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Mostrando conteúdo com a maior reputação desde 15-11-2019 em todas áreas

  1. 3 pontos
    @Claudia_mdandrade De todos os lugares que passei na India, Delhi é onde se encontra o maior furdunço. Muita gente em todos os lados, muita buzina, muitas motos,muitos becos, muito de tudo rs. A estaçao de trem é enorme, até parece um formigueiro, mas não é dificil achar onde seu trem irá partir. Fazendo uma busca rapida pela internet voce irá encontrar inumeras opçoes de roteiro, pra montar o seu tudo vai depender do que voce quer ver e quanto tempo terá disponivel. Se voce for passar as ferias toda na India dará pra ver bastante coisa em varios cantos do país. De toda forma existe um roteiro classico partindo de Delhi no qual passa por algumas cidades como Agra, Jaipur, Udaipur, Jodhpur, etc. Se puder, vá até o Rajastão, fiz um tur de camelo dormindo no deserto partindo de Jaisalmer (fica proximo à fronteira com o Paquistão), é uma experiencia incrivel! Se tiver sorte poderá ver um cér extremamente estrelado. Ao andar pelas ruas de Delhi muita gente vai ti abordar na rua, seja pra vender algo ou apenas pra conversar, eles sao muito curiosos. Alguem poderá ti oferecer um transfer para conhecer todas as cidades do seu roteiro, mas ja ti adianto que por mais que o preço possa parecer super em conta, com certeza voce estará pagando muito mais do que se fizesse os deslocamentos por contra propria de trem. Voce tendo o itinerário pronto é possivel comprar todos os bilhetes de trem na estaçao de Delhi. Volto a dizer, é preciso ter o itinerário pronto pois o funcionario so pergunta de onde vc vai sair, pra onde quer ir e qual o tipo de bilhete deseja. Se nao tiver todas as informaçoes ele manda voce voltar depois. Sobre os deslocamentos de trem, eles sao bem lentos, mas bem mesmo! Voce sai de uma estaçao e quando o trem começa a embalar, logo ele ja está parando de novo, parece uma eternidade rsrs. Os vagoes sao sempre cheios. É quase certeza que ao chegar no seu banco ele estará ocupado por alguns inidianos, principalmente se for na parte de baixo. O pessoal é bem de boa, tendo pessoas no seu lugar voce tem duas opçoes, sentar e trocar uma idea com eles ou entao pedir pra sairem. Outra dica importante, leve seu papel higienico e comida, eu nao arriscaria comer o que é vendido durante o caminho porque a probabilidade de dar ruim é enorme. A pobreza existe por toda parte na India, mas só em Delhi eu vi coisas bem cabulosas como um mendigo morto embaixo de um viaduto. Muitas fezes no chao nas estaçoes de trem, até parece que é normal fazer as necessidades ali. Ao comprar agua mineral, verifique se ela realmente está lacrada, e ao terminar de beber amasse a garrafa pra evitar que o pessoal reutilize e coloque agua da torneira. Nas demais cidades é mais tranquilo, nao tem tanta gente como em Delhi.
  2. 2 pontos
    Dia 12 - 29/10 Como seria meu último dia inteiro em chalten decidi fazer dois trekking rápidos, um de manhã e um de tarde. Depois do café da manhã fui direto ao mirador de Los condores. Como fui cedo eu fiquei lá sozinha curtindo a paisagem por um tempo, dá pra ver toda el chalten. Comi mais pq minha comida de trilha não acaba nunca, nem tava com fome, mas comi pra acabar haha. Depois desci bem devagar e fui p hostel almoçar. O hostel fica bem vazio até antes das 18h, pq ninguém voltou dos trekkings, a partir das 18h vai enchendo. Almocei e fui direto para o mirador de las torres. Não quis ir na laguna torres pq estaria congelada, no mirador a vista já é beeem bonita. Acho que até o mirador são 3km e até a laguna são 9km. Em geral eu achei as trilhas fáceis, a mais difícil dizem que é a laguna de Los três e eu fiz até com dor no pé, logo é tudo muito tranquilo de se fazer, principalmente sem guia. Muitos trekkings tem bifurcação para outros trekkings, é tudo bem plaqueado e vc n se perde, mas o que eu quero dizer com isso é que talvez você faça uns 5km igual ao do dia anterior pra ir em outro ponto, entenderam? Nesse dia eu fui até a rodoviária trocar minha passagem de ônibus pra calafate, pois eu queria aproveitar mais um pouquinho por lá. Gostei muito do centrinho de calafate ❤ então mudei minha passagem para as 8h de amanhã, já que não teria o que fazer até 19h em chalten. Se eu já não tivesse pago o hostel, iria embora hoje mesmo na parte da noite. Hj pela noite fui ver quanto ficava minhas diárias pra ver se eu tinha dinheiro suficiente pra pagar, deu 3690 pesos (com a cerveja incluida), ainda bem que eu tinha esse dinheiro, não queria cambiar nada aqui (não tem casa de câmbio em chalten, somente alguns hostels). Podia usar cartao acima de 60 dolares, mas cartao tem iof, paguei em cash e sobrou uns míseros pesos. Deitei bem cedinho, pois no dia seguinte era tomar o café e ir embora, meu hostel fica 2 quadras da rodoviária.
  3. 2 pontos
    Se tiver nevando ou chovendo nem vai ver a aurora boreal. rs Questão do vento é resolvido com um bom tripé ou um bom local para apoiar a câmera. O frio extremo é complicado para qualquer eletrônico! Nessa ocasião é levar as baterias nos bolsos de dentro da jaqueta, mas próximo ao corpo.. para manter aquecido! Dependendo da temperatura pode descarregar em minutos. Demais.. concordo! O segredo é estudar antes de ir.. ou pedir auxilio para os guias lá! Ah não ser se for fazer uma expedição sozinho.. aí não tem jeito, é entender a função manual do aparelho. É super possível usar a gopro.. ela não terá a mesma qualidade que um câmera DSLR. Mas dá para registrar o momento! A SL2 é uma boa câmera de entrada.. além de ser um pouco menor e mais leve! Boa aquisição.
  4. 2 pontos
    Desde a minha adolescencia sempre quis conhecer dois lugares: Machu Pichu e Camboja. Mês passado consegui realizar um desses sonhos! Um dia antes de viajar, fiquei sabendo através de um grande amigo meu piloto que vários vôos estavam sendo cancelados por causa do tufão que passava pelo local justamente onde eu iria fazer conexão. Eu estava super nervosa com medo do meu vôo ser cancelado e com isso arruinar o meu planejamento. Cheguei no aeroporto, suando de nervosa, olhei para a atendente e estava tudo certo para minha viagem! Pra chegar ao meu destino dos sonhos passei por uma conexão em Taipei, no meio do tufão, mas nem por isso deixei de explorar a cidade e conhecer a linda Praça da Liberdade. De volta ao aeroporto, meu proximo destino seria Bangkok! 4 dias não foram suficientes para conhecer essa cidade incrível. Comida maravilhosa, rooftops de tirar o fôlego, tuk tuks pra todos os lados, templos incríveis e bares super animados. Aproveitei a oportunidade e com a ajuda de um grande amigo meu da minha terra natal consegui cantar em um live house. Com isso tive a oportunidade de conhecer excelentes músicos numa jam incrível com gente de vários países. Obrigada Caio pela noite maravilhosa (na verdade pelas duas noites!!!). Apesar de me despedir de Bangkok com desejo de ficar mais, eu também estava super ansiosa para chegar no meu proximo destino: Camboja. O Camboja é um país que sofreu muito com a guerra Khmer Vermelho, um dos maiores genocídios da história recente, matando grande parte da população e até hoje é possível ver as marcas deixadas dessa terrível catástrofe humana. Quando o avião pousou (graças a deus! Por que era um mini avião com hélice #medo), o calor estava de matar! Passei pela imigração e finalmente estava pisando em terras cambojanas. O motorista do hotel, seu Barang, estava lá me esperando e, apesar da dificuldade de comunicação, esbanjava simpatia. O carro deu partida e comecei a ver a cidade de Siem Riep através da janela. A cada quilômetro rodado, o cenário era o mesmo, muita pobreza. Cheguei no hotel e fui recebida com um delicioso chá e doces típicos do Camboja. Joguei minha mochila no quarto e fui rumo a Vila flutuante de pescadores que ficava a uma hora do centro. Na chegada à vila, a canoa passava pelas principais “ruas” onde é possível ver casas, igrejas e até uma escola suspensa. Pausa para o almoço num restaurante flutuante no meio de um enorme e importante lago para os pescadores. É ali que eles pescam e vendem para outros restaurantes no centro da cidade. Sentei à mesa e pedi o famoso Amok: um curry de peixe com toque de capim limão, prato típico do Camboja. Enquanto eu almoçava, uma criança linda dos olhos brilhantes não parava de me observar até que fui em direção a ela e começamos a nos comunicar através de sorrisos e olhares curiosos. Aprendi algumas frases em cambojano num pôr do sol lindo enquanto eu estava sentada à beira do lago com uma menina cheia de vida. Nesse momento, percebi a beleza do cenário e tirei uma das fotos mais lindas da vida! Dia seguinte, dia de visitar os templos do complexo Angkor, Patrimônio da Humanidade pela Unesco, com a ajuda de um super querido guia, Sohkom. Eu queria saber mais sobre a história do Camboja e sobre os detalhes dos templos. Fiquei horas caminhando na imensidão desse lugar abandonado no meio da selva. No meio do passeio, fui indo em direção a uma música e me deparo com uns homens tocando instrumentos típicos da região. Quando eu percebi estava no meio deles tocando percussão. Todos os músicos eram sobreviventes da guerra, mutilados, vítimas das minas terrestres. Foram horas de aprendizado e informações sobre essas ruínas do império Khmer. À noite, tive tempo pra beber uma cerveja local, fazer massagem por 1 dólar, curtir um pouco da Pub Street e cantar com uma banda de rock no Hard Rock Café. No dia seguinte, levantei as 6 horas da manha, aluguei um quadriciclo e fui desbravar Siem Riep. Eu acho que foi o passeio que mais me comoveu. Foram mais de 4 horas explorando a cidade. Parei num mercado e comprei algumas caixas de macarrão pra doar aos alunos de uma escola construida pelos japoneses❤️. Excelente trabalho dos professores, todos voluntários. De volta a minha moto, coloquei meu capacete e máscara pois havia muita poeira (as ruas não são asfaltadas) e comecei a distribuir comida pras crianças. O mais impressionante é que todas vinham com um baita sorriso no rosto e falavam obrigado. Até mesmo algumas que não falavam por timidez, os pais agradeciam por elas. Hora de voltar pro hotel, pegar uma piscina e esperar o pôr do sol. À noite, me deliciei com o meu ultimo jantar no estilo cambojano e depois fui a um bar de musica ao vivo onde conheci uma cantora de voz linda e serena cantando músicas típicas da região. Fiz questão de falar com ela que ficou encantada quando a elogiei. Muito linda! Vim embora com um aperto no coração de quem precisa voltar. Apesar da pobreza, dos conflitos civis, das atrocidades de um general que aniquilou grande parte da população no passado e de tantos outros problemas em que esse país ainda se encontra, o Camboja e seu povo vão ficar guardados pra sempre no meu coração! Instagram: Yumi_oficial ou Yumiaroundtheworld C581EB70-143E-4458-8CA0-93B5353330A3.MOV 5DEA23CB-8A9F-4EDD-88F6-D85B33E9D4B1.MOV 918A37ED-6D9D-4DD5-AAD2-58A752B49A6B.MOV
  5. 2 pontos
    Será minha primeira experiência, quero iniciar pela América do Sul e quem sabe mais além pela Europa. Com pouca grana, dormindo em barraca, etc... Em JANEIRO de 2020 Quem quiser chama aí 😉
  6. 2 pontos
    @Rodrigo Paulista é isso! Gratidão por corroborar com os sentimentos! Caminhos abertos a todos aqueles que, mesmo com medo e incertezas, foi!
  7. 2 pontos
    Dia 06 - 23/10 De ontem pra hoje fez muito frio, eu sentia minhas pernas e pés muito gelados, mas não tinha muito o que fazer, joguei meu cachecol nas pernas pra tentar aliviar, não ajudou muito, mas foi melhor que nada. Passada a noite, acordei e enquanto arrumava as mochilas escutei uns pingos de chuva. Estava chovendo bem de leve. Sorte a minha que fiz meus trajetos sem chuva 🙌 O sol deixa tudo mais lindo e feliz, né? Tomei meu café e fiz o check out. Perguntei onde eu podia esperar o catamarã e a mulher do camping disse que podia ser em qualquer 🙄 Eu só não queria perder o catamarã! Então voltei pra área da cozinha que tem tipo um refeitório e uma janela bem grande onde eu podia ver o catamarã (não tem como pagar o bilhete antes) o pagamento é feito a bordo, então é meio que uma ordem de chegada, custou 23000 CLP. O catamarã oferece um chazinho. O catamarã deixa a gente na cafeteria, onde tem saída dos ônibus, procurei a empresa do meu bilhete e conversei com o motorista e ele pode me adiantar 💃🏻. Peguei o ônibus de 13h 🙏 e estou a caminho de puerto natales. Fui entregar as coisas que eu aluguei (36000 CLP) depois fui comprar um sabão de 750 CLP pra lavar minhas roupas e uma massa de tomate (900 CLP) . Ah e comprei outra passagem de 17000 CLP para El Calafate. Cheguei no hostel, fiz meu lanche e minha janta e tá tudo certo. No fundo, eu não ter feito o glaciar grey até que me ajudou, pq eu não conseguiria voltar a tempo de devolver as coisas que aluguei. Ou seja, é melhor alugar no seu próprio hostel, caso tenha. Se eu voltasse no ônibus de 19h iria chegar tarde em puerto natales e não ia dar tempo de devolver e nem de pegar meu passaporte que ficou lá. Sigo com tornozelo e calcanhar doendo. Acionei o seguro saúde para amanhã em el calafate. Fotos com horários e preços do camping paine grande e do catamarã. (Out.2019) Minhas dicas para torres (e pra viagem em geral): alongamento antes de qualquer trekking! Usem protetor solar! Eu fiquei com a marca de óculos no primeiro dia.
  8. 2 pontos
    Olá pessoal! O que irei compartilhar com vocês foi uma compilação bastante abrangente de informações sobre todos os pontos turísticos das cidades que visitei no Japão em pouco mais de 2 semanas: Hiroshima, Miyajima, Himeji, Kyoto, Nara, Osaka, Kamakura, Enoshima, Tokyo, Nikko, Yokohama . As informações foram extraídas aqui do site e também de muitos blogs. Aproveitem! Hiroshima Como chegar a Hiroshima de trem Bala? Tempo de viagem (trem do tipo Hikari):Tóquio – Hiroshima: 5 horas (com troca de trem em Shin-Osaka). Chegando na estação de Hiroshima, pegue seu mapinha grátis no centro de informações ao turista. Como chegar ao memorial da paz? De bondinho elétrico “Dentetsu” /Hiroden (sentido MiyajimaGuchi ou Eba ) desça em Genbakudomu-mae. · Passagem: 260 yens · Frequência dos trens: 9 minutos · Duração da viagem: 22 minutos O que fazer em Hiroshima: Visitar o Parque da Paz: Construído sobre as ruínas do antigo centro comercial e político de Hiroshima, o parque da paz é uma área verde bem gostosa repleta de monumentos cheios de significado. A dica é dar uma volta despretensiosa pelo parque e em seguida visitar o museu. Aí vão algumas das principais paradas: GenbakuDomu: O GenbakuDomu ou atomicBomb Dome, a sede da antiga prefeitura de Hiroshima, um dos poucos edifícios que sobreviveram a explosão da bomba e foi a única estrutura preservada em memória do ocorrido. O domo cinzento destoa bastante do verde ao seu redor e se tornou um dos cartões postais da cidade. Para os curiosos de plantão: O GenbakuDomu está a 160 metros do epicentro da explosão. The BombCenotaph: O parque da Paz de Hiroshima tem alguns monumentos em homenagem as vítimas bomba atômica, um desses monumentos é o Mausoléu (The BombCenotaph), uma bonita escultura de formas arredondadas, lá estão os nomes de cada uma das pessoas que faleceram durante a tragédia. Chamas da Paz e Memorial das crianças: Ali pertinho estão as Chamas da paz, uma tocha que permanecerá acessa até que todas as armas nucleares do planeta sejam destruídas, e o Memorial das crianças uma homenagem aos pequenos que foram mobilizados para destruir as casas de madeira e assim reduzir a propagação dos incêndios. Muitas dessas crianças acabaram mortas durante os bombardeios. Sino da Paz: O Parque da Paz de Hiroshima tem 3 sinos, o mais conhecido deles fica pertinho do monumento as crianças e tem o desenho de um mapa mundo com o símbolo atômico no meio. Os visitantes são incentivados a tocar esse sino – que pode ser ouvido de bem, longe – e assim propagar a lição de paz. Childrens Peace Memorial (Memorial da paz infantil): inspirado na triste história da menina Sadako, que foi exposta a radiação nuclear da bomba quando tinha apenas dois anos de idade, e desenvolveu leucemia aos 10 ano.Sadako acreditava que se dobrasse 1000 passarinhos japoneses – os Tsurus – que são símbolo da felicidade e longevidade, ela ficaria curada. Pouco tempo depois e cerca de 600 passarinhos dobrados, a criança faleceu. Seus amigos de classe continuaram a dobrar os passarinhos e comoveram diversas escolas ao redor do Japão e de mais 9 países a doar fundos para a construção de um memorial em homenagem a Sadako e a todas as crianças que faleceram por causa da bomba. O monumento tem três crianças, uma no topo segurando um enorme tsuru e ao lado um menino e uma menina parecem dançar em volta da cápsula: lindo, triste e tocante.E como o costume de dobrar Tsurus pela paz mundial pegou, ao lado do monumento há uma espécie de exposição com milhares de passarinhos de origami que são trazidos ou enviados a Hiroshima por crianças e adultos do mundo todo. Quem quiser pode levar a sua doação de passarinhos dobrados deixando seu nome, país e quantidade de passarinhos dobrados. Visitar o Museu da Bomba Atômica ( Hiroshima Peace Memorial Museum): Depois de passear pelo parque da paz, prepare-se para uma parte mais profunda do passeio: a visita ao Museu e memorial da paz de Hiroshima (Hiroshima Peace Memorial Museum) que é imperdível.A entrada dá direito a um áudio guia em português e a narração é excelente. A visita conta Tim tim por tim tim a história de Hiroshima antes durante e depois da bomba deixando um bonita mensagem de paz mundial no final. Uma visita bem tocante e que vai sem dúvida nenhuma mexer com seus sentimentos. O museu não tem tantas cenas fortes, pois o único fotografo contratado para fotografar os desastres ficou tão impressionado com o que viu que só conseguiu bater três fotos, porém tem muitos objetos que sobreviveram a explosão e que estão ali a mostrando um pouquinho do impacto da bomba.O museu também traça um panorama de onde estão as armas nucleares existentes no mundo e quais os perigos dessas armas. É uma visita densa, mas muito real e que te faz parar e pensar muito na vida, nas pessoas e nas guerras. Recomendo muito. · Horários de funcionamento: todos os dias 8:30 às 18:00. Bilheteria fecha 30 minutos antes · Passeio audio guiado em português · Ingresso: 200 Yens Conhecer o Castelo de Hiroshima: é uma réplica do Castelo destruído pela bomba atômica, ele se diferencia de outros castelos do Japão por estar construído no plano e não no alto de uma montanha. O castelo de 5 andares e vistas lindas da cidade.fica há 15 minutos de caminhada do parque da Paz. O Caminho é super gostoso e passa por esculturas interessantes.Se você já visitou outros castelos japoneses como Himeji ou Hikone, eu diria que não. Achei as vistas interessantes, mas o interior é bem sem graça. Agora se é sua única chance de visitar um castelo no Japão, talvez valha a pena sim. · Horários de funcionamento: o 9:00to 18:00 de março a novembro · Ingresso: 370 Yens (a entrada da parte exterior do castelo é grátis) Passear pelos jardins dos Shukkeien Garden: Para quem curte jardins japoneses, uma parada bacana é o Shukkeingarden, um jardim japonês bem tradicional com canteiros que representam montanhas, vales e florestas. O Jardim original data de 1620, mas o atual é uma reconstrução pós bomba atômica. · Horários de funcionamento: o 9:00to 18:00 de abril a setembro · Ingresso: 260 Yens (a entrada da parte exterior do castelo é grátis) O Museu da Mazda: foi fundada em Hiroshima em 1920, e a sede da companhia conta com um museu (aberto para visitas apenas com reservas antecipadas) bem interessante para quem curte carros e que mostra a história da marca, componentes de um carro, detalhes de uma linha de montagem e uma exibição com alguns dos carros mais legais da companhia. Os tour em inglês começam às 10:00am e duram uma hora. O que comer em Hiroshima Okonomiyaki: é uma espécie de uma panqueca bem recheada. O okonomiyake de Hiroshima geralmente vem com porções generosas de repolho e noodles por cima dos recheios que podem ser carne de porco, lula e até mesmo ostras ,cobertos por uma cama de vegetais, molho agridoce e lascas de bonito. Você pode provar um Okonomiyaki local nos restaurantes da estação de trem de Hiroshima no bairro de Okomimura (centro da cidade). Tsukemen: Noodles gelados com molho bem apimentado (você geralmente pode escolher a pimenta do nível 1-5). Os noodles são servidos com carne fatiada, ovos, alho poró e repolho. Miyajima Há pouco menos de 1 hora de Hiroshima, a ilha de Miyajima tem um dos templos mais lindos e mais fotografados do Japão (o ItsukushimaShrine), bambis que circulam livremente pela ilha, um distrito histórico repleto de lojinhas charmosas e restaurantes e o monte Misen com vistas lindas de toda a região. Mas para ver a ilha no auge da sua beleza a dica é ir durante a maré alta. Na noite anterior ao passeio vale consultar no google ou neste site o regime das marés e programar seu dia em função dee. Como chegar emMiyajima: Saindo da estação central de Hiroshima há duas maneiras de chegar em Miyajima: A) Bondinho (Dendetsu, chamado de Hiroden): Pegue um bonde da estação central de Hiroshima até o terminal de ferrys Miyajimaguchi (sentido MiyajimaGuchi ) · Passagem: 260 yens · Duração da viagem: 69 minutos · Frequência dos trens: 9 minutos b) Trem da linha JR: Ideal para quem tem o JR pass Pegue o trem JR – Linha: Sanyo Line sentido Iwakuni até a estação Miyajimaguchi . Para quem tem o JapanRailPass o JR vale mais a pena, pois além de ser mais rápido é grátis, a desvantagem é ter apenas um ou dois trens por hora :(. · Passagem: 410 yens | grátis com o JR Pass · Duração da viagem: 27 minutos · Frequência dos trens: 2 ou 3 por hora: dica – ao reservar seu lugar no trem bala para Hiroshima consulte e já case os horários com o JR. Chegando no terminal MiyajimaGuchi Chegando emMiyajimaGuchi há duas ou três empresas diferentes que operam serviços de Ferry entre Hiroshima e a ilha de Miyamija, uma dessas empresas faz parte do grupo JR e essa é grátis para quem tem o JR Pass. · Passagem: 180 yens | Crianças 90 Yens | Grátis com o JR Pass · Duração da viagem: 10 minutos · Frequência dos Ferrys: 10 minutos O que fazer em Miyajima – sugestão de roteiro Tirar fotos ainda do ferry: O passeio começa no Ferry quando o lindo tori flutuante vermelho é avistado. Começa então o festival de fotos. Interagir e fotografar os veados: Chegando na ilha, mais uma grata surpresa bambis e mais bambis livres, leves e soltos complementam o cenário. Um show! Visitar Itsuku-shimaJinja: A primeira parada do dia é o Itsuku-shimaJinja, o templo que deu nome a ilha. Construído no ano de 1168 e é uma espécie de um deck que passa mais de metade do ano cercado por água formando um bonito contraste entre água, templo e a floresta nos fundos.A primeira parte da visita é feita por terra firme e conta com a companhia de muitas lindas lanternas de pedra, a segunda parte é a visita interna. o templo é todo vermelho e decorado com bonitas lanternas. Um belo convite aos fotógrafos de plantão.Caminhando pelo deck, você chegará ao local com a melhor vista do grande portal que você já avistou do mar, um verdadeiro charme. Passear pelas ruas estreitas e lojinhas fofas do centrinho de Miyajima: Saindo do templo, é hora de caminhar pelas ruazinhas estreitas e visitar as mil lojinhas fofas que vendem lembrancinhas, comidinhas e enfim… Aproveitar um pouco o clima super especial do lugar.De uma volta pela ilha passando por outros templos como o Senjo-Kaku, facilmente reconhecido por sua enorme torre vermelha a Goju – no – topagoda construída em 1407 em uma mistura de arquitetura chinesa e Japonesa. Para quem quer interagir um pouco com os bambis, há um tipo de sembei (biscoito) especial para bambi que é vendido por lá. Os bambis são meio gulosos e reconhecem o biscoito de longe, portanto a dica é não se apavorar e evitar aqueles de chifre grande. E caso você tenha papeis ou mapas na mão, deixe isso bem longe do Bambi ou ele também comerá.Para quem tem mais tempo, um passeio ao monte Misen, um prato cheio para quem gosta de andar e ser recompensado com um bela vista no final. E para os que compartilham da teoria que subida é duro, mas descida todo santo ajuda, suba de teleférico e volte a pé.Quem tiver a chance de subir além de mais bambis encontrará alguns macacos e em um templo lá no alto, umas das relíquias do budismo: O pote gigante, usado pelo santo Budista Kobo-Daishi entre 774 AC e 835 AC. HIMEJI Himeji é uma pacata cidade ao sul do Japão que poderia passar em branco se não fosse o imponente Castelo de Himeji. Ele é formado por um complexo de 82 prédios de madeira maravilhosamente pintados de branco que se destacam no alto de uma colina. Sua beleza é indescritível e sua importância histórica maior ainda. Considerado como um Tesouro Nacional do Japão, ele é o castelo mais visitado do país. Foi classificado pela UNESCO, em 1993, como Patrimônio Mundial da Humanidade. O castelo foi construído em 1333, durante a Era Nanboku-cho do Período Muromachi com uma arquitetura com características de defesa. Ao longo de séculos foi sendo modificado, conforme mudava de mãos. Em 1580, ToyotomiHideyoshi passou a controlar o castelo que estava quase abandonado. Em 1601, passou para as mãos de Ikeda Terumasa. Ele iniciou um projeto de expansão que deu ao castelo as formas que apresenta atualmente. Tem 21 portões, altas fundações de pedra, muralhas de proteção, janelas muito estreitas, passagens labirínticas até a entrada principal do castelo e buracos nas paredes para posicionar armas. Em 1868, o governo do Japão sob as ordens dos descendentes de Ikeda Teramusa expulsou os ocupantes e tomou posse. Mas, alguns anos depois o complexo foi abandonado. Durante a Segunda Guerra Mundial quando a cidade foi bombardeada, o castelo milagrosamente sobreviveu sem grandes danos e logo começou a ser restaurado. Sorte a nossa que agora podemos visitar essa obra histórica tão bem preservada. O castelo é belíssimo. Já serviu como cenário para James Bond no filme protagonizado por Sean Connery “Você só vive duas vezes”; em dois filmes de Akira Kurosawa, “Ran” e “Kagemusha” e mais recentemente em “O último Samurai” protagonizado por Tom Cruise.De trem-bala Shinkansen, de Hiroshima até Himeji se chega em pouco mais de uma hora. Das outras cidades, a distância é menor. De Osaka ou Kobe são apenas 30 minutos. De Kyoto são 50 minutos. Quando o trem para na pequenina cidade, basta dar alguns passos até a alameda principal que é pontilhada por pequenas estátuas e lá no fundo, o castelo pode ser avistado. Dá para ir andando em 15 minutos.Ao lado da estação de trem fica o Shopping Piole. Ele tem um Starbucks com janelões de vidro no 3o andar que dão um super visual da alameda principal com o castelo ao fundo. O castelo pode ser visitado em duas ou três horas, depois vá até o jardim Koko-en que fica ao lado e aproveite para almoçar nas redondezas. O ingresso combinado castelo + jardim custa 1.040 iens. Só castelo custa 1.000 iens. Kyoto · Dia 1: FushiminiInari + Higashiyama (Kyomizudera e arredores) · Dia 2: De Shijo ao Ginkakuji · Dia 3: Norte de Kyoto: Kinkakuji (templo de ouro) e Arashiyama · Dia 4: Nara e Osaka Chegada em Kioto:Estação de Quioto: a moderna estação da cidade é onde chegam os shinkansens (trens bala), trens locais, metrô, é o ponto de partida de diversas linhas de ônibus, tem muitas opções de restaurantes e lojas (uma Isetan imensa ocupa vários andares) piso dos restaurantes, conhecer o incrível supermercado japonês (que fica dentro da loja de departamento Isetan) e percorrer a skywalk. Ao redor, muitos hotéis, pousadas, mais comércio. Ainda na estação, vale a pena passar pelo centro de informações turísticas e pegar um mapinha da cidade e um jornalzinho – em inglês – que indica os principais eventos e acontecimentos do período. Dia 1: Kyomizu dera e arredores | Explorando Higashiyama · Fushimi-Inari · Kyomizu Dera · Templos e vielinhas de Higashiyama · Jardins Maruyama · Templo Yasaka · Chio-in · Shoren-in · Noite no Gyon FushimiInari: um mundo de toris vermelhos: (JR InariStation)Começaremos o dia no templo Fushimi- Inari, um conjunto de mais de 2000 Toris vermelhos que sobe as montanhas de Fushimi. A volta ao templo completo leva cerca de 2 horas mas com uns 30 minutos de caminhada já dá para ter uma visão bem interessante. O FushimiInari é um templo dedicado ao Deus Inari, o Deus Shintoista do arroz, e as raposas que você verá no passeio são as mensageiras desse Deus. Quem se animar, pode subir até o topo ou somente até a intersecção Yotsutsuji para ver uma vista do skyline de Quioto, Cuidado: a parte alta do templo é um loop, se você não prestar atenção, passará horas caminhando em círculo. temploKyomizu Dera: Terminado o passeio, pegue a linha de trem Keihan e desça na estação KiomizuGojo. Pra quem estiver perto da Estação Kyoto, os ônibus 100 ou 206 também são boas alternativas.De lá, caminhe ladeira acima rumo ao templo Kiomizu Dera (aberto das 6:00 às 18:00 | Entrada 300 Yens). Existem duas possibilidades de caminho: seguir pela rua principal experimentando docinhos tradicionais (pouco doces para o paladar Brasileiro, mas bem diferentes) e visitando as lojinhas fofas repletas de lembrancinhas típicas, ou brincar de se perder pelas ruas paralelas (bem mais vazias). Numa dessas paralelas, há templos menores, e um grande cemitério. Ambos os caminhos são interessantes e bem bonitos. Terminada a subida, repare nos dois leões sorridentes na entrada do templo, que depois dessa última escadaria, é tudo reto! REFORMA: Atualmente a entrada principal e alguns prédios laterais do Kyomizu estão em reforma, prejudica um pouco a visita! O Kyomizu Dera é uma estrutura de mais de 400 anos de idade, construída sem usar um único prego. O templo ganhou esse nome em homenagem a cachoeira que corria nesse local. E falando em água sagrada, você ainda pode beber um golinho dela direto da fonte do templo que fica na parte de baixo. A pequena cachoeira Otowa tem três tipos de água e cada uma te dá um benefício diferente: Vida longa, Sucesso na escola ou trabalho e uma vida amorosa de sucesso. Atenção, só não vale beber das três águas porque o efeito pode ser revesso. Os japoneses bebem uma ou no máximo duas águas diferentes. Para beber a água, fique na fila e pegue emprestado um pauzinho com caneca de metal (devidamente esterilizada após cada uso) ou compre uma das carequinhas de plástico com o nome do templo vendidas no local. De volta ao templo principal, O Kyomizu combina uma estrutura de madeira MUITO linda com algumas vistas super especiais de Kyoto. O templo é bonito o ano todo, mas fica ainda mais especial na primavera, decorado pelas flores de cerejeira, e no Outono, quando as árvores ganham tons vermelhos e amarelados e tudo fica muito especial. No inverno, prepare-se para um frio do cão e árvores peladas, e no verão leve seu leque para disfarçar o calor e a umidade. As árvores estarão verdinhas. JishuShrine: o templo do amor: Outro pedacinho do Kyomizu que faz mais sucesso é o JishuShrine, um templo dedicado a divindade do amor. O templo é bem fofo e tem duas pedras no chão, a graça é percorrer o caminho entre as duas de olhos vendados dizem que quem consegue realizar essa façanha encontrará o amor da sua vida em breve! Arredores do Kyomizu Dera: Terminada a visita ao templo, desça pela entrada principal e um pouquinho antes da bifurcação, vire numa pequena escadinha, a Sannenzaka, de costas para o templo, do lado direito (essa escadinha tem uma vista para a torre de madeira de um templo menorzinho).Esse é um pedacinho SUPER especial de Kyoto, e a graça é se perder pelas pequenas vielas, descobrir jardins escondidos, pequenos templos, lojas fofísimas – e se o budget permitir, faça um passeio de Risha (que é super tradicional e bem especial). Não farei um roteiro para esse pedaço, porque a graça é exatamente não saber bem por onde ir, mas te deixo alguns dicas especiais: Visite o RyōzenKannon, um memorial de guerra que tem o formato de um grande Buda sentado, um lugar super bonito e que rende fotos bem especiais. Outro templo que vale a parada é o Kodai-ji um templo super lindo que tem desenhos em pedrinhas impressionantes e um pequeno bosque de Bamboo super fotogênico. O Kodai-ji não é tão famoso entre os estrangeiros e por isso é mais vazio que os templos principais de Kioto. O Templo Yasaka e os Jardins Maruyama: Depois de visitar os templos e passear pelas ruas lindas de um dos pedaços mais interessantes de Kyoto, siga até o Maruyama Park, esse parque marca a divisa entre Higashiyama (o bairro que você acabou de visitar) e o Gyon (bairro bôemio de Kyoto, e famoso por suas Gueishas e Maikos) o parque é um dos lugares mais lindos para ver a floração das cerejeiras. A maior árvore de todas, uma cerejeira gigante conhecida como (shidarezakura) fica no centro do parque e ganha iluminação especial durante a floração das cerejeiras.Adjacente ao Maruyama Park, há um templo chamado de Yasaka Jinga, é aqui que as Gueishas do Gyon vem fazer suas orações. O Yasaka fica particularmente cheio em meados de julho quando sedia o maior e mais famoso festival de Kyoto: O GyonMatsuri. [A caminhada total é de 2 Km] - Parque Maruyama(ônibus 100 ou 206 até a parada Gion): é o parque mais popular de Quioto (leia-se mais cheio) para ver as cerejeiras em flor, fica cheio de stands de comida e gente fazendo os picnics embaixo das árvores floridas (hanami). A árvore símbolo do parque é essa da foto, uma cerejeira-chorona, que fica iluminada a noite. É bonito, mas realmente estava superlotado. Grátis. O parque Maruyama fica lindo (e cheio!) na época da floração das cerejeiras - Templo Yasaka(ônibus 100 ou 206 até a parada Gion): também conhecido como templo Gion, é um dos mais visitados da cidade e tem o festival (matsuri) mais conhecido do país, em julho (tem atividades durante o mês inteiro, mas no dia 17 de julho tem a procissão mais importante, veja mais informações sobre o festival aqui). Foi fundado em 656, e no Ano Novo milhares de pessoas vem até o templo pedir saúde no ano que se inicia. Bem no meio do complexo fica um palco cheio de lanternas onde acontecem apresentações de dança e música (nós assistimos a algumas). Grátis.tem apresentações de música e dança em certos dias (fomos num domingo) Saindo do Kiyomizu-dera, o objetivo é chegar no Santuário Yasaka-jinja, e para isso, recomendo ir bem devagar e aproveitando cada pedacinho da ruazinha San-nen-zaka e suas adjacentes. Não busque por um roteiro estático, siga sem rumo, indo e voltando, conforme o instinto mandar, pra mim, esse caminho foi um dos pontos altos de Quioto… há vários templos, casas tradicionais (restaurantes), restaurantes e lojinhas nessa parte do passeio. Chio-in: o templo do filme ” O último Samurai”: Cruze o parque todo, visite o YasakaJinja, e saia pelo outro lado. Você estará na frente do templo Chio-in foi nessa escadaria linda que um trechinho do filme “O último Samurai foi filmado. O templo é super bonito, mas como o principal prédio está completamente fechado para reforma até 2019, não recomendo a visita. Mas, fica seu critério. Lá em cima há um conjunto de jardins bonitos (entrada paga), um sino gigantesco e alguns prédios interessantes. esse é o principal templo do Budismo Jodo, que é um dos mais populares no Japão. Shoren-in: um dos jardins mais lindos de Kyoto: Ao lado do Chio-in há um templo pequenino, porém muito especial, o Shoren-in (entrada 500 yens). Esse templo faz parte de um tipo de budismo chamado Tendai, e é um dos poucos monzekis de Kyoto, ou seja, templos cujo celebrante principal é membro da família real. A entrada modesta do templo, esconde um dos jardins mais bonitos de Kyoto, e que poderá ser admirado do próprio templo quando as portas de papel estiverem abertas. A graça porém, é percorrer cada cantinho do jardim, do lago ao pequeno bosque de bambu. Tudo muito lindo. Noite no Gion: sua chance de ver uma gueixa de verdade: Termine o dia explorando as vielinhas do Gion, um dos bairros mais tradicionais de Kyoto, e que merece ser visitado tanto de dia quanto de noite. De dia, a graça é caminhar pelas vielinhas e fotografar prédios históricos. A noite, o bairro fica todo iluminado e sua chance de encontrar gueixas caminhando entre uma casa de chá e outra, é bem grande. Os lugares mais fofos do Gyon são o canal Shirakawa e as ruas Hanami-koji. Com sorte você encontrará uma gueixa passeando com um cliente ou andando entre uma casa de chá e outra. Jante por ali mesmo, ou vá para a deliciosa Pontocho-dori, a antiga “rua da luz vermelha em Quioto” e que hoje, está cheia de restaurantes e bares para o deleite dos turistas. Gion (ônibus 46, 201, 203 ou 207 para Gion): entre o rio Kamo e Higahiyama, é o distrito das gueixas de Quioto, cheio de casas de chá, pousadas, restaurantes, teatro, karaokê, a maioria muito chique e privada, onde os turistas não tem vez. Na área nordeste de Gion estão os bares e karaokês mais turísticos e baratos. Vale a pena andar por Gion, principalmente lá pelas 18h, quando as gueixas estão chegando para trabalhar nas ochayas (que são as casas de chá exclusivas, onde só se entra por indicação e os clientes tem contas mensais). Dia 2: Mercado Nishiki, HeianJingu, Nanzenji e região do Ginkaku-ji: · Mercado Nishiki · Ponte de Sanjo · HeianJingu · NanzenJi · Caminho do Filósofo · Ginkaku-Ji · Noite em Pontocho Mercado Nishiki: Começaremos o nosso dia no mercado Nishiki, a estação de Keihan mais próxima é a “Gion-Shijo”. Comece cruzando o rio Kamo, um rio de águas rasas e transparentes que é um dos símbolos da cidade. O Kamokawa já foi eternizado em vários romances e canções e é um dos queridinhos dos habitantes de Kioto. A ponte de Shijo é a quarta ponte do rio, não tão famosa quanto a “Sanjo” que cruzaremos na saída do mercado, mas rende belas fotos. Aqui você verá várias lojinhas de vegetais, peixes e até comidinhas prontas como sushis. Algumas bancas vão te dar amostras das comidas para provar. O mercado é colorido, apertado e bem legal para fotografar. Paralelo ao mercado de comida há uma série de outras ruas cobertas – os japoneses chamam essas ruas de “shopping street” – que vendem produtos diversos, lembrancinhas, produtos típicos e muito mais. Vale a pena brincar de ser perder um pouco pela região seguindo na direção de Sanjo. Passadinha rápida por Pontocho: outro distrito de gueixas: Cruzando a ponte você verá uma rua bem