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  1. 5 pontos
    Salve salve mochileiros! Segue o relato da trilha feita no Réveillon rumo ao Pico do Corcovado situado no município de Ubatuba no litoral norte de São Paulo. --> 24km ida e volta  --> Nível de dificuldade: DIFÍCIL (trilha extensa com várias bifurcações no início e muita mas muita subida rss) Partida - 30/12/19 - Partida 18:00pm - São Paulo x Caraguatatuba x Praia da Lagoinha x Praia do Bonetinho - Ônibus R$65,00 - Transporte público R$5,50 Dia 30 de Dezembro geralmente costumo me organizar com antecedência o que vou fazer na virada pra não passar apuros nas correrias de final de ano. Mas ao contrário deste ano de 2019 eu não segui o protocolo e resolvi tudo na última hora, e lá estávamos nós, eu Tadeu e meu amigo Léo no dia 30 de Dezembro partindo de São Paulo capital sentido Caraguatatuba no litoral norte de São Paulo pelo empresa de ônibus Litorânea onde compramos as passagens por R$65,00. Em meio a milhares de pessoas correndo pra lá e pra cá no Terminal Rodoviário Tietê, nós conseguimos as passagens para às 18:00 com previsão de chegada para às 20:35. Chegamos por volta das 21:30 em Caraguatatuba por causa do trânsito intenso na rodovia de final de ano. Terminal Rodoviário Tietê Em Caragua o clima estava abafado mas sem nenhum sinal aparente de chuva. A previsão mostrava clima aberto pro dia 30 e 31 com 20% de chuvas isoladas. Aguardamos por um tempo no terminal para aguardar nosso proximo ônibus e neste tempo aproveitamos e caminhamos por uns 5 minutos até o supermercado Shibata que fica próximo ao terminal rodoviário para comprar comida e água para passar a primeira noite no camping. Compras feitas, retornamos ao terminal e então pegamos um ônibus de transporte público na rodoviária de Caraguatatuba com sentido a Ubatuba por R$5,50 e depois de 1 hora descemos no ponto da praia da Lagoinha próximo ao Mercado Garotão e ao Condomínio SARELA - Recanto da Lagoinha onde caminhamos até sua entrada na 1ª guarita e continuamos por dentro do condomínio até a 2ª guarita que é onde fica o início da Trilha da Sete Praias. Caminhamos por 40 minutos passando pela Praia do Oeste e Praia do Peres caminhando totalmente no escuro iluminando com lanternas até chegar na Praia do Bonete ou Bonetinho onde passamos a primeira noite em camping selvagem ou seja, camping sem estrutura nenhuma, mas com o essencial, mar aberto e uma fonte de água potável. Ai foi só montar as barracas! Camping Praia do Bonetinho O camping na Praia do Bonete além de selvagem é um camping proibido, na praia existe uma enorme placa lembrando os visitantes que aquele local ou aquela praia é uma propriedade particular. Então como chegamos já a noite, nós acampamos e desmontamos nossas barracas bem cedinho para ninguém ver e causar maiores problemas. Camping concluído com sucesso! Subida - 31/12/19 - Partida 9:00am - Praia do Bonetinho x Pico do Corcovado - Transporte público R$5,50 ; Acordamos por volta das 6:00 da manhã e desmontamos rápido nossas barracas. Fizemos um bom café da manhã, tomamos o último banho de mar de 2019, arrumamos nossas mochilas e caminhamos de volta para o começo da trilha das Sete Praias, pois teríamos que pegar um ônibus sentido Ubatuba para descer no ponto da Praia Dura que ficava a 4,7 km de onde estávamos. Então fizemos a trilha da Praia do Bonetinho de volta para o condomínio Recanto da Lagoinha, fomos para a 1ª guarita na entrada do condomínio e caminhamos para a direita na rodovia sentido Ubatuba por uns cinco minutos até chegar em um ponto de ônibus. Até tentamos pegar carona mas os carros pareciam estar todos lotados ou com bagagens ou de pessoas chegando para passar a virada de ano no litoral. Por sorte o ônibus não demorou muito e pegamos rápido um ônibus por R$5,50 sentido Ubatuba e alguns minutos depois descemos no ponto da Praia Dura em frente ao Supermercado Praia Dura que fica também no começo da estrada do Corcovado que seria o começo da nosso caminho rumo ao imponente Pico do Corcovado. Aproveitamos e compramos no supermercado alguns mantimentos e água. Levamos 2 garrafas de água de 1 litro e 1 litro e meio cada um. (Caminho até o início da trilha) Supermercado Praia dura x Casa do Sr. Tozaki - Guarita do Parque Estadual Serra do Mar -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- (Todo caminho percorrido) Wikiloc: https://pt.wikiloc.com/wikiloc/spatialArtifacts.do?event=setCurrentSpatialArtifact&id=45109332 Supermercado Praia dura x Casa do Sr. Tozaki - Guarita do Parque Estadual Serra do Mar x Pico Do Corcovado Começamos nossa caminhada para o pico por volta das 11:00 da manhã. Nosso ponto de partida foi do Supermercado Praia Dura, dali caminhamos por 1 hora os 4 Km da Estrada do Corcovado até a casa do famoso Sr. Tozaki (que infelizmente não tive a oportunidade de encontrar) onde fica situado a guarita do Parque Estadual da Serra do Mar PESM - Núcleo Picinguaba e início da Trilha do Pico do Corcovado. Casa Sr. Tozaki Guarita do Parque Estadual Serra do Mar - Núcleo Picinguaba Para subida e pernoitar no Pico do Corcovado é preciso realizar o agendamento com o Núcleo Picinguaba enviando um e-mail para [email protected] ou para [email protected] Nós até fizemos nossa parte e enviamos três e-mails para solicitar o agendamento em três emails diferentes, porém recebemos a resposta de que dois deles estavam desativados. O único e-mail que nos respondeu foi o [email protected] e disse assim: ___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 31 de dez de 2019 às 13:59 "Bom dia! Informamos que a Associação Coaquira de Guia de Turismo, Monitor e Condutor de Ubatuba é responsável pelo ecoturismo realizando o controle de acesso, monitoramento e manutenção do atrativo do atrativo Pico do Corcovado por meio do Termo de Autorização de Uso (TAU /FF/CORCOVADO nº 01/2018 - Processo FF nº 726/2018 - NIS 2096616) assinado pela Fundação Florestal no ano de 2018. O atrativo Pico do Corcovado se encontra em área do Parque Estadual da Serra do Mar, Núcleo Picinguaba, Unidade de Conservação de Proteção Integral, instituída através do Decreto Estadual 13.313/79 e o principal objetivo da associação e a preservação, conservação e prática do Ecoturismo e Montanhismo de mínimo impacto no atrativo. A trilha para o Pico do Corcovado é monitorada, ou seja, há a necessidade de contratação de um Guia de Turismo ou Monitor Ambiental da Associação Coaquira para acessar o mesmo e realizar o procedimento de agendamento. É necessário realizar o agendamento com antecedência, dessa forma poderemos indicar um condutor para acompanhar o grupo, o procedimento será confirmado após a confirmação da disponibilidade da data solicitada, preenchimento do Ofício de Solicitação de Reserva, Termo de Isenção de riscos, Termo de Responsabilidade e Ficha Médica. Quanto a pernoite, é permitida seguindo as informações acima, agendamento e contratação de um Guia de Turismo ou Monitor Ambiental que disponibilizamos pela associação e respeitando a capacidade de carga do atrativo de 15 pessoas. As datas propícias e permitidas para atividade de camping são entre os meses de abril a outubro. Informamos que o atrativo estará fechado para pernoite de 19/11/2019 até 19/03/2020 pois durante esse período as chuvas no local são muito intensas, com a possibilidade de ocorrência de descargas elétricas, erosões e deslizamento do solo, causando graves riscos aos usuários. O trajeto bate e volta permanece liberado, desde que as condições climáticas estejam favoráveis e após feito todo o procedimento. Feliz 2020! Qualquer dúvida estamos a disposição. Att. Diretoria do Departamento Executivo do Atrativo Trilha do Pico do Corcovado da Associação Coaquira de Guia de Turismo Monitor e Condutor de Ubatuba ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ --> https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/pesm/nucleos/picinguaba/contato/?filter=agendar Como não tínhamos recebido nenhuma resposta dos e-mails enviados com a autorização e o agendamento quando começamos o caminho para o início da trilha por volta das 11:00 da manhã do dia 31 de Dezembro, decidimos ir sem agendamento mesmo. Pensamos em talvez conversar na guarita sobre os emails enviados para solicitar agendamento e que não tínhamos recebido nenhuma resposta, massss não foi necessário nada disso hehehehe. Quando nos aproximamos da guarita percebemos que não havia ninguém, nem mesmo o Sr. Tozaki estava em sua residência que fica no mesmo lugar da guarita do parque. Então decidimos começar a trilha sem falar com ninguém. Sabíamos do risco de encontrar algum guarda do parque que poderia nos multar por ter feito a trilha sem autorização e agendamento, mas estávamos decididos a subir e seguimos em frente. Seguimos em frente depois de uma corrente na estrada em frente a guarita e começamos realmente a trilha. A trilha se inicia em um bambuzal ao lado de uma cerca e é neste ponto que a trilha traz a maior dificuldade pois têm algumas bifurcações que levam a alguns lugares diferentes. Realizamos esta trilha com Wikiloc e mesmo assim demos umas vaciladas que foram corrigidas a tempo. Recomendo que façam esta trilha ou com guia ou com gps Wikiloc pois a trilha é muito cansativa, extensa e contém algumas bifurcações principalmente no seu começo. Os primeiros minutos da trilha são tranquilos, passamos por três vezes em riachos de águas geladas e potáveis, ótimas para se refrescar e beber, já que o clima com a mata fechada se torna muito quente e úmido em dias de sol forte nos fazendo suar muito. -->WIKILOC: https://pt.wikiloc.com/wikiloc/spatialArtifacts.do?event=setCurrentSpatialArtifact&id=45109332 A trilha no começo é tranquila, caminhamos por 1 hora aproximadamente passando por 2 pontos de água até chegar na primeira placa da trilha (PESM) e também no terceiro ponto de água. Deste ponto em diante sentimos o que realmente é a trilha do Pico do Corcovado hauhauhua. Tomamos bastante água no riacho, enchemos nossas garrafas e bora começar a subir o morro que nos aguardava ahuhaua. Estávamos em 206 metros de altitude e a partir dali iriamos subir até 460 metros para o primeiro mirante da trilha. Placa PESM - Parque Estadual Serra do Mar e 3º ponto de água Caminhamos por algumas horas e passamos pelo primeiro ponto de corda em 382 metros de altitude. Neste ponto temos um vista muito linda pois é um dos poucos pontos abertos na trilha. A subida até o primeiro mirante foi bem desgastante, mas quando chegamos, vimos o quão lindo é a vista, isso só nos deu mais ânimo para subir. Este ponto também chamado de Igrejinha nos mostrou só uma prévia do que nos aguardava no cume. Diz a lenda que à meia-noite próximo da Igrejinha seria possível ver a imagem do Frei Bartolomeu andando por lá. É claro que não ficamos lá pra ver isso kkkkkk. Neste mirante conseguimos ver o Pico do Corcovado pela primeira vez da trilha e um belo visual de algumas praias do litoral de Ubatuba. Ficamos por alguns bons minutos contemplando aquele visual e logo seguimos em frente. Neste trecho encontramos somente duas pessoas descendo a trilha, eram dois sul africanos que estavam fazendo um bate e volta. Conversando com eles descobrimos que não havia mais ninguém na trilha e nem no cume, isso significaria que não corríamos o risco de algum guarda nos ver e nos multar e também de ter a possibilidade de passar a virada de ano somente nós no cume! Yeahhhh!!! Mirante ou Igrejinha Depois deste ponto a trilha vai ficando cada vez mais íngreme e inclinada nos castigando bastante. Caminhamos bem lentamente até chegarmos até o último ponto de água que fica a 767 metros de altitude. Paramos um pouco para mais um descanso, fizemos um lanche, tomamos bastante água, enchemos novamente nossas garrafas pois aquele seria o último ponto de água até o cume. Então levamos água o bastante pra beber no restante da trilha e para pernoitar no cume do pico sem precisar voltar para buscar mais água. 3 km de trilha percorridos e ainda faltavam 5 km kkkkk Último ponto de água em 767 metros de altitude Neblina surgindo no meio da mata. Estávamos nas nuvens! Continuamos caminhando sempre subindo até chegarmos ao Camping 1 em 1000 metros de altitude. A subida mais uma vez nos castigou muito e paramos por diversas vezes para descanso e recuperar o fôlego. Chegamos no Camping 1 e ficamos um bom tempo descansando antes de enfrentar a última e mais difícil subida do percurso. Camping 1 O camping 1 tem espaço para aproximadamente umas 7 barracas. Após este ponto, no Camping 1, a trilha deu uma trégua na subida e começamos a caminhar olhando alguns momentos para o Pico do Corcovado em uma trilha mais plana e com poucos declives. Afinal já estávamos na crista da Serra do Mar e a mais de 1000 metros de altitude. Esta parte da trilha é simplesmente incrível, havia desfiladeiros dos dois lados que conseguíamos ver por entre as árvores, mas como a visibilidade estava baixa por causa da neblina, fomos ver realmente a dimensão do lugar que estávamos trilhando somente na volta com o tempo aberto. Caminhando por aproximadamente mais 40 minutos pela crista da Serra do Mar e chegamos em duas placas informando qual a direção que se deveria seguir. A placa da direita subindo dizia que o caminho estava em recuperação e que o acesso estava restrito, já a placa da esquerda era uma seta informando a direção a se seguir para chegar ao cume. Como estávamos seguindo a trilha com o Wikiloc resolvemos fazer a trilha de acesso restrito que era o que o nosso GPS estava guiando, mas esta trilha foi um das partes mais difíceis do caminho com uma subida quase que impossível e perigosa, mas nós conseguimos! Já a trilha da esquerda é um pouco maior com uma grande descida até um ponto de água que fica ainda mais próximo do cume e depois uma última subida mais tranquila até o cume do Pico do Corcovado, mas isso só ficamos sabendo na volta quando retornamos por este lado da trilha pois subimos pela trilha restrita. Placas direcionando a trilha correta e mais fácil a se seguir Após alguns minutos subindo os últimos 100 metros finais e os últimos 60 metros de altitude, onde o corpo já está a ponto de explodir com a mistura de tanta ansiedade, de cansaço, de adrenalina, sede e de todo o esforço feito pra chegar até ali, nós conseguimos vencer com muita superação a última e mais difícil parte da trilha. Uma "escalaminhada" que necessita de pés e mãos livres para subir pelas raízes das árvores que nos custou muito esforço com as mochilas nas costas depois de quase 6 horas de trilha para ai sim conquistar a 1160 metros de altitude o cume do imponente PICO DO CORCOVADO em Ubatuba na Serra do Mar. Foi surreal a primeira vista de lá de cima e as lágrimas simplesmente rolaram pela minha cara suada ahauhauh! Foi incrível! Os primeiros minutos em cima do Pico do Corcovado foram simplesmente mágicos. O tempo que estava fechado até então começou a se abrir e nos presenteou com um por do sol fantástico que nos deixou anestesiados pela beleza que estávamos contemplando. Gratidão era a palavra que mais me vinha a cabeça neste momento. Gratidão por estar ali, por ter condições e saúde pra chegar até ali, gratidão por todas as pessoas que estão comigo ou junto comigo de alguma forma, gratidão pela minha família, minha mãe, meu pai, meu irmão e minhas avós, pelos meus amigos e o mais importante grato pela VIDA! Obrigado Obrigado Obrigado... E lá se foi o último por do sol de 2019. Após esta fantástica exibição da natureza, nós assinamos os nossos nomes no livro do cume para registrar nossa subida e fomos armar nossas barracas pois de noite faria um pouco de frio com os ventos cortantes no cume. Existem duas áreas de camping no cume do pico, uma fica próxima ao livro do cume com um espaço menor, cabendo aproximadamente umas 4 barracas (camping 3), já o outro com um espaço maior cabendo aproximadamente umas 7 barracas e não tão exposto aos ventos (camping 2). Montamos as barracas na área de camping 2 que tinha um espaço maior e menos exposto ao vento. Camping concluído com sucesso! Acampamento armado, tratamos de fazer a nossa ceia de final de ano kkkk. Fizemos um ensopado de legumes e macarrão para recuperar nossas energias que perdemos nas quase 7 horas de subida intensa até o cume. Tivemos um problema com o nosso gás do fogareiro mas nada que impediu de fazer nosso rango. Barriga cheia ficamos esperando a meia-noite chegar pra ver a queima de fogos nas diversas praias que se consegue ver de cima do pico. Foi fantástico ver por 15 minutos a queima de fogos de quase 17 praias de cima do Pico do Corcovado. Foi uma visão única e surreal e que decidimos não filmar nada para ficar somente nas nossas memórias ahuahuahua. Foi fodástico! Descida - 01/01/2020 - Partida 11:00am - Pico do Corcovado x Praia Dura Dormimos por volta de 1:00 da madrugada. Conseguimos descansar um pouco e ainda acordamos por volta das 5:00 horas da manhã para ver o primeiro nascer do sol de 2020. Coloquei o despertador e quando deu o horário sai da barraca e o céu já estava com uma coloração laranja que avisava que o sol estava a caminho. Primeiro nascer do sol de 2020 Contemplamos o nascer do sol por uns 40 minutos e voltamos a dormir e descansar pois ainda tínhamos a descida pra fazer e tínhamos que ter pernas pra descer tudo que subimos ahuahuha. Consegui ficar na barraca até umas 10:00, pois a partir desse horário o sol começa a esquentar deixando a barraca muito quente. Acordamos tomamos um pequeno café da manhã e ficamos algumas horas contemplando aquela linda paisagem com um dia maravilhoso que a natureza nos presenteou. Gratidão. nam-myoho-rengue-kyo Após desmontar nossas barracas e montar novamente as mochilas, iniciamos nossa descida pelo outro caminho. Decidimos fazer o caminho que as placas estavam indicando quando estávamos subindo na trilha e não descemos pela trilha que estava de acesso restrito. A descida começa seguindo pelo camping 2 onde acampamos. Descemos por mais ou menos uns 30 minutos e já começamos a ouvir o barulho das águas. Chegamos em um ponto de água que não sabíamos que havia ali. Descemos a 1066 metros de altitude e encontramos água ainda mais perto do cume em um riacho com águas geladas e da mais pura que já havia bebido antes. Ficamos um bom tempo neste riacho onde fizemos um bom rango, aproveitamos para tomar um bom banho nas águas geladas e seguimos em frente. A trilha que se deve seguir esta antes do riacho e não seguir a diante atravessando o riacho. Fizemos este caminho e chegamos em um lugar sem saída, então retornamos e começamos a subir novamente até que vimos um trilha a direita e continuamos nela até chegarmos até as duas placas que informava o caminho. Pra quem esta descendo, a trilha correta a se seguir fica um pouco antes do riacho virando a esquerda. Como passamos direto não reparamos nesta entrada. Então retornamos entramos na trilha correta e caminhamos por uns 30 minutos até que depois de uma subida intensa chegamos nas placas que tínhamos visto antes na subida e a partir dai foi só seguir o Wikiloc novamente e seguir a trilha para descer sem se perder. Placas informando o caminho correto para o cume Depois das placas a trilha continua por um bom tempo com terreno plano com alguns declives caminhando sobre a crista da Serra do Mar e como comentei anteriormente o visual deste lugar que não conseguimos ver na subida por causa da neblina se mostrou o quanto é mágico e surreal. Dos dois lados haviam precipícios enormes com um visual fantástico e único das cadeias de montanhas de um lado e do outro a serra do Mar contrastando com as praias. Cada vez que parávamos para descansar ficávamos um bom tempo contemplando a natureza. A decida nos cansou mais que o esperado. Fizemos um bastão de trekking improvisado para ajudar na pressão que os joelhos sofrem na descida, isso nos ajudou muito. Gastamos por volta de 6 horas de descida, contando o tempo que ficamos no riacho e o tempo que perdemos na trilha. Chegamos por volta das 18:00 na guarita do PESM e ainda não havia ninguém la, nem mesmo o Sr. Tozaki estava em sua residência. Descansamos por alguns minutos em frente a guarita e seguimos rumo a rodovia para procurar um local para acampar aquela noite. No meio do caminho encontramos um mercado onde paramos para comer, ir ao banheiro, carregar nossos aparelhos de celular, comprar alguns alimentos para o próximo camping e brindar a nossa subida ao Pico do Corcovado com uma bela e gelada cerveja. Yeahhhh!!! Conversamos com alguns locais, e conversa vai conversa vem, resolvi perguntar se havia algum local para acampar por ali. O dono do supermercado ouvindo minha pergunta nos informou que na Praia Dura, a praia mais próxima de nós naquele momento, teria uma forma de acampar debaixo de duas pontes que passam sobre o Rio Escuro que deságua na praia. Seguindo esta informação caminhamos até a rodovia e seguimos a esquerda até as tais pontes. Chegamos nelas com pouco tempo de caminhada e logo vimos os caminhos para se chegar debaixo delas e vimos também que havia um enorme banco de areia. Ficamos um pouco receosos e com medo do local mas acampamos por ali mesmo. Camping concluído com sucesso! Praia - 02/01/2020 - Partida 9:00am - Praia Dura x Praia da Sununga - Camping R$25,00 Acordamos e vimos que a praia fazia parte de um grande condomínio e que a divisa se fazia até as pontes, então estávamos acampando em um lugar que não causaria problema pra ninguém. Isto quem nos disse foi o próprio guarda que ficava rondando a praia. Acordamos tomamos um bom café da manhã, tomamos um banho de rio, desmontamos nossas barracas e fomos ao encontro de alguns amigos na praia da Sununga que ficava a uns 6 km da Praia Dura. Pontes sobre o Rio Escuro na Praia Dura Como o trânsito ainda estava carregado na rodovia, optamos em ir a pé para a Praia da Sununga. Caminhamos pela rodovia por quase uma hora, entramos pelo Condomínio Pedra Verde na Paia Domingas Dias e atravessamos a Praia do Lázaro até chegarmos na Praia da Sununga onde encontramos mais dois amigos para finalizar nossa jornada ao Pico do Corcovado com chave de ouro. Pronto! Agora vamos dar um mergulho neste marzão prq nóiz merece! Yeahhhhhhhhhh Gratidão!!! Retorno - 03/01/2020 - Partida 8:00am - Praia da Sununga x Caraguatatuba x São Paulo - Transporte público R$9,00 - Van R$70,00 Dormimos este dia na Praia da Sununga no Camping Guarani pagando R$25,00 para dormir com chuveiro quente e cozinha compartilhada. Acordamos bem cedo e fomos para o ponto de ônibus na rodovia pegar um ônibus para Caraguatatuba. Pagamos R$9,00 até Caraguá e demoramos umas 2 horas para chegar por causa do trânsito. Na rua ao lado do Terminal Rodoviário de Caraguatatuba haviam várias vans com transportes alternativos para São Paulo. Conseguimos uma por R$70,00 e fomos direto e mais rápido para o Terminal Rodoviário do Tietê em São Paulo finalizando nossa aventura de final e começo de ano hauhauhaua! Valeu! Feliz 2020... Paparazzi nos fotografou no ponto de ônibus kkk Gratidão! Facebook: https://www.facebook.com/tadeuasp Instagram: https://www.instagram.com/tadeuasp/
  2. 3 pontos
    Saudações cicloviajantes, Em novembro de 2019, peguei um voo de Belo Horizonte até Bariloche (ARG) e de lá fiz uma viagem de bike pela região dos Lagos Andinos, atravessando para o Chile e voltando para Bariloche. Rota Lagos Andinos A ideia surgiu depois que li o relato de cicloviagem do Luis do blog Eu e a magrela. Inclusive ele me deu algumas orientações por e-mail. Agradeço ao Luis e também ao cicloviajante do Latindoamerica que me ajudou com informações quanto à travessia da Cordilheira. Peguei muitas informações aqui no site e outros blogs que pesquisei (lista ao final). A viagem foi magnífica, as fotos falam por si só. Pesquisei e planejei durante um bom tempo esta viagem (mais de um ano). O roteiro básico foi: Dia 1: Belo Horizonte (BRA) – Bariloche (ARG) - voo Dia 2: Bariloche (ARG) Dia 3: Bariloche (ARG) – Ensenada (CHI) Dia 4: Ensenada (CHI) – Entre Lagos (CHI) Dia 5: Entre Lagos (CHI) – Villa la Angostura (ARG) Dia 6: Villa la Angostura (ARG) – Pedal Baia Brava, Cerro Bayo e Puerto Manzano Dia 7: Villa la Angostura (ARG) - – Villa Traful (ARG) Dia 8: Villa Traful (ARG) - Bariloche (ARG) Dia 9: Bariloche (ARG) – Trekking Refúgio Frey Dia 10: Bariloche (ARG) – descanso Dia 11: Bariloche (ARG) – Pedal Circuito Chico Dia 12 e 13: Bariloche (ARG) – conexão Buenos Aires (ARG) - Belo Horizonte (BRA) Bike Mountain bike Specialized Rockhopper Expert alumínio, aro 29, 18 (2x9) marchas e suspensão dianteira. Adaptações para cicloviagem: ü Suporte para alforjes (bagageiro) ü Alforjes Deuter 38 L (par) e capa de chuva para alforge. ü Pneus mistos com proteção (fita) antifurto Distância pedalada: 570 km contando com os passeios de bike Bike embalada Segue abaixo o relato e outras informações. Espero ajudar. Dia 1 – 02/11/19 sáb – Voo BH (BRA) a Bariloche (ARG) Em Belo Horizonte, peguei um ônibus da Conexão no centro até o Aeroporto de Confins. De lá, voo para Bariloche (conexão em Campinas). Chegada em Bariloche cerca de 15:30 mas tem o trâmite de migração e bagagens (tem que levar nota fiscal da bike). Demorou cerca de 45 minutos. Do Brasil, já feito contato com um motorista de táxi de Bariloche pelo whatsapp e combinei de encontrar na chegada (eles acompanham o voo pelo site para saber a hora de encontrar). Taxista Henrique Whatsapp +54 2944597485. Ficou por 50 reais. Informe previamente que vai levar bike e se tiver mais gente combine um carro maior. Chegando no hostel, organização e montagem da bike, alforges e bagagem (ver se tudo em ordem - dar uma volta). Saí para comer algo e fazer o check in do Cruce Andino. Não pode fazer o cruce se não fizer o check in (informação abaixo dia 3). Aproveitei para trocar reais e dólares por pesos argentinos e chilenos (Taxa estava e 1 real = 15 pesos argentinos = 167 pesos chilenos). Casa de câmbio: Andina Cambio (Calle Mitre 102 mas tem muitas opções). O funcionamento do comércio varia, de 10 até 13hs e de 17 até 21hs devido a siesta . Hostel Periko's Hospedagem Bariloche Periko's Youth Hostel (www.perikos.com), café da manhã bem básico e Wifi. Calle Morales 5550054 Telefone +54 294 452 2326 (whatsapp) [email protected] 6 diárias quarto compartilhado ficou em PA$ 3600, média 40 reais/diária. Paguei metade via PayPal na reserva e a outra metade em dinheiro. Reservar antes do Brasil: poucos lugares e grande procura. Muito bacana, atendimento muito bom, bem localizado, confortável e com clima mochileiro. Dia 2 - 03/11/19 dom – Bariloche (ARG) Fui conhecer melhor a cidade. A cidade é bem organizada, limpa e bonita. Para se localizar melhor, achar o Centro Cívico, que fica a cerca de 3 quadras do hostel. Organizei a bagagem e comprei lanche reforçado para o próximo dia que seria o início da viagem de pedal. Separei algumas coisas que ficariam no hostel (após a cicloviagem voltaria para o mesmo hostel – não cobram nada por isso). Essa época do ano, na região, escurece cerca de 20:00, logo dá para aproveitar bastante o tempo de luz do dia evitando que pedale no escuro em caso de imprevistos. A noite jantei um tradicional bifão argentino pois no dia seguinte precisava de energia para o pedal. Bariloche Bariloche Dia 3 – 04/11/19 seg - Pedal 1 – Bariloche (ARG) a Ensenada (CHI) – Cruce Andino Distância pedalada: 74 km Ascensão: 1117 m (trecho pedal) Trecho 1 Bariloche – P. Pañuelo 26Km Ascensão 368 m Trecho 2 P. Blest – P. Alegre 3 Km Ascensão 40 m Trecho 3 P. Frias – Peulla 31 Km Ascensão 669 m Trecho 4 Petrohue – Ensenada 16 Km Ascensão 40 m Acordei cedo, cerca de 6:00, terminei de preparar tudo (não esquecer passaporte), tomei café básico, saí cerca 07:30 e buen viaje. Este dia foi o Cruce Andino. Dia nublado no início, mas aberto ao final. Temperatura média estava em uns 9° C de manhã e foi subindo aos poucos. O Cruce Andino é a travessia da ARG para o CHI (de Puerto Pañuelo até Petrohue) que intercala parte terrestre com lacustre (bike, barco, bike, e assim vai). Lagos bonitos, cercados por verde e montanhas nevadas. As estradas de terra cruzam dois parques nacionais, o Nahuel Huapi (ARG) e Vicente Perez Rosales (CHI). Comprei o ingresso antecipado pelo site Cruce Andino (US$ 120). Marcar a opção Bike&Boat ou seja, vai fazer a parte terrestre por sua conta (pedalando) e a opção somente ida (observe a origem se na ARG ou no CHI, no meu caso foi ARG). O check in deve ser feito desde 48 horas antes do cruce. Em caso em que o passageiro não pode comparecer para o check in, deverá enviar cópia escaneada do passaporte ou documento de viagem de acordo com a origem do cruce. https://www.cruceandino.com Calle Mitre 219 y Mitre 150, Bariloche - Río Negro [email protected] Pedalei de Bariloche até Puerto Pañuelo. Estrada não tem acostamento e tem movimento. Tem que ficar atento com o fluxo de carros e sair da pista quando vem carro. Como o café do hostel era básico, parei numa loja de conveniência para tomar um café melhor. Caminho de Bariloche a Puerto Pañuelo (não tem acostamento) Em Puerto Pañuelo, tem taxa de embarque do Parque Nacional Nahuel Huapi (AR$190), pago apenas em dinheiro (en efectivo). Cada passageiro pode levar uma bike e deverá apresentar-se, 1 hora antes de zarpar a embarcação. Os alforges são levados dentro do barco (tem que tirar da bike). Encontrei com um grupo de uns 10 holandeses fazendo o cruce de bike também (média de idade deles: 60 anos). Fomos de barco até Puerto Blest pelo Lago Nahuel Huapi. Lago Nahuel Huapi - Cruce Andino Lago Nahuel Huapi - Cruce Andino Bikes no barco P. Blest De P. Blest, pedalamos 3 Km com chuva leve até Puerto Alegre (relativamente plano). No caminho entre P. Blest e P. Alegre com chuva leve No caminho entre P. Blest e P. Alegre P. Alegre Sentido Puerto Frías De lá, peguei o barco para Puerto Frías (Lago Frías). Relato de tábanos neste trecho, mas como estava frio, não apareceram. Em Puerto Frías, fiz o trâmite de saída da ARG (ciclistas vão primeiro e depois os demais passageiros que vão de ônibus- o agente da aduana verificou a nota fiscal da bike, inclusive a cor da bike com a nota e no fim registrou a entrada,). Depois pedalei cerca de 30 Km até a aduana do CHI (perto de Peulla). No início, muito morro mas só ir de boa (subida forte de cerca de 4 Km até a placa demarcando divisa ARG/CHI - Paso Internacional Perez Rosales. Divisa ARG -CHI - Da aduana ARG até aqui 4 Km de subida forte (Paso Internacional Perez Rosales) Da divisa até Casa Pangue (posto de polícia dos Carabineros de Chile) é uma descida de uns 6 Km de 700 m de descenso com pedras soltas no meio da floresta com muitas curvas (só ir devagar para não cair). Em Casa Pangue, já no CHI Após Casa Pangue, o pedal foi tranquilo, relativamente plano, de rípio seguindo vale do rio da geleira do Tronador até Peulla. Depois de Casa Pangue Margem do rio da geleira do Tronador sentido Peulla Sentido Peulla Em Peulla, parei na aduana para fazer o trâmite de entrada no CHI (pedir para registrar a entrada da bike). Foi bem tranquilo. Verificaram a bagagem e para evitar ter que tirar o alforge, falei que era difícil tirar, logo o agente foi até bike que estava lá fora e fez uma inspeção básica (não pode entrar com vegetais e derivados de carne). Demorou cerca de 30 min. No ancoradouro de Peulla para embarcar para Petrohue Segui de barco de Peulla, pelo Lago Todos los Santos (vista dos vulcões Osorno e Pontiagudo) – duração 1:45 até Petrohue. Lagos Todos los Santos Porto de Petrohue Pela Ruta 225, segui 16 Km até Ensenada (início rípio depois asfalto com ciclovia demarcada, mais descida do que subida). A estrada vai margeando o rio Petrohue. Pedal bem tranquilo e bonito. Sentido Ensenada Sentido Ensenada Ensenada fiquei no Cabañas Barlovento. Vale a pena ficar lá. Depois, um merecido banho, lavar roupa e comer algo mas não achei muita opção aberta pois saí tarde para comer. Cabañas Barlovento De preferência leve pesos chilenos da ARG pois quase não aceitam peso argentino e trocar dólar lá não é muito fácil. Consegue-se pagar no