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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 26-06-2020 em

  1. 2 pontos
    O Real desvalorizou bastante em relação ao dólar, mas as moedas dos outros países sul-americanos também desvalorizou bastante em relação ao dólar, então na prática, os seus Reais compram menos dólares, mas estes dólares comprar mais moeda boliviana,, chilena e peruana, o que acaba compensando a alta do dólar. Dólar você consegue trocar por moeda local em qualquer fim de mundo, já trocar Reais será fácil somente nas capitais, cidades de fronteira com o Brasil e algumas cidades maiores, mas se você precisar trocar Reais numa cidade pequena do interior, pode ser complicado achar onde trocar Reais. Ou seja, a escolha entre levar Dólares e Reais depende muito das cidades que você for visitar, se for ficar só nas capitais ou cidades grandes dá para levar Reais sem problema, mas se incluir muitas cidades do interior, é melhor dólares. Não existe nenhum limite de dinheiro para sair do Brasil! A única coisa que existe, é que se você sair do Brasil com mais de R$ 10.000 em espécie, você deve declarar para a Receita Federal a quantia de dinheiro em espécie que está levando. Não custa nada, você não paga nenhum imposto ou taxa, só tem que entrar no site da Receita Federal, preencher a Declaração Eletrônica de Bens de Viajantes (e-DBV), imprimeir ela, e no dia que você for sair do Brasil, chegar um puco mais cedo no aeroporto ou fronteira e ir no Posto da Receita Federal validar a declaração, apresentar o dinheiro e os comprovantes da compra legal dos dólares caso for levar dólares. Isto é só para evitar a saída de dinheiro oriundo do crime, mas se a origem do seu dinheiro for legal, e você tiver comprado os dólares de uma casa de cambio autorizada, não tem nada o que temer e nem vai pagar nenhum imposto ou taxa. Agora em relação a qual o melhor mode de levar dinheiro, realmente não tem resposta, pois cada modo tem os seus prós e contras e cada pessoa vai ter o seu modo preferido, e que pode ser diferente do meu ou do seu modo preferido. Levar dinheiro em espécie, paga menos impostos e taxas, mas é mais arriscado, já pensou que você pode ser furtada ou assaltada e perder todo o seu dinheiro? Você se sentiria confortável e tranquila deixando o dinheiro guardado no hostel, sabendo que alguém pode arrombar o cadeado e ir fuçar nas suas coisas e levar o seu dinheiro? E se sempre levar todo o dinheiro junto com você numa doleira, você se sentiria confortável e tranquila sabendo que está o tempo todo sentada em cima de um monte de dinheiro, ou então já pensou que num momento de distração e correria, pode acabar esquecendo a doleira no banheiro, e quando voltar lá, o dinheiro ter sumido? Cartão de crédito tem taxas e IOF, e tem variação cambial, então você nunca sabe exatamente quantos reais vai pagar, pois o valor muda todo dia. Cartão pré pago tem mais taxas do cartão de crédito, mas ao menos você "trava" a cotação no momento em que carregar o dinheiro e depois não tem mais variação. Cartão de débito tem aceitação muito ruim no exterior, não funciona para fazer compras e pagar despesas, funciona só para fazer saques de moeda local nos caixas automáticos, mas mesmo assim não são todos os cartões de débito que funcionam para saques no exterior. Também tem o fato de que algumas coisas você só vai conseguir pagar com moeda local e não vão aceitar cartão, mas também tem situações onde só aceitam pagamento com cartão... Então a melhor opção costuma ser um mix entre moeda em espécie (Dólar ou Reais) e cartão de crédito, pessoalmente eu costumo fazer meio a meio, metade das coisas eu programo pagar no cartão de crédito, e metade em dinheiro vivo. Mas independente da opção que você for escolher como prioritária, sempre tenha pelo menos uma outra opção de pagamento, pois se o seu cartão resolver não funcionar, você tem algum dinheiro em espécie, e se lhe furtarem o dinheiro em espécie, você tem o cartão para lhe ajudar na emergência. E muito importante, nunca carregue dinheiro e cartão na mesma carteira, bolsa, pois assim se perder um você perdeu os dois, sempre que possível deixe um cartão escondido na sua mala/mochila. Pessoalmente eu não gosto de pagar muitas coisas antecipado, e paga antecipado somente aquilo que realmente for necessário. Eu costumo pagar antecipado somente passagem de avião e de trem, ou então de passeios que tem que ser reservados antecipadamente como Machu Picchu, que é um local onde você não costuma conseguir comprar ingresso lá na hora. Se pagar muita coisa antecipado, e depois ocorrer algum imprevisto e você precisar cancelar ou mudar a data da viagem, ou se simplesmente tiver que mudar a data de um passeio por que o clima estava muito ruim no dia planejado, você vai ter um problemão para reaver o seu dinheiro, muita gente se ferrou nos últimos meses por causa disto, quando teve que cancelar as viagens por causa do covid e já tina pago tudo antecipado. Eu também tive que cancelar uma viagem por causa do Covid, mas como eu só tinha comprado passagem de avião antecipado, o meu problema foi menor. Ou seja, pagar antecipado ou não é uma escolha pessoal de cada pessoa, se você estiver disposta a correr o risco de ter problemas com cancelamento em troca de alguns trocados de economia ou para levar menos dinheiro, sem problema, mas nestes próximos 12 meses pessoalmente eu não arriscaria nada, devido a grande incerteza em relação ao covid.
  2. 2 pontos
    Conjunto de 10 álbuns musicais recentes que poderás ouvir durante a tua roadtrip: https://lavidaesmara.com/2020/06/20/albuns-musicais-recentes-viagem-verao/
  3. 1 ponto
    Estou procurando cia para eurotrip 2021, ainda não tenho roteiro montado, mas pretendo ficar 25 dias, alguem?
  4. 1 ponto
    Numa altura em que viajar é um sonho mais limitado, o La Vida es Mara apresenta-te 20 melhores filmes sobre viagens: https://lavidaesmara.com/2020/06/07/20-filmes-sobre-viagens/
  5. 1 ponto
    O pessoal já falou, programar qualquer viagem com antecedência superior a 15 ou 30 dias para este final de ano será bem arriscado, pois ninguém sabe como a situação vai estar até o final do ano. Enquanto que em outros lugares do mundo o número de novos casos está diminuindo e o turismo começando a mostrar os primeiros sinais de retomada, no Brasil, Peru, Chile, Colombia, Equador e Bolívia o número de novos casos ainda esta aumentando, e sem previsão de quando o número de novos casos vai estabilizar ou começar a diminuir. Uma tendência que está começando a se definir é os países abrirem as fronteiras de forma seletiva para alguns grupos de países que já estão com um número baixo de novos casos, mas como na America do Sul os números de novos casos continuam altos, pode ser que as fronteiras fiquem fechadas para os vizinhos, mas estejam liberadas para países Europeus e Asiáticos por exemplo... Mas isto é só especulação, não dá prever nem como vai estar na semana que vem, quem dirá prever como vai estar no final do ano. E uma vacina, funcional, testada e liberada, estima-se que esteja amplamente disponível só lá pela metade do ano que vem, o que já seria um feito enorme para a ciência, pois desenvolvimento de novas vacinas normalmente levam vários anos. Se eu for viajar este final de ano, também vai ser uma viagem de carro ou ônibus para um local próximo, que eu possa decidir viajar ou não mais próximo da data, uma ou duas semanas antes da viagem, e que eu não precise imobilizar um monte de dinheiro numa passagem que posso não conseguir usar..
  6. 1 ponto
    @Thiago Loureiro penso ir depois de março... quando vc pretende ir?
  7. 1 ponto
    @Breno Medrado Tem que perguntar lá no terreiro de candomblé para fazerem previsão,mas aproveita para fechar o seu corpo para esse vírus não te levar .
  8. 1 ponto
    Acho muito difícil as coisas se normalizarem a curto prazo... Viagem para este ano acredito ser bem complicado, pois o turismo vai ir voltando aos poucos e sendo medido em relação a pandemia... é fato que esse bloqueio não deve ser muito longo pois há uma grande demanda por viagens e uma grande necessidade econômica dos países para que elas sejam realizadas... o que acredito: a curto prazo nada muda, em médio prazo vem a flexibilidade, junto com as novas regras e procedimentos para minimizar o risco.. Voltar ao que era antes, só com um tratamento efetivo ou vacina. eu comprei passagem para março/21... apostando que até lá, esteja mais flexível viajar...
  9. 1 ponto
    @Silvana Almada O frio de lá eu penso ser diferente do que você pode estar acostumada.Morei anos em Curitba,lá chove muito,em Barcelona não sei.Só sei que odiei a cidade,não por clima,mas porque não tem o que buscava. Mas peguei chuva em julho passado,há 1 ano exato estava lá,fazia 10 graus e parecia mais frio que Curitiba com temperatura de menos de 5 graus.Será que desacostumei ou estou ficando velho?
  10. 1 ponto
    Programar hoje é uma coisa arriscada, numa grossa comparação é como investir na bolsa Tem muita passagem barata rolando, mas como estará a situação nas datas é bem imprevisível. Vc pode se dar bem, mas pode se dar mal. Veja se tem flexibilidade pra alterar voos e fazer ressarcimentos. As datas depende de sua disponibilidade. Eu, por exemplo, tenho férias na primeira quinzena de novembro e não posso alterá-las, então se eu for viajar vai ser aqui por perto mesmo e algo que não requeira muita programação, se eu não for, não perco nada com isso. Eu não tenho como comprar uma passagem pois não tenho disponibilidade de outras datas para poder alterá-las, então não me arrisco num planejamento hoje. Só fico com um plano em mente de viajar de carro mesmo ou de ônibus, algo que chegando mais perto da data eu vejo se é viável ou não. Uma viagem pro exterior esse ano, pensando nesse momento, só tenho uma palavra pra te dizer: é LOTERIA
  11. 1 ponto
    Por que entao ao invés de se aventurar acampando onde realmente voce ficaria mais exposto, voce nao escolhe um lugar e se hospeda em algum hostel? Procura hospedagem no booking e/ou hostelworld que com certeza irá encontrar algo em conta. Sem falar que pode ficar em quarto compartilhado e conhecer outras pessoas, não só no quarto compartilhado, mas nas areas comuns do hostel onde a galera fica.
