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Mostrando conteúdo com a maior reputação desde 19-09-2019 em todas áreas

  1. 4 pontos
    Vim trazer o meu relato pessoal e algumas dicas para quem for a Cusco. Foram 8 dias inesquecíveis. Meu voo foi dia 27 de setembro, de Salvador na Bahia a Cusco foram 2 conexões (em Guarulhos e em Santiago do Chile), um total de 14 horas de viagem com conexões curtas (a maior foi 3 horas em SP, suficiente apenas para comer alguma coisa e seguir). Minhas passagens não incluíam bagagem, portanto viajei apenas com bagagem de mão, mas despachei ainda em Salvador pq não tinha espaço no avião (para meu alívio, a mala chegou sã e salva em Cusco). Cheguei em Cusco as 16h, peguei um taxi no aeroporto por 20 soles (o hotel chegou a pedir meus dados para o transfer, mas não confirmou e nem foi me buscar). Nesse primeiro momento fiquei no hotel Qolqampta, indico fortemente, local agradável, café da manhã ok, quarto confortável. A única desvantagem foi a localização, apesar de perto da plaza de armas, o prédio fica no topo de uma ladeira (tudo em Cusco é ladeira!), e num primeiro momento de aclimatação, seu corpo pode reclamar um pouco. Ainda no Brasil eu contratei a empresa Qorianka para fazer o passeio de Machu Picchu (o único que contratei antes de chegar la, dado a disponibilidade de ingressos). A noite Max da empresa estava me esperando para explicar como funcionaria o passeio mais aguardado da vida. Eu super indico a empresa. Preço ok, responsabilidade, compromisso, serviço de excelência. Foi ele que me indicou um lugar com melhor câmbio para comprar soles, os melhores lugares para comer, foram eles que compraram meu boleto turístico. Literalmente, fazem de tudo para nos sentirmos confortáveis e seguros. Acabei comprando os outros passeios com eles. Dia 28 - reservei o dia para me adaptar a Cusco, conheci o mercado San Blas, o Mercado São Pedro, comprei soles e orcei os outros passeios. Dica importante: usem protetor solar! O clima em Cusco no geral é frio, a noite e pela manhã é muito, muito frio (entre 5 e 10 graus), mas no decorrer do dia vai esquentando e o sol queima (estou bronzeada como se tivesse ido para alguma praia do nordeste). Fiz a cotação de preços dos passeios e a sensação que tive foi a seguinte: nos lugares confiáveis o preço parece ser tabelado. Descartei os mais baratos e os mais caros por motivos óbvios, e recorri à Qorianka. Como já tinha fechado MP com eles, pedi um desconto e funcionou. Primeiro vou descrever meu roteiro e a seguir passo minhas impressões e conselhos. Plaza de Armas Dia 29: contratei o passeio Vale Sagrado + MP, com a Qorianka incluia traslado do hotel + passeio pelo Vale Sagrado dos Incas (Pisac, Ollantaytambo) + trem voyager inca rail de ida e volta + ônibus de subida e descida a MP + ingresso de entrada da cidadela, com montanha machu pichu (que eu escolhi subir) + almoço do dia 29 + diária no povoado de águas calientes + traslado de volta Ollanta - Cusco. Sai as 8h do hotel fiz checkout (como ia ficar uma noite em aguas calientes, encerrei no qolqampta e reservei o hostel milhouse a partir do dia 30. a Qorianka cuidou de pegar minhas malas em um hotel e levar para o outro), passamos por pisac, almoçamos em um restaurante buffet muito bom, seguimos para ollantaytambo, e depois do city tuor peguei o trem para Aguas Calientes. São 1h30 de viagem, chegando no povoado já tinha um rapaz do hotel me aguardando com meu nome. Esse hotel terrazas de luna é um espetáculo à parte, muito confortável, o banheiro tem até banheira, o café da manha sensacional. A noite uma representante da Qorianka foi me encontrar para me explicar como funcionaria a subida a MP no dia seguinte. Ollantaytambo Dia 30: sai cedo do hotel, peguei o ônibus de subida a MP. Entrei na cidadela as 7h, fiz um tour guiado até 7h50, e subi a montanha (o ingresso da montanha era de 7h as 8h). A subida é, para dizer o mínimo, extenuante. São necessárias cerca de 3 horas para ir e voltar, a subida é íngreme e toda em escadarias. É cansativo, mas vale muito a pena. A vista panorâmica de MP é sensacional!!! Subi as 7h55 e as 10h50 estava de volta. Aquela história de que para descer todo santo ajuda é balela, sofri demais na descida, joelhos e tornozelos doeram bastante. Fiquei em MP até as 12h, peguei o ônibus as 12h30, cheguei em águas calientes, almocei e peguei minha mochila no hotel. Meu trem de retorno foi as 15h. Chegando em Ollantaytambo já tinha uma pessoa segurando meu nome em um cartaz, pronto para me levar de volta a Cusco. Chegando em Cusco me deixaram no hostel Milhouse, minha mala já estava lá. Fiz o checkin e aproveitei o bar e restaurante de la (maravilhosos, por sinal). Vista da cidadela de cima da montanha Machu Picchu Dia 1: reservei Laguna Humantay. O traslado da Qorianka foi me buscar pontualmente as 4h15 no hostel. O pacote inclui: traslado + café da manhã + guia + almoço. O trajeto é um pouco longo, mas como é cedo, aproveitei para dormir. Tomamos café num hostel de uma cidadezinha q fica no caminho e seguimos viagem. Percorremos cerca de 1h30 até o lugar que a van nos deixa e começamos a caminhada. Percorri o trajeto de ida em 1h45, sofri um pouco nesse trajeto. A subida até a laguna é em terreno acidentado e cerca de 80% subida, chegamos a mais de 4.000 metros de altitude, o que deixa o ar rarefeito e causa o temido mal da montanha. Quem quiser, ou não aguentar, pode fazer mais da metade desse trajeto a cavalo, eu percorri caminhando mesmo. Dentre as sensações está o cansaço extremo, a frequente falta de ar e a dor de cabeça, mas para mim, nada insuportável. Ao chegar no destino, vc esquece toda essa dor. É lindo demais. Lindo e muito, muito frio. Aproveite para tirar muitaas fotos em ângulos diferentes (a cor da água muda conforme a incidência da luz). Ficamos cerca de 30 minutos e retornamos. A descida foi mais tranquila, alguns trechos consegui correr um pouco em zig zag, oq ameniza um pouco o esforço do joelho. Chegamos na van, percorremos cerca de 1h30 e paramos para o almoço estilo buffet, depois retornamos a Cusco. Chegando por volta das 16h. Novamente, aproveitei o bar e restaurante do milhouse. Laguna Humantay Dia 2: Salineras de Maras e Moray. Esse passeio é de meio dia e incluia: traslado + guia. A van da Qorianka me pegou no hotel pontualmente as 8h. Passamos em Chinchero, onde vc vai ter a explicação completa de como os tecidos são produzidos, vai ser muito bem recebido com um chá delicioso, poder tirar belas fotos e fazer algumas comprinhas. Depois segue para Moray, um laboratório de experimentação agrícola lindissimo. O último ponto da viagem são as salineras, que custa 10 soles a entrada, e n está incluida no pacote, que também vai te render fotos maravilhosas. Chegamos em Cusco as 14h. Já em Cusco aproveitei o mercado São Pedro para fazer compras (considerei o melhor preço), tomei café numa lanchonete e fui dormir. Moray Dia 3: Montaña Colorida. O passeio da Qorianka incluia: traslado + guia + café da manhã + entradas + almoço. A van me pegou as 4h30 pontualmente. Seguimos viagem por cerca de 1h30 e paramos para tomar um belo café em estilo buffet. O guia nos passou as explicações gerais de como seria a subida, cuidados a tomar, dificuldades que poderíamos encontrar. Depois do café seguimos viagem por cerca de 1h e chegamos ao local q as vans ficam e começa a caminhada. A subida da Montaña é menos íngreme do que a da Laguna, mas a altitude é bem maior (chegamos a 5.200 metros no topo do deck para tirar as fotos), e por isso algumas pessoas sofrem muito mais. Eu me senti bem mais disposta. Realmente não senti nenhum desconforto, nem na subida nem na descida, mas fiz o trajeto no meu tempo (cerca de 3h entre subida e descida dos 8km total). Tem a opção de subir a cavalo, mas dispensei. existem 3 pontos q fornecem banheiros, ao custo de 1 soles. A vista é simplesmente fenomenal. A montanha é tudo aquilo que vemos nas fotos e mais um pouco. mas só conseguimos ficar no topo por cerca de 20 minutos devido ao frio. É realmente congelante. Algumas pessoas do grupo passaram mal na descida. Voltamos, paramos para almoçar no mesmo local do café, depois seguimos viagem. Chegamos em Cusco as 16h. Já em Cusco o meu corpo sentiu tudo que não tinha sentido nos outros dias. Tive o mal da montanha no último dia da viagem e passei muito mal o resto do dia. Montaña Dia 4: meu voo saiu as 10h. Max da Qorianka me deu de brinde o traslado até o aeroporto. Me pegaram as 8h em ponto no hostel, cheguei no aeroporto as 8h20. Meu voo de volta incluia 2 conexões (em Lima e em Guarulhos). Como a ida, a volta durou 14h de Cusco a Salvador. Cheguei na Bahia as 2h45. Gente, Machu Pichu é tudo que dizem, e mais um pouco. É maravilhoso. A sensação de subir a Montanha e ver a cidadela la de cima é indescritível. No fim das contas, considerei meu roteiro apertado, acredito que o ideal para não levar meu corpo à exaustão, deveria ter sido 10 dias (incluindo os 2 necessários para a ida e volta). A Qorianka foi sensacional. Indico fortemente! A logística toda funcionou perfeitamente, não tive nenhum imprevisto e eles estavam sempre disponíveis para me ajudar. Considerando que viajei sozinha, não ter qualquer preocupação com roteiros e imprevistos foi muito importante. Os 10 soles que a gente paga para entrar na salineras fica retido com a empresa que é responsável pela compra e beneficiamento do sal, nada desse valor é destinado às famílias responsáveis por retirar o sal (a elas cabe apenas o valor pago pelos sacos). Juro que se soubesse disso, não teria entrado. Eu acredito em um turismo que ajuda a fortalecer a população local, não uma empresa especifica. Comam em restaurantes peruanos, comprem dos peruanos. Os guias de Cusco são extremamente organizados e politizados, além de serem excelentes no que fazem. A comida peruana é muito boa. Os restaurantes tem o menu turistico: por 20 a 25 soles vc desfruta de uma refeição completa- entrada, prato principal, sobremesa e/ou bebida. Indico experimentar o ceviche peruano, a trucha, a sopa crioula (maravilhosa), a chicha morada, o pisco sour e o lomo saltado. Comprei vitamina C efervescente la em Cusco, e tomava 1 pela manha e 1 a noite. Considero que foi essencial para manter minha imunidade ok. O frio em Cusco é cruel. As mudanças de temperatura são drásticas. Para quem tem rinite, sinusite e amidalite, não ter sentido absolutamente nada, foi uma bênção. Estou à disposição para dúvidas. Esses relatos me ajudaram demais a montar a viagem perfeita!!
  2. 4 pontos
    E aí galera, meu relato de hoje vai ser sobre Aurora Boreal de um jeito que quase ninguém fala por aqui e em lugar nenhum, já que ta na época dela e não é tão fácil assim de ver igual td mundo acha. Eu vi na Islândia ano passado e vou contar meu relato. Primeiramente, pra ver essa coisa linda você depende de alguns fatores como: tempo, dinheiro e sorte. Nessa ordem. Tempo você precisa tanto do seu tempo e paciência pra esperar como o tempo meteorológico, pq se não estiver com as condições legais, pode ter a grana que quiser que não vai ver. Dinheiro, pq você pode escolher do jeito mais barato (igual eu escolhi por 70 euros) e sair em excursão com várias pessoas que vai pra um lugar que nem vai ta rolando, ou pode pegar um 4x4 (300 a 400 euros) que vai te levar lá onde ela ta rolando seja uma beira de estrada, seja na pqp da trilha com neve. Sorte, pq se vc tiver e vc estiver no lugar certo e na hora certa, ela vai ta la e as vezes não vai gastar nada. No meu caso eu não tinha tempo (pq fiquei uma semana), não tinha dinheiro e tive uma sorte nos acréscimos do segundo tempo, e aí que começa meu relato: Cheguei na Islândia em dezembro do ano passado (20180 e peguei a excursão mais barata (70 euros) pra ir atrás da aurora de busão com umas 30 pessoas onde eles saiam da capital Reikjavik as 20:00 e ficava até 2 da manha parando em beira de estrada procurando. O tempo tava ótimo, mas como o busão não podia entrar mais pro meio das trilhas, não deu pra ver tão bem, mesmo ela estando lá e dando pra ver muito fraquinha, que foi onde eu tirei essa primeira foto super bonita. As vezes ela ta la e vc não consegue ver, mas a camera sim. Detalhe que eu fui o único que conseguiu uma foto dessas pq eu quebrei os protocolos e sai andando no meio do nada enquanto a galera ficou dentro do busao com frio. O bom das agências é que se vc não vê a aurora, você pode continuar indo nos próximos até conseguir, é só mandar um email. E foi isso que fiz. Na segunda vez, ninguém viu nada. Tirei dois dias pra fazer um road trip pelo país (super recomendo) e nesse tempo td mundo da excursão viu a aurora. Remarquei pro meu último dia no país, ficamos até tarde atrás dela e nada. Já era quase 2 da manhã qdo estávamos indo embora já e o guia do busão deu um grito "ela chegou". O busão parou e quando descemos ela estava lá, toda linda. A parte ruim é que eu estava sozinho, todo mundo ficava passando na frente da minha câmera (isso que é foda de excursão) e não consegui uma foto boa. A parte legal é que eu desencanei de fotos e fiquei sentado lá só vendo ela dançando pelo céu. Por mais que nas fotos ela fique bem mais linda, ao vivo não tem explicação No final, deu tudo certo, e dei check na lista -> Aurora Boreal É isso, quem tiver dúvidas sobre esse role ou algo da Islândia eu tenho tdas as informações de agências e aluguel de carro. Me chama no insta que aqui chega como spam e eu nunca vejo ->@raonitoratti É isso.. espero que tenham gostado.
  3. 3 pontos
    Achei da hora sua reflexão. A vida sendo um jogo impossível de se ganhar e nós sempre insatisfeitos - e preocupados. Sabe que foi isso que me motivou a viajar? Eu tenho um problema de visão e nos últimos anos perdi muita acuidade visual. Agora que estou estável quero aproveitar cada instante, estar nos lugares e ver a vida das pessoas, conversar, sentir tudo... e deixar o amanhã pra amanhã, pois o futuro é invencível... Comecei esse ano. Primeira viagem sozinho para Ubatuba em Abril, 4 dias. Mês que vem estarei pela Argentina por VINTE! Sozinho também, pois descobri em mim um grande companheiro! Grande abraço!
