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Mostrando conteúdo com a maior reputação desde 05-11-2019 em todas áreas

  1. 3 pontos
    @Claudia_mdandrade De todos os lugares que passei na India, Delhi é onde se encontra o maior furdunço. Muita gente em todos os lados, muita buzina, muitas motos,muitos becos, muito de tudo rs. A estaçao de trem é enorme, até parece um formigueiro, mas não é dificil achar onde seu trem irá partir. Fazendo uma busca rapida pela internet voce irá encontrar inumeras opçoes de roteiro, pra montar o seu tudo vai depender do que voce quer ver e quanto tempo terá disponivel. Se voce for passar as ferias toda na India dará pra ver bastante coisa em varios cantos do país. De toda forma existe um roteiro classico partindo de Delhi no qual passa por algumas cidades como Agra, Jaipur, Udaipur, Jodhpur, etc. Se puder, vá até o Rajastão, fiz um tur de camelo dormindo no deserto partindo de Jaisalmer (fica proximo à fronteira com o Paquistão), é uma experiencia incrivel! Se tiver sorte poderá ver um cér extremamente estrelado. Ao andar pelas ruas de Delhi muita gente vai ti abordar na rua, seja pra vender algo ou apenas pra conversar, eles sao muito curiosos. Alguem poderá ti oferecer um transfer para conhecer todas as cidades do seu roteiro, mas ja ti adianto que por mais que o preço possa parecer super em conta, com certeza voce estará pagando muito mais do que se fizesse os deslocamentos por contra propria de trem. Voce tendo o itinerário pronto é possivel comprar todos os bilhetes de trem na estaçao de Delhi. Volto a dizer, é preciso ter o itinerário pronto pois o funcionario so pergunta de onde vc vai sair, pra onde quer ir e qual o tipo de bilhete deseja. Se nao tiver todas as informaçoes ele manda voce voltar depois. Sobre os deslocamentos de trem, eles sao bem lentos, mas bem mesmo! Voce sai de uma estaçao e quando o trem começa a embalar, logo ele ja está parando de novo, parece uma eternidade rsrs. Os vagoes sao sempre cheios. É quase certeza que ao chegar no seu banco ele estará ocupado por alguns inidianos, principalmente se for na parte de baixo. O pessoal é bem de boa, tendo pessoas no seu lugar voce tem duas opçoes, sentar e trocar uma idea com eles ou entao pedir pra sairem. Outra dica importante, leve seu papel higienico e comida, eu nao arriscaria comer o que é vendido durante o caminho porque a probabilidade de dar ruim é enorme. A pobreza existe por toda parte na India, mas só em Delhi eu vi coisas bem cabulosas como um mendigo morto embaixo de um viaduto. Muitas fezes no chao nas estaçoes de trem, até parece que é normal fazer as necessidades ali. Ao comprar agua mineral, verifique se ela realmente está lacrada, e ao terminar de beber amasse a garrafa pra evitar que o pessoal reutilize e coloque agua da torneira. Nas demais cidades é mais tranquilo, nao tem tanta gente como em Delhi.
  2. 2 pontos
    Desde a minha adolescencia sempre quis conhecer dois lugares: Machu Pichu e Camboja. Mês passado consegui realizar um desses sonhos! Um dia antes de viajar, fiquei sabendo através de um grande amigo meu piloto que vários vôos estavam sendo cancelados por causa do tufão que passava pelo local justamente onde eu iria fazer conexão. Eu estava super nervosa com medo do meu vôo ser cancelado e com isso arruinar o meu planejamento. Cheguei no aeroporto, suando de nervosa, olhei para a atendente e estava tudo certo para minha viagem! Pra chegar ao meu destino dos sonhos passei por uma conexão em Taipei, no meio do tufão, mas nem por isso deixei de explorar a cidade e conhecer a linda Praça da Liberdade. De volta ao aeroporto, meu proximo destino seria Bangkok! 4 dias não foram suficientes para conhecer essa cidade incrível. Comida maravilhosa, rooftops de tirar o fôlego, tuk tuks pra todos os lados, templos incríveis e bares super animados. Aproveitei a oportunidade e com a ajuda de um grande amigo meu da minha terra natal consegui cantar em um live house. Com isso tive a oportunidade de conhecer excelentes músicos numa jam incrível com gente de vários países. Obrigada Caio pela noite maravilhosa (na verdade pelas duas noites!!!). Apesar de me despedir de Bangkok com desejo de ficar mais, eu também estava super ansiosa para chegar no meu proximo destino: Camboja. O Camboja é um país que sofreu muito com a guerra Khmer Vermelho, um dos maiores genocídios da história recente, matando grande parte da população e até hoje é possível ver as marcas deixadas dessa terrível catástrofe humana. Quando o avião pousou (graças a deus! Por que era um mini avião com hélice #medo), o calor estava de matar! Passei pela imigração e finalmente estava pisando em terras cambojanas. O motorista do hotel, seu Barang, estava lá me esperando e, apesar da dificuldade de comunicação, esbanjava simpatia. O carro deu partida e comecei a ver a cidade de Siem Riep através da janela. A cada quilômetro rodado, o cenário era o mesmo, muita pobreza. Cheguei no hotel e fui recebida com um delicioso chá e doces típicos do Camboja. Joguei minha mochila no quarto e fui rumo a Vila flutuante de pescadores que ficava a uma hora do centro. Na chegada à vila, a canoa passava pelas principais “ruas” onde é possível ver casas, igrejas e até uma escola suspensa. Pausa para o almoço num restaurante flutuante no meio de um enorme e importante lago para os pescadores. É ali que eles pescam e vendem para outros restaurantes no centro da cidade. Sentei à mesa e pedi o famoso Amok: um curry de peixe com toque de capim limão, prato típico do Camboja. Enquanto eu almoçava, uma criança linda dos olhos brilhantes não parava de me observar até que fui em direção a ela e começamos a nos comunicar através de sorrisos e olhares curiosos. Aprendi algumas frases em cambojano num pôr do sol lindo enquanto eu estava sentada à beira do lago com uma menina cheia de vida. Nesse momento, percebi a beleza do cenário e tirei uma das fotos mais lindas da vida! Dia seguinte, dia de visitar os templos do complexo Angkor, Patrimônio da Humanidade pela Unesco, com a ajuda de um super querido guia, Sohkom. Eu queria saber mais sobre a história do Camboja e sobre os detalhes dos templos. Fiquei horas caminhando na imensidão desse lugar abandonado no meio da selva. No meio do passeio, fui indo em direção a uma música e me deparo com uns homens tocando instrumentos típicos da região. Quando eu percebi estava no meio deles tocando percussão. Todos os músicos eram sobreviventes da guerra, mutilados, vítimas das minas terrestres. Foram horas de aprendizado e informações sobre essas ruínas do império Khmer. À noite, tive tempo pra beber uma cerveja local, fazer massagem por 1 dólar, curtir um pouco da Pub Street e cantar com uma banda de rock no Hard Rock Café. No dia seguinte, levantei as 6 horas da manha, aluguei um quadriciclo e fui desbravar Siem Riep. Eu acho que foi o passeio que mais me comoveu. Foram mais de 4 horas explorando a cidade. Parei num mercado e comprei algumas caixas de macarrão pra doar aos alunos de uma escola construida pelos japoneses❤️. Excelente trabalho dos professores, todos voluntários. De volta a minha moto, coloquei meu capacete e máscara pois havia muita poeira (as ruas não são asfaltadas) e comecei a distribuir comida pras crianças. O mais impressionante é que todas vinham com um baita sorriso no rosto e falavam obrigado. Até mesmo algumas que não falavam por timidez, os pais agradeciam por elas. Hora de voltar pro hotel, pegar uma piscina e esperar o pôr do sol. À noite, me deliciei com o meu ultimo jantar no estilo cambojano e depois fui a um bar de musica ao vivo onde conheci uma cantora de voz linda e serena cantando músicas típicas da região. Fiz questão de falar com ela que ficou encantada quando a elogiei. Muito linda! Vim embora com um aperto no coração de quem precisa voltar. Apesar da pobreza, dos conflitos civis, das atrocidades de um general que aniquilou grande parte da população no passado e de tantos outros problemas em que esse país ainda se encontra, o Camboja e seu povo vão ficar guardados pra sempre no meu coração! Instagram: Yumi_oficial ou Yumiaroundtheworld C581EB70-143E-4458-8CA0-93B5353330A3.MOV 5DEA23CB-8A9F-4EDD-88F6-D85B33E9D4B1.MOV 918A37ED-6D9D-4DD5-AAD2-58A752B49A6B.MOV
  3. 2 pontos
    Será minha primeira experiência, quero iniciar pela América do Sul e quem sabe mais além pela Europa. Com pouca grana, dormindo em barraca, etc... Em JANEIRO de 2020 Quem quiser chama aí 😉
  4. 2 pontos
    @Rodrigo Paulista é isso! Gratidão por corroborar com os sentimentos! Caminhos abertos a todos aqueles que, mesmo com medo e incertezas, foi!
  5. 2 pontos
    Dia 06 - 23/10 De ontem pra hoje fez muito frio, eu sentia minhas pernas e pés muito gelados, mas não tinha muito o que fazer, joguei meu cachecol nas pernas pra tentar aliviar, não ajudou muito, mas foi melhor que nada. Passada a noite, acordei e enquanto arrumava as mochilas escutei uns pingos de chuva. Estava chovendo bem de leve. Sorte a minha que fiz meus trajetos sem chuva 🙌 O sol deixa tudo mais lindo e feliz, né? Tomei meu café e fiz o check out. Perguntei onde eu podia esperar o catamarã e a mulher do camping disse que podia ser em qualquer 🙄 Eu só não queria perder o catamarã! Então voltei pra área da cozinha que tem tipo um refeitório e uma janela bem grande onde eu podia ver o catamarã (não tem como pagar o bilhete antes) o pagamento é feito a bordo, então é meio que uma ordem de chegada, custou 23000 CLP. O catamarã oferece um chazinho. O catamarã deixa a gente na cafeteria, onde tem saída dos ônibus, procurei a empresa do meu bilhete e conversei com o motorista e ele pode me adiantar 💃🏻. Peguei o ônibus de 13h 🙏 e estou a caminho de puerto natales. Fui entregar as coisas que eu aluguei (36000 CLP) depois fui comprar um sabão de 750 CLP pra lavar minhas roupas e uma massa de tomate (900 CLP) . Ah e comprei outra passagem de 17000 CLP para El Calafate. Cheguei no hostel, fiz meu lanche e minha janta e tá tudo certo. No fundo, eu não ter feito o glaciar grey até que me ajudou, pq eu não conseguiria voltar a tempo de devolver as coisas que aluguei. Ou seja, é melhor alugar no seu próprio hostel, caso tenha. Se eu voltasse no ônibus de 19h iria chegar tarde em puerto natales e não ia dar tempo de devolver e nem de pegar meu passaporte que ficou lá. Sigo com tornozelo e calcanhar doendo. Acionei o seguro saúde para amanhã em el calafate. Fotos com horários e preços do camping paine grande e do catamarã. (Out.2019) Minhas dicas para torres (e pra viagem em geral): alongamento antes de qualquer trekking! Usem protetor solar! Eu fiquei com a marca de óculos no primeiro dia.
  6. 2 pontos
    Dê uma lida nos relatos de viagem, vai encontrar muitas coisas sobre o que fazer em cada lugar. Dê uma googlada tambem, vai encontrar dicas de roteiro para 4 - 5 - 6 dias ou mais e com isso voce verá o que ti interessa. https://www.mochileiros.com/forum/631-europa/
  7. 2 pontos
    estou montando uma vans para morar dentro dela .procuro companhia femenina que goste de viajar passar perrengue que goste de reggae e etc... Gostando disso já é um bom começo.
  8. 2 pontos
    Achei da hora sua reflexão. A vida sendo um jogo impossível de se ganhar e nós sempre insatisfeitos - e preocupados. Sabe que foi isso que me motivou a viajar? Eu tenho um problema de visão e nos últimos anos perdi muita acuidade visual. Agora que estou estável quero aproveitar cada instante, estar nos lugares e ver a vida das pessoas, conversar, sentir tudo... e deixar o amanhã pra amanhã, pois o futuro é invencível... Comecei esse ano. Primeira viagem sozinho para Ubatuba em Abril, 4 dias. Mês que vem estarei pela Argentina por VINTE! Sozinho também, pois descobri em mim um grande companheiro! Grande abraço!
  9. 2 pontos
    Amei o relato! Muito intimista. Estou sonhando em conhecer esse país há pelo menos 10 anos. Do ano que vem não passará.
  10. 2 pontos
    Bem vinda. Região de Atacama e Uyuni acredito não ser ideal para levar bebês, muito frio, no tour de 3 dias até Uyuni os recursos são um pouco escassos, é um deserto literalmente, locais para banho nem sempre tem água quente em abundancia.Se seu bebê tiver algum probleminha por lá, pode ser fatal. Agora em Santiago, La Paz e Cusco da para leva-lo sim.
  11. 2 pontos
    Casal100 , Muito legal o passeio de vcs, escolheram um roteiro muito bacana. Fazer tudo andando parece mais assustador do que realmente é, fiz uma caminhada semelhante a essa ano passado por praias nordestinas e podemos assegurar que a visão que temos do passeio muda radicalmente pra melhor quando é feita na sola do pé. Parabéns.