  12. 1 ponto
    O problema é que estes planos podem ir por água abaixo: https://veja.abril.com.br/mundo/brasileiros-ficam-fora-da-lista-de-viajantes-permitidos-pela-ue-diz-nyt/ A União Europeia está reunida hoje para discutir um plano de reabertura das fronteiras, e pelo que se sabe, o Brasil estaria fora da lista de países que seriam permitidos na 1ª e 2ª fase de abertura, e no ritmo que está no Brasil, vai longe até atingirmos os números que permitiriam a entrada de brasileiros... Sendo sincero, na minha opinião, a menos que ocorra uma reviravolta mirabolante, viajar para o exterior sem problemas vai ser coisa só para o ano que vem...
  13. 1 ponto
    Olá, amigos mochileiros! Vou fazer o relato aqui da minha viagem à Patagonia Argentina e Chilena, em Fevereiro/Março 2020 (um pouco antes da quarentena em SP hahhaha) O roteiro foi o seguinte: Dia Data Semana Local Partida Local Chegada Atividade 1 23/02/2020 Domingo SP - Buenos Aires El Chalten Transporte 2 24/02/2020 Segunda El chalten El chalten Cerro Torre 3 25/02/2020 Terça El chalten El chalten Fitz Roy 4 26/02/2020 Quarta El chalten El calafate Transporte 5 27/02/2020 Quinta El calafate El calafate Perito Moreno 6 28/02/2020 Sexta El calafate Puerto Natales Transporte 7 29/02/2020 Sábado Puerto Natales Refugio Grey Trekking W 8 1/3/2020 Domingo Refugiu Grey Paine Grande Trekking W 9 2/3/2020 Segunda Paine Grande Frances Trekking W 10 3/3/2020 Terça Frances El Chileno Trekking W 11 4/3/2020 Quarta El Chileno Puerto Natales Trekking W 12 5/3/2020 Quinta Puerto Natales El Calafate Transporte 13 6/3/2020 Sexta El Calafate Buenos Aires Transporte A passagem SP - Bsas - El Calafate saiu por R$ 1.600,00, comprei na submarino viagens. Depois, eu comprei a bagagem separada, só não lembro exatamente quanto eu paguei. Em relação à bagagem/roupas, levei tudo o necessário para fazer trilhas e para acampar também (não levei saco de dormir nem barraca, aluguei esses dois itens em Puerto Natales - mais pra frente eu falo melhor disso) Lembrando que eu levei tudo o necessário pra cozinhar também, especialmente em TDP (eu levei uma panela, caneca, fogareiro e gás). Vou listar aqui os acessórios que eu achei que ajudaram muito: -Bandana tubular: aquele modelo Buff, foi muito útil nas trilhas pq protege o pescoço do vento e dá pra levantar pra proteger o rosto também (especialmente boca e orelhas)] -Luva: foi bem útil nas trilhas tb, comprei uma na Decathlon e usei todos os dias em que fazia trilha -Bastões de caminhada: levei 2, foi extremamente útil pra se segurar do vento e pra cruzar riachos/córregos. Além disso, é muito útil nos momentos de descidas de trilhas, vc vai se apoiando e desce com mais firmeza - Dá pra alugar em El Chalten e em Puerto Natales tb, caso vc não tenha/não queira comprar. -Powerbank/bateria reserva: usei muito em Torres del Paine, carregava o celular, relógio e fone também -Relógio GPS: esse aqui é meio opcional, eu tenho pq faço corrida de rua. Foi bem útil pra acompanhar as trilhas, pra ter ideia da kilometragem percorrida e quantos kms faltam ainda. -Comida liofilizada: no trekking W, eu me alimentava baseado em comidas liofilizadas. Eu comprei alguns pacotes da Mountain House e foi extremamente útil, economiza muito espaço, peso e tempo de preparo também. Mais pra frente eu falo melhor da comida da Mountain House -Protetor solar: indispensável para a Patagonia. Vou listar agora algumas coisas que eu levei e que não foram muito úteis ou nem sequer usei: -Reservatório Camelbak: as trilhas de El Chalten e em TDP tem muitos pontos de água potáveis disponíveis. Não precisa levar uma camelbak, uma garrafinha de 700ml normal é mais que suficiente, sempre dá pra pegar água ao longo das trilhas -Calça de moletom: eu levei pq achei que ia usar pra dormir nos campings de TDP. Não usei, eu aluguei um saco de dormir muito bom e dormia só com a segunda pele mesmo, em nenhum momento eu usei calça de moletom. Nos hostels, tem calefação tb, então não é necessário -Filtro de água: eu tenho um Sawyer Mini, não levei e não achei necessário tb, a água lá é puríssima! Além de tudo isso, eu levei um kit primeiros socorros e eu levei também um Spot Gen 3. Do kit, eu usei alguns pedaçoes de micropore e emprestei algumas coisas para umas pessoas tb, mas nada grave. Vou fazer o relato dia a dia
  14. 1 ponto
    A minha viagem por alguns países do Sul da África iniciou por Johannesburgo, de lá fomos com carro alugado até Lesoto. Voltamos a Johanesburgo e pegamos um voo para Maun – na região do Delta Okavango- no Botswana. Após passarmos pelo Delta do Okavango, fomos ao Parque Chobe no norte do país. De lá cruzamos por terra para o Zimbabwe, na região da Victoria Falls. Após isso, cruzamos a Zambia, desde Livingstone, Lusaka até o Malaui. Chegando no Malaui ficamos na capital chamada Lilongwe e seguimos viagem com carro alugado até Cape Maclear (Monkey Bay)- região sul do Lake Malawi. Voltamos a Lilongwe para pegar um voo a Maputo no Moçambique. Depois cruzamos para a Suazilândia e finalmente voltamos para Johanesburgo finalizando a viagem. ----- Quando comecei a planejar minha viagem à África, pensei imediatamente em alugar um carro. Na minha última viagem à África, visitei a Namíbia e foi muito fácil dirigir por lá. 1) Se você está planejando viajar da África do Sul para o Botswana, eu recomendo fazer um vôo de 1:30 hrs com Botswana Air (de Joanesburgo para Maun) ao invés de dirigir 18 hrs. Você vai economizar muito tempo e o preco da passagem é praticamente igual ao aluguel do carro para 2 pessoas porém são praticamente 2 dias perdidos dirigindo. 2) Um aluguel de carro 4x4 custa aproximadamente US $ 1.300 por semana (incluso 2 taxas de fronteira (Lesoto e Botswana) + entrega do carro em um país diferente) 3)Tenha cuidado para não se confundir com os preços on-line (quando você fizer a pesquisa, ele mostrará somente o preço do aluguel do carro mas você precisa adicionar outros custos a ele). Você precisará pagar pelo aluguel do carro + taxa de devolução em local diferente da retirada + taxas de travessia de fronteira + taxa de contrato. O valor da taxa de devolução do carro em outro país é geralmente o dobro do preço da locação do carro 😖. 4) O melhor GPS para usar na Africa é o Here WeGo: muito simples, é necessario apenas baixar os mapas off-line e pronto, funciona muito bem. De backup baixei os mapas no Google mas não funcionou em alguns países. 5) Nem sempre as empresas sul-africanas têm os melhores preços, entao pesquise. 6) não é aconselhável andar à noite após as 18 hrs e dirigir carros também. A maioria não pára nos semáforos vermelhos. Na África do Sul é por causa de roubo, mas em Botsuana, por exemplo, é por causa dos animais na estrada. Johannesburg - Africa do Sul Chegamos em Johannesburgo e o staff do nosso hotel literalmente começou com o terror sobre a falta de segurança na cidade, que não era recomendado sair sozinho e muito menos após as 18 horas. Ir até o Soweto então sozinhos, nem pensar. Ficamos em um bairro considerado seguro, em Sandtown, bem na Mandela Square (Do aeroporto até Sandtown são 30 km). Não é recomendado ficar na região do centro. Tudo é muito espalhado pela cidade, e como seguiríamos viagem até o Lesoto, fazia sentido alugar um carro. Na verdade, o staff do hotel tinha razão quando falavam sobre a segurança, mas não é uma situação tão alarmante nos pontos turísticos. Acho que eles queriam mesmo é descolar uns $100 dólares de tour guiado. Como não temos esse perfil, fui a procura de um tour daqueles hop on hop off, que pelo menos iria nos levar a todos os pontos principais, e do ônibus teríamos uma ideia se podíamos descer ou não. Resumindo: pagamos 18 dólares (240 Rands) cada ticket e fomos em todos os pontos turísticos exceto Soweto. Há também a opção de ir ao Soweto e o ticket custa o dobro. Apesar de Johannesburgo ser a maior cidade da África do Sul e ser considerada uma cidade de "oportunidades" e expansão nos dias atuais, a grande maioria do comércio fecha entre 16:30 e 18:30 hrs (incluindo lojas e restaurantes dentro de grandes shoppings). Ou seja, precisa se organizar para poder jantar. No dia seguinte decidimos ir com o carro alugado até o Soweto e foi totalmente tranquilo. A rua da Casa do Nelson Mandela é bem turística, tem vários camelôs vendendo souvenirs e alguns cafés. Para estacionar também foi bem tranquilo e sempre aparece gente se oferecendo para cuidar do carro. Soweto é uma área que foi delimitada aos negros durante o Apartheid, portanto o bairro fica no subúrbio de Johannesburgo e é plano. Isso diferencia bastante das favelas que conhecemos no Brasil - as construções se misturam entre casas simples e barracos de metal. Lesoto Você sabia que dentro da África do Sul há 2 países? Um se chama Lesoto e o outro Suazilândia ou Essuatíne (o Rei mudou o nome do país recentemente). "Lesoto, uma país independente mas totalmente dependente da África do Sul" – essa foi a minha conclusão sobre o Lesoto. O solo é muito árido e pobre, além das altas temperaturas e falta de chuvas por longos períodos. A maior parte dos alimentos e outros bens são importados da África do Sul. O reino de Lesoto (ex Basutolândia) se auto-denomina como: "Lesotho, kingdom in the sky" e em Portugues, "Lesoto, O reino no céu". É o único país no mundo em que toda a sua superfície está a mais de 1.000 metros do nível do mar. Algumas nacionalidades possuem isenção de taxa de visto mas os brasileiros devem pagar 150 dolares por um single entry. É bem fácil solicitar o e-visa (http://evisalesotho.com/) Lesoto é relativamente pequeno, possui extensão de um pouco mais de 30.000 km2 e uma populacao de 2,1 milhões. Se você olhar o mapa do país verá que há aglomerações bem espalhadas, tornando difícil a locomoção de uma cidade a outra por transporte público. O comércio no geral fecha muito cedo (entre 17 e 18 hrs) então precisa se planejar. A noite as vias não possuem iluminação! Tem muitos barracos por toda a cidade e a população é muito pobre. Como chegar: 1) De Johannesburgo aluguei um carro. De ônibus é necessário ir até Bloemfontein e de lá pegar outro ônibus até Maseru (capital do Lesoto). Ou também há voos até a capital Maseru. 