  4. 3 pontos
    Minha viagem foi em agosto de 2019, sozinha com apenas bagagem de mão... Em todas as cidades utilizei apenas transporte público, uma dica: em Paris, no aeroporto mesmo fazer o cartão navigo (é necessário levar uma foto 3x4), é um passe de metro que permite utilizar de forma ilimitada algumas linhas, incluindo de Paris a Versalhes e até a Disney Paris, que vale muito a pena, paguei 27,50 euros e não gastei mais com metro durante minha estadia em Paris (é importante saber que o cartão custa 5 euros e a recarga para semana 22,50 acho, e vale de segunda a domingo, não vale a pena carregar se for ficar poucos dias e chegar perto do FDS porque vai perder os créditos no domingo...Pra mim valeu porque cheguei na terça e fiquei até sábado)... Paris foi sensacional, era um sonho de criança e foi sim mais do que eu imaginava, é uma cidade linda, ainda mais pra quem ama história como eu... Fiz bastante amizade no hostel, olha que não falo inglês nem francês, só o básico hahahaha, mas me virei... Minha dica é visitar Montmartre a noite, amei ficar nesse bairro... De Paris fui até Faro de avião e peguei um trem até Lagos (indico comprarem a passagem de ônibus antecipadamente, tava mto calor e quase derreti no trem)... Lagos é lindaaa! A Ponta da Piedade é imperdível, praia do Camilo e Dona Ana também... Paisagens de cinema, porém a água é gelada demais e é bemm lotado... Segui até Sevilha de ônibus, me apaixonei pela cidade desde a chegada, que energia 😍 Fiquei em um Hostel bem no centro histórico, amei! Aproveitei bastante as noites, com muita Sangria e Tapas, a melhor parte da Espanha... Atravessei a ponte para assistir um show de Flamenco em um Tablado, bem menos turístico.. Fui até Córdoba de trem onde fiquei um dia, cidade muito histórica, linda! É imperdível atravessar a ponte ao anoitecer para ver acidade iluminada, espetacular!
  5. 3 pontos
    Sucede que Copenhagen era o destino final do ônibus e não uma parada no caminho, falha nossa. Cheguei em Nuremberg e comemorei pelo hostel ser porta com porta com a rodoviária. No entanto, ao entrar no quarto meia noite ja me bateu a vontade de ir embora. Luzes acesas e todo mundo acordado. O quarto parecia um MANGUE. E pra piorar não tinha locker debaixo da minha cama. Eu pedi pra me mudarem de quarto, mas no outro também não tinha. Ja tava decidido a vagar pelas ruas de Nuremberg atrás de um hostel com lockers, mas fui convencido a ficar esta noite e resolver amanhã. O hostel é descolado, muito bem localizado mas sem locker é complicado
  6. 3 pontos
    Realmente foi uma decisão difícil a ser tomada, tínhamos "gastado" boas calorias na "perdida". O sol tinha dado as caras, sinalizando que, apesar de ser inverno, ele seria muito forte, o que diminui o ritmo de caminhada. Troquei idéia com minha parceira, ela assegurou que dava para fazer, então de comum acordo, decidimos que iamos fazer. Respiramos um pouco e partimos num ritmo acelerado, apesar de levarmos comida pra 2 dias e muita roupa de frio extremo, NÃO QUERÍAMOS DORMIR NA MONTANHA, pois não tínhamos barraca e nem saco de dormir, pois a previsão do tempo para aquele período era de temperaturas negativas. Obs.: é super importante esse tipo de decisão ser tomada pelo casal ou grupo, não pode ser tomada unilateralmente, pois se der algo errado as responsabilidades serão divididas. Tivemos que acelerar o ritmo na subida, o que cobrou seu preço na descida, pois chegamos cansadissimos no final (sem sombra dúvida, foi o trekking mais difícil que fizemos até hoje). Esse bate/volta mostrou que tomamos a decisão acertada de deixar ele para o final da viagem, se tivéssemos feito no início da viagem, teríamos sérios problemas. CAPÍTULO 4: Na ida, só alegria! .....Depois de virarmos à esquerda, seguimos descendo no meio de uma mata, após poucos minutos(OLHA COMO ESTÁVAMOS PERTO, mas no resumo não tinha um rio) atravessamos pequeno riacho, mais 2 minutos atravessamos riacho mais largo, e chegamos num descampado (pequeno ) e viramos à direita (panela velha) 00:50hrs - 1685msnm.(aqui na panela velha tem um caminho seguindo mais à esquerda(inclusive colocaram galhos de árvores bloqueando essa trilha), cuidado, mas o caminho à direita e mais óbvio)). Começamos a subir em lugares com pedras soltas, até mirante do lado direito 01:20hrs - 1 895msnm +- 4km Sempre subindo, sem refresco até ponto de água do lado esquerdo, antes do "Deus me livre"(aqui tem uma pequena cachoeira com água bem gelada, PARECE QUE ÉO ÚLTIMO PONTO DE ÁGUA) 01:43hrs - 2030msnm - +- 4,43km Começa subida fortes em pedras e logo a seguir entra numa área de capim alto com pedras e charco. Depois começa a parte mais forte, o famoso "Deus me livre", subimos muitas pedras até o topo: 02:55hrs - 2455msnm Depois do "Deus me livre" entramos numa região de subidas e descidas em alguns morros e, depois de uma descida chegamos num bambuzal (parece que é área de camping). Começamos a forte subida do famoso "misericórdia", até que conseguimos subir sem grandes problemas, na verdade esperava que era muito pior essas duas subidas famosas (mas estávamos mais bem preparados do que pensávamos, mas a descida...) Até topo misericordia: 04:19hrs - 2645msnm Aí pensamos : "acabaram as subidas/descidas fortes" UFA, só alegria! , mas não, ainda tinha umas rebarbas, e o ataque ao cume da pedra da Mina. Até aqui foi "até" tranquilo". Mas a descida..... Até o topo da pedra da mina (no caderno) 05:12hrs - 2760msnm - 7,85 kms (segundo um relato) Tiramos algumas fotos, curtimos excepcional visual proporcionado(serra fina, pn do Itatiaia, MUITO SHOW), mas o vento forte/frio nos expulsaram do topo, sem contar que teríamos que retornar tudo de novo.....como foi doído viu... Na ida, após um certo tempo, encontramos muita gente voltando, isso amenizava um pouco, pois parávamos um pouco para conversar e divertir, obs.: como as pessoas na montanha são divertidas e procuram ajudar uns aos outros! Obs.: como era domingo, encontramos com muita gente durante o trekking(eles voltando e nós indo), tinha muitos paulistas, mineiros, cariocas, paranaenses e um paraibano (que encontrei novamente quando fizemos o pico o Capim Amarelo uns dias depois, como esse mundo é pequeno). Continua.... Início da trilha depois das "perdidas", notem que o sol já se fazia presente Algumas valas e pedras soltas que foi complicado, principalmente na descida Aqui começa as subidas fortes depois do último ponto de água, observem que o céu não tinha nenhuma nuvem. Esse é uma parte da subida "Deus me livre", não encontramos tantas dificuldades na subida, estávamos esperando coisa muito pior...mas a descida É aí mesmo, tem que desbravar o capim alto e encarar a subida Aqui começou subida em pedras Lindo visual do topo do "Deus me livre" Te apresento a subida "misericórdia" Agora era só subir a pedra da mina, mas não é "logo ali" Outro visual estonteante. . Mais outra subida Mais outra subida, já no ataque final Ainda falta um "cadinho" que visual viu Sem comentários Pico da mina, ao fundo pn do itatiaia parte alta - Mg No topo da PEDRA DA MINA, que pode ser chamada de pica da mina Outra singela homenagem ao MOCHILEIROS.COM Mais outra foto minha, mas a alegria era muita mesmo!
  7. 3 pontos
    Voltei gente, desculpem a demora rs 2º dia (05/05) - Salar de Uyuni Chegamos em Uyuni às 04h00, estava um frio, mas um frio da peste rsrs, e já tinha pessoas de agências na rua, ao pegar as malas no ônibus, Rafael e Eu notamos uma brasileira que não estava conseguindo pegar o mochilão dela pois havia perdido o ticket de "guarda-volumes", e logo falamos 'deu ruim pra ela', então vimos uma Sra oferendo passeios, mesmo sabendo das mais conhecidas, fomos com ela, afinal, estava um frio que não era possível ficar na rua até às 06h00, ela nos levou para um lugar quente, apresentou o passeio e valores, mas não fechamos nada, então ela nos dispensou hahahaha, então vimos outra pessoa e voltamos a ir para um lugar quente hahaha Quando estavamos chegando nesse lugar, chega quem? A Brasileira que quase ficou sem a mala haha, mulher de Brasília, chamada Fran, super viajava e gente boa, e como ela mesma disse, "vive perdendo as coisas" hahahaha Ok, entramos no local, era um restaurante chamado Breakfast Noñis, que tem com parceiro a empresa Betto Tours, conversamos com a Fran sobre essa agência, ela pegou indicação e nos indicou, perguntamos o preço e decidimos fechar. Então tomamos café da manhã simples (pão, manteiga, geleia, café e chá), conversando o dia foi amanhecendo, e fomos comprar coisas para os 3 dias no Salar de Uyuni e também cambiar dinheiro, infelizmente com a correria do primeiro dia, não consegui cambiar em Sucre, e lá o câmbio era bem melhor, sem dúvidas. A cidadezinha de Uyuni é bem simples, estava tendo feira no dia, e vende diversas coisas, papel higiênico, sabonete, tudo no meio da rua mesmo rs. Comprei água, pacote de bolacha clube social e um salgado na rua, então cambiei dinheiro, voltei para o restaurante e fechei o passeio (tudo incluso, tours de 3 dias, com café da manhã, almoço, janta, dormitório e transfer para Atacama) Partimos por volta das 10h00, e paramos em um hostel para pegar 3 pessoas, uma Holandesa (Danique), e um casal de Australianos (Jamie e sua esposa (esqueci o nome)), todos super gente boa! Eu não falo taaaanto inglês assim, mas deu pra dar boas risadas com eles. Partiuuuuu Uyuni A primeira parada e muito próxima (da pra ir a pé hahaha) é o cemitério de trens, é muito legal gente, coisa simples sabe, mas pelo menos eu não vejo um trem abandonado todo dia hahahaha, tiramos umas fotos e tals, abaixo comento de onde são as fotos, pois quando vai se conhecendo algumas pessoas, acabam que tirando de seus aparelhos e passando depois, mas vou mencionar do meu celular e também da minha SJCAM. Cemitério de trem, valeu a pena!! E alí o clima já é auto astral total, geral curtindo, porra é muito bom mesmo!!! Saudade! Foto da SJCAM: Foto da SJCAM: Foto da câmera da Fran (não lembro qual é, mas é show, e a mulher era bem fotogênica haha) Então, já eram umas 12h30 quando paramos para almoçar. Comemos carne (medo de comer e passar mal, mas estava aparentemente normal rs), alpaca, salada, banana e batata. E após o almoço o Rafael me pergunta: Gosta de whisky Kamilo? Eu: Whisky? Gosto muito hahahahahahah Ele tirou uma garrafa e começamos a beber hahahaha Mas ai fica uma dica, muitas pessoas gostam de beber e tals, e como a altitude é diferente lá, é bom tomar cuidado, mas vamos nessa hahaha Dali partimos realmente para o Uyuni, e é legal por que o carro está andando, e de repente você está em uma imensidão branca, é top demais, que coisa linda, o dia estava um espetáculo, céu azul e um deserto todo branco ao redor, EU ESTAVA NO SALAR DE UYUNI Então paramos no monumento da Bolívia, acho muito bonito, tiramos uma fotos e fomos andando até onde ficam as bandeiras, também super da hora... ali eu me via vendo fotos na internet, é tão bom ter o prazer e conquista de poder admirar certas coisas de perto, fico feliz por mim mesmo, de poder sair do país, ver paisagens, conhecer aventureiros, histórias, ser feliz! Espero que todos vocês possam sentir sensações assim em suas viagens! Foto da SJCAM: Saindo de lá, andamos um caminho e paramos bem no meio do deserto para tirar as famosas fotos clássicas rs, foi uma diversão só, pulando, de ponta cabeça, com dinossauro, em cima do 4x4, a Fran tirou até de biquini hahahahahah Foto da SJCAM: Seguimos viagem para a ilha dos cactos, esse passeio tem que ser paga a parte, mas vale muito a pena, além de ver os cactos bem de perto, eles são conhecidos por crescerem 1 cm por ano, e podem ter altura de 12 mts, é só fazer uma continha rs, e quando você visita essa ilha, pode-se ter uma visão show do Salar, bonito demais. Partimos para ver o pôr do sol e fechar o passeio do dia, e meus amigos, que pôr do sol, OH MY GOD! Como havia dito antes eu estava convicto que não iria pegar o deserto alagado, mas de repente, o carro entra em uma região de água, na hora eu pedi para descer, "Eu quero descer", "Deixa eu descer" hahahahahahah Gente, é sério, ver aquele lugar espelhado é foda demais, aquelas montanhas, o sol caindo, que luz, que vibe. Foto da SJCAM: Foto do meu celular (Moto G4): Então fomos para o hostel, era um hostel de sal, haha bem diferente. Pra variar eu estava com fome rs, antes de tomar banho, jantamos, sopa, frango, salada e batata. Ai fui para o banho, e gente que banho haha, quando eu falo o título do roteiro é porque realmente sou mochileiro pobre louco hahaha, a noite já tinha chego e com ela a baixa da temperatura, e o banho estava muito, mas muito gelado meeeesmo, e o melhor, era 30segs de água quente, e 1min de água fria então pense em um banho kkkkkkk, mas é normal, nesses mochilões não podem exigir ne, estamos ali para isso, é a vida, e isso que causa graça no role e o valor das coisas. Essa noite eu dormi bem, as cobertas que eles oferecem são suficientes, no entanto acordei algumas vezes, pois é tão frio, mas tão frio que só do rosto estar descoberto, você acorda rs, mas ok, vamos nessa... Gastos do dia: Cambiei R$ 800,00 - Cotação 1,55 bols Café da manhã - 15 bols Água (galão de 6lts) - 12 bols Salgado - 3 bols Pacote de clube social - 12 bols Passeio do Uyuni - 750 bols Entrada para ver os cactos - 30 bols Pessoal, ainda hoje posto o dia seguinte!