estreita, essa é Pontocho, o segundo distrito de Gueixas mais famoso de Kioto, um lugar com vários restaurantes e barzinhos especialmente gostosos durante o verão, minha dica é reservar lugar em uma dessas varandas com vista para o rio e passar a noite ali. Se quiser dê uma voltinha por Pontocho (que rende fotos interessantes) mas volte para a rua principal. A ponte de Sanjo e o teatro de Kabuki: Das pontes do Rio Kamo, Sanjo é a mais famosa, ela conecta os dois distritos de gueixas mais famosos de KiotoGion e Pontocho. Ao cruzar a ponte você provavelmente verá uma movimentação interessante de estudantes com uniformes, monges rezando e muita gente jovem. Do outro lado do rio está o teatro de Kabuki de Kioto, e caso seja temporada, ele estará enfeitado e coberto de plaquinhas de madeira. (Note que a rua Sanjo termina no templo Yanaka, que visitamos no roteiro de ontem) HeianJingu: Templo Heian (ônibus 5 ou 100 para Kyoto KaikanBijutsukan-mae): Siga caminhando pelas margens do Rio Kamo até a próxima ponte “Nijo”, vire a direita e siga caminhando até o Tori gigante que marca a entrada do HeianJingu. Este é o maior “portal” (ou Tori) de Kyoto e rende fotos lindas. Note que nesta região está o centro de Crafts de Kioto (uma loja legal para comprar coisa típicas, porém cara) Um dos templos mais novos da cidade, tendo sido construído em 1895, na ocasião do 1100o aniversário de Quioto. O jardim na parte de trás do templo é lindo: tem cerejeiras choronas muito bonitas, lagos com caminhos de pedra por dentro d’água e uma ponte coberta chinesa. Na entrada do templo, o rio tem as suas margens tomadas por cerejeiras dos dois lados. A entrada no templo é grátis, mas o jardim é pago, custa 600 ienes por pessoa. O Templo ShintoistaHeiané uma homenagem ao primeiro e ao último imperador que reinaram o Japão desde a cidade de Kioto, o imperador Kammu (737-806) e o Imperador Komei (1831-1867). Heian é o antigo nome de Kioto e o templo é uma miniatura – em escala reduzida – do que um dia foi o palácio imperial de Kioto.Diferente da maior parte dos templos da cidade, o HeianJingu é um templo colorido, com detalhes vermelho intenso e telhadinhos fotogênicos verdes. A entrada no templo é grátis mas o jardim é pago. O Heian tem um pátio enorme com duas fontes que eu adoro, uma em formato de tigre e outra em formato de dragão.O jardim tem uma espécie de cerejeira que costuma florescer um pouco depois das cerejeiras de Kioto, ou seja, pra quem chegar na cidade atrasado, taí a chance de ver algo florido (lembre-se que o auge da floração dura pouco mais de uma semana). Além das cerejeiras o jardim tem muitas flores bonitas e um lago japonês. Nanzenji: Dali caminharemos até o complexo de templos Nanzenji, o espaço é lindo e por mais que você já esteja um pouco cansado de templos vale passear por lá.O Nanzenji foi construído pelo imperador Kameyama para ser uma vila de aposentadoria e anos depois foi convertido em escola de budismo e um dos templos Zen mais importantes do Japão. Esse é um lugar legal para embarcar num passeio de Richshaw (carrinho típico japonês – o passeio de 30 minutos custa por volta de 40 dólares por pessoa e é uma experiência que eu amo e recomendo, tanto pelas fotos quanto pela experiência de andar num treco hiper tradicional. Repare como os motoristas puxam os carrinhos correndo!) e para passear pelos jardins (repare que lindo o aqueduto que antigamente trazia águas do Biwako em Shiga até Kyoto).Caso você queira entrar nos templos, tenho duas recomendações: A) Sanmon Gate: o principal portão do templo está aberto a visitas e a graça aqui é poder subir (coisa rara nesses portões antigões) e ter uma visão panorâmica de todo o complexo. · Aberto das 8:40to 17:00 · Entrada: 500 Yens B) Hojo: Principal edifício do complexo. Tem paredes de papel com pinturas antigas lindas de tigre e um jardim de pedras HIPER fotogênico. (Reza a lenda que as pedras tem um formato que lembra um tigre mãe com seus filhotes. Eu não consegui achar nem tigre e nem filhotes.) Vale falar que este jardim tem o MESMO estilo do Ryoanji no norte de Kioto só que é bem menos popular, e portanto menos lotado. Ótima alternativa para a alta temporada. · Aberto das 8:40to 17:00 · Entrada: 500 Yens Caminho do Filósofo: (Tetsugaku-no-michi) (do templo Ginkaku-ji até o templo Eikando): um caminho de pedra às margens de um rio, margeado por centenas de cerejeiras, lojas, cafés e restaurantes, e entradas para templos menores. O caminho completo tem 2km. Eu andaria só um trecho e pegaria algum outro transporte até o templo Heian, ou então, até o Parque Maruyama. Esse caminho fica absolutamente MARAVILHOSO durante a floração das cerejeiras, mas durante o resto do ano, é apenas outro trechinho fofo de Kioto.Reza a lenda que o caminho ganhou este nome por inspirar um grupo de pensadores que ganhou um prêmio Nobel. São cerca de 2 Km de caminhada pelo canal até a entrada o Gikaku-ji, também conhecido como pavilhão de prata. No caminho você passará por lojinhas, restaurantes e alguns outros templos, o mais famoso deles é o Eikando, um dos melhores lugares de Quioto para ver as cores do outono. começando pelo templo Nanzen-ji. Se resolver chegar a pé, prefira fugir das ruas principais e siga pela rua jingu-michi, passando ao lado dos templos Chi on-in e Shore-in, por exemplo… do contrário, é possível chegar de metro pela linha Tozai, parada Kaege. E o caminho termina no aconchegante Templo Ginkaku-ji, Não esqueça que o horário de visita termina 17hs, dessa forma se programe para chegar lá antes disso. Dica: A Quioto que queremos encontrar, geralmente está nas ruas pequenas, paralelas e bem longe das avenidas principais que perderam caracter. Templo Chion-in (ônibus 206 até Chionin-mae): é o templo-sede de um dos sectos de Budismo mais populares do Japão, e tem o maior portal de madeira do país, com 50 metros de comprimento e 24 metros de altura. Foi construído nos idos de 1600. Grátis. Tem um jardim tradicional e a casa do religioso que você pode visitar por 500 ienes. O templo Chion-in, o mais importante templo Budista japonês de Quioto, fica perto do parque Maruyama Ginkaku-Ji Templo Ginkaku-ji (ônibus 5, 17 ou 100 para Ginkakuji-mae): o templo Zen Budista que teria uma cobetura de prata, similar a cobertura de ouro do Kinkaku-ji, ficou inacabado por conta de uma guerra, mas ganhou esse nome por nas noites de lua cheia ganhar tonalidades prateadas.. O templo é famoso pelos seus jardins (incluindo um jardim de areia e um jardim de musgo), e também pelo papel que teve no desenvolvimento da cerimônia do chá, arranjos florais, caligrafia e teatro Noh. A entrada custa 500 ienes por pessoa. O templo tem um jardim de areias impecável e hiper diferente, e uma coleção de musgos diversos. Não deixe de subir até a parte mais alta do jardim para ter uma visão completa do espaço.Apesar de hiper turístico – esse é um dos 5 templos mais visitados da cidade. · Horários de abertura: 8:30 – 17:00 · Entrada: 500 Yens Distrito Higashiyama(ônibus 100 ou 206 na direção do templo Kiyomizudera): um distrito histórico de ruazinhas estreitas que vai do templo Yasaka até os arredores do templo Kyomizu-dera, cheio de lojas, restaurantes e cafés. O distrito Higashiyama e a pagodaYasaka, no caminho para o templo Kyomizu-dera Templo Kiyomizu-dera (ônibus 100 ou 206 para Kiyomizu-michi): é o templo mais importante e famoso de Quioto, de pé por mais de mil anos, e atrai gente de todas as religiões que bebem a água da sua fonte sagrada (o nome significa Templo da Água Pura). A varanda do templo principal (e alguns dos templos menores adjacentes) é toda de madeira usando apenas encaixes, sem pregos. O complexo tem ainda outros templos menores, pagodas, e é um ótimo lugar para ver cerejeiras em flor e as cores de outono. Imperdível. Se você só tem 1 dia em Quioto, veja os templos Kyomizu-dera e o Kinkaku-ji. A entrada custa 300 ienes por pessoa. Comece o dia cedinho e siga para o templo Kiyomizu-dera, mas prefira o caminho alternativo, que passa pelo cemitério, que além da vista da cidade e da montanha, ela é mais tranquila e sem tumulto.Dentro da parte paga do templo, além da caminhada para ver a vista de Quioto, para aqueles que curtem uma historinha de amor, não deixe de visitar o Santuário Jishu, dedicado ao deus Ōkuninushi, o tal “cupido japones”. O “ritual das pedras” foi o mais engraçado e funciona assim, é preciso andar de uma pedra a outra com os olhos vendados (mais ou menos 50 metros), objetivo: garantir um amor! Noite em Pontocho: Minha sugestão para a noite de hoje é retornar para Shijo (ou Sanjo) e curtir a noite num dos restaurantes de frente para o rio Kamo em Pontocho. Ao caminhar pelas ruazinhas pode ser que você encontre uma gueixa trocando de casa de chá. Uma coisa engraçada de Pontocho é que algumas ruas adiante há um Red Light District(a prostituição é regulamentada e bem descarada no Japão), não é uma região perigosa, mas os homens serão abordados e convidados a entrar nos “bares” de forma pouco delicada. Acho que vale a pena dar um volta no distrito e ver de longe um pouquinho desse lado “menos belo do Japão. (Tóquio, Osaka e outras cidades maiores tem distritos de prostituição maiores que Kioto). Dia 3: Palácio Imperial & Norte de Kyoto · Palácio Imperial de Kyoto · Kinkaku-ji: o templo de ouro · Ryoanji: o jardim das pedras · Ninnaji: um dos meus templos preferidos · Arashiayama Palácio Imperial de Kyoto(Gosho): Para chegar lá pegue a linha de metrô Karasuma e desça na estação: Imadegawa. Atenção: Os tours no Palácio são controlados pela agência da casa imperial do Japão. Para visitá-lo, você precisa se inscrever com até três meses de antecedência nesse site (em inglês) – Quanto antes, maiores as suas chances de conseguir uma data bacana. Também dá para tentar na hora, no escritório de turismo pertinho do Palácio, mas é mais difícil. Os tours acontecem de segunda à sábado e são guiados em inglês ou japonês.A parte interna do Palácio é aberta ao público apenas 5 dias por ano. Nesses dias, não precisa de reserva é só aparecer. O palácio imperial e Kyoto é bonitinho e bem cuidado por fora, mas o legal mesmo é caminhar pela parte interna. Os jardins são lindos e os aposentos imperiais que até 1868 era usados pelos imperadores do Japão são bem especiais. O tour dura uma hora, e dá uma boa passada pela parte de fora dos prédios, o que já vale BEM a pena.Se você não teve tempo/ não conseguiu reservar, siga direto para o Norte de Kyoto. A parte de fora do jardim imperial de Kioto é bem menos interessante que Tóquio e sem o tour, eu não perderia meu precioso tempo na cidade alí não. Rumo ao norte de Kyoto Para chegar ao templo de ouro, nossa próxima parada do dia, você precisa pegar o ônibus 59 (veja direitinho aqui no mapa). Pros Kamikazes de plantão, dá para fazer o trecho a pé. É uma pernada boa de 4 Km. Sugiro que você veja esses 4 primeiros templos no mesmo dia, porque são relativamente perto uns dos outros (na ordem: Daitoku-ji, Kinkaku-ji, Ryoan-ji e Ninna-ji): Templo Daitoku-ji (ônibus 101, 205 ou 206, parando em Daitokuji-mae): um complexo de templos Zen Budistas bem grande, fundado em 1325, que ficou famoso pelas suas cerimônias do chá e jardins de pedra. 4 dos subtemplos tem jardins de pedra celebrados: o Daisen-in (que nós visitamos), o Koto-in, o Zuiho-in e o Ryogen-in. Vocês já devem ter visto aqueles jardins de pedra (ou areia) de mesa, que você fica criando desenhos e ondulações com um ancinho? São as mini-versões desses jardins em tamanho real. Achei bonitos os jardins de pedra do Daisen-in, são 4 jardins diferentes ao redor do templo. A entrada para o Daisen-in custa 400 ienes por pessoa. Pra cada um dos subtemplos você paga um preço separado. O complexo de templos Zen BudistasDaitoku-ji fica bem perto do Kinkaku-ji Templo Kinkaku-ji (o templo de ouro) (ônibus 101 ou 205, parando em Kinkaku-ji-michi): é um dos templos mais famosos de Quioto, até hoje me lembro da primeira vez que vi uma foto dele, em 1995, quando um conhecido voltou de uma viagem ao Japão e trouxe um postal com a foto do Kinkaku-ji. Achei maravilhoso o templo e o lugar, então quando estávamos planejando a nossa primeira viagem pro Japão ele era o primeiro templo da minha lista. É realmente lindo, o jardim ao redor idem, imperdível. Provei um tradicional matcha na casa de chá do jardim do templo, mas não gostei não (e olha que eu adoro chá verde). A entrada custa 400 ienes por pessoa. Kinkaku-ji: o templo de ouro(entrada 500 Yens), também conhecido como pavilhão dourado, ou templo de ouro, é um dos templos mais famosos de Kyoto. Ele serviu de vila para a aposentadoria do ShogunAshikaga Yoshimitsu, até 1408, e depois disso tornou-se um templo zen do tipo de Budismo Rinzai, e para nós turistas, é um dos principais pontos de Quioto. Os locais não são muito chegados ao Kinkaku-ji, eles acham o templo cheio de mais, mas assim que a primeira neve do ano caí, todo mundo voa para lá para tirar fotos caprichados do templo dourado (a parte de cima é toda coberta por folhas de ouro). A visita (sem pressa) pelo Kinkaku-ji e seus jardins leva em torno de 1:30 – 2:00. Se a fome apertar, procure um lugar na parte de fora do templo. Ryoan-ji: um dos jardins de pedra mais lindos do Japão(ônibus 59, parando em Ryoan-ji-mae ou JRBus, pra quem tem o JRPass): Nossa próxima parada é o Ryoan-ji, um dos jardins de pedra mais lindos do Japão (antes de visitá-lo dê uma olhadinha nas fotos e veja o que acha, então para não se frustrar, pesquisar). Antes de virar templo o Ryoan-ji era a Villa particular de algum cidadão rico, e desde 1450 passou a ser um templo do Budismo Rinzai.A entrada custa 500 ienes por pessoa.O jardim consiste de 15 pedras espalhadas, e da maneira que foi desenhada, permite que de qualquer ponto, o admirador consiga ver somente 14 pedras delas, diz a lenda, que somente os iluminadosconseguem ver as 15… Duas coisas que intrigam japoneses e visitantes há muitos anos são: Não se sabe ao certo quem e nem quando o jardim foi construído. Também pouco se sabe sob o que é o jardim de verdade, enquanto uns dizem que as pedras representam pequenas ilhas no oceano, outros acham que é um conceito abstrato ou o tradicional tigre carregando o filhote (algo bem comum no Japão). Enfim, deixo para você observar as 13 pedras do jardim (separem que a cada ângulos as pedras se escondem ou ganham um novo formato) e tirar sua própria conclusão. Ninna-ji: templo lindo e jardim perfeitinho (para chegar lá é preciso caminhar cerca de dez minutos ou pegar o ônibus 59) um templo que combina um jardim japa impecável, com uma pagoda de madeira linda com prédios interconectados – construídos no estilo colonial – e decorados com portas de papel pintadas super bonitas. Isso sem falar na sensação de paz. (OmuroStation ou uma caminhada de 10 minutos a partir do templo Ryoan-ki): um complexo de templos budistas primeiramente construído em 888 mas nenhuma das construções daquela época está de pé, as mais antigas atualmente são de 1600. O Goten, que era a residência do religioso em comando é a maior atração, e tem lindos jardins, incluindo um jardim de pedras e um lago. As cerejeiras nesse jardim são de uma variedade que floresce depois de todas as outras, então se você estiver visitando no final da época da floração, é um bom lugar pra ver as flores. Custa 500 ienes por pessoa para entrar nos templos, os jardins são gratuitos exceto na temporada das cerejeiras, quando a entrada nos jardins custa 500 ienes. Templo Shimogamo e Kamigamo (ônibus 46 ou 47 para Kamigano-jinga-mae e ônibus 4 ou 205 para Shimogano-jinga-mae): dois dos templos xintoístas mais antigos e importantes de Quioto, os templos Kamo foram fundados antes mesmo da cidade. A corte imperial usava os templos durante os muitos séculos em que Quioto foi a capital. No dia 15 de maio todos os anos acontece o AoiMatsuri, que é um festival com procissão que vai do Palácio Imperial até os templos, e tem ainda corridas de cavalo e competições de arco-e-flecha. Atenção: a distância entre os dois templos é de 3.5km! A entrada é gratuita. Templo Kozan-ji (JRBus para Takao, parando em Toganoo ou ônibus 8, parando em Takao): este templo na cidade de Takao, 50 minutos de ônibus de Quioto, foi construído pela primeira vez em 774 e tem o que é considerado o primeiro mangá japonês, uma sátira a vida dos nobres na corte do período Heian. É também o primeiro lugar onde foram cultivadas folhas de chá no Japão, e o local da plantação foi recentemente restaurado para visitação. É considerado um ótimo local para ver as folhas mudando de cor no outono. Pra visitar os jardins do templo, a entrada é grátis a não ser no outono, que custa 500 ienes por pessoa. Para ver o primeiro mangá, eles cobram 600 ienes por pessoa. O ônibus JR está incluído pra quem tem o JRPass. O ônibus 8 custa 500 ienes (cada trecho, ou seja, ida e volta: 1000 ienes). O caminho sugerido: começando pelo Ginkaku-ji, Caminho do Filósofo, templo Heian, Chion-in, parque Maruyama, templo Yasaka, caminhar pelo Higashiyama até o templo Kyomizu-dera. Se tiver tempo, faça os três primeiros em um dia, e comece pelo Chion-in e vá até o Kyomizu no dia seguinte. Para chegar emArashiyama pegue o trem “Kifuko Dentsu” na estação Omuro-NinnajiStation. Cerca de 7 minutos de caminhada até a estacão. Arashiyama: é uma cidade pequenina ao norte de Kyoto, um destino turístico particularmente popular durante a floração das cerejeiras e durante a mudança de cores do outono. A cidade é cortada pelo Rio Hozugawa e atravessa pela ponte de madeira Togetsukyo (um dos cartões postais de Kioto). A rua principal de Arashiyama está repleta de lojinhas fofas, cafés, e pequenos restaurantes. Em Arashiyama, vale a pena visitar o templo Tenryu-ji (8:30 – 17:00 | 500 Yens), a floresta de Bambus (que é hiper fotogênica), o parque do macacos “Monkey Park Iwatayama” (cerca de 10 minutos de caminhada da ponte, vistas bonitas da cidade | 9:00 – 17:00 | 550 Yens) e se quiser ir um pouco mais longe para ver uma rua antiga bem típica, rua “Saga-Toriimoto” é uma boa pedida. Descemos na estação JR de Arashiyama e seguimos andando até o Tempo Tenryuji, o mais importante da região, datado de 1339 e atualmente protegido pela UNESCO. Apesar do templo em si ter sido destruído várias vezes por fogo e guerras, o jardim continua o mesmo há mais de séculos quando foi desenhado por MusoSoseki. Saindo pelo lado norte do templo, você praticamente cairá no caminho dos bambuzais, apesar de não estar lotado, é quase impossível ter esse lugar só pra você. Nos perdendo um pouco pelo bairro, caimos nas margens do rio Hozu e ao longe vimos a famosa Ponte Togetsukyo, as montanhas e os barcos de pescadores, um tanto quanto bucólico o cenário. Foi nesse lugar que tive a melhor interação com locais da viagem, um grupo de crianças estavam dispostos a conversar e nos mostrar todo conhecimento de inglês que eles tinham; nos divertindo perguntando o nome de cada um, ouvindo nossos nomes sei lá quantas vezes e falando “how are you?”para pelo menos 30 estudantes (risos), todos eles entre 7 ou 8 anos…Você pode jantar em Arashiyama mesmo, ou se ainda não conheceu a estação de Kyoto, jantar por lá. Jantar na estação de Kyoto Se você ainda não conheceu a estação de Kyoto , tai a oportunidade de andar pelos prédios modernos, subir até o topo e ver a vista da cidade (que é bem pior que a da torre que fica em frente a estação, mas já tá valendo, não?!) e passear pelo Sky Walk, passarelas de vidro que cortam toda a estação. Para comer você poderá escolher entre os restaurantes mais pops que ficam no sétimo andar da loja de departamentos Isetan. Tem uma casa de Tempuras feitos na hora maravilhosos e uma casa de sushi caprichados para quem quiser provar algo diferente. Os restaurantes com melhor custo benefício ficam no subsolo da estação (tem MUITA coisa gostosa e bem acessível, e é só olhar para os pratinhos de mentira do lado de fora da vitrine para escolher algo que você goste), e para quem quer algo BEM barato e bem gostoso, minha dica é a praça de alimentação que fica no segundo (ou no terceiro subsolo) da Isetan. (Aproveite que você já está lá para visitar o supermercado japonês. Dicas para quem tem mais dias em Quioto e quer fugir do comum Castelo Nijo (ônibus 9, 50 ou 101): o castelo Nijo foi construído em 1603 como residência do shogunTokugawaIeyasu, e tem pinturas e trabalhos em madeira e ouro que não eram comuns aos castelos japoneses. O piso de madeira do castelo é chamado de “piso rouxinol”, e foi especialmente construído pra fazer barulho como se fosse um pássaro quando alguém caminha por ele, para assegurar a segurança do shogun (nada de assassinos andando silenciosamente pelo castelo!). São dos prédios principais, Ninomaru e Honmaru, e o Ninomaru é o que está sempre aberto para tours. O castelo é todo circundado por muralhas e fossos, os jardins ao redor do prédio são muito bonitos, tradicionais com lagos, pedras, e muitas cerejeiras, claro. Na época da floração eles abrem à noite com uma iluminação especial, espetacular. Não deixe de visitar o castelo em qualquer época. A entrada custa 600 ienes e tem audio-tours em inglês por mais 500 ienes. Pra ver o castelo a noite, você tem que sair quando ele fecha no horário diurno e pagar novamente a entrada quando ele reabrir no horário noturno. Visitamos o Castelo Nijo de dia e de noite, para ver as cerejeiras iluminadas, espetacular Templos Hongan-ji (Caminhada de 10-15 minutos a partir da Estação de Quioto): NishiHonganji e Higashi Honganji são dois templos budistas japoneses enormes perto do centro. NishiHoganji foi construído em 1591 e é atualmente Patrimônio da Humanidade por sua importância arquitetônica, objetos históricos, muitos trabalhos intrincados em madeira, um pavilhão de chá, um portal chinês decorado, entre outros pontos de interesse. Entrada grátis. Restaurantes em Quioto Fica aqui 4 sugestões de restaurantes testados e aprovados em Quioto; dois na região mais bacaninha para passear a noite, Pontocho, um na Kiyamachi Dori que durante o dia é muito linda e a noite vira o centro das boates (paralela a Pontocho) e um restaurante bem tradicional próximo ao Palácio Imperial. Ponto-choKappa Sushi 先斗町 [SUSHI] Ambiente moderno e com preço razoável (quando se leva em consideração a localização), tem opção de serviço a la carte (geralmente com menu fixo) na varanda a beira o rio Kamo ou no sushi bar. Nós preferimos o ambiente mais descontraído dos balcões, para ter a liberdade de pedir o que quiséssemos e termos a oportunidade de ver nosso chef fazendo tudo na nossa frente. O Kiko até arriscou um “chef surprise” e acabou pela primeira vez comendo camarão cru, quase mechendo (risos), pois o sushiman pescou no aquario e ali mesmo preparou o prato… eu não arrisquei, pois era muito fresco ! Foi bem bacana e tinha menu em inglês! Não tem taxa de serviço como é comum em alguns restaurantes no Japão, porém eles podem servir entradinhas com “taxa extra” e você pode recusar se preferir [PONTOCHO] 160 Matsumotocho, Nakagyo-ku, Kyoto, Kyoto Prefecture 604-0982, Japan | Aberto somente para jantar | Localizado bem no meio do Ponto-cho, se estiver caminhando para o norte, fica antes da pracinha. | Fone +81 075-213-4777 HonkeOwariya[SOBA & UDON – MACARRAO JAPONES] Quando descobri que existia um restaurante com mais de 530 anos de história e que vários imperadores já se deliciaram com ele, não consegui resistir! Sei que parece um tanto quanto turístico, mas decidimos experimentar. Como adoro as sopas de macarrão japones com camarão e vegetais de tempura, não foi nenhum sacrificio e o almoço foi aprovadíssimo. Meu tipo favorito de macarrão (noodle) é o Udon, feito com farinha branca e de consistência mais molinha que o spaguetti, e a outra opção é o Soba, feito de trigo-sarraceno (não me pergunte o que é isso, ok? Em inglês chama-se buckwheatflour). Lembre-se que os noodles podem ser quentes ou frios, dessa forma leia direitinho qual você vai pedir… e não deixe de comer as bolachinhas que eles servem de entrada, são deliciosas e se quiser pode comprar mais na saida pra levar de souvenir. Há três restaurantes na cidade, mas tem que ir no original para entrar no clima, não é mesmo? Você pode sentar nas mesas tradicionais no primeiro andar, ou pedir mesas com cadeiras não menos charmosas, porém mais confortáveis para nossas bundinhas ocidentais. [Estação KARASUMA-OIKE] 322 Kurumayacho-Nijyo, Nakagyo-ku, Kyoto, 604-0841 (5 minutos andando ao sul do palácio imperial, siga o mapa do website para não se perder e encontrar o restaurante facilmente; “mainrestaurant” – clique aqui) | Fone +81 075-231-3446 | Aberto até as 19h IssianPontocho[ISHIYAKI]: Eles servem Ishiyaki, carnes e legumes feitos na chapa de pedra, e no caso desse restaurante, o cozimento acontece na sua própria mesa. Esse restaurante está no topo da lista de recomendações do tripadvisor e diante disso, nós resolvemos experimentar. A comida é gostosa e de qualidade, o ambiente é aconchegante (apesar dos fumantes infernais), os garçons e o chef falam bem inglês e o preço é bem apimentado (risos). O grande diferencial, é o atendimento, que será igual e melhor daquilo que estamos acostumados nos EUA/Camadá e exatamente por esse motivo, deixa de ser autêntico e passa a ser um lugar confortável, sem stress com a lingua e fácil de gostar para os padrões ocidentais de viajante. Depois de alguns dias no Japão nos divertindo com a comunicação nos restaurantes, confesso que não reclamei e a experiência foi muito positiva (especialmente depois de alguns copos de sake), mas para quem tiver somente uma noite em Quioto, eu aconselho algo mais com cara de Japão. Nós não conseguimos sentar no balcão em frente ao chef Ken, mas as mesas individuais também foram bacanas. [PONTOCHO] 178-3-1 zaimokucho, nakagyo-ku,, Kyoto-shi, Kyoto, Japan 604-8017 | Ph: +81 75-254-8568 | Website | Quando fomos, o endereço que aparece no google estava errado, para te ajudar, o restaurante fica numa das ruelas ao norte da Pontocho, um pouco pra cima do parquinho – guarde esse símbolo ao lado para lembrar do logo do restaurante) Chiba NikuNabe: não tenho a menor ideia do nome desse restaurante que paramos na nossa primeira noite em Kyoto – Graças ao nosso amigo Fernando, residente de Toquio, conseguimos o nome do restaurante que nos atraiu pela foto da vaquinha com coração (veja a foto da entrada do restaurante abaixo). Praticamente não tem menu e nem garçon que fala inglês, a gente tentou se comunicar e no final, olhando o prato dos outros decidimos o nosso (risos). E foi assim que pedimos um pote com uma especie de sopa temperada (como uma sopa miso ou um sukiyaki) e depois cozinhamos lá dentro vários tipos de carne e legumes (que também escolhemos). Pelo que entendi esse é o prato principal do restaurante e nós gostamos bastante! [KIYAMACHI DORI] A localização é em uma das esquinas da Kiyamachidori, a rua do canal paralela a Pontocho. O nome do bairro é o Zaimoku-cho, ali do lado dos outros restaurantes que citei acima na Pontocho. A ruela que ele dá esquina, não tem nome do google Nara Comece sua visita pelo templo KasugaTaishaque fica no parque de Nara (Nara Koen). Caso seja primavera você será recebido pelo rosa das cerejeiras, no outono o show fica por conta do vermelho das folhas de mapple (momiji) e do amarelo do Icho. No inverno e no verão os milhares de bambis espalhados pelo parque farão com que a visita seja no minimo curiosa ou divertida. KasugaTaisha é um templo shintoista, cujo Deus é um Deus protetor dos Bambis e por isso eles estão espalhados por todo o parque de Nara onde são cuidados e protegidos. O templo data do ano 768 e é um show. Um templo vermelho e imponente decorado com laternas – uma diferente da outra e uma mais linda que a outra – ornamentado com um Cedro Milenar. Caso você tenha um pouco de sorte, poderá acompanhar uma cerimonia de casamento Shintoista, algo muito diferente do que estamos acostumados e muito especial.Não deixe de visitar a parte de trás do templo onde muitas lanternas ficam acesas em um quartinho escuro. Perca alguns minutos para descobrir os diferentes desenhos das laternas.E na saída, não deixe de observar as plaquinhas de coração: centenas de Japonesas vão até ali pedir por um amor…Saindo do templo, caminhe por dentro do parque, uma trilha muito bem sinalizada e muito bonita de aproximadamente 1 km te levará ao templo mais famoso de Nara, o Todaiji.Mas no caminho um pequeno santuario dos bambis, e muita, mais muita cor… Ao ser aproximar do templo, o verde do parque dará um pouco de espaço a uma vila antiga transformada em lojinhas de doces e presentes, muitos turistas e muitos Bambis também vão estar por ali. Caso queira interagir com os Bambis, compre um pacotinho deSembei(biscoitinho de Bambi).Os bichos são espertos, tão espertos que assim que a vendedora te entregar o pacote, muitos deles virão até você com uma velocidade um pouco maior do que você gostaria e farão de tudo para que você entregue rapidamente a maior quantidade de biscoitos no menor tempo possível. Pode até ser que você tome uma mini mordida de algum Bambi mais guloso, mas relaxa que dá mais medo do que dói. O truque é manter a calma e fazer com que os Bambis levantem e abaixem a cabeça pedindo o biscoito educadamente e aí sim entregar o prêmio.A experiência de acompanhar outras pessoas dando biscoito para o Bambi é mega divertida, muitas risadas estão garantidas! Quando cansar da brincadeira, é hora de entrar no templo. Repare que tudo ali dentro é gigantesco, desde as portas externas as colunas. O templo é a maior estrutura de madeira do planeta.Lá dentro você terá a chance de conhecer o maior Buda do Japão, enorme, feito de bronze e sentado numa flor de Lotus. O Buda Vairocana tem 14.98m de altura com olhos de um metro de largura. Ao lado dele há mais dois budas grandes, um de cada lado e dois guardiões que pisam nos monstros inimigos. Para os mais magrinhos, há um furo em uma das colunas (atras do Buda), dizem que dá muita sorte passar por ali, por isso provavelmente haverá uma fila de gente tentando e muita gente tirando fotos. Saindo de lá, dê uma xeretada nas lojinhas ao redor. Artigos em formato de Bambi são divertidos e numerosos. Depois disso, quem quer visitar mais um templo na mesma área pode conhecer o Kofuku-ji, que fica ali pertinho ainda dentro do parque de Nara. O Kofuku-ji tem uma pagoda (torre) de madeira bem bonita. Para quem curte história e gosta de apreciar objetos antigos, o museu de Nara é outra boa pedida. Agora, minha opção preferida fica um pouco mais longe, e se chama Yakushi-ji. Um templo colorido que os Japoneses visitam em busca de cura de doenças ou cura espiritual.O templo tem dois grandes pavilhões e duas torres de madeira. A mais antiga das torres (a que não é colorida) foi a única parte que restou de um incêndio que devastou o templo do ano 698, o resto foi todo reconstruído e é relativamente novo para os padrões orientais. A torre está sendo restaurada, a restauração deve levar mais 7 anos.Gosto muito das cores do Yakushi-ji e da doçura dos Budas expostos no pavilhão. Para quem quer fechar o dia com um jantar mais caprichado, o restaurante do Yakushiji é excelente e tem comida para todos os gostos, de carne a lagosta. Localize-se: KasugaTaisha das 09:00 as 16:30 Todai-ji Das 08:00 as 16:30 | Entrada: 500 Yens Yakushi-ji das 08:30 as 17:00 | Ingresso : 600 Yens OSAKA Templo NambaYasakaShrine, com sua curiosa arquitetura em forma de dragão. O templo é simples, “pequeno” e em uma ruazinha escondida, mas fiquei apaixonada por aquela cabeça de dragão super bem feita!De lá, fui andando até o Dotombori, a rua de compras e restaurantes super famosa em Osaka. Ela nem estava no meu roteiro de 2 dias em Osaka inicialmente, mas como vi que era tão pertinho decidi dar uma passada, e comprei várias coisas. Observatório Flutuante do prédio Umeda Sky Building: fica no terraço, e depois de subir em um elevador mega rápido, o último andar você vai nas escadas rolantes com vista panorâmica.Outra coisa que curti muito à noite foi a fonte colorida que fica na frente do prédio. Andar na Rua Dotonbori: É um lugar extremamente turístico, com vários restaurantes, algumas lojas convencionais e muitas outras que vendem lembranças e coisinhas típicas! Se Osaka fosse como o corpo humano, para mim lá estaria o coração Observar os neons: uma das coisas mais famosas na cidade é o neon da Glico, que se tornou praticamente um cartão postal e provavelmente é o cenário mais utilizado para fotos em Osaka… Todo mundo que vai pra lá tira uma fotinho com o Glico-man de fundo. Existem muitos neons nessa região mais central de Namba! aproveitar o anoitecer para passear por lá e curtir o lugar, só observando todas as luzes ao redor. Comer takoyakis: Osaka é a capital mundial dos takoyakis! Na verdade Osaka é a capital da comida em geral e existe até uma expressão em japonês que define a região da Dotonbori e seus muitos restaurantes incríveis como um lugar para se esbaldar, Conhecer o castelo: muito lindo por fora, com um museu interessante (e moderno) por dentro, sendo que tudo isso fica em um jardim muito grande e muito bonito! Na ocasião eu me decepcionei um pouco com o interior do castelo, mas depois de ir em alguns outros, hoje dou mais valor à esse primeiro que fui, porque ele é mais bonito que a maioria e o museu é realmente maneiro. 600 yens. Abre as 9:00. Comer no DotonboriNikuGekijou: (de preferência às 16h pra não pegar fila). O endereço é meio confuso como todos do JP, Passear pela estação central: Tem muitos shoppings e lojas maneiras anexas ao prédio da estação e de lá saem trens para muitos lugares, então é um lugar legal para tirar fotos e observar o Japão sendo Japão. Foi a primeira estação realmente grande que conheci por lá e tenho um carinho muito grande por aquele lugar, que tem a escada rolante mais louca que eu já vi na vida. Ir ao Pokémon Center Desbravar Namba: bairro é incrível e cheio das coisas mais legais da cidade, mas ao mesmo tempo suas ruas principais são bem lotadas e isso pode cansar algumas pessoas. Então a dica é andar pelas ruas que ninguém anda e ir conhecendo as coisas que ninguém conhece, a não ser as pessoas que moram por lá. São dois planetas bem distintos e ambos são muito legais! Comprar no Shinsaibashi-suji: não dá pra fazer uma lista inteira sem inserir algumas comprinhas, né?? E pra quem procura um pouco de tudo esse shopping que parece uma galeria é muito legal, já que lá tem muitas lojas japonesas que eu amo, mas também várias marcas internacionais que todo mundo adora! Outra dica de compra que não é nessa galeria, mas é perto e indispensável é a Flying Tiger que fica pertinho da Apple Store. Kamakura Site: http://www.city.kamakura.kanagawa.jp/ População: 170.000 hab Distância de outras cidades: Tóquio 50 km, Yokohama 20 km Kamakura localiza-se na área sudeste do município de Kanagawa. É conhecido como o local de nascimento do Xogunado Kamakura onde, pela primeira vez no Japão, os samurais derrubaram o poder político da área. Localizada a pouco menos de uma hora de Tóquio, Kamakura é uma cidade tradicional do Japão, na província de Kanagawa, cheia de templos budistas e xintoístas centenários. Carrega muita história e edifícios históricos fascinantes. As principais atrações de Kamakura estão concentradas em três regiões: ao redor da Kita-Kamakura Station, da Kamakura Station e da Hase Station. Por ser relativamente pequena, quem tiver tempo suficiente pode explorar toda a cidade à pé ou alugando bicicletas. Com a subida ao poder do temido clã Minamoto, Kamakura foi a capital de fato do Japão de 1185 até 1333. Isso explica em grande parte a quantidade de templos budistas (65 templos) e santuários xintoístas (19 ao todo) lá existentes. Cercada por montanhas e pelo mar, a cidade era facilmente defendida contra os muitos inimigos da primeira família de xoguns, que detinham o poder político e militar real sobre o país, usando os imperadores de Kyoto apenas como símbolos. Neste período de florescimento cultural e econômico, a cidade expandiu-se e ergueu templos budistas e santuários xintoístas de grande importância cultural e histórica. A cidade espalha-se por uma vasta área e os principais templos não estão muito próximos uns dos outros. COMO CHEGAR De Tóquio ou Yokohama, pegue a linha ferroviária JR Yokosuka (pouco menos de uma hora de Tóquio, meia hora de Yokohama). A cidade é servida por duas estações, Kita Kamakura, ao norte, ideal para explorar templos zen como Engakuji e Kechoji e o santuário Tsurugaoka Hachimangu, e Kamakura, onde se concentra o comércio. Daqui também partem ônibus e a linha de trem Eno-den, que vão até Hase, onde está o Grande Buda. Se possível, evite os fins de semana, a não ser que você não se assuste com multidões. – Na estação Shinjuku nós pegamos um trem da linha JR Shonan Shinjuku até a estação de Kamakura. Apenas trens em direção à Zushi (cerca de duas partidas por hora), fazem conexão direta para a Kamakura Station. Caso contrário, uma transferência de trens é necessária na estação Ofuna. A viagem de ida, sem transferência de trem, dura cerca de uma hora. – Se você estiver próximo à Tokyo Station pode pegar um trem da linha JR Yokosuka que vai direto à estação de Kamakura. A viagem de ida leva pouco menos de uma hora. Ao longo do caminho, o trem também para em Shinagawa Station, Yokohama Station, Kita-Kamakura Station, entre outros. – A maneira mais barata de visitar Kamakura é comprando o Enoshima Kamakura Free Pass da empresa Odakyu Railways, que inclui a viagem de ida e volta de Shinjuku até Fujisawa e uso ilimitado do trem Enoden (Enoshima Electric Railway). Porém, utilizando este passe, a viagem para Kamakura leva pelo menos 90 minutos, versus cerca de uma hora por JR. Veja mais detalhes do passe aqui. – Se você tiver o JR Pass pode comprar o Kamakura Enoshima Pass, que fornece o uso gratuito de trens JR em torno de Kamakura, da Enoden Line e do Shonan Monorail, válido para um dia. O transporte de/para Tóquio não está incluso, já que você utilizará o JR Pass. Este passe só vale a pena se você visitar mais do que apenas a Kamakura central, por exemplo, se você visitar a ilha Enoshima também. Uma desvantagem deste passe é que ele não pode ser comprado em Tóquio, o que significa que os usuários têm que descer na estação Ofuna para comprá-lo e aproveitar ao máximo. Ele também é vendido nas estações seguintes: Kita-Kamakura e Kamakura. COMO CIRCULAR A linha Eno-den é muito agradável para explorar o litoral até a super turística ilhota de Enoshima e apreciar as paisagens junto ao mar. É também o modo mais prático para ir do centro da cidade até a estátua do Daibutsu. Alternativamente, há algumas linhas de ônibus que fazem a ligação da estação JR Kamakura a alguns templos mais distantes. Se tiver tempo e bom preparo físico, a melhor forma mesmo para circular pela região é alugando uma bicicleta e se perder pelas ruas e montes da região. As principais atrações de Kamakura estão concentradas em três áreas: – Em torno da estação Kita-Kamakura: encontram-se o Engaku-ji e Kencho-ji, os principais templos Zen da cidade. – Estação Kamakura: Santuário Hachimangu. – Estação Hase na Linha Enoden: Grande Buda no Templo Kotoku-in e Templo Hasedera. O eléctrico Enoshima viaja ao longo da costa, de Kamakura a Fujisawa, e o monocarril Shonan vai de Ofuna a Enoshima. O acesso a Kamakura é conveniente de comboio. Situa-se a 30 minutos de comboio da estação de Yokohama no centro do município de Kanagawa. ROTEIRO 1.WAKAMIYA OJI STREET É outra dica interessante ao turista, pois dali chega-se até a praia de Yuigahama. 