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Mostrando conteúdo com a maior reputação desde 25-06-2020 em todas áreas

  1. 4 pontos
    Fala raça! Tô felizasso em poder compartilhar essa experiência com vocês. Fiz o mochilão na companhia do meu irmão Kevin Jahn e minha cunhada Carol Jahn em janeiro/fevereiro de 2020, dormindo em barraca, hostels, Airbnb e até no chão do aeroporto (pra dar aquela emoção a mais). Apesar de ter sido uma das melhores experiências que já vivi, foi bem difícil planejar essa viagem, então espero que essas poucas informações iluminem quem está cogitando conhecer essa região. De início vou focar apenas nas questões mais relevantes (roteiro, custos e o que levei na mochila), e aos poucos vou relatando os acontecimentos da viagem, principalmente o trekking em Torres del Paine e El Chaltén. ROTEIRO Dia 1: 23/01/20 - Floripa > Santiago > Punta Arenas Dia 2: 24/01/20 - Punta Arenas > Puerto Natales - Conhecemos o Estreito de Magalhães pela manhã e em seguida pegamos o ônibus para Puerto Natales. Final da tarde compramos as comidas para TdP Dia 3: 25/01/20 - Puerto Natales > Torres del Paine - Ataque ao Mirador Base de las Torres, acampamento no Camping Central Dia 4: 26/01/20 - Torres del Paine - Travessia até o Valle del Francés, acampamento no Camping Italiano Dia 5: 27/01/20 - Torres del Paine - Ataque ao Mirador Fracés e travessia até o Camping Paine Grande, onde acampamos Dia 6: 28/01/20 - Torres del Paine > Puerto Natales - Acabamos ficando de molho no Camping Paine Grande até a chegada do catamarã Dia 7: 29/01/20 - Puerto Natales > El Calafate - Ficamos mais de duas horas na aduana Chile/Argentina, foram mais de 8 horas de viagem ao total Dia 8: 30/01/20 - El Calafate - Dia de conhecer o Glaciar Perito Moreno, não fizemos o Mini Trekking mas foi ótimo pra tirar um dia pra descansar Dia 9: 31/01/20 - El Calafate > El Chaltén - Chegando em Chaltén já fomos direto para a Laguna Capri montar acampamento, final da tarde fizemos um ataque ao Fitz Roy Dia 10: 01/02/20 - El Chaltén - Descanso na cidade Dia 11: 02/02/20 - El Chaltén > El Calafate - Chorrillo del Salto pela manhã e viagem de volta a Calafate após o almoço Dia 12: 03/02/20 - El Calafate > Puerto Natales > Punta Arenas - Chá de ônibus nesse dia Dia 13: 04/02/20 - Punta Arenas > Santiago > Floripa TOTAL GASTO: R$ 4700,00 (joguei o valor um pouco pra cima porque posso ter esquecido de algo) Os valores estão por pessoa e na moeda utilizada no momento da compra. DESLOCAMENTOS: R$ 3.526,00. Passagem aérea ida/volta + seguro viagem + bagagem de mão + cargueira despachada + assento reservado + taxa de embarque: R$ 2760,00 pela LATAM, de Floripa à Punta Arenas com conexão em Santiago.* Ônibus Punta Arenas-Puerto Natales ida/volta: CLP $ 15.000,00 Ônibus Puerto Natales-Torres del Paine ida/volta: CLP $ 16.000,00. Transfer Guarita-Camping Central: CLP $ 3.000,00. Catamarã Camping Paine Grande-Guarita: CLP $ 23.000,00. Ônibus Puerto Natales-El Calafate ida/volta: CLP $ 34.000,00. Ônibus El Calafate-El Chaltén ida/volta: ARS $ 2400,00. Van El Calafate-Perito Moreno ida/volta: ARS $ 1200,00. *Pelo meu monitoramento só o valor da passagem variou na época entre R$ 1900,00 a R$ 2400,00. Comprei com três meses de antecedência e confesso que há uma semana antes da viagem o preço ainda estava na mesma faixa. HOSPEDAGENS: R$ 506,00. Puerto Natales Hostel Bella Vista: R$ 55,00 c/ café da manhã e aluguel de equipamentos de trekking, inclusive ganhamos de presente um gás da host Ni Torres del Paine (vou detalhar melhor no tópico exclusivo de TdP) Camping Central: USD $ 21,00. Camping Italiano: Free, grátis, na faixa. ~não recomendo Camping Paine Grande: USD $ 11,00. El Calafate Airbnb Groovy Dooby Doo: R$ 59,00. ~não recomendo El Chaltén Camping Laguna Capri: Free, grátis, na faixa. Hostel Rancho Apart: ARS $ 1250,00, quarto compartilhado. *valores por noite **foram 10 noites, na primeira passamos no avião e na última no chão do aeropoto. ENTRADAS: R$ 200,00. Entrada do parque Torres del Paine: CLP $ 25.000,00. Entrada do parque Los Glaciares - Perito Moreno: ARS $ 800,00. ALIMENTAÇÃO: R$ 350,00. Restaurante no Chile: em torno de CLP $ 3.500,00. Restaurante na Argentina: em torno de ARS $ 600,00. Mercado para Torres del Paine: CLP $ 6.600,00. Mercado para Fitz Roy: ARS $: 660,00. Compras nos aeroportos, rodoviárias, snacks, frutas e etc. COTAÇÕES R$ 1,00 = CLP $ 190,00 (Aeroporto de Santiago) R$ 1,00 = CLP $ 170,00 (Punta Arenas) R$ 1,00 = CLP $ 165,00 (Puerto Natales) R$ 1,00 = ARS $ 16,50 (Restaurante Casimiro em El Calafate, apesar de ter a melhor cotação de Dólar, Euro e Real, aqui é clandestino devido aos problemas políticos-econômico da Argentina) VESTUÁRIO E EQUIPAMENTOS O segredo é focar em roupas e equipamentos apropriados para a região. A fama da Patagônia ter uma instabilidade climática não é um exagero, tu literalmente vai viver as quatro estações e todos os tipos de condições em um único dia. O que eu levei na minha mochila Forclaz Trek 900 50L + 10L: 1x Calça modular - Tecido de secagem rápida e que não propagada corte 1x Fleece (0 a 7 ºC) - Uso um com zíper pra ser prático e ajudar a regular a temperatura corporal 1x Jaqueta impermeável (2000 mm) corta vento - Conhecida também como anorak, acabou passando a água em uma das tempestades em TdP 1x Calça segunda pele técnica - Usei a viagem toda, até por baixo dá bermuda 2x Blusas segunda pele - Uma técnica pra caminhada e uma mais quente pra dormir 1x Calça impermeável (2000 mm) - Precisei usar em vários momentos 3x Camisetas curtas Dry Fit - Acabei usando só duas 4x Cuecas de Microfibra - Secagem muito rápida, foi excelente 2x Meias técnicas de trekking - Nunca tinha usado e fez muita diferença, deveria ter levado pelo menos 4 1x Meia térmica - Usei apenas pra dormir e foi muito bom para deixar as outras respirando 1x Bota de trekking impermeável - Confesso que a minha segurou a água mas a palmilha e solado eram fracos, sugiro comprar uma palmilha boa 1x Havaianas - Usei pra tomar banho, no avião e nas cidades (BRASIIIIIL) 1x Bermuda de banho - Usei bastante nos hostel, todos lugares tem calefação então sugiro levar algo curto pra dormir 1x Luva de fleece para trekking - Usei poucas vezes, somente quando chovia nos lugares mais frios de TdP 1x Protetor de orelha de fleece - Baita acessório, ajuda até pra dormir quando ainda tem luz 1x Cachecol - Acabei usando só pra dormir em virtude do meu saco de dormir ser patético 1x Touca de lã - Usei uma vez, protetor de orelha já resolve 1x Toalha de Microfibra - É item obrigatório, já uso há anos 1x Mochila de ataque 30L - Usei muito pra fazer compras, lá não tem sacola plástica 1x Bastão de trekking - Recomendo dois, a grande maioria das pessoas utilizava um par 1x Shoulder Bag - Ideal pra levar documentos e dinheiro, já tinha costume de usar nos acampamentos em Floripa, pra não deixar nada na barraca dando sopa 1x Barraca de trekking - Uso a Quechua Quick Hiker 2, tenho um vídeo falando sobre ela 1x Saco de dormir para 15 ºC - Não morri mas não passei bem haha sugiro um para 0 ºC 1x Isolante térmico - Uso um egg crate Nature Hike, é importante que o isolante seja bom, foi o que me salvou 1x Kit cozinha - Não pode levar o gás no avião 1x Lanterna de cabeça - Quase não usei porque escurece tarde (22:00) e amanhece cedo (05:00) 1x Kit Primeiro Socorros - Aconselho a levar medicamentos específicos, como antibióticos dose única, antitérmico, anti-histamínico, relaxante muscular 1x Silver Tape - Não usei, mas aconselho levar porque dá pra usar até pra tapar rasgos em roupas. 1x GoPro Hero 7 Black + Bateria extra + Carregador Duplo externo + Micro SD Card extra - Sou fã de GoPro, acho muito útil num lugar como esse que chove toda hora 1x Power Bank 20.000 mAh - Usei muito, apesar de ter entrada USB nos ônibus e tomada em alguns campings RESERVAS EM TORRES DEL PAINE http://www.conaf.cl/parques/parque-nacional-torres-del-paine/ (camping gratuito) https://www.verticepatagonia.cl/home (lado esquerdo do W) https://www.fantasticosur.com/en (lado direito do W) PASSAGENS DE ÔNIBUS https://www.bussur.com/ https://www.recorrido.cl/ http://www.busesfernandez.com/ Espero que a leitura tenha sido útil, logo menos continuo o relato. Abraço a todos, Gerhard Jahn.
  2. 3 pontos
    @Filipe O. Barros @pachecolucas sugiro voces nao ficar dependendo de ninguem pra fazer uma trip. Por mais que seja a primeira viagem, que gere uma certa insegurança, mas se voces nao sairem da zona de conforto dificilmente vao adquirir experiencias. Achar alguem que queira ir pra onde voce quer, com a mesma disponibilidade de tempo e grana é complicado. A melhor coisa a se fazer é escolher um destino, ler o maximo de coisas a respeito pra voce ter conhecimento do que ti espera pelo caminho e pé na estrada. Pode até aparecer pessoas aqui dizendo que animam e tal, mas na hora do vamos ver pulam fora, entao veja se arruma um amigo ai na sua cidade e se nao conseguir vá sozinho. Muito provavelmente irão encontrar pessoas no caminho ou no local de destino que estarão na mesma vibe que voces. Boa sorte
  3. 2 pontos
    Boa noite, gosto de trilhas e camping, não sou super em nada, procuro grupo ou pessoas que tem o mesmo objetivo, cansei em entrar em grupos de whatsapp, pois todos parecem tipo "segue o líder", baba ovo dos adms, cansei, faço algumas e sempre acampo sozinho, mas algumas é essencial companhia, e além de ser essencial a companhia é sempre bem vinda.
  4. 2 pontos
    Olá mochileiros! Venho trazer o meu relato de 6 dias de viagem em Roma e Vaticano, que realizei no ano de 2017. Foi a minha primeira viagem internacional, dentro de uma Eurotrip que planejei inteiramente com dicas aqui desse fórum maravilhoso. E após tanto tempo, venho dar a minha contribuição, pois depois dessa primeira viagem, não parei mais (exceto na data deste post em razão da pandemia do COVID-19). Ressalto que reservei 6 dias na cidade em razão de interesse pessoal, por querer explorar cada atração com bastante calma e sem pressa. Mas uma estadia de 4 dias é suficiente para conhecer o mais importante! Eu nunca tinha saído do Brasil, nem mesmo para os nossos vizinhos da América Latina. Mas com muita coragem e ansiedade, em 21 de novembro de 2017, às 14h50, lá estava eu no Aeroporto Internacional de Guarulhos embarcando no voo AZ675 da Alitalia, com destino a Roma. Desembarcamos no Aeroporto Fiumicino (Leonardo da Vinci) às 07h15 do dia seguinte, em um voo que foi muito confortável e engraçado (nas poltronas ao redor da que eu estava sentado tinham várias senhoras viajando em uma excursão, que eram muito fofas), o que aliviou um pouco a tensão da primeira viagem. Mas a tensão voltou com carga total no momento mais temido para quem realiza a primeira viagem internacional: a temida imigração! Que nada! Após uma fila de uns 10 minutos, cheguei no oficial de imigração que misturando inglês e italiano perguntou para onde eu iria, quantos dias ficaria na Itália e pediu apenas para ver o bilhete aéreo de retorno. Passaporte devidamente carimbado, seguido de um “Benvenuto in Itália!” e eu não acreditava: estava em Roma começando a realização de um sonho! O Aeroporto de Roma que recebe voos de longa distância fica bem longe do centro da cidade, exigindo deslocamento de mais de 40 km. Optei por embarcar em ônibus executivo, que custou € 5,90 e me deixou na estação central de trem Roma Termini, localizada na região em que fica a maioria dos hotéis. Nesse ponto, faço um alerta: a hospedagem em Roma é bastante cara, mesmo para os padrões europeus! No meu planejamento, optei por me hospedar no quarto privado de um hostel, que fica localizado a cerca de 800 metros da estação central Roma Termini e bem perto da Estação Cavour do metrô, chamado New Generation Hostel Santa Maria Maggiore. Além de ter sido um estabelecimento reformado recentemente, este hostel tinha na recepção o famoso Giuseppe, um senhor extremamente simpático que morou vários anos no Brasil e que dominava a língua portuguesa. Além disso, esse hostel também fica bem próximo do Coliseu, a uma caminhada de uns 10 minutos apenas. Então vale muito a pena! Roma é um verdadeiro museu a céu aberto e isso não é clichê! Em cada esquina, praça ou viela você se depara com vestígios da era imperial. Além disso, as atrações são próximas umas das outras, além de o transporte público ser bastante eficiente. Por isso a melhor forma de conhecer Roma é andando a pé, principalmente por ser uma cidade plana. Imagina ficar se deslocando de metrô dentro de um túnel subterrâneo enquanto acima tem esse verdadeiro museu a céu aberto? Na minha estadia na cidade eu utilizei o metrô apenas para ir até o Vaticano, que fica mais distante da região central. O metrô de Roma é excelente, com frequência de 3 a 5 minutos e quase sempre não estavam cheios. Para comprar os tickets, existem várias opções: máquinas automáticas, guichês ou tabacarias (aliás, outra observação: os italianos fumam muuuuuuuito!). Eu recomendo comprar nas máquinas, que além de ser mais rápido, não têm muito segredo: seleciona o seu ticket, insere as moedas e abaixo cai o ticket (e eventual troco). Existem alguns tipos de bilhetes: unitário, diário, 3 dias, semanal, mensal e anual, mas nas vezes em que utilizei acabei optando pelo ticket unitário, que custava € 1,50 o trecho e era válido por 100 minutos. Diferente de outras cidades europeias, no metrô de Roma você precisa inserir o bilhete na catraca para liberá-la, devendo guardar o bilhete até o final da viagem, porque para sair precisa inseri-lo novamente na catraca. Dica: para evitar constantes deslocamentos pela cidade e perca de tempo, é importante que no seu roteiro você coloque atrações próximas umas das outras, para que possa se deslocar caminhando. Então, por exemplo, se no primeiro dia de viagem você colocar Coliseu e depois Vaticano, terá que usar transporte e atravessar toda a cidade para chegar de um lugar ao outro. Por fim, alerto que Roma é uma cidade extremamente quente, parece que não venta naquele lugar! Realizei essa viagem no mês de setembro, que é início do outono na Europa. Mas na Itália estava um calor danado, um sol para cada um, como diz o ditado. Então uma dica essencial: para passear por Roma em dias quentes é fundamental levar consigo óculos de sol, protetor solar e uma garrafinha de água! Há um diferencial muito bacana em Roma, que são as fontes espalhadas pela cidade com água potável. Então basta levar sua garrafinha e ir enchendo nas fontes conforme a necessidade, pois por incrível que pareça a água é límpida. Você irá presenciar várias pessoas fazendo isso pela cidade. Dia 1 - Basílica de Santa Maria Maggiore, Fontana di Trevi, Panteão, Templo de Adriano, Praça Navona Após realizar o check-in no hostel e tomar um banho, já era hora de sair para começar a explorar a cidade. Como iria sair por volta das 14h30, decidi colocar no roteiro os locais mais próximos do hostel porque sabia que retornaria bem tarde, pois eu AMO conhecer as cidades durante a noite! Saindo do hostel fomos para a Basílica de Santa Maria Maggiore, que é uma das quatro grandes basílicas da cidade (também chamadas de Igrejas Patriarcais). Construída no século V, essa igreja mistura os estilos renascentista e barroco. No seu interior, a basílica conta com lindos mosaicos, o arco central e o chão em cosmatesco, além do seu teto incrível projetado por Giuliano San Gallo em caixotes de madeira dourada. Além disso, na Basílica de Santa Maria Maggiore que foi realizado o funeral e está enterrado o famoso escultor Gian Lorenzo Bernini, ou simplesmente Bernini. Saindo da igreja, caminhamos até a Fontana di Trevi. Uma visita a Roma não seria completa sem conhecer a sua fonte mais majestosa. Mas não vá achando que é só chegar na Fontana, se acomodar e tirar boas fotos a partir de vários ângulos. Nada disso! O entorno da fonte é abarrotado de gente a maior parte do dia, além dos guardinhas que ficam apitando para quem senta nas beiradas da fonte, o que é proibido. Conseguir um bom ângulo para fotos exige paciência, sem esquecer-se de jogar a moeda na fonte para que possa retornar a Roma (e a segunda moeda traz o amor eterno, dizem). Ficamos na Fontana até o fim da tarde, pois aproveitamos para comer pizza no local. Já de noite, fomos até o Panteão. Para quem não sabe, o Panteão romano também é uma igreja católica, embora tenha sido construído para ser um templo dedicado aos deuses romanos. Como era de noite, estava fechado, mas pudemos apreciar o seu lado externo e a bela Piazza della Rotonda que fica em frente. Voltaria durante o dia para visitar o seu interior. Caminhamos uns 5 minutos e chegamos ao Templo de Adriano, construído no ano 138 e que atualmente ostenta a sua fachada com 11 das 38 colunas originais. Nas colunas ainda é possível observar os orifícios de fixação do revestimento em mármore que ornava a estrutura original. Por fim, caminhamos até a famosa Praça Navona, que é bastante movimentada de noite. Visitar as suas incríveis fontes durante a noite realça a sua beleza, principalmente a Fonte dos Quatro Rios. A “Fontana dei Quattro Fiumi” foi esculpida em estilo barroco por Bernini e representa os rios mais importantes daquela época: Nilo (com a cabeça coberta por um tecido), Danúbio (com os braços para cima), Ganges (com o remo) e Rio da Prata (com a moringa). Retornamos ao hostel, comemos pizza novamente no trajeto e precisávamos descansar porque o dia seguinte seria bastante corrido. Dia 2 - Igreja de San Pietro in Vincoli, Coliseu, Arco de Constantino, Foro Romano, Prisão Mamertina e Monumento a Vittorio Emanuele II O segundo dia em Roma começou bem cedo. Levantamos às 07h30, tomamos o café da manhã em uma cafeteria próxima ao hostel e arrumamos a mochila pra sair, porque o dia seria bem longo. Caminhando em direção ao Coliseu passamos na Igreja de San Pietro in Vincoli (São Pedro Acorrentado), que fica a poucos metros de distância da estação Cavour do metrô. Essa igreja tem uma fachada bem discreta, que mal parece ter uma basílica no local. O seu teto, do século XVIII, é decorado com um afresco chamado Milagre das Correntes. Mas por que será esse nome? O interior dessa igreja guarda duas grandes surpresas: a intenção de visitá-la era conhecer o famoso Moisés de Michelangelo, que é a estátua que decora o túmulo de um Papa. Mas para minha surpresa no seu interior também estão as supostas correntes que prenderam o Apóstolo Pedro em Jerusalém e em Roma. Mas a grande atração dessa igreja é o Moisés esculpido por Michelangelo, considerado como uma das obras-primas do artista. Michelangelo trabalhou nessa obra entre os anos de 1513 e 1515, para abrigar o túmulo do Papa Júlio II. A obra foi idealizada pelo artista para ter efeitos mais claros ou escuros ao longo do dia, a depender da iluminação natural que entrava na igreja e destacava os seus efeitos de profundidade, coisa de gênio! O dito popular em Roma diz que o próprio Michelangelo ao terminar a obra ficou tão impressionado com a sua perfeição que teria batido o martelo nela e falado “parla Moisés”! Essa igreja tem a entrada gratuita, e de abril a setembro funciona das 8h às 12h30 e das 15h às 19h, enquanto de outubro a março permanece aberta das 8h às 12h30 e das 15h às 18h. Deixamos essa igreja incrível e seguimos em direção ao grandioso Coliseu! Talvez não seja exagero dizer que o Coliseu é o maior símbolo do país, pois é o primeiro monumento que vem à cabeça quando pensamos em Itália. Por esta razão que nenhuma visita a Roma será completa sem se conhecer o Coliseu, que é parada obrigatória para os turistas. Além disso, é um dos monumentos mais bem conservados da cidade. Não dá pra descrever aqui toda a importância história do Coliseu, senão o post ficaria enorme. Mas ir caminhando pela rua e de repente dar de cara com essa imensa construção histórica é uma sensação surreal! Sem contar a sua altura, pois é muito mais alto do que eu imaginava pelas fotos. A imaginação vai longe recriando todos os jogos que aconteceram naquele lugar, aja vista que até batalha naval e animais selvagens eram levados para o seu interior (por mais que seja uma memória da barbárie humana, pois o público se deliciava em assistir pessoas se digladiando, literalmente, não ofusca a grandeza que foi o Império Romano no seu auge). Dentro do Coliseu existe um pequeno museu com itens históricos encontrados nas suas obras de conservação, maquetes, vídeos e fotografias. Separe, no mínimo, 1 hora e meia de visita só para o Coliseu. Dica: gente, essa dica é praticamente obrigatória! O Coliseu certamente deve ser a atração mais visitada em Roma, e por isso tem filas gigantescas, que demoram horas! Imagina ficar plantado numa fila, queimando no sol e perdendo seu precioso tempo de férias? Então ainda no Brasil, entre no site oficial da Sociedade Cooperativa de Cultura e compre seu ingresso online, leve impresso (eles tem app, mas sempre é bom levar uma segunda alternativa para imprevistos), vá direto para as catracas que leem o seu QR Code e pronto, estará dentro do Coliseu. E o melhor de tudo: esse ingresso é valido tanto para o Coliseu quanto para o Foro Romano e Palatino! Tendo em vista que o Foro Romano fica em frente ao Coliseu e a visita provavelmente incluirá ambos no mesmo dia, essa modalidade de ingresso é perfeita. Mas também vale lembrar que no primeiro domingo do mês o acesso ao Coliseu é gratuito, o que pode gerar filas inevitáveis. Em 2017, eu paguei o valor de € 14 e o ticket era válido por 2 dias, para uma entrada no Coliseu e uma entrada no Foro Romano. Na data deste post, consultando o site oficial percebi que houve uma alteração na política de acesso, que agora é de 24 horas para acessar o Coliseu e o Foro Romano, pelo valor de € 16. Mas também percebi outra novidade: um ticket reduzido para acesso apenas de tarde, a partir das 14h até o horário de fechamento, pelo valor de € 9,50, o que vale muito a pena! Em frente ao Coliseu está o Arco de Constantino, que foi construído no ano de 315, três anos após a vitória de Constantino sobre o imperador Maxêncio, conquista que fez extinguir o regime de quatro governantes imperiais, passando Constantino a governar os vastos territórios romanos como único imperador. Aproveitamos um pouco de sombra em frente do Coliseu e sentamos em uma pequena área verde para descansar, tomar água e comprar algo para comer. Renovado o protetor solar, seguimos para o Foro Romano e Palatino. Usamos o mesmo ingresso do Coliseu. Havia uma pequena fila, mais por conta dos procedimentos de segurança (há máquinas de raio-x praticamente em todas as atrações turísticas, então é bom evitar equipamentos metálicos nas mochilas). E se prepare: uma visita bem feita ao Foro Romano demora cerca de 3 horas! O Foro Romano era o centro de poder do Império Romano. Nas ruínas que hoje encontramos estão os vestígios de uma poderosa civilização que influenciou o mundo ocidental. No local estavam instalados o Fórum de César, de Augusto e de Trajano, conhecidos em seu conjunto como “Fori Imperiali”, o Templo de Vênus, a Basílica de Maxêncio, dentre várias outras importantes instalações. Logo na saída do Foro Romano, em um prédio bem discreto que até tive certa dificuldade em localizar pelo GPS, está a denominada Prisão Mamertina. Segundo a tradição, foi nesse local que os Apóstolos Pedro e Paulo ficaram presos durante 9 meses, oportunidade na qual Pedro conseguiu converter seus carcereiros ao Cristianismo. É um lugar muito emocionante de se conhecer e que impõe reflexão, principalmente porque a visita relembra os tempos de perseguição romana aos cristãos. As instalações são bastante conservadas e antes da prisão em si, que fica no subterrâneo, há um pequeno museu no início da visita. A entrada não está incluída no ticket do Foro Romano, devendo ser comprado outro ticket exclusivo para a prisão, que em 2017 eu paguei € 10. A visita não demora mais do que 30 minutos, porque o espaço é pequeno. O horário de funcionamento é de segunda a domingo, das 8h30 às 16h30. Já partindo para o final da tarde, seguimos andando até o grandioso Monumento a Vittorio Emanuele II, outra instalação clássica quando nos lembramos de Roma e que também é conhecida como Altar da Pátria. Localizado na Praça Veneza, precisa tomar muito cuidado ao atravessar as ruas porque o trânsito é bastante confuso, típico dos italianos. Esse imponente monumento foi construído em 1878 em homenagem a Vittorio Emanuelle II, o primeiro rei da Itália. A sua estrutura é linda, com uma grande escadaria e estátuas enormes, dentre elas a estátua equestre em comemoração aos 50 anos de unificação da Itália. Há um museu no local, mas não entramos porque já estávamos cansados depois de enfrentar o Foro Romano embaixo de sol quente. Voltamos ao hostel para tomar um merecido banho, descansar e de noite sair para jantar e conhecer a noite romana. Como o Coliseu era muito próximo do hostel, jantamos por perto e fomos visita-lo de noite. E como era um sábado, havia uma rua bem movimentada próxima ao Coliseu, em que paramos para tomar uma cerveja e conhecer alguns bares. Pessoal, para não ficar muito longo, encerro aqui essa primeira parte do relato. E pela dificuldade de juntar muitas FOTOS, alerto que todas as fotografias referentes a essas atrações estão no meu blog, no seguinte endereço: http://viajandosozinho.com/2020/06/25/roteiro-6-dias-roma/ Espero que esse relato ajude aos colegas no planejamento de suas viagens, pois Roma é uma cidade espetacular que respira história!
