala pequena e duas mochilas comuns. Isso facilitou muito os deslocamentos. Saímos da estação de trem em Nápoles e depois de cerca de 1h, chegamos à Sorrento. Seguimos tranquilo à pé até a pousada porque era perto da estação de trem de Sorrento, o que foi muito bom, pois havia uma galera esperando taxi/Uber. Deixamos nossas coisas e saímos pra explorar a cidade. Caminhamos pela Corso Itália, que é a principal avenida da cidade e tem vários restaurantes, lojas, hotéis, passamos pela Piazza Tasso (bem movimentada, tem uns bares/restaurantes mais badalados) e chegamos no lugar mais bonito da cidade (na minha opinião), a Villa Comunalle, onde tem um mirante espetacular, com vista para o Mediterrâneo, a baía de Nápoles e o vulcão Vesúvio. Lá de cima você vê também a praia (com as áreas privada e pública), a Marina Grande e as casas que beiram o penhasco. É uma vista que demoram pra cansar. Tem vários banquinhos ali para as pessoas poderem contemplar com calma. Piazza Tasso Mirante Villa Comunale Como estávamos com muita fome paramos num restaurante que tem ali a frente do mirante mesmo, chamado La Villa. Primeiro demos uma olhada rápida no cardápio e vimos que o preço era razoável (tinham pastas que causavam em torno de 10 euros). E olha, elas estavam deliciosas! Eu pedi um gnocchi alla Sorrentina (molho de tomate fresco, mozarela de búfala e basílico (parecido com o nosso manjericão)) que estava divino. Não é que esse negócio de ingrediente fresco plantado em solo vulcânico Faz diferença mesmo?! Meu marido pediu um spaghetti alla bolognese que também estava bem gostoso. De sobremesa, comemos um gelato que vendia num quiosque do próprio restaurante mesmo =P. Decidimos então ir até a parte de baixo, onde fica a praia e o porto. Você pode descer por um elevador (pago, é claro) ou por uma escadaria. Optamos por ir caminhando mesmo, até pra aproveitar a paisagem. O litoral de Sorrento é diferente, quase praticamente não tem faixa de areia. A pequena faixa de areia que existe é onde fica a praia pública. Mas eles pensaram numa alternativa de explorar melhor esse litoral lindo, criando vários píeres com cadeiras de praia e escadinha pra mergulhar no mar. Eles sao vinculados a hotéis ou restaurantes, mas qualquer um pode frequentar desde que pague um precinho não muito camarada. Como estávamos no início da primavera e o tempo ainda não estava muito quente, a praia pública estava bem vazia e conseguimos curtir um pouco por ali mesmo. Mas no verão um espaço na areia é bem disputado! O marido teve coragem de mergulhar nas águas congeladas do Mediterrâneo. Eu fiquei admirando a paisagem da areia mesmo (rs), já era fim de tarde e estava ventado gelado. Preferi deixar o mergulho no Mediterrâneo pra um outro momento, rs. Praia pública Píer privado Caminhamos até a Marina Grande a aproveitamos para nos informar sobre os barcos para Capri (é dali que eles partem). Caminhamos ali pelo entorno e dali subimos novamente para a parte alta, pois o objetivo era ver o pôr-do-sol lá do mirante da Villa Comunale. Olha, mas pra subir foi um perrenguinho. Foram muitas, muitas escadas. Foi bom pra explorarmos um pouco mais da cidade, mas a subida foi cansativa. No caminho à Villa, passamos por uma rua só de pedestres, a via San Cesareo, que antigamente era a principal rua da cidade e onde morava a high society . Ela é cheia de lojas de produtos locais, com destaque aqueles feito por artesãos da região. Você encontra muitos sapatos e bolsas de couro feitos à mão, e outros tanto produtos locais. Vista da cidade da Marina Grande Escadarias sem fim Via San Cesareo De volta ao mirante, agora estava bem mais cheio. Assistir ao pôr-do-sol da Villa Comunale é um programa obrigatório na cidade, então tinham