2. TEMPLO HASEDERA Fundado em 736, o templo Hasedera, da seita budista Jodo, é uma preciosidade que fica no meio de uma colina super arborizada. Seus jardins lindos e bem cuidados são a porta de entrada para os visitantes. Poucos degraus acima encontramos a famosa estátua de Kannon, a deusa da misericórdia, uma das maiores esculturas de madeira do Japão, com 9,18 metros de altura. A estátua fica no prédio principal do templo, o Kannon-do Hall, e não pode ser fotografada! Segundo a lenda, em 721 d.C. o monge Tokudo Shonin descobriu uma grande árvore de cânfora nas florestas próximo à aldeia de Hase, na região de Nara. Ele notou que o tronco da árvore era tão grande que forneceria material suficiente para esculpir duas estátuas de Kannon. A estátua que ele encomendou para ser esculpida na parte inferior do tronco foi consagrada no Templo Hasedera, perto de Nara, e lá se encontra até hoje. Já a estátua da metade superior do tronco foi lançada no mar com uma oração que ela reapareceria para salvar o povo. Quinze anos mais tarde, na noite de 18 de junho, ela apareceu na praia de Nagai, não muito longe de Kamakura, emitindo raios de luz. A estátua foi então levada à Kamakura e um templo foi construído em sua homenagem. Algo muito impressionante são as centenas de estátuas do bodhisattva Jizo, guardião dos viajantes, das crianças e da maternidade. Essas estátuas são colocadas no templo por pais de pequeninos que já se foram, para que Jizo ajude suas almas a encontrarem o paraíso. Além dos belíssimos jardins, templos e centenas de estátuas de Jizo, o Hasedera brinda seus visitantes com uma pacata vista para a praia de Kamakura. A orla pode ser vista da área de descanso do mirante ou de um ponto um pouco mais alto, acessível por uma pequena trilha de escadas. Depois de subir, é hora de descer e visitar a pequena caverna do templo, também superpovoada por estatuas de todos os tipos e tamanhos, onde precisamos andar abaixados por alguns trechos. Ao lado, encontra-se o Amida-do Hall que guarda a estátua de Yakuyoke, que protege contra os maus espíritos. Este é o Shoro Belfry, o campanário que abriga um grande sino de bronze. Seguindo a tradição budista, o sino é tocado 108 vezes começando próximo à meia noite de 31 de dezembro (a última badalada é à zero hora do Ano Novo). Estas 108 badaladas representam os 108 pecados ou desejos mundanos do homem. O sino é tocado para afastar estes desejos, para que possamos entrar purificados no ano que se inicia. O ritual é chamado joya no kane. Museu (Homotsu-kan). O pequeno museu exibe alguns artefatos arqueológicos encontrados na época da reconstrução do templo, além de estátuas budistas e outros artigos relacionados. Nos terrenos do templo também visitamos a pequena Caverna Benten-kutsu, em homenagem a Benzaiten. Ela é a deusa do mar e das águas e a única mulher entre os Sete Deuses da Sorte do Japão. Seus templos e santuários estão sempre localizados próximos à água (mar, rios ou lagos). Ela é a padroeira das gueixas, dançarinos e músicos. Próximo à caverna encontramos o Shoin Hall, um local para realizar o Shakyo, que significa “copiar o Sutra”. Este ato é considerado um mérito no budismo, pois o esforço é uma expressão de piedade e reconhecido como uma prática devocional, uma vez que compreende o culto, a literatura e a caligrafia. Horários: 8:00 às 17:30. Entrada permitida até 30 minutos antes de fechar. Aberto todos os dias Taxa de entrada: 300 yen Kannon Museum (Homotsu-kan) Horários: 9:00 às 16:30 (entrada até às 16:00) Geralmente está aberto todos os dias, são raros os dias fechados. Taxa de entrada: 300 yen 3. TEMPLO KOTOKU-IN E O BUDA GIGANTE A atração principal do templo Kotoku-in é o Daibutsu (Grande Buda), uma imponente estátua de bronze do Buda Amida, no templo Kotoku. O Buda foi construído em 1252 e levou 10 anos para concluir a obra. Foi destruído duas vezes pelo vento e reconstruído em 1334 e 1369. Possui 13m de altura. Antes ele ficava dentro de um templo, que foi destruído em terremoto. Hoje só há a estátua, na qual se pode entrar pagando 20 yens. A entrada no templo custa 200 yens. Depois de contemplá-la por fora, experimente visitar essa gigantesca imagem através de uma pequena escada em seu interior que o leva até a altura do ombro da imagem. Na saída, se quiser levar um suvenir do local, há uma barraca vendendo os mais variados tipos de artigos: de mini-estátuas do Buda, a chaveiros e até amuletos. O ímpeto para esta grande obra remonta aos primeiros anos do século XIII, quando a dama de corte Inadano-Tsubone (uma assistente do Shogun Yoritomo) desejou ter uma imagem de Buda como expressão de sua fé e devoção. Quando Yoritomo morreu, ela passou seus anos restantes procurando fundos para tal projeto. Sua busca ganhou o apoio do grande sacerdote Joko, um nativo da província de Totomi, que a ajudou viajando por todo o país em busca de fundos. Ele conseguiram uma quantidade suficiente para que, em 1238, o trabalho pudesse começar. A primeira imagem de Buda levou cinco anos para ser concluída, era de madeira e de dimensões desconhecidas, provavelmente algo comparável à imagem atual. Um enorme salão de madeira foi construído em torno dele em 1243. Cinco anos depois, uma tempestade danificou a imagem, então Idanono-Tsubone e Joko propuseram fazê-la em bronze. Embora isso fosse mais caro, ambos conseguiram levantar os fundos necessários. 4. TEMPLO ENGAKU-JI Este é o maior templo Zen de Kamakura. visitar o seu interior é permitido somente no Ano Novo. 5. TEMPLO KENCHO-JI Este é o mais antigo mosteiro de instrução Zen do Japão. O caminho está devidamente sinalizado por placas. Entre a estação do comboio e este templo existem mais cinco templos. Fundado pelo governante regente Hojo Tokiyori em 1253 durante a Era Kencho, parcialmente destruído pelo fogo em 1415, consiste em um grande número de edifícios que se estende até as colinas cobertas de florestas. Após passar pelo portão principal de Sanmon, os visitantes podem ver o sino (Bonsho), designado um tesouro nacional; o primeiro salão (Butsuden – Salão do Buda) que exibe uma estátua do Bodhisattva Jizo; e o Hatto (Dharma Hall), o maior prédio de templo de madeira no leste do Japão, que abriga uma estátua de Kannon e tem um dragão pintado no teto. Já o salão principal de Kenchoji é o Hojo, que originalmente serviu como residência do sacerdote principal, com um lindo jardim ao fundo, projetado pelo mestre Zen Muso Kokushi. 6. TEMPLO TSURUGAOKA HASHMANGU Na praça principal está o templo, o mais antigo e importante da região, fundado em 1063 por Minamoto Yoriyoshi, primeiro shogun do governo Kamakura. O santuário é dedicado a Hachiman, o deus patrono da família Minamoto e dos samurais em geral. Os santuários Hachiman normalmente cultuam três divindades: Imperador Ojin, que foi identificado como Hachiman, sua mãe, a Imperatriz Jingo, e a deusa Hime-gami. Tsurugaoka Hachiman incorporou tanto crenças budistas como xintoístas e, até a Restauração Meiji, era conhecido como Santuário e Templo Tsurugaoka Hachiman. O salão principal (Hongu ou Jogu) está localizado em um terraço no alto de uma escadaria. Nele encontra-se um pequeno museu, que exibe vários tesouros de propriedade do santuário, como espadas, máscaras e documentos. Na encontram-se duas lagoas, criados em 1182 sob a ordem da esposa de Yoritomo. A lagoa Genji, à direita, possui lótus de flores brancas, em homenagem ao clã Minamoto, enquanto a lagoa Heike, à esquerda, possui lótus de flores vermelhas, a cor do clã Taira. Os clãs Minamoto e Taira eram rivais e travaram algumas batalhas (chamadas Guerras Genpei) que tiveram como resultado a vitória do clã Minamoto. A melhor época para vê-las neste santuário compreende os meses de julho e agosto, quando estão em plena floração. A lagoa Genji tem três ilhas que representam a prosperidade, enquanto a lagoa Heike tem quatro ilhas que representam a morte e a destruição. Próximo à lagoa Genji, encontra-se o santuário abaixo, conhecido como Hata-age Benzaiten. “Hata-age” significa “levantar a bandeira”. Foi construído em comemoração ao dia em que Yorimoto levantou a bandeira branca de seu clã quando declarou guerra ao clã de Taira. Toda a cidade se desenvolveu partindo de seu entorno e é por lá onde acontecem todos os principais eventos culturais e tradicionais de Kamakura. Na sua entrada observamos um Temizuya, onde se realiza um ritual típico do xintoísmo: o temizu, um ato de purificação da alma e da mente, que consiste em lavar a mão esquerda, depois a direita e, em seguida, com a mão direita, lavar a boca. Na parte de dentro do templo, várias plaquinhas dos deuses locais são vendidas por 100 yens. As pessoas compram, escrevem um pedido atrás e as penduram no templo para que se seus desejos sejam atendidos. O mesmo acontece com os papeizinhos da sorte que são escolhidos em uma urna e depois amarrados em locais específicos do templo. Tsurugaoka Hachimangu pode ser acessado a partir da estação Kamakura através da movimentada rua comercial Komachi-dori ou por um caminho para pedestres chamado Dankazura, no centro da Wakamiya Oji Street, o qual possui centenas de cerejeiras ao redor. Via qualquer rota, a caminhada da estação de Kamakura para o santuário leva cerca de 10-15 minutos. Horários: 5:00 às 21:00. Entrada até 30 minutos antes de fechar. Aberto todos os dias Taxa de entrada: gratuito | museu: 200 yen 7. TEMPLO HOKOKUJI O templo Hokokuji, construído em 1334, é bem pequeno, mas super bonito e conservado. Sua principal atração é uma pequena – e belíssima – floresta de bambu e uma charmosa casa de chá com varanda de frente para a floresta onde, mediante uma taxa, você pode sentar e desfrutar de uma xícara de matcha (um tipo de chá verde forte e amargo), enquanto aprecia a vista para o bosque de bambu.. O acesso ao templo é gratuito, mas para entrar na floresta de bambu é preciso pagar 200 yens. Bamboo Garden do Templo Hokokuji (li que não é permitido entrar no templo) Horários: 9:00 às 16:00 Taxa de entrada: 200 yen (o serviço de chá custa 500 yen) Como chegar: na estação de Kamakura pegar um ônibus número 鎌23, 鎌24 ou 鎌36 e descer na parada Jomyoji (a viagem leva cerca de 12 min). Do ponto de ônibus até o templo é uma curta caminhada. À pé da estação de Kamakura leva-se em torno de 30 a 40 minutos. 8. KOMACHI STREET A Komachi Street é uma rua de pedestres muito frequentada por turistas. A via concentra várias lojas, restaurantes e pessoas vendendo as ótimas cervejas locais ao ar livre. Elas nunca estão muito geladas, tampouco baratas, mas são excelentes! As comidas de rua também são o forte da Komachi. Caminhamos até a estação de Kamakura e de lá pegamos o trem elétrico Enoshima Line até a estação Hase, que fica a poucos minutos a pé dos templos Kotoku-in e Hasedera. Pelo caminho, explore as lojas de artesanato local e gastronomia. É o local ideal para almoçar e fazer compras, especialmente na parte pedonal. Pode explorar também as ruelas que divergem da rua principal pois encontrará locais excelentes para comer. Há muitos restaurantes e lojas pela rua e os visitantes podem experimentar as taças de arroz de marisco, pelas quais a área é famosa. Ao sair da rua Komachi vê-se o santuário Tsuruoka Hachimangu. Se tiver sorte pode conseguir ver um casamento tradicional japonês a decorrer. CENTRO DE KAMAKURA Onde se concentram as principais atrações da cidade. Na entrada da praça principal há um grande Torii vermelho, sinalizando que há um templo xintoísta bem próximo. Logo após a entrada está uma ponte de jardim japonês, com uma arvorezinha debruçada sobre ela. ENOSHIMA A linha de trem Enoden saindo da estação de Fujisawa (você pode entrar e sair do trem em qualquer uma das estações onde ele para com o ticket de desconto, na qual você paga 580ienes/adultos, 290ienes/crianças) para tanto na estação Enoshima quanto na Kamakura. Então você pode também escolher em qual ir primeiro. Esse trem passa pelas ruas e entre as casas e dá para ver as paisagens da praia de Enoshima. Pitoresca, ela se estende por quatro quilômetros de circunferência e sua principal atração é o Santuário que leva o próprio nome da ilhota. Nos tempos antigos, pescadores costumavam rezar e pedir proteção aos deuses para que prosseguissem com segurança suas viagens. O pequeno porto de Enoshima vale uma boa paisagem para fotos devido à presença de vários iates. Nas ruas indo até esses templos você encontrará muitas lojinhas vendendo desde croquetes de batata-doce roxa até uma espécie de papel de polvo ou água viva, que é prensada na sua frente, por 300 ienes. Se perder a oportunidade de comprá-los em Kamakura, não se preocupe, Enoshima também oferecerá essa opção. Muitos vão até essa ilha procurando comer o famoso Shirasudon, uma espécie de arroz com pequenos peixes crus em cima. Enoshima é conectada com a praia por uma ponte, e por ser consideravelmente alta também fornece para seus visitantes a vista do Monte Fuji, além de uma visão muito bonita do pôr do sol. Subindo ao topo da ilha existe uma torre onde por alguns ienes você pode desfrutar de uma visão ainda mais incrível, porém mesmo não a subindo a vista de cima da ilha já é muito privilegiada. Para subir até o topo da ilha, é possível por meio de alguns ienes ter acesso a uma escada rolante, mas muitos preferem subir as escadas de pedra mesmo, onde é possível presenciar a tênue linha entre o moderno e o antigo, o natural e o sintético todos em harmonia sobrepostas em um mesma paisagem. Em Enoshima também é possível desfrutar de praias, aquários, cavernas além de outras pequenas atrações. NIKKO Pequena cidade Nikko nas montanhas da província de Tochigi, atrai pela variedade de atrações. O belo lago Chuzenji, formado a partir da cratera inundada de um vulcão, dá origem a uma das maiores quedas d’água do Japão, a cachoeira Kegon. A vista da grande cascata, perto de sua base, é espetacular. Nikko foi reconhecido como Patrimônio Mundial da Humanidade, pela UNESCO, por toda a sua riqueza natural e cultural, mas principalmente por 3 monumentos: Futarasan Jinja, Rinnoji e o Toshogu. Os templos e santuários de Nikko possuem características diferentes dos demais encontrados na terra do sol nascente. Arquiteturas vistosas, com muitos detalhes em ouro, esculturas coloridas, o que lembra muito a cultura chinesa. Opções de trajeto: - Taiyuinbyo. Futarasan. Toshogu Shrine. Rinnoji. Shoyoen Garden, Shinkyo Bridge. - Rinnoji → Toshogu → Futarasan (um caminho à esquerda nos terrenos do Toshogu te leva ao Futarasan) → Taiyuin (no Futarasan há uma descida que te leva à “saída”, que na verdade é a entrada principal, e você chega bem no início do Taiyuin). FUNCIONAMENTO DOS TEMPLOS: Hours: 8:00 to 17:00 (until 16:00 from November through March) Admission closes 30 minutes before closing time. Closed: No closing days Almoce em um Namonaki Resutoran: é muito comum você encontrar restaurantes simples, caseiros, que não tem nada demais e nem nome na porta. São os Namonaki Resutoran, restaurantes sem nome e sem grandes atrativos, mas que normalmente oferecem uma deliciosa comida caseira por um preço bastante justo. COMO CHEGAR A partir de Tóquio, o melhor caminho até Nikko é pegar um trem da linha Tobu Nikko que sai de Asakusa. A viagem dura cerca de 2 horas e custa desde ¥1320. Note que há diversos tipos de serviços, sendo que os mais velozes são os tokkyu(chegam em menos de 2 horas) e os mais frequentes são os kaikoku (que fazem a viagem em até 2 horas e meia). Como chegar até o parque a partir da Nikko Station: A pé: são cerca de 30-40 minutos de caminhada através da avenida principal da cidade. Olhando de frente para à estação, siga para a direita até encontrar a avenida principal, vire à esquerda e vá caminhando até a entrada do parque. Táxi: há um ponto ao lado da estação. Até a entrada do parque são cerca de 10 minutos de carro. O taxista nos deixou em frente ao caminho arborizado que leva aos templos. Ônibus (duas linhas dão acesso aos templos e santuários): – Ônibus indo em direção ao Lago Chuzenji param nos pontos “Shinkyo” e “Nishisando”. A partir daí são 5-10 minutos de caminhada até os templos e santuários. – Ônibus do World Heritage Meguri circulam a cidade a 15 minutos, aproximadamente, e param um pouco mais perto dos templos e santuários. Desça no ponto “Omotesando” para ir ao Toshogu ou Rinnoji ou desça no ponto “Taiyuinbyo-Futarasanjinja-mae” para acessar o Taiyuinbyo e Futarasan Shrine. – Ônibus conectam a área central de Nikko à região de Okunikko, incluindo o Lago Chuzenji e o Yumoto Onsen, localizados no parque. A viagem de ida ao Lago Chuzenji leva cerca de 50 minutos e custa 1150 yen. Para Yumoto Onsen leva cerca de 80 minutos e custa 1700 yen. O passe de 2 dias (2000 yen) confere uso ilimitado dos ônibus que vão de Nikko ao Lago Chuzenji. Já o passe de 2 dias de uso ilimitado entre Nikko e Yumoto Onsen custa 3000 yen. Ambos podem ser adquiridos na estação Tobu Nikko. Veja aqui um mapa dos ônibus que circulam pelo parque. A dica esperta do dia é: procure pelo passe de ônibus na rodoviária que fica praticamente ao lado da estação de trem. O passe é um pouco mais caro que o normal, mas serve para os dois dias . Com ele dá pra chegar em todas as atrações escolhendo o passe certo. 0. Templo Rinnoji Rinnoji é o templo mais importante de Nikko. Foi fundado por Shodo Shonin, o monge budista que introduziu o budismo em Nikko no século VIII. O prédio principal do templo, o Sanbutsudo, abriga grandes estátuas de madeira, lacadas em ouro: Amida, Senju-Kannon (“Kannon com mil braços”) e Bato-Kannon (“Kannon com cabeça de cavalo”). The three deities are regarded as Buddhist manifestations of Nikko's three mountain deities which are enshrined at Futarasan Shrine. The Sanbutsudo Hall is currently undergoing major renovation works, which are scheduled to last until March 2019. During this period, the temple hall is covered by a huge scaffolding structure, but it remains open to tourists Opposite Sanbutsudo stands the temple's treasure house with Buddhist and Tokugawa related exhibits. Shoyoen, a small Japanese style garden, is located next behind the treasure house. The garden is a popular autumn leaf spot with its many maple trees standing photogenically around its central pond. Autumn colors peak here typically around the first half of November. No lado oposto de Sanbutsudo, encontra-se o Treasure House, uma espécie de museu com exposições budistas e de Tokugawa. No local também encontramos o Shoyoen, um pequeno jardim de estilo japonês com uma lagoa central, muito popular durante o outono (meados de novembro) por causa das muitas árvores de bordo que ficam ao redor da lagoa. Endereço: 2300 Yamauchi Nikko-shi Tochigi 321-1431, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-54-0531 Preço: ¥ 400 (Sanbutsudo), ¥ 300 (Treasure House e Shoyoen Garden) Site: rinnoji.or.jp Access: Rinnoji stands just a few steps east of Toshogu, a 30-40 minute walk or 10 minute bus ride (310 yen one way, 500 yen day pass, covered by the free passes) from Tobu and JR Nikko Stations. 1. Nikko Toshogu: é um santuário dedicado a Tokugawa Ieyasu, o fundador e o primeiro xogun do Xogunato Tokugawa, a mais longeva da história japonesa, que se manteve no poder por mais de 250 anos, até 1868. Construído em 1617 por Tokugawa Ieyasu como um lugar de descanso, o santuário possui um longo caminho cercado por cedros que se estende por 37 quilômetros, sendo considerado a avenida arborizada mais longa do mundo. Uma das coisas que impressiona nesse santuário é a sua decoração, com muitos detalhes religiosos e filosóficos em ouro e prata. Mais de mil dragões, cada qual pintado a mão e com uma pose diferente, residem nos tetos, o que faz lembrar uma capela sistina japonesa. Ainda, pavões, fenix, leões, tigres, tartarugas e elefantes. O santuário levou dois anos para ser concluído e utilizou os esforços de 15 mil trabalhadores. A lenda diz que os homens construíram o templo de forma tão bela e perfeita que, para evitar a inveja e a ira dos deuses, deliberadamente colocaram invertida a última das colunas. Ali também está localizada a famosa escultura dos três macacos sábios que significa "não ouça nenhum mal, não veja nenhum mal, não fale o mal”.O santuário e suas imediações foram registrados como Patrimônio da Humanidade em 1999 e é uma parada obrigatória para quem visita Nikko. Quando estiver no Japão, você vai ver que em todos os templos há a possibilidade de comprar talismãs. Para quem acredita, eles servem para proteção e podem ter objetivos específicos. Among the many buildings at Toshogu, particularly notable ones include a pretty five story pagodain front of the main entrance gate. The main pillar of the pagoda hangs ten centimeters above ground - an interesting feature installed to combat the lengthening and shrinkage of the wood over time. The interior of the pagoda is only periodically open to visitors at a separate fee. The paid area starts at the entrance gate. Upon entering, visitors will first come across a group of ostentatiously built storehouses. Of the many colorful and elaborate wood carvings that decorate the storehouses, the most famous ones are those of the "see no evil, speak no evil and hear no evil" monkeys and the Sozonozo Elephants ("imagined elephants") that were carved by an artist who had never seen elephants. Past the storehouses stands the renowned Yomeimon Gate which is currently being renovated and covered up by scaffodling. It is perhaps Japan's most ornate structure, giving off a grand and imposing air with its intricate decorations and architectural features. A path to the left of Yomeimon leads to the Honjido Hall which features the "Crying Dragon". This is a large painting of a dragon on the ceiling of the hall, which is thus named because a bright ringing sound can be heard when two pieces of wood are clapped directly under its head due to the acoustics of the hall. The clapping of the wood is frequently performed to visitors by a priest. Beyond Yomeimon is the main shrine building, which consists of the praying hall (haiden) connected to the main hall (honden) behind. The halls are dedicated the spirits of Ieyasu and two other of Japan's most influential historical personalities, Toyotomi Hideyoshi and Minamoto Yoritomo. Visitors are allowed to enter the richly ornamented building but photographs are not allowed. To the right of the main shrine building is the Sakashitamon Gate, whose transom bears the famous carving of the Nemurineko (sleeping cat). Sakashitamon marks the start of a long flight of stairs that leads uphill through the woods to Tokugawa Ieyasu's mausoleum. The ascent takes about five minutes, after which visitors will meet the relatively subtle and austere, yet dignified mausoleum. Located outside the paid shrine area, the Nikko Toshogu Museum (Homotsukan) was opened in 2015 to commemorate the 400 year anniversary of Tokugawa Ieyasu's death. Inside this modern building is an impressive collection of the former shogun's personal effects from armor and swords to writing utensils and letters that he wrote. Toshogu and Nikko's other shrines and temples are located a 30-40 minute walk or 10 minute busride (310 yen one way, 500 yen day pass, covered by the free passes) from Tobu and JR Nikko Stations. Endereço: 2301 Sannai, Nikko, Tochigi 321-1431, Japão [Mapa] Telefone: 288-54-0560 Preço: ¥ 1,300 (santuário), ¥ 1,000 (museu), 2100 yen (shrine and museum) Hours Site: toshogu.jp 2. Kinu Tateiwa Otsuribashi: A Kinu Tateiwa Otsuribashi é uma ponte suspensa de 140 metros de extensão que foi construída em 2009. Ela fica em cima do rio Kinugawa, a 40 metros de altura e liga a cidade de Nikko a Kinugawa Onsen a uma formação rochosa gigante de 70 metros conhecida como Tateiwa (Rocha escudo), devido à sua semelhança com um escudo medieval. É possível fazer uma pequena trilha por essa pedra, mas se você não quiser se aventurar, pode somente atravessar a ponte e apreciar a linda vista que se tem do rio Kinugawa. Pra quem vencer o medo e tiver coragem de atravessar completamente a ponte, tem recompensas: do outro lado, há o famoso carimbo para “comprovar” a sua passagem pela ponte (Gratuitos, não pesam e uma lembrança ótima para se guardar dos lugares visitados). Por isso, não esqueça de levar o seu caderninho. Tem também um sino que você pode tocar para invocar boa sorte e um “Oni”, um tipo de demônio do bem que oferece proteção para aqueles que colocarem moedas na sua cabeça. Endereço: 1436 Kinugawaonsen Ohara, Nikko, Tochigi, 321-2522, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-77-2052 Site: nikko-kankou.org 3. Templo Taiyuin: é o mausoléu do terceiro xogun Tokugawa Iemitsu, neto de Ieyasu. O mausoléu de Iemitsu assemelha-se ao Santuário Toshogu, mas sua arquitetura é um pouco mais modesta que Toshogu, devido ao profundo respeito de Iemitsu por seu avô. O nome Taiyuin está relacionado ao nome póstumo de Iemitsu. Assim como o Toshogu, Taiyuinbyo combina elementos budistas e xintoístas em sua arquitetura e decoração. Antigamente era comum os santuários possuírem elementos de ambas as religiões. Isso era comum até o período Meiji, quando o xintoísmo e o budismo passaram a ser distintas. Across the country, Buddhist elements were removed from shrines and vice versa, but at Taiyuinbyo the separation was not carried out completely. While Toshogu was officially made a shrine, the Taiyuinbyo became a subtemple of nearby Rinnoji Temple. A short walk west of Toshogu Shrine takes visitors to the vermillion Niomon Gate, the entrance to the Taiyuinbyo. Proceeding on leads to the more lavishly decorated Nitenmon Gate which is guarded by two heavenly kings, followed by two beautiful structures - a drum tower on the left and a belfry on the right. Arriving at the Karamon Gate which stands majestically in front of the praying hall (haiden), look out for the famous sculpture of a white dragon that embellishes the transom of the gate. Visitors are allowed to enter the haiden and see its lovely interior decor featuring precious ornaments, an elegant coffered ceiling, nice carvings and gold lacquered pillars and walls. The main hall (honden) is located just behind the haiden but can only be viewed from the outside. The two halls are connected by a short corridor and the structures combined have a slightly subtle yet grand-looking facade. Next to the halls at the innermost precincts is Tokugawa Iemitsu's mausoleum, which lends a composed and dignified charm to the temple. Access: Taiyuinbyo stands about 200 meters west of Toshogu, a 30-40 minute walk or 10 minute bus ride (310 yen one way, 500 yen day pass, covered by the free passes) from Tobu and JR Nikko Stations. Endereço: 2300 Sannai, Nikko, Tochigi, 321-1431, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-54-1766 Preço: ¥ 550 Site: rinnoji.or.jp 4. Santuário Futarasan-jinja Santuário Futarasan fica ao lado do Toshogu, no centro de Nikko. Foi fundado em 782 por Shodo Shonin, o monge budista que introduziu o budismo em Nikko e que também fundou o Templo Rinnoji nas proximidades. O Santuário Futarasan é dedicado às divindades das três montanhas mais sagradas de Nikko: Monte Nantai, Monte Nyoho e Monte Taro. Futarasan is an alternate name of Mount Nantai, the most prominent of the three mountains. The shrine grounds are mostly free to enter except for a small paid area to the left of the offering hall (haiden). The paid area features a small forested garden with a couple more halls, a spring, old sacred trees and closer views onto the main hall (honden) that stands behind the offering hall. Located one kilometer from the shrine grounds, the Shinkyo Bridge also belongs to Futarasan Shrine. O templo possui duas espadas que são Tesouros Nacionais do Japão. Além disso, dezenas de construções e artefatos culturais estão listados como Ativos Culturais Importantes. Mais dois santuários Futarasan estão localizados nas proximidades de Okunikko: um está no topo do monte Nantai e o outro na margem norte do lago Chuzenji, na base da montanha. Endereço: 2307 Sannai, Nikkō-shi, Tochigi-ken 321-1431, Japão [Mapa] Futarasan Shrine stands about 200 meters west of Toshogu, a 30-40 minute walk or 10 minute bus ride (310 yen one way, 500 yen day pass, covered by the free passes) from Tobu and JR Nikko Stations. Telefone: +81 288-54-0535 Preço: ¥ 200 Site: futarasan.jp 5. Shinkyo (Ponte Sagrada) Essa icônica ponte vermelha, originalmente construída em 1636, é conhecida como uma das três pontes mais bonitas no Japão e é considerada o portão de entrada para a cidade de Nikko. A ponte foi registrada como patrimônio mundial em dezembro de 1999. O Shinkyo mede 28 metros de altura, 7,4 metros de largura e situa-se 10,6 metros acima do Rio Daiya. Segundo uma lenda, durante uma peregrinação pelo Monte Nantai, Shōdō não conseguiu atravessar o Rio Daiya por causa da forte correnteza. O monge orou e um deus de 3 metros de altura chamado Jinja-Daiou apareceu com duas cobras enroladas em volta de seu braço direito. Jinja-Daiou transformou as duas cobras em uma ponte parecida com arco-íris coberta com juncos. Assim, Shōdō e seus seguidores puderam atravessar o rio. Por este motivo a ponte também é chamada de Yamasugeno-jabashi (Ponte de Cobra de Junco). Há muito tempo, apenas um número limitado de pessoas poderia usar esta ponte para eventos relacionados ao santuário, mas desde 1973 ela foi aberta para o público geral e agora qualquer visitante pode usar essa ponte para sentir a atmosfera sagrada especial. Endereço: Kamihatsuishimachi, Nikko, Tochigi, 321-1401, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-54-0535 Site: shinkyo.net Access: Shinkyo Bridge is located in central Nikko, along the way between the railway stations and Toshogu Shrine. It can be accessed from JR or Tobu Nikko Station by a bus which stops at Shinkyo bus stop (5 minutes, 200 yen one way) or in about 20-30 minutes on foot. Admission: 300 yen 6. Cataratas Kegon: possui quase 100 metros de altura e é considerada uma das três cachoeiras mais bonitas do Japão, juntamente com a Cachoeira Nachi, em Wakayama e Cachoeira Fukuroda, em Ibaraki. Kegon é a única saída para as águas do lago Chuzenji. Kegon pode ser visto a partir de uma plataforma de observação gratuita que é facilmente acessível a pé, bem como de uma plataforma paga na base da cachoeira, acessada através de um elevador de 100 metros de profundidade. Através do Observatório Akechidaira, alcançado por um teleférico, também é possível obter uma bela vista de Kegon e do Lago Chuzenji. Access Kegon Waterfall is a short walk from the Chuzenjiko Onsen bus terminal. The bus ride from JR or Tobu Nikko Station to Chuzenjiko Onsen takes about 50 minutes, costs 1150 yen and is covered by several Tobu free passes. A 2-day pass for unlimited bus rides between Nikko and Chuzenjiko Onsen is available for 2000 yen at Tobu Nikko Station. Endereço: Chugushi, Nikko, Tochigi, 321-1661, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-55-0030 Preço: ¥ 550 (Plataforma de observação paga) Site: kegon.jp 7. Templo Chuzenji: é um templo localizado às margens do lago Chuzenjiko. Originalmente fundado em 784 por Shodo-Shonin, no sopé do Monte Nantai, o templo mais tarde foi transferido para Utaga-hama, um lugar sagrado em frente ao Lago Chuzenji. O principal objeto de adoração de Chuzenji é uma estátua de Juichimen-senju Kannon Boastsu de seis metros de altura, esculpida em uma árvore. Esta estátua kannon (deusa da misericórdia) com onze faces e mil mãos é designada como propriedade cultural nacional. The second story of the temple complex houses a rare assembly of all five Buddhist Deva Kings (Myo-o). The hall's ceiling sports a giant painting of a white dragon by the same artist who painted the "Crying Dragon" at Toshogu Shrine. The ceiling of the inner chamber is coffered and decorated with paintings of over a hundred flower varieties found around Nikko. From the veranda, visitors can enjoy beautiful views over Lake Chuzenjiko. On foot: Chuzenji Temple is a 20 minute walk from the Chuzenjiko Onsen bus terminal. By bus: From Chuzenjiko Onsen, take a bus to Tachikikannon-mae bus stop (立木観音前, 3 minutes, 150 yen one way) a few steps from Chuzenjiko Temple. From July to mid November, buses are bound for Hangetsuyama (半月山) and run about once per hour. There is no bus service from mid November to March. Endereço: 2578 Chūgūshi, Nikko, Tochigi 321-1661, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-55-0013 Preço: ¥ 500 (adultos), ¥ 200 (estudantes) Site: rinnoji.or.jp 8. Nikko Tamozawa Imperial Villa Memorial Park: combina as arquiteturas do período Edo e arquitetura moderna do período Meiji. Construída em Tóquio em 1899, a estrutura foi movida para Nikko para ser usado como residência de verão da Família Imperial Japonesa. The villa was erected in Nikko in 1899, using parts of a residence that originally stood in Tokyo. Before being moved to Nikko, the building served initially as the Tokyo residence of a branch of the Tokugawa family and was later temporarily used as the Imperial Palace. In Nikko, it was enlarged into a summer residence and retreat for the Imperial Family, but suffered neglect after World War II. A vila foi aberta ao público no ano 2000, após extensas obras de renovação e agora funciona como um museu e um parque memorial. In addition to the building's long line of illustrious occupants, Tamozawa Imperial Villa is one of the largest remaining wooden buildings in Japan. The interior of the villa is a curious mix of Japanese and Western styles. Many floors are carpeted, and elaborate chandeliers hang from the ceilings. Yet the villa's Japanese elements, such as sliding paper doors and tatami flooring are prominent as well. Although still impressive in size and grandeur, Tamozawa Imperial Villa currently occupies only one third of its original area. It now functions as a museum and memorial park, and is well equipped with multilingual displays for visitors. The manicured Japanese style garden, that surrounds the villa, has several maple trees which offer autumn colors usually around late October and early November. Access From JR or Tobu Nikko Station, take a Tobu bus bound for Chuzenjiko Onsen or Yumoto Onsen and get off at the Tamozawa bus stop. The bus ride takes about 10 minutes and costs 310 yen one way. Tamozawa Imperial Villa can also be reached in about a 20 minute walk from Toshogu Shrine. Endereço: Honcho 8-27, Nikko, 321-1434, Tochigi, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-53-6767 Preço: ¥ 510 (adultos), ¥ 250 (estudantes) Hours: 9:00 to 17:00 (until 16:30 from November through March) Admission ends at 16:00. Closed: Tuesdays (or following day if Tuesday is a national holiday)Site: park-tochigi.com 9. Cataratas Ryuzu: é uma das cachoeiras mais bonitas de Nikko, especialmente durante o outono. “Ryuzu” significa “cabeça de dragão” em japonês. O nome vem da forma das quedas, que se assemelha à cabeça de um dragão. A cachoeira está localizada no rio Yukawa, pouco antes do rio encontrar-se com o lago Chuzenji. Ryuzu Waterfall is flanked by many trees which turn yellow and red during the autumn leaf season, adding to the fall's fiery, dragon-like appearance. Probably because of its shadowy location, Ryuzu Waterfall is one of the first spots in Nikko to see autumn colors. Há uma loja de souvenires e um café perto da cachoeira, onde você pode apreciar a vista enquanto toma um chá e saboreia quitutes japoneses. Há uma trilha para caminhadas que segue o rio, com cerca de 300 metros, de onde é possível desfrutar de vistas impressionantes. Further beyond, the trail continues towards the Senjogahara Marshlands. Access From JR or Tobu Nikko Station, take a Tobu bus bound for Yumoto Onsen and get off at the Ryuzu no taki bus stop. The one way bus ride takes about one hour, costs 1400 yen and is covered by the All Nikko Pass. A 2-day pass for unlimited bus rides between Nikko and Senjogahara is available for 2650 yen at Tobu Nikko Station. Likewise, a 2-day pass for unlimited bus rides between Nikko and Yumoto Onsenis available for 3000 yen. Endereço: Chugushi, Nikko, Tochigi 321-1661, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-22-1525 Site: nikko-kankou.org 10. Planalto de Senjougahara: está localizado a uma altitude de 1.400 metros. Mais de 350 espécies de plantas nativas e vários tipos de aves podem ser encontradas aqui. A melhor maneira de desfrutar Senjogahara é através de uma caminhada em um dia ensolarado. A trilha de caminhada oferece excelentes vistas do pântano e das montanhas circundantes, e leva cerca de 2,5 a 3 horas para ser concluída. O local é particularmente bonito durante o outono, quando a vegetação do pântano sofre mudanças na sua coloração. Endereço: Chugushi, Nikko, Tochigi 321-1661, Japão [Mapa] Site: nikko-kankou.org 11. Hangetsuyama: é uma montanha com cerca de 1.753 metros de altura, situada a sudeste do lago Chuzenji. Trilhas para caminhadas levam até o topo da montanha, onde há um deck de observação com ótimas vistas para o Lago Chuzenji e Monte Nantai. Leva-se cerca de 30 minutos de escalada até o deck de observação. O caminho até Hangetsuyama, conhecido como Chuzenjiko Skyline, é uma antiga estrada de pedágio que foi especialmente construída para o turismo local, mas que é gratuita hoje em dia. Access From Chuzenjiko Onsen, take a bus bound for Hangetsuyama (半月山) and get off at the final stop (20 minutes, 520 yen one way, about one bus/hour) from where the summit can be reached in about