cartão de crédito. Hospedagem Ensenada CH$25000 – média R$ 150 Cabañas e Camping Barlovento Ruta 225, km 44 Ensenada, Puerto Varas Chile / [email protected] Cel: +56 9 94957690 (whatsapp) Tel: +56 65 2 233140– Sin desayuno (não tem café da manhã) www.campingchile.cl/camping-region-de-los-lagos/camping-barlovento-ensenada RESUMO PEDAL 1 Dia 1: Bariloche > 26 Km (cerca 1:40) > Puerto Pañuelo (longo trecho barco) > Puerto Blest > 3 Km – pedal curto e plano > Puerto Alegre > Barco > Puerto Frías > Trâmite de saída Aduana ARG em P. Frias > 4 Km de subida forte até placa demarcando a divisa ARG/CHI > descida de 6 Km (700 descenso) - Paso Vicente Perez Rosales > Casa Pangue (cerca de 15 Km de Peulla) > Aduana CHI está a 400 m de Peulla (não deixar de fazer trâmite de entrada) – total de P. Frías a Peulla 30 km > Barco 1:30h Lago Todos los Santos > Petrohue > Ruta 225 - 16 Km parte rípio parte com ciclovia asfalto. Alguns pontos passam bem perto da margem do rio Petrohue, muito caudaloso > Ensenada. Dia 4 – 05/11/19 ter - Pedal 2 -Ensenada (CHI) a Entre Lagos (CHI) Distância pedalada: 83 km Ascensão: 928 m Dia nublado no início mas ensolarado depois. Temperatura média estava em uns 10° C de manhã e foi subindo aos poucos. Acordei cedo, cerca de 7:00, preparei a bike e pneu na estrada. Saída de Ensenada - ainda dentro no Parque Nacional Vicente Perez Rosales As estradas chilenas são bem mantidas e a maioria com acostamento. Dia de bastante sobe e desce mas tranquilo para quem treinou muito morro. Saí cerca de 08:00 e pedalei cerca de 20 km até Las Cascadas (ciclovia em asfalto) pela U-99-V; parei para comer empanada numa lanchonete, fui ao Lago Llanquihue por indicação da moça da lanchonete (não arrependi), visitei a igreja e cemitério alemão um pouco a frente. Acabei encontrando com o grupo de holandeses no caminho que tinha um micro-ônibus como batedor. Na estrada sentido Las Cascadas Sentido Las Cascadas Sentido Las Cascadas - Lago Llanquihue à esquerda Lago Llanquihue - dica da atendente da lanchonete Igreja alemã em Las Cascadas Estrada após Las Cascadas Encontrando de novo com os holandeses no caminho Neste percurso praticamente não deu para ver o Osorno por que ele estava encoberto pelas nuvens. Cerca de 21 Km depois peguei a U-755 à direita e os holandeses foram direto sentido Frutillar. Após pegar a U-755 Sentido Entre Lagos (CHI) Sentido Entre Lagos (CHI) Segui 39 Km continuando pela U-51 até Entre Lagos. Ponta do vulcão Pontiagudo Sentido Entre Lagos (CHI) Lago Puyehue Cheguei em Entre Lagos e dei algumas voltas na cidade para conhecer melhor, ver o Lago Puyehue e comer algo. Entre Lagos é de pequena com casas de madeira, mas bastante acolhedora. Muita oferta de hospedagem boa. Curti tanto que nem tirei foto da cidade. Restaurante em Entre Lagos Reservei a hospedagem pelo Airbnb. A D. Carmem é muito hospitaleira e simpática. A noite estava bem frio. Saí para comer, beber uma cerveja e comprar itens para o próximo dia, o mais frenético, a temível subida da Cordilheira. Hospedagem em Entre Lago média R$ 100 Praná Hospedaje Reserva Airbnb RESUMO PEDAL 2 Ensenada > 20 Km pela U-99-V > Vulcão Osorno à direita > Las Cascadas (lugar para comer) > Osorno fica para trás > 20 Km > pegar à direita na U-775 (Lago Rupanco à direita alguns Km a frente) > 39 Km (continua na U-51) > Próximo de Entre Lagos. Dia 5 - 06/11/19 qua - Pedal 3 – Entre Lagos (CHI) a Villa la Angostura - VLA (ARG) Distância pedalada: 117 km Ascensão: 2797 m Acordei cedo, cerca de 6:00, preparei tudo e tomei café reforçado. Saí cerca de 7:00 para garantir as chegadas nas aduanas a tempo e prevendo algum imprevisto. Este dia tem que levar bastante lanche, gel de carboidrato (ajudou bastante na fadiga), aminoácido e água reserva no alforge. Não tem estrutura no caminho (Não há pontos intermediários de parada no roteiro – sem restaurante para almoço ou mercado. D. Carmem disse que tem uma loja conveniência na Aduana CHI mas nem procurei). Este dia cruza os Andes pelo Paso Cardenal Samoré (Aduana do CHI e ARG estava funcionando até 19:00 mas geralmente vai até 18:00, logo tenha um tempo de sobra para imprevistos). Antes de sair confira passaporte e nota fiscal da bike. Dia aberto início, chuva e frio na cordilheira e depois tempo aberto sem muito sol. Temperatura média estava em uns 10° C de manhã e foi subindo aos poucos, mas lá em cima da cordilheira caiu bem, acredito que para uns 5°C. Saí cerca de 07:30 e pedalei 49 Km (no início margeia-se o Lago Puyehue) sentido aduana do CHI pela ruta 215 (acompanhando o Rio Gol Gol). No início mais plano, depois algumas subidas longas mas suaves (tem descida também) . Saindo de Entre Lagos sentido Paso Cardenal Samoré Gigante Lago Puyehue Sentido Paso Cardenal Samoré Sentido Paso Cardenal Samoré Parque Nacioanl Puyehue Aquele registro Rio Gol gol Na aduana do CHI, realizei o trâmite de saída do CHI. Até aqui foi bem tranquilo. A partir daqui que ia ficar bruto. Saindo do CHI Aduana CHI Eram mais 23 Km até o alto da Cordilheira, no limite entre CHI e ARG. No início umas subidas fortes, mas vai. O problema que começou uma chuva fina e a esfriar muito. Aí juntou, subida forte, chuva e frio. Tem que ter um preparo psicológico bom e ter treinado muita subida de serra por aí para suportar. A paisagem era realmente magnífica, bem diferente, muita neve e bosques. Foi bem cansativo e desgastante mas nada como a emoção de estar no alto da Cordilheira e superar este desafio. Subindo a Cordilheira No alto da Cordilheira No alto da Cordilheira No alto da Cordilheira No alto da Cordilheira Quando cheguei lá em cima, um grupo de motociclistas da ARG estavam lá tirando foto na placa da divisa. Aproveitaram e pediram para sacar uma foto. Acabei pedindo o mesmo. Quase chegando na placa da divisa ARG/CHI Divisa ARG/CHI A partir daí seriam cerca de 16.5 Km de descidas (o problema que não tinha como embalar muito por causa do frio). É uma região bem bonita mas não parei para tirar foto, só contemplar mesmo. Logo, chega-se ao controle de aduana ARG, numa região mais baixa e menos fria. O tramite de saída foi relativamente rápido (cerca de 30 min – devia ser umas 17:00). Olharam o alforge por alto apenas e pedi para fazer o registro da bike mas falaram que não precisava. Passei pelo controle de saída (cancela em que verificam o ticket de saída), e pedalei cerca de 15 Km continuando pela RN 231 até chegar no trevo que vai para Villa la Angostura (VLA). Região também bonita, parece que a estrada está dentro de um bosque. Antes do trevo está o Lago Espejo à esquerda. No trevo, vira-se à direita e segue mais 12 Km até o centro de VLA. Mirante Lago Espejo antes de chegar no trevo para VLA O dia foi de pedal longo mas prazeroso pelas paisagens.Como a quilometragem é alta, deve ir com calma e curtir o caminho. Ao chegar em VLA, como estava com frio pela umidade da roupa (mesmo estando com corta chuva e bota de proteção da sapatilha), só queria tomar um banho quente, mas pra minha sorte, a pousada tinha banheira, aí foi só colocar aguá morna e relaxar. Depois como de costume, lavar roupa e sair para comer algo e tomar uma gelada. VLA é uma pequena cidade mas muito bem organizada e tem muito comércio. Villa la Angostura Está localizada às margens do Lago Nahuel Huapi, no departamento Los Lagos, na província de Neuquén, rodeada de lindas montanhas da Cordilheira dos Andes. Possui muita gastronomia. Há uma boa oferta de hotéis em VLA. Basicamente duas opções: - Hospedar-se no centro, com a comodidade de poder passear a pé por lá (foi a minha opção). - Ficar afastado do centro, ideal para quem quer curtir um clima tranquilo com visual para montanhas ou para o lago (de bike fica longe). As hospedagens em VLA são um pouco mais caras que em Bariloche, mas vale a pena ficar, no mínimo 2 noites pois a subida dos Andes desgasta muito. Hospedagem em Villa la Angostura (VLA) R$337,00 cerca de $82 Reservado pelo Booking (2 diárias) Hosteria El Establo Los Maquis 56 Villa La Angostura - Neuquén Patagonia Argentina [email protected] Telefone: +54 294 436 9618 (whatsapp) +54 294 449 4142 http://www.elestablo.com.ar/ RESUMO PEDAL 3 49 Km > Aduana CHI > 23 Km de fortes subidas de 200 a 1300m Ruta 215 (não só subida) > Paso Cardenal Samoré > 16,5 Km de descidas pela RN 231 > Aduana ARG > 15 Km pela Ruta 231 com longa subida > Vira a direita na RN40 (Trevo para VLA) > 12 Km > VLA. *De preferência, acompanhe o “pronóstico metereológico” por http://www.pasosfronterizos.gov.cl/ pois dependendo da neve, fecham o paso. Para maiores informações do Paso Cardenal Samoré: https://pasosfronterizos.com/paso-samore.php https://www.argentina.gob.ar/aplicaciones/fronteras/recomendaciones/chile *Contato de Autoridades Chilenas no Paso Cardenal Samoré: +56 2 64 2311563 DIA 6 - 07/11/19 qui - Pedal 4 - Passeio Villa la Angostura (ARG) Distância pedalada: 42 km Ascensão: 1144 m Este dia foi para passear pela região de Villa la Angostura (VLA). Estradas muito bonitas. Dia aberto e ensolarado. Acordei mais tarde para descansar e após o café, fui ao centro em uma bicicletaria ver meu cambio traseiro que estava falhando em algumas marchas (no dia anterior tinha pedido informação de onde ficava a bicicletaria). O rapaz olhou e após alguns testes viu que a gancheira estava um pouco empenada. Ele usou a ferramenta própria para desempenar e enquanto isso conversamos sobre a viagem. Ao final, ele se recusou a receber qualquer pagamento pelo serviço (ele também fazia cicloviagem). Agradeci a cortesia e segui meu caminho. Pedalei 3 Km até a Baia Mansa e Brava com o intuito de peladar pelo Bosque de Arrayanes (Parque los Arrayanes), mas devido uma fissura em uma parte do trajeto, estava impedido o transito por bicicletas no parque. Baía Mansa Baía Brava Então resolvi voltar e segui para o Cerro Bayo que era em sentido oposto (na rodovia tem fluxo de veículos, deve-se tomar cuidado). Após sair da rodovia, sobe-se cera de 6 Km. Um pouco antes de chegar no Cerro Bayo (cerca 1 Km), tem uma entrada à direita para a Cascada Rio Bonito (está sinalizada, dá uns 200 m dentro do bosque até o pequeno mirante). Tem uma bela cachoeira de 36 m. Mirante sentido Cerro Bayo Cascada Río Bonito Chegando no Cerro Bayo, deixei a bike na recepção e subi de teleférico para ter a visão lá de cima (não deixe de levar roupa para frio pois lá em cima é bem frio além de óculos de sol por causa da neve que reflete os raios de sol e podem causar irritações nos olhos). Tinha neve e uma visão espetacular. Os turistas vão muito na época de neve para esquiar. Depois de um tempo apreciando, desci e peguei a bike. Desci os 6 Km até a rodovia e segui sentido Puerto Manzano. Região bem bonita e rica. Voltei até chegar no centro de VLA e parei num restaurante para comer e relaxar (leia-se cerveja). Chegada no Cerro Bayo Vista em cima do Cerro Bayo Vista em cima do Cerro Bayo Sentido Puerto Manzano Puerto Manzano Voltando para VLA Aquele momento especial VLA Bikes montadas para a Carrera (falo no próximo dia do relato) VLA VLA RESUMO PEDAL 4 Passeio bike até Baía Brava, Cerro Bayo, Cascada Rio Bonito e Puerto Manzano. DIA 7 - 08/11 sex - Pedal 5 - Villa la Angostura (ARG) a Villa Traful (ARG) Distância pedalada: 64 km Ascensão: 1273 m Dia tranquilo de pedal, curtir bem a região pois é bem bonita. Dia mais curto da viagem. Aproximadamente 60 km, metade asfalto, metade rípio. Estava com tempo aberto mas frio no início, depois o tempo foi esquentando. Sai de VLA, retornando na RN 40 (sentido do Paso Samoré). Após alguns Km, tem a ponte do Rio Correntoso, o menor da ARG e um dos menores do mundo (entre 200 e 300 m, indo do Lago Correntoso ao Nahuel Huapi) e mais à frente mirantes. Depois de alguns Km, chega ao trevo de onde veio do Paso Cardenal Samoré, continua na Ruta 40, rumo ao norte, tem uma descida longa e forte. Tudo asfalto. Essa região é muito bonita e constantemente tem algum mirante para diversos lagos ao longo do caminho. Vale a pena ir contemplando com calma. Saindo de VLA Rio Correntoso Ponte sobre o Rio Correntoso Lago Nahuel Huapi Trevo para ir para Ruta 65 para Villa Traful Mirante Lago Espejo Grande A placa que o cicloviajante mais gosta Muitas paisagens bonitas depois, chega-se ao rio Ruca Malen (ruína da ponte de madeira, que liga os Lagos Espejo e Correntoso). Água muito transparente. Seguindo tem mais mirantes para os lagos e muitas paisagens espetaculares. Ponte de madeira do Rio Ruca Malen Ponte sobre o Rio Ruca Malen Rio Ruca Malen Sentido Ruta 65 Lago Correntoso Cerca de 31Km após VLA, à direita, chega-se na Ruta 65 (à direita). É o fim do asfalto e início do rípio. Encontrei com um grupo de 3 ciclistas da Argentina que estavam vindo de Villa Traful. Conversamos um pouco e segui. No início tem uma longa e acentuada subida até Paso el Portezuelo (altitude 930 m), mas indo tranquilo, achei que chegou bem rápido no topo, creio que não deu 10 minutos. Depois tem uma descida contínua. Um pouco antes de chegar na Ruta 65 Ruta 65 - rípio, subida para Portezuelo Portezuelo Depois tem vales com subidas e descidas no meio de bosques e cruzando pontes, região muito legal para pedalar (tirando a poeira que os carros levantam). Começa-se a ver o Lago Traful à esquerda, que possui vários campings, basicamente frequentado por pescadores. Sentido Traful Sentido Traful Passa-se por vários arroyos (riachos) Arroyo Pedregoso Paz para pedalar Lago Traful próximo a um camping Lago Traful Camping no caminho Estudantes argentinos andando de caiaque no Lago Traful Chegando em Villa Traful Lago Traful Cabañas Aiken Continuei e passei por um grupo de estudantes argentinos que estavam em excursão e andando de caiaque. Mais alguns Km de pedal (começa-se asfalto) e cheguei em Viila Traful (era cerca de 16:00). Parei para comer algo e conhecer melhor a região. Villa Traful, fica no meio do Parque Nacional Nahuel Huapi e parece ter parado no tempo. É muito bonito e diferente. Como fui em baixa temporada, tive que ficar esperto quanto a estabelecimentos fechados, principalmente porque o fluxo maior é sábado e domingo. É uma região que atrae muitos pescadores. Observei muitos carros com barcos no reboque. Com apenas 80 casas, construídas em estilo alpino-andino, a população é pequena. Lugar de natureza absurdamente linda. Depois cheguei na cabana que fiquei, foi o ritual de sempre: tomar banho, lavar roupa e sair para comer, comprar algo para dia seguinte e curtir a região, que é muito boa para comer truta. Passei por uma situação inusitada em Traful. No caminho de VLA para Traful, tive alergia (rinite) e estava com medo de ser sinusite devido ao frio que peguei na Cordilheira. Então perguntei no restaurante se havia farmácia ou posto de saúde. A atendente disse que tinha um posto público. Peguei a bike e fui no posto, quando chego lá estavam no período da siesta e uma mulher disse que abriria as 19:00. Antes da viagem, pesquisei que estrangeiros tem atendimento médico público gratuito na Argentina. Apesar de ter o seguro viagem, as 19:00 voltei (tem que levar o passaporte ou Identidade), o médico me atendeu muito bem e me explicou que, nessa época do ano, os bosques têm muito pólen da vegetação, logo eu não estava com sinusite e sim com rinite forte. Me receitou medicamento (eles deram o medicamento) e no outro dia já estava novo. Foi uma experiência muito boa. *Tinha pesquisado que não havia internet em Traful mas o lugar que fiquei possuía e não tive problemas de comunicação. Neste dia não contar que vai chegar para almoço pois vale a pena fazer percurso com calma. *Destacamento policial Villa Traful. Teléfono: (02944) 479040 Hospedagem Villa Traful Cabañas Aiken (Reservei a cabana por $30, cerca de PA$ 1800 ou R$120). Difícil pagar com dólar pois não tem troco fácil, cidade bem pequena. Ruta Provincial 65 S/N Villa Traful, Neuquén. Patagonia Argentina CP 8403 Telefone +54 9 294 432 4281 (whatsapp) +54 9 294 431 9045 (whatsapp) Paula/Roberto [email protected] RESUMO PEDAL 5 Villa la Angostura > Ponte Lago Correntoso, mirantes > RN 40 alguns Km > Trevo Paso Cardenal Samoré > continua à direita na RN 40 > descida longa e íngreme > alguns Km > mirantes > Rio Ruca Malen (ruína da antiga ponte de madeira) > alguns Km > vários mirantes > Asfalto (Ruta 40) rumo norte > 31Km depois de VLA > Ruta 65 (início de rípio) > 26 Km até Trafull > Acentuada subida > Paso el Portezuelo (930 m) > Descida contínua > Começo do Lago Traful > vales > Camping agreste > alguns Km > Villa Traful. DIA 8 – 09/11/19 sab - Pedal 6 - Villa la Traful (ARG) a Bariloche (ARG) Distância pedalada: 101 km Ascensão: 765 m O visual do dia promete. Aproximadamente 1/3 em rípio (terra com pedras) e 2/3 em asfalto. Paisagens espetaculares. Este dia vale a pena levar lanche reserva pois não tem muita opção no caminho. Saí cedo de Traful, cerca de 07:00, segui pela estrada de terra pela Ruta 65, com o Lago Traful à esquerda. Subida forte no início e depois algumas descidas. Estava bem frio (cerca de uns 10°C) mas o sol apareceu e aos poucos foi esquentando bem. O clima estava mudando para mais quente ao longo da viagem. Cabañas Aiken cedo - apesar do sol estava bem frio Ruta 65 saindo de Villa Traful Esta parte de rípio é bem legal para pedalar. Alguns Km depois parei no mirante do Lago Traful (bem bonito). Ruta 65 vista do mirante Lago traful Mirante Lago traful Seguí mais alguns Km e encontrei com o cicloviajante argentino Guillermo (jubienviaje.blogspot.com), que estava vindo de Santa Rosa (província de La Pampa), região central da ARG. Trocamos algumas ideias, nos despedimos e depois seguí mais alguns tantos Km até chegar em Confluência (onde os rios Limay e Traful se juntam - tem um antigo posto de gasolina da ACA, que está fechado). Até aqui deu cerca de 33 Km. A partir daí começa a parte de asfalto (vira-se à direita e toma-se a Ruta 237), que segue o lindo vale do Rio Limay. Sentido Confluência Sentido Confluência, perto onde encontrei o Guillermo Sentido Confluência - Rio Limay Andei alguns Km (transito de veículos estava tranquilo no início) e cheguei no espetacular Valle Encantado. Muito legal e bonito. Parei para contemplar e tinha algumas pessoas preparando para andar de caiaque. Valle Encantado Valle Encantado Na RN 237 sentido Bariloche Na RN 237 sentido Bariloche Estava querendo comer algo e cerca de 25 Km depois de Confluência, tinha uma vila pequena do outro lado do rio. Cruzei a ponte (só passam pedestre e ciclistas) e achei um lugar simples para comer. A vila de chama Villa Llanquín. Atravessando para Villa LLanquin A temível placa do cicloviajante Mais alguns Km à frente, cheguei no lugar chamado Anfiteatro, onde o rio faz curva e cria formações rochosas diferentes. Anfiteatro A região de asfalto depois da vila é uma região que peguei bastante vento forte e muitas vezes vento contra, o que dificultou um pouco a pedalada. Tem muita subida longa mas sem muito aclive. Na RN 237 sentido Bariloche Na RN 237 sentido Bariloche Sentido Bariloche Este dia, vi vários carros passando com bikes no reboque e acabei entendendo o que era. Vou explicar: Em VLA, um dia antes, na pousada onde estava, chegaram várias bicicletas desmontadas. No café da manhã, dois argentinos me perguntaram se eu iria fazer a Carrera (uma competição anual de bike entre VLA e San Martin de los Andes). Disse que não, que estava apenas de viagem. Eles eram uns dos que iriam participar. Logo, os carros que passavam eram pessoas que iam para VLA para a competição. Em um dado momento, numa subida bem longa, um carro me passa e buzina. Beleza, cumprimentei. Mais no alto do morro vejo o carro no acostamento. Era um casal de argentinos que pararam para saber se eu precisava de água ou alguma outra coisa. Conversamos um pouco, disseram que iriam para Carrera. Depois disse que estava tudo ok e agradeci. Foi muito legal da parte deles o gesto. Logo após, tem um posto da polícia da província de Neuquén e depois a ponte sobre o Rio Limay (divisa da província de Neuquén (de onde vem) e província de Rio Negro, sentido Bariloche. Na RN 40, entrando na província de Río Negro Na mítica RN 40 Atravessando o rio que divide as províncias Lago Nahuel Huapi Passei por Dina Huapi e depois parei num posto da polícia de Rio Negro para saber mais da região. Me indicaram um festival que estava tendo próximo ao aeroporto de Bariloche (mais alguns Km à frente). Chama Fiesta de las Colectividades Europeo-Argentina. Tinha várias barracas típicas de países europeus, como comida e bebidas típicas, além de atração musical. Pagava-se um valor simbólico para entrar, creio que uns PA$ 300 (cerca R$ 20). Foi muito bom depois de um pedal longo. Bem divertido e tranquilo para curtir. Fiesta de las Colectividades Depois de um tempo, segui sentido Bariloche pela RN 40 e logo chega-se em Bariloche (trecho urbano). Ao final da viagem de pedal, aquele banho merecido, saí para comer algo e descansar. Chegada em Bariloche No hostel conheci uma argentina que iria fazer o trekking do Refugio Frey no outro dia. Minha programação era descansar um dia e fazer depois de descansado. Como ela já tinha subido várias vezes, mudei de ideia, combinei de ir com ela no próximo dia pelo menos para saber onde pegava o ônibus e outras dicas. Acabei saindo para comprar o os lanches do trekking pois tem que levar bastante água e lanche (já tinha comprado o cartão SUBE e abastecido com 2 passagens para o ônibus - os coletivos de Bariloche não têm cobrador e nem aceitam pagamento em dinheiro. Tudo automatizado e é pago com cartão pré-pago SUBE. Hospedagem Bariloche: Hostel Perikos (mesmo da chegada) RESUMO PEDAL 6 Villa Traful > Ruta 65 (rípio) – Valle del rio Traful (visual deslumbrante) > Subida forte no início e algumas descidas longas > Confluência (posto de gasolina fechado > início do asfalto > Ruta 237 – Região do Rio Limay (Valle Encantado e Anfiteatro > Ruta 40 > Posto da Polícia da província de Neuquén (2 Km de Dina Huapi) > Posto da Polícia da província de Rio Negro > Ponte sobre o Rio Limay > Dina Huapi > Bariloche DIA 9 – 10/11/19 dom - Bariloche (ARG) Subida Refúgio Frey Distância treeking: 25 km Ascensão: 891 m São 4 horas de caminhada na ida (praticamente subida) e cerca 3 horas na volta (praticamente descida). O refúgio fica a 1.700 m de altitude, ascensão acumulada de 1.150 m e distância de 25 km (fui e voltei pelo mesmo caminho. Tem que estar bem preparado fisicamente para fazer, é bem puxado. Use calçado adequado para trilha senão vai dar bolha no pé. Dia de tempo bom, ensolarado e temperatura média de 24 graus. Acordei cedo (cerca de 07:00), separei água e lanche reforçado, protetor solar, roupa adequada, corta vento, luva frio, bandana, óculos de sol, bota e outros. Passei em uma cafeteria para tomar café reforçado e seguí para o ponto de ônibus que ela tinha me explicado (tem que procurar saber os horários em que o ônibus passa). Encontramos no ponto e ela me deu algumas dicas sobre a subida. Pegamos o primeiro coletivo que ia até Cerro Catedral (linha Circular 55) cerca de 09:00. De ônibus até a entrada da subida do Frey são cerca de 25 minutos. O ponto final é o estacionamento da estação de esqui do Cerro Catedral. Descendo do ônibus, tem uma placa distante marcando o início da trilha ao refúgio (outras pessoas vão ir em direção à trilha). A colega argentina já estava acostumada e seguiu em ritmo acelerado enquanto eu queria ir em um ritmo mais tranquilo, de contemplação. A trilha começa mais larga e bem sinalizada (setas orientativas), há uma leve subida, e logo a caminhada fica plana e agradável. A trilha vai estreitando e aparece, no lado esquerdo, o bonito lago Gutiérrez e ao fundo a RN 40. Anda-se um bom tempo com o lago ao lado, até que começa-se a subir e entrar na floresta, passando por um longo trecho de troncos branco –acinzentados, de árvores que foram queimadas por um incêndio. Entrada do Cerro Catedral onde o ônibus para Na trilha Lago Gutierrez ao lado esquerdo da trilha Paisagens durante o trekking Depois de alguns Km, a trilha vira à direita e começa a subida. O visual começa a mudar, com um som constante de cachoeiras e entrando em bosques da selva valdiviana (ecooregião que se caracteriza por ter bosques sempre verdes de múltiplos extratos). No caminho fui treinando o espanhol com uma venezuelana que morava em Buenos Aires. O caminho é muito bonito e vale a pena ser curtido com calma. Cada um ao seu estilo. Vi muito esportistas que subiam e desciam correndo, pareciam estar treinando para alguma competição. Montanhas nevadas Depois de um tempo caminhando, a vegetação começa a diminuir, picos nevados aparecem à direita e a trilha toma rumo à esquerda para chegar ao refúgio. Parte do trajeto Depois chega-se ao Valle do riacho (arroyo) Van Titter, começa a subir e vai acompanhando ladeira acima, até chegar no refúgio Piedritas (construída embaixo de uma grande pedra). Vale a pena parar para descansar, reforçar o protetor solar e comer. Bosque no trekking Pedritas **Não entre no abrigo Pedritas devido a ratazanas e possível infecção por fungos. A última subida até o refúgio Frey é a mais empinada e cansativa. Deixa-se o riacho para trás e montanhas nevadas passam a fazer companhia no lado direito da trilha. A trilha também fica mais rústica, com pedras, água e pouca lama. Depois de Pedritas, cerca de 1 h de caminhada até o Frey. Subindo depois de Pedritas No final da subida tinha bastante neve mas nada que molhasse a bota (recomendo ir de bota de trilha). No Frey, o visual é deslumbrante, com o lago Toncek (que estava quase todo congelado) e as agulhas de alpinismo ao fundo. Do lado esquerdo está a Agulha Frey, uma torre de pedra enorme. Refúgio Frey Lago Toncek O refúgio oferece hospedagem e comida (pagos e reservado pelo site) para quem quiser usar como base para escaladas e trekkings pela montanha. Lá em cima vale a pena curtir, hidratar, comer e descansar um pouco. Depois de um bom tempo lá em cima resolvi voltar e fiz o mesmo caminho da vinda. O corpo já está cansado então tem que tomar cuidado com possíveis torções do pé. Muita paisagem bonita para curtir e bom para refletir os momentos da cicloviagem. Ao todo foram cerca de 4:30 de subida e 3:30 de descida (fui num ritmo tranquilo). Cheguei no ponto de ônibus e aguardei cerca de uns 30 minutos até chegar. Na ida, pergunte o motorista quais os horários de volta (geralmente era sempre X hora e 15 minutos. Não deixe de saber também qual o último horário pois região está distante de Bariloche e nesta época (novembro) não tinha nada funcionando por lá (nem uma lanchonete).. Chega-se cansado mas recompensado pelo dia de trekking. Recomenda-se vontade e preparo, pois é uma experiência incrível. Na chegada, comer, banho relaxante e descansar. Itens básicos necessários Mochila pequena/média, Blusa corta vento ou anorak, bandana, meias reserva, capa de chuva, óculos de sol, protetor solar, bota de treeking, luva de frio, toalha pequena, segunda pele (se frio) Água: pelo menos 1,5 L e mais laguma outra bebida (suco, etc) Comida: frutas, lache reforçado (pão e recheio), massa, biscoito *Se for acampar ou ficar no refúgio, tem que realizar o registro prévio no site http://refugiofreybariloche.com – reserve com antecedência - vagas limitadas. DIA 10 – 11/11/19 seg - Bariloche (ARG) Dia de descanso pois a cicloviagem e a subida do Refúgio são muito desgastantes Compra de lanche para o próximo dia, pedal pelo Circuito Chico. DIA 11 – 12/11/19 ter - Bariloche (ARG) – Circuito Chico de bike Distância pedalada: 70 km Ascensão: 1124 m Circuito Chico de bike saindo de Bariloche. A princípio não sabia se iria fazer mas realmente valeu a pena. Região muito bonita e com muitas opções de lugares para conhecer. O circuito tem muitas subidas e descidas. É preciso disposição, mas o visual compensa. Dia aberto e ensolarado com temperatura em torno de 24 graus ao longo do dia. Saí cerca de 08:00, pedalei 25 Km pela Avenida Exequiel Bustillo até Puerto Pañuelo (mesmo caminho do primeiro dia para o Cruce Andino). Um piuco antes, em frente ao puerto, tem a Capela San Eduardo, toda feita em madeira. De belo estilo montanhês, foi construída em 193. Vale a pena subir até lá. Em frente a Pañuelotambém está o Hotel LlaoLlao, resort 5 estrelas. Não cheguei a subir até lá. Puerto Pañuelo Capela San Eduardo Continuando o trajeto pela RP 77, ingressa-se no Parque Municipal Llao-Llao, parque enorme com várias trilhas (algumas só pode fazer a pé) por dentro dos bosques. (Localizado na Península Llao Llao, rodeada pelo Lago Nahuel Huapi, Moreno e Tacul. Não precisa pagar entrada. Estrada Circuito Chico dentro do Parque Llao Llao Segui mais uns 3 Km até ver a entrada para Villa Tacul. Pega-se uma estrada de rípio com mais descida e parece que vai ter que subir tudo de novo, mas esta parte se faz por dentro do bosque e sai um pouco mais a frente. Não cheguei a ver propriamente a Villa e fui para o Lago Tacul. Tem uma praia bonita com montanhas nevadas à frente. Bom para contemplar. Tinha poucas pessoas nesta região e depois fui para o mirador (mirante) Tacul. Muito bonito. Lago Tacul Mirante Lago Tacul De lá fui descendo a trilha, bem tranquilo e vi a placa indicando que para o Lago Escondido devia seguir em frente. Fui descendo e realmente o lago era escondido. Um casal a pé estava voltando desanimado dizendo que desistiram porque não chegava nunca. Não tinha placa da distância. Realmente à pé era distante (de bike rodei uns 10 min, cerca de 1,5 Km de distância de Tacul). O lago é bonito, mas mais escondido que bonito. A questão é que perto do lago já sai mais à frente no asfalto co Circuito. Logo, vale bem a pena fazer esta trilha (mesmo a pé –lembrando que se tiver deixado o carro no primeiro ponto, tem que voltar tudo). Depois peguei o asfalto de novo e fui pedalando (passa-se pelo mirante do Cerro Lopez) e depois peguei à esquerda no rípio para ir até Colonia Suiza pela RP 79 (possui placa indicativa). Lá é uma vila bem legal e vale a pena conhecer, além do caminho que é legal. Tem até uma cervejaria. Mirante Cerro Lopez De Colonia, pelo GPS, seguir pela calle Genoveva Beveraggi para pegar de novo a Avenida Bustillo para Bariloche (mais cerca de 18 Km até o Hostel – este trajeto dá uma média de 1:30 e tem subida. Circuito Chico Cervejaria em Colonia Suiza Ao todo foram cerca 8 horas contando pedal mais paradas. Em Bariloche após o Circuito O Circuito tem muitos pontos para parar e comer. Só vi lugar de comprar comida em Colonia Suiza (levar lanche reforçado para o dia). Ao final da tarde, desmontei e embalei a bike, organizar bagagem e descansei satisfeito por toda viagem. Ao final de toda a viagem, nenhum pneu furado (as fitas anti-furo ajudam bastante). DIA 12 - 13/11 qua - Bariloche (ARG) Último dia. Já havia combinado com o Henrique taxista e as 10:00 saí do hostel para ir ao aeroporto para o voo de volta. O voo saía 14:10 pela Aerolineas Argentinas. Despachei a bike por AR$800, cerca R$115. Cheguei em Buenos Aires (conexão) cerca de 16:30 e o voo para Belo Horizonte só saía 05:30 da manhã do dia 14. Aí você fica igual o Tom Hanks no filme Terminal, pra lá e pra cá para o tempo passar. Mala bike no aeroporto DIA 13 - 14/11 qui – Buenos Aires (ARG) – Belo Horizonte (BRA) Aguardei até o embarque em Buenos Aires (EZE) descansando numa parte de cima do aeroporto que é própria para isso (é um tablado mais alto que o chão, onde o pessoal deita para descansar e aguardar). O voo estava marcado para 05:30 e as 03:00 já tinha despachado a bike ($60, cerca R$240 pela Azul). Depois segui para o embarque e fazer a migração. Cheguei em BH cerca de 09:00 e chega ao fim a grande jornada. Descanso merecido. Dicas Recomenda-se uma preparação adequada. Começando uns 6 meses antes e aumentando a frequência dos treinos e aumentando também a Km (vários ambientes, temperaturas e pesos). Isso levando em consideração alguém que já pedala. Eu pedalo a 6 anos e me preparei bem com 6 meses. Acredito que quem não pedala regularmente deve se preparar com mais tempo. Treine muita subida de morro, serras e afins. Vai te