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  1. 3 pontos
    Após 4 meses de pesquisas utilizando o Google Earth e os poucos relatos por aqui, planejei nossa viagem para Belize. Quero deixar este relato registrado, pois não há muita informação de longas viagens por este pequeno país. Ficamos 27 dias conhecendo alguns sítios arqueológicos Maias, mergulhando nas águas caribenhas dos atóis e dos Cayes que são as ilhas, pequenas e grandes (Belize tem mais de 470) e socializando neste belo país. Bem, compramos as passagens pela Copa (escala em Panamá) com 3 mêses de antecedência. No mochileiros vi uma dica que este é o melhor período para comprar com um preço mais barato. Pra começar zicado (e foi somente essa zica a viagem inteira), nosso avião depois de 30 minutos, teve que voltar para Cumbica. 6:30 da matina uma zona total, ninguém da Copa para nos dar satisfação! Só houve orientação para pegar as bagagens na esteira tal! Aí começa o fuzuê. 2 funcionários da Copa apareceram e começou a se formar uma roda entrono deles para saber o que aconteceu com o avião e qual a providência iriam tomar. Os 2 funcionários começaram a distribuir um volcher para um taxi nos levar a um hotel onde iríamos dormir e um funcionário da Copa iria para o hotel mais tarde para nos orientar. Ou seja, maior zona! Ninguém sabia de nada. Procuramos o escritório da Copa no aeroporto e ninguém nos atendeu dizendo que estavam providenciando novo vôo. Fui para o hotel e comecei a procurar passagens para Belize, assim já falaria com o funcionário da Copa de posse de uma alternativa. No dia seguinte somente às 20:00 aparece o funcionário da Copa. A alternativa que nos foi oferecida foi um vôo para Belize 4 dias depois (só tem vôos da Copa para Belize às terças e sextas). Nós com reservas pagas em hotel, mergulhos agendados e pagos, ficamos estarrecidos com o descaso da Copa. Como já tinha visto um vôo bem pingado (Cumbica, Panamá, San Salvador e Belize – duas escalas) para às 1:30 do dia seguinte, mostrei ao funcionário que de pronto entrou em contato reservando este vôo. Claro que ele aceitou. A outra alternativa que vi e mostrei a ele, era alguns vôos no mesmo dia da pane, mas, pela American Airlines (passagem bem mais cara), e que eles colocaram dificuldades (não queriam ter prejuízo). Sintetizando...chegamos em Belize estropiados por conta de duas noites praticamente sem dormir e perdemos estadia e mergulhos. Bem, passado o perrengue, chegamos em Belize City e pegamos um taxi (U$28) para o terminal aquático da Belize Express (U$18 pp para Caye Caulker). Chegamos a tempo de pegar o último taxi aquático às 17:30 para Caye Caulker. Lá tínhamos reservado o Hotel La Isla Resort (U$70,85 por noite com taxas e impostos incluídos). Em toda a Belize alguns hotéis costumam usar as palavras Resort e Lodge, por mais chinfrim que sejam. Hotel básico com ar condicionado (faz falta, pois o calor é senegalês) uma pequena piscina, frente a praia e sem café da manhã, prática comum em 99,9% dos hotéis e pousadas em Belize. Saímos para um rolê e reconhecimento, Caye Caulker é uma ilha muito pequena, mas, muito aconchegante. Ótimos restaurantes, e um café da manhã (Amor Y Café) muito bom. O primeiro dia foi mesmo para morcegar na praia e andar a pé pela Caye, pois é muito pequena. Dá pra alugar uma bike por 10 blz. (Ah, o câmbio é sempre o mesmo faz tempo: 1 dólar americano = 2 dólares belizeños). Para jantar os pratos variam de 15 a 30 blz (camarão, frango, peixe ou carne). A famosa breja Belikin varia de 4 a 7 blz, dependendo do lugar. No mercado custa 3 blz. A escolha dos mergulhos em Caye Caulker, tem motivo. É o local mais próximo dos atóis Lighthouse (Blue Hole) e Turneffe (The Elbow), portanto, menos tempo de viagens nos barcos. Escolhi a empresa Frenchies Diving após uma pesquisa de preços via e-mail. Na verdade, o preço não varia muito, mas, a decisão foi acertada, pois a Frenchies era menos cartesiana. Segundo dia e primeiro mergulho com 2 cilindros foi em Spanish Bay. Local com abundante vida marinha, Lírios do mar, Esponjas azuis, amarelas, verdes, um jardim de Gorgônias, Poliquetas, Anêmonas, Corais de vários formatos, moles e duros, peixes de recife como Acanthurus coeruleus (Coeruleus), Acanthurus baianus (Baianus), Pomacantus parú (Frade), Holacanthus ciliaris (Ciliaris), Holacanthus tricolor (Tricolor), Pterois volitans, (Peixe Leão), Sphyraena (Barracuda), Bodianus Rufus (Bodianus), Bodianus Pulchellus (Bodianus), Halichoeres socialis (Bodião), Sparisoma viride (Peixe papagaio), Baliste clown (Baliste), Grama loreto (Royal Gramma Caribe), Chaetodon capistratus (Borboleta), Chaetodon striatus (Borboleta), Chaetodon ocellatus (Borboleta), Gymnothorax funebris (Moréia verde), Gymnothorax javanicus (Moréia branca), Lactophrys triqueter (Trunk fish), Stenopus (Camarão Palhaço), Labróides, Equetus lanceolatus (Knife fish), Lagostas, Tartarugas, Tubarões, Arraias Manteiga e Chita e outras dezenas de peixes de recife do Caribe. Descemos até 25 metros com uma parede belíssima e visibilidade de 30 metros. O segundo mergulho foi melhor ainda. Petiscos durante o dia acompanhados da Belikin stout (mais escura e encorpada). Jantamos no Pelicano. Infelizmente a lagosta estava na época do defeso e ninguém tinha. Para quem gosta de lagosta, a Lobsterfest acontece em junho nas várias cidades do litoral de Belize. Pratos de lagosta de todos os modos e um preço camarada. Dia seguinte: Blue Hole com a Frenchies. 6 hs da matina na frente da Frenchies. Sorte que nosso hotel estava há 3 minutos de caminhada da base deles. Duas horas de barco, mar picado e chegamos no atol Lighthouse. De barco quase vc não enxerga o perfeito círculo de 35 metros de diâmetro, mas, dá para ver perfeitamente o tom de azul cobalto do Blue Hole. É impressionante! O barco parou na borda do Blue e descemos há 45 metros. Somente os avançados é que podem descer nesta profundidade. Pouca vida marinha, alguns tubarões e dezenas de estalagmites. Um mergulho muito diferente! Ficamos 8 minutos nesta profundidade e fomos subindo bem devagar fazendo a descompressão como se manda o manual. Em seguida fomos para o Parque Nacional de Half Moon Caye que fica neste mesmo atol. Descemos na ilha para almoçar e conhecer este paraíso. Vale dar uma caminhada pela ilha para conhecer as praias de faixa de areia pequena e pegar alguns cocos para beber (ta cheio de cocos que dá pra pegar com as mãos de tão pequenos que são os coqueiros) Segundo mergulho em um recife bem em frente a ilha e a paisagem é a que eu gosto. Corais barril, gorgônias, peixes de recife, poliquetas, e uma infinidade de vida marinha. Descemos há 20 metros. Mais um descanso para o terceiro mergulho que de longe foi o mais belo. O The Aquarium é realmente um aquário natural. Vida marinha abundante e uma visibilidade pra lá de 35 metros. De quebra, no fim do mergulho um jardim de enguias. Chegamos na base às 17:00h. Cansado, mas, recompensado pela beleza dos mergulhos. Os outros 2 dias foram somente para fazer um snorkel nas bordas dos mangues da ilha. Os mangues são diferentes do Brasil. A água é muito clara e abriga uma vida intensa. Vimos Frade, Barracuda, Peixe cofre, Arraias e outros peixes. Após 5 dias em Caye Caulker, rumamos para San Pedro na Ilha de Ambergris Caye. Uma ilha muito maior, e um trânsito infernal dos Golf Car. Os Golf Car são aqueles mesmos carros que os golfistas usam para se deslocar pelos campos. Também tem carros comuns, mas, os Golf Car, dominam. Tem