a 30 minute hike. For those not wishing to hike, get off one stop earlier at Chuzenji Tenbodai bus stop (中禅寺湖展望台) directly next to the Chuzenjiko Observation Deck. Endereço: Ashiomachi, Nikkō, Tochigi 321-1511, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-54-2496 12. Nikko Yumoto Onsen Yumoto significa literalmente “origem da água quente”). É uma pequena cidade de águas termais ao lado do lago Yunoko. A cidade, situada dentro do Parque Nacional de Nikko, consiste principalmente em pousadas estilo ryokan que oferecem banhos termais. Ao norte da cidade, fica Onsenji, um templo budista com um pequeno onsen aberto ao público. A cidade tem o aroma de enxofre, devido às águas termais que borbulham do chão, especialmente ao longo da margem norte do lago Yunoko. Outros onsens muito procurados em Nikko, encontram-se ao longo do rio Kinugawa. Immediately south of Lake Yunoko, the lake's calm waters suddenly plunge down a steep, 70 meter high slope. The spectacular waterfall is called Yudaki (lit. "hot water waterfall"), but the water of neither the lake nor the waterfall are actually warm. From Yudaki starts the attractive Senjogahara Plateau Nature Trail, leading along Yukawa River (lit. "hot water river") through the woods and across the marshland of the Senjogahara Plateau to Ryuzu Waterfall at the shores of Lake Chuzenji. Access Yumoto Onsen is connected with central Nikko by Tobu bus. Buses leave from Tobu Nikko Station (many also serve JR Nikko Station) and are bound for Yumoto Onsen. There are one or two buses per hour. The one way trip from Tobu Nikko Station to Yumoto Onsen takes about 80 minutes, costs around 1700 yen and is covered by the All Nikko Pass. A 2-day pass for unlimited bus rides between Nikko and Yumoto Onsen is available for 3000 yen at Tobu Nikko Station. Endereço: 2559 Yumoto, Nikko, Tochigi 321-1662, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-62-2351 Preço: ¥ 500 (não obrigatório) Site: rinnoji.or.jp 13. Nikko Botanical Garden: é um jardim botânico gerido pela Universidade de Tóquio. Possui 26 hectares em uma área repleta de córregos e lagoas a 647 metros acima do nível do mar. O jardim foi estabelecido em 1902 como um ramo do Koishikawa Botanical Garden, em Tóquio, para se especializar no estudo de plantas alpinas. Antigamente, era localizado perto do Santuário de Toshogu, mas em 1911 foi transferido para o local atual. Em 1950, a área foi ampliada para incluir parte do jardim Tamozawa Goyotei, uma casa de verão da família real japonesa. Hoje, o jardim contém cerca de 2.200 espécies, incluindo 10 espécies japonesas de Prunus e 80 espécies de rododendros. Access From JR or Tobu Nikko Station, take a Tobu bus bound for Chuzenjiko Onsen or Yumoto Onsen and get off at the Hanaishicho bus stop. The bus ride takes about 10 minutes and costs 310 yen one way. Nikko Botanical Garden can also be reached in about a 30 minute walk from Toshogu Shrine. Hours 9:00 to 16:30 (entry until 16:00) Closed Mondays (or following day if Monday is a national holiday) Endereço: 1842 Hanaishicho, Nikko, Tochigi, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-54-0206 Preço: ¥ 400 Site: bg.s.u-tokyo.ac.jp 14. Irohazaka: são duas estradas sinuosas que ligam a parte mais baixa em torno do centro de Nikko, para as elevações mais altas de Oku-Nikko, localizado na parte noroeste de Nikko. Foram construídas, respectivamente, em 1954 e 1965 como uma das primeiras estradas com pedágio do Japão, mas hoje ambas podem ser percorridas gratuitamente. Contando com 48 curvas fechadas, Irohazaka é ainda um importante local da história japonesa, pois os monges budistas atravessavam este caminho para ir em peregrinação até o lago Chuzenji. “Iroha” são as primeiras três das 48 sílabas do antigo alfabeto japonês (que agora é conhecido como “aiueo”), e “zaka” significa “declive”. Cada curva é nomeada com um dos 48 caracteres desse alfabeto japonês. Apesar de as estradas terem sido modernizadas ao longo dos anos, o número de curvas se mantem como antigamente. A estrada de tráfego ascendente leva até o platô de Akechidaira, que oferece um deck de observação com vistas panorâmicas do Irohazaka e do lago Chuzenji e Kegon. From JR or Tobu Nikko Station, take a Tobu bus bound for Chuzenjiko Onsen or Yumoto Onsen and get off at the Akechidaira bus stop. The bus ride takes about 35 minutes and costs 1100 yen one way. Note that buses in the opposite direction do not stop at Akechidaira. Endereço: Nikko, Tochigi, Japão [Mapa] Telefone: +81 0288-54-2496 (Associação de Turismo de Nikko) Site: nikko-kankou.org 17. Ryuokyo Canyon: é um desfiladeiro com cerca de 4 Km criado a partir de uma erupção 22 milhões de anos atrás. É um lugar de beleza cênica repleto de cachoeiras e pântanos, que por sua vez está incluído no Top 100 melhores destinos turísticos do país. Está localizado entre a estação Ryuokyo e a estação Kawaji-onsen, na linha ferroviária Yagan. Há algumas trilhas ao longo do desfiladeiro. “Ryuokyo” significa “Vale do Rei Dragão”. É comum as pessoas fazerem trilhas por aqui, que podem levar de 1.5 a 3 horas de duração e passam pela ponte Musasabi, que oferece uma vista ainda mais panorâmica do vale. Endereço: Ryuokyo, Fujiwara Nikko-shi, 321-2521, Tochigi, Japão [Mapa] Kanmangafuchi Abyss Kanmangafuchi Abyss (憾満ヶ淵) was formed by an eruption of nearby Mount Nantai. This gorge near central Nikko is only a few hundred meters long and can be enjoyed from a pleasant riverside walking trail. Kanmangafuchi is also known for its row of about 70 stone statues of Jizo, a Bodhisattva who cares for the deceased. This particular group of Jizo statues is alternately called "Bake Jizo" (Ghost Jizo), "Narabi Jizo" (Jizo in a line) or "Hyaku Jizo" (100 Jizo). The statues look out over the river and across to the Nikko Botanical Garden, but the botanical garden cannot be entered from the abyss. Access From JR or Tobu Nikko Station, take a Tobu bus bound for Chuzenjiko Onsen or Yumoto Onsen and get off at the Tamozawa bus stop. The bus ride takes about 10 minutes and costs 310 yen one way. From the bus stop, the trail begins after a 10-15 minutes walk through a residential area. The Kanmangafuchi Abyss can also be reached in about a 30 minute walk from Toshogu Shrine. Kirifuri Waterfall Kirifuri Waterfall (霧降の滝, Kirifuri no taki) is an impressive, 75 meter high, two-tiered waterfall located below the Kirifuri Highlands, a few kilometers northeast of the temples and shrines of Nikko. The sight of the elegant falls cascading down the mountain provides a nice contrast to the surrounding foliage, which is lush and green in spring and summer and displays fiery shades of red, orange and gold in autumn. The name Kirifuri means "falling mist" after the fine mist that is created when the water crashes against the rocks at the bottom of the lower falls. The view may occasionally be obscured when mist or fog covers the valley. It used to be possible to hike down to the base of the waterfalls, but the trail down the mountain partially collapsed several years ago and has been closed ever since. Instead, the waterfall can be seen from a wooden observation deck built high up on the mountain across the valley from the falls. The observation deck is located a ten minute walk down a mostly paved trail from the parking lot and bus stop, where you will also find two restaurants and public toilets. Autumn colors in the area are usually best around late October to early November. Access From April to late November, Kirifuri Waterfall is connected by bus from JR Nikko and Tobu Nikko stations about once per hour. Take a bus in direction of Kirifuri Kogen (霧降高原) and get off at Kirifuri-no-taki bus stop (霧降の滝) from where it is a ten minute walk to the observation deck . The one way bus ride takes about ten minutes, costs 330 yen and is covered by the All Nikko Pass. Note that the buses do not stop near the temples and shrines of Nikko, and they do not run from late November through March. Lake Chuzenji (Chuzenjiko) Lake Chuzenji (中禅寺湖, Chūzenjiko) is a scenic lake in the mountains above the town of Nikko. It is located at the foot of Mount Nantai, Nikko's sacred volcano, whose eruption blocked the valley below, thereby creating Lake Chuzenji about 20,000 years ago. Chuzenjiko' shores are mostly undeveloped and forested except at the lake's eastern end where the small hot spring town of Chuzenjiko Onsen was built. The town is also the site of Kegon Waterfall, the most famous of several waterfalls in Nikko National Park. Another popular waterfall, Ryuzu Waterfall, is located at the northern shores of Lake Chuzenji where Yukawa River discharges into the lake. Chuzenjiko is especially beautiful in mid to late October, when the autumn colors reach their peak along the lake's shores and surrounding mountains. And during Japan's hot summers, the lake's high elevation (1269 meters above sea level) keeps the area cool and comfortable, which in the past has attracted foreign embassies to build recreation villas along its shores. It is possible to hike around the entire 25 kilometer circumference of Lake Chuzenji via hilly lakeside walking trails. Alternatively, the lake can be enjoyed from sightseeing boats that depart from Chuzenjiko Onsen. Panoramic views from above are possible from along the Chuzenjiko Skyline, an eight kilometer long former toll road which can now be used free of charge. Akechidaira Plateau Located at the top of the Irohazaka Winding Road, shortly before reaching Lake Chuzenji, the Akechidaira Plateau is a small parking lot with panoramic views over the winding road and the valley below. A ropeway lifts visitors in three minutes from the parking lot to an observation platform with views of Kegon Waterfall in combination with Lake Chuzenji. Chuzenjiko Onsen Chuzenjiko Onsen is a touristy hot spring resort town at the eastern shores of Lake Chuzenji and at the foot of Mount Nantai. The small town consists mainly of souvenir shops, hotels and ryokan, but also offers some sightseeing spots, including Chuzenji Temple, a Futarasan Shrine, a nature museum and, most of all, Kegon Waterfall. It is also the departure point of sightseeing cruises of the lake. Senjogahara Marshland At an altitude of 1400 meters above sea level, the Senjogahara Marshland (戦場ヶ原, Senjōgahara) covers the plateau between Lake Chuzenji and Yumoto Onsen. It offers some of the best hiking in the Nikko National Park and is particularly beautiful during the autumn leaf season in October when the marshland's grasses turn into a reddish yellow and the larch trees into a shiny gold. The Senjogahara Plateau Nature Trail follows Yukawa River during most of its course between Yumoto Onsen and Ryuzu Waterfall near the shores of Lake Chuzenji. The hiking trail offers excellent views of the marshland and surrounding mountains, and it takes around 2.5 to 3 hours to complete. Not far from Senjogahara lies Odashirogahara, a smaller but equally idyllic marshland, which is worth a detour or separate visit. During winter, the marshland is usually covered by several centimeters of snow typically between December and March, during which the hiking trails may not be passable. But when enough snow accumulates, visitors can see a different side of the marshland by walking along the hiking trails on snowshoes. There is also a course network for cross-country skiing north of the Sanbonmatsu parking lot. A couple of rest houses at the Sanbonmatsu parking lot offer snowshoe rentals for around 500 yen for two hours or 1000 yen per day. Cross-country ski rentals go for 1800 to 2000 yen per day. There are also guided half-day tours available, but advance reservations are required, and English instructions may be limited. Access Senjogahara is connected with central Nikko by Tobu bus. Buses leave from Tobu Nikko Station (many also serve JR Nikko Station) and are bound for Yumoto Onsen. There are one or two buses per hour. The one way trip from Tobu Nikko Station to Senjogahara takes about 70 minutes, costs around 1500 yen and is covered by the All Nikko Pass. A 2-day pass for unlimited bus rides between Nikko and Senjogahara (as far as Sanbonmatsu bus stop) is available for 2650 yen at Tobu Nikko Station, while a 2-day pass for unlimited bus rides between Nikko and Yumoto Onsen is available for 3000 yen. For walking the entire Senjogahara Plateau Nature Trail, get off at either Yumoto Onsen or Ryuzu no taki bus stop. The hiking trails can also be joined from Akanuma bus stop, while Sanbonmatsu bus stop offers a small observation deck with views over the marshland, but no access to the hiking trails. A separate bus travels between the parking lot near the Akanuma Shako bus stop at the southeastern end of Senjogahara Marshland and Senjugahama bus stop at the western bank of Lake Chuzenji, stopping at Odashirogahara Marshland and Lake Sainoko along the way. The entire one way trip takes approximately 30 minutes and costs 300 yen. Buses operate from late April through November about once per hour. More frequently on weekends and during busy seasons. Note that during the autumn leaf season in October, traffic between central Nikko and Senjogahara can be very heavy, and buses can incur heavy delays, especially on weekends. If possible, try to visit during the week and not on weekends. Akechidaira Plateau Akechidaira Plateau is located near the top of the ascending Irohazaka Winding Road. At the plateau, there is a parking lot with a free observation area that offers nice views onto the Irohazaka and the valley below. A rest house stands beside the parking lot, serving as a souvenir shop, cafeteria and the lower station of the Akechidaira Ropeway. In three minutes, the ropeway carries visitors to an observation platform further up the mountain for spectacular views over Kegon Waterfall and Lake Chuzenjiko. Outside of winter, it is also possible to reach this upper observation deck in about two hours (one way) via a hiking trail from Lake Chuzenjiko. The trail also connects to Mount Hangetsuyama. Access: From JR or Tobu Nikko Station, take a Tobu bus bound for Chuzenjiko Onsen or Yumoto Onsen and get off at the Akechidaira bus stop (35 minutes, 1100 yen one way, 3-4 buses per hour). Note that buses in the opposite direction do not stop at Akechidaira. Akechidaira Ropeway Hours 9:00 to 16:00 (longer hours during the autumn color season) Closed No closing days Admission 400 yen (one way), 730 yen (round trip) TOKYO – BAIRRO A BAIRRO 1. Shibuya Shibuya é provavelmente a área da Tóquio que melhor personifica a imagem preconcebida que temos da capital do Japão. Muita gente, muitos arranha-céus espelhados, néons por todo o lado, painéis vídeo com publicidade, tudo muito luminoso, consumista e pós-moderno. Além de muito bem servido em termos de transporte público, o bairro de Shibuya, localizado no distrito de mesmo nome, é também próximo a diversas atrações turísticas de Tóquio, como o bairro antigo de Shimokitazawa. Para completar, a região também é repleta de muitos cafés e restaurantes, permitindo que você encontre boas opções de alimentação nas proximidades, sem precisar se deslocar a cada refeição. Entretanto, os hotéis costumam apresentar preços mais elevados do que a média. O bairro é conhecido por iniciar modas, tem muitas lojas jovens e mais tantas outras lojas de departamentos. Em Shibuya existe uma grande concentração de “Love hotels” japoneses, que são equivalentes aos motéis brasileiros, e muitos clubes noturnos. Fora da área imediata da estação, o bairro tem ruas calmas residenciais. Shibuya Station: outra mega-estação de trem e metrô, cheia de lojas, restaurantes, e a 4a mais movimentada do Japão. SHIBUYA CROSSING: Do segundo andar você vê o cruzamento movimentado com o pessoal atravessando a rua e pode fotografar e filmar. Tem faixas de pedestres até nas diagonais, e é o cruzamento mais movimentado do mundo. Você pode tomar um café olhando o movimento no Cafe L'Occitane ou Starbucks Shibuya Tsutaya, que fica no prédio com o telão gigante na frente do cruzamento, do outro lado da rua, mas não pode fotografar e filmar lá dentro. Hachikō (Shibuya Station): é a estátua famosa do cachorrinho de mesmo nome, que segundo a história popular, esperou o seu dono todos os dias nesse local por anos e anos após a sua morte, como fazia todos os dias. Tokyu Hands (Shibuya Station): se você é adepto de trabalhos manuais, artes e decoração, vai ter um treco nessa loja, com 8 andares de materiais diversos. A Loft (ótima para conhecer algumas invenções japonesas que facilitam nossa vida). é outra loja parecida, que compete com a Tokyu Hands. Na região, estão presentes as maiores redes de lojas japonesas e as grandes lojas de departamento, ou "depato" como os próprios japoneses chamam. rua Koen e lojas como a Uniqlo, Center Gai (Shibuya Station): é uma rua de pedestres que fica perto da estação Shibuya, cheia de lojas, bares, restaurantes, o movimento no final do dia é forte, com muita gente começando a noitada por ali. tem muitas opções de comida boa e barata. 2. Harajuku Área entre Shibuya e Shinjuku famosa pela cultura e moda adolescente. Sabe aquele clichê dos adolescentes japoneses com cabelos coloridos e fazendo cosplay? Harajuku pode ser definida como uma área criativa, jovem e sem barreiras, capaz de aceitar pessoas de diferentes nacionalidades com todas as suas peculiaridades. No bairro fica também o Parque Yoyogi, onde jovens japoneses de todas as tribos se reúnem aos domingos para curtir a vida do seu jeito. Não por acaso, esse é considerado o bairro da moda, com um toque futurista, onde todos vão para ver e ser vistos. Harajuku Station: ao redor dessa estação você começa a ver os adolescentes japoneses vestindo as roupas mais loucas possíveis. Durante a semana eles estão na escola, e andam por ali em seus uniformes, então a graça é visitar Harajuku no domingo durante o dia pra ver a criatividade do pessoal. Se você pedir, a maioria deles deixa tirar fotos e faz pose. Omotesando (Harajuku Station ou Omotesando Station): é uma avenida que vai da estação de Harajuku até a Aoyama dori, onde fica a estação Omotesando. Essa rua é conhecida pelas suas lojas de grife famosas, uma atrás da outra: Prada, Louis Vuitton, Dior, Gucci, Missoni, a lista é grande. O shopping Omotesando Hills tem lojas mais “normais”, como Gap, Zara e marcas locais. Na Omotesando perto da estação Harajuku fica a loja de brinquedos Kiddyland, com 6 andares, inclusive um andar dedicado a Charlie Brown, Snoopy e sua turma, e um andar pra turma da Sanrio – Hello Kitty e seus amigos. Horário: Seg–Sáb: 11:00–23:30 Dom: 11:00–22:30 Yoyogi Park (Harajuku Station): um parque bem grande com muitos gramados e famílias brincando. Meiji-jingu (Harajuku Station ou Meiji-jingu-mae Station): Considerado um dos maiores santuários xintoístas de Tokyo, o Meiji Jingu é dedicado ao imperador Jingu e sua esposa. Sua construção foi concluída em 1920, mas o santuário foi destruído pela Segunda Guerra e reconstruído após. O santuário e seus edifícios ficam próximos da estação de Harajuku e estão localizados no meio do Parque Yoyogi. Por estar cercado por árvores, é um local relativamente pacato e (quase) ideal para relaxar. Milhares de pessoas passam pelo lugar todos os dias; por ser um dos mais populares do Japão, estima-se que mais de 3 milhões de pessoas passem por lá na virada do ano para fazer suas preces. O santuário é marcado pela presença de um torii gigante, com 12 metros de altura, feito com cipreste de mais de 1.500 anos. Logo na entrada, barris de sakê, uma das bebidas mais populares do país, enfeitam o caminho até o santuário. Para quem tem tempo disponível, pode valer a pena visitar o jardim do Gingu Gyoen, projetado pelo imperador que deu nome ao local. Vale especialmente a pena ao domingo. O motivo? É dia de casamentos. Com isso, toda a área em torno do templo ganha vida e cor. As noivas, vestidas de forma tradicional, a serem preparadas para o casamento. Cortejo de noivos e convidados a entrarem nas salas do templo. E muitas mulheres envergando belíssimos kimonos. Especialmente para quem gosta de fotografia, Meiji Jingu aos domingos é mesmo fascinante. E é um passeio perfeito para combinar com a passagem pela Rua Takeshita, no bairro Harajuku. Tem uma loja de souvenirs muito bonitinha no caminho para o templo, ao lado de uma lanchonete e banheiros. Site: http://www.meijijingu.or.jp Takeshita Dori (Harajuku Station): é a rua mais famosa de Harajuku, pequenininha (400m), mas cheia de lojas vendendo a última moda para os adolescentes japoneses. Está sempre cheia, e aos domingos você vê a molecada circulando com as suas roupas mais loucas. tem lojas que vendem desde roupas para fazer cosplay às famosas lojas de 100 ienes. Passear pela Takeshita-Dori, tirar uma foto do letreiro principal da rua e comer um crepe doce e super rechado são alguns dos programas que você pode fazer por lá. Em face de seu tamanho e do público constante que visita o lugar, a rua fica extremamente cheia nos fins de semana. É um local popular entre os jovens da cidade e entre os turistas que querem conhecer o fervor da cultura pop japonesa. Embora seja um lugar bem movimentado, o que pode provocar estranheza em algumas pessoas, é um passeio é interessante! Site: http://www.takeshita-street.com 3. Shinjuku Também muito bem localizada, a área de Shinjuku é ideal para os amantes de compras, pois o comércio nas proximidades é vibrante, repleto de lojas e shoppings. Além disso, o bairro, localizado no distrito homônimo, é reconhecido por sua agitada vida noturna, que atrai moradores de todas as regiões de Tóquio. Porém, assim como acontece em Shibuya, os preços das hospedagens para quem opta por essa região costumam ser bastante elevados. O bairro que é o centro administrativo e de negócios e de inúmeros arranha-céus da cidade tem também um distrito de entretenimento famoso (Kabukicho (red light district)) e a mais movimentada estação de trem do mundo, Shinjuku Station, que tem mais de 200 saídas, por onde circulam mais de 2 milhões de passageiros por DIA. Ao redor da estação muitas lojas de departamentos imensas, e ali pertinho: Shinjuku Gyoen (Shinjukugyoenmae Station ou JR Sendagaya Station ou Shinjuku Station): É um jardim fechado e pago, com 58.3 ha, tem várias regras do que pode e não pode fazer e levar lá pra dentro. Fizemos picnics por lá ambas as vezes, comprando nosso lanche pra levar no subsolo da Takashimaya e na Isetan, que são ali pertinho. A entrada custa 200 ienes. Horário: Ter–Dom: 9:00–16:30 Site: http://https://www.env.go.jp/garden/shinjukugyoen/ Isetan (Shinjuku Sanchome Station): Essa loja de departamentos de 10 andares tem de tudo, em várias faixas de preço. No subsolo muitos stands de comida (área de salgados e área de doces, incluindo a francesa Pierre Hermé) pra você comprar e levar, de preferência pra um picnic no Shinjuku Gyoen ou até mesmo pra comer no seu hotel se ficar hospedado ali por perto. Tem um stand do restaurante Maisen, considerado um dos melhores katsus de Tóquio. No 7o andar, onde ficam os restaurantes (esses com mesas pra você sentar e comer ali mesmo) tem uma área que vende kimonos e todos os acessórios, são lindíssimos e vale a pena dar uma olhada. Tem uma área de descanso para bebês, tipo um fraldário, no 6o andar. Takashimaya Times Square (Shinjuku Station): outra mega loja de departamentos, com 14 andares, vários de restaurantes e o subsolo cheio de stands de comida excelentes pra você comprar e levar. Tokyo Metropolitan Government Building: As torres gêmeas que abrigam a administração da cidade de Tokyo não passam despercebidas aos olhos dos turistas. Elas se destacam pela altura e oferecem, nas suas duas torres, observatórios panorâmicos GRATUITOS para admirar a vista de Tokyo. Como a área do Metropolitan Government Building está cercada por edifícios e escritórios, dá para acompanhar muita coisa interessante acontecendo ao redor. Com tempo bem aberto, dizem que grandes símbolos do Japão podem ser vistos dos observatórios, entre eles a Tokyo Tower, Tokyo Skytree e até o Monte Fuji. O observatório da torre sul tem uma vista muito bonita durante o dia, mas se você pretende visitar os edifícios durante a noite, vá ao observatório norte, que fica aberto até às 22h30 (o outro observatório fecha no fim da tarde). Ambos os observatórios possuem cafeteria/restaurante e lojinha de presentes. Site: http://www.metro.tokyo.jp Golden Gai: um dos raros lugares de Tóquio que não foi arrasado por bulldozers para ser modernizado. Permanece, por isso, uma espécie de gueto no coração de Tóquio, como se fosse um bairro de lata mais arranjado, transformado em local de culto da noite underground da capital. É um lugar excelente para sair e conhecer uma noite mais alternativa na capital japonesa. São mais de 200 bares minúsculos, porta-sim-porta-sim, espalhados por seis ou sete ruas contíguas no meio da hiper-moderna Shinjuku. Tenha só em atenção que alguns bares não aceitam estrangeiros. E, se está apreensivo sobre o custo da viagem ao Japão, saiba que quase todos cobram entrada. 4. Ginza Área chique e cheia de lojas de departamentos enormes, restaurantes, grifes famosas. O prédio cartão-postal de Ginza (foi construído pelo fundador da Seiko) fica bem na esquina da Chuo-dori com a Harumi-dori (dori = rua), o coração do bairro. Aos sábados das 14h as 17h e aos domingos de meio-dia as 17h a Chuo Dori que é a rua principal de lojas, fica fechada para o tráfego e os pedestres podem caminhar tranquilamente fazendo as suas comprinhas, o chamado “Paraíso de Pedestres”. Vale a pena um passeio mesmo que você não vá comprar nada. Aproveite e veja o anoitecer com as milhares de luzes acendendo na Chuo Dori, e jante em um dos andares repletos de restaurantes nas lojas de departamentos. Se você vai ao local durante a noite, recomendamos passar na área de Yarakucho, que tem vários restaurantes e izakayas (uma espécie de "barzinho" japonês). Chuo Dori (Ginza Station ou Ginza-Itchome Station): passeie por essa rua cheia de lojas interessantes, de papelaria as roupas baratas (Uniqlo, H+M) ou de luxo (Chanel, Prada e outras), as jóias (Mikimoto, Cartier, etc), maquiagem (Shiseido), brinquedos (Hakuhinkan Toy Park) e equipamentos musicais (a loja da Yamaha é imensa, como tudo aqui). A Chuo Dori à noite com suas milhares de placas iluminadas é impressionante. WAKO Main Building (Ginza Station): é o prédio-símbolo do bairro, com o relógio no topo. Você sai da estação Ginza entre a Chuo Dori e a Harumi Dori e dá de cara com ele. A loja de itens de luxo WAKO ocupa o prédio. Sony Building (Ginza Station, saída B9): o prédio da Sony tem um showroom bem grande, mostrando itens históricos e as novidades da empresa. Se você estiver na área pode matar a curiosidade rapidamente. Teatro Kabuki-za (Higachi-Ginza Station): o teatro onde as peças kabuki são apresentadas o ano inteiro, você pode comprar ingresso para assistir uma peça inteira ou só um ato. Tsukiji Market - Mercado de Peixe Tsukiji (Tsukijishijo Station): é tido como o maior mercado grossista de peixe do mundo. Fica no centro de Tóquio, junto ao exclusivo bairro de Ginza. estima-se que o lugar venda mais de 2.000 toneladas de animais marinhos todos os dias. O Mercado Tsukiji tem duas grandes áreas completamente distintas. Uma área interna, coberta, originalmente apenas dedicada aos negócios grossistas (incluindo o famoso leilão de atuns). E uma área exterior, composta por ruelas cheias de restaurantes especializados em sushi e “frutos do mar”; casas de chá verde; lojas com equipamento de cozinha; e um sem fim de pequenos negócios tendo a gastronomia e o mar como denominadores comuns. No local, acontece o leilão de atum por volta das 5h da manhã. Embora seja aberto aos visitantes de forma gratuita, os espaços são limitados permitindo somente a entrada de 120 pessoas por manhã. Portanto, recomendamos chegar o mais cedo possível para evitar decepções. A parte interna do mercado é de venda no atacado, mas a parte de fora e as ruas ao redor possível comprar no varejo, e pode ser uma opção se você estiver num apartamento e quiser cozinhar. Anexo ao mercado de peixes está o chamado Outside Market, um mercado com produtos mais variados, que também vende peixes e frutos do mar, porém em menor escala; além disso, oferece comidas prontas, frutas, verduras, flores e presentes. Ao longo do Outside Market estão vários restaurantes e um programa popular é ir ao lugar para tomar café da manhã — o café, é claro, é ao estilo japonês e inclui sushis e sashimis no cardápio. Entre os restaurantes que ficam muito movimentados durante a manhã estão o Sushi Dai e Shushi Zanmai. Hours & Fees Hours: Outer Market: varies by shop, typically 5:00 to 14:00 Wholesale Area: open to visitors after 11:00am Tuna Auction: open to visitors from 5:50am to 6:20am (restricted to 120 visitors/day) Closed: Sundays, national holidays and some Wednesdays (see "English Links" below). The tuna auction gets closed to tourists for a few weeks over New Year(December 1, 2017 to January 14, 2018) to ensure a smooth and accident free course of business during that busy time of the year. Admission: Free Site: http://www.tsukiji-market.or.jp Hama Rikyu Garden (Shiodome ou Shinbashi Station): esse jardim japonês tradicional com um lago e uma casa de chá bem no meio é lindo, e se mistura com a Tóquio moderna com seus prédios altos atrás. A entrada custa 300 ienes por pessoa. De dentro do jardim você pode sair pra um passeio de barco, fica bem pertinho do mercado Tsukiji e do mar. Tokyo Tower (Akabanebashi Station): fica entre Ginza e Roppongi. Aberta em 1958, a Torre de Tokyo é um dos maiores símbolos do Japão e a maior torre de metal do mundo. Durante muitos anos, ela foi a maior estrutura arquitetônica da cidade, mas em 2012 foi ultrapassada pela Tokyo Skytree. A torre abriga antenas de telecomunicação e observatórios abertos ao público. A torre tem 333 m de altura e tem observatórios com 150 e 250 metros de altura. O observatório principal, com 150 m, pode ser acessado através de elevador ou de escadas e já oferece uma boa visão de Tokyo. Do observatório mais alto, pode-se ver o Monte Fuji e Monte Stukuba quando o tempo está sem nuvens. Há uma cafeteria no andar mais baixo, então você pode tomar um café enquanto observa a paisagem panorâmica de Tokyo. Nossa sugestão é visitar o lugar no fim da tarde, dessa forma você pode ver a cidade com luz, admirar o pôr do sol e então acompanhar as luzes dos edifícios acendendo. Observatório principal (150 m): ¥900 Observatório especial (150 + 250 m): ¥2,800 Os observatórios funcionam entre 9 e 23h, o horário limite para subir até eles é 22h30. Site: http://www.tokyotower.co.jp 5. Asakusa Asakusa é um bairro histórico de Tokyo com atrações como o templo budista Senso-ji e a rua Nakamise. O bairro é simpático, tem várias ruas com boas lojas que vendem souvenir e construções mais antigas. A partir dali, você tem uma vista bonita para o Rio Sumida e pode até fazer um passeio de barco ao longo do rio, que possui muitas pontes. Durante a primavera, a orla ao longo do Rio Sumida fica muito bonita, cheia de cerejeiras floridas e pessoas fazendo piquenique sob as árvores. A orla do rio também oferece vista para a Tokyo Skytree e outros edifícios da região de Sumida. Templo Senso-ji (Asakusa Station): também conhecido por Asakusa Kannon Temple, é um complexo de templos budistas, o mais popular de Tóquio. Ele guarda a imagem de Kannon, deusa da misericórdia.Foi construído em 645, é o mais antigo da cidade. Você chega pela estação de metrô Asakusa saída 2 ou 3 e vai caminhando até o Kaminarimon, que é o pequeno portal de entrada do templo. A partir daí você caminha pela rua Nakamise, cheia de lojinhas de souvenirs e lanchonetes, até o Hozomon, que é o grande portal de entrada do complexo. Lá dentro tem o templo principal com o altar folheado a ouro, uma Pagoda de 5 andares, e vários templos menores dedicados a diferentes divindades. Ainda estão nos arredores do templo um caldeirão com incensos — que os japoneses acreditam trazerem boa saúde — e um jardim chamado Deboin Garden, onde fica um museu com arte japonesa. Asakusa e em especial a Nakamise Street são lugares bem legais para experimentar uma comida diferente ou fazer umas comprinhas, já que as lojas próximas do templo oferecem muitas opções de lembranças de viagem e artigos relacionados ao Japão. Hours & Fees Main hall: 6:00 to 17:00 (from 6:30 from October to March) Temple grounds: Always open Admission: Free Site: http://www.senso-ji.jp SUMIDA: Um bairro que acabou de ganhar destaque por causa da recém-inaugurada Tokyo Skytree, a maior torre do mundo. Outros locais de interesse para os turistas são o Museu Edo Tóquio e o Ryogoku Kokugikan, que é o Estádio Nacional de Sumô. Tokyo Skytree: Com 634 metros de altura, a Tokyo Skytree é a maior torre do mundo. Além da própria torre, construída com tecnologia japonesa para resistir a abalos sísmicos, o elevador também é um diferencial do lugar, pois tem capacidade para transportar 40 passageiros e atinge uma velocidade de 600 metros por minuto. A torre tem uma coloração branca e recebe uma iluminação bonita durante a noite. Ela funciona como uma torre de radiodifusão e tem observatórios panorâmicos que oferecem uma vista fenomenal de Tokyo. De seus mirantes, é possível observar toda a cidade e diversos pontos de interesse. Há dois mirantes diferentes, um deles a 350 m de altura (Tembo Deck) e outro a 450 m (Tembo Galleria). O mirante mais baixo possui 3 pisos, onde ficam cafeterias, lojas de presentes, um restaurante e um espaço com piso de vidro, onde você pode observar a estrutura da torre aos seus pés. O mirante do Tembo Deck (350 m) oferece uma vista suficiente para admirar toda a cidade e ver locais como o Templo Senso-ji, Tokyo Tower, as várias pontes ao longo do Rio Sumida e diversas montanhas e alpes japoneses — isso tudo, claro, quando o tempo está bem aberto e sem neblina. Nossa sugestão é subir ao lugar justamente em dia de sol para admirar melhor a paisagem, se o tempo não estiver muito aberto, é melhor não subir ao piso mais alto, porque poderá ser dinheiro jogado fora. A vista de ambos os observatórios não decepciona e é realmente surpreendente a altura da torre. Estão disponíveis no observatório principal (350 m) televisões touch screen que permitem conhecer melhor os pontos turísticos da cidade — a interatividade deixa o passeio ainda mais bacana. Há na base da torre um shopping com diversas lojas, restaurantes e lanchonetes. Há pisos do lugar dedicados apenas à comida que têm lanchonetes muito gostosas! Recomendamos muito que depois de subir à Tokyo Skytree você faça uma parada em seus andares inferiores para comer uma torta ou alguma guloseima japonesa. Diferentes ingressos com diferentes valores são vendidos para visitar a torre, há ingressos com horário e dia marcados, outros com apenas dia marcado, que você compra na hora, antes subir a torre. A diferença de ter um horário marcado para subir ao observatório é que você não terá que enfrentar filas para pegar o elevador e, acredite, elas podem ser longas. No ponto de venda de ingressos que fica na torre, você pode optar por comprar um ingresso "fura-fila" (mais caro) ou o ingresso "normal", cogite comprar o "fura-fila" apenas se houver muita gente esperando para pegar o elevador que vai ao observatório. Site: http://www.tokyo-skytree.jp Horário: Seg–Dom: 8:00–22:00\n Admission Fees Same-day Ticket Ticket type 18 years old and over 12 - 17 years old 6 - 11 years old 4 - 5 years old TOKYO SKYTREETEMBO DECKFloor350 ¥2,060(¥1,030) ¥1,540(¥770) ¥930(¥460) ¥620(¥310) TOKYO SKYTREETEMBO GALLERIAFloor450 ¥1,030(¥510) ¥820(¥410) ¥510(¥260) ¥310(¥150) Fast Skytree Ticket Ticket type 12 years old and over 4 - 11 years old Single ticketFloor350 ¥3,000 ¥1,500 Combo ticketFloor350+450 ¥4,000 ¥2,000 · Children aged 3 years or under are free. · Rates in ( ) parentheses are for visitors with disabilities. Please present a disability ID card or other ID for verification. · There are no disability discounts available for Fast Skytree Ticket. · Combo tickets are only available at the Fast Skytree Ticket counter. Edo-Tokyo Museum (Ryogoku Station, metrô ou trem): esse museu é muito interessante, mostra objetos, ambientes e estruturas preservadas da antiga Edo até a Tóquio moderna. Tem um teatro inteiro preservado dentro do museu, uma ponte de madeira, maquetes impressionantes super detalhadas, bem legal. Você vai conhecendo a história da cidade desde sua fundação, passando pelos terremotos, incêndios, bombardeios, até os dias de hoje. A lojinha de souvenirs e objetos de arte no térreo é ótima. 