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Diogo Rodrigues

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Sobre Diogo Rodrigues

  • Data de Nascimento 28-06-1987

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  1. Tô nessa busca também. A estratégia que criei é ter diversas fontes de renda. Ainda não vivo viajando, mas tô na busca. Criei um projeto que documento viagens no youtube, blog, instagram, e facebook. Aí tô em busca de fazer crescer o canal pra conseguir ganhar com o Adsense, além de tudo que envolve e pode render grana. Também coloquei o adsense no blog , faço links com produtos da Amazon no programa de afiliados (ganho em média de 10% por produto vendido), participo do hormat (marketing de afiliados), vendo fotos e vídeos das viagens no adobe stock e no shutterstock, etc. Além de investir em fundos imobiliários (e um pouco em tesouro direto selic, apesar de que atualmente não ta tão bom) pra ter um extra todo mês. Apesar de ser bastante coisa, leva um tempo até ganhar uma grana relevante. Aliei também a sempre colocar o link de indicação pra cadastro no AirBnb, assim quem se cadastrar com meu link ganhar um desconto, e eu também, viabilizando mais viagens. E trabalho no meu emprego comum até conseguir fazer tudo isso virar. Enfim, acho que o caminho pra quem não trampa remoto em alguma empresa é esse, ter o maior número possível de fontes de renda.
  2. O Pôr do Sol é um dos momentos que mais gosto do dia, pois em meio a cores vibrantes, e pensando no que o dia inteiro me trouxe, eu contemplo a chegada do céu estrelado, e com ele, surgem novos planos para novos dias. Aqui listo os lugares que mais gostei de presenciar o Pôr do Sol no estado de São Paulo. Praia de Boiçucanga – São Sebastião – SP A praia de Boiçucanga está a mais ou menos 8km da praia de Maresias, e esse curto caminho é incrível! Entre curvas fechadas, a todo momento o mar se mostra no horizonte, e o céu parece se fundir com a imensidão de água. Assistir o Pôr do Sol dessa praia é fácil e bonito, pois em algumas épocas do ano o Sol se põe no mar. Aproveite para antes passar na Cachoeira da Pedra Lisa, e depois assistir o Pôr do Sol na praia! Distância de São Paulo: 159km Vídeo do Pôr do Sol em Boiçucanga: Praça do Pôr do Sol – São Paulo – SP Por entre pizzas de 10 reais, pessoal praticando fazendo slackline, e casas de alto padrão, está a Praça do Pôr do Sol, no Alto de Pinheiros. O nome oficial da praça é Coronel Custódio Fernandes Pinheiros, e ela é um destino famoso da zona Oeste de SP. De lá é possível ver o Sol sumir no horizonte de prédios e poluição, mas ainda sim é uma cena linda, e vale uma visita! Pedra do Santuário – Pedra Bela – SP A cidade de Pedra Bela fica em uma região que tem algumas das cidades mais legais e próximas da capital. Ela é bem pequena, seu centrinho é bem típico de cidade do interior, mas subindo a Pedra do Santuário, você tem uma das vistas mais legais da região. Além de lá estar a segunda maior tirolesa da América Latina, com incríveis 1.900 metros de extensão. Existe uma escada para subir do estacionamento até a pedra, e mesmo cansando um pouco os mais sedentários, quando chega-se no topo, todo o cansaço some, e dá lugar a um alívio misturado com satisfação. Outra dica é: saia de SP perto das 23:00, suba a escada na madrugada, e em uma noite sem nuvens, deite no chão. A vista das estrelas é incrível! Já fiz isso duas vezes, e pretendo fazer muitas outras. Distância de São Paulo: 118km Vídeo em Pedra Bela: Pedra Grande – Atibaia – SP A cidade de Atibaia é famosa por ser a Capital Nacional do Morango (embora o título ainda não esteja oficializado), mas é na Pedra Grande que a natureza mostra toda sua beleza. A pedra tem 600 milhões de anos, e a 65 milhões ela já se encontrava exposta para quem ali passasse. Lá no topo não existe nenhuma estrutura de turismo (o que acho muito