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oteb

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  1. Valeu, Pedrara! Muito obrigado! Entrarei em contato com eles para saber.
  2. Galera, alguém saberia informar se em Palmeiras ou no Vale do Capão (Caeté-Açu) tem alguma loja ou local que venda aqueles cartuchos de gás da Nautika (Tek Gas)? Ou só irei achar em Lençóis?
  3. Oi Lycia, só sei responder a pergunta 2, aqui o link do site: http://www.trilhasecaminhos.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=51&Itemid=58. Fiz o pedido e o mapa chegou na minha casa 5 dias depois. Caso você prefira comprar o mapa lá pela chapada mesmo, ao invés de encomendar pelo correio, o Roberto Sapucaia (autor do mapa) é de Mucugê.
  4. Bom dia amigas e amigos mochileiros! Assim como o purelovs, também pretendo ir à Chapada neste ano de 2012 gastando o mínimo e sem auxílio de guias. Não que desconsidere a importância dos guias - eles são fundamentais em muitas ocasiões, além de fator de maior segurança! - , mas é que quero conhecer a Chapada no meu ritmo, meio "easy rider", ter mais liberdade. E também estou achando bem caro o preço da diária dos guias, de uma forma geral. As condições climáticas também serão importantes para definir qual o tipo de passeio que farei no dia, então por isso é que quero ter mais liberdade para decidir as coisas, sem depender de terceiros. Não tenho data marcada para ir, talvez em maio ou mais provavelmente em agosto (menos chuvoso e baixa temporada). E minha viagem será calcada em trekkings, provavelmente não conhecerei nenhuma gruta desta vez. Estou compilando centenas de informações, mapas, fotos, tracklogs...Enfim, quero ir sozinho, mas com uma boa margem de segurança. Não descarto contratar guia para uma ou outra trilha (se for fazer a Fumaça por baixo, por exemplo). Pretendo fazer campings selvagens, dormir em casas de moradores no Vale do Paty, ficar em pousada em Lençóis, em camping ou pousada no Vale do Capão...Na hora verei o que é melhor. E quando estiver com o meu roteiro preliminar pronto, postarei aqui e lá na seção de Roteiros, para compartilhar informações com vocês, ok? Toda ajuda será muito bem-vinda. Só uma dúvida preliminar: já vi que é fácil pegar o ônibus que sai do aeroporto de Salvador para a rodoviária (de qualquer forma, não deverá ser muito agradável especificamente para mim, já que estarei com a cargueira repleta, hehe). Pelo que entendi, o trajeto demora cerca de 90 minutos, e o ônibus é comum. Confere? O ponto final dele é na rodoviária mesmo, ou ela fica no meio do trajeto? Abração em todos!
  5. Fala Luis, beleza? Vou tentar responder suas dúvidas por partes: 1 - O "frescão" que passa no Leblon é o que vai para o aeroporto internacional. Do aeroporto para o CEMAL, são mais uns 4 ou 5 Km em direção ao interior da Ilha do Governador. Do aeroporto, você pode pegar um dos ônibus que fazem trajeto circular entre a Ilha do Governador e o aeroporto (linhas 924 e 925), e em uns 10 minutos você estará passando em frente ao CEMAL (pouco antes, passará pelo hospital da Aeronáutica, que é vizinho ao CEMAL). Cara, pelo horário que você tem que estar no CEMAL, acho bastante arriscado hospedar-se no Leblon, pois mesmo que você madrugue para pegar o "frescão" (tem que ver a partir de qual horário ele começa a circular), depender desses outros ônibus daqui da Ilha não é mole (moro na Ilha e sei como é), ainda mais pelo horário. E se você optar por pegar um taxi, saiba que os taxistas detestam trazer passageiros para a Ilha, por ficar "perto demais" do aeroporto. Se o horário de entrada no CEMAL fosse um pouco mais tarde, recomendaria que você se hospedasse no Leblon mesmo, já que você tem a intenção de fazer uma trip turística e lá está muito mais perto das coisas que você almeja; 2 - É mais seguro, já que você tem que cumprir horário, ficar hospedado no CEMAL. Do CEMAL, é só andar uns 5 