muitos turistas por lá. E é realmente incrível e imperdível. À noite jantamos num restaurante que pesquisamos, com bom custo-benefício, o O’Murzill. Ambiente agradável, comida boa e preço acessível. Destaque para torta de limão. Ele fica ali no centro e é mais escondidinho, mas colocando no maps foi fácil encontrar. Costuma ter fila pra entrar, mas chegamos cedo e entramos direto. OBS.: Uma coisa que esqueci de comentar é que na Itália os restaurantes cobram uma taxa por cliente para usar o espaço, chamado de coperto. Se você compra alguma coisa na restaurante para levar você não paga essa taxa. Alguns restaurantes não cobram o coperto (nossos preferidos!). O valor pode variar bastante, então é bom perguntar ou dar uma olhada no cardápio antes de entrar. Até no máximo €3 por pessoa era o valor que a gente achava razoável pagar. Gastos do dia: Almoço no La Villa: €30 (2 pratos e refrigerante) Jantar O’Murzzill: €55 (2 pratos, vinho e sobremesa)
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    Vai depender de como você vai usar ele, se você pretende usar ele como "camada intermediária" entre camiseta e jaqueta, para proporcionar isolamento térmico, ou se você pretende usar ele como "camada exterior". Se for usar como camada intermediária, entre camiseta e jaqueta, um fleece perto dos 200 gramas costuma ser adequado para as temperaturas de Curitiba, mas se pretende usar ele camada externa, tem que ser um pouco mais pesado, para não passar tanto vento... Um fleece de 380 gramas é um dos mais grossos e quentes disponíveis, é bem pesado, eu tenho um destes para usar aqui na Alemanha nos dias mais frios do inverno quando tem neve e temperaturas abaixo de zero, eu costumo usar ele por baixo de uma outra jaqueta impermeável mais fina, pra proteger do vento e chuva, por que o meu modelo passa muito vento e ele não é impermeável. Pessoalmente eu acho que o ideal seria você achar uma loja física, ir lá e dar uma olhada neles, pois nada é melhor do que você ir lá, ver e tocar o produto para sentir se vai ser adequado a sua realidade. Já fiz muito de ir numa loja física, dar uma olhada nas jaquetas e tênis, para confirmar se era mesmo o que eu estava esperando, e depois acabar comprando pela internet caso o preço da internet seja melhor... Muitas vezes a loja física até cobriu a oferta da internet...
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    Ola boa noite! Viajei de VW Gol 1.0 16v. Ano 2000/2001 no final do ano de 2019 para visitar os avos e tios de minha esposa entre a cidade de Morrinhos, Goias onde moro ate Iguatu, Ceara, com a distancia de 2.190 km eu minha esposa e os dois filhos junto com a minha sogra. Tava pesado e dividimos a viagem em dois logos dias kkkkk, mas fomos e voltamos sem problemas! Mas antes me preparei bem para essa viagem com uma retifica no cabecote onde tinha vazamento de oleo e a agua tava sumindo, troquei os amortecedores que ja tinha mais de 4 anos, fiz a troca do oleo e dos filtros de ar e de gasolina, limpeza de bicos, conferi freios, embreagem, verifique se os rolamentos da roda precisam ser subistituidos ou apenas passar uma gracha, verifiquei a direcao tbm e muito importante, ar condicionado e bateria, troquei tbm os quatro pneus que eram remoldes ja desgastados, conferi toda a parte eletrica do carro e troquei tbm a correia dentada. E a viagem de ida e volta foi otima tirando o cansaco. Foram mais de 4.500 km rodado, e possivel sim fazer uma longa viagem com carro mais velho, mas antes se prepare e acerte os defeitos do carro, fiquei com muitas duvidas antes da viagem mas criei coragem e fui com seguranca, programe paradas de 3 em 3 horas de 15 minutos de descanco e alongamentos para diminhuir o cansaco e tenha uma boa viagem.