ajudar muito, vai por mim. Estar preparado psicologicamente para longos dias de pedal, subidas, vento contra, possíveis problemas mecânicos, desconforto físico, chuva, frio e calor. Essas e outras dificuldades comuns numa cicloviagem são tão importantes quanto a preparação física. É importante estar preparado antes de uma cicloviagem e antes de encarar os Andes. Faça Seguro viagem por precaução (tem que ser modalidade esportiva, senão não cobre). De preferência, envie o roteiro da sua viagem para familiares próximos a fim de despreocupá-los e para que saibam em qual região você deve estar em determinada data para casos de emergências. Agende o pagamento ou pague contas que irão vencer no período (Luz, água, internet, etc). Se possível, habilite o salvamento automático de fotos do celular na nuvem para caso de perda do celular (Exemplo Icloud para Iphone). Habilite o cartão do banco para uso internacional para emergências (eu precisei usar no CHI pois não tinham troco para dólar). Obtenha o máximo de informações possíveis sobre o caminho que quer percorrer: mapas, condição das estradas, previsão de tempo, rotas de GPS, informações de quem já pedalou pelas estradas. A cicloviagem tem que ser feita com segurança pois qualquer tombo pode acabar com sua alegria, logo, utilize itens de segurança e tenha sempre atenção. Uma queda pode levar a fratura de um membro e a coisa ficar pior ainda! O que levar “Menos é mais”. Levar somente o essencial sem faltar nada no meio da viagem. Semanas antes, fazer revisão da bike (padrão). Se possível, conferir a raiação da roda traseira e sapatas de freio (levei raios e pastilha reserva). De preferência pneus mistos e com proteção antifuro. Bagageiros devem ser resistentes e próprios para receber alforjes. Devem suportar o peso da bagagem se não vai quebrar no caminho. Acompanhar a previsão do tempo antes e durante a viagem (site Accuweather ajuda bastante). Organização da bagagem com antecedência e embalagem da bike de um a dois dias antes. Separar as coisas de cicloviagem três semanas antes (não deixe para comprar as coisas de última hora), pois são muitos itens e a falta de um deles pode fazer uma diferença enorme. Não deixar de xerocar passaporte e plastificar para evitar que estrague. Leve documentos e itens importantes em um saco plástico, tipo ziplock para evitar que se molhem em caso de chuva forte. Fazer o check in dos voos com antecedência para garantir. De preferência, imprimir reservas de voo e pousadas, Airbnb, Booking, etc (se for hospedar). *Alguns países exigem vacina contra febre amarela. Verifique essa e outras possíveis exigências junto à representação do país estrangeiro no Brasil que irá visitar (ARG e CHI não pedem para região da Patagônia). *Conferir o registro de saída e entrada da bike na documentação quando fizer migração. Antes de viajar, recomenda-se consultar o estado das vias. O estado das rutas provinciais na ARG pode ser checado no site da Dirección Provincial de Vialidad de Neuquén (https://www.dpvneuquen.gov.ar/) e Dirección Provincial de Río Negro (https:// https://vialidad.rionegro.gov.ar/). *Atenção: Ficar atento nos dias de passagem em aduana aos horários de funcionamento (algumas fecham 16:30). Otimize suas ferramentas Após a desmontagem e embalagem da bike, acondicione as ferramentas na bagagem de forma a encontrar tudo rapidamente. Separe as peças da bike em sacos plásticos a fim de evitar perdas (ciclocomputador, sinalizadores, parafusos, etc). Uma vez que aterrissou e está acomodado, é abrir a mala bike e parafusar tudo novamente. Leve peças de reposição adequadas, a mais importantes, como raios de reposição, cabos de câmbio e/ou freio (se mecânico), missing/power link, manchão, dentre outros que achar necessário. Apps no celular Depois da própria bicicleta, o celular já é o item mais importante: o Para navegação utilizei o HERE WeGo (excelente app com mapas off-line - lembre-se antes de baixar os mapas da região que irá visitar, vale baixar os mapas da ARG e CHI). Baixei também o Maps.me mas não gostei muito. Algumas vezes traçava percurso por lago ao invés de terreste. o Para gravar o percurso usei o Strava (Muito útil para informações de percurso, distância, velocidade média, ascensão, etc. Só precisa de internet quando for salvar, ou seja, pode pedalar à vontade e quando chegar onde tem internet, você salva). Pode gravar mais de percurso ao longo do dia e salvar todos ao final (Começa a atividade e finaliza, se precisar gravar outro percurso, começa de novo e finaliza. Não precisa salvar com internet a cada percurso). Interessante pesquisar dicas no site do Consulado Brasileiro, como “Orientações para quem vai viajar para o exterior e pegar informações em casos de emergências (nunca se sabe, além disso, todo esporte você está sujeito a riscos – embora a cicloviagem seja um estilo de vida, é também um esporte, inclusive no seguro viagem é também categorizado como tal). Para casos de EMERGÊNCIA site do Consulado Brasileiro http://www.portalconsular.itamaraty.gov.br/ E-mail: [email protected] SITE CONSULADO DO BRASIL EM MENDOZA – ARGENTINA http://mendoza.itamaraty.gov.br/pt-br/ E-mails: [email protected] (Cônsul-Geral) [email protected] (Setor Consular e Setor de Assistência a Brasileiros). Plantão Consular +54 9 261 5378478 (chamadas internacionais, apenas emergências), 261 5378478 (chamadas interurbanas), e 15 5378478 (para chamadas locais). SITE CONSULADO DO BRASIL EM SANTIAGO – CHILE http://santiago.itamaraty.gov.br/pt-br/ Tel: (+56) 22820-5800 - Fax: (+56) 22441-9197 - E-mail: [email protected] Telefone/whatsapp de plantão do Consulado-Geral do Brasil em Santiago (+56 99334-5103) - deve ser acionado apenas em situações de emergência. Email: [email protected] Site da Repartição: http://cgsantiago.itamaraty.gov.br/es-es/ Telefones de EMERGÊNCIA ARGENTINA: Polícia 111 Emergência 107 Bombeiros 100 Polícia Turística ARG: 4346-5748 / 0800-999-5000 Central de Emergencia Nacional 911 Telefones de EMERGÊNCIA CHILE: Polícia: 133. Bombeiros: 132 Resgate Aéreo: 138 Emergência 911 *Recomendações Pasos Fronterizos CHI Fronteira Argentina Chile Viajando da ARG para CHI, assegurar de seguir estes conselhos para uma viagem segura e sem contratempos para não atrasar sua viagem Agilize os trâmites na fronteira baixando e preenchendo a declaração de imigração: http://goo.gl/cKRZx3 Declarar todos os produtos de origem vegetal e animal. Ficar atento ao que pode levar na bagagem bem como limites de valores em espécie. Não aceite pertences ou bagagem de desconhecidos. Não esquecer de levar documentos obrigatórios (Documento Nacional de identidade ou passaporte vigente). Se recomenda levar abrigo, comida e agua suficientes para casos de atrasos. Características que deves considerar no percurso (depende da época do ano) Alta altitude, mudanças bruscas de clima, possibilidade de gelo sobre a estrada ou neve de até 2 m em menos de 24h, ventos fortes e rajadas, avalanches e temperaturas extremas. DICA DE EMBALAGEM DA BIKE 1. Cortar tiras de câmara de ar ou arrumar correias de firma pé. 2. Retirar o ciclocomputador e outros acessórios que possam sofrer danos durante o transporte. 3. Arrumar espumas de embalagem de bike. 4. Estudar a melhor maneira de embalar e fixar. 5. Baixar selim. 6. Retirar bagageiro. 7. Girar o guidão (dois parafusos laterais da mesa). 8. Deixar o guidão alinhado com o quadro e firmar no banco e proteger com embalagens recicláveis o suporte do guidão e o banco. 9. Embalar quadro com espuma protetora. 10.Retirar roda dianteira. 11.Travar pistões dos freios. 12.Colocar suporte de cano de PVC no garfo e travar com as blocagens. 13.Retirar roda traseira. 14.Travar pistões dos freios e colocar suporte de cano no quadro. 15.Embalar corrente e proteger câmbio dentro do garfo traseiro. 16.Embalar o cassete da roda traseira (pode ser pote de sorvete) a fim de evitar danificar o mala-bike. 17.Tomar cuidado para não esquecer a blocagens (separar peças em saco). 18.Proteger zonas delicadas 19.Retirar os pedais com a chave de boca 15 mm (Para retirar, gira a chave no sentido “para trás. Para colocar gira no sentido “para frente) e chave Allen. Ao retirar, marcar qual é direito e qual é esquerdo para não trocar os lados e estragar a rosca). 20.Desinflar um pouco os pneus (deixar um pouco de ar no pneu para proteger). 21.Prender bem a roda dianteira de um lado do quadro com tiras para firmar bem de forma a proteger bem as partes frágeis (câmbio, suspensão, etc). 22.Não deixar a carga incidir sobre o disco de freio (proteger com tampa de pote de sorvete). 23.Prender bem a roda na frente de um lado para proteger a suspensão (as duas se encontram no meio e devem ser fixadas). 24.Prender bem a roda traseira do outro lado do quadro com tiras de câmara de ar para firmar bem de forma a proteger bem as partes frágeis (câmbio, suspensão, etc). 25.Não deixar a carga incidir sobre os discos de freio (proteger com tampa de pote de sorvete). 26.Proteger bem o mala-bike por dentro nas partes que ficam em contato com a bike. 27.Colocar alguns acessórios e vestuários como as sapatilhas, caramanholas etc no interior da mala-bike. 28.Identificar a mala-bike com uma etiqueta com dados completos (nome, endereço e telefone), pois será fundamental em caso de extravio. Pesquise no site da empresa aérea as regras para envio de bicicleta. Outras dicas Estrangeiros tem 21% de desconto na hospedagem Ao reservar uma hospedagem na ARG você será informado que haverá a cobrança adicional de 21% do imposto IVA. Estrangeiros podem se livrar dessa taxa! É preciso pagar sua hospedagem com cartão de crédito ou débito internacional ou depósito bancário, além de ter que apresentar seu passaporte ou RG e o carimbo de entrada no país. Por isso, numa viagem pela ARG, prefira hospedagens que aceitam cartão de crédito para pagamento. Atendimento médico gratuito para brasileiros Ao fazer uma viagem pela ARG, o turista brasileiro tem direito a atendimento médico gratuito. Isso inclui emergências odontológicas, ambulatorial e hospitalar. Para usar você só precisa ter um documento que comprove sua nacionalidade. Não é recomendável viajar sem seguro particular, que possui serviços mais amplos bem como repatriação de corpo ao Brasil. Ninguém planeja morrer viajando, mas infelizmente acidentes e fatalidades podem acontecer. A repatriação de um corpo custa super caro e tendo seguro particular esse serviço deve estar incluído. Não existe casa de câmbio no Aeroporto de Bariloche. Troque dinheiro no centro da cidade. Opção de casas de câmbio em Bariloche: Intercâmbio Agência Rua Rolando, 287 (loja 2) Telefone: +54 02944 434437 Site: http://www.intercambio.srl E-mail: [email protected] Horários: 9h às 17h, de segunda a sexta-feira Cambio Andina Rua Mitre, 115 Telefone: 0294 442-6166 Site: http://www.andinacambio.com.ar E-mail: [email protected] Horários: segunda a sexta de 9h às 19h; sábado de 10h às 14h e de 16h30 às 19h30 Onde sacar pesos argentinos em Bariloche - Caixa Eletrônico 24 horas Banco de la Nación – Mitre, 531 Banco de la Nación – Mitre, 178 Banco Nación – Anasagasti, 1482 Restaurantes Bariloche Comer carne Alto El Fuego (calle 20 de Febrero 451, no centro): qualidade, atendimento e ambiente descontraído. Boliche de Alberto (calle Villegas, calle Elflein e Av. Bustillo): qualidade, carnes e massas. Dica “ojo de bife”. La Salamandra, El Patacon, Don Molina, El Refugio del Montañes, La Parrilla de Julian, La Parrilla del Tony, Nuevo Gaucho, A los Bifes, Rincón Patagonico. Pizza Girulá (calle San Martín 496): pizza individual, comem duas pessoas. O L’Italiano (calle Quaglia 219): boas massas e “menu turístico” a um valor mais econômico. Las Pastas de Gabriel, Linguini, La Brava, El Mundo Cerveja artesanal Manush (calle Neumeyer 20): cerveja artesanal boa, pratos bem elaborados, hambúrgueres caseiros e batata frita. Cervejaria Wesley (calle 20 de Febrero): cervejas e as pizzas gostosos. Perto do Alto El Fuego. Cervejarias artesanais no centro (entre calles Elflein Neumeyer, 20 de Febrero e Juramento): Bachmann, Blest, Antares, Berlina, Konna, Kutral, La Cruz, Vikingos, Kunstmann, Antares, La Cava Clandestina, Lowther. Bem próximas uma da outra. Cerveceria Patagonia: não se destaca tanto pela comida e nem cerveja em si, mas sim pelo ambiente lindo, dentro do Circuito Chico, em frente ao lago Moreno. Bem distante do centro e não tem transporte público que chegue. Fondue e pratos tradicionais La Casita (Quaglia 342): oferece tbm cordeiro e outros pratos típicos, como a truta, excelente pedida. La Marmite (calle Mitre 329) boa opção para experimentar comida tradicional. Em frente à Galeria del Sol. Familia Weiss, La Alpina, Chez Philippe, Jauja. Comer truta A truta (trucha) é um peixe muito tradicional dos lagos da região patagônica. La Casita (já mencionado), o restaurante do hotel El Casco e o Kostelo (Quaglia 111), que está localizado no centro, de frente para o lago. Cardápio variado (massa, pizza, carne, petiscos, saladas). Lojas de chocolate Rapa Nui (calle Mitre 202) e Mamuschka (calle Mitre e Rolando). Mamuschka pequena mas ótimo para desfrutar de um lanche caprichado e chocolate quente na parte da tarde. Ambos possuem sorvetes artesanais próprios, preço mais salgado mas bem recomendado. Outras: Frantom, Turista, Abuela Goye, The Coffee Store (cafeteria), Tante Frida. Fast food McDonalds e Mostaza (calle Mitre). Várias outras opções de sanduiches e hambúrgueres caseiros. Rock Chicken Chimi Bar de Choris (Elflein 73), especializado “choripanes” (sanduiche de linguiça), típico da ARG. Weiss Beer and Burguers (Mitre 585), combos de hambúrguer, batata frita e cerveja artesanal. Outros lugares pouco conhecidos pelos brasileiros e recomendados: Papagoonia (Vice Almirante O’Connor 662), hambúrgueres caseiros. Restaurantes populares: La Fonda del Tío, Galpon de Salo, La Andina. Roupas de Montanha: Patagonia Show Room, Scandivavian, Montagne, The Northface Produtos típicos: El Arbol, El Bosque Na Rua Onelli, um pouco mais afastada do setor mais turístico, está o comércio popular dos residentes de Bariloche. Referências https://eueamagrela.wordpress.com/expedicao-lagos-andinos/ http://blogdescalada.com/uma-escalada-no-frey-um-dos-lugares-mais-espetaculares-do-planeta/ http://www.trekbariloche.com/refugio-frey-trek.php http://www.trekbariloche.com/bariloche-refugios.php http://www.clubandino.org/cab/refugio-emilio-frey-frey/ http://refugiofreybariloche.com/ http://orofino.me/refugio-frey-trek-bariloche-argentina/ http://www.expedicaoandandoporai.com/2010/01/bariloche-circuito-chico.html http://www.seguindoviagem.com/destinos-internacionais/america-do-sul/argentina/bariloche/circuito-chico-de-bicicleta/ https://trilhaserumos.com.br/dicas-roteiros/dicas_de_uso/cicloturismo/ https://umasulamericana.com/parque-llao-llao-bariloche/ https://barilocheparabrasileiros.com.br/2018/01/03/o-clima-em-bariloche-em-cada-epoca-do-ano-e-quando-se-inicia-a-temporada-de-neve/ https://pelomundo.com.vc/hospedagem-em-villa-la-angostura/ https://pelomundo.com.vc/como-ir-a-villa-la-angostura/ https://www.atravessarfronteiras.com.br/2016/11/bariloche-7-passos-para-preparar-uma-viagem-memoravel/ https://umasulamericana.com/hostel-em-bariloche/ ENVIO DA BIKE POR AVIÃO – VÍDEOS https://www.youtube.com/watch?v=2SBR1Lsn-9I https://blog.bikevillage.com.br/bike-no-aviao-dicas-para-viajar/ Ajuste e troca de pastilha de freio https://www.youtube.com/watch?v=qPSVSxsz3yY barb bike DICA - 3 - Ajuste Freio Hidráulico Bike http://www.pedaleria.com.br Pasos fronteirizos e prognósticos metereológicos CHI http://www.pasosfronterizos.gov.cl/ Alertas do Consulado Brasileiro para Argentina http://www.portalconsular.itamaraty.gov.br/seu-destino/argentina Alertas do Consulado Brasileiro para o Chile http://www.portalconsular.itamaraty.gov.br/seu-destino/chile Previsao do tempo https://www.accuweather.com/ https://www.argentina.gob.ar/tema/emergencias https://mototurismogastronomico.wordpress.com/telefones-de-emergencia-argentina-chile-e-uruguai/ VLA https://instintoviajante.com/villa-la-angostura-patagonia-argentina/ https://instintoviajante.com/o-que-fazer-em-villa-la-angostura-de-bicicleta/ http://viagemcult.com/villa-la-angostura/ https://www.villalaangosturaturismo.gob.ar/pt/categoria_atractivos/atracoes_turisticas/ https://emalgumlugardomundo.com.br/o-que-fazer-em-villa-la-angostura-argentina/ https://www.villalaangosturaturismo.gob.ar/pt/tipo_de_gastronom_ia/bar-boate-de-noite-cervejaria-pub/ https://www.atravessarfronteiras.com.br/2013/09/a-minha-villa-la-angostura/ https://umasulamericana.com/fazer-em-villa-la-angostura/ https://www.villalaangosturaturismo.gob.ar/pt/o-parque-nacional-arrayanes-e-a-finalista-das-7-maravilhas-naturais-de-argentina/ Vacinas ARG https://dicasdaargentina.com.br/2018/02/vacinas-e-certificado-de-vacinacao-para-a-argentina.html Dicas Chile https://dicaschile.com.br/
  3. 3 pontos
    San Francisco (CA) Banhada pelo Oceano Pacífico de um lado e pela baía de São Francisco do outro, a cidade californiana de San Francisco se assemelha a uma ilha. Sua mais importante conexão com o continente é também o principal cartão-postal: a famosa ponte Golden Gate, com seus 2,7 quilômetros de comprimento, está entre as paisagens mais fotografadas do mundo. Cerca de 120 mil carros passam pela Golden Gate todos os dias. São Francisco também é um dos principais destinos gays, afinal é o berço dos movimentos em favor dos direitos dos homossexuais. A primeira Chinatown dos Estados Unidos, e a maior fora da Ásia, está em San Francisco. Quarta maior população do Estado da California, com 871.000 habitantes. Fuso horário - são quatro horas a menos que o horário de Brasília. Entre novembro e fevereiro, os EUA atrasam os ponteiros do relógio em uma hora. Nesse período, o fuso são de cinco horas a menos que o horário de Brasília. Visão da ponte Golden Gate, a partir do Crissy Field 1º Dia 15:05h – Chegada ao Aeroporto Internacional O viajante em caso de bom tempo e disposto a caminhar por cerca de 25 minutos com as malas, do aeroporto ao hotel poderá ir de metrô BART (Bay Area Rapid Transit), já que existe uma estação dentro do aeroporto de San Francisco. Para não caminharmos, a alternativa entrada em consenso, com um custo de US$ 26,64 (incluindo US$ 4,44 de gorjeta) foi pegar um Lyft até o hotel. Dica: Após o desembarque internacional no aeroporto de San Francisco, para acesso ao embarque de transporte por aplicativo (Uber/Lyft), no saguão deve-se deslocar a direita e em seguida subir as escadas rolantes, para acessar o piso superior. 16:00h – Check-in no Casa Loma Hotel (610 Fillmore St, San Francisco, 94117, CA, US - Telefone +14155527100) Check-in liberado após as 15:00h. → CUSTO: R$ 1.432,08 (4 noites, suíte para 2 pessoas) 17:30h – Lanche – Mc Donald's – (1100 Fillmore St, San Francisco, CA) Esta rede de San Francisco possui a opção de fazer o pedido diretamente através de uma tela touch, sem interação humana, com isso é uma ótima opção para os turistas que não tenham fluência no idioma inglês. Além do mais, a maioria dos funcionários também falam em espanhol. 18:15h Deslocamento até o Fishermann Wharf 19:00h – Panoramic Night Tour Blue Route – Big Bus Tours San Francisco – (99 Jefferson St, San Francisco, CA) Passeio em torno de uma hora, através de um sistema de transporte exclusivo para turistas com um guia turístico relatando detalhes do passeio, em inglês. Trata-se de um ônibus de 2 andares com rota definida e que percorre os principais pontos turísticos da cidade, ideal para se ter um panorama da cidade de San Francisco. Atente-se o passeio noturno atravessa a Ponte Willie Brown Jr. para o acesso a Treasure Island, local com parada para a ver a skyline da cidade de San Francisco, na parada há banheiros disponíveis para uso. Dica: Sentar-se no andar superior no lado direito e levar casaco (corta vento), mesmo em dias calorosos. → CUSTO: US$ 35,00 (noturno). 22:00h – Retorno ao Casa Loma Hotel – (610 Fillmore St, San Francisco, 94117, CA, US - Telefone +14155527100) 2º Dia 06:00h – Café da manhã → Locais encontrados pelo caminho, não encontravam-se mapeados: a) Japantown, também conhecido como Nihonmachi. Possui um impressionante Pagode da Paz de cinco andares. b) Parque Lafayette c) Haas-Lilienthal House, é a única casa da era vitoriana intacta da cidade que está aberta regularmente como um museu, completa com móveis e artefatos de época. d) Parque Nacional Marítimo 08:10h – Ghirardelli Square Localizada na antiga fábrica da empresa, o quarteirão Ghirardelli é um local com diversas opções de gastronomia e um pequeno comércio. Destaque para loja da empresa localizada na antiga fábrica, fundada em 1952, onde é possível degustar diversos produtos (sundays, cafés) e também comprar os produtos da marca. Essa região tem um dos odores mais cheirosos de San Francisco, que cheira chocolate. O acesso é através do pátio central, onde há uma série de outras pequenas lojas ou pela entrada lateral na Larkin Street. 08:30h – The Cannery at Del Monte – (2801 Leavenworth St, San Francisco, CA) O Cannery at Del Monte Square, na Leavenworth Street foi originalmente construído em 1907 como uma fábrica de conservas, de frutas e vegetais para a Associação de Conservas de Frutas da Califórnia, que se tornaria Del Monte em 1916. Em 1909, era a maior fábrica de conservas do mundo com capacidade de 200.000 latas soldadas de forma manual por dia, além de empregar mais de 2.500 pessoas. As operações cessaram em 1937 e o prédio funcionou como um armazém até o início dos anos 1960, quando foi programado para ser demolido. Leonard Martin comprou a fábrica de conservas em 1963 e trouxe uma equipe de arquitetos e desenvolvedores liderados por Joseph Esherick, para transformá-la em um complexo de três andares com passarelas e pontes de tijolos, que abrigam uma grande quantidade de lojas, restaurantes e locais de entretenimento; na qual foi aberto no ano de 1966. 08:40h – Take a Ride on the Cable Cars – Dando uma volta de Bonde – Linha Vermelha (Hyde St & Beach Street, San Francisco, CA) - horário de funcionamento: das 06h às 00:30h. Foi interessante observar também, além do curioso sistema operação de freio manual e sem motores internos, o funcionamento do retorno dele (turnaround). Quando o Cable Car chega ao final do trilho, os 2 condutores/cobradores descem e realizam um processo manual. A plataforma de madeira gira e um deles manipula manualmente para que o bonde vire. Dica: Quanto mais tarde realiza-se o passeio com o Cable Car, maiores são as filas, que giram em torno de 45 minutos a 01 hora de espera. Não obstante é perceptível que vendem mais ingressos do que a capacidade do veículo. Com o passar da manhã, os Cable Cars saem lotados e infelizmente muitas vezes as pessoas que ficam em pé, cobrem a visão dos passageiros que estão sentados. Uma alternativa é ficar em pé pendurado no Cable Car, em cima da parte do estribo. → CUSTO: US$ 7,00 (Entrada única - Single Ticket) Descida em Nob Hill, região nobre de San Francisco, residencial e misturada com diversos hotéis luxuosos, além de vistas caprichadas da cidade. 09:40h – Passeio pela Union Square A Union Square, umas das praças mais badaladas de São Francisco ganhou este nome durante a guerra civil, ao ser usada como ponto de apoio e de comício dos partidários pró união. A estátua no centro da praça representa a deusa da Vitória “Nike” e foi erguida em comemoração a vitória de uma das batalhas durante a guerra entre Estados Unidos e Espanha em 1898 na baía de Manila. Comercial quanto NYC. Ali estão as grandes lojas como Forever 21, Macy’s – com uma Cheesecake Factory gigante bem grande no topo; como também shoppings grandes. Caminhando até a Market Street e já, já você avistará os prédios. O "Grand" hotéis estão aqui, e algumas quadras ao norte em Nob Hill (muito íngreme para caminhar até lá). As grandes lojas de departamentos estão próximas, além de muitas pequenas lojas e hotéis do estilo "boutique". É também ao lado do distrito dos teatros. Talvez os restaurantes Franciscanos mais “elegantes” estejam nessa área (Fleur de Lys, Farallon, Masa, Ritz Carlton, Postrio, etc). Há menos "simples", "Mom-n-Pop", ou do tipo étnicos que se encontrará em outras partes da cidade. A principal desvantagem é a proximidade com o The Tenderloin, que geograficamente a oeste e sul da Union Square. Existem muitos arranha-céus, então haverá menos de luz do sol do que se encontrará em outro lugar. A Union Square é “morta” aos domingos, e não tão animada quanto a outros lugares à noite. O estacionamento é muito caro (US$ 50 por noite ou mais), e dirigir é uma tarefa difícil. → Corações da Union Square Na Union Square há algumas estátuas de coração, umas diferentes das outras, nos quatro cantos da praça. Essa é uma tradição que vem desde 2004, a cada ano novos corações são pintados e os antigos são leiloados, onde a renda é doada para o Hospital Geral de São Francisco. a) Fairmont San Francisco – (950 Mason St, San Francisco, CA) O The Fairmont é um hotel clássico na cidade, na qual recebe muitos hóspedes famosos entre presidentes e celebridades, e tem um dos bares mais icônicos de San Francisco o Tonga Room. Os quartos tem uma decoração bem clássica e muitos deles com vistas lindas da cidade. b) James Clair Flood Mansion – (1000 California St, San Francisco, CA) O James Clair Flood Mansion é uma mansão histórica, localizada na California Street, no topo da Nob Hill. Atualmente sendo o Pacific-Union Club, foi construído em 1886 como a casa de James Clair Flood, um barão do século XIX. Foi o primeiro prédio a oeste do rio Mississippi e a única mansão em Nob Hill a sobreviver estruturalmente ao terremoto, como também ao incêndio de 1906 em San Francisco. Foi declarado Marco histórico nacional, no ano de 1966. c) The Masonic – (1111 California St, San Francisco, CA) O California Masonic Memorial Temple é um imponente prédio de mármore branco localizado no todo da Nob Hill, centro de São Francisco. Construído nos anos 50, é um ícone da arquitetura pós modernista. É a sede da Grande Loja da Califórnia e eventualmente oferece palestras e visitas informativas sobre a Maçonaria. Em 2015, aqui ocorreu a XIV Conferência Mundial das Grandes Lojas Maçônicas Regulares, O tema deste evento foi “A Cadeia de União: Reforçar os Laços Fraternais num mundo em Mudança”, estiveram presentes 105 Grandes Lojas Mundiais e cerca de 1.000 participantes. d) Grace Catedral – (1100 California St, San Francisco, CA) Inspirada na Catedral de Notre Dame em Paris, ela foi construída no estilo neogótico e, hoje, é um prédio que destoa do restante da cidade de San Francisco por sua beleza ímpar. Situada no bairro de Nob Hill, bem pertinho do hotel Fairmont San Francisco, que é um dos mais famosos e luxuosos da cidade, ela foi fundada no século XIX como uma pequena paróquia, na época, da corrida ao ouro na Califórnia. Sua construção foi finalizada somente em 1964, tornando-se a terceira maior catedral dos Estados Unidos. e) City Hall de San Francisco – (1 Dr Carlton B Goodlett Pl, San Francisco, CA) A atual Prefeitura de San Francisco abriu as suas portas em 1915, substituindo o prédio que foi destruído no terremoto de 1906. O edifício lembra bastante o “Les Invalides de Paris” e se destaca por sua grande cúpula que, com 90 metros de altura, é uma das maiores do mundo. O City Hall de San Francisco foi utilizado em várias ocasiões como cenário para rodar alguns filmes, como “Endiabrado”, “O Casamento dos Meus Sonhos” e “A Rocha”. Dicas: Há banheiros públicos disponíveis dentro da prefeitura, porém não é permitido entrar no City Hall com mochila ou bolsas grandes. Dia de feira na Praça – Normalmente nas quartas e domingos das 7h às 17h, há um mercadinho de produtos locais na praça. f) Hotel Whitcomb – (1231 Market St, San Francisco, CA ) Em uma cidade conhecida por sua história, o Hotel Whitcomb em São Francisco tem uma história própria. Como a cidade foi devastada pelo terremoto de 1906, o hotel entrou em cena e se tornou temporariamente a prefeitura, de 1912 a 1915, enquanto a original estava sendo reconstruída. Em 1916, o hotel abriu suas portas oficialmente. Embora o prédio tenha parado de funcionar como Prefeitura em 1915, as palavras “City Hall” ainda podiam ser vistas levemente, gravadas acima da entrada principal até meados dos anos 90. 11:30h – Almoço – Tropisueño – (75 Yerba Buena Ln, San Francisco, CA) Restaurante típico mexicano, atendimento cordial e rápido, com comida bem gostosa e porções generosas. Recomendamos o Regular Burritos with meat: → CUSTO: US$ 8,25 – Preços honestos 15:00h – Roteiro a pé, com caminhada (sem pausas é em torno de uma hora, mas fizemos em aproximadamente três horas) a) Observação de artes de rua, na Fell Street Muro dos fundos do Colégio de Ensino Médio Ida B Wells: Rainha Marta em um mosaico, em uma arte abstrata. : Colégio de Ensino Médio Ida B Wells Harlem, Paris of the West (S.F.) (2010): Muro de uma residência, nas proximidades da 1101 Fell Street, Fell St at Scott St, realizado pela artista Marina Perez-Wong, com uma arte envolvendo os principais pontos turísticos de San Francisco: Painted Ladies, Ponte Golden Gate, Cable Car... b) Painted Ladies As Painted Ladies da Alamo Square foram construídas em 1892 e 1896, e hoje, dividem com a Golden Gate Bridge o título de símbolo de San Francisco. Elas já apareceram em mais de 70 filmes diferentes. c) Alamo Square Park Praça localizada no alto de Hayes Valley em San Francisco, é lá e que estão as famosas Painted Ladies, uma fileira de casas vitorianas lindas, pintadas em cores diferentes e com vistas lindas do centro da cidade. d) William Westerfeld House Esse palácio mal-assombrado de madeira foi construído em 1889, para ser a moradia do William Westerfeld, um famoso banqueiro da época. Sua arquitetura é típica de um dos estilos de vitorianas, as sticks (palito). Quando San Francisco estava passando pela fase do Summer of Love, diversas pessoas subiam na torre e ficavam procurando discos-voadores, com relatos de várias aparições. e) McAllister Street Trecho com maior quantidade de casas de estilo Vitoriano, da cidade de San Francisco. f) Chateau Tivoli Bed and Breakfast Neste antiga casa Vitoriana, afinal histórica de 1892, já se hospedaram Isadora Duncan (bailarina), Mark Twain (escritor), e a história que o povo conta, também o fantasma de uma diva da ópera vitoriana, e como hoje é um Bed & Breakfast, qualquer um está convidado a se hospedar também. g) Casa da Série Três É Demais, da Família Tanner (1709 Broderick St, San Francisco, CA) Esta casa onde as irmãs D.J., Stephannie e Michelle cresceram em San Francisco, na vizinhança da Lower Pacific Heights, serviu para as cenas externas da casa da família Tanner, do seriado da ABC Family, como também para o recente reboot “Fuller House”, na Netflix, enquanto as internas eram gravadas em estúdio. Atualmente o imóvel pertence a Jeff Franklin, criador da atração nos anos 80 e 90, avaliada em mais de US$ 4,15 milhões. Construída em 1883, a casa de três pisos conta com cerca de 230 metros quadrados que incluem quatro banheiros e quatro quartos. De 2002 a 2006 a série foi exibida no SBT, inicialmente ocupando o horário das 18h dos sábados, mas já em 2003 a atração passou a ser diária, às 13h15. h) Jefferson Square Park Grande parque na selva de concreto da cidade. Muito bem conservado. 