até engarrafamento! Pra quem gosta de sossego, San Pedro não é a pedida. Ficamos no Hotel Pedros Inn, 70, 85 U$ por noite com piscina. E bicicletas para alugar. Este hotel fica há duas quadras da praia, porém, é do mesmo grupo do Resort Caribean Villas em frente ao mar e você pode utilizar as dependências do Resort sem pagar nada. Piscina e bar na frente da praia com cadeiras e espreguiçadeiras na areia à vontade. Valeu! Ficamos morcegando. Pra tomar um bom café e barato vá no Ruby’s Café que fica na rua Pescador dr, depois da praça do relógio e do terminal da Water Taxi. Como falei, somente petiscamos durante o dia e para jantar recomendamos o El Fogon (típico creole e pescados), Caliente, Estel’s (camarão divino, barato e um ótimo atendimento)e Elvis. E todos os dias tomávamos sorvete na DandE’s que dica na rua Pescador dr. Não deixe de tomar os sorvetes de lá. Um casal de americanos de cerca de 60 anos fazem estes sorvetes divinos. O segredo é o leite que ela traz do estado onde nasceu. Aqui não mergulhamos. Pegamos as bikes a rodamos por dois dias uma boa parte da ilha de Ambergris e pegamos umas boas praias. De bike o melhor é para o norte da ilha e pedalando na areia na beira do mar. Saindo do centro de San Pedro, passe a ponte, ande mais um pouco no asfalto e entre à direita. Vá tentando as entradas e logo achará uma que vai direto pela areia passando pelas casas, pousadas e resorts. Sempre parece que a trilha acaba ali, mas, não se impressione. Vá pedalando que vc irá longe. Volte pelo asfalto. Alugamos um Golf Car no último dia para conhecer a Secret Beach. Não gostamos. Muita gente espalhada pelos 3 bares na praia. Bom, após 5 dias morcegando em San Pedro, tínhamos que ir para Belize City onde tínhamos alugado um carro para conhecer alguns sítios arqueológicos Mayas. Saímos bem cedo do Pedro’s Inn, tomamos café no Ruby’s e compramos as passagens do Water Taxi para Belize City. 23 dólares americanos por pessoa. Após uma breve parada em Caye Caulker para subir e descer passageiros, chegamos em Belize City após 1:30 minutos. Descemos e no mesmo terminal há um Box da AQ Belize Car Rental. Depois de uma grande pesquisa no Brasil, esta empresa é a que teve o melhor preço. O motorista nos pegou e nos levou de carro até o escritório matriz que fica na estrada Philip Goldson Wighway. Ótimo, pois o sentido que nós íamos era justamente aquele. Como reservamos pelo Brasil, foi somente preencher os documentos de praxe e seguir viagem. Reservamos o mais barato que era um SUV Sportage. Carro muito bom, conservado e macio apesar de ser 2009. Como já tinha programado toda a viagem e com todos os detalhes, sabia que em +/- 45 minutos estaria no sítio arqueológico de Altún Ha. O Waze funciona muito bem nas estradas de Belize. Basta comprar um chip (compramos por 40 blz na BTL em Caye Caulker). Abaixo coloquei um mapa de Belize. Da empresa AQ, basta seguir pela PG Wighway que é a Northern Hwy e seguir até a placa indicando Altún Ha à direita. Entre e siga pela Old Northern Hwy. Bela estrada estreita e sem movimento com paisagem belíssima. Logo vc verá uma placa à esquerda indicando Altún Ha. Mais alguns minutos chegamos no sítio. Somente 3 pessoas estavam no sítio. 10 blz para entrar, mas, não havia ninguém na bilheteria. Entramos e conhecemos este magnífico sítio arqueológico. Ficamos quase duas horas conhecendo as magníficas construções Mayas e nos perguntando, porque no lado esquerdo da Cordilheira dos Andes há tantos sítios arqueológicos com construções gigantescas dos Mayas, Astecas, Incas, Olmecas, civilização de Caral e no lado direito (Brasil), não há nenhuma? Depois de conhecer Altún Ha, seguimos para a cidade Orange Walk. Voltamos pela Old Northern Hwy até a entrada à direita para a Northern Hwy. Depois de 1:00, chegamos em Orange Walk. Tínhamos reservado em San Pedro o Christophers Hotel. 120 blz com ar condicionado. O hotel tem um localização excelente. Com uma grande área verde e o rio (river) Novo no fundo, o final de tarde é divino com pássaros e seus cantos muito diferentes dos pássaros do Brasil. Tem caiaques para dar uma remada pelo rio (o que eu fiz no fim de tarde do outro dia). Beirando as margens do lado direito do rio, pude ver um ninhal de aves muito grandes com um bico grosso e uma grande iguana em cima de uma árvore. Por indicação da Marja, dona do hotel, jantamos nos ótimos restaurantes Cocina Sabor e Nahil Mayab. O Nahil tem um lindo jardim e decoração muito bonita. Como em toda Belize, é bom chegar por volta de 20 h para jantar. Os pratos são individuais e preços que variam de 20 à 30 blz. À noite não tem nada pra ver e fazer. Basta dar uma volta por perto do hotel e até a praça que é próxima. Alguns trailers de comida fast food e mais nada. Dia seguinte, acordamos cedo (o sol nasce bem cedo), compramos diversos pães doces e salgados, requeijão, iogurte e queijos caseiros na panaderia La Popular Bakery (saia do hotel à esquerda e na segunda à direita está a panaderia). Como o hotel tem uma área com mesas e cadeiras, café, chá, leite e bananas para os hóspedes, levamos tudo pra lá e tomamos um belo café. Pegamos o carro e rumamos para o sítio arqueológico de Lamanai. Há possibilidade de ir de barco pelo rio, contratando um tour (100 blz), saindo próximo da pousada, mas, como estávamos de carro e queríamos liberdade para ir e vir, ligamos o waze e pé na estrada. Existem 2 caminhos. Não vá por Guinea Grass pois a estrada está muito ruim. O waze te leva pelo mais rápido, cruzando fazendas (há colônias de alemães que não usam celular, telefone e internet, mas, se vestem impecavelmente até para trabalhar com chapéus branquinhos, camisas de manga comprida e macacão com suspensório, e se deslocam em lindas charretes) por estradas de terra, passando por Shipyard. Não tem erro. Há placas indicando Lamanai. O waze não falhou. Foi direto. Depois de 1:40 h e 59 km chegamos. Lamanai é um sítio arqueológico maravilhoso. Não irei me estender aqui sobre ele. Basta uma pesquisa no Google. Para voltar não conseguimos sinal do GPS. Voltar pelo mesmo caminho era impossível, pois havia muitas bifurcações e não nos lembrávamos delas. Seguindo um pouco pela estrada de terra encontramos um carro e perguntamos. Bastava voltar um pouco, pegar à direita e ir reto até o asfalto onde está o vilarejo de San Felipe. Depois é só seguir o asfalto passando pelas vilas de August Pine Ridge, Trinidad, San Lázaro, Yo Creek e Orange Walk. Foi excelente, pois passamos em lugares e paisagens diferentes da ida. Mais um fim de tarde curtinho o rio e ouvindo os pássaros. Dia seguinte, fomos a padaria, tomamos uma belo café no hotel e seguimos de carro para San Inácio onde ficamos 3 dias para conhecer as ruínas Mayas de Caracol em Belize e Tikal na Guatemala. O planejamento inicial era para atravessar a fronteira depois de conhecer Caracol, ficar em Flores para ir à Tikal, porém, ficamos sabendo em San Inácio que o carro alugado precisa ter uma autorização especial para atravessar a fronteira e quase nenhuma emite tal autorização. Razão: há muitos roubos de carro na Guatemala. Já tínhamos reservado o Venus Hotel por 140 blz com ar condicionado. Ótima localização, na mesma rua dos barzinhos e restaurantes. Uma rua fechada aos carros! O aspecto visual não aparenta o ótimo quarto que possui e um pequeno espaço no andar superior com café, leite, biscoito, granola, pão, manteiga, geléia e frutas. Conversamos com a recepcionista para conseguir um guia para o sítio arqueológico Maya