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Exibindo conteúdo com a maior reputação em 14-12-2020 em

  1. Havia tempos que o ponto culminante do meu estado e de toda a região sul estava no meu radar. Desde janeiro ajustando datas com meus parceiros, sempre aparecia um imprevisto e o Pico Paraná ia esperando. Em 20 de junho novamente fiquei sozinho, mas dessa vez, parti sozinho mesmo de Campo Mourão. Estava ansioso, pois queria chegar ao Pico Caratuva para acampar antes de anoitecer, afinal estava sozinho. Enquanto calçava a bota, o fiscal da Fazenda PP fez meu cadastro e cobrou singelos R$ 10,00. Enquanto ele foi buscar o troco troquei a camiseta, e nada de voltar com meus "nique" quando achei o rapaz: ele estava procurando um ser de camisa vermelha, kkkk, eu antes de trocar. Saí ansioso, às 16:10 o ritmo a partir da portaria são os Óreas (deuses da mantonha) quem determinam. Como estavam receptivos, em 25 min alcancei a bifurcação das trilha PP x Caratuva. À esquerda a trilha no começo estava bem ruim, com muitas árvores caídas exigindo manobras para passar sobre os troncos com a mochila carregada. Logo à frente, se dividia novamente, agora sem sinalização e sem sinal GPS. O faro indicava à direita. Porém já percebi que à direita também tem uma bifurcação, depois de uma olhadela vi tratar-se de uma trilha para a bica de água; segui pela outra. Com o suor já aparecendo, começa a verdadeira batalha. São aproximadamente 1500 m de subida constante, uma escalaminhada sem fim. Pedras, raízes enormes, barro, barrancos, 40 min praticamente engatinhando pela encosta. Eram 17:15 quando pela primeira vez, depois do Morro do Getúlio, conseguia enxergar algo além de chão e árvores. As árvores começaram a ficar menores e o terreno começa a perder inclinação, sinal de que estamos chegando em alguma área plana, seria o cume? Poucos minutos mais e pude avistar o resto de Sol que se escondia no horizonte e às 17:40 as primeiras barracas apareceram pra mim. Havia chego a montanha em 2 h. Arrumei um cantinho, meio torto mesmo: o pico estava lotado de gente. Logo chegou um pessoal que eu havia passado na trilha, eles vinham se comunicando por meio de berros, kkkk. Da mesma forma chegaram no cume, e fariam ainda muita algazarra no acampamento até que os o russo revoltado acabar com aquilo. Montando a barraca, ofereceu-me ajuda um montanhista que estava por ali, gentil, não recusei é claro. Batemos um longo papo, descobrimos que no outro dia iríamos acampar no PP. O entorno do Caratuva estava todo fechado, só aparecia o cume do PP lá na frente. Logo o breu tomou conta, junto uma neblina congelante. Foram longos minutos enclausurado dentro da Quick Hikker 2, tomando café. Mais tarde o tempo limpou deixando o céu embebido de estrelas, levando nos a uma profunda reflexão. Durante toda a noite seria assim, minutos de imergir na imensidão do firmamento, e minutos de se esconder dentro da barraca; colocar até a cabeça dentro do saco de dormir. No dia seguinte, às 06:00 todos já estavam ansiosos pelo espetáculo. Apenas os cumes do Caratuva, PP, Ibitirati e Taipabuçu estavam à mostra, o restante da Serra estava embebido por Morfeu. Eram 07:05 quando Apolo empurrou seu Astro no nascente. Uma sinfonia perfeita com o acampamento e as emoções que irradiam no peito do espectadores. Foram aproximadamente 8 min, talvez os mais emblemáticos da história de cada um que estava ali. Preparei um café prevendo um dia encharcado e intenso. Depois explorei o cume para preencher o livro e identificar os irmãos menores. O Pico Itapiroca estava descoberto da neblina e pude observar os campistas lá no horizonte. Desmontei a tralha, reuni tudo e às 08:25 coloquei a cargueira no ombros a saí, a ideia era descer o Caratuva pelo leste, passando pela bica para reabastecer. Depois de analisar o mapa parti, por uma trilha fechada depois do acampamento no sentido nordeste, a neblina tomava conta da serra, a visibilidade não chegava a 15 m. Pouco adiante a trilha dividiu-se: uma quase inexistente, a outra com sinais de tráfego, segui a mais usada apesar de o senso dizer o contrário. Não demorei a dar de cara com um penhasco, a trilha terminava ali, ao menos o que parece. Humildemente retornei a bifurcação e segui o instinto pela trilha fechada; em menos de 200 m estava encharcado. A trilha exige muito, no meio do nada, sem enxergar nada. Pedras enormes e escorregadias, barrancos lisos, trechos enlameados. No meio da mata a trilha não aparece, é preciso seguir com calma buscando indícios de cada um tempo algumas fitas amarelas sinalizam por onde deveria passar a trilha. Naquela penumbra toda não consegui achar a bifurcação que levava a bica, e devido a dificuldade de se locomover por ali, nem fiz questão de pegar o celular para verificar o GPS. Segui por 1,5 h no meio da nuvem, para o lado que virasse dava para sentir os desfiladeiros. Chegando no A1 tive de voltar uns 400 m buscar água na bica, afinal meu suprimento estava terminando e não estava afim de arriscar no A2 e descobrir que não haveria água. Na fonte conheci um grupo de Palmital, São Paulo, que ia em ataque ao PP. Acabamos seguindo juntos até o o elevador. Foi uma caminhada longa, mas agora a trilha é bem demarcada, chega a fazer uma vala. A crista toda envolvida pela neblina não víamos nada além dos 15 m. De repente o