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evelynlaitz

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Sobre evelynlaitz

  • Data de Nascimento 07-11-1978

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    Professora

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  1. Estou querendo ir pra essas bandas no começo de janeiro, se alguém tiver alguma atualização é bem vinda.
  2. Eu acredito que tenha sim, Mas acho que tem que ser van ou carro particular, a caminhada de onde a van ira te deixar ate o lago e uma pernada grande. E quando eu passei pelo lago tava chuviscando que nao deu para aproveitar, Tanto que nem tirei fotos.
  3. Ola Paulonishi, Eu fiz essa trilha em 3 dias/duas noites. Eu comprei os ingressos antecipadamente mas não foi a melhor ideia não, principalmente porque quando cheguei em Aguas Calientes tive um desarranjo intestinal. porem não sei se vendem na hora/no dia. E so pedir as dicas ai.
  4. Algum de voces conhecem o site https://www.workaway.info/ ouvi dizer dele hoje e achei a ideia super interessante.
  5. Minha vinda a Cusco foi mais precisamente para visitar Machu Picchu. Três dias de passeios em Cusco me proporcionou um monte de fotos e muito conhecimento dos tão desconhecidos Incas, Visitei Maras y Moray com suas lindas salinas. Pisaq e Ollaytaitambo com suas misteriosas ruínas. Para visitar esse lugares você deve comprar o boleto turístico (parcial 60 soles) total 130s e contratar uma agência que te leve lá. O boleto também pode ser comprado na hora no ingresso da atração já que o parcial é válido somente para dois dias compensa comprar no ingresso da atração. O total e válido para 10 dias. Bem depois de uma prévia do que seria Macchu Picchu era hora de partir para fazer a trilha salkantay. Acordei as 3:30, já havia agendado o táxi para as 4:00 para me levar até o ponto da van que sai para Mollepata. Essa van não tem horário para sair, fechou lotação sai. Saímos as 6:00 da manhã, chegamos em Mollepata as 8:30 e fui direto tomar um café que fica ali na praça mesmo. O senhor do café disse que seria necessário pegar um táxi para começar a trilha e eu insisti que queria ir caminhando, queria saber onde estava meu marido e o porquê de eu estar só. Fui pedir informações para o policial da cidade e disse que era para eu esperar o seu companheiro que eles então me levariam até o começo da trilha, eu aceitei a ajuda. Logo seu colega de trabalho chega e me levam até Marcocasa, que seria onde o taxista iria me levar. Os policiais dão lição de moral o caminho todo dizendo que uma mulher sozinha não deveria ficar andando por aí sozinha e que eu deveria estar em casa cuidando dos filhos, nessa altura eu já havia inventado que era casada e que as férias de meu suposto marido não dava certo com a minha. Comecei a trilha e logo alcancei um casal com seu guia que iriam a frente. Parei um pouco, não queria alcançar eles pois assim poderia segui los. Já logo um pouco mais a frente ultrapassei eles, pois estavam bem devagar. Pedi informações para alguns dos que moravam ali e sempre diziam que estava no caminho certo. Parei num rio para comer um pouco e me refrescar, logo o grupo que havia deixado para trás me passavam novamente, troquei umas poucas palavras com o guia e continuei ali. Logo mais adiante parei num paiol com sombra e bancos e o grupo estava se aprontando para o almoço. Perguntaram se eu tinha prato para compartilhar algo para comer mas meu prato tava quase que inacessível e deixei passar, o chuvisco persistia em ficar mas a minha esperança era que ele fosse embora. O guia me indicou o caminho mais tranquilo para ir e assim me livrar de andar na estrada. Logo adiante chego em Soraypampa, um lugar paradisíaco, sem dúvida o mais lindo da travessia. Se tivesse tempo aberto era ali que teria vista da Montanha Salkantay. É fácil avistar as propriedades com a estrutura para acampamento, cheguei em um e de imediato me deixaram ficar sem cobrar nenhuma taxa por isso. Já eram às 17, preparei algo para comer e logo já fui dormir pois noutro dia a trilha seria mais puxada. Acordei às 5:30 com barulho de chuva o que era bem desanimador para aquele dia, iria caminhar cerca de 10 horas e chuva não era a companhia mais desejada. Há opção de continuar o trajeto alugando um cavalo para você ou despachando suas coisas, para quem não anda de cavalo é bem cansativo fazer um trajeto desse. Desarmei acampamento e às 7 já estava pronta para sair e a chuva deu uma trégua. Segui o caminho observando algumas pessoas que iam à cavalo, outras me ultrapassaram, eu era a única que carregava todo o peso, todos os outros tinham contratados empresas ou pelo menos cavalos para levar suas coisas. A visibilidade era pouca e a Monte Salkantay passou despercebido, escondido entre nuvens. A medida que a subida ia aumentando meu ritmo diminuía, mas estava indo bem até chegar a 4.200 metros, nessa altura comecei a ter tontura, cansaço e movimentos muito lentos, tive que me espertar e coordenar melhor os movimento porque a vontade de dormir era quase incontrolável. Finalmente alcanço o Passo, o ponto mais alto da caminhada, neblina e frio predominavam o momento, mal consegui tirar uma fota e logo já vinha a tão desejada descida. Desci bem rapidinho, mas essa também não terminava mais, cheguei no ponto do almoço às 14:00 horas, parei num ponto que parecia realmente uma parada para o almoço, já estava bem atrasada, não havia nenhum resquício de gente naquele momento, esquentei o que sobrara da janta e continuei