minutos em direção ao interior da ILha, atravessar a passarela e ter à disposição diversas linhas de ônibus que te levarão ao Centro do Rio (324, 322, 328, 326, M92, M93 e duas linhas de "frescões"), além das vans que fazem transporte alternativo. Prefira pegar as linhas que passem pela Linha Vermelha (M92, M93, e as linhas de frescões), que o trajeto fica mais rápido. Não há linha direta entre a Ilha e a Zona Sul, então necessariamente você terá que descer no Centro (de preferência, na Cinelândia, onde há diversas linhas de ônibus e o metrô para a Zona Sul). Para voltar, é só retornar para o Centro e pegar qualquer uma daquelas linhas que já mencionei, que todas passam em frente ao CEMAL. No Centro, os melhores lugares para pegar uma dessas linhas de volta para a Ilha é no ponto final (todas ficam no bairro do Castelo, perto da estação Cinelândia de metrô) e na Praça XV (mais central, com bastante gente a qualquer hora e ponto de diversas linhas de ônibus que vêm da Zona Sul); 3 - Se por acaso você se hospedar em algum albergue do Centro do Rio, que fique perto da região do Castelo (Cinelândia, Praça XV), aí sim fica fácil de chegar cedo aqui na Ilha, pela proximidade do ponto final de todas essas linhas. Do Centro até o CEMAL, sem trânsito, dá uns 40 minutos. Com trãnsito, uns 90 minutos. Nesse caso, como o sentido Centro-Ilha não engarrafa pela manhã (só no final da tarde), seria relativamente seguro ficar hospedado no Centro e vir cedo para o CEMAL. É isso aí. Boa estadia (e sucesso nos exames) aqui no Rio
  6. Não houve nenhum dano a estruturas do parque, mas o mesmo estava fechado (ou ainda pode estar fechado ainda HOJE) porque os funcionários estão ajudando no socorro/resgate de vítimas. Abaixo, segue o comunicado que está na página inicial do parque: "PARNASO presta apoio às vítimas das chuvas em Teresópolis Devido às fortes chuvas que atingiram a região serrana do estado do Rio de Janeiro nos últimos dias, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos, que tem sedes nos municípios de Teresópolis, Petrópolis e Guapimirim, tem prestado apoio às operações de resgate na cidade de Teresópolis, disponibilizando pessoal treinado e veículos tracionados. Todos os funcionários passam bem e nenhuma estrutura do parque, incluindo os abrigos de montanha, sofreu danos causados pelas chuvas. Devido ao envolvimento da equipe do parque no socorro às vítimas, a sede Teresópolis permanece fechada até a conclusão dos trabalhos. Outras unidades de conservação federais também disponibilizaram pessoal e equipamentos para as ações de resgate. PARNASO
  7. Vocês já viram este? http://www.leblonspot.com/home_pt?utm_source=google&utm_medium=cpc&utm_content=institucional&utm_campaign=leblon_spot_portugues
  8. Oi Piacitelli, beleza? Fiz a travessia há duas semanas e só vi vantagens na instalação do novo abrigo no Açu (Abrigo 5). Na verdade, ele ainda não havia sido inaugurado (mas as obras estavam tão adiantadas que já deve estar pronto). Junto com o abrigo, que torna-se uma alternativa a mais de conforto e segurança (proteção adicional quando houver tempestades elétricas, granizo e ventos fortes que porventura venham a destruir barracas), também foi construído um banheiro na área de barracas (atrás dos Castelos do Açu), que acabou com a desagradável situação dos papéis higiênicos espalhados por toda parte no Açu. O Abrigo 5 está localizado em frente à principal fonte de água do Açu, e fizeram um esquema que facilitou o acesso à água lá. Quanto ao Abrigo 4 (Sino), também já havia material estocado para a construção de outro banheiro externo, pois o atual não está dando mais vazão à quantidade de gente que aparece por lá nos fins de semana. E foi a primeira vez que vi também o Vale das Antas totalmente livre dos papéis higiênicos por toda parte. Agora, bem que poderia ter um teleférico para subir aquela ladeira da Isabeloca, hehehehehehe. Abraços!