mergulho e um maciço escuro, ainda coberto pela nuvem, se desenha na nossa frente. A perna treme, mas, não dá para desistir. Lá vamos nós (não todos, alguns abandonam aqui) pelo elevador, se revezando com quem desce, com quem trava no meio. O grupo que eu acompanhava parou para descansar, a mim não era uma opção, afinal molhado com estava, certamente, se parasse, o frio castigaria. Segui em frente, sozinho agora. Rochas e mais rochas, em alguns lugares o caminho some na neblina, em outros é preciso passar por fendas apertadíssimas. Encontrei muita gente descendo, eles me animavam ao contar que lá em cima estaria aberto o tempo. Após passar de banda pelo A2, pelo A3, não tinha muito por que parar, o frio era grande, e a neblina não arredava pé. Depois de quase 4 h caminhando, dei de frente com um último paredão de pedra, alguns lances da ferrata e saí no meio de uma galera. Tinha chegado ao PP! Olhei de um lado, olhei de outro, e nada, custei acreditar que tinha chegado; cadê o tempo aberto que tinham me falado, mal dava para enxergar o entorno. Logo veio uma onda e levou as nuvens do cume, dando dimensão da minha posição. Fui o primeiro a armar acampamento naquele dia, muitos que chegaram após às 14 h, tiveram de descer e acampar no A3 ou A2, o cume estava lotado. O resto da tarde seria de expectativa, em curtos espaços de tempo as nuvens dispersavam e dava para ver o cume do Ibitirati, montanha irmã. Lá de cima um grupo de montanhista gritava feito doido e acenava durante esses lapsos de tempo. Dava para perceber que não pediam socorro, só queriam algazarrear mesmo. No fim do dia ainda foi possível avistar um pedaço do crepúsculo, gerando ansiedade com a alvorada do dia seguinte. Durante a noite, mais um espetáculo, as nuvens foram embora como uma cortina que se abre mostrando o interior da morada aos passantes. O céu com suas luzinhas incríveis carregando pedidos infinitos fez vigília. Às 04:00 do dia seguinte todo mundo já estava em pé. Na mesma situação, tudo coberto por Morfeu. Faltavam minutos para Apolo começar sua dança, quando Morfeu retirou seu batalhão, e o êxtase tomou conta do cume. Em minuto tudo estava à mostra, desde a Baía de Antonina até o Cerro Verde e o Ferraria. Neste momento o espírito da montanha enche-nos da sua perseverança, e como estátua, só percebo estar vivo devido à respiração diante de tão bela alvorada. Foram intermináveis 10 min. Lágrimas que bailam na face e o sentimento de que não há melhor lugar para se estar. Após me empanturrar com as comidas em excesso que carregava, tudo regado a café, pude identificar a crista que havia descido no dia anterior do Caratuva ao A1 em meio à neblina, fiquei arrepiado. Ficamos conversando com os montanhistas que havia conhecido no Caratuva que, também arrumaram seu cantinho por ali. Pena que não pude esperá-los para a descida, eu precisava estar às 15:00 na base. Comecei a descida às 10:45, logo alcancei um grupo descendo. Conversamos, trocamos contatos, acabamos descendo juntos. Até carona para a Capital dei a um deles. Acabei adiantando um pouco na trilha, principalmente no trecho entre o A1 e o cruzo do Caratuva, parte que eu havia desviado no primeiro dia. Esse foi o trecho mais complicado de toda a conquista, são intermináveis raízes e barrancos lisos, quase pior que encarar o russo e a trilha escondida do dia anterior. Parei na Pedra do Grito para esperar minha nova parceria de viagem. Acordei com um grupo de 38 noviças, todas em vestes característica, de um branco engomado, tules e rendas chegaram subindo rumo ao Getúlio. Podem até ter subido mas garanto que vai dar trabalho para limpar todo o estrago nas vestes. Eram 15:10 quando chegamos na base. Desfeita a tralha, tomei um banho de gato, e pegamos a rodovia. Já eram 23:15 quando dei por encerrada com sucesso a aventura, comemorando com uma bela pizza no capricho.
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  2. Olá tudo bem? O primeiro passo é, sem dúvidas, fazer um planejamento financeiro para começar uma reserva de emergência. Pense em todos os problemas que uma viagem pode ter, portanto, viajar sem um dinheiro guardado é muito arriscado. Agora, tendo uma reserva de emergência, você consegue fazer tudo com tranquilidade. Algumas dicas bem legais para o seu mochilão: durma em barracas, encontre uma alternativa de ganhar dinheiro nos locais onde você parar. Muita gente aposta em habilidades manuais, como: , malabares, fazer brigadeiros para vender, bolos, artesanato... Enfim... aposte no que você sabe fazer bem e divulgue nas redes sociais.
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  3. Hoje tem vôos direto entre lethem e georgetown todos os dias, exceto domingo https://transguyana.net/lethem-schedule/
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  4. Pelo wordpackers você fica dependente da disponibilidade do local, se tornando mais difícil montar um roteiro pelo os lugares que vai passar. Então não pode contar 100% com esse serviço! Para viajar dessa forma deve ser complemente independente.. tendo desapego de absolutamente tudo. É possível? Sim, é! Mas se você sentiu desencorajado em ler os relatos.. acredito que viajar dessa forma não seja para você! Pelo menos por enquanto.. junta uma grana e faça um mochilão menos roots, conforme for ganhando confiança, faça como preferir.