  5. 2 pontos
    @D FABIANO "votou no bozo"... amado??????? estamos do mesmo lado deste entendimento, aquiete-se.
  6. 2 pontos
    Em Mariana, Minas Gerais, existe uma outra cidade arqueológica bela e perigosa que poucos conhecem. Considerada como a Machu Picchu brasileira por alguns arqueólogos, o Morro de Santana, carinhosamente chamado de Gogô, é um local impar com uma área aproximada de 132 ha. Foto do autor: tanque de armazenamento de material para produção de ouro do Século XVIII No local existiu uma capela dedicada a Santana construída em 1712 e que foi desmanchada na década de 1970, ainda existem várias ruínas na área do parque arqueológico, residências dos proprietários das minas e de seus escravos e comércios bem próximos às minas. Foto do autor: Ruínas Foto do autor: Ruínas Foto do autor: Ruínas Foto do autor: Ruínas Foto do autor: Ruínas Foto do autor: Lagoa Seca Foto do autor: Mina Além dessa rica história e beleza existe o perigo causado pelos buracos de Sari ou Sarilho, que são dutos respiradouros que permitiam a entrada de oxigênio nas minas subterrâneas. Atualmente, a disposição de centenas desses orifícios na superfície da montanha fazendo da caminhada pela Gogô uma jornada perigosa. Como o local está praticamente abandonado, o mato rasteiro cresceu e se alastrou, encobrindo esses orifícios e disfarçando sua presença dos olhos de pessoas desatentas, como se fossem armadilhas. Foto da Prefeitura de Mariana: Possível busca por vítima ou treinamento Fiz alguns testes para verificar a profundidade desses buracos de Sari, atirando algumas pedras e cronometrando o tempo de queda. Em média a pedra demorava 4 segundos para atingir o fundo do buraco de Sari, sabe o que isso significa? Significa que a profundidade, média verificada foi de 80 metros e a velocidade no instante do impacto é de 141km/h, ou seja as chances de sobreviver a uma queda dessa é quase zero. Por isso, ao visitarem o parque arqueológico do Gogô procurem um guia. Cálculos: tempo: 4 s; gravidade: 9,81 m/s²; profundidade "y" (m): ?; Velocidade final “V” (km/h):?; y=1/2*g*t² = 1/2*9,81*(4²) = 78,48 metros Profundidade aproximada de 80 metros. V=g*t = 9,81*4 = 39,24 m/s = 141,26 km/h Velocidade final aproximada, no instante que a pedra atinge o solo, é de 141 km/h.
  7. 2 pontos
    Poucos meses atrás não fazia muita idéia sobre o país. Tinha visto algumas imagens de glance, sabia que era quente e úmido, fazia parte das diversas ilhas próximas a Nova Zelândia e que possuia um vulcão. Era só! Estava viajando com o marido e a filha de 4 anos e estávamos procurando um lugar quente para fugir um pouquinho, ainda que fosse por uma semana, do intenso frio da Nova Zelândia no inverno. A idéia era colocar os pés para cima, debaixo de um coqueiro, sentindo a brisa quente lhe abraçando como se fosse um gigante cobertor. Foi daí que nesta minha busca, descobri que a Air New Zealand estava com promoções para Vanuatu e de todas as ilhas que pesquisei, esta seria a mais barata para a família. Comprei as passagens sem hesitação. Meses depois, ouvimos que o país tinha sido atingido pelo Ciclone Pam, um dos ciclones mais fortes da história e que a devastação tinha coberto quase 90% da Ilha de Vanuatu. Entrei em pânico porque sabia que as passagens não seriam ressarcíveis e quase desistimos da viagem. Ainda bem que não o fiz. Realmente o sensacionalismo da mídia pode atrapalhar qualquer plano de viagem. Ao chegar no pequeno aeroporto de Port Vila, capital de Vanuatu que significa “Land Eternal” (eterna terra) com uma população de pouco mais de 45.000 pessoas, fomos brindados com aquele bafo quente. Yeah! Era isso que estava buscando! A missão da viagem estava 50% completa aqui, calor, sol e óculos escuro. Pegamos um taxi local em direção ao resort reservado e notamos que não havia faróis, o pequeno trânsito era um pouco caótico, haviam peruas para todo lugar como forma de transporte público, porém não conseguimos visualizar muita destruição conforme os noticiários. E o sorriso dos locais estava ali, estampados. Foi a primeira coisa que me despertou. Me senti extasiada com aquele ambiente e fechei os meus olhos, contemplando aquela coisa gostosa no ar! Localizado na Oceania, na região denominada Melanésia, o território de Vanuatu é formado por 83 ilhas que ocupam o arquipélago das Novas Hébridas. O país não possui fronteiras terrestres, e as nações mais próximas são as Ilhas Salomão e Fiji. Da Nova Zelândia, a viagem durou pouco mais de 3 horas, com vôo direto de Auckland para Port Vila. O resort que reservamos era digno de cartão postal, praticamente uma vila dentro de Port Vila, com o seu próprio campo de golf, praia particular para fazer caiaque e iatismo e todas as facilidades que um bom resort oferece. Curtimos esta atmosfera no primeiro dia, mas chegamos a conclusão, que se fosse para mergulhar na cultura local e mostrar a minha filha o que realmente era o país, teríamos que nos estender além do Resort. Alugamos um buggy e lá fomos explorar a ilha, que rodado inteira, totalizava 130km. Fui percebendo que Vanuatu era muito mais do que um local para relaxar debaixo de coqueiros. O país é abençoado por praias virgens, cachoeiras e rios cristalinos conhecidos como “Blue Roles”. Aqui você tem um dos melhores picos para mergulhar e fazer snorkeling no seu mar profundamente azul e límpido. Para quem é fã do programa americano Survivor, perceberá que uma de suas edições foi filmada aqui, com praias paradísiacas e florestas intocadas. Esta viagem de buggy nos proporcionou a oportunidade de visitar vilas e interagir um pouco mais com os locais que falam diversos dialetos. Na verdade, apesar de Vanuatu possuir 113 dialetos distintos, a maioria dos quais ainda falados em alguma ilha, o processo de colonização criou três línguas oficiais: francês, inglês e bislamá que é falado pela maioria. Percebemos também que na cidade, muitos estabelecimentos comerciais tinham os australianos como proprietários e numa destas conversas, nos sugeriram a conferir o vulcão em Tanna, o quão tinha lido algo a respeito no início das minhas pesquisas sobre o país. Foi a melhor sugestão que poderia ter tido. Para chegar em Tanna, você precisa pegar um aviãozinho teco-teco com no máximo 10 passageiros e a viagem dura cerca de 1 hora. Um pouco antes de desambarcar, você já tem uma idéia do vulcão e consegue ver de longe as larvas borbulhando. Chegamos no local, deixamos nossas malas no pequeno lodge e seguimos numa pick up pela estrada de terra. Admirar a força das larvas borbulhando e pipocando após o entardecer com suas cores laranjas e vermelho, acompanhado pelo barulho retumbante mostrando o poder da natureza calou a boca do grupo de australianos que nos acompanhava. Foi certamente uma das experiências mais fabulosas que tive na minha vida e que certamente ficarão na minha memória para sempre. É ótimo quando não criamos expectativas. Quando comprei o nosso ticket para Vanuatu, não esperei que fosse me apaixonar por esta pequena ilha com pessoas que invadem a sua alma com o seu belo e mágico sorriso e que me fez relembrar que a felicidade não está baseada em quanto dinheiro ou sucesso você tem, mas em admirar as pequenas magias (ainda que seja num simples sorriso) que acontecem ao seu redor todos os dias, mas estamos muito ocupados para perceber isso. Vanuatu definitivamente conquistou o meu coração! Mary Rocha - http://www.nzega.com[/color][/size]
  8. 2 pontos
    O Real desvalorizou bastante em relação ao dólar, mas as moedas dos outros países sul-americanos também desvalorizou bastante em relação ao dólar, então na prática, os seus Reais compram menos dólares, mas estes dólares comprar mais moeda boliviana,, chilena e peruana, o que acaba compensando a alta do dólar. Dólar você consegue trocar por moeda local em qualquer fim de mundo, já trocar Reais será fácil somente nas capitais, cidades de fronteira com o Brasil e algumas cidades maiores, mas se você precisar trocar Reais numa cidade pequena do interior, pode ser complicado achar onde trocar Reais. Ou seja, a escolha entre levar Dólares e Reais depende muito das cidades que você for visitar, se for ficar só nas capitais ou cidades grandes dá para levar Reais sem problema, mas se incluir muitas cidades do interior, é melhor dólares. Não existe nenhum limite de dinheiro para sair do Brasil! A única coisa que existe, é que se você sair do Brasil com mais de R$ 10.000 em espécie, você deve declarar para a Receita Federal a quantia de dinheiro em espécie que está levando. Não custa nada, você não paga nenhum imposto ou taxa, só tem que entrar no site da Receita Federal, preencher a Declaração Eletrônica de Bens de Viajantes (e-DBV), imprimeir ela, e no dia que você for sair do Brasil, chegar um puco mais cedo no aeroporto ou fronteira e ir no Posto da Receita Federal validar a declaração, apresentar o dinheiro e os comprovantes da compra legal dos dólares caso for levar dólares. Isto é só para evitar a saída de dinheiro oriundo do crime, mas se a origem do seu dinheiro for legal, e você tiver comprado os dólares de uma casa de cambio autorizada, não tem nada o que temer e nem vai pagar nenhum imposto ou taxa. Agora em relação a qual o melhor mode de levar dinheiro, realmente não tem resposta, pois cada modo tem os seus prós e contras e cada pessoa vai ter o seu modo preferido, e que pode ser diferente do meu ou do seu modo preferido. Levar dinheiro em espécie, paga menos impostos e taxas, mas é mais arriscado, já pensou que você pode ser furtada ou assaltada e perder todo o seu dinheiro? Você se sentiria confortável e tranquila deixando o dinheiro guardado no hostel, sabendo que alguém pode arrombar o cadeado e ir fuçar nas suas coisas e levar o seu dinheiro? E se sempre levar todo o dinheiro junto com você numa doleira, você se sentiria confortável e tranquila sabendo que está o tempo todo sentada em cima de um monte de dinheiro, ou então já pensou que num momento de distração e correria, pode acabar esquecendo a doleira no banheiro, e quando voltar lá, o dinheiro ter sumido? Cartão de crédito tem taxas e IOF, e tem variação cambial, então você nunca sabe exatamente quantos reais vai pagar, pois o valor muda todo dia. Cartão pré pago tem mais taxas do cartão de crédito, mas ao menos você "trava" a cotação no momento em que carregar o dinheiro e depois não tem mais variação. Cartão de débito tem aceitação muito ruim no exterior, não funciona para fazer compras e pagar despesas, funciona só para fazer saques de moeda local nos caixas automáticos, mas mesmo assim não são todos os cartões de débito que funcionam para saques no exterior. Também tem o fato de que algumas coisas você só vai conseguir pagar com moeda local e não vão aceitar cartão, mas também tem situações onde só aceitam pagamento com cartão... Então a melhor opção costuma ser um mix entre moeda em espécie (Dólar ou Reais) e cartão de crédito, pessoalmente eu costumo fazer meio a meio, metade das coisas eu programo pagar no cartão de crédito, e metade em dinheiro vivo. Mas independente da opção que você for escolher como prioritária, sempre tenha pelo menos uma outra opção de pagamento, pois se o seu cartão resolver não funcionar, você tem algum dinheiro em espécie, e se lhe furtarem o dinheiro em espécie, você tem o cartão para lhe ajudar na emergência. E muito importante, nunca carregue dinheiro e cartão na mesma carteira, bolsa, pois assim se perder um você perdeu os dois, sempre que possível deixe um cartão escondido na sua mala/mochila. Pessoalmente eu não gosto de pagar muitas coisas antecipado, e paga antecipado somente aquilo que realmente for necessário. Eu costumo pagar antecipado somente passagem de avião e de trem, ou então de passeios que tem que ser reservados antecipadamente como Machu Picchu, que é um local onde você não costuma conseguir comprar ingresso lá na hora. Se pagar muita coisa antecipado, e depois ocorrer algum imprevisto e você precisar cancelar ou mudar a data da viagem, ou se simplesmente tiver que mudar a data de um passeio por que o clima estava muito ruim no dia planejado, você vai ter um problemão para reaver o seu dinheiro, muita gente se ferrou nos últimos meses por causa disto, quando teve que cancelar as viagens por causa do covid e já tina pago tudo antecipado. Eu também tive que cancelar uma viagem por causa do Covid, mas como eu só tinha comprado passagem de avião antecipado, o meu problema foi menor. Ou seja, pagar antecipado ou não é uma escolha pessoal de cada pessoa, se você estiver disposta a correr o risco de ter problemas com cancelamento em troca de alguns trocados de economia ou para levar menos dinheiro, sem problema, mas nestes próximos 12 meses pessoalmente eu não arriscaria nada, devido a grande incerteza em relação ao covid.
  9. 2 pontos
    Conjunto de 10 álbuns musicais recentes que poderás ouvir durante a tua roadtrip: https://lavidaesmara.com/2020/06/20/albuns-musicais-recentes-viagem-verao/
  10. 2 pontos
    A minha viagem por alguns países do Sul da África iniciou por Johannesburgo, de lá fomos com carro alugado até Lesoto. Voltamos a Johanesburgo e pegamos um voo para Maun – na região do Delta Okavango- no Botswana. Após passarmos pelo Delta do Okavango, fomos ao Parque Chobe no norte do país. De lá cruzamos por terra para o Zimbabwe, na região da Victoria Falls. Após isso, cruzamos a Zambia, desde Livingstone, Lusaka até o Malaui. Chegando no Malaui ficamos na capital chamada Lilongwe e seguimos viagem com carro alugado até Cape Maclear (Monkey Bay)- região sul do Lake Malawi. Voltamos a Lilongwe para pegar um voo a Maputo no Moçambique. Depois cruzamos para a Suazilândia e finalmente voltamos para Johanesburgo finalizando a viagem. ----- Quando comecei a planejar minha viagem à África, pensei imediatamente em alugar um carro. Na minha última viagem à África, visitei a Namíbia e foi muito fácil dirigir por lá. 1) Se você está planejando viajar da África do Sul para o Botswana, eu recomendo fazer um vôo de 1:30 hrs com Botswana Air (de Joanesburgo para Maun) ao invés de dirigir 18 hrs. Você vai economizar muito tempo e o preco da passagem é praticamente igual ao aluguel do carro para 2 pessoas porém são praticamente 2 dias perdidos dirigindo. 2) Um aluguel de carro 4x4 custa aproximadamente US $ 1.300 por semana (incluso 2 taxas de fronteira (Lesoto e Botswana) + entrega do carro em um país diferente) 3)Tenha cuidado para não se confundir com os preços on-line (quando você fizer a pesquisa, ele mostrará somente o preço do aluguel do carro mas você precisa adicionar outros custos a ele). Você precisará pagar pelo aluguel do carro + taxa de devolução em local diferente da retirada + taxas de travessia de fronteira + taxa de contrato. O valor da taxa de devolução do carro em outro país é geralmente o dobro do preço da locação do carro 😖. 4) O melhor GPS para usar na Africa é o Here WeGo: muito simples, é necessario apenas baixar os mapas off-line e pronto, funciona muito bem. De backup baixei os mapas no Google mas não funcionou em alguns países. 5) Nem sempre as empresas sul-africanas têm os melhores preços, entao pesquise. 6) não é aconselhável andar à noite após as 18 hrs e dirigir carros também. A maioria não pára nos semáforos vermelhos. Na África do Sul é por causa de roubo, mas em Botsuana, por exemplo, é por causa dos animais na estrada. Johannesburg - Africa do Sul Chegamos em Johannesburgo e o staff do nosso hotel literalmente começou com o terror sobre a falta de segurança na cidade, que não era recomendado sair sozinho e muito menos após as 18 horas. Ir até o Soweto então sozinhos, nem pensar. Ficamos em um bairro considerado seguro, em Sandtown, bem na Mandela Square (Do aeroporto até Sandtown são 30 km). Não é recomendado ficar na região do centro. Tudo é muito espalhado pela cidade, e como seguiríamos viagem até o Lesoto, fazia sentido alugar um carro. Na verdade, o staff do hotel tinha razão quando falavam sobre a segurança, mas não é uma situação tão alarmante nos pontos turísticos. Acho que eles queriam mesmo é descolar uns $100 dólares de tour guiado. Como não temos esse perfil, fui a procura de um tour daqueles hop on hop off, que pelo menos iria nos levar a todos os pontos principais, e do ônibus teríamos uma ideia se podíamos descer ou não. Resumindo: pagamos 18 dólares (240 Rands) cada ticket e fomos em todos os pontos turísticos exceto Soweto. Há também a opção de ir ao Soweto e o ticket custa o dobro. Apesar de Johannesburgo ser a maior cidade da África do Sul e ser considerada uma cidade de "oportunidades" e expansão nos dias atuais, a grande maioria do comércio fecha entre 16:30 e 18:30 hrs (incluindo lojas e restaurantes dentro de grandes shoppings). Ou seja, precisa se organizar para poder jantar. No dia seguinte decidimos ir com o carro alugado até o Soweto e foi totalmente tranquilo. A rua da Casa do Nelson Mandela é bem turística, tem vários camelôs vendendo souvenirs e alguns cafés. Para estacionar também foi bem tranquilo e sempre aparece gente se oferecendo para cuidar do carro. Soweto é uma área que foi delimitada aos negros durante o Apartheid, portanto o bairro fica no subúrbio de Johannesburgo e é plano. Isso diferencia bastante das favelas que conhecemos no Brasil - as construções se misturam entre casas simples e barracos de metal. Lesoto Você sabia que dentro da África do Sul há 2 países? Um se chama Lesoto e o outro Suazilândia ou Essuatíne (o Rei mudou o nome do país recentemente). "Lesoto, uma país independente mas totalmente dependente da África do Sul" – essa foi a minha conclusão sobre o Lesoto. O solo é muito árido e pobre, além das altas temperaturas e falta de chuvas por longos períodos. A maior parte dos alimentos e outros bens são importados da África do Sul. O reino de Lesoto (ex Basutolândia) se auto-denomina como: "Lesotho, kingdom in the sky" e em Portugues, "Lesoto, O reino no céu". É o único país no mundo em que toda a sua superfície está a mais de 1.000 metros do nível do mar. Algumas nacionalidades possuem isenção de taxa de visto mas os brasileiros devem pagar 150 dolares por um single entry. É bem fácil solicitar o e-visa (http://evisalesotho.com/) Lesoto é relativamente pequeno, possui extensão de um pouco mais de 30.000 km2 e uma populacao de 2,1 milhões. Se você olhar o mapa do país verá que há aglomerações bem espalhadas, tornando difícil a locomoção de uma cidade a outra por transporte público. O comércio no geral fecha muito cedo (entre 17 e 18 hrs) então precisa se planejar. A noite as vias não possuem iluminação! Tem muitos barracos por toda a cidade e a população é muito pobre. Como chegar: 1) De Johannesburgo aluguei um carro. De ônibus é necessário ir até Bloemfontein e de lá pegar outro ônibus até Maseru (capital do Lesoto). Ou também há voos até a capital Maseru. 2) Pagamos 50 dólares x dia em um Toyota Yaris - é necessario pedir um documento que a locadora autoriza o carro entrar em Lesoto. 3) De Johannesburgo são 379 km - aprox 5 hrs. 4) Gasolina custa aprox 1 dolar por litro. 5) Não é necessário um 4x4 pois as estradas são até que OK, mesmo sendo secundárias. Muitas partes com buraco então é recomendável dirigir durante o dia. Algumas estradas de terra com muitas pedras, caso você opte por fazer um mini rally dentro do Lesoto (optamos por alguns quilômetros de rally pois gostamos de aventura 😂) Já imaginou sair de cobertor na rua ??? 