2) Pagamos 50 dólares x dia em um Toyota Yaris - é necessario pedir um documento que a locadora autoriza o carro entrar em Lesoto. 3) De Johannesburgo são 379 km - aprox 5 hrs. 4) Gasolina custa aprox 1 dolar por litro. 5) Não é necessário um 4x4 pois as estradas são até que OK, mesmo sendo secundárias. Muitas partes com buraco então é recomendável dirigir durante o dia. Algumas estradas de terra com muitas pedras, caso você opte por fazer um mini rally dentro do Lesoto (optamos por alguns quilômetros de rally pois gostamos de aventura 😂) Já imaginou sair de cobertor na rua ??? 😃 O traje tradicional no Lesoto é a manta Basotho, ou seja, um cobertor de lã. Os cobertores estão sempre presentes durante todas as estações, e é usado por homens e mulheres. O país vive da agricultura e criação de ovelhas, então é comum encontrar pessoas vestidas com um cobertor pelas ruas conduzindo ovelhas por exemplo. Delta Okavango - Botswana O Delta Okavango é acessível por via terrestre ou de aérea (você deve voar para Maun em Botswana). Maun é uma cidade bem pequena e há poucas opções de hotéis. Sua infraestrutura é completamente diferente de outros países africanos pois são muito limitados. Por exemplo: você precisa escolher suas refeições com antecedência para que eles possam prepará-las, incluindo café da manhã que na maioria dos hotéis não está incluso na diária. Não espere muito com relação culinária local pois as opções são limitadas. Para passeios você pode escolher entre: 1) Lancha 2) Voos panorâmicos de avião ou helicóptero (helicóptero parece ser a melhor opção porque eles abrem a porta e voam muito mais baixo, possibilitando tirar boas fotos e com a melhor vista) 3) Mokoro (pequenas canoas para 2 pessoas no máximo que cruza pelo rio Okavango). DICA : O passeio de Mokoro é vendido pelos hotéis por US $ 80 por pessoa, no entanto, há uma maneira muito mais barata e fácil de fazê-lo pela metade do preço, além do que, você vai dar o seu dinheiro para os locais em vez dos proprietários do hotel. Primeiro você precisa encontrar o Okavango Kopano Makoro Community Trust (OKMCT) que fica no mesmo pátio da Horizon Helicopters (você pode encontrar no Google Maps). A caminhada é aproximadamente 8 minutos do aeroporto - na mesma estrada! Então lá você vai pagar 68 pulas (usd 6,80) por pessoa para entrar no Boro Gate (há varias entradas para o Rio Okavango e esta é a mais próxima do centro da cidade de Maun). O Boro Gate é 1 h de distância do OKMCT, e é impossível ir sozinho pois você não vai encontrar o seu caminho até lá e não tem nos mapas / gps. Importante: OKMCT não tem transporte para o Boro Gate, mas você pode pedir para eles ajudarem a contratar um carro – no nosso caso, a pessoa que nos atendeu ligou para o marido fazer o transfer – não é necessário 4x4. Primeiramente ela nos passou o preco de um 4x4 de uma agencia de turismo local e era o dobro do preco. Eu disse que era muito caro e nós pagamos 50 dólares para ir e voltar, em carro normal, mas eu acho que você pode negociar mais e chegar nos 40 dólares. Uma vez que você chegar na comunidade do Rio Okavango, você vai pagar 200 pulas (usd 20) para o passeio de Mokoro e mais 25 pulas (usd 2,50) para cada assento (é um assento de plástico para colocar dentro do barco para que seja mais confortável) . Uma vez que o passeio começa você vai passar 1:30 h pelos canais do rio até chegar um local para o safari a pé, que leva tambem aprox 1 hora de caminhada e mais 1:30 h para voltar. Certifique-se de chegar cedo para que você tenha mais chances de ver os animais, traga protetor solar, repelente, muita água, comida e um chapéu (as canoas são abertas e é muito sol) Chobe Park - Botswana De Maun nós pegamos uma van na rodoviária para a cidade de Nata. São 295 km - 4:30 hrs, custa 80 pulas (usd por pessoa e partiu às 9 am / chegou às 1:30 pm. De Nata você precisa pegar outra van para Kasane, são mais 307 km, custa 84 pulas (usd 8,40) e são mais 3:30 h de carro. Partiu às 1:30 pm / chegou às 5 da tarde. De alguma forma eles foram organizados e assim que chegamos em Nata, havia outra van esperando para Kasane. No Botswana você não encontrará informações fáceis, parece que as pessoas não estão interessadas em ajudar ou elas simplesmente não se importam. Também é difícil encontrar informações on-line. Horários de ônibus também são impossíveis de encontrar, mesmo na "rodoviária", porque é apenas um posto de ônibus /van. Indo para Chobe Park você tem 3 opções: 1) Reserve um hotel na área de Savuti, onde os preços são muito altos - min Usd 400 por dia e você precisará pagar um vôo para chegar lá. A maioria das tarifas dos hotéis desta área inclui o voo. Savuti está localizada na área leste de Chobe, é savana, área alagada e não recomenda-se ir por conta e nem mesmo em 4x4. 2) Se não quiser voar e tiver tempo, é possível fazer um safari móvel. Você pode chegar em Maun e com o safari móvel seguir em direção ao Savuti fazendo safaris pelo caminho. 3) Opção mais em conta: Reserve um hotel perto de Kasane e visite a parte norte do Parque Chobe. Os preços dos hotéis variam e você pode escolher aquele que atenda às suas expectativas. Descobrimos o melhor hotel até agora com comida de qualidade, quartos incríveis e o nome é The Old House – fica em Kasane. Zimbabwe Do nosso hotel em Kasane (Botswana) usamos a companhia Wild Horizons para nos levar para a fronteira com o Zimbabwe (15 min de carro) para podermos emitir o visto Kaza Univisa (custo de 50 pp para ambos os países - Zimbábue e Zâmbia, e é válido por 1 mês). Depois disso, pegamos outra van já do lado do Zimbábue para ir a Victoria Falls. (Mais 60 km). O ticket para entrar na Victoria Falls do lado do Zimbabwe custa USD 30 pp. Uma das 7 maravilhas naturais do mundo, a Victoria Falls fica entre o Zimbabwe e a Zambia e ganhou este nome de David Livingstone, que foi o primeiro europeu a ve-las em 1855 e homenageou a rainha da época com o seu nome, Victoria. Victoria Falls é a maior queda d'agua do mundo com 1,7 km de extensão no cânion do Rio Zambezi. O volume de agua é de 1 milhao de litros x segundo e as quedas chegam a 128 metros. Zâmbia - Livingstone De Victoria Falls no Zimbábue você deve apenas caminhar até a fronteira para obter o seu carimbo de saída do país. Caminhar mais 1,5 km até à fronteira com a Zâmbia e obter o seu carimbo de entrada. A melhor taxa de câmbio é na fronteira, por isso não perca. Você pode pegar um táxi por 60 kwacha zambiano ou cerca de 6 dólares para o centro de Livingstone, que é cerca de 11 km da fronteira. A cidade em si não tem muito a oferecer, mas é muito mais barata que Vic Falls. Você pode visitar o mercado local para comprar souvenirs. A maior parte dos turistas visitam a Zâmbia para conhecer a Devils Pool ou a Angels Pool (dependendo da época, a Devils pool esta fechada devido ao volume de agua, então eles oferecem outra piscina natural que é a Angels Pool). Na Devils pool os turistas tiram a famosa foto bem na borda da catarata, em uma piscina natural que se forma antes da queda. A entrada para o parque é USD 105 pp 😮 !!!! E você precisa ter um guia. O passeio de Livingstone, ida e volta, fica por USD 125 pp. Outra opção de passeio é o The Elephant Café, que custa usd 185 pp para tomar um café da manhã ou almoço e interagir com os elefantes. Precisa reservar com antecedência pois servem um numero limitado de pessoas. Zâmbia - Lusaka De Livingstone para Lusaka de ônibus (melhor opção disponível) é cerca de 8 horas e custou usd 20 pp. O ônibus sai às 9 horas e chegar às 17:30 aprox. Tivemos a sorte de ter a/c no ônibus, mas eles param muitas vezes no caminho para deixar as pessoas em pequenas cidades ou na estrada. Lusaka tambem nao tem muito a oferecer. A Zambia em si é um pais com poucos atrativos e recentemente se conscientizaram com relacao a caça de animais. Portanto estao introduzindo novamente alguns animais aos parques nacionais. Malawi - Lilongwe Em 2005 foi considerado o país mais pobre do mundo e hoje está em 4o lugar no ranking com a ajuda do FMI, Banco Mundial e a melhora da economia local que é basicamente agricultura (apesar do clima seco e árido - pelo caminho muitas áreas de plantação de milho e tabaco). O Malawi foi devastado pelo virus da AIDS e tem mais de 1 milhão de crianças órfãs pela doença. Mais de 40% da população vive com menos de USD 1,20 por dia. Lilongwe é a capital do Malawi, eu fiquei extremamente assustada com a pobreza daqui. De Lusaka a Lilongwe (Malawi) são 12 horas de viagem de ônibus (parte às 6h - chega às 18h), custa usd 39 pp com o Kobs Bus Service. No caminho, eles oferecem um pacote de biscoitos e um 7up. O ônibus para em torno de 10 vezes no caminho. Os brasileiros pagam usd 75 pp pelo visto de turista - tentei obter o vistoa de trânsito que custa usd 50, mas não permitiram. Recomendacao de Hotel: Hotel Kiboko – naohá muitas opções e pelo o que pesquisei era o melhor custo