6. Akihabara Akihabara, ou apenas Akiba, é conhecida principalmente pelos mangas, animes e cultura otaku. Imagine uma longa avenida fechada para pedestres com centenas de lojas só disso. A região também possui estabelecimentos de pachinko, maid cafes (que são restaurantes nos quais as garçonetes se vestem como personagens de animes) e muita diversão para adultos. Também é o lugar ideal para encontrar produtos eletrônicos e novas tecnologias. Nesta área é possível encontrar invenções únicas que você não vê em nenhum outro lugar do mundo. Muitos dos produtos eletrônicos em exibição podem ser testados de graça. Para quem procura eletrônicos, Entre as principais lojas da região estão a Laox, Sofmap e a enorme Yodobashi Camera. Note que nas lojas que têm muitos andares pode ser difícil encontrar o que você procura, então saiba que cada andar costuma ser dedicado a um tipo de produto. Pachinko: Poucas coisas haverá tão estranhas como abrir as portas de uma pachinko e entrar. Do lado de fora, silêncio; assim que as portas se abrem, o inferno. Um barulho ensurdecedor saído de centenas de máquinas de jogo, alinhadas, frequentadas por homens de olhar alucinado e ar cansado. São espaços de alienação coletiva, difíceis de entender. Mas que é uma experiência única, disso não tenho dúvidas. Ueno Park: foi um dos primeiros parques públicos do Japão, estabelecido em 1973. Na área onde está localizado o parque, ficava o templo Toeizan Kaneiji, que foi desconstruído com batalhas entre os japoneses e convertido no belo parque que hoje é. O local conta com várias atrações, entre elas um zoológico, o Tokyo National Museum, o National Science Museum e o Tokyo Metropolitan Art Museum, que são bons passeios para quem procura uma atração cultural para visitar. Além disso, o parque é um dos endereços mais populares do Japão durante a primavera, quando acontece o Cherry Blossom Festival. é um passeio ideal para combinar com a ida ao Templo Sensoji, no vizinho bairro de Asakusa. Aos domingos, entre 10:00 e 15:00, também são oferecidos gratuitamente a locação de 250 bicicletas para pedalar ao longo do curso de ciclismo do Palácio. As ruas são fechadas para o tráfego motorizado, de modo que todos possam caminhar pelas cinco pistas. O Ueno Park possui 3 templos e um santuário em seu interior. O Kaneiji já foi um dos maiores e mais importantes templos do país, durante a era Edo. Destruído pelas guerras, hoje é pequeno e partes dele são templos independentes, como o Kiyomizu Kannon, inspirado no famoso Kiyomizudera, em Kyoto, que tem um grande balcão de madeira e é bastante popular entre as mulheres que querem engravidar. O Toshogu Shrine, que também já foi parte do Kaneiji, é mais uma das construções japonesas dedicadas ao Tokugawa Ieyasu, o fundador e primeiro xogum do Xogunato Tokugawa. O Bentendo fica em uma ilha no meio do lago Shinobazu e lota na época da florada das cerejeiras, quando ocorrem os festivais no parque. Imperial Palace: localizado próximo à Tokyo Station, é a residência oficial da família imperial japonesa. Ele foi construído sobre a base do Edo Castle (1457) e até hoje algumas de suas muralhas permanecem de pé. Sua construção se deu quando a capital japonesa foi transferida de Kyoto para Tokyo e embora o palácio tenha sido destruído durante a Segunda Guerra, ele foi reconstruído de acordo com o modelo original. O Palácio ocupa um grande espaço na região central de Tokyo e está cercado por um lago e por jardins conhecidos como Imperial Palace East Gardens, que podem ser visitados o ano todo (ficam fechados nas segundas-feiras). A parte inferior do palácio, onde vive a família imperial, não costuma estar aberta ao público. Ao visitar o Palácio e seus jardins, não deixe de admirar a ponte Nijubashi, um dos símbolos do lugar, as grandes muralhas das construções e o lago ao seu redor. Imperial Palace East Garden: são jardins adjacentes ao Palácio Imperal de Tokyo. O lugar tem muros remanescentes do Edo Castle e reúne jardins com cerejeiras e um bom espaço gramado para curtir ao ar livre. O ponto alto da atração são as antigas muralhas do castelo, construídas com pedras enormes, encaixadas umas sobre as outras. A fundação da torre do antigo castelo permanece de pé; para quem gosta de atrações históricas, pode ser um bom passeio. O jardim fica aberto praticamente o ano todo, mas não abre ao público às segundas-feiras. Entrada gratuita. O jardim Imperial fica bem no centro de Tóquio, uns 10-15 minutos a pé da Tokyo Station. Tokyo National Museum: Localizado no Ueno Park, o Museu Nacional de Tokyo é um dos mais importantes museus do Japão. O complexo do museu nacional abriga uma grande coleção de artefatos e oferece aos seus visitantes um pouco de aprendizado a respeito da cultura japonesa e da história do país. A Galeria Principal do museu reúne objetos como armas antigas, espadas, armaduras utilizadas em guerras, além de quimonos tradicionais e obras de arte. Já na Galeria do Tesouro estão reunidas muitas obras de arte sobre o Japão. O Museu Nacional de Tokyo tem exposições permanentes e temporárias e pode ser um bom passeio para quem procura um programa cultural da cidade ou para quem se interessa pela história do país. Muitos dos objetos do museu estão bem conservados e podem ensinar bastante sobre a cultura japonesa. Site: http://www.tnm.jp Horário: Ter–Dom: 9:30–17:00 University Students: 410 yen Hours 9:30 - 17:00 (last admission at 16:30) Kuroda Memorial Hall: trough the year 9:30 - 17:00 (last admission at 16:30) Research and Information Center: Monday-Friday, 9:30-17:00 · Open until 21:00 on Fridays and Saturdays. · Regular exhibitions will be open until 21:00 on October 31 and November 1, 2018. · Open until 18:00 on Sundays and National Holidays, April - September, 2018. · Open until 22:00 on September 21 and 22, 2018. *Last admission 30 minutes before closing. * Hours are subject to change. CHIYODA: É o coração de Tóquio, onde fica o Palácio Imperial e a sede de vários prédios do governo e embaixadas, além da estação de trem e metrô Tokyo Station. Também engloba a área de Akihabara. Chidorigafuchi (Kudanshita Station): é um parque na parte externa do Palácio Imperial, onde fica Chidorigafuchi, às margens do fosso e onde você pode alugar um barco a remo. É um dos melhores lugares para ver as cerejeiras em flor na cidade, realmente espetacular. Museu Shitamachi: um museu pequenininho mostrando ambientes e objetos de casas de pessoas comuns da antiga Edo. Simpático, mas se você vai ao Museu Edo Tóquio (muito maior, mostrando coisas parecidas) pode pular o Museu Shitamachi. Museu Nacional de Arte Ocidental: não é um museu muito grande e tem uma coleção bem bacana de pinturas e esculturas, a começar pela enorme escultura da Porta do Inferno, de Rodin, do lado de fora. Dentro do museu, você encontra muitos quadros de artistas importantes como Miró, Pollock, Monet, Renoir, Gauguin, Rubens, Tintoretto, entre outros. Templo Toshogu: esse lindo templo de 1616 sobreviveu a desastres naturais (terremotos, incêndios), as bombas da Segunda Guerra Mundial, e até hoje está lá no meio do Parque Ueno, com sua estrutura de madeira lindamente decorada com ouro e um caminho de lanternas de pedra até a entrada. Templo Bentendo: é um templo budista octogonal perto do lago Shinobazu. O original foi destruído por bombardeios na Segunda Guerra, e o templo atual é uma reconstrução de 1958. Em dias de festivais vários stands de comida formam uma ruazinha no caminho até o templo. Museu Nacional de Natureza e Ciência: é um museu de história natural e ciência, com direito a fósseis de dinossauros, astronomia, cinema 360 graus, geologia, parece bem interessante. 7. Roppongi Hills O bairro dos expatriados e estrangeiros de Tóquio, com muitas embaixadas e escritórios de empresas estrangeiras. A noite de Roppongi é famosa com muitos clubes noturnos, restaurantes, bares, a rua fica fervilhando de gente. Roppongi Hills é um complexo de edifícios localizado no distrito de Roppongi, bastante conhecido por sua vida noturna. No complexo, estão edifícios com escritórios, lojas, cafeterias, restaurantes, museu e um shopping com uma arquitetura super moderna. Um dos edifícios que fazem parte do complexo é o Mori Tower, o qual possui um observatório ao público que oferece uma linda vista da cidade, principalmente quando o tempo está aberto. Roppongi Hills é a prova de como os empreendimentos em Tokyo tomam uma proporção grande e são "autossuficientes", já que em um mesmo local você encontra diversas fontes de entretenimento, bons restaurantes e opções para compras. Roppongi Hills (Roppongi Station): é um complexo de shopping, restaurantes, galeria de arte, cinema, hotel (Grand Hyatt), museu de arte e o observatório Tokyo City View em Roppongi. Tem vários restaurantes bons, inclusive o L’Atelier de Joel Robuchon do chef francês estrelado. Tokyo City View, no alto da Mori Tower (Roppongi Station): um observatório no alto do prédio de 54 andares, tem uma vista bem bonita da cidade. Se você for a Tokyo Tower não precisa ir a Mori Tower e vice-versa, a vista é bem parecida. Tokyo Midtown (Roppongi ou Roppongi-itchome ou Nogizaka station): é um outro complexo de shopping, restaurantes, residências, hotel (Ritz-Carlton) e lazer como o Roppongi Hills. Tem ótimos restaurantes, como o sushi de esteira e um indiano que nós fomos, docerias e padarias francesas como Jean-Paul Hévin, Sadaharu, Maison Kaiser e até um novaiorquino Dean & Delucca Café. 8. ODAIBA Odaiba (Odaibakaihinkoen Station): é uma ilha artificial ligada a Tóquio pela Rainbow Bridge (Ponte Arco-Íris) conecta a área de Shibara com a ilha Odaiba. O lugar é uma concentração de shopping centers gigantescos, e tem lojas de todos os tipos para todos os bolsos. Dentro dos shoppings da ilha você encontra um Legoland Discovery Center e o Sony ExploraScience, que é um museu interativo de luz, som e movimento. Uma ilha artificial e futurística com inúmeras atrações, entre elas o prédio da Fuji TV, museus, roda-gigante, um boneco gigante do Gundam, praia, entre outros. Dica: vá de trem e na volta atravesse a Rainbow Bridge a pé. A vista de Tóquio e da Rainbow Bridge a partir de Odaiba já vale a visita. Você pode ir de barco ou de monorail (ou ir de um jeito e voltar de outro, como nós fizemos). Se você tem pouco tempo na cidade, não recomendo ir até lá, a não ser que seja pra dar uma olhada na vista (no final do dia, pegando o anoitecer) e pronto. À noite, essa ponte de 918 metros brilha intensamente nas cores do arco-íris. Fazer uma caminhada ao longo dela é uma bela experiência que não lhe custará nada. Além disso, você pode aproveitar para tomar sol em uma praia artificial e ver uma réplica de 11 metros da Estátua da Liberdade. Ameyoko é outro lugar que parece ter parado no tempo e vale conhecer. Uma rua comercial entre as estações Ueno e Okachimachi onde você vai encontrar comida, roupas e bugigangas no geral, tudo no estilo de comércio do Japão antigo. Não longe de lá fica o Ueno Park, que passagem obrigatória para quem vai para Tokyo. Tokyo Disneyland : é um dos parques da Disney no Japão. O parque temático baseado nas histórias de Walt Disney foi o primeiro da rede a ser aberto fora dos Estados Unidos, em 1983. O parque segue a mesma proposta de alguns outros parques da Disney e foi inspirado na Disneyland (Califórnia) e no Magic Kingdom (Flórida). É um dos parques temáticos mais visitados do mundo e possui sete áreas distintas e com temas diversos, entre elas: Tomorrowland, Fantasyland, Adventureland e Critter Country. Para mais informações e preços, consulte o site da Tokyo Disneyland. Site: http://www.tokyodisneyresort.jp/tdl/ Horário: Seg–Dom: 8:00–22:00\n Preço: 7400 ienes Yokohama Site: http://www.welcome.city.yokohama.jp/eng/travel/ População: 3.700.000 hab Distância de outras cidades: Tóquio 25 km, Kamakura 30 km A pequena vila de pescadores da Era Edo (1603 – 1867) abriu seus portos em 1859 e cresceu de forma expressiva. Hoje, Yokohama é a segunda maior cidade do Japão, atrás apenas de Tokyo e possui grande importância econômica para o país, por sediar o maior porto do Japão. Quando o centro do poder econômico e político migrou da antiga capital Kyoto para a Edo (atual Tóquio) do clã Tokugawa, Yokohama começou a prosperar. O empurrão seguinte, e mais significativo, foi a abertura dos portos japoneses ao comércio exterior, depois de mais de 200 anos de clausura. De repente, a cidade tornou-se a principal porta de entrada de produtos, vestuários, alimentos e ideias estrangeiras, tornando-se um destino cosmopolita e a plataforma de um Estado moderno, moldado, em grande parte, sobre conceitos ocidentais. Ao mesmo tempo que essa proximidade com a capital ajudou a catapultar seu desenvolvimento, ele também obscureceu sua identidade. Em parte, Yokohama, capital da província de Kanagawa, passou a ser uma espécide cidade-dormitório, quase um subúrbio da irmã maior. Tudo começou a mudar um pouco em meados do século 20, com o desenvolvimento de suas antigas docas e armazéns. Uma miríade de novos restaurantes, centros de lazer, hotéis e centros de convenções surgiram na região, tornando-a uma alternativa atraente e aprazível à Tóquio. Yokohama, inclusive, é um dos melhores lugares para fazer compras. Nos diversos shopping centers localizados na região de Sakuraguicho, você encontrará a Snoopy Store, o Pokemon Center, a Shonen Jump, Disney Store, Lego Store, Hello Kitty Store e uma Ikea na estação de Shin Yokohama. Se é do tipo que adora uma promoção, temos o Mitsui Outlet Park Yokohama Bayside. COMO CHEGAR São diversas opções para chegar em Yokohama, partindo de Tokyo. JR Tokaido Line, JR Keihin-Tohoku ou JR Yokosuka Line, saindo de Tokyo Station ou Shinagawa Station, ou JR Shonan Shinjuku Line, saindo da Shinjuku Station. Todas elas passam pela Yokohama Station. Também dá para pegar a JR Tokaido Shinkansen na Tokyo Station e ir até a Shin-Yokohama Station. Dentro da cidade, é possível utilizar a JR Yokohama Line para se locomover. Chegando na estação procure o balcão de informações e pegue um mapa. Tente não voltar entre 18h e 19h para TÓQUIO, que é o horário de pico. Com certeza os trens estarão abarrotados. Programe-se para voltar antes ou depois deste horário e a sua viagem de volta será tão tranquila quanto à de ida. COMO CIRCULAR Trem, ônibus e metrô são as melhores formas de se alcançar as principais atrações turísticas de Yokohama. As viagens são cobradas conforme a distância percorrida. Nós optamos por pegar um ônibus do tipo Hop on Hop off que passava pelos principais pontos turísticos da cidade. O bom é que você pode pagar cada trecho separadamente se quiser e foi isso que fizemos. Do ônibus nós fomos tendo uma visão geral de Yokohama e nossa primeira parada foi em Chinatown. O resto do percurso fizemos à pé pela região do Parque Yamashita e Minato Mirai 21. 1. O bairro de Minato Mirai 21 Significa “Porto do Futuro 21” e é o nome da zona urbana à beira-mar no centro de Yokohama. É um bairro com muitos prédios comerciais, shoppings, museus e restaurantes. - Cosmo World: Parque de diversões que contém o símbolo de Yokohama: a roda-gigante, inaugurada em 1997, que está entre as maiores do mundo, com uma altura de 112,5 metros, capacidade para 480 passageiros e volta que dura 15 minutos. Ela é um grande relógio digital. O passeio proporciona uma vista impressionante, além de ser agradável num dia ensolarado. Outra boa atração é a montanha russa que simula uma queda livre dentro de um lago. “mergulha” em um túnel subaquático dentro de uma piscina. A entrada no parque é gratuita e cada atração é paga separadamente. O ingresso para a roda gigante custou 800 ienes. Para ter aquela vista cartão postal de Yokohama, o melhor lugar é o deque do Terminal Internacional de Cruzeiros. O anoitecer é um momento bastante aguardado pelos fotógrafos de plantão. A mudança de cores do céu logo após o pôr-do-sol junto com as luzes da cidade que começam a acender formam o cenário perfeito para a fotografia. - Landmark Tower: já foi considerada a torre mais alta do Japão, com 296 metros. É claro que hoje existem outras torres mais altas no país, mas nem por isso a Landmark deixa de ser interessante. Ela fica bem pertinho da estação de trem e é legal ir no começo do dia para ter uma visão 360° de Yokohama. Com abertura às 10h, a entrada custa 1000 ienes e te dá acesso ao 69° andar, que é onde fica o observatório da torre, SKY GARDEN. Lá em cima, em um espaço todo envidraçado, você terá uma visão completa da cidade e se o dia estiver aberto, você conseguirá até ter uma excelente visão do Monte Fuji, que não fica muito longe dali. Além do observatório, o 69° andar conta com um café e lojinhas com souvenires de Yokohama. Se você não estiver a fim de comprar nada, uma boa lembrança da Landmark e também da cidade de Yokohama é o carimbo que eles disponibilizam por ali. Leve seu caderninho e carimbe com o prédio que é símbolo da cidade. Uma dica é deixar para subir a noite para ver toda a cidade iluminada e com o show de luzes e cores. 2. MUSEUS - Cupnoodles Museum: conta a história de Momofuku Ando, o criador do miojo instantâneo como conhecemos hoje e a evolução deste alimento através dos anos. Você poderá ver todas as embalagens que o miojo já teve, os sabores inusitados que ele tem no Japão, como ele é consumido nos diferentes países e como faz parte da cultura oriental. O museu em si é informativo, mas não tem tanta graça. A melhor parte dele é o terceiro andar, que é onde fica o My Cupnoodles Factory. Lá, você pode criar o seu próprio Cupnoodles pra levar pra casa. Funciona assim: você chega lá, paga 300 ienes por pessoa e recebe um copo vazio de Cupnoodles para personalizar da forma como quiser. Depois, você vai para um área onde escolhe quais serão os ingredientes do seu Cupnoodles. O macarrão é padrão, o mesmo para todo mundo, mas você pode escolher cinco ingredientes dentre 12 opções para colocar no seu copinho (carne de porco, frango, ovo, legumes…) e também qual caldo irá querer: apimentado, curry, legumes… Tem algumas opções de sabores que só são disponibilizados lá no museu, ou seja, será impossível você comer um Cupnoodles igual em outro lugar do mundo. Os funcionários fazem o seu Cupnoodles na hora, na sua frente. Depois a embalagem é fechada a vácuo e você ganha uma bolsinha para carregá-lo. No andar térreo, ao lado da bilheteria, tem uma lojinha ótima, com vários souvenires bonitinhos e com um preço bom. Aberto das 9:00 às 19:00. entrada a 500 ienes. - Shin Yokohama Ramen Museum - foi fundado em 1994 por Yoji Iwaoka e foi o primeiro museu sobre comida inaugurado no mundo. Está dividido em duas áreas: a primeira, uma réplica de uma vila de Tokyo no ano Showa 33, (1958), Shitamachi (cidade baixa), uma grande área de Tóquio, com fortes raízes na classe trabalhadora. convida os visitantes a experimentarem lámens de diversas regiões do Japão. No outro andar você encontra souvenires, a cultura e a história do lámen. Quanto? 310 yens. - Yokohama Doll Museum - O Yokohama Doll Museum convida seus visitantes a passearem pelo mundo das bonecas. O museu possui um acervo de 3500 bonecas de diversas regiões do Japão e bonecas folclóricas de mais de 141 países. Quanto? 400 yen Onde? Estação Ishikawacho. Mais informações aqui - Museu da Migração Japonesa ao Exterior – Você sabia que mais de 2,5 milhões de japoneses deixaram sua terra natal para começar a vida em outro lugar? Inaugurado em outubro de 2002, seu objetivo é promover um entendimento da história da migração japonesa, sendo dedicado àqueles que contribuíram na construção de novas civilizações nas Américas. Quanto? Grátis. Onde? 10 minutos à pé da estação Minato Mirai (linha Minato Mirai) ou Sakuragicho (linha JR). Mais informações aqui - Museu do Anpaman –Um dos desenhos infantis mais populares do Japão. O personagem principal, Anpanman, é na verdade um pão de anko (uma pasta doce feita de feijão vermelho ou azuki) feito pelo cozinheiro Jam, que luta contra as forças do mal. Quanto? 1,000 ienes. Onde? Estação Takashimacho da linha de metro municipal ou Estação Shin-Takashima da Linha Minatomirai. Mais informações aqui - Museu do Nippon Maru: É um antigo e importante navio-escola da Marinha que você pode conhecer por dentro. os cômodos são bem pequenos e apertados, um pouco mal iluminados, mas existem recursos simples pra aproveitar melhor a luz do sol. A entrada custa 600 ienes e dá direito de visitar também o Museu do Porto de Yokohama, que fica ao lado e tem um acervo bem completo. 3. Chinatown (Chukagai) Um dos maiores bairros chineses do Japão, ultrapassando os de Kobe e Nagasaki, da Ásia e até do mundo. Sua população de chineses não é muito grande, com cerca de 3000 a 4000 pessoas. Na entrada da Chinatown de Yokohama existem quatro portões chineses e um templo colorido conhecido como Kanteibyo, que foi construído em 1873. Em uma área de 500 metros quadrados, existem mais de 600 restaurantes e 500 comércios! A área é bem legal para passear, com diversas lojinhas vendendo produtos chineses, mas o melhor de Chukagai é ir lá para almoçar. A região é famosa pelos Tabehoudai, restaurantes chineses em que você paga um preço fixo e pode comer o quanto quiser. São diversos deles, todos muito parecidos e todos eles te deixarão com a impressão de que são “pega-turistas”. Mas não são. Tem muito turista, sim, mas a maior parte é de grupos de japoneses que vão lá para comer bem e relativamente barato. Comer o famoso Nikuman (prato típico chines, uma espécie de pão recheado com carne de porco – tradicional -, mas existem outros tipos de recheios). Eu recomendo o Kafuku, logo na entrada de Chukagai. Você paga cerca de 2000 ienes por pessoa e pode comer à vontade, o quanto quiser. São mais de 120 pratos de camarão, frutos do mar, carne, frango, porco, vegetarianos, tudo à sua escolha. Você olha no cardápio e pede para a garçonete o que quer. O legal é que são pratos pequenos, então dá pra provar de tudo. Eu comi excelentes pratos de camarão e pato e pra quem gosta de Dim Sum, lá é o lugar certo. Não deixe de pedir o pato com laranja e o camarão apimentado com maionese. Deixe um espacinho para a sobremesa, pois tem várias opções ótimas. O que eu mais gostei era um bolo bem fofinho cozido no vapor, parecendo um pão de ló. Além de tudo isso, ocorrem no bairro uma grande variedade de festivais e eventos realizados ao longo do ano. Os principais são durante a semana do Ano Novo Chinês. 4. Yamashita Park É um parque muito agradável localizado ao redor do Porto de Yokohama. Tem uma vista bem bonita dos prédios. A área do parque fica bem pertinho da Chinatown, dá pra ir andando. Esse parque é muito fotogênico. 5. Red Brick Warehouse (Akarenga) Esta área histórica abriu em 1911 e foi antigamente usada como alfândega portuária. Hoje os edifícios estão abertos a turistas e constituem um ponto de paragem atraente ao longo do porto. Hoje, em seu interior há muitas lojas e restaurantes exclusivos. Um antigo galpão transformado em galeria, super descolada e moderna, que lembra o Chelsea Market de Nova York em alguns pontos. O Akarenga possui três andares: o terceiro e último andar é dedicado a “Inspirar a sua Imaginação”, com bares e restaurantes que tem uma vista linda da cidade e do mar. Perfeito para tomar uns bons drinks antes do retorno a Tóquio. No segundo andar, o objetivo é “Expandir a sua Criatividade”, com diversas lojas de arte, design e decoração. Vai dar vontade de comprar tudo! O primeiro andar é chamado de “Espírito de Yokohama”, pois aqui estão as lojinhas que vendem produtos típicos da cidade, como biscoitos, chocolates e café. No primeiro andar também está localizada a praça de alimentação do Akarenga, se você quiser tomar um café ou suco antes de voltar para Tóquio. Aproveite o passeio, ao sair do prédio, vá caminhando pela beira do mar, deslumbre a paisagem e vá até o píer de Osanbashi. Uma dica: se você for do tipo que gosta de caminhar, vá andando até a estação de Sakuraguicho para admirar essa cidade tão linda. 6. Yokohama Internacional Stadium (Nissan Stadium) – Lendário estádio onde aconteceu a final entre Alemanha e Brasil pela Copa do Mundo FIFA em 30 de Junho de 2002. Sediou três jogos da primeira fase da Copa do Mundo. Logo na entrada tem a bandeira brasileira, os jogadores que disputaram a partida e uma pegada do Cafu?! 7. Hakkeijima Sea Paradise - Um dos maiores aquários do Japão, com mais de 500 tipos de peixes e 100 mil espécies marinhas. Para chegar ao segundo andar, é necessário subir por uma escada rolante que na verdade é um túnel de visão submarina! Quanto? 3,000 Yen Onde? Estação Shin-sugita. A entrada é grátis e os visitantes têm a opção de comprar um passe diário ou de pagar conforme usufruem. Aqui fica localizada a única exibição de tubarões-baleia do leste do Japão. 8. Kirin Beer Village – Uma das maiores companhias de cerveja do Japão realiza um tour de aproximadamente uma hora por sua fábrica. No final, é feita uma degustação de petiscos e cervejas. Quanto? Grátis mas se possível reservar com na antecedência. Onde? Estção Shinkoyasu da JR Keihin Tohoku Line ou Estação Namamugi da Keihin Kyuko Line. Mais informações aqui Apesar de não ser um ponto de interesse específico, Yokohama é famosa pelas suas fábricas e bares de cerveja artesanal. Yokohama tem uma rica tradição de cerveja e acolhe a primeira grande cervejaria comercial de todo o Japão (agora conhecida por cerveja Kirin). Consulte mapas de cerveja, bares e festivais de cerveja na página de turismo da cerveja. 9. Zoorasia - Inaugurado em 1999, o Zoorasia é um dos mais modernos, amplos e conservados zoológicos do Japão. Sob os temas de "Simbiose da Vida" e "Harmonia com a Natureza" é um espaço bem aconchegante e um conceito de zoo bem diferente do que estamos acostumados. Quanto? 600 ienes Onde: Pegue um trem de Yokohama até a Estação Tsurugamine (14 minutos, ¥ 190). Depois, pegue um ônibus com destino ao zoológico (15 minutos, ¥ 290, partidas a cada 20 minutos). Mais informações aqui 10. Porto de Yokohama O Porto de Yokohama fica na Baía de Tokyo, pertence à cidade de Yokohama e uma parte fica no distrito de Tsurumi. Ele foi inaugurado em 1859, como um porto internacional. Portanto, está completando 150 anos. Osanbashi Pier: Local onde os cruzeiros internacionais ancoram quando passam por Yokohama. O cais tem 400m de extensão com passarelas de madeira e um deck com vista para o Parque Yamashita e a Minato Mirai. Lá tem um ponto onde conseguimos avistar as três famosas torres de Yokohama (King, Jack e Queen) e a projeção no chão mostra a localização de cada uma delas. 11. Sankeien Garden – Estes jardins tradicionais abriram em 1906 e contêm muitas estruturas com grande significado histórico e propriedades culturais do Japão. O Sankeien ocupa mais de 175 mil metros quadrados e possui lagos, riachos, caminhos sinuosos e uma belíssima arquitetura. As entradas custam 500 ienes e os jardins estão abertos das 9:00 às 17:00. Onde? Estação Negishi da JR Keihin Tohoku Negishi Line. Confira o post sobre meu passeio por lá. 12. Yokohama Marine Tower - O Yokohama Marine Tower foi construído e inaugurado em comemoração do 100º aniversário da abertura do Porto de Yokohama. Quanto? ¥ 750. Onde? Estação Ishikawacho: Linha JR / Metrô Linha Municipal.
  9. 2 pontos
    Amei o relato! Muito intimista. Estou sonhando em conhecer esse país há pelo menos 10 anos. Do ano que vem não passará.
  10. 2 pontos
    Bem vinda. Região de Atacama e Uyuni acredito não ser ideal para levar bebês, muito frio, no tour de 3 dias até Uyuni os recursos são um pouco escassos, é um deserto literalmente, locais para banho nem sempre tem água quente em abundancia.Se seu bebê tiver algum probleminha por lá, pode ser fatal. Agora em Santiago, La Paz e Cusco da para leva-lo sim.
  11. 1 ponto
    oiii gente , nessa loucura de black friday. acabei comprando uma viagem para motivideo estou indo indo dia 17. de janeiro , passarei dois dias depois vou para Punta Del este alguém estara la por esses dias ? ou pretendendo ir ? hahhah !
  12. 1 ponto
    Boa noite galera, Estou planejando minha próxima viagem para o fim de dezembro e inicio de dezembro desse ano, e queria muito ir até Torres Del Paine. Como pensei em ir pra lá, já adicionaria algumas cidades 'próximas' pra fazer tudo de uma vez Estou um pouco (bastante) enrolado com o roteiro e gostaria de dicas para otimizá-lo ao máximo (tanto no tempo, quanto no dinheiro). Vamos la, até agora pensei no seguinte: - Dia 25/11: Rio de Janeiro - Santiago: Atividades do dia: trocar dinheiro e conhecer qlqr coisa na capital -Dia 26/11: Santiago - Punta Arenas Achei por 46k pesos pela SKY (com bagagem inclusa) Atividades: chegar em P. Arenas a tarde e conhecer a cidade -Dia 27/11: Punta Arenas Tour para a Isla Magdalena pela manhã com a SOLO EXPEDICIONES. Esse passeio CARÍSSIMO (400 reais) vale a pena mesmo? Pensei em incluir pq seria a unica oportunidade de ver pinguins! Qual outro passeio legal de fazer em P. Arenas e que eu poderia substituir aqui? Existe algum tour até o famoso Farol San Isidro? Neste mesmo dia, vou de onibus pela BusSur pra Puerto Natales -Dia 28/11: Puerto Natales Atividades do dia: Full day Torres del Paine - Achei por 40k pesos com a Carfran Expediciones. Alguem conhece alguma agencia boa pra esse passeio?? - Dia 29/11: Puerto Natales Atividades do dia: Trekking até a Base de Torres del Paine. Meu objetivo principal da viagem é esse. Tenho 25 anos, forma fisica ok (sobrepeso leve) mas malho, corro constantemente, jogo bola e etc. Será que consigo fazer a trilha? Achei por 35k pesos com a Carfran. Alguem me indica outra agencia? -Dia 30/11: Puerto Natales Neste dia vou me deslocar até El Calafate de onibus, pela BusSur Preciso encaixar algo a tarde neste dia em El Calafate -Dia 01/12: El Calafate Atividades do Dia: Mini Trekking Perito Moreno Achei por R$ 640,00 na Brasileiro em Ushuaia. Ta caro??? Quem faz esse passeio precisa fazer o tour pelas passarelas também, ou ja está incluso nesse?? -Dia 02/12: El Calafate: Atividades do DIa: Glaciar Perito Moreno - Passarelas Achei por 250 na Brasileiros em Ushuaia. Ta caro? Consigo ir de taxi sozinho, será que fica mais barato?? -Dia 03/12: El Calafate Neste dia acaba a viagem. Andei olhando passagens e, pelo horario de chegada dos voos, teria que dormir no RJ pra no outro dia ir ate a minha cidade. então pensei em ir nesse dia de El Calafate pra Buenos Aires e no dia 04/12 cadinho de BA pro Rio. Somei todos os valores (passagens aereas + passeios citados + deslocamentos citados) e deu R$ 4.167,00 (cotação de internet para os pesos). Nesse valor teria que adicionar alimentação + hospedagem + lembrancinhas, etc. Acham que uns 6 mil dá??? (ficando em hostel com quarto individual). O preço final, pra quem ja foi, é mais ou menos esse mesmo? Posso avaliar se indo e voltando por Ushuaia ficaria mais barato..nao sei se Punta Arenas é tao indispensável assim, pelo que vejo pouca gente fica, de fato, na cidade. Enfim, me ajudem! rsrsrsrs
  13. 1 ponto
    Quase todas as companhias aéreas tem preços promocionais diferentes de acordo com o país onde você está comprando a passagem, e não costuma haver taxas adicionais a serem pagas. Mas muitas vezes este preço promocional mais barato é restrito somente para quem tem cartão emitido no país em questão. Ou seja, na hora de finalizar a compra, quando você informa os dados do seu cartão de crédito, a compra pode simplesmente não ser aprovada, pois a empresa pode ter colocada uma restrição para permitir finalizar a compra somente com cartão emitido na Argentina. Mas isto e algo que não tem como saber antecipadamente, você vai ter que tentar comprar e ver se a compra aprova.
  14. 1 ponto
    Ola , não sei a data ao certo mas creio que apartir do dia 15 terei algumas coisas para resolver antes de iniciar a viagem . Qual a data que vc pretende ir ?
  15. 1 ponto
    Dia 5 - Ohrid Acordei 4:40 e fomos andando para a rodoviária. Ninguém nas ruas. Nem carros. OU melhor, passamos por uma alma viva pelo caminho. Nosso busum das 5:30 partiu certinho. Na rodoviária, pessoas simpáticas nos ajudando com informações sobre qual ônibus pegar. As janelas dos ônibus (salvo engano, de todos que pegamos) não abrem. E nessa viagem o motorista fumava! Dentro do ônibus! Relação com cigarro no Leste Europeu nos remonta aos anos 80 ou 90 no Brasil. Enquanto sol nascia e o ônibus pegava galera pelo caminho eu assistia novamente a “Cinema, Aspirinas e Urubus” no celular. Que filme bacana! Foram quase 3,5 horas até Skopje, de modo que chegamos a tempo de emendar com o busum das 9hs para Ohrid. Depois vimos que outras pessoas que vierem de Prizren no ônibus conosco fizeram a mesma rota. A Macedônia do Norte fazia parte da antiga Iugoslávia. Predomina o cirílico. Ganhou independência em meio à debacle iugoslava, nos anos 90. Teve briga com a Grécia pelo nome (por isso ficou “do Norte”). Muito pouco conhecida pelo Brasil no geral. Outras 3hs depois, chegávamos a Ohrid. Fomos a pé para o centro. Achamos endereço da nossa pousada, que na verdade eram aptos alugados. Tocávamos e nada de atenderem. Já estávamos desistindo quando alguém abriu a porta para deixar o lixo na rua. Era o pai do cara que alugava os aptos. Salvos na hora h. Largamos nossas coisas e partimos para o rolê geral. Nesse dia não entramos em lugares pagos, só queríamos conhecer e explorar a pé o centro histórico. Assim fizemos. Ohrid é muito bonita, com um lago lindo, e um visual extraordinário da igrejinha sobre o lado – a igreja de São João Teologista (!). É a foto mais famosa de Ohrid, e com muita razão de ser. Andamos muito, relaxamos muito (pausas aqui e ali, sempre com visual), curtimos muito esse dia. Dia 6 - Ohrid. Saímos bem cedo, ainda fazia frio. Fomos conhecer a igrejinha agora com o sol pelas costas, diferente do fim de tarde de ontem, com o sol pela frente. Meus caros, que visual. Que visual! E sem ninguém. Descolamos um barco para conhecer outra das principais atrações locais: o monastério de São Naum. Havia 2 opções: barco de 10 euros com maior galera, e barco de 20 euros com umas dez cabeças. Fomos no mais patrão (20), também pq ele ainda faria uma parada adicional pelo caminho. A trilha sonora do barco, como de toda a Macedônia (turística?) era de músicas lentas dos anos 80. Ouvimos no barco, nos restaurantes, nas ruas. Não sei se era moda, ou se era para turistas. Notamos. E curtimos. O barco vai margeando o lago e para primeiro no Museu Bay of Bones. Bem bacana. Em seguida para também na igreja de Zhamusca (se é que anotei o nome corretamente!). Bacana tbm. Entradas sempre 100 dinares. 60 = 1 eur. E chega no S. Naum, onde fica por 2,5 horas. É a pausa do almoço, da qual não conseguimos escapar quando estamos em grupo. É aquela coisa de restaurantes grandes, mesa reservada para grupos, etc. Dispensamos e ficamos rodando a área. As 2,5 horas são mais que suficientes. St Naum é linda! Tem afrescos dentro, mas que também não podem ser fotografados. Belíssimo visual, espetáculo mesmo! Depois de muito rolê, e uma breve pausa para cervas (viva um mercadinho local!), regressamos às 15:30. 1h depois estávamos de volta a Ohrid. Partimos para um bar de praia, onde ficamos curtindo o pôr do sol, mais um espetáculo. Jantamos de frente para o lago (esbanjada), aproveitei para experimentar a famosa truta de Ohrid. Achei nada demais não. Mas o momento foi sublime. E ainda demos um longo rolê noturno para curtir as atrações iluminadas. Que lugar bonito, Ohrid. Dia 7 – Ohrid Acordar cedo para outro rolê matinal. Era dia de entrar nas atrações, e a primeira que fomos foi a Fortaleza. A placa dizia que abre às 9hs, mas não estava aberta às 9. Então partimos para fazer trilhas, conhecer outras igrejas, rever (sempre!) aquele espetáculo da igreja do São João (Kaneo, o Teólogo?). Mais tarde voltamos e a Fortaleza estava aberta. Bacaninha, belos visuais. Entramos em casas-museus e igrejas pagas, curtimos a cidade. Em geral custavam 50-100 pra entrar. Revimos lugares. Em Ohrid uma das coisas mais bacanas a se fazer é flanar pelas ruas do centro histórico, em diversas horas do dia, perder-se por elas, e reencontrar-se. Preferencialmente, se puder, tentando olhar ao redor, 360 graus. Eventualmente vc tem uma vista espetacular atrás de vc. Nesse dia tentamos outra esbanjada na janta, e novamente achei que não foi nada demais. Ao menos o vinho da casa era bem saboroso. Dia 8 – Skopje Dormi mal nessa noite, não me lembro o pq. Fiquei achando que bebi pouca água no dia anterior. Enfim, saímos às 6:15 da matina para a rodoviária. É tranquilo ir andando, quase ninguém nas ruas. Pegamos o busum das 7:15 para a capital. 3hs depois estávamos em Skopje. Aproveitamos para comprar o bilhete de outro busum, agora para Sofia para o dia seguinte. Custou o dobro do que estávamos pagando. Como de hábito, fomos andando para o hotel. Os taxistas até falavam que custava apenas 2 euros para o centro. Tinha lido sobre taxistas malandragem na rodoviária, de modo que já estava no radar ir andando mesmo. Nosso hotel na região do bazar ainda não estava pronto, chegamos antes da hora de checkin. Deixamos as coisas lá e fomos explorar a cidade. Só teríamos aquele dia. Comemos comida de rua no bazar, percorremos partes nova e velha, ambas mais de uma vez, curtimos cervas artesanais no bazar, curtimos sobretudo as enormes estátuas que hoje caracterizam a cidade reformada. E as pontes, com sucessivas estátuas de personalidades históricas locais. Tem um memorial interessante dedicado à Madre Tereza, que nasceu no que hoje é Macedônia quando a região fazia parte da Albânia. E curtimos o entardecer na Fortaleza da cidade, que nos pareceu bem largada. No Lonely Planet havia informação de que (na época do texto) dois museus estavam em construção lá dentro. Do que identificamos, um estava construído e fechado, sem nada dentro. O outro pareceu ser uma construção largada no meio. Nesse dia jantamos muito bem pelo bazar, num lugar tradicional, e a ótimos preços. Ainda demos um rolê noturno para ver os monumentos iluminados, sobretudo as pontes. E fomos dormir, dia seguinte era pra madrugar novamente. Skopje foi um dos lugares eleitos para ficarmos apenas 1 dia nessa viagem. Prizren foi outro. Mas eu teria ficado mais um em Skopje, sinceramente. Uma das coisas que vimos com alguma frequência nos lugares em que estivemos na Macedônia, e que já havíamos lido sobre isso antes, é a questão de lixo. Estava na parte de ‘Dangers & Annoyances’ do Lonely Planet, o ‘littering’. De fato, detectamos isso em alguns lugares por lá. Mas não nas ruas bacanas do centro histórico de Ohrid ou mesmo do centro de Skopje. Mas vimos nos parques, fortalezas e etc. Nada diferente do que vemos no Brasil, diga-se. É como se as pessoas desconhecessem a existência de lixeiras (e, de fato, elas nem sempre são lá muito presentes), então vão largando o lixo pelo caminho. No nosso dia em Skopje, estavam distribuindo latinhas de uma fanta nova, amarela. Vimos várias latas largadas em plena mureta da ponte de pedestres. Surreal. A Fortaleza também carecia havia tempos de uma boa limpeza.
  16. 1 ponto
    @karinerribeiro Obrigado Karine! Essa viagem tem 2 anos e na época não tomei notas. Lembro que gastava na faixa de 8-12 pounds para almoço/jantar e uns 4 pro desjejum. @Juliana Champi oi juliana. é que eu faço roteiros não muito engessados, pensando nos locais que estarei no dia. Não necessariamente irei visitá-los, mas acabo reunindo informações de tudo para poder escolher o que fazer (discutir com a pessoa que está comigo, oferecendo opções). Partindo do seu exemplo, o museu de história natural não fui. Visitei apenas o british e o fiz em meia tarde, vendo coisas que eu tinha muito interesse.
  17. 1 ponto
    Achei bem interessante as considerações mas só não concordo com que Budapeste tenha poucas atrações... As famosas casas de banho termais, citadela, o castelo de Buda, a ponte das correntes, passeio de barco pelo Danubio, visita ao parlamento, Castle District.... Eu acho Budapeste uma das cidades com mais coisas para se fazer do roteiro...
  18. 1 ponto
    @marina garcia O congresso Boliviano votou a favor de novas eleicoes, que serao ainda marcadas, pelo que li, o clima estah mais ameno. Monitore o desenrolar dos acontecimento pre e pos eleicao, a polarizacao estah alta por la. Morreram mais de 30 pessoas nessas manifestacoes, portanto todo cuidado eh pouco!