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  5. Ahhhh Ushuaia!!! Chamamos de “fim do mundo” aquele lugar distante e sem “graça”,não é mesmo? Porém Ushuaia faz este dito popular cair em descrédito já no primeiro dia que à conhecemos. Eu sempre estava vendo fotos de paisagens de cair o queixo, lendo relatos de outros viajantes encantados com suas experiências, ouvindo vários elogios sobre tudo que há por lá, até que parei para pensar: “Tô esperando o que pra ir logo para Ushuaia e ver com meus próprios olhos?”. E que escolha foi esta para finalizar minha aventura de 2018. Conclui minha viagem com chave de ouro. Adorei e voltarei ainda no inverno no dito fim do mundo… um lugar de encher os olhos e a alma. INFORMAÇÕES DE: Dezembro de 2018. ROTEIRO PARA: 6 dias. Vou relatar aqui, parte do post completo, falando só o básico... vamos lá... HOSPEDAGEM: Antarctica Hostel – $ 750 CLP – R$ 88,24 / dia. Fiquei neste hostel após ouvir boas recomendações e gostei bastante. Equipe jóia, organizado, um ambiente jovem e animado, além de ser muito bem localizado. Recomendo. -> Mais detalhes. Onde se hospedar em Ushuaia? Por sorte a cidade é bem pequena, e a maioria das opções de hospedagem estão bem localizadas. Eu recomendo e gosto geralmente de ficar nas áreas mais centrais, para evitar custos com deslocamentos e poder explorar mais a cidade caminhando. Quem pensa igual eu, foque em hospedagens na região de Maipú, San Martín e Deloqui. Em frente ao porto, na Av. Prefectura Naval, é onde estão os hotéis mais econômicos e antigos. Os hotéis mais luxuosos e sossegados, para quem curte conforto e tranqüilidade, estão mais afastados da área central. Dica importante: A época que vai conhecer Ushuaia influencia muito na escolha da sua hospedagem. Fique atento quantos as condições climáticas do período da sua viagem e como pretende se locomover. No inverno, evite lugares mais afastados que necessitam de deslocamento de carro, por exemplo. Aos preguiçosos – saibam que Ushuaia tem bastante subidas e descidas… rs. SOBRE USHUAIA Ushuaia é a capital da província da Terra do Fogo, Antártica e Ilhas do Atlântico Sul, na Argentina. Seu nome, de origem indígena, significa: ushu + aia (fundo + baía = o que significaria baía profunda). Esta região foi habitada pelo homem há milhares de anos, e depois colonizada por europeus a partir de meados do século XIX, que instalaram missões para catequização dos indígenas. Estes, porém, logo desapareceram sob o impacto da aculturação e da devastação causada por epidemias trazidas pelos colonizadores. Ushuaia cresceu lentamente ao longo da primeira metade do século XX, organizando-se em torno da instalação de um grande presídio, que trouxe muitos funcionários administrativos e atraiu novos colonos, mas também fez com que se formasse uma impressão sombria sobre o local. A partir da metade do século XX o presídio foi extinto (hoje uma das principais atrações da cidade), a cultura se diversificou e o progresso se deu mais rápido, com a instalação de diversos serviços, a melhoria na infraestrutura urbana e a criação de incentivos governamentais para a fixação de novos residentes. Atualmente Ushuaia é um importantíssimo pólo turístico da Argentina e se tornou famosa com o slogan de “A cidade mais austral do mundo” – o que significa a mais próxima do continente antártico – porém este título gera controvérsias, principalmente por parte de Puerto Willians, no Chile, que não gosta muito deste título… rs. E se engana que pensa que Ushuaia é um destino só para belas paisagens naturais, aqui também é lugar de boa e diferente gastronomia e vinhos. Como chegar em Ushuaia? 1- Avião Chegar em Ushuaia é super fácil e há vôos direto do Brasil, com conexões na Argentina (principalmente Aeroparque Buenos Aires). Geralmente as empresas que fazem os trechos são: TAM/LAN, ou a Aerolíneas Argentinas, que tem os melhores preços e opera em algumas cidades brasileiras (entre elas São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília). Duração do voo entre Buenos Aires e Ushuaia: 3h45min. O Aeroporto Internacional de Ushuaia – Malvinas Argentinas – é bem pequeno, com uma estrutura mínima e ainda recebe poucos voos diários. Eu achei uma bagunça quando fui, e recomendo ir com bastante antecedência para pegar seu vôo, tipos 1h e meia no mínimo. Aqui, você corre o risco de perder seu voo sim, se for em cima da hora. Translado Aeroporto: É fácil conseguir. O Aeroporto de Ushuaia é próximo do centro, 7 km (15 minutos). Há vários serviços: Táxis $ 300 ARG (R$35,39). Translados diretamente no hostel em vans – $ 200 (R$ 23,52). Dicas para seu voo: Formas de economizar. Pesquise a possibilidade de comprar as passagens separadas: Brasil -> Buenos Aires, e; Buenos Aires -> Ushuaia. Aproveite para ficar uns dias na capital dos nossos hermanos que é um charme. Como pesquisar voos para Ushuaia e encontrar aquela combinação perfeita? Quer economizar uma graninha em passagens aéreas. Então, pesquise com calma e tempo. Recomendo pesquisar em 3 lugares o mesmo voo. Primeiro: Use a decolar ou Google Flight – Onde há ferramentas ótimas de busca para encontrar o melhor preço. Aqui você também simula várias datas e combinações, vê a evolução dos preços no mês, ano etc. Ferramentas que te ajudam a decidir. Segundo: Escolhido seu voo, pesquise agora o mesmo direto no site da companhia aérea. Terceiro: Simultaneamente pesquise este voo em uma empresa de milhas, que muitas vezes vale a pena