😃 O traje tradicional no Lesoto é a manta Basotho, ou seja, um cobertor de lã. Os cobertores estão sempre presentes durante todas as estações, e é usado por homens e mulheres. O país vive da agricultura e criação de ovelhas, então é comum encontrar pessoas vestidas com um cobertor pelas ruas conduzindo ovelhas por exemplo. Delta Okavango - Botswana O Delta Okavango é acessível por via terrestre ou de aérea (você deve voar para Maun em Botswana). Maun é uma cidade bem pequena e há poucas opções de hotéis. Sua infraestrutura é completamente diferente de outros países africanos pois são muito limitados. Por exemplo: você precisa escolher suas refeições com antecedência para que eles possam prepará-las, incluindo café da manhã que na maioria dos hotéis não está incluso na diária. Não espere muito com relação culinária local pois as opções são limitadas. Para passeios você pode escolher entre: 1) Lancha 2) Voos panorâmicos de avião ou helicóptero (helicóptero parece ser a melhor opção porque eles abrem a porta e voam muito mais baixo, possibilitando tirar boas fotos e com a melhor vista) 3) Mokoro (pequenas canoas para 2 pessoas no máximo que cruza pelo rio Okavango). DICA : O passeio de Mokoro é vendido pelos hotéis por US $ 80 por pessoa, no entanto, há uma maneira muito mais barata e fácil de fazê-lo pela metade do preço, além do que, você vai dar o seu dinheiro para os locais em vez dos proprietários do hotel. Primeiro você precisa encontrar o Okavango Kopano Makoro Community Trust (OKMCT) que fica no mesmo pátio da Horizon Helicopters (você pode encontrar no Google Maps). A caminhada é aproximadamente 8 minutos do aeroporto - na mesma estrada! Então lá você vai pagar 68 pulas (usd 6,80) por pessoa para entrar no Boro Gate (há varias entradas para o Rio Okavango e esta é a mais próxima do centro da cidade de Maun). O Boro Gate é 1 h de distância do OKMCT, e é impossível ir sozinho pois você não vai encontrar o seu caminho até lá e não tem nos mapas / gps. Importante: OKMCT não tem transporte para o Boro Gate, mas você pode pedir para eles ajudarem a contratar um carro – no nosso caso, a pessoa que nos atendeu ligou para o marido fazer o transfer – não é necessário 4x4. Primeiramente ela nos passou o preco de um 4x4 de uma agencia de turismo local e era o dobro do preco. Eu disse que era muito caro e nós pagamos 50 dólares para ir e voltar, em carro normal, mas eu acho que você pode negociar mais e chegar nos 40 dólares. Uma vez que você chegar na comunidade do Rio Okavango, você vai pagar 200 pulas (usd 20) para o passeio de Mokoro e mais 25 pulas (usd 2,50) para cada assento (é um assento de plástico para colocar dentro do barco para que seja mais confortável) . Uma vez que o passeio começa você vai passar 1:30 h pelos canais do rio até chegar um local para o safari a pé, que leva tambem aprox 1 hora de caminhada e mais 1:30 h para voltar. Certifique-se de chegar cedo para que você tenha mais chances de ver os animais, traga protetor solar, repelente, muita água, comida e um chapéu (as canoas são abertas e é muito sol) Chobe Park - Botswana De Maun nós pegamos uma van na rodoviária para a cidade de Nata. São 295 km - 4:30 hrs, custa 80 pulas (usd por pessoa e partiu às 9 am / chegou às 1:30 pm. De Nata você precisa pegar outra van para Kasane, são mais 307 km, custa 84 pulas (usd 8,40) e são mais 3:30 h de carro. Partiu às 1:30 pm / chegou às 5 da tarde. De alguma forma eles foram organizados e assim que chegamos em Nata, havia outra van esperando para Kasane. No Botswana você não encontrará informações fáceis, parece que as pessoas não estão interessadas em ajudar ou elas simplesmente não se importam. Também é difícil encontrar informações on-line. Horários de ônibus também são impossíveis de encontrar, mesmo na "rodoviária", porque é apenas um posto de ônibus /van. Indo para Chobe Park você tem 3 opções: 1) Reserve um hotel na área de Savuti, onde os preços são muito altos - min Usd 400 por dia e você precisará pagar um vôo para chegar lá. A maioria das tarifas dos hotéis desta área inclui o voo. Savuti está localizada na área leste de Chobe, é savana, área alagada e não recomenda-se ir por conta e nem mesmo em 4x4. 2) Se não quiser voar e tiver tempo, é possível fazer um safari móvel. Você pode chegar em Maun e com o safari móvel seguir em direção ao Savuti fazendo safaris pelo caminho. 3) Opção mais em conta: Reserve um hotel perto de Kasane e visite a parte norte do Parque Chobe. Os preços dos hotéis variam e você pode escolher aquele que atenda às suas expectativas. Descobrimos o melhor hotel até agora com comida de qualidade, quartos incríveis e o nome é The Old House – fica em Kasane. Zimbabwe Do nosso hotel em Kasane (Botswana) usamos a companhia Wild Horizons para nos levar para a fronteira com o Zimbabwe (15 min de carro) para podermos emitir o visto Kaza Univisa (custo de 50 pp para ambos os países - Zimbábue e Zâmbia, e é válido por 1 mês). Depois disso, pegamos outra van já do lado do Zimbábue para ir a Victoria Falls. (Mais 60 km). O ticket para entrar na Victoria Falls do lado do Zimbabwe custa USD 30 pp. Uma das 7 maravilhas naturais do mundo, a Victoria Falls fica entre o Zimbabwe e a Zambia e ganhou este nome de David Livingstone, que foi o primeiro europeu a ve-las em 1855 e homenageou a rainha da época com o seu nome, Victoria. Victoria Falls é a maior queda d'agua do mundo com 1,7 km de extensão no cânion do Rio Zambezi. O volume de agua é de 1 milhao de litros x segundo e as quedas chegam a 128 metros. Zâmbia - Livingstone De Victoria Falls no Zimbábue você deve apenas caminhar até a fronteira para obter o seu carimbo de saída do país. Caminhar mais 1,5 km até à fronteira com a Zâmbia e obter o seu carimbo de entrada. A melhor taxa de câmbio é na fronteira, por isso não perca. Você pode pegar um táxi por 60 kwacha zambiano ou cerca de 6 dólares para o centro de Livingstone, que é cerca de 11 km da fronteira. A cidade em si não tem muito a oferecer, mas é muito mais barata que Vic Falls. Você pode visitar o mercado local para comprar souvenirs. A maior parte dos turistas visitam a Zâmbia para conhecer a Devils Pool ou a Angels Pool (dependendo da época, a Devils pool esta fechada devido ao volume de agua, então eles oferecem outra piscina natural que é a Angels Pool). Na Devils pool os turistas tiram a famosa foto bem na borda da catarata, em uma piscina natural que se forma antes da queda. A entrada para o parque é USD 105 pp 😮 !!!! E você precisa ter um guia. O passeio de Livingstone, ida e volta, fica por USD 125 pp. Outra opção de passeio é o The Elephant Café, que custa usd 185 pp para tomar um café da manhã ou almoço e interagir com os elefantes. Precisa reservar com antecedência pois servem um numero limitado de pessoas. Zâmbia - Lusaka De Livingstone para Lusaka de ônibus (melhor opção disponível) é cerca de 8 horas e custou usd 20 pp. O ônibus sai às 9 horas e chegar às 17:30 aprox. Tivemos a sorte de ter a/c no ônibus, mas eles param muitas vezes no caminho para deixar as pessoas em pequenas cidades ou na estrada. Lusaka tambem nao tem muito a oferecer. A Zambia em si é um pais com poucos atrativos e recentemente se conscientizaram com relacao a caça de animais. Portanto estao introduzindo novamente alguns animais aos parques nacionais. Malawi - Lilongwe Em 2005 foi considerado o país mais pobre do mundo e hoje está em 4o lugar no ranking com a ajuda do FMI, Banco Mundial e a melhora da economia local que é basicamente agricultura (apesar do clima seco e árido - pelo caminho muitas áreas de plantação de milho e tabaco). O Malawi foi devastado pelo virus da AIDS e tem mais de 1 milhão de crianças órfãs pela doença. Mais de 40% da população vive com menos de USD 1,20 por dia. Lilongwe é a capital do Malawi, eu fiquei extremamente assustada com a pobreza daqui. De Lusaka a Lilongwe (Malawi) são 12 horas de viagem de ônibus (parte às 6h - chega às 18h), custa usd 39 pp com o Kobs Bus Service. No caminho, eles oferecem um pacote de biscoitos e um 7up. O ônibus para em torno de 10 vezes no caminho. Os brasileiros pagam usd 75 pp pelo visto de turista - tentei obter o vistoa de trânsito que custa usd 50, mas não permitiram. Recomendacao de Hotel: Hotel Kiboko – naohá muitas opções e pelo o que pesquisei era o melhor custo beneficio. Malawi - Cape Maclear De Lilongwe para Cape Maclear foram 4 horas por causa do engarrafamento em Lilongwe além da rota do GPS, que nos levou por caminhos secundários, estradas esburacadas, areas rurais e cheias de buracos. Portanto evite a rota mais rapida no Malaui, prefira a mais longa que é por estradas mais conservadas. Cape Maclear está localizado na Baía dos Macacos, no sul do Lago Malawi. Uma boa dica é sempre ter água e algum lanche em seu carro, porque no caminho você raramente encontrará um lugar decente para comer. Não espere encontrar comida elaborada nessa regiao. Todos os alimentos sao frescos e preparados do zero, então em todo lugar que você for, sua refeição levará cerca de 45 minutos para ficar pronta. Opcoes bem simples, basicamente arroz, feijão, salada, macarrão, peixe, frango ou carne (vaca ou cabra – normalmente pedacos de musculo, nao encontramos nenhum que servisse filé, bife etc). Baobás No caminho encontramos muitos Baobás. O tronco dos baobás adota uma forma de garrafa durante a fase de maturidade, que em geral é estimada pelos 200 anos. Em boas condições estas árvores podem viver até aos 800 ou 1000 anos. A capacidade de armazenamento de água nos tecidos do tronco pode alcançar os 100.000 litros e esta reserva permite a árvore sobreviver às duras condições de seca. Moçambique Nós pegamos um vôo do Malawi - Lilongwe para Maputo. Porém não há vôos diretos e tivemos que fazer escala na África do Sul (Johannesburg) . Maputo é uma cidade grande, o país passou por guerra civil até pouco tempo atras e também nao é tão segura. Como todos os outros países, a recomendação é evitar algumas áreas e não andar depois das 6 da tarde. É possível visitar Maputo em 1 dia completo. Fizemos tudo a pé, fomos em todos os pontos turisticos, e pegamos um tuc tuc até o Marcado de Peixe, onde escolhemos camaroes, polvo e almeijas (vongole) por aprox 20 euros. La mesmo voce contrata um pessoa para cozinhar os frutos do mar. Fique atento ao negociar os precos pois eles querem extorquir o turista. No nosso caso negociamos por 500 miticais tudo e na hora da conta a pessoa veio com os valores totalmente fora !!! Nao pagamos e batemos o pé no preco que haviamos combinado. Apos almoco pegamos uma van local por 12 miticals e nos deixou em frente ao mercado de artesanato. Náo tivemos tempo de fazer a costa , mas vale a pena fazer o litoral. Tem uma barca para a Ilha da Ilhaca que sai proximo ao Forte. É apenas 1 horario na parte da manha e retorno no final da tarde. Suazilândia ou Essuatine De Maputo a Suazilândia (Manzini) tivemos que esperar 5 horas (das 8 da manhã até à 1 da tarde) só para ter a van cheia de passageiros. As vans só saem se tiverem cheias, caso contrario nao vale a pena para eles fazer esse percurso, que é longo. Pagamos 600 meticais por pessoa e a viagem durou uma eternidade, saímos às 13:00 e chegamos às 6 da tarde - fomos parados duas vezes para controle de bagagem. Tem muita gente da Suazilandia que vai a Maputo fazer compras de roupas para vender. Uma vez que estávamos em Manzini, no dia seguinte alugamos um carro na Avis Rent a Car no aeroporto King e nos dirigimos para a Festa da Amarula - oferecida pelo rei para a população. Na festa as mulheres se vestem com roupa tipica, dancam e a noite é oferecido uma bebida feita de amarula (eles chamam de Marula). Há outras festas realizadas pela familia real e é o modo de juntar a populacao local. Ps. De Manzini para o aeroporto, pegamos uma carona com alguns moradores, na caçamba da caminhonete por 55 km :) Dados interessantes sobre o país: 1. O atual rei da Suazilândia possui 15 mulheres e 60 filhos 2. O seu antecessor tinha 60 esposas e 200 filhos 3. A cada uma das mulheres ele deve garantir o sustento da casa e dar "presentes" a família. Normalmente o presente é entre 15 e 20 vacas. 4. A fruta não tem nada a ver com o creme de Amarula 5. 26% da população adulta tem HIV 6. Menor pais do hemisfério sul 7. É a 12ª menor expectativa de vida mundial, 58 anos
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    3) A escola Bom, a escola é muito fácil chegar porque fica na cidade, do lado do metrô, vou passar só o endereço. Ela chama Reinfelder Schule: Maikäferpfad 30, 14055 Berlin. É uma pena que tem uma grade em volta dela e a gente não vai pular né, então só dá pra tirar as fotos meio longe. É isso pessoal, sei que deve ser 1 pessoa em um milhão que vai procurar esse conteúdo, mas se procurar saiba que ele está aqui.
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    Depende de vários fatores. Por exemplo, se você tiver dinheiro pode arcar com vôos, o que diminui o tempo de viagem, e consequentemente conseguirá visitar mais países. Entretanto, de nada adianta ter pressa se não aproveitar nada. Então, é necessário fazer um roteiro do que você quer visitar em cada país, ver mais ou menos quanto tempo vai gastar e por aí traçar o caminho.
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    @Evelen Trindade primeiro tem que saber quais países vocês querem visitar 1 mês pode ser pouco para um país grande e longe tipo australia mas na Europa ou América Latina você conseguiria fazer mais países então primeiro fazer um esboço de onde pretendem ir primeiramente
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    @Railson Serra Você refere de avião? ou dirigindo de são luis? se for avião pretende alugar carro ou ir de transporte público? bom, de qualquer forma a forma mais fácil é via o aeroporto de guarulhos, pegar a rodovia fernão dias até camunducai e de lá ir para monte verde o aeroporto de guarulhos também é mais perto da rodoviária do tiête, mas não sei te informar da disponibilidade de transporte até lá outra opção que não muda tanto é via aeroporto de viracopos, a distância é pouco maior do que via guarulhos, mas dependendo do preço da passagem aérea compense
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    Daora o relato mano! obrigado por compartilhar
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    O pessoal já falou, programar qualquer viagem com antecedência superior a 15 ou 30 dias para este final de ano será bem arriscado, pois ninguém sabe como a situação vai estar até o final do ano. Enquanto que em outros lugares do mundo o número de novos casos está diminuindo e o turismo começando a mostrar os primeiros sinais de retomada, no Brasil, Peru, Chile, Colombia, Equador e Bolívia o número de novos casos ainda esta aumentando, e sem previsão de quando o número de novos casos vai estabilizar ou começar a diminuir. Uma tendência que está começando a se definir é os países abrirem as fronteiras de forma seletiva para alguns grupos de países que já estão com um número baixo de novos casos, mas como na America do Sul os números de novos casos continuam altos, pode ser que as fronteiras fiquem fechadas para os vizinhos, mas estejam liberadas para países Europeus e Asiáticos por exemplo... Mas isto é só especulação, não dá prever nem como vai estar na semana que vem, quem dirá prever como vai estar no final do ano. E uma vacina, funcional, testada e liberada, estima-se que esteja amplamente disponível só lá pela metade do ano que vem, o que já seria um feito enorme para a ciência, pois desenvolvimento de novas vacinas normalmente levam vários anos. Se eu for viajar este final de ano, também vai ser uma viagem de carro ou ônibus para um local próximo, que eu possa decidir viajar ou não mais próximo da data, uma ou duas semanas antes da viagem, e que eu não precise imobilizar um monte de dinheiro numa passagem que posso não conseguir usar..
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    Estou procurando cia para eurotrip 2021, ainda não tenho roteiro montado, mas pretendo ficar 25 dias, alguem?
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    @Breno Medrado Tem que perguntar lá no terreiro de candomblé para fazerem previsão,mas aproveita para fechar o seu corpo para esse vírus não te levar .
  20. 1 ponto
    Acho muito difícil as coisas se normalizarem a curto prazo... Viagem para este ano acredito ser bem complicado, pois o turismo vai ir voltando aos poucos e sendo medido em relação a pandemia... é fato que esse bloqueio não deve ser muito longo pois há uma grande demanda por viagens e uma grande necessidade econômica dos países para que elas sejam realizadas... o que acredito: a curto prazo nada muda, em médio prazo vem a flexibilidade, junto com as novas regras e procedimentos para minimizar o risco.. Voltar ao que era antes, só com um tratamento efetivo ou vacina. eu comprei passagem para março/21... apostando que até lá, esteja mais flexível viajar...
  21. 1 ponto
    O papel que autoriza a sua entrada consta nome, passaporte, data, idade e a quantidade de dias que pretende ficar no parque e o que quer visitar (no meu caso tem assinalado - base de las torres e o passeio pelo parque). Fui no primeiro dia, comprei, eles carimbaram. Guardei o papel, voltei no dia seguinte para o trekking e apresentei o mesmo papel para um funcionário que estava conferindo e ele carimbou a segunda vez Bem simples. Acredito que realmente é só avisar na hora da compra que você pretende voltar no dia seguinte que eles te orientam. Na verdade, nem voltei no dia seguinte, fui em um dia, tive o outro dia de descanso em Puerto Natales e voltei no terceiro dia... sem problemas. Lembro de tirar essa dúvida na hora também. E não lembro agora quantos dias era o limite que eu poderia usar, se eram só realmente 2, 3 ou mais. Tenho a impressão que o máximo eram 3 dias, ou eu teria que pagar de novo. E como não acampei, também não sei como funciona nos circuitos.
  22. 1 ponto
    Oi Marcelo. obrigado novamente. Eu não percebi que havia deixado Puerto Piramides, é melhor mesmo dormir em trelew ou Puerto Madryn. Colocamos a Peninsula na lista devido ao filme das Orcas, rsss, vai que avistamos alguma... De todos esses passeios, saberia dizer quais precisarei de agência? já que estarei com veiculo próprio Na geleira pelo que pesquisei esta muito caro os passeios de trekking, talvez faça apenas o Safari Nautico (1000 pesos) e o mirante. Já BAs eu vou deixar para outra oportunidade onde pretendo fazer Uruguai e BAs com tranquilidade. Por enquanto esta assim....certamente ainda mudará muito até o final do ano, isso se o covid nos permitir. vlw Dias Origem KM Tempo Destino Dia 1 Santos/SP 762 10h13 Lages/SC Dia 2 Lages/SC 911 12h30 Paso de Los Libres/AR Dia 3 Paso de Los Libres/AR 829 9h44 Las Flores/AR Dia 4 Las Flores/AR 449 5h12 Bahia Blanca/AR Dia 5 Bahia Blanca/AR 667 08h00 Puerto Madryn/AR Dia 6 Puerto Madryn/AR 440 Peninsula Valdez 06h02 Comodoro Rivadavia/AR Dia 7 Comodoro Rivadavia/AR 778 08h21 Rio Gallegos/AR Dia 8 Rio Gallegos/AR 579 Laguna Esmeralda 07h28 Ushuaia/AR Dia 9 Parque da Terra do Fogo / Glaciar Martial Dia 10 Laguna de Los Tempanos + Glaciar Vinciguerra Dia 11 Canal de Beagle + Harberton Dia 12 Ushuaia/AR 769 Punta Arenas 9h27 Puerto Natales/CHI Dia 13 Trekking Torres del Paine Dia 14 Puerto Natales/CHI 272 Glaciar Perito Moreno e Safari Nautico 03h20 El Calafate/AR Dia 15 El Calafate/AR 214 Glaciar Upsala 3h51 El Chalten/AR Dia 16 Mirador Laguna Condor / Trekking Laguna Torre Dia 17 Cerro Fitz Roy Dia 18 El Chalten/AR 885 13h06 Comodoro Rivadavia/AR Dia 19 Comodoro Rivadavia/AR 779 9h34 Gal Conesa/AR Dia 20 Gal Conesa/AR 954 11h27 Buenos Aires/ARG Dia 21 Buenos Aires/ARG 859 10h04 São Borja/RS Dia 22 São Borja/RS 703 10h19 Porto União/SC Dia 23 Porto União/SC 632 08h48 Santos/SP
  23. 1 ponto
    ninguem aqui vai conseguir te responder como vão estar as coisas no final do ano qualquer opinião não vai passar de mero achismo sem qualquer embasamento hoje as fronteiras estão fechadas minha opinião, não programe nada até as coisas voltarem ao normal
  24. 1 ponto
    Por que entao ao invés de se aventurar acampando onde realmente voce ficaria mais exposto, voce nao escolhe um lugar e se hospeda em algum hostel? Procura hospedagem no booking e/ou hostelworld que com certeza irá encontrar algo em conta. Sem falar que pode ficar em quarto compartilhado e conhecer outras pessoas, não só no quarto compartilhado, mas nas areas comuns do hostel onde a galera fica.
  25. 1 ponto
    Eai galera beleza ? Estou procurando companhia quero fazer minha primeira viagem pro RJ ,uma coisa bacana pra se divertir.....Dezembro desse ano ou 2021
  26. 1 ponto
    O problema é que estes planos podem ir por água abaixo: https://veja.abril.com.br/mundo/brasileiros-ficam-fora-da-lista-de-viajantes-permitidos-pela-ue-diz-nyt/ A União Europeia está reunida hoje para discutir um plano de reabertura das fronteiras, e pelo que se sabe, o Brasil estaria fora da lista de países que seriam permitidos na 1ª e 2ª fase de abertura, e no ritmo que está no Brasil, vai longe até atingirmos os números que permitiriam a entrada de brasileiros... Sendo sincero, na minha opinião, a menos que ocorra uma reviravolta mirabolante, viajar para o exterior sem problemas vai ser coisa só para o ano que vem...