  19. 1 ponto
    Galera, eu trabalho com vendas sou bem desenrolado nesse ramo. recentemente to saindo de um tempo meio difícil em que tenho que recomeçar minha vida novamente em geral. Negócios, amizades.. Enfim. me mudei pra uma cidade onde estou aqui há um ano e não me agradei muito do local. estou procurando alguem, que tenha interesse em trabalhar e morar em alguma cidade de preferência no Nordeste. Tenho alguns planejamentos para ganhar um BOM dinheiro. seja mensal ou na diária. Preciso de alguem que esteja na mesma vibe. se nos ajudarmos podemos ganhar um bom dinheiro, dividir um local bacana, comprar uma Kombi e viajar por ai. Estou agora no PARÁ.
  20. 1 ponto
    tem floripa que a logistica é menor que o nordeste, e a cidade não é tão caótica como o rj
  21. 1 ponto
    Não sei quanto que estava o pacote que você estava vendo para Maragogi, mas tem voo direto de Goiania para o Rio dia 05 e voltando dia 11 por R$ 700 na Latam e ótimos hosteis custando entre 300 e 400 reais por 6 noites...
  22. 1 ponto
    Oi @matheusinacioca ! Eu fechei o overland daqui mesmo, pela internet! Através do site eu enviei uma mensagem de interesse pro tour que eu queria, pedindo mais informações sobre datas disponíveis e tals e a Fernanda entrou em contato comigo para acompanhar e tirar dúvidas até o fechamento e pagamento do tour. Daí a negociação foi toda em português mesmo, o que facilita tb! O pagamento foi bem fácil tb.. só deixamos pra acertar lá o valor das atividades extras (vc vai ver que nem todas as atividades estão incluídas no valor do tour). Eu curti bastante e recomendo! Foi a melhor opção pra resolver a logística dos safáris pra mim, pois eu não dirijo e alugar carro estava fora de cogitação..
  23. 1 ponto
    Olá Taynan.... Especificamente curso com emissão de Certificado para Guia de Montanha você só vai encontrar no exterior, porque oficialmente não existem montanhas no Brasil e não teria como ser certificado em algo que não tenha tido contato. Existem excelentes associações com cursos de Guias de Montanha na Argentina (Mendoza), principalmente o EPGAMT, AAGM e AAGPM. Abaixo vou postar um print com as principais Associações, Clubes e Federações Nacionais de Montanhas do Brasil, lembrando que os principais são o CAP - Clube Alpino Paulista e a FEMESP. Explicando melhor a afirmação do país não possuir montanhas. Aqui em nosso querido e amado Brasil as elevações são chamadas de picos por não atingirem a altitude mínima estipulada de 3 mil metros. Nosso maior pico tem 2.994 metros, tanto que seu próprio nome já faz tal afirmação (Pico da Neblina), que chega muito próximo de atingir a altitude oficial. Porém, existe também uma discussão técnica geológica que aborda outro fator diante essa discussão, diante o fato do território brasileiro não possuir falhas tectônicas e muito menos formação geológica por dobramentos modernos, não sofrendo interferência nas movimentações das placas (terremotos) e, com isso, não formando montanhas desde sua formação terrestre. Estas são atribuições técnicas para a formação de montanhas e para o seu devido apontamento oficial. Espero ter ajudado! Abração!!
  24. 1 ponto
    Pelo que você falou em outro comentário, você tem cidadania europeia, então não teria problemas em ir só com passagens de ida. Como chegaria por Amsterdam, a sequencia com o melhor custo benefício pensando no preço dos trens e tempo de viagem seria: Amsterdam -> Bruxelas -> Paris -> Londres de trem, e depois pegar um avião de Londres para Barcelona. Mas também existem variações possíveis neste roteiro, você pode ir de Amsterdam para Bruxelas, depois Londres e voltar a Paris e terminar em Barcelona, por exemplo.... Esta ultima sequencia, apesar de ter deslocamentos bem mais demorados, poderia ser toda feita por terra, sem ter que pegar avião. Normalmente eu não indicaria esta última sequencia, mas como você falou que teria "todo o tempo do mundo" disponível, poderia se dar ao luxo de perder 1 dia de viagem num ônibus de Paris a Barcelona., coisa que quem viaja com tempo contado geralmente não pode se dar ao luxo de fazer...
  25. 1 ponto
    Tem este site que mostra campings e lugares para acampar: http://ioverlander.com/ Clique na barra em Find Places, depois Browse the Map e a seguir clique no botão No thanks É um site mundial de troca de informações e experiências de campistas. Deve ser bem legal acampar lá. Vai com tudo.
  26. 1 ponto
    @lobo_solitário Sempre com ótimas dicas. Também sugiro o site da Royal Air Maroc que tem preços bem em conta. Não costumam ter ofertas. Mas para ir e voltar na data que a gente quer normalmente não há mesmo.
  27. 1 ponto
    Prezados, Cheguei no último sábado de SPA após 8000 kms rodados em 18 dias. A viagem foi sensacional. Como forma de agradecimento aos vários autores de posts no mochileiros que me ajudaram a planejar a viagem, disponibilizo o link para acesso a planilha que utilizei antes e durante a viagem. Quaisquer dúvidas estou a disposição para ajudar aqueles que precisarem. Planilha Abs, Tuffi
  28. 1 ponto
    Fala, galera! Estou em SP e estou planejando passar um mês entre Bolívia, Argentina e Chile, escalando bastante rocha e gelo! Até o momento vou sozinho, mas se alguém quiser vir junto eu sou excelente companhia.
  29. 1 ponto
    Bom dia, @Águia19 Bom revê-la aqui. Para onde pretende ir? Pretendo fazer "Côte d'Azur" final de abril, começo de maio. Só espero o frio passar. Boa viagem!
  30. 1 ponto
    Opa.. estou indo em janeiro para Punta del Este.. 23 até 30... procurando um hostel...
  31. 1 ponto
    Salve salve mochileiros. Sou novo aqui no fórum, desculpe não ser direto no assunto mas queria contar o meu caso que no final fica minha dúvida... Sou estudante de Administração na UFMS em Três Lagoas, MS que acabou de ser demitido do estágio. Com o dinheiro que recebi da minha rescisão (uma mixaria), queria viajar esse fim de ano até o inicio das aulas (17/01/2020) para descansar e o meu destino é o Rio de Janeiro. Então tive uma ideia: Eu posso ajudar com minhas habilidades pelo WorldPackers. Só que, com pouca grana com que vou gastar, queria também levantar uma grana por lá também vendendo alguma coisa, tipo brigadeiro, bom bom, etc. A minha dúvida é: Esse lance de se hospedar de graça pelo WP e se sustentar vendendo algo no horário livre na rua dá certo? Se alguém faz ou já fez isso pode me compartilhar sua experiência? Se alguém tiver uma sugestão melhor para minhas férias, eu agradeço de coração. Um abraço a todos. EDIT: Não quero viver disso, só quero unir o útil ao agradável. Ajudar com o que eu sei e viajar, conhecer novos lugares e aprender alguma coisa que possa me ajudar a encontrar um emprego melhor na minha área. EDIT 2: A grana que tenho é pouca mas suficiente para que, caso a viagem dê merda, eu consigo de boa voltar para minha cidade onde meus pais moram (MG) ou pra Três Lagoas.
  32. 1 ponto
    🎆 VIRADA NO PARAÍSO🎆 Eu e mais 3 amigos iremos passar a virada na ilha paulista. Chegaremos no dia 30 e partiremos no máximo dia 05, dando assim tempo de passar a virada e explorar a ilha. Estamos planejando de fazer a trilha ate a praia de castelhanos, conhecer alguns vilarejos e dar boas vindas a 2020 banhando no mar. Estamos fechando a hospedagem ainda e aceitamos companhias e dicas ! ME CHAMA NO WHATS GALERA (16) 993145209 Débora
  33. 1 ponto
    Meus caros, boa tarde! Irei fazer quase esse mesmo roteiro em Agosto/2020. Caso alguém tenha interesse, só entrar em contato comigo.
  34. 1 ponto
    Experiencia com botas: Eu amo trekking, tenho anos de experiencia, mas por motivos de trabalho faço apenas uma vez por ano em média (infelizmente), nesse tempo minha bota fica guardada. Vou deixar aqui minhas experiencias em relação a calçados.. Ainda não tive a Vento mas não tenho coragem de comprar vendo os relatos do Reclame Aqui, alias, nem nenhuma outra marca. Eu sei que hoje tem a desculpa que considero esfarrapada, que tem a hidrolise e outras olises da vida, mas com toda a “tecnologia” atual, será que ainda não foi possível contornar esse problema?, ou seja se você não usar as botas elas ficam descartáveis??. Mas as explicações não importam quando já estragou o seu passeio. Bem, vamos aos relatos: -Snake Gartelá - A única das botas que eu tive que não descolou(esfarelou) foi da primeira produção na inauguração da fabrica, está intacta até hoje tem mais de 20 anos, pena que meu pé cresceu e apertou -Snake - antiga Trilogia, eu e minha esposa tivemos, no primeiro uso, as duas descoladas no Plata na Argentina, fomos salvos por fitas Silvertape, senão estaríamos descalços a 4500m no El Salto. -Snake Agreste (acho) Solado rachou(vibram) e descolou toda, silvertape nela. -Hi-Tec (não lembro o modelo) – Esfarelou internamente ficou a palmilha em cima do solado la na Plaza Francia no Aconcagua, felizmente não descolou. -La Sportiva (não lembro o modelo) – Depois de ficar guardada, desintegrou (nem silvertape deu jeito). -Salomon (não lembro o modelo) – Depois de ficar guardada, desintegrou (nem silvertape deu jeito). -The North Face (não lembro o modelo) – Depois de ficar guardada, desintegrou (nem silvertape deu jeito) na Chapada Diamantina, fiquei descalço, já estava pensando em fazer trilha de Havaianas parecia mais sensato, melhor sandália que descalço. Foi quando o vendedor da loja Dois Irmãos falou a frase mágica, “TECNOLOGIA NÃO SERVE PRA NADA SE NÃO ESTIVER NOS SEUS PÉS” me indicou uma bota simples de couro com solado monobloco costurado no cabedal, “ESSA VOCÊ PODE GUARDAR A VONTADE, E QUANDO VOCÊ PRECISAR DELA ELA VAI ESTAR LÁ, COMO UM CÃO FIEL” realmente já fazem cinco anos, e ela continua fiel, selei as costuras da lateral do solado com parafina e um secador de cabelo, não é uma bota técnica, mas é muito confortável, ando quilômetros com ela, e mais importante, tenho certeza que vou e volto calçado, pois o cabedal não vai se separar do solado, a melhor que tive até hoje, custou 145 reais. Muito mais confortável que a Guartelá. De nada adianta uma bota impermeável com solado descolado. Os fabricantes tem que pensar nisso, de nada adianta consertar, trocar por uma nova, devolver o dinheiro, dar explicações técnicas, o que importa é que já estragou toda a viagem. E o transtorno, o risco, isso não conta???. Eu só posso fazer a atividade que mais gosto uma vez por ano, fico me planejando por um ano, gasto com pesquisas, passagens, albergues etc....quando um equipamento falha estraga tudo, e o que era pra ser divertido se transforma em pesadelo. E não tenho mais como voltar no tempo. Tenho vontade de voltar a comprar uma bota mais técnica, mas desde inventaram sapatos que não podem ficar guardados fico com a minha simplesinha costuradinha. Frequentemente vejo por ai as lindas e caras botas “técnicas” descolando, enquanto a minha vira-latas está lá firme e forte. Infelizmente a “tecnologia” não está sendo usada a nosso favor, mas, apenas para embasar as desculpas dos fabricantes.
  35. 1 ponto
    Bom dia...eu tenho uma escape 50L e passei um mês na Argentina tranquilo com ela. Ela é bem espaçosa e se organizar bem, cabe tudo direitinho 😃
  36. 1 ponto
    20/02 Para os três dias seguintes, optei por contratar um pacote de viagens com a empresa “Info de Ushuaia”. Paguei cerca de R$ 1000,00, individual, pelos três dias full de passeios. Nesse primeiro dia, logo pela manhã fomos até ao Parque do Fim do Mundo, com passeio pelo Trem do Fim do Mundo. Não desembolsamos mais nada, se não me falhe a memória. Renderam algumas fotos.. o passeio é monótono também. Cansa, mas a vista compensa. Depois, rodamos no ônibus em outros pontos turísticos. Fui sozinho, pois a chuva deu uma apertada. Prejudicou até o uso da câmera.. molhava a lente e era horrível pra limpar depois. Ai tirei umas pelo celular. Fomos até a Bahia Lapataia, ao lago Acigami e, por ultimo, na “agencia” dos correios do fim do mundo – aqui, vários brasileiros de moto chegando no local. Finalizamos pela manhã o passeio e fizemos uma rápida refeição no local chamado “MARCOPOLLO FREE LIFE”. Local barato, de comida leve. Depois, começaríamos talvez o passeio que mais me chamaria a atenção, porém o tempo não deu a devida colaboração. Por volta das 15h, entramos num catamarã rumo as Islas Lobo, Pajaro e Tierra del Fuego, além do farol do fim do mundo. Durou umas 04 horas de passeio e, mesmo com chuva, foi sensacional. Um frio de rasgar, ventando muito, mas o contato com a natureza daquele lugar foi top. Leões marinhos, aves nativas da região, pinguins e até uma baleia que deu o ar da graça bem próximo à orla, navegando lentamente há menos de 100 metros da embarcação. Mesmo com o mau tempo, iria de novo sem problema. Apreciamos tudo que pudemos. Ao desembarcarmos, fomos até a lanchonete MARCOPOLLO novamente. Preço bom, comida boa.. melhor alternativa hehe. Fizemos a janta por lá mesmo, e depois fomos para o hotel por volta das 21h30min. Pinguins de Madagascar? Intruso Kattegat ao fundo.
  37. 1 ponto
    Olá Mochileiros!!!!! Após alguns meses vou relatar meu mochilão..... Sempre quis viajar sozinha, fazer um mochilão e finalmente tive coragem e dinheiro . Ano novo VIDA NOVA.....conversando com minha amiga Debora s2 pensei Por que não ir!!! Comecei a procurar relatos aqui no mochileiros, e no Google e achei vários relatos maravilhoso, todos detalhados.... Rodrigo Vix melhor relato ever!!! TEMOS UM GRUPO NO WHAT´s (e a maioria virou amigo) que acompanhou meu mochilão ao vivo praticamente, todos os meus perrengues, choros, risadas, fotos, desafios!! não seria ninguém se não fosse o Márcio e o Leo ao me colocarem nesse grupo do zap....... obrigada!!!!! A minha mamis que cuidou do meu pequeno para eu fazer essa loucura!!!! Bom vamos começar.... Viajar sozinha - é difícil, não é fácil mas apenas VÁ!!!!! Você nunca fica sozinho, sempre tem alguém para te fazer companhia, sempre tem um brasileiro (encontrei poucos na minha viagem mas esses poucos fizeram toda a diferença), nunca fale para taxista ou pessoas que está sozinha, diga que tem alguém te esperando no hostel ou que irá chegar mais tarde. em Lima e Cusco a primeira coisa que os taxistas perguntam é se você está sozinha, se tem marido ou namorado. diga que sim..... não sabemos o que eles podem fazer. Vacina FEBRE AMARELA: É obrigatória!!!!! Pessoal li em relatos que a galera teve que voltar pois não tinha a vacina, Não custa NADA, NÂO Dói, então tomem! Muitos dizem que chega na fronteira os policiais não pedem mas até ai pode ter sido sorte! Em fevereiro por conta da "epidemia! de ZIKA e DENGUE aqui no Brasil eles estavam olhando todas as carteirinhas, Vá ao posto de saúde, depois é so ir em algum posto para pegar o certificado internacional! link da ANVISA http://portal.anvisa.gov.br/noticias/-/asset_publisher/FXrpx9qY7FbU/content/quais-paises-exigem-vacina-de-febre-amarela-/219201?inheritRedirect=false Passaporte : Quem não tem ok pode ir somente com o RG pois os países do Mercosul (link http://www.brasil.gov.br/turismo/2012/04/mercosul-com-rg) não precisa apresentar o passaporte ..... Mas nada como colecionar os carimbos no seu passaporte ...... saber o idioma - Não se preocupe, mimica, apontar e falar devagar ajuda muito Seguro Viagem: FAÇAM! tem da Mondial, tem dos bancos, tem de vários jeitos e formar ...... Relatos da galera do grupo que passaram mal e utilizaram.... Eu não usei mas fiz pela Mondial, liguei lá pois no site não tinha promoção, paguei R$ 169 para 23 dias nos 3 países. Esse seguro não é só para quem passa mal, ele cobre várias coias como por exemplo perda de mochila , dinheiro - Eu levei apenas real..... na época o dólar estava $3,45, não valia a pena.... tem muitos relatos, fóruns (inclusive eu fiz um) e não me ajudou kkkkkkkkk, perder todos irão perder, ninguém sai ganhando..... então faça a conta.... e se valer a pena leve dólar se não leve real.... troquei com facilidade em todas as cidades grandes e com bom cambio.... apenas em Arequipa pagaram uma merreca e em Huaraz não trocavam então troquem sempre nas cidades grandes ou em aeroporto.... Levei R$ 5 mil em notas de 50, separei por bolinhos de mil.... deixei na doleira.... (horrível de levar no corpo então deixei dentro da mochila de ataque e fui com uma bolsinha de lado e deixava o dinheiro que iria usar no dia ali.... a doleira, a mochila de ataque ficava com cadeado e sempre comigo ou dentro de um locker (locker é um cofre grande que cabe um mochila ) . Onde comprar a doleira - 25 de março, revista da avon, decathlon, sites de vendas. Tomadas e voltagem : A maioria das tomadas pelo mundo é diferente, lá é a tomada de dois pinos ( igual a do celular) então se não for levar nada que tenha 3 pinos , não precisa levar adaptador.... Eu levei uma extensão que foi muito util pois em alguns hostel (quase todos ) tem poucas tomadas então minha extensão tinha 3 entradas para meu celular e minha maquina e um adaptador se precisasse e claro pra quem estivesse no quarto também poderia compartilhar. Levei meu SECADOR Siiiiiiiiiiiiiiim, por que odeio ficar com o cabelo molhado comprei um secador bivolt nas lojas americanas, pequeno , lindo compacto por R$70. (marca PHILCO). Internet : Eu usei apenas o WIFI dos restaurantes e hostel..... queria me desligar, então avisava quando tinha.... mas quem quiser compra o chip eles vendem, com pacote de dados e precisa do RG ou passaporte..... Roteiro... O roteiro eu copiei quase tudo do Rodrigo Vix e 3 dias antes eu li o relato da Mariana que tinha ido para Huaraz (foi ai que tudo mudou kkkkkk), mas chegando lá deixei de fazer alguns lugares para conhecer outros que achei mais interessante . A chegada por Santa Cruz de la Sierra, seguindo pra Uyuni, depois Atacama, subindo pro Peru e fechando a volta até La Paz. Sobre a altitude: não senti os efeitos, no primeiro dia no UYUNI eu tomei o chá de soroche e tomei apenas um soroche pills, Levei NEOSALDINA e tomei quando sentia dor de cabeça, bebi muita água (não muita pois nos 3 dias de UYUNI não tem banheiro toda hora ahah ), não corram, não ande rápido, vá no seu tempo..... que esperem você chegar o que faz passar mal é a falta de oxigenação no cérebro por isso passamos mal. Quase 4.500 km rodados em 23 dias, de ônibus, Van, a pé...de táxi e avião Roteiro por dia..... 25/02 - SP - SUCRE - STL 26/02 - UYUNI 27/02 - UYUNI 28/02 - UYUNI/ATACAMA 01/03 - ATACAMA 02/03 - ATACAMA - CALAMA (21:30h saída) 03/03 - ARICA -TACNA-AREQUIPA (viajando) 04/03 - viajando - ICA (HUACACHINA) 05/03 - PARACAS - LIMA 06/03 - LIMA - HUARAZ 07/03 - HUARAZ 08/03 - LIMA - CUSCO (24h viajando) 09/03 - VIAJANDO 10/03 - CUSCO 11/03 - VALE SAGRADO (CUSCO) 12/03 - HIDROELTRICA (PARA ÁGUAS CALIENTES) 13/03 - MACHU PICCHU 14/03 - HIDROELÉTRICA - CUSCO 15/03 PUNO - COPACABANA - LA PAZ 16/03 - LA PAZ 17/03 - DOWHILL (LA PAZ) - STL 18/03 - RETORNO A SP Passagens: Comprei minha passagem pela GOL , Ida e volta por Santa Cruz de la Sierra .... saindo de GRU dica 1 - Se eu soubesse teria comprado ida por STL e a volta por la paz (a GOL não tem voos que fazem esse trecho ) mas poderia ter feito por outra companhia. As pessoas acham que comprando os voos mais baratos vão sair ganhando mas acabei gastando com passagem de STL a Sucre ( R$ 170 ) e mais R$ 35 de bus de SUCRE ao Salar do Uyuni e na volta acabei comprando a passagem de La Paz para STL..... pois não iria ter tempo de fazer o dohwill =/ Sobre as taxas que o pessoal sempre tem duvidas, eu paguei a taxa do aeroporto da Bolívia com a passagem, estava descrito no meu voucher. Dica 2 - Pense no seu roteiro.... muitas pessoas compram passagem para Santiago para ir até o Atacama e depois subir para La Paz pu Cusco (vejam a distancia mais de 1000 km) ou você terá que comprar uma passagem aérea para fazer esse trecho ou ir de bus (24h). Sobre as Roupas Comprei minha mochila na Decathon 50 litros ..... link: http://www.decathlon.com.br/trilha-e-trekking/mochilas-de-trekking-de-varios-dias/mochilas-de-50-a-90-litros/mochila-de-trekking-forclaz-50-litros-feminina-quechua?skuId=2021263 Ela foi perfeita..... Perfeita para um mochilão pois não é tão grande nem pequena, a quantidade de roupa que você vai precisar não é muita pois em todos os países tem lavanderia. Lavam e passam a roupa, eles cobram por peso. Lavei 3 kg de roupa em Cusco após 15 dias de viagem paguei 6 soles. Levei a minha mochila de ataque também ( A que eu uso para levar meu note no trabalho kkkkk). Comprei também a capa para a mochila na decathlon... peguei muita chuva ahahahha SIM, mas ela protege muito quando você despacha ela no aeroporto e no bus.... ela protege bem! As bandeirinhas dos países comprei no mercado livre...... mas lá tem para vender.... Minha bota também comprei na Decathlon em promoção..... da Quechua paguei R$159. quentinha , a prova ´d'água (claro que não afoguei minha bota) mas ela serviu e não estrago, está pronta para a próxima trilha. lista do que levei: -passaporte -carteirinha de vacina -RG -xerox do seguro viagem -xerox das passagens -caderno de anotações/caneta -mini pasta para documentos -doleira -capa de chuva - celular - carregador de celular - maquina fotográfica Cannon / carregador / cartão de memoria -remédios (NEOSALDINA, POLARAMINE, DORFLEX, POMADA NEBACETIN, REMÉDIO PRA DOR DE ESTOMAGO) -repelente -protetor solar -óculos de sol -cadeado para a mochila e para o locker -creme para o corpo -pasta de dente/escova de dente/escova de cabelo -sabonete/shampoo/condicionador/desodorante/perfume -LENÇO UMEDECIDO ------- SEU MELHOR AMIGO!!! -Papel higiênico -pinça/lixa de unha -biquini - 14 calcinhas - 2 sutiã - 1 blusa de frio básica - 3 calça leggin - 1 shorts jeans - luva/lenço/toca (mas acabei comprando lá pois é mega barato) - 10 meias (la vende meias quentinhas) - chinelo - bota -rasteirinha -jaqueta corta vento (A jaqueta corta vento ela também é hemipermeável, comprei na decathlon para ir nas cataratas em 2009). - 5 blusinhas básicas - 1 FLEECE - A minha comprei na loja....por R$29,99 não achei no site ela mas segue o link para que possam ver como ela é..... http://www.decathlon.com.br/search/dept/roupas-femininas-de-trilha-e-trekking/fleece%20femo - 1 toalha de banho http://www.decathlon.com.br/fitness/bolsas-e-acessorios/outros-acessorios/toalha-fitness-feminino-rosa - 1 canga (para Paracas) Cheguei lá e comprei blusa... lá é tudo muito barato , pois na Bolívia o real vale o dobro kkkkkkkkk Sobre o Frio .... Faz muito frio a noite, na época que eu fui Fevereiro e Março estava chovendo muito, muito mesmo..... peguei neve no SAlar e na fronteira do Atacama, Choveu no Deserto do Atacama, perdi o tour astronômico (Que não é feito em dia de lua cheia por causa da luminosidade ) mas eu perdi por conta da chuva..... Mas peguei um lindo Arco Iris. "Provavelmente nunca serei rica, mas sempre terei as minhas lembranças e é isso que importa. Alguns dias são mais difíceis que os outros , mas de vez em quando aparece um arco-íris para lembrar que sempre há um pote de ouro , nem que seja um pote cheio de sonhos e esperanças de que dias melhores sempre virão ! E ele sempre vem" Borá para a viagem mais louca da minha vida!!!
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    Oii Eu gastei mais ou menos R$ 7.000,00 com tudo, passagem, hospedagens, passeios, ônibus, alimentação, etc. A minha passagem não foi das mais baratas, já que sai de Floripa. Acho que saiu uns R$ 2.300,00 Dá pra economizar mais se você não beber, cozinhar no hostel. Confesso que cozinhar só pra mim já rola uma preguiça, ainda mais depois de chegar morta das trilhas 😂
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    O design é parecido, mas o tecido é diferente. Comprei uma Forclaz Trek900 ontem. Gostei muito. O teste vai ser em maio no mochilão Peru-Bolívia-Chile.
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    Não precisa ser necessariamente "em espécie" ...mas a comprovação financeira dos meios de se manter é exigida sim. Sem sombra de duvidas. http://cglondres.itamaraty.gov.br/pt-br/viagem_ao_reino_unido.xml https://www.gov.uk/uk-border-control Não se esqueça que você deve comprovar a existência de limites e que o Agente não tem a obrigação de efetuar a conversão dos valores expressos em Reais em Euro ou Libras. Além do que, você paga 6,38% de IOF sobre cada compra. Bem como a conversão será automaticamente feita para USD e lhe será cobrado a taxa de cambio da data de pagamento da fatura! Portanto se o cambio subir...suas despesas sobem. Isso não seria bular uma regra? Não esqueça que terá que preencher o formulário de admissão antes da imigração... "apply" ... e o cara vai checar estas informações. Se necessário eles tem serviço de tradução presencial ou por áudio conferencia.
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    fala pessoal, sou do mochileiros há mais de 15 anos! muito tempo rodando por aqui....afastado a bastante tempo, mas to de volta! em 3 meses embarco com minha esposa e dois filhos (de dois anos e meio e 5 anos de idade) para um mega mochilão! eles tem pouco tempo de vida mas já rodaram um bocado...mas nada comparado a essa viagem! na verdade acho que vai ser a mais desafiadora da minha vida. Viajar com filhos pequenos é mais aventura que escalar o k2!!!!!!!!!!! kkkkkkkkkkkk enfim, vais ser mais ou menos isso aqui: 28 de ABRIL – VÔO RIO LIMA 29 DE ABRIL – LIMA – Manhã – praça de armas (catedral com catacumbas, casa do arcebispo, etc) – almoço – tarde huaca pucllana – janta huaca puclla – parque das águas pra fechar o dia Relax, pracinha, descansar, parque das águas pela noite 30 de abril – LIMA - PARACAS em onibus DIA 1º DE MAIO – PARACAS Passeio deserto costa cliffs e ilhas balestas DIA 2 DE MAIO – PARACAS – ICA – DESIERTO DE HUACACHINA DIA 3 DE MAIO – PARACAS – LIma DIA 4 DE MAIO – LIMA CUSCO DIA 05 DE MAIO – CUSCO Descansar, passeio pela cidade, não se movimentar muito, ver citie tour DIA 06 DE MAIO – CUSCO City tour, mercado central , comer, relax, descansar... DIA 07 DE MAIO – Maras e Moray (salineira) DIA 08 – ir para Ollantaytambo – ir cedo, contratar guia local volta pelas ruinas, passeios, curtir DIA 09 – Ollantaytambo – relaxar na cidade DIA 10 - OLLANTAYTAMBO – AGUAS CALIENTES EM TREM DIA 11 – MACHUPICCHU E RETORNO A CUZCO – domir em CUSCO posada del viajero DIA 12 – CUZCO – PUNO – 8 da manhã DIA 13 – PUNO - ILHA DE URUS URUMA ONDE VAMOS DORMIR DIA 14 – PUNO – COPACABANA DIA 15 – COPACABANA – DORMIR NA ILHA DO SOL DIA 16 – COPACABANA - LA PAZ DIA 17 – LA PAZ DIA 18 – VOO LA PAZ IQUIQUE DIA 19 - IQUIQUE DIA 19 – IQUIQUE – SAN PEDRO DE ATACAMA DIA 20 – ATACAMA DIA 21 – ATACAMA DIA 22- ATACAMA DIA 23 – ATACAMA DIA 24 – ATACAMA DIA 25 atacama jujuy - DIA 30 - VOO SALTA - RIO. ENFIM, ESSE é o roteiro, quero pegar dicas específicas dos lugares que vamos. A maioria dos hoteis já estão reservados...com dois pirralhos não da pra arriscar muito.