e é aqui que “garimpamos” ótimas oportunidades. Agora compare os três preços: Valor na Decolar: Vantagem – Dividi o pagamento. Valor direto na empresa: Aerolíneas não divide pagamento. Valor nas empresas que compram passagens com milhas. Nas empresas quem compram passagens aéreas com milhas são onde encontramos os melhores preços e promoções. Saiba mais, teste e faça uma cotação do seu voo -> aqui. 2- Carro Viajar de carro até Ushuaia é super tranquilo em relação a qualidade das estrada e condições (isso no verão). A distância das principais cidades são: Buenos Aires (3.160 km) El Calafate (878 km) Puerto Natales – Chile (769 km). Punta Arenas – Chile (629 km) Rio Grande – Argentina (212 km). IMPORTANTE: Quando você vai para Ushuaia há uma balsa próximo a Punta Arenas, em Punta Delgada. Duração de meia hora a travessia. E como venta aqui… senhor!! Rs. Horários e valores da balsa: Aqui. 3- Ônibus Uma alternativa ótima e barata, principalmente se você esta viajando sozinho. As principais empresas que fazem o trajeto são: Partindo de Puerto Natales: Busur, Buses Pachecos e Buses Fernandez. Partindo de Ushuaia, Rio Galegos e Provenir: Busur e Buses Pachecos. Cheguei em Ushuaia vindo de Punta Arenas, na verdade fui de ônibus desde El Calafate. Puntas Arenas – Ushuaia -> Informações empresa Bus Sur: Punta Arenas – Chile (629 km) – $ 35.000 CLT (R$ 218,75). Duração 10 horas (Diziam 12 horas no site) – Cheguei 18h15min. OBS: Não encontrei essa viagem à noite. Penso que devido horário da balsa. Também não acontecem todos os dias, são dias específicos da semana. A viagem é tranquila e demora um pouco, pois passamos nas aduanas chilena e argentina. Se atentem nas regras de saída e entrada em cada país, ok! Um coisa Importante: A viagem é longa e não tem parada para comer. Sério! As únicas opções de lanche que parecem são na travessia da balsa (meia hora), um cachorro quente ($ 1.500 – R$10,00), ou nas aduanas, comer rapidamente empanadas. Aconselho levar algo, para não passarem a viagem toda como eu, achando que uma hora vai parar, e passar fome… rs. O ônibus em Ushuaia pára bem próximo ao centro. Dá pra ir a pé ao seu hostel se você se planejar antes. Eu não me planejei, e fui de táxi. Há vários deles esperando na chegada dos ônibus. Preço Táxi $ 85 ARG (R$ 10,00) – Sim eu andaria 2 km por R$ 10 reais depois de 10 horas de viagem…rs. Quando ir a Ushuaia? O ano todo!! A época vai depender mesmo do seu objetivo. Aqui sempre é temporada, média ou alta, nunca há baixa. Cada estação do ano condiciona as paisagens e passeios de uma forma que muda totalmente a dinâmica da cidade e paisagem. Av. San Martín em pleno verão. De maneira geral, vale lembrar que aqui sempre será muito frio, principalmente para nós brasileiros. Também venta muito o ano todo, o que faz a temperatura abaixar ainda mais e as chuvas serem bem freqüentes, porém sempre após elas, mesmo parecendo impossível o tempo abre. Primavera: 21 de setembro – 20 de dezembro. Primavera é a época de árvores verdinhas, paisagens bonitas. O indicado para fugir da alta temporada e seus altos valores é ir nos meses de outubro e meados de novembro. Verão: 21 de dezembro – 20 de março. É a altíssima temporada, onde o frio não é tão intenso e podemos desfrutar das atividades ao ar livre de forma mais agradável. Outro lado ótimo é que no verão, os dias são logos podendo ter mais de 17 horas de sol em alguns dias. Nesta época é quando partem os cruzeiros com destino à Antártica (sonho distante meu $$$). Vale lembrar que também os amantes da natureza, que somente entre outubro e meados de abril, que os pinguins podem ser vistos nesta região. De 15 de dezembro a 15 de janeiro é o pico da temporada. Outono: 21 de março – 20 de junho. O outono nesta região é bem característico e traz o colorido das árvores em todas suas tonalidades. Um ótimo período também para fugir dos altos preços e pegar bom clima são os meses de março e abril. Inverno: 21 de junho – 20 de setembro. No inverno há dias que podem chegar a assustadores -20ºC. Inverno também é alta temporada, com turistas do mundo todo procurando pelas estações de esqui e paisagens geladas. Porém, muitos dos passeios nesta época do ano, para quem procura trekking e aventura, não podem ser feitos. Outro detalhe é que os dias são curtos, com poucas horas de sol. Apesar da baixa temperatura, entre os meses de abril e julho os ventos não são tão intensos. E dizem que a neve de Ushuaia é de ótima qualidade para os esportes de neve. Resumindo: O recomendado para fugir da temporada (altos preços) e pegar um bom clima para passeios externos, seriam os meses de outubro, começo de novembro, e entre março até meados de abril. Recomendo ler: Como planejar uma viagem para patagônia? Segurança ao visitar Ushuaia Ushuaia é uma cidade super tranqüila. Andei por lá dia e noite “numa” boa, e nem sinal de perigo. Porém, fique sempre alerta, estamos na América do Sul e apesar do baixos índices de incidentes da cidade, sempre algo pode acontecer. A preocupação principal aqui com a sua segurança está mais relacionada ao clima e as trilhas. Nas trilhas siga todas as orientações e vá com calçados e roupa apropriadas. É normal uma chuvinha fraca e isso não deve desanimá-lo a fazer passeios, e por isso mesmo é sempre indicado usar roupas impermeáveis o tempo todo ou carregar capa de chuva. Em Ushuaia o tempo muda constantemente, então não se martirize se ver na previsão do tempo que só haverá chuva em seus