  11. 1 ponto
    @[email protected] Chile está com problemas, é muito cedo para saber se estará aberto,ou o que estará,no final do ano,pois além do vírus tem a constituição para ser votada e ocorrem manifestações diárias.
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    Olá Bruno, quero fazer exatamente o mesmo roteiro Saindo do Paine Grande para o Mirador Pehoé, retornar, pegar o equipamento e seguir para o Francês. Vou fazer o Mirador Britânico só no dia seguinte. (Irei agora em Novembro 2020) Você conseguiu fazer este roteiro? Como foi? Qual a distância de Ir e voltar para o Paine Grande? Desde já agradeço muito!
  13. 1 ponto
    [DIA 2 - El Chalten - Mirador Condores - Cerro Torre] Acordei cedo, tomei café da manhã no hostel e tentei ligar na Aerolineas pra confirmar que a minha bagagem chegaria hoje. Eu pedi ajuda para as pessoas da recepção e não consegui informações muito claras, ou o telefone que a pessoa da Aerolineas me deu não atendia ou a pessoa que atendia não sabia dar informações. Como o voo que a minha mochila viria sairia de Bsas perto das 12hs e chega perto das 15hs, eu queria ligar antes do voo sair e depois do voo chegar, para confirmar que estava tudo certo. Eu tinha então uma janela das 8 até perto do meio dia e depois até umas 16hs, aprox. para fazer alguma coisa. O que eu fiz então: de manhã eu fiz a trilha até o Mirarador de Los Condores, voltei para o hostel, e à tarde eu fiz a trilha do Cerro Torre. MIRADOR DE LOS CONDORES A trilha começa na entrada da cidade e é bem demarcada. É curtinha, deu 8km desde o hostel até o Mirador, levei 2hs. Vale super a pena pq é rápido e te dá uma visão bem geral da cidade e do Fitz Roy também, ao fundo CERRO TORRE Bom, voltei para o Hostel e tentei ligar lá na Aerolineas. Não deu muito certo e fiquei de ligar lá depois que o avião chegasse em El Calafate, depois das 16hs. Passei em um mercadinho na avenida, comprei algumas barrinhas e frutas e fui para a trilha para a Laguna Torre. Pelo que eu entendi, essa trilha tem dois inícios: um fica mais ou menos no meio da av principal, onde tem uma placa indicando a trilha, e outro começo lá no final da avenida, perto do começo para a trilha da Laguna de Los Tres. Eu fui pelo início do meio da avenida, é bem indicado (tem uma placa indicando o Cerro Torre hahha). A trilha é bem tranquila, muito bem sinalizada e não tem nenhuma chance de vc se perder hahah Tem alguns pontos de água no meio do caminho, então não precisa levar muita água não. O meu GPS marcou 21km, ida e volta, seis horas de duração no total. Não é muito cansativa em termos de subidas/descidas, cansa pq é bem longo (mas de 1 em 1 km tem uma plaquinha indicando a kilometragem). Não venta muito ao longo da trilha, só no final que é um vento do cacete (último km até a laguna em si) - esse final é puxado por causa do vento hahaha Voltei pro Hostel a tarde e nada da mochila chegar Tentei ligar na aerolineas, mas sem muito sucesso. Saí para comprar algumas roupas e itens como sabonete/shampoo hahahah Jantei no próprio hostel, a comida estava horrível! Caso vc se hospede no Rancho Grande, não coma no restaurante do Hostel. É péssimo! Por hoje é só No próximo dia, continua a saga pela mochila extraviada. Cenas dos próximos capítulos! Abs
  14. 1 ponto