  8. 2 pontos
    Laguna de los Caballeros Início: Cuevas del Valle Final: Tornavacas Duração: 11 dias Maior altitude: 2394m em Pico La Covacha Menor altitude: 611m em Jarandilla de la Vera Dificuldade: média para quem está acostumado a longas travessias com mochila cargueira. Há grandes subidas e descidas quase todos os dias, com desníveis positivos (subidas) que chegam a 995m. A Serra de Gredos se estende no sentido leste-oeste cerca de 130km a oeste de Madri e está inserida nas comunidades autônomas de Castela e Leão e Extremadura (comunidades autônomas na Espanha são mais ou menos como estados no Brasil). Ela está dividida em Maciço Oriental, Maciço Central e Maciço Ocidental. Nesse trekking eu percorri de ponta a ponta o Maciço Central, que vai de Puerto del Pico a Tornavacas. Do 1º ao 9º dia eu caminhei dentro dos limites do Parque Regional de la Sierra de Gredos. O único problema dessa caminhada foi a época escolhida. Em final de junho e início de julho o calor chega próximo dos 40ºC, o que é bastante desgastante e inapropriado para o trekking. No início de junho há o risco de ainda haver bastante neve nos picos mais altos. Creio que a melhor época seja o outono (set, out), antes das neves do final do ano. É bom lembrar que o acampamento selvagem nos parques da Espanha é proibido, mas em todo o percurso eu montei a barraca no cair da noite (ou quase), desmontei logo cedo e não deixei nenhum vestígio do meu pernoite no local. Serra de Gredos 1º DIA - 25/06/19 - de Cuevas del Valle à crista da Serra de Gredos Duração: 4h (descontadas as paradas e erros) Maior altitude: 1839m na crista da Serra de Gredos Menor altitude: 844m em Cuevas del Valle Resumo: nesse dia encarei a subida inicial da Serra de Gredos a partir da cidade de Cuevas del Valle, com desnível de 995m desde essa cidade à crista da serra Na Estacion Sur em Madri tomei o ônibus da empresa Samar às 11h para a cidade de Cuevas Del Valle. Desci do ônibus às 13h52 e aproveitei que havia um restaurante a poucos metros para uma última refeição decente antes de entrar na trilha. Altitude de 844m. Iniciei a caminhada às 15h05 cruzando o asfalto da N-502 e depois a cidadezinha de Cuevas del Valle no sentido norte. Como era hora da siesta, o lugar estava completamente deserto. O calor ajudava a manter as pessoas dentro de casa, longe daquele sol forte. Há uma bica de água fresca num largo logo à entrada da cidade para abastecer os cantis já que não haverá muitas fontes nesse dia. Passei à direita da Capela de Nossa Senhora das Angústias e na bifurcação seguinte tomei a direita, subindo e seguindo a sinalização da GR 293 em direção a Puerto del Pico (para mais informações sobre as trilhas GR: es.wikipedia.org/wiki/Sendero_de_Gran_Recorrido). Esse caminho é chamado de Calzada Romana. Mas logo tive de fazer a primeira parada na sombra, por 30 minutos, pois o sol estava fritando. Continuando a subida, fui à direita na bifurcação e encontrei um cocho com água corrente, mas cheio de lama ao redor. Às 16h08 cruzei a N-502 e continuei subindo pelo calçamento de pedras da Calzada Romana. Parei mais três vezes na sombra. Às 17h34 cruzei mais uma vez a N-502 e 17 minutos depois parei na última água do dia para completar todos os cantis. O caminho faz um zigue-zague e já se avista Cuevas del Valle bem abaixo. Passo pelas ruínas do Portazgo (posto de pedágio do século 13) às 18h07 e 10 minutos depois termina a Calzada Romana junto à rodovia (altitude de 1371m). Esse lugar se chama Puerto del Pico (puerto em espanhol significa passo entre montanhas) e aqui entro nos limites do Parque Regional de la Sierra de Gredos. Puerto del Pico é o limite natural entre os maciços central e oriental da Serra de Gredos. Continuo por caminho paralelo à N-502 com a extremidade oriental do Maciço Central da Serra de Gredos à minha esquerda esperando para ser "escalada". Entrei no primeiro asfalto à esquerda e caminhei apenas 70m até um portão de ferro com mata-burro ao lado. Não cruzei o portão, entrei na trilha à esquerda antes dele às 18h25. Uns 170m depois entroncou uma outra trilha vindo da esquerda e a segui até encontrar uma cerca. Acompanhei a cerca subindo para a esquerda e ao final dela a trilha desapareceu por alguns metros. Segui os totens e a reencontrei. Já estava subindo a encosta da Serra de Gredos. Do outro lado de Puerto del Pico, a leste, avisto bem marcada a trilha de ascensão ao Pico Torozo, este já pertencente ao Maciço Oriental da Serra de Gredos. A subida pareceu ter fim aos 1622m, às 19h28, mas continuou. Procurei me manter à direita para chegar logo à crista. Novamente a subida pareceu ter fim aos 1749m, às 20h19, porém só atingi mesmo a crista da Serra de Gredos às 20h43, aos 1839m. Logo surgiu um aceiro vindo da direita e o tomei para a esquerda. Em 200m cheguei a uma estrada de terra bem no alto da serra (!?) e resolvi parar às 21h17 num lugar plano, abrigado do vento e sem tantas pedrinhas para montar a barraca. A primeira impressão da Serra de Gredos foi empolgante, com ampla visão em 360º. Há muitas formações rochosas de formatos curiosos, com grandes pedras equilibradas umas sobre as outras. Dali do alto também pude contemplar um belo pôr-do-sol às 21h45. Altitude de 1814m. Serra de Gredos 2º DIA - 26/06/19 - pela crista da Serra de Gredos até o Pico Peña del Mediodía Duração: 6h35 (descontadas as paradas e erros) Maior altitude: 2221m em Peña del Mediodía Menor altitude: 1810m Resumo: caminhada para oeste pela crista da Serra de Gredos, porém quase não há trilha definida. Procurar o caminho (ou abrir caminho) entre as moitas de piorno foi cansativo. Do local onde acampei na crista podia avistar toda a paisagem dos vales ao norte da Serra de Gredos e a continuação da serra para oeste, meu destino nos próximos dias. Deixei o acampamento às 10h42 e voltei a caminhar pela estrada no sentido oeste, mas quando ela fez uma curva para a direita (norte) subi à esquerda sem trilha seguindo totens para me manter na crista da serra. Às 11h39 um amontoado de rochas com uma coluna no topo me chamou a atenção e subi para conferir o que havia ali. Trata-se do cume La Fría, onde foi instalado um vértice geodésico. A visão para oeste se amplia bastante. Na continuação, me deparei com um grupo de cabras montesas que imediatamente fugiu, porém um filhote ficou para trás, no alto de uma pedra, apavorado com a minha presença. Ele saiu bem na foto, rs. A encosta norte da serra nesse ponto tem várias estradas de terra e há mais em construção, o que tira todo o "clima" de montanha do lugar. Às 12h25 cruzei uma fileira de mourões sem cerca (ainda) e 32 minutos depois encontrei uma bica de água quase seca, apenas um fio escorria, mas consegui coletar mais abaixo e bebi o máximo que pude pois as fontes são muito raras nessa serra (essa foi a única água desse dia). Um marco de madeira fincado tem uma plaquinha "Senda Puerto del Arenal". Continuei às 13h55 e 190m depois cheguei a uma placa em que se lê: Puerto del Arenal - Ruta Navarredonda-Puerto del Arenal PR-AV 45 (mais informações sobre as trilhas PR em es.wikipedia.org/wiki/Peque%C3%B1o_Recorrido). Nesse ponto chega uma trilha que vem da localidade de El Arenal pela vertente sul da Serra de Gredos e que serve como rota de fuga ou início alternativo a esse trekking. Já vinha avistando El Arenal lá embaixo no vale desde o Pico La Fría. Às 16h11 outra placa: Puerto de La Cabrilla - PR-AV 44, que é outro caminho de El Arenal a Navarredonda de Gredos. A partir daqui a serra começa a se mostrar mais florida pois surgem os grandes campos de piorno, que dá flores amarelas em abundância. A dificuldade era abrir caminho entre os piornos já que não encontrava trilha definida e contínua. Às 20h05 alcanço a maior altitude do dia no Pico Peña del Mediodía, de 2221m, também com uma coluna e um vértice geodésico. A partir desse pico aparece uma trilha ininterrupta, antes só pedaços de trilhas. Continuando para oeste, 400m depois do pico desvio alguns metros à direita até um marco de granito para fotos. A partir do marco a trilha inicia uma longa descida a um outro "puerto". Desconfiei que seria difícil encontrar um lugar plano para a barraca, então procurei nas imediações do marco, onde o terreno era plano e as moitas de piorno me davam alguma proteção contra o vento. Altitude de 2211m. Cabra montesa e ao fundo os picos Almanzor e La Galana 3º DIA - 27/06/19 - do Pico Peña del Mediodía ao Refúgio Elola Duração: 8h30 (descontadas as paradas e erros) Maior altitude: 2262m Menor altitude: 1948m na Laguna Grande Resumo: continuação pela crista da Serra de Gredos passando por dois refúgios em ruínas e descida ao Circo de Gredos, com a Laguna Grande e o Refúgio Elola Iniciei a caminhada do dia às 9h10, passei pelo marco de granito e comecei a descer ao Puerto del Peón. A decisão de acampar lá no alto se mostrou muito acertada pois encontrei um grupo enorme de jovens bivacando cerca de 300m antes do puerto. Como é proibido montar barraca eu teria no dia anterior que caminhar bem mais e me afastar deles para poder acampar. Às 9h42 passei pela placa que indica o Puerto del Peón, local que marca uma travessia no sentido sudeste-noroeste da Serra de Gredos e que provavelmente era o roteiro daquele grupo pois não os vi mais. Na continuação para sudoeste, a trilha cai por algum tempo para a vertente norte da serra e depois obriga a subir à crista outra vez. Cruzo mais campos de piornos floridos mas em seguida chego a uma região mais árida da serra, um local praticamente só de pedras, e ali, às 11h14, me deparo com as ruínas do Refúgio Los Pelaos, todo de pedras. Há bons espaços para pernoitar protegido do vento desde que você não se impressione com as paredes prestes a desabar. O local também é rota de uma travessia no sentido norte-sul da Serra de Gredos. Uma caminhada alternativa seria subir ao Pico La Mira, de 2343m (desnível de apenas 91m desde as ruínas), mas não encarei. O mais importante: tem água. Às 12h33 prossegui na trilha para oeste e 190m após as ruínas atinjo a maior altitude do dia, 2262m (alcançarei outra altitude igual ainda nesse dia). No horizonte a oeste já avisto uma cordilheira com os picos Almanzor, La Galana e o passo Portilla del Rey, pelo qual passarei entre a Laguna Grande e as 5 Lagunas. A trilha volta a cruzar o tapete amarelo de flores e a crista continua o seu sobe-e-desce. Caminho por alguns trechos com calçamento de pedras. Às 15h05 fui à esquerda (sudoeste) numa bifurcação seguindo os totens, sem trilha definida (à direita teria descido a um estacionamento chamado La Plataforma). Às 15h21 avistei a oeste o Refúgio del Rey, ainda bem distante. Desci e ao subir ao topo da colina seguinte visualizei a trilha à frente e abaixo. Desci novamente e a encontrei às 16h29. Com mais 8 minutos cheguei ao Puerto de Candeleda (com placas indicando ser a PR-AV 46), outra rota que cruza a serra de norte a sul. Parei para descansar e comer, e para meu espanto apareceu um outro louco solitário fazendo a travessia da serra com um enorme mochilão com não-sei-quantos litros de água. Conversamos um pouco e ele seguiu na frente. Às 17h22 continuei na direção oeste numa longa subida, percorrendo depois uma crista para o norte. Às 18h06 fui à direita numa bifurcação para ver de perto as ruínas do Refúgio del Rey. Ao lado fizeram um cercado com as pedras desabadas que serve como abrigo do vento para um bivaque. Perto do refúgio encontrei água quase parada mas 80m à frente (norte) havia uma ótima bica. Continuei para o norte por uma trilha larga às 18h55. Às 19h17 cheguei a uma cabeceira de vale com capim bem verde e bastante água, ao contrário da secura que vinha enfrentando até aqui. Seguindo os totens cruzei o riacho e subi por um caminho construído com pedras, passando por pequenas lagoas. Às 19h52 uma bonita visão para a esquerda (oeste) das montanhas pontiagudas próximas à Laguna Grande, meu destino nesse dia. Porém a laguna estava bem longe ainda e a descida direta para oeste não se mostrou animadora pela inclinação e ausência de trilha. O jeito foi continuar para o norte, dando uma volta bem grande, mas por trilha bem marcada e segura. Aqui atinjo também a maior altitude do dia, 2262m. Fui à esquerda na bifurcação e comecei a descer. Às 20h33 cheguei a uma bifurcação em T e continuei descendo para a esquerda. À direita se vai à Plataforma e esse é um caminho bastante usado para chegar ao Refúgio Elola. Passei por uma fonte de água e continuei no rumo sudoeste até as margens da Laguna Grande. Contornei toda sua margem leste e sul para enfim chegar ao Refúgio Elola às 21h36, quase no pôr do sol. Esse local é conhecido como Circo de Gredos. Este refúgio foi o único que encontrei guardado, ou seja, com guardas, que aliás estavam jantando e por sorte sobrou alguma janta para mim também. Dentro do refúgio deve-se usar apenas chinelos ou crocs, disponíveis em prateleiras na entrada. Há armários com chave. Os quartos são coletivos e têm beliches bem largas onde dormem muitas pessoas uma ao lado da outra, por sorte havia pouca gente e não precisei dormir espremido. A reserva costuma ser obrigatória mas pelo número pequeno de hóspedes não houve problema em não tê-la feito. O banheiro não tem vaso sanitário e sim uma peça de metal com buraco no chão, como no Nepal. Altitude de 1958m. Talvez o principal destino dos montanhistas que procuram esse refúgio seja o Pico Almanzor, o mais alto da Serra de Gredos, com 2591m.
  9. 2 pontos
    Boa tarde @[email protected]_aurelio Eu também uso essas insulinas, vou fazer um mochilão ano que vem e minha maior preocupação é com a temperatura das insulinas. Gostaria de saber como foi sua experiência quanto a isso, você teve algum problema? Estava pensando em comprar as canetas de insulina, assim eu acho que iria me ajudar.
  10. 2 pontos
    Ótimo relato! Estou indo em janeiro com uma amiga e não somos religiosos, deu uma outra vista do que fazer!
  11. 2 pontos
    @Juliana Champi @luizh91 muitíssimo obrigado aos dois. Agradeço por mim e pelos 3 a mais que irão comigo hehe.