  12. 1 ponto
    No momento, creio que o clima estah muito mais ameno na Bolivia, foi totalmente desmobilizado os Paros por todo o pais, segundo essa reportagem, nao ha nenhum em todo o territorio. O congresso boliviano aprovou novas eleicoes, os partidos politicos estao lancado candidatos, sinal que estah realmente havendo muitas negociacoes na esfera politica e militar. Mas sabemos que o clima pode novamente esquentar, dependendo das medidas tomadas pela presidenta interina do pais. https://brasil.elpais.com/brasil/2019/11/29/internacional/1575039515_623830.html Com esse novo quadro, se fosse eu, nao cancelaria a viagem, mas ja tendo um plano B, se por acaso o clima voltar aos patamares anteriores. Acho que pode acontecer coisa pior, somente depois das eleicoes, se uma das partes se rebelarem por algum motivo(por exemplo: fraude na eleicao). Essa revolta toda foi em consequencia da possivel fraude na eleicao do Evo.
  13. 1 ponto
    Estive la recentemente segue alguns sites de agencias http://www.aparadosdaserraturismo.com.br/ http://www.canionturismo.com.br/ http://www.ecotours.com.br/ http://www.cambaraadventure.com.br/
  14. 1 ponto
    Fala pessoal, tudo bem? Eu estou indo em Fevereiro e fico o mês todo pelo Equador. Pretendo fazer cume no Cotopaxi. Encontrei uma agência de Latacunga que tem um preço legal, 170 dólares. Segue o link da agência: https://volcanroute.jimdo.com/cotopaxi-2-días-climbing/ Esse valor deve ser sem aluguel de equipo, mas o preço está bem abaixo de outras grandes agências. Li em alguns blogs sobre essa agência e me parece confiável, só não é tão hype quanto algumas outras que esta no loonely planet e coisas do tipo. Já fiz algumas montanhas de altitude no Peru e Bolivia e até mesmo Venezuela e sempre o serviço era o mesmo de quem tinha pago o dobro do preço. Espero ter ajudado, abraços!
  15. 1 ponto
    Oi Andrea, você já fechou sua hospedagem? agora em dezembro achar locais com custo baixo aqui fica dificil... tem um hostel no centro, mas eu recomendaria você olhar na lagoa da conceicao, campeche e barra da lagoa... Programas aqui tem opções para algo mais elite como também algo mais barato. A noite na lagoa sempre tem uns barzinhos que rola um som e não é tao caro... Toda sexta a noite tem uma balada legal q é o The Roof que fica na beira mar norte. 07/12 tem show nacional non p12 (parador de praia em jurere) do Diogo Nogueira. Mercado Publico no sabado de manhã é bem bacana, tem sempre bastante agito e movimento.
  16. 1 ponto
    Galera, eu trabalho com vendas sou bem desenrolado nesse ramo. recentemente to saindo de um tempo meio difícil em que tenho que recomeçar minha vida novamente em geral. Negócios, amizades.. Enfim. me mudei pra uma cidade onde estou aqui há um ano e não me agradei muito do local. estou procurando alguem, que tenha interesse em trabalhar e morar em alguma cidade de preferência no Nordeste. Tenho alguns planejamentos para ganhar um BOM dinheiro. seja mensal ou na diária. Preciso de alguem que esteja na mesma vibe. se nos ajudarmos podemos ganhar um bom dinheiro, dividir um local bacana, comprar uma Kombi e viajar por ai. Estou agora no PARÁ.
  17. 1 ponto
    Do jeito que as grandes revoltas político-ideológicas estão virando moda na américa do sul, é possível, apesar de pensar que o "novo" governo vai implantar medidas que causem melhorias a curto prazo, para pagar de "vamos ser melhores do que o Macri". Se vão ferrar o país, que já estava enfrentando uma crise, de vez, gerando a bagunça que está no Chile e Bolívia (além da Venezuela pós-eleições), ninguém sabe. Acredito que é um bom momento para ir lá. Tem seus riscos, mas poderia ser pior (comparando com os vizinhos). E Argentina tem a vantagem das fronteiras terrestres com o Sul Brasileiro, caso der algo errado nos vôos.
  18. 1 ponto
    Olá Taynan.... Especificamente curso com emissão de Certificado para Guia de Montanha você só vai encontrar no exterior, porque oficialmente não existem montanhas no Brasil e não teria como ser certificado em algo que não tenha tido contato. Existem excelentes associações com cursos de Guias de Montanha na Argentina (Mendoza), principalmente o EPGAMT, AAGM e AAGPM. Abaixo vou postar um print com as principais Associações, Clubes e Federações Nacionais de Montanhas do Brasil, lembrando que os principais são o CAP - Clube Alpino Paulista e a FEMESP. Explicando melhor a afirmação do país não possuir montanhas. Aqui em nosso querido e amado Brasil as elevações são chamadas de picos por não atingirem a altitude mínima estipulada de 3 mil metros. Nosso maior pico tem 2.994 metros, tanto que seu próprio nome já faz tal afirmação (Pico da Neblina), que chega muito próximo de atingir a altitude oficial. Porém, existe também uma discussão técnica geológica que aborda outro fator diante essa discussão, diante o fato do território brasileiro não possuir falhas tectônicas e muito menos formação geológica por dobramentos modernos, não sofrendo interferência nas movimentações das placas (terremotos) e, com isso, não formando montanhas desde sua formação terrestre. Estas são atribuições técnicas para a formação de montanhas e para o seu devido apontamento oficial. Espero ter ajudado! Abração!!
  19. 1 ponto
    Nos mande informações quando estiver por lá
  20. 1 ponto
    @Viviana Ciclobeijaflorismo Amém! A recíproca é verdadeira. Muita luz pra ti. Gratidão!
  21. 1 ponto
    Não zera! Para de contar enquanto você estiver fora e continua a contar quando você voltar.
  22. 1 ponto
  23. 1 ponto
    Vendo só a parte turística da viagem, no Uruguay você não precisa de mais que 3 ou 4 dias. Quando nós fomos ao Uruguay, chegamos numa quarta-feira ao meio-dia, no resto do primeiro dia fizemos um primeiro passeio por Montevideo, na quinta-feira visitamos o restante das atrações "obrigatórias" de Montevideo, na sexta-feira fizemos um bate-volta até uma vinícola, mas foi passeio que deixou a desejar, no sábado fizemos um bate-volta a Colônia del Sacramento, e no domingo fizemos outro bate-volta até Punta del Este, voltando a noite direto para o aeroporto de Montevideo pois nosso voo saia as 22:00 de domingo. Pessoalmente eu achei que foi tempo suficiente, e sinceramente não sei se voltaria a Montevideo, não me impressionou muito. Então se você for fazer só turismo, sem fazer outra coisa a não ser passear, 10 dias pode ser bastante tempo para o Uruguay, e neste caso seria bom você se informar sobre outros passeios e atividades por lá para ocupar os 10 dias. No caso do Uruguay, eu pensaria seriamente em combinar Montevideo com Buenos Aires na mesma viagem, 4 ou 5 dias em Montevideo e arredores, depois pega um barco de Colonia del Sacramento até Buenos Aires, fica mais 3 ou 4 dias em Buenos aires, e volta para casa. A Argentina é bem maior, tem bem mais coisas para você visitar, mas é tudo super longe e super demorado se você não se deslocar de avião entre as cidades, e pode ser em caro se você for comprar as passagens meio em cima da hora. Alem da capital Buenos Aires, a Patagônia (Ushuaia, El Calafate e outros) e a região norte Argentina (Jujuy e Tucumán) costumam ser destinos bem populares, mas ficam super longe, então tem que planejar bem os deslocamentos até lá, e de preferencia ir de avião,para que você passe metade dos seus 10 dias de viagem dentro de um ônibus.
  24. 1 ponto
    Olá, segue um link para acompanhar as estradas bloqueadas. http://transitabilidad.abc.gob.bo/mapa
  25. 1 ponto
    Fala, galera! Estou em SP e estou planejando passar um mês entre Bolívia, Argentina e Chile, escalando bastante rocha e gelo! Até o momento vou sozinho, mas se alguém quiser vir junto eu sou excelente companhia.
  26. 1 ponto
    Bom dia, @Águia19 Bom revê-la aqui. Para onde pretende ir? Pretendo fazer "Côte d'Azur" final de abril, começo de maio. Só espero o frio passar. Boa viagem!
  27. 1 ponto
    Com 13 dias acho que daria até pra conhecer outras cidades, hein? Se olhar nos roteiros pelo Google, mencionam na maioria uns 5 dias em Cartagena. Poderia talvez visitar San Andres.
  28. 1 ponto
    Düsseldorf e Colônia até valem uma visita, mas são locais que não demandam mais do que 1 dia para você visitar as coisas, ou seja, dá para ir de manhã e voltar a noite tranquilamente. Não sei quanto tempo você vai ficar lá, se tiver um final de semana, dá para visitar as duas num final de semana tranquilamente. Hamburgo, pessoalmente eu acho mais interessante, dá para você passar 2 dias lá sem problema, mesmo no inverno, quando alguns dos passeios são bem prejudicados, Hamburgo tem mais opções de passeios indoor para você fazer no inverno. Já em relação a Hannover, pessoalmente eu não vejo nada de interessante na cidade, no lugar de Hannover, pessoalmente eu colocaria Bremen, que é muito mais interessante em termos de turismo e história, ou até mesmo Münster, que eu também acho mais interessante que Hannover... Bremem e Münster também não demandam mais do que 1 dia cada. Mas tem um complicador, janeiro é inverno aqui na Alemanha, e as vezes o clima é uma m..., com chuva intermitente o dia todo, cheio de neblina, as vezes com neve, o que deixa qualquer atividade na rua horrível, e nestas cidades, tem muita atividade na rua. Então você tem que estar ciente de que se tiver azar e pegar uma semana de meu tempo, o que não é raro de acontecer, você pode ter os seus passeios bem prejudicados. Tirando Hamburgo, são todos locais onde você não fica mais do que 1 dia, o que vai significar que você vai ficar pulando de cidade em cidade a cada 1 dia, ou então ficar fazendo um monte de bate-voltas, o que vai fazer você gastar bastante dinheiro com passagens, uma vez que cada passagem vai lhe custar uns 20 euros. Viajando no inverno, pessoalmente eu sempre recomendo focar em cidades maiores, onde você tem bastante opções de atividades indoor para aqueles dias de frio, chuva e neve que quase sempre você pega no inverno alemão, e neste sentido Berlin ou Munich são uma boa opção as cidades pequenas. E do ponto de vista do custo, acho que seria mais barato você pegar um trem para Berlin, ficar 4 dias lá do que ficar fazendo um monte de pinga=pinga ou bate-volta... Tirando Hamburgo, são todos locais onde você fica mais do que
  29. 1 ponto
    Oi Juliana! Sim, já fui e deu tudo certo. Curti Dubai, mas não tenho vontade de voltar, acho que dois dias foram suficientes. De toda forma foi excelente ter conhecido dentro de uma viagem ao Egito. Logo logo posto o relato aqui! Valeu.
  30. 1 ponto
    estou querendo companhias para ir para sao thome no periodo de 8/11 a dia 17/11
  31. 1 ponto
    E ai mochileiro(a)s, de boa? então, dia 20 jan to chegando na Chapada Diamantina 🏞️ pra fazer o Vale do Pati (5 dias) e conhecer outros atrativos. fico na chapada até dia 29 jan. dia 30 to descendo pra Caraíva/BA (meu sossego de lugar 🏝️ ) e fico até 08 fev. se alguém animar, "cola ai pai" (como dizem na Bahia). vai ser MAAAAAAASSA.