    Em relação ao dia 2, 2,5 horas para ir e voltar ao mirador Pehoe parece bem razoável (não fiz, então não sei falar com certeza). Depois são 7,6 km do Paine Grande até o italiano - 2 horas. Para subir ao britânico e voltar são 11 km (subida na ida, descida na volta), mais ou menos 4 horas, ou 4,5. Se vc iniciar sua caminhada até o italiano por volta das 09 da manhã. vc chega lá às 11. É mais subida, mas não é tão puxado. Parada para almoçar e descansar, começar a subida às 12, vc chega de volta ao italiano por volta das 4.30 ou 5.. Dá para fazer no mesmo dia e dormir no francês, que tem uma estrutura realmente melhor. No dia 03 vc pode ir até o central. Seriam 5,5 km até los cuernos (2,5 horas), depois mais 12 km até o central, 4,5 horas. Não dá para ir às torres no mesmo dia, pois é puxado e são 9 horas ida e volta (18 km). Dorme no torre central, faz o mirador no dia seguinte (04) e sair no ônibus da tarde 19 horas, se não me engano para Puerto Natales. Vc gasta mais 2 a 3 horas de ônibus até Puerto Natales. Estes tempos que o parque estipula, quando eu fui, carregando a mochila eu gastava aproximadamente o tempo estipulado, sem mochila ia mais rápido. Minha mochila pesava 11 kg, e faz muita diferença na caminhada. O clima também pode interferir muito, pois se estiver chovendo e com muito vendo vc pode ter que ir bem mais devagar na descida (o vento lá é muito forte. Cheguei a pegar mais de 100 km/h na volta das torres, segundo o relatório do parque). Seu trajeto é possível. Um detalhe apenas: é uma trilha muito agradável e muito bonita. Eu gostava de ir devagar, apreciando a vista e parando para tirar fotos (estava com minha esposa). Se fizer tudo correndo, pois é possível, vc perde um pouco do encanto do lugar, que é BEM caro. Mas isso é decisão de cada um. Outra dica que te dou: quando chegar em Puerto Natales, vai direto na rodoviária comprar sua passagens. Eu fui em novembro de 2018, baixa temporada, e quando cheguei eu fui direto para comprar a passagem para o dia seguinte cedo na principal empresa de lá, a Bus-sur (tem mais horários). Não tinha. Só para a parte de tarde. Tive que sair procurando até chegar na Maria José para achar para de manhã. Fevereiro ainda é alta temporada, e por isso deve ser mais cheio. Se consegui comprar daqui do Brasil pode ser interessante.
  15. 1 ponto
    @Rogerio K C obrigado, terei em conta. Como não tenho data de ida nem nada, posso passar por esses locais, depois conto aqui. Ja esta quase todo pronto, em parte graças ao forum. O único que me preocupa é a questão de ser assaltado ja que pretendo estar sempre com a mochila. Ouvi algumas dicas de usar roupa velha e não chamar muito a atenção. Procurarei também parques municipais e postos de gasolina para montar minha barraquinha
  16. 1 ponto
    Para aqueles que resolvem trilhar apenas com o mapa e assim como eu já se perderam(e feio, rsrs) nas trilhas, seguem algumas dicas que deram certo pra mim, talvez dê certo pra você também, kkkk. - Estou perdido, e agora? - Ok, pare, respire fundo e se acalme. É normal ficar com medo, mas lembre-se de que um caminho desconhecido não é obrigatoriamente mais perigoso que um caminho conhecido. O pânico faz você tomar decisões erradas - Agora que você está calmo e controlado, sente-se e pense: - A quanto tempo está perdido? - Mentalmente, tente voltar ao último ponto conhecido - Em que direção andei desde lá? - Tente se lembrar de algum ponto de referência e veja se deixou marcas e pegadas Se mesmo assim você continua perdido, e a situação parece desanimadora, então: - É melhor parar e esperar pelo resgate Para ajudar a localizá-lo, faça o seguinte: - Crie um sinal físico. Se for possível abra uma clareira onde está para ficar mais visível. Escreva no chão SOS ou simplesmente X; - Crie um sinal sonoro. O sinal universal de pedido de socorro é qualquer tipo de som repetido três vezes sem intervalos freqüentes. - Faça uma fogueira, mesmo que seja dia. A fumaça é um ótimo sinal. Mas prepare-a com cuidado. Você não quer que a floresta