chamado Caracol, pois ele é muito grande e rico em informações que gostaríamos de saber, há um belo rio no caminho com água fresca que para nós é temperatura ideal, além do que, como é próximo da fronteira com a Guatemala e no caminho há um Parque Natural, um posto policial aguarda os carros até às 09:00 para saírem em comboio até Caracol. De San Ignácio até Caracol são 2:30h em 80 km. Acertamos o guia por 120 blz para o dia inteiro. Nosso guia Edgar Beans (+501 6242415 - watsapp) foi excelente e nos levou para ver a gran cave (uma caverna com o teto colapsado). A estrada para Caracol é toda de terra, passando pelos vilarejos de Cristo Rey, San Antonio, chegando até a cancela da entrada do PN. Ali, devemos descer do carro e passar a relação das pessoas e os dados do carro. Conhecemos o sítio de Caracol e depois ficamos no rio por uma hora tomando um belo banho e curtindo as pequenas quedas e piscinas. Voltamos e tomamos umas Belikins com alguns kibes e babaganuche divinos, no restaurante árabe em frente a praça e ao lado do hotel. À noite, jantamos no excelente The Guava Limb. Restaurante com uma área de jardim e mesas espalhadas. Voltamos no outro dia para jantar no mesmo local. Não deixe de tomar o suco de Guanabana. Mais umas Belikins stout e provei a Lands Shark. Muito boa! Acertamos também a ida para Tikal, já que não poderíamos ir com nosso carro atravessar a fronteira. Serviço completo com almoço incluso. Não gostamos disso. Alugamos um carro para ter liberdade, mas, neste caso não tinha jeito. Queríamos dormir em Flores, na Guatemala, mas, nem tudo são flores. Dia seguinte, às 06:30 da matina na frente do hotel, uma van nos esperava. Nos levou até a fronteira e um guia nos levou na imigração para dar entrada. Tudo certo, uma outra van nos esperava no lado Guatemalteco com o nosso guia em espanhol. José Luís Serrano, (+501 2517987107) um senhor com seus 60 e poucos anos é um profundo conhecedor do assunto arqueologia. Formado em técnico em arqueologia, era poliglota. Conhece Tikal como poucos. No final das contas foi muito bom não ter ido com nosso carro. Não teríamos conhecido o Luis e não teríamos conhecido Tikal com seus detalhes e suas histórias. Caso vá de carro, recomendo que entre em contato com o guia Luis, deixe o carro na fronteira de Belize, atravesse à pé a fronteira e o Luis os pegará de carro e os levará a Tikal. Retornamos para San Inácio passando antes pela imigração. Muito lenta, depois de 30 minutos a van nos esperava. Demos um role pela cidade, e depois fomos jantar novamente no The Guava Limb. Dia seguinte tomamos o café no hotel e rumamos para Dangriga. Saindo de San Ignácio pela Western Hwy sentido Belmopã, pegar a Hummingbird Hwy (não se preocupe pois há placas indicativas e o Waze funciona muito bem). Após 2 hs e 124 km chegamos em Dangriga. Não tínhamos reserva pois já tínhamos visto que as hospedagens eram precárias e há somente um em melhores condições (um resort), bem mais caro. Fomos ao Ruthie’s Cabanas. Precaríssimo. O The Bonefish era muito caro. Fomos direto para o Chaleonor. O Chaleonor tem um quarto simples, mas, com ar condicionado, banheiro privado, café e banana. Pagamos 160 blz. Deixamos as bagagens, fomos para a praia e ver o local que teríamos que estar para pegar o barco que nos levará a ilha de Tobacco Caye. À esquerda do Chaleonor pela rua de terra vimos o Riverside Café ao lado do rio. É de lá que sai o barco do capitão Dodgge. Visto o local onde deveremos estar no dia seguinte, partimos à pé pela beira dágua para conhecer Dangriga. Local com extrema pobreza, mas, sem perigo algum, a cultura Garifuna está fortemente presente. Não há mendigos ou pedintes, mas, como em toda Belize, a pobreza deixada pelos ingleses que colonizaram o país, é marcante. Belize se emancipou em 1981, portanto, um país muito novo, sem indústrias ou grandes empresas onde talvez a fonte de riqueza deve vir em grande parte do turismo. Paramos em um pequeno bar, o Ocean View com umas espreguiçadeiras, cerveja gelada e um peixe para petiscar, mas, 3 hs da tarde fechou! Só abriria novamente às 18:00. Ficamos por lá até às 5 da tarde. À noite a única opção para jantar e recomendado pela proprietária do Chaleonor era Tuani com gastronomia Garifuna. Chegando lá, não tinha ninguém jantando e quando escolhemos o prato não tinham os ingredientes. Acabamos comendo uns nachos (prato comum em Belize em razão da proximidade do México). Ficamos com a impressão de que Dangriga é apenas passagem para as ilhas de Belize. Infraestrutura muito precária, pode ser que em pleno verão, as coisas fiquem um pouco melhores por lá. Acordamos e acertamos em deixar o carro sem custo no estacionamento do Chaleonor. Pegamos nossa pequena bagagem para passar os 5 dias em Tobacco e rumamos para o Riverside Café. Lá estava o capitão Dodgge nos esperando e mais 2 casais que também iriam para Tobacco. Com uma hora de navegação, chegamos no Reef’s End, passando por outras ilhas com uma paisagem caribenha. Já havíamos reservado 5 noites neste paraíso e combinado com Lilly e Pär que são os proprietários do Reef’s End para agendar com o capitão Dodgge nosso transfer para Tobacco. O custo foi de 40 blz por pessoa. Tobacco Caye é uma pequena ilha sobre o recife de coral que se estende por todo o litoral de Belize. Em 10 minutos à pé você dá a volta nesta ilha. Com 4 pequenos hotéis (que eles chamam de Lodge). Reservamos o Reef’s End. Além de ser o mais barato, é o melhor localizado, pois o seu píer é em frente ao local de saída para os mergulhos e snorkel. Do píer de madeira, apenas 2 minutos de nadadeira você chega no recife e logo estará em uma profundidade de 15 à 20 metros de profundidade e água completamente transparente e a única que tem operadora de mergulho, com o divemaster Carlos, que te levará de barco e em 15 minutos vc estará nos melhores points dos recifes do local. Para quem não é certificado, o snorkel no recife de Tobacco não deixa nada a desejar. Com 15 à 20 metros de profundidade de águas claríssimas e visibilidade de 15 à 30 metros, você verá lagostas, dezenas de peixes de coral, barracudas, moréias, gorgônias e corais moles de todas as cores. O Reef’s End tem 6 belíssimos quartos muito bem decorados e duas grandes camas, varandas com rede de frente para o mar, ventilador de teto e banheiro privado com chuveiro de água com temperatura ambiente . Não há energia elétrica na ilha. Somente placas solares fornecem energia elétrica para o local. O restaurante e bar são interligados ao píer em um local privilegiado e um por do sol espetacular. Nas diárias do Reef’s End estão incluídos café da manhã, almoço e jantar. Água acompanha. Cervejas e drinks à parte com preços justos. 5 noites no Reef’s End nos custou 570 dólares americanos com as 3 refeições. 