  32. 1 ponto
    Experiencia com botas: Eu amo trekking, tenho anos de experiencia, mas por motivos de trabalho faço apenas uma vez por ano em média (infelizmente), nesse tempo minha bota fica guardada. Vou deixar aqui minhas experiencias em relação a calçados.. Ainda não tive a Vento mas não tenho coragem de comprar vendo os relatos do Reclame Aqui, alias, nem nenhuma outra marca. Eu sei que hoje tem a desculpa que considero esfarrapada, que tem a hidrolise e outras olises da vida, mas com toda a “tecnologia” atual, será que ainda não foi possível contornar esse problema?, ou seja se você não usar as botas elas ficam descartáveis??. Mas as explicações não importam quando já estragou o seu passeio. Bem, vamos aos relatos: -Snake Gartelá - A única das botas que eu tive que não descolou(esfarelou) foi da primeira produção na inauguração da fabrica, está intacta até hoje tem mais de 20 anos, pena que meu pé cresceu e apertou -Snake - antiga Trilogia, eu e minha esposa tivemos, no primeiro uso, as duas descoladas no Plata na Argentina, fomos salvos por fitas Silvertape, senão estaríamos descalços a 4500m no El Salto. -Snake Agreste (acho) Solado rachou(vibram) e descolou toda, silvertape nela. -Hi-Tec (não lembro o modelo) – Esfarelou internamente ficou a palmilha em cima do solado la na Plaza Francia no Aconcagua, felizmente não descolou. -La Sportiva (não lembro o modelo) – Depois de ficar guardada, desintegrou (nem silvertape deu jeito). -Salomon (não lembro o modelo) – Depois de ficar guardada, desintegrou (nem silvertape deu jeito). -The North Face (não lembro o modelo) – Depois de ficar guardada, desintegrou (nem silvertape deu jeito) na Chapada Diamantina, fiquei descalço, já estava pensando em fazer trilha de Havaianas parecia mais sensato, melhor sandália que descalço. Foi quando o vendedor da loja Dois Irmãos falou a frase mágica, “TECNOLOGIA NÃO SERVE PRA NADA SE NÃO ESTIVER NOS SEUS PÉS” me indicou uma bota simples de couro com solado monobloco costurado no cabedal, “ESSA VOCÊ PODE GUARDAR A VONTADE, E QUANDO VOCÊ PRECISAR DELA ELA VAI ESTAR LÁ, COMO UM CÃO FIEL” realmente já fazem cinco anos, e ela continua fiel, selei as costuras da lateral do solado com parafina e um secador de cabelo, não é uma bota técnica, mas é muito confortável, ando quilômetros com ela, e mais importante, tenho certeza que vou e volto calçado, pois o cabedal não vai se separar do solado, a melhor que tive até hoje, custou 145 reais. Muito mais confortável que a Guartelá. De nada adianta uma bota impermeável com solado descolado. Os fabricantes tem que pensar nisso, de nada adianta consertar, trocar por uma nova, devolver o dinheiro, dar explicações técnicas, o que importa é que já estragou toda a viagem. E o transtorno, o risco, isso não conta???. Eu só posso fazer a atividade que mais gosto uma vez por ano, fico me planejando por um ano, gasto com pesquisas, passagens, albergues etc....quando um equipamento falha estraga tudo, e o que era pra ser divertido se transforma em pesadelo. E não tenho mais como voltar no tempo. Tenho vontade de voltar a comprar uma bota mais técnica, mas desde inventaram sapatos que não podem ficar guardados fico com a minha simplesinha costuradinha. Frequentemente vejo por ai as lindas e caras botas “técnicas” descolando, enquanto a minha vira-latas está lá firme e forte. Infelizmente a “tecnologia” não está sendo usada a nosso favor, mas, apenas para embasar as desculpas dos fabricantes.
  33. 1 ponto
    Pessoal, Alguém irá ao show de Bon Jovi em São Paulo? Fernanda
  34. 1 ponto
    Na primeira vez que visitei Colônia não gostei nem um pouco. Refletindo depois, descobri que o motivo principal foi ter escolhido a cidade para fazer a entrega do carro alugado e logo próximo a estação central. O trânsito caótico estressou , assim como acabei escolhendo errado os pontos a visitar. No seguinte voltei com um roteiro mais bem definido e tive outra experiência. Eis um resumo das minhas impressões : - Não tente dirigir no centro da cidade - A Catedral de Colônia é realmente impressionante por fora e por dentro e tem visita gratuita. - Os (melhoreS) pubs de kolsh são quase sempre lotados e os graçons são realmente mal humorados ou como dizem, tem um senso de humor peculiar. Mas são imperdíveis, até para quem não gosta de cerveja. - As cervejas kolsh são todas iguais , visitei uns seis pubs de cervejarias diferentes e não senti grande variação entre elas - O cartão de turista vale a pena se for entrar nos museus. Por falar neles, achei o Museu Wallraf–Richartz fantástico. Do jeito que eu gosto, pequeno o suficiente para não cansar e com uma qualidade de obras e variedade excepcional. O museu romano ao lado da Catedral também valeu bastante a visita. Recomendo os dois. - A região central de comércio da cidade é basicamente uma 25 de março, totalmente sem graça. Fuja. Foi um dos motivos de não ter gostado da primeira vez que visitei. - A região mais legal para bater pernas é bater pernas da ponte próxima a catedral até o museu do chocolate na beira do rio reno. Não deixer de visitar o quarteirão da Igreja St Martin, que concentra construções restauradas em estilo típico antes da guerra.
  35. 1 ponto
    Bom dia...eu tenho uma escape 50L e passei um mês na Argentina tranquilo com ela. Ela é bem espaçosa e se organizar bem, cabe tudo direitinho 😃
  36. 1 ponto
    Período: 11 a 16/08/18 Pessoas: 8 adultos e 3 crianças (2, 5 e 6 anos) Passagens: Latam – voo direto SDU a FOZ. Hotel: Tarobá – muito bom. Hotel com boa estrutura: área para crianças, piscina, guarda volumes, sala de repouso, sala de TV, agência de viagem, loja, cadeira de massagem, outros. Boa localização, limpeza e equipe muito atenciosa. Normalmente, compro tudo separado, mas comparando os preços, compensou fazer pela Decolar que trouxe voo direto e hotel de boa qualidade, podendo parcelar em 10x. Preços – maioria do Ticket Loko Roteiro dia a dia: Dia 1 (sábado) – pegamos ônibus 120 em direção ao Terminal de Transporte Urbano (TTU), valor R$ 3,55. É ônibus comum de linha, não daqueles rodoviários que têm bagageiro etc. Mas, entramos com nossas malas e foi tranquilo. Aproximadamente meia hora até o hotel. Fizemos o check in, almoçamos no mercado Mufato que fica perto do hotel. Aproveitamos para comprar itens como biscoitos, água, bolinhos, enfim, coisas essenciais para quem está com crianças. No mercado, há caixa 24h. Por volta de 17h30, saímos para o Marco das 3 fronteiras brasileiro. Lá no Marco, compramos o passaporte 3 fronteiras, custa R$ 89 para adultos e R$ 39 criança (a partir de 6 anos; se for menor de 6, não precisa comprar, pois a criança só vai pagar R$ 10 nas Cataratas). Dá direito à entrada no Marco, Cataratas e visita à Itaipu com Ecomuseu – além de alguns descontos que não usamos. Vale a pena! O Marco brasileiro é muito bonito, tem apresentações de dança, loja e locais para comer. Estava um frio absurdo. Se for à Foz no inverno, esteja sempre com agasalho na bolsa. Dia 2 (domingo) – em frente ao hotel, há um quiosque do Ticket Loko onde compramos os ingressos para todos os demais passeios que queríamos fazer. Eles trabalham com descontos e, passando de R$ 500, a compra pode ser parcelada em até 3x no cartão. Uma viagem à Foz, basicamente, inclui ficar saindo e entrando de atrações pagas. Não é aquele tipo de viagem de colocar a cadeira de sol na areia da praia e ficar o dia inteiro curtindo o vento. Então, separe um dinheirinho. Algumas agências (como a própria Decolar) vendem ingressos podendo parcelar em 10x, mas costuma sair mais caro que o Ticket Loko. Após a compra dos ingressos, pegamos o ônibus 120 sentido Cataratas. Resolvemos visitar primeiro o Parque das Aves (R$42,75). O local é muito bonito. Não almoçamos, comemos numa lanchonete lá no parque – a coxinha é maravilhosa! Saindo do parque, seguindo por uns 5 minutos, está o Parque Nacional das Cataratas \o/ (ingressos já inclusos no passaporte 3 fronteiras). Não sei se pela data (Dia dos Pais), o parque não estava tão cheio. Após entregar os tickets, você entra numa fila para apanhar um ônibus que para em alguns pontos dentro do parque. Conseguimos sentar na parte superior que é semiaberta, dali fomos curtindo o visual. Descemos no ponto a partir do qual se acessa uma trilha de cerca de 1,2 km para as Cataratas. Quem tiver dificuldades de locomoção, pode descer num ponto acima. A caminhada na trilha é muito tranquila, você vai adentrando e tendo a vista daquela maravilhosa obra de Deus. É fabuloso. Por volta de 16h, fomos até o ponto da trilha para fazer o passeio Macuco Safari (R$199). Primeiro, pegamos uma caminhonete até certo trecho, depois você pega um veículo elétrico que te deixa num ponto onde você pode guardar suas coisas (R$10, o armário). Leve roupa, chinelo e toalha. Como fomos no inverno, ao sair do passeio estava muito frio, felizmente, tínhamos levado casaco. Em seguida, pega-se um funicular que desce até o ponto do rio onde embarca-se num bote. O bote vai seguindo pelo rio e chega em um ponto onde se pode admirar as cataratas, depois ele segue para a parte mais emocionante que é o banho!!! O tempo total de passeio e deslocamentos é de cerca de 2 horas. O passeio é caro, mas vale muito. Nesse passeio, fomos meu marido, minha cunhada, minha filha de 5 anos (não pagou, acho que só cobram para crianças a partir de 8 anos) e eu. Eles dizem que o passeio é seguro e, me parece que crianças a partir de 2 anos já podem ir. Não recomendo para crianças tão pequenas, pois ele fica em baixo da queda d’água por uns segundos, parece que você vai se afogar, além daquele volume de água batendo no quengo rsrs. Minha filha curtiu a emoção do barco, mas não gostou da água gelada rsrs. Procurei protegê-la com meu corpo para que ela não tivesse essa sensação de perder o fôlego. No final, esse é um passeio que recomendo muito e que faria de novo! Na saída, há táxis e ponto de ônibus da linha 120. Dia 3 (segunda) – reservei esse dia para ir ao Paraguai, pois tinha lido que costuma ser mais vazio às segundas. Pegamos um ônibus perto do mercado (R$ 6). Demorou um pouco, pois a travessia da ponte é muito lenta. Antes da viagem, vi muitos vídeos sobre o Paraguai que me ajudaram a ter noção das coisas. É fundamental fazer uma lista, pois são muitas coisas para ver e o processo de compra nas lojas não costuma ser rápido (não é só escolher o produto e pagar no caixa; em geral, tem que fazer cadastro, se quiser testar, tem que entrar em outra fila etc etc.). Durante a viagem, acabamos voltando por mais 2 vezes. Percebemos que seria mais rápido ir de táxi e atravessar a pé. Os táxis ao lado do TTU cobram cerca de 18 reais, levam uns 10 minutos e, para atravessar a ponte, leva-se mais uns 10 minutos andando. Não nos pediram documentos para entrar e, para sair, em uma das vezes, um dos carros foi revistado. Tranquilo. Apesar de o dólar estar alto quando fomos (variando em R$3,96), ainda assim, compensa comprar. As lojas mais baratas que vimos foram: Mega e Mega Eletrônicos, Atacadão Games, Charme (Perfumes), uma loja logo na entrada do Shopping Del Este, lado direito, também tinha bons preços para produtos de cabelo. Recomendo levar somente bagagem de mão (até 10kg) e comprar, antes, um despacho de bagagem de volta (até 23kg). Daí, é só comprar uma mala no Paraguai para poder trazer as coisas sem preocupação com o peso. Com os índices de furto de bagagem, sugiro despachar roupas e itens de menor valor e levar as coisas mais caras na bagagem de mão. Dia 3 (terça-feira) – esse dia estava reservado para cataratas argentinas, mas alguns de nós não estávamos bem fisicamente e mudamos a programação. Fica para a próxima. À tarde, fomos no complexo Dreamland. Eu só tinha interesse no Vale dos Dinossauros e Bar de gelo. Porém, como o ingresso para fazer as 4 atrações era quase o mesmo preço de fazer só 2, acabamos comprando o pacote 4 em 1 que inclui Museu de Cera, Maravilhas do Mundo, Vale dos Dinossauros e Bar de gelo, já que alguns não conheciam (R$ 128, 86 adulto, para criança era em torno de 80 reais, não anotei). Minha dica é que se veja uns vídeos dos locais para se ter noção dos locais e avaliar se vale. Eu gostei muito do Vale, principalmente, por causa das crianças. O bar de gelo também é muito divertido, mas é muito difícil ficar até o final – os dedos congelam. Dica: apesar de eles oferecerem casaco e luva, leve agasalho pesado, principalmente, luvas, touca e meias. Nós levamos tudo, mas, ainda assim, alguns tiveram que sair antes, pois as crianças não aguentaram muito. Faz parte, mas, gostei kkk. Eles tiram várias fotos lá dentro. Ficam bem legais. Compramos o kit que eles mandam pelo WhatsApp por ser mais barato. No final, pegamos um táxi até o shopping onde jantamos. Dia 4 (quarta-feira) – pela manhã, pegamos um ônibus no TTU e fomos para Itaipu (ingressos já inclusos no passaporte 3 fronteiras). São as linhas 101 a 103; leva uns 30 minutos. Fizemos a visita panorâmica que é a permitida para crianças. O passeio é maravilhoso, é muito bonito ver uma empresa desse porte em nosso país, no trajeto, vê-se a integração da tecnologia com a natureza (muitas árvores e animais pelo caminho). Saindo de Itaipu, fomos ao Ecomuseu (ingressos já inclusos no passaporte 3 fronteiras). Ao lado do hotel Tarobá, há uma lanchonete/restaurante que serve pratos bons, com preço bacana. Almoçamos e descansamos um pouco. Às 16h, tínhamos agendado o citytour (R$ 60 adulto e R$30 criança) que vai para Argentina. Aqui, precisa apresentar documentos para entrar e sair e, se a criança estiver com apenas um dos pais, tem que ter a autorização autenticada em cartório daquele que está ausente. O roteiro inclui paradas na Aripuca (vale comprar a compota de madeira comestível), Marco das Três Fronteiras (vista bonita) e centro comercial (local simples onde se pode comprar doce de leite, azeite e outros). Dia 5 (quinta-feira) – fomos ao Paraguai pela manhã e depois arrumamos as malas para voltar. Como estávamos em um grupo grande, e agora com mais malas, optamos por um transfer. Essa viagem foi muito boa. Pegamos dias de sol e noites bem frias. O destino Foz, Ciudad Del Este e Puerto Iguazu tem muitas atrações e, como falei, a maioria é paga. Por outro lado, costuma se achar bons preços de passagens e hospedagem e o preço da alimentação é muito parecido com o que se paga no Rio de Janeiro, 25/30 reais numa refeição. Sobre a quantidade de dias, achei ideal o tempo que ficamos, pois conseguimos passear com calma. Ter disponível um carro alugado traz conforto e rapidez, mas, em geral, os deslocamentos podem ser feitos com os ônibus de linha ou táxi, sem grandes dificuldades. Algumas atividades como Cataratas Argentinas, Museu 3d, Templo Budista e Mesquita não foram feitas, pois tivemos contratempos de saúde. Ir a churrascarias e sair à noite não era nosso foco por conta das crianças. A viagem é super indicada para crianças e pessoas de todas as idades. Ver as cataratas é algo que todos deveriam fazer, pelo menos, uma vez na vida!