bom, evitando super lotação e sujeira), e ela pode ser visitada de carros comuns (carros 1.0 aguentam a subida sim!), ou por várias trilhas. Além de bicicletas e motos. A vista do pôr do Sol é incrível, além de pode voar de parente, pois algumas empresas realizam o voo dupla de cima da pedra. Distância de São Paulo: 66km Vídeo da Pedra Grande: Pedra do Bauzinho – São Bento do Sapucaí – SP A Pedra do Bauzinho é parte de um complexo com mais duas outras pedra: Pedra do Baú e Ana Chata. Elas ficam na cidade de São Bento do Sapucaí, mas também são muito visitadas por quem está em Campos do Jordão, por conta da proximidade com a cidade. A visita pode ser feita de carro, porém ainda assim você terá que andar um pouco em uma estrada de terra, e depois em uma trilha bem curta. Essa regra vale para quem chega até as 17 horas, pois quem chega depois pode subir de carro uma boa parte, e fazer só uma trilha bem curtinha até o topo da Pedra do Bauzinho. É possível também subir na Pedra do Baú através de uma trilha, que inclui escalar a pedra em ferros colocados nela mesma. Várias agências de viagens fazem esse passeio! Distância de São Paulo: 201km Vídeo da Pedra do Bauzinho: Praia do Julião – Ilhabela – SP Ilhabela tem um lugar especial nos meus sonhos, eu queria passar 1 mês na ilha, e cada dia conhecer algo diferente, pois ela tem tanto atrativos, que talvez nunca alguém consiga conhecer todos. A dica aqui é da Praia do Julião, mas digo com tranquilidade que qualquer ponto da ilha é uma atração incrível, e na maioria deles o pôr do Sol é lindo. Nessa praia é possível alugar standup paddle, e apreciar o pôr do Sol da água. Distância de São Paulo: 203km Vídeo com o Pôr do Sol em Ilhabela: Bônus: Pedra da Macela – Cunha – São Paulo (Nascer do Sol) Não poderia faltar nesta lista um representante do nascer do Sol! E para ocupar este lugar, está a Pedra da Macela, em Cunha. O topo da pedra pode ser alcançado em pouco mais de 1 hora, em uma trilha fácil, porém muito cansativa, por conta da subida intensa. Lá de cima você pode avistar Paraty, Angra e Ilha Grande! É incrível! Distância de São Paulo: 248km Vídeo da Pedra da Macela: Good trips!
  3. Mais uma vez fui fazer a trilha da Pedra Grande, no Cantareira em SP. Fui no dia 08/12/2019. Apesar de ser um domingo, a trilha não estava tão cheia, e com menos barulho os animais aparecem mais. Em uma bifurcação que existe na trilha, você pode pegar a direita e em uns 800 metros chega na Pedra Grande, ou pegar a esquerda, que vai pro mesmo lugar, mas tem 1300 metros de trilha. Peguei a mais longa, pois nunca tinha passado por ela, e também achei que estaria mais vazia. E eu acertei, não vi ninguém até chegar na pedra, e como o silêncio reinava, vi vários pássaros, além de um Teiú ter ficado do meu lado, andando bem devagar a 1 metro de mim. A minha sorte veio quando vi um pássaro grande e colorido perto de mim. Sentei no chão e fiquei observando, até que ele pegou uma lagarta enorme que estava no galho, e almoçou ali na minha frente, por uns 20 minutos. Passei na portaria do parque pra ver se alguém conhecia o pássaro, e falei com um biólogo que trabalha lá. Ele disse que era um SURUCUÁ, e que não era tão fácil vê-lo no parque. Ele voava quando via alguém, e as vezes observadores de pássaros de fora do Brasil vinham no Cantareira, mas não conseguiam vê-lo. Tive a sorte dele ficar por 20 minutos na minha frente, e ainda mais fazendo uma refeição. Andei 9km em 5 horas, parando sempre pra ver os atrativos da trilha, e fiquei 1 hora lá em cima vendo o contraste da natureza com São Paulo enorme ao fundo. Perguntei também sobre os macacos do parque, pois não vi nenhum. E me informaram que existia uma população de 6 a 7 mil macacos Bugio, mas hoje em dia, praticamente não se vê, e nem se ouve nenhum. As vezes algum funcionário do parque avista algum, mas a febre amarela levou a maioria