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    Torres: Torre Sul, Torre Central, Torre Norte e Cerro Ninho de Condor Depois de um circuito básico de trilhas em El Chaltén, Argentina (relato em circuito-de-trilhas-em-el-chalten-fitz-roy-e-cerro-torre-argentina-fev-16-t126172.html), era hora de conhecer o parque mais badalado do Chile: Torres del Paine. E, claro, não iria até quase o fim do continente para fazer a caminhada mais curta, chamada de Circuito W. Fui decidido a conhecer o máximo possível do parque, ou seja, fazer o circuito O ou Maciço Paine, como é chamado pelo parque. O parque chama essa caminhada de Maciço Paine pois ela contorna integralmente o grande maciço rochoso (e nevado) do qual as famosas Torres fazem parte. Também são parte do maciço os Cuernos del Paine, outra linda montanha que é igualmente cartão postal do parque. A imagem do Google Earth no final do relato mostra o percurso do Circuito O e ajuda bastante a se localizar nos lugares que vou citar abaixo. Eu completei o Circuito em O em nove dias de caminhada. Tem gente que faz em mais tempo, tem gente que faz em menos tempo, depende do ritmo e do estilo de cada um. Eu podia ter iniciado, assim como a maioria faz, pelo trajeto do Refúgio Torre Central ao acampamento Serón. Esse é o clássico primeiro dia de caminhada do Circuito O. Porém montei uma logística que colocava as famosas Torres no início e no fim do circuito. Explico: se o tempo estivesse perfeito na minha chegada ao parque subiria diretamente às Torres para registrá-las com tempo aberto (e quem sabe um céu azul de fundo). Se o tempo estivesse fechado, daria início ao circuito O (indo diretamente ao acampamento Serón) e subiria às Torres no final. E por sorte o tempo estava muito bom na minha chegada e melhor ainda na manhã seguinte, quando registrei a foto de abertura deste relato. Com essa subida às Torres no início acrescentei 3,9km ao circuito (ida e volta do Refúgio Torre Central até a bifurcação para as Torres) e tive de subir com a mochila muito pesada (com comida para nove dias), porém não podia perder a chance de fotografar as famosas Torres com tempo bom. Outro roteiro seria estender o Circuito O começando a caminhar na administração/centro de visitantes, como vi algumas pessoas fazerem. Esse prolongamento do O iniciando na administração teria como primeiro acampamento o Paine Grande ou o Italiano, e o último acampamento o próprio Paine Grande. Dali eu poderia retornar a pé à administração ou pegar o catamarã para Pudeto. Tanto da administração quanto de Pudeto saem ônibus para Puerto Natales. Mas essa extensão, como deu para perceber, iria quebrar o meu esquema de ter as Torres no início e no final da caminhada (e diminuir a minha chance de ter boas fotos delas). A cidade base para conhecer o Parque Nacional Torres del Paine é Puerto Natales, uma cidade de 19 mil habitantes (2002) bastante pacata mas com um movimento de trilheiros e montanhistas do mundo inteiro. Ela fica a 250km de Punta Arenas (Chile) e 270km de El Calafate (Argentina), os dois aeroportos mais próximos. Eu iniciei a minha viagem pela Patagônia por Punta Arenas pois o preço das passagens aéreas era bem mais em conta do que para El Calafate. Ao longo do relato vou fornecer todos os preços em peso chileno (sigla CLP) e convertidos para real pela cotação média que encontrei nas casas de câmbio de Puerto Natales naqueles dias, ou seja, R$ 1 = CLP 165. Rio Ascencio 24/02/16 - 1º DIA: DE PUERTO NATALES AO ACAMPAMENTO TORRES E MIRANTE BASE DAS TORRES As fotos estão em https://plus.google.com/photos/116531899108747189520/albums/6261388583859334785. Sete empresas de ônibus fazem o trajeto de Puerto Natales ao Parque Torres del Paine, todas com saídas e retornos no mesmo horário (veja mais informações no final deste relato). Eu peguei o ônibus da empresa Buses Gómez. Aqui já dou uma dica. Na hora de embarcar entrei no primeiro ônibus da Gómez que vi na plataforma, o motorista não estava na porta para conferir as passagens de quem entrava. Logo depois das 7h30 todos os outros ônibus partiram e nós ficamos lá parados por um bom tempo. Quando alguns passageiros foram reclamar, o motorista disse que aquele ônibus era das 8h, que o das 7h30 da Gómez já havia partido. Ninguém foi avisado de que havia dois ônibus. Fique esperto e pergunte! A viagem durou apenas 1h34 e na chegada à portaria Laguna Amarga às 9h34 outro contratempo. Nosso ônibus parou e o motorista disse que ninguém podia descer. Lá fora a fila da recepção crescia cada vez mais e nós parados ali. Depois de bastante reclamação entrou uma funcionária do parque no ônibus para nos passar as regras do parque e só então pudemos ir para a fila. A fila andou rápido. Primeiro deve-se preencher uma declaração de ingresso informando que lugares vai visitar. No meu caso assinalei "Circuito Macizo Paine", que é o circuito O, como disse. Depois paga-se a entrada de CLP18000 (R$109) e deve-se assistir ao vídeo de normas do parque. Depois do vídeo a guardaparque repete o mantra: é proibido fazer fogo, é proibido fazer fogo. Essa é a preocupação primeira de todos os funcionários e deve ser de todos que visitam também, visto que vários incêndios (mais de 18 desde 1980) já devastaram áreas enormes do parque. Além da proibição de fazer fogo, outras regras devem ser seguidas à risca, sob risco de expulsão do parque: só acampar nas áreas estabelecidas, só cozinhar nas áreas designadas pelos guardaparques dentro dos acampamentos, não sair das trilhas demarcadas, levar todo o lixo até o fim do trekking (como exceção alguns poucos acampamentos têm lixeiras), respeitar o horário de fechamento das trilhas (sim, existe isso também). Mais uma dica aqui, um alerta: se você for fazer o Circuito O verifique se o funcionário da portaria lhe entregou um tíquete com seu nome e a trilha que você vai fazer. No meu caso, ele não entregou e eu não sabia desse tíquete. Quando cheguei ao posto de controle Coirón o guardaparque me pediu o tíquete para eu poder continuar a caminhada. Eu procurei e não encontrei. Mostrei-lhe a cópia da declaração de ingresso com o Circuito Macizo Paine assinalado e ele me liberou. Mas tive a sorte de pegar um funcionário bem humorado, se pegasse um casca-grossa talvez tivesse problemas. Fique atento e peça esse tíquete! No caso do Circuito O ele tem uma tarja verde. Veja o motivo desse tíquete nas informações adicionais, ao final do relato. Rio Ascencio e Cerro Ninho de Condor Passados os trâmites da portaria, há várias opções dependendo do que você for fazer. Os ônibus de Puerto Natales continuam parados ali esperando quem vai seguir para Pudeto (catamarã para o Paine Grande) e para a administração/centro de visitantes. Um outro ônibus, de circulação interna, leva dali até o Hotel Las Torres em horários sincronizados com o ônibus de Puerto Natales e custa CLP2800 (R$17). Ou pode-se começar a caminhar ali mesmo pelas estradas poeirentas para onde se quiser. Atualização em nov/2016: Importante! para a temporada de 2017 o parque tornou obrigatória a reserva em TODOS os acampamentos, tanto os das empresas concessionárias quanto os administrados pelo próprio parque, que agora passam a contar com reserva online (http://www.parquetorresdelpaine.cl/es/sistema-de-reserva-de-campamentos-1). Lembrando que nos acampamentos gratuitos do parque não se pode dormir duas noites seguidas. Como o tempo estava bom e a visibilidade das Torres era perfeita, decidi seguir diretamente para lá. Havia feito reserva do acampamento Torres no escritório da Conaf em Puerto Natales. Tomei então às 10h22 o ônibus interno (na verdade foi uma van) para o Hotel Las Torres, que foi somente até o Refúgio Torre Central, 1km antes do hotel, em 10 minutos. Segui a pé esse trecho de estrada de rípio, que passa pelo acampamento Las Torres e termina no estacionamento do hotel. Dali em diante só a pé. Caminhei mais 900m por uma trilha larga que foi se estreitando até chegar às 11h14, após a ponte sobre o Rio Ascencio, à bifurcação que vai à esquerda ao acampamento Los Cuernos e à direita aos acampamentos Chileno e Torres (não confunda: o acampamento Las Torres fica próximo ao Hotel Las Torres e dá para chegar de carro e ônibus; o acampamento Torres fica próximo às famosas Torres e só é acessível por 2h45 de trilha). Fui para a direita e aí começou uma longa subida. Altitude de 129m. Tinha na mochila comida para nove ou dez dias e estava bem mais pesada que o habitual. À medida que subo vai se ampliando às minhas costas o grande vale do Rio Paine, com a extremidade leste do Lago Nordenskjold, onde o Paine deságua. Às 12h17, na altitude de 468m, sou surpreendido pela linda visão do profundo vale do Rio Ascencio espremido entre encostas bastante íngremes. Bem distante no vale o telhado do Refúgio Chileno. A trilha segue pela encosta da margem direita do rio, que é a encosta do majestoso Monte Almirante Nieto, e desce bastante. Às 12h38 cruzei a primeira ponte sobre o Rio Ascencio e cheguei ao Refúgio e Acampamento Chileno (altitude de 408m). Hora do almoço. Aproveitei as mesas de picnic para fazer o meu lanche e conversar com outros trilheiros que davam também uma pausa na caminhada. Por indicação do pessoal do refúgio peguei água nas torneiras do banheiro e não no Rio Ascencio. A área de acampamento é grande e parte dela fica sobre plataformas já que o terreno é bem inclinado. Um papel colado na parede do refúgio diz que desde o dia 19 daquele mês a reserva no acampamento tornou-se obrigatória devido ao aumento "explosivo" de visitantes no parque nos últimos meses. Cachoeira exuberante Às 13h13 dei continuidade à caminhada. Cruzei um riacho sobre tábuas e depois a segunda ponte sobre o Rio Ascencio. Do Chileno em diante o caminho se torna bastante agradável, com menos inclinação, mergulhado no aprazível bosque de Magalhães e com vários pontos de água. O bosque de Magalhães é uma imagem que vai ficar na mente depois de nove dias de caminhada pois é uma floresta bastante homogênea, formada basicamente por três espécies de árvores, a lenga, a ñirre e a coigüe, todas extremamente parecidas, ou seja, é uma repetição visual (bastante agradável, diga-se) que marca toda a caminhada. Às 14h15 saio do bosque e a paisagem se abre para a moraina das Torres. Caminho mais 30m e chego à bifurcação do acampamento Torres, onde desço à direita. Mais 50m entro no bosque e lá está o acampamento. Altitude de 588m. Sou recebido pelo simpático e atencioso guardaparque, que me pede o registro no livro e a confirmação da reserva. Novamente as instruções de não fazer fogo, levar todo o lixo embora e somente cozinhar na área coberta ao lado da casa dos guardaparques. Cheguei num bom horário para escolher um ótimo local para montar a barraca. Os acampamentos do parque são gratuitos e têm estrutura bastante básica, por vezes até rudimentar, em comparação com os acampamentos pagos administrados pelas empresas Fantástico Sur e Vértice Patagônia. O acampamento Torres, apesar disso, tem uma casinha com dois banheiros com vaso sanitário e descarga acoplada, além de um lavatório. Não há duchas. Água para beber e cozinhar pode ser pega numa caixa-d'água na parte mais alta do terreno. Montei rapidamente a barraca e segui para as Torres às 15h. A trilha atravessa um trecho de bosque e depois sai numa enorme moraina. Daí a subida se dá a céu aberto e depois por trilha entre pedras até a altitude de 872m, onde fica o lago em frente às famosas Torres, o chamado Mirante Base das Torres. No meio de tanta pedra de todos os tamanhos a sinalização se dá por estacas cor de laranja. Cheguei às 15h46 (parei 5 minutos num riacho) e o vento lá em cima era forte. Mais tarde se tornou bastante frio também. Como já mencionei no relato de El Chaltén, é importante sempre ter na mochila uma roupa de frio a mais e uma roupa impermeável já que o tempo é bastante instável na Patagônia. E ficar molhado num local frio e exposto ao vento como esse é um passo para a hipotermia. Não basta ter uma jaqueta corta-vento, é preciso ter uma impermeável mesmo, como segurança. Mesmo com a jaqueta impermeável que serve como ótimo corta-vento, tive de me esconder atrás de grandes blocos de pedra para fugir do vento gelado e poder admirar as Torres sem tremer de frio. Fiquei ali até 17h06, quando comecei o retorno ao acampamento pelo mesmo caminho, chegando às 18h10 (com muitas paradas para fotos). Acampamento Torres Como havia ainda algumas horas de luz natural segui a indicação do guardaparque e fui até um local 260m ao norte, já fora do bosque e às margens do Rio Ascencio, que dava visão das Torres. Ali deve ser o caminho para o acampamento Japonês, que estava fechado e a trilha interditada a partir do mirante onde parei. Aqui vale comentar que assim como as trilhas de El Chaltén as trilhas do Torres del Paine também estavam lotadas! É gente demais subindo, descendo e se trombando nas trilhas. E isso vai se repetir em todo o percurso do Circuito W, na segunda metade do Circuito O. Nesse dia caminhei 12,2km (mais 520m do mirante às margens do Rio Ascencio). 25/02/16 - 2º DIA: DO ACAMPAMENTO TORRES AO ACAMPAMENTO SERÓN: INICIANDO O CIRCUITO O As fotos estão em https://plus.google.com/u/0/photos/116531899108747189520/albums/6261389638671753681. A temperatura mínima durante a noite foi de 6,0ºC fora da barraca (levei dois termômetros externos com memória para fazer os registros). Às 8h20 fazia 7,1ºC. No horário de sair do acampamento para ver as Torres iluminadas pelo nascer do sol fazia 6ºC fora da barraca e caíam alguns pingos de chuva. Isso somado à ventania gelada que devia estar na moraina me fez desistir de subir de madrugada. Ficou para a próxima... Mas ao ver o dia lindo que estava quando saí da barraca tratei de subir novamente às Torres para fotos melhores do que as do dia anterior. Saí do acampamento às 9h e subi em 37 minutos até o Mirante Base das Torres. A primeira surpresa foi encontrar a trilha vazia naquele horário, muito diferente do dia anterior. Algumas pessoas voltavam do nascer do sol nas Torres, para me matar de arrependimento. Mas felizmente consegui o que mais queria: fotos das famosas Torres com um céu azul espetacular de fundo. Sonho realizado! (porém 15 minutos depois das minhas fotos já não havia mais céu azul, estava tudo cinzento de novo). Às 10h40 estava de volta ao acampamento Torres e conheci o zorro que deve frequentar o local em busca de comida fácil. Ele passeia entre as barracas sem o menor embaraço e não se importa com a proximidade das pessoas. Bosque de Magalhães Desmontei a minha barraca e me despedi do local às 12h10, sendo um dos últimos a sair. Realizada a etapa das Torres, agora era hora de começar o circuito O para valer. Desci pelo mesmo caminho do dia anterior passando pelo Refúgio Chileno às 13h08, pelo Hotel Las Torres às 14h37 (onde há lixeiras recicláveis - me livrei do último lixo que tinha) e chegando à bifurcação do Refúgio Torre Central às 14h50, onde iniciaria o Circuito O. Altitude de 134m. Caminhei 190m à esquerda (norte) na bifurcação e aproveitei a mesa de picnic do Refúgio Torre Norte para o meu almoço tardio. Às 15h18 voltei a caminhar, ainda no sentido norte, pela estradinha de rípio. Em 150m fui à direita na bifurcação (Ecocamp a esquerda) e topei com as primeiras placas de indicação de distância e altitude do circuito. Subi, em 10 minutos cruzei outra estrada e passei por um mata-burro de ferro. Uns 20m depois uma placa à esquerda indica o início da trilha para o acampamento Serón, o primeiro do Circuito O. A sinalização com estacas laranja continua, e permanecerá por todo o circuito. Estava sozinho ali e por quase toda a trilha (mas depois encontrei muita gente no acampamento Serón). À medida que subo a paisagem vai se ampliando para trás e depois à direita, mostrando a planície por onde corre o Rio Paine. Esse rio estará por perto até a chegada ao acampamento Dickson, no final do dia seguinte. O caminho até o Serón será em sua maior parte a céu aberto, com alguns trechos de bosque para dar sombra. A trilha volta a virar uma estradinha após uma porteira à direita. Às 16h46 a primeira visão do local onde está situado o acampamento, no vale plano do Rio Paine e cercado de montanhas. Uma placa indica que estou na maior altitude do percurso, 387m (porém o gps mediu como maior altitude 377m uns 200m antes). Desço suavemente com visão cada vez mais próxima e ampla do vale do Rio Paine. Às 17h30 a estradinha continua à direita e eu vou pela trilha da esquerda seguindo as estacas laranja, mas reencontro a estradinha 20 minutos depois (com marcas de pneu). Desço à esquerda seguindo a sinalização. Passo um quebra-corpo na cerca e ganho enfim o vasto campo avistado durante a descida. Segundo o mapa oficial do parque aqui estou entrando novamente em propriedade privada, assim como aconteceu no trecho entre o Hotel Las Torres e o Refúgio Chileno. Mas essas entradas e saídas entre o parque e as terras particulares são transparentes para quem caminha, praticamente não há placas que indiquem. A trilha se aproxima do Rio Paine à direita e é possível contemplá-lo bem de perto. Às 19h20 chego ao acampamento Serón, com muitas barracas para minha surpresa, mas bastante espaço para montar a minha. Depois soube que cerca de 70 pessoas estavam fazendo o Circuito O junto comigo. Altitude de 162m. O local do acampamento Serón é muito bonito, no vale do Rio Paine porém a uma certa distância dele. Fica todo a céu aberto, sem proteção de árvores. Mas o problema mesmo é a quantidade de mosquitos vorazes, o que obriga a usar um repelente ou ficar enclausurado na barraca. Aliás já no caminho os mosquitos não estavam dando sossego. Deve ser pela ausência total de vento, coisa raríssima na Patagônia. O Serón tem dois banheiros (com papel higiênico), duas duchas quentes, varanda para cozinhar, apenas um tanque para lavar pratos e lixeiras recicláveis pois chega camionete até ali. É administrado pela Fantástico Sur e o preço para estrangeiros é CLP8500 (R$51). É possível alugar equipamentos, porém é recomendável fazer a reserva antecipada pelo site http://www.fantasticosur.com.'>http://www.fantasticosur.com. Não tinham refeições prontas naquela noite mas há uma cozinha industrial. Nesse dia caminhei 22,1km (mais 3,6km de ida e volta para subir pela segunda vez às Torres). Vista do acampamento Serón 26/02/16 - 3º DIA: DO ACAMPAMENTO SERÓN AO ACAMPAMENTO DICKSON, UM DIA DE BELAS PAISAGENS As fotos estão em https://plus.google.com/u/0/photos/116531899108747189520/albums/6261390348881682561. A temperatura mínima durante a noite foi de -4,3ºC fora da barraca, uma noite muito fria e atípica já que todas as outras tiveram mínima acima de 4ºC. Às 8h30 fazia 1,2ºC, mas felizmente amanheceu um dia radiante de sol e céu azul sem nenhuma nuvem. A caminhada de hoje se dará toda a céu aberto, sem bosques e sem sombra. Nesse acampamento conheci o Edward, um americano que estava fazendo o circuito sozinho também e com quem pude praticar um pouco do meu inglês enferrujado. Ele reclamou do frio da noite já que alugou o equipamento em Puerto Natales e o saco de dormir não era para temperatura tão baixa. Eu levei o meu saco Marmot Alpha, de pluma de ganso, de especificação: conforto 2,6ºC, limite -2,8ºC e extremo -19ºC. Em alguns momentos senti um pouco de frio, mas dormi bem. Fui um dos últimos a sair do acampamento Serón, às 11h15. A trilha segue ainda pela planície do Rio Paine, se aproxima dele novamente e por volta de 12h começa a subir a encosta a noroeste (esquerda). Uma lagoa no meio dessa subida rouba a cena e faz esquecer o cansaço da ladeira cada vez mais íngreme. Às 12h56 enfim se atinge o topo, na altitude de 353m, e novamente o queixo cai com a visão maravilhosa das montanhas nevadas refletidas no grande Lago Paine. Parada para contemplação e fotos! A trilha segue pela encosta da montanha à esquerda, descendo suavemente. Às 13h25 passo pela porteira que marca o limite Serón-Coirón, ou seja, estava entrando na área do parque nacional de novo. Em três minutos alcanço a primeira fonte de água do dia (mas diversas outras vão se seguir). A trilha margeia toda a face sul do Lago Paine e depois volta a acompanhar o Rio Paine a distância, sempre subindo-o. Às 14h30 chego à Guarderia Coirón, onde ficam os guardaparques que controlam a passagem dos trilheiros que estão fazendo o Circuito O. Foi aqui que ocorreu o probleminha do tíquete que descrevi acima. Assim como a maioria, fiz uma pausa para um lanche e segui às 15h10. A trilha do Coirón em diante é bastante plana e tem visão à direita de um glaciar distante e à esquerda do Maciço Paine. Às 17h06 alcanço uma área alagada onde foram instaladas passarelas. Picos pontiagudos podem ser avistados na direção sul e se parecem muito com as Torres. E finalmente às 17h44, após uma curta subida, avisto o local cênico onde está o acampamento Dickson, às margens do enorme Lago Dickson e com as montanhas nevadas ao fundo - para fechar com chave de ouro esse lindo dia de caminhada! A chegada se dá por uma descida muito íngreme com terra solta em que é preciso ter bom freio para não despencar morro abaixo. Cheguei ao acampamento às 18h mas não fui um dos últimos, havia muita gente na trilha ainda. Algumas pessoas subestimam o grau de dificuldade da caminhada e acabam sofrendo pelo cansaço, bolhas nos pés, dor nos joelhos, etc. Não é uma caminhada difícil, mas é preciso ter algum condicionamento e equipamentos leves e apropriados para não se tornar um sofrimento. O acampamento Dickson fica a céu aberto também, e exposto ao vento. Como não havia vento algum, podia-se montar a barraca em qualquer lugar sem problema. Algumas pessoas montam a barraca junto às árvores laterais ou mesmo no meio delas, mas nesse dia não havia necessidade. Mas havia o outro lado dessa ausência de vento: o inferno dos pernilongos! Como eu não levei repelente acabei ficando mais tempo dentro da barraca do que fora, era difícil aguentar a nuvem desses insetos enroscando no cabelo, entrando pelo ouvido... O Dickson tem dois banheiros (com papel higiênico), duas duchas quentes, não há casa ou varanda para cozinhar mas deve-se acender o fogareiro apenas sobre as mesas de picnic, dois tanques para lavar panelas e não há lixeiras. É administrado pela Vértice Patagônia e o preço para chilenos e estrangeiros é CLP6000 (R$36). É possível alugar equipamentos, porém é recomendável fazer a reserva antecipada pelo site http://www.verticepatagonia.com.'>http://www.verticepatagonia.com. Altitude de 205m. Uma novidade aqui é o minimercado com enlatados, biscoitos, etc, com preços nada atrativos. Perguntei se tinha pão mas não tinha (aliás não encontrei pão para vender em lugar nenhum e tive de racionar o meu). Como ali há o Refúgio Dickson há possibilidade de ter refeições quentes, porém o funcionário disse para verificar a disponibilidade. O preço da refeição, como em todos os outros refúgios, era bem salgado: CLP7500 (R$45) o café, CLP9500 (R$57) o almoço e CLP12500 (R$75) o jantar. Uma dica na hora do banho é verificar se há outra pessoa na ducha ao lado. Se houver, provavelmente a água vai esfriar nas duas duchas se você abrir a sua. Aconteceu comigo, estava tomando um delicioso banho quente até o momento em que uma pessoa abriu a ducha ao lado... Nesse dia caminhei 18,2km. Lago Paine 27/02/16 - 4º DIA: DO ACAMPAMENTO DICKSON AO ACAMPAMENTO LOS PERROS, UM DIA PELOS LINDOS BOSQUES DE MAGALHÃES As fotos estão em https://plus.google.com/u/0/photos/116531899108747189520/albums/6261406180869174769. A temperatura mínima durante a noite foi de 4,8ºC fora da barraca. Às 8h30 fazia 7,5ºC. Nesse acampamento não vi o Edward, o americano. Só o encontrei no fim do dia e ele me contou que passou bastante mal, provavelmente por causa da água, assim como aconteceu com outros americanos com quem ele conversou. Mas não são só os gringos que sofrem. Conheci em El Chaltén duas garotas de São Paulo que haviam feito o W e tiveram vômito e diarréia numa das noites. Saí do acampamento Dickson às 11h05 e logo a trilha se embrenha no bosque de Magalhães, voltando àquele visual verdejante e repleto de troncos caídos tal qual na subida às Torres no primeiro dia. Além do bosque, uma visão recursiva será do belo Rio de Los Perros, formado pelo degelo do glaciar de mesmo nome. Dentro do bosque logo inicia a subida até o Mirante Vale de Los Perros, de onde avisto o "mar" verde por onde caminharei nesse dia. Imperceptivelmente vou subindo o Rio de Los Perros, sempre dentro do bosque. Às 12h14, após o Mirador Vale de Los Perros, a trilha se afasta um pouco desse rio e sobe o Rio Cabeça de Índio, um afluente, para cruzá-lo por uma ponte de madeira às 12h31. Em seguida me aproximo de novo do Rio de Los Perros e junto a um riacho faço uma pausa de 30 minutos para um lanche. Apesar de a trilha percorrer o vale de vários rios neste dia, água de fácil coleta só é encontrada em dois pontos no meio do bosque. Continuo subindo pelo vale florestado do Los Perros até cruzá-lo às 14h39. Ainda tenho visão de seu bonito curso por aberturas na mata à esquerda, mas logo ele se afasta na direção do Glaciar Los Perros, onde se origina. A próxima ponte será sobre o Rio Passo, às 15h06, e 20 minutos depois saio do bosque e tenho a primeira visão do Glaciar Los Perros. Em mais 17 minutos subo uma de suas morainas e posso fotografá-lo de frente, porém com um vento tão forte que me arranca lágrimas dos olhos. Essa é a maior altitude do dia, 584m. Na direção oeste já avisto o famoso Passo John Gardner, ponto de maior altitude do circuito (1200m) e sujeito a ventos tão fortes que os guardaparques podem fechar a trilha de acesso por segurança. Na direção dele, porém bem mais próximo, há uma moraina seguida por um bosque, exatamente o local em que se situa o acampamento Los Perros. Dali foi só seguir (a céu aberto agora, e com bastante vento) o caminho marcado entre as pedras e chegar às 16h13 ao acampamento. Altitude de 544m. Primeiro fiz o registro com os guardaparques, recebi as instruções e fui encaminhado ao guichê da Vértice Patagônia para pagamento da taxa de CLP6000 (R$36). Como havia muito tempo de luz ainda, fui ver de perto o Lago do Glaciar Los Perros e nessa hora caiu a única chuva (fraca e passageira) que peguei nos nove dias de caminhada. Felizmente o inferno dos pernilongos das duas noites anteriores ficou para trás. O Los Perros tem dois banheiros (sem papel higiênico), duas duchas frias (sim, frias!), uma casa fechada e aquecida para cozinhar, dois tanques para lavar pratos, não tem refeições prontas e não há lixeiras. É possível alugar equipamentos, porém é recomendável fazer a reserva antecipada pelo site http://www.verticepatagonia.com.'>http://www.verticepatagonia.com. Nesse dia caminhei 12km (descontada a ida ao Lago do Glaciar Los Perros). Glaciar Los Perros 28/02/16 - 5º DIA: DO ACAMPAMENTO LOS PERROS AO ACAMPAMENTO PASO E A EXPECTATIVA DO PASSO JOHN GARDNER As fotos estão em https://plus.google.com/u/0/photos/116531899108747189520/albums/6261407630308018129. A temperatura mínima durante a noite foi de 5,4ºC fora da barraca. Às 8h30 fazia 7,2ºC. Quando saí da barraca por volta de 8h30 ou 9h o acampamento estava deserto! Um dos poucos que ainda estavam era o Edward e nos perguntamos por que todos saíram tão cedo já que o acampamento Paso ficava a no máximo 6 horas de caminhada, nada além do tempo dos dias anteriores de caminhada. Seria a expectativa de dificuldades no Passo John Gardner? A resposta viria mais tarde... Saímos do acampamento às 11h e o guardaparque já estava nos apressando pois éramos os últimos. A trilha ainda percorre um trecho de 1,5km à sombra do bosque e já inicia com subida. Mas o pior mesmo são os vários lamaçais de terra preta que devem ser cruzados com muito equilíbrio. Às 11h50 saímos do bosque e tivemos a visão do Passo bem à nossa frente e bem no alto ainda, com o Rio Passo correndo abaixo à direita. Mas logo reentramos no bosque, e assim sucessivamente vamos caminhando pela encosta de pedras e pelos trechos de bosque até que às 12h30 saímos do último bosque e passamos a subir pelo caminho de pedras a céu aberto. Daí em diante é uma subida constante com um ou outro trecho um pouco mais íngreme (tudo sinalizado com a cor laranja) até o Passo John Gardner, aonde cheguei às 13h52. Altitude de 1175m segundo o gps. O vento estava moderado, não atrapalhava o caminhar. Para trás ainda era possível ver entre as montanhas o lago do Glaciar Los Perros. E para a frente a visão estonteante do imenso Glaciar Grey! Comecei a descer devagar e sozinho (o Edward se adiantou) e parei por 20 minutos para um lanche num local com menos vento. Ali fui ultrapassado por um casal que estava vindo direto do acampamento Dickson. Disseram que o guardaparque fechou a trilha assim que eles passaram por causa do horário. Então aqui fica uma dica: se você pretende passar direto por algum acampamento e se adiantar, consulte os horários de fechamento das trilhas, informação que consta no mapa oficial fornecido pelo parque. A descida do Passo John Gardner se dá por uma trilha ainda na moraina, ou seja, entre pedras, até a altitude de 917m, quando reentra no bosque, seguindo dentro dele até o acampamento Paso. Às 16h26, já na altitude de 447m, uma clareira se abre justamente no leito por onde corre um riacho (com uma cachoeira à esquerda) e permite visão espetacular do Glaciar Grey à direita. Um ótimo local para uma pausa. Continuando às 17h11, cheguei ao acampamento Paso em apenas 10 minutos e aí entendi a pressa dos outros trilheiros em sair cedo do Los Perros. Esse acampamento é bem pequeno e tem instalações bastante precárias, por isso a maioria se adianta e vai direto para o acampamento Grey. Mas mesmo quem passa direto deve se registrar com o guardaparque, para segurança. O Paso é administrado pelo parque e portanto é gratuito. Tem apenas uma cabine com buraco no chão como banheiro e não há ducha. O local de cozinhar é coberto e há dois tanques. Os lugares para armar a barraca são pequenas clareiras no meio do bosque. Das muitas barracas que havia nos outros acampamentos ali contei apenas nove nesta noite. Não há aluguel de equipamento e muito menos minimercado. Altitude de 456m. O acampamento fica dentro do bosque mas ali próximo há ótimos mirantes para o Glaciar Grey, é só entrar pelas trilhazinhas e curtir o visual. Um riacho atravessa o local e fornece água fresca e limpa. Nesse dia caminhei 8,5km. Glaciar Grey 29/02/16 - 6º DIA: DO ACAMPAMENTO PASO AO ACAMPAMENTO GREY AINDA COM A INCRÍVEL VISÃO DO ENORME GLACIAR GREY As fotos estão em https://plus.google.com/u/0/photos/116531899108747189520/albums/6261409203645481761. A temperatura mínima durante a noite foi de 4,2ºC fora da barraca. Às 8h30 fazia 4,8ºC. Próximo da casa do guardaparque uma placa indica a trilha para o acampamento Grey. Deixei o acampamento Paso às 11h32. Em apenas 3 minutos a trilha sai do bosque e a vista do Glaciar Grey é magnífica a partir de um mirante. Esse foi o ponto mais alto desse dia, 487m. O dia estava esplêndido, sem uma nuvem. Percorro mais um trecho de bosque e ao sair a céu aberto avisto o Lago Grey, formado pelo degelo do glaciar. Atravesso uma área de árvores mortas, resultado de algum dos vários incêndios ocorridos, e às 12h24 começam as travessias de vales profundos de rios que se formam nas montanhas nevadas que estamos contornando. O primeiro dos vales não é tão fundo, há uma trilha de descida ao riacho, o qual se cruza com a ajuda de um cabo de aço. Na subida há uma escada de ferro como apoio. A trilha continua pela encosta bastante inclinada a céu aberto e num trecho de subida há corrimão como apoio. A visão do glaciar Grey continua incrível e o Lago Grey cada vez mais próximo. Às 13h10 a trilha entra no bosque de novo, desce e anda para trás uns 150m para subir novamente e se abrir para um novo mirante do glaciar. Apenas 200m depois desse mirante, às 13h51, surge o segundo vale profundo, esse o mais fundo de todos, com uma ponte pênsil que causou uma certa tensão pois era muito alta e muito longa. Ao final dela a belíssima vista do Mirador Los Guardas para relaxar e apreciar a paisagem. Logo depois a trilha reentra na sombra do bosque e às 15h10 me deparo com o terceiro vale profundo, este também com uma ponte pênsil, porém não tão alta nem tão longa - ufa! Às 15h25 saio do bosque e já avisto o Glaciar Grey um pouco distante a partir de um mirante. Blocos de gelo que se desprendem dele ficam represados numa enseada formada por uma ponta rochosa. Aliás é possível chegar a essa ponta rochosa a partir do acampamento Grey, que já está próximo. Na chegada ao acampamento Grey às 16h21, ainda com um dia radiante, a boa surpresa foi encontrar uma grande área gramada para montar a barraca, coisa rara no Paine. Com muitas horas de luz ainda, fui explorar os arredores. Primeiro fui conhecer a praia de pedrinhas com icebergs em frente à casa dos guardaparques de onde sai o barco que cruza todo o Lago Grey, depois a praia de onde saem os caiaques e por fim o Mirador Grey, justamente naquela ponta rochosa avistada da trilha. Porém chegar à extremidade não é tão fácil quanto eu supunha e a virada repentina no tempo trouxe um vento muito forte. Me contentei em subir ao ponto mais alto e contemplar a paisagem enquanto o vento deixou. Um grupo saía para remar no Lago Grey com os caiaques e devem ter passado um aperto com aquele vento todo. O acampamento Grey é administrado pela empresa Vértice Patagônia e custa CLP6000 (R$36). Tem uma casa com banheiros separados (masculino e feminino), minimercado e sala para cozinhar. O banheiro masculino tem dois vasos sanitários (com papel higiênico) e duas duchas com água quente apenas das 18h30 às 21h. Mas vale a mesma regra: abriu duas duchas ao mesmo tempo, água fria para todos. O minimercado tem biscoitos doces e salgados, chocolates, cup noodles, atum, leite, refrigerante, pasta de dente. Os preços? O biscoito que em Puerto Natales custa CLP600 ali custa CLP3000... No refúgio é possível ter refeições quentes, mas nem olhei os preços. Há aluguel de equipamentos, porém é recomendável fazer a reserva antecipada pelo site http://www.verticepatagonia.com.'>http://www.verticepatagonia.com. A área de acampamento é bem grande, com o gramado a céu aberto e a parte do bosque com chão de terra batida. Altitude de 64m. A qualquer momento ouve-se o estrondo do Glaciar Grey como um trovão. Nesse dia caminhei 7,2km (mais 3km de ida e volta às prainhas e ao Mirador Grey). Glaciar e Lago Grey 01/03/16 - 7º DIA: DO ACAMPAMENTO GREY AO ACAMPAMENTO ITALIANO COM UMA VISITA AO PAINE GRANDE As fotos estão em https://plus.google.com/u/0/photos/116531899108747189520/albums/6261414189150127841. A temperatura mínima durante a noite foi de 9,6ºC fora da barraca. Às 8h16 fazia 11,6ºC. Uma coisa estava me deixando bastante preocupado: apesar de não ter molhado a bota ou os pés durante todo o percurso, meus dedos estavam cheios de pequenos ferimentos. Estava usando uma bota Vento Finisterre, que passou a ser fabricada com um material chamado pelo fabricante de Nanox, em substituição ao couro natural usado antes. A bota continua muito confortável mas não sei por que motivo apareceram esses ferimentos, que foram aumentando com o passar dos dias. Meu medo era de que o esparadrapo que levei não durasse até o fim do circuito, o que me impediria de continuar caminhando. Vale comentar aqui que a partir desse dia entrei no percurso do Circuito W, cuja extremidade mais distante é justamente o acampamento Grey. E isso ficou evidente pela quantidade muito grande de pessoas na trilha. A caminhada de hoje se dará completamente a céu aberto, reencontrando sombra apenas na chegada ao acampamento Italiano. Às 10h20 saí do acampamento, passei ao lado do grande refúgio e segui a placa de Guarderia Pehoé, que é um posto dos guardaparques a 150m do Refúgio Paine Grande. Em menos de meia hora avisto uma grande cachoeira na parede à esquerda e com mais 10 minutos cruzo por uma ponte o rio que vem dela, o Rio Olguin, formado pelo degelo do Glaciar Olguin. Às 12h05 chego ao Mirador Lago Grey, saindo uns 60m à direita da trilha, mas a visão aqui não é tão impressionante em comparação com o dia anterior. Continuando a caminhada logo atinjo o ponto mais alto do dia, 266m. Às 13h alcanço as margens de um lago realmente bonito, a Laguna Los Patos, um lugar que merece uma parada para contemplação. Após uma longa descida em que cruzei com centenas de pessoas (deu para notar que estava mesmo no Circuito W), chego enfim às 13h53 à bifurcação onde fica a Guarderia Pehoé. Para a direita o Refúgio/Acampamento Paine Grande e à esquerda o acampamento Italiano e a continuação do Circuito O e W. Laguna Los Patos Como ainda era cedo e o Italiano não estava longe, fui conhecer o Paine Grande, administrado pela Vértice Patagônia. O refúgio é enorme e a área de acampamento idem, com preço de CLP7000 (R$42) por pessoa. Há aluguel de equipamento, minimercado, restaurante, duchas quentes de manhã e à noite, banheiros feminino e masculino (com quatro vasos sanitários sem papel higiênico). Os preços das refeições eram: CLP7500 (R$45) o café, CLP9500 (R$57) o almoço e CLP12500 (R$75) o jantar. Um funcionário do refúgio aconselhou não beber da água das torneiras. A altitude ali é de 41m. Descansei e fiz meu lanche nas mesas de picnic do refúgio, assim como tantas outras pessoas fazem, e conheci um casal americano que estava iniciando o Circuito O. Tinham começado a caminhar no dia anterior desde a administração/centro de visitantes e no acampamento Las Carretas tiveram algumas coisas roídas pelos ratos. Dali avistei pela primeira vez os belíssimos Cuernos del Paine, formação rochosa que é uma marca registrada do parque junto com as Torres. À esquerda deles o não menos imponente Cerro Paine Grande. Do Paine Grande sai o catamarã para o Pudeto às 10h, 12h30, 17h e 18h30. Voltei a caminhar às 15h42, retornando à bifurcação da guarderia e tomando a direita. A trilha contorna por pouco tempo o belo Lago Pehoé e logo toma o rumo direto dos Cuernos. Mas havia um excesso de pessoas vindo na direção contrária e quando cansei de trombar com tanta gente parei no primeiro mirante do Lago Skottsberg. Havia um grupo grande de americanos fazendo trabalho voluntário e congestionando ainda mais o caminho. Fiquei ali até a trilha ficar mais vazia (das 16h32 às 17h18) e prossegui. Por mais algum tempo tenho o belo Lago Skottsberg à minha direita e durante o restante do dia a visão dos Cuernos se torna cada vez mais próxima e impressionante. Cerca de 500m depois de entrar no bosque encontro duas pontes em sequência para cruzar o largo Rio do Francês e chegar ao acampamento Italiano, às 19h25. Altitude de 181m. A reserva para o acampamento Italiano foi motivo de algum desencontro de informação. O site do parque (http://www.parquetorresdelpaine.cl/es/avisos) diz que para a "atual temporada" é obrigatória a reserva para os acampamentos Torres e Italiano, só que não diz qual o período exato da temporada. Quando fui ao escritório da Conaf em Puerto Natales reservar esses dois acampamentos o funcionário disse que para o dia 1 de março não era necessário fazer reserva. Porém ao chegar ao acampamento Italiano a reserva me foi cobrada. Tive de explicar o ocorrido em Puerto Natales e pelo horário avançado o guardaparque aceitou que eu ficasse. Por ser administrado pelo parque esse acampamento é gratuito e tem banheiros problemáticos. Sempre havia fila pois quase todos os cinco vasos sanitários estavam com problema. Há um local coberto para cozinhar mas é pequeno para o grande número de pessoas e a maioria cozinha ao lado (já que não se pode cozinhar perto da barraca). Não há duchas e não vi tanque para lavar as panelas. Não há aluguel de equipamento e nem refeições prontas. Água costuma ser coletada no próprio Rio do Francês, com cuidado pois a correnteza é violenta. Nesse dia caminhei 18,5km. Cuernos del Paine e Lago Skottsberg 02/03/16 - 8º DIA: DO ACAMPAMENTO ITALIANO AO ACAMPAMENTO LOS CUERNOS: DIA DO MARAVILHOSO VALE DO FRANCÊS As fotos estão em https://plus.google.com/u/0/photos/116531899108747189520/albums/6261417721408953169. A temperatura mínima durante a noite foi de 8,9ºC fora da barraca. Às 8h42 fazia 9,3ºC. O acampamento Italiano é a base para o bate-e-volta ao Vale do Francês, famoso pela grande beleza de seus mirantes. Como nos acampamentos gratuitos do parque não se pode dormir duas noites seguidas, o guardaparque pede que todos desmontem a barraca antes do passeio. E assim todos fazem, deixando a cargueira encostada na casa dos guardaparques e levando apenas uma mochila de ataque (alguns não levam nada). Eu parti para a subida do Vale do Francês às 9h56. Das imediações do acampamento ainda se tem uma vista espetacular do Cerro Paine Grande. A trilha sai do bosque e o caminho passa a ser de pedras, numa moraina, mas depois adentra outro bosque. O primeiro mirante alcançado é o Mirador Francês (ou El Plateau, segundo a placa), na altitude de 496m, às 10h51, com bonita vista para os lagos Nordenskjold e Pehoé mais ao fundo. Adentro outro bosque e assim se vai subindo suavemente, ora por bosques ora a céu aberto com a visão cada vez mais impressionante das montanhas rochosas e tendo o Rio do Francês à esquerda. Ao final de uma subida íngreme de pedras maiores cheguei ao Mirador Britânico, às 12h31. Altitude de 767m. Já havia bastante gente ali admirando o incrível visual. O mirante se situa no meio de um círculo de montanhas rochosas com o vale do Rio do Francês forrado de extenso bosque que quase galga as montanhas. Um lugar de uma beleza indescritível! E o dia novamente estava magnífico, sem uma nuvem. Lá pelas 13h43, quando estava ensaiando o retorno, ouvi barulho de água muito próxima. Entrei no bosque ao lado do mirante e lá estava um riachinho de água límpida. Com água fresca no cantil, aproveitei para fazer o meu lanche ali mesmo e curtir um pouco mais aquele lugar. Comecei a descer de volta mesmo às 14h29 e às 16h54 estava no acampamento Italiano. Descansei um pouco e parti para o acampamento Los Cuernos às 17h27. Em 11 minutos saio do bosque. A trilha até o acampamento Los Cuernos corre quase toda a céu aberto e muito próxima à montanha Cuernos del Paine. À medida que se avança é possível ver essa montanha por vários ângulos. Às 18h02, atravessando um dos raros bosques desse trecho, cheguei ao cruzamento do acampamento Francês, administrado pela Fantástico Sur. Eu deveria seguir em frente mas subi à esquerda para conhecer a área das barracas e depois desci à direita para ver outras instalações do local, bastante organizado e com pouca gente. As barracas são montadas todas sobre plataformas e o banheiros foram os mais limpos e bonitos que vi em todo o circuito. Esse acampamento é bem mais novo que os outros, pena que não fiquei aí pois o Los Cuernos é o oposto... Continuando, a trilha sobe e ao sair no aberto proporciona bonita vista do Lago Nordenskjold, de águas esverdeadas. O caminho atinge o ponto mais alto às 18h27 (206m de altitude), com uma vista bem ampla do lago, e logo inicia uma longa descida até as margens dele, com uma surpreendente praia de pedrinhas, às 19h16. O caminho continua pela própria praia e ao final dela reaparece a trilha. Às 19h35 cruzo um riacho com uma bonita cachoeira no paredão à esquerda, águas que vêm diretamente dos Cuernos. Às 20h cheguei ao acampamento Los Cuernos e... acho que não merecia terminar um dia tão lindo num lugar tão deprimente. Aquilo parecia uma favela, com barraca montada em tudo quanto é buraco e barranco... gente pra todo lado, muita gente mesmo. Dei muita sorte de encontrar um espaço plano e seco pois até no charco estavam armando barraca. Mas os banheiros felizmente estavam limpos. Reencontrei o casal americano e a garota já estava com bolhas nos pés, mal começado o circuito O. Mau sinal... O acampamento Los Cuernos é administrado pela Fantástico Sur e custa CLP8500 (R$51) por pessoa. No banheiro masculino há cinco vasos sanitários (sem papel) e cinco duchas quentes. Há refúgio, restaurante e uma sala grande para cozinhar, com dois tanques para lavar os pratos. Há lixeiras também, algo que eu não encontrava desde o acampamento Serón. Pode-se alugar equipamentos, porém é recomendável fazer a reserva antecipada pelo site http://www.fantasticosur.com.'