20:00h – Retorno ao Casa Loma Hotel – (610 Fillmore St, San Francisco, 94117, CA, US - Telefone +14155527100) 3º Dia 06:30h – Saída do Casa Loma Hotel (610 Fillmore St, San Francisco, CA) → Passeio na Chinatown 08:30h – Dragon's Gate – Arco ornamentado, doado pela Tailândia em 1970 é a Porta de entrada para Chinatown. → Parede Lateral da padaria Eastern: Arte dedicada ao Bruce Lee (720 Grant Ave com a End Commercial Street, San Francisco, CA) → Sugestão para o café da manhã – Eastern Bakery – (720 Grant Ave, San Francisco, CA) Um cartaz deste estabelecimento histórico, na qual foi a primeira padaria chinesa em Chinatown (1924), anuncia com orgulho a visita do ilustre ex-presidente Bill Clinton à padaria, no ano de 1997, comendo um Mooncake, bolinho tradicional chinês com a finalidade de atrair fortuna. Os Mooncakes são bolinhos, que podem ou não ser recheados, com relevos especiais escritos em Mandarim e normalmente representam longevidade, harmonia e fortuna; além de desenhos lunares, por isso o nome Mooncake ou bolo lunar, e também um desenho da Deusa da Imortalidade. → Waverly Place - Homônimo de um dos principais personagens do sucesso de vendas O Clube da Felicidade e da sorte, de Amy Tan. Procure esta ruazinha para contemplar bandeiras com preces e lanternas vermelhas reverenciando templos com varandas pintadas; → Logo após o Tien Hau Temple, o templo budista antigo de 1852 (e curioso) que fica no terceiro andar de um prédio; numa época em que os chineses de San Francisco não podiam habitar ou trabalhar em outras áreas da cidade. Com enfeites vermelhos e incenso pendurados no teto, detalhes dourados e dezenas de divindades em miniatura, o templo faz com que você se sinta no oriente. → Spofford Alley – Nesse beco, Sun Yat-sem conspirou a derrota do último imperador da China número 36 e os anos 1920 viram lutas armadas de contrabandistas, mas Spofford mudou com o tempo; → Sugestão seguir pela rua e degustar alguns chás na Vital Tea Leaf (1044 Grant Ave), que é uma loja de chás que graças a seu divertido e carismático dono, um chinês figura, que faz absoluta questão de ser chamado de “Uncle” (Tio), conquista locais e turistas. A degustação de chás é grátis, servidos quentíssimos e num copo pequenino vem acompanhado de histórias interessantes, sabedorias chinesas e possivelmente algumas ''histórias para boi dormir'' inventadas pelo uncle. Os chás da Vital Tea não são baratos, mas são deliciosos. → Ross Alley – Conhecida popularmente como Rua Manila, Espanhola e México devido às garotas de programa que trabalham nesse quarteirão, esta rua é repleta de murais e ocasionalmente é retocada para produções de Hollywood, como Karate Kid II e Indiana Jones e o Templo da Perdição. A cena da creche de Christopher, do filme A Procura da Felicidade (2006), foi recriada na 20 Ross Alley, uma estreita passagem entre as ruas Jackson e Washington, no coração de Chinatown. → 654 Jackson Street – Apartamento onde viveu Bruce Lee na cidade de San Francisco, antes de se mudar para Seattle, WA. Lee Jun Fan, o Bruce Lee, nasceu no dia 27 de novembro de 1940, em San Francisco, Califórnia. Faleceu no dia 20 de julho de 1973 em Hong Kong, China, aos 32 anos de idade. Bruce Lee era lutador, artista marcial, filósofo, diretor, roteirista e mestre em artes marciais. É o grande responsável pela popularização do Kung Fu no Ocidente. Esta arte marcial de origem chinesa , e com mais de 300000 adeptos no Brasil, em quase todos os seus estilos imitam animais e usam armas, com golpes demolidores. Apesar de nascer em San Francisco, onde viveu até os três meses, sua família retornou a Hong Kong. Já com 19 anos incompletos viajou para sua terra natal, através de conselhos de seus pais, com uma passagem de terceira classe de um navio, porém foi convidado a ficar na 1º, com a condição de ensinar dança aos passageiros; além de US$ 100 no bolso, se encontrando lá com a sua irmã Agnes Lee, que já estava morando com amigos da família. A brilhante carreira no cinema, que inclui filmes como ''O Dragão Chinês'' e Operação Dragão, foi tragicamente encerrada com sua morte, aos 32 anos, em circunstâncias misteriosos, porém a versão oficial indica que seu falecimento ocorreu numa provável reação alérgica ao medicamento analgésico Equagesic, frente ao edema cerebral agudo. O mestre ficou famoso pelo soco de uma polegada, envolvendo bastante treino, coordenação e neurônios. → City Lights Book Sellers & Publishers – ( 261 Columbus Ave, San Francisco, CA) Esta livraria independente, com mais de duzentas publicações, começou apenas com um piso e nos tempos atuais ocupa todo o prédio, que é antigo, sendo uma parada obrigatória para os amantes de literatura. Aberta desde 1953, é um ponto importantíssimo da história da literatura americana, com três andares de publicações e um clima muito agradável. O proprietário da livraria por todas estas décadas é o poeta Lawrence Ferllinghetti, que não cansa de mencionar os inúmeros eventos, leituras e encontros marcantes da história literária que aconteceram e continuam acontecendo por lá. As paredes relembram como tudo começou com fotos e a história dos amigos Lawrence e Peter. No segundo andar diversos livros dos autores beats (muitos publicados pela própria livraria). Neste estabelecimento inclusive possui seção de literatura brasileira, no idioma inglês. Já no terceiro andar, tem o quarto do poeta, que é dedicado a livros de poesia. Um dos pontos negativos é que não tem banheiro (tem uma placa no caixa avisando). A CULTURA BEAT Elementos centrais da cultura Beat incluem a rejeição de valores narrativos padrão, a busca espiritual, a exploração de religiões ocidentais e orientais, a experimentação de drogas psicodélicas, a rejeição ao materialismo, retratos explícitos da vida humana e liberdade e exploração sexual. Devido aos seus valores e cultura, os membros da Geração Beat desenvolveram uma reputação como novos hedonistas boêmios que celebravam a não-conformidade e a criatividade espontânea. Os Beats eram amigos primeiro e depois juntos se tornaram um movimento. O grupo central - Jack Kerouac, Allen Ginsberg, Neal Cassady, Gregory Corso, Herbert Huncke e William S. Burroughs - se reuniu na Universidade de Columbia, em Nova York, em meados da década de 1940. Depois de se mudar para o oeste de São Francisco, o grupo acrescentou os membros principais Gary Snyder, Lawrence Ferlinghetti (um dos fundadores da City Lights Bookstore), Michael McClure, Philip Whalen e Lew Welch. Desde então, a cultura Beat foi entrelaçada com a cidade de São Francisco. → Jack Kerouac Alley – o beco dos poemas Alley em inglês significa beco e Jack Kerouac Alley que já foi chamada de Adler é uma ruazinha do lado da livraria que conecta a avenida Grant e a Columbus. Anteriormente este beco era um lugar comum para o despejo de lixo, mas o porta apresentou uma idéia ao Conselho de Supervisores de San Francisco para modernizar o local, proibindo o lixo e a passagem de veículos. Desde 2007 a rua Jack Kerouac Alley é conhecida pelos poemas gravados no chão. O nome da rua é em homenagem ao escritor da geração Beat Jack Kerouac que costumava frequentar a livraria. JACK KEROUAC Kerouac nasceu no dia 12 de março de 1922 em Lowell, Massachusetts. Filho de pais franco-canadenses, ele aprendeu o inglês como segunda língua. No colégio, Kerouac era um astro do futebol americano e ganhou uma bolsa de estudos para a Universidade de Columbia. Na Segunda Guerra Mundial, foi expulso da Marinha de Guerra por conta de seus problemas de personalidade. Depois disso, se tornou um marinheiro mercante. No final de 1940, vagou pelos Estados Unidos e México, e escreveu seu primeiro romance, The Town and the City. Um dos primeiros romances do movimento beat dos anos 1950, "On the Road" (ou "Pé na Estrada", em português), de Jack Kerouac, foi publicado neste dia, em 1957, na qual muitos chamam este livro de a ''Bíblia Hippie''. O romance narra as andanças de Sal Paradise e seu amigo Dean Moriarty por caminhos em que eles experienciam drogas, amor livre e o nascimento da contracultura. Kerouac escreveu o livro em apenas três semanas, e sua obra se tornou um clássico instantâneo. Ao todo, ao longo de sua carreira, escreveu 20 livros de prosa e 18 de ensaios, cartas e poesia. Apesar do lema hippie da década de 60 dizer "nunca confie em ninguém com mais de 30", Kerouac tinha 35 anos quando seu livro foi publicado. O escritor já era frequentemente associado ao movimento beat quando sua obra foi lançada. O romance está repleto de personagens baseados em figuras beat como Allen Ginsberg e William Burroughs. Após publicar o livro que o levou ao sucesso, Kerouac escreveu The Dharma Bums (Os vagabundos iluminados), – um romance com franca inspiração budista –, The Subterraneans (Os subterrâneos) ambos em 1958; Maggie Cassidy, em 1959; e Tristessa, em 1960. A partir daí, Kerouac tendeu ao posicionamento político de direita: criticava os hippies e apoiou a guerra do Vietnã. Publicou ainda Big Sur e Doctor Sax, em 1962, Visions of Gerard, em 1963, e Vanity of Duluoz, em 1968, entre outros. Visions of Cody, considerado por muitos o melhor e mais radical livro do autor, só foi publicado integralmente em 1972. → Street Art – Em cima do restaurante E Tutto Qua (270 Columbus Ave, San Francisco, CA) há uma arte de Banksy chamada de Airstrike (2010), onde uma criança com máscara de gás relata: ''If at first you don't succeed - call an airstrike'' - Se a princípio você não conseguir êxito - chame um ataque aéreo. Banksy é um artista de rua, nascido em Bristol/Inglaterra, em 1974, especializado em trabalhos em estêncil, talvez o mais importante artista inglês vivo. Além de artista grafiteiro, Banksy é ativista político e diretor de cinema. Suas obras costumam ser carregadas de conteúdo social expondo claramente uma total aversão aos conceitos de autoridade e poder. Em telas e murais faz suas críticas, normalmente sociais, mas também comportamentais e políticas, de forma agressiva e sarcástica, o que provoca identificação com o público que as observa. A arte é uma declaração comovente sobre como a América é percebida pelo mundo, como um país feliz como um ataque aéreo, como também de forma inteligente em mostra a dependência norte-americana dos ataques aéreos. → Language of The Birds – (320 Columbus Ave, San Francisco, CA) Os livros pendurados no alto da rua remetem aos poetas do movimento Beatnik. → Brunch - Molinari Delicatessen – (373 Columbus Ave, San Francisco, CA) A Molinari&Sons foi fundada em 1896 e trouxe pra San Francisco a arte italiana de fazer linguiças. De lá pra cá, são quatro gerações que se dedicam a produzir os melhores salames e linguiças da cidade. Esta Delicatessen tem ótimas opções de Sandwiches, sendo ideal para um brunch. Sandwiches preparados na hora, estilo Subway. → Igreja de São Francisco de Assis - National Shrine of St. Francis of Assisi - (610 Vallejo St, San Francisco, CA) → Caffe Trieste – (601 Vallejo St, San Francisco, CA) Tradicionalíssimo, o Caffe Trieste foi aberto em 1956 e foi o primeiro lugar a servir expresso na costa oeste dos Estados Unidos. E ainda mais curioso, que aqui Francis Ford Coppola escreveu parte do roteiro de O Poderoso Chefão (1972). Para ser mais preciso, foi no Caffe Trieste, um café hoje muito visitado por fãs de um dos filmes mais importantes da história do cinema. → Greenwich Street Steps – (231 Greenwich St, San Francisco, CA) 11:00h – Coit Tower – (1 Telegraph Hill Blvd, San Francisco, CA) - HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: 10h as 18h A Coit Tower começou a ser construída em 1929, em art déco, quando a milionária Lillie Hitchcock Coit faleceu e deixou uma generosa herança para a cidade de San Francisco pedindo que o dinheiro fosse usado de maneira inteligente e em algo que deixasse a cidade mais bonita. Como Lillie era fã dos bombeiros, a torre construída em sua homenagem tem o formato de mangueira de bombeiros. Subir na Coit Tower a pé é uma das atividades físicas preferidas dos moradores da região e a subida a pé é cansativa, com 400 degraus, através de vários lances de escada passando por jardins bem cuidados e a cada passo, conquistando uma linda vista da cidade. O último lance de escadas que leva à torre tem os degraus decorados com o nome das pessoas que contribuíram para a construção da torre. Visão de 360 graus que contempla a Golden Brigde, Lombard Street, Pier 39, SF Bridge numa visão de 360°. → CUSTO: US$ 9,00 (Venda do último ingresso às 17:30h) 13:00h – Lombard Street – (Lombard St, San Francisco, CA) Com 27 graus de inclinação, esta famosa rua tem oito curvas fechadas e é toda decorada com flores. Possui uma vista panorâmica no topo, com uma boa visão de Alcatraz. 14:00h – Fisherman's Wharf (na tradução literal, cais de pescadores) Em 1853, foi construído nesta zona o primeiro porto de São Francisco, que rapidamente se tornou um importante centro marítimo de distribuição de peixe fresco até que, em 1950, com a chegada da tecnologia moderna, a zona da baía entrou em decadência. Muitas das indústrias pesqueiras da zona declararam falência ou tiveram que se mudar. Nos tempos hodiernos é uma grande atração turística de San Francisco, onde o coração da agitação é o Pier 39, além do famoso grupo de preguiçosos leões-marinhos que costumam tomar sol por ali. 12:40h - USS Pampanito – (PIER 45, Embarcadero, San Francisco, CA) HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: 9h às 18h Submarino restaurado norte americano ancorado definitivamente em San Francisco, da época da Segunda Guerra Mundial, na qual completou seis patrulhas de guerra entre 1944 a 1945 e serviu como um Navio de Treinamento de Reserva Naval de 1960 a 1971. Agora é um marco histórico nacional, preservado como um memorial e museu na Associação de Parques Nacionais Marítimos de São Francisco localizada no Fisherman's Wharf . O Pampanito foi transformado em um memorial e museu em San Francisco em 21 de novembro de 1975, transferido para a Maritime Park Association (anteriormente National Maritime Museum Association) em 20 de maio de 1976, e aberto ao público em 15 de março de 1982. Em 1986, o Pampanito foi listado no Registro Nacional de Lugares Históricos e declarado ser um marco histórico nacional, onde está aberto para visitas. → CUSTO: US$ 21,94 (US$ 1,94 Fee) 13:40h - Musée Mécanique – (PIER 45, Shed A, San Francisco, CA) 14:00h – PIER 39 – (PIER 39, Embarcadero, San Francisco, CA) Ponto turístico descontraído para visitar as centenas de leões marinhos que ocupam as docas da marina. O mais legal é parar ali por algum tempo e observar as brigas e situações inusitadas que acontecem muitas vezes por causa da falta de espaço. Um empurra o outro, que cai dentro da água, que volta pulando em cima de todos e sai urrando pra todos os lados. 17:00h – Ferry Building Marketplace – (Embarcadero/Ferry Building, One, San Francisco, CA) O mercado tem uma localização privilegiada, em pleno centro financeiro, quase de frente para a elegante Bay Bridge e fica em um dos prédios mais lindos da cidade. Um prédio centenário, com influência arquitetônica europeia e que passou ileso pelos dois grandes terremotos da cidade. Na área interna tem dois andares, onde no primeiro piso funciona o mercado com várias lojas com diferentes tipos de comida e produtos locais, enquanto no segundo andar funciona a administração do prédio e alguns salões para eventos. Visão da Ponte Willie Brown Jr. a partir da área externa do Ferry Building Marketplace Na área externa tem bares e restaurantes com uma vista incrível para o porto e próximo ao mercado, há uma bonita estátua de Mahatma Gandhi, doada pela Fundação Gandhi em 1988. → HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: das 10h às 19h. → Lanche/Jantar – El Porteño: Empanadas Argentinas (Ferry Building Marketplace) El Porteño é uma banca bem pequena que fica na lateral de uma das portas de entrada e que vende as melhores empanadas da cidade. As empanadas de carne, e as de champignon são destaques da casa. 18:00h – Passeio noturno à Penitenciária Federal de Alcatraz (Night Tour) – (Alcatraz Island, San Francisco, CA)  – A saídas dos passeios noturnos são às 17:55h e 18:30h  → CUSTO: US$ 36,00 (noturno) Originalmente terra indígena, a “Isla de Los Alcatraces” (nome dado pelo conquistador espanhol Juan Manoel Ayala) virou forte militar em 1859 e protegeu a baía até o final da Guerra Civil, em 1865. O local, que já foi prisão militar, tornou-se um presídio federal de segurança máxima em 1934 e fechou as portas em 1963. Atualmente a ilha funciona como parque e integra a Golden Gate National Recreation Area. Na Penitenciária Federal de Alcatraz é possível ver as celas, de entrar nelas, de ouvir histórias de tentativas de fugas cinematográficas e de apreciar a bela vista da baía de San Francisco, com um visual incrível. Penitenciária que ficou famosa por estar eternizada nas telas de cinema no suspense “Alcatraz – Fuga Impossível“ (1979), estrelado por Clint Eastwood no papel de Frank Morris e os irmãos Anglin foram vividos por Jack Thiabeau e Fred Ward. Os irmãos, John e Clarence Anglin foram encarcerados em Alcatraz por assalto à mão armada. Na prisão, conheceram Frank Morris, com quem planejaram a fuga. Os três cavaram túneis em suas celas e navegaram até a costa em uma balsa feita com capas de chuva roubadas. Para enganar os guardas, fizeram cabeças em tamanho real de papier-mâché e colocaram nas camas, como se fossem eles dormindo. Na manhã seguinte, os policiais avistaram coletes salva-vidas, feitos do mesmo material, boiando a poucos metros de Alcatraz. Apesar de nunca terem encontrado os corpos, os agentes do FBI concluíram que os três não seriam capazes de nadar nas águas geladas do Oceano Pacífico e encerraram o caso. Até hoje a teoria predominante é a de que Frank Morris e os irmãos John e Clarence Anglin se afogaram na gélida baía de San Francisco. Há também outras suspeitas de Morris ter morrido em 2008 e Clarence Anglin, em 2011. John Anglin revela que viveu “muitos anos” na cidade de Seattle, que depois havia se mudado para a Dakota do Norte, até finalmente se instalar no sul da Califórnia. O tour parte do Píer 33 a cada meia hora, com o percurso, realizado em um ferry, dura pouco mais de dez minutos e o grupo que aporta na ilha é recepcionado por um guarda que dá as explicações básicas sobre o lugar e encaminha os visitantes para o início da rota de visita. Maravilhoso pôr do sol, registrado dentro do Ferry Alcatraz Cruises A primeira parada é na sala de banho, onde todos os visitantes recebem um audioguia (disponível em português) para seguir a visita, o que torna o percurso muito mais interessante, divertido e eficiente. O tempo total do tour guiado, se você conseguir todas as direções do áudio, é de 45 minutos. O turista ouvirá sobre a história do presídio, as fugas mais famosas (uma delas executada com uma colher), os presos ilustres (entre eles Al Capone) e como era o dia a dia de Alcatraz. Basta seguir as orientações do áudio para ver exatamente o que ele conta. Você andará por celas, refeitório, salas de visita, pátio do banho de sol, sala da direção e outros ambientes. Ao todo, nos anos em que Alcatraz esteve em funcionamento, 36 presos tentaram escapar. Do total, 23 foram recapturados, seis morreram baleados e dois, por afogamento. No entanto, cinco deles nunca foram encontrados. A prisão fechou as portas em 21 de março de 1963. 22:00h – Retorno ao Casa Loma Hotel (610 Fillmore St, San Francisco, CA) 4º Dia 07:00h – Saída do Casa Loma Hotel (610 Fillmore St, San Francisco, CA) 08:00h – Haight & Ashbury Visita a Haight-Ashbury, bairro com ares jovens, modernidade e mistura de estilos que vão de hippie a punk, seu lugar de compras, que conta com lojas de discos, feirinhas hippies, lojas de roupas tie-dye, artesanatos, estúdios de tatuagem e boutiques de roupas e acessórios vintage; como também uma das melhores cervejarias da cidade, a Magnolia. Há 50 anos, a cidade vivia um momento revolucionário: o Summer of Love, onde os hippies se uniram neste bairro na época, sugerindo uma nova sociedade regada a amor livre, antimaterialismo e rock n' roll. Lugares interessantes: • Casa do Jimi Hendrix (1524 Haight Street) no topo da loja de tabaco; • Amoeba Music (Haight St. Número 1855 ) Loja de discos e CDs. 09:30h - Golden Gate Park Fundado em 1871, com uma área de 411 hectares e mais de 13 milhões de visitantes anuais, o Golden Gate Park, apesar do nome, ele não fica próximo da ponte homônima. E apesar de ser enorme e cheio de plantas de várias espécies, ele foi construído artificialmente numa área onde só existia um monte de areia. Seu criador, aliás, morava no próprio parque e continuou trabalhando nele até uns 90 anos de idade. A proposta deste parque é tornar o espaço acolhedor e inclusivo, e por isso é permitido andar por qualquer gramado, fazer piquenique, levar animais sem coleira e até consumir álcool. O parque possui plantas de diversas partes do mundo, sendo que muitas são típicas de áreas desérticas. E que isso tem uma explicação: como o Golden Gate Park foi criado artificialmente e a princípio só tinha areia, foi gasta muita água cultivando as plantas “do nada”, e essas espécies que costumam viver no deserto obviamente precisam de menos água. → Memorial da AIDS – (Golden Gate Park) → Japanese Tea Garden San Francisco – (75 Hagiwara Tea Garden Drive) HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: das 09h às 18h             Construído em 1893 para a California Midwinter International Exposition, o Japanese Tea Garden possui Bonsais, lagos com carpas, pontes diferentes e jardins milimetricamente cuidados e aparados, um Buda de 1,5 toneladas; além de construções tipicamente orientais. Os Biscoitos da sorte foram criados e servidos aqui pela primeira vez em 1914 e ainda podem ser apreciados na casa de chá. \ →CUSTO: US$ 9,00* Entrada é gratuita até às 10h nas segundas, quartas e quintas-feiras. 10:45h Stow Lake Boathouse            Belo lago artificial do Golden Gate Park, para caminhar ao redor dele ou ficar sentado na beirada fazendo um piquenique, ou vendo os patinhos e a cachoeira também artificial. 11:00h Young Museum - HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: das 09:30h às 17:15h Museu que abriga uma coleção com peças desde o século XVII aos dias atuais, incluindo arte das Américas, Oceania e África, arte têxtil, fotografia etc., além de exposições temporárias. O nono andar da Hamon Tower do museu tem uma vista deslumbrante de 360 graus de San Francisco e do Oceano Pacífico, através de uma sala coberta de vidro, tendo sua entrada gratuita. →CUSTO: US$ 15,00 → Conservatory of Flowers – (100 John F. Kennedy Drive) Um dos lugares mais lindos do parque, essa estufa feita de madeira e vidro tem orquídeas, palmeiras, lírios e samambaias belíssimas e um belo jardim em frente. → CUSTO: US$ 9,00 → California Academy of Science Local para explorar um aquário, planetário e museu de história natural no mesmo endereço. Uma floresta tropical viva de quatro andares e um ecossistema de recifes de coral impressionante encantarão visitantes de todas as idades, enquanto as apresentações do planetário transportarão o público no tempo e espaço para uma perspectiva diferente do nosso planeta. → Parque Hippie Hill Neste famoso parque os hippies costumavam se reunir na década de 1960, quando a cidade (na região de Haight-Ashbury, mais especificamente) fez surgir o famoso Summer of Love. Todo dia 20 de abril, ou 4/20 no formato de data americano, é o feriado mais importante da cultura canábica; quando estudantes universitários se reúnem – às 16h20– nos pátios de suas universidades, em meio a nuvens de fumaça, e quando lojas de maconha em Estados onde a venda da maconha é legalizada agradecem a seus fregueses, oferecendo-lhes descontos. POR QUE 4/20? As origens da data e do termo "420", de modo geral, passaram muito tempo desconhecidas. A teoria mais aceita é que o termo teria nascido de um grupo de amigos do colégio de segundo grau San Rafael, na Califórnia, que se deram o nome de "The Waldos". O irmão de um dos amigos estava com medo de ser preso por estar cultivando uma plantação de maconha em um bosque de Point Reyes. Diz o relato que ele desenhou um mapa do local e autorizou os teens a colherem sua maconha. No outono de 1971, às 16h20, depois do término das aulas e do treino de futebol americano, os amigos se reuniam diante da estátua do químico Louis Pasteur, no pátio da escola, fumavam um baseado e então saíam à procura da plantação de maconha. Eles nunca a localizaram, mas o termo que cunharam para falar de seus encontros – "420 Louie", mais tarde encurtado para apenas "420"– ganharia vida própria. Os Waldos conservaram cartas com carimbo postal e outros artefatos da década de 1970 contendo referências a "420", que eles hoje guardam em depósitos em bancos. No mês passado, quando o dicionário Oxford da língua inglesa acrescentou o termo ao léxico do idioma, citou alguns desses documentos como estando entre os primeiros registros da utilização do termo. COMO O FERIADO É COMEMORADO? Com maconha, é claro. Algumas das comemorações são maiores que outras; a festa de Hippie Hill, no Golden Gate Park, em San Francisco, geralmente atrai milhares de pessoas. O 20 de abril acontece todo ano, após o sucesso das campanhas pela legalização da maconha na Califórnia, Nevada, Maine e Massachusetts, que se juntaram ao Alasca, Colorado, Oregon e Washington como Estados que permitem a maconha para fins recreativos. Mais de metade dos Estados americanos autoriza o consumo da droga para fins medicinais. Entretanto, as leis federais ainda proíbem o consumo de maconha. 12:00h – Almoço – Pho Huynh Hiep 2 - Kevin’s Noodle House - (1833 Irving St, San Francisco, CA) – HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: das 11h às 21h. Recomendamos o prato chamado Grilled pork chop, shredded pork with steamed rice → CUSTO: US$ 9,50 13:20h - Lyon Street Steps – (Lyon St, At Green St, Pacific Heights, San Francisco, CA) O passeio começa no topo dos Lyon Steps (Broadway com Lyon St), uma das vistas mais caprichadas de San Francisco. Evitar vir da Chestnut Street ou do Palace of Fine Arts, senão terá que subir bastantes lances de escadas. Essa é uma das escadarias mais lindas da cidade e é muito usada pelos locais para fazer exercícios, lá do alto se tem vistas da baía de San Francisco, com a cúpula do Palace of Fine Arts em cena. 13:30h – Lover’s Lane (The Presidio, San Francisco, CA) Em seguida, entramos no Parque Presídio pela entrada ao lado do Broadway St. (caso ela esteja fechada – às vezes acontece – há outra entrada um quarteirão para cima: Presidio Boulevard com Pacific Avenue. Assim encontra-se o Lovers Lane (O caminho dos apaixonados) – Essa caminhada de 01 milha (1,6Km) é uma das mais antigas do parque e tem esse nome porque conectava o Presídio a antiga linha de bonde que ligava o parque a cidade, a linha era usada para que os soldados pudessem visitar suas famílias e esposas no centro de San Francisco. → Wood Line by Andy Goldsworthy (Presidio Boulevard, San Francisco, CA) O Wood Line (linha de madeira – construído em 2011) do artista inglês Andy Goldsworthy é um caminho feitos de curvas, em meio a floresta de Eucaliptos do Presidio. Uma das características do trabalho de Goldsworthy é exatamente mesclar materiais e formas característicos do lugar, com formas criadas pelo homem. Em seguida, descer o Wood Line até o final e logo após caminhar até o Escritório do Lucas Film. 13:45h – Yoda Fountain (Building B Courtyard, 1 Letterman Dr) Local da pequena fonte do mestre Yoda, guerreiro extraordinário Jedi da saga Star Wars, que fica em frente ao escritório do Lucas Film (hoje parte do grupo Walt Disney Company). 14:10h – Palace of Fine Arts – (3301 Lyon St, San Francisco, CA) O Palace of Fine Arts foi construído para sediar a exposição mundial Panamá-Pacífico, que contou com 10 obras, comemorando o término da construção do Canal do Panamá, em 1915. Seu arquiteto, Bernard Maybeck, se inspirou em ruínas fictícias gregas e romanas para criar um conjunto imponente e grandioso. E como o intuito da exposição mundial era passageiro, o Palácio foi construído com materiais frágeis que previam sua demolição logo após o termino do evento. Só que os San Franciscanos ficaram tão apaixonados pelo edifício que se uniram e fundaram a “Palace presenvation league”, uma organização para ajudar a preservar o Palácio. E foi assim que o palácio sobreviveu à demolição, e se tornou uma das atrações arquitetônicas de San Francisco. Como citado anteriormente, a obra não era estável, pois não foi construída com materiais duráveis, então em 1964, o Palácio original foi destruído e a obra foi reconstruída permanente, mas ela permanece no mesmo local e com as características originais. 14:50h – Main Post Chegou a hora de visitar a parte mais antiga do parque, o Main Post, local onde os espanhóis estabeleceram uma fortificação em 1776. Anos depois, em 1847 o Main Post se tornou uma base militar Norte americana. Atualmente o Main Post é um conjunto de prédios históricos rodeado por um gramado caprichado. → Walt Disney Family Museum (104 Montgomery St, San Francisco) → CUSTO: US$ 25,00 (Ticket adulto). No planejamento optamos por não visitá-lo, já que a Disneyland encontra-se neste planejamento. 15:33 – Inspiration Point Ponto que possui uma bela visão. 16:00h – Cemitério Nacional Há apenas dois cemitérios dentro dos limites de San Francisco, o cemitério histórico da Missão de San Francisco de Assis, e o cemitério militar do Presidio. O cemitério do Presidio é enorme e tem uma grande vista para a Golden Gate. Dica: No Cemitério Nacional há banheiros gratuitos e limpos. 17:00h – Crissy Field Calçadão espaçoso e ótimo para caminhar, correr, andar de bike. Visão panorâmica da Golden Gate, na qual é o principal cartão postal de San Francisco, a ponte Golden Gate liga a cidade a Sausalito e é uma das mais conhecidas construções dos Estados Unidos, considerada uma das Sete maravilhas do Mundo Moderno. Tem quase 3 quilômetros de extensão e é praticamente onipresente na paisagem da cidade. Construída em estilo Art Déco em 1937, recebe cerca de 10 milhões de turistas todos os anos. 19:00h – Retorno ao hotel para arrumar as malas Casa Loma Hotel (610 Fillmore St, San Francisco, 94117, CA) 5º Dia 06:30h – Check-out no Casa Loma Hotel, 610 Fillmore St, San Francisco, 94117, CA, US - Telefone +14155527100 Horário Limite 11:00 h 07:00h – Retirado o Carro na locadora - Hertz – (1398 Bryant St, San Francisco, CA) - HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: 07h às 18h Umas das maiores dificuldades que tivemos no planejamento desta fantástica viagem foi com relação ao aluguel do carro. Incertezas das poucas informações encontradas na internet, e principalmente da execução da entrega do veículo em outro estado americano, no nosso caso retiramos no Estado da Califórnia e devolvemos no Estado da Nevada. Por segurança, eu tive a ideia de locar no Brasil através do contato telefônico com a Localiza Hertz (0800 979 2000), na qual foram retiradas todas as dúvidas acerca da locação do veículo com o atendente da empresa e que se concretizou com sucesso nos EUA, a reserva foi realizada para a categoria C com referência a um veículo intermediário Sedan. Nessa negociação via telefone já foram inclusas a taxa de retorno (conhecidas como one way e drop fee), não obstante o diferencial em relação as demais locadores foi que ao invés de ser cobrado por milhas houve uma cobrança de uma taxa única, no valor de US$ 100,00. Também foi ofertado na reserva realizada via telefone um desconto de 10%, além de estar incluso os seguros LDW (seguro para o carro) e LIS (seguro para terceiros), havendo rapidez e a facilidade no momento da retirada do veículo Kia Forte, através da assinatura do contrato, para que não houvesse os famosos "empurrões" de adicionais na contratação do carro. Na devolução do carro em Las Vegas não foi cobrada a taxa de limpeza, mesmo o carro estando sujo. Veículo locado Kia Forte 2.0, no Brasil a nomenclatura é Kia Cerato Recibo de locação: → CUSTO: US$ 488,30 (15 dias, com milhagem ilimitada, seguro LDW e LIS, taxas totais inclusas, como a de retorno do carro para devolução do carro em Las Vegas, pagamento exclusivo em cartão de crédito.) __________________________________________________ → San Francisco (CA); → Silicon Valley (CA); → Monterey (CA); → Carmel (CA) e Big Sur (CA); → San Luis Obispo de Tolosa (CA) e Santa Barbara (CA); → Los Angeles (CA); → Anaheim (CA); → San Diego (CA); → Las Vegas (NV), Vale da Morte (Death Valley) e Grand Canyon (AZ).