beneficio. Malawi - Cape Maclear De Lilongwe para Cape Maclear foram 4 horas por causa do engarrafamento em Lilongwe além da rota do GPS, que nos levou por caminhos secundários, estradas esburacadas, areas rurais e cheias de buracos. Portanto evite a rota mais rapida no Malaui, prefira a mais longa que é por estradas mais conservadas. Cape Maclear está localizado na Baía dos Macacos, no sul do Lago Malawi. Uma boa dica é sempre ter água e algum lanche em seu carro, porque no caminho você raramente encontrará um lugar decente para comer. Não espere encontrar comida elaborada nessa regiao. Todos os alimentos sao frescos e preparados do zero, então em todo lugar que você for, sua refeição levará cerca de 45 minutos para ficar pronta. Opcoes bem simples, basicamente arroz, feijão, salada, macarrão, peixe, frango ou carne (vaca ou cabra – normalmente pedacos de musculo, nao encontramos nenhum que servisse filé, bife etc). Baobás No caminho encontramos muitos Baobás. O tronco dos baobás adota uma forma de garrafa durante a fase de maturidade, que em geral é estimada pelos 200 anos. Em boas condições estas árvores podem viver até aos 800 ou 1000 anos. A capacidade de armazenamento de água nos tecidos do tronco pode alcançar os 100.000 litros e esta reserva permite a árvore sobreviver às duras condições de seca. Moçambique Nós pegamos um vôo do Malawi - Lilongwe para Maputo. Porém não há vôos diretos e tivemos que fazer escala na África do Sul (Johannesburg) . Maputo é uma cidade grande, o país passou por guerra civil até pouco tempo atras e também nao é tão segura. Como todos os outros países, a recomendação é evitar algumas áreas e não andar depois das 6 da tarde. É possível visitar Maputo em 1 dia completo. Fizemos tudo a pé, fomos em todos os pontos turisticos, e pegamos um tuc tuc até o Marcado de Peixe, onde escolhemos camaroes, polvo e almeijas (vongole) por aprox 20 euros. La mesmo voce contrata um pessoa para cozinhar os frutos do mar. Fique atento ao negociar os precos pois eles querem extorquir o turista. No nosso caso negociamos por 500 miticais tudo e na hora da conta a pessoa veio com os valores totalmente fora !!! Nao pagamos e batemos o pé no preco que haviamos combinado. Apos almoco pegamos uma van local por 12 miticals e nos deixou em frente ao mercado de artesanato. Náo tivemos tempo de fazer a costa , mas vale a pena fazer o litoral. Tem uma barca para a Ilha da Ilhaca que sai proximo ao Forte. É apenas 1 horario na parte da manha e retorno no final da tarde. Suazilândia ou Essuatine De Maputo a Suazilândia (Manzini) tivemos que esperar 5 horas (das 8 da manhã até à 1 da tarde) só para ter a van cheia de passageiros. As vans só saem se tiverem cheias, caso contrario nao vale a pena para eles fazer esse percurso, que é longo. Pagamos 600 meticais por pessoa e a viagem durou uma eternidade, saímos às 13:00 e chegamos às 6 da tarde - fomos parados duas vezes para controle de bagagem. Tem muita gente da Suazilandia que vai a Maputo fazer compras de roupas para vender. Uma vez que estávamos em Manzini, no dia seguinte alugamos um carro na Avis Rent a Car no aeroporto King e nos dirigimos para a Festa da Amarula - oferecida pelo rei para a população. Na festa as mulheres se vestem com roupa tipica, dancam e a noite é oferecido uma bebida feita de amarula (eles chamam de Marula). Há outras festas realizadas pela familia real e é o modo de juntar a populacao local. Ps. De Manzini para o aeroporto, pegamos uma carona com alguns moradores, na caçamba da caminhonete por 55 km :) Dados interessantes sobre o país: 1. O atual rei da Suazilândia possui 15 mulheres e 60 filhos 2. O seu antecessor tinha 60 esposas e 200 filhos 3. A cada uma das mulheres ele deve garantir o sustento da casa e dar "presentes" a família. Normalmente o presente é entre 15 e 20 vacas. 4. A fruta não tem nada a ver com o creme de Amarula 5. 26% da população adulta tem HIV 6. Menor pais do hemisfério sul 7. É a 12ª menor expectativa de vida mundial, 58 anos
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    @Vandy Herculano Verdade Vamos aguardar até tudo se resolver, estou cogitando fazer um intercâmbio voluntário por lá.
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    @adenilson.A Voltei recentemente da viagem, levei minha SL2 porém aluguei aqui no brasil uma lente mais propícia do que a que vem no kit (até olhei para comprar porém achei um preço um tanto absurdo para um amador como eu) Achei os resultados espetaculares Comprei também um tripé, que é obrigatório para fotografar, porém era um vagabundo e ele quebrou no penultimo dia, tivemos que fazer uma gambiarra a la brasileira para continuar usando ele Como falei, sou leigo para fotografia, comprei uma camera semiprofissional justamente por conta dessa viagem e confesso que não é esse bicho de 7 cabeças para ajustar ISO, foco, tempo de exposição etc e conseguir boas imagens (pelo menos no meu ver e você economiza centenas de reais para fazer tours fotograficos)
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    Olá! Nós somos Los Estradeiros, dois grandes amigos viajando das mais diversas formas por esse Brasil afora. As vezes de fusca, as vezes de moto, as vezes de a pé e por ai vai. Viajamos SEMPRE com pouca grana, SEMPRE em busca de novas experiências, aprendizados, bons momentos, enfim tudo que a vida tem de bom pra nos mostrar. Temos um sonho de cair na estrada para viver uma longa aventura sem data para terminar. Nos ajude nessa, se inscreva no nosso CANAL NO YOUTUBE, somos meio malucos, mas muito divertidos https://www.youtube.com/c/LosEstradeiros SPOILER: Em nosso canal você vai encontrar VLOG's das nossas viagens, desafios em viagens (como: viajar de apé, viajar de bike), e uma série de comédia, onde nós somos 2 personagens vivendo as situações mais absurdas que você pode imaginar, cinemão de comédia mesmo. Enfim, tem muita coisa boa lá, não deixe de se inscrever Acesse nossas outras redes sociais: linktr.ee/losestradeiros Nossos relatos são DIÁRIOS das nossas viagens, ricos em detalhes das nossas EXPERIÊNCIAS pessoais, perrengues, momentos divertidos e também informações dos lugares que passamos e os CUSTOS da viagem. O relato de hoje vai ser sobre uma viagem que fizemos de FUSCA pela Serra da Canastra MG, nessa viagem conhecemos: - Paraíso perdido; - Capitólio; - Cachoeira Casca D'anta (parte alta e parte baixa); - Piscinas naturais da região; - Cachoeira do grotão. Ao todo percorremos 906km pela região, GASTAMOS UM TOTAL de R$ 844,20 (Sendo: $400 com gasolina, $78,2 com pedágios, $116 com mercado, $150 com camping, $80 no paraíso perdido e $20 na casca d'anta). Para garantir o melhor custo dormimos alguns dias em postos de gasolina e outros em um camping em São José do Barreiro MG, fizemos nossa comida todos os dias. Nessa playlist estão os 4 episódios dessa viagem: DIA ZERO (19/07/19) Tivemos um dia cheio, Gabriel em seu último dia de trabalho pré férias e eu passei o dia organizando as coisas da viagem e o logo do canal "Los Estradeiros", até aí tudo correndo como planejado. Bom, vou começar a nossa história indo direto para o final do dia. Por volta de 19:30, fui para casa do Gabriel buscá-lo, na volta estávamos indo em direção ao posto de gasolina, ainda perto da casa do Gabriel eis que a gasolina do Billy (o fusca) acaba (isso porque na hora estávamos falando sobre gasolina, coincidência ou não, não sei). Bom, tivemos que dar um jeito de voltar pra trás, Gabriel pegou sua moto e foi até o posto buscar gasolina. Depois de muito esforço finalmente conseguimos abastecer. Fomos para casa, chegando lá, mais um perrengue, a gasolina vazou por cima do tanque, tivemos que tirar um pouco em um galão para parar o vazamento. Feito isso organizamos as coisas no carro, jantamos e por volta de 1 am finalmente dormimos. DIA 01 (20/07/19) Acordamos as 5:30 am, tomamos aquele café top e as 7h saímos de casa, nosso destino é Paraíso Perdido em MG, após longos 310 km finalmente chegamos, sem nenhum problema com o Billy. Ao chegar no paraíso, descobrimos que teríamos que pagar, $40 por pessoa (valor fora de temporada), acabei induzindo o Biel a aceitar, pelo lado financeiro não foi nada bom, vamos ter que apertar os cintos, mas por outro lado, que lugar incrível. Grandes cânions em volta, muitas pedras e água para todo lado, várias quedas d'água, um verdadeiro paraíso. No final do dia, por volta de 18h, tomamos um banho e saímos do local, viemos em direção ao posto sul de Alpinópolis MG, e por aqui ficamos, fizemos nossa comida em baixo da janela do banheiro e por aqui dormimos por volta das 22:30. DIA 02 (21/07/19) Acordamos por volta de 5:30 am, tivemos uma péssima noite, porém dormimos mais do que na noite anterior. O carro é muito apertado, mas conseguimos nos ajeitar. Levantamos, tomamos um café da manhã, usamos o banheiro e as 7h saímos em direção ao nosso camping em São José do barreiro, camping tio zezico. Fizemos uma parada no meio do caminho no cânion de Capitólio, mas não sabemos se paramos no lugar certo. Nossa segunda parada foi na cidade de Piumhi para sacar dinheiro, uma cidade pequena mas com uma boa estrutura, porém toda cidade coberta de paralelepípedos. Chegando lá, encontramos um Bradesco e conseguimos sacar. De lá partimos para nosso camping, mais alguns km de estrada asfaltada, após passar por Vargem bonita só terra, estrada toda desnivelada, 20km de terra, após 150km finalmente chegamos no nosso camping, bem próximo a cachoeira casca dantas, um lugar muito bonito. O camping é muito