dias de viagem, pois a maioria das vezes é passageira. Por segurança, eu deixei uns dias a mais na minha estadia, para poder trocar os dias dos passeios conforme o tempo. Importante lembrar que independentemente da época do ano em que será sua viagem, esteja preparado para baixas temperaturas. Segunda pele, gorros, bota de trekking, casacos corta-vento, calças e casacos impermeáveis são essenciais para sua viagem. Falando em segurança: Você já tem seguro viagem? Não? Viajar sem é loucura, portanto nunca faça isso! O Quero Mochilar fechou parceria com uma famosa marca de seguro viagem e esta com preços imbatíveis. Confira fazendo uma cotação no banner publicitário deste artigo na barra ao lado, ou saiba mais sobre os benefícios de fechar o seguro viagem com a gente neste link: Saiba mais. ROTEIRO PARA CONHECER USHUAIA Dia 13 a 20 – 30/11/2018 a 07/12/2018. Sim, fiquei tudo isso em Ushuaia…rs! Até eu assusto, mas em Ushuaia descansei um pouco desta viagem, que tinha sido muito corrida até então. Na verdade a idéia inicial era passar dois dias em Puerto Willians, porém meu $ não deu… rs. Ir para Puerto Willians é muuuuito caro, e se eu fosse, teria que ser bate e volta e corrido demais, e assim concluí que não valeria a pena. O que este preso esta fazendo aqui? Calma, o antigo presídio de Ushuaia é o melhor e mais famoso museu da cidade, indicado para quem quer se aprofundar na história do local. Para organizar tantas informações vou começar falando MINHA OPINIÃO sobre uma das principais perguntas: Quantos dias ficar em Ushuaia? Esta resposta meu amigo, está somente em você. O que eu posso fazer é orientar para que você possa se organizar. A primeira coisa a se pensar é: Que atrações naturais que quero conhecer? Analise as opções de trilhas e passeios externos, anote os horários de saída e volta. Nem todas as trilhas irão comprometer o seu dia todo. Algumas delas, você conseguirá conciliar com outras atrações da cidade ou até mesmo uma navegação no canal Beagle no fim do dia. Fechando as trilhas e passeios externos, programe-se nas atrações da cidade, e assim, completará bem seus dias. Penso não ser necessário em roteiros curtos, deixar um dia todo só para explorar a cidade. O que seria para mim, um roteiro ideal, mesmo eu não tendo feito assim… Dia 01: Parque Nacional Terra do Fogo – Trilha Costaneira + Andar pela avenida San Martín. Dia 02: Parque National Terra do Fogo: Outras duas trilhas + San Martín. Dia 03: Laguna Esmeralda + Museu fim del Mundo + Canal Beagle (fim de tarde) . Dia 04: Trekking Vinciguerra ou Glacial Martinez (Ambos em glaciares). Dia 05: Tour 4 x 4 no lagos + Museu del Fim do mundo + San Martin. O recomendado é fazer a navegação do Canal Beagle no último horário para pegar o pôr do sol. 3- Como se locomover em Ushuaia? Ushuaia é bem pequenininha e com as atrações concentradas, sendo uma delícia de explorar a pé (pra mim a melhor forma de conhecê-la). Você vai gastar com transporte somente para ir para as trilhas e parques, ou caso escolha um hotel mais afastado. Bem turística e estruturada, a cidade oferece de tudo. Táxis: Não achei barato. Tem opção de usar taxímetros ou usar preços tabelados para alguns lugares, como o parque nacional. Sendo uma ótima pedida se estiver em um grupo de amigos para dividir as despesas. Uber: Até quando eu estive lá, não havia uber, porém há outro aplicativo que não me recordo o nome, pergunte na recepção do seu hotel. Transporte Público: É bem simples e eficiente. Existem três linhas de ônibus (A, B e C) que circulam por toda a cidade. As tarifas custam $ 6,90 ARG (cerca de R$1,50) e é pago por cartão recarregável (SUBE) – Importante: não recebe dinheiro. Costumam passar a cada 20-30 minutos. Transporte Regular (Transfers): Ótima opção para quem vai fazer as trilhas por conta própria. Ele está localizado na Av. Maipú y Juana Fadul, ao lado do posto de gasolina YPF. Em frente temos tipo um estacionamento, onde estão várias vans de diferentes empresas estacionadas. Estas vans levam os passageiros a quase todas as trilhas da cidade. Assim, pode-se fazê-las por conta própria, isso mesmo, sem guia e sem agências. Os valores são tabelados e não variam por empresa. Você também consegue mudar as datas, eles são bem flexíveis, pelo menos comigo funcionou. Troquei minha ida pra Laguna Esmeralda duas vezes por conta do tempo…rs. Pontos Turísticos, Horários e Valores: estão descritos aqui. IMPORTANTE: No inverno, as vans operam em uma frequência diferente, pois os dias são mais curtos. Algumas rotas podem não existir também nesta época do ano. Biblicleta: Também há aluguéis de bicicletas aqui, sendo uma ótima pedida para conhecer o parque de forma rápida e barata. Ônibus Hop On Hop Off: Pra quem está com pressa e poucos dias, a melhor opção é pegar os ônibus turísticos. Assim, economiza tempo. Não são caros, quando comparamos o custo benefício e o tempo que temos no destino. Esquece o termo “pega turista” e o preconceito. Muitas vezes ele é o salva turista. Aqui não usei, por que fiquei muitos dias, mas em grandes capitais, onde viajo só por dois dias, eu geralmente pego e conheço muita coisa de forma rápida – acho que vale a pena. Gostou... no Blog tem mais, passe lá para conferir: www.queromochilar.com.br
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  6. Bem vindo, em uma rápida pesquisa encontrei este roteiro. As informações de viagens para lá são escassas aqui neste site, não é um local muito visitado.