  12. 2 pontos
    Olá Gabriel.. O correto na hora do preenchimento é usar somente o obrigatório, ou seja, nome e sobrenome (primeiro e último). Nomes do meio só servem para dar problemas rs... Só é necessário um preenchimento mais completo quando ao fim do nome existe algum segmento familiar, como por exemplo Junior, Jr, Neto, Filho, etc.. e nesse caso você insere o sobrenome composto. No seu caso específico acredito que não terá problema nenhum, porque o que você adicionou na passagem foi o nome que não é de preenchimento obrigatório, porém, para evitar problemas leve também seu passaporte brasileiro e guarde na manga. Será uma arma para o caso de algum agente consular chato entrar em seu caminho rs Abração!
  13. 2 pontos
    Fazer uma trip de motorhome por toda europa.
  14. 2 pontos
    Em 1999, percorri o Caminho Francês de Santiago, partindo de San Jean em direção à Santiago de Compostela. Já naquela ocasião, eu ouvia falar que existiam 4 rotas sagradas do Cristianismo na Idade Média, que seriam o Caminho de Santiago, Jerusalém, Roma, e um quarto Caminho que eu nunca descobri qual era, num tempo em que a internet estava engatinhando e o acesso à informação era mais batalhada. Em 2018, decidido a refazer a peregrinação à Santiago de Compostela, comecei a investigar a respeito do Caminho do Norte, o qual fiz partindo de Irun (quase França) e percorrendo o norte da Espanha, novamente rumo à Santiago. E nessa pesquisa descobri acerca do caminho que faltava. Trata-se do Caminho Lebaniego, uma rota de peregrinação que possui seus anos jubilares desde 1512, e que tem como destino o Monastério de Santo Toríbio de Liébana, onde está depositado a Lignun Crucis, que reza a lenda, trata-se da maior parte ainda conservada da Cruz de Cristo, a qual foi confeccionada com o braço esquerdo da cruz original, e hoje é uma cruz menor acondicionada em um relicário de Ouro, prata e cristal. Esse caminho está situado no Parque Nacional Picos de Europa. Um lugar belíssimo, com várias outras trilhas e atrações aos caminhantes em busca de locais bucólicos. Porém em geral são trechos que exigem um certo preparo, pois o relevo é muito acidentado (vindo daí a beleza do local). O Caminho Lebaniego está localizado na Cantábria e é apenas uma das quatro rotas para chegar em San Toríbio. O interessante é que essas rotas podem ser conjugadas com o Caminho de Santiado, pois elas unem o Caminho do Norte ao Caminho Francês. Assim, em uma única viagem é possível fazer as duas peregrinações juntas. Em certos trechos inclusive encontramos juntas as setas amarelas (Caminho de Santiago) com as setas vermelhas (Caminho Lebaniego). O Caminho Lebaiego em si, constitue-se de 72 km, que unem San Vicente de La Barquera a Santo Toríbio de Liébana, podendo ser percorrido entre 3 a 5 dias. Eu particularmente sugiro partir de Santander, que é a cidade onde retiramos a Credencial do Peregrino, elevando assim em mais 76 km a viagem. Para quem pretende fazer o Caminho do Norte de Santiago, o trecho entre Santander e Muñorrodero já faz parte do Caminho, apenas se separando aqui no sentido sudoeste, podendo depois retornar ao Norte, ou seguir até o Francês. O Caminho Lebaniego conta com uma estrutura para os peregrinos, de albergues e rede wi-fi (que ao menos estava disponível no último ano santo). E para os amantes da culinária regional, não deixem de provar a truta e o Cocido Lebaniego.
  15. 2 pontos
    Olá Sílvio, quero te agradecer mais uma vez pelo relato e também pelo mapa que vc colocou aqui. Imagina que fazia ANOS que eu queria ir pra região e lendo o teu relato me dei conta que era tudo tão mais fácil do que eu imaginava. Estive agora em setembro em Porto Alegre visitando os parentes e aproveitei para pegar um ônibus para Tavares. Foi fenomenal! Como estava sozinha achei mais prudente ficar em pousada, encontrei uma bem pertinho do P.N Lagoa do Peixe (a 6km de onde a Talhamar chega "na faixa"). Seu mapinha foi super útil pra me situar. Deu tudo super certo e apesar de ter ficado apenas 2 noites lavei a alma caminhando pela Talhamar e depois pela beira mar até o Farol. A parte que eu mais gostei foi justamente dentro do P.N. e a quantidade de aves que se vê por ali. Recomendo a todos a visita ao Parque Nacional da Lagoa do Peixe, um paraíso entre o mar e a Lagoa dos Patos.
  16. 2 pontos
    @Niltonvrv se seu voo saindo do Brasil nao atrasar e tudo ocorrer dentro da normalidade teoricamente da tempo sim de pegar o segundo voo. Boa sorte!
  17. 2 pontos
    @gabinendes já tem companhia para essa viagem? Estou pensando em passar o Réveillon em Punta Del Este.
  18. 2 pontos
    Pow os caras tavam passando fome velho aew nao tem que buscar outras alternativas,eu nao tenho experiencias de viajar para outros paises mais sou viajante faz sete anos só que eu viajava com dinheiro agora por mais que muitos achem ridiculo e bobo eu quero experimentar a sencacao de nao ter NADA a minha meta agora e viajar a america do sul estou quase perto da argentina ja e estou me virando muito bem consigo arumar dinheiro todos os dias e comer tomar banho nao passo necessidades alguma acho que o que incomoda nas pessoas é o fato de todo esse conforto desnecessario ser muito mais privilegiado do que sua propria liberdade e vontade de conhecer o mundo......eu nao esperava que minha viagem sem NADA fosse tao incrivel se todas pessoas pudessem sentir a gratidão e alegria que sinto agora cara é muito incrivel perdi a vergonha agora sou um OFICIAL VENDEDOR DE ADESIVOS
  19. 2 pontos
    Basicamente estes foram os gastos que antecederam a viagem. Em relação aos passeios pagos, eu basicamente faço questão de apenas um. Tive que comprar com antecedência por se esgotar muito rápido. Vou deixar uma imagem como dica, hahahaha. Custou £ 45.00 (R$ 255,90).
  20. 2 pontos
    Cara, obrigadão, valeu pela humildade também irmão. Salam Aleikum.
  21. 2 pontos
    9º dia (12/05) Domingo, dia das mães, eu e minha mãe nunca tivemos problemas por passar essas datas longe um do outro, não era a primeira vez, mas mesmo assim fica aquele sentimento de querer estar perto né. Acordei às 04h00, e no Brasil eram 06h00, mandei mensagem para ela e como sempre estava de pé logo cedo, falamos um pouco, me arrumei e saí às 04h30. Andamos bastante de carro, até entrar no famoso Parque Nacional de Huascarán, paramos para tomar café, mas quem quiser pode levar seu próprio café e comer lá na parada e claro no percurso. Eu comi pão, ovo e chá. Como você viram até aqui eu ainda estou sem nenhuma mochila de ataque, então comprei 2 bananas e 500ml de água, isso para que? Para andar 14km, vão lendo... kkkkkkkkk O guia nos instruiu sobre o percurso, da parada lá em cima, e da volta, então seguimos, e todos sabemos né, trilha, tem de tudo, então era bom eu passar um protetor solar, mas nem comento mais nada, e me arrependo demais por não ter pedido para algum gringo apenas uma mão de protetor, pois já faria toda diferença... Comecei a trilha, que belas paisagens tem aquele lugar, sério gente, é incrível, minha mãezinha rsrs, durante a trilha tem sol, frio, sol de novo e mais frio, então é um tal de tira casaco, coloca casaco danado kkkkk Fotos da SJCAM Tirando que eu estava com minha humildes bananas e água na mão haha (tenso viu). Chega uma parte que são umas subidas, e sempre tem o lance da altitude mas até que foi tranquilo. Aos que querem fazer a laguna 69, devem saber da dificuldade que é andar todo esse trecho, realmente não é fácil, mas se preparem um pouco antes, pois faz diferença e vale a pena. Ao chegar no fim da trilha, hum... Sinceramente não tenho palavras para descrever, apenas vejam as fotos... Tirei algumas fotos, e depois fiquei ali sentado comi o que tinha, bebi um pouco de água e lá estava eu olhando aquela bela paisagem, e pessoal, não se preocupem tanto com fotos, parem para observar aquelas águas caindo, aquela camada imensa de gelo e tudo aquilo sabendo que você viu pela internet agora está no seu melhor retrato que são seus olhos. Antes de descer, eu passei a mão no rosto, e geeeente, e já sentia meu rosto queimado e todo seco, peguei um pouco de água e passei, mas noooossaaaaa, fui me protegendo todo na volta, que saudade do meu protetor, que saudade da minha mochila!! Voltei pela trilha, vendo a paisagem das minhas costas de início, sério que lugar show! Fiz a ida em 2:30 Volta 1:45 Cheguei no hostel umas 18h30, fui na venda comprar pão e miojo, comprei água também. E decidi ficar mais um dia em Huaraz. Pessoal, volto em breve! Novamente, obrigado por lerem e espero estar ajudando.
  22. 2 pontos
    Olá pessoas queridas, estou procurando uma companheira para planejamento de uma viagem de volta ao mundo em Um FUSCÃO 96 Itamar.. Já estou começando os preparativos pretendo ficar pelo menos 05 anos ou mais viajando e trabalhando. Durante a viagem podemos faze um Upgrade para uma Kombi. Sou músico, tecladista, pianista, compositor, produtor de vídeo, desenvolvedor web, e consultor de Marketing Digital. Maiores detalhes entre em contato.
  23. 2 pontos
    É que aqui no Sul, não sei se já conheces nosso litoral, só tem vida entre novembro / abril. O resto do ano só falta aquelas bolas de feno sendo arrastadas pelo vento. rsrsrss abraço,
  24. 1 ponto
    Olá pessoal. Sei que parece loucura, mas as vezes é bom fazermos algumas kkk Então, por isso decidir fazer esse mochilão, porém só tem 2 mil reais ( vcs lembram que falei em fazer loucuras né ) vou no meio de novembro, pretendo ficar 30 dias ou ate o dinheiro acabar kkk Qual roteiro vcs me indicam? Quem quiser me acompanhar nessa loucura também, sera bem vido (a).
  25. 1 ponto
    Olá, viajantes do meu Brasil! Acabei de comprar as passagens para 1ª primeira viagem para a Europa, dessa forma: São Paulo para Lisboa => com chegada dia 10/03 (Stopover de 5 noites) Lisboa para Madri => chegada dia 15/03 Madri para São Paulo => saída dia 26/03 Estou indo sozinha, por hora só tenho as passagens e a (enorme) expectativa! 😍 Abraços.
  26. 1 ponto
    Obrigado pelas Dicas, Juliana! Estava pesquisando em outros locais e descobri que o Uber funciona bem na região das vinícolas! Li seu relato e me ajudou muito na montagem do meu roteiro, obrigado mais uma vez!
  27. 1 ponto
    @rapensando Pela minha experiência, a questão do dólar vale mais a pena na hora do câmbio do que para negociação de passeios. Os passeios nas agências já são oferecidos em pesos, então geralmente os "pacotes" que eles costumam fazer são com valores em moeda local.
  28. 1 ponto
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    Serão visto como um casal, mas imigrando na Espanha terão que comprovar o limite minimo e o limite diário para duas pessoas... casos sejam solicitados a tal. Atualmente são 90€/ dia/ por pessoa e um minimo de 810 €/ por pessoa, independente da quantidade de dias. Para ficar claro, o piso para o casal seria 1.620,00 €. E ainda, dividindo o valor total que possuírem pela quantidade de dias tem que ter um minimo de 180 €/dia/ para o casal. http://barcelona.itamaraty.gov.br/pt-br/requisitos_para_entrada_de_viajantes_na_espanha.xml
  30. 1 ponto
    Nenhuma das duas! rsss Eu não achei nenhuma delas um destino legal, são só cidades iguais ou parecidas a centenas de outras mais baratas que você viu no resto da Europa. Montanhas e as paisagens de filme você não vai ver em Zurich e Genebra, mas sim nos Alpes, em Interlaken, Zermatt, Engelberg, Lucerna, Chamonix, St. Moritz, etc... Se vocês querem ver montanhas e os alpes, eu sugeria Chamonix, fica no meio do caminho entre Milão e Genebra, é bem mais perto de Milão, o que é muito importante devido ao pouco tempo que você tem. Uma outra opção, se vocês estiverem viajando durante a primavera/verão/começo do outono, eu recomendaria os lagos italianos ao norte de Milão (Lago Maggiore, Lago di Como, Lago di Garda, Lago d’Orta e Lago Lugano), é um lugar espetacular para visitar no verão, muito mais bonitos que os lagos suíços, e que caberia perfeitamente no pouco tempo livre de vocês.
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  32. 1 ponto
    @luizh91 Beleza cara, já dei uma olhada no valor aqui, é tranquilo de fazer com agência. Vou procurar alguma, de preferência com guias em português.
  33. 1 ponto
    Em novembro, roteiro em planejamento, data em aberto!!!
  34. 1 ponto
    Belo relato! Uma das ultimas das grandes atrações turísticas do RS, da minha lista para conhecer. Mas como falado anteriormente, o acesso difícil intimida. Os guias e empresas estão cobrando alto para a visita ao Parque, aí fica esse dilema. A missão vai sempre sendo adiada, quem sabe esse ano vai... kkk
  35. 1 ponto
    O roteiro está excelente! Acho que vale atenção em dois pontos do roteiro, que são: O primeiro é a ascensão ao Villa Rica e as Termas Geométricas no mesmo dia. As agências vendem o pacote do Villa Rica + Termas e não me recordo de alguma dessas Termas ser as geométricas! E ao contratar os passeios separados pode não dar tempo.. a experiência que tive foi voltar do Villa Rica por volta das 17:30 (chegada a Pucon) e lembro que os últimos tour para as Geométricas saiam entre 15:00 e 16:00 horas. E o segundo é fazer Valparaiso e Vinã Del Mar por conta em um único dia.. (eu fiz com agência) e achei muito corrido.. então, talvez um pernoite em alguma das cidades seja necessário para aproveitar legal. Mas você tem uma margem legal de dias offs que dá para substituir e se adequar de acordo com o mochilão.
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    @Juliana Champi Quando meu filho ia comprar as nossas passagens, deu problema no cartão de crédito, ele ia até o escritório deles em São Paulo e efetuaria o pagamento. A Emirates vende passagem em Reais, mas tinha opção de pagar em dinheiro. Será que essas empresas que você disse não faz o mesmo procedimento de receber no escritório e em dinheiro? Como vc fará o pagamento direto, talvez não incidiria IOF. Mas vc terá que conhecer alguém na cidade que eles têm escritório. Será que eles não vendem via boleto bancário? Se vc ver isso, informe para nós.