simples, diária de 25 reais por pessoa, 2 banheiros (um deles falta telha) e uma grande área para acampar. Paramos o Billy e acampamos ao lado do rio São Francisco. Montamos nossa barraca, fizemos uma cozinha com pedras, pedaços de árvore e um plástico para evitar vento (a ideia mais sem sentido de toda viagem). Depois disso fomos conhecer as piscinas naturais que tem ao lado do camping. Passamos o dia mais tranquilos, ao final da tarde tomamos banho, por volta de 20h jantamos um Miojo top, depois jogamos um pouco 21 e logo pelas 22h fomos dormir. DIA 03 (22/07/19) Planejávamos acordar às 7:30, porém perdemos a hora, acordamos por volta de 9:30. Fizemos um café rápido, tomamos e fomos em direção a cachoeira casca d'anta. A cachoeira fica a 2km do nosso camping, fomos de a pé, chegando lá mais uma parte do nosso suado orçamento ficou na portaria, $20 para entrar. Fomos em direção a parte baixa da cachoeira, caminhada tranquila, 700m da portaria, um lugar incrível, a cachoeira é muito alta, a mais alta que já vi. Saímos de lá após um tempo e fomos em direção a parte alta, e dale subida, 3km só subindo, muita terra, pedra, mato, barro e tudo que mais se pode imaginar. Cansamos muito, paramos algumas vezes, escorregando outras, mas após 1h30min chegamos lá, na parte alta um rio se forma antes das quedas, de lá se vê tudo, montanhas, até são José do barreiro se vê, bem pequena a cidade. Vimos até nosso camping, bem pequeno lá de cima. Ficamos um pouco por lá, gravamos algumas story no Instagram, para falar da história do nosso projeto (canal no YouTube Los Estradeiros), recarregamos as energias e voltamos. Demoramos cerca de 1h para descer, escorregamos algumas vezes, mas não caímos. Após chegar lá em baixo comemoramos muito, mas nossos pés estavam fritando. Saímos de lá, tentamos pegar sinal no celular, mas nada, seguimos e já a noite chegamos no camping. Tomamos um banho, jantamos, enquanto jantávamos um rato quase subiu na minha perna, foi tenso. Após isso ficamos um pouco no fusca e por volta das 23h dormimos. Hoje está mais frio. DIA 04 (23/07/19) Acordamos por volta de 9:50, tomamos um café da manhã e fomos andar um pouco pela estrada, pegamos um pouco de internet, publicamos as fotos no Instagram do canal e seguimos pela estrada, mais a frente paramos em uma espécie de mirante e lá ficamos por um tempo, só pensando na vida. Passado um tempo um carro parou por lá, eu achei que tinham me chamado e fui até eles, mas eles só estavam vendo a cachoeira, eles riram de mim, o Gabriel riu muito, logo voltamos para o camping. Logo depois fomos almoçar. Hoje o almoço demorou um pouco mais, terminamos por volta de 16h. Lá pelas 17h demos um pulo nas piscinas naturais. As 18h voltamos e fomos tomar banho, depois do banho ficamos no fusca trocando ideia, quando de repente apareceu um cachorro chorando aqui. Passado um tempo projetei a luz da lanterna pela janela para fora do carro para procurar o cachorro e ele estava bem perto da janela, tomei um baita susto, o Gabriel riu muito. Após isso fomos jantar, comemos um miojo e voltamos para o Billy, ficamos conversando um pouco, jogamos um 21 e por volta de 22:30 fomos dormir. DIA 05 (24/07/19) Acordamos as 9h, tomamos um café, depois do café fomos arrumar o telhado do banheiro do camping (negociamos com a Neusa, a dona do camping a diária do dia seguinte, pois não teríamos grana para pagar). Logo depois fomos para a estrada pegar um sinal de internet. Depois voltamos para o camping e fomos para as piscinas naturais (descobri que o rio que passa ao lado da nossa barraca é o da Lagoinha). Ficamos um tempo na piscina, nadamos um pouco, o Biel ficou peidando na água (fazendo bolinhas), depois de um tempo voltamos para o camping para almoçar. Após o almoço arrumamos as coisas no carro e saímos para ver o pôr do sol no mirante. Após isso voltamos, tomamos um banho, gravamos o vídeo de apresentação do canal e fomos fazer a janta. No meio da janta o Biel lutou contra dois mosquitos gigantes enquanto eu protegia o molho e as salsichas, após isso ficamos tirando algumas fotos do céu e por volta de 22:30 dormirmos. DIA 06 (25/07/19) Acordamos as 5:30 AM, hoje tivemos um dia cheio. Após acordar arrumamos as coisas, tomamos um café e saímos do camping. Fomos em direção a Capitólio, chegando na cidade ficamos um pouco na lagoa principal, logo fomos conhecer a Prainha artificial, porém não é um lugar muito legal, um pouco sujo. Após isso fomos atrás de um adesivo da cidade, mas sem sucesso. Paramos na matriz e procuramos algum lugar para passar o dia, até que encontramos a cachoeira do grotão, que se dizia ser gratuita em um site, fomos até lá, cerca de 18km da cidade, sendo 12 de terra, chegamos lá, a novidade, tinha que pagar $15 por pessoa, ficamos tristes pois não tinhamos a grana, como já estava perto do almoço ficamos na portaria e íamos fazer comida por lá. Até que de repente chega um senhor em uma Mobilete (o Pezinho), disse que era o dono, logo começando a conversar com ele, fizemos amizade, expliquei a situação que estávamos sem dinheiro, ele, por ter gostado de nós, liberou nossa entrada de graça. Almoçamos por lá, passamos o dia, logo a tarde pezinho voltou, ficou um tempão lá conversando com a gente, muita conversa boa, na despedida ele explicou um caminho melhor para nós e seguimos, no caminho tinham uns bois e vacas na estrada, mas conseguimos passar. Paramos no mirante dos canyons de Capitólio (não entramos porque tinha que pagar), de lá fomos até o posto sul (o mesmo que dormimos no primeiro dia). Após um tempo lá resolvemos ir até a loja que tem em frente ao posto, uma loja de doces, queijos, etc Experimentamos uns doces, e TODAS as cachaças q tinham lá, saímos meio bêbados e não gastamos nada. Ficamos no carro conversando até a noite, depois jantamos, comemos uns chocolate e dormimos por volta de umas 23h. DIA 07 (26/07/19) Acordamos no posto por volta de 5:20, tomamos café, ganhamos um café preto da galera do restaurante. Por volta de 7h saímos. Chegamos em Jaguariúna as 11h. E assim termina essa longa viagem, foram 7 dias muito intensos pela serra da canastra, dias de novas experiências, de explorar novos horizontes, de fazer novas amizades. E assim fica a lição, permita-se, de a você esse presente de viver novas experiências, viver coisas que nunca imaginou, a felicidade está nas pequenas coisas e é isso que levamos dessa vida. Até a próxima
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    Olá pessoas, Em Outubro de 2019 fiz uma viagem de férias ao Cáucaso, 18 dias de viagem mais exatamente. Eu não sou de fazer relatos de viagem, mas, quando comecei a pesquisar de como viajar por lá, vi que existia muita pouca informação disponível, visto que são países não muito conhecidos por brasileiros. Então resolvi postar um relato da viagem para ajudar quem queira viajar por essas bandas. Vou dividir o post em duas partes, a primeira apenas com informações sobre como fazer turismo, a segunda o relato da viagem, bom, não sei ainda, eu não sou muito bom de escrever história, então pelo menos vou fazer a primeira parte. Cáucaso A primeira pergunta que me fiz foi, esses países estão na Europa ou na Ásia? A resposta que encontrei foi: Sim. Sim o quê? Foi uma pergunta "ou"... Ok, imagine você na ponte da amizade, entre Brasil e Paraguai, bem no meio dela você pisa um pé no lado paraguaio e o outro no brasileiro, ou seja, você está em dois solos ao mesmo tempo. O cáucaso é a mesma coisa mas em proporções paisescas gigantescas. Geograficamente, segundo a National Geographic, o continente Europeu termina na cordilheira do Cáucaso, que pega um pedaço da Geórgia e Azerbaijão, a Armênia fica de fora. Vale lembrar que Europa e Ásia são uma porção única de terra, então pode haver divergências também no que se define por área geografica. Sim, o oeste do Kazaquistão é na Europa. Culturamente os países se aproximam mais do estilo Europeu que do asiático, pois os três países faziam parte do Império Russo e posteriormente da União Soviética, então tiveram uma influência arquitetônica e cultural muito forte dos russos. Politicamente se torna mais complicado ainda, pois vai depender de que país o cientista político fez o mapa. Então não sei te responder. O Cáucaso em si abrange mais regiões que os três países, que inclui um pedaço da Rússia, da Turquia e do Irã, mas daí começa a complicar muito, então simplificando, dizemos que os três países são o Cáucaso. A indepedência deles foram feitas depois da queda da União Soviética, lá pelos anos 1991. De restante, não vou me aprofundar na questão histórica e política de cada país, vou apesar colocar informações básicas, pois o foco maior é da questão turística da região. Atenção: O texto a seguir não é um guia turístico, não tem o intuito de informar todos os pontos turísticos e dizer se vale a pena ou não. É baseado apenas nas minhas pesquisas do que eu achei interessante fazer. Azerbaijão Mapa pego do https://smartraveller.gov.au/Countries/europe/eastern/Pages/azerbaijan.aspx O Azerbaijão é um país de origem turca, a capital é Baku, que é praticamente a única cidade que tem um suporte melhor de turismo. Baku é uma cidade do petróleo, eles estão tentando fazer iguais os países Árabes como Dubai e Abu Dhabi, em que estão investindo pesado em estrutura para turismo, se vê muito prédio grande em construção, além de que já patrocinam com uma pista da F1. Eu estive apenas na capital, não achei interessante tentar viajar pelo interior. Mas em geral, a cidade em que alguns viajantes vão é