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  7. Não tinha essa visão que você trouxe e muito legal poder compartilhar experiências assim. Fui quando era muito novo e realmente não me atentei aos preços - época boa hahahha. Abraços, Gustavo Woltmann
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  8. Oi pessoal! Estou planejando ir em maio de 2021, época diferente . Em julho e agosto tem uma agência de Campinas SP que está fechando 2 viagens, mas eu vou por conta. Embora não seja na mesma época, podemos compartilhar informações Quantos dias vocês estão planejando? 1 semana?
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  9. Amém SAulo! Acho que até lá o corona já partiu rsrsrsr... vamos nos falando por aqui então. Tomara que mais pessoas animem e a gente monta uma turminha boa
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  10. Ei Jaffé, ótimo! Vamos nos falando por aqui então. A princípio iremos uma amiga e eu, mas ela ainda não bateu o martelo, por isso resolvi criar este fórum para conhecer pessoas que estarão indo na mesma época que eu.
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  11. Ola, Gostaria de deixar aqui o meu relato e também dicas pra quem esta se programando para conhecer esse lugar maravilhoso que é Pernambuco... A primeira dica é, chegando no aeroporto de Recife tem um ônibus 195 que sai de Recife e vai pra Porto de Galinhas, custa R$ 11,00 por pessoa a passagem, sendo que um Táxi custa R$ 120,00. Bem, viajei eu e meu esposo, ficamos em uma pousada super simples porém aconchegante em Porto de Galinhas com preço super acessível com direito a café da manhã, ar condicionado, TV, geladeira, banho quente, ambiente super familiar, http://www.recantodopassarinho.com.br, que fica a 5km do famoso centrinho em Porto, onde se localiza as lojinhas de artesanatos e bares / restaurantes, para chegarmos pegávamos o famoso Ligeirinho assim conhecido como (micro-ônibus) e também combis e Vans com o valor da R$2,25 por pessoa, super tranquilo e passa a toda hora na rua principal. Bem ficamos lá um período de 6 dias, logo que chegamos ligamos para uma empresa de turismo para agendar os passeios, super recomendo essa agencia AND TOUR, segue abaixo os destinos que conhecemos e os valores: Carneiros – R$ 180,00 Uma praia privada super linda, de lá pegamos um Catamarã e conhecemos o manguezal, banho de argila, piscinas naturais, bancos de areia, excelente o passeio, lugar lindo paradisíaco, a praia conta com um restaurante com excelentes comidas, aceita cartões de credito. City Tour Recife / Olinda – R$ 100,00 Ha esse foi perfeito, conhecemos a Praia de Boa Viagem conhecida por seus ataques de tubarões, Marco Zero, Recife Antigo, Recife Novo, Casa da Cultura com várias lojinhas de artesanatos, subimos as famosas ladeiras de Olinda, um mirante magnifico, igrejas de séculos passados, e por fim a casa dos bonecos gigantes, perfeito, tudo muito lindo. Conhecemos um excelente Guia Turístico Fábio tel 081 8303-5424 Calhetas – R$ 100,00 Praia linda super preservada, com paisagens deslumbrantes, além da Tirolesa esse opcional (R$ 20,00 por pessoa) vale a pena, comida muito saborosa. Maragogi (esse já no estado de Alagoas) – R$ 220,00 Sem palavras para esse passeio, NAO deixem de fazer, pegamos um catamarã e fomos conhecer as mais belas piscinas naturais já vistas, água cristalina, uma surpreende variedades de peixes , lugar sensacional, perfeito, só conhecendo msm pra saber do que estou falando. Passeio de Buggy ponta a ponta (praia do Cupe, Maracaípe, Pontal de Maracaípe, Muro Alto, Praia Porto de Galinhas) – R$ 170,00 Perfeito também, como todos os outros passeios, ao ar livre praias maravilhosas, paisagens exuberantes, muito verde, passeio de jangada para as piscinas naturais de Porto de Galinhas, enfim super recomendado esses passeios. Espero ter ajudado, assim como nos ajudou antes de viajarmos os relatos lidos aqui. Os valores que eu citei acima são de casal.