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    Ta na minha lista pro ano que vem! Visitar um amigo em Nova Esperança do Sul e passar por todas essas cidades na volta
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    Olá, estou em dúvida se viajo para Maceió ou Recife. Pretendo viajar com um bebê de 11 meses e queria uma cidade com mais opções de bares, barracas, quiosques que funcionacem a noite, porque não tenho como curtir baladas a noite com o bebê e opto por bares e quiosques a noite. Igual a Fortaleza que pode ficar com crianças até a no que não serena
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    Texto abaixo Saber qual o regime de alimentação que mais se adéqua ao seu perfil talvez faça TODA a diferença em sua viagem. Pode representar uma grande economia ou uma grande TRAGÉDIA. Nesta “rezenha” eu vou tentar explicar os tipos de regime. Tipos de regime de alimentação: “CM” ou Café da manhã: Regime com café da manhã incluso. No café da manhã, há ainda duas diferenças que valem à pena o registro: Café da Manhã “Continental” e Café da Manhã “Buffet”. O Café da Manhã Continental algumas vezes é chamado de ‘café da manhã frio’, pois a maior parte dos alimentos são frios. É um café da manhã muito simples, com pouca variedade. Em algumas regiões ele pode ser tão somente um café com leite, pão e manteiga. Algumas vezes pode incluir uma fatia de queijo ou presunto, ovos fritos e um suco. Costumo apelidá-lo de “café com pão, bolacha não”. Não espere encontrar diversidade de pães, bolos e comidas quentes. O Café da Manhã Buffet (Bufê) é mais elaborado. Normalmente inclui frutas da época, grãos e cereais, variedade de queijos e outras espécies de frios, derivados de leite, geleias, gelatinas, sucos, ovos mexidos, salsichas cozidas com molhos, carnes secas, “waffles”, panquecas doces e salgadas, omeletes feitos com escolha de acompanhamentos na hora, papas, mingaus, cuscuz, inhame, macaxeira, batata doce e tapiocas feitas na hora (quem conhece o Nordeste sabe do que estou falando, uma delícia!). A quantidade de itens varia de acordo com a região. na Europa, por exemplo, estes bufês chegam até a terem saladas, conservas como picles, pastas, pães, torradas e pimentões, além do tradicional café, leite e chás. Não inclui água mineral engarrafada, somente se estiver servido em filtros ou jarras. “MAP”ou Meia-pensão: Regime com café da manhã e jantar. Este tipo de regime de alimentação é muito conveniente para para Hotéis e Resorts centrais, pois durante o dia os viajantes poderão explorar à vontade o turismo local, passando o dia inteiro fora do hotel, almoçando onde melhor lhes convier. Quando retornarem ao hotel, e como na volta bate um cansaçozinho, poderão jantar no próprio hotel, e, muitas vezes, até curtir um show/apresentação/atração oferecido pelo estabelecimento. Normalmente inclui bebidas não alcoólicas (água, suco e refrigerante), mas apenas durante os horários em que estejam sendo servidas as refeições. Alguns hotéis oferecem a possibilidade de Meia-Pensão com café da manhã e almoço, ao invés do jantar, mas não é regra. Aqui vale dizer que uma refeição não substitui a outra, isto é, não se pode ‘trocar’ o café da manhã pelo almoço, por exemplo. “FAP” ou Pensão Completa: Regime com café da manhã, almoço e jantar. A Pensão Completa é interessante para grandes Resorts, que ficam mais isolados do centro. Este regime é indicado para quem está viajando com a família ou para quem deseja curtir toda a estrutura do hotel. Estão incluídas as bebidas não alcoólicas (água, suco e refrigerante), também apenas durante os horários em que estejam sendo servidas as refeições. “All Inclusive” ou Tudo Incluído: Regime com café da manhã, almoço, jantar, lanche e serviços. Observem que a principal diferença deste regime para o Pensão Completa é a inclusão do lanche e dos serviços. Alguns hotéis incluem serviços como boliche, cavalgada, passeios de bicicleta, golfe, mergulhos etc. Este regime é geralmente adotado em alguns Resorts e Cruzeiros e possuem o que chamamos de ‘cardápio nomeado’, ou seja, o que não constar nos cardápios como liberados, saem por conta do viajante. Não estão incluídas ‘bebidas Premium’, como Whisky 12 anos, Vodcas e Vinhos de carta especial, além de serviços extras como SPA e salão de beleza. A questão mais fundamental na hora de escolher o seu regime de alimentação é entender o contexto da sua viagem. Faz sentido para uma família com crianças contratar um regime All Inclusive, assim como faz sentido você contratar apenas o café da manhã se o objetivo da viagem for Gastronômico. E aí, qual regime é o melhor para você, viajante? Boa viagem!
  40. 1 ponto
    Oi gente, meu nome é Bruno ! Em dezembro to pretendendo dar um role bem roots, com pouca grana ou até sem kkk (no caminho iremos fazendo a grana) pela america do sul, to procurando companhia pra fechar no 10/10 com roteiros e tals, pois tenho medo de ir sozinho. Se quiserem me chamar no whatsApp para trocar uma idéia meu numero é. Sou de Porto-Alegre! +5551992128557
  41. 1 ponto
    Claro, estarei com mais 3 mochileiros, te mando msg!
  42. 1 ponto
    Bem, logo depois de sair da casa da humilde e doce senhora, seguimos nossa caminhada até Fortaleza. A verdade é que não tinhamos nem ideia de como seria ir pela praia, se em algum punto haveria um encontro de rio com o mar ou outras adversidades pelo caminho, não estavamos pensando muito sobre isso, a ideia principal era aproveitar, sem importar o que viria. Assim saímos caminhando pela praia, olhamos no mapa e mostrava 12 lindos Km de pura areia, mar e muitas dunas. Talvez estivamos próximo alguma avenida principal, mas as dunas eram tão altas que só arriscaríamos subir e buscar uma avenida se realmente não fosse possível chegar até a cidade seguinte. A praia era de areia brancas e a terra bem batida, haviam algumas marcas de pneus de carro e moto pelo chão, então talvez íamos conseguir uma carona.. Isso mesmo, na beira da praia!! Literalmente na areia. Foto 1 Mais ou menos 3km depois, ouvimos o barulho de uma moto se aproximando, era apenas uma moto e eramos duas. Cony já estava um pouco cansada, não pelo sol ou pela caminhada mas sim pela sua perna que começa a incomodar um pouco, então, fiz sinal com a mão para a pessoa que vinha na moto. Era um rapaz, ele parou e perguntou se estávamos bem, pedi para que ele levasse a Cony um pouco mais adiante e que eu iria andando, ele disse que não iria muito longe, que mais ou menos em 1km já sairia da praia sentindo a um povoado que vive, bom, era apenas 1km mas já era alguma coisa, ainda tinhamos 8km pela frente economizar algumas passadas sem dúvida ajuda bastante. Ele levou Cony pelos próximos 1km e voltou por mim, não esperava que ele voltaria. mas foi bom porque o sol tava do CarL*** kkkkkkkk. Foto 2 Seguimos caminhando, em poucas horas chegaríamos ao meio dia. Mesmo com muito protetor solar já sentia a pele arder e areia por toda a cara e o sabor do mar que não saia de nossas bocas. Sim, verdade uma caminhada dura mas é uma das coisas que temos que fazer uma vez na vida. aproveitar o sol, o mar e a areia, não ter pressa de chegar e sem se importar com o que próximo passo. Foto 3 Foto 4 Mas 5km caminhando, foi quando ouvimos outra vez o barulho de moto e a possibilidade de uma nova carona. Viramos para ver de onde vinha o som e vimos que eram dois motoqueiros, porém um deles levará uma caixa superrr grande no lugar do passageiro, então outra vez só tinha uma moto. Disse para Cony seguir com eles, porque a perna dela já doía bastante, ela não quis ir, não achava justo. O rapaz que levava a caixa grande me perguntou se queria ir sentada na caixa... Bom, na verdade já estavamos as duas super cansadas e o sol estava muito forte e ainda faltavam mais 3km, então subi na caixa e eles nos levaram até um grande encontro de rio com mar, era impossível a travesar caminhando. Havia um barco pequeno, bom, não era bem um barco, vou deixar uma foto aqui para vocês verem. kkkkkkkk WhatsApp Video 2019-07-18 at 18.39.49.mp4 Vídeo 1 Foto 5 Foto 6 Depois do encontro do rio com o mar já era conhecido como Mundaú-CE, a cidade vizinha. Caminhamos pelo povoado, paramos na praia para observar a paisagem e o mar. Dessa cidade tínhamos que conseguir uma carona direto para Fortaleza, pensávamos em ficar uma noite em Mundaú, mas a cidade era bem mais movimentada que a praia da Baleia e Jericoacoara. Saímos da praia e buscamos um mercadinho na pequena cidade, compramos atum e pão, comemos ai mesmo. Foi quando parou um senhor para conversar com o dono do mercadinho e ele disse que ia para Fortaleza, bom de uma vez falamos e perguntamos se ele poderia levar-nos, disse ele que sem problemas e assim terminamos nossa pequena viagem pelas praias do Ceará. Alguns dias depois ia para a Colômbia, viver umas das maiores experiencias da minha vida. Cheguei na Colômbia dia 15 de setembro de 2018 e hoje(18/07/2019) sigo por aqui, bom mais isso é outra história e vou contar para você logo logo... OBS> Desculpem por demorar tanto tempo para subir a 2 Part como havia prometido. Foto 7
  43. 1 ponto
    Oii Eu gastei mais ou menos R$ 7.000,00 com tudo, passagem, hospedagens, passeios, ônibus, alimentação, etc. A minha passagem não foi das mais baratas, já que sai de Floripa. Acho que saiu uns R$ 2.300,00 Dá pra economizar mais se você não beber, cozinhar no hostel. Confesso que cozinhar só pra mim já rola uma preguiça, ainda mais depois de chegar morta das trilhas 😂
  44. 1 ponto
    Cara, que história! Estou passando pela mesma situação. No começo do ano passado comecei a sentir os sintomas de depressão profunda devido a vários problemas e a mais ou menos 1 ano atras comecei a ter pensamentos suicidas. Perdi o emprego, as contas chegavam eu não sabia mais o que fazer, acabei jogando meu namoro de 4 anos no lixo, me isolei do mundo e então os pensamentos suicidas começaram a ficar ainda mais fortes. Nesse meio tempo já estudava uma maneira de sair pelo menos da cidade onde morava, pois queria uma nova vida, uma nova oportunidade de viver e me reconhecer. Comecei a pesquisar sobre mochilão pelo mundo, vi que era possível realizar isso com pouca grana e decidi que em breve vou me jogar de cabeça. Estou acabando de estudar, me organizar, comprar as coisas que preciso e tbm aproveitando para juntar uma graninha. Espero conseguir sair para conhecer o mundo o mais rápido possível. Obrigado pelo seu relato, você me inspirou ainda mais a continuar com um sonho antigo.