  27. 1 ponto
    Buenasss... galera, tbm estou planejando, gostaria de fazer a Patagônia ou tbm a carretera austral...me add no grupo se tiver, 55997067359... gracias
  28. 1 ponto
    Depois de muitos pedidos e muita procrastinação, eu e minha esposa resolvemos começar a publicar os relatos das nossas viagens. Para isso criamos um blog num formato meio que de diário, contando o dia-a-dia das nossas viagens pelo mundo sempre só com uma mochila nas costas e pouca grana. Para quem quiser acessar nosso blog, vai aqui o link: http://arielbrothers.wixsite.com/osmochilinhas De qualquer forma, pretendemos publicar nossas histórias aqui também no site dos mochileiros, site este que sempre nos ajudou nos nossos planejamentos. Dessa forma, queremos dar também nossa retribuição para ajudar outros viajantes e incentivar as pessoas a viajar, mostrando que é possível sim conhecer outros países gastando pouco e até menos do que gastaríamos se ficássemos este mesmo período no Brasil. Nosso primeiro relato é de uma viagem que fizemos de 35 dias pelo sudeste asiático, nossa primeira viagem para fora do continente. A viagem foi em 2016, sendo assim, há muitas informações que devem ser atualizadas por quem quiser se inspirar em nosso roteiro. Ainda estamos em processo de montagem do blog, por isso, vamos ir postando aos poucos o nosso itinerário, inclusive, no fim de cada cidade/país, pretendo fazer um resumão com mapas e dicas mais práticas dos locais e meios de transporte utilizados. SUDESTE ASIÁTICO 1º Dia - Chegando em Bangkok (04/11/2016) Chegamos em Bangkok por volta das 3h da tarde. Entre imigração, banheiro e trocar um pouco de dinheiro no aeroporto, fomos sair de lá umas 16h30. Aqui já vai uma dica: Antes de passar na imigração é necessário preencher uma outra ficha que não a de imigração e passar no "Health Control" para apresentar a carteira de vacinação contra a febre amarela. No dia que chegamos tinha uma filinha ali, principalmente porque tinha um suíço que não sabia falar inglês (e muito menos tailandês), e a tiazinha no guichê tentava achar alguém que falasse a língua dele para ajudar enquanto gritava para o mesmo: "complete! complete!". O aeroporto Suvarnabhumi é imenso e lindo, todo coberto com uma cobertura (dã) abobadada que lembra muito o Estádio Beira-Rio aqui em Porto Alegre. Aeroporto Suvarnabhumi, o principal aeroporto de Bangkok e um dos maiores da Ásia Fomos para o hostel de metrô, é claro, a forma mais barata de sair do aeroporto rumo a cidade. Depois de uma baldeação, chegamos a estação Hua Lamphong por voltas das 17h. Estação esta que dá de frente para a Estação de trens de mesmo nome: Hua Lamphong, a principal estação de Bangkok e onde depois pegaríamos nosso trem em direção à Ayutthaya e Chiang Mai. Primeira coisa a fazer, passamos no prédio em frente a estação retirar nossos tíquetes de trem de Ayutthaya para Chiang Mai, comprados com antecedência junto a uma agência de turismo pela internet por garantia devido à época que estávamos visitando, o Festival das Lanternas de Chiang Mai. Depois, antes de seguirmos para nosso hostel, a Juju estava morrendo de fome, por isso fomos logo provar nossa primeira comida de rua na Tailândia. Na primeira venda que enxergamos, ao lado da saída da estação de metrô, pedimos para uma tiazinha, com a ajuda de outra que estava na fila que falava inglês, o mesmo que um outro casal estava comendo (já que não tínhamos ideia do que a tia servia ou o nome das comidas). Para nossa surpresa era uma sopa que mais tarde descobriríamos ser o famoso Tom Yum (muito bom por sinal). A tiazinha nos cobrou ali, aleatoriamente 50 baths (o equivalente a 5 reais), ainda disse que o normal era 40 mas que o nosso era "especial" (será?), por isso mais caro. Desde cedo então descobrimos a gentileza e o carisma dos tailandeses, tanto da tia vendendo o lanche, quanto a tia da fila que nos ajudou, quanto aos demais na mesa improvisada que perguntaram se estávamos gostando da comida, todos muito simpáticos! Ainda improvisei um aroi (gostoso em tailandês) para responde-los, o que os desarmou ainda mais conosco. Devidamente alimentados, seguimos para o hostel, a pouco mais de 800 metros dali, costeando um afluente do rio Chao Phraya, o principal rio que cruza a cidade e que é utilizado pela população entre outros, como meio de locomoção. No caminho diversos templos budistas muito bonitos, tuk-tuks e 7elevens (para quem não sabe, 7eleven é uma franquia de lojas de conveniências muito presente mundo afora, sendo que a Tailândia e o Japão são os países que mais possuem lojas desta franquia). Espalhados pelas ruas há vários cartazes informando como se deve respeitar o budismo e a figura do Buda. Acha que os turistas respeitam isso? Chegamos no hostel Oldtown e de cara seria um dos melhores hostels, se não o melhor, que ficamos em toda a viagem pela Ásia. Quartos limpos, camas extremamente confortáveis, área comum enorme com jogos, geladeiras, banheiros gigantes também, entrada nos andares com cartão, tudo perfeito, e ainda por cima, pelo preço de 12 reais por pessoa por dia (hoje deve estar mais caro), um dos mais baratos que já ficamos. Quarto de 8 pessoas do Oldtown hostel Nos acomodamos num quarto com 8 pessoas e, como sempre, com a adrenalina a mil por recém chegar num lugar diferente, já saímos pela rua para explorar, sem dar a mínima para as mais de 30 horas de voo nas costas ou para o fuso-horário (o que se revelaria uma tremenda burrice mais tarde...). Saímos já a noite, em direção a China Town de Bangkok, que fica pertinho do hostel. Aliás, a escolha do mesmo foi justamente por isso. Além de estar perto da estação de trem, onde teríamos que pegar o trem dias depois cedo da manhã, a noite na China Town é uma das melhores da cidade, menos turística que a famosa Khao San Road. Além disso o hostel fica praticamente do lado de uma estação de barco, o que permitiria também ir facilmente (e barato) até o bairro antigo da cidade, onde fica o Grand Palace e o Wat Pho, principais atrações da Tailândia. No caminho para a China Town, entramos pela primeira vez num 7 eleven, e foi nosso primeiro choque econômico da viagem. Tudo muito barato! Protetor solar, shampoo, água, comidas, salgadinhos, cervejas... um absurdo! Se já estávamos animados com tudo que vivenciávamos até o momento, ficamos mais ainda. Compramos nossa primeira cerveja Singha (a melhor de todas junto com a Chang) e seguimos, passando pelo arco chinês e adentrando a rua Yaowarat, a principal da China Town. Salgadinhos exóticos e baratos do 7eleven; Cerveja Singha, a melhor da Tailândia, Arco Chinês que dá acesso à China Town. Com aquela adrenalina e vontade de desbravar já mencionada, seguimos através das ruas lotadas de barraquinhas de rua e gente, letreiros chineses em neon e enfeites bem característicos de uma China Town. Paramos então para comer o que mais de exótico achássemos e pedimos um espetinho de polvo, o qual foi servido mergulhado numa sacola com um tempero que nós né, tipo: "estou na Tailândia quero provar tudo" pedimos para incluir. Não preciso dizer que aquele tempero era apimentado que é um diabo, e nos fez sofrer para comer aquilo ali (mas comemos tudo!). Saboreando um espetinho de polvo de nome impronunciável, conforme se vê no cartaz Demos mais uma volta pela rua e fomos parados por um grupo de adolescentes que, ou queriam treinar seu inglês, ou estavam fazendo um trabalho para o colégio, pois fizeram umas perguntas para nós sobre o que achávamos da Tailândia e anotavam as respostas num caderno. Muito simpáticos também (como todos tailandeses que conhecemos). Depois entramos num restaurante/lancheria e pedimos mais uma comida exótica, uma massa tipo yakissoba com bolinhos de frutos do mar, porém essa, mais apimentada ainda que a comida anterior, não conseguimos comer toda. Fomos conhecer então as ruas transversais, que também possuem um comércio vasto. Numa delas, vimos uma grande (e estranha) movimentação próxima de um caminhão que descarregava alguma coisa para algumas lojas. Fomos conferir e era um caminhão vendendo calçados muito baratos! A Juju achou uma pantufa do Totoro que custava algo em torno de 90 baths se não me engano (9 reais) e comprou-se então o primeiro souvenir da viagem. China Town de Bangkok Antes de voltar para o hostel, ainda ficamos ali observando mais um pouco a vida noturna da região e tivemos mais um choque cultural (que se tornaria natural ao decorrer da viagem). Descobrimos que as louças das barraquinhas de rua não são descartáveis, são todos lavados em uns baldes de higiene duvidosa, sem água corrente. Além disso, descobrimos a convivência pacífica entre os vendedores de rua e os ratos (que pareciam gatos de tão grandes). Um dos vendedores inclusive observava um rato se mexer perto dele e ria. Descobriríamos mais tarde que o Brasil é um dos países "mais higiênicos" do mundo. Já de volta ao hostel, esperando a Juju tomar banho, acabei conhecendo na área comum um canadense que estava no nosso quarto e que queria se enturmar a qualquer preço. Me contou que estava nas praias, curtindo muito: "So much party" (frase que depois virou um meme interno) mas teve que vir para a capital para tomar remédios anti rábica por um mês pois levou uma mordida de um macaco na Monkey Island (imagino como deve ter importunado o bichinho). Depois ele tentou puxar papo com um russo que também estava no nosso quarto (o que não deu muito certo), e depois saiu tentando conversar com qualquer coisa que esbarrasse no seu caminho. Depois que a Juju voltou para o quarto é que paguei o preço de não ter respeitado o tal de "Jet Lag". Vomitei as tripas, dentro do quarto mesmo, inclusive pingando um pouco nas coisas de um suíço que estava no beliche ao lado (por sorte não tinha ninguém no quarto naquele momento). A Juju rapidamente pegou um pano num armário que tinha no corredor e limpou tudo, mas continuei vomitando até altas horas da madrugada. Com enjoo, dor de cabeça e náuseas, comecei a tomar tudo que é remédio: Dramim, plasil, paracetamol, etc. Enquanto a Juju tranquilona, ficou mais um tempinho lá na área comum apreciando umas Singhas. Continuei vomitando até que consegui dormir, porém no meio da madrugada acordei com uma dor insuportável na barriga, tentei dormir de novo mas não conseguia, até que resolvi tomar um remédio para gases e fui no banheiro onde fiquei por algumas horas, até que, enfim, aliviou as dores e consegui dormir. Fica a lição, respeitar o corpo e não comer nada pesado nem se agitar muito recém chegando depois de 30 horas de voo num fuso horário de 10 horas de diferença.
  29. 1 ponto
    Já visitei lugares inacreditáveis, mas se fosse escolher um, como bom amante que sou de alta montanha, escolho o topo das Américas, a montanha mais alta do mundo fora da cordilheira do Himalaia, a praticamente 7 quilômetros de altitude, de onde se tem uma visão deslumbrante da cordilheira dos Andes. Magnífico!
  30. 1 ponto
    Então... Este prazo de 1 ano realmente é meio apertado, principalmente para quem estava com uma viagem internacional planejada, já que costumam ser viagens mais longas, e que não dá para fazer num final de semana prolongado de feriado... Pessoalmente eu tenho 2 passagens de companhias aéreas diferentes que foram cancelas, uma deu prazo até setembro de 2022 para usar o crédito, e a outra deu só um ano, e tenho que usar até junho/2021... A que posso usar até 2022, está tranquilo, mas a que tenho que usar até junho/2021 estou um pouco mais preocupado, não sei se vou conseguir programar umas férias e numa época boa para o destino antes de junho 2021...
  31. 1 ponto
    Olá, Ana! Estou na mesma... comprei duas passagens pelo 123 milhas com destino internacional, e tou acompanhando para tentar resolver o mais rápido possível. Pelo que vi no Site da LATAM, os voos internacionais para o período de Julho (para quando comprei a passagem) não estão contemplando o meu destino. Por conta disso, imagino que logo mais a 123 milhas deve divulgar algo. Mas claro, por se tratar de um cancelamento feito pela companhia aérea, imagino que será mais simples.... assim espero. 😋
  32. 1 ponto
    Alguém ai interessado em ingressar comigo num pacote de worlpackers no peru e enquanto ficamos hospedados em casa de um anfitrião, fazemos trabalho voluntario? Com ajuda de custos?
  33. 1 ponto
    Olha, na minha humilde opinião de viajante apenas de território nacional até hoje, acho isso um risco e um pouco sonhador demais. Pra mim não há nada mais prazeroso que trabalhar um ano todo, ansiar por suas férias, juntar uma grana e desfrutar de uma bebida à beira mar na praia que vc sempre sonhou conhecer ou visitar um museu que sempre teve vontade, comer em um restaurante legal pelo menos 1 refeição... enfim, o que quero dizer só pelo seu título " Europa zero grana", já é bem suspeito e parece ser uma fria. Desculpe, até entendo que há pessoas desprendidas que querem conhecer o mundo na aventura de uma alma viajante, mas estar em outro país sem dinheiro, nem pro básico, correndo o risco de dormir nas ruas como disse o @poiuy , ser deportado, passar frio, fome...sei lá.. Há prazer em conhecer lugares nessas condições? Mas enfim, boa sorte pra vc e espero que dê tudo certo nessa aventura.
  34. 1 ponto
    @Gabriella Gimenes Se for passar no Rio de Janeiro me avise que tenho um grupo de trilhas. Instagram: ShogunBrasileiro
  35. 1 ponto
    Oi pessoal! Fiz um post no meu blog com tudo sobre os melhores parques de Orlando - Os quatro parques da Disney e os dois parques da Universal Studios. Com fotos, as melhores atrações e o preço dos ingressos: https://experienciasnamala.com/2020/05/16/os-melhores-parques-de-orlando/ Espero que ajude quem estiver planejando uma futura viagem para lá em 2021 (ou 2022, 2023...) :D
  36. 1 ponto
    @Vandy Herculano Verdade Vamos aguardar até tudo se resolver, estou cogitando fazer um intercâmbio voluntário por lá.
  37. 1 ponto
    Fala galera viajante. Nessa quarentena resolvi postar um pouco do mochilãozinho que fiz em Israel e Palestina. Também farei relato sobre Egito e Jordânia caso alguém se interesse só procurar na área dos respectivos países. 29/01/2020 - Guarulho Tel Aviv: consegui comprar esse voo por 33 mil pontos na Latam + 150 reais. Resolvi fazer o upgrade para a classe executiva por mais R$ 1.250,00. Ao menos uma vez na vida resolvi me dar esse luxo já que a passagem saiu de graça. 30/01/2020 - Chegada em Tel Aviv no aeroporto de Ben Gurion após 15 horas voando. Li vários relatos da imigração em Israel. Após apresentar meu passaporte já ia ser admitido, mas pelo perfil de ser jovem, solteiro e viajando sozinho me mandaram para a "salinha". Após uns 20 minutos chegou um agente da polícia falando um português com sotaque carioca para minha surpresa. Perguntou-me quanto e como eu paguei minha passagem. Após responder firmemente me devolveu o passaporte e deu boas vindas à Israel. O aeroporto fica bem longe da cidade e resolvi ir de ônibus. Ao contrário do resto do ano esta época fez um frio absurdo e já do lado de fora tive que retirar uma blusa reserva da mochila. Infelizmente esqueci meu casaco em cima de cama na minha cidade no interior de Goiás. Após 50 minutos de viagem cheguei ao centro de Tel Aviv e fui direto ao Hostel Abraham. A viagem foi planejada de forma a conhecer as seguintes cidades: 1. Tel Aviv 2. Jerusalem 3. Bethelen (Palestina) 4. Masada 5. Haifa 6. Tiberiades 31/01/2020 – Dia de Conhecer Old Jaffa e a orla de Tel Aviv Old Jaffa: é uma das cidades mais antigas do mundo. Porto de Jaffa: dizem que Jonas saiu deste porto quando foi engolido por uma Baleia Orla de Tel Aviv: dá para caminhar bastante. Ou alugar patinete ou bicicleta. Os valores são exorbitantes como tudo em Israel. Para comer sozinho gastava em torno de 50 reais quando barato Dia 1º/02/2020 - Cidade Branca de Tel Aviv A Cidade Branca de Tel Aviv é a maior concentração do mundo de prédios no "International Style", mais conhecido como "Estilo Bauhaus". Museu de Arte de Tel Aviv: o museu é gigante e custou 50 NIS. Carmel Market: infelizmente não tirei nenhuma foto do mercado em si. Fica em uma rua de Tel Aviv e parece com as feiras no Brasil. 2/2/2020: Dia de partir para Jerusalém: fui a pé para a rodoviária. De lá foi tranqüilo comprar o ticket. Os ônibus em Israel são muito pontuais e basta consultar o site da empresa (Egged). Na rodoviária de Jerusalém aproveitei para comprar um casaco pois estava um frio da gota. Fiquei no mesmo Abraham Hostel. De lá caminhei no mesmo dia para a Old Town Jerusalém é um mundo à parte. Qualquer pessoa deveria visitar esse lugar. É uma energia incrível e basta se perder nas ruelas para encontrar milhares de anos de história. É possível passar muito tempo porque tem muita coisa: Bairro Judeu, Cristão, Armênio, Muçulmano. Várias igrejas, mesquitas e sinagogas. Locais históricos como muro das lamentações, Monte no Templo, Domo da Rocha, Via Dolorosa. É história e religião que não acaba mais. Você sente a tensão no ar entre a população. Muita cultura junta e misturada. É algo inexplicável. Muro das Lamentações 03/02/2020: Fiz um tour guiado. Famoso “Free Walking Tour”. Só lembrando que ao final do tour o guia pede uma gorjeta sendo o valor sugerido de 50 NIS. Se estiver com inglês afiado vale a pena porque explica bem sobre vários monumento que em uma caminhada sozinho passa desapercebido. Torre de Davi Aproveitei ainda para ir ao Jardim de Getsemâni e ao Monte das Oliveiras. Fiz tudo à pé. Israel é extremamente caro. Tenha em mente que ir para lá vai gastar uma boa grana. Jerusalém vista do Monte das Oliveiras 04/02/2020: Aproveitei para ir na área do Domo da Rocha. Horários são restritos porque esta mesquita está no mesmo local do Monte do Templo. Pelo fato de dois locais sagrados para duas religiões (islamismo e Judaísmo) estarem no mesmo local existe todo o conflito e a área é super vigiada. No mesmo dia fui para Bethelen: basta pegar o ônibus em frente a cidade antiga. Em Belém vale a pena visitar a Igreja da Natividade e a Mesquita que fica em próximo. É interessante como uma cidade com um dos locais mais sagrados do cristianismo está em território Israelense com maioria da população palestina. Outro local que vale a pena visitar é o muro que divide a Cisjordânia. Há muitos grafites nos muros que refletem o conflito no local. Vale a reflexão até que ponto o muro é uma forma de proteção dos israelenses e até que ponto provoca segregação populacional. A volta de Belém para Jerusalém tem uma situação triste. No check point é solicitado que todos os palestinos desçam do ônibus. Turistas permanecem e devem mostrar o passaporte ao soldado israelense. Uma soldada de um metro e meio com uma metralhadora maior que ela passou fazendo a revista. Os palestinos, na maioria jovens, submetem-se a revista, perguntas. Me passou pelo pensamento como é injusto o fato de que os palestinos estavam no território há centenas de anos. Os israelenses voltaram com o movimento sionista a partir de 1948. Quem é o dono da terra? Vale pensar e de uma certa forma a viagem para lá dá uma girada na chave em tudo que pensamos sobre o conflito Israel x Palestina. 05/02/2020: Masada. Este local é uma fortaleza no deserto. Tem uma história muito triste: os judeus fugiram para lá no ano de 63 a.C. Após algum tempo foram encontrados pelos romanos. Após perceberem que seriam mortos, ver os filhos escravizados e as mulheres possuídas pelos romanos decidiram pelo líder, Eleazar, e outros a suicidarem. Atualmente os recrutas do exercito israelense terminal o curso de formação no parque fazendo o juramento "Masada nunca mais" É possível super até a fortaleza no “Cable car” ou caminhando através do Caminho da Serpente ou "Snake Path" Mar Morto visto de Masada. Paga uma taxa para entrar no Parque Nacional de Masada Lá do alto é possível observar o Mar Morto. É possível conhecer os dois locais nos mesmo dia mas preferi ir no Mar Morto do lado jordaniano. Fui de transporte público e é bem tranqüilo. Tudo na hora. Basta checar no site da companhia de ônibus. Dia 06/02/2020: Museu do Holocausto. Local é bem triste porque mostra todo o sofrimento do povo judeu durante a Segunda Guerra Mundial. Dá para passar algumas horas. É uma verdadeira aula de história. 07/02/2020: Sexta feira – início do Shabat. É bom ficar esperto porque muitas coisas funcionam somente até hora do almoço. Saí cedo de Jerusalém com destino a Haifa. Fui até esta cidade para conhecer os Jardins de Baha’is. Este é um dos níveis do Jardim que fica em Haifa ao norte de Israel Infelizmente o dia estava fechado, mas nada que atrapalhe a beleza do jardim. O mesmo é o local supremo da religião Bahai. Esta religião é a junção do melhor do cristianismo, judaísmo e islamismo. Para adentrar o local tem que agendar previamente com um guia específico. Caminhei deste ponto até a parte de baixo pela rua. É uma caminhada e tanto. Tem mais coisas para fazer em Haifa mas optei por partir para o próximo destino, Tiberíades. 08/02/2020 – Tiberíades: resolvi conhecer esta cidade porque fica à beira do Mar da Galileia. Na verdade trata-se de um lago de água doce de extensão quilométrica. Aqui Jesus teria andado sobre a água, acalmado a tempestade, feito o milagre da multiplicação dos pães e peixes. Caminhei na orla do lago e imaginando as histórias de Jesus. Para mim foi uma viagem de reflexão espiritual e histórica. Dia 09/02/2020: Parti de Tiberíades para Jordânia. Escolhi a fronteira ao norte porque não tinha interesse de ir para o sul de Israel e nem de através a King Hussein Bridge próximo a Jerusalém porque ouvi dizer que era bem complicado. Tomei o ônibus cedo na rodoviária de Tiberíades para Betsaida. A rodoviária nesta última cidade fica bem afastada e as informações que encontrei na internet eram bem confusas acerca da travessia para a Jordânia. Tomei o micro ônibus 16 que ia para um kibbutz (comunidade rural em Israel) próximo a fronteira, cerca de 2 km. Descido no ponto de ônibus fui caminhando até a imigração Tchau Israel. Só tenho a agradecer por esta viagem de conhecimentos incríveis sobre a religião, história. Israel é um país que todos deveriam conhecer pela riqueza que tem a oferecer. É um destino caro mas que vale a pena. Próximo post pretendo escrever sobre Jordânia. Obrigado a todos! ­­­­
  38. 1 ponto
    Já que a ideia seria fazer de carona, o ideal seria você começar pelo sul da America do Sul (Uruguai, Argentina, Chile) e ir "subindo" passando por Bolívia, Peru, Colômbia, etc... Mas ai começam a aparecer algumas questões, que talvez você não tenha pensado, e que podem mudar completamente os seus planos. Até a Colômbia, você consegue ir por via terrestre, e pegar carona se for o caso, mas para sair da Colômbia só de avião, pois entre a Colômbia e Panamá há o famoso Darién Gap, uma faixa de 160 Km de mata, onde não há estradas, e é uma região dominada por traficantes e paramilitares, onde até o exército tem receio em entrar... Do Panamá em diante, daria para ir por terra novamente e de carona, mas as estradas do interior da América Central não são exatamente um lugar muito seguro para alguém ficar pedindo carona sozinho na beira da estrada, é uma região com criminalidade muito alta. Depois do Mexico, tem a questão dos vistos para os EUA e Canada, que você precisa solicitar antecipadamente, e que podem levar semanas ou mesmo meses para sair. Imaginemos que você conseguiu chegar até os EUA ou Canada, como você vai fazer para sair de lá para ir para continuar a sua volta ao mundo? Vai cruzar o Oceano Atlântico ou Pacífico a nado? Ou pegar carona num navio de carga? Até dá para pegar carona em navios, mas não é algo fácil de conseguir, demora meses para conseguir uma carona, e quando consegue uma carona, as vezes é para daqui a várias semanas ou meses, então a melhor forma de continuar a viagem seria de avião, e passagem de avião pode custar bastante dinheiro caso você não se planeje e compre as passagens com vários meses de antecedência... Na America e Europa, é relativamente fácil de se comunicar se você falar inglês ou arranhar algum espanhol, mas e depois? Quando você chegar naqueles países onde quase ninguém fala português, inglês ou espanhol, como que você vai fazer para se virar e pedir carona, se nem conseguir pronunciar direito o nome da cidade para onde quer ir? Ou seja, amadureça mais esta ideia, não fique achando que é só jogar a mochila nas costas e ir para a beira da rodovia pedir carona, uma viagem de volta ao mundo mesmo que seja de carona exige bastante planejamento e preparação, e principalmente um bom planejamento financeiro, para que você não acabe sem dinheiro já no segundo ou terceiro mês, dormindo na rua e mendigando por um prato de comida, sem dinheiro nem para voltar para casa. O pessoal que faz uma volta ao mundo, geralmente passa meses ou mesmo anos pesquisando e planejando a viagem, não é algo que se faça sem planejamento e sem uma boa preparação para a viagem. Comece lendo relatos e roteiros de outros mochileiros, assim você vai se familiarizando com a ideia, vai descobrindo locais interessantes para passar, e pode ir definindo o roteiro de acordo com os seus interesses e gostos pessoais, pois cada pessoa tem preferências e gostos diferentes, o que eu achar legal, você pode achar uma chatice, e vice-versa. Aqui mesmo no site tem milhares de relatos bem completos, e se for no google, vai achar muitos mais, já que aparentemente viagens internacionais vão ser algo para se fazer só depois de 2021, aproveite este momento de pandemia, para ler ver o máximo de roteiros e relatos de viagem de todos os continentes, assim você já vai ter uma boa ideia de por onde começar e como funciona a coisa...