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  12. Olá, Mochileiros! Vim trazer meu primeiro e humilde relato para aqueles interessados em mergulhar pela primeira vez em Arraial do Cabo. Escolhemos o dia 27 de fevereiro para realizar o mergulho, tanto por conta da baixa temporada quanto pelo clima, este que na verdade estava meio doido. Choveu muito no estado do Rio por essa época, causando até alagamentos, e a previsão do tempo não estava muito boa, mas o pessoal sempre nos tranquilizou quando mandávamos mensagens desesperadas pelo Whatsapp, informando que a chuva não interferia no passeio. CUSTO: Ok, primeiras coisas primeiro. O mergulho foi feito pela empresa By Fish, nº 1 no Tripadvisor e o mergulho de batismo custou, por pessoa, R$ 185,00 + R$ 60,00 das fotos (se pagar antecipado, é R$ 50,00. Vale a pena? SIM! Serão fotos incríveis feitas pelo profissional @tiagosantosph). Não sei quanto as outras empresas, mas a By Fish é realmente ótima, o cuidado e a hospitalidade são grandes diferenciais. No valor está incluso todo o equipamento e um lanche/café da manhã bem gostoso, com frutas, bolo e suco. EXPERIÊNCIA: Marcamos de estar no Píer 3 às 08:30, recomenda-se chegar 08:00. Se programem para chegar no horário, pois eles são pontuais e depois de 08:30 só tem 15 minutos de tolerância muito bem respeitados, principalmente se estiverem hospedados em Búzios, como nós, onde o trajeto até Arraial vai durar quase 1h apesar da curta distância. Chegamos no Píer, o sol estava de rachar, compramos a taxa por R$5,00, fomos até o barco e... fizemos o mergulho sozinhos mesmo! Por conta da baixa temporada e por ser em uma terça, não havia mais pessoas e sentimos que contratamos um passeio particular. Preenchemos um formulário e nos foi passada as instruções, é tudo muito simples e intuitivo. Chegamos ao ponto onde iríamos mergulhar. Estávamos em casal, mas como apenas um instrutor foi não poderíamos mergulhar juntos. Infelizmente isso não nos foi informado, então seria bom combinar antes do mergulho para quem se interessar em mergulhar em casal. A água é realmente maravilhosa, clara e limpíssima, não estava congelante e havia muitos peixes, inclusive uma tartaruga, águas vivas pequeninas e um baiacu muito fofo, a visibilidade e a diversidade marinha é algo impressionante, é inevitável não se sentir no Procurando Nemo. O mergulho demora cerca de 30-40 min e vai até 10m de profundidade e enquanto outras pessoas mergulham você pode fazer snorkel pela área. Uma dica que considero interessante é combinar com o fotógrafo antes o tipo de foto que você quer, por exemplo, mais perto dos corais, da superfície, ao passar por um cardume etc ao mesmo tempo em que você leva uma GoPro para filmar o passeio. Em resumo, tudo é muito tranquilo e não oferece nenhum perigo, o instrutor estará com você o tempo todo te guiando e você não precisa nem nadar. A experiência é muito maravilhosa e já saí de lá já procurando cursos de mergulho e passagens para Bonaire. Espero que esse relato ajude as pessoas que estão indecisas se incluem esse passeio no roteiro!
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  13. Nos 04 primeiros dias fiquei com mais duas pessoas, nos 05 seguintes fiquei sozinha. Decidi colocar no título "viajando sozinha" porque planejei a viagem toda para ficar sozinha. Como teve uma boa promoção de passagem aérea, elas decidiram ir e aproveitar o feriadão de 12 de outubro de última hora. Isso facilitou o quesito custo da hospedagem, porém não foi uma viagem acompanhada propriamente dita. Elas tinham a viagem delas e eu a minha. Tinha o sonho de conhecer o Nordeste desde criança e Pernambuco foi o primeiro lugar que fui conhecer. Que maravilha foi viajar para Pernambuco! O lugar é um paraíso mesmo. Para mim que nunca tinha viajado sozinha, foi muito tranquilo. Cheguei em Recife na madrugada de sábado e, após viagem de umas 2h, cheguei à Pousada Morada Azul - Porto de Galinhas (bem bacana, simples mas com uma boa localização - R$ 160,00 quarto triplo - R$ 100,00 individual com café da manhã). Fui dormir e às 7h já estava acordada, ansiosa para sair. Fiquei hospedada lá o tempo todo. Logo de manhã, conhecemos um dos responsáveis pela pousada e aconteceu uma coisa que não foi legal: ele tentou nos vender um passeio às piscinas naturais a todo custo, mesmo sabendo que a maré não estava adequada para isso. Como já saí do Rio sabendo, praticamente , a tábua da maré de cor, sabia que o que ele falava não era possível. Foi chato, ele apresentar uma tábua das marés de 2011, indicando uma maré baixa que não correspondia a realidade. Ele era tão convincente que eu comecei a duvidar das minhas pesquisas, afinal, nunca tinha ido para o Nordeste e ele estava lá há um tempão, logo, o mais provável era que eu estivesse errada. Só que não, quando vi a data, saquei o que estava acontecendo. Como minhas amigas não sabiam nada, ja´que foram meio que no sopetão e sem planejamento, decidiram fazer aquilo que eu falasse, então segui com o roteiro que montei em torno da tábua das marés. Como naquele dia a maré estava alta, fomos para Olinda. Saimos de Porto de Galinhas no ônibus que vai para o aeroporto (R$ 10,50 cada); descemos no metrô (R$1,70 cada); fomos até a estação Joana Bezerra e pegamos um ônibus integração/metrô (gratuito). De lá pegamos o ônibus para Olinda. Todos, absolutamente todos, te dão informações e são muito receptivos. A vista do alto é linda e é muito