  45. 1 ponto
    (As fotos tão ficando meio estranhas quando eu carrego elas pro site... não sei se é porque são muito pesadas, estão ficando meio borradas ) DIA 2 – 05/06/2017 – SEGUNDA FEIRA Meu plano para esse dia era visitar o bairro de Westminster: ver a parte externa do Parlamento, a Abadia de Westminster, andar até a National Gallery e o Buckingham Palace. Sairia do hostel e iria até o bairro de metrô e por lá faria tudo andando. E foi o que eu fiz. Como era meu primeiro dia, não tinha planejado tanta coisa para ele e queria dormir todo o necessário pra não ficar de jet lag depois, então nem coloquei o celular para despertar. Acordei naturalmente, vulgo por causa do barulho das minhas companheiras de quarto, as 10:00. Só me arrumei e já sai. Não tomei café no hostel, primeiro porque não estava com fome, segundo que não tenho hábito de comer de manhã e terceiro que estava com o estomago meio nauseado ainda. Peguei a linha Jubilee direto até Westminster. Já na saída do metrô, você sobe a escadinha e já dá de cara com a linda, a única, a fofa... Elizabeth Tower! <3 Ou, mais – erroneamente – conhecida, como Big Ben! O tempo estava meio estranho, com um chuvisco que começava e parava, bem fininho, então não chegava a incomodar, mas, ao mesmo tempo, molhava os meus óculos e a lente da câmera, o que atrapalhava um pouco. Ali eu andei sem rumo, ia e voltava, tentava achar um ângulo legal pra tirar as fotos, atravessei a ponte, cheguei até a London Eye e voltei – pretendia ir naquele dia, mas como o tempo tava feio acabei deixando quieto. Devo ter ficado uma hora por ali, observando a cidade, o rio, tirando fotos, enfim. Por ali é tudo lindo... muita gente se decepciona com o tamanho da Torre, mas gente, é proporcional ao tamanho do parlamento. Acho que essas pessoas devem ir esperando uma Torre Eiffel da vida, porque de verdade, ela é linda e é do tamanho certo <3 Perto do meio dia, segui pra a Abadia de Westminster, eu já tinha comprado o ingresso online, pelo site da Visit Britain e tinha custado £ 20.00. Esse ingresso era válido por um ano da data da compra. Hora que eu cheguei na praça que tem em frente a Abadia, o Big Ben tocou para anunciar as 12 horas. Aaaah, nem querditei! Que lindeza ouvir esse sino histórico bater doze vezes! Quando cheguei na área externa da Abadia – onde fica o lugar de comprar ingressos e a entrada – a fila estava bem grande, mas, assim como ouvi várias pessoas dizendo, fiquei “positivamente surpresa” com o tamanho da fila, porque achei que estaria maior por já ser junho. Perguntei para uma funcionária onde eu ia para trocar meu e-mail da compra pelo ticket, e ela disse que era na entrada da própria Abadia, então já fui para fila de acesso ao passeio mesmo. Demorou menos de 5 minutos para eu entrar, a fila andava super rapidinho. Assim que você entra já tem uma mesa onde ficam os funcionários fazendo a troca dos bilhetes eletrônicos pelo ingresso. Troquei o meu, peguei o áudio guia, que é incluído no valor, e comecei o passeio. Dentro da Abadia de Westminster não é permitido tirar fotos, então todas as maravilhas que eu vi lá dentro – do que eu chamo agora de Cemitério Mais Foda do Mundo – ficaram só na memória. Logo na entrada já tem umas estátuas enormes, gigantescas, maciças... que te fazem perceber como a gente é pequeno haha O teto dela é muito alto e lindo. Aliás, toda a arquitetura dela é linda! Lembro de ter ficado de boca aberta a cada esquina que eu virava dentro da igreja – porque sim, ela é tão enorme que tem esquinas! Conforme você vai avançando, o áudio guia vai te contando toda a história da Igreja, desde a sua fundação por Edward, o Confessor lá em 1050, a consagração daquele solo em 1065, a reconstrução da Abadia em maiores proporções por Henry III e seu filho Edward I (que inclusive foi nomeado em homenagem ao rei fundador da abadia, que foi canonizado em 1161), a história de todos os que lá estão enterrados (Henry VII, vencedor da Guerra das Rosas, Elizabeth de York, sua esposa e filha do rei Edward IV e mãe de Henry VIII, Elizabeth I, Mary, Rainha dos Escoceses e seu filho James VI da Escócia e I da Inglaterra, os próprios Edward, o Confessor, Henrique III e Edward I, entre vários outros). Pra quem é historimaníaco igual eu, e se perguntar porque Edward I foi o primeiro, sendo que Edward, o Confessor veio antes dele, a resposta é que Edward, o Confessor foi um rei saxão, enquanto Edward I foi um rei inglês, e todos os nomes que vieram antes da conquista de William I (Guilherme I, em português), em 1066, foram desconsiderados para efeito de nomenclatura futura. #NERDEEI Tem tantos túmulos lá dentro que é mais um cemitério que uma igreja, é um mausoléu real. O último rei a ser enterrado lá foi em 1760, desde então a maioria dos monarcas foi enterrado na Capela de São Jorge, no Castelo de Windsor. Pra quem lembra do casamento de William e Kate, que foi em Westminster, o tapete vermelho estendido para a entrada da noiva só chegou até o altar, que fica bem embaixo do centro da “cruz” (considerando o formato da Igreja, que foi construída em formato de cruz). Dali pra trás é onde fica a parte história mais antiga, e mais importante, na minha opinião. Pra trás do altar é onde se localizam todos os túmulos reais, as capelas construídas pelos reis e vários memoriais erguidos em homenagem as famílias nobres mais importantes da história inglesa. Nesse altar também é onde são realizadas as coroações. Todos os reis ingleses desde a conquista em 1066 foram coroados na Abadia de Westminster, e, desde 1308, se usa a cadeira/trono construído por Edward I, para abrigar a Pedra do Destino (Stone of Destiny) – roubada dos escoceses – que ficou em posse dos ingleses de 1308 até 1996, quando a Rainha Elizabeth II autorizou o retorno da Pedra para a Escócia (mas a pedra será trazida para seu lugar na cadeira em futuras coroações). Hoje a pedra está em exposição, junto com as joias da coroa escocesa, no Castelo de Edimburgo. A cadeira da coroação também está em exposição, na própria Abadia de Westminster, atrás de um vidro a prova de balas de muitos centímetros de largura, a uma distância de uns 5 metros haha Enfim, a Abadia é enorme, tem muita coisa pra ver dentro dela, mas, por incrível que pareça, não leva tanto tempo pra se ver tudo. Como eu disse, pelo horário que entrei, devia ser mais ou menos 12:30, e quando sai, depois de ter andado pra caramba e achar que tinha gasto a tarde toda, eram 15:00. E, acreditem, eu sou bem devagar nesses passeios, andava com calma, ia observando tudo, ouvia todos os áudios pelos quais eu passava – alguns duas vezes, porque percebia que tinha ouvido no lugar errado... É um passeio que super vale a pena, mesmo pra quem não é doido por história. A própria arquitetura e ambience do lugar é incrível, e pra qualquer turista que não seja tão devagar quanto eu, o passeio não deve levar mais de duas horas xD. Quando sai da Abadia, fiquei um tempo sentada na praça que fica em frente, pra tirar umas fotos, aproveitar o sol que apareceu e dar uma descansada nas pernas... a gente fica distraído com tudo ao redor e não percebe a quanto tempo está em pé. Depois segui a avenida Whitehall até a Trafalgar Square, fui tirando fotos pelo caminho, vendo várias estátuas e monumentos que ficam na avenida, percebendo como as pessoas estavam todas andando do lado de dentro de umas divisões de segurança que existem no meio da calçada. Em nenhum momento me senti insegura em Londres, mas não deixava de ser cuidadosa, assim como os próprios londrinos. Quando comecei a ver a Trafalgar Square, percebi que provavelmente ia demorar por lá, porque pretendia entrar na National Gallery, então deveria comer primeiro embora não tivesse com fome... Fiz o que todo mundo diz pra não fazer hahaha Passei na frente de um pub da rede Wetherspoon, bem ali na Parliament Street mesmo, The Lord Moon of the Mall, e como achei o preço do menu que estava na porta ‘aceitável’ pra localização, foi ali mesmo que eu parei. Um hambúrguer duplo com fritas e duas limonadas saíram £ 11.00. Estava bom? Beeem mais ou menos. Sustentou? Só dei conta de comer metade, o restante ficou no prato. Só comi todas as batatas. Caiu como uma pedra, e decidi que não ia mais comer por comer, se não estivesse com fome. Quando cheguei na frente da National Gallery... a bateria da minha câmera acabou Fiquei tão puta, porque a bateria tava cheia, de repente caiu para dois e para um, e então ficou vermelha piscando e desligou! Então me restou meu celular, que tem uma câmera decente mas não é nenhum iPhone 6s Plus ou Samsung Galaxy S200 haha A National Gallery fechava ás 18h, então aproveitei para entrar e mergulhar em um pouco de cultura. No momento que eu entrei naquele prédio lindo sem minha câmera funcionando, eu já sabia que retornaria, então acabei fazendo um passeio mais superficial... Só entrei e fui andando, sem saber muito onde ficava o quê. Ao acaso, acabei achando a peça que, eu acho, é uma das mais famosa da coleção deles, Madonna nas Rochas, de Da Vinci. É realmente linda, e, o que eu mais gostei nesse museu é que a iluminação ajuda muito a valorizar a obra... Achei o museu inteiro encantador e se tornou meu museu preferido de Londres! Vou entrar em mais detalhes sobre ele quando chegar na minha segunda visita, que tenho mais fotos para ilustrar e fiz o passeio mais direitinho rs Sai da Galeria quando anunciaram nos altos falantes que eles fechariam em 10 minutos, então fui mais uma da boiada indo em direção a saída. A visão assim que você sai, de cima da Trafalgar Square é linda <3 (se as fotos da câmera tão saindo embaçadas, as do celular então tão parecendo que foram tiradas debaixo d'água) Achei um canto nas escadarias que não estava muito cheio e fiquei por ali, observando e absorvendo aquele lugar. Depois decidi seguir com meu planejamento, apesar de já estar cansada, e ir andando até o Buckingham Palace pela avenida The Mall. Ela é bem bonita, uma avenida larga com árvores do começo até o fim em ambos os lados – do lado de baixo temos o St. James Park, e do lado de cima alguns prédios oficiais e a Clarence House, morada do Príncipe Charles – e, ao fim, o famosíssimo Buckingham Palace, morada da rainha da coisa toda! Cheguei no palácio, estava bem vazio ao redor, tinha começado a chuviscar e tava um vento geladíssimo (eu, desacostumada e esquecida, não passei protetor labial, no dia seguinte meus lábios tavam sangrando de tão rachados!), tirei umas fotos, andei em volta do monumento a Rainha Vitória, cheguei até os portões do palácio, observei toda aquela opulência. Então a chuva apertou, daí decidi que era suficiente por um dia... já deviam ser umas 19h30. Segui por uma rua lateral do palácio, no mapa ela está identificada só como A3214, queria encontrar uma estação de metrô ou ponto de ônibus. Andei mais um pouco e finalmente encontrei um ponto, li as linhas que passavam ali e não lembro exatamente pra onde elas iam, mas se não me engano tinha uma linha que ia até Westminster, e de lá eu podia pegar o metrô direto pra minha estação. Parei uns 3 ônibus e todos eles estavam “recolhendo” e indo para a Victoria Coach Station, que eu imagino ser o equivalente ao Terminal Central deles. Finalmente desisti de ficar parando ônibus ali e terminei de andar até a esquina, no que eu olhei pro lado esquerdo na Victoria Street... ali estava a Victoria Station Quem não conhece o lugar onde está passa por essas! Haha Nessa hora a bateria do meu celular já tinha acabado, então não consegui usar o GPS pra me localizar. Como essa estação é enorme! E muito linda também... fui até as plataformas de metrô, peguei uma linha que baldeasse na Jubilee e fui pro hostel. Quando cheguei, ainda estava estufada do lanche, então só tomei água e comi o chocolate que havia comprado no dia anterior. Depois disso, banho e cama. GASTOS: Tickets £ 20.00 (Abadia de Westsminter) Alimentação £ 11.00 (Pub ‘The Lord Moon of the Mall’)
  46. 1 ponto
    Boa noite Estou pensando em fazer a trilha do descobrimento em maio. Alguem topa?
  47. 1 ponto
    Oie Boa noite.. estou afim de entrar em algum grupo de acampamento rs estou afim de novas aventuras.. visitar cachoeiras e contemplar a natureza
  48. 1 ponto
    Olá viajantes! Em julho de 2015 realizamos nossa segunda viagem para os Estados Unidos e dessa vez o destino escolhido foi a Flórida. Iniciamos por Miami Beach, onde ficamos três dias, depois fomos conhecer as famosas Keys da Flórida, indo até KeyWest e por fim Orlando onde visitamos os parques da Universal, SeaWorld e Buch Garden e é claro, nas horas vagas fizemos algumas compras, isso tudo economizando onde era possível e nesse post vou contar como é possível, mesmo com o dólar nas alturas, conhecer a Flórida gastando pouco! O PLANEJAMENTO! Conseguimos passagens pela TAM saindo de Campo Grande e chegando em Miami com breve escala em São Paulo por R$ 1.536,75 ida e volta já com as taxas e pudemos dividir em 05 vezes sem juros no cartão de crédito. Os hotéis foram reservados com antecedência através dos sites hoteis.com e booking.com. Compramos com antecedência ingressos para os parques de Orlando através do site da decolar.com e pudemos dividir tudo em 06 vezes sem juros. Então vamos ao relato! O VOO Decolamos de Campo Grande às 03:43h com destino ao Aeroporto de Congonhas em São Paulo, onde chegamos às 06:25h e fomos direto para o local de ontem partem os ônibus gratuitos da TAM que interligam o Aeroporto de Congonhas ao de Guarulhos. Chegamos em Guarulhos por volta das 08:30h, realizamos o check-in no terminal 3, que foi inaugurado recentemente, e já fomos para área de embarque internacional. A aeronave da TAM não era confortável, com poltronas apertadas e que quase não reclinavam e sistema de entretenimento fraco, com poucos filmes, além de serviço de bordo que deixou a desejar. Mas como o voo não era diurno e não era tão longo sobrevivemos, rs! O avião pousou em Miami às 18:15h e ainda estava bem claro e quente. Usamos o transporte público para nos deslocar do aeroporto até Miami Beach. Essa é obviamente a forma mais barata de se deslocar entre o aeroporto e seu hotel e é a nossa primeira dica para economizar em Miami. COMO IR DO AEROPORTO DE MIAMI PARA MIAMI BEACH USANDO O TRANSPORTE PÚBLICO (ÔNIBUS) Nos três dias que ficamos em Miami Beach preferimos não alugar um carro tendo em vista que por lá nem sempre os hotéis possuem estacionamento e os que possuem cobram taxas altíssimas pelo uso do mesmo. Além disso estacionar nas ruas é bem caro e é complicado achar um vaga e a verdade é que em South Beach você pode fazer tudo a pé ou de bicicleta. Então essa é a segunda dica para economizar em Miami. Se você for no intuito de curtir Miami Beach e suas lindas praias e atrações não vai precisar de carro. Deixe para alugar um quando for se deslocar para Orlando. O ônibus 150 Metrobus faz o trajeto aeroporto de Miami – South Beach e faz parte do sistema Metrobus da cidade. Os veículos possuem