inteira pegue fogo enquanto você está lá perdido; Economize comida e água e não se movimente mais do que precisa - Guarde seus recursos. Você não sabe ao certo quantos dias vai durar. Economizar energia e manter a mente saudável ajudará você a atingir a meta final. - Espere até que os seus suprimentos estejam quase acabando antes de circular mais um pouco Suas prioridades são, nesta ordem: estar seco, estar aquecido, e estar hidratado: - Você pode ficar vários dias sem beber, e mais ainda sem comer, mas estando molhado e com frio, estará vulnerável a ter uma hipotermia. Se você duvidar de que possa ser encontrado antes de anoitecer, procure algum lugar protegido do vento e da chuva. Lembre-se: Nunca entre em desespero, procure ter pensamentos positivos, lembrando das pessoas que você ama e de coisas que são legais pra você. Estar perdido nem sempre significa estar no lugar mais perigoso. Talvez você precise passar uma ou mais noites na trilha, portanto seguem algumas dicas que todo mochileiro deveria seguir: - Informe-se sobre o percurso: Para conhecer a dificuldade, distância e tempo de atividade e tenha uma regularidade de treinamento. - Avise a alguém onde está indo: Procura avisar sobre o dia que vai chegar e o roteiro da trilha; - Leve saco plástico para proteger o material da mochila e para guardar seu lixo; - Leve alimentos práticos e nutritivos e procure sempre se hidratar; - Mantenha um ritmo na caminhada; - Faça alongamento antes e depois da caminhada: Torna a caminhada mais segura e eficiente, por reduzir o risco de lesões e cãibras. Prepara os músculos e as articulações para o exercício e melhoram a circulação sanguínea. Também devem ser realizados logo depois da caminhada porque eles ajudam a retirar o excesso de ácido lático dos músculos, diminuindo a dor que pode surgir após o esforço físico; - Cuidado com os pés: É fundamental que o calçado seja confortável e quando comprar o calçado use antes para amaciar; - Utilize roupa adequada para cada clima; - Esteja sempre atento a todos os detalhes: Nunca deixa de observar o que está acontecendo ao seu redor, animais venenosos podem acabar com tudo que planejou e quedas de galhos de árvores podem causar sérios problemas; - Mantenha sempre bons pensamentos: Quando sair para caminhar, deixe suas preocupações de lado. Tente cultivar bons pensamentos e utilizar a caminhada para relaxar.
  17. 1 ponto
    1° dia - 18.07.2016 - Segunda-feira Saída de Alfenas e chegada ao bairro Matão - MG +- 18 kms em aprox. 04:15 hrs Acumulado : 18 kms Ontem o Rodrigo da Associação, esteve no hotel entregando as credenciais do caminho ($20 reais cada). Como eles não têm uma sede, precisam marcar um local para entregar. Decidimos que sairemos do centro da cidade, não começamos no marco número um. Pequeno trecho dentro da cidade, contornamos o aeroporto e pegamos estrada de terra até rodovia asfaltada. Viramos à esquerda e andamos uns 3 kms, entramos à direita numa estrada de terra. Sempre acompanhando os marcos do caminho (um peixe estilizado). Trecho muito bonito com lindas fazendas de criação de gado, cavalos, Grandes plantações de milho, café. ... Muito frio, caiu geada em alguns lugares, muito sol depois das 10 horas. BAIRRO MATÃO : não tem nenhuma estrutura, somente a casa da dona Duina e o bar do marido dela na frente. Hospedagem : casa dona Duina 035 99920 6087, dormimos dentro da casa, mas tem um quarto bem simples nos fundos para 4 pessoas. Cama boa, limpo, banheiro coletivo. Preço : $70 por pessoa com almoço, jantar e café da manhã. Pessoa muito hospitaleira e gentil. Tem filtro d'agua.
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