  37. 1 ponto
    @Pablo_Pelomundo Conheci um morador de rua de Belo Horizonte aqui no "mochileiros", através dum relato meu de viagem que fiz em Minas, a Estrada Real. Ele entrou aqui e na época mantínhamos contato via SMS, um dia fui a BH e por um desencontro (ele não estava na cidade) não deu para bater um papo pessoalmente. Esse rapaz viveu na rua por um período, hoje ele é aposentado devido a esquizofrenia. Ele fez a Estrada Real à pé, só que acampando, depois que fiz. Dica: como ele viveu na rua e gosta tambem de viajar, mande uma mensagem para ele, com certeza ele vai ser uma boa fonte de informação. O rapaz é muito gente boa mesmo. Talvez um das melhores pessoas que tive o prazer de conhecer. Ele tem esse Facebook e também um site, com certeza ele vai acrescentar muita informação de credibilidade ao seu projeto de vida Sorte! https://m.facebook.com/MemoriasDeUmEsquizofrenico/
  38. 1 ponto
    Observei que há poucos relatos sobre o Marrocos de carro e eu estava em débito quanto a contar a história desta viagem, então resolvi escrever agora. E também pela gratidão ao povo marroquino pela hospitalidade, gentileza e simpatia. Escolhemos viajar em março por ser o fim do inverno e porque gostaríamos de ver neve. As temperaturas oscilaram entre 2º e 13ºC, com exceção do Sahara onde foi de 16° a 22°C. Ah, e é um destino muito seguro e bastante econômico, que são palavras mágicas para mim. O Marrocos por todo o exotismo povoa minha mente há décadas, então quando soube que tinha surgido uma empresa aérea que fazia voos diretos e em 9 horas, achei que era a hora. A cotação do dólar e euro começou a subir sem parar, isso sempre ocorre quando estou prestes a viajar, e só faltavam as passagens. Decidimos minha esposa e eu, que tinha que ser naquele momento. Por sorte durante a viagem o dólar e euro baixaram e a Royal Air Marroc devolveu-me a diferença, que foram uns R$ 800, nas duas passagens. Um probleminha era que os idiomas oficiais eram o francês, árabe e berbere. Meu inglês é capenga, mas soube que dava para se virar bem com o espanhol, então com a cara e coragem, nós fomos. Tratei de escolher apenas hospedagens nas quais falassem espanhol (tem lá embaixo no Booking). A aventura começou ao entrar no avião com a tripulação falando francês, alguns homens usando roupas típicas, todas as mulheres usando lenço (hijab) e músicas árabes de fundo, me parecia que só tinha nós dois de brasileiros. O voo atrasou uma hora e meia, devido a um temporal em Guarulhos. E ao chegarmos a Casablanca vimos o quanto é rigorosa a imigração, sendo nós e outro casal separado para a revista, mas deu tudo certo e nem perguntaram sobre o chimarrão e cinco quilos de erva-mate que levávamos. Incluímos neste roteiro as quatro cidades imperiais que são Marrakech, Fez, Meknes e Rabat. E acrescentamos Chefchaouen, Ifrane, Ouarzazate, Merzouga, Tinghir e Casablanca todas de grande importância turística. Coloquei abaixo com as fotos um mapa de nosso roteiro. Visão geral sobre turismo no Marrocos O Marrocos é um país de enormes contrastes. O país tem praias, montanhas, neve, deserto, cidades históricas e culturais. A cada 50 km a paisagem muda totalmente. Nas cidades grandes convive a mistura de modernidade e tradição. Não é todo lugar que se pode almoçar em um restaurante fundado em 1150 ou dormir em um hotel do ano 1348. E por falar em neve, as Montanhas Atlas têm neves eternas, ou seja, neves permanentes no topo, lindas. É um país seguro e de pessoas alegres, amáveis e que respeitam o turista. A polícia é muito educada e eficiente. São muito tolerantes e respeitadores quanto a outras religiões. Não há problemas para que mulheres viajem sozinhas, claro que devem se cobrir mais e não usar roupas muito justas por respeito a seus costumes. Também não precisam usar o lenço (hijab). Podem até ouvir uma cantada, tipo “quer casar comigo?” ou “quero casar com uma garota brasileira” e não se admire se em português. Todas suas fotos parecerão profissionais, porque além dos cenários incríveis a iluminação é perfeita. Por isso que Ouarzazate é chamada de Hollywood do Marrocos. Ocorrem muitas filmagens e não só de filmes com a temática árabe ou com deserto, mas até com temas europeus ou chineses por exemplo. Você vai ouvir muito as palavras: -Medina – É a cidade antiga que fica dentro das muralhas, ou seja, uma fortificação. Os portões das medinas são chamados de Bab, por exemplo, em Meknes tem a Bab El Mansour. -Souk, zoco, (espanhol), souq (inglês) – que se refere à zona comercial ou bazar dentro da medina. Há o souk dos couros, dos frutos secos, das joias, dos calçados, etc. -Riad – São mansões ou palacetes tradicionais sem janelas para o exterior, as salas e quartos abertos para o pátio interno ajardinado que muitas vezes tem árvores e fonte para refrescar. Abrigavam famílias numerosas e endinheiradas, hoje é uma palavra para hospedagem, ou seja, é um pequeno hotel sempre com decoração típica. Hospedagem que recomendo e é quase obrigatória, pela experiência, em Chefchaouen, Fes e Marrakech entre as cidades deste roteiro. -Kasbah – são palácios fortificados. Normalmente são de adobe (mistura de terra e palha) é um tipo de arquitetura muito comum no Marrocos. Tanto que, entre Ouarzazate e Thingir é chamado de Vale dos Mil Kasbahs. Alguns atualmente servem como hotéis. -Ksar – é uma cidadela fortificada e pode conter vários kasbahs. O mais famoso é o Ksar Ait Bem Haddou em Ouarzazate. -Bérbere – são os habitantes originais do Marrocos e de seus vizinhos Argélia, Mali, Tunísia antes da chegada dos árabes no ano 681. São diversos grupos ou tribos e sua cultura é muito forte e influente no dia a dia. Não confundir com índios, como li alguém citar. Tem uma cultura com escrita bem antiga derivada dos fenícios. Tiveram também influencia grega e romana. O grupo mais conhecido pelo cinema são os touaregs. -Djellaba - é o traje típico masculino. -Kaftan – é o vestido típico feminino. Assim como os trajes masculinos, tem para o inverno, o verão, para o dia a dia e para festas. Aliás, as mulheres vão ficar encantadas com a beleza dos mais festivos em exposição nas lojas. -Hijab – é o lenço feminino. Não é obrigatório. Também chamado nas lojas de pashmina. É uma boa opção de presente. Bem baratos e de boa qualidade. Baboucha ou babouche – São chinelos típicos. Tem para homens e para mulheres. São muito decorativos. Outra boa opção para presente. Também são bem baratos. -Dirham – É a moeda (abreviação MAD), que vale 10 a 11 por um Euro. Euros também circulam muito bem no comércio e hotéis. Bem fácil de converter, até de cabeça, para reais. Por exemplo, 200 MAD. Tire um zero e multiplique por 10 ou 11 (como preferir), o resultado é 20 Euros. -Hamman – É o conhecido banho turco. É um ritual de banho, esfoliação e massagem. Nós fizemos os dois juntos em Marrakech em nosso riad. Adoramos! Creio ser uma experiência obrigatória. E a moça que fez tinha mãos de fada, nada daquela coisa bruta que se vê em filmes. Coloquei os hotéis que ficamos para referência de preços (ver no Booking) e de localização, que no caso das cidades grandes também incluía o problema de chegar de carro. Isso porque dirigir dentro das medinas como em Marrakech e Fez é um problema. Todos tinham nota acima de 8 na época. Muitas atrações são livres ou muito baratas. Apenas mais caros foram os ingressos com guia na Mesquita Hassan em Casablanca e o Jardim Marjorelle em Marrakech. Mas valem todos os centavos. Estes não se comparam aos valores na Europa, são muito menores. Se for comprar algo mais caro tenha uma noção de preços antes de entrar em uma negociação. É uma experiência marcante que pode levar horas. Nós compramos um lindo casaco de couro de camelo para minha esposa. O preço começou em umas três vezes mais, saímos, voltamos umas duas vezes e novas discussões de valores. Então soube quanto era a faixa de preços lá no riad e também com outro vendedor e no final quando já estávamos quase brigando fechamos em 80 Euros, ficamos amigos, nos abraçamos e conversamos. Para mais informações veja no site:http://www.marrocos.com/ A culinária Mundialmente famosa e exótica com muitos temperos, mas nada que desagrade a maioria dos paladares (ah..., tem o cominho) e há também muitos pratos vegetarianos. Não tem esquisitices. Não estranhamos e gostamos muito. É bem variada e os mais populares são: -Cuscuz – Que é feito com sêmola um tipo de trigo duro. Quem gosta do cuscuz paulista vai gostar porque é semelhante, mas melhor. -Tajine – Costuma ser alguma carne bovina, cordeiro, frango, peixe. É como uma carne de panela muito macia. São cozidos lentamente em uma panela de barro com o mesmo nome. -Mechui – Cordeiro assado lentamente e muito macio. -Sopas – As mais comuns são a harira e baissa de habas (favas). Tomávamos todos os dias e muitíssimo barata. -Paella – Espanhola. Servida no litoral. Como em Rabat. -Pastella ou pastilla – É um prato bastante exótico com uma carne como frango ou pombo com ameixas, amêndoas e mel, cobertos por uma fina massa folhada e cobertos com açúcar de confeiteiro. Mistura salgado e doce. É bem gostoso e bonito. -Pinchito – são espetinhos. Semelhantes aos que conhecemos. -Kebab – são espetinhos de carne moída. Bem conhecidos por aqui. -Amlou – é conhecida como a “Nutella marroquina”. É deliciosa, mas não achamos semelhança, é bem fluída, não pastosa. Confeccionada com amêndoas, mel e óleo de argan. Todos os pratos são acompanhados com pão à vontade. Nas cidades maiores há também várias opções de comida internacional, de mexicana a tailandesa. Muitas vezes, como estávamos em dois, um pedia um cuscuz e outro um tajine e cada um comia um pouco de cada. Em todos os lugares são pratos muito fartos. Só em Marrakech são um pouco menores, mas nunca faltou comida. Todos os cardápios são pelo menos em francês, inglês e espanhol e tem foto da comida, além da descrição. Não deixe de entrar em uma pâtisserie (confeitaria) para fazer um lanche e ficará encantado com a variedade de doces. São de um sabor delicado e não muito doces. Usam mel, amêndoas, gergelim. E não deixe de tomar o suco ou batido de amêndoas, que é fantástico, vem quase copo de liquidificador. Mesmo assim foi um para cada. Vai se esbaldar comendo tâmaras e tem uma grande variedade. Procurei comprar embaladas. São deliciosas. Azeitonas, eu nem imaginava que havia tantas variedades. Servem até no café da manhã. E na maioria das vezes antes de qualquer refeição já colocam na mesa pão e azeitonas. Como é dirigir no Marrocos Dirigir no Marrocos é fácil e uma experiência incrível que te faz sentir na pele os lugares por onde passa, viajando no teu ritmo e desfrutando do trajeto, não só dos destinos. Nosso roteiro deu uns 2000 km, mas rodamos um total de 3600 km. Alugamos o carro pela internet pelo site https://www.economycarrentals.com que apresentou os melhores preços (até a metade de outros) e não tinha taxas extras. A locadora foi a Europcar, e escolhemos um i30, na falta nos ofereceram como upgrade o Qaskay que é uma SUV do porte do Jeep Compass. Um detalhe maravilhoso que era a diesel, o que fez a diferença, porque fez 22,5 km/l. Pagamos pela diferença R$ 120 (convertidos). Então, lá escolha o diesel. Uma coisa que não entendi é que no ticket da máquina de cartão apresentou a palavra débito, apesar de ter escolhido o crédito. E no fim das contas saiu mesmo no crédito na fatura do cartão. Não entenderia mesmo em português, muito menos em francês. Mas na próxima vez lá, já sei e tudo bem. Portanto, não se preocupem com isso. Se quiseres saber o preço dos combustíveis lá para planejamento veja em