  9. Docenessa, na Cinelândia passa simplesmente o maior e mais tradicional bloco de rua do Rio, o Cordão da Bola Preta. No ano passado, foram 500.000 seguidores do bloco. O público e o número de blocos de rua vêm aumentando a cada ano no Rio, num movimento espontâneo da população. Agora, eles estão ficando tão grandes que o poder público teve que "intervir". Nesse ritmo, já tem muita gente apostando que em menos de 10 anos o carnaval de rua (que era o mais tradicional do Rio e é uma vocação do carioca) voltará a ocupar o seu lugar de antes, "rivalizando" em importância para a cidade com o das escolas de samba. Como você ficará ao lado do metrô, dá para ir para a Zona Sul aproveitar também os blocos de lá (Suvaco do Cristo, banda de Ipanema, Monobloco...) e os de Santa Teresa (Carmelitas), este último bem perto da Cinelândia. Link do Cordão doa Bola Preta: http://www.cordaodabolapreta.com.br/ Link para a programação oficial dos blocos de rua: http://www.riotemporada.com.br/2010/programacao-blocos-carnaval-de-rua-2010/
  10. É mesmo, quanto mais planejado, melhor. Quanto ao guia, NÃO É NECESSÁRIO. Mas se você sentir-se mais à vontade com a orientação de um, siga a sua intuição. Se você for num final de semana, a trilha estará sempre cheia. Mas se subir sozinho, também não tem como errar. A trilha é muito aberta (na maior parte do percurso, acho que daria para fazer até de moto, hehehe). Porém, na última vez em que fui lá (em agosto), "apareceu" uma bifurcação no caminho que eu nunca havia notado antes (provavelmente, leva a outras trilhas vizinhas à trilha principal, como a do caminho da neblina). Mas não tem erro: só tem essa bifurcação e, quando ela aparecer, é só virar para a direita (subindo) ao invés de seguir reto. Geralmente, num ritmo normal, dá para fazer a trilha em 4 horas sem problemas. Mas tem gente que vai curtindo o visual, parando, tirando fotos, ou está mal fisicamente... e faz em 6 horas, o que também é válido. A cada hora de caminhada há um bom lugar para parar. Subindo uma hora a partir da Barragem, chega-se ao Abrigo 1, que é uma grande gruta que fica ao lado da trilha. Subindo mais uns dois minutos depois dessa gruta, chega-se à cachoeira Véu da Noiva, bom lugar para descansar, repor as energias e encher os cantis. Uma hora de subida a partir do Véu da Noiva, e chega-se a outra pequena cachoeira. Mesma coisa: descansar, comer alguma coisa, encher os cantis... Dessa segunda cachoeira, sobe-se aproximadamente mais uma hora até chegar ao Abrigo 3. Entre a segunda cachoeira e o abrigo 3 é que fica a tal bifurcação (mais ou menos na metade do caminho). O abrigo 3 é uma grande área gramada, onde ficam as ruínas do antigo abrigo de alvenaria que ficava ali (destruído durante o regime militar). No Abrigo 3, há uma pequena trilha que desce e onde tem um "mirante" de onde é possível visualizar toda a cidade de Teresópolis. Do abrigo 3, subindo por mais ou menos meia hora, aparecerá uma grande pedra do lado da trilha: é a cota 2000, um mirante situado a exatamente 2000 metros de altura e com um belo visual. Continuando a subida, já dará para notar a modificação na vegetação, que muda da floresta atlântica e passa a ficar mais rasteira, e a paisagem geral começa a ficar mais pedregosa. Quando isso acontecer, o Abrigo 4 já estará bem perto. Já dá para vê-lo de longe. Do Abrigo 4 até o Sino, dá mais ou menos 20 minutos de subida. A parte final, perto do cume, já é feita diretamente sobre a rocha, não há trilha delimitada. Mas não tem erro. Quando você avistar um marco de pedra de mais ou menos 1 metro de altura, já estará no cume. E aproveite a vista!
  11. Realmente, é muita coisa sobre equipamentos e é normal dar essa confusão. Experimentar é mesmo a melhor solução. Só para subir o Sino, você não irá precisar comprar uma bota ou um tênis de trekking: um tênis comum dá para o gasto, sem problemas. Mas, para outras trilhas, como a travessia, uma bota ou um tênis de trekking são FUNDAMENTAIS. Outra coisa muito importante para o Sino é um bom agasalho. Nas madrugadas do inverno, a temperatura no Abrigo 4 é sempre negativa. Você pode adquirir fleeces, anoraks de última geração... mas se não puder, já vi muita gente se virando por lá com uma capa de chuva normal e de duas a três camisas de algodão por baixo. Ou seja: se não puder investir em tecnologia, com materiais mais leves, duráveis e eficazes, você não deixará de subir o Sino e aguentar o frio de lá por causa disso. Eu mesmo já fiz a travessia três vezes sem usar fleece - mas com um bom anorak (corta vento), que nada mais é do que uma capa de chuva da Trilhas&Rumos-, e durante a noite usava uma calça de moleton por baixo e uma de tactel por cima. E ainda ficava sentindo o maior calor durante a noite. Quanto ao saco de dormir, não pode dar mole: tem que ser para temperaturas negativas, de preferência. Modelos que suportam até zero grau, se você dormir agasalhado dentro dele em uma noite mais fria, já dá. Mas se puder comprar para temperaturas mais baixas ainda, melhor. Para quem faz trilhas nesses lugares frios, um saco de dormir que suporte baixas temperaturas é um INVESTIMENTO, e não um simples gasto, hehe. E não pode esquecer um item bem barato, mas importantíssimo: o isolante térmico. Fogareiro também é bom levar, a não ser que você leve comidas já prontas, que não necessitem de aquecimento. Mas uma comida quente faz milagres naquele frio. Uma lanterninha de cabeça, de led, também quebra o maior galho lá no Sino (e em qualquer outro lugar). Tem os modelos supercaros e funcionais da Petzl e outras marcas famosas, mas também é possível encontrar modelos de R$15,00 no camelódromo da Uruguaiana. E funcionam muito bem! Tem que levar LUVAS! E pares sobressalentes de meias (se tiver uma de lã, melhor) para a hora de dormir. E levar uma touca também, de preferência de lã. Esses três itens (luvas, meias, touca) são OBRIGATÓRIOS lá, e o bom é que são bem baratos e fáceis de se adquirir. Acho que, com isso, você subirá o Sino e ficará por lá sem nenhum percalço. Abraço!