  39. 1 ponto
    @adenilson.A Voltei recentemente da viagem, levei minha SL2 porém aluguei aqui no brasil uma lente mais propícia do que a que vem no kit (até olhei para comprar porém achei um preço um tanto absurdo para um amador como eu) Achei os resultados espetaculares Comprei também um tripé, que é obrigatório para fotografar, porém era um vagabundo e ele quebrou no penultimo dia, tivemos que fazer uma gambiarra a la brasileira para continuar usando ele Como falei, sou leigo para fotografia, comprei uma camera semiprofissional justamente por conta dessa viagem e confesso que não é esse bicho de 7 cabeças para ajustar ISO, foco, tempo de exposição etc e conseguir boas imagens (pelo menos no meu ver e você economiza centenas de reais para fazer tours fotograficos)
  40. 1 ponto
    A Tailândia era meu sonho, lendo o blog da Vida Mochileira vi os valores em detalhes em uma planilha e cheguei a conclusão que para um mês na Tailândia teria que ter o mínimo de R$10.000 pra fazer tudo que queria. Blog que pesquisei valores https://vidamochileira.com.br/tag/tailandia/ Adoro os blogs que detalham todas as despesas de uma viagem porque facilita muito para quem está se planejando. Realmente passei a achar que poderia ter condições de realizar o que tanto desejava após ver os relatos da Mari e tirar todas as dúvidas possíveis em seu blog. Como achava meio impossível ir à Tailândia sem um mínimo de 2 anos economizando ,e fiz em 1 ano, quero relatar meu planejamento considerando meu salário que em 2017 era R$ 1.500. A primeira coisa que fiz foi fazer uma tabela com todos os locais que gostaria de ir, depois vi as passagens e procurei alguém pra ir, meu namorado não quis, pois seria um ano complicado pra ele no trabalho, então me programei pra ir só. Moro com meus pais e minha renda é para meus gastos pessoais, isso facilita muito. Pra quem tem família e é responsável pelo seu sustento, a realidade é outra e bem mais difícil –eu sei . Em resumo, minha renda era pra pagar meu curso de inglês, internet e alimentação, conta do celular e poupar. Teria que conseguir economizar R$ 1000,00 por mês pra conseguir viajar em um ano e foi essa minha meta, mas viver com R$ 500,00 seria complicado tendo em vista que só meu inglês era R$ 400,00. Poupei por 3 meses 1000 e vi que seria possível. Sempre fui muito boa em economizar e não gasto dinheiro com coisas superficiais, teria só que apertar mais um pouco as contas e foi o que fiz. Pra continuar o curso de inglês comecei a dar banca para crianças da minha rua e aulas para pessoas que estudavam EAD e tinham dificuldades com o uso do computador, também me voluntariei em uma rádio da cidade que tinha a possibilidade de conseguir patrocínios e ganhar porcentagem, conseguir algumas propagandas e isso deixou que o ano fosse mais tranquilo. Em 12 meses tinha os 10 mil, no meio desse percurso meu namorado resolveu que também conseguiria ir, reservei hotéis e passagens e lá estava eu realizando meu sonho. Não contei meus planos para ninguém, pois achava difícil conseguir em ano, e quando contei minha mãe não acreditou, ora, era Ásia por 1 mês. Além da Tailândia, passei um dia na Alemanha perdidona fazendo turismo e meu maior medo era me perder sem saber falar inglês e não conseguir voltar para o aeroporto, mas fui e fiz um super tour sozinha. Sou tão prolixa, esse texto ficou enorme, mas era pra falar que é possível com foco e determinação, você não precisa ganhar 3, 4 ou 5.000 pra realizar um sonho grandão!
  41. 1 ponto
    Viagem janeiro/ 2020 Tailândia -> Krabi -> Kuala Lumpur -> Singapura -> Ho Chi Minh -> Hanói -> Chian Mai -> Chian Rai -> Luang Prabang -> Tailândia em 30 dias Preparação da viagem 2 mochilas de 6,7kg cada uma para minha esposa e outra minha, iriamos pegar 7 voos interno low cost (custo baixo) 18/ janeiro / 20 22:50 Pegamos o voo de São Paulo Guarulhos com conexão em Londres. Voo saiu 22:50 com duração de quase 11:30. Em Londres um voo de 12 horas (conexão de apenas 2 horas). Embora lá é tem muitas informações de conexão foi muito corrido, chegamos pela Latam no terminal 3 e tivemos que ir para o terminal 5, pegamos um ônibus no terminal 3 até o terminal cinco e no terminal 5 um trem para ir até o portão de embarque. Não foi necessário passar pela imigração porém foi necessário no raio x; Muito cansativo a viagem com uma conexão de 2 horas, hoje eu ficaria uns 3 dias em Londres, uma vez que brasileiro não precisa de visto e pode ficar até 90 dias como turista; Voos e traslados na viagem 20/ janeiro / 20 09:45 Chegamos em Bangkok O Aeroporto Suvarnabhumi, também conhecido pela sigla BKK, é um dos aeroportos internacionais mais movimentados do mundo e, na Ásia, fica atrás apenas do Aeroporto de Tóquio, então é muito provável que você o encontre cheio e tenha que enfrentar muitas filas; Antes de passar pela imigração todos os Brasileiros precisam passar pelo controle de vacina (health control), existe um procedimento a ser feito antes da imigração para quem vem para a Tailândia com um passaporte do Brasil é exigido a vacinação contra febre amarela, dica não vá direto para imigração, fale para qualquer agente que estará organizando a fila que você é brasileiro. A fila da imigração estava gigante, como já esperávamos pelo movimento do aeroporto, mas até que não demorou tanto. O fiscal foi bem rápido, não nos perguntou nada: apenas ficamos parados dentro de um quadrado desenhado no chão, enquanto ele validava os documentos, carimbava o passaporte e tirava uma foto e colocar as digitais das 2 mãos. Apresentamos aqui: passaporte, bilhete do voo e pronto. Fotos da imigração na Tailândia Fotos health control (controle de saúde), fica um pouquinho depois da fila da imigração, fazer o tramite depois volta para fila da imigração. O aeroporto apresenta várias opções de transporte para sair de lá. Nos pegamos um taxi que nos custou 800 bth, caso você queira da para pegar o trem no aeroporto e descer na ultima estação do trem já quase no centro e de la pegar um taxi ou um Grab(uber) para seu hotel, e se pesquisar sobre seu hotel da para pegar o metro. Dinheiro troque dólar por dinheiro local ou sacar em uma ATM . Compramos 1 chip de internet 10G para 30 dias, o mesmo compartilhava para outro celular. Ficamos o dia inteiro descansando da viagen a noite pegamos um Grab (uber) e fomos para Khao San Road, a rua mais famosa da cidade. Aqui você encontra comida de rua, restaurantes, muitos lugares para compras e apresentações artísticas ao ar livre. Venha preparado pra muvuca Foto a Khao San Road Foto a Khao San Road 21/ janeiro / 20 No dia seguinte visitamos um templo próximo ao hotel, após o café visitamos o templo Wat Khun Chané um dos templos frequentados por passeios de barco de cauda longa pelo rio e klongs Fizemos check out no hotel e pegamos o metro até a estação de trem e depois seguimos para o aeroporto novamente, porém agora estávamos no voo domestico; As 17:15 pegamos voo para Krabi, chegamos em nosso hotel as 20:00 somente saímos para comer próximo ao hotel, no dia seguinte pegamos um ônibus no centro da cidade e fomos para a praia de Ao Nang , pagamos 50bath por pessoa; Hoje deu praia, Ao Nang praia de Krabi foto Ônibus que pegamos centro cidade No hotel compramos um pacote de passeio para Phi Phi, pagamos 1800bth aproximadamente R$ 125,00 por pessoa, este valor estava incluso van buscar no hotel, almoço, taxa da ilha; As ilhas Phi Phi, que são composta pelas ilhas de Bamboo, Pielh Bay, Maya Bay, Phi Phi Ton e Monkey Bay. A mais famosa é Maya Bay que foi gravado no local "A Praia" Leonardo DiCaprio mostrou a beleza da Tailândia pelo mundo. No dia seguinte alugamos uma moto 50cc scooter por 250bath por 24 horas e além de passear por Krabi Town passamos o dia em uma praia próximo a Ao Nag, uma praia menos frequentada por turista muito top; Aluguel de uma scooter Honda por R$30,00 o dia, e experimentar dirigir na direção contrária, andar na faixa esquerda. Conhecendo Krabi e as suas praias de scooter. Noppharat thara Beach, nossa última praia da Tailândia. Gostei pouco frequentada por turistas. Uma coisa que não se pode deixar de fazer em Krabi Town, conhecer o mercado noturno no centro da cidade. Comidas da feira 25,00 come-se muito bem na feira; 25/ janeiro / 20 10:25 Pegamos um taxi do hotel por 350bath, porém caso tenha tempo pode pegar uma um ônibus F100 adaptado que sai do centro da cidade por 50bath por pessoa, indo para o aeroporto; Nosso voo para Kuala Lumpur saiu as 10:25 e saiu as chegamos as 12:30 até sair da imigração chegamos no hotel as 14:30, só foi tempo de chegar tomar um banho e sair para visitar as Petronas Tower; em Kuala Lumpur da para fazer tudo de metro Mesmo dia visita as Petronas Tower; Ao retornar para o hotel descemos em uma estação antes da nossa e jantamos no Central Market Kuala Lumpur . Kuala Lumpur (capital da Malásia) nos presenteia com essa obra gigantesca da engenharia, Petronas Towers. Ainda teve feira de rua e festividades do ano novo chinês No dia seguinte pegamos o metro e visitamos ao templo hindu Batu Caves.Logo atrás da estátua dourada do Deus Hindu Murugan, começam os 272 degraus que levam até a caverna. Diariamente pelo menos 3mil pessoas visitam Batu Caves 27/ janeiro / 20 09:25 Saímos do hotel após o café da manha, pegamos o metro e seguimos até a estação que após descer as escadas chegávamos no terminal da Berjaya Times Square em Kuala Lumpur, as passagens de ônibus comprei aqui no Brasil, usei a plataforma 123goasia, pagamos 94 MYR Rinng Malaio, aproximadamente R$90,00 cada passagem, 2 passagem ida e 2 volta. Chegamos em Singapura as 15:00, o ônibus para no controle passaporte dar saída e na Malasia e 5 minuto depois para na imigração de Singapura, nosso caso o ônibus ficava esperando todos os passageiros, assim que chegava partia. 30 minuto após imigração o ônibus chegou no destino que foi o terminal Golden Mile Tower em Singapura. Trocamos nossos dólar por dólar singapuriano e próximo ali tinha uma estação pegamos um metro e fomos para nosso Hostel. Só foi e tempo de deixar as coisas trocar de roupa e ir novamente para estação de metro com destino a Mariana Bay. Marina By e Gardens by: cartões postais de Cingapura Vista do garden bay Depois da visita ao Marina Bay e Garden Bay, passeamos pelo enorme Shopping localizado na torre e depois ficamos sentado na frente da torre para assistir o espetáculo; Dentro do Shopping No dia seguinte fechamos a conta no hostel e sem tempo a perder fomos para estação e seguimos para o parque Fort Canning, que a estação leva o mesmo nome do parque Parque Fort Canning. Muito limpo, organizado e com muita estrutura. O acesso ao parque é bem facilitado (com escada rolante). Tem até um hotel lá. Amei. Detalhe: não se encontram muitas lixeiras espalhadas por lá mas também não se vê um papel jogado no chão. Povo educado. E daqui seguimos para estação China Town e depois seguimos para o terminal Golden Mile Tower pegar o ônibus e retornar para Kuala Lumpur. China Town, toda preparada para comemoração ano novo chinês Eu com meu amigo Chinês. Saímos de Singapura as 23:30 e chegamos em Kuala Lumpur as 6:00 da manha do dia 29/01. Pegamos um metro até as estação central de Kuala e tomamos café da manha ali em uma das lojas Seven Leven, existem muitas espalhadas pela Asia; Visitamos a Litter India próximo a estação KL Central Monorail de Kuala Lumpur Litter India Kuala Lumpur 30/ janeiro / 20 07:50 Nosso voo para Ho Chi Minh, Vietnã era bem cedo, chegamos no aeroporto de Ho Chi Minha e nos dirigimos para fila de visto, com todos documentos preenchidos e fotos, pagamos o valor de $25 dollar cada (somete lembrando que os formulários já havíamos pago $15 dollar cada. Após imigração que foi tranquila, porém demorada pela quantidade de gente, trocamos nosso dinheiro da Malasia 400 MYR que nos deixaram milionário um montante de VND 2.222.221 Dong vietnamita, logo seguimos para frente do aeroporto e pegamos o ônibus 109, que nos custou R$7,00. Este ônibus vai até o terminal que fica no centro antigo, logo após a catedral de Notre Dame, região de hospedagem próximos a tudo e muito procurada pelos turistas; Obs ônibus circula até as 18:00, foi o que falaram pra gente. Porém o aeroporto fica apenas a 5km do terminal Pontos turísticos de Ho Chi Minh próximos a esta região; Terminal que para o ônibus 109 Praça do pedestre em frente a prefeitura, vários eventos todas as noites; Prefeitura logo atrás ao monumento do Ho Chi Minh Correio, além de lojinha de artesanato da para enviar postal para alguém; Catedral Notre Dame Museu da Guerra - Versão Vietnã; Entramos no museu e ficamos em estado de choque ao ver como eram os dias vividos em épocas de guerra. Fotografias que contam a história de famílias sendo destroçadas, crianças abandonadas, homens e mulheres tentando se salvar do campo de batalha ou das prisões; As imagens são fortes; e tinha muito mais, porém tem que ter frieza pra ver tudo. Museu da guerra, imagens muito forte, historia contado pelos vietnamitas. Visita a praça com monumento; O MONGE EM CHAMAS: A assustadora fotografia que você vê foi clicada aqui em Saigon. Mostra um ato de autoimolação cometido por um monge budista chamado Thích Quang Duc no dia 11 de junho de 1963, em protesto. Naquele período o governo decretou um lei, que todos no País teriam que aderir o cristianismo, em protesto o monge atirou fogo no corpo em praça pública e morreu em posição de lótus Praça do templo do Rei King Andar por Ho Chi Minh é sempre uma surpresa. Hoje nos deparamos com um ensaio geral na frente do teatro da cidade. Um espetáculo com orquestra, coral, solistas e bailarinos. Um show!!!! O teatro foi construído em 1897 e restaurado em 1995. Sua arquitetura é belíssima e tem capacidade para 800 pessoas Teatro da Opera 30 minutos de massagem por apenas R$ 9,00 muito top O Palácio Presidencial está localizado em Saigon. Até 1967 era residência e local de trabalho do presidente da República. Finalmente, no dia 30 de abril de 1975, um tanque norte vietnamita arrebentou o portão do palácio, dando fim ao conflito sangrento, onde morreram 58 mil americanos e mais de 3 milhões de soldados vietnamitas e civis. Foi o fim da Guerra do Vietnã.Neste mesmo palácio, em novembro de 1975, ocorreu a conferência para a reunificação do país que estava dividido em Vietnã do Norte e Vietnã do Sul. Atualmente o lugar é usado para pequenas reuniões e visitações turísticas. PALÁCIO DA REUNIFICAÇÃO EM HO CHI MINH - Vietnã No calçadão de pedestre em frente a prefeitura fica localizado o apartamentos de café, legal para tomar um café na varanda e ficar vendo a movimentação em frente principalmente a noite Apartamentos ou lojas de café Atravessar as avenidas e as motos irem desviando de você, chegar do outro lado e ver que está vivo Na noite do dia 3/ fevereiro/ 20 ficar na praça do calçadão tomando café gelado bater papo, ir das história da viagem até ali e despedir da linda Ho Chi Minh a noite; O chafariz todo com iluminação em led na frente da estatua e da prefeitura 04/ Fevereiro / 20 20:10 Check out no hotel almoçamos ali por perto mesmo e já fomos para o terminal para pegar o ônibus até o terminal, ao descer no aeroporto o terminal domestico fica do lado esquerdo aproximadamente uns 300 mts; Vai deixar saudade Ho Chi Minh City, #PartiuHanoi, vamos ver o que nos aguarda Já me sentia um vietnamita. Chegamos em Hanói era tarde, o negocio foi tomar banho e dormir, e ali entendemos porque tem que levar uma blusa de frio e segunda pele na viagem, o primeiro dia estava chovendo e fazia frio. Alias todos os dias que ficamos fazia frio; Hanoi; O trânsito desgovernado, o som de buzina das milhares de motos nas ruas, essa foi minha primeira impressão da capita do Vietnã. A cidade é um caos desconcertante, onde atravessar as ruas vira atração turística. Não espere que os motociclistas parem pra você atravessar. O negócio é fazer contato visual e ir andando num ritmo constante e natural, que eles acabam desviando e você chega vivo do outro lado. Ah e detalhes não tem como andar nas calçadas e tudo estacionamento de motos e mesas pequenas de restaurantes. Conhecer o mercado Cho Dong Xuan, vende de tudo. Estes mercados geralmente vende de tudo; Passeio pela cidade Imperial em Hanói (capital do Vietnã) e explorações gastronômicas. Café com ovo: pense numa mistura cremosa de café forte, leite condensado, ovo e chocolate. É um café tradicional no Vietnã. Delicia!! Sopa de enguia: pra quem gosta de peixe. Arroz, com legumes e carne e um espaguete delicioso com creme branco e cogumelos. Manjaléu aonde está o corpo do Ho Chi Minha Café com ovo Conhecer está fruta; DURIAN, A FRUTA COM O PIOR CHEIRO DO MUNDO Apesar de ser apreciada por muitos no leste asiático, a fruta Durian é famosa também por seu odor desagradável e fortíssimo (dizem que parece suor misturado com chulé), a gente acha que tem cheiro de esgoto, o tanto que é proibido entrar com a fruta em locais públicos, como shoppings, supermercados e hotéis. Se você compra um pedaço da fruta e vai de táxi o motorista amarra o saquinho pendurado do lado de fora do carro. Museu da Prisão Hoa Lo Na colonização francesa esta prisão foi construída 1886, a prisão mantinham mais de 600 vietinamitas, esse número continuou a crescer até abrigar mais de 2.000, más condições e torturas foram uma das razões pelas quais essa prisão se tornou tão odiada no Vietnã, houve cada vez mais raiva contra o governo francês e sua colonização do Vietnã. Logo, a prisão de Hoa Loa (que pode ser traduzida como "fornalha ardente" ou "buraco do inferno") tornou-se um dos símbolos da exploração colonialista que contribuiu para o início da guerra do Vietnã. Foto Prisão Hoa Lo Cada dia uma história completamente diferente para nós. Na frente da St. Joseph's Cathedral, um jovem casal tirava fotos, acho que acabará de casar. Já na porta da igreja, um cortejo fúnebre, seguido por parentes do ente e pelas badaladas do sino. Aqui tudo e feito na rua. Cortar as carnes de porcos, frangos e patos..pode? Montar, mesas e todo mundo comer na rua.. pode? Na calçada arrumar as motos e consertar o pneu quando fura..pode? Lavar as panelas na calçada logo após servir o cliente que come e sai satisfeito..Pode? Levar sua cesta de frutas ou qualquer outra coisa pra vender na calçada..pode? Sim, tudo pode!! E não adianta criticar ou comparar com seu habitat, basta entender a história do País. Um pouco mais de Hanói, capital do Vietnã!!! Pintura diferenciada na fachada de um prédio, enfeites em lojas de departamento, trilho do trem que separa a Cidade Nova da Cidade Velha e vejam que as mulheres são guerreiras em qualquer lugar do mundo. Confira nas fotos!!! Lago Hoan Kiem e Templo da Tartaruga em Hanói Um óasis em meio ao caos do centro dessa cidade frenética e tão peculiar. Onde o novo, o moderno é carregado de história, lendas e símbolos. O Lago Hoan Kiem e a lenda da tartaruga sagrada do Vietnã Este lago natural de água doce no coração de Hanói é muito mais do que uma atração para turistas. Seu nome significa ‘lago do retorno da espada’ e segundo a lenda, o lago é a casa de uma tartaruga gigante de casco dourado. Kim Qui, a tartaruga sagrada do Vietnã, é a guardiã da espada mágica, usada pelo guerreiro Le Loi na batalha contra os chineses no século XV. A espada mágica, presente ‘dos deuses’ tornaria seu dono invencível. Com ela, Le Loi ganhou a força de mil homens e expulsou o exército chinês do Vietnã. Depois da vitória, Le Loi visitou o lago e foi subitamente recebido por Kim Qui. A tartaruga dourada surgiu e levou a espada para as profundezas, onde ficará até que seja necessária novamente para defender a independência e soberania do Vietnã. 08/ Fevereiro / 20 15:20 Adeus Vietnã Quando estávamos acertando nossa viagem para cá, imaginava o Vietnã um Pais ainda devastado pela guerra, pobre e que poucas coisas interessantes deveriam acontecer por aqui. Estava eu enganado e muito. Amamos estar aqui e conhecer um pouco da cultura desse povo que fez as pazes com seu passado e tem mostrado exemplo de superação. Nosso destino agora é Chiang Mai, norte da Tailândia; Pegamos um Grab (uber), aproximadamente R$ 25,00 Chegamos em Chiang Mai quase 19:00, tivemos que fazer o mesmo procedimento da primeira vez controle de saúde apresentar carteira internacional de vacinação e imigração; Chiang Mai é uma cidade no norte da Tailândia. Uma cidade antiga que contém vestígios de muralhas e fossos que relembram a história dela como um centro cultural e religioso. A cidade também abriga centenas de elaborados templos. Checamos e já fomos jantar no mercado noturno de Chiang Mai Olha nossa sorte chegamos e fomos avisados sobre o 44o Festival de Flores Chiang Mai “A Rosa do Norte”, se fantasia com flores e cores no primeiro fim de semana de fevereiro. Há desfile com carros alegóricos enfeitados um mais lindo que o outro. Há também exposição de flores para venda. Super valeu esse passeio. Chiang Mai é famosa pelos seus milhares de templos. Não tem como vir a Chiang Mai e não ir em seus templos Dicas; Na Ásia e Sudeste asiático é muito comum encontrar lavanderia (laundry). E como funciona? De acordo com a quantidade de roupa que vai lavar (kg), compra o ticket escolhe a máquina, depois de alguns minutos a roupa está lavada e seca. Você pode trazer o sabão de casa ou compra ali mesmo. Segue a dica pra andar com pouco roupa na sua viagem por aqui. No dia 10/ Fevereiro acertamos um tur bate e volta de um dia para Chiang Rai, que fica a 200km de Chiang Mai, foi cansativo porém valeu a pena; Valor 276, 00 ou 1900bth para 2 pessoas, incluso van buscar no hotel, almoço e entrada nos templos; Nossos tur hoje foi a 200km em Chiang Raí. Os 3 grandes templos, white temple, Blue templo e Black templo E todas as noites passeio no mercado noturno; Quando bate a fome não tem jeito. Gastronomia exótica tailandesa. E aí, servidos? Sem coca não tem jeito, ajuda descer.kkk Conhecida como “Rosa do Norte”, Chiang Mai é um dos melhores destinos para você ver uma Tailândia autêntica, com tudo que tem direito: culinária, mercados de rua, templos, elefantes, florestas, montanhas, massagem tailandesa… Vai deixar saudades; 12/ Fevereiro / 20 15:20 #PartiuLaos Luang Prabang, vamos ver o que nos espera. Chegamos ao Laos, nosso quinto Pais nesta trip. O segundo com exigência do visto. Cidade Luang Prabang com apenas 20mil habitantes. O visto foi bem rápido pagamos $30 por pessoa; Na saída do aeroporto fechamos um taxi que nos levou ao hotel, R$25,00 ou 50.000KIP Lausiano Laos - Curiosidades e costumes; Elefantes brancos Estrangeiros são conhecidos pelos moradores do Laos como "elefantes brancos" Guerra O Laos é conhecido como "Terra de um Milhão de Elefantes", mas após a guerra do Vietnã, quando foram fortemente bombardeados, os habitantes se auto-intitularam ironicamente de "Terra de Um Milhão de Irrelevantes". Turista assusta crianças Nas pequenas aldeias no interior do país, feições ocidentais assustam crianças e tornam o turista alvo de curiosidade e beliscões. Inglês Monges e noviços budistas adoram exercitar o inglês aprendido nos monastérios. É comum eles abordarem turistas para conversar. Só foi chegar no hotel tomar um banho de deixar as coisas no hotel e ir mercado noturno; Negociando com a senhora umas moedas antigas, pensem em pessoas boas de negócios, falam os valores e riem. Luang Prabang dia seguinte de madrugada as 05:40 da manha; Ronda das Almas (Tak Bat). O ritual que acontece diariamente. Todas as manhãs, centenas de monges deixam seus templos e saem em fila indiana pelas ruas de Luang Prabang para arrecadar doações, principalmente alimentos. O mais incrível é que essa tradição faz parte do cotidiano da cidade e você percebe que a vila toda acorda cedo, se ajoelha nas calçadas no aguardo dos monges. Após a Ronda das Almas, um jeito gostoso de conhecer Luang Prabang. Fizemos nosso exercício aeróbico; As Cachoeiras Kuang Si são um complexo de quedas d’água localizadas em Luang Prabang, Laos, que variam entre tons de azul-turquesa a verde-esmeralda, e é um verdadeiro cartão-postal O ritmo da natureza dita também o ritmo da vida dos moradores de Luang Prabang, que atrai turistas do mundo todo. Há duas estações bem definidas na região: a seca, que vai de novembro a março, e a chuvosa, de abril a outubro. Durante a época das chuvas, as águas cobrem e destroem a ponte de bambu. Sem o auxílio das precárias pontes, os moradores precisam cruzar. Então, quando chega a época seca, as pessoas se juntam para reconstruir a ponte, um trabalho que se repete todos os anos. 15/ Fevereiro / 20 15:20 Retornando a Bangkok. Deixamos Luang Prabang que deixará saudades. Nossa ida para o aeroporto foi de Tuk tuk, tiozinho muito simpático, pousou para foto agradeceu e seguiu a vida e nós também; Nosso passeio em Bangkok, templos, o grande palácio, Chatuchak Weekend Market ( o maior mercado de rua de Bangkok) e andar de tuk tuk, aqui é doido o negócio; Democrety monumenty 17/ Fevereiro / 20 15:20 Pegamos um taxi para o aeroporto de Bangkok Suvarnabhumi, custo 400bth nosso voo com saída as 11:45, volta ao Brasil Aeroporto de Bangkok Suvarnabhumi Gastos em 30 dias de viagem 2 pessoas; Planilha com todos gastos, as passagens de avião foram divididos entre os Paises; Hospedagens; Bangkok, Tailândia; Bed by Tha-Pra, Dinsomon Hotel Krabi; Krabi Cinta House Malasia, Kuala Lumpur; Mandarin Court Hotel, Citin Seacare Pudu by Compass Hospitality Singapura; OSS Backpackers Hostel Ho Chi Min, Vietnã; Sunway Hotel Saigon Hanói; Bonjour Hanoi Hotel Chiang Mai, Tailândia; Riverside House Hotel Luang Prabang, Lãos; Museum Inn Luangprabang Dicas: Uso de internet; Comprar chip no Aeroporto, já sabia qual transporte pegar e usava aplicativo de tradução para perguntar (Opção comprar chip na cidade mais barato); Dicas: Dinheiros e cartões; Levamos Dollar comprei a R$4,10 (melhor opção na troca, não paga IOF); Usamos 3 cartões Nubank , inter e Pre pago Mercado Livre ( Cartão ML usava sacar dinheiros nos ATM, os cartões Nubank e inter usávamos para pagar hotel e outros); Aplicativos que usamos; Google Tradutor (falar e traduzir, hotéis, passeios) Grab – (Pedir Uber) XE Currency - conversor e dinheiro (muito prático, gostamos) Moovit: Mapas & Horários de Ônibus, Trem e Metrô (localizar transporte prático e barato) Maps google maps- Navegação e transporte público (Usamos em ônibus para localizar ponto próximo ao hotel, ir em locais a pé) Planilhas Google (abrir excell inserir gastos na planilha) Seguro viagem que contratamos; Corretora - Real Seguro Viagem https://www.seguroviagem.srv.br/#/?ag=1968
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    olá sou iniciante nesse meio porem tenho muita vontade de fazer trilha e camping . tbm estou a procura de pessoas com os mesmo objetivos .