https://www.globalpetrolprices.com/gasoline_prices/ que mostra a média dos valores praticados em todos os países. Evite dirigir nas grandes cidades que pode ser confuso e também para não perder a vaga do estacionamento, que em geral é na rua com “flanelinhas” licenciados, custou 2 Euros por noite em todos os lugares. Pode ficar tranquilo que ninguém mexe. Não vá deixar coisas de valor à vista, é claro. Nestas use táxis que são baratos. As placas de sinalização são em árabe e alfabeto ocidental. Verá algumas em bérbere nas autoestradas (escrita que lembra a dos fenícios). Não é necessária a PID (Permissão Internacional para Dirigir). As estradas são de ótima pavimentação e poucas têm pedágios sendo a maioria baratos (foram valores como 6, 8 ou13 MAD, ou seja, 1 Euro), a exceção é a que vai de Marrakech à Casablanca. A polícia é bastante simpática, então também seja. Não ultrapasse os limites de velocidade que com 90% de chances você trará como “souvenir” uma multa. Têm radares em todas as estradas inclusive as mais desertas. Minha principal atenção foi com a placa Ralentir (desacelere) que é uma pegadinha no sentido literal mesmo. Leia neste post https://www.tempodeviajar.com/como-escapar-gendarmerie-royale-marrocos/ lá tem todas as informações necessárias para dirigir com tranquilidade no Marrocos. Chefchaouen nos mapas pode aparecer El Aiún. Por sinal, no Google mostra no menú a opção El Aiún, Chefchaouen, Marrocos. É esta mesmo. SAINDO DE CASABLANCA Total: 2000 km 1º Dia 05/3- Chegada a Casablanca Chegada ao hotel no final da tarde, por conta dos atrasos. Então, o previsto para fazer não deu certo e ficaram várias atrações para outra viagem. Pernoite em Casablanca – Le Trianon Luxury Hotel & SPA. Escolhi pela nota no Booking na época superior à 8 e pela localização perto de várias atrações e junto ao Twin Center que é uma referência. O custo-benefício dos hotéis em Casablanca é baixo. Neste mesmo, o café da manhã era a parte e custava 7 Euros por pessoa. Tomamos café em uma lanchonete. 2º Dia 06/3- Casablanca – Rabat – 85 km – 1:00 h - Mausoléu de Mohammed V - Torre Hassan - Kasbah dos Oudaias. É uma fortaleza cheia de residências ainda usadas atualmente. Não é necessário guia, mas se quiser combine, inclusive se entrar em uma casa vão querer te cobrar a parte, então trate antes. - Jardim Andaluz - Chellah (antiga necrópole que foi construída fora das muralhas pelos Merenidas no século XIII, que abriga as ruínas da antiga cidade romana). Hoje é um bonito jardim que dá vontade de passar uma tarde. É cheio de cegonhas e seus ninhos. - Palácio Real. Não pode tirar fotos. Almoçamos na praia junto ao Kasbah dos Oudaias 180 MAD (para dois) Pernoite em Rabat – Riad Meftaha 3º Dia 07/3- Rabat – Chefchaouen – 250 km – 3:35 h Chefchaouen é imperdível! Conhecida como “cidade azul”, é uma das cidades mais coloridas do mundo, muito fotogênica e autêntica. Você se sente voltando mil anos no tempo. Parece que todos os moradores usam roupas tradicionais, até os meninos usam a jelaba e com capuz parecem magos de um filme de Harry Potter. Quem gosta de gatos vai adorar, porque são muitos pelas ruas e todos bem tratados, estes tendo sido até objeto de um estudo de universidade. São muitas as opções para refeições e também bem econômicas, na praça é uma pechincha. Pernoite em Chefchaouen – Dar Zambra. Este hotel fica dentro da medina, bem no alto, então tem que contratar carregadores (combine antes) ou terá que subir pelas ruelas e escadas com tudo nas costas. Todas as atrações na cidade estão listadas abaixo. 4º Dia 08/3- Chefchaouen -Cidade antiga e medina. Exige muito das pernas para percorrer os labirintos de ruelas e escadarias. É o que mais se faz lá, olhar, descobrir e encantar-se. -Castelo central -Mesquita com minarete octogonal -Lavanderia pública Rass Elma Pernoite em Chefchaouen – Dar Zambra 5º Dia 09/3 –Chefchaouen – Volubilis 165 km– Méknes Total: 200 km – Volubilis – Méknes 34,3 Km 44 min. Volubilis - Volubilis (imensas ruínas romanas datando de 28 A.C). Nós paramos junto a uma cerca e avistamos de longe. Não tivemos tempo para visitar. Meknes Meknes é uma cidade surpreendentemente linda. Quando estávamos chegando a gente começou a ficar de boca aberta. Os roteiros turísticos não lhe dão a devida importância, mas é uma das cidades que o guia Lonely Planet recomenda para a visita em 2019. Nós moraríamos lá, se pudéssemos. - "Tour des remparts", circuito das muralhas, que passa pelas diversas portas ("babs") da cidade; fizemos com uma carruagem. A cidade antiga é cercada por três conjuntos de muralhas, sendo uma dentro da outra e a externa com 12 metros de largura. - Mausoléu de Moulay Ismail (construtor da fortaleza, que teve 500 mulheres e 800 filhos!), uma das poucas mesquitas que podem ser visitadas, exibindo trabalhos decorativos riquíssimos; - Bab El Mansour - Medersa Bou Inania - Palácio Real, com seus fantásticos estábulos, com capacidade para 12.000 cavalos e respectivos cavaleiros, os silos, com capacidade de armazenagem de 2 anos, o reservatório com uma "nouria" (monjolo), apto a alimentar de água tanto o palácio, quanto a "medina", além dos jardins suspensos com oliveiras. Uma obra de engenharia militar. Um guarda se ofereceu por um pequeno valor nos servir de guia. - Ville Nouvelle (cidade nova), onde estão localizados os hotéis e restaurantes, mais parecendo um "mercado persa". Quanto ao artesanato, seu forte são os "damasquinados": semelhantes aos trabalhos encontrados em Toledo (Espanha), só que elaborados com ferro e prata. Pernoite em Meknes – Riad Yacout, este fica dentro da muralha, uma localização privilegiada e perto de tudo. O riad era lindo e com uma decoração muito autêntica. O ano de fundação era por volta de 1750 se não me engano. 6º Dia 10/3 - Méknes – Fez 64 km Fez é uma das cidades mais antigas do Marrocos, sua fundação foi 789. É misteriosa e cultural, é maior medina que não entram carros do mundo. Percorrer suas ruas e ruelas é a principal atração. E ficará impressionado com a qualidade dos objetos de couro, com as cerâmicas, dos ladrilhos, com as portas, bem, a lista é longa. Porque você vai se surpreender a todo o momento. Precisaríamos ter ficado mais uns dois dias pelo menos. - Bab Boujloud – o portão azul, principal entrada para a Medina - Medersa Bou Inania (medersa ou madrassa) - Dar-el-Makhzen (Palácio Real) - Bairro judeu Fez Mellah - Santuário de Moulay Idriss I - Padaria comunitária. São bem comuns até hoje. As pessoas levam o seu pão para assar lá. - Medina - Jardin Jnan Sbil - Palacio Glaoui - Al-Karaouine University – Foi fundada em 859 por Fatima Al-Fihri e é a mais antiga universidade ainda em funcionamento contínuo do mundo de acordo com a UNESCO. Mas não se pode entrar, pena. - Museu de Artes e Ofícios de Madeira de Nejarine - Tombeaux merinides (Tumbas dos Merenitas)- Vista da cidade - Quartier tanneurs – quarteirão de tingimento de couros -Borj Nord (Museu das Armas) Fortaleza no alto de uma colina -Dar-el-Makhzen (Palácio Real) Observação: Serviço Oficial de Guias em Fez é tabelado: Meio- dia: 200 MAD inclui apenas visita a medina. Nós contratamos um guia que foi chamado pelo gerente de nosso riad para otimizar o tempo, então nosso tour começou por volta das onze horas até lá pelas quatro e meia da tarde. Foi meio corrido e com muita informação. Depois ande sem guia, então vai se perder e se achar entre as 10.000 ruelas (isso mesmo) que compõem esta medina. Nós tínhamos como referência a Bab Boujloud, o portão azul, já que nosso riad ficou próximo. No outro dia era sexta-feira e no Marrocos que é muçulmano, equivale ao domingo. Então, dentro da medina a maioria do comércio estava fechado. Utilizamos o serviço de um guia para conhecer a parte fora da medina. Ele foi com uma van, e este sim foi maravilhoso, com muitas explicações inclusive sobre sua religião. Esta hospedagem merece uma referência especial, já que nunca na vida fomos tão bem acolhidos em um hotel quando lá. O gerente nos colocou sob os cuidados do Hassan, e tudo que precisamos, ele nos auxiliou. Levou o carro que estava com pneu furado para conserto, conseguiu os guias, a compra de remédio para tosse (gripei) e um monte de coisas. Este riad é um palácio literalmente e nos deram uma suíte enorme que tinha até sala com sofás e o ambiente finamente decorado. Daria para passar um dia só fotografando os detalhes de tudo. Este riad foi construído em 1373. Bem antigo, mas reformado e belíssimo. Pernoite em Fez – Riad Al Makan – creio que melhor localização é impossível. 7º Dia 11/3 – Fez Pernoite em Fez – Riad Al Makan 8º Dia 12/3 - Fez – Ifrane 72 km Ifrane é chamada de “Suíça Marroquina” e os tours normalmente só fazem uma passagem de umas horas, ela é mais “ocidental”, mas a natureza em volta é belíssima. Mas nós queríamos ver neve, por isso resolvemos ficar um pouco e ter um tempo para descansar. Fizemos até bonecos de neve e interagimos bastante com as pessoas. -Estação de esqui. -Bosques de cedro com os macacos de Gibraltar, são a mesma espécie e bem mansos. Podemos nos aproximar sem que agridam. Entramos em uma estrada ao lado do hotel e ao longo do percurso víamos as pessoas fazendo pic-nic. -Nascentes de água -Parque das Cascatas de Vitel -Termas Naturais de Ras El Ma Pernoite em Ifrane – Hôtel Relais El Maa, sem café da manhã. Tinha uma lanchonete junto, mas comemos todas as refeições em um restaurante a poucas quadras. 9º Dia 13/3 – Ifrane Pernoite em Ifrane - Hôtel Relais El Maa 10º Dia 14/3 - Ifrane – Merzouga 400 km – tempo estimado de viagem 6:00h Atenção ao tempo de viagem, que pode ser maior dependendo das paradas. Leve água e coisas para comer, porque não dará tempo para almoço se você quiser chegar até às quatro da tarde para ir de dromedário ao acampamento no deserto. Este horário tinha sido combinado por e-mail com nosso riad, e a finalidade é estar no acampamento ao por do sol. Foi o trecho mais longo que dirigimos e é demorado por conta das várias cidadezinhas que passamos. Muitas gostaríamos de ter parado um pouquinho. O passeio com dromedários até o acampamento no deserto foi uma experiência e tanto. Levamos em torno de uma hora e meia de dromedário. O jantar foi preparado no acampamento e o desjejum quando retornamos ao riad. Creio não ser necessário falar o quanto isso foi emocionante. Ah, e era nosso aniversário de 24 anos de casamento. Pernoite em Merzouga no deserto em uma tenda 11º Dia 15/3– Merzouga -Tour das dunas (visita a aldeia Khamlia, Minas Mfiss e oásis Tissardmine. Preço 500 MAD por pessoa (+- R$ 200,x2), achamos meio caro, mas cômodo pois tínhamos combinado tudo antes por e-mail. Foi em torno de quatro horas. Visitamos: -Aldeia e oásis de Hassilabied, aldeia e oásis de Merzouga, músicos Gnawa na aldeia de Khamlia, Dunas de Iqri, aldeia de Tisserdmine, nas dunas, visitar o Depôt Nomade (loja de tapetes e museu), planalto negro de cobalto vulcânico da Hamada du Ghir. Passa pelos caminhos de uma antiga rota do Paris Dakar, também verá nômades acampados junto às dunas. À tarde fomos à Rissani para ver o mercado. Andamos por dentro de um kasbah que tinha várias famílias morando. Faltou conhecer o centro de Merzouga. Pernoite em Merzouga - Kasbah Azalay Merzouga. Esta hospedagem tem uma linda vista para o deserto e você vai querer ver o sol nascer. O traslado até o acampamento, o acampamento e jantar no deserto foram organizados por eles e combinado por e-mail. Creio que todos os hotéis ou riads também façam. 