75 dólares americanos é o custo de cada cilindro, mas, se vc tiver todos os equipamentos o valor cai para 50. Incluso neste valor a ida no barco até os points de mergulho e se vc alugar mais de 6 cilindros ganha 10% de desconto. Lugar simplesmente paradisíaco, em Tobacco Caye vc esquece de tudo! Snorkel e mergulhos o dia inteiro e todos os dias. O mergulho em Soult Water Caye que é uma outra ilha hà 20 minutos de barco de Tobacco é obrigatório. O Reef’s End ainda tem disponível cayaques e stand up paddle gratuitamente para os hóspedes. Depois de 5 dias neste paraíso, a Lilly agendou com o capitão Dodgge o nosso transfer para o continente. Às 9:00 saímos tristes deste lugar inesquecível! Pegamos o carro e seguimos viagem para Hopkins. Apenas 32 km separam as duas cidades. Já havíamos reservado o White Horse Guest House no Brasil por 109 blz por duas noites. Quarto novíssimo com bom banheiro privado, frigobar e em frente ao mar. O atol de Glover, o menos visitado por mergulhadores por ser mais remoto, era o meu sonho de consumo nesta viagem e Hopkins é o lugar mais perto para conhecê-lo. A empresa Belizeunderwater é uma das duas operadoras de mergulho em Hopkins e havia uma saída para Glover no dia 27, mas, por falta de mergulhadores, foi abortada esta data. Estava confirmada a saída para o dia 30 e neste dia estaríamos em Placência. Não tivemos outra alternativa se não ficar em Hopkins já que tínhamos pago as diárias (nós temos o costume de não reservarmos nenhuma pousada em nossas viagens, mas, em razão da pouca oferta com preços baixos, efetuamos várias em Belize). Colocamos as bagagens no nosso quarto e fomos caminhar na praia e conhecer o vilarejo. Faixa de areia muito pequena, um calor senegalês, logo percebemos que aqui não era um lugar para ficar. Poucos turistas e quase nenhum restaurante aberto. Compramos umas belikins no supermercado e fomos para as espreguiçadeiras na areia da pousada em frente a praia ler um bom livro e tomar as belikins. À noite fomos ao restaurante meet. U com cara de MacDonalds ao lado do supermercado. Local freqüentado por turistas e locais tem um cardápio variado e ótimos preços. Valeu o prato de camarão por 40 blz. Dia seguinte, pegamos o carro e fomos conhecer o lado sul com alguns resorts, restaurantes mais sofisticados e praias mais desertas. Não encontramos nada de atrativos e voltamos para a pousada. Mais belikins no supermercado e ficamos lendo na praia em frente à pousada. Já havia reservado uma pousada sem ar condicionado em Placência, mas, não precisei pagar na reserva. Como era fim da viagem e queríamos ficar em um lugar legal, entramos no booking para ver algumas ofertas em Placência. Conseguimos reservar 2 noites no Belize Ocean Club Resort por 200 blz à diária (preço normal era 600 blz) e para minha surpresa a outra base da operadora Belizeunderwater era dentro do resort. Enviei um e-mail cancelando a reserva na pousada e seguimos para o resort. Depois de 35 minutos e 51 km chegamos no resort. Imensa piscina em frente ao mar, praia exclusiva, belíssimo apartamento com 2 quartos, banheira, cozinha completa, sala com TV, TV nos quartos,...na verdade era um apartamento. O resort, assim como outros em toda Belize, possui apartamentos para venda e alguns deles neste resort já haviam sido vendidos. Paga-se um valor de condomínio e o proprietário pode utilizar todas as facilidades que o hotel oferece aos hospedes. Há bicicletas disponíveis gratuitamente. Demos entrada no Ocean e fui na operadora. Paguei o valor do mergulho com 3 cilindros e pegamos as bikes para ir ao vilarejo de Placência. São 15 km de distância pedalando até o píer municipal, final da rua, onde começa a rua mais estreita do mundo, segundo o Guinness Book. Lojinhas de decoração e muitos barzinhos e restaurantes, é o lugar mais transado e mais legal em toda Belize. Na península de Placência há dezenas de condomínios fechados com casas de alto padrão em frente ao mar e ao grande lagoon. Há trechos em que a estrada que vai ao vilarejo é margeada pelo mar e pelo lagoon com apenas alguns metros de distância. Deixamos as bikes trancadas e entramos na mais estreita rua do mundo. Tem cerca de 2 km e cheio de lojinhas de artesanato dos dois lados e alguns restaurantes. Ao lado direito da rua há diversos bares e restaurantes de frente para o mar. Escolhemos o Tipsy Tuna que tem umas cadeiras de praia e belikins com ótimo preço. Ficamos por lá até o pôr do sol. Pegamos as bikes e anestesiados, voltamos pedalando por mais 15 km até o resort. Como tinha sobrado o rango da noite anterior, aquecemos no microondas e acompanhados por umas cervejas da Jamaica e Dominica, jantamos vendo os programas de TV de Belize, que nada mais são do que retransmissão das TVs dos EUA, ou seja, somente lixo. Dia seguinte, acordei às 5 da matina para chegar às 6 na base da Belizeunderwater em Hopkins. Nosso barco sairia às 07:00 para o atol Glover. + 3 mergulhadores já estavam no local e os divemasters já carregavam o barco com cilindros. Como viajaria no dia seguinte para o Brasil, achei melhor usar Nitrox. Às 7 em ponto saímos. No caminho o barco ainda parou em outra Caye (ilha) para pegar alguns hóspedes e no final das contas éramos em 12 mergulhadores. Duas horas de barco, chegamos no atol. Mar incrivelmente claro e vários cabeços de coral faziam com que o capital manobrasse o barco dezenas de vezes. Foram 3 mergulhos excepcionais com paredes de 30 metros descendo até dezenas e centenas de metros. Paisagem muito diferente, pois a superfície de areia era muito inclinada e despencava no paredão. Certas vezes se via a areia completamente branca, escorrendo pelas paredes cheias de grutas e passagens com diversos corais moles de todas as cores e jardins de gorgônias. Peixes de corais multicoloridos em uma fauna igual as outras de Belize, exceto um ou outro peixe diferente que não vi nos outros mergulhos. Após os 2 mergulhos, rumamos para a ilha habitada no atol, onde fica a base do Parque Nacional e almoçamos no píer onde depois, pudemos conhecê-la através de pequenas trilhas. Descansamos um pouco e fomos para o terceiro mergulho também excelente em uma água azul com uns 50 metros de visibilidade. Retornamos a base e chegamos por volte de 16 hs. Peguei o carro e retornei ao resort direto para a piscina onde saboreamos mais algumas belikins e lands sharks. À noite, comemos uma bela pizza ouvindo um jazz com uma banda de primeira no restaurante Cha Chi’s, fechando com chave de ouro. Dia seguinte, acordamos cedo, tomamos nosso café no apartamento e rumamos para o aeroporto na viagem de carro mais longa em Belize. Foram quase 4 horas até a loja da locadora, bem em frente ao embarque. tuba.mp4 tuba.mp4 Em toda Belize, após às 21:00 vc não verá quase nada aberto. Principalmente restaurantes. As pessoas dormem cedo e acordam cedo também. Dormíamos por volta de 22:00 e 6:30h acordávamos com o sol à pino. Viajar por Belize é um pouco mais caro que em outros países. Foram 27 dias sem chuva!
  2. 3 pontos
    Oi Pessoal, Estou pensando em fazer peru, equador e Colômbia em novembro se alguém anima? Estou buscando companhia por enquanto vou fazer sozinha.
  3. 2 pontos
    Olá mochileiras, sou Pernambucana, 28 anos, solteira e hetero. Procuro amigas para viajar pelo Brasil ou ate mesmo por Pernambuco, pelo nordeste... Enfim, procuro AMiGAS, gente do bem, sem frescuras, divertidas e que assim como eu goste de sair do lugar, fazer história, conhecer gente nova e se divertir muito. E se no meio de toda essa diversão e viagens, surgir uma amizade dessas pra vida, sabe? Aquelas que vc pode contar pra tudo. (Curtir um show, um barzinho, sair pra paquerar, ficar bebadas juntas, viajar ou até ficar em casa jogando conversa fora e quando preciso chorar juntas tbm) Vai ser muito massa! Tow numa fase meio F... de amigas, onde 80% estão comprometidas e os 20% são mais desanimadas do que cachorro quando perde o dono (rsrs). Então pensei... já viajei com tanta hente legal do mochileiros.com, porque não procurar amigas na pag.? (E aqui estou!) Agora é torcer pra esse post dar certo. E que no mínimo eu encontre boas companheiras de viagens. Zap: 81 9 9665-3192 Face: Morggana Natalia Insta: Morggana_nat Abraços!