  4. 2 pontos
    Pessoal Se liguem, com as medidas do novo governo o cambio paralelo (blue) voltou a ficar forte. A diferença está grande. Procurem meios "não oficiais" para trocar dinheiro. Já fiz isso muitas vezes no passado 🤑 http://www.dolarhoy.com/ https://www.lanacion.com.ar/
  5. 2 pontos
    SUDESTE ASIÁTICO 4º Dia - Passeando nos shoppings de Bangkok (07/11/2016) A ideia hoje era conhecer o Gran Palace e o Wat Pho, as duas atrações principais de Bangkok, porém como estava chovendo sem parar, resolvemos trocar pelo dia de conhecer os shoppings do bairro Siam. Siam é um "bairro de shoppings" de Bangkok. Tem para todos os gostos, desde os para milionários quanto os para a classe média baixa. Para se ter uma ideia, a estação de metrô de superfície (chamam de skytrain) principal do bairro, sai dentro de um shopping, e vários shoppings são interligados por passarelas e passagens subterrâneas, não sendo necessário nem sair na rua para passar de um para outro. Há dois shoppings principais no bairro, o Siam Paragon, que é um shopping mais "chique", com várias lojas de marcas, e o MBK Center, um dos maiores shoppings da Ásia com 8 andares e muitas lojas de produtos falsificados, sendo mais parecido com um camelódromo do que com um shopping. Qual que decidimos ir? MBK é claro! Mas a ideia era também dar uma passada no Paragon para conhecer se desse tempo. Saímos de manhã do hostel e após tomarmos nosso café no 7eleven pegamos o metrô até a estação Si Lom, onde iriamos fazer a baldeação para o Skytrain. O metrô e o skytrain em Bangkok não são interligados, então você tem que descer, ir até a outra estação e comprar uma nova passagem. Na saída da estação Si Lom fica a entrada do parque Lumpini, que é tipo o Central Park de Bangkok, o principal parque da cidade. Enorme, ele conta com quadras esportivas, lagos, animais, sendo uma atração imperdível de ir também para quem está visitando a cidade, e que infelizmente não conseguimos ir devido a chuva. Parque Lumpini e a Juju tomando chuva Pegamos o Skytrain já um pouco encharcados visto que como dito o metrô não tem ligação com ele e, como a ideia era ir primeiro no MBK, não descemos na estação principal de Siam, e sim uma depois, a do Estádio Nacional (onde fica o antigo estádio principal de Bangkok, hoje em dia já fizeram um novo totalmente moderno em outra área da cidade). O prédio do MBK por fora é bastante bonito, espelhado. Já por dentro, é como o mercado Chatuchak, um monte de barraquinhas, gritaria e a necessidade de pechinchar por tudo. Os 8 andares do Shopping são divididos (mais ou menos) por categorias. Tem o andar das lojas grandes (tipo Renner, Americanas), tem o andar só de roupas falsificadas, andar de comidas, andar de lojas de beleza (cabeleireiros, manicure), andar de souvenires, andar de entretenimento com boliche, cinema e fliperama e o andar mais frenético de todos (onde os vendedores te importunam mesmo) que é o andar de eletrônicos (com lojas de conserto de celulares a rodo). Os 8 andares do MBK Center Depois de dar um pulinho no fliperama, fomos passar no andar onde ficava localizado o tourist loundge, pois havíamos ganhado um panfleto na entrada do shopping dizendo que apresentando o passaporte, o turista estrangeiro ganhava gratuitamente um "welcome drink". Um drink alcoólico que parecia de amarula, bonzinho mas doce que é o capeta. Nesta área havia várias mesas, sofás e no meio ilhas de lanchonetes, todas voltadas ao turista com menus em inglês e comidas de todo o mundo. Também havia um lugar para guardar sua mala gratuitamente. Obviamente não almoçamos ali, fomos na praça de alimentação onde os locais comiam. Gastando um dinheiro no fliper e tomando o "welcome drink" no tourist loundge A praça de alimentação do MBK fica num local fechado, demoramos um pouco pra entender como funcionava mas era o seguinte: você compra um cartão e põe créditos nele, daí passa nas lancherias e desconta o que você quiser pedir. Eu experimentei o meu primeiro Pad Thai (achei muito ruim) numa lojinha que eles te serviam a massa pura e os ingredientes tu mesmo se servia à vontade (capim limão, amendoim, limão, broto de feijão) e a Juju pegou um Yakissoba. Apesar de ser num shopping, a questão da higiene é a mesma ou pior do que as barraquinhas de rua. Enquanto esperava a minha massa, pude observar várias baratinhas, daquelas pequenas, "passeando" pelos balcões onde se serve a comida, inclusive, o mesmo balcão onde tu se serve dos ingredientes ali do Pad Thai, aliás, os ingredientes ficam todos expostos ali em cima do balcão ao alcance de todos, sei lá por quantas horas (ou dias). É, o negócio é ignorar e tocar ficha kkkkk. Dá pra ver claramente quem se deu bem com a comida que escolheu e quem não O resto da tarde foi de olhar as lojas e comprar algumas coisinhas (sempre naquela ladainha de ter que ficar pechinchando um tempão antes da compra), embora como viajamos só de mochila e ainda em vôos Low-Cost, onde não se pode despachar malas, deixamos pra comprar as lembrancinhas mais "graúdas" para o final da viagem, quando voltássemos a Bangkok. Também fomos até os andares de cima onde ficava uma loja gigante de animes que é uma loucura, uma daquelas lojas japonesas bizarras de "maid" (pra quem não sabe, procura no google depois, é muito estranho...) e um cinema muito moderno. Para se ter uma ideia de quão turística é Bangkok, os filmes todos tinham sessões com legendas em inglês. Há também um outro fliperama maior do que o que tínhamos jogado, o qual também paramos para dar uma jogadinha. Cinema podre de chique, criança faceira no fliperama, criança faceira na loja de animes e loja bizarra de maids Saímos do shopping já a noite, desistimos de passar no Siam Paragon (até porque não tínhamos nem roupa pra entrar naquele shopping) e, como era a nossa última noite livre, visto que no outro dia tínhamos agendado um passeio de barco pelo Chao Phraya, era agora ou nunca para conhecermos a Khao San Road, a rua dos mochileiros mais famosa de Bangkok e a principal da vida noturna da cidade. A Khao San Road não fica perto de nenhuma estação de metrô, dessa forma, fomos pesquisar no Google Maps, aproveitando o Wi-Fi do MBK e vimos que teríamos que pegar o ônibus nº 15 para ir para lá. Na parada de ônibus, novamente cometi a mesma gafe do dia anterior: tentei perguntar em tailandês para um casal se o ônibus 15 passava ali (nang hák, 15 em tailandês), mas eles não entenderam e perguntaram em inglês o que eu queria hehehe. Falaram que havia outros ônibus, 19 se não me engano, que também iam para lá, e foi este que pegamos. Eis que bem belos dentro do ônibus, acompanhando o trajeto no Maps.me, o ônibus pára no meio do nada e a cobradora começa a pedir para nós dois descermos num tom um pouco ríspido. Ficamos ali parados sem saber o que estava acontecendo e sem entender se era isso mesmo, já que a tiazinha só falava em tailandês. Uma guria sentada a nossa frente então tentou servir de intérprete, mas só dizia que: "ela disse que vocês dois tem que descer aqui", mas não explicava porquê. O ônibus ficou parado ali no meio do nada e não arrancou até que descêssemos. Pois bem, descemos então ali, ainda tentei pagar a passagem e a cobradora não aceitou e até hoje não entendemos o que aconteceu. Não fizemos nada, não demonstramos afeto no ônibus (algo que é mal visto na Tailândia), estávamos até quietos dentro do ônibus. Uma hipótese é que, como eramos turistas, a tiazinha sabia que iriamos para a Khao San Road e o ônibus não estava indo para aquela direção (ele dobrou para o lado contrário depois que descemos), mas sei lá. A questão é que eram 10 horas da noite e estávamos a 2 km da bendita rua, numa área totalmente escura e residencial. Cabe agora falar um pouco da questão de segurança não só na Tailândia mas no sudeste asiático como um todo. O índice de assaltos a mão armada é praticamente inexistente, já batedores de carteira ou aproveitadores de turistas (como taxistas ou tuk-tuks) é grande, como em qualquer cidade turística. Sendo uma região considerada mais pobre que o ocidente e com uma desigualdade social semelhante, pesquisadores apontam duas hipóteses principais para explicar tamanha diferença nos índices de violência entre aqui e lá. Uma é a questão da punição. Nesta região, crimes são punidos com pena de morte muitas vezes (inclusive no aeroporto de Bangkok há um cartão gigantesco com os dizeres: "morta aos traficantes"), além de desmembramento de corpos como por exemplo, cortar o pênis de estupradores, etc. Outra questão é a religião, muito forte entre os budistas e hinduístas, que acreditam severamente no Carma, ou seja, que aquilo que você faz para outra pessoa volta ainda mais forte para você, nesta ou noutra vida, enquanto que na religião cristã é só pedir perdão pelos seus atos que tá tudo de boa. Pois bem, seja o motivo que for, o fato é que diante das estatísticas, fomos caminhando os 2 km até a Khao San Road um pouco mais tranquilos (mas um pouco cagados é claro, afinal somos brasileiros kkkk). O bom é que no caminho pudemos passar por dois monumentos que eu queria conhecer (pena que era noite e não dava pra ver direito), o balanço gigante (giant swin), literalmente uma estrutura de balanço de 50 metros, que dizem ser uma construção do Rama I em 1784, e que realmente funcionava como um balanço em cerimonias realizadas neste, o que obviamente resultava em muitas mortes, até a cerimônia ser proibida pelo Rama II, e o Monumento à Democracia, este bem próximo a Khao San Road, que foi construído para celebrar a abertura democrática no país, algo que durou menos do que a democracia brasileira. Monumento à Democracia Enfim na Khao San Road depois da longa caminhada, entramos finalmente na zona turística de Bangkok. Não que as outras que passamos não fossem, mas esta é quase que 100% voltada para turistas, aquele lugar de turismo estereotipado, onde os gringos vão pra encher a cara como estivessem numa terra sem lei, onde você é constantemente abordado por gente querendo te vender passeios, pulseirinhas, drogas, ping-pong shows (se você não sabe o que é isso, pesquisa aí no google, mas já digo que é um espetáculo que envolve genitálias femininas e bolinhas de pingue-pongue), enfim, uma terra sem lei. Não tem nada haver com a Bangkok real, mas nem por isso deixa de ser um lugar muito legal para ir a noite, tomar uma cerveja e comer alguma iguaria, uma atração imperdível da cidade. Khao San Road Também é aqui que que se pode provar aquelas iguarias que estávamos ansiosos para provar desde que começamos a planejar a viagem. Aqueles petiscos pra turista ver, já que nenhum local come isto: escorpiões, larvas, gafanhotos, aranhas e afins. Khao San Road é o nome da rua principal, mas a badalação inclui também as adjacentes. Dizem que também é o lugar que tem os hostels mais baratos, mas mais muvucados. Fizemos então como gostamos de fazer, compramos umas latinhas no 7eleven e fomos caminhar pela área para observar o movimento. No caminho passamos por umas lojinhas que vendiam umas falsificações perfeitas de roupas da North Face, mas como já comentado, não temos como despachar bagagem, então não pudemos comprar nada no momento. Para comer, comprei um crepe de presunto e queijo de uma barraquinha de rua, daquelas que o cara faz o crepe, pega os ingredientes tudo com a mão e depois te dá o troco com a mesma mão, bem tranquilo, e a Juju encontrou um espetinho de coração, algo que foi consumido com muita alegria visto que já estávamos há alguns dias sem comer alguma carne "de verdade". Tomando uma Archer e observando o movimento; faceiros com o espetinho de coração; dando um Sawadii Ka pro Ronald McDonalds; Vendo o cara fazer o meu crepe com a mão e me dar o troco em dinheiro com a mesma mão. O resto da noite ficamos pegando latinhas de Archer no 7eleven e passeando pela zona. Depois fomos comer as comidas exóticas. Provamos o escorpião: que é uma casquinha que parece uma pipoca não estourada com uma gosma lá pelo meio; gafanhotos: que eram bens bons, bem temperadinhos e crocantes; e um saquinho de larvas: esse o melhor petisco, parceia um salgadinho com bastante soyo (delícia!), taí as fotos pra provar: Nesta época a moda nos bares era o baldinho (o equivalente ao nosso Kit aqui do sul), um balde que você compra e vem uma bebida alcoólica como vodka ou whiski, um energético e um refrigerante, e aí você mistura a quantidade que quer no baldinho e toma com um canudo, com um custo que variava entre 150 à 500 baths (15 à 50 reais). Não tomamos nenhum mas tiramos uma foto com uns turistas pra guardar de recordação. Bizarramente, um deles, um americano, quando falei que era do Brasil, a primeira coisa que ele perguntou foi: "você é de porto alegre?" Acho que ele reconheceu meu sotaque gaúcho hehehe. Na verdade ele disse que foi a última cidade que ele visitou no Brasil, então ele chutou essa, o cara devia jogar na loteria! O famoso "baldinho" Já passava da meia-noite quando decidimos voltar pro hostel e como os ônibus, assim como na maioria do Brasil, só rodam até a meia-noite, tinhamos que dar um jeito de pegar um Uber ou um táxi. Rodamos tentando conseguir um wi-fi pra chamar um Uber mas não rolou, então fomos tentar um táxi mesmo. Paramos o primeiro que vimos e, como manda o manual de defesa contra a extorsão de turistas, pedimos pelo taxímetro, que obviamente o taxista disse não possuir. Perguntamos então quanto para nos levar até Hua Lamphong e o mesmo ofereceu a corrida por 100 baths (10 reais). Tenho quase certeza que o cara nos enrolou e faturou em cima da gente, a corrida na verdade deve ter dado no máximo 50 baths, mas pô, por 10 reais até a estação do nosso hostel tava mais que barato. Descemos na estação e fomos caminhando o nosso caminho de sempre, costeando o córrego. No caminho ainda deu tempo da gente ficar embasbacado com mais uma coisa: as lojas de material fechadas e os materiais todos do lado de fora. Realmente, roubo por ali não parece mesmo ser uma coisa comum. Materiais de construção todos na rua e as lojas fechadas
  6. 2 pontos
    Salve mochileiros! Depois de muito tempo, voltando a escrever por aqui. Estava prestes a tirar a cidadania italiana em Fevereiro deste ano. Passagens compradas, documentos em mãos, férias agendadas e... nada certo. Está ficando cada vez mais difícil conseguir a cidadania italiana pelo meio comum (de ficar no país até a conclusão do processo). Devo migrar para o meio jurídico, que leva em torno de 1 ano e meio, mas sem necessidade de permanência na Itália. Contudo, com passagens compradas, o jeito é aproveitar e desbravar tudo o que o país tem à oferecer. Como vou em Fevereiro e volto em Março, por ser um período de inverno por lá, minha ideia inicial de ir para outros países (especialmente a Croácia) já ficou para trás. Uma possibilidade é incluir a Grécia, mas ainda sem definição. Enfim, como fiquei sabendo ontem que o processo não daria certo, tenho que correr contra o tempo pra fazer um roteiro para essa viagem. Vou postando aqui os preparativos e, posteriormente, farei um relato de toda a viagem. Abraços!
  7. 2 pontos
    Um grupo específico para pessoas quem amam a Deus acima de qualquer coisa, gostam de viajar, fazer novas amizades e espalhar o amor de Jesus. Criei esse grupo para filtrar os locais que frequentaremos, costumes e praticas sem problemas com nossos princípios e divergências com aquilo que vai contra o que acreditamos. Sou novato procurando amizades para viajar, apenas querendo ingressar nessa vida de viajante
  8. 2 pontos
    Oi gente, somos um casal de Curitiba na faixa dos 40 anos, querendo amigos para viagens ou mesmo para passeios de finais de semana próximos a Curitiba.
  9. 2 pontos
    Galera, eu trabalho com vendas sou bem desenrolado nesse ramo. recentemente to saindo de um tempo meio difícil em que tenho que recomeçar minha vida novamente em geral. Negócios, amizades.. Enfim. me mudei pra uma cidade onde estou aqui há um ano e não me agradei muito do local. estou procurando alguem, que tenha interesse em trabalhar e morar em alguma cidade de preferência no Nordeste. Tenho alguns planejamentos para ganhar um BOM dinheiro. seja mensal ou na diária. Preciso de alguem que esteja na mesma vibe. se nos ajudarmos podemos ganhar um bom dinheiro, dividir um local bacana, comprar uma Kombi e viajar por ai. Estou agora no PARÁ.
  10. 2 pontos
    Infelizmente acho que ele caiu em moderação novamente, a única coisa diferente que há é uma padaria Chinesa que no nome dela há caracteres em Mandarim, que faz parte do nome da padaria. Consegue desbloquea-lo novamente? Faço o teste removendo este nome.
  11. 1 ponto
    No feriado de pascoa marquei com a galera de fazer uma trip curta aqui pelo Paraná em algumas cidades que eu achei muito interessante! E aí foi aquela coisa, chama 50 mas apenas dois confirmam. E os guerreiros foram meus grandes amigos Alina e Cigano. Pois é, não deu nem para fechar um carro, fomos em 3 mesmo! Por algumas desistências de pessoas que iriam com a gente e por dificuldade de encontrar outras afim, eu havia desistido da viajem e não planejei os detalhes finais do roteiro mas de ultima hora graças a empolgação mochileira da minha amiga Alina e a disposição do meu brother Cigano, partimos de ultima hora. O roteiro passaria por 3 cidades; Saudade do Iguaçu (Salto Santiago), Coronel Vivida (cachoeiras) e Guarapuava (Salto São Francisco). Saudade do Iguaçu A primeira noite pensei em acampar no Salto Santiago, mas sabia que teria dificuldades pois não achei nada sobre o lugar nada mesmo! A cidade é pequena e tem seu charme, praça bonita, hospitaleira, ruas limpas porem praticamente zero de investimento no setor de turismo, tanto que ninguém conhece. A área do Salto Santiago poderia muito bem servir para pratica de esportes, rapel ou canoagem a própria Usina poderia ser aberta a visitação mas ao contrario tudo fechado! Até mesmo acampar aos arredores é proibido. Há a região dos alagados aonde o pessoal vai muito para pescar. Até encontramos um camping mas decidimos seguir viajem. Cel Vivida Como disse, estava no roteiro mas não havia me planejado para encontrar as tais cachoeiras mas cidade pequena todo mundo deve conhecer - pensei... Grande engano, foi muito difícil achar a chácara qual havia algumas cachoeiras para pratica de esportes. Ninguém se quer ouviu falar das cachoeiras, os moradores desconheciam - embora tenha 6 Quedas d'água e 4 Cachoeiras - tudo à 5 km do centro, informação no próprio site da prefeitura. Mas infelizmente nem nos conhecemos, o chacreiro que cuidava de uma das chácaras aonde havia as cachoeiras não nos deixou acampar lá, negou pouso a três viajantes em plena Sexta Feira Santa. Disse o rapaz que apenas agendando e com grupos de 15 pessoas poderíamos ficar. Já era noite e não tínhamos para onde ir então acampamos num campo em uma área qualquer da região, armamos a barraca ao lado de um rio e acreditamos que no dia seguinte seguindo o leito do rio ou pedindo informações nas outras chácaras chegaríamos as prometidas, mas não, nada! Ninguém sabia ao certo... Pelo fato das cachoeiras estarem em propriedades de fazendeiros fica essas belezas limitada aos proprietários. A estrada de chão e o meu carro (Celta), não ajudavam a explorar melhor a região. Então seguimos adiante e encontramos um lugar no mínimo incomum! Não sabemos do que se trata mas sem dúvida tinha uma energia diferente. site da prefeitura com as informações das cachoeiras: http://www.pmcv.com.br/2010/turismo.php site que achei na net com relato das cachoeiras lá e rapel: http://ecoturismocvv.blogspot.com.br/2011/11/canyoning-cachoeira-chacara-olivo-linha.html Guarapuava Ainda nem se quer tínhamos visto cachoeira alguma então o jeito foi aproveitar as que eram certas no caminho o tempo era curto e estávamos cansado também. Queria ter visitado o centro da cidade mas ficamos apenas com a cachoeira na beira da BR e o Salto de São Francisco. Bom e é isso galera, entre perdidas e procuras foram dois dias tres cidades 1000 km 71 litros de gasolina 81,20 de pedágios (são 5) Embora alguns perrengues muitas risada e diversão e a certeza de que valeu a pena! Sempre vale né!!? Abraço a todos!
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    Não pode! Você pode levar um único volume como bagagem de mão. Começo deste mês eu peguei um voo com a Jetsmart, e na fila do embarque lá em Buenos Aires eles estavam pedindo para quem tinha 2 volumes de bagagem de mão (uma mochila e uma bolsa, duas mochilas, etc), colocar a menor delas dentro da grande, caso contrário teriam que pagar taxa extra para o segundo volume. Novamente é a mesma história, vai ter gente que vai falar que conseguiu embarcar com uma mochila e mais uma bolsa ou outra mochila pequena, mas novamente, isto foi sorte destas pessoas, você pode não ter a mesma sorte... Então é melhor nem arriscar, para não ter que jogar um monte de coisas fora caso a mochila menor não caiba dentro da maior e você não queira pagar a taxa extra caso eles resolvam impedir o embarque com 2 volumes. Mas se você acha que 40 litros vai ser pouco, compre logo a bagagem extra, comprando antecipado, custa uns 50 Reais, se for tentar arriscar, mas tiver azar e tiver que pagar a bagagem extra lá no aeroporto, vai lhe custar uns 150 Reais.
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    dependendo do local da pra te leva em alguns lugares
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    Escrevo este texto para falar de um lugar que me surpreendeu de uma forma muito positiva e que muitos brasileiros não dão bola, mas que deveriam colocar em sua lista de próximos destinos: o Paraguai, mais especificamente a capital Assunção. Assunção é a capital mais tranquila que já conheci. O trânsito não é caótico, há muitas praças e áreas verdes e as pessoas são extremamente simpáticas e prontas pra ajudar. Tem preços bons e comidas que vão agradar o nosso paladar, já que os temperos não são muito diferentes dos que usamos normalmente. Fiquei no El Hostal del Centro, que na verdade é uma casa super confortável com três quartos compartilhados e café da manhã incluído. Como são poucos quartos, a casa nunca fica cheia e, consequentemente, não rola aquela bagunça que às vezes enche o saco em hostel. O hostel está no Centro, perto de tudo. Tem supermercado, shopping, restaurantes, bares, cassino 24 horas (sim, no Paraguai eles são liberados) e mais uma porção de coisas. A zona é bastante segura. Por várias vezes caminhei de madrugada e não tive problema algum. O Centro, aliás, é a melhor zona para os turistas, já que os principais pontos estão localizados ali. E por falar nisso, um bom passeio pela capital pode começar pela Costanera, que é uma espécie de calçadão à beira do Rio Paraguai. Tem um clima de praia, onde as pessoas vão caminhar, andar de bicicleta (há algumas barracas onde se aluga), correr ou somente ver o pôr do sol no fim de tarde, sentadas em um dos muitos bancos que existem ao redor e desfrutando do Wi-fi liberado. Também dá pra passar pelo Palácio de Governo e fazer algumas fotos, mas só do lado de fora, já que as visitas não são permitidas. Por ali também estão a Manzana de La Rivera, um conjunto de 9 casas antigas restauradas e transformadas em museu; La Recova, uma feira que funciona de segunda a sábado, onde se pode comprar artesanatos e lembranças do Paraguai; a Iglesia de La Encarnación, o Museu da Memória, o Santuário de Auxiliadora e a Loma San Gerônimo, um bairro muito interessante que possui bares temáticos, entre eles um que fica num mirante com uma bela vista. Outro ponto obrigatório é a Calle Palma, a principal avenida do Centro. Em primeiro lugar, porque é o lugar mais apropriado pra trocar moeda em Assunção. Tem várias casas de câmbio e também cambistas que ficam na rua oferecendo seus serviços. As casas mostram a cotação do dia em painéis, por isso, é bom dar uma caminhada para ver os valores e trocar onde for mais vantajoso. Em segundo lugar, porque à noite, a rua se transforma no point da região central. Tem festa na rua, restaurantes e bares bem legais. Recomendo o Arsenal e o Poniente, que são descolados, com música boa, clima legal e cerveja gelada. Há também dois restaurantes que os turistas fazem questão de visitar: o Lido e o Bolsi, que está localizado na Calle Estrella (paralela à Palma) e é o único que funciona 24 horas. Nesses bares, se encontra a típica comida paraguaia, como a chipa, a chipaguazú, a sopa paraguaia e as deliciosas empanadas. COMPRAS Aquela fama de exportador de produtos duvidosos ficou pra trás. A realidade é que, em Assunção, dá pra fazer boas compras a bons preços. Dá pra comer bem pagando pouco, principalmente quando comparamos com os preços de Montevidéu, Buenos Aires ou Santiago. E um dos lugares mais legais na capital é justamente o Mercado 4, que é uma espécie de mercadão que começa na avenida Peru e se estende por mais de um quarteirão, também na região central. Lá dá pra comprar de tudo e com preços ainda mais legais do que no resto da cidade. Vale ir com tempo para percorrer todo o mercado, já que sempre tem um beco em que você entra e acaba dando de cara com um mundo de opções. AREGUÁ Estando em Areguá, a primeira coisa a se fazer é comer morango. Sim, a cidade é considerada a capital dos morangos e a fama não é a toa. As frutas são deliciosas: doces, suculentas, grandes. E todos os dias, nas ruas, há barracas que vendem diversos doces feitos com a fruta: como bolos, tortas, empanadas, sucos e mousses. Também dá pra comprar artesanatos produzidos ali. Uma ótima oportunidade pra levar lembranças da viagem. Se tiver tempo, recomenda-se visitar as cidades de San Bernardino e Ypacaraí. Não consegui ir, mas disseram que é muito bacana. Bem, é isso. Posso dizer que o Paraguai foi uma das mais gratas surpresas que tive em viagens. Por isso, fiz questão de escrever este relato (minha primeira contribuição aqui) e dizer que se você quer uma viagem boa, bonita e barata, Assunção deve ser o seu próximo destino. Abraços!
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    Dia 15/11- BUDAPESTE Nosso último dia inteiro em Budapeste, acordamos no mesmo horário de sempre, por volta das 8h00, tomamos café e partimos conhecer alguns pontos de interesse que não havíamos conhecido ainda. Esse dia foi bastante proveitoso, primeiramente pegamos o bondinho em direção ao Parlamento, tivemos que pegar 2, um que atravessa a Margaret Bridge (Ponte mais próxima de onde estávamos hospedados) e depois outro em direção ao Parlamento que fica do outro lado do Rio Danúbio, em Peste. Para esse passeio eu pensei muito se faria a visita guiada para conhecer o lugar por dentro, porém, o ideal é fazer a reserva antecipadamente, assim você escolhe a data, o horário e a língua que pretende fazer a visita, como eu não fiz nada disso havia uma pequena chance de conseguir ingressos lá na hora, mas por conta do preço e como era nosso último dia em Budapeste e eu não queria gastar muito, acabei não fazendo, além do que apesar do prédio ser enorme o acesso só é permitido a menos de 1 dezena de aposentos oficiais (achei isso bem desanimador pelo preço que cobram). De qualquer forma a ida para admirá-lo por fora já vale o passeio, além de que tem 2 entradas subterrâneas com informações e artefatos da primeira construção do prédio, (que começo a se deteriorar poucos anos após ser inaugurado por conta da qualidade do material usado), é muito interessante e a entrada é free 👍. Tiramos algumas fotos por lá e depois seguimos em direção ao Monumento em Homenagem aos Judeus Mortos em Budapeste (Shoes on the Danube Bank), que fica ás Margens do Rio Danúbio do lado de Peste (fica aprox. há 1km sentido norte de distância do Parlamento). É um monumento com um significado bastante triste, pois os Judeus era colocados enfileirados ás margens do Rio, acorrentados e obrigados a se jogarem em suas geladas águas, deixando para trás seus calçados, já que isso, na época, era tido como artigo de luxo. O artista que criou essa obra recriou os calçados deixados por essas pessoas O que observei por ali foi uma tremenda falta de respeito por parte de algumas pessoas que, talvez por não saberem o verdadeiro significado daquele monumento, tiravam selfies dando risadas, fazendo pose ao lado dos calçados, enfim, posso estar sendo chato, mas eu entendo que ali era um local para reflexão e não diversão. Seguimos adiante e decidimos encerrar nosso último dia em Budapeste fazendo um passeio de barco pelo Rio Danúbio, pagamos €17,30 por um passeio de 1h45m que dava direito a 2 bebidas (champagne, suco, café ou refrigerante), como o passeio era só ás 16h00 e não eram nem 13h00 fomo para a nossa próxima atração, a Citadella, atravessamos a Chain Bridge de volta a parte Buda e pegamos um Bondinho que nos deixou bem próximo da entrada para a subida até o local. Existem 2 forma de se chegar até lá: a pé, forma utilizada por nós, e de carro. A subida é boa, é o ponto mais alto da cidade, mas é perfeitamente possível fazê-la. Assim, lá em cima não tem muito o que fazer, existe um forte que servia para se vigiar a cidade no séc. XIX mas, não sei por qual razão, ele está fechado, há barraquinhas de comidas, bebidas e souvenirs. Antes de explorar a região fomos ao banheiro (€1,00), ao sairmos vimos uma barraquinha de cervejas artesanais, uma de cereja nos chamou a atenção e decidimos prová-la, (€ 3,00) , apesar de não gostar de cerveja achei essa realmente muito gostosa, talvez por conta do sabor doce da cereja, sei lá. O ponto forte do local é a vista que se tem da cidade, principalmente do lado de Peste, só a vista já vale a visita. Não ficamos muito por lá pois havia outros locais que queríamos ir e o tempo era curto pois ás 16h00 tinha o passeio de barco. Descemos a pé e pegamos um ônibus (na verdade 2) para chegarmos até a famosa praça dos heróis. Descemos em um ponto em frente a estação central de Budapeste (Budapest Keleti), estação pela qual chegamos vindo de Viena e de lá pegamos outro que nos levou até nosso local. A Praça dos Heróis é um local com vários monumentos em homenagem aos principais personagens húngaros a da história que ajudaram a construir Budapeste ao longo dos mais de 1.000 anos da cidade, é um local bastante imponente e aberto, por ali, atravessando uma ponte, fica o Parque da Cidade (Városliget) onde se encontram diversos pontos de interesse como o próprio parque, o Castelo de Vajdahunyad, ouvi dizer que esse Castelo é uma réplica do Castelo do Drácula que fica na Transilvânia, na Romênia, como não conheço esse último então não sei dizer se é ou não, e tem também uma das mais populares termas de banho público de Budapeste, as Termas de Széchenyl, confesso que queria muito visitar uma dessas termas, mas ficou para uma próxima visita que certamente farei a essa cidade maravilhosa. Ficamos andando ali pela região, tirando foto, subimos em uma das Torres do Castelo ao custo de €1,00, não há nada de mais, apenas uma vista parcial da parte alta do Castelo e da região onde ele fica, mas pelo valor, compensou. Descemos e continuamos andando por ali por mais alguns minutos até que decidimos voltar pra não nos atrasarmos para o passeio que estava reservado. Chegamos com 30min. de antecedência, eramos o primeiro da fila da entrada para o pier de onde partiria a embarcação. Com um pequeno atraso de 5min. ela encostou do lado de outra embarcação que estava parada em frente ao pier de onde estávamos. Esperamos o pessoal do horário anterior ao nosso sair totalmente para entrarmos. Nos acomodamos em uma mesa do lado direito da embarcação e ficamos lá curtindo a vista e bebendo as bebidas que estavam inclusas no passeio, primeiro fomos de champagne e por último um cafezinho. Depois saímos para a parte externa da embarcação e ficamos tirando foto e apreciando o visual noturno deslumbrante de Budapeste. Foi uma ótima forma de encerrar o dia nessa cidade. Terminado o passeio estávamos famintos, percebam que até agora não havíamos comido nada depois do café da manhã, como eu e meu companheiro amamos comida oriental decidimos ir a um que ficava próximo a Basílica de Santo Estevão. Aproveitamos que pegamos uns cupons de desconto que eram oferecidos no local onde estávamos hospedados e resolvemos fechar a noite dando uma pequena ostentada gastronômica 😆. Como passaríamos em frente a Basílica de Santo Estevão e ainda não havíamos visitado ela, aproveitamos que estava aberta para conhecê-la internamente, de estilo Neoclássico é, assim como o Parlamento Húngaro, uma das construções mais altas da cidade. É uma bela igreja, cheia de detalhes como manda o estilo das igrejas católicas romanas. De lá finalmente fomos forrar o buchinho e encerrar nosso último dia por essa cidade que entrou par ao meu Hall de cidades visitadas favoritas. O nome do restaurante que fomos se chama Wasabi Extra e lá servem diversos pratos da culinárias asiática (Japonesa, Chinesa, Tailandesa, Coreana e Vietnamita), a conta não ficou barata, optamos pelo sistema de rodízio, (daqueles que as comidas vem em pequenas porções via esteira) e uma jarra de 1,5l de suco, deu €33,15 por pessoa, mas valeu muito a pena pois como não havíamos gastado praticamente nada com comida o dia todo acabou que ficou quase elas por elas se formos ver. De lá seguimos para nossa hospedagem, satisfeitos e bastante cansados pelo dia cheio e proveitoso que tivemos. Gastos no dia: Café da manhã: €11,00 Passeio pelo Rio Danúbio: €17,30 Banheiro: €1,00 Cerveja: €3,00 Visita a Torre do Castelo: €1,00 Jantar: €33,15 Total: €66,45 Obs: Desculpem a quantidade de fotos mas é que esse dia foram muitos lugares então o volume de fotos também foi grande, tentei deixar só as melhores mesmo.
  17. 1 ponto
    Alguém por lá nesse carnaval ?! Quero companhia pros blocos 😬
  18. 1 ponto
    Viajo sozinha para a Califórnia e fico de 12/03 a 24/03/2020. Alguém animado ai para fazer Rod Trip de São Francisco a Vegas passando por Los Angeles e Grand Canyon? (17) 99625-1771.
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    10/04/2019 – Dia de estrada de Las Vegas a North Fork Acordamos e nos arrumamos sem pressa (foto que coloquei do hotel era do dia de hoje tá kkkkkkk), afinal de contas, esse ia ser um dia só de estrada. Descemos tomar café e estava bem cheio, acho que todos foram tomar café ao mesmo tempo. Terminando o café, colocamos as coisas no carro, colocamos o trajeto no Google Maps e partimos para as 7h de viagem até nosso hostel em North Fork. Saímos umas 8h do hotel. No meio do trajeto paramos em dois lugares na cidade de Yermo, para dar uma esticada nas pernas. No EddieWorld (36017 Calico Rd, Yermo), que é uma loja de doces. Na frente tem um cupcake gigante, que dá pra ver de longe da rodovia. Mas a ideia de passar lá foi porque o dono é um super fã do time de basquete Lakers, e dentro da loja de doces tem um espaço com algumas recordações do time, inclusive tem um pedaço da quadra em que o Lakers venceu alguns titulos da NBA . O Vagner que é super fã de basquete curtiu a parada (treinei basquete dos 8 aos 17 anos, não tem como não ser fã kkkkk). Também demos uma parada para conhecer a Lanchonete Peggy Sue, ela é toda decorada por dentro ao estilo anos 80, e na parte de trás tem um jardim com dinossauros de metal, o povo americano é muito criativo kkk. Essas paradas parecem aleatórias, mas são ótimas para dar uma quebrada na monotonia de tantas horas dentro do carro. Depois disso, paramos apenas em Bakersfild para abastecer, $45 ($ 3,45 o galão, segundo o Google Maps estava mais barato do que em Fresno), e em Fresno para comer no In-N-Out, $14,36 (um combo Dbl -Dbl + 2 sanduíches). Chegamos em North Fork por volta das 19h, ainda abastecemos $7 (não lembro quanto estava o galão, mas era mais caro), por medo de faltar nos dois dias que íamos para Yosemite. North Fork é uma cidade bem pequena, acho que a única rua era a rodovia mesmo. Ficamos no Jackass Hostel, pagamos $ 71,04 nós dois, mas dormimos numa cama de casal em um quarto compartilhado. Nós gostamos do hotel, parecia casa de vó, bem aconchegante, acho que estávamos em 7 na casa, contando com o cara que nos recepcionou. Ele estava fazendo nachos para o pessoal e nos convidou, mas eu e o Vagner tínhamos acabado de comer. Nessa noite tinha liberado para comprar os ingressos dos playoffs da NBA, e o cara da recepção foi super gente boa e emprestou o notebook dele para comprarmos. Pagamos com o cartão de crédito em reais e deu R$ 493,16 cada ingresso. É caro, mas já imaginávamos. E o Vagner é tão fã, que estava fora de cogitação não ir. sabe quando acontece algo que você nunca imaginou que um dia poderia acontecer, então você me entende quando eu recebi esse e-mail, assistir um jogo da NBA e ainda Playoffs e do time que iria a final de 2019 a meu amigo, meu coração não ia aguentar não kkkkkkkkkkkkkkkkk Fomos dormir cedo nesse dia para darmos conta de acordar cedo no dia seguinte.
  20. 1 ponto
    Procuro companhia, para ITALIA, PARIS E BERLIM - ABRIL DE 2020. Serão 22 dias, estou aberta a idéias de novos lugares, passeios. To vendo várias dicas por aqui e por outros blogs bem legais
  21. 1 ponto
    Vocês já decidiram onde vão ficar por lá? Eu tava pensando em coachsurfing dependendo do preço das pousadas/hostels, não sei... estão indo com mais amigos?
  22. 1 ponto
    @Silnei Obrigado Silnei...a imagem esta aparecendo no post... obrigado! As visualizações do post continuam zeradas ok... não esta aparecendo quantas pessoas visualizaram o post.
  23. 1 ponto
    @DanielD_SP Mano vo detalhar o máximo q conseguir no relato... postei as fotos do dia 31-12-19 nas minhas redes sociais... sobre o equipo, é levar o mínimo possível... eu estava com mais de 15 kilos mas prq eu estava com roupa pra 1 semana viajando saca , então tinha coisa de mais na minha mochila. O que eu recomendo é levar so o que ira usar mesmo prq a subida e muito puxada e desgasta muito. https://www.facebook.com/tadeuasp e https://www.instagram.com/tadeuasp/
  24. 1 ponto
    @Elainee. ... eu vou sair de Goiânia pelo ID jovem até a Foz do Iguaçu (dia 5 de Fevereiro) , pretendo ir para Buenos Aires, descer o litoral, acampando e pegando carona, tenho um roteiro levemente programado, no final de fevereiro pretendo está em Rio Gallegos, Ushuaia, pela região.. qual quer coisa dá um toque
  25. 1 ponto
    Geralmente eles cobram a primeira diária caso você cancele depois do prazo.