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    RELATO TEXTÃO 😜 da minha travessia pelos lençóis maranhenses, com o grande "tchan" de ser a ideal para sedentários (que tenham disposição, claro)! (Mais fotos e outras viagens no Insta: @marcos.nak 😉) Você é do tipo que fica esbaforido ao subir uma duna? Eu sou, quase todo mundo é. Mas, se ao chegar ao topo e ver as lagoas, seu cansaço se transforma em encantamento e vontade de fazer de novo, então você consegue fazer este trekking! Todos os relatos que eu havia encontrado mostravam uma travessia longa de 3 dias de duração, saindo de Atins, mas eu tinha receio de ficar muito cansativo e acabar perdendo o objetivo, que era curtir, e não "sofrer"😎! Então, dado que eu só tinha 2 dias e estava em Santo Amaro, e depois de conversar com o guia, decidi fazer como ele indicou. Não me arrependo de jeito nenhum! Ficou assim: . 1) Fomos de Santo Amaro até a lagoa de Emendadas de quadriciclo, e lá vimos o sol nascer (14 km). A cena foi linda, e a escolha da lagoa se deu pela duna imensa, de onde se tem a vista mais panorâmica. É sério, debaixo da duna você já fica maravilhado, pela imponência. Lá de cima, não fosse o vento muito forte, poderia passar horas. Depois do belo nascer do sol, começamos a caminhada. 2) Andamos até Betânia, passando pela incrível lagoa do Junco (18 km). Eu sei, falar em andar 18 km na areia, subindo e descendo, sem sombra, parece loucura, mas eu fiz numa boa e não sei explicar por quê. É um misto de encantamento e empolgação que faz a caminhada ser fácil. Além disso, cara, cansou? É só deitar na areia e rolar, que logo vc cai numa lagoa 😂😂😂! A lagoa do Junco só é acessível a pé, e por isso a maior beleza do parque está exclusiva aos poucos corajosos que encaram a caminhada. No caso, eu tive ela e infinitas outras só pra mim! No caminho, encontramos ninhos de gaivotas e rastros de vários animais. Um fato interessante é que a lagoa do Junco é nova. Eu havia lido vários relatos de que a lagoa das cabras era a mais linda de todas, e o guia prometeu me levar até ela. Aí, num momento em que cruzávamos uma areia molhada com plantas, ele disse: "Você está em cima de onde já houve a lagoa das cabras!" 😮 QUIK_20180913_181331[1].mp4 3) No horário do almoço, chegamos a Betânia, onde passei a tarde e a noite. Na verdade eu nem conheci o vilarejo de Betânia, pois fiquei hospedado num restaurante isolado entre uma mata e um rio. É o mesmo restaurante onde os turistas do passeio a Betânia almoçam. Chegamos e já almoçamos. O guia disse que eu teria a tarde livre para descansar na rede e curtir o rio, mas eu não quis saber, pedi pra ir pra alguma lagoa (como se eu já não tivesse tomado muito banho de lagoa hehe). Aí (ele tinha um acordo de pegar caiaque gratuitamente no restaurante), atravessamos o rio de caiaque e ele me deixou numa lagoa incrível, onde uns turistas inconvenientes faziam algazarra 🙄. Aproveitei pra fazer uma caminhada pelas dunas ao redor, e assim que eles partiram eu tive a lagoa inteira só pra mim, onde fiquei horas curtindo, até o sol começar a descer. Foi delicioso! O guia chegou para me acompanhar no pôr do sol, subimos uma duna e ficamos até escurecer, e passamos um tempão apreciando o céu mais estrelado que já vi na vida! 🤩Ele tem um celular foda e é um excelente fotógrafo, e tirou fotos incríveis e me mostrou os planetas e as constelações num aplicativo que vc aponta pro céu e reconhece as estrelas. Depois, voltamos de caiaque pelo rio, num breu quase absoluto, pois a lua também havia se posto. Paramos um pouco de remar pra curtir o silêncio e o céu, e foi sensacional. Ao chegarmos ao restaurante, acredite!, havia uma belga e uma alemã (muçulmana, todo coberta), que também estavam em travessia e passariam a noite lá. Nosso "quarto" era uma palhoça com redes onde os clientes descansam após o almoço. Não tem paredes, o que fez as gringas passarem trezentos tipos de repelentes, mas a dona garantiu que, sabe-se lá por quê, não há pernilongos ali, e de fato nenhum inseto nos incomodou. Foi muito engraçado quando a belga subiu na rede e descobriu que a rede balança. Logo ela e a alemã estavam tomando impulso e se chocando uma na outra! É claro que eu filmei e coloquei no vídeo! 😂😂😂 QUIK_20180913_203058[1].mp4 QUIK_20180913_203058[1].mp4 4) De manhã, passeamos pela região (8 km) Depois de uma noite mal dormida na rede (não tenho costume e sou fresco pra dormir), acordei às 4h para ver o sol nascer. Mais uma vez atravessamos o rio a caiaque e subimos uma duna para apreciar o espetáculo, que infelizmente mais uma vez foi prejudicado pelas nuvens. Percebi que o dia amanhece meio nublado e as nuvens se dissipam durante a manhã. Outra coisa impressionante é a variação térmica da água, que amanhece gelada e anoitece morninha. Depois de clareado o dia, andamos 8 km pela região curtindo novas lagoas. Voltamos à hora do almoço (caiaque) e dei uma relaxada na rede e curti um pouco o rio. 😎 5) Voltamos a Santo Amaro (9 km) Partimos às 15h30. A volta foi bem tranquila, mas como meu pé começava a reclamar, eu preferi fazer mais paradas e ficar menos tempo em cada lagoa (não se assuste, é só um pequeno cansaço). O guia me levou a uma duna alta já no fim da tarde, para curtirmos o pôr do sol. Depois que escureceu e curtimos um pouco o céu estrelado, caminhamos alguns minutos no breu total e chegou um amigo dele pra nos dar carona até a cidade. QUIK_20180913_180443[1].mp4 QUIK_20180913_180443[1].mp4 Foi uma experiência inesquecível. Cada parte teve uma importância imensa pra mim: o dia, a noite, o cansaço, o descanso, a companhia das meninas e do guia, os momentos a sós (confesso que temi sentir solidão, levei vários ebooks e filmes no celular, e nem encostei nele. Simplesmente eu consegui amar ficar horas sem pensar em nada nem ninguém, só curtindo o momento). . Os lençóis maranhenses são uma beleza única no MUNDO e mesmo assim poucos conhecem. E o que mais impressiona é a abundância de belezas, por isso quando me peguei pensando: "Ah, a lagoa X eu não gostei muito!" eu lembrei: "Isso porque são infinitas lagoas pra eu poder escolher minha favorita. Se fosse só areia e houvesse só essa lagoa X, eu diria que é incrível! Aliás, se fosse só o rio que eu pouco aproveitei já valia o passeio!" 😂 . O melhor de fazer a travessia em vez dos passeios coletivos é poder ter o contato exclusivo com a natureza, seja a areia, as lagoas, o céu, o rio, o sol... tudo está lá pra você, e sem pressa de ir embora como nos coletivos porque "temos um monte de lugar pra ir e tirar foto e aquele turista inconveniente do grupo tem que voltar mais cedo pra não perder a van"... Sabe?
  44. 1 ponto
    Gente povo tá confundindo caminho com trilha. Se se tem muita estrada e caminho e não trilha. 99% dos casos citados são caminhos e não trilhas. Mas temos sim algumas trilhas de longo percurso no Brasil embora ainda poucas. A transmantiqueira quando finalizada será uma das grandes. No momento ainda carece de trechos mais longos mas irão existir. Não sei se circuitos entrariam em trilhas de longa distância se entrar aumenta mais o número. Mas posso citar aqui como existentes a Travessia da Praia do Cassino cerca de 240km. Já temos trechos da transespinhaço já com 110km e possíveis 140km. Na mantiqueira temos a Transpapagaio Oeste já aberta com 84km 100% em trilhas. A possível transpapagaio Oeste tem todo potencial para alcançar 90km espero abrir esse ano. Na serra do mar a Serra da Boicaina mar a mar deve alcançar os 70km também a ser aberta este ano se der certo.
  45. 1 ponto
    Viagem de 14 dias em casal feita em julho de 2018. Coloquei tudo em tópicos e montei 3 tabelas com gastos da viagem. Comprando a Passagem aérea - sempre pesquisamos passagens pelo site “Kayak”, ele é ótimo e permite criar alertas de queda de preço. Isso significa que toda vez que tiver uma diminuição no valor da passagem para o local que você quer viajar, você recebe um e-mail. Nós queremos conhecer tantos lugares nesse mundo, que sempre criamos vários alertas para diferentes destinos. Calhou de surgir uma promoção para a Nova Zelândia na Latam e compramos na hora. Voando com a Latam para NZ - Todo mundo diz, e eu acredito que a Air New Zealand é melhor. Mas, no voo Santiago X Auckland, eu achei o serviço da Latam bem bom. Infinitamente melhor do que nos trechos da América Latina. A refeição era superior, amenidades e etc. Chegar na NZ é muito mais rápido do que eu imaginava. Na volta, foram 10h Auck X Santiago, e depois 4h Santiago X Rio. 14h no total, achamos bem rápido. Sala Vip da Latam em Santiago - gente, deixa eu começar com uma dica que eu achei genial. Na volta fizemos uma conexão de 12h em Santiago. A latam no Chile, diferente do Brasil, só adianta seu voo se você pagar e o valor era bem alto. Aí, pensamos em ir para um hotel, mas gastaríamos uber, tempo na imigração, comida e etc. Foi aí que vimos que Santiago tem uma sala Vip gigantesca da Latam. Eu nunca voo de executiva então nem sei por onde entra. Mas meu marido viaja pela empresa e disse que algumas tem camas. Despretensiosamente fomos lá perguntar quanto era. Custou 40 dólares por pessoa! Para ficar o tempo que quiser, comer o quiser, beber o quiser, toalhas para tomar banho quentinho, camas com cobertor para dormir e tudo mais! Não tinha mais ninguém dormindo, então foi super tranquilo. Dormimos umas 5 horinhas e fomos para o “open bar”. Tinha todos os tipos de bebidas, enchemos a cara de champagne! Comemos muito e depois já quase não aguentávamos com a sobremesa, mas tomamos sorvete. O legal é que eles te chamam quando está na hora do seu voo, então pode beber a vontade que não vai perder o voo. Viajar no Inverno - Sou professora, então só posso viajar em janeiro ou julho, no inverno ou verão ( muito frio ou muito calor). Acho as piores estações, prefiro as temperaturas mais amenas da primavera ou outono. Além disso, sempre viajo nas férias escolares, alta temporada, preço de passagem cara e alguns locais turísticos cheios, dependendo do lugar. Entretanto, eu AMO frio, adoro ficar encasacada, adoro a paisagem do inverno, acho tudo um charme. Então, é tudo questão de preferência. No caso da Nova Zelândia, o frio pode prejudicar um pouco para aqueles que estão em busca de certos esportes radicais aquáticos. Mas dá para fazer quase todos os esportes, e ainda dá para esquiar. Não curto esportes muito pesados, fizemos apenas um jet boat em Huka Falls, e foi legal. A paisagem da ilha sul com as montanhas nevadas foi um absurdo de linda. Não me arrependo nada ter viajado no inverno. Porque viajar para a Nova Zelândia - Em termos de paisagens naturais, deve ter sido o país mais lindo que conheci. O mais legal é a diversidade de paisagem, em cada canto é uma paisagem diferente e você quer tirar foto de tudo. É tudo muito único. Além das belezas naturais, o país é mega seguro, bem desenvolvido, tem ótima infra estrutura, tudo funciona bem. A população é mega simpática e receptiva. O país é multicultural, tem uma miscigenação muito forte e uma grande presença de imigrantes, principalmente de indianos. Tem uma cultura asiática que pode ser sentida pela presença de restaurantes de muitas nacionalidades. Na viagem comemos em restaurante indiano, coreano, chinês, japonês, tailandês, entre outros. Como não errar montando o roteiro como nós erramos - sim, tive que fazer alguns cancelamentos por não ter estudado bem como devia antes. A primeira coisa a fazer é ler relatos sobre o país e listar os locais que achar interessante de visitar. Na hora de escolher os locais, deve se avaliar se vale a pena na época do ano que vai. Listei vários locais bacanas, mas depois eu vi que não eram adequados para o inverno (época que fui), tipo praias. Outra coisa é pensar nas distâncias entre os locais e o tempo que tem disponível. Só tinha 13 dias para conhecer tudo, então decidi selecionar locais mais próximos entre si. Curiosidades da NZ: 4 milhões de habitantes e 40 milhões de ovelhas Além do inglês, a língua Maori, dos nativos ainda existe no país Os carros andam na mão inglesa Não tem pedágios nas rodovias O país é menor que o estado do Rio Grande do Sul Motorhome - Sempre tivemos curiosidade de viajar em um motorhome e a Nova Zelândia é o país perfeito para isso, tem uma ótima infra estrutura. Preço do Motorhome - É importante colocar no papel o preço do motorhome e avaliar se vale a pena. Se eu fosse refazer a viagem, e tivesse uma grana a mais, eu ficaria apenas uns 4 dias de motorhome e o resto ficaria em carro normal, dormindo em hotel. Isso porque é meio cansativo dormir direto em motorhome, eu senti falta de uma cama. Queenstown X Auckland - 12 dias - $370 -> Essa foi a nossa primeira reserva, mas cancelamos depois que vimos que a balsa para ir da ilha sul para a ilha norte, entre Picton e Welington, custava $400 e leva cerca de 4 horas a travessia. Fora isso, entre Christchurch e Taupo são 800 km sem nenhum lugar que fazíamos muita questão de visitar. Ou seja, gastaríamos muito diesel, horas dirigindo e o nosso precioso tempo a toa. Daí, alteramos a reserva acima para entregar em Christchurch. Ficou relativamente mais caro o valor em si do Motorhome mas otimizamos a viagem. Queenstown X Christchurch - 6 dias - $300 Auckland X Auckland - 5 dias - $200 Obs: Os preços estão sem as taxas! Vou colocar aqui a tabela do custo final, incluindo seguro, diesel e etc. E os outros custos da viagem. Motor 1 (1035km) Motor 2 (750 km) Aluguel 300 200 Taxa de Queenstown 95 0 Seguro 190 150 Gás 40 35 Wi fi 35 0 No return 50 0 Quilometragem 65 40 Diesel 210 140 TOTAL 985 565 NZD total R$ (por pessoa) Empresa Aéreo: Rio X Auck X Rio 3600 Latam Aéreo: Auck X Queenstown 256 345,6 Air New Zealand Aéreo: Christchurch X Auckland 132 178,2 Air New Zealand Motorhome 1: Queen X Christ 985 1329,75 Mighty Campers NZ Motorhome 2: Auck X Auck 565 762,75 Cheapa Camper Hotel Auckland 1 diária 96 129,6 Airport Gateway Hotel Hotel Queenstown 2 diárias 320 432 Nomads Queenstown Backpackers Hotel Auckland 1 diária 95 128,25 Airport Gateway Hotel Hotel Auckland 1 diária 80 108 Ibis Budget Auckland Central Seguro viagem 140 Assist Med Camping ( 8 noites) 400 540 TOTAL 7694,15 Cidade Atividades NZD R$(por pessoa) Site Queenstown Gondola + Almoço 75 202,5 https://www.skyline.co.nz/en/queenstown Queenstown Milford Sound Day Trip 118 318,6 https://www.bookme.co.nz/things-to-do/queenstown/home Wanaka Puźzling 22 59,4 https://www.puzzlingworld.co.nz/ ILHA NORTE 0 Matamata Hobbiton 84 226,8 https://www.hobbitontours.com/en/our-tours/hobbiton-movie-set-tour/ Rotorua Parque Wai o Tapu 32,5 87,75 https://www.waiotapu.co.nz/plan-your-visit/ Rotorua Parque Te Puia 145 391,5 https://tepuia.com/ Waitomo Glow worm 51 137,7 http://www.waitomo.com/Waitomo-Glowworm-Caves/Pages/default.aspx Taupo Jet Boat Huka Falls 94 253,8 https://www.bookme.co.nz/things-to-do/rotorua-taupo/activity/hukafalls-jet/1873 Rotorua Gondola + Ludge 36 97,2 https://www.skyline.co.nz/en/rotorua/ Rotorua Redwood Walk 25 67,5 http://www.treewalk.co.nz/en_US/ Rotorua Polynesian Spa 30 81 https://www.polynesianspa.co.nz/ TOTAL 1923,75 Pontos negativos do Motorhome: Limpar os dejetos do banheiro Caução de 5 mil dólares no cartão de crédito (na segunda locadora tem a possibilidade de não pagar se aderir a um plano lá) Ter que arrumar as coisas toda hora, principalmente a parte da cozinha. Tem que andar com tudo bem fechado nos armários, mas, ainda assim, fica tudo balançando, coisas batendo umas nas outras o tempo todo. Dá uma certa agonia. Fora que na hora de dar uma freada forte parece que vai tudo ser jogado para frente, e de fato algumas coisas são. Preço das coisas: Garrafa de água - 4 NZD Lanche no Mc Donalds - 10 NZD Almoço - 15 NZD Aplicativo Campermate - é fundamental para quem viaja de Motorhome, mas é bom para todos. Ele te informa a localização, preço e avaliação de todos os campings. Mas também mostra onde tem banheiro, posto de gasolina, hospital, wi fi, coisas para fazer, e etc. Ilha sul A Ilha sul é a parte com paisagens mais maravilhosas. É o tipo de viagem que o legal não é apenas o chegar em certa local, pois todos o trajetos, as estradas são encantadoras. Você quer parar toda hora no acostamento para tirar fotos, apreciar a paisagem. Quanto tempo? Dava para visitar tudo o que visitei em menos tempo. Digamos que na ilha sul fizemos uma viagem mais preguiçosa, ficamos muito tempo ociosos, mas isso foi nossa opção. Quisemos apreciar mais os locais, as paisagens do que fazer atividades. Roteiro: O que fizemos: fomos de Queenstown até Christchurch de carro, passando por Wanaka, Mount Cook e Lake Tekapo. Sendo assim, não visitamos a costa oeste, que tem muitos lugares bonitos, como Franz Josef. Fizemos isso, porque li algumas pessoas dizendo que era perigoso ficar dirigindo no inverno, principalmente nessas áreas montanhosas, e que tinha risco de fechar as estradas por conta de congelamento e etc. Na boa, acho que é bem tranquilo ir, mesmo no inverno. Deve ter ocasiões que fecham as estradas, mas isso ocorre, tipo 1 vez no ano e quando ocorre, então não é evento frequente. Se você quer fazer um giro completo na ilha sul, sugiro pegar e devolver o carro em Queenstown. De Queenstown pegar a costa oeste, subir a costa oeste sentido sul, depois atravessar novamente para a costa leste na Artur Pass, e voltar pela região de lake Tekapo, uma volta no sentido horário. Ilha norte A Ilha norte é a ilha quente! As atividades geotérmicas de Rotorua era o que eu mais tinha curiosidade de conhecer na Nova Zelândia, é o que de mais diferente parecia para mim. A ilha norte tem a capital do país, Wellington, que infelizmente não conhecemos, mas dizem que é uma cidade muito bacana e boa de morar. E também temos a maior cidade do país, Auckland, que é onde provavelmente todos desembarcam. Acho um crime fazer um roteiro só com a Ilha Sul. A ilha norte é muito interessante. Quanto tempo? Acho que 5 dias inteiros, assim como nós ficamos, é um bom tempo para conhecer os pontos principais. É claro que se quiser ficar mais tempo, sempre tem atividades e locais para serem visitados. Roteiro resumido: Pernoite Data Dia Cidade Local Atividades 15/07 1 Auckland Airport Gateway Hotel Chegada às 5 am / Passeio pelo centro de Auckland 16/07 2 Queenstown Nomads Backpackers Voo: 7:10 - 9:00 am / Passeio pelo Lake 17/07 3 Queenstown Nomads Backpackers Milford Sound Day trip 18/07 4 Queenstown Camping Gondola 19/07 5 Wanaka Camping Glenorchy / Arrowntown / Wanaka 20/07 6 Wanaka Camping Blue Pools / Puzzlind World / Lake Wanaka 21/07 7 Mount Cook Camping Viagem de Wanaka até Mount Cook 22/07 8 Lake Tekapo Camping Mount Cook / Lake Pukaki / Lake Tekapo / Observatório 23/07 9 Auckland Airport Gateway Hotel Trajeto Lake Tekappo até Christchurch / Voo 8:00 - 9:00 PM 24/07 10 Rotorua Camping Pegar Motorhome / Matamata: Hobbiton / Rotorua: Polynesian Spa 25/07 11 Rotorua Camping Rotorua: Gondola e Ludge, Redwood Forest, Parque Te Puia 26/07 12 Waitomo Camping Rotorua: Wai o Tapu / Taupo: Lake Taupo, Huka Falls e Jet Boat 27/07 13 Auckland Ibis Budget Central Waitomo: Glow worm / Auckland: Jantar na Skyline 18h 28/07 14 Auckland Avião Passeio pelo centro de Auckland / Voo às 18:15 Dia 1 - Auckland Chegamos em Auckland às 5 am. A imigração fez algumas perguntas, nada muito demorado. Depois passamos pela vigilância deles onde eles são bem chatos, não pode entrar com absolutamente nada in natura. Eles olham até a sola do sapato para ver se tem detritos. Perguntaram se tínhamos equipamento de hiking. Se for pego com uma banana paga 400 dólares de multa. Depois, pegamos o transfer gratuito para o nosso hotel. Decidimos ficar em um hotel próximo do aeroporto pois viajaríamos muito cedo no dia seguinte. O hotel cobrava 50 dólares para antecipar o check in, mas nossos planos era fazer um passeio mesmo. Então, deixamos nossas malas no hotel e pegamos um ônibus para o Centro de Auckland. Na verdade, foram 2 ônibus e demorou cerca de 1h15 de trajeto. Os ônibus são bem pontuais, olhávamos o horário no Google Maps e passava direitinho na hora. Cada ônibus custou mais ou menos 5 dólares a passagem. Achei meio caro. O valor da passagem é de acordo com a distância percorrida. Você diz ao motorista onde vai descer e ele emite o bilhete na hora. Estava chovendo muito. Choveu o dia inteiro. Chegamos no Centro e estava tudo fechado, só abria pelas 10 am. Ficamos tomando café esperando a hora passar. A hora passou, a chuva não. Andamos pelas lojas da Queen Street. Tem uma loja da Daiso, a mesma que tem no Japão só que mais cara, mas sempre tem umas coisinhas interessantes. Fomos andando até a baía, mas tava chovendo demais e minha bota abriu toda. Almoçamos em um restaurante Chinês bem raíz (fica na Hight St., próximo do número 48), custou 30 dólares para nós dois, mas comemos um barbecue de porco muito bom. Voltamos para o hotel e dormimos das 5 pm até 2 am. Acordamos cedo para ver a final da Copa do Mundo da Rússia, na torcida pela Croácia, mas não deu muito certo… rs Dia 2 - Queenstown Viagem de Auckland a Queenstown: Acordamos às 2 am e vimos a França ganhar o mundial de futebol, logo depois fomos para o aeroporto pegar o voo às 7 am para Queenstown. Achei bizarro no aeroporto não pedirem NENHUM documento para viajar. Podia ter viajado qualquer pessoa se passando por mim porque não pediram nenhuma identificacao em nenhum momento. Fizemos o check in online pelo celular, depois nós mesmos imprimimos as etiquetas das bagagens e as colocamos na esteira. O voo começou tranquilo, a Air New Zealand tem serviço de bordo bem ok para uma viagem tão curta. Chegando em Queenstown a paisagem das montanhas é muito linda, tirei muitas fotos da janela do avião. Só que é meio tenso porque o avião aterrissa no meio das montanhas. quando o avião estava quase pousando ele arremetou. Que medinho! Todo mundo bolado, o piloto explicou que tava ventando muito e ia posicionar melhor a aeronave. Deu mais uma voltinha, e conseguiu aterrissar. Ufa! O aeroporto de Queenstown é bem pequeno. Você desce e vai andando pela pista mesmo. Curioso que a galera que embarca e desembarca no mesmo lugar, fica tudo junto. Inclusive, o local que você pega as bagagens fica na entrada do aeroporto, qualquer um pode entrar e ter acesso. País desenvolvido é outra coisa. Pegamos um ônibus na frente do aeroporto até o Centro. Pagamos 5 dólares pelo cartão e colocamos uma recarga. Um único cartão serve para mais de uma pessoa. A passagem custou 2 dólares até o Centro. Atividades em Queenstown: Onsen - Reserve com muita antecedência! Não consegui fazer a reserva e fiquei muito triste porque eu tava sonhando com esse lugar. Não imaginava que era tão difícil arrumar vaga. Só tinha vaga para o mês seguinte, para ter noção. O visual do lugar é espetacular, muito romântico. Para compensar, eu achei um lugar parecido em Rotorua (Polynesian Spa), que eu recomendo fortemente. Se pudesse, teria ido nos 2. Dá uma olhada no site deles, olha o visual: https://www.onsen.co.nz/ Custa cerca de $90 para 2 pessoas. Passeio pelo lago e pelo centrinho - ah! Que lugar lindo! Eu amei o Centro e arredores. O lago é lindo! No inverno, aquela paisagem de montanhas com picos nevados é incrível. Passamos horas sentados na frente do lago, apenas admirando a paisagem. Agência de turismo Happy Tour - tem várias dela pelo Centro. Entramos nela logo quando chegamos na cidade porque queríamos confirmar que não tinha mesmo vaga na Onsen. Mas o cara que nos atendeu era um inglês muito gente boa e ficamos cerca de 2 horas lá. O bacana foi que essa agência dá desconto no preço dos passeios (cerca de 10%). Então, achei que foi muito vantajoso reservar com eles. Nós já tínhamos os passeios que iríamos fazer pensados e reservamos logo todos. Ah! Eles reservam passeios por toda a Nova Zelândia, inclusive da ilha norte. Eles também agendaram o dia e horário. Então, economizamos uma graninha, pegamos muitas dicas e deixamos já tudo comprado e marcado. Obs: nem todos os passeios precisam marcar a data, só dos locais mais cheios. Pub 1876 - o melhor lugar para beber barato. 