12º Dia 16/3 – Merzouga – Tinghir - Boumalne Dades 252 km Em Tinghir (ou Tinerhir), dê uma parada obrigatória e contemple a cidade oásis. -Gargantas do Dadés. É um desfiladeiro incrível e que vai render umas fotos impressionantes. Não deixe de dirigir até o alto. -A Garganta de Todra, é outro desfiladeiro, com paredes com mais de 200m de altura. -Vale das Rosas em Kelaat-M’Gouna, Jbel Saghro, La Vallée Des Figues, Vale das rochas Dedos de Macaco, Vale dos Pássaros. Para chegar nas Gargantas de Dadés: Em Boumalne pegar a R 704. E para ir à Garganta de Todra pegar a R 703 e andar uns 17 km. -Kelaat M’Gouna – Entrada para o Vale das Rosas. Aproveite para olhar as lojinhas e comprar uns perfumes, que são de excelente qualidade e com essências locais (influência francesa), são lembrancinhas boas e baratas. Pernoite em Boumalne Dades – Maison D’Hotes Restaurant Chez L’Habitant Amazigh 13º Dia 17/3 - Boulmane – Skoura – Ouarzazate Este trajeto é conhecido como o Vale dos Mil Kasbahs” e realmente são muitos. - Em Skoura com Kasbah Amerhidil e Sidi El Mati. Ouarzazate é uma maravilhosa cidade com vários atrativos onde dá para sentir o dia a dia das pessoas e também pode servir de base para visitar os arredores até 100 km. É conhecida como a “Hollywood do Marrocos” devido à produção de filmes. Em Ouarzazate: - Kasbah Tifoultoute - Kasbah Taourirt - Kasbah des Cigognes - Ksar de Ait Ben Haddou. Impressionante. É uma cidade fortificada fundada em 757 e ainda vivem lá algumas famílias. Lá foram feitos muitos filmes como Lawrence da Arábia, O Gladiador, A múmia, Alexandre, etc. Fica a 30 km da cidade em direção de Marrakech. Indo pela N9 e depois pegar P1506 e andar uns 9 km. Nós preferimos ir e voltar para Ouarzazate. - Museu do Cinema - Estúdios de Cinema Atlas. Não foi possível entrar porque estava acontecendo uma filmagem. - Estúdios de Cinema CLA. Vá, só se tiver tempo. Eram objetos de cenários bem velhos, mas rendem boas fotos. - Bairro típico de Taourirt - Bairro típico de Tassoumaat, - Oásis Fint. Passamos umas horas e é muito relaxante estar entre as tamareiras. -Museu do cinema. Fica junto ao Kasbah Taourit. Aproveite para entrar nas lojinhas em volta. Lá encontrará peças incríveis, inclusive antiguidades. Pernoite em Ouarzazate – Hotel Dar Rita. Ela, a Rita é portuguesa e tem um excelente site com informações sobre o Marrocos: http://www.darrita.com/hotel-marrocos/. Mais informações também com: http://www.joaoleitao.com/viagens/marrocos/ (é irmão da Rita) 14º Dia 18/3 – Ouarzazate Pernoite em Ouarzazate - Hotel Dar Rita 15º Dia 19/3 - Ouarzazate – Marrakech 196 km O tempo de viagem de Ouarzazate à Marrakech é em torno de 4 a 5 horas, mas depende das paradas. Uma coisa que eu tinha muita vontade era de cruzar as Montanhas Atlas, e foi realmente fantástico com cenários de indescritível beleza. Todas as atrações de Marrakech custam em torno de 10 MAD (1 Euro). É melhor usar táxis para se locomover para fora da medina e negocie antes. Nós fomos ao Jardim Marjorelle de Tuk tuk. Não se hospede muito longe da praça, pois ela será sua referência para tudo. - Jemaa el Fna. De dia é uma coisa, e à noite se transforma numa mistura de magia com luzes, cores e aromas. Falta-me talento literário para descrever melhor o que se sente e vê. É a principal praça de Marrakech e uma das mais famosas do mundo e é onde a vida pública acontece. É bem movimentada durante o dia, mas ao cair da noite é quando tudo acontece. Parece que toda a população e turistas vão para lá e é impossível não sorrir o tempo todo ao ver todo mundo tão alegre e se divertindo, comendo, assistindo os vários espetáculos que estão acontecendo (como encantadores de cobras, malabaristas, etc). Nas ruas da medina chega a acontecer congestionamento de gente a pé. Sério, eu vi, então já esteja por lá ao entardecer e fique até lá pelas nove da noite quando o movimento diminui. E a gente tem que ter cuidado são com as motos tipo “mobiletes” que andam a toda entre as pessoas dentro da medina. - Mesquita Koutoubia com minarete de 70 m. - Tumbas Saadianas - Palácio Real - Palácio Bahia que é lindo - Palacio El Badi em ruínas, pois foi saqueado para construir Méknes - Medersa Ben Youssef - Museu Dar si Said – Museu de artes de Marrakech (vale mais pela arquitetura) - Museu de Marrakech - Qoubba Almorávida – fica perto da Medersa Bem Yousef - Jardim Majorelle (entrada 20 MAD + 15 para o Museu Berbere). Superou todas as expectativas. Não dá para deixar de ir. Está junto a uma casa que pertenceu a Yves Sain Lawrent e é inspirado nos jardins islâmicos, tem uma coleção de cactos e palmeiras de todo o mundo, tudo com descrição. Lá vimos, do Brasil buriti e butiá. Reserve umas três horas pelo menos, porque é enorme e cheio de coisas para ver. Imperdível também é o Museu Bérbere, e isso que não sou muito de museus. - Gueliz e Ville Nouvelle (parte mais moderna, tem até um Carrefour (onde dá para comprar bebidas alcoólicas) - Cyber Park. Fica bem próximo da entrada da medina. É bonito, mas vá se tiver tempo ou na volta do Jardim Marjorelle se quiser dar uma parada. - Muralha da Medina. Ver os portões Bab Agnou (mais importante) e Babe Rob além de Bab Debbagh, que dá acesso aos curtumes, e também no Bab Aghmat. - Souk do Ouro, souk das frutas, Souk Semmarine (sandálias, babouches, jóias, puffs), Souk Ableuh (especiairias, azeitonas), Souk Kchacha (frutos secos), souk dos instrumentos musicais, Souk do tapetes, Souk Mouassine, Souk El Khemis, Souk Siyyaghin (jóias, ouro), Souk Smata (babouches, cintos). - Maison de la Photographie Pernoite em Marrakech – Riad El Wiam 16º Dia 20/3 – Marrakech Pernoite em Marrakech – Riad El Wiam 17º Dia 21/3 – Pernoite em Marrakech – Riad El Wiam 18º Dia 22/3 - Marrakech – Casablanca 242 km Tempo estimado 3:30h Gastamos a manhã neste trecho, que é uma autopista, com pedágio caro. Fizemos check-in adiantado no hotel em Casablanca. Deixamos o carro estacionado na frente do hotel e à tarde pegamos um táxi para ir ao Morocco Mall. Este é o maior shopping center da África e nosso objetivo foi ver um aquário gigante no qual tem um elevador que passa por dentro. É maravilhosa a sensação que “lembra um mergulho”. Se paga uma pequena taxa e pode fotografar, mas sem usar flash. Nem vimos lojas, porque eram só daquelas grifes bem esnobes como Chanel, Louis Vuitton e Cartier. Depois demos uma caminhada pela Boulevard de la Corniche, que é uma avenida na beira-mar. Voltamos para o hotel. Casablanca é uma cidade muito bonita que tem a mistura de arquitetura do tempo da colonização francesa e a modernidade. O trajeto do aeroporto ao hotel, os arredores do hotel, o percurso até a Mesquita e ao Morocco Mall foi o que vimos e nos deixou uma ótima impressão e desejo de quando retornar ver o que faltou. Pernoite em Casablanca – Le Trianon Luxury Hotel & SPA. 19º Dia 23/3 – Casablanca Entregar o carro no aeroporto. Retorno – Partida 12:20h Vídeo do Youtube sobre as experiências no Marrocos: https://www.youtube.com/watch?time_continue=178&v=awQEEEWLYq0 Nossos custos (2 pessoas) foram 2116 Euros assim discriminados: -Almoço e jantar – 630 -Lanches - 112 -Hotéis/riads - 876 (alguns mais simples outros bem legais, mas todos muito bons) Atrações - 50 Aluguel do Carro - 265 (para todo o período) Diesel - 183 Para ter uma ideia dos custos de um destino uso o https://www.numbeo.com/cost-of-living/ pode conferir que é bem aproximado e em média gastei sempre um pouco menos. Frases úteis em Francês, expressões francesas do dia-a-dia que ajudam a parecer mais simpático. Sim = Oui Não = Non Obrigado = Merci Salut = Oi / Tchau Ça va = Tudo bem (pode ser pergunta ou resposta) Bom dia = Bonjour (usado o dia inteiro) Boa tarde = Bonsoir (aos finais de tarde) Boa noite = Bonne Nuit Adeus = Au revoir Palavras em árabe Saudações: -As-salam alaykom = “que a paz esteja com você”, pronúncia: assalam-aleicûm -Responda a esta saudação padrão com "Wa Alykom As-salam, pronúncia aleicûm-assalam,= que a paz esteja com você também, pronúncia: aleicûm-assalam -Salam = Oi! – cumprimento informal - Shukran = Obrigado -Agradecendo o chá de menta: antes de beber, olhando nos olhos do anfitrião dizer: bi saha Foram nossas experiências mais incríveis: -Visitar os mercados e souks sentindo suas cores e aromas -Passar a noite em um acampamento no deserto do Sahara -Ir até o acampamento de dromedário -Percorrer a gigantesca medina de Fez -Conhecer Chefchaouen, a cidade azul -Andar e se encantar à noite pela Praça Jemaa el Fna em Marrakech -Dirigir. Subindo para as Montanhas Riff, passando por lugares indescritíveis como a Garganta Dades, ir ao deserto, se emocionar ao chegar em cidades como Méknes e tantos outros lugares -Cruzar as Montanhas Atlas e ver neves eternas, vales e vilarejos -Maravilhar-se com os vales verdejantes no deserto e o aproveitamento de toda terra fértil. -Conhecer as pessoas, com um pouco de sua cultura e religião e ter a oportunidade de interagir com elas. Fizemos amigos lá. Levamos as melhores lembranças.
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    A Tailândia era meu sonho, lendo o blog da Vida Mochileira vi os valores em detalhes em uma planilha e cheguei a conclusão que para um mês na Tailândia teria que ter o mínimo de R$10.000 pra fazer tudo que queria. Blog que pesquisei valores https://vidamochileira.com.br/tag/tailandia/ Adoro os blogs que detalham todas as despesas de uma viagem porque facilita muito para quem está se planejando. Realmente passei a achar que poderia ter condições de realizar o que tanto desejava após ver os relatos da Mari e tirar todas as dúvidas possíveis em seu blog. Como achava meio impossível ir à Tailândia sem um mínimo de 2 anos economizando ,e fiz em 1 ano, quero relatar meu planejamento considerando meu salário que em 2017 era R$ 1.500. A primeira coisa que fiz foi fazer uma tabela com todos os locais que gostaria de ir, depois vi as passagens e procurei alguém pra ir, meu namorado não quis, pois seria um ano complicado pra ele no trabalho, então me programei pra ir só. Moro com meus pais e minha renda é para meus gastos pessoais, isso facilita muito. Pra quem tem família e é responsável pelo seu sustento, a realidade é outra e bem mais difícil –eu sei . Em resumo, minha renda era pra pagar meu curso de inglês, internet e alimentação, conta do celular e poupar. Teria que conseguir economizar R$ 1000,00 por mês pra conseguir viajar em um ano e foi essa minha meta, mas viver com R$ 500,00 seria complicado tendo em vista que só meu inglês era R$ 400,00. Poupei por 3 meses 1000 e vi que seria possível. Sempre fui muito boa em economizar e não gasto dinheiro com coisas superficiais, teria só que apertar mais um pouco as contas e foi o que fiz. Pra continuar o curso de inglês comecei a dar banca para crianças da minha rua e aulas para pessoas que estudavam EAD e tinham dificuldades com o uso do computador, também me voluntariei em uma rádio da cidade que tinha a possibilidade de conseguir patrocínios e ganhar porcentagem, conseguir algumas propagandas e isso deixou que o ano fosse mais tranquilo. Em 12 meses tinha os 10 mil, no meio desse percurso meu namorado resolveu que também conseguiria ir, reservei hotéis e passagens e lá estava eu realizando meu sonho. Não contei meus planos para ninguém, pois achava difícil conseguir em ano, e quando contei minha mãe não acreditou, ora, era Ásia por 1 mês. Além da Tailândia, passei um dia na Alemanha perdidona fazendo turismo e meu maior medo era me perder sem saber falar inglês e não conseguir voltar para o aeroporto, mas fui e fiz um super tour sozinha. Sou tão prolixa, esse texto ficou enorme, mas era pra falar que é possível com foco e determinação, você não precisa ganhar 3, 4 ou 5.000 pra realizar um sonho grandão!