Ganji, oeste perto da Geórgia, e/ou vão conhecer alguns vulcões de lama perto de Baku. A região em vermelho no mapa é uma terra em disputa com Armênia, na verdade está sob domínio do exército indepedente de origem armênica, mas por questões políticas, em qualquer mapa que você procurar, vai dizer que é Azerbaijão. Nas questões práticas, você só consegue acessar pela Armênia e, com um fator que, se você pisar ali, o Governo Azeri não vai deixar você entrar no país deles nunca mais (mais informações colocarei na parte Armênia). A fronteira com a Armênia é fechada. O país em geral é seguro. Ouvi dizer que locais mas afastados não é muito bom andar sozinho ou muito tarde, mas ao menos no centro se encontra bem seguro. - Visto Brasileiros e europeus necessitam de visto para entrar no país. Mas pelo menos é o e-visa, você faz online ( https://evisa.gov.az/en/ ). Custa cerca de 24 dólares, é válido por 30 dias. demora cerca de 3 dias para ficar pronto. O formulário é fácil de preencher e pagar. Não precisa ter receio na imigração, pra mim não fizeram nenhuma pergunta, olhou, viu no computador algumas coisas e carimbou. Cheguei a levar impresso o e-visa por garantia, mas nem olharam. Eles estão investindo em turismo, então eles querem que você entre, caso for um turista comum. - Câmbio A moeda local é o Manat (AZN). O câmbio, pelo que me parece, é controlado pelo Governo, portanto qualquer lugar que for trocar seu dinheiro, vai estar o mesmo valor (ao menos foi o que vi). Então, quando entrar numa casa de câmbio (até no aeroporto) aproveite e já troque a quantidade que você quer, pois vai ser tudo igual. A moedas que são aceitas em todos os lugares são Dólares, Euros e Rublos, o melhor é já vir com alguma das três moedas, que vai facilitar bastante. O Real não sei o quanto é aceito, pois eu já vim com Euros. Paguei no dia 1,89 Manat por Euro. - Locomoção interna Eu cheguei de avião, o aeroporto é perto do centro da cidade. Ao desembarcar, basta ir num centro de informação (o aeroporto é pequeno, então acha fácil) e perguntar como faz pra pegar o shuttle pra cidade. Na verdade é bem simples, do lado de fora tem uma máquina de ticket, é intuitivo comprar (se tiver dificuldade, vai ter um guarda ali do lado que vai te ajudar). O custo é de 1.50 Manat. Com o cartão de papel, basta olhar o estacionamento que vai encontrar o shuttle por perto, o motorista vai te espera caso vê que você está indo pra lá, eles são gente boa. basta passar o cartão na maquininha quando entrar. A viagem dura cerca de 30min, faz uma parada no caminho e chega no destino final da estação de trem / 28 de Maio, dura cerca de 30min. Caso esteja vindo de trem, vai parar no mesmo ponto. Da estação para o centro são cerca de 20min a pé, ou pode pegar o metrô que fica na mesma praça. Fico devendo essa informação porque eu fui a pé, gosto de caminhar para conhecer a cidade. A outra porta opção é de trem. Existem rotas internacionais que vem de Tbilisi e Moscou. De Teerã ouvi dizer que tem ônibus, mas devido a falta de estrutura e talvez problema na fronteira, não sei se realmente existe. Mas tem trem para Astara - AZ, que é na fronteira Para ir / vir de Tbilisi existe um trem noturno, custa entre 23 a 57 Manat (15 a 30 euros mais ou menos) , dependendo da classe (3 classes). Pra comprar o bilhete, vai na estação central, existe bilheteria tanto no térreo quanto no primeiro andar (de onde parte os trens). Os funcionários entendem um pouco de inglês, não tem muita dificuldade, basta falar pra onde você vai e dizer primeira, segunda ou terceira classe. Pode-se pagar com dinheiro ou com com cartão. A estação fica na 28 de Maio, onde também fica a parada de metrô. Pra não se confundir em qual entrar, entre no qual tem o prédio maior (uns 10 andares de altura, acho). O trem parte para Tbilisi às 20:40 (chegue 30min antes) todos os dias. A viagem não é lá tão confortável mas é bem mais barato que de avião. As 05:00 da manhã você vai precisar acordar, pois vai precisar passar na imigração, o trem para por uma hora, se recolhem todos os passaportes, chamam um a um na primeira cabine do vagão, e o policial/militar carimba e te devolve o passaporte. o trem anda por uns 10-20min e agora é a imigração da Geórgia, que também demora uma hora. Quando fui, apenas recolheram os passaportes e devolveram já carimbado, sem entrevista, sem nada. Depois de umas 2h de viagem chega em Tbilisi. Viagens para o interior, que não seja por linha férrea, é um desafio, pois não se encontra muita informação na internet (apesar de que também não tem muito o que fazer :p) - O que ver Baku é uma cidade grande e moderna com tem metrô e ônibus. A cidade nova é estilo europeu, com calçadões grandes no centro e prédio longos de 3 ou 4 andares padronizados. A cidade velha fica do lado da cidade nova, então se você está no centro, em poucos passos entra na antiga cidade murada. O custo das coisas são baratas para um europeu, como o Manat é quase 2 para 1, então um Kebap, por exemplo, custa 4 Manat, ou 2 euros. Ali se faz tudo a pé praticamente, então não tem muito trabalho de ficar pegando transporte público para conhecer os pontos distantes da cidade. O único lugar turístico que fica fora do centro é o templo do fogo, fica a 1h de ônibus do centro. Eu cheguei a programar a ir lá, mas acabei desistindo porque era um tanto longe só pra ver um pequeno templo com fogo. Tem transporte público para perto, e depois uma caminhada. Com 2 dias é suficiente para conhecer a cidade sem pressa. Centro de Baku Vulcões de lama são outras atrações para visitar, mas para esses não tem como ir de transporte público, ou vai com tour ou com carro. Como fiquei 2 dias na cidade, não tive tempo de ir atrás de preços, se pretende visitar, então recomendo um dia a mais na cidade A esquerda superior os vulcões de lama e a direita o templo de fogo - Clima O país é bem quente no verão, eu fui em Outubro e ainda sim estava 20 graus de noite, não menos. Em Agosto pode fazer 40 graus fácil. No inverno chega a fazer uns 5 graus. - Considerações finais É um país (a capital ao menos) interessante, pra mim valeu a pena visitar, pois é um país com bastante história, e o principal é a cidade velha murada, que tem muita coisa ainda preservada, como gosto de história eu recomendaria visitar. Mas, não espere muita coisa da cidade, pra quem vai visitar Geórgia, vale a pena dar um passeio de dois dias. Geórgia Abkhazia e Ossetia são regiões separatistas, Ajara (onde fica Batumi) é autônoma A Geórgia é o país mais turístico dos três, se vê muito russo, muito mesmo. Devido a ter sido parte da Rússia até 30 anos atrás, praticamente todos adultos falam russo, que é a língua franca da região. Mas hoje em dia estão se adaptando ao inglês, tendo assim duas línguas francas, inglês e russo. Também foi o país com menos dificuldade de comunicação, mesmo que usam alfabeto diferente, muita coisa está em inglês, como placa de trânsito, metrô e nome de ruas, e na parte turística a maioria falam inglês ou conseguem se comunicar. então dá pra passear sem muita dificuldade. Existem duas regiões separatistas no país e uma autônoma Abkhazia, no noroeste, que eles se consideram um país próprio. Apesar disso é possível atravessar a fronteira pela Geórgia, só não pode entrar pelo lado russo e tentar sair pelo sul. Mas a região não é segura, tem problema como sequestros. Ossetia do Sul, no norte já não é possível atravessar, só consegue pelo lado russo. A região tem a população maioria de russos, e eles querem se unir a Rússia. Também tem problemas de segurança. Ajara, no sudoeste, já é uma região controlada pela Geórgia, porém autônoma, é de livre acesso ( tem trem de Tbilisi a Batumi diário) O país tem seu próprio alfabeto e uma população bem antiga, sempre estiveram por lá. É uma região pobre, lembra bastante os países da ex-urss, trens velhos lentos, muitas casas arruinadas, as duas cidades mais ricas, e com melhor estrutura são Tbilisi e Batumi. A região norte é composta pela cadeia de montanhas, uma região muito bela, a região central é meio desértica e florestada. Os georgianos dizem que o Oeste até Tbilisi é o lado europeu do país, o Leste é o lado asiático. Geórgia até a revolução de 2004, era um país muito perigoso, com policiais corruptos e problemas de sequestro e roubo por toda parte. O presidente reformulou tudo, trocou e colocou policiamento em todo país e hoje é uma região bem segura, um georgiano que conheci disse que nem roubo de carro se escuta mais. Os únicos pontos a se considerar são as regiões isoladas perto da fronteira com a Ossétia e Abkhazia (as cidades na fronteiras não tem esse problema). O país tem alguns aeroportos, em Tibisli, Kutaisi, Mestia e Batumi são os principais. Internacional, acredito que só de Batumi e Tbilisi. A outra opção de entrada/saída é trem ou marshruktas (vans). Pra ir a Baku, deve pegar o trem diário (parte as 20:35), custa entre 30 a 70 GEL. É necessário comprar pessoalmente na estação (passaporte obrigatório, leve dinheiro em espécie). A bilheteria de trens fica no ultimo andar da estação de trem, então suba as escadas rolantes até o último andar. Pra Yerevan também existe trem noturno (entre Outubro e Maio só nos dias ímpares, no verão todo dia), que parte as 20:20, tem 1, 2 e 3 classe, custa entre 41 GEL a 115 GEL, e chega na capital da Armênia as 07:00 da manhã. A segunda opção é Marshrukta (da qual fiz), dura cerca de 6h, e entre 35 GEL a 40 GEL. A vantagem é que é mais rápido e você vê toda a paisagem no caminho, a desvantagem é que os motoristas não