  4. 2 pontos
    Salve salve mochileiros! Segue o relato com algumas dicas para fazer uma bela trilha onde irão encontrar algumas maravilhosas cachoeiras, belas paisagens e uma natureza fantástica bem perto da cidade de São Paulo e de baixíssimo custo. Ida - 10/09/18 - 05h00min - São Paulo x Rio Grande da Serra x Paranapiacaba - Metrô e Trem R$4,00 - Ônibus R$6,90 Partindo de São Paulo do bairro Perdizes Zona Oeste, peguei o Metrô na estação Vila Madalena (linha verde) até a estação Paraíso (linha Verde x Azul) para baldear para a linha azul seguindo até a estação Sé (linha Azul x Vermelha) onde peguei para a estação Brás (linha Vermelha), para finalmente pegar o Trem da CPTM sentido Rio Grande da Serra que foi nossa primeira parada. O trajeto todo até a primeira parada teve uma duração de aproximadamente 1h30min . Chegando na estação de Rio Grande da Serra, após sair pelas catracas atravessamos a linha do trem e viramos para a direita na rua e depois viramos na primeira rua a esquerda onde tem um ponto de ônibus que leva tanto para a vila de Paranapiacaba quanto para a entrada da trilha que fica a poucos quilômetros de Rio Grande da Serra. O ônibus é do transporte público então é só esperar alguns minutos que logo encosta um. Mas antes de pegar o busão nós aproveitamos e fizemos umas comprinhas nos mercados e padarias que encontramos por ali ao lado do ponto de ônibus, nada de mais, somente alguns pães, água, presunto, queijo e chocolates, pois nossas mochilas não poderiam ficar pesadas para fazer a trilha. Comprados nossos alimentos seguimos para o ponto e em alguns minutos o ônibus chegou. Conversei com motorista antes e pedi para o que nos deixasse na entrada da trilha da Cachoeira da Fumaça e minutos depois la estávamos na entrada da trilha. Na entrada existe uma porteira de madeira, é só dar a volta e atravessar e seguir reto por esta estrada passando por baixo dos fios das torres de energia elétrica onde existe um barulho da energia correndo pelos fios bem sinistro mas sem perigo nenhum. Passando esses fios ai sim inicia a trilha com muita lama em alguns trechos então o cuidado tem que ser maior para não acontecer possíveis quedas. O inicio da trilha é de nível fácil, a única dificuldade mesmo é a lama intensa, mas aconselho a retirarem os sapatos e irem descalços, assim você não os suja para a volta e ainda sente a incrível energia que a natureza irá colocar nos seu corpo entrando pelos seus pés. É fantástico! A primeira parada na trilha foi em uma prainha de água cristalina com uma pequena queda de água, um ótimo lugar para se refrescar e tomar um pouco de sol, ficamos por alguns minutos ali vendo vários girinos e peixinhos nadando naquela água cristalina. Depois de contemplar aquele primeiro paraíso seguimos a diante. A trilha começa a ficar bem fechada mata a dentro, em alguns trechos ela irá cruzar o rio tendo que continuar a trilha do outro lado. Após andar pouco mais de 20 minutos chegamos em um ponto muito legal, a segunda parada da trilha foi em um ponto onde se consegue ver cidades litorâneas como Cubatão, Santos, São Vicente. Um lugar de uma imensidão grandiosa da natureza contrastando a mata e a cidade, ótimo lugar para tirar belas fotos. Seguindo a trilha mais a frente por alguns minutos já começamos a ouvir o barulho de água caindo, chegando perto do rio nos deparamos com uma grande queda de água, uma cachoeira linda, com um grande volume de água caindo. Ficamos algumas horas nesse local perplexos com a grandeza de detalhes que a natureza estava nos proporcionando. O banho de cachoeira é quase obrigatório e é de lavar a alma! Fizemos nossa terceira parada e nosso café da manha ali naquele paraíso. Seguindo o curso do rio encontramos a trilha novamente, andamos mais alguns minutos pela mata, mas sempre do lado do rio, foi quando um clareira se abriu na nossa frente nos mostrando aquela imensidão grandiosa da natureza novamente e o rio que estávamos seguindo se transformando em uma queda fantástica, a Cachoeira da Fumaça. Estava ali o nosso destino, uma cachoeira majestosa com uma delicada e ao mesmo tempo brusca queda de água que deixava o lugar com uma sonoridade única. Ficamos horas nesse lugar e ainda demos a sorte de não encontrar muitas pessoas, pois fomos logo depois do feriado de 7 de Setembro numa segundona braba hehehehe. Vantagens de quem tem folga na segunda rs. Foi um momento muito lindo ver aquela enorme cachoeira, aquelas montanhas rodeadas de matas verdes por todo canto e ainda contrastando com o mar ao fundo, sinceramente não estava nos nossos humildes planos toda aquela beleza de uma vez só! Mas a natureza ainda nos proporcionou uma ótima visão desta mesma cachoeira só que de frente. Encontramos alguns caras que estavam acampando por ali perto que nos indicou o caminho. Descemos pelo lado esquerdo da cachoeira por uma trilha bem escorregadia e medonha que levava de frente da cachoeira. Levamos alguns bons minutos descendo essa trilha pois foi de nível médio para difícil. A trilha estava muito escorregadia e de altura considerável então foi meio tenso a descida com as mochilas, mas conseguimos descer depois de alguns minutos e todo o esforço valeu muito a pena. A vista da Cachoeira da Fumaça de frente é de uma beleza ímpar. Algumas horas se passaram com a gente ali paralisados com tanta beleza, contemplamos aquela maravilha até o último momento, foi quando uma névoa cobriu todo lugar deixando a visibilidade muito ruim. Decidimos ir em embora pois estava ficando sem visibilidade por causa da neblina e não gostaríamos de pegar a trilha escura. Por volta das 16:30 arrumamos nossas mochilas e partimos para o retorno. Fizemos exatamente a trilha que viemos e foi bem rápido e tranquila. Volta - 10/09/18 - 16h30min - Paranapiacaba x Rio Grande da Serra x São Paulo - Ônibus R$6,90 - Metrô e Trem R$4,00 Chegando na rodovia do lado direito tem um ponto de ônibus, então é só caminhar até ele e aguardar pelo ônibus que em alguns minutos irá passar, e foi o que aconteceu, em menos de 20 minutos pegamos o ônibus de volta pra Rio Grande da Serra e finalizamos mais uma fantástica trilha bate e volta com cachoeiras e paisagens maravilhosas bem pertinho de São Paulo. Gratidão! Espero ter ajudado em algumas dicas e fico a disposição para qualquer dúvida. Vlw Instagram: https://www.instagram.com/tadeuasp/ Facebook: https://www.facebook.com/tadeuasp ✌️
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    Valeu, Diego. Grata pelas informações! Está chegandooo!!! O número está anotado, qualquer coisa, grito socorro Gratidão! Continuo acompanhando!