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    fala pessoal, sou do mochileiros há mais de 15 anos! muito tempo rodando por aqui....afastado a bastante tempo, mas to de volta! em 3 meses embarco com minha esposa e dois filhos (de dois anos e meio e 5 anos de idade) para um mega mochilão! eles tem pouco tempo de vida mas já rodaram um bocado...mas nada comparado a essa viagem! na verdade acho que vai ser a mais desafiadora da minha vida. Viajar com filhos pequenos é mais aventura que escalar o k2!!!!!!!!!!! kkkkkkkkkkkk enfim, vais ser mais ou menos isso aqui: 28 de ABRIL – VÔO RIO LIMA 29 DE ABRIL – LIMA – Manhã – praça de armas (catedral com catacumbas, casa do arcebispo, etc) – almoço – tarde huaca pucllana – janta huaca puclla – parque das águas pra fechar o dia Relax, pracinha, descansar, parque das águas pela noite 30 de abril – LIMA - PARACAS em onibus DIA 1º DE MAIO – PARACAS Passeio deserto costa cliffs e ilhas balestas DIA 2 DE MAIO – PARACAS – ICA – DESIERTO DE HUACACHINA DIA 3 DE MAIO – PARACAS – LIma DIA 4 DE MAIO – LIMA CUSCO DIA 05 DE MAIO – CUSCO Descansar, passeio pela cidade, não se movimentar muito, ver citie tour DIA 06 DE MAIO – CUSCO City tour, mercado central , comer, relax, descansar... DIA 07 DE MAIO – Maras e Moray (salineira) DIA 08 – ir para Ollantaytambo – ir cedo, contratar guia local volta pelas ruinas, passeios, curtir DIA 09 – Ollantaytambo – relaxar na cidade DIA 10 - OLLANTAYTAMBO – AGUAS CALIENTES EM TREM DIA 11 – MACHUPICCHU E RETORNO A CUZCO – domir em CUSCO posada del viajero DIA 12 – CUZCO – PUNO – 8 da manhã DIA 13 – PUNO - ILHA DE URUS URUMA ONDE VAMOS DORMIR DIA 14 – PUNO – COPACABANA DIA 15 – COPACABANA – DORMIR NA ILHA DO SOL DIA 16 – COPACABANA - LA PAZ DIA 17 – LA PAZ DIA 18 – VOO LA PAZ IQUIQUE DIA 19 - IQUIQUE DIA 19 – IQUIQUE – SAN PEDRO DE ATACAMA DIA 20 – ATACAMA DIA 21 – ATACAMA DIA 22- ATACAMA DIA 23 – ATACAMA DIA 24 – ATACAMA DIA 25 atacama jujuy - DIA 30 - VOO SALTA - RIO. ENFIM, ESSE é o roteiro, quero pegar dicas específicas dos lugares que vamos. A maioria dos hoteis já estão reservados...com dois pirralhos não da pra arriscar muito.
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    54 dia - 21.02.2017 - Terça-feira VALE DO CONTESTADO FINALMENTE CHEGADA A CHAPECÓ 22° dia Saída da entrada do distrito de Arvoredo e chegada a Chapecó - SC +- 22 kms em aprox. 04:30 hrs. Acumulado total: 1243 kms Acumulado rumo Chapecó: 367 kms kms(de Laguna a Chapecó). Ônibus: Acumulado Ônibus: 355 kms Acordamos mais tarde, pois o ônibus que nos levará até o ponto, que terminamos ontem, só sai às 07:30hrs. A rodoviária fica a uns 500 metros do hotel. Compramos passagem pela empresa Reunidas $7,15 por pessoa até o ponto. Em +- 30 minutos chegamos ao ponto, começamos a caminhar na mesma estrada asfaltada com acostamento estreito e com muito movimento de veículos. Dessa vez foi diferente, foi praticamente uma descida e uma subida, fortes e de mais de 10 kms cada. Lindo visual de montanha, paramos numa fábrica de sorvete na chegada de Chapecó e esbaldamos. Apesar do trecho ser curto, o forte calor atrapalhou muito . A chegada a Chapecó foi bem tranquila, no caminho já conhecemos a ARENA CONDÁ (estádio da Chapecoense) uma fila enorme de jovens inscrevendo na peneira do time. Rapidamente achamos um hotel razoável e já alojamos. Depois de um bom banho, pegamos um ônibus no terminal urbano no centro (uma quadra do hotel) e fomos conhecer o shopping center da cidade, aproveitamos e Almoçamos um Self-service à $44,90 o quilo. Descemos próximo à igreja matriz e conhecemos a redondeza. Hospedagem: Hotel Chapecó, centro, perto da matriz e terminal urbano. Camas boas, wifi, frigobar, ar condicionado, limpo. Preço $76 por pessoa com café da manhã. CHAPECÓ: a maior cidade da região, ótima estrutura hoteleira e de apoio ao turista. Linda e organizada. Algumas fotos: VER DIA ANTERIOR
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    53° dia - 20.02.2017 - Segunda-feira VALE DO CONTESTADO RUMO A CHAPECÓ 21° dia Saída de Seara e chegada a Entrada do distrito de Arvoredo - SC +- 21 kms em aprox. 04:40hrs. Acumulado total: 1221 kms Acumulado rumo Chapecó: 345 kms kms(de Laguna a Chapecó). Ônibus: Acumulado Ônibus: 355 km. Acordamos bem cedo, definimos que faríamos essa etapa de 43 kms em 2 dias, devido ao forte calor que estava previsto para a região, aliado às grandes e fortes subidas e descidas. Saímos por volta das 05:20hrs, andamos pequeno trecho dentro da cidade. Começamos a caminhar pela rodovia asfalta sem acostamento, com muitas curvas fechadas e uma íngreme e longa subida, com grande movimento de veículos, principalmente caminhões (maioria de porcos e ração). Depois dessa subida pegamos uma forte descida longa, em curvas. Paramos no posto Ipiranga (a uns 10 kms de Seara) tomamos um cafezinho e comemos torrone. Gentilmente a proprietária nos deu água gelada, que amenizou o forte calor que reinava. Continuamos na mesma toada, subidas e descidas fortes e longas, com muitas curvas fechadas, grande movimento de carros e caminhões, para piorar a situação o mato alto atrapalhava ainda mais a situação. Sabíamos que tinha um ônibus da empresa Reunidas que sairia às 09:30hrs de Chapecó com destino a Seara, então depois de pouco mais de 4 horas e meia, terminamos depois de uma forte subida e aguardamos a chegada dele, num ponto de ônibus coberto(entrada para o distrito de Arvoredo, ao lado de uma borracharia. Demos sinal para ele parar, e ele passou direto(todos os outros param ali, somente esse desse horário que é direto de Chapecó a Seara (pronto, o próximo só ia passar depois das 13:30 horas). Ficamos meia hora pedindo carona e apareceu o Juca, morador de Seara, que nos levou até a porta do hotel em Seara. Esse trecho tem muita mata fechada, grandes criações de porcos, frangos e bois, plantações de milho e eucalipto. Lindíssimo visual de montanha. Retornamos à Seara, comemos um excelente Self-service a $20 por pessoa à vontade, numa churrascaria próxima da JBS. Hospedagem: o mesmo do dia anterior. Algumas fotos: Rodovia asfaltada sem acostamento e com grande movimento de veículos Lindo visual de montanha Porcos sendo transportados para algum frigorífico da região CRUEL Colheita com carro de boi Chegada a CHAPECÓ SC DESTINO FINAL O índio e a loja da Chapecoense O desbravador O estádio
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    49° dia - 16.02.2017 - Quinta-feira VALE DO CONTESTADO RUMO A CHAPECÓ 17° dia Saída de Treze Tílias e chegada a Água Doce - SC +- 20 kms em aprox. 04:20hrs Acumulado total: 1084 kms Acumulado rumo Chapecó: 208 kms(de Laguna a Chapecó). Ônibus: Acumulado Ônibus: 355 kms Saímos pouco depois da 05 da manhã, andamos um pequeno trecho dentro da cidade até o portal. Continuamos na rodovia asfaltada com acostamento estreito e com muito movimento de veículos, principalmente caminhões transportando porcos e uvas (hora cheiroso, ora fedido). Próximo da fábrica da Tirol paramos num posto para tomar um cafezinho. Continuamos namesma estrada, o movimento aumentou, o sol apareceu com toda força, sorte que terminamos bem rápido. Esse trecho tem subidas e descidas fortes e longas, lindo visual de montanha, grandes plantações de milho, criações de porcos e boi. Comemos um excelente Self-service a $20 por pessoa à vontade, numa churrascaria no centro da cidade. Hospedagem: Hotel Água Doce, na saída para Joaçaba, camas ótimas , tv aberta, frigobar. Preço: $40 por pessoa com café da manhã. ÁGUA DOCE: cidade pequena, tem 2 hotéis (um barato e outro caro), restaurantes, bancos, farmácias, supermercados, loteria. Algumas fotos: Criação do gado Lindo visual de montanha Chegada a Água Doce SC Monumento na chegada da cidade
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    Depois de terminar o trecho do Rio Grande do Sul (de Portão a Torres), resolvemos partir com destino a Santa Catarina, primeiro, seguindo a dica de um morador de Treze Tílias, que encontramos em Bento Gonçalves na porta da Vinícola Salton, queríamos conhecer esse município catarinense. Outras pessoas falaram muito bem da subida da Serra do rio do rastro(já passamos por ela de carro várias vezes, a pé seria a primeira vez), segundo eles, muitos ciclistas sobem aquela estrada sem grandes problemas, baseado nisso, começamos a estudar como faríamos esse trecho até a Serra. Tínhamos algumas alternativas(por Criciúma, pelo litoral....). No ano passado fomos muito felizes no litoral norte de Santa Catarina, resolvemos fazer parte do Litoral sul Catarinense, começando em Torres -RS e terminando em Laguna-SC pelo litoral. Em Laguna iríamos atrás de informações de como chegar até a Serra do Rio do Rastro, pois tínhamos algumas alternativas, o problema que algumas cidades de alguns roteiros não tinham hospedagem, e os trecho eram em estradas asfaltadas. No final deu tudo certo, fomos até Laguna e de lá, caminhamos até Tubarão, Orleans, Guatá e finalmente, subimos a pé a Serra, tudo foi muito tranquilo e belo. Em Laguna decidimos que iríamos subir a serra até Bom Jardim da Serra e de lá iríamos rever a serra catarinense de ônibus(São Joaquim, Urubici e Lages), em Lages pegaríamos um ônibus até Fraiburgo-SC e faríamos um longo trecho à pé até CHAPECÓ-SC, passando assim em Treze Tílias. No final deu tudo certo, ficamos maravilhados com a acolhida do povo catarinense e a beleza de todo o estado. TREZE TÍLIAS, a grata surpresa de toda a viagem.
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    13° dia - 11.01.2017 - Quarta-feira Saída de Caxias do Sul e chegada ao distrito de Cristina(Caxias do Sul). +-24 Kms em aprox. 05:15hrs Acumulado: 249 kms. Acordamos cedo, o tempo estava nublado, logo depois começou um chuvisco, resolvemos sair assim mesmo. Logo depois da perimetral comecou a chover forte, paramos num posto de abastecimento e colocamos capas nas mochilas e aguardamos diminuir de intensidade. Meia hora depois a chuva parou, andamos mais um pouco pela periferia de Caxias, e seguindo as placas chegamos rapidamente ao portal da ESTRADA DOS IMIGRANTES. A primeira parte de uns 8 kms é em estrada asfaltada em pista simples e com pouco acostamento. Esse trecho têm várias casas de madeira bem preservadas, grandes plantações de uva, caqui, figo, pêssego, milho, babosa. . Terminando o asfalto, começa estrada de terra estreita com uma grande e íngreme descida, neste trecho pequenas fazenda com produção de uva, caqui, figo, pêssego e milho. Numa casa conversamos com um morador que gentilmente ofereceu uva para nós, só tivemos o trabalho de colher, MOSTRANDO NOVAMENTE O ESPÍRITO DE COOPERAÇÃO DO POVO GAÚCHO. POVO FASCINANTE! Uma ou outra criação de gado e ovelhas. Chegamos noutra estrada asfaltada, viramos à esquerda e depois de alguns quilômetros chegamos a outra rodovia asfaltada, seguindo dica de um morador, atravessamos a pista e fomos conhecer o HOTEL FAZENDA DO VALE, a um quilômetro da pist. Desistimos de hospedar neste "hotel" (mesmo sabendo que naquele distrito tinha somente aquele "hotel" é que teríamos que pegar um busao até Nova Petropolis), pelo pouco caso do gerente, pois chegamos suados e cansados pelo fortíssimo calor que estava fazendo(acho que se não sentirem confiança em receber caminhantes, é só dizer que o hotel está LOTADO. É muito melhor). No distrito confirmaram que funciona assim mesmo, e olhe que esse "hotel" é bem simples. Retornamos a rodovia e viramos à direita e depois de um quilômetro chegamos na BR116 no distrito de CRISTINA (caxias do sul ). Neste distrito tem somente esse "hotel", mas nem de graça ficaria ali. Em frente ao posto de abastecimento pegamos ônibus ($5,00 cada) até Nova Petropolis, descemos na rodoviária e seguindo dicas dos moradores entramos no primeiro hotel. À tarde fomos almoçar um rango a $25,90 por pessoa à vontade. Hospedagem: Pousada Serrana, camas ótimas, tv aberta, frigobar, wifi, sala de jogos, limpo. Preço $93 por pessoa com café da manhã ótimo. Obs.: na cidade tem opções mais barata, ficamos ali pq chegamos tarde e cansados. Algumas fotos: Portal início da estrada do imigrante, em Caxias do Sul Lindas flores Casas coloniais bem preservadas Estrada de terra com muita neblina
  46. 1 ponto
    Neste dia, dormimos nos carro antes da 7 mile bridge. Isso mesmo, no carro. Key west lotada e nenhum hotel de menos de 1000 dólares disponível. Nos achamos super jovens, radicais e malandros até ver o estacionamento lotado, com famílias inteiras dormindo em seus carros... oi , como foi essa de dormir no carro? existe algum lugar indicado?