  26. 1 ponto
    A minha viagem por alguns países do Sul da África iniciou por Johannesburgo, de lá fomos com carro alugado até Lesoto. Voltamos a Johanesburgo e pegamos um voo para Maun – na região do Delta Okavango- no Botswana. Após passarmos pelo Delta do Okavango, fomos ao Parque Chobe no norte do país. De lá cruzamos por terra para o Zimbabwe, na região da Victoria Falls. Após isso, cruzamos a Zambia, desde Livingstone, Lusaka até o Malaui. Chegando no Malaui ficamos na capital chamada Lilongwe e seguimos viagem com carro alugado até Cape Maclear (Monkey Bay)- região sul do Lake Malawi. Voltamos a Lilongwe para pegar um voo a Maputo no Moçambique. Depois cruzamos para a Suazilândia e finalmente voltamos para Johanesburgo finalizando a viagem. ----- Quando comecei a planejar minha viagem à África, pensei imediatamente em alugar um carro. Na minha última viagem à África, visitei a Namíbia e foi muito fácil dirigir por lá. 1) Se você está planejando viajar da África do Sul para o Botswana, eu recomendo fazer um vôo de 1:30 hrs com Botswana Air (de Joanesburgo para Maun) ao invés de dirigir 18 hrs. Você vai economizar muito tempo e o preco da passagem é praticamente igual ao aluguel do carro para 2 pessoas porém são praticamente 2 dias perdidos dirigindo. 2) Um aluguel de carro 4x4 custa aproximadamente US $ 1.300 por semana (incluso 2 taxas de fronteira (Lesoto e Botswana) + entrega do carro em um país diferente) 3)Tenha cuidado para não se confundir com os preços on-line (quando você fizer a pesquisa, ele mostrará somente o preço do aluguel do carro mas você precisa adicionar outros custos a ele). Você precisará pagar pelo aluguel do carro + taxa de devolução em local diferente da retirada + taxas de travessia de fronteira + taxa de contrato. O valor da taxa de devolução do carro em outro país é geralmente o dobro do preço da locação do carro 😖. 4) O melhor GPS para usar na Africa é o Here WeGo: muito simples, é necessario apenas baixar os mapas off-line e pronto, funciona muito bem. De backup baixei os mapas no Google mas não funcionou em alguns países. 5) Nem sempre as empresas sul-africanas têm os melhores preços, entao pesquise. 6) não é aconselhável andar à noite após as 18 hrs e dirigir carros também. A maioria não pára nos semáforos vermelhos. Na África do Sul é por causa de roubo, mas em Botsuana, por exemplo, é por causa dos animais na estrada. Johannesburg - Africa do Sul Chegamos em Johannesburgo e o staff do nosso hotel literalmente começou com o terror sobre a falta de segurança na cidade, que não era recomendado sair sozinho e muito menos após as 18 horas. Ir até o Soweto então sozinhos, nem pensar. Ficamos em um bairro considerado seguro, em Sandtown, bem na Mandela Square (Do aeroporto até Sandtown são 30 km). Não é recomendado ficar na região do centro. Tudo é muito espalhado pela cidade, e como seguiríamos viagem até o Lesoto, fazia sentido alugar um carro. Na verdade, o staff do hotel tinha razão quando falavam sobre a segurança, mas não é uma situação tão alarmante nos pontos turísticos. Acho que eles queriam mesmo é descolar uns $100 dólares de tour guiado. Como não temos esse perfil, fui a procura de um tour daqueles hop on hop off, que pelo menos iria nos levar a todos os pontos principais, e do ônibus teríamos uma ideia se podíamos descer ou não. Resumindo: pagamos 18 dólares (240 Rands) cada ticket e fomos em todos os pontos turísticos exceto Soweto. Há também a opção de ir ao Soweto e o ticket custa o dobro. Apesar de Johannesburgo ser a maior cidade da África do Sul e ser considerada uma cidade de "oportunidades" e expansão nos dias atuais, a grande maioria do comércio fecha entre 16:30 e 18:30 hrs (incluindo lojas e restaurantes dentro de grandes shoppings). Ou seja, precisa se organizar para poder jantar. No dia seguinte decidimos ir com o carro alugado até o Soweto e foi totalmente tranquilo. A rua da Casa do Nelson Mandela é bem turística, tem vários camelôs vendendo souvenirs e alguns cafés. Para estacionar também foi bem tranquilo e sempre aparece gente se oferecendo para cuidar do carro. Soweto é uma área que foi delimitada aos negros durante o Apartheid, portanto o bairro fica no subúrbio de Johannesburgo e é plano. Isso diferencia bastante das favelas que conhecemos no Brasil - as construções se misturam entre casas simples e barracos de metal. Lesoto Você sabia que dentro da África do Sul há 2 países? Um se chama Lesoto e o outro Suazilândia ou Essuatíne (o Rei mudou o nome do país recentemente). "Lesoto, uma país independente mas totalmente dependente da África do Sul" – essa foi a minha conclusão sobre o Lesoto. O solo é muito árido e pobre, além das altas temperaturas e falta de chuvas por longos períodos. A maior parte dos alimentos e outros bens são importados da África do Sul. O reino de Lesoto (ex Basutolândia) se auto-denomina como: "Lesotho, kingdom in the sky" e em Portugues, "Lesoto, O reino no céu". É o único país no mundo em que toda a sua superfície está a mais de 1.000 metros do nível do mar. Algumas nacionalidades possuem isenção de taxa de visto mas os brasileiros devem pagar 150 dolares por um single entry. É bem fácil solicitar o e-visa (http://evisalesotho.com/) Lesoto é relativamente pequeno, possui extensão de um pouco mais de 30.000 km2 e uma populacao de 2,1 milhões. Se você olhar o mapa do país verá que há aglomerações bem espalhadas, tornando difícil a locomoção de uma cidade a outra por transporte público. O comércio no geral fecha muito cedo (entre 17 e 18 hrs) então precisa se planejar. A noite as vias não possuem iluminação! Tem muitos barracos por toda a cidade e a população é muito pobre. Como chegar: 1) De Johannesburgo aluguei um carro. De ônibus é necessário ir até Bloemfontein e de lá pegar outro ônibus até Maseru (capital do Lesoto). Ou também há voos até a capital Maseru. 2) Pagamos 50 dólares x dia em um Toyota Yaris - é necessario pedir um documento que a locadora autoriza o carro entrar em Lesoto. 3) De Johannesburgo são 379 km - aprox 5 hrs. 4) Gasolina custa aprox 1 dolar por litro. 5) Não é necessário um 4x4 pois as estradas são até que OK, mesmo sendo secundárias. Muitas partes com buraco então é recomendável dirigir durante o dia. Algumas estradas de terra com muitas pedras, caso você opte por fazer um mini rally dentro do Lesoto (optamos por alguns quilômetros de rally pois gostamos de aventura 😂) Já imaginou sair de cobertor na rua ??? 😃 O traje tradicional no Lesoto é a manta Basotho, ou seja, um cobertor de lã. Os cobertores estão sempre presentes durante todas as estações, e é usado por homens e mulheres. O país vive da agricultura e criação de ovelhas, então é comum encontrar pessoas vestidas com um cobertor pelas ruas conduzindo ovelhas por exemplo. Delta Okavango - Botswana O Delta Okavango é acessível por via terrestre ou de aérea (você deve voar para Maun em Botswana). Maun é uma cidade bem pequena e há poucas opções de hotéis. Sua infraestrutura é completamente diferente de outros países africanos pois são muito limitados. Por exemplo: você precisa escolher suas refeições com antecedência para que eles possam prepará-las, incluindo café da manhã que na maioria dos hotéis não está incluso na diária. Não espere muito com relação culinária local pois as opções são limitadas. Para passeios você pode escolher entre: 1) Lancha 2) Voos panorâmicos de avião ou helicóptero (helicóptero parece ser a melhor opção porque eles abrem a porta e voam muito mais baixo, possibilitando tirar boas fotos e com a melhor vista) 3) Mokoro (pequenas canoas para 2 pessoas no máximo que cruza pelo rio Okavango). DICA : O passeio de Mokoro é vendido pelos hotéis por US $ 80 por pessoa, no entanto, há uma maneira muito mais barata e fácil de fazê-lo pela metade do preço, além do que, você vai dar o seu dinheiro para os locais em vez dos proprietários do hotel. Primeiro você precisa encontrar o Okavango Kopano Makoro Community Trust (OKMCT) que fica no mesmo pátio da Horizon Helicopters (você pode encontrar no Google Maps). A caminhada é aproximadamente 8 minutos do aeroporto - na mesma estrada! Então lá você vai pagar 68 pulas (usd 6,80) por pessoa para entrar no Boro Gate (há varias entradas para o Rio Okavango e esta é a mais próxima do centro da cidade de Maun). O Boro Gate é 1 h de distância do OKMCT, e é impossível ir sozinho pois você não vai encontrar o seu caminho até lá e não tem nos mapas / gps. Importante: OKMCT não tem transporte para o Boro Gate, mas você pode pedir para eles ajudarem a contratar um carro – no nosso caso, a pessoa que nos atendeu ligou para o marido fazer o transfer – não é necessário 4x4. Primeiramente ela nos passou o preco de um 4x4 de uma agencia de turismo local e era o dobro do preco. Eu disse que era muito caro e nós pagamos 50 dólares para ir e voltar, em carro normal, mas eu acho que você pode negociar mais e chegar nos 40 dólares. Uma vez que você chegar na comunidade do Rio Okavango, você vai pagar 200 pulas (usd 20) para o passeio de Mokoro e mais 25 pulas (usd 2,50) para cada assento (é um assento de plástico para colocar dentro do barco para que seja mais confortável) . Uma vez que o passeio começa você vai passar 1:30 h pelos canais do rio até chegar um local para o safari a pé, que leva tambem aprox 1 hora de caminhada e mais 1:30 h para voltar. Certifique-se de chegar cedo para que você tenha mais chances de ver os animais, traga protetor solar, repelente, muita água, comida e um chapéu (as canoas são abertas e é muito sol) Chobe Park - Botswana De Maun nós pegamos uma van na rodoviária para a cidade de Nata. São 295 km - 4:30 hrs, custa 80 pulas (usd por pessoa e partiu às 9 am / chegou às 1:30 pm. De Nata você precisa pegar outra van para Kasane, são mais 307 km, custa 84 pulas (usd 8,40) e são mais 3:30 h de carro. Partiu às 1:30 pm / chegou às 5 da tarde. De alguma forma eles foram organizados e assim que chegamos em Nata, havia outra van esperando para Kasane. No Botswana você não encontrará informações fáceis, parece que as pessoas não estão interessadas em ajudar ou elas simplesmente não se importam. Também é difícil encontrar informações on-line. Horários de ônibus também são impossíveis de encontrar, mesmo na "rodoviária", porque é apenas um posto de ônibus /van. Indo para Chobe Park você tem 3 opções: 1) Reserve um hotel na área de Savuti, onde os preços são muito altos - min Usd 400 por dia e você precisará pagar um vôo para chegar lá. A maioria das tarifas dos hotéis desta área inclui o voo. Savuti está localizada na área leste de Chobe, é savana, área alagada e não recomenda-se ir por conta e nem mesmo em 4x4. 2) Se não quiser voar e tiver tempo, é possível fazer um safari móvel. Você pode chegar em Maun e com o safari móvel seguir em direção ao Savuti fazendo safaris pelo caminho. 3) Opção mais em conta: Reserve um hotel perto de Kasane e visite a parte norte do Parque Chobe. Os preços dos hotéis variam e você pode escolher aquele que atenda às suas expectativas. Descobrimos o melhor hotel até agora com comida de qualidade, quartos incríveis e o nome é The Old House – fica em Kasane. Zimbabwe Do nosso hotel em Kasane (Botswana) usamos a companhia Wild Horizons para nos levar para a fronteira com o Zimbabwe (15 min de carro) para podermos emitir o visto Kaza Univisa (custo de 50 pp para ambos os países - Zimbábue e Zâmbia, e é válido por 1 mês). Depois disso, pegamos outra van já do lado do Zimbábue para ir a Victoria Falls. (Mais 60 km). O ticket para entrar na Victoria Falls do lado do Zimbabwe custa USD 30 pp. Uma das 7 maravilhas naturais do mundo, a Victoria Falls fica entre o Zimbabwe e a Zambia e ganhou este nome de David Livingstone, que foi o primeiro europeu a ve-las em 1855 e homenageou a rainha da época com o seu nome, Victoria. Victoria Falls é a maior queda d'agua do mundo com 1,7 km de extensão no cânion do Rio Zambezi. O volume de agua é de 1 milhao de litros x segundo e as quedas chegam a 128 metros. Zâmbia - Livingstone De Victoria Falls no Zimbábue você deve apenas caminhar até a fronteira para obter o seu carimbo de saída do país. Caminhar mais 1,5 km até à fronteira com a Zâmbia e obter o seu carimbo de entrada. A melhor taxa de câmbio é na fronteira, por isso não perca. Você pode pegar um táxi por 60 kwacha zambiano ou cerca de 6 dólares para o centro de Livingstone, que é cerca de 11 km da fronteira. A cidade em si não tem muito a oferecer, mas é muito mais barata que Vic Falls. Você pode visitar o mercado local para comprar souvenirs. A maior parte dos turistas visitam a Zâmbia para conhecer a Devils Pool ou a Angels Pool (dependendo da época, a Devils pool esta fechada devido ao volume de agua, então eles oferecem outra piscina natural que é a Angels Pool). Na Devils pool os turistas tiram a famosa foto bem na borda da catarata, em uma piscina natural que se forma antes da queda. A entrada para o parque é USD 105 pp 😮 !!!! E você precisa ter um guia. O passeio de Livingstone, ida e volta, fica por USD 125 pp. Outra opção de passeio é o The Elephant Café, que custa usd 185 pp para tomar um café da manhã ou almoço e interagir com os elefantes. Precisa reservar com antecedência pois servem um numero limitado de pessoas. Zâmbia - Lusaka De Livingstone para Lusaka de ônibus (melhor opção disponível) é cerca de 8 horas e custou usd 20 pp. O ônibus sai às 9 horas e chegar às 17:30 aprox. Tivemos a sorte de ter a/c no ônibus, mas eles param muitas vezes no caminho para deixar as pessoas em pequenas cidades ou na estrada. Lusaka tambem nao tem muito a oferecer. A Zambia em si é um pais com poucos atrativos e recentemente se conscientizaram com relacao a caça de animais. Portanto estao introduzindo novamente alguns animais aos parques nacionais. Malawi - Lilongwe Em 2005 foi considerado o país mais pobre do mundo e hoje está em 4o lugar no ranking com a ajuda do FMI, Banco Mundial e a melhora da economia local que é basicamente agricultura (apesar do clima seco e árido - pelo caminho muitas áreas de plantação de milho e tabaco). O Malawi foi devastado pelo virus da AIDS e tem mais de 1 milhão de crianças órfãs pela doença. Mais de 40% da população vive com menos de USD 1,20 por dia. Lilongwe é a capital do Malawi, eu fiquei extremamente assustada com a pobreza daqui. De Lusaka a Lilongwe (Malawi) são 12 horas de viagem de ônibus (parte às 6h - chega às 18h), custa usd 39 pp com o Kobs Bus Service. No caminho, eles oferecem um pacote de biscoitos e um 7up. O ônibus para em torno de 10 vezes no caminho. Os brasileiros pagam usd 75 pp pelo visto de turista - tentei obter o vistoa de trânsito que custa usd 50, mas não permitiram. Recomendacao de Hotel: Hotel Kiboko – naohá muitas opções e pelo o que pesquisei era o melhor custo beneficio. Malawi - Cape Maclear De Lilongwe para Cape Maclear foram 4 horas por causa do engarrafamento em Lilongwe além da rota do GPS, que nos levou por caminhos secundários, estradas esburacadas, areas rurais e cheias de buracos. Portanto evite a rota mais rapida no Malaui, prefira a mais longa que é por estradas mais conservadas. Cape Maclear está localizado na Baía dos Macacos, no sul do Lago Malawi. Uma boa dica é sempre ter água e algum lanche em seu carro, porque no caminho você raramente encontrará um lugar decente para comer. Não espere encontrar comida elaborada nessa regiao. Todos os alimentos sao frescos e preparados do zero, então em todo lugar que você for, sua refeição levará cerca de 45 minutos para ficar pronta. Opcoes bem simples, basicamente arroz, feijão, salada, macarrão, peixe, frango ou carne (vaca ou cabra – normalmente pedacos de musculo, nao encontramos nenhum que servisse filé, bife etc). Baobás No caminho encontramos muitos Baobás. O tronco dos baobás adota uma forma de garrafa durante a fase de maturidade, que em geral é estimada pelos 200 anos. Em boas condições estas árvores podem viver até aos 800 ou 1000 anos. A capacidade de armazenamento de água nos tecidos do tronco pode alcançar os 100.000 litros e esta reserva permite a árvore sobreviver às duras condições de seca. Moçambique Nós pegamos um vôo do Malawi - Lilongwe para Maputo. Porém não há vôos diretos e tivemos que fazer escala na África do Sul (Johannesburg) . Maputo é uma cidade grande, o país passou por guerra civil até pouco tempo atras e também nao é tão segura. Como todos os outros países, a recomendação é evitar algumas áreas e não andar depois das 6 da tarde. É possível visitar Maputo em 1 dia completo. Fizemos tudo a pé, fomos em todos os pontos turisticos, e pegamos um tuc tuc até o Marcado de Peixe, onde escolhemos camaroes, polvo e almeijas (vongole) por aprox 20 euros. La mesmo voce contrata um pessoa para cozinhar os frutos do mar. Fique atento ao negociar os precos pois eles querem extorquir o turista. No nosso caso negociamos por 500 miticais tudo e na hora da conta a pessoa veio com os valores totalmente fora !!! Nao pagamos e batemos o pé no preco que haviamos combinado. Apos almoco pegamos uma van local por 12 miticals e nos deixou em frente ao mercado de artesanato. Náo tivemos tempo de fazer a costa , mas vale a pena fazer o litoral. Tem uma barca para a Ilha da Ilhaca que sai proximo ao Forte. É apenas 1 horario na parte da manha e retorno no final da tarde. Suazilândia ou Essuatine De Maputo a Suazilândia (Manzini) tivemos que esperar 5 horas (das 8 da manhã até à 1 da tarde) só para ter a van cheia de passageiros. As vans só saem se tiverem cheias, caso contrario nao vale a pena para eles fazer esse percurso, que é longo. Pagamos 600 meticais por pessoa e a viagem durou uma eternidade, saímos às 13:00 e chegamos às 6 da tarde - fomos parados duas vezes para controle de bagagem. Tem muita gente da Suazilandia que vai a Maputo fazer compras de roupas para vender. Uma vez que estávamos em Manzini, no dia seguinte alugamos um carro na Avis Rent a Car no aeroporto King e nos dirigimos para a Festa da Amarula - oferecida pelo rei para a população. Na festa as mulheres se vestem com roupa tipica, dancam e a noite é oferecido uma bebida feita de amarula (eles chamam de Marula). Há outras festas realizadas pela familia real e é o modo de juntar a populacao local. Ps. De Manzini para o aeroporto, pegamos uma carona com alguns moradores, na caçamba da caminhonete por 55 km :) Dados interessantes sobre o país: 1. O atual rei da Suazilândia possui 15 mulheres e 60 filhos 2. O seu antecessor tinha 60 esposas e 200 filhos 3. A cada uma das mulheres ele deve garantir o sustento da casa e dar "presentes" a família. Normalmente o presente é entre 15 e 20 vacas. 4. A fruta não tem nada a ver com o creme de Amarula 5. 26% da população adulta tem HIV 6. Menor pais do hemisfério sul 7. É a 12ª menor expectativa de vida mundial, 58 anos
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    Oii Estou querendo ir!! meu Whats app 19 99798 6433
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    Saudades de Cuba e dos cubanos ,segui o Bozó,lugar de comunista é em Cuba.Fui lá e adoraria ter ficado para sempre. Esperando a continuação do relato.
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    Olá me chamo silvanny santos tenho 22 anos e dia 5 de dezembro estou embarcando em uma viajem ..a maior viajem da minha vida .. Começando em Belém do pára para termina em São Paulo. Moro atualmente em fortaleza, já viajei antes pra Jericoacoara e foi uma experiência maravilhosa.. Queria dicas..pois agora estou com pouco dinheiro mais muita disposição.. Quem tiver dicas ou quiser se junta a mim..meu numero e 85 997557075.. Nao estou fazendo planos pra qual cidades do Brasil vou visita..so sei o primeiro e ultimo destino..o resto deus me guiar..
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    Oiee Vou final de setembro de 2020! Curso já tá quitado, tô só terminando de juntar os 3 mil euros q realmente é o mais difícil! mas vamo q vamo! mais longe já esteve
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    Oi Débora!! Cheguei só agora no seu relato pq tô programando minha próxima trip Adorei seu relato, seu estilo de escrever é ótimo, prende a gente, gosto de todos teus relatos aliás! Pretendo passar por todas essas cidades e queria encaixar Valencia tb mas acho que não vai dar, vou emendar com Portugal e terei 20 dias. To querendo dividir assim: 3 dias em Lisboa, 3 em Porto, 3 em Madrid, 4 em Barcelona, 2 em Granada, 2 em Sevilha e 2 em Albufeira Meio corrido mas é o que tá tendo Aproveitando, Feliz Natal e ótimo 2020 pra vc!!
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    Estarei por lá em fevereiro (de 15/02 a 02/03). Comprei saindo de Porto Alegre por 1600.
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    Olá amigos viageiros! Aqui vai o relato de minha visita à Chernobyl! Mais detalhes lá no: www.profissaoviageiro.com Para me seguir lá no Insta… Instagram: @profissaoviageiro Só um aviso, se apagar a luz você vai perceber que esse relato brilha no escuro!!! Visitar Chernobyl foi algo sensacional! Um passeio único com muitas experiências diferentes e histórias da União Soviética que são incríveis! O que me levou a visitar um lugar desse? Aquilo é uma amostra do que aconteceria com a Terra se do dia para a noite os humanos simplesmente fossem embora daqui. A natureza voltaria a tomar conta do que é dela, engolindo a bagunça que deixamos para trás. Impressionante ver um lugar daqueles e ouvir tantas e tantas histórias do que rolou naquele lugar. Essa visita foi feita em 23/11/2017 Esse tour só é permitido com uma agência de turismo regulamentada. Existem algumas que oferecem o passeio. Não tem tanta diferença de uma para outra e a maioria delas oferece a opção também de passar a noite dentro da zona de exclusão. Bom, vamos lá… Para quem não sabe, em 26 de Abril de 1986 o reator 4 da Usina Nuclear de Chernobyl explodiu e causou o pior acidente nuclear do mundo até hoje. O governo soviético tentou esconder o ocorrido até que outros países da Europa, como a Suécia (beeeem longe de lá), por exemplo, perceberam que algo estava bem errado. Só aí eles admitiram o acidente. Tinha muita coisa acontecendo completamente fora do controle deles. Após alguns dias eles evacuaram as cidades vizinhas à usina e posteriormente criaram 2 áreas de exclusão. Em um raio de 30km da usina inicia a primeira área de exclusão. A segunda a 10km da usina, com uma contaminação bem pior. São tantas histórias insanas que escutamos lá que nem sei se consigo reproduzir todas aqui… Mas o negócio foi bem tenso. A usina ficava a menos de 3km da cidade de Pripyat, uma cidade modelo que a União Soviética usava como exemplo de como o patético regime socialista “funcionava muito bem”. O Governo sempre levava delegações de outros países para se hospedarem lá, tentando impressionar com a estrutura da cidade. Morar em Pripyat era muito bom mesmo. Segundo a nossa guia, lá surgiu o primeiro supermercado da União Soviética inteira e era o único lugar que o governo sempre abastecia para não deixar faltar alimentos e outros itens. Inclusive isso estava causando algum desconforto para os moradores de Pripyat, pois pessoas de outras cidades da União Soviética viajavam centenas de quilômetros para fazer compras lá, o que gerava filas intermináveis nesse mercado que se alongavam pelo meio da cidade! Como em todo bom regime socialista/comunista as pessoas não tinham nada em suas cidades e preferiam isso a passar fome ou necessidade de itens básicos. O governo demorou mais de 24 horas para iniciar a evacuação de Pripyat, e só fez isso quando a radiação já estava em níveis absurdos. O governo preferiu não falar a verdade para a população. Os moradores foram informados que a evacuação era temporária e por isso alguns não levaram muito mais do que a roupa do corpo… Nunca mais voltaram para casa. Por isso que ainda se vê muitos itens pessoais nas casas do jeito que foram deixados a mais de 30 anos atrás. As histórias do que se refere ao controle do acidente, como conter as chamas do reator e isolar a radiação, são bizarras. As pessoas ainda não entendiam muito bem os efeitos da radiação. Esse trabalho foi feito por voluntários e membros do exército (que não tinham muita escolha). Impossível imaginar que algum deles saiu sem sequelas desse trabalho. As pessoas responsáveis por esse trabalho receberam o nome de Liquidadores. Diziam que a radiação era tão forte que até a cor dos olhos mudava nos trabalhadores que ficavam dentro da usina depois de algumas horas de trabalho. Máquinas chegavam a quebrar devido a exposição da radiação. Foi algo absurdo! Bom, vamos à visita… O Tour começa em Kiev logo cedo. Pegamos uma van e vamos em direção norte. O primeiro check point é para entrada na zona de exclusão do raio de 30 Km. Temos que parar, descer e sermos identificados pelos membros do exército que ficam lá. Dentro dessa parte da zona de exclusão a radiação ainda não muda muito no ar. O principal problema está no solo. Durante todo o tour não podemos apoiar nossas coisas no chão, encostar em plantas ou qualquer outra coisa. Vamos então parando em alguns vilarejos no caminho para ver o que sobrou deles. Basicamente todas as casas que eram feitas de madeira foram demolidas e enterradas. Não é possível descontaminar madeira, então o jeito foi demolir e enterrar. As de alvenaria ainda estão de pé. Existem alguns cachorros soltos dentro da zona de exclusão que são alimentados basicamente pelos turistas e trabalhadores de lá. Também existem muitos outros animais soltos, inclusive se não me engano lá é um dos poucos lugares do mundo que existem cavalos selvagens. Eu não vi nada além de cachorros e pássaros. Aqui as tábuas de madeira foram arrancadas. Aparentemente até boas tábuas de madeira não era fácil de conseguir, então elas podem ter sido tiradas para serem reutilizadas em outro lugar. Outra explicação é que as pessoas na época não colocavam seu dinheiro no banco, pois o justíssimo sistema socialista poderia confisca-lo sem grandes explicações. Então as pessoas escondiam o seu dinheiro em baixo do piso de suas casas. Como durante a evacuação muitos saíram correndo e nem levaram seus pertences, algumas pessoas voltaram paras as casas abandonadas e tentavam achar dinheiro em baixo dos pisos para roubá-lo. Paramos em umas 2 ou 3 vilas antes de chegar na cidade de Chernobyl. Lá até que está conservada, porque as pessoas que trabalham dentro da zona de exclusão usam Chernobyl como base, além do hotel que se pode passar a noite também ficar lá. Então é um visual um pouco diferente do que se vê no resto do passeio. Chernobyl até que está “arrumadinha”. A foto está péssima, mas esse é um monumento onde cada uma das vilas dentro da zona de exclusão está representada por esses círculos. Na verdade o resto do monumento está atrás de mim. Aqui estão os nomes de todos os moradores de Chernobyl que tiveram que deixar a cidade durante a evacuação. Nosso almoço foi servido aqui, no refeitório de uma “pousada”. Não se pode comer nada ao ar livre aqui. Toda a comida que é servida tem que vir de fora da zona de exclusão. Só por garantia deixei meu medidor de radiação (Contador Geiger) ligado do lado das coisas que estava comendo! Depois do almoço fomos tirar umas fotos com os uniformes e equipamentos do pessoal da nossa agência. No meu tour também estava incluído dirigir o carro deles, um Lada top de linha que um Ucraniano que estava no passeio contou que um modelo daquele na época da União Soviética tinha fila de espera de até 20 anos!!! Viva o socialismo!!!! Bom, pisaram na bola e não teve o rolê no Lada. No final do tour eu reclamei formalmente sobre isso. Mas pelo menos tirei umas fotos no carro! Bom, depois disso que começa a parte mais tensa do passeio. Entrando dentro da zona de exclusão do raio de 10Km. Mais um lugar que temos que sair do veículo e o pessoal do exército de novo confere um por um. Desse ponto para frente a radiação no ar já aumenta, e sobe muito em determinados lugares. Muito mesmo! Vamos em direção a Pripyat, fazendo algumas paradas no caminho. Esse é um lugar bem famoso, onde sempre vemos fotos sobre Chernobyl. Aqui era uma escola primária. É um dos lugares mais tristes de se visitar. Depois paramos em um lugar já pertinho de Pripyat onde conseguimos ver os reatores da usina que estavam em funcionamento e também do outro lado os 2 outros reatores que estavam sendo construídos. Essa imensa estrutura metálica é o sarcófago novinho em folha que serve para conter a radiação do reator 4. Ele foi construído para substituir o primeiro sarcófago que havia sido construído para durar 30 anos. Esse novo sarcófago foi criado para durar 100 anos e o que eles esperam é que até lá já se tenha descoberto novas formas de conter essa radiação de uma forma mais eficaz e definitiva. Com o conhecimento e tecnologia de hoje, acho que isso era o melhor que dava para fazer! Aqui dá para ver as chaminés dos outros reatores… O 1 e o 2, da direita para a esquerda, são essas chaminezinhas lado a lado com uma chaminé grande entre eles. O 3 está dentro dessa casinha e o 4 dentro do sarcófago. Aqui as obras nunca terminadas dos reatores 5 e 6. Chegamos então na entrada de Pripyat! A cidade foi inaugurada em 1970 e evacuada em 1986. Tinha aproximadamente 48.000 habitantes na época. Quando entramos na cidade é algo realmente muito louco. A guia ia mostrando as fotos de como era a cidade e nós vamos vendo como está agora… É impressionante! Esse que é o primeiro supermercado da União Soviética! Vamos entrando em diversos prédios com muito cuidado para não cair em um buraco ou o piso ceder com a gente em cima. Aqui material político dos soviéticos!!!! Imagina entrar em um lugar desses de noite!!!!!!! Esse era o ginásio de esportes da cidade! Fomos então para o famoso parque de diversões. Essa é a roda gigante que nunca foi utilizada. Sua inauguração estava marcada para alguns dias após o acidente nuclear. Hoje ela é um dos grandes símbolos de Pripyat e ninguém nunca deu uma volta nela! Essa aqui é a avenida principal da cidade… Assistimos um vídeo dentro da van de como era isso aqui antes… Não dá para acreditar que estamos no mesmo lugar! Aqui era um outro complexo esportivo. Depois disso fomos para o ponto mais próximo do reator. Ficamos a 300 metros de distância da usina que causou o maior acidente nuclear da história!!!!!! Isso é muito louco!!!! Quando saímos de lá passamos pela área mais contaminada por radiação do planeta terra: A Red Forest. Eu realmente não queria que nossa van quebrasse alí! Quando estamos chegando perto, a nossa guia sem falar nada só liga o medidor de radiação dela e fica mostrando para nós. Meio que sem entender muito todo mundo deixa o próprio medidor ligado… De repente ela começa a fazer a leitura e todos os alarmes dos nossos medidores começam a apitar… E ela vai lendo… Dois ponto três… Cinco……. Doze……… Quatorze………. Dezessete…….. Dezoito……… Vinte e dois……….. E o negócio não parava de subir… Isso tudo no meio daqueles alarmes tocando sem parar. Foi insano! Só como referência, uma radiação considerada “normal” é de 0,1 nessa unidade que nossos aparelhos mediam. Mas foi tudo muito rápido. De repente já tínhamos passado a Floresta Vermelha e tudo voltou ao normal! Pena que ela não avisou antes e preferiu fazer o mistério, se não teria filmado isso! Sério, foi bem louco! Mas foi bacana também o suspense!!!!! Isso porque estávamos dentro da van. O veículo protege muito da radiação. As diferenças que eu media de dentro para fora da van eram imensas nos lugares que descíamos. Mesmo dentro das casas o nível de radiação já caía bastante. Eu fico imaginando a radiação desse lugar, mesmo mais de 30 anos depois do acidente….. De lá partimos para a última grande parada do tour… Uma antena! Mas não era qualquer antena… Era a DUGA, ou DUGA 3! Essa anteninha foi construída com propósitos militares em um esquema ultra secreto do governo soviético. O local nem endereço tinha e na estrada que levava até o local da antena eles tentaram dar a impressão que se tratava de um local de acampamento estudantil. É como se aqueles filmes de espionagem começassem a ganhar vida! Para eles aquela história toda era muito real… Realmente se alguém descobrisse aquilo, ia ser difícil de convencer que era só uma anteninha tentando captar uma rádio de sertanejo universitário aqui no Brasil, por exemplo!!!! Olha o ponto de ônibus perto de lá com um ursinho desenhado! A entrada era só esse portão, para não chamar muito a atenção. Essa antena também ficou conhecida como o pica-pau russo, pois causava interferência de rádio em ondas curtas com um som parecido de um pica-pau por todo o hemisfério norte! Algumas teorias de conspiração achavam que eram os russos tentando entrar na mente das pessoas!!! Na verdade ela servia (ou deveria servir) para identificar lançamentos de mísseis de países inimigos a uma longa distancia, dando tempo de se prepararem para sua defesa. Aparentemente ela não funcionava muito bem, dando alarmes falsos, por exemplo, o que não deixou o pessoal de lá nada satisfeito, uma vez que o custo para construir aquilo foi algo estratosférico! Eu é que não queria ser o responsável pelo projeto em uma hora dessas !!!!! No final das contas o que eles deixaram foi uma estrutura bem bonita e imponente, ainda mais em um dia ensolarado de outono!!! Essa placa de radiação é só enfeite… O local não possui contaminação especialmente significativa! Aqui a nossa guia e o atual guardião da antena! Mesmo sendo Outono estava muito frio e já nevava bastante por lá. Após as instalações ultra secretas do governo soviético, foram só mais duas paradas rápidas…. Uma para ver algumas máquinas utilizadas no trabalho de isolamento do reator na época da explosão: E um monumento em homenagem aos liquidadores e bombeiros que foram responsáveis por todo o trabalho de combater o incêndio e conter a propagação da radiação: Depois disso só paramos nos check points para medição de radiação em nosso corpo e roupas… Eram máquinas muito velhas! Espero que estivessem funcionando bem e não deixaram eu voltar para casa com um tênis cheio de radiação! E foi isso! Foi assim meu dia em Chernobyl. Um dia cheio de experiências, histórias e aprendizado! Valeu demais o passeio!!!!!! Nota 10!!! Se alguém tiver alguma dúvida ou quiser alguma dica, é só falar! Abraço!!!!! Felipe www.profissaoviageiro.com Instagram: @profissaoviageiro Enjoy Chernobyl… … Die Later!
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    Oi Julia! Quem vai a El Calafate tem de dar uma esticada até El Chaltén. Então minha contribuição para montagem do teu roteiro é incluir alguma trilha de El Chaltén. Caso ainda não conheça as trilhas dessa cidade, então deixo um link que lista as principais : https://vivoturistando.com/2019/10/o-que-fazer-em-el-chalten-conheca-as-principais-trilhas.html
  37. 1 ponto
    @Aprazzivel vaaaaaaaaai me ajudar mtt, to afim de ir em abril/20 vou dar uma olhadinha la. vlwwww
  38. 1 ponto
    Excelente ! Muito obrigada pelas dicas. Vou sozinha em dezembro
  39. 1 ponto
    Que aventura heim ?? Peguei algumas caronas em minhas viagens, a maioria por falta de transporte no horário que eu precisava. Conheci pessoas fantásticas.
  40. 1 ponto
    Olá Juliana. Eu fui de carro. A pista é asfaltada, mas em alguns trechos oq vc menos encontra é asfalto. Em muitos trechos não consegui ir mais rápido do que 10km/h e vc precisava escolher em qual buraco vc ia cair. A situação no Ceará é desesperadora em alguns momentos, com caminhões ziguezagueando pela pista. Por isso, apesar de ser uma distância relativamente curta entre os dois lugares, o estado da estrada não permite desenvolver boa velocidade. Eu achei mais prudente fazer o trecho em dois dias, pra vc ter uma noção, de Camocim (onde dormi) até Jijoca eram +- 80km, eu levei quase 4 horas. Se precisar de mais alguma informação é só dá um toque.
  41. 1 ponto
    Estou indo para o Peru em dezembro, como foco principal nos dias em Huaraz. No aguardo para a sequência do seu relato! A princípio, parabéns em retornar a este fórum para ajudar os outros após concretizar seu rolê, isso é muito importante!
  42. 1 ponto
    Desculpa a intromissão no seu tópico, Aline, mas eu acabei de completar EBC + Gokyo solo. Foi tão intenso que estou para escrever um livro sobre a experiência nos próximos meses. Posso ajudar a tirar as dúvidas de quem as tiver.