caminhando cheguei em Chaullay às 17 e decidi caminhar até o próximo vilarejo: Colcapampa. Acampei por lá, comprei uma cerveja da dona do camping que não quis cobrar pelo camping e noutro dia um guia que também estava dormindo lá me deu dicas para chegar até La Playa. Como era época de chuvas a trilha estava fechada então teríamos que compartilhar a estrada com carros, vans, patolas e desmoronamento. Em apenas 40 minutos de caminhada havia um desmoronamento que bloqueava a estrada toda e graças a aptidão da patola a estrada estava limpa e pronta para uso em 30 minutos. Seguia a descida contemplando a paisagem com o céu se abrindo, bem empolgada para chegar em La playa. Lá era a parada para o almoço então tinha que esperar todos os grupos almoçar para seguir de van sentido hidroelétrica, a priori meu plano era seguir o caminho a pé, mas como a trilha que cortava caminho estava em condições precárias e sem visibilidade e iria caminhar provavelmente noite adentro para chegar em Águas Calientes naquele dia, na verdade precisaria de mais um dia para chegar lá caminhando, mas no próximo já teria que estar em Machu Picchu pois as minhas entradas ja estavam compradas. O guia que havia dado as dicas para mim de manhã me chamou para almoçar, como eu estava com preguiça de esquentar minha comida aceitei o agrado para a minha infelicidade a comida começou a fazer mal uns 40 minutos após ingerida. Quase na hora da van sair tive que correr com urgência ao banheiro, detalhe que a minha mochila com o papel já estavam lá em cima da van, Não deu tempo de pensar tive que correr no banheiro, o negócio foi sinistro. E durante a viagem toda minha barriga fazia ruídos e remexido. A estrada que seguia só dava espaço para um carro passar o que fazia com que cada vez que encontraássemos um outro carro alguém teria que manobrar, cuidando para não cair precipício abaixo. Finalmente chegamos ao ponto final: a Hidroelétrica, é lá também a parada se você vem de van de Cuzco. São três horas de trilha pelos trilhos até águas calientes, é uma caminhada bem agradável, não dá para sentir a elevação e além da mata tem o rio te acompanhando. Há alguns restaurantes pelo caminho. Quando cheguei em Águas Calientes um alegre rapaz veio ao meu encontro a oferecer pouso, era exatamente o preço que pretendia pagar e iria ter um quarto com banheiro privativo o que me salvou durante a noite de rainha. Meu plano era acordar às 4:30 para subir as escadas que te leva a MP, mas as 3:00 da manhã já havia passado mais tempo no banheiro do que na cama, então resolvi tomar um antibiótico que sempre me acompanha para esses fins, acordei às 6:00 me sentindo a fraqueza em pessoa, então decidi pagar o bus para subir até a portaria de MP. Lá na portaria fiquei no aguardo na formação de um grupo para compartilhar um guia, tem guias tanto em inglês ou em espanhol. Havia três americanos no meu grupo, o tour guiado foi excelente, tinha entrada para a Montana às 10:00 mas minha condição física não era a melhor, é possível sair do parque e voltar depois depois e foi o que eu resolvi fazer, havia uma quiosque escondido que vendia comida para os guias, o meu guia me levou lá, acabei ficando umas duas horas descansando nos bancos e tomei 1 litro de Gatorade. Após isso melhorei consideravelmente e voltei visitar parque e tirar todas as fotos que o dia permitia. Fiquei até às 17:00 no parque e finalmente desci as escadas. A noite sai dar uma passeada e procurar algo para comece, há várias opções charmosas em Águas Calientes. No outro dia acordei cedo bem melhor e me arranquei a descer os trilhos para chegar a hidroelétrica. Cheguei lá às 10:45 e os turistas ainda não haviam começado a descer. Peguei a van que iria para Santa Teresa e de lá foi um sufoco sair, o motorista passava de casa em casa pegando as pessoas ou esperando por elas. Perdi o dia todo para chegar em Cusco pois às 2:30 ainda estava em Santa Maria esperando lotação e a viagem seria de 4 à 5 horas. teria valido muito a pena se eu tivesse voltado de trem para Cusco, pois a viagem de volta foi terrível, era muita mas muita curva, eu que dificilmente passo mal em estrada fiquei mal a viagem toda ou ido para Cusco de trem após a visita à Ollaitaytcambo indo direto a Águas Calientes e fazer a trilha na volta, assim poderia até ficar mais tempo esperando o tempo abrir. .
  6. Chegamos no aeroporto por volta das 2 e o objetivo principal era achar um lugar para descansar um pouco, o que não foi difícil principalmente com a ajuda do pessoal do aeroporto que deixaram o ar condicionado ligado e as luzes apagadas no mezanino pouco usado do aeroporto. Um pouco antes do horário marcado Frank (tel 95 99159 3855), o taxista, já estava alegremente esperando por nós. Acordamos no susto e já saímos correndo para não perder tempo. O combinado era de pegar-nos no aeroporto passar no Hotel Colonial pegar a Debora com o Luiz e tocar para frente. Fizemos uma parada no Quarto do Bode para comer a paçoca de carne, tão boa que até trouxe para casa, e um pão de queijo. A próxima parada era para a aduana brasileira e depois a venezuelana. 3 horas depois chegamos na Posada Michele para conhecer nossos guias e porteadores. Fiquei chocada com tanta comida, parecia compra de natal. Entramos no carro que nos levaria para Paraitepuy numa viagem de 2 horas. Chegando lá preparam um lanche para começar a expedicao que contava com o guia e 4 porteadores que nos acompanhariam até o fim e dois que eram só para os dois primeiros dias.
  7. evelynlaitz