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    Olá Estou participando pela 1ªvez e gostaria de saber quem poderia me informar qual o melhor bairro para se morar em Poços de Caldas? Gostaria no centro ou mais central. Me indicaram o Jardim dos estados e também o funcionários. Gosto de ter comercio por perto, mas ao mesmo tempo uma rua tranquila e segura. Obrigada
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    Pois é, Juliana, nem me fale! Antes de viajar soubemos de histórias de batedores de carteira no Metrô de Paris, mas nem pensamos que isso poderia acontecer conosco em Madrid! Ajudou para ficarmos mais atentos! E atrapalhou um pouquinho na questão do cartão de crédito, mas no final deu tudo mais ou menos certo!
  49. 1 ponto
    Este relato não é exatamente de um mochileiro, mas sim de um viajante que não quis fazer um pacote XXX. Resolvi registrar o passeio por João Pessoa, e deixar algumas dicas, para retribuir as que eu achei por aqui. Eu, meu marido e minha mãe passamos 5 dias na cidade, em outubro de 2011. Mais abaixo tem o relato dia a dia e algumas fotos. Agora um resumo.. SOBRE JOAO PESSOA (JP): Foi considerada pela ONU a segunda cidade mais verde do mundo, e é conhecida como "a cidade onde o sol nasce primeiro", devido ao fato de no município estar localizada a Ponta do Seixas, que é o ponto mais oriental das Américas. A água do mar é lindíssima, tons de azul e verde. A cidade parece de interior, pacata, calma e aconchegante. 5 dias são suficientes para conhecer os principais pontos turísticos. O turismo parece estar só começando. De domingo a cidade fica muito tranquila. Até a maioria das barracas em pontos turísticos e lojinhas de artesanato fecham. Dia perfeito para fazer o city tour. As praias da Paraíba são caracterizadas pelas falésias e recifes, o que deixa o visual perfeito: areia branca, mar azul, falésias avermelhadas, e muito verde!!! :'> HOTEL: Ficamos no VERDEGREEN, eles tem uma proposta ecológica, com certificado e tudo (muito legal). Para escolher segui a indicação da pontuação do booking.com, e foi exatamente o esperado: Fabuloso. :'> Café da manhã excelente, tudo novinho, limpo, boa acomodação, ótima localização, tudo perfeito. Durante o passeio para o Sul, conhecemos a CONCHAS POUSADA, um paraíso na praia de Tabatinga –> aconchegante, bem cuidada, ótimo atendimento, praia muito tranquila e linda. Fica na cidade do Conde, a 25 Km de JP. TRANSPORTE PASSEIOS: Pesquisei algumas agencias que fazem pacotes com os passeios, mas não me agradou o fato de ir em uma van, tendo que fazer o horário do grupo. Então pesquisei aluguel de carro (diária-80,00; taxa de aeroporto-100,00; limpeza-10,00; GPS-50,00; mais combustível e estacionamento). Porem, quando chegamos em JP, conhecemos um taxista muito gente boa e fechamos o pacote com ele. Saiu um pouco mais caro que o aluguel, mas sem preocupação com caminhos, e podendo beber uma cervejinha antes de pegar a estrada. Foi perfeito!!! :'> *Não vi ônibus de linha para as praias mais distantes. *Não tem muitas placas indicando a entrada das praias. Não sei dizer se o GPS salvaria. ALIMENTAÇÃO: como o café do hotel era muito bom, normalmente fazíamos mais uma refeição, e um sorvete a noite. A média de gasto, comendo bem, foi de 25,00 por dia, por pessoa. * Mangai - restaurante tradicional de João Pessoa. Tem um self-service de comidas típicas. Vale a pena. 37,90 o Kg * Sorvete - tem várias sorveterias por kilo perto do hotel Tambaú. Vale provar os sabores do nordeste (pinha, tapioca, cupuaçu, etc). * Praça de Alimentação em frente ao hotel Tambaú - muito engraçado. 1) A maioria dos quiosques tem um nome com 'tapioca' (rainha da tapioca, tapioca nordestina, xxx tapioca, etc) 2) os quiosques são pequenos, mas na frente de cada um, ficam uns 3 a 4 vendedores oferecendo o cardápio. Tem uma linha no chão que eles não podem ultrapassar para abordar o cliente. E assim que alguém põe o pé na praça de alimentação, eles começam a gritar loucamente, pedindo se podem mostrar o cardápio. Uma bagunça.. rsrs. 3) Dá pra comer barato. PASSEIOS: Para passeios de barco o ideal é que a maré esteja no máximo 0.5 As agencias oferecem estes passeios todos os dias, independente da maré, porem conversamos com pessoas que não gostaram de ir a Picãozinho com a maré um pouco mais alta (0.6). - Areia Vermelha (barco) - O embarque é feito a partir das praias do Poço ou Camboinha (município de Cabedelo – litoral Norte), em barcos que fazem a travessia de 15 minutos. A Areia Vermelha é um banco de areia que emerge a aproximadamente um quilômetro da costa durante a maré baixa; a cor avermelhada vem da areia e das algas existentes no local. A combinação da areia e de recifes de corais permite a formação de diversas piscinas naturais de águas paradas. Chegando lá vários barcos oferecem mesas com consumação mínima de 30,00 (preço varia de acordo com a quantidade de pessoas no local). Fomos com o barco Beethoven (Ok). Passeio interessante porem nada de especial. Fomos com a maré 0.4, não tinha piscinas com peixinhos.. - Picãozinho (barco) – é um conjunto de piscinas naturais que se formam a aproximadamente um quilômetros da costa durante a maré baixa. Os barcos para Picãozinho partem da Praia de Tambaú, bem ao lado do Hotel Tambaú. Não fomos neste passeio devido a maré. Dizem que este é o melhor passeio para ver os peixes e corais, porem recomenda-se saber nadar, pois os barcos atualmente têm que parar longe para não danificar os corais. - Por do sol no Jacaré – passeio obrigatório no Litoral Norte. Todo fim de tarde, na praia fluvial de Jacaré (Rio Paraíba), acontece o pôr-do-sol ao som do Bolero de Ravel, tocado ao vivo pelo Jurandir do Sax. Esse ritual é mantido diariamente há mais de 10 anos. Existem 4 bares com píer com visão privilegiada para o espetáculo, e com som amplificado. Após o Bolero de Ravel cada bar toca música ao vivo, cada um no seu estilo, forró, MPB, etc. No primeiro bar (Bombordo bar e restaurante) uma violinista toca a Ave Maria as 18:00. Para pegar uma boa mesa é importante chegar até umas 16:00, pois o pôr-do-sol inicia cedo, aproximadamente as 17:00. Os bares cobram couvert artístico(5,00). Também é possível ver do lado de fora. - Litoral Norte - O Litoral Norte, cuja principal cidade é Cabedelo, é separado da capital pelo Rio Paraíba. Isso torna o acesso para o Norte mais longo e difícil do que para o Sul. Por isso, houve maior desenvolvimento econômico e turístico nas praias do Sul. Não ficamos em nenhuma praia do norte. Apenas passamos de carro. Aproveitamos para visitar o Forte de Santa Catarina. Detalhes das praias em http://www.feriasbrasil.com.br/pb/joaopessoa/aspraias.cfm - Litoral Sul – As praias do Litoral Sul são as mais visitadas e com melhor infra-estrutura no litoral da Paraíba. A maioria situada na cidade do Conde. Destaques: *Barra do Gramame: o encontro do rio com o mar forma uma bela paisagem. *Praia do Amor: Tem uma pedra em forma de arco, quem passa por baixo, acaba casando... *Tabatinga: Belas falésias. Nas pontas os recifes deixam as águas calmas. No meio as ondas são mais fortes. A praia é praticamente deserta, pois a maioria dos ônibus/vans vão para a praia de Coqueirinho que fica bem ao lado, podendo ir a pé. *Coqueirinho: Considerada uma das mais belas praias brasileiras pelo guia quatro rodas. Tem boa infra-estrutura de barracas. *Tambaba: é a primeira e mais famosa praia oficial de naturismo do Nordeste. Na entrada tem uma parte bem pequena onde não é permitido ficar nu. Existem 2 barracas muito simples que servem de apoio. Na maré baixa é difícil entrar na água devido a grande quantidade de pedras vulcânicas. Quando a maré sobe, formam lindas piscinas de águas cristalinas. Atravessando uma escada, tirar a roupa é obrigatório. Aí se encontra uma belíssima praia, com uma parte de águas calmas. No meio as ondas são bem fortes. Existe uma pousada com mesas na praia para apoio ao turista, e também ao longo da praia tem quiosques de palha para proteger o bumbum branco.. *Praia Bela: fica mais afastada, no município de Pitimbu. Caracterizada pelas barraquinhas dentro da água do rio. Lugar bem calmo. Detalhes das praias em http://www.feriasbrasil.com.br/pb/joaopessoa/aspraias.cfm - City tour – João pessoa é a 3a cidade mais antiga do Brasil. O centro histórico é bem conservado, o que torna o city tour um passeio interessante e bucólico (Tranqüilo de domingo. Dizem que durante a semana é bem cheio de gente). É possível fazer o city tour entre 2 e 3 horas. * Casa do Artista Popular – espécie de museu sobre o artesanato local. * Parque Sólon de Lucena - Lagoa cercada de palmeiras do paisagista Burle Marx - Cartão postal da Capital – no centro tem uma fonte com iluminação, porem nunca se sabe quando estará ligada. * Praça João Pessoa – Muito bonita e bem cuidada, possuía um coreto central que foi substituído pelo busto de João Pessoa. É cercada de prédios históricos como o Palácio da Redenção, a Faculdade de Direito (antigo prédio dos jesuítas) e o Tribunal de Justiça. Na praça tem placas com explicação sobre a interessante bandeira da Paraíba (NEGO foi a palavra da rebeldia que João Pessoa pronunciou quando não quis aceitar a candidatura de Júlio Prestes à presidência da República. O preto simboliza o luto e o vermelho o sangue.) * Centro Histórico – casas em arquitetura barroca e sobrados com azulejos sec.VI (azulejos azuis) e VII (azulejos azuis e amarelos) * Igrejas: N. Sra Carmo, N. Sra das Neves, São Francisco (O conjunto arquitetônico da Igreja de São Francisco/ Convento de Santo Antônio é formado pelo Adro, Igreja, Convento e Cruzeiro, sendo considerado o maior monumento em estilo barroco da América Latina - tem guias para visitação.) * Casa da Pólvora - De estrutura simples, testemunhou os tempos de lutas e invasões. * Hotel Globo - Durante muito tempo foi ponto de encontro da sociedade da época, pois foi o primeiro hotel de 1ª categoria da cidade. Hoje é palco de eventos culturais. * Farol Cabo Branco - Ponto extremo Oriental das Américas, com uma bela vista para o litoral. * Estação Ciência – Ao lado do farol, é um lindo conjunto arquitetônico de Oscar Niemeyer. Possui exposições permanentes e temporária, restaurante, auditório, jardim com brinquedos baseados na física e um mirante com vista para litoral de JP. * Mercado de Artesanato – Na avenida da praia, em frente ao hotel Tambaú tem a feirinha de artesanato. Na avenida de trás, tem a feira de frutas e ao lado o Mercado de artesanato – um mini shopping de 2 andares. SITES ÚTEIS: Maré – http://www.mar.mil.br/dhn/chm/tabuas/index.htm Praias - http://www.feriasbrasil.com.br/pb/joaopessoa/aspraias.cfm Hotel – http://www.verdegreen.com.br Pousada – http://www.conchaspousada.com.br Taxi que utilizamos (Thiago ou S.Rogerio) – http://www.taxijampa.com Aluguel carro – http://www.joaopessoa.melhoreslocadoras.com.br - informe seu email, e várias agencias enviam a cotação para o aluguel. Artesanato - http://www.casadoartistapopular.pb.gov.br
  50. 1 ponto
    Certíssimo Salese. As especulações sobre o Glutamato surgiram em 1968 (!!) e até hoje todos os experimentos cientifícos não provaram nada em humanos, incluindo crianças. É totalmente aprovado pelas agências europeias e FDA americano. Não vou me estender porque surgiram as controvérsias... E tudo em excesso faz mal, inclusive "Água". Que foi aonde surgiu a variação deste tópico. Daí se eu publicar que pacientes "morreram de água", alguns vão transformar a notícia que água faz mal !! Só para a galera saber: No meu dia a dia não coloco sal de cozinha na refeição, pois quanto menos sal, melhor. Em casa tempero com excesso de Alho e outros sabores. "Adão e Eva" não usavam sal. E os povos primitivos hoje não usam sal. E eles têm pressão baixinha por natureza ( 9/6, 8/5 cmHg ). Porém num trilha, com gasto energético intenso, sal saíndo pelos poros, etc. TEMOS obrigação de repor. E neste momento não tem como ficar com preocupação de detalhes de corantes, conservantes, etc. Melhor ficar em casa, e comer na perfeição de um spa. Aliás, há pouco tempo o pessoal "da roça", trabalhador de machado, comia supergurdoroso, gordura pesada, saturada, mas queimava tudo! não sobrava para depositar nas artérias. E a gordura hidrogenada que faz mal, comprovada, é a TRANS, se não tiver trans, ainda não tem nada contra a hidrogenização das gorduras. (desde que não tenha gorduras Trans). Então temos que aprender a arte de levar muita caloria, (gorduras tem mais, carboidratos tem menos calorias, vide pagina anterior...), proteinas, alguma vitaminas, sais, tudo para REPOR o gasto de 10 dias de trekking, voltando ao tópico. *Lógico: nesta "arte" podemos selecionar melhor, sem levar venenos..."
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