dirigem num modo tão seguro, se prepare para ver o motorista fumando e com telefone. A outra opção é avião, mas esse não sei os valores e destinos. - Visto Brasileiro e europeu são livres de visto. Quando entrei de trem por Azerbaijão, recolheram os passaportes e entregaram já carimbados, sem entrevista. - Câmbio Como Armênia e Azerbaijão, as principais moedas aceitas são dólar, euro e rublo. O euro estava em média 3.24 Lari. Na estação de trem em Tbilisi achei um dos melhores preços, mas em geral tem pouca diferença. Via entre 3.22 a 3.24. Estranhamente, quando fui a Mestia (cidade pequena nas montanhas) tinham uma cotação melhor ainda, 3.25. - Locomoção interna Grave bem esse nome: Marshrutka. É o principal meio de locomoção do país, tanto dentro da cidades quando viagens municipais e internacionais. Existe uma linha férrea do Leste a Oeste, fora disso, só com marashrutka. O grande problema pro turista é que essas vans (marshrutkas é basicamente uma van, nada de mais, tanto que vou chamá-las só de van porque é mais fácil escrever) não partem com horário marcado e não se encontra em site oficiais onde pegar, mas tenha certeza que vai ter van pra qualquer vilarejo, mas não é muito fácil decobri como. Os preços são meio tabelados, então todo mundo paga o mesmo preço, turista ou local. Devido a falta de horário pré-definido (que é baseado quando a van está completa, que parte) fica difícil planejar bate-volta pelo país. Que em geral vai ter uma disponibilidade maior de manhã, mas de noite já tem escasses. De linha férrea só é possível de Leste a Oeste em uma linha, com algumas cidades, as mais famosas como Batumi, Kutaisi, Tbilisi. É um tanto limitado, mas tem horário tabelado, pode-se comprar o bilhete online e custa pouco. A outra opção são os tours. Na cidade de Tbilisi existem dezenas deles, acredito que não faz diferença entre qual pegar, pois as empresas compartilham a mesma van, então é tudo igual. Quanto mais afastado do centro, mais barato fica (coisa de 5 a 10 GEL), fora de época também cai o preço. As vans ão confortáveis, e tem um guia. A vantagem do tour é que ele vai parar em lugares que com transporte público seria impossível, o custo vai ser em torno de 30GEL a 80 GEL (depende da distância, apenas de um dia). Existem até de 2 ou 3 dias. O tour lhe vai tomar o dia todo, então só é possível um por dia, pois mesmo para lugares relativamente perto, eles fazem outras paradas no caminho para 'preencher' o dia. Alguns vai ser de 6h e outros, como Vardzia, coisa de 10-12h. Devido a dificuldade do transporte público e do baixo valor do tour, acabei me rendendo a eles. Os princiapsi pontos, na minha opinião, do país - O que ver 1 - Tbilisi, que é a capital que, obviamente, é o principal destino do país. O centro não é muito grande, dá pra fazer tudo a pé. Existe metrô que passa na estação de trem e no centro da cidade. E possui alguns pontos de van que fazem trajetos intermunicipais. Dois dias é suficiente para conhecer a cidade. Em verde: Estação central, em vermelho: linha de metrô, em azul estação de ônibus (marshrukta) Se está chegando de avião, existe um ônibus que parte do aeroporto e chega ao centro de Tbilisi por 0,50 GEL, sim, é cinquenta centavos mesmo (ano 2019). Dura cerca de meia hora. Tem a opção de trem, que custa o mesmo tanto mas só tem duas vezes ao dia, uma as 8:35 e outr as 17:40, para na estação central Ou taxi, custa cerca de 25-30 GEL As estações de ônibus são: (vide mapa) 1 - Na estação central 2 - Estação de Avlabari 3 - Ortachala - O mais afastado, sem metrô por perto Pra usar o transporte, você chega na estação e sai perguntando pelo local que quer ir, alguém vai te direcionar pra van. É possível comprar o bilhete com antecedência, mas eu não sei onde compra. O detalhe é que as vans estão tudo escrito em georgiano ou russo, então a melhor forma mesmo é sair gritando o seu destino que alguém vai aparecer. Geralmente você vai pagar não direto ao motorista, mas a uma pessoa que cuida do caixa que está por lá, não tem bilhete ou comprovante, mas é tranquilo, e eles sabem que você pagou. Os horários vão depender pra onde vão, mas de manhã sempre tem, então se chegar lá pelas 08:00 vai conseguir embarcar pra alguem canto, as vezes é necessário esperar a van ficar cheia, e pode demorar ou não. O único horário que conheço é da van que vai pra Yerevan (Armenia), parte as 09:00 e 11:00 (tem de tarde também). Quando cheguei na estação de Avlabari, fui na direção das vans e já perguntaram se eu queria a ir Yerevan, disse sim, o rapaz perguntou se eu tinha uma reserva, disse que não, então ele me direcionou a uma van que faltava só um lugar para preencher, paguei 40GEL, apesar de que eu tinha lido que o valor é em geral 35. Como eu era o último e era 8:30 ainda, então aceitei. 2 - Mtskheta é a antiga capital da Geórgia, hoje se resume a um vilarejo com alguns monumentos históricos de mais de mil anos, a mais famosa é o Jvari Monastery, um monastério do século VI. A cidade fica a 20km de Tbilisi. Eu não cheguei a ir lá, mas se quiser ir por conta própria, dê uma olhada nesse site. Existem tours que passam lá. 3 - Telavi fica na região de Kakheti, famosa pelos seus vinhos (possuem mais de 500 tipos de tipo de uva!). A cidade tem uma igreja ( como em todo canto da Geórgia) e um forte, é um região bem calma, é bom para ficar tomando vinho e olhando a paisagem. Vans partem da estação de Ortachala, custam cerca de 10GEL. 4 - Sighnaghi é outra cidade famosa da região de Kakheti, e vai ser as mesmas coisas para se ver, um monastério por perto e uma cidade murada e experimentar vinhos. Vans partem de Samgori Station, três paradas de metrô depois de Avlabari, direção sul 5 - Kazbegi fica na região norte, divisa com a Rússia. A localização é famosa pelas montanhas, como o pròprio Kazbegi, com pouco mais de 5mil metros. Para ir, dê uma olhada nesse site. 6 - Gori é "famosa" porque é onde Stalin nasceu, tem um museu e o pessoal local realmente acha legal isso... Existe um forte na região. Para ir a Gori, pode ir com trem, que parte da estação central. 7 - Kutaisi é uma cidade a oeste onde tem o famoso Monastério de Gelati, Montsameta e a Catedral de Bragati. Também se encontra tours por aqui, mas os preços eram semelhantes de Tbilisi (mesmo estando perto de alguns lugares). Fica a 6h de Mestia e a 4h de Batumi, de van. A cidade em si não tem nada de interessante, serve mais para uma parada estratégica para acessar o lado oeste da Geórgia. Para chegar a Kutaisi basta pegar um trêm na estação central de Tbilisi, 5h de viagem, 9GEL (pode-se comprar online o ticket). o trem parte uma vez ao dia as 09:00 de Tbilisi, e as 12:20 de Kutaisi em direção a Tbilisi. Não possui ligação férrea com Zugdidi ou Batumi. Kutaisi - Em azul as igrejas, em vermelho P o centro da cidade, em Verde a estação de ônibus, em vermelho sul (Kutaisi I) a estação de trem de passageiros Para ir ao monastério de Gelati, tem uma van (2GEL) que parte do centro (a estação é atrás do Teatro) todo dia as 09:00, 11:00, 14:00 e 17:00. O monastério não é tão grande (basicamente uma igreja), em 30min você já visita todo ele. Então pra voltar é mais complicado, porque vai precisar esperar ou a próxima van chegar, ou pegar um taxi (cerca de 10GEL, mas dá pra negociar). Uma segunda opção é fazer a caminhada para Motsameta. São cerca de 2km. Na metade do caminho, tem duas possibilidades, pela estrada ou pela linha férrea (literalmente). A caminhada não é lá agradável, pois a vai precisar andar boa parte no acostamento da estrada. Mas ao menos economiza uns 5-10GEL de taxi. Se pretende fazer essa caminhada, recomendo fazer pela linha férrea, os trens que passam são lentos e barulhentos, então de longe já dá para vê-los e sair do caminho. Em verde pela estrada normal, em vermelho o atalho Para voltar a Kutaisi, deve retornar a estrada principal até um posto de gasolina (fica a uns 200m ao sul do Police Station). Todas vans que passam vão pra Kutaisi, basta acenar e entrar, custa 2GEL. Para visitar a Catedral de Bagrati, basta olhar para ela (fica no alto) e ir seguindo a rua que vai pareça que suba até lá, não tem muito mistério, é perto do centro. 