5 dólares as bebidas e o local é bacaninha. Passamos essa noite lá e gostamos bastante do ambiente e das bebidas. Dia 3 - Milford Sound Day Trip Ir de carro ou fazer com uma agência? Íamos fazer nosso passeio de carro, mas, depois de ler algumas pessoas dizendo que era perigoso ir para essa região no inverno, porque podiam fechar a estrada e bla, bla, bla, decidimos fazer com a agência. Primeiramente, não achei nada perigoso para ir de carro. Nada demais! O ponto positivo de ir de carro é que você pode parar onde quiser para tirar fotos e tal. O ponto negativo é que é uma viagem bem longa, cerca de 600 km no total, ida e volta. O valor para de ir carro 2 pessoas sai quase a mesma coisa que ir de ônibus. Diesel $102 + Barco $50 para cada um (Rendimento: 10km/l - Valor do Diesel: $1,70 - Dist: 600 km) Pagamos 118 dólares por pessoas. Reservamos o passeio pelo site “bookme”. É bom ficar de olho e tentar reservar com mais antecedência possível pois sempre tem promoções ótimas, mas só acha se for para datas com mais antecedência. Ah! Tem opção de passeios com almoço incluso. Acho que não vale a pena mesmo. Pelo menos o almoço que eu vi, na verdade era só um sanduíche frio e um saco de salgadinho. No barco tem uma lanchonete com poucas opções de lanche. Comemos um sanduíche frio por uns 5 dólares. Acho que vale a pena levar o seu próprio lanche. No barco tinha café, chá e água gratuitos. Nós comemos na parada em Te Anau também, tinha umas coisas bem gostosas. Eu fiquei bolada porque na volta paramos lá por volta das 16:30, compramos alguma coisa pra comer e tal. Quando deu 17h e estávamos indo embora a lanchonete colocou uma placa com 50% de desconto em tudo, “desconto de final do dia”. A dica é: chegue na loja às 17h e compre pela metade do preço! Rsrs Bom, não sei se isso rola todo dia, é claro. Saímos 6:50 da manhã, fomos o segundo ônibus a chegar lá, o que foi ótimo porque chegamos antes dos outros ônibus e estava tudo mais vazio. Demora umas 4 horas para chegar em Milford Sound. O ônibus faz parada em Te Anau e em alguns pontos bonitos na estrada. Teve um lugar maravilhoso que ele parou, que eu tirei umas fotos lindas do lago, é difícil especificar o local, mas acho que todos os ônibus sempre param nesses mesmos locais que são os mais lindos. Milford Sound é uma região que chove muito, praticamente todos os dias. Eu sempre olhava a previsão do tempo e via que todo dia chovia mesmo. Então, eu já esperava uma bela chuva. Mas, por uma sorte muito grande, o dia estava lindo! Em alguns momentos, o céu ficou bem azul com pouquíssimas nuvens, realmente foi incrível. Quando chega em Milford Sound, o pier de onde saem os catamarãs já é lindíssimo e rende ótimas fotos. O passeio de barco pelos fiordes dura cerca de 2 horas. O barco vai até a parte que os fiordes encontram o mar aberto. Ao longo dos fiordes têm lindas cachoeiras, algumas bem fortes. Também fomos bem pertinhos de umas pedras com muitos leões marinhos. Ficamos quase o tempo inteiro do lado de fora do barco. Mesmo com o frio, valia muito a pena ver bem de perto aquelas paisagens. Quando chegamos em Queenstown de noite, estávamos esgotados. Nem saímos para jantar! Dia 4 - Queenstown Dia de buscar o motorhome no aeroporto logo pela manhã. Depois, fizemos check-in no camping, deixamos o carro estacionado e saímos. Passeio de Gôndola + almoço: optamos por fazer o pacote gôndola + almoço (75 NZD) porque o restaurante tem uma vista linda. Só a gôndola custa 39 NZD. E valeu muito a pena, você come à vontade, inclusive sobremesa. Lá também tem pacote para descer de Ludge, que é tipo um carrinho de rolimã, mas infelizmente a pista estava fechada. Nós fizemos o Ludge na Gôndola de Rotorua e foi muito maneiro, super recomendo. Ice bar - atividade pega turista. Só fomos porque ganhamos a entrada grátis quando reservamos os passeios, entretanto tínhamos que consumir pelo menos 1 drink cada. Cada drink custou 13 dólares, bem carinho. Ficamos pouco tempo, porque não curti muito. Fergsburger - É uma hamburgueria super tradicional. Os hambúrgueres são enormes e bem gostosos. Mas, a fila é gigantesca. Vá com paciência. Patagonia Chocolates - o sorvete é uma delícia, e a vista lá do segundo andar é maravilhosa. Essa rede tem filiais em outras cidades também. Pernoite do Motorhome em Queenstown: Holiday Lake View - super bem localizado, do lado da gôndola. Banheiro e cozinha super limpos. Dia 5 - Glenorchy, Arrowtown, Wanaka Trajetos de carro (212 km): Queenstown X Glenorchy - 46 km Glenorchy X Arrowtown - 66 km Arrowtown X Wanaka - 100 km (tem opção por 55 km) Glenorchy - A estrada de Queenstown até Glenorchy é a mais linda de todas! Sério, dá vontade de parar em todos os lugares para olhar. Maravilhoso! Glenorchy é uma cidade com 363 habitantes com uma paisagem encantadora, um dos lugares mais bonitos que fui. Não sei se fora do inverno é tão lindo, porque as montanhas com neve no fundo deixam o visual lindo. Paramos para tomar um café no Sugar Loaf Cafe, depois fiquei curiosa pelo nome, será que são cariocas? Mas, lá nós comemos o doce mais gostoso de toda a viagem, um tal de Anzac Caramel Slice. Não vi vendendo em nenhum outro lugar. Arrowtown - É um vilarejo minúsculo. Vale a pena dar uma passadinha. Sentar e beber alguma coisa. Mas é uma visita rápida. Chegar em Wanaka - existem 2 caminhos para chegar em Wanaka vindo de Queenstown, um deles é pela Crown Range Road, que é mais curto e mais bonito. Entretanto, esse caminho é em zig zag e subindo uma grande montanha. A empresa que alugamos o carro proíbe passar por esse caminho, tá escrito no contrato e não quisemos infringir. Mas tinha muitos carros grandes passando por esse caminho, e com certeza deve valer a pena. Wanaka - chegamos em Wanaka no fim da tarde, fizemos check-in no camping e fomos sair de noite para beber. Fomos no Lake Bar, bebemos só um pouco porque não achamos nada muito barato (chopp 10 dólares). Dia 6 - Wanaka e Blue Pools Walk Trajetos de carro (144 km): Wanaka X Blue Pools - 72 km Blue Pools X Wanaka - 72 km Blue Pools Walk - É bem bonito, um tom de azul incrível do lago. Vale a pena o passeio. Puzzlling World - Eu amei esse lugar. É um museu ilusionista com várias salas divertidissimas e um labirinto enorme. Já na entrada, tem a famoso construção de uma casa virada para baixo. No salão de entrada, tem diversas mesas com joguinhos gratuitos, eu podia ficar uma tarde inteira ali brincando. Lá dentro, na segunda sala, eu fiquei um pouco tonta, mas é muito legal. Só indo mesmo para entender. Do lado de fora, tem um labirinto. Se quiser tentar o caminho mais difícil, leva cerca de 1h30. O caminho mais fácil, 30 minutos. Gente, é difícil mesmo! Rs Fomos só no mais fácil. Wanaka Tree - É uma árvore solitária dentro do lake Wanaka que as pessoas se degladiam para tirar foto. Lake Wanaka - o lago é bem bonito, vale a pena ver o pôr do sol nele. De repente fazer um piquenique, ou só contemplar a paisagem mesmo. Acho que vale a pena dar uma passada em Wanaka, mas dentre os lugares da ilha sul foi o que achei menos interessante/bonito. Passamos 2 noites, mas acho que podíamos ter passado apenas 1 noite. Dia 7 - Mount Cook Trajetos de carro: Wanaka X Mount Cook - 209 km Salmon Farm - é uma fazenda de salmões, onde você pode alimentar de graça os salmões. Eu odiei! Os peixes vivem em piscinas minúsculas, deu muita pena, muito mesmo. A maioria dos criadouros de salmão deve ser assim, mas ver aquilo me deixou com a consciência muito pesada. Enfim, além disso, tem uma lojinha que vende tudo quanto é tipo de comida a base de salmão. Não quisemos experimentar nada, eu realmente não gostei de lá. Mount Cook Village - é um vilarejo minúsculo sem nada para fazer, nada mesmo! Vá direto para o Tasman Valley, que é a rodovia que chega no Tasman Glacier View Point.. No nosso caso, chegamos na parte da tarde estava caindo uma chuva muito forte. Sem chance de fazer qualquer trilha. Então, tínhamos que dormir lá para fazer a trilha no dia seguinte. À 1,5 km da vila, vimos que tinha um camping. Chegando lá, vimos que era um camping público, ou seja, um local aberto sem nenhuma infra estrutura (banheiro, cozinha, internet). Assim, nenhum problema ficar lá, estávamos de Motorhome mesmo, mas o problema é que não tinha absolutamente mais ninguém e caindo o maior temporal. Sendo assim, achamos melhor passar a noite em algum lugar menos ermo. Tivemos que voltar 20 km até o camping mais próximo em Glentanner. Fica bem no fim do Lake Pukaki, lá tem um café e acho que tem quartos para dormir também. O local tinha mais 3 carros. Ufa! Já não estávamos sozinhos. No outro dia, vimos como era um local lindo cheio de montanhas a nossa volta. Você acorda olhando para o Mount Cook. Em termos de beleza, foi um achado! Dia 8 - Mount Cook Lago Tekapo Mount Cook X Lake Tekapo 60 km Acordamos e seguimos em direção à Tasman Valley para fazer as trilhas. Dá para fazer as 3 trilhas em 2 horas, mais ou menos. Não estava chovendo, mas o tempo estava feio e ventando muito. Por sorte, as vezes as nuvens iam embora e dava para ver um céu azul. A gente quase não conseguiu ver o glaciar por causa das nuvens. Em compensação estava mega vazio, pudemos tirar fotos e admirar a paisagem com calma. Fazer 3 trilhas: Trilha Tasmanian Glaciar view - essa trilha é pequena, mas um pouco inclinada.Tem a vista do Glaciar todo, do mount Cook, maravilhoso! Trilha Blue Lakes - na verdade, os lagos são verdes. Lá tinha escrito uma explicação, mas eu esqueci. Bem lindo também. Trilha Lake Jetty - essa trilha é maravilhosa. Você fica pertinho dos grandes blocos de gelo. Fiquei apaixonada, sério. Meu marido pegando gelo! Lake Pukaki - o caminho até Mount Cook vai margeando o lake Pukaki e tem uma vista mais linda que a outra. Indo em direção ao Lake Tekapo também tem vistas maravilhosas do Lake Pukaki. É interessante porque ele tem um tom mais esverdeado, uma cor diferente do Lake Tekapo. Lake Tekapo - o lago é lindo, com uma cor incrível, cheio de pedras. Da vontade de ficar horas ali admirando. Igrejinha de pedra no lake Tekapo - “Church of the Good Shepherd”, impossível não ver essa igreja. É uma igreja bem pequena mas com uma paz infinita. Tem que dar uma passadinha. Observatório Mount John - Fica no topo de uma montanha e tem uma vista linda. Fomos de tarde para tomar um café. Quando chegamos a entrada estava fechada devido ao vento forte. Ficamos esperando um pouquinho e eles reabriram. Tem que pagar $8 por carro para entrar. Na subida, voltou a ventar MUITO. Ficamos com muito medo. Lá em cima ventava tanto que tivemos dificuldade de sair do carro. Mas, conseguimos! Engraçado porque o céu estava mega azul, quase sem nuvens, mas ventava muito. Logo depois que subimos eles encerraram a entrada de carros novamente devido aos ventos fortes. Dia 9 - Christchurch Trajeto: Lake Tekapo X Christchurch 225 km Não fizemos nada nesse dia. Christchurch não pareceu ter muita coisa interessante. Depois dos estragos dos terremotos dos últimos anos, já tinham nos alertado que a cidade estava meio que em construção. Mas é uma cidade grande, a maior da Ilha sul, com certeza deve ter alguma coisa para fazer, ou pelo menos comer e beber, rs. Voo Christchurch X Auckland: voamos novamente de Air New Zealand e foi tudo ótimo. O aeroporto de Christchurch é maravilhoso. Acho que não tem nenhum assento daqueles de plásticos, só tem sofás, super aconchegantes e até puffs, e o chão é todo de carpete. Ficamos muito tempo literalmente deitados nesses puffs. Dá para morar nesse aeroporto. E, novamente, ficamos chocadas com a falta de “fiscalização”. Simplesmente não nos pediram nenhum documento em nenhum momento. Chegando em Auckland passamos a noite no mesmo hotel que ficamos quando chegamos na NZ, próximo do aeroporto. Dia 10 - Matamata (Hobbiton) Auckland X Matamata: 150 km Matamata X Rotorua: 67 km Acordamos cedo e fomos ao aeroporto pegar o Motorhome e seguir viagem rumo a Hobbiton em Matamata. Hobbiton - A verdade é que eu não curto Senhor dos Anéis e etc. Mas, meu marido gosta e sempre achei a paisagem do local bem bonita, o que é total verdade. No dia que fomos, o céu tava muito azul, uma coisa linda. Então, foi um passeio bem legal, eu curti. No fim do passeio eles dão uma bebida para você degustar. Eu tomei um chopp escuro que estava bem gostoso. Fiquei com vergonha de perguntar se podia beber mais. Só bebi um copo mesmo. Polynesian Spa - Fiquei muito triste de não ter conseguido ir na Onsen de Queenstown. Então, comecei a procurar outros lugares parecidos. A NZ tem muitas piscinas públicas, o problema é que a maioria não tem piscinas privativas e com uma vista bonitona. Esse Polynesian Spa tem muitos tipos de piscinas. Tem as piscinas coletivas, acho que custa $10 por pessoa e pode ficar o tempo quiser. Tem as piscinas privadas, umas sem vista bonita e mais barata, e outras com vista bonita, que foi a que pegamos. Nós nem tínhamos calculado a hora, mas calhou de chegarmos lá umas 17h, então pegamos o pôr do sol com cores rosadas. A piscina tem uma vista linda do lago, foi maravilhoso, super romântico! Roupas de banho - Só um detalhe dessa história toda. Eu esqueci de levar biquini! Quando cheguei à NZ que lembrei disso e fui procurar nas lojas em Auckland. As vendedoras achavam super esquisito em pleno inverno, um frio tremendo e eu procurando biquini. Resultado: nenhuma loja tinha! Eu consegui comprar um top e um short de academia que funcionaram como biquini. A dica é: não esqueçam de levar biquini / sunga. Na loja da Polynesian Spa vendia roupas de banho por uns 100 dólares! Além de ser surreal de caro, eram bem feios. O padrão de biquini fora do Brasil é muito feio, vamos ser sinceros. E, se quiser, dá para ficar sem roupa nessas piscinas privativas porque ninguém tem acesso e não dá para ninguém te ver. Dia 11 - Rotorua Ficamos o dia todo em Rotorua. O dia foi bem puxado, fizemos muitas atividades. Gôndola + Ludge - A Gôndola de Rotorua é da mesma empresa que a de Queenstown. O restaurante também, o Ludge também. Só que em Rotorua é muito mais barato. Compramos o combo gondola + ludge no site book.me. Saiu bem barato. Andar de Ludge é muito divertido. Pegamos 5 voltas, aí você desce de carrinho e sobe de teleférico. Redwood Tree Walks - A floresta é bem bonita, mas o passeio por cima das árvores eu achei bem sem graça e caro ($25). Esse passeio pode ser feito de dia ou de noite. Talvez de noite valha mais a pena porque tem uma iluminação bem bonita. Uma coisa que achei curiosa é que você não pode tocar nas árvores para não “danificar”. Como assim? Eles amarram a árvore com um monte de cabo de aço para sustentar as passagens e escadas e a gente que vai danificar encostando a mão? Enfim, acho que só caminhar em baixo pelas árvores já é bem legal. Tem diversas trilhas para fazer, é só pegar o mapa no centro de informações na entrada e se divertir. Parque Te Puia - é um parque geotérmico mas também um centro de cultura Maori. Tem atividade geotérmica para todos os lados e aquele cheiro de ovo podre também. O destaque do parque é o Pohutu Geyser, que entra em erupção à toda hora. Imperdível, gente! Tem vários tipos de ingresso, nós optamos pelo combo completão com visita ao parque geotérmico com guia + apresentação da cultura Maori + apresentação de dança + jantar + percurso noturno pelo parque. Chegamos às 16h e fomos embora umas 21h. Dentre as atrações, tem uma sala onde é possível ver “kiwis”, as aves noturnas símbolo da NZ. A apresentação de dança é bem legal, com todas aqueles gritos, caras e bocas, e eles interagem com a plateia, mas nada constrangedor, super tranquilo. O jantar é feito aos moldes Maori, com a comida sem cozida pelo calor do subsolo. O sistema é buffet livre, com sobremesa, tudo bem farto e delicioso. Dia 12 - Taupo Rotorua X Taupo - 81 km Taupo X Waitomo - 150 km Parque Wai o Tapu - É um parque geotérmico impressionante. Esse era o local mais esperado por mim. A champagne pool, aquele piscina de água verde com borda laranja, era um sonho ver de perto. Acho que era o que mais me chamava atenção quando eu pensava em NZ. Infelizmente, o dia não estava muito bom, tava com muita nuvem e nublado. A champagne pool estava com muita fumaça em cima, então era difícil vê-la. Agora, uma dicona que eu li antes de viajar e que realmente é muito boa é o seguinte. Às 10h30 um tal de Lady Knox, um geyser fake, é acionado por um funcionário do parque. Tem uma plateia montada e todo mundo fica esperando o cara chegar para “ligar” o geyser. Aí, eu pergunto: qual a graça? Ainda mais se você viu o Pohutu Geyser no Parque Te Puia, que é enorme, de VERDADE, maravilhoso! Enfim… quando chegamos no parque, fomos na entrada para retirar os ingressos com nosso voucher digital. Aí, perguntamos onde era a entrada do parque, e as mulheres disseram que era do outro lado. Na verdade, a entrada do parque é ali mesmo onde se compra ou retira os ingressos, mas ela estava nos enviando para o outro lado do parque onde fica o Lady Knox. O Lady Knox fica meio distante, você precisa ir de carro e tal, e vimos que todo mundo estava indo para lá. Chegando lá, vimos onde estávamos, chegamos até dar uma olhada para ver como era esse “geyser”, e ratificamos que era sem graça. Isso era umas 9h40, pegamos o carro e voltamos e entramos no parque. O resultado foi que visitamos o parque totalmente vazio. Todo mundo tava lá vendo o geyser fake. Além da Champagne pool, tem a devil's bath que tem um tom de verde amarelado lindo, e várias mud pools. Huka Falls - é uma queda d’água bem bonita, com uma cor azul incrível. Vale muito a pena, e é gratuito. Jet Boat no Huka Falls - acho que foi a única coisa “radical” que fizemos. Foi legal, mas eu fiquei meio tonta. Tipo, eu amo montanha russa, mas montanha russa demora uns 3 minutos. O Jet boat demora 30 minutos! Achei muito tempo sacolejando. Ele chega bem pertinho da Huka Falls, e deixa a gente bater fotos. Podem ficar tranquilos que não se molha, eles dão uma capa gigante e óculos para proteger. Dia 13 - Waitomo e Auckland Waitomo X Auckland 200 km Glow Worm - Esse lugar é muito interessante. Mas, parece que tem outros lugares na NZ que é possível ver os bichos luminosos de graça, só não lembro onde! Em Waitomo o passeio começa pelas grutas e depois você pega um barco bem no escuro para ver os bichos luminosos. Não pode tirar foto. Sky Tower - A torre é bem alta, a mais alta do hemisfério sul. Tem muita gente que pula de bungee jump dela. Vale a pena ver o pôr do dol dela. Reservamos para o início da noite um jantar no restaurante Orbit. É um restaurante giratório bem bacana e o bom é que não pega para subir a torre se você jantar em algum restaurante de lá. Esse Orbit custa $80 o menu completo (entrada + prato principal + sobremesa). Se quiser só um prato, custa uns $40, garrafa de vinho uns $45. Valeu muito pena, a comida estava bem gostosa. Nessa noite estávamos ainda com motorhome e não conseguimos fazer reserva no camping que fica perto do Centro. Então, passamos a noite num hotel no Centro porque facilitaria nosso deslocamento. Dia 14 - Auckland Ficamos andando pelas ruas de Auckland, compramos chocolates no supermercado para levar pro Brasil, fomos na Daiso. Basicamente, ficamos vendo lojas na Queen Street. Almoçamos em um restaurante coreano muito bom e com preço acessível (uns $17 o prato) BannSang Korean Restaurant (47 High St). Voltamos para o aeroporto e fim de viagem!