    Monte Roraima

    Estou planejando ir pro monte Roraima dia 26 ou 27 de Novembro, vou contratar um porteador por conta la na aldeia. Se alguem quiser se juntar....
  8. Incluir um dia em Morretes descendo de trem e saboreando um belo barreado nao e nada mal, a volta de bus e rapidinha!! Tem umas pousadinhas bem lindinhas tambem por la!!
  9. Super orgulhosa de voces. Meus agradecimentos a Lucimara e a Luciana que não passaram nenhuma das info que passei para voce! ãã2::'>
  10. To vendo bastante duvida aqui quando as mochilas de ataque, eu atualmente estou usando MOCHILA QUECHUA ARPENAZ 15 ULTRALIGHT, ela é uma mochila super simples de nylon, barata R$ 25,00 e bem resistente que cabe coisas que voce não quer despachar no bagageiro ou quer ter com voce quando andar pela cidade. Ela e super barata, voce pode guarda-la quando nao precisar mais, ou quando tiver caminhando com a cargueira voce pode guardar ela na cargueira, nao ocupa espaco algum quando ela esta "fechada" e da pra carrega agua, camera, documentos, e a maquina fotografica, tem ate um compartimento que cabe celular. Ate faco umas trilhas com ela desde que nao tenha que levar muita agua, pois se colocar uma garrafa grande nela voce sente nas costas. Espero ter ajudado
  11. Olá Raquel fiquei no Sumé Hostel quando fui no Ano Novo, Hostel limpinho recém inaugurado. Atendimento de primeira com os preços super atrativos e um café da manhá bem bacana. Ia ficar em camping e desisti da idéia quando conheci o Hostel. https://www.facebook.com/sumehostel
  12. Olá Raquel fiquei no Sumé Hostel quando fui no Ano Novo, Hostel limpinho recém inaugurado. Atendimento de primeira com os preços super atrativos e um café da manhá bem bacana. Ia ficar em camping e desisti da idéia quando conheci o Hostel. https://www.facebook.com/sumehostel
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