fácil chegar lá. Na praça da praia do Carmo é só combinar um preço com o taxista e ir – R$ 10,00/3 (outubro/2012) caro por um trajeto curto, mas, convenhamos que subir ladeira com sol a pino não é nenhum sonho de viagem Descemos a ladeira a pé (tranquilo). Saindo de lá, como o ônibus para Recife estava demorando muito, rachamos um táxi e fechamos o preço depois de pechinchar (R$ 22,00 dividido pelas 3 - mesmo com a pechincha, foi caro novamente: a distância é menor que a Praça XV até a estação das barcas em Niterói - sem trânsito. O cara deu uma enrolada na viagem para valorizar). Fizemos um passeio de barco (R$ 35,00 cada). Foi legal, mas muito cansativo, passamos embaixo de todas as pontes. Já era final da tarde, mas estava escuro (no NE 17:30h já está escuro como às 21h no Rio). Era muito perto para ir à pé para o terminal de ônibus, mas os locais disseram que era melhor pegar um ônibus só para dar a volta no quarteirão. Mais uma vez, o pessoal foi muito solícito e nos indicou o que fazer e onde saltar. Ficamos no terminal (horroroso por sinal, mas bem movimentado) O ônibus demorou, mas chegou; 2h depois estávamos em Porto de Galinhas. Jantamos no Barcaxeira (atendimento mais que lento e confuso, comida maravilhosa e farta.) No dia seguinte a maré estava boa. Fomos para a praia dos Carneiros com a empresa Cavalo Marinho (R$ 80,00 cada com almoço incluso) e aconteceu o que eu já previa: a van catou os passageiros em vários hotéis e chegamos na atração principal com pouco tempo para aproveitar, mas como não sei dirigir, essa me pareceu a melhor escolha. Foi um passeio bom, mas poderia ser melhor aproveitado. O lugar é deslumbrante. Jantamos na Vila (Caldinho do Cláudio - R$ 3,00 o copo de 100ml). Como as meninas estavam demorando muito para se arrumar, saí sozinha, na frente para jantar. Engraçada a reação do garçom ao me ver sentando na mesa sozinha e já pedir o cardápio...Acho que ele ainda não tinha visto uma mulher sozinha fazer isso, pela cara dele...kkkkkkkkkkk. O cara simplesmente não me serviu! Naturalmente, estava esperando a minha "companhia" chegar. Depois a ficha dele caiu kkkkkkkkkkkk Fiz amizade com dois surfistas locais que estavam na mesa ao lado. Depois de muito papo, as moçoilas chegaram e a conversa continuou até tarde. No dia seguinte, fomos para as piscinas naturais da Praia de Porto de Galinhas. Eu já sabia que poderia ser feito de graça, mas as meninas que estavam comigo queriam ir de jangada, então fomos. R$ 15,00 cada. Foi bom, não me arrependi de ter dado esse valor, mas também não me faria falta ir de jangada. Passamos o dia lá. No quarto dia , na melhor maré (0.0) voltamos para a praia principal e fomos à pé para as piscinas naturais com a água abaixo do umbigo (tenho 1,63 de altura); não sei nadar e não houve problema algum. Quem for mais idoso pode ter algum problema para subir nos arrecifes pelos 02 degraus (feitos naturalmente pelo mar). Tem que ir para a Praça do Relógio, assistir o vídeo de 3 min da prefeitura, ganharas pulseiras e ouvir as instruções. Como era o último dia delas lá, fizemos um passeio de Buggy; outro passeio que não me arrependo de ter feito, mas não me faria falta. (R$ 40,00 para cada). 5º dia: ENFIM, SÓ... SÓ, MAS NÃO SOLITÁRIA... Curti a praia e fiz amizade com o pessoal de lá. Fiquei na barraca da Gaúcha (R$ 10,00 cadeira + gurada-sol). Comia o que os ambulantes vendiam e almoçava num restaurante sem balança(rua principal da vila) no qual os pratos eram R$ 9,00. No jantar, comprava comida numa barraquinha na rua Beijupirá (R$5,00). Quando eu vi, achei que seria pouca comida, mas como era "bem substanciosa" aquele pequeno potinho só era comido pela metade. E era uma delícia! Tem que chegar cedo,às 19h a comida já está acabando. No dia seguinte, resolvi fazer o passeio que tinha planejado para Recife. Fui para a praia de Boa Viagem. Estava vazia, era dia de semana. Foi bem tranquilo. Não se compara a Porto de Galinhas, muito menos a Carneiros. Passei o dia lá e voltei para Porto. Até queria ficar na feirinha de Boa Viagem, mas já estava cansada. Quando se viaja sozinha, você nunca está solitária e o mundo é uma ervilha! Na pousada encontrei um professor da época da faculdade e conheci um casal que morava na Lapa (quase vizinhos, já que moro em Santa Teresa/RJ). Saía à noite para jantar com esse casal e voltei para passear em Recife (dessa vez em Recife Antigo) com eles. Foi muuuiiiito legal! Simpaticíssimos! Fomos ao Marco Zero, Rua dos Judeus, Centro de Artesanato, tudo à pé. Isso foi no 6º e 7º dia. No penúltimo dia,a maré já estava alta e fiquei passeando por lá, almocei no restaurante de R$ 9,00 e fiz amizade com uma professora (estava tendo um congresso no local); voltei para descansar e à noite fiz meu último passeio. No último dia fiquei por lá mesmo, passeei um pouco pelas redondezas e fiquei de papo com o pessoal da pousada até o horário do meu transfer. OBS: Não é necessário pagar agência para transfer de Recife para Porto de Galinhas se o seu voo chega até 22h, 22:30h; tem ônibus. Eu precisei porque meus voos eram de madrugada e não tinha ônibus a noite toda. Pretendia ir a Caruaru e Itamaracá, mas não controlei as finanças pq qdo estava com minhas amigas, ia para os restaurantes da moda e não sobrou dinheiro. Espero ter ajudado com esse relato. Qualquer dúvida é só perguntar! * Desculpem pelas fotos, não sou lá uma boa fotógrafa!
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