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Diogo Rodrigues

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Sobre Diogo Rodrigues

  • Data de Nascimento 28-06-1987

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  1. É sim! Carro 1.0 foi de boa, mas é primeira e segunda no máximo.
  2. Acordei em uma quinta-feira com a intenção de ver o pôr do sol. Arrumei a mochila, peguei o carro, e estava indo em direção a Pedra Bela, no interior de SP. Mas antes, passei na cidade de Bom Jesus dos Perdões, onde queria conhecer a Cachoeira do Barrocão. Cheguei na cidade, e seguindo o GPS, logo cheguei a zona rural. Andei um pouco, e logo vi uma abertura na estrada de terra, sem placas ou avisos, eu cheguei na cachoeira. Estava vazia, com uma luz muito bonita passando por entre as árvores. Parei o carro, andei até as pedras e fiquei ali curtindo o sol. Tirei umas fotos, dei uma voltinha pra olhar os detalhes, e fiquei aproveitando a cachoeira sozinho e em silêncio, uma das coisas que mais gosto. Estava um clima tão bom, que fiquei tempo demais. Peguei minhas coisas, entrei no carro e coloquei no GPS a cidade de Pedra Bela. Porém vi que não daria tempo de chegar antes do pôr do sol, e pensei em outras possibilidades. Pensei em chegar a noite, e como o céu lá é incrível, tirar umas fotos e observar as estrelas. Mas como queria ver o pôr do sol, lembrei que Atibaia ficava ali do lado, e lá existe a Pedra Grande, onde eu poderia subir e assistir o pôr do sol. Saí com pressa, e parti rumo a Pedra Grande. Vídeo da viagem: Subi a estrada da terra bem rápido, e cheguei na hora exata lá em cima. A paisagem estava incrível, o tempo perfeito (pôr do sol no inverno é demais!), e vivi uma das coisas mais legais da minha vida. Aos poucos, vi a cidade de Atibaia aparecer em forma de luzes. E percebi que graças aos meus planos terem dado errado, tudo deu certo. Gastos: 70 reais de gasolina (acabei pegando um valor acima da média) O pedágio custou mais ou menos 5 reais na ida, e 5 na volta. Comi em um restaurante na beira da estrada, comprei água e um chocolate, gastei em torno de 30 reais. Good trips!
  3. Visitei a Praia do Éden, que é um local mais escondido no Guarujá, litoral sul de São Paulo. Para chegar a praia, você deve pegar uma estrada que dá acesso a um condomínio, e ao invés de entrar nele, você segue um pouco adiante. Chegando no final da estrada, existe duas alternativas: parar na rua, ou no estacionamento. A minha dica é: pare no estacionamento. Diversas pessoas que pararam na rua, tiveram o vidro do carro estourado, e alguns pertences foram furtados. As vezes, os donos do estacionamento colocam uma placa no local, dizendo que ali é uma área com alto índice de furto. Paga-se 15 reais para estacionar. A trilha para a praia é curta e simples. Uma escada com corrimão de madeira, e leva-se menos de 5 minutos para percorrer. Fui em uma terça-feira de inverno, porém o tempo estava ótimo, em torno de 27 graus. Sendo assim, peguei a praia bem vazia, diferente do que ocorre em fim de semana e feriados de verão. Nessa época fica inviável visitar a praia e aproveitá-la, e como não curto muvuca, evito viajar nessas datas. A faixa de areia é muito pequena, mas estava limpa e quase vazia. No canto direito, existem algumas pedras, e uma parte de concreto, que provavelmente é o que sobrou de alguma antiga construção. Pra mim a parte mais legal da praia é essa parte de concreto, onde fiquei longe de todo mundo que estava na praia, e pude aproveitar a vista, o barulho do mar, e fugir de uma caixinha de som que tocava na areia. Existe um “quiosque” que abre na temporada e em dias quentes. Depois de aproveitar o dia na Praia do Éden, antes de voltar pra casa, dei uma passada no Morro do Maluf, que é um local alto, e dá uma vista muito bonita do Guarujá. Gastos: 40 reais de gasolina Estacionamento: 15 reais Pedágio: 27,40 (ida) + 12,20 (volta) Good trips!
  4. Fui pro Chile sozinho. Já faz um bom tempo, os valores mudaram bastante, mas acho que atualizando os valores pra algo mais atual, ficaria em torno de 2.500 reais. Fiquei 10 dias. Fiquei em hostel, cozinhei alguns dias, andei de metrô, a pé, e fiz rolês de graça, na maioria das vezes. Comprei também lanches baratos no lugar de refeições, pra dar uma economizada. Nunca tinha voado de avião, e logo de cara já fui pra fora e sozinho, mas foi minha melhor escolha. As coisas sempre se acertam, e você cria um senso de responsabilidade muito grande fazendo isso. Espero ter ajudado!
  5. Dependendo do lugar que você deseja ir, vê o canal da Danielle Noce, tem algumas playlists de viagens que pode te agradar. Dá uma olhada também no canal 3me3, acho que se aproxima bem disso que você deseja. Outra ideias de nomes de canais: Thiago Correa Travel and Share WeLove Num Pulo Espero ter ajudado! até mais!