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    oi,poderiam me auxiliar? vou a porto ano que vem com conexao em casablanca. Tenho que fazer a imigração em Casablanca ou Porto? Obrigado
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    CAP.14: O Valle Sagrado de los Incas 13/04/2016 [Você pode ler esse relato ao som de Some Nights] ( ) Acordamos bem cedo e tomamos o nosso café da manhã no hostel, bem rápido, já que a van estava marcada para nos pegar às 8:00. O desayuno foi o mesmo de sempre: pão duro (aquele que sua vó tem guardado da semana passada aí você chega na casa dela de surpresa e ela te oferece isso enquanto coloca um bolinho fresquinho pra assar – beijooo vó!), manteiga ou geleia, chá e café! Quem quisesse dar um upgrade podia pagar extra e ter ovo, presunto, queijo, saladas de fruta, etc. Como eu acordava um pouco mais cedo pra falar com o boyfriend, percebi que a noite anterior tinha me rendido muitos amigos aleatórios. Entrei no banheiro e três pessoas vieram falar comigo e me dar beijinho no rosto. Depois mais algumas pessoas pelo hall me cumprimentaram e quando percebi já podia até me candidatar a vereadora de Cusco porque o que tinha de gente acenando pra mim e rindo... Sérioooo! Ôooo bebidinha do capeta que eu tomei! Ou talvez seja pelo fato de eu ser BEM fraca pra bebida mesmo! Ahhhhhhh! Sem contar nos 3 “amigos” novos que eu ganhei no whatsapp e os 5 “amigos” novos que eu ganhei no meu Facebook! Hahahahahahaa Meu namorado que estava na Inglaterra que curtiu pra caraca essa noite, né?! Beijoooo boyfriend! Enfim! Café da manhã tomado, ficamos esperando a van no hall do hostel até que um cara veio na nossa direção e perguntou se éramos a Maryana e a Elisa e a gente disse que sim, mas que faltavam dois amigos que estavam no Wild Rover e o cara disse que eles já estavam na van. Fomos seguindo o moço e chegamos na Plaza e ficamos esperando a van por lá! Eis que vemos o Vagner e a Patrícia acenando de dentro do micro-ônibus e aí deu um alívio maior e ficamos tranquilas. Sentamos e a guia já começou a falar e explicar mais ou menos o passeio. Mais uma vez não demos sorte e pegamos uma guia chata pra caraca, apesar de explicar bem as coisas. O problema é que ela era chata mesmo, ficava chamando a gente de família pra cá, família pra lá! E a interação dela com a gente era tão monótona que mais fazia a gente dormir do que prestar atenção. Enfim! Mais um dia de cultura vindo pela frente! Nossa primeira parada seria na cidade de Pisaq, mas antes disso paramos numa pequena feirinha de artesanato onde eu fiz a festa e comprei o presente da maioria dos meus amigos e familiares (surra de chaveiro e moedeira pra geral – gastei com tudo isso 37,00 soles) e eu e Elisa dividimos uma água por 1,75 soles pra cada porque a nossa tava acabando e nem nos ligamos. Ficamos 20 minutos nessa feirinha! Seguimos viagem e nesse momento um rapaz entrou no ônibus junto com a gente e foi vendendo uma bebida (tipo um licor) típica da região que é ótima pra digestão. O toque especial era que o licor vinha numa garrafa linda toda trabalhada no artesanato e achei que seria um ótimo presente pro namorado, já que ele adora experimentar bebidas de outros países (ele amouuuu). Eu paguei 18,00 soles porque fiquei chorando desconto, mas acho que o valor original era 20,00 ou 22,00 soles. Fizemos uma parada super rápida em um mirante pra admirar o vale que deu origem ao nome da região e depois fizemos outra parada numa joalheria (parte pega-turista). Nós quatro saímos andando e ficamos esperando do lado de fora a galera comprar as coisas na joalheira. Foram uns 15/20 minutinhos nessa parada meio inútil, mas serviu pra gente se divertir um pouco com um bebê lhama que achamos no colo de uma senhora. Depois de todas essas paradas, finalmente chegamos à cidade de Pisaq e a guia nos explicou sobre a compra dos boletos turísticos e paramos em frente à bilheteria pra quem tivesse que comprar (algumas pessoas já fecham o tour com os bilhetes inclusos, mas não era nosso caso). Como nós quatro tínhamos a carteirinha de estudante, pedimos uma meia do boleto turístico parcial que é válido só por dois dias consecutivos, mas como eu acho que não existe meia no boleto parcial, eles nos deram o boleto geral que é válido pro 10 dias pelo preço do parcial. #confuso Enfim, só sei que pagamos 70,00 soles, mas acabamos ganhando o boleto turístico geral. Não sei se foi sorte, mas quem tiver carteirinha de estudante, acho que vale tentar. Já a Patrícia, que tinha carteirinha de estudante, mas era maior de 25 anos acabou não tendo desconto de estudante e pegou o boleto turístico parcial mesmo. Ahhh! Detalhe: Aqui aceitaram a carteirinha de estudante normal também, sem ser ISIC (mais uma vez: não sei se foi sorte, mas vale tentar). A guia pediu pra todos entrarem no micro-ônibus novamente e seguimos viagem até a primeira parada de fato do passeio: As ruínas de Pisaq! Nessa parte do passeio a guia pediu pra gente sentar numa área de frente pras ruínas e ficou nos explicando toda história daquele lugar e tal e depois nos deu cerca de 30 minutos pra gente explorar livremente. Essa parada foi de 1 hora mais ou menos. Seguimos viagem para o povoado de Urubanda, onde teríamos o nosso almoço. A gente foi dividido em dois grupos e cada grupo comeria num restaurante diferente. Eu não sei o motivo, talvez quem tivesse com almoço incluso no pacote ficasse num restaurante e quem fosse pagar na hora ficasse em outro. Sei lá! Tô aqui especulando mesmo! Pagamos 25,00 soles pelo Buffet (comida liberada + sobremesa) e mais 2,50 soles na água. Depois de comer e quase explodir, seguimos viagem para Ollantaytambo (eu e Elisa dividimos mais uma água 1,00 nuevo sol pra cada) e aqui a guia foi subindo com a gente e parando em lugares “estratégicos” pra ir nos explicando as histórias de todas aquela região, desde os mitos até as ‘verdades’. Foi nos mostrando as curiosidades nas montanhas e as formas que cada rocha tinha e o que aquilo significava pra aquele povo e tal, bem interessante, mas confesso que a voz dela já tava me irritando e que aquele lance de ficar chamando a gente de família me fazia ter vontade e voar no pescoço dela, fora a lerdeza na hora de falar que me fazia querer dormir. Tirando TODA nossa implicância com a guia (não era só eu não, Elisa, Vagner e Pate também queriam sacudir a guia pra ver se ela ficava mais espertinha rs), as histórias que ela contou eram bem interessantes e algumas até surpreendente. Depois ela nos deu 30 minutos livres pra explorar o local e voltamos pro micro-ônibus. Essa parada foi de mais ou menos 1h30min. Ahhh! Ela ainda disse que quem fosse continuar a viagem para Chinchero deveria retornar ao ônibus na hora marcada (EM PONTO). E quem fosse ficar em Ollantaytambo para embarcar no trem rumo à Águas Calientes deveria ficar atento ao seu horário de embarque e se dirigir à estação depois de conhecer as ruínas. Seguimos para Chinchero, já anoitecendo. Nossaaaa! Eu curti demais essa parada. Pensa em surra de cultura na tua cara ali ao vivo. Foi muitooo legal! A atração era conhecer a forma de confecção dos artesanatos naturais que as mulheres quéchuas desenvolviam através de milhares de anos de geração em geração. Uma mulher (tipo palestrante) que era muito simpática nos explicou todo processo desde a extração, limpeza até o tingimento natural das lãs de alpacas, vicuñas, etc. Caraaaa muito irado! A mulher mostrou pra gente como produziam o sabão natural que era usado pra lavar as lãs, depois nos mostrou como as cores eram formadas, exemplo: o verde vem das folhas, o vermelho vem do sangue de um parasita específico (não vou lembrar o nome). Depois mostrou que essas mesmas cores podem variar dependendo da combinação que elas façam. Caraaaaa o auge da apresentação foi quando ela matou o parasita na nossa frente e disse que o vermelho era uma cor muito utilizada blá blá blá e depois, PASMEM, ela passou o dedo na boca e disse que também utilizavam esse sangue como batom natural. CARALH***!!! Ela passou o sangue do parasita na boca! Hahahahaha E disse que muitas indústrias de estética utilizam essa matéria prima nos seus produtos! Ficamos chocadíssimos e com um certo nojinho também rs! Ahhh! Ela ainda fez questão de enfatizar que o batom natural era de 24 horas. Hahahahah MORRI! Foi muito irada a apresentação! Teve até um chá no meio pra nos esquentar, porque tava começando a fazer um friozinho do mal. Aí a moça ainda nos mostrou como elas teciam e depois falou um pouco da realidade dura de quem vive só de artesanato, porque é ofensivo a gente ficar pedindo desconto em coisas que elas demoram, às vezes, um ano pra tecer. Que os turistas não valorizavam os artesanatos da forma correta e tal. Nós quatro nos sentimos até mal, porque pedimos desconto em artesanato a viagem inteira. Hahahahaha Ahhh! Pra quem vai pra Bolívia, lá é ofensivo pedir desconto em comida rs. Ah! Não sei se comentei: Vagner é a pessoa mais engraçada pedindo desconto. Diz ele que é uma tática, mas eu acho que é uma piada de tão engraçado que é! Imagine que um artesanato é 50,00 soles. Uma pessoa normal negociando diria o quê? Faz por 35,00/40,00 soles, né? Vagner negociando é assim: Faz por 10,00 soles? Caraaaa mas ele manda na lata. A pessoa fica até desconsertada de tão discrepante que ele joga o valor. Caraaaa a gente rolava de rir toda vez que ele tentava negociar. A moça disse também que o artesanato de Chinchero é exclusivamente de Chinchero, que elas tem uma técnica específica que elas conseguem reconhecer em qualquer lugar do mundo que aquele artesanato é oriundo de Chinchero. Caraaaa que surra de cultura maravilhosaaa! Depois disso, ela nos dá uns 10 minutos pra visitar a feirinha e deixa claro que se a gente comprar qualquer coisa lá estará ajudando a comunidade e tal. Aí fomos nós quatro perguntar os preços! JESUSSSS! Quase caímos pra trás! Era tudo muito lindo e muito bem trabalhado, mas também tudo muito caro e como a gente não podia pedir desconto e também não tinha dinheiro, ficamos esperando a galera no micro-ônibus mesmo. Seguimos viagem de volta para Cusco e chegamos por volta das 19:00 por lá. Assim que descemos do micro-ônibus, fomos direto para a agência de turismo que fechamos a van de Machu Picchu (Expediciones WaynaPicchu) pra acertar os últimos detalhes: horário da van no dia seguinte pra Águas Calientes, horário de retorno no dia 16/4, ônibus pra Puno e guia em Machu Picchu, que iria nos encontrar no nosso hostel em Águas Calientes no dia anterior à subida a Machu Picchu (14/4) pra nos passar todas as orientações. Tudo certinho! Resolvemos trocar mais 10,00 dólares (just in case), porque em Águas Calientes provavelmente seria mais caro e não queríamos correr o risco de ficar sem dinheiro. A um câmbio de 3,27 trocamos 10,00 dólares e pegamos 32,70 soles. Ahhh! Eu aproveitei pra comprar logo meus postais de coleção (4,00 soles tudo). Seguimos para o hostel do Arthur e do Vitor que iriam embora de Cusco naquela noite e seria nosso último encontro na viagem. No caminho vi uma moedeira linda que era a cara da minha vó e comprei por 5,00 soles rs. Decidimos comer numa hamburgueria artesanal pra fazer a despedida com chave de ouro. Apesar de não ser muito barato, o hambúrguer tava delicioso e o ambiente era muito legal. Comemos com calma e eu paguei 16,50 soles no hambúrguer tradicional (eu não queria inventar muita coisa nova na noite anterior à ida a Machu Picchu, porque o Rodrigo comeu um negócio um dia antes de ir para Águas Calientes e passou mal o caminho todo e quando eu li o relato dele, decidi que não inventaria nada de diferente um dia antes de Águas Calientes na minha viagem rs). Nos despedimos dos meninos com uma dor no coração e seguimos andando pra achar um mercadinho pra comprar nossos “mantimentos” para Machu Picchu. Eu e Elisa dividimos e compramos biscoitos e águas pra gente levar numa bolsinha à parte das nossas mochilas de ataque. Gastamos 6,00 soles cada em tudo. Decidimos comprar ainda uma cartela de soroche pills pra dividir entre nós quatro (5,00 soles pra cada) e essa divisão rendeu dois comprimidos pra cada! Soroche Pills será seu melhor amigo nessa viagem. Previne o enjoo causado pela altitude e desconfio que dá uma sonolência, então é perfeito pra você não ver os penhasco que você vai se enfiar com sua van no caminho até Águas Calientes. Depois de tudo certo e comprado pro dia seguinte, decidimos arrumar os mochilões e já deixar as mochilas de ataque também organizadas, já que a van estava marcada para nos buscar às 7:20 da manhã no nosso hostel. Chegou a hora de descansar porque o dia seguinte nos reservava 7 horas dentro de uma van em curvas intermináveis. SALDO DO DIA: - 1,75 soles – Água - 37,00 soles – Lembrancinhas da feirinha - 18,00 soles – Bebida de lembrança pro namorado - 70,00 soles – Boleto Turístico Parcial/Geral Cusco - 25,00 soles – Almoço Buffet - 2,50 soles – Água - 1,00 nuevo sol – Água - 4,00 soles – Postais - 5,00 soles – Moedeira da vovó - 16,50 soles – Hambúrguer - 6,00 soles – Compras no mercado - 5,00 soles – Soroche Pills. * Trocamos mais 10,00 dólares = 32,70 soles (cotação de 3,27 soles por dólar) TOTAL: 191,75 soles PRÓXIMO CAPÍTULO: (CAP.15) O caminho da morte até Águas Calientes Se você tá curtindo meu relato, me segue lá no IG @vidamochileira que tem um monte de dicas legais também e dá uma passadinha no meu blog (http://www.vidamochileira.com.br), tem um montão de coisas legais por lá e muito mais vindo aí!
  45. 1 ponto
    Olá! Obrigada pela disponibilidade! Ando lendo o máximo que posso sobre a Serra da Estrela mas ainda não encontrei as informações que procuro. Ficaria muito grata se pudesse me ajudar. Estarei em Lisboa e não me garanto para alugar um carro e dirigir para a Serra da Estrela. Eu consigo fazer esse passeio utilizando transporte público? Me refiro a chegar até a torre, que parece ser o ponto mais alto, chegar a algum lugar onde se possa brincar na neve, fazer uma refeição, passar o dia e voltar para Lisboa. Isso é possível de ônibus e/ou trem? Outra dúvida... será que em novembro já tem neve lá em cima?
  46. 1 ponto
    Olá pessoal, estou indo a Portugal pela primeira vez no início de novembro, a minha dúvida é se vale a pena conhecer a serra da estrela em detrimento de outro destino a exemplo de braga, guimarães, toma e etc....
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    CAP.4: LAGUNAS ALTIPLÂNICAS, DESERTOS, MUITAS FOTOS E O MAL DA ALTITUDE 04/4/2016 [Você pode ler esse relato ao som de Hey Soul Sister] ( ) 2º DIA NO UYUNI Acordamos às 6:00 da manhã (alguns de nós acordaram às 6:30 rsrsrsrs) pra arrumar os mochilões e as mochilas de ataque e, é claro, nos arrumar pra mais um dia incrível no Uyuni. Nosso café da manhã seria servido às 7:00 e a nossa saída do hotel de sal estava prevista para às 8:00. Fizemos tudo com calma, deu tempo de tirar mais fotos e dar uma lambidinha na parede do hotel só pra conferir se era de sal mesmo (hahahaha nojento, mas na viagem vale tudo. Sim! Era sal de verdade. rs). O segundo dia prometia, porque iríamos ver paisagens sensacionais, flamingos, desertos, vulcões e muitas lagunas MARAVILHOSAS! Tomamos nosso desayuno: pão redondo duro, manteiga, geleia, chá e café (esse cardápio é super típico, mas de vez em quando rola uns ovinhos mexidos show de bola). Colocamos os mochilões no alto do 4X4 de novo e seguimos viagem só com as mochilas de ataque e os galões de água acessíveis ao longo do caminho. As pessoas que não tinham pago o banho durante à noite, pagaram antes da gente sair e partimos! Eu que tava com a cara dividida em três cores diferentes por causa do sol do primeiro dia e da minha imbecilidade na hora de passar protetor solar e protetor labial, senti o peso do arrependimento logo pela manhã, quando minha boca parecia que ia estourar de tão inchada que tava e quando vi que minhas fotos ficariam ridículas por causa do arco-íris na minha cara (é muita idiotice pra uma pessoa só). Sei que geral me olhava com cara: Nossa! Coitada dessa menina! E eu assentia com a cabeça do tipo: Eu já sei que to ridícula, pode parar de olhar! Rs Às 8:05 saímos do hotel e a #primeiraparada foi numa pequena mercearia pra comprar folhas de coca, porque nesse dia nós chegaríamos a 4.278 metros de altitude na Laguna Colorada. Pagamos 8,00 bolivianos num pacotinho grandinho que nos acompanharia até La Paz (rendeu que foi uma beleza! Rsrsrsrs). Passamos muita adrenalina com essas folhas de coca durante a viagem, mas isso eu conto nos próximos capítulos! OBS: A folha de coca você mastiga, mastiga, mastiga, MAS NÃO ENGOLE! Ela é boa pra várias dores e males do corpo. Bom mesmo pra passar o mal estar é você fazer chá de folha de coca, esperar 5 minutos e tomar puro, sem açúcar, sem nadica! Folhas de coca compradas e partiu #segundaparada do dia: Vista para o Volcán Ollague (algumas pessoas falam que é o Volcán Irruputuncu, mas acho que é o Ollague mesmo. Tô na dúvida porque não consigo lembrar ao certo, foi mal aí!). O que importa é que essa parada foi sensacional, porque tinha um trilho de trem que ligava (do verbo não sei se ainda tá ativo, acho que não) a Bolívia ao Chile. Tiramos fotos lindas com o vulcão de fundo e, é claro, fizemos mensagens com as pedras que tinham por lá! Mensagem pro namorado que não foi não podia faltar, né?! Seguimos pra #terceiraparada num mirante pra ver o vulcão mais de “pertinho” (o adjetivo no diminutivo retrata que ele estava longe pra caralh*, mas tava um pouco mais perto que antes rsrsrsrs). Nessa parada, nos cansamos após dar 5 passos, então nos ligamos que era preciso ir com muita calma mesmo, porque a altitude já tava começando a incomodar. Tiramos várias fotos e seguimos viagem para a #quartaparada: Lagunas Altiplânicas! São diversas lagunas que fazem parte do conjunto altiplânico, que são os lugares preferidos dos flamingos! O cenário de cada uma delas é indescritível! Paisagens deslumbrantes e completamente diferentes de tudo que eu já vi em mais de 23 países de mochilão. Sério mesmo! Já vi muito lugar lindo, mas essa viagem superou MUITO minhas expectativas. Seguimos nessa ordem (até então, o relato do Rodrigo tava sendo seguido à risca): Laguna Cañapa, depois Laguna Hedionda que exala um cheiro forte de enxofre (parada pro almoço delícia rs) e Laguna Honda/Ramadita. Nosso almoço foi bonzinho: macarrão, franguinho alaranjado (devia ser algum tempero), salada, batatinha assada, banana assada e maçã de sobremesa. Ah! Tinha coca-cola quente de novo! Arthur foi o único que se arriscou a comer a banana (o desenrolo dessa banana, vem logo a seguir rs). Antes de seguirmos viagem, fomos ao banheiro (5,00 bolivianos), porque durante o percurso você, geralmente, não tem muitos locais pra fazer suas necessidades. Fomos num banheiro ecológico (buracos separados pro coco e pro xixi e você mesmo enterra seu coco com uma areiazinha que tem do lado.... moderno, né? rs). Já estávamos há 2 dias sem qualquer contato com nossas famílias, foi quando Vagner viu uma plaquinha de wi-fi. Caraaaaa o coração bateu mais forte, a mão começou a tremer e aquele sorrisinho já começava a brotar no rosto, quando fui perguntar quanto era o wi-fi e o cara disse: 30,00 bolivianos para usar 30 min. WTF!!! 30,00 bolivianos por um wi-fi que a gente nem sabia se ia conectar direito? Ahhh! Deixa pra falar com a família depois, né? Notícia ruim chega rápido e se não tinha chegado nada pra eles ainda era porque a gente tava bem! Rsrsrsrs Terminamos o almoço e partimos pra #quintaparada a Laguna Honda, que fica a uns 20 minutos de distância da onde almoçamos (paramos rapidinho pra algumas fotos e seguimos). Essas paradas nas Lagunas são super rapidinhas, você fica uns 20/30 minutinhos tirando foto e explorando o lugar e já parte pra próxima laguna. Seguimos para a #sextaparada o Deserto de Sioli. É um dos desertos mais áridos do mundo, conhecido por suas curiosas formações rochosas resultantes dos processos de erosão. Dentre essas formações, a mais famosa é a Árbol de Pierda. No caminho até o Sioli, paramos rapidamente para umas fotos em cima do 4X4, porque né? Somos desses: cada parada um flash! Rsrsrsrsrs Arthur começou a sentir, literalmente, as dores do arrependimento de ter comido a banana assada do almoço que desencadeou uma dor de barriga fuderosa que derrubou ele. Já Elisa, só vinha piorando, muito enjoo, ânsia de vômito e taquicardia. Todo mundo já tava meio mal a essa altura do campeonato (só eu que tava me sentindo bem e é por isso que você não pode brincar com a altitude, cada um tem uma reação diferente no corpo. O Vitor, por exemplo, tava com uma puta dor de cabeça e um pouco enjoado, mas depois que tomou remédio melhorou). Seguimos para a #sétimaparada e última: Laguna Colorada! Para entrar nessa laguna é preciso pagar, obrigatoriamente, 150,00 bolivianos na entrada da Reserva Nacional da Fauna Andina Eduardo Avaroa. O processo foi simples: saímos do carro e esperamos numa fila, preenchemos nossos dados numa lista, mostramos nossos passaportes, pagamos e recebemos um ticket da entrada da Reserva. GUARDE BEM ESSE TICKET, porque vão te pedir na saída da Reserva e não sei o que acontece quando você perde. Obviamente tem que desembolsar uma graninha, mas não sei quanto. ENTÃO, NÃO PERCA! Entramos novamente no carro e Emílio nos deixou no hostel que passaríamos a noite. Ele nos mostrou nosso quarto (cada quarto tem 6 camas) e disse que a partir daquele momento o tempo era livre e que podíamos explorar a região do jeito que quiséssemos, mas pra termos cuidado e voltarmos antes do anoitecer, porque além da temperatura baixar demais, a região fica muito escura mesmo. Entramos no quarto, cada um escolheu sua cama e lá fomos nós explorar a região (leve um casaquinho extra, porque você sai quentinho e na volta a temperatura baixa muitooooo)! QUE LAGUNA MARAVILHOSA! Que cores perfeitas! Com certeza a laguna mais bonita de todas! Saímos em direção ao mirante, mas só fomos até a metade do caminho. A caminhada já era sensacional por si própria e a paisagem nos deixava de boca aberta. O mal da altitude era real, Elisa começou a ficar bem preocupada com a taquicardia e pensamos até em dar oxigênio pra ela (vimos um galão na hora que pagamos o ticket), Arthur também não estava na sua melhor forma, a temperatura tava caindo depressa e sabíamos que não teríamos tempo hábil pra chegar no mirante e voltar antes de escurecer, então ficamos preocupados e voltamos direto pro hostel já com o sol se pondo. Elisa já tinha parado no meio do caminho e se sentou porque não aguentava mais andar. Afinal, se já tava ruim antes, imagina a 4.278 metros de altitude. Andei mais um pouco pra tirar umas fotos dos flamingos e logo voltei correndo (lê-se andando rápido) pra levar ela de volta pro hostel. Quando olhamos pra trás, vimos os outros 4 voltando também. rs Chegamos praticamente “congelados” e fomos direto falar com Emílio porque Elisa tava piorando cada vez mais. Perguntamos a ele se não seria bom darmos o oxigênio pra ela e ele disse que não, que seria a pior coisa a fazer. Aí você percebe que não entende merda nenhuma de altitude, né? Ele disse que se a gente desse oxigênio pra Elisa, ela teria uma melhora súbita, mas que depois de 20 minutos se sentira pior ainda do que antes. Emílio disse pra ela se sentar que ia trazer o lanchinho da tarde (#fofonildo) e que ela ia melhorar tomando a Soroche Pills (ou também Sorojchi Pills) e o chá de folha de coca. Sentamos na mesa e tinha uns biscoitinhos e chá (camomila, coca, entre outros). Emílio deu dois comprimidos da Soroche Pills que ele tinha pra Elisa e mandou ela tomar um e depois tomar o chá de folha de coca puro (folhas de coca com água quente, espera 5 minutos e bebe). Todos tomaram o chá, porque né? Melhor prevenir do que remediar. Depois do lanchinho, a gente não tava muito certo se teria o jantar propriamente dito ou não, então nos enchemos de biscoito (just in case). Seguimos para o quarto pra arrumar as mochilas de ataque e os mochilões, porque tava rolando um boato de que a luz ia acabar à noite e que de manhã era tudo na base da lanterna do celular. Ficamos preocupados e já deixamos tudo esquematizado pro dia seguinte e, inclusive, algumas pessoas já dormiram prontinhas. Isso porque esse hostel é bem simples e não tem chuveiro pra banho. O banheiro é de uso coletivo (lê-se misto) com apenas duas cabines funcionando. Não existe tomada nesse hostel e tivemos que pedir ao Emílio pra desenrolar com a moça da casa ao lado e ver se ela deixava a gente carregar as baterias da câmera e os celulares lá de graça (ela queria cobrar). Emílio desenrolou e deixamos todos os eletrônicos na casa da mulher carregando de graça (nessas situações é muito bom ter aqueles carregadores portáteis, sabe? Porque você não fica refém da boa vontade dos outros. Eu tava com dois, mais decidi guardar pra alguma emergência) e partimos direto pro banho de gato com paninho umedecido. Mochilas prontas, “banho” tomado e quando menos esperávamos, o Emílio veio colocar a mesa do jantar regadooooo às 19:30! Tivemos sopa de entrada (sempre rola entrada) e um macarrão com salsicha delícia de prato principal. Rolou até um vinhozinho que os meninos curtiram pra espantar o frio. Ficamos conversando com o outro grupo que vinha nos seguindo direto nas paradas (óbvio né? Eles também eram da Esmeralda Tour) sobre o roteiro de cada um, ideias e coisas que estávamos animados pra ver. Depois disso, rolou uma pausa super fofa para foto com um menininho de 3 anos que tava encantado com a tecnologia touch do celular e tava se acabando gravando vários vídeos dele. Fomos dormir cedo, porque no dia seguinte teríamos que acordar às 4:00 da madrugada. Às 21:00 geral já tava embalado no sono. Eu demorei um pouco pra dormir, porque tenho alergia à poeira e ela tava atacando sério. Fora que odeio aqueles cobertores de mendigo, sabe? Tava me irritando aquilo lá e acabei tirando, apesar do frio do mal. Essa noite foi bem tensa, um porque o travesseiro era alto pra caraca e tava me dando uma dor bizarra no pescoço, dois que a cada viradinha de um lado pro outro que a gente dava dormindo nosso coração batia MUITO rápido, muito rápido mesmo (todos tiveram esse problema), então todos estávamos dormindo, mas nos sentido ofegantes como se tivéssemos corrido uma maratona (bizarro o que a altitude não faz). Quando deu 23:00 Arthur acordou a Elisa pra pedir remédio pra dor de barriga (os efeitos da banana assada do almoço ainda estavam surtindo efeito), que me acordou, que acabei acordando o quarto inteiro na mobilização de um remédio pro Arthur. Eu sei que a gente acordou no susto, porque só tínhamos dormido duas horas, mas o sono tava tão profundo que deu a sensação que já estávamos dormindo a 8 horas. Geral rindo pra caraca porque estávamos com a mesma sensação de sono infinito e estávamos acordados procurando remédio pro Arthur, que no final, coitado, tomou uma bomba de remédios variados na esperança de melhorar (cada um deu um remédio diferente). Voltamos a dormir e acordamos às 4:00 da madrugada prontos pra mais um dia sensacional no Uyuni! SALDO DO DIA: - Bs. 8,00 – Folhas de coca - Bs. 5,00 – Banheiro na Laguna Hedionda - Bs. 150,00 – Reserva Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa TOTAL: Bs. 163,00 PRÓXIMO CAPÍTULO: (CAP.5) A madrugada congelante dos Geisers (-8ºC) e a despedida confusa do Uyuni
  48. 1 ponto
    Galera, Este post é destinado a quem quer conhecer punta cana sem esta em resort, seguinte, não tem milagre, você está indo a um lugar turístico e como todos os lugares turísticos, em qualquer lugar do mundo, sempre tem os espertos, portanto tem que ficar ligado. O lugar é maravilhoso vale muito a pena conhecer, pois faz jus as fotos que você encontra na net, o clima é agradabilíssimo a temperatura da água é super agradável, iniciando esse post acredito que ele vai tomar mais um rumo para apontar o que eu julguei ser problema, do que ostentar as belezas do lugar. Mas quero já me redimir pois o lugar é maravilhoso, o post só tomará um sentido mais negativo, porque antes de eu ir poucos post davam esse panorama, já que a grande maioria que escrevem são pessoas que ficaram em resort e para estes o contexto é totalmente diferente, é como vir ao Brasil e só conhecer shopping center's e a avenida Paulista, tudo é perfeito. Sem contar que os hospedes do resort normalmente fica 90% do tempo alegre ou ébrios. Vamos só contextualizar qual foi a minha estadia, foram 9 dias (10/09/2015 a 19/09/2015) em hotel sem café e nem refeições, ficamos em El Cortecito, então tudo que será exposto estará neste perímetro, uma vez que estávamos sem carro. Uma coisa importante que é facilmente perceptível, o governo sabe que o turismo é fonte indispensável de recursos da região e portanto o incentiva, há um certo cuidado com o turista, e pelo que eu conversei com as pessoas de lá há regras rígidas, as quais todos os trabalhadores relacionados direta ou indiretamente ao turismo temem, parece que se algum turista denunciar, reclamar ou tiver algum problema com algum cidadão dominicano o tempo fecha para o dominicano, com prisão sem muita discussão. Isso é bom saber, pois tem muito profissional chato(não se compara aos da Bahia e Fortaleza) e estelionatário, então se você quer dispensar é só fechar a cara, aparentar está ficando irritado ( se já não tiver) que o pessoal sai fora. Isto serve também para a mulherada que estiver viajando só entre mulheres. Pergunta, é possível ir a punta cana sem estar em resort? a resposta é sim, e é muito fácil tem muitos hotéis, tem hostel bem localizados o que se tornam uma opção financeiramente interessante. Vale a pena? para essa resposta tem uma série de considerações a se fazer, mas para quem curte viajar e não “turistar”, na minha humilde opinião, vale sim, pois sai mais barato e é culturalmente muito enriquecedor. Uma dica, considere pegar uma hospedagem que tenha café da manhã é um conforto que vale a pena. Outra dica, faça a reserva no hotel de sua preferência pelo site de sua preferência ou da forma que você achar que deve, entre em contato com o hotel e peça para eles indicar um taxi ou alguns taxis. Brasileiro que é brasileiro sabe, por experiência, que há muitos maus profissionais neste ramo e lá não é diferente. Nós pegamos um taxi no aeroporto e não tivemos problema, mas é melhor prevenir, isso inclusive foi uma dica da recepção do hotel. Para quem vai para a mesma área que nós, leva 30 minutos do aeroporto, e custou U$ 30,00(achei razoável). Aproveitando, deixa eu falar de um problema que tivemos lá! Me sinto um idiota até hoje por ter caído num golpe desse, mas o que vale é a experiência e poder ajudar as outras pessoas. Desconfie de todos os dominicanos que chegarem muito amistoso, deixem eu só abri um parênteses aqui, me desculpem ao povo dominicano e não me entendam mal, mas sendo turistas somos alvos dos estelionatários , da mesma forma, povo dominicano, quando vinherem ao Brasil (serão bem vindos), mas desconfie de todo o brasileiro que chegar com muita simpatia, nesse caso vocês são os turistas e potenciais vítimas, fecha parenteses e isso vale para qualquer viagem. Como eu ia dizendo, o golpe é o cara se faz de amigo, te leva até para tomar café, não deixa você pagar porque você só tem dólar, diz ele que não vale a pena, fala para você andar com peso dominicano, lhe induz a tirar o dinheiro no caixa eletrônico e pega o seu dinheiro e some. Bem sei o que muita gente vai dizer, mas me defendendo, até notei que tinha algo de errado, mas eles acabam te envolvendo principalmente criando uma situação onde gera um pequeno tumultuo (falando rápido, embolado) e você acaba se perdendo. Em nenhum momento me senti em perigo, ou fui ameaçado, mesmo na hora em que ele pegou o dinheiro. Portanto, começou a ficar tumultuado, você não se lembra da pessoa e tem dinheiro envolvido, vaza!!! Outra coisa, nas lojas, faça questão de entender a conversão (nesse eu não cai), como estamos condicionado a converter do real para o dólar e do dólar para o peso, muitos lojistas, mesmo os de restaurantes, tentam levar, um, dois, cinco ou dez dólares a mais. Esqueça o real, pense de dólar para peso, vai ficar mais fácil e quebre o pau se for necessário. Via de regra os dominicanos são muito hospitaleiros e simpáticos, uma vez que você tenha certeza que não se trata de um golpe, você terá uma experiência muito agradável. Uma dica, levem dolares trocado, não levem somente notas altas, de 50 e 100, pois eles vão te dar o troco em peso e você vai perder, ou na conversão ou na desvalorização da moeda local. Inclusive quem vai para resort, levem dólares também, pois vocês irão querer fazer passeios não programados e terão que pagar por eles. Não levem real em espécie, não serve para absolutamente nada, não é possível trocar nem em casa de cambio e bancos também não é algo muito simples. Cartão de crédito e ou débito é bom como um segundo plano e/ou para não levar tanto dinheiro (o que é um problema também). Clientes Bradesco podem desbloquear o cartão de crédito pelo internet bank, todas as vezes que for viajar para o exterior, porém o de débito é só na agência ou pelo fone-fácil se você tiver a senha, clientes Santander desbloqueio é feito apenas uma vez e fica livre para sempre. O débito nem sempre funciona (ou eles não sabem fazer esta transação). Passeios, não comprem aqui no Brasil, vai sair bem mais caro. Também não comprem nos resorts vai sair bem mais caro e você irão no mesmo passeio que qualquer outra pessoa irá, a menos que seja um passeio exclusivo do resort ( que são raros). Vou dar um exemplo, eu e minha noiva compramos o passeio para ilha Saona, dia todo, com transporte incluso, refeição e bebidas inclusos, pagamos U$ 100,00 o casal, no mesmo ônibus tinha um casal que pagou U$ 200,00 o casal e um outro pagou U$ 300,00. Sim, eles olham para sua cara e dão um preço(vai que cola!). Negociem, e se eles ficarem ofendidos (alguns ficam) F__A-SE, falem com outro, o que não faltam é pessoas vendendo passeios, afinal meu dinheiro não da em árvore. Minha sugestão, só comprem de pessoas que estão na praia, pois me parece que na praia a segurança é mais reforçada e apenas vendedores cadastrados podem ficar na praia oferecendo passeios, para ter certeza, antes de comprar negociem preço pague apenas passeios que vocês podem fazer na hora ou pagar na volta, e voltem outro dia para verificar se o vendedor fica na mesma área, eles costumam ter áreas delimitadas. Uma vez que não tenham problemas ai podem pagar passeios agendados, mas prefiram pagar na volta. Alguns post’s falam do assédio dos vendedores na praia, mas na boa?! Não achei ruim não, o vendedor de amendoim da Praia Grande – SP é, de longe, mais chato, quem já foi no Pelourinho – BA sabe do que estou falando, lá os vendedores te puxam pelo braço, te