>http://www.fantasticosur.com. Altitude de 73m. Nesse dia caminhei 16,2km (11,1km de ida e volta do Mirador Britânico mais 5,1km do Italiano ao Los Cuernos) Mirador Britânico 03/03/16 - 9º DIA: DO ACAMPAMENTO LOS CUERNOS DE VOLTA À LAGUNA AMARGA, ENCERRANDO O CIRCUITO MAS NÃO A MINHA ESTADA NO PARQUE As fotos estão em https://plus.google.com/u/0/photos/116531899108747189520/albums/6261420595284731713. A temperatura mínima durante a noite foi de 9,4ºC fora da barraca. Às 6h45 fazia 10,3ºC. Desmontei acampamento e saí às 7h40 do Los Cuernos para aproveitar o dia de sol e tirar fotos mais bonitas dos Cuernos. Voltei portanto pela trilha até o local da travessia do riacho com a cachoeira e fiz meu café da manhã ali, longe daquela confusão. Tiradas as fotos passei no acampamento para ir ao banheiro e às 9h54 iniciei o último dia de caminhada do Circuito O, que será todo com sol na cabeça, sem nenhum bosque no caminho. Na saída do Cuernos cruzei a ponte sobre o Rio Bader. Além dos Cuernos, a linda vista do Lago Nordenskjold ainda me acompanha. E é ao longo desse lago que passarei boa parte do dia caminhando. Às 10h56 alcanço a maior altitude do dia, 253m. Às 11h47 paro para um descanso de 13 minutos e em seguida cruzo a ponte pênsil sobre o Rio do Arriero. E foi aí que encontrei os primeiros brasileiros nesses nove dias de caminhada, um de São José dos Campos e o outro de Parati. Conversamos um pouco, eles estavam fazendo o Circuito W. Às 12h55 uma bifurcação: à direita para o Hotel Las Torres (meu destino) e para a esquerda um atalho para o acampamento Chileno, a caminho das famosas Torres. Já estou aos pés do Monte Almirante Nieto (lembra-se dele?). Peguei água de um riacho e parei para um lanche por 18 minutos. Na continuação caminhei próximo a um lago com a visão cada vez mais imponente do Almirante Nieto do outro lado. Podia ver pessoas caminhando no atalho para o Chileno, bem junto ao monte. Às 13h43 avistei finalmente o Hotel Las Torres. Mesmo distante ainda, essa visão significava muito, era a confirmação do sucesso da minha missão. Seguiu-se uma longa descida, uma travessia de rio pelas pedras e às 14h14 reencontrei a trilha pela qual subi ao acampamento Torres no primeiro dia. Cruzei a ponte sobre o Rio Ascencio e passei pelo Hotel Las Torres às 14h31. Não sabia mas podia ter esperado o ônibus ali mesmo. Como na minha chegada a van foi só até o Refúgio Torre Central, então caminhei mais 15 minutos até ele. Altitude de 137m. Cuernos del Paine O ônibus só chegaria às 16h, então tentei uma carona para a portaria Laguna Amarga, mas foi em vão. O ônibus chegou no horário, entrei nele e para minha surpresa ele foi até o hotel. Deu um tempo ali e partiu para a Laguna Amarga às 16h11, chegando às 16h25. A passagem custou CLP2800 (R$17). Na portaria Laguna Amarga havia vários ônibus vindos de Puerto Natales e aproveitei minha passagem para ir até o acampamento Pehoé a fim de passar mais uma noite dentro do parque. Minha passagem era da Buses Gómez mas me direcionaram para um ônibus de outra empresa pois somente ele iria além da parada Pudeto. O ônibus partiu às 16h37 e às 17h28 eu descia em frente à recepção do acampamento Pehoé. Fui recebido pelo funcionário que me deu a má notícia de que o acampamento custava CLP10000 (R$60), mas era "o mais caro porque era o melhor do parque". E realmente é um local muito agradável e tranquilo, com vista magnífica do Maciço Paine, com destaque para os Cuernos. Ventava bastante ali e tratei de montar minha barraca num lugar bem protegido entre as árvores. Montei-a rapidamente e aproveitei o restante da tarde para conhecer um ótimo mirante próximo, o Mirador Condor. O rapaz me ensinou o caminho a partir do quiosque 37 ou 38 do próprio acampamento, mas depois descobri que há outra trilha partindo da estrada. Às 18h saí da recepção, na altitude de 41m, cruzei a estrada e caminhei entre os quiosques numerados até encontrar o início da trilha. A subida não é difícil, apesar de se tornar cada vez mais íngreme. O único porém naquele dia foi o vento forte ao chegar a uma área mais exposta no alto, quase no topo. Depois de uma ladeira de pedras soltas cheguei ao cume às 18h25. Altitude de 283m. Ventava demais, a ponto de perder o equilíbrio, mas a vista era espetacular do Maciço Paine com o Lago Pehoé abaixo. O Maciço visto dali abrange o Cerro Paine Grande, o Vale do Francês, os Cuernos del Paine e o Monte Almirante Nieto. Dá até para ver a pontinha das Torres! Comecei a descer às 18h56 e tomei a direita numa bifurcação que havia percebido na ida. Esta outra trilha tinha as estacas laranja de sinalização do parque, devendo ser o caminho "oficial", o que foi comprovado quando cheguei à estrada às 19h19 e vi a placa de indicação do início da trilha do Mirador Condor. Nas imediações havia ainda o Salto Chico para visitar, mas meus pés estavam doendo bastante, com muitas feridas e muitos esparadrapos, então deixei para o dia seguinte. Circulei pelos arredores do acampamento e pelas margens do Lago Pehoé para mais algumas fotos. O acampamento Pehoé é um lugar completamente diferente dos acampamentos dos circuitos O e W. Ali as pessoas vão para descansar, curtir a paisagem, tirar fotos dos mirantes. É administrado pela empresa francesa Sodexo. O espaço é muito amplo e dividido em 50 quiosques numerados, cada um com uma mesa de picnic onde se pode cozinhar e uma churrasqueira de alvenaria. Felizmente ninguém estava assando carne por ali porque não gosto do cheiro. A recepção fica do lado direito da estrada para quem vai para a administração/centro de visitantes, junto com uma parte dos quiosques e um banheiro. Do lado esquerdo da estrada fica o restante dos quiosques e outro banheiro. No banheiro do lado da recepção há três duchas quentes 24 horas e três vasos sanitários (com papel higiênico). Do lado de fora há quatro pias para lavar os pratos. Há diversas lixeiras espalhadas. Na recepção há minimercado com guloseimas caras à venda e ao lado um restaurante que não sei se estava servindo refeições devido ao número reduzido de pessoas acampadas. Existe também a Hosteria Pehoé, mas fica a 1,6km dali. Nesse dia caminhei 12,4km para terminar o Circuito O, o que totalizou 127,3km já descontados os percursos que fiz como passeios no início e final de cada dia (inclusive a segunda subida às Torres). Lago Nordenskjold e Cerro Paine Grande 04/03/16 - SALTO CHICO, CENTRO DE VISITANTES E O RETORNO A PUERTO NATALES As fotos estão em https://plus.google.com/u/0/photos/116531899108747189520/albums/6261421068899590369. A temperatura mínima durante a noite foi de 10ºC fora da barraca. Às 8h25 fazia 11,1ºC. O dia amanheceu com muitas nuvens mas tive a sorte de pegar o sol nascente batendo nos paredões do Maciço Paine, um espetáculo digno de muitas fotos. Deixei a barraca montada e fui conhecer o Salto Chico, a apenas 1,4km do acampamento. Saí às 8h52. Caminhei 800m pela estrada no sentido da administração e entrei na primeira bifurcação à direita, local do estacionamento para visitantes da cachoeira e acesso ao Hotel Explora. Mais 170m e entrei à esquerda na trilha, na verdade um caminho em forma de passarela suspensa de madeira. Dali vejo o Hotel Explora acima à direita. O caminho de madeira desce e se aproxima do lago formado abaixo do Salto Chico, o qual alcanço às 9h15. Não é nenhuma cachoeira impressionante mas as águas esverdeadas do Lago Pehoé com o Maciço Paine ao fundo formam um bonito cenário (muito mais se tivesse sol). Continuei caminhando pela passarela, que terminou bem ao lado do hotel. Dali foi só voltar ao estacionamento e ao acampamento. Desmontei a barraca e fiquei esperando bastante tempo pelo ônibus. Minha intenção era terminar a minha estada no parque conhecendo o centro de visitantes, como sempre gosto de fazer. O ônibus enfim passou às 11h44 e após 16 minutos desembarquei em seu ponto final na administração/centro de visitantes. Dali há visão mais limitada das montanhas do parque mas o Lago Toro é um belo atrativo. O centro de visitantes vale a visita pois tem bastante informação sobre a história, fauna, flora e geologia do parque, além de uma maquete e um mapa bem detalhado. O ônibus para Puerto Natales partiu do centro de visitantes às 13h, chegou ao Pudeto (catamarã para o Paine Grande) às 13h26 (onde muita gente embarcou), saiu às 13h34, chegou à portaria Laguna Amarga às 14h05 e deixou o parque às 14h30. Com uma parada de 30 minutos em Cerro Castillo, às 16h47 eu estava de volta a Puerto Natales. Lago Pehoé, Cuernos del Paine e Monte Almirante Nieto vistos do acampamento Pehoé ao amanhecer Informações adicionais: O site oficial do Parque Nacional Torres del Paine é http://www.parquetorresdelpaine.cl. É importante acompanhar o informe diário no link http://www.parquetorresdelpaine.cl/es/avisos para saber sobre a condição atual das trilhas e acampamentos, que podem ser fechados e reabertos de acordo com as condições de tempo e outros fatores. Atualização em nov/2016: Importante! para a temporada de 2017 o parque tornou obrigatória a reserva em TODOS os acampamentos, tanto os das empresas concessionárias quanto os administrados pelo próprio parque, que agora passam a contar com reserva online (http://www.parquetorresdelpaine.cl/es/sistema-de-reserva-de-campamentos-1). Lembrando que nos acampamentos gratuitos do parque não se pode dormir duas noites seguidas. Outra norma implementada pelo parque este ano (desde 15/02/16) é a restrição do número de pessoas a no máximo 80 por dia no Circuito O "com o objetivo de regular o alto fluxo de visitantes à área de montanha". Na mesma data o parque estabeleceu para o Circuito O o sentido anti-horário como o único permitido, como eu fiz. Mais detalhes em http://www.parquetorresdelpaine.cl/es/noticias/conaf-limita-acceso-diario-a-circuito-macizo-paine. A empresa Fantástico Sur (http://www.fantasticosur.com) administra os acampamentos Chileno, Serón, Francês, Los Cuernos e Las Torres. A empresa Vértice Patagônia (http://www.verticepatagonia.com) administra os acampamentos Dickson, Los Perros, Grey e Paine Grande. No site delas é possível fazer reserva de vagas e refeições (quando houver), bem como alugar equipamentos (barraca, saco de dormir e isolante). O parque administra os acampamentos Torres, Paso e Italiano. Não há aluguel de equipamentos nos acampamentos administrados pelo parque, mas pode-se alugar em Puerto Natales ou mesmo comprar a bons preços nas lojas ou na zona franca em Punta Arenas. As empresas de ônibus que fazem o trajeto de Puerto Natales ao Parque Torres del Paine são: . Bus-Sur (http://www.bussur.com) . Maria José (http://www.busesmariajose.com) . Gómez (http://www.busesgomez.com) . Pacheco (http://www.busespacheco.com) . JB . Magallanes . Juan Ojeda Todos os ônibus partem de Puerto Natales às 7h30 e 14h30, e retornam: . às 13h e 18h a partir da administração/centro de visitantes . às 13h30 e 19h a partir do Pudeto . às 14h30 e 19h45 a partir da portaria Laguna Amarga Preço de CLP8000 (R$48) só ida e CLP15000 (R$90) ida e volta. Com a passagem de ida e volta na mão, pode-se circular dentro do parque à vontade, embarcando e desembarcando em qualquer ponto da estrada entre a portaria Laguna Amarga, o Pudeto e a administração/centro de visitantes. O Hotel Las Torres não está incluído pois não faz parte do trajeto dos ônibus de Puerto Natales. O Circuito W tem um percurso de 73,7km, medidos no meu gps e considerados desde o Hotel Las Torres até o acampamento Grey com retorno ao Paine Grande. Incluído aí o trajeto de ida e volta até o Mirador Base de las Torres e até o Mirador Britânico (na medição descontei percursos pequenos que fiz como passeio). O Circuito O tem um percurso de 123,4km, medidos no meu gps e considerados desde o Hotel Las Torres, ponto final do ônibus interno do parque, e incluindo os miradores Torres e Britânico (e descontados os pequenos passeios que fiz). Como expliquei no início do relato, na minha logística caminhei 3,9km a mais. Apesar de bem longo, o Circuito O é bem sinalizado por estacas pintadas de laranja, o que torna quase impossível se perder. Todas as bifurcações são sinalizadas e as trilhas secundárias são fechadas para evitar dúvidas. As pontes são bem conservadas, geralmente há passarelas suspensas sobre os alagados e há corrimão nos trechos mais íngremes. A entrada no parque custa um pouco caro, mas a boa manutenção é o retorno que se tem. Como relatei, a temperatura mínima durante a noite e madrugada oscilava entre 4,2ºC e 10ºC (com exceção dos -4,3ºC no acampamento Serón). Um saco de dormir nessa faixa de temperatura-limite (com alguns graus para baixo para ter mais conforto) dá conta do recado. Eu levei um saco de dormir Marmot Alpha, de pluma de ganso, de especificação: conforto 2,6ºC, limite -2,8ºC e extremo -19ºC, que foi mais do que suficiente. Água não é problema no Circuito. Como há bastante água em todos os dias, dei destaque no relato apenas para o trecho que tem poucas fontes de água fáceis (entre os acampamentos Dickson e Los Perros). Nos acampamentos a recomendação é de pegar água nas torneiras ou em algum riacho próximo, quanto mais acima melhor. Eu bebi sempre da água das torneiras (exceto no Paine Grande) e dos riachos sem nenhum tratamento e não tive nenhum problema. Para caminhar eu usava uma camiseta de lã de merino light de manga longa. Só usava o fleece da Quechua por cima se na sombra do bosque estivesse um pouco mais frio. Gorro só usava à noite. Luvas levei mas não usei. Jaqueta de pluma de ganso também não usei. Mas veja que peguei dias bem quentes, talvez uma semana antes ou depois a temperatura estivesse mais baixa e precisasse usar toda essa roupa quente que levei. Importante repetir: roupa impermeável é um item essencial e deve estar sempre na mochila, mesmo para um passeio curto com mochila de ataque. O tempo pode mudar rapidamente e o vento pode trazer chuva. E ficar molhado e exposto ao vento frio é um primeiro passo para a hipotermia. Como na maioria dos acampamentos o chão é de terra batida, sem grama ou capim, é bastante recomendável levar um isolante inflável, caso contrário depois de nove dias de chão duro sobre um isolante de EVA seus quadris vão reclamar bastante. Há um isolante inflável da marca Camp que pesa apenas 315g. Pelo mesmo motivo, um forro sob a barraca (um plástico grande, um footprint ou até um cobertor térmico) também vão bem para evitar sujar demais o piso da barraca. É muito mais fácil limpar o forro do que a barraca. Para a compra dos mantimentos Puerto Natales tem pelo menos três bons mercados. Num deles, o Don Bosco (Rua Baquedano, 358), encontrei um gostoso pão integral. Na loja Itahue pode-se comprar castanhas e frutas desidratadas com grande variedade (Rua Esmeralda, 455B). Rafael Santiago abril/2016 http://trekkingnamontanha.blogspot.com.br Circuito O na imagem do Google Earth As Torres na imagem do Google Earth Mirador Britânico na imagem do Google Earth
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    Rodrigo, Tenho a minha crux65 e sofri do mesmo problema com relação a regulagem da barrigueira, além disso a proteção impermeável dos zíperes não é muito resistente e sinto falta de alguma tira para a compressão da carga... Encontrei algumas soluções: com relação a compressão de carga, eu mesmo fiz uma tira que abraça a mochila por inteiro apertando tudo no lugar (tão bom não ter nada balançando enquanto caminho!) já com relação a regulação da barrigueira, amarrei uns cordeletes que puxam a barrigueira, deixando ela menor, ficou muito bom. Falta só ver os zíperes Já tenho a minha a dois anos e, fora esses detalhes que mencionei, acho ela super confiável!
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    Neste dia, dormimos nos carro antes da 7 mile bridge. Isso mesmo, no carro. Key west lotada e nenhum hotel de menos de 1000 dólares disponível. Nos achamos super jovens, radicais e malandros até ver o estacionamento lotado, com famílias inteiras dormindo em seus carros... oi , como foi essa de dormir no carro? existe algum lugar indicado?
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    Ae turma! Esse mês eu fiz uma trilha simplesmente sensacional, e gostaria de compartilhar com todos vocês. Eu e mais 4 aventureiros, até então desconhecidos, subimos o sensacional Pico dos Marins, em Sampa. Sobre o Pico: "Pico dos Marins fica situado no município de Piquete, no estado de São Paulo, localizado na Serra da Mantiqueira, possui 2.420,7 metros de altitude a nível do mar. Para ser atingido é necessario subir encostas rochosas íngremes, porém é possível sua ascensão sem a utilização de equipamentos especiais (...) É o ponto mais alto localizado inteiramente dentro dos limites do estado de São Paulo, pois todos os outros picos maiores são compartilhados com Minas Gerais - por exemplo, a Pedra da Mina (2.798 metros) - uma vez que a divisa entre os dois estados, na região da Mantiqueira, está fixada principalmente na linha cumeada da própria serra no chamado Pico Marinzinho." (wikipedia) Como chegar: "O acesso pelas estradas ao Pico dos Marins pode ser feito de duas formas, ambas através da BR - 459, Rodovia que liga Lorena/SP a Itajubá/MG. Ao final do percurso de estrada chega-se ao Acampamento Base Marins, onde você poderá deixar o carro, bater um papo com o simpático Milton, proprietário do local, informar-se sobre a quantidade de montanhistas nos Marins, tomar um café e, dependendo do horário que você chegar, poderá até almoçar. Se você está a pé, provavelmente terá consumido boa parte da água que levou, portanto, aproveite para se reabastecer porque não haverá mais água confiável pelo caminho." "Apesar de possuir muitas curvas, as condições da estrada vicinal são muito boas, com asfalto até a Vila dos Marins. Após a vila a pavimentação é de bloquetes muito bem assentados e alguns trechos de terra. Em períodos de chuva os trechos de terra podem oferecer alguma dificuldade para o tráfego de veículos que não sejam de tração 4x4. Mantenha a câmera fotográfica à mão pois este trajeto é excelente para fotografias da paisagem rural e da imponência do conjunto montanhoso do Pico dos Marins que se ergue cada vez mais próximo à medida que se avança pela estrada e se mantém sempre à vista. O trajeto é uma longa e sinuosa subida que se acentua fortemente após o Bairro dos Marins, portanto é bom verificar o sistema de refrigeração do motor do carro." fonte: marinzeiro.com Meios de transporte: fomos de carro, gastamos cerca de 5h desde Campinas até o acampamento base, na cidade de Piquete/SP A minha experiência no Marins: Sou de São Luis do Maranhão, e há muito queria subir o Monte Roraima (objetivo do inicio de 2013!). No mochileiros pelo facebook, publiquei minha intenção de ir a Venezuela para o MR e então conheci algumas pessoas, dentre elas Eduardo, Theruco e Juliano, todos da cidade de São Paulo. Entre os planos do Roraima, decidimos fazer uma espécie de treinamento, já que eu nunca fiz trilhas tão longas e fortes (no Monte Roraima, faremos 8 dias e 7 noites), foi então que surgiu a idéia do Pico dos Marins. Nesse meio tempo acabei conhecendo Carol Montoaneli aqui no forum, falando bem da minha terra em um relato belissimo (mochileiros.com/lencois-maranhenses-5-dias-set-2011-com-fotos-e-gastos-t60083.html), dai acabei arrastando ela pro Marins também ahsaushaus. Êxodo Rural: de sunluis pra sunpaulo. Tentar a sorte no Marins. Após tudo combinado, datas, etc, a noticia: chuva em Piquete durante o nosso fim de semana de trilha. Mas.. Decidimos arriscar! Cheguei em Campinas 21h, com uma conexão em CNF/MG. De pronto, ja entrei no carro e pegamos a rodovia! Ninguém se conhecia, a não ser pela internet, por email.. foi engraçado nosso primeiro contato. Não teve essa de desconfiança, medo de falar, foi tudo muito natural, parecíamos amigos de infância (até brincamos disso durante toda a trip). amigos para siempre lalaiá laiá laiááá.. Passamos por Guaratinguetá, Aparecida do Norte (linda catedral!), Lorena e enfim.. Piquete. Após a chegada no municipio, ainda subimos uma estreita e nebulosa estrada. Parecia coisa de filme. No meio do caminho, nos deparamos com um cão da raça beagle, que mais tarde saberiamos que era tão trilheiro quanto nós! hsaushausa No acampamento base, já as 02h da manhã, nos instalamos pra começar a trilha a pé na manhã seguinte. Conhecemos o Miltão (figuraça!), responsavel pelo acampamento base, montamos barraca e dormirmos. Adendo: todos numa só barraca! shaushuash. foto espontaneamente forjada - será se chove? Dormimos muito bem (mesmo com o frio, do qual não tenho costume de sentir aqui pelo nordeste ahsauhsua). Apos arrumar todas as coisas, tomar café, rumamos ao Marins! No caminho, a neblina aumentava e diminuia sua intensidade ao passo que subiamos ou desciamos morros e encostas. A principio, um caminho tranquilo, com muito verde! "ô cozo gostoso, sô!" - moranguinhos! Como a neblina tava densa, não dava pra enxergar os bonitos vales que compoem o cenário da trilha. Apos uma hora de caminhada, nos deparamos com uma placa nem um pouco animadora auahuahuas: como assim inicio? agora??? Após o "inicio" (ja no meio ahsaush), percebemos que a trilha mudou radicalmente o cenário, deixando a mata atlântica e suas árvores de altas copas, e alternando para uma vegetação mais rasteira, composta maciçamente de capim dourado e flores como o Ypê Astro. Além de pedra. Muita Pedra! Beber água nesse tipo de trilha requer planejamento haushau. Não existem pontos de reabastecimento (na verdade tem um córrego, mas a água não pareceu tão confiável) Como iriamos acampar no cume, levamos para o nosso consumo e para cozinha. Caso tivéssemos que usar a água do córrego, levamos clorín para tentar amenizar algum efeito colateral ahsuahsua. Como visto na placa, o caminho requer a subida de alguns maçiços, além do morro do careca. A previsão de chuva, citada no incio do relato, não se concretizou, e enfrentamos um sol de rachar durante toda a escalaminhada. O sol já veio aparecer na verdade por volta do meio dia (começamos a trilha as 10h). Nesse itere, a neblina era quem dominava geral Em suma, considero que não é uma trilha tão fácil a do Marins, mas suportável se você faz exercícios regularmente. água de chuva - potáve e geladinha haushaus vista do primeiro maciço - Marmelópolis/MG No caminho existem vários pontos chamados de mirantes, aonde as pessoas podem parar, descansar, e apreciar o visual (que é realmente belissimo!) O primeiro maciço é tranquilo, se você ainda possui energia apos um certo tempo de caminhada. Exige um pouco das suas pernas e pés. (importante ter um calçado apropriado, pois os pés são muito exigidos) Paramos algumas vezes pra nos hidratar e comer castanhas (proteina) e casca de laranja e limão cristalizada (carboidrato), que seria nosso combustivel durante toda nossa trilha, já que não planejávamos parar pra fazer almoço em razão dos fortes ventos. Passamos por uma enorme pedra (chamada Grande Tótem) que se equilibra sobre outra e seguiremos para a esquerda em direção à Pedra da Andorinha deixando a trilha de passar pelas cristas. Nesse momento, o Pico dos Marins deixou de ser avistado: so vimos os paredões e maciços de um lado, e de outro as montanhas das Minas Gerais. O caminho correto a ser feito é marcado por tótens (pedras empilhadas) e por pinturas de faixas, setas ou marcas arredondadas nas rochas. Em dados momentos, os caminhos podem levar a 'encruzilhadas'. Importante a observação atenta da trilha e das marcações/tótens, para evitar locais de difícil progressão como encostas ou em áreas de risco como bordas de maciços. tótens O segundo maciço requer um pouco mais de atenção, por ter uma descida mais exigente, pedras maiores, além do esgotamento físico estar mais pulsante. Em vários momentos tivemos que entrar em meio ao capim dourado que ornam os maciços, e que servem de morada pros animais peçonhentos, como a jararaca. Tivemos a sorte de não nos deparar com elas, inclusive soube que é meio incomum a aparição delas, mas todo cuidado é pouco. Use roupas com manga longa e calça, pra evitar se cortar com esta vegetação! Ah, e lembram do beagle do começo do relato? Bom, ele se chama Buddy.. e é trilheiro! Junto com seu fiel escudeiro Sheik, andam pelas encostas como se fossem o quintal da sua casa. Aliás, é o quintal da casa deles! shasahushasua buddy tentando ser carinhoso com sheik shauhaus. Após escalar e contornar um segundo e último maciço, que se coloca entre o sul de Minas Gerais e o Pico dos Marins, voltamos a avistar na direção sul o cume dos Marins. Deste ponto leva-se aproximadamente uma hora e meia até o topo. À leste de nossa posição há um morro rochoso e atrás dele o Pico do Marinzinho ou Pico Leste. Foi a parte mais dificil! Mas, como tudo que vai volta.. a redenção! Após alguns quilometros de subidas e descidas em dois maciços (além do Morro do Careca!) e 8h de trilha.. chegamos ao cume! Após um jantar reforçado de macarronada liofilizada, ficamos admirando a bela vista que a noite tinha nos reservado! A noite dava pra ver as cidades de Lorena e Piquete.. uma bela vista! Acha que acabou? Isso por que você não sabe quem apareceu de manhã pra dizer "EI PREVISÃO DO TEMPO: CHUPA!" HSAUSHUASHA Mas como tudo que é bom, dura pouco.. tivemos que voltar pra casa. Irei novamente a este lugar. Fiquei com gosto de quero mais! Com certeza é a vista mais bela do estado de São Paulo! Ultima contemplação. Torci meu pé e fiquei quase dois dias sem pisar direito. Mas valeu a pena! QUE VENHA O MONTE RORAIMA! BÔNUS: Eu e o Informante da Infraero: - olá, boa noite. Sabe me dizer aonde tem um hotel mais próximo aqui de Viracopos? - olha, tem o XXX (não lembro), e tem o YYY (não lembro), os dois ficam quase um em frente ao outro. A diária é R$200 reais e o taxi leva por R$50 a ida. Caso queira algo mais em conta, tem o Motel Scarpa que custa R$120 pra voce passar uma noite. Como fica pertodos hoteis, o taxi deve cobrar o mesmo valor. -... Moral da história: Porque pagar 200 dilmas num hotel 3/4 estrelas, se na noite anterior eu dormi de graça aonde tinha um milhão delas?
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    8º dia - dia 12/07/2015 Resolvemos mudar o roteiro, como dormimos no centro da cidade, pegamos um busão no terminal central até o TICAN(terminal de canasvieira), de lá pegamos outro busão até a Praia Brava... descemos no mirante da praia brava(entrada). Quando fizemos o roteiro praia do forte x praia brava, moradores da praia da lagoinha, dizeram que a trilha estava fechada e com muitas cobras.... então resolvemos fazer o caminho inverso(prais brava x praia lagoinha). 1ª trilha: Esta trilha começa um pouco abaixo do mirante....demarcada, bem curta, com uma subida/descida forte.... ela termina praticamente dentro duma casa. Obs.: se tiverem vindo da praia da lagoinha para Praia Brava, o certo é seguir a estrada asfaltada até a casa de número 728(lado esquerda da via), entrar ali e subir a trilha que começa do lado esquerdo da casa.....é somente uma subida e uma descida até o mirante da praia brava. Quando chegamos na casa(final da trilha), viramos a direita e fomos direto a praia, resolvemos fazer a outra trilha que leva, também a Praia Brava. 2ª trilha Essa outra trilha começa no final da praia, subimos uma escada feita em pedra, seguimos uma trilha bem demarcada no fundo das casas e chegamos até uma pedra bem grande, vc avistará do seu lado direto, uma escada em concreto construida ao lado de umas casas....suba nela e vá até o final da rua, vire a esquerda.....no final da rua começa uma trilha bem demarcada, com subidas e descidas fortíssima, no topo tem a rampa de asa delta, com lindo visual das praias do norte(jurerê, canasvieira, brava, ingleses......).... após a rampa começa descida forte, como choveu muito na noite anterior tinha muito barro, ficando muito escorregadia.... no final ela encontra com a outra trilha que vem daquela casa que citei acima. Chegamos novamente ao mirante, então decidimos ir até o final da Praia Brava e fazer a trilha até a Praia dos Ingleses. 3ª trilha: Praia Brava x Praia dos Ingleses(trilha no costão): subimos uma escada na pedra até o inicio da trilha, tinha uma placa informando o perigo de assaltos(segundo pescadores, somente no verão que acontece assaltos nesta trilha, mas é bom se cuidar). Alerta: a uns 150 metros tem uma pedra, com uma trilha subindo e outra descendo rumo ao mar, pegue essa(rumo ao mar), erramos novamente e subimos, no final não chegava a lugar algum. Essa trilha tem que tomar muito cuidado, apesar de ser bem curta, ela é perigosa, pois vc segue beirando o costão, como choveu muito, estava muito escorregadia. No início trilha normal sem grandes problemas, assim que a trilha chega em uma laje é que complica um pouco...... tem que descer, como é nas pedras, a trilha fica complicada, mas é só seguir observando mais a frente que verá a trilha quando sai das pedras.... assim vai até o final. No final chegamos diretamente na praia dos ingleses, caminhamos um bom trecho na areia da praia até o centrinho. De lá pegamos um busão direto a barra da lagoa, pois no outro dia faríamos o resto da volta a ilha(do caldo de cana até o aeroporto). Obs.: procure não fazer essa trilha em epóca das chuvas, pois são bem escorregadias mesmo... Tempo aproximado: 05 horas essas 3 trilhas e a parte das praias. Hospedagem: Hotel Mariazinha, na barra da lagoa...ver detalhes no início do relato. Foi engraçado, quando chegamos, a proprietária(que cobrou R$80 no outro dia), queria cobrar R$100 por dia, dizendo que ela tinha lavado as roupas de cama e banho..... e nós com isso, iríamos ficar mais um dia..... no final negociamos ficar mais 2 dias com ela..... ao preço "antigo". só no Brasil mesmo! Algumas fotos: 1ª trilha...subindo(praia brava x lagoinha) 1ª trilha chegada na casa 728 da estrada que liga praia da lagoinha a praia brava 2ª trilha (praia da lagoinha x praia brava) início(escada de concreto) Lindo visual Do lado esquerda da foto praia brava(dá pra avistar ingleses) do lado direto(jurerê, canasvieira...) Um dos mais lindos mirantes da ilha Outra foto do mirante(ao fundo ingleses) 3ª trilha(Praia brava x Praia dos ingleses), pelo costão - início do costão, ficar atento aqui. Trilha termina nesta laje, daqui pra frente tem muita pedra.... Trilha um pouco complicada Avistando ingleses Praia dos ingleses
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    7º dia - 11/07/2015 - Sábado Saída da Costa de dentro-SC e chegada caldo cana estrada caieiras do sul-SC +-23 kms em aproximadamente 06:40 horas. Novamente saimos mais tarde, devido a alguns trechos de trilhas. Pequeno trecho na praia da Costa de dentro depois entramos noutra praia. 1º trecho: Trilha em cimento(+- 3kms) com muito lodo, muito escorregadio, tivemos que fazer parte pela grama....depois trecho em trilha bem demarcada mas com mato alto, o que dificultava o rendimento, muitas pedras.... alguns tombos... mas no geral foi tranquilo... Lindo visual da praia de joaquina ao norte....terminamos no pastinho. 2º trecho: No pastinho começa a trilha que vai até naufragados, tem que ficar bem atento: quando vc chega no pastinho, passa dentro de um pequeno alagado, logo a esquerda tem uma linda formação rochoça que adentra o mar.....nesta formação vc visualiza uma trilha bem demarcada que sai do lado esquerdo, margeando o mar(numa praia cheia de pedras), NÃO ENTRE NELA. Erramos aqui, e perdemos um tempão! A trilha correta é a que sai bem defronte ao pastinho, ela fica meio escondida, mas é só procurar depois de um lindo gramado com vegetação rasteira....No início subido bem forte, algumas bifurcações complica um pouco, mas tenha em mente que é sempre seguir morro acima, no topo outra bifurgação vc vira a esquerda..... daí é somente acompanhar o mar(que fica encoberto pela vegetação, mas dá pra ouvir o barulho das ondas.....) Chegamos diretamente na praia, uns pescadores estavam armando rede para pesca da tainha....uma festa. Seguimos toda a praia e fomos conhecer o farol de naufragados, após subir uma escada caindo aos pedaços, vimos um lindo visual da praia e do continente....retornamos a trilha até caieiras do sul(trilha tradicional), trecho com muitas pedras, e algumas subidas/descidas moderadas, mas bem demarcada. No final desta trilha chegamos a um estacionamento, tinha um ponto de ônibus, mas resolvemos tocar o máximo neste dia, pois era somente em asfalto, com o mar a nossa esquerda...lindos visuais das praias, e de montanha no continente..... Conseguimos chegar num caldo de cana(que é servido com açaí, muito gostoso)..... Como não havia hotel aberto nesta região, resolver pegar um busão e dormir no centro da cidade. Hospedagem: Ibis hotel, centro, cama boa, ar condicionado, wifi, tv..Preço: R$160,00 sem café da manhã. Obs.: estava acontecendo um grande exame na cidade, e a maioria dos hotéis do centro estavam lotados. Algumas fotos: Saída da praia da costa Trilha de concreto entre praia da costa até matadero Algumas pedras Mato alto, lindo visual do mar, pastinho do lado esquerdo da foto Entramos errado aqui..... Trilha bem demarcada até naufragados... Pesca da tainha Praia de naufragados visto da trilha que leva ao farol Trilha entre naufragados x estacionamento
  48. 1 ponto
    Ai, que bacana, Gili! Não há palavras que a descreva. Nunca fui, mas só de namorar os relatos e ver imagens, já me apaixono. Indonésia é tudo de bom. Fui ano passado a Nusa Lembongang, praia bem parecida com Gili. Pretendo retornar para visitar as Gili e Lombok. Já Komodo, estou pensando ainda, é uma das maravilhas naturais, mas os dragões me assustam . Parabéns pelo relato e com direito a vídeo ainda, adorei! Melhor que isso, só 2 disso. Escrevam mais que a gente gosta de ler. Ah, e que história foi essa do cartão engolido? Mega me identifiquei. Aconteceu comigo em Marrocos. Abraços e boas viagens para vocês
  49. 1 ponto
    Dia 5 - Bucareste Acordamos nos arredores do aeroporto de Dortmund, Alemanha, às 5 da manhã, antes de o sol nascer. E fomos andando para o aeroporto. Não era exatamente onde eu achava, ficava um pouco mais distante. Cerca de 1km do hotel. Tranquilo, mesmo no frio. No aeroporto, chateação como jamais tive em qualquer outro aeroporto europeu: mandaram eu voltar para comprar saquinhos plásticos para colocar os líquidos líquidos (perfume e pequenos frascos de xampu). Voltei, comprei. Coloquei a coisa toda nos sacos. E aí cismaram que só podia um saco plástico por pessoa. Depois comecei a achar que estavam brincando, sei lá. Sei que não levei a sério e liberaram. Amem. Como o voo era para a Romênia, tivemos de dar saída no passaporte. O voo low cost da WizzAir não tinha assento marcado. Uma das opções na hora de comprar é pagar para ter um embarque prioritário. Não paguei. Portanto é na base do avanço geral. Literalmente. E, ao menos naquele dia, sem qualquer fila. Não participamos do avanço desenfreado, mas conseguimos pegar um assento lado a lado porque entramos pela traseira do avião. Foi o assento mais apertado que já me sentei num avião. Jogadores de vôlei e basquete não devem voar de WizzAir. De qualquer forma, dormi pesada e desconfortavelmente em mais de 2hs de voo. Chegamos em Bucareste no fim da manhã. Fizemos um pequeno câmbio (ruim, é claro) e compramos os bilhetes de busum para o centro. Já gostei que a moça do guichê do busum conseguia se expressar em inglês (ela não tinha troco, pediu para eu esperar um pouco). Havia duas opções, fomos na primeira, que nos deixava na Piata Victoriei (ônibus 783). Era mais longe do nosso albergue (e o caminho não foi lá muito interessante), mas saía primeiro. Fomos recebidos de forma extremamente simpática no Crazy Duck Hostel. O cara nos deu mapa, nos explicou um pouco das atrações da cidade, sugeriu um Free Walking Tour para o dia seguinte e até nos ofereceu uma cerveja! Viva! Excelente recepção! Mais tarde perceberíamos que as pessoas na Romênia, via de regra, eram mais afáveis que na Europa Ocidental. O Crazy Duck foi também o albergue com o melhor quarto da viagem. Fui trocar euros no banco e saímos para explorar a cidade. Estátua de Carol I na Praça da Revolução Nesse dia ficamos rodando pelo centro histórico e arredores. A área do centro histórico é reservada aos pedestres – medida que prezo muito em áreas históricas! Muitos bares e restaurantes naquela região. E uma quantidade acima da média de nightclubs também – deve ser aquele feitiche de leste europeu, sei lá. Ah, e cigarros também. Não encontramos bar ou restaurante em que não se fumasse. Como era frio, todos ficavam fechados e aquele cheiro impregnava nossas roupas. Romênia é assim, é +- como o Brasil era há uns 15 anos nesse aspecto. Nos arredores da área histórica, vimos muitos edifícios bonitos, renovados ou não. E muita coisa no estilão soviético também, os tradicionais blocões de concreto. Bucareste era uma cidade que eu tinha um certo receio de visitar. Tal qual Varsóvia. Volta e meia eu lia gente dizendo que eram cidades pouco atraentes. Fomos em Varsóvia em 2011 e gostamos muito da cidade. E também gostamos muito de Bucareste, a ponto de, já no primeiro dia, eu achar que valeria a pena ter dedicado um dia adicional à cidade. O centro histórico -- e boêmio! - de Bucareste No centro histórico entramos em diversas pequenas igrejas ortodoxas, todas elas bem antigas. Todas elas parecem simples, mas tinham um interior lindo. De alguma forma eu peguei grande admiração pelos interiores de igrejas ortodoxas. Não apenas pela decoração em si, mas pelo ritual de fé das pessoas, que eu por diversas vezes fiquei observando. Sem saber se era permitido fotografar, acabei não fotografando nenhum interior de igreja em Bucareste, ficava constrangido de fazê-lo num espaço tão pequeno e com as pessoas rezando. Depois de rodar bastante, a tarde caía e era hora de darmos uma pausa. Abrimos uma breve exceção à tradição de beber as cervas locais e escolhemos um bar que tinha Guinness. Uma coisa que rapidamente detectamos por lá é como as coisas são mais baratas do que eram em Luxemburgo ou na Alemanha. Hotel, transporte, comida, cerveja. Da ordem de metade do preço, no geral. Pra comer é inclusive bem mais em conta do que no Brasil. Na hora de jantar fomos no turistão Caru-cu-bere. Tínhamos perguntado no hostel sobre sugestões de lugares com comida romena e o cara falou desse, mas com a ressalva: comida mediana, ambiente muito bacana. Perfeito. A comida é bem mediana mesmo, e o lugar é um barato. Tão legal que tornou-se ponto turístico, as pessoas vão lá pra ver e fotografar. É enorme. Havia uma área para não fumantes – a área “ruim” do restaurante! – que foi onde ficamos. A imponência interna do Caru'cu Bere Dia 6 - Bucareste Primeiro dia da viagem em que acordamos sem despertador. Ainda assim, foi cedo: 8:30. Decidimos que faríamos o Free Walking Tour, mas só começava às 10:30. Saímos então para explorar outras áreas que não estivéramos no dia anterior. Fomos descendo pela tradicional Calea Victoriei e Piata Revolutiei, especificamente no clássico local onde o infame Nicolau Ceausescu fez o discurso derradeiro de sua ditadura. Voltaríamos a esse local no tour. Monumento à Revolução de 1989 na Piata Revolutiei – fica na área onde Ceaucescu fez seu derradeiro discurso Eu desenvolvi certa aversão a tours nos últimos anos, não sei exatamente por quê. Acho que aquela coisa de anda, para, fala, anda, para, fala, não sei. Ainda mais quando o que está sendo falado não me interessa e soa como pré-gravado. Enfim, sempre que foi possível, evitamos. Mas topamos ver como era esse. A promessa era de que era uma coisa descolada, feita por estudantes de turismo, grátis (mas, claro, gorjetas são muito bem-vindas – e, nesse caso, muito justas), divertida e fora do padrão habitual. Piata Uniri, tb o ponto de encontro do walking tour Nosso tour levou umas 3 horas e foi exatamente assim. Divertido, interessantíssimo, informativo, descolado. Para ficar ainda melhor, eram poucas pessoas, pouco mais de meia dúzia. Aprendemos bastante, dado o tempo, sobre a megalomania do Ceausescu, sobre os anos de comunismo, as mudanças na Romênia, a bizarra estátua de Trajano, etc. Foi excelente, recomendo muitíssimo. A estátua bizarra Dentre as históricas que ouvimos, vale destacar (até onde eu me lembro): - Consta que o primeiro a discursar no Parlamento Romeno foi... Michael Jackson! Ele estava na cidade e foi visitar o Parlamento. As pessoas descobriram e foram até lá vê-lo. Ele então se sentiu compelido a falar ao público. E lá foi: “It’s great to be here in Budapest!” (ou “I love Budapest”, conforme outras versões). Na época as pessoas ficavam irritadas com esse tipo de confusão, sobretudo em função de atritos históricos com a vizinha Hungria. Mas hoje em dia parece que a galera está habituada (!) e até faz troça com esse tipo de confusão – que é bastante comum. Viva o bom humor! - Para a megalômana construção do Parlamento (que tinha de ser o maior do mundo) e da avenida que chega até ele (que também tinha de ser de alguma forma a maior do mundo), milhares de casas foram postas abaixo e moradores removidos. Igrejas e sinagogas idem. Algumas das igrejas foram preservadas, geralmente de duas formas: cercadas (escondidas) por novas construções, e até mesmo transferidas (transportadas!) para novos lugares. Depois do tour, fomos almoçar. Em seguida fomos passear na Champs Elysees local, a Boulevard Unirii, avenida que Ceausescu cismou de fazer de modo que ficasse 1 metro mais larga e 6 metros mais longa que a francesa. Para tanto, além das remoções e demolições de que falei antes, acabou sumindo com alguns distritos históricos -- mas o atual centro histórico sobreviveu. Acabamos chegando no Parlamento pouco antes de fechar e não nos deixaram entrar. O Parlamento jamais foi terminado: a revolução de 1989 chegou antes. Uma das megalomanias de Ceaucescu Ficamos passeando nos arredores e logo anoiteceu. Jantamos num lugar bem mais interessante gastronomicamente, com ótimo preço e comida muito boa. Também no centro histórico. Depois de um breve passeio noturno, voltamos para o hostel. Dia seguinte já era dia de partir.
  50. 1 ponto
    Pois é, Juliana, nem me fale! Antes de viajar soubemos de histórias de batedores de carteira no Metrô de Paris, mas nem pensamos que isso poderia acontecer conosco em Madrid! Ajudou para ficarmos mais atentos! E atrapalhou um pouquinho na questão do cartão de crédito, mas no final deu tudo mais ou menos certo!
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