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    (relato em vídeo no fim do post) Na primavera desse ano, fui visitar a região de Trentino-Alto Àdige, para conhecer os Dolomiti, no norte da Itália. Me hospedei no Youth Hostel Bolzano, que era um dos únicos na região. Fiz 3 dias de trilhas, mas vou falar primeiro dessa travessia que eu registrei em foto e vídeo. No hostel, eu conheci 3 americanos que também tinham bastante experiência em trilhas, e fui com eles. Era primavera (4 de junho), um dia ensolarado com previsão de chuva para o fim da tarde, fazia uns 27 graus de temperatura. A chuva parecia inofensiva, mas se revelou uma tempestade assustadora no alto da montanha e deixou a temperatura NEGATIVA. Este foi um dos dias mais incríveis, bonitos e assustadores da minha vida. A ROTA DA TRAVESSIA Tomamos um ônibus circular de Bolzano para a bela cidade de Selva di Val Gardena, 1 hora de viagem ao preço de 5 EUROS, esse seria o único custo do passeio. PLANO A: pegaríamos o bondinho de ski Dantercepies (bandeirinha verde do mapa, abaixo do plano B) e a partir dali, daríamos uma volta no Monte Puez, um lugar com vistas incríveis, e desceríamos pelo vale de Valunga (trecho azul do mapa). PLANO B: começaríamos a trilha pelo final do Plano A, o vale Valunga, e ao chegar no ponto mais alto (o coraçãozinho do mapa), voltaríamos pelo mesmo caminho. EMERGÊNCIA: esta foi uma rota de fuga que precisamos tomar para fugir da tempestade RELATO O dia estava lindo, a previsão era de sol com nuvens para a tarde toda com uma garoa no fim da tarde. Infelizmente, o bondinho Dantercepies estava em manutenção, e por isso fomos seguir o plano B, começando pelo vale de Valunga, que começa nesta foto acima. Valunga é fantástico, se parece muito com o vale de Yosemite dos EUA. Inclusive, eu diria que esta rocha em primeiro plano da foto acima é parecida com o famoso "El Capitan". Já estive nos 2 parques nacionais para fazer esta comparação. Os americanos que estavam comigo concordaram, hahaha. O legal do Valunga é que não passa carros no meio. As vistas eram lindas em todos os sentidos. Enfim, começou a grande subida do fim do plano B, uma parte muito íngreme com bastante escalaminhada e alguns trechos de neve bem perigosos em que um escorregão poderia ser fatal. Mas fomos com calma e cuidado, e deu tudo certo. A vista dali era fantástica, mas já começava a dar sinais de chuva. Para nossa surpresa, quando chegamos no final da subida, que era uma passagem de montanha, avistamos uma tempestade assustadora que não era visível antes. Do lado de onde viemos, o clima estava razoável... mas do outro lado da montanha, as nuvens estavam bem escuras e já estava chovendo: PRESTE ATENÇÃO naquela cidadezinha no canto inferior direito da foto, este lugar se chama Colfosco e foi nossa salvação. Estávamos num lugar com pouca visibilidade dos arredores, subi num ponto mais alto antes que fosse tarde, para ver qual seria a direção mais segura para fugir da tempestade: Repare nas duas fotos acima que a chuva já havia mudado de lugar, use a montanha pontuda (monte Sassongher) como ponto de referência. Foi questão de 10 minutos para eu descer e a chuva pegar a gente. Daí pra frente, as coisas só pioraram. Nosso plano de voltar pelo mesmo caminho foi por água abaixo (literalmente), porque seria impossível descer aquele trecho íngreme de neve com chuva. Optamos por seguir a trilha do plano A até encontrar um dos abrigos de montanha da região, que estaria a mais ou menos 2 horas de distância. Porém, este plano também não deu certo. Começou uma tempestade de granizo muito forte com MUITOS RAIOS e nós tivemos que nos separar e abaixar, para diminuir a chance de tomar um raio. Estimamos que a temperatura baixou para -5 graus. A paisagem que antes estava verde e ensolarada, ficou cinzenta, coberta de neve e granizo. Estávamos todos com casacos corta-vento impermeáveis, bem protegidos, mas vestindo shorts, o que obviamente tornou a experiência bem fria, apesar de suportável (graças às jaquetas). O local era SUPER EXPOSTO, pois se tratava de um platô gigante. O melhor que podíamos fazer era tentar ficar numa parte menos alta. Na foto: eu em primeiro plano, Micky de jaqueta vermelha no fundo, Nathan de preto mais ao fundo, Elsa de preto no canto esquerdo da foto. Foi aí que traçamos a rota de emergência! Nós não voltaríamos mais para Val Gardena, porque as duas rotas (plano A e B) estavam extremamente perigosas, e eram os únicos caminhos de volta. A prioridade agora era encontrar um abrigo para salvar a nossa pele. Após a chuva diminuir, nós desceríamos para a cidade de Colfosco, que fica do outro lado da montanha e tem uma trilha quase plana cercada por montanhas, que era menos exposta aos raios, mas não menos desoladora. Tivemos que atravessar algumas cachoeiras de lama causadas pela chuva, mas não foi difícil e deu tudo certo: Esta descida pela rota de emergência durou aproximadamente 1 hora e meia, e apesar dos trovões assustadores e da garoa que não parava, essa rota passou segurança. Claramente, foi uma decisão sensata abrir mão de retornar a Val Gardena. Chegando em Colfosco, batemos na porta de uma casa que tinha luzes acesas e fomos recebidos por uma senhora MUITO hospitaleira que nos deu toalhas e preparou um chá para cada um. Rachamos um taxi para Bolzano, que saiu 30 euros por pessoa. Se não fosse isso, o passeio inteiro teria custado apenas 10 euros de ida e volta do ônibus. Ao fim, saiu 35 euros. Valeu a pena? Sim, hahahahahaha. Abaixo, o relato em vídeo, no meu canal, para vocês terem uma noção do que foi: Obrigado, espero que gostem. Qualquer dúvida, é só perguntar
  7. 2 pontos
    Oi pessoal, vou de 8/11 a 10/12, penso em fazer Tailândia, Camboja, Vietnã e Laus.
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    se um dia vierem parar a Europa digam que dou uma maozinha
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    Gente, acabei de voltar de uma viagem pela Costa Amalfitana, na Itália, e estou ansiosa para compartilhar o que eu considerei a melhor descoberta da trip. Todo mundo sabe que a estonteante Costa Amalfitana não é dos lugares mais baratos da Itália. A imensa maioria dos passeios é pago, o que, às vezes, se torna inviável para quem está com o orçamento contado. Muita gente diz que os passeios de barco são a melhor maneira de ter uma ideia da grandiosidade dessa parte do litoral italiano, cenário de filmes e romances. Eu concordo que é um passeio bacanérrimo, mas descobri que não é a única maneira de ter uma vista privilegiada da região. Fica a dica: gastando menos de 10 euros, faça a trilha “Sentiero degli Dei”. Em português, isso quer dizer “Caminho dos Deuses”. Sem exageros, é quase assim que nos sentimos quando estamos lá em cima dos penhascos, percorrendo caminhos de terra estreitos, à beira de abismos e com uma visão total do mar azul, das casas encravadas nas montanhas, das plantações do famoso limão siciliano e do céu. Eu digo que é a vista mais privilegiada porque caminhamos bem pertinho das nuvens, em meio a muito verde e num silêncio relaxante. Às vezes, só interrompido pelos béééé de cabras ou algum pássaro. A trilha dura cerca de 3 horas. Ela começa num vilarejo chamado Bomerano e termina em Nocelle, um vilarejo perto de Positano. Não é de grande dificuldade, mas requer alguma familiaridade com trekkings porque há trechos em que o terreno é bem acidentado. Com cuidado e calma, pode ser feita pela maioria dos aventureiros. Posso dizer que o almoço-piquenique que fiz lá do alto, debaixo de uma árvore e soboreando um sanduíche de queijo Fior di Latte (tradicional da região) e presunto Parma, que comprei numa salumeria no vilarejo de Bomerano, onde começa a trilha, ficará para sempre na minha memória. Vamos às informações sobre a logística, porque, chegar ao paraíso, claro, exige esforço. A trilha começa na vila de Bomerano, em Agerola, uma cidadezinha da Costa Amalfitana, perto de Amalfi. Para chegar até lá, terá que pegar em Amalfi um ônibus comum urbano com destino a Pomeriggio. Os tickets são vendidos no quiosque de informações turísticas na praça principal de Amalfi e custam menos de 2 euros. A viagem dura uns 40 minutos. Peça para descer no ponto de Bomerano. Quando eu fui, o ônibus quase inteiro desceu nessa parada. Daí, você terá que caminhar (5 minutinhos) até o centro da vila, que se resume a uma praça, com padaria, café e uma salumeria divina. Tem uma placa bem grande em frente ao ponto de ônibus indicando a direção. Eu recomendo que você compre na salumeria o queijo Fior de Latte, o presunto Parma e o pão de focaccia e peça para a atendente montar o sanduíche pra você. Eles são muito gentis e fazem isso numa boa. Fatiam o quanto você quiser de queijo e do presunto e preparam o sanduíche. Sem fazer economia nos ingredientes, paguei 5 euros por dois sanduíches. Inesquecível!!!! Compre também água. Na trilha, há locais para reabastecer o cantil. Com a mochila pronta, comece a caminhada. A trilha sai dali pertinho da igreja e é bem sinalizada. De resto, é só afiar as canelas e contemplar. Quando chegar em Nocelle, tem ônibus para Positano. Há quem faça o caminho na ordem inversa, começando por Nocelle. Mas precisa saber que a trilha é mais árdua, porque é subida. Para mim, acabou sendo um passeio de dia inteiro, porque, como estava hospedade em Positano, precisei me deslocar até Amalfi (optei pelo ferry-boat a 8 euros e dura 20 minutos). Comecei a caminhar por volta do meio-dia e terminei depois de mais ou menos 3 horas. Sem pressa, parando para fotos, descanso e piquenique.