  12. E aí Diego, beleza? Acho que o local certo para postar é aqui mesmo, no link do Rio de Janeiro. Vou responder por partes, ok? 1 - Julho (inverno) é a melhor época para subir a Pedra do Sino, pois chove menos e os dias são mais claros (melhor para apreciar o visual de lá). Portanto, voc~e irá na época certa; 2 - É perfeitamente possível subir ao Sino, pernoitar e voltar no dia seguinte. Inclusive, dezenas de teresopolitanos fazem isso nos finais de semana do inverno. Houve uma mudança bem recente na cobrança de ingressos pelo parque, e agora subir ao Sino e voltar no dia seguinte custa R$ 32,50 (R$ 10,00 pela entrada no parque, R$ 15,00 pelo primeiro dia na montanha e R$ 7,50 pelo segundo dia na montanha); 3 - Se você tiver barraca, é só montá-la DE GRAÇA na área gramada que fica ao lado do Abrigo 4, já quase na Pedra do Sino. O Abrigo 4 é um abrigo de madeira que contém camas (beliches), banheiro e cozinha para quem não quiser acampar na sua área externa. A diária custava R$ 20,00 para quem iria dormir nos beliches e R$ 15,00 para quem fosse dormir no chão (só com o saco de dormir). Nos finais de semana do inverno e em feriados de tempo bom, tanto a área para montar as barracas quanto a parte interna do abrigo ficam lotados, por isso é melhor comprar seu ingresso com antecedência (ou, se for dormir dentro do abrigo, fazer a reserva com pelo menos uma semana de antecedência); 4 - Para passar só dois dias, não vai ser necessário levar muita coisa. Mas aí vai depender do equipamento que você tem ou que pretenda adquirir para essa e outras empreitadas. Aqui no mochileiro há seções que falam pormenorizadamente sobre diversos tipos de equipamentos básicos que são necessários para essa situação: mochilas, agasalhos, fogareiros, sacos de dormir, lanternas de cabeça ou de mão, calçados, etc, etc. Falam desde o top de linha até o mais simples modelo de todos esses equipamentos. Só para subir o Sino, sinceramente, não há necessidade de ter nenhum equipamento de ponta - mas, se os tiver, não fará mal algum, hehehehe. Com o tempo, se forem surgindo outras dúvidas, poste aqui que a galera aparece para te ajudar. Abraço!
  13. Para quem estiver interessado, o endereço do melhor blog sobre as notícias referentes ás Olimpíadas 2016: http://blog.lancenet.com.br/rio2016/
  14. Hehehehe, valeu meu camarada! Também só irei se você for (não dá para fazer uma viagem dessas sem ouvir os seus "causos" pelo caminho, hehehe). Vamos ver se os navegadores que não puderam ir desta vez (Márcio e Sun) irão em 2010. Serão 8 meses para fazer a preparação, mas já deu para notar que, por maior que seja o preparo físico e mental, não dá para aliviar totalmente a cota de sofrimento. Se é assim, então que venha outra história de sangue, suor e lágrimas! Tem que ver onde é que dá para eliminar mais peso (roupas, saco de dormir...) para encaixar mais água. Já vou logo dizendo que não economizarei em comida, pois era só o que faltava passar por todo esse "perrengue" e ainda ter que comer mal! Isso, de jeito nenhum! Vou levar um "rango" legal para os ratinhos, hehehe. Abração!
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