8 - Batumi é uma cidade bem diferente da Geórgia, ela é voltada para turismo de Casinos e um pouco de praia. Alguns acham interessante, outros não. Se vê muitos prédios no centro. Para chegar, pode se pegar um trem direto de Tbilisi (esse é moderno) e dura cerca de 5h, duas vezes ao dia, as 08:00 e as 17:35. Custa cerca de 25 GEL. 9 - Mestia é a capital de Svaneti, é para cá que você vai se quiser visitar as montanhas e casas-torres famosas da Geórgia, o lugar é expetacular, se está vindo para Geórgia, tire uns dias para vir aqui. Existem vans que partem da estação central de Tbilisi as 06:00 da manhã, pois a viagem dura cerca de 9h, custa 30GEL. A segunda oção menos desconfortável é fazer boa parte do trajeto de trem. Para isso deve pegar rumo a Zugididi (no mapa em C). Existe um noturno e outro diurno. O noturno parte às 21:45, com custo entre 10GEL e 35 GEL, e chega as 06:00 da manhã. A grande vantagem é que, saíndo da estação já vai ver taxistas e motoristas de vans esperando os passageiros, ignore os taxistas e pegue qualquer van que vá a Mestia (os motoristas vão estar gritando "Mestia!"). Custa 20GEL e a viagem dura cerca de 3h a 4h, dependendo do clima. O trem diurno dura cerca de 6h, porém chega depois das 17:00, não sei se tem van a esse horário. Se você tiver dinheiro sobrando, pode vir de avião, custa cerca de 90 euros. A cidade em si é bem pequena, mas o que vale a pena é as trilhas para fazer nas montanhas clique aqui para ver as opções. Outros dois pontos famosos na Geórgia é o Davit Gareji Monastério (divisa com Azerbaijão, ponto A) e Vardzia Caves, que são as cavernas-casa que eram habitadas na idade média (ponto B). Para esses lugares não existe transporte público, deve fazer de carro ou excursões. - Clima O país é bem quente no verão, eu fui em Outubro e ainda sim estava 20 graus de noite, não menos. Em Agosto pode fazer 40 graus fácil. No inverno chega a fazer uns 5 graus. Nas montanhas obviamente tem um clima mais ameno, apesar de que eu fiz hiking numa montanha de uns 2.500m e não estava frio, talvez uns 15 graus, com vento. - Considerações finais O ponto alto da Geórgia é com certeza as montanhas piada não intencional. O país é o que tem mais a oferecer dos 3, recomendaria ao menos visitar Tbilisi, Sighnaghi e Mestia. Aqui eu acabei me rendendo aos tours, pois os preços eram acessíveis e eles fazem algumas paradas no meio do caminho que não seria possível com transporte público. A cidade não é tão moderna quanto Baku ou Yerevan, se vê mais facilmente casas e terrenos ao relento, mesmo perto do centro de Tbilisi. Se for uma apreciador de vinho, aproveite para comprar levar umas garrafas pra casa, pois são bons e não custam muito caro (vi preço médio entre 10GEL e 50GEL). Armênia Armênia e a Nagorno-Karabahk A Armênia tem menor PIB dentre os três, porém isso não o faz mais barato para turistas. Quando viajamos, obviamente não conhecemos os melhores lugares para comer, ou onde é mais barato, então acabamos indo a lugares mais turísticos e caros, e acabou me surpreendendo, pois foi onde eu tive o maior gasto por dia. Como a moeda tem uma conversão 525 dram para 1 euro (ou 118 para 1 Real), atrapalhou bastante a percepção de que se algo era caro ou barato, em comparação a Geórgia (1 Lari para 1,35 Reais, ou 0,30 euros) ou Azerbaijão (1 Manat para 2,35 Reais ou 0,50 euros) que dava para ter uma ideia melhor dos preços. Para se chegar na Armênia, tem a opção de avião, o aeroporto fica perto da cidade, uma corrida de taxi não deve sair mais que 5.000 dram (os taxis usam taximetro, exija que seja ligado, se não vão querer te cobrar o olho da cara, tipo taxista do Rio). A outra pção é por trem, vindo da Geórgia, e único país onde tem fronteira aberta com transporte público, e por último Marshrutka, como expliquei anteriormente como vir da Geórgia. Apesar de ter fronteira aberta com Irã, não tem transporte público entre os dois países. Ao Oeste o Kilikia Bus Station e ao Norte Yeravan Bus Station e ao sul a Estação central de trem A melhor opção de ir ao centro tanto da estação de ônibus quanto da de trem é com taxi, eles são baratos, não pague mais que 2.000 drams. Nagorno-Karabakh ou República de Artsakh é uma situação complicada, então não entro em detalhes políticos. A situação atual é que a região está sob domínio de população armênia, pois a região pertence ao território azeri, desde do cessar fogo de 1994 (É como se fosse uma região separatista do Azerbaijão). A única forma de entrar é pelo lado armênio, que tem fronteira normal entre dois países, com imigração e carimbos, mas nesse caso o carimbo é feito em um papel a parte, já que o país não é reconhecido por quase nenhum outro, entrar lá significa banimento no Azerbaijão. Existem outras fronteiras abertas com a Armênia, porém só a principal que tem controle. O país é montanhoso, o que significa pouco território plantável, o que acaba concentrando seus habitantes na capital, o restante são basicamente vilarejos, o que atrapalha bastante se locomer com transporte público. - Visto Brasileiro e europeu são livres de visto. A Armênia começou a facilitar a entrada de uns anos para cá, pois viram que o turismo é um bom negócio. Eles geralmente perguntam se já foi no Azerbaijão, mas se virem que foi apenas a turismo, não vão complicar. Uma das poucas exigências é ter o endereço do seu hotel/hostel, pois é anotado no sistema, e, em alguns casos mais estranhos (que li em um outro blog) as vezes pedem o endereço do hotel que ficou no Azerbaijão, então se já foi lá, melhor deixar em mãos. (Mas, convenhamos, entrando como brasileiro, eles vão estar mais contentes que desconfiados) - Câmbio Como Geórgia e Azerbaijão, as principais moedas aceitas são dólar, euro e rublo. O euro estava em média 525 Dram. Troquei poucas vezes o dinheiro aqui, mas me parece que as casas de câmbio tem um valor bem semelhante. - Locomoção interna Também é feita por marshrutkas, mas a frequência é bem pouca, comparado com a Geórgia, aqui também a melhor forma de conhecer o país é por tours ou carro alugado, com agravante que poucos falam inglês, então não é simples se locomover com transporte público. A Capital, apesar de seus 1 milhão de habitantes, se resume ao centro para os turistas, fora disso não tem muito pra ver, aqui se faz tudo a pé. Estrelas - em verde: Yerevan, capital, em azul: Vagharshapat, cidade religiosa, em roxo: Sevan, no lago, em amarelo: Jermuk, o vilarejo de águas naturais Em vermelho monastérios, em laranja o templo pagão - O que ver Yerevan (em verde) a capital do país e onde concentra 1/3 da população, obviamente o principal destino. A centro não é grande, se faz tudo a pé, em um dia dá para explorar bem a cidade. Ela é uma cidade bem moderna e organizada, diferente do que vi em Tbilisi. A cidade é do estilo que passear para descobrir, não tem nenhuma atração que diria imperdível, talvez só subir na escadaria, de onde você pode ver a cidade inteira por cima, e o monte Ararat. Também se vê muitas agências de turismo para conhecer o interior, mas achei bem caro 90% delas. A única que achei com preço em conta foi a One Way, (não estou ganhando por divulgação :p). Vagharshapat (em azul) é tipo o Vaticano dos armenios. Não é que um país separado, é só uma cidade, mas é porque é o centro religioso do país. É onde possui o mais antigo mosteiro do país, e outros monumentos relacionados. Para chegar com van, deve-se pegar na estação de ônibus de Kilikia, número 203. por ser uma região bem procurada, tem uma frequência alta. A viagem dura cerca de 45min e faz a parada final bem no centro. Sevan (em roxo) é a cidade que fica no lago, o que tem de interessante é a paisagem, um bom lugar pra relaxar. Deve se pegar a van na estação norte, mas não conheço os horários Jermuk (em amarelo) é a cidade das águas, a região tem spa e águas termais, é bem pequeno. Para ir deve-se pegar a van na Kilikia Bus Station, frequência muito baixa, uma ou duas vezes ao dia A segui a lista de outros lugares a visitar, mas com praticamente nenhuma forma de ir com transporte público. A opção mais em conta é ir com tours. 1 - Khor Virap é um monastério que tem a melhor visão do Ararat, além do ponto mais próximo do monte (que fica na Turquia), a região é muito bela, um lugar que vale a pena visitar. 2 - Templo di Gharni (laranja) é um antigo templo pagão do século I, o único que restou de templo não cristão. A pouca distância também tem a formação rochosa vulcânica em hexágono, A vista panorâmica é belíssima. Monastério de Gheghard (vermelho), como outros monastérios da Armênia, é um estilo que você vai encontrar em qualquer lugar. 3 - Saghmosavan é outro monastério famoso do país. 4 - Tsaghkazdor é uma cidade de resorts, a região é famosa pelo ski e fontes termais, devido ao clima, é uma cidade um pouco mais fria e muito verde e florida. 5 - Novarank Monastery, como podem ver, é mais um monastério antigo do país. 6 - Tatev é a outro monastério, mas esse tem um detalhe a parte, ela fica numas das regiões mais belas do país, e para chegar a ela, deve-se pegar um teleférico que atravessa as montanhas, que faz um trajeto de uns 5km, ou 12min. O único problema é que ela fica em uma região um tanto isolada para fazer com transporte público, tem pouco opção de hospedagem em torno. Porém eu achei tour de um dia para lá, são cerca de 12h o dia todo, custo em torno de 8.000 dram (cerca de 17 euros). 7 - Kari Lake é um lago aos pés do monte Aragat (não confundir com Ararat). Fica a 3.000 metros de altura e é uma região para fazer trekking. Devido a altura, é quase certo que encontrará gelo ou neve. Como é na montanha, não tem transporte público, a única forma é com tour ou com carro, são cerca de 1:30 de Yerevan. - Clima O país também é quente no verão, e frio no inverno, devido ser uma região motanhosa, será mais frio do que na Geórgia e Azerbaijão. Estive em meados de Outubro e peguei uma temperatura entre 15 e 25 graus. - Considerações finais O país me surpreendeu positivamente, imaginava uma capital pequena e subdesenvolvida, mas encontrei uma cidade grande, rica, bonita, arrumada e limpa. Também é um país em que, para conhecer o interior de forma mais rápida, é melhor ter um carro alugado ou fazer tours. Recomendo fortemente conhecer o interior leste do país, pois são paisagens belíssimas e muito diferente do que estamos acostumado (até para europeus), apesar de não ser tão simples viajar país adentro. O país também é conhecido pelos vinhos, com cultura milenar, aproveite para fazer degustação. Dentre as três capitais, foi o qual eu mais gostei. Aqui termina as informações básicas da região. Se quiserem fazer perguntas, basta responder o tópico me marcado, responderei com prazer.
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    Pessoal, Esse vídeo apresenta informações sobre sacos de dormir pra ajudar na hora de comprar.
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