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    Inicio aqui os preparativos para uma viagem de moto. Saindo de: Foz do Iguaçu - Paraná - Brasil passando por: Carreteira Austral, Perito Moreno, Torre del Pine entre outros lugares Cheganda a Ushuaia - Argentina Data de saida: 22/12/2011 Integrante: Sergio (eu) e Fabio Veiculo: Duas moto XT 600 Yamaha
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    Alguém vai pra Chapada neste período?
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    OLá galera, fiz a viagem de São Paulo a Santiago de carro, passando pela Argentina. Foi eu, minha esposa e meu filho de 15 anos. Minha viagem começou no dia 07 de julho 2017, depois de muito ler sobre documentação exigida para cruzar esses países, vou deixar algumas dicas. Argentina, CNH, normal, para o condutor, documento do veiculo em nome de quem esta no veiculo, caso contrario precisa de uma autorização com firma reconhecida autorizando a saída do veiculo do País, Carta verde, dois triangulos de sinalização, Cambão( eu não levei e fui parado varias vezes não foi exigido tal equipamento), extintor sim obrigatório. um breve relato sobre a Policia Argentina, quando se entra na argentina por Foz do Iguaçu, até Santa Fé, que são uns 900km, você vai ser parado inúmeras vezes, em uma delas o policial quis ver tudo no carro procurou bastante uma coisa errada para tentar me extorquir, digo isso porque quando parei ele me mandou andar um pouco a frente da câmera que havia no local para sair da visão da câmera, mas como eu estava com tudo em ordem teve que me liberar, então fica a dica, encontrei um brasileiro que foi parado e estava com extintor vencido teve que pagar quase R$500,00 para ser liberado, depois de Santa Fé, as coisas mudam não param muito você e se param só perguntam para onde esta indo. Na volta ninguém te para. No Chile, também CNH normal, documento do veiculo, e um seguro para terceiros chamado SOAPEX, custa 11,00 doláres para vinte dias, no Chile não fui parado nenhuma vez. Vamos a viagem: Primeiro dia: São Paulo Foz do Iguaçu, são cerca de 1050km, chegando em Foz fiquei em um hotel muito bom e barato, Segundo dia: fui conhecer as Cataratas, lugar maravilhoso e lindo, a tarde sai de Foz e fui até Posadas na Argentina. Terceiro dia: Posadas - Santa Fé, são 800 km. esse trecho é onde você é parado muitas vezes pela policia. Santa Fé é uma cidade bem grande e bonita. Quarto dia: Santa Fé - Rio Cuarto, são 430km. Cheguei no meio da tarde na cidade, arrumei um hotel, lembrando não fiz reserva em nenhum lugar, não queria ter compromisso de chegar em um determinado lugar no dia, gostei muito dessa cidade, tem uma praça e uma igreja no centro muito bonitas, pessoas agradáveis, e comida boa também. Quinto dia: Rio Cuarto - Mendoza, são 470km, Mendoza já esta aos pés da cordilheira dos Andes, uma cidade encantadora, ruas cheias de arvores lindas, uma lugar muito bacana, maior produtora de vinhos da Argentina ( detalhe quando se chega na província(estado), de Mendoza você é parado seu veiculo é revistado e te explicam que não pode entrar com frutas frescas, por conta de serem produtor de vinho, isso para preservar a qualidade das uvas, eles tentam evitar que vc entre com frutas pois pode ter alguma contaminação de ovos e larvas de moscas e isso causar danos nas parreiras de uvas.). Sexto dia: Mendoza - Santiago são 360 km, mas prepare o dia todo para essa travessia o dia que eu fui tinha uma certa fila e demora um pouco. Quando sair de Mendoza logo chega as cordilheiras, esse é o ponto alto da viagem, a estrada é maravilhosa, você vai pela estrada margeando o rio Mendoza e contornando as montanhas e subindo a subida é bem suave a gente anda uns 180km, subindo até chegar a fronteira, no meio do caminho já começa a ver neve, tem uma estação de ski chamada Los Penitentes da para parar um pouco e curtir a neve, depois é só continuar subindo até cerca de 3000metros de altura, na fronteira com o chile, depois de passar pela fronteira e fazer toda papelada de saida da Argentina e entrada no Chile, seu carro é revistado novamente no meu caso pediram para tirar todas as malas olharam tudo depois liberaram. A descida já não é tão suave, começa Os Caracoles, como é chamada a estrada são varias e varias curvas descendo, o que você subiu em 180 km, vc desce em 20km, é muito bonito também, no começo assusta um pouco minha esposa ficou travada no carro, mas é tranquilo da pra descer na boa é só ter um pouco de experiencia no volante. Chegando em Santiago fui a procura de Hotel tive um pouco de dificuldade a cidade estava cheia e os hoteis lotado consegui um para passar a noite e depois reservei pela internet um outro City Express, muito bom hotel só que fica perto do Aeroporto um pouco longe do centro mas para quem esta de carro é tranquilo. Fiquei seis dias em Santiago, conheci o centro da cidade, Plaza das Armas, Catedral de Santiago, Palacio de Moneda, mercado central(boa comida), esses locais ficam no centro da pra conhecer todos em um dia. Quem quiser comprar roupas de frio barato, muito barato tem um lugar que chama Patronato, uma especie de Brás de santiago. Teve dias que andei de metrô, é bom e liga os principais pontos da cidade. As Vinícolas, eu não fui conhecer, julho as plantações de uva estão secas, acho que esta visita é mais interessante em época que as plantações estão verdinhas e floridas. Os preços de vinhos no Supermercado dizem que é mais barato que nas vinícolas, eu não sei, mas sei que é barato vinho lá, eu comprei no Jumbo um hipermercado famoso em Santiago, tem vinhos de R$10,00 a garrafa. Dinheiro: Casa de Cambio em Santiago ficam na rua Augustinas no centro, é melhor trocar dinheiro la no chile, consegue preço melhor que no Brasil, na Argentina também, o ideal é levar só um pouco para pedagios e pequenas despesas e trocar lá. Outro local em Santiago para conhecer, Sky costaneira( edifício mais alto da America do Sul), é um prédio bem alto que tem uma visão muito bonita de Santiago, para subir custa 10000 pesos, cerca de 55,00 reais. Conheci também Vina del Mar e Valparaiso, fica cerca de 80km de Santiago, vale a pena cidades litoraneas muito bonitas rende boas fotos e você ainda conhece o Oceano Pacífico. Só avisando, os motoristas de Santiago são meio loucos no volante e olha que dirijo em São Paulo. Outro lugar maravilhoso para conhecer é as estações de Ski, Farellones e Vale nevado, a estrada que leva a esses lugares também são maravilhosas, é subir de novo a cordilheira quase 3000metros, mas vale a pena. Muita neve. Com relação aos custos: gastei mais ou menos uns R$550,00 de pedágio, desses 350,00 no brasil, o pedágio no chile e argentina são mais baratos. as estradas são boas, na Argentina peguei um pedaço de estrada ruim más estavam arrumando. Pedágio R$550,00 Gasolina R$ 2.200,00 ( foram 7500km total). Hoteis os preços variam um pouco dependendo do hotel na Argentina achei hotel de R$150,00 R$210,00 a diaria para três pessoas, com cocheira(estacionamento). No chile é mais caro um pouco, o que fiquei foi R$300,00 a diaria,com café da manhã bom. Na Argentina não esperem aquele café da manhã. A volta fiz o mesmo caminho com uma paradinha de dois dias em Foz do Iguaçu, para compras no Paraguai, vale a pena também, muito barato eletrônicos e roupas. Bom Pessoal é isso. qualquer dúvida que eu puder ajudar estou da disposição.