  6. Fiz um bate e volta em Cunha, no interior de São Paulo. Levei quase 4 horas para chegar, e fui direto pra Pedra da Macela, na madrugada mesmo. Fiz a trilha bem rápido, pois não queria chegar lá em cima com o Sol já nascendo. A trilha é fácil, sem obstáculos, somente tem uma subida bem puxada, que faz qualquer um ter dor na panturrilha, mas nada que um tempinho parado não resolva. Dá entre quase 3km de subida! Chegando lá em cima, encontrei um lugar lotadíssimo, praticamente sem lugar para assistir o por do sol. Barracas, violões, cachorros passando frio, e pessoas tentando achar um lugar pra tirar uma foto e ver o nascer do Sol. Vídeo da viagem: A vista de lá é linda, e vale totalmente a subida. Além de que a noite as estrelas são um espetáculo a parte. Dá pra ver Angra dos Reis, Paraty, etc. Sofri a semana toda com medo do tempo não estar bom, mas estava perfeito para um nascer do Sol. Fiquei até 7:20 e desci. Fui tomar um café na cidade, e parti pra Cachoeira do Pimenta. A estrada é tranquila, e o carro chega até a cachoeira, que por sinal é linda! tem 3 quedas, e fazendo uma pequeno trilha de 1 minuto, você chega na mais bonita delas. Estava bem vazia, e deu pra aproveitar bem. Voltei pra cidade, almocei, e fui para o Lavandário de Cunha, uma plantação de Lavanda, Alecrim e outras coisas. Entrada: 10 reais por pessoa. A vista de lá é linda! O céu estava muito azul, e fiquei dando uma volta por lá, vendo as abelhas, as plantinhas, e pensando que moraria fácil num lugar como aquele. É um pouco corrido e cansativo, mas vale a pena fazer as 3 atrações no mesmo dia!
  7. É sim! tem que combinar com o dono, segue o contato: https://www.facebook.com/waldenxxi/
  8. Visitei a cidade de São Roque, no interior de São Paulo em busca de isolamento e descanso. Escolhi um Airbnb que vinha namorando a meses, uma cabana de madeira, com tratamento de água, energia solar, árvores frutíferas e ervas no terreno, galinheiro, e muita natureza. Vídeo da viagem: Paguei cerca de 280 reais na hospedagem. Levei comida que comprei em um mercado próximo, gastando 60 reais. Na casa o banho é todo fornecido pela energia solar, tanto do chuveiro quanto da banheira. A água cinza, que é a da lavagem da roupa, louça e do banho, é tratada com bananeiras, que filtram dessa água e a devolvem pra natureza. Causando menos impacto no meio ambiente. Lá existem árvores de tomate, laranja, limão, banana, alecrim, boldo, babosa, mirra, lavanda, e várias outras. A casa tem duas varandas no andar de cima, e em uma delas é possível assistir ao por do sol. Passei um fim de semana isolado de tudo que eu já estava saturado, e foi uma experiência muito boa, tanto com o airbnb, a natureza, e a cidade.
  9. Visitei a Cachoeira do Jamil, em São Paulo (capital). Ela está em uma propriedade particular, e é cobrada uma taxa de 25 reais para o acesso. Pode-se também acampar, pagando 50 reais. Vídeo da Cachoeira do Jamil: Saí de São Bernardo, e segui as orientações que os proprietários me passaram por whatsapp. Segui até a Marginal Pinheiros, e de lá coloquei no GPS “Cachoeira do Jamil”, pois se colocasse direto daqui, ele iria indicar um caminho muito mais difícil. Você anda muito, pega trânsito, muito farol, e bairros residenciais. Depois entra na estrada de terra, e o mais indicado é ir pela 2ª opção de estrada, que está melhor para o carro. Aí você atravessa trilho de trem, uma subida cheia de pedras que foi difícil fazer o carro 1.0 passar, mas descendo todo mundo do carro, e deixando ele mais leve, subiu.Na entrada o próprio Jamil te dá um “termo de responsabilidade” (um caderno que você assina seu nome, e explica que é perigoso entrar na água em alguns lugares, e fala da correnteza. Já ouvi relato de mortes ali. Chegamos bem cedo, e ela estava praticamente vazia, e tive uma surpresa com o tamanho de uma queda. O que também impressiona é como a paisagem da cachoeira parece ter saído de algum outro país, como Canadá ou Estados Unidos, pois o entorno da cachoeira é repleta de Pinheiros. A trilha dura uns 20 minutos, e indo até o final dela, chega-se a uma prainha, que é uma parte que o rio fica mais calmo, e tem um espaço maior para nadar. Ali realmente parece uma praia, pois tem uma faixa de areia para ficar. Na minha opinião, a trilha sendo curta, e com as “regras” dos proprietários, a cachoeira só é legal de ser visitada enquanto está vazia, pois depois chegou muita gente com churrasqueira, e uma família levou uma caixa de som enorme, fazendo um barulho que me deu vontade de ir embora. A trilha e a cachoeira são bem limpas. Existem avisos de levar seu lixo em todo lugar, mas quando ela fica lotada, o lixo começa a aparecer. Como lá só pode ser visitado em fim de semanas, provavelmente durante a semana eles fazem uma limpeza. Dá para chegar de transporte público, mas você vai andar bastante. Viajar me fez perceber que todo local tem seus atrativos, inclusive com natureza. E São Paulo tem vários assim.
  10. Em alguns feriados pessoal acampa na areia, mas quase sempre acordam com a barraca rasgada hahaha
  11. Acampar na praia em geral é proibido no Brasil. Recomendo acampar em um camping para ver como é, existem vários lugares que os preços são bem baixos. Na Prainha Branca existem camping de uns 30 reais a diária:
  12. Faz a trilha do Pico do Lopo, em Extrema! É autoguiada e bem tranquila!
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