  46. 1 ponto
    Dá sim. Claro que é muito relativo pois depende de quanto você gasta. Conheço gente que passa aperto ganhando 10 mil reais por mês e outras que passam tranquilo ganhando 2 mil. Há coisas que são caras na Nova Zelândia: sair a noite, beber/bebidas, tudo que envolve mão de obra, serviços, etc, turistar (de maneira tradicional, ficando em hotel e pegando tours). Eu fiquei 15 meses no WHV por lá, viajei o país todo, literalmente, trabalhei bastante também, e consegui juntar uma graninha para voltar para o Brasil e ainda consegui investir em equipamento fotográfico que teriam me custado uma grana altíssima por aqui. Mas claro, tudo com muito foco, trabalhando bastante (intercalava 3 meses de trabalho pesado e 3~4 semanas de descanso e viagem), morando no carro, etc...
  47. 1 ponto
    25/11/2017 - Wellington > Nelson (200 km ✈️) Acordamos esse dia bem tarde já que não tínhamos grandes planos para o dia que não fosse se recuperar dos 4 dias de trilha em Tongariro e descansar para os próximos 5 dias de trilha que começariam já no próximo dia! Assim, saímos da hospedagem depois das 10h e buscamos um bar/lanchonete no centrinho de Wellington e tomamos um café da manhã tranquilamente num lugar bem legal que estava repleto de locais aproveitando a manhã de sábado. Como nosso voo seria apenas às 16h, pegamos o carro e demos uma volta pela cidade e decidimos ir até o Mount Victoria, local que permite ter uma visão 360º da capital neozelandesa! Após andarmos um pouco pelo Mount Victoria, decidimos ir direto entregar o carro na Apex e de lá o funcionário nos levou no próprio carro que entregamos até o aeroporto que ficava bem próximo da locadora. Chegamos no aeroporto de Wellington com tempo, pegamos nosso voo da JetStar e demos adeus a ilha norte e chegamos na primeira cidade a ser conhecida na ilha sul: Nelson. Lá, fechamos um táxi com mais uma garota do voo até o centro de Nelson onde ficava nossa hospedagem. Não tivemos muito tempo para conhecer Nelson nesse dia e nem era esse o nosso objetivo. Nelson era uma base estratégica para fazer a segunda Great Walk da viagem: Abel Tasman Coast Track. A única obrigação em Nelson foi visitar o supermercado para comprar alguns suprimentos para os próximos 5 dias de trilha que viriam pela frente. Voo Wellington > Nelson pela JetStar: $NZ 48,00 Quarto para 2 pessoas no Trafalgar Lodge: $NZ 110,00 Vista da capital Wellington desde o Mount Victoria Abel Tasman Abel Tasman é um destino bastante procurado na época de verão pois é um local com foco em praias. Apesar de ser uma região perfeita para caminhadas, muitos visitam Abel Tasman num bate-volta de carro, de tour guiado, de barco e até de caiaque. Mas no meu caso, Abel Tasman foi a segunda das Great Walks que faria durante minha visita pela Nova Zelândia. A Abel Tasman Coast Track é uma caminhada que se recomenda fazer em 5 dias para apreciá-la com calma já que o objetivo aqui não é apenas caminhar mas também relaxar nas belas praias que existem ao longo de todo caminho. Ao contrário de Tongariro, em Abel Tasman fiquei principalmente em campings já que existem muitas opções de campings no caminho! Foram 3 noites em camping (Te Pukatea Bay, Bark Bay e Waiharakeke) e a última noite num hut (Whariwharangi Bay). Para fazer as Great Walks, é necessário reservar os huts ou campings já que são vários dias de caminhada. Eu fiz todas as reservas com 3 meses de antecedência, mas a recomendação é fazer isso o quanto antes já que a procura é muito alta, principalmente nos meses de verão. As reservas são feitas exclusivamente pelo site do Departamento de Conservação da Nova Zelândia. 26/11/2017 - Nelson > Marahau Carpark (65 km 🚌) + Abel Tasman Coast Track (Marahau > Te Pukatea Bay) (11,5 km 🚶‍♂️) Nesse dia acordamos cedo pois o ônibus sairia de Nelson às 7h30 da manhã. Fomos andando da nossa hospedagem até o local de embarque do ônibus e passamos por um certo perrengue por não ter comprado a passagem com antecedência (perguntamos no dia anterior para a dona da hospedagem e ela tinha dito que poderíamos comprar na hora e então não nos preocupamos em comprar com antecedência). No entanto, o motorista não queria vender a passagem e quase não embarcamos (acho que não é política da empresa de ônibus os motoristas venderem a passagem)! Mas no final, o motorista acabou cedendo e conseguimos embarcar. A viagem até Marahau levou quase 2h com algumas poucas paradas no caminho (em uma delas, aproveitamos para comprar um cartucho de gás que havíamos esquecido!). Chegando em Marahau, o ônibus parou no exato ponto de controle onde se inicia a caminhada do Abel Tasman Coast Track! Começamos nossa caminhada e logo de cara senti meu pé sofrendo e tive que reduzir o ritmo e pisar de mal jeito (os dias de trekking em Tongariro fizeram estrago no meu pé direito!). Confesso que não foi muito prazeroso andar esse dia, mas por sorte não era uma caminhada pesada e tínhamos tempo de sobra para chegar ao destino final do dia. A manhã começou com um tempo bem nublado e ao decorrer do dia as nuvens foram se dispersando e deixando a paisagem mais bonita. A caminhada se deu quase em sua totalidade margeando a costa, ou seja, sempre se tinha belas vistas das praias de Abel Tasman. A maioria das pessoas que fazem esse trekking terminam o primeiro dia em Anchorage Bay por ser o local com mais estrutura e único lugar possível para ficar em cabana (ou seja, não acampar). No entanto, preferimos seguir um pouco mais e acamparmos em Te Pukatea Bay e não nos decepcionamos! Te Pukatea Bay é uma baía linda (diria que a mais bela praia que vi em Abel Tasman) e além disso, super tranquila! A sensação era que tínhamos toda aquela praia apenas para nós e ainda tivemos a sorte de dormir em frente a ela! Montamos a barraca, comemos e descansamos um pouco e depois subi um caminho que levava ao mirante Pitt Head onde é possível ter uma vista de cima de Te Pukatea Bay e de Anchorage Bay. Ônibus Intercity Nelson > Marahau: $NZ 21,00 Te Pukatea Bay Campsite: $NZ 15,00 Início da trilha Abel Tasman - Marahau Tinline Bay Tinline Bay Te Pukatea Trilha ao Pitt Head Lookout 27/11/2017 - Abel Tasman Coast Track (Te Pukatea Bay > Bark Bay) (14 km 🚶‍♂️) A primeira noite acampando em Te Pukatea foi ótima! O clima foi agradável durante a noite e o único barulho foram as fracas ondas que quebravam na praia. Acordamos cedo com o clarear do dia, tomamos nosso café da manhã (trouxemos pães com frios prontos de Nelson pra viagem) e partimos para a caminhada. Meu pé ainda incomodava bastante e foi outro dia sofrido, mas sem dúvida o belo céu azul que fazia desde cedo deixaram meu dia mais feliz! Saímos de Te Pukatea e fomos em direção a Anchorage Bay e em seguida começamos a caminhada pelo estuário de Torrent Bay aproveitando que a maré estava baixa. Aqui vale destacar a importância de saber o horário das marés em Abel Tasman, pois se a maré estivesse alta, teríamos que seguir por outro caminho que alongaria pelo menos em mais 1h a caminhada. Tiramos nossas botas de trekking para andar pelo areia úmida de Torrent Bay até chegar o ponto onde voltamos a trilha demarcada. Nesse momento a trilha começou a ser mais dentro da mata, apesar que sempre era possível ter uma visão das praias ao nosso lado direito. Passamos por diversos lugares e mirantes lindos no caminho e levamos umas 5h andando com calma (afinal meu pé não ajudava) até chegar nosso destino final do dia: Bark Bay. Bark Bay estava totalmente diferente de Te Pukatea. Havia um grupo de adolescentes neozelandeses em excursão e o local estava cheio (cheio para padrões neozelandeses é claro! nem se compara com praias brasileiras lotadas! rs). De toda forma, montamos nossa barraca, comemos e passamos a tarde descansando e aproveitando um pouco da praia de Bark Bay. Bark Bay Campsite: $NZ 15,00 Balloon Rock - Torrent Bay Torrent Bay Sandfly Bay & Frenchman Bay South Head Lookout Medlands Beach 28/11/2017 - Abel Tasman Coast Track (Bark Bay > Waiharakeke Bay) (14 km 🚶‍♂️) Tivemos mais uma ótima noite acampando e levantamos com mais um belo dia em Bark Bay. Depois de tomar nosso café da manhã, partimos para a caminhada do dia! Infelizmente não conseguimos aproveitar tão bem os atrativos ao longo desse trecho pois precisávamos chegar relativamente cedo na enseada de Awaroa para fazer a travessia quando a maré tivesse baixa, se não ficaríamos preso em Awaroa e não conseguiríamos chegar ao local onde acamparíamos naquele dia. Portanto, tivemos que apressar bastante o passo nesse dia já que Awaroa ficava há 4h30 de Bark Bay e a previsão da maré baixa era para acontecer por volta das 11h da manhã, sendo que a recomendação era que se pode atravessar até 2h após o horário da maré baixa. Chegamos em Awaroa no limite e conseguimos fazer a travessia. Depois da travessia, paramos um pouco para descansar e comer algo e seguimos caminho rumo ao acampamento em Waiharakeke Bay que ficava relativamente próximo. Chegamos no camping em Waiharakeke Bay e não havia ninguém no local. Montamos nossa barraca e com o calor do início da tarde, partimos para a praia que estava simplesmente vazia! Demos uma caminhada de reconhecimento na praia, ficamos relaxando na areia e até tentamos entrar no mar mas a água gelada não animava apesar do forte sol! Voltamos para a barraca pra descansar e só acordamos após um grupo de jovens que chegaram numa excursão e que resolveram fazer uma parada no camping antes de seguir caminho. Ao fim da tarde eles foram embora e fomos os únicos a dormir em Waiharakeke nesse dia. Fomos dormir cedo também porque tínhamos o objetivo de acordar cedo para ver o nascer do sol no outro dia. Waiharakeke Campsite: $NZ 15,00 Bark Bay Bark Bay Bark Bay Waiharakeke Beach Waiharakeke Beach 29/11/2017 - Abel Tasman Coast Track (Waiharakeke Bay > Whariwharangi Bay) (14 km 🚶‍♂️) Nesse dia levantamos bem cedo e saímos de dentro da barraca mesmo com frio e escuridão para ir até a praia ver o nascer do sol. Apesar do esforço, valeu muito a pena ter acordado cedo para ver o nascer do sol! O dia amanheceu lindo e com poucas nuvens, e o sol saiu iluminando a praia de um jeito incrível! O dia mal havia começado mas já dava a sensação que o melhor já tinha chegado! Ficamos mais de 1 hora vendo o nascer do sol e depois voltamos para a barraca para descansar um pouco mais, tomar o nosso café da manhã e partir para o penúltimo dia de trilha em Abel Tasman. Apesar do dia ter amanhecido bonito, quando começamos a trilha umas 3h após o nascer do sol, as nuvens tomaram conta do céu e as paisagens não estavam tão espetaculares. Após umas 2h de caminhada chegamos a Totaranui, um dos 4 locais possíveis de chegar de carro em Abel Tasman. Seguimos caminho passando pela praia Anapai com suas rochas que possuem formas curiosas, sendo que uma delas lembra bastante as estátuas dos Moais da Ilha de Páscoa. Seguimos caminho passando por Mutton Cove e então a trilha começou a ficar mais longe da costa mas de vez em quando era possível ver o mar. Caminhamos por umas 2h aproximadamente e chegamos finalmente na nossa última hospedagem: Whariwharangi Hut, uma cabana histórica construída em 1896! Chegando lá, reservamos nossas camas, descansamos um pouco e comemos algo antes de fazer uma caminhada opcional que nos levaria até o Separation Point. Nesse momento o céu tinha aberto novamente e a caminhada foi mais agradável já que não havia o mochilão nas costas. Chegando próximo ao Separation Point, ouvímos sons de pássaros e vimos ao longe vários deles numa rocha próximo ao farol e ficamos bem entusiasmados em nos aproximar. No entanto, ao chegar perto vimos que tudo era falso! Na verdade havia uma caixa de som e vários gannets de madeira (ave da região) espalhados pela rocha com o objetivo de atrair os gannets para a região. Depois voltamos a nossa cabana, comemos numa mesa do lado de fora e vivenciamos um momento cômico: em Abel Tasman existem muitas wekas, uma ave típica da região, e uma delas aproveitou um momento de descuido nosso e roubou um pacote de smoothie em pó que tomaríamos de sobremesa! Zaney chegou a tentar correr atrás da weka mas ela deu um drible nele e se enfiou no mato! 😂 Whariwharangi Hut: $NZ 38,00 Sunrise - Waiharakeke Sunrise - Waiharakeke Totaranui Anapai Beach Separation Point 30/11/2017 - Abel Tasman Coast Track (Whariwharangi Bay > Wainui Carpark) (6 km 🚶‍♂️) + Wainui Carpark > Nelson (125 km 🚌) O último dia de caminhada seria curto e tínhamos que chegar até às 11h da manhã para pegar o transporte que nos levaria de volta a Nelson. Acordamos cedo, tomamos nosso café da manhã e saímos de Whariwharangi rumo ao estacionamento em Wainui. O dia amanheceu bastante nublado e as vistas das baía de Takapou e Wainui não foram tão impressionantes como poderiam ser num dia ensolarado, isso fez com que seguíssemos sem muitas paradas e chegamos no fim de nossa segunda Great Walk por volta das 10h. Esperamos pela van junto com mais outras pessoas e ela chegou pontualmente às 11h20. A van nos levou até Motueka onde esperamos por um ônibus que nos levou até Nelson (nessa espera aproveitamos para comprar algo num mercado para comer). Chegando em Nelson, fomos direto para nossa hospedagem para finalmente tomar um banho após 5 dias a base de lencinhos umidecidos! Depois disso, basicamente fomos andar sem compromissos no centrinho de Nelson e paramos na Trafalgar Street para comer/beber ao ar livre no The Vic já que a tarde estava ensolarada e o corpo pedia por isso após 5 dias de trekking. Depois voltamos para nossa hospedagem, reservamos um táxi para nos levar ao aeroporto no outro dia cedo já que tínhamos voo para Queenstown às 6h30 da manhã e ficamos arrumando nossas coisas antes de dormir. Ônibus Golden Bay Coachlines Wainui > Nelson: $NZ 42,00 Quarto para 2 pessoas no Admirals Motor Inn: $NZ 115,00 Whariwharangi Beach Wainui Bay Takapou Bay Takapou Bay & Wainui Bay
  48. 1 ponto
    SAN AGUSTIN – COLÔMBIA Tive conhecimento sobre San Agustin através de um brasileiro que conheci em Baños, ele me disse que a cidade era repleta de monumentos arqueológicos, assunto que me interessa muito. Fui então atrás de informações sobre a cidade e pedi ajuda para uma amiga colombiana que também conheci durante a viagem, ela me passou a rota que eu tinha que seguir e então iniciei uma pequena grande maratona para chegar lá. Deixei Otavalo pela manha com destino a Tulcan, ultima cidade do Equador antes de chegar a Colômbia, em uma viagem de 3 horas, em Tulcan fui de táxi até a aduana registrar minha saída do Equador e depois uma pequena caminhada até o lado colombiano para dar entrada no país, tudo super simples e rápido. Já em lado Colombiano peguei um táxi compartilhado por 2200 pesos até o terminal de buses de Ipiales, onde comprei passagem para Popayan (50 mil pesos), viagem durou 10 horas sai as 15h de Ipiales e cheguei as 01h da manha em Popayan. Quando desembarquei avistei um hotel em frente ao terminal, estava sem condições de procurar outro lugar então fui lá perguntar o preço e juro que ouvi o cara falar em 32 mil pesos, comecei a preencher minha entrada e quando fui pagar na verdade o valor era 72 mil pesos Carai..... pensei eu em silencio, mas não tinha jeito era isso ou dormir na rua. No dia seguinte iniciei a parte final da maratona peguei uma van no terminal com destino a San Agustin (34 mil pesos) 4 horas de viagem, mas na verdade essa van tinha outro destino, porque quando estávamos próximos a entrada da cidade eu e mais três gringos tivemos que descer e seguir de táxi que já nos espera até San Agustin. O taxista nos deixou em frente a agencia Anacaona, e a dona se propôs a me ajudar a encontrar hospedagem, escolhi a opção mais barata, mas na hora esqueci-me de fazer aquela simples perguntinha: Tem água caliente e wifi? Na verdade só tinha eu, hospede único. OS MISTÉRIOS DE SAN AGUSTIN Localizada no meio dos andes colombianos no departamento de Huila está San Agustin e seus impressionantes mistérios arqueológicos. Acredita-se que o departamento de Huila, entre os anos 200 a.C. e 800 d.C., tenha sido o cenário escolhido por uma sociedade desconhecida que ficou famosa em todo o continente pela elaboração detalhista de estátuas funerárias que eram colocadas sobre tumbas subterrâneas. São tantas e tão similares que chegam a ser diferentes. Cada uma delas guarda para si uma misteriosa história ancestral. Pouco se sabe ainda sobre aqueles cuidadosos escultores de pedras graníticas, mas os locais defendem a idéia de que cada uma daquelas estátuas eram esculpidas em formas que remetessem ao ofício ou às preferências do morto. Na minha estadia em San Agustin, conheci as seguintes atrações: Estrecho del Magdalena, Alto de los ídolos, Alto de las piedras, El Tablón, La Chaquira, La Pelota, El Purutal e o Parque Arqueológico de San Agustin. Os únicos que foram necessário contratar um tour para conhecer foram:Estrecho del Magdalena, Altos de los ídolos e Alto de las piedras, os demais como eram mais próximos foi possível conhecer depois de longas caminhadas. ESTRECHO DEL MAGDALENA O rio Magdalena é o principal rio da Colômbia, corta todo o país e tem aproximadamente 1.543 km de extensão. Mas na região de San Agustin, o rio Magdalena é forçado a encolher para passar entre as rochas que formam um canal 1,70 metros de largura cercada por montanhas e vegetação. ALTO DE LOS ÍDOLOS É formado por sete montículos funerários localizados em uma área em forma de ferradura. É o segundo sitio arqueológico com maior densidade de tumbas e estatuas da região, são sarcófagos de pedra em grandes tamanhos e decorados com desenhos e pinturas bem elaboradas. Há diversas figuras zoomórficas que sugerem intercâmbios entre os antigos habitantes, com populações de outras regiões.
  49. 1 ponto
    CATARATAS DE GOCTA No meu ultimo dia em Chachapoyas, o objetivo era desbravar a terceira maior cachoeira do mundo: a Catarata de Gocta. Saímos as 08h de Chachapoyas com destino ao povoado de Cocachimba, base para se chegar as quedas da catarata. Chegando ao povoado é necessário se registrar e pagar 15 soles que da direito a um guia comunitário que acompanha o grupo, e por mais três soles você consegue alugar um par de botas (super necessário). Concluído os procedimentos iniciamos a caminhada e bem de longe já foi possível avistar bem de longe as cataratas, sinal de que teríamos muito caminho pela frente. No inicio da caminhada o grupo se manteve junto ao guia, mas como a galera estava meio devagar, e o caminho era bem sinalizado, logo os mais rápidos se separam e sumiram na frente e eu claro era um deles. A ida foi bem tranquila poucas subidas e muitas descidas, já deu para imaginar como seria à volta? No meio do caminho tem a opção de alugar cavalos para fazer a parte mais pesada, mas eles só percorrem uma parte do caminho, o bom mesmo é fazer o percurso na raça. Depois de 2h30, estava eu, frente a frente admirando de boca aberta esse espetáculo da natureza, os mais corajosos puderam chegar bem perto da queda e sentir a força de Gocta e claro tomar um banho revigorante e energizante.
  50. 1 ponto
    MAUSOLEU DE REVASH/MUSEU DE LEYMEBAMBA Nosso dia seria dividido em duas partes, pela manhã revash e a tarde Leymebamba. Dessa vez o ponto de encontro foi na plaza de armas , chegando lá, a van já estava a espera ,e já tinha uma galera aguardando, antes de sair o guia fez uma contagem e verificou que tinha mais pessoas do que lugares , e ainda teríamos que pegar mais duas pessoas em outro hotel, mas daria para ir todos tranquilos sem problema, nisso uma tiazinha que estava com um grupo de peruanos deu um chilique e disse que não iria apertada e desistiu do passeio junto com o filho, o dia começou meio tenso mas mesmo assim seguimos viagem e fomos buscar os dois que faltavam., chegando no hotel deles fomos informados que eles não estavam se sentindo bem e não iriam, ou seja ligaram para a tiazinha chiliquenta e ela voltou ao grupo e finalmente seguimos viagem. E lá fomos nós montanha acima , subíamos, subíamos e subíamos, e algumas horas depois chegamos em um ponto onde teríamos que seguir a pé por cerca de 4 km para chegar ao mausoléu e adivinha quem começou a reclamar....Para evitar mais transtornos o motorista sugeriu que nos levaria mais acima por 5 soles de cada e assim o caminho até o mausoléu seria mais curto, todos concordaram e seguimos mais um pouco morro acima. fizemos a parada final na praça de um pequeno povoado e iniciamos a caminhada rumo ao mausoléu e dessa vez foi só descida, caminhamos por cerca de 30 minutos e logo avistamos no meios das montanhas os mausoléu de revash.. O Mausoleu de Revash, pertencentes a cultura chachapoya, eram cemitérios coletivos que ocupavam covas naturais ou escavadas nas paredes rochosas de altas montanhas da região, os mais corajosos como eu.kkk puderam subir um pouco mais e praticamente entrar em alguns do mausoléus. Ficamos cerca de uma hora apreciando aquele incrível lugar e logo iniciamos o caminho de volta. Com todos já acomodados seguimos para uma longa viagem até leymebamba, chegamos por volta das 15h tivemos que almoçar correndo para seguir até o museu que fecharia as 16h. felizmente deu tudo certo e chegamos a tempo de conhecer o incrível museu de leymebamba cuja a atração principal são as 219 múmias da cultura chachapoya que foram encontradas em 1996 na região da laguna de los condores, é impressionante o perfeito estado de conservação, mas infelizmente não pode se fotografar,além das múmias diversos objetos e achados arqueológicos compõem o acervo do museu.
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