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    estou procurando cia para tailandia final de novembro/2018, com data provavel de saida dia 17/11. expectativa de ficar uns 12 a 15 dias maximo. nao montei nenhum roteiro ainda. caso alguem interesse podemos montar juntos. vlw galera
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    Procuro companhia para viagem aos EUA, com roteiro entre Nova Iorque, Boston e Filadélfia (ou outras opções), para dividir hospedagem ou apenas para passeios e troca de experiências. Previsão de ida em agosto, setembro ou outubro de 2018 (tenho flexibilidade de datas).
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    Uruguai, Argentina e Chile. DEZ 18 FALA GALERA mochilao roots em dezembro para esses países mencionados, o intuito é conhecer muito e gastar...
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    @alvinoliveira o lance é ir até Boa Vista, seguir de táxi lotação até Pacaraima, na fronteira Brasil-Venezuela e de lá pegar outro táxi até Santa Elena de Uairen, vida de base com várias empresas. Tenho dois amigos que são guias. Um indígena brasileiro (Enoque Raposo) e um indígena venezuelano (da empresa Extremo Ancestral, o Michael).Procure -os no facebook. Veja com eles orçamentos e como está a situação da fronteira e disponibilidade de mantimentos. Boa travessia. Vais gostar. Foi uma das experiências mais incríveis que já tive na vida.
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    Não sei seu caso, mas minha Esposa passou por um perrengue com está empresa. E a culpa foi da TREKKINN e não dos correios. Eles passaram um número de postagem errado ou falso. O número não existia e o produto não era entregue. Ficou 4 meses nisso. Ai começamos a reclamar. Depois de muito tempo, reconheceram o erro e falaram que iam achar o produto e reenviar. Isso ai foi mais 1 meses e nada. Pedimos o dinheiro de volta, ai pararam de responder. Só conseguimos reaver nosso dinheiro quando achamos o Facebook da empresa e começamos a infernizar eles. Ai devolveram nosso dinheiro, mas vi vários relatos de quem perdeu o dinheiro. Como já postei eu já comprei vários produtos lá e não deu problema, mas é bom saber que tem um risco.
  18. 1 ponto
    Boa Tarde, Estou com uma Eurotrip marcada para Março de 2019, pois é o mês que vou estar de Férias. Será minha primeira Eurotrip e meus planos são bem econômicos! E gostaria de companhia de alguém para fazer essa viagem! Interessados, me mande mensagem, ou mande o numero para conversar!
  19. 1 ponto
    Estão pensando pelo Brasil ou pro exterior? Minhas férias é em novembro também. Pretendo conhecer o nordeste.
  20. 1 ponto
    Bom dia! Tá eu mais 3 amigas. Me add no grupo tbm!!! Bruno 61993368044
  21. 1 ponto
    O downhill na estrada da morte na Bolívia não pode faltar para aqueles mochileiros que amam uma aventura, como eu! Para quem ainda não conhece, é a descida de bike em uma das mais perigosas estradas do mundo, com precipícios que beiram os 900 metros de altura e trechos com apenas 3 metros de largura. Nós pagamos cerca de 150 bolivianos (R$70,00) mas o valor pode variar de acordo com o tipo de bike e tração. É bom reservar um tempinho para andar na rua Sagàrnaga e pechinchar entre as agências para conseguir o melhor preço. Este passeio dura o dia todo, mas em nosso caso, tivemos uma situação um tanto conturbada que dobrou o tempo de duração, portanto irei dividi-lo em três partes: Início, meio e experiência de quase morte. hahahhaaha. Calma que eu vou explicar. Início: O tour inicia-se às 7h00 e inclui transporte até o topo da estrada, na cidade de El Alto, vestimenta (jaqueta fina, calça e luvas), equipamentos de segurança, fotos, almoço e guias para conduzir o grupo. Quando desembarcamos lá em cima, fazia muito frio, portanto recomendo levar mais uma blusa apenas para o início da descida, pois da metade para o final faz muito calor. Dessa forma, é importante ter uma camiseta por baixo de tudo. Também é fundamental levar óculos de sol para evitar que a poeira entre nos olhos. A descida começa ainda em estrada asfaltada, a uma altura de mais ou menos 4.000 mil metros. A sensação de liberdade é indescritível e é ainda mais incrível olhar para os lados e perceber que está pedalando na altura dos picos das montanhas! Após em média 50 minutos pedalando na estrada asfaltada, começa o temido caminho na estrada de cascalhos, terra e muita poeira. O guia fez algumas recomendações importantes e demos início a largada! Não vou negar que no começo fiquei com bastante medo, mas depois de 10 minutinhos, peguei o jeito e me acostumei. Ahhh! Fique tranquilo, caso não tenha experiência com bikes, é só descer com calma e não há motivos para algo dar errado. O trajeto completo dura em média 4 horas e vai dos 4.000 aos 1.110 metros em 65km de estrada. Meio: O percurso passa por pequenas cachoeiras e recomendo que OLHEM PARA OS LADOS, mesmo pedalando, pois a vista é inacreditável! Eu até vi um gavião voando na mesma altura que estava! É incrível! Há paradas para descanso, fotos, lanche e histórias macabras. Depois de completarmos a descida, há um almoço delicioso com comida bem típica e depois, começamos a volta à La Paz, já dentro da van. Experiência de quase morte: Depois do almoço, retornamos à van e notei logo de cara que o guia estava bêbado e não conseguia formar uma frase, provavelmente, tinha bebido enquanto almoçava. Mesmo com essa situação, ninguém se manifestou de início e seguimos viagem pela estrada, que não é da morte, mas ainda sim, haviam precipícios e neblina. Um pouco antes da metade do caminho, nossa pista estava interditada em um pequeno trecho, sendo necessário desviar por um minuto na contramão, era uma manobra fácil e foi o que nosso motorista fez, o único problema era o caminhão vindo em nossa direção e o motorista da van continuou indo, mas parou bem em cima! Depois desse susto, todos ficaram preocupados e alguns até mais exaltados. Assim, exigimos que eles parassem a van, o que eles se recusaram de início, mas cederam quando viram um comércio na beira da estrada. Nós descemos da van e paramos uma outra van de transporte público que estava indo para La Paz e nos levou junto. Nós falamos com a agência e a responsável nos reembolsou o dinheiro extra gasto com a van pediu mil desculpas. Acredito que o guia e motorista eram novos e foram advertidos ou até dispensados depois das reclamações que receberam. Tenho certeza de que essa situação foi uma exceção e quero que entendam o relato como uma lição para prestarem mais atenção nos guias, pois não depende somente das agências. Por favor, não deixem de fazer esse tour incrível, lindo e sensacional!!!!! As fotos dizem por si só!
  22. 1 ponto
    Gente!!!!! Vcs já são bem vindos aqui na Bahia!!! Venham! Venham! Venham!!
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    Olá, tenho interesse na sua proposta e já venho com vontade de fazer isso a tempos. Vocês querem criar um grupo de whats para isso? Bora botar essas viagens para acontecer.
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    Quero fazer América do sul, saindo de Salvador no início de abril. Se curtir o roteiro, podemos juntar essa trip!
  25. 1 ponto
    Olaaaaaaa @Sisimatana embarcarei com uma amiga dia 4/11 de São Paulo e retornarei dia 2/12... pretendo fazer Tailândia, Camboja, Laos, Vietnã e Myanmar... irei nos dois festivais que terão em Chang Mai das lanternas e dos barquinhos... vamossssssss.... 11 977212645
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