ameaçam... da vontade de cola o brinco na orelha do cidadão... o que acontece em punta cana é que se você passar 10 vezes na frente do vendedor, ele vai falar 15 vezes contigo, mas você fala que não quer, que já comprou e os cara saem fora. Segurança, eu me senti seguro lá, eu moro em são Paulo.... sei do que estou falando kkkk... você nota que é um segurança forçada, todos os estabelecimento tem segurança armado (e não é com 38), tem policial fardado na praia e todos os resorts tem segurança na praia inclusive armado. Se você é uma pessoa que presta atenção nos detalhes, verá que tem câmeras, barreira ou ouriço nos muros e por vezes cerca elétrica, as casas tem grades etc, “para bom entendor pingo é letra”. Um episódio interessante, no hotel onde estávamos, havia segurança na porta durante a noite, em uma noite teve uma queda de energia elétrica, prontamente o segurança fechou uma das duas portas de vidro da recepção e ficou na parte interna do hall, foi um movimento bem brusco para um lugar tranquilo, kkkkkkkk. Mas durante a estadia, não vi qualquer tipo de abordagem que preocupasse, o que me parece é que os proprietários locais têm problemas de segurança, mas com o turista a coisa é mais tranquila. Eu e minha noiva ficávamos andando pela avenida Alemania tranquilamente a noite, na praia então ficávamos até 00:00 ou 1:00 da manhã. Praia privada, com toda a certeza nós andávamos diariamente uma extensão de praia maior que 4km, passando de uma praia de um resort para o outro, a praia não é privada, ninguém fala nada de você esta na praia. O que acontece é que a faixa de areia é larga e parece que parte dessa faixa faz parte do terreno do resort onde cada um coloca as esteiras e camas para seus hóspedes, mas o resto é público, ou pelo menos ninguém falou nada (rsrsrs). O fato de ter as esteiras inibi um pouco de você estender uma toalha na frente das esteiras e fica lá, mas fizemos isso em vários pontos e não tivemos problemas. Propina, pense num bagulho chato, principalmente se você é como nós que raspou o fundo do taxo para poder viajar ou simplesmente é sovina. Todo mundo que for simpático contigo, não o será de graça... a propina (gorjeta) não é obrigatória e nem tem um valor definido, massssssss ao final de todo o passei, aquele guia super simpático vai falar para ti “se vocês gostaram do passeio e acha que vale uma propina... mas não gostaram não tem problema”, todos eles falam. Até a terceira vez da pra levar numa boa, mas você vai somando e conta não vai fechando... Isto acredito que acontece menos dentro dos resorts e dentro dos restaurantes, mas de resto... Sinceramente neste caso não tenho dica, até porque até o presente momento não faço ideia do que viria a ser uma propina ruim, uma propina aceitável e uma boa propina. Acho que o esquema aqui é: “não deixe ninguém fazer nada que você possa fazer”. Aeroporto, se você como eu tem um belo equipamento (no meu caso de mergulho) e vai levar aquele monte de tralha, que sua noiva fica falando uma pá, saiba que o carrinho de bagagem só esta disponível na área de desembarque do aeroporto de punta cana, na área de embarque NÃO tem. Lembre-se disso. Carregador de bagagem no aeroporto, na área de desembarque, tem um pessoal devidamente fardado e autorizado a carregar suas bagagens, porém utilizando a mesma técnica dos estelionatários já citados, eles fazem um certo tumulto e já saem carregando sua bagagem, o que não fica claro é que isto é um serviço pago(muito bem pago, obrigado!), eles cobram U$ 10,00 para fazer algo que você já ia fazer, que você não pediu e que você não precisava. Portanto caso isso ocorra, seja rude e deixe claro que você não quer, óbvio isso no caso de você não querer mesmo, ou simplesmente não pague se você não solicitou, pois eu acho uma atitude abusiva e eu fui enrolado nessa também. Moto-taxi, dado o acontecimento anterior eu não recomendo, dizem que os que tem um colete amarelo são regulamentados, mas não me lembro de ver muitos com este colete. Se você precisar peça ao hotel ou no estabelecimento que indique ou chame um, não pegue os que lhe abordam na rua, não é seguro. Party boat, o que faz a diferença deste passeio com toda a certeza é a equipe do barco, pois o percurso são os mesmos. Nós fomos no catamarã Bebe, pagamos U$ 100,00 , é um barco sensacional e tem tripulação bacana, mas não tem uma organização para entreter os passageiros, ai neste caso se você pega uns passageiros animados fica show, mas se os passageiros forem mais tranquilo vira um passeio de barco. Para garantir um divertido passeio faça questão de escolher qual o barco que vocês querem ir, pelo que eu vi a tripulação é sempre a mesma. Eu indico uma lancha rosa e branca que está escrito no casco “PARTY AND SNORKEL FOR A CAUSE” que tem uma dupla de dançarinos bem bacanas, tem outra lancha branca com detalhes azul marinho e verde, a rapaziada também são muito animada, eles saem desta área clique aqui para ver o mapa . Tem um que é um catamarã todo caracterizado como navio pirata e a tripulação também vão toda caracterizada, parece ser bem legal, por uma questão financeira não fizemos este passeio ele custa U$ 200,00 por cabeça. Lembrando estes são o que eu vi em 9 dias, deve ter outros legais também. Alguns passeios é bom exigir, não são todos iguais. Speed boat, pense numa brincadeira legal!? Vale a pena pagar, foi U$ 80,00 o casal, você guia o seu barco, para nós homens é bem legal, kkkkkk, as noivas fica de cameragirls, para gente poder postar os vídeos...rsrs, bem! Entretanto não é bagunçado assim, você precisa ser guiado, pois os recifes são rasos e podem pegar no casco e principalmente no motor, para isso vai uma terceira pessoa(o guia) no barco ou você segue um outro speed boat. Prefira o que é guiado por outro boat, fica mais fácil escapar da boa e véia propina, além de ter mais potência para você acelerar. Mergulho – lembre-se punta cana NÃO é mar do caribe, é atlântico, é muito bom para mergulhar também, mas já que você esta em punta cana, vale muito, mas muito a pena investir um pouco mais e desabalar para o mar do caribe e mergulhar lá, infelizmente não sei dizer o quanto a mais, mas vai ser um pouco salgado pois vai ter que pegar um transporte que vai te levar até Bahiaibi (provavelmente) e estamos falando de quase 1h de viagem dependendo do lugar de punta que você estiver. Fizemos o mergulho pelo Happy Dive Center, pagamos U$ 70,00 para eu mergulhar (eu sou certificado) e U$ 100,00 para minha noiva (não é certificada ainda), eles não são de resort. Foi um tiro as escuras, mas deu muito certo, é um dive center bem pequeno sem muitos recursos, mas é a velha história “o menos que virou mais”. Minha noiva ainda tem alguma dificuldade na água e o diver, acho que era Harry, que estava com a gente foi muito tranquilo e sem pressa, ela fez alguns exercícios na piscina natural antes de partirmos para o mergulho propriamente dito. Nós acabamamos mergulhando em punta cana mesmo, já que eu comprei na praia e o vendedor não deu grandes explicações, no dive center eles me falaram que o melhor é ir para o mar do caribe em especial para ilha catalina, que tem os mesmos atrativos visuais da ilha Saona e é menos movimentada. Este dive center também tem outras atividades, antes de você fechar seu mergulho ou qualquer outra atividade vale a pena consultar eles, provavelmente eles buscam no hotel. Hotel Green Coast Deluxe – é um hotel razoável, para pessoas mais exigentes não recomendo, até porque pelo preço não dá para exigir muito. Eu me hospedaria novamente nele tranquilamente, mas eu quase não tenho exigência quanto a hotel, então não conta rsrsrs. Tiveram algumas coisas que realmente nos incomodaram, na hora de fechar a hospedagem pelo site Booking, aparecia que tinha opção de café por U$ 6,00, mas o hotel não oferece café da manhã, na verdade tem lugares perto onde você pode tomar café, mas é U$ 12,00, outra coisa foi o interfone que estava quebrado, tivemos que remarcar um passeio ( e pagamos por isso) porque o ônibus veio nos buscar e não conseguiram ligar no nosso quarto da recepção. Fora isso, hotel tem recepção 24h, tem ar condicionado, tem elevador, é bem localizado, tem restaurantes a um preço razoável próximo. Dicas, a água do frigobar é gratuita, pelo menos não nos cobraram duas que tomamos (rsrsrsrs), no banheiro para aquecer a água é necessário apertar um interruptor, que fica junto do interruptor de luz e vai acender uma luzinha vermelha, ai é só esperar uns 10 minutos. Ilha Saona (Isla Saona) – bem o que dizer deste lugar? Ele é lindo, o mar do caribe é algo fabuloso. Pagamos U$ 120,00 para o casal, é um passeio que leva o dia inteiro até porque é longe. Já está incluso bebidas e almoço, inclusive cerveja, mas é cerveja de maquina, se tiver muita gente acho que não vence. O passeio faz uma parada em uma piscina natural no meio do mar, fomos para ilha de lancha rápida e voltamos de catamarã, acho essa melhor opção, o catamarã é lento e na volta da para vir contemplando o mar e se divertindo no barco. Eu gostei da comida servida no esquema self-service. O maior problema deste passeio são os turistas, quando você mergulha você vê um monte de copinho descartáveis boiando e no fundo, fora outros lixos. Turista bêbado é um saco... bêbado é um saco e como em todo lugar como este, tem um pessoal que só vai para beber, ai já viu. Aviso, não sei se foi a época que eu fui, mas a ilha estava infestada de borboleta, se você tem medo #ficaadica, eu achei o máximo, deu até um clima!!! áh e tem pernilongo também. Restaurantes - Soles Chill Out Bar – é um restaurante bacana de frente para o mar, não é barato mas é bem agradável principalmente a noite, nós jantamos nele tinha uma linguiça grelhada(churiço) que estava ótimo, a minha noiva pegou um espaguete a carbonara, que também estava uma delicia. De sexta rola um Dj e acho que sábado também. - Plaza del Pirata los Corales – fica atrás do Soles Chill Out Bar é um conjunto de lojas de artesanatos, tipo galeria, é meio estranho mas é interessante, tem uma saída do lado da praia e outra que da dentro de um condomínio que já sai na rua Alemania, entrando no shopping quase saindo do lado do condomínio tem um restaurante, que este sim me agradou, é o bom e barato, mas já vou avisando, é muiiiiiito fuleiro, é um restaurante mais voltado para o trabalhadores locais, mas vou falar para vocês comi um prato chamado bandeira dominicana, o qual consiste em arroz branco, feijão , carne cozida, acho que era porco e almondega, que estava uma delicia. Vamos combinar que comer fora do Brasil é sempre uma aventura, dessa vez eu me dei bem. Se você é do tipo viajante e mochileiro, pode ir, o pessoal fica te olhando meio torto, afinal você é turista, mas não deu nada...rsrsrsrs. Em média nós pagávamos 1000 pesos por refeição para o casal, neste restaurante pagamos 500 pesos, mas de novo, não é para você que faz questão de um “ambiente agradável”. - Garota Rodizio & Grill, restaurante brasileiro com pratos carioca, tem uma parrillada muito boa, feijão preto etc. O preço é bom. - Don Pio , restaurante cubano muito bom com um preço bom também. O suco de abacaxi(Piña) é muito bom. Comemos arroz, feijão e Pechuga de pollo(frago), era tiras de peito de frango grelhadas (acho q com shoyo) e pimentão, estava muito bom. Também tem parrillada. - Bella Napoli Pizzaria e restaurante, restaurante italiano com uma massa ótima, pedimos espaguete, o qual veio uma quantidade boa para matar a fome, e preço foi bom. - Perto do Bella Napoli almoçamos num mercadinho, algo bastante simples, também voltado mais ao povo local, mas também foi muito bom e barato. Vamos deixar uma coisa bem clara, quando eu falo barato é relativo aos preços que estávamos pagando, não necessariamente é barato mesmo... kkkkkkk Parasail – este foi um passeio que valeu muito apena, custou U$ 50,00 o casal. É um paraquedas guinchado por uma lancha, onde você voa a alguns metros da superfície da agua, tem capacidade para 3 pessoas, e a vantagem é que você sai sentado do próprio barco, logo não tem perigo de cair e ser arrastado. Dura em torno de 15 min. free shop no panamá – bem nossa ida foi pelo panamá, não por acaso, mas ouvi falar que era um dos free shops mais baratos, portanto pensei em dar uma olhada, não que eu tivesse dinheiro, mas bateu a curiosidade. Confesso que eu me decepcionei, eu estava vendo basicamente duas coisas chocolate e a gopro, em ambos os casos o free shopping do Brasil estava mais barato, até U$ 5,00 a menos. Portanto saibam o preço do que vocês estão comprando, ou vão pagar mais caro. abaixo segue algumas indicações: neste local clique aqui para abrir o mapa procurem pelo Rassan( não sei se é assim que se escreve) ele vende uma penca de passeios fizemos o parasail com ele. mais ou menos aqui clique para ver o mapa ou no plaza del pirata, podem cruzar com o Rosé Reyes(pronucia-se Rosé), fizemos Saona, speed boat(com o guia dentro do barco) e o party boat (no barco Bebê) e mergulho. Não paguem o primeiro preço e ele vai querer levá-los a loja de souvenir e se auto-intitula seu assessor para pedir a proprina. O melhor é já avisar que não querem comprar nada e só fazer o passeio e só. Só estou dando o contato porque deu tudo certo. segue a foto do cidadão segue o contato do happy dive center
  49. 1 ponto
    Capítulo 17: O lindo – e traumatizante – caminho até Aguas Calientes. 16/04/15 Eu já havia lido bastante sobre o caminho que levava à hidrelétrica de Santa Teresa. Estradas sem asfalto, beirada por barrancos e penhascos, muitas pedras e cascalhos. Mas não estava muito apreensivo por conta disso. Além de gostar da adrenalina, costumo me apegar ao lado racional da probabilidade nessas horas. Igual viajar de avião. Mas o que eu não poderia prever era que aquela viagem me traumatizaria de uma outra forma rs. Acordamos bem cedo nesse dia. A van passou para nos pegar às 6h. Demos uma volta pela cidade buscando o restante do grupo e, então, seguimos viagem. Uma parada para o café da manhã estava prevista para as 8h, numa lanchonete de beira de estrada. Chegando lá, uma chuvinha agradável já dava as caras. Eu não estava com tanta vontade de comer, me sentia um pouco enjoado. “Náusea matinal”, pensei. Pagamos 6 soles cada na opção mais barata disponível: um pão com queijo e um café simples. E até que estava gostosinho. Voltamos pra van e seguimos nosso rumo. O motorista havia nos avisado que, a partir dali, só voltaríamos a parar para o almoço, meia hora antes do nosso destino final. Ou seja, as próximas quase 5 horas seriam dentro da van, sem parada. Uns 20 minutos depois de partirmos, aquela náusea já se fazia mais presente. Eu, que não sou de enjoar em viagem, comecei a ficar preocupado. Meia hora depois disso, senti a primeira pontada na barriga. Aí sim eu fiquei preocupado de vez. As próximas duas horas que se seguiram foram de um mau humor tremendo da minha parte. Eu lutava contra um enjoo e uma dor de barriga. Até aquele momento, ambos estavam sob um pseudo-controle. Num primeiro momento, pensei no pão do café da manhã. Mas logo descartei a hipótese, porque vários comeram dele, e todos estavam bem. Sem falar que eu já estava me sentindo estranho antes mesmo do café da manhã. A única coisa então era... o molho em Cusco na noite anterior. Eu já estava suando frio. Seguíamos por aquelas estradas horríveis, chacoalhando sem parar. No começo, não senti necessidade de pedir ninguém pra parar em nenhum lugar, isso por diversos motivos: 1) eu achava que aguentaria até a próxima parada, 2) o motorista disse que não iria parar e que deveríamos usar o banheiro antes, 3) eu iria chamar a atenção de todos por conta disso e 4) não havia nenhum lugar além de barranco seco e penhasco, então não adiantaria muito. Antenor fez esse vídeo de um pedacinho da estrada. Vejam vocês mesmos. [media] [/media] Num certo ponto da viagem, eu comecei a ter tanta cólica, suava tão frio, que todos os meus músculos se contraíam. Até os dedos dos pés sentiam dor. Antenor tentava conversar comigo, me chamando a atenção para as coisas que ele via na paisagem, e tudo o que eu sentia vontade era dar uma cotovelada na boca dele de tão mau humorado e que eu não estava afim de ver P****RA de paisagem NENHUMA kkkkkk. Coitado, mal sabia. Eu estava ali, olhando pra frente, quieto, concentrado na única coisa que importava na minha vida naquele momento: não-cagar-nas-calças. Uma hora... duas horas... e nada de chegar. “Mais meia hora”, ele falava, e, depois de meia hora, “mais 20 minutos”, e, depois de 20 minutos, “mais uns 15 minutinhos”. Naquele momento eu estava tendo cólica de 20 em 20 segundos, tipo mulher em trabalho de parto, só que o neném seria outro KKKKK. Eu já não tinha controle nenhum a não ser a fé e a oração em todas as santidades existentes. Fiz 14 promessas, 40 pai-nossos, pedi perdão por todos os meus pecados. Tudo o que eu queria era aguentar até a nossa parada pro almoço. Engraçado que muitas pessoas depois, quando contei essa história, falavam comigo “Mas por que você não pediu pra parar a van? Por que não saiu dali? Nem que fosse em qualquer lugar...” MEUS AMIGOS, eu simplesmente não tinha força sequer para FALAR. Se eu pronunciasse um “A” pro motorista, a barragem da Samarco iria estourar ali naquela van e eu viraria piada internacional nas manchetes “El Mochilero Cagon de Machupicchu”. Quando o motorista falou “depois daquela curva chegaremos” eu tive uma carga de ânimo pra aguentar mais um pouco. Aí quando ele vira a curva eu vejo mais trezentas e sessenta e sete curvas pela frente, chacoalhando e pulando o tempo todo. O duelo interno continuava, a pior batalha da minha vida. Nesse momento, eu já estava me conformando com a desgraça e pensando em possíveis estratégias. Fugir para o himalaia, mudar de nome, até mesmo assassinar todas as testemunhas (brincadeira, vai que a PF tá lendo isso). O pessoal na van tava com medo de cair nos penhascos, e eu mais preocupado com o fato de cair no penhasco e morrer cagado lá em baixo, e o povo pensar que eu morri me borrando de medo. Por uns 3 ou 4 instantes, eu jurava que tinha perdido a guerra, jurava que a coisa ia ceder, literalmente. Mas conseguia controlar. Sentia dor até na orelha a cada contração, cada cólica contida. Foi a viagem inteira imóvel, calado, olhando apenas pra frente, respirando fundo e concentrado em manter minha dignidade hahaha. Sério, foi, de longe, a pior viagem da minha vida. Hoje eu dou risada, mas foi muito triste lá na hora. Quando eu já havia desistido, surge o primeiro sinal de civilização. Quase caiu uma lágrima. Só não caiu porque até meu canal lacrimal devia ter sido convocado pra guerra interna contra a caganeira que tava rolando lá no meu intestino. Uns 10 minutos depois, ele parou em frente a um restaurante, e eu nem sei se tinha alguém na minha frente, só sei que sai empurrando todo mundo e fui correndo pro banheiro de um bar que tinha ao lado. “Baño 1 sole” estava escrito. Pois eu pagaria até a minha mãe naquela hora. Entrei direto e fechei a porta. Aqui vou poupar-lhes do que aconteceu lá dentro, porque esse capítulo já tá nojento demais. Mas digamos que ao sair quase deixei uns 10 soles, de tanta dó que senti da dona do bar. Nessa hora, Antenor já estava me procurando, porque todo mundo tava terminando de almoçar e eu tinha sumido. Expliquei toda a situação pra ele e ele, enfim, entendeu por que eu estava estranho e calado a viagem toda. Pedimos uma refeição leve e, apesar de eu não estar com muita fome, sabia que aquilo me faria bem. O time lá dentro precisava de um reforço depois de vencer a maior batalha de nossas vidas hahaha. Pagamos 10 soles num menu que incluía uma sopinha de quinoa. Esqueci de falar que ali onde paramos para o almoço é a cidade de Santa Teresa. Seguimos viagem e, meia hora depois, chegamos à hidrelétrica, o ponto mais próximo de Machu Picchu que os veículos conseguem chegar. Dali em diante, só de trem ou andando. O local concentra várias vans e tem vários mochileiros iniciando a trilha, então é bem tranquilo. O motorista já deixa combinado que todos devem estar de volta àquele local até as 13h30 do dia em que está marcado o retorno a Cusco. Começamos a nossa trilha logo que chegamos, por volta das 13h40. O local é todo sinalizado, então não há problema nenhum. No começo, tem umas subidinhas bobas, mas logo o caminho fica inteiramente plano, e a gente segue junto ao trilho do trem. Há um bom espaço nas laterais, e você escuta o trem bem de longe dando sinal, então é só chegar pro lado e ficar aguardando ele passar. A média de duração da trilha é de 2 horas (pessoal mais rápido) até 4 horas (pessoal que anda mais devagar). Como eu não estava nas melhores condições, acabamos fazendo em 2h40. Eu nem sei se devo contar isso, porque esse capítulo já tá uma *merda* kkkk, e foi uma situação ainda mais constrangedora, mas, enfim, tô sendo sincero aqui, e é bom pra saber que pode acontecer com qualquer um. Mas logo no início da caminhada veio um contra ataque insuportável daquela cólica. Quase chorei de dor. Larguei tudo no chão, peguei o papel higiênico na mochila e corri pra uma mata fechada. Foi a primeira vez na vida que passei por uma situação dessa kkkk, mas nessas horas você perde a vergonha, perde o medo, perde tudo, só não perde a dignidade. Teeeeenso! Juro que até hoje estou esperando chegar uma maldição Inca como punição por esse sacrilégio em solo sagrado. Bom, pelo menos era adubo. kkkkk Mas chega de papo nojento!!! Vamos falar de coisa agradável agora. A trilha é LINDA! Se você gosta de natureza, vai adorar caminhar por aquele lugar. Mesmo passando mal, segui o caminho todo curtindo aquela vibe, tomando muita água e comendo muita fruta (granadilla, minha preferida nessa trip). Vou deixar as fotos falarem por mim. 02_trilha_aguas_calientes by Rodrigo Alcure, no Flickr Iniciando a trilha. 03_trilha_aguas_calientes by Rodrigo Alcure, no Flickr Logo no início já dá pra avistar a local de Machu Picchu. 04_trilha_aguas_calientes by Rodrigo Alcure, no Flickr Trilha até Aguas Calientes. 05_trilha_aguas_calientes by Rodrigo Alcure, no Flickr Trilha até Aguas Calientes. Natureza de tirar o fôlego. 06_trilha_aguas_calientes by Rodrigo Alcure, no Flickr Trilha até Aguas Calientes. 07_trilha_aguas_calientes by Rodrigo Alcure, no Flickr Trilha até Aguas Calientes. 08_trilha_aguas_calientes by Rodrigo Alcure, no Flickr Trilha até Aguas Calientes. Que tal uma parada para se refrescar? 09_trilha_aguas_calientes by Rodrigo Alcure, no Flickr Trilha até Aguas Calientes. Aguardando o trem passar. No final da trilha, é preciso muita atenção. Isso porque não devemos continuar seguindo pelo trilho do trem, e sim descer por um outro caminho. Se você seguir pelo trilho, irá passar pelo túnel, que é proibido. Se o trem passa ali na hora, não tem “acostamento” pra você se proteger, aí já era. Muito cuidado com isso. Tem um pessoal que avisa, mas nem sempre eles estão ali. Então observem bem o caminho. De longe, avistamos a cidadezinha de Machupicchu Pueblo (ou Aguas Calientes, como é mais conhecida pelos mochileiros). Eu fiquei encantado. Ela é muito charmosa. E quando cai a noite, fica mais bonita ainda. 10_aguas_calientes by Rodrigo Alcure, no Flickr Machupicchu Pueblo (Aguas Calientes). 11_aguas_calientes by Rodrigo Alcure, no Flickr Machupicchu Pueblo (Aguas Calientes). 12_aguas_calientes by Rodrigo Alcure, no Flickr Machupicchu Pueblo (Aguas Calientes). 13_aguas_calientes by Rodrigo Alcure, no Flickr Machupicchu Pueblo (Aguas Calientes). 14_aguas_calientes by Rodrigo Alcure, no Flickr 15_aguas_calientes by Rodrigo Alcure, no Flickr Machupicchu Pueblo (Aguas Calientes). 16_aguas_calientes by Rodrigo Alcure, no Flickr Machupicchu Pueblo (Aguas Calientes). Ficamos hospedados no hostel Supertramp. Quarto compartilhado, banheiros legais, tem até uma lanchonete/restaurante/pizzaria onde é servido o café da manhã. Achei bem legal. Pagamos 60 soles cada por 2 diárias. Tomamos um banho pra tirar aquela “nhaca” da viagem e da trilha, e saímos pra jantar. Optamos por comer algo mais leve, obviamente. Aguas Calientes é uma cidade totalmente turística. Vive em função de Machu Picchu. Então não espere os mesmos preços de Cusco. Entretanto, a concorrência pelo turista é alta, e pesquisando você acha coisa boa. Nós achamos um restaurante super bonitinho, não me conformo até agora de não ter anotado o nome pra passar pra vocês. Mas pagamos 13 soles num menu completo: entrada de salada (bem simples) + sopa + prato principal + sobremesa (bem simples, banana com doce de leite) + bebida. Um copo de limonada peruana. Estava muito gostoso e achei muito barato pelo que comemos, ainda mais na cidade onde estávamos. A limonada leva uma colherzinha pequena de clara de ovo na hora de batê-la. Não fique com nojo, experimente sem preconceito. Eu achei delicioso. Depois de jantar, tomei uma decisão não programada. Nós originalmente subiríamos até Machu Picchu andando. Só que eu não estava nas melhores das condições, e nós já iriamos subir o Huaynapicchu também. Acabamos comprando um ticket somente de subida no ônibus que vai até lá em cima. É uma facada, 12 dólares pra meia horinha de zigue-zague. Mas não tinha outra opção. Voltamos pro hostel e fomos dormir cedo. Eu estava meio febril, e no outro dia levantaríamos cedo pra entrar no parque logo no horário de abertura. Faltava muito pouco para, enfim, conhecer uma das grandes maravilhas do nosso mundo. E QUE MARAVILHA, meus amigos!!! SALDO DO DIA: s/6 desayuno s/1 baño (banheiro) s/10 almoço s/60 duas diárias Supertramp US$/14 bus ticket subida Machu Picchu TOTAL: s/77 + US$ 12 (US$ 35) Próximo capítulo: Machu Picchu, a Cidade Perdida dos Incas... e uma noite no hospital.
  50. 1 ponto
    Capítulo 15: Cusco, a cidade histórica. 14/04/15 Chegamos às 14h em Cusco. Foram quase mil minutos dentro do ônibus (16 horas, pra vocês não precisarem abrir a calculadora aí rs). Uma boa parte da viagem requer um pouco de controle estomacal, porque é uma curva atrás da outra, subindo cada vez mais. Até eu que não sou de enjoar em viagens acabei fiquei de saco cheio daquilo. A primeira coisa que fizemos ao descer no terminal de buses foi garantir nossa passagem para Puno. Como de costume, compramos o bus-cama da Cruz del Sur por 75 soles. Não é o preço mais barato, a mesma companhia tem opções de semi-cama por 55 soles. Pesquisando em outras empresas, deve sair até por menos. Mas é aquela coisa, em time que está ganhando não se mexe, e a gente estava satisfeito (e, principalmente, preparado) com os serviços anteriores. Compramos para o ônibus noturno (saída 22h) do dia 18 (dia em que retornaríamos de Machu Picchu). Na saída do terminal, há vários táxis disponíveis. São mais caros, pois se dizem mais “seguros”, e vão tentar te convencer a não pegar os táxis na rua. Não demos ouvidos por já estarmos preparados para isso, e seguimos adiante. Ali fora, pagamos 5 soles para um taxista nos levar até o Pariwana Hostel, que se localiza na região próxima à Plaza de Armas. Eu gostei do Pariwana. Bem organizado, quartos limpos, banheiro bem estruturado. Não é o estilo baladeiro do Wild Rover de Arequipa (que dizem ser o melhor Wild Rover de todos), mas atendeu bem às minhas expectativas. Pegamos um quarto compartilhado por 30 soles a diária para cada (fechamos 2 diárias). 01_cusco_pariwana_hostel by Rodrigo Alcure, no Flickr Pariwana Hostel. Fomos logo almoçar, porque a fome estava gigante. Pagamos 10 soles num prato de comida + refrigerante numa das mil ruas cheias de restaurantes por lá. Depois, fomos pesquisar agências para fechar os passeios dos dias seguintes. Cusco é uma cidade muito visitada, seja por conta de toda a cultura Inca, seja por ser caminho do ponto turístico mais visitado da América do Sul: Machu Picchu. Infelizmente, nosso roteiro não nos permitia muito tempo por lá. Só teríamos a tarde e a noite desse dia, mais o outro dia todo, antes de seguirmos para Aguas Calientes. Não vou mentir pra vocês dizendo que isso estava fora do nosso alcance. A verdade é que em nenhum momento eu senti muuuuita vontade de ficar muito tempo lá (talvez um dia a mais eu gostaria de poder ter ficado), mas é inegável que é uma cidade linda, e que muitos mochileiros fazem questão de passar pelo menos 3 ou 4 dias nela. Vou tentar explicar um pouco como funciona o sistema de passeios em Cusco. A cidade possui muitos sítios arqueológicos e museus para se visitar, e a maioria deles não possui bilheteria na entrada. A forma que o governo peruano encontrou para arrecadar as taxas de preservação desses lugares foi através do “Boleto Turístico” que vocês já devem ter ouvido falar. Basicamente, são 2 opções: o Boleto Turístico Geral e o Boleto Turístico Parcial, sendo: Boleto Turístico Geral - 130 soles (estudante com carteirinha internacional paga 70); - Válido por 10 dias; - É nominal e intransferível; - Permite visitar todos os locais, basicamente (16, no total), entre sítios arqueológicos, museus e monumentos. Boleto Turístico Parcial - 70 soles (creio não tenha desconto pra estudantes); - Válido por 2 dias consecutivos; - É nominal e intransferível; - São 3 opções de boletos (circuitos), sendo: Circuito 1: City Tour Esse “city tour” é na verdade uma visita aos sítios arqueológicos que ficam no entorno da cidade de Cusco. São eles: Saqsayhuamán, Q’enko, Puka Pukara e Tambomachay. Esse passeio costuma levar o dia todo. Circuito 2: Museus Permite conhecer museus, monumentos e centros de arte. São eles: Museo Municipal de Arte Cotemporáneo, Museo Histórico Regional, Museo de Arte Popular, Museo de Sitio del Qoricancha, Centro Qosqo de Arte Nativo, Monumento ao Inka Pachaquteq, Pikillacta e Tipón. Circuito 3: Valle Sagrado de los Incas Permite visitar 4 sítios arqueológicos no Valle Sagrado de los Incas. São eles: Ollantaytambo, Moray, Pisac e Chinchero. Dos 3 circuitos, talvez esse seja o mais “bonito” e procurado pelos mochileiros, e certamente o mais distante. Leva o dia todo e necessita contratar agência. Seu boleto fica com seu nome e a data de validade, e nele há o nome e as imagens dos locais que você pode visitar. Como cada boleto só permite conhecer uma vez cada lugar, na entrada eles fazem um pequeno furo no papel em cima da imagem daquele local que você está visitando. Como só poderíamos realizar um desses circuitos, já que só teríamos o dia de amanhã disponível, optamos pelo Valle Sagrado de los Incas. Pesquisamos várias agências até achar um bom preço, e fechamos por 23 soles (inclui transporte e guia, basicamente). O Boleto Parcial nós compraríamos em Pisaq, que era a primeira parada prevista. Vale lembrar que esse passeio do Valle Sagrado segue o roteiro Pisaq – Ollantaytambo – Chinchero. O Boleto também te permite vistar as ruínas de Moray, mas aí já é um passeio a parte. Quanto às formas de se chegar a Machu Picchu, são basicamente três: 1) Trem; 2) Trilhas; 3) Van + trilha. 1) O trem é a opção mais confortável e, naturalmente, mais cara, considerando o tempo percorrido. Esse trajeto da Peru Rail é considerado o trajeto de trem mais caro do mundo por km percorrido (pasmem), variando de 130 a mais de 1.000 dólares pra 2 horas de viagem. Vai de Cusco (Poroy) até Aguas Calientes. Uma opção menos cara é comprar o trecho de ida partindo de Ollantaytambo até Aguas Calientes. Muitos viajantes costumam fazer dessa forma, pois em Ollantaytambo há uma estação pela qual passa o trem, e no passeio do Valle Sagrado a gente passa por Ollantaytambo. Ou seja, eles saem cedo para o passeio do Valle Sagrado, visitam Pisaq, visitam Ollantaytambo e, ao invés de seguirem para Chinchero, já ficam por ali para pegar o trem pra Machu Picchu. 2) Em relação às trilhas, há várias opções. As mais tradicionais são a Trilha Inca (4 dias e 3 noites, 45km percorridos – também há opções de 2 dias, suponho) e a Salkantay (5 dias e 4 noites, 55km percorridos). Costuma-se andar de 6 a 8 horas por dia e dormir em acampamentos. São ótimas opções para os mais aventureiros e que possuem tempo e disposição para tal. Só estou meio por fora dos preços, a galera que fez podia ajudar aí nos comentários. 3) Já o circuito van + trilha é o mais econômico, e o que eu optei por fazer. Você fecha com uma agência o transporte de van (ou pode ir de táxi) de Cusco até a hidrelétrica da cidade de Santa Teresa. São horas e horas de viagem por uma estrada bem sinuosa, muitos diriam até perigosa. De lá, você faz uma trilha que dura de 2h a 4h, dependendo do seu ritmo, caminhando pelos trilhos do trem. É uma caminhada plana, tranquila, e MUITO BONITA, você segue literalmente dentro da mata andina. E não é perigoso porque há espaço suficiente nas laterais para você ficar quando o trem passa. Na mesma agência que fechamos o passeio do Valle Sagrado, fechamos também as vans para a hidrelétrica. Ida e volta ficou por 70 soles, sendo ida no dia 16 e volta no dia 18. Com isso, teríamos o dia 17 inteiro para conhecer Machu Picchu, sem pressa nenhuma, já que dormiríamos duas noites em Aguas Calientes. Passeios devidamente fechados, fomos aproveitar o resto do dia dando uma volta pela cidade. E qual é o melhor lugar pra se conhecer nessas horas? Os mercados, é claro. Seguimos pelas áreas mais populares, conhecemos o Mercado San Pedro, alguns mercados de rua, e toda aquela deliciosa e típica confusão. Compramos algumas coisas, como ímãs de geladeira, luvas de alpacas, frutas típicas (nectarina, fruto do cacto e granadilla, uma espécie de maracujá, só que bem doce, delicioso demais), alguns pacotes de biscoito, e não gastamos mais que 13 soles cada. Depois, para jantar, comemos uma pizza tamanho família + pão de alho + suco numa charmosa (e quente, porque essa cidade faz um frio do CÃO) pizzaria, e a conta toda deu 24 soles. De barriga cheia, voltamos para o hotel. No dia seguinte começaríamos a conhecer de perto toda aquela riqueza da cultura Inca. E é realmente de impressionar. 02_cusco_plaza_de_armas by Rodrigo Alcure, no Flickr Cusco, Plaza de Armas. 03_cusco_plaza_de_armas by Rodrigo Alcure, no Flickr Cusco, Plaza de Armas. 04_cusco_plaza_de_armas by Rodrigo Alcure, no Flickr Cusco, Plaza de Armas. 05_cusco_mama_africa by Rodrigo Alcure, no Flickr O famoso Mama Africa - achei legal, mas esperava mais. 06_cusco by Rodrigo Alcure, no Flickr Pelas ruas de Cusco. 07_cusco by Rodrigo Alcure, no Flickr Mercados em Cusco. 08_cusco by Rodrigo Alcure, no Flickr Mercados em Cusco. 09_cusco by Rodrigo Alcure, no Flickr O trânsito sempre "tranquilo" nessas cidades. SALDO DO DIA: s/75 bus-cama Cusco x Puno s/5 taxi até o hostel s/60 duas diárias Pariwanna Hostel s/10 almoço + refrigerante s/23 passeio Valle Sagrado (agência) s/70 ida e volta de van para Aguas Calientes (agência) s/13 gastos no mercado s/12 pizza + suco TOTAL: s/268 (US$ 80) Próximo capítulo: O Valle Sagrado dos Incas.
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