porta-bagagens, assentos confortáveis e wi-fi gratuito. A passagem custa U$ 2,35 e pode ser comprada em uma máquina no ponto de ônibus. Não demorou para vir e o trajeto levou cerca de 30 minutos. Para encontrar o ponto basta pegar o MIA Mover, um monotrilho gratuito que liga os terminais do aeroporto e descer na Metrorail Station. Basta seguir a sinalização dentro do aeroporto com as indicações MetroBus e ao chegar a estação de ônibus procurar pela placa Route 150. HOSPEDAGEM O ônibus 150 nos deixou bem próximo ao hotel que nos hospedamos. Escolhemos um hotel chamado Princess Ann Hotel, localizado em South Beach, bem no “olho do furação”. Um hotel simples porém limpo, ótima cama e travesseiros, TV LCD 47″, canais por assinatura, bom banheiro, apenas a ducha muito baixa, eu com 1,83m precisava me abaixar para lavar a cabeça, mas nada que prejudicasse o banho, localizado no coração se Miami Beach a uma quadra da praia. Ponto de ônibus próximo. Não possuiu estacionamento. Café da manhã estilo americano e igual todos dias, servido no lobby de forma improvisada, mas de graça! O quarto que fiquei (315) era bem silencioso. Disponibilizam cofre nos quartos. O QUE FAZER EM MIAMI BEACH Nosso principal objetivo em Miami Beach era curtir dois dias completos de praia antes de seguir para o sul da Flórida, onde visitamos KeyWest e depois para o norte da Flórida, onde visitamos Orlando. Curtir praia em Miami Beach é algo totalmente diferente de curtir praia aqui no Brasil. A primeira grande diferença é a limpeza, que infelizmente por aqui , muitas das vezes não é das melhores. Não há vendedores ambulantes e nem mesmo barracas. Na verdade próximo a cada ponto de Guarda-vidas há uma barraca, porém ela vende apenas água, sucos e batidas, não vi cerveja por lá. Nelas não se encontra nenhum petisco. Se o banhista quiser comer algo deve sair da praia e procurar algo em alguns dos restaurantes ou lanchonetes da orla e arredores. Outro detalhe é a segurança. Deixamos nossas coisas na areia, incluindo celular e carteira e ninguém nem mesmo chegou perto. E não fomos os únicos, praticamente todo mundo faz isso por lá. Um detalhe interessante é que o Americano e os imigrantes que moram por lá não usam sunga, preferem um calção mesmo e as mulheres não usam biquíni e sim maiô. Praticamente todas as pessoas de sunga e maiô eram brasileiras. Como era pleno verão a temperatura ambiente estava bem alta, por volta dos 34 graus e a água estava bem morna. Estava simplesmente deliciosa! Miami Beach é uma cidade ótima para curtir atividades ao ar livre, ver gente bonita, curtir a vida noturna, fazer passeios no mar, explorar a gastronomia e curtir os carros esportivos caríssimos , que dificilmente são vistos em tanta quantidade em outro lugar do planeta. Passear a pé ou em um bicicleta alugada é a melhor forma de conhecer a Ocean Drive, a avenida beira-mar de South Beach e uma das principais da cidade. Outra rua de muito sucesso é a Lincoln Road. É a rua comercial de Miami Beach e concentra lojas das grifes mais caras e famosas do mundo. Como Miami é um destino onde o mar e as ilhas fazem parte do dia a dia, fazer um passeio de barco é uma ótima pedida. Nas águas de Biscayne Bay você vai conhecer as casas dos milionários e de diversos artistas. Se sua viagem for em época da temporada da NBA outra boa pedida é assistir um jogo da equipe local, os Miami Heat no AmericanAirlines Arena. Por lá também sempre há shows com os maiores artistas do mundo. Tivemos sorte de estar por lá no show do Sam Smith e é claro que não perdemos a oportunidade. MAIS DICAS PARA ECONOMIZAR EM MIAMI As praias de Miami são as mais bonitas da Flórida, conhece-las é uma forma de economizar por lá, já que é um passeio com custo praticamente zero. Os únicos gastos serão com alimentação, bebidas e guarda-sol. Para diminuir esses gastos é só passar no Walmart ou em algum dos supermercados de Miami Beach e comprar água, refrigerantes e comida para levar para praia. Outra opção é fazer como nós, ficar hospedado em um hotel bem próximo da praia e sempre que der fome é só dar um pulo no hotel para se alimentar daquilo que foi comprado nos supermercados. Outra dica é comprar um guarda-sol pois o aluguel deles na praia não é nada em conta. Negociar com os promotores dos bares e restaurantes da Ocean Drive, sempre é possível conseguir algum desconto ou alguma bebida gratuita. A comida não é tão cara, mas para economizar ainda mais dá para pedir uma porção de batata fritas ou uma pizza. A maioria dos hotéis americanos não oferecem café da manhã gratuito, porém em quase todos há microondas, frigobar e às até fogão nos quartos. O ideal é escolher um que ofereça café da manhã, já que mesmo que não seja como os dos hotéis do Brasil já quebra um galho. Além disso, eles já deixam algumas frutas como maças e bananas embaladas para que os hospedes levem para os passeios. Não precisa ter vergonha. Todo mundo pega. Caso o hotel escolhido não ofereça café da manhã o ideal é fazer compras em um supermercado logo no primeiro dia. Tomar café da manhã em lanchonetes e restaurantes pode ser extremamente caro. Você também pode optar por comprar comida congelada e usar o microondas do hotel. Isso é tão comum que no mercado a atendente vai te oferecer talheres de plástico. Fizemos isso algumas vezes e economizamos bastante. Se preferir comer fora é possível sim achar um restaurante com bons preços. Basta bater perna e não ter vergonha de olhar os preços e se achar muito caro sair e procurar outro. As redes de fast food são uma boa pedida, já que os preços são sempre muito menores que os dos restaurantes comuns. Os restaurantes costumam anunciar uma “oferta do dia”, com preços promocionais. Além disso os pratos nos EUA são grandes e dependendo do tamanho da fome dá para dividir um lanche entre duas pessoas tranquilamente. Nós economizamos também não alugando carro em Miami. Isso porque nossa intenção era apenas curtir praia. Deixamos para fazer compras em Orlando e em um dia livre que tivemos em Miami na volta de Orlando. Se sua intenção for parecida com a nossa deixe para alugar o carro do dia que for partir para Orlando ou para outra cidade, assim você economiza com o aluguel do carro, estacionamento e combustível e se precisar ir algum lugar mais longe e não quiser usar o transporte público pode chamar um táxi ou então usar o Uber. Usamos o Uber em Miami e é impressionante como há carros deles para todo lado. Além disso é muito mais barato e confortável que os táxis tradicionais e você paga através do aplicativo mesmo, com débito em seu cartão de crédito. Espero que estejam gostando! Continua no próximo post! Próxima parada Key West! http://mochilaobarato.com.br/miami-keywest-e-orlando-conhecendo-a-florida-sem-gastar-muito/
  49. 1 ponto
    Fala, galera! Tomei vergonha na cara de escrever o relato do mochilão que fiz com meu namorado em janeiro só agora haha.. é que tá corrida a vida! Enfim... Decidimos começar a vida de mochileiros visitando o Peru, e queríamos fazer o caminho via terrestre, por isso, depois de pesquisar um pouco, acabamos fazendo um roteiro bem típico de quem vai pro Peru cruzando a Bolívia, pelo famoso "trem da morte" (que na verdade, é um trem deboissima)... Fomos em janeiro e a viagem toda durou 20 dias. Nosso roteiro foi assim: Jundiaí -> SP* -> Campo Grande* -> Corumbá* -> Puerto Quijarro* -> Santa Cruz* -> La Paz -> Arequipa -> Cusco -> Copacabana -> La Paz, etc. (mesmo caminho p/ volta) *As cidades com asterisco são as que só fomos de passagem. 06/01/15 - Jundiaí -> SP (R$ 13 cada) Saímos daqui de Jundiaí às 21:30hs no dia 06/01 p/ SP. Tínhamos a passagem já comprada às 23h30hs para Campo Grande mas acabamos perdendo porque fomos p/ o terminal errado (o ônibus saia da Barra Funda e ficamos esperando no Tietê) haha depois de uma crise de nervoso pela viagem já ter começado errado, acabamos rindo da situação e tivemos nossa primeira noite dormida em uma rodoviária haha 07/01/15 - SP -> Puerto Quijarro (R$ 187 cada) Depois da noite dormida na Barra Funda, tentamos trocar a passagem que perdemos do dia anterior mas acabamos encontrando outra companhia (a Andorinha) que tinha um ônibus direto p/ Puerto Quijarro. O ônibus só saia às 17h, então passamos o dia de boas em SP. Às 18h, depois de muita bagunça no embarque, iniciamos o percurso de muuuitas horas dentro de um ônibus não muito espaçoso e confortável. Mas estavámos enfim iniciando nosso Mochilão :3 08/01/15 - Fronteira Brasil-Bolívia Chegamos em Puerto Quijarro no dia 08/01 por volta de meio dia, e já aviso quem tiver indo pela primeira vez: VÁ COM TEMPO. O lado do Brasil funciona rápido, pegamos o carimbo de saída, atravessamos a pontezinha e fomos p/ o lado da Bolívia. Ficamos + de 4 horas na fila e por muito pouco não perdemos o dia (fomos quase os últimos a entrar). Todo esse trabalho p/ ficar 2 minutinhos dentro da sala p/ pegar o carimbo. Ah, como íamos comprar a passagem para o trem mas a fila tava gigantesca, fizemos assim: eu fiquei na fila enquanto meu namorado foi de táxi (o que não falta na Bolívia e no Peru é taxi, acreditem!) na estação que fica bem pertinho dali para já comprar as passagens. No nosso caso, era uma quinta-feira, então perdemos porque nesse dia da semana só tem trem de manhã. Daí compramos a passagem para o dia seguinte às 16h. Também trocamos alguns dólares por bolivianos (na fronteira tem muuuito cambista). Depois de sair da fronteira, quase 18h, demos um passeiozinho por Puerto Quijarro, que não tem muita coisa, comemos um pouco em um restaurantezinho na Avenida principal e fomos para o hotel (caríssimo - 170 Bs). 09/01/15 - Puerto Quijarro -> Santa Cruz (Bs 235 cada) No dia seguinte acordamos tarde, fizemos o check-out no hotel e fomos almoçar. Não lembro o nome do lugar, mas a bisteca tava deliciosíssima e o ar condicionado também (em Puerto Quijarro, assim como em Corumbá, faz um calor infernal, acreditem, é muito muito quente)... Daí pegamos um táxi p/ já ir para a estação. É bem perto da entrada de Puerto Quijarro, uns 20 minutinhos andando, mas com o calor que estava não encaramos e fomos de táxi. Os táxis são baratinhos, acho que fomos por uns 10 Bs. Chegamos na estação e ficamos enrolando até a hora da partida. O tal trem da morte é super confortável e de morte não tem nada haha. Foi uma viagem tranquilissima, e, pessoalmente, foi um dos percursos que achei mais bonitos... 10/01/15 - Santa Cruz -> La Paz (Bs 200 cada) Chegamos em Santa Cruz bem cedo e já foi ruim desde o início. O terminal de Santa Cruz é um inferno de tanta gente, e a cidade em geral cheira bastante mal hahaha. Fiquei com uma primeira impressão péssima de lá. Compramos a passagem p/ La Paz por 200 Bs, mas o onibus só partia às 16h30hs. Tentamos fazer alguma coisa por lá mas foi só frustração e cansaço.. haha (mas tomei uma das melhores saladas de fruta da minha vida). Enfim, 16h30 horas, com uns 45 min de atraso p/ não perder o costume, embarcamos para La Paz... Os buses de três filas são mais confortáveis impossível... As viagens eram sempre muuito gostosas.. Subindo p/ La Paz já começamos a sentir frio. Quando fizemos uma parada p/ tomar café quase congelei lá fora haha. Ah, não peçam chocolate quente porque eles dissolvem o achocolatado na água e é horrível.. 11/01/15 - La Paz Chegamos em La Paz por volta das 13h... Fomos à procura de um hotel e já saindo da rodoviária toda a tristeza de Santa Cruz ficou p/ trás haha.. La Paz é muuito bonitinha e legal... Ficamos num hotel carinho, 160 Bs pela suíte.. Fomos comer um pollo e comprar folhinhas de coca porque no dia seguinte íamos subir a Chacaltaya. Também fomos andar de Teleférico, que funciona até bem tarde (acho que fomos por volta das 22-23hs) e foi uma noite muito feliz (: 12/01/15 - Chacaltaya | La Paz -> Arequipa No dia 12 acordamos cedo e fomos p/ Chacaltaya. Tínhamos fechado o passeio no dia anterior numa agência por, se eu não me engano, 100 Bs.. O ônibus nos pegou na porta do hotel, passamos na farmácia comprar remédios p/ o soroche, e fomos p/ a montanha :B Foi a primeira vez que eu vi neve na minha vida, e acho que foi um dos dias mais legais da viagem.. O ônibus nos leva até cerca de 5.000m de altura, e passa em estradinhas super estreitas com precipícios dos lados mas, tirando o medo de morrer, a subida foi bem legal. Depois que o ônibus nos deixa, temos que subir mais uns 1.000m a pé, e a altura pega bastante.. A gente dava 3 passos e tinha que parar p/ descansar um pouco.. Mas compensa! Só não foi melhor porque quando chegamos lá em cima tava nevando muito e não dava pra ver quase nada haha mas foi demais! Voltamos para La Paz por volta das 15h, tomamos um banho rapidinho e fomos correndo para o terminal, porque nosso ônibus p/ Arequipa saía 16h.. Acabei perdendo a passagem desse percurso, mas se eu não me engano foi por volta de uns 120 - 130 Bs. 13/01/15 - Arequipa A viagem de La Paz p/ Arequipa foi a mais desconfortável pra mim, não que o ônibus não fosse bom, mas é que à noite fez um frio do caramba... Quase não dormi e quando descemos do ônibus p/ fazer a migração, quase morri congelada haha.. Chegamos em Arequipa no outro dia bem cedinho, acho que era por volta de 5h.. Tomamos café na rodoviária e pegamos um taxi até a Plaza das Armas.. (os táxis no Peru são ainda mais baratos, chegamos a pegar trechos em que pagamos 4 soles) Gente, não tenho como descrever o quanto Arequipa é linda.. Foi a cidade que ficou no meu coração. A Plaza é a coisinha mais linda do mundo, os vulcões ao fundo são incríveis, as vielinhas são super românticas, as pessoas são super simpáticas e acolhedoras, e a comida era uma delícia.. Foi tudo incrível! Depois que demos uma voltinha pelo centro, fechamos um tour pela cidade por 50 soles nós dois.. Foi um tour de mais ou menos 3 horas de duração, com uma guia legal e passando por pontos bem legais também, vale a pena! Nós pretendíamos só passar por Arequipa e já pegar o ônibus p/ Cusco no dia 13 mesmo, mas gostamos tanto de lá que fomos até a rodoviária, trocamos nossa passagem para o dia seguinte e passamos a noite em Arequipa.. fechamos o passeio pelo Cânyon del Colca p/ o dia seguinte e ficamos num hotel super limpo e confortável (o Inka Roots, pertinho da Plaza) por 60 soles o quarto p/ casal. À noite ficamos na Plaza, ouvindo música típica ao vivo ali no meio da praça mesmo *.* 14/01/15 - Cânyon del Colca | Arequipa -> Cusco Esse foi o dia preferido do meu namorado e eu digo: COLOQUEM ESSE PASSEIO NO ROTEIRO. Acordamos bem cedinho, se eu não me engano, era p/ estarmos prontos às 3h. A van nos pegou no hotel e fomos dormindo o caminho todo porque né, acordar 2h30 não é vida de turista haha. Paramos num vilarejinho chamado Chivay para tomar o café da manhã. De cara já achamos legal, como disse o Vi, se fossem só carroças no lugar dos carros, ele se sentiria em um cenário de Red Dead Redemption. Depois de bem alimentados continuamos o caminho e, acordados, prestamos atenção na paisagem. Cara, é lindo. Só indo lá p/ ter ideia de como são incríveis aqueles montes enormes beirando a estrada cobertos de rochas ou com aquela cara de deserto. Sou péssima p/ descrever mas, sério, todos deveriam ir p/ lá um dia... Paramos em um lugar p/ tirar fotos com alpacas e falcões com as peruanas, e nesse ponto já dava pra ver algumas ruínas incas.. Chagamos no Cânyon del Colca por volta de 8h30 da manhã... O lugar é fascinante mas, infelizmente, no dia que a gente foi tava ventando muito e os condores não voaram muito, só vimos alguns um pouco de longe, mas já foi incrível mesmo assim :B No caminho de volta, paramos em uma feirinha p/ experimentar o sorvete de cacto que É UMA DELÍCIA e fomos para um lugar tomar banho nas águas termais (esqueci o nome do lugar mas em todos os passeios que cotamos ele tava incluso, então don't worry).. A água nas banheiras termais é de uma temperatura agradável de escaldamento hahaha sério, é MUITO quente. Demoramos pra achar um lugarzinho que a água era mais suportável e daí, não queríamos mais sair haha é uma delícia! Depois paramos num mirante p/ ver os vulcões lá no fundo (são outros vulcões, não os que cercam Arequipa), paramos pra almoçar num outro vilarejinho com música andina ao vivo (incrível) e quando já estávamos à caminho de Arequipa de novo, vimos de longe as vicunas, parentes das alpaquinhas que têm um dos pelos mais macios do mundo. Gente, nesse ponto a paisagem era inacreditável. É tudo de um verde lindo, com pequenas lagunas e flamingos, uma coisa de louco. Sério, aaaaaai que saudade! Ah, esqueci de comentar que nosso guia era espetacular, infelizmente não anotamos o nome dele p/ recomendar, mas a agência era a Montana. Voltamos para Arequipa à tarde, perto das 18h.. Fizemos o Check-out no hotel e ficamos na Plaza curtindo nossos últimos momentos lá.. Ah, foi nessa brecha que meu namorado comprou um charango que ele não tem nem onde enfiar de tanto instrumento que ele já tem hahaha acho que foi 180 soles, algo assim. Fomos p/ o terminal e embarcamos para Cusco. 15/01/15 - Arequipa -> Cusco (PASMEM: 50 soles cada) A viagem para Cusco foi rápida, embarcamos 08h45 e chegamos lá por volta de 06h30 da manhã. Tomamos café num Starbucks que tinha ali na praça principal haha Cusco também é linda, na parte do terminal nem tanto, mas o centro é quase tão bonito quanto o de Arequipa haha. Tem muuuito restaurante e muuuuito hostel e, principalmente, muuuuita agência de turismo. Cusco é uma cidade preparadíssima pro turismo, é tudo muito acessível e fácil de localizar. No primeiro dia fechamos o hostel Chaski por um preço barato (não me lembro quanto, mas lembro que pela localização achamos bem barato).. O quarto era grande e confortável e eles eram bem simpáticos. Só é difícil tomar banho, a água no Peru não esquenta de jeito nenhum gente, é uma tortura haha! No mesmo dia fechamos em uma agência legal (JQF) os passeios que iríamos fazer: um tour pela cidade no mesmo dia, no dia seguinte um tour pelo Vale Sagrado, e no terceiro e quarto dia a ida p/ Machupicchu. Para fazer tudo isso precisamos comprar um ticket turístico que dá acesso a um monte de atrações, pagamos 130 soles cada. Ah, todos os passeios ficaram por $ 310,00 o casal (achamos bem barato comparado com as outras agências que pesquisamos). Fizemos o tour, que foi bem legal, e à noite jantamos em um restaurante caríssimo porque estávamos com fome demais p/ esperar pesquisar em outros restaurantes (gordos haha) 16/01/15 - Vale Sagrado No dia seguinte fizemos o passeio pelo Vale Sagrado, o guia era muito legal (Washington, se não me engano) e o passeio vale a pena, sério! Estava incluso o ônibus + guia e almoço. 17/01/15 e 18/01/15 - Machupicchu No dia 17/01 saímos cedo p/ ir pra Machupicchu. Compramos o passeio by car, que era o mais barato. A van nos pegou no hostel cedinho (umas 8h), paramos num lugarzinho bonito pra tomar café e começamos a subir para lá. Esse caminho, sem dúvida nenhuma, foi o meu preferido. É lindo, gente, lindo. Me emocionei p/ caramba e não queria chegar nunca, porque a paisagem era maravilhosa. Foi incrível. Paramos pra almoçar em algum momento (já estava incluso no pacote) e chegamos na hidrelétrica por volta de 13h. É aí que temos que fazer aquela famosa caminhada pelo trilho do trem. Nos confundimos e achamos que isso era só no outro dia pela manhã, então fomos com roupas péssimas (eu tava de jeans) e isso atrapalhou um pouco. Mas a caminhada é gostosa apesar de tudo. São mais de 20 km, acho que demoramos umas 3 horas p/ chegar em Águas Calientes. Chegando lá, tomamos um banho no hostel (que também estava incluído) e fomos jantar (que também estava incluído). Fizemos um amigo espanhol que, desse ponto em diante, parece que perseguia a gente hahaha, até La Paz na volta a gente sempre encontrava ele pelas ruas e rodoviárias, foi engraçado. Passamos a noite no hotel e no outro dia acordamos 4h p/ subir para Machupicchu. Você tem duas opções, subir de ônibus, que tem toda hora ali, ou subir a pé a escada de Machupicchu. A gente queria ir a pé pra valer mais o esforço quando chegássemos lá em cima e cara, FOI A COISA MAIS DIFÍCIL QUE JÁ FIZ NA VIDA. haha é claro que eu tenho o preparo físico de uma velhinha de 80 anos mas, sério, eu cheguei a chorar de tão horrível que era aquela subida. São degraus intermináveis. Mas quando chegamos lá em cima, teve até salva de palmas de um pessoal que tava sentado lá descansando e que também tinham vencido as escadas de Machupicchu haha, vale a pena!!!!! Passamos pela entrada e, pronto, estávamos na cidade perdida dos incas. Gente, é tudo o que falam e um pouco mais viu?! Aquilo lá é lindo, é uma viagem total, todos deviam conhecer um dia, sério. Não vou comentar muito sobre porque só indo lá pra saber (: Na volta, descemos de ônibus porque né, subir já foi exercício físico por toda uma vida.. haha Chegando lá embaixo fomos almoçar.. Ah, esqueci de comentar que Aguas Calientes é encantadora também. Acho que até mais bonita do que (ou tanto quanto) Arequipa, parece saída de um conto de fadas! Depois de almoçar, fomos pegar o trem de volta para a hidrelétrica (na volta não tem caminhada haha e o ticket do trem já vem incluso). O trem é hiper bonito e confortável, foi p/ fechar o passeio com chave de ouro! Lá na hidrelétrica a van já estava esperando p/ voltar. Na volta, infelizmente, dormi o caminho todo porque eu tava morta, mas me arrependo de não ter vindo admirando tudo de novo. 19/01/15 - Cusco -> Copacabana (60 soles) Depois de uma noite muito bem dormida, fizemos o checkout no outro dia no hostel e ficamos passeando pelo centro de Cusco até dar a hora do ônibus para Copacabana. Pegamos pela San Luis, que fazia uma parada em Puno para trocar de ônibus, mas a viagem foi rápida. 20/01/15 - Titicaca | Copacabana -> La Paz (20 soles) Chegando lá, tivemos que enfrentar o caos da fronteira boliviana de novo (ficamos umas 2 horas p/ entrar em Copacabana) e já compramos o passeio p/ Isla del Sol. Foi 60 Bs para o casal + 5 Bs cada na entrada da Isla. A balsa pela Lago Titicaca foi uma experiência inesquecível. Nunca passei tanto frio na vida mas, gente, como vale a penas ir em cima da balsa! O lago Titicaca é um oceano, cara, gigantesco! E lindo, acreditem, que passeio lindo. Chegando na Isla, mal dá tempo de você comer e já tem que voltar p/ a balsa, mas só os 20 minutinhos que ficamos ali foram suficientes para dar vontade de largar tudo e viver lá mesmo, vivendo de pesca haha. É demais! Voltamos p/ Copacabana e já pegamos o ônibus para La Paz. Tem toda hora lá e acho que pagamos 20 Bs cada. Em um momento a gente tem que descer do ônibus p/ pegar uma lancha e atravessar um lago (não sei se ainda era parte do Titicaca), mas chegando do outro lado seu ônibus tá te esperando. Chegamos em La Paz umas 22h e percebemos que só tinhamos mais 60 Bs na carteira hahaha Pretendíamos dormir no terminal mas em La Paz não é permitido!!!! Antes da meia noite eles colocam todo mundo p/ fora.. Fomos à procura de um hostel por menos de 60 Bs e achamos um motelzinho em cima de uma balada, cujo banheiro era o pior e mais sujo que eu já vi, e o colchão da cama era um pedaço de madeira, certeza.. Pagamos acho que 25 Bs pelo "quarto", mas pelo menos não dormimos na rua. 21/01/15- La Paz e o drama da falta de dinheiro No dia seguinte acordamos bem cedo p/ tentar conseguir dinheiro. Fomos com o Travel Card porque nenhum dos nossos cartões era internacional. Mas p/ recarregar o travel card eu (que sou a titular) precisava acessar o bankline do Itaú p/ tranferir, mas eles enviam o código itoken p/ meu celular, que NÃO TINHA SINAL NENHUM. Foi o dia inteiro tentando ligar no Itaú p/ trocarem a forma de eu receber o código, nada feito. Depois tentamos ligar na Tim p/ liberar o uso internacional p/ meu chip, também nada feito. Depois tentamos ligar na agência do cartão (Confidence) p/ ver se eles faziam algum tipo de empréstimo, nada feito também. Daí a moça da Confidence, que foi super prestativa, disse que eu podia mandar uma autorização por e-mail p/ eles pra que outra pessoa pudesse recarregar meu cartão. Fizemos isso e quando era quase 18h, finalmente conseguimos!!! Gente, como sofri nesse dia hahaha Fiquei desesperada! A gente ficou o dia todo sem comer porque nosso dinheiro só era suficiente p/ as ligações. Quando fomos no terminal sacar e vimos todos aqueles Bs, cara, que felicidade!! hahaha MUITO IMPORTANTE: Antes ir, verifiquem se o seu chip é liberado para uso internacional. Verifiquem se vocês terão meios de conseguir mais dinheiro em caso de emergências hahaha Não façam como nós! Não passamos a noite na rua em La Paz, congelando e com fome por pouco, muito pouco. No mesmo dia compramos a passagem p/ Santa Cruz para 19:30hs por 160 Bs cada. 22/01/15 - Santa Cruz -> Puerto Qujarro Chegamos em Santa Cruz umas 13h e já compramos a passagem de ônibus para Puerto Quijarro. Perdi a passagem p/ falar o preço exato, mas foi cerca de 70-80 Bs (muitíssimo mais barato que o trem, e o conforto era o mesmo). Demos azar porque nesse dia era feriado em Santa Cruz, então não tinha nada aberto. Almoçamos no terminal mesmo e depois fomos dar uma voltinha pelo centro, e sai de lá com uma imagem bem melhor de Santa Cruz. O centro é bem bonitinho e não foi nem um pouco ruim passar o dia por lá esperando a hora de embarcar. À noite, pegamos o ônibus para Puerto. 23/01/15 - Puerto Quijarro -> Corumbá -> Campo Grande Chegamos em Puerto Quijarro de manhã, por volta das 7h, e já tinha fila na fronteira. Saímos de lá quase 12h. Atravessamos p/ o Brasil, tomamos café numa lanchonetezinha por ali e pegamos o ônibus para Corumbá. Não ficamos nada por lá, fomos direto para a rodoviária pegar o ônibus para Campo Grande. Chegamos em C. Gde por volta de 21h. A gente tinha pesquisado um hotel na internet mas chegando lá ninguém nem foi atender no portão hahaha. Estávamos na rua, tarde da noite, com as mochilas pesadíssimas nas costas e sem ter como se locomover direito (na Bolívia e no Peru, a qualquer hora você consegue ir p/ qualquer lugar porque sempre tem muito taxi). Conseguimos achar o terminal de ônibus urbano e fomos perguntando até que conseguimos achar um motelzinho p/ passar a noite. Foi R$ 100,00 s/ café da manhã. Tentamos chorar o preço mas no Brasil não tem essa de negociar haha 24/01/15 e 25/01/15 - Campo Grande -> SP Já tínhamos o voo comprado de Campo Grande p/ SP no dia 25/01. Como tivemos a crise de La Paz, tivemos que adiantar a volta p/ não ficar sem dinheiro de novo e, por isso, no dia 24 já estávamos em Campo Grande. Ficamos o dia todo no aeroporto, e a noite também. Mas foi legal, legal mesmo haha por mais dificil que seja acreditar que ficar preso num aeroporto seja legal. Procuramos alguma coisa para fazer por lá mas estava tudo fechado (e era sábado ainda), também estávamos cansados então ficamos de boa. No dia 25/01 de manhã pegamos o voo p/ SP, e em SP o ônibus para Jundiaí. E esse foi o fim da nossa mochilada (: ----- MONEY: Não anotamos tudo certinho, mas no total gastamos, em reais, uns 4.000 (para os dois). EQUIPAMENTOS: Como não fizemos nenhuma trilha, não levamos nada muito específico. Apenas tomamos cuidado com alguns itens: - Mochila cargueira: o Vi levou uma de 60l e eu uma de 45l, mas nas próximas vezes vamos levar menores. Essas ficaram pesadas e, por mais que tenhamos ocupado elas inteiras, dava pra ter levado menos coisa. - Botas p/ trilha: são as amigas inseparáveis. Fomos com as botas e levamos um par de chinelos cada, só isso. Antes de comprar, tem que ver se fica confortável e amaciar bem antes, porque os pés agradecem. Eu não achei em lugar nenhum com a minha numeração (35), então tive que comprar pela internet. Foi um perigo, mas dei sorte e a minha ficou confortável. - Casaco impermeável: nós dois levamos e faz diferença. - Roupas de frio: gente, La Paz faz um frio do caramba, vão preparados!!! Também é importante levar coisas como: - Máquina fotográfica (indispensável :B) - Protetor solar (não passamos para subir a Chacaltaya, e o sol refletido na neve queimou mais do que 1 semana de praia, tomem cuidado!) - Kit de primeiros socorros (por sorte não passamos nem um pouco mal com a altura, mas é sempre bom levar um kit de 1ºs socorros, principalmente se você for fazer alguma trilha pesada). - Distrações p/ as esperas nas rodoviárias (levamos um livro de bolso cada, e no celular, vários filmes). Acho que é isso. Desculpem pelo relato estar tão resumido e sem detalhes de preços/ estabelecimentos, mas é que não fomos anotando tudo e agora não consigo mais lembrar de tudo certinho. Nas próximas, vamos anotar sempre! haha E foi isso, um mochilão rápido e barato (na minha opinião ficou bem barato) e a melhor experiência das nossas vidas até agora ((((:
  50. 1 ponto
    É... Viajar de carona requer uma boa dose de coragem e outra de paciência. Recentemente saí de Fortaleza em direção ao RS pegando carona. Foram 18 dias de viagem. * Mulher sozinha pegando carona é algo realmente complicado, mas acompanhada de outro homem (ideal), é tranquilo; * Postos fiscais até servem para se pedir carona, mas a Polícia Rodoviária complica tudo e até te impede de pedir carona na frente do posto. Em Pernambuco, por exemplo, não só não deixavam pegar carona perto do posto, como me vigiaram em alguns trechos; * Procurar sempre lombadas ou outras coisas que façam o veículo reduzir bastante a velocidade. Se o carinha estiver a milhão, não vai nem te perceber à beira da estrada; * Pedir carona no dedão até dá certo, mas precisa de mais paciência ainda. Procure sempre postos de gasolina, converse com frentistas. Se a carona seguinte for te deixar no meio da estrada, peça para ficar em algum posto, mesmo que isso signifique perder 50 km de carona; * A cara-de-pau é a ferramenta mais necessária. Se tiver vergonha, não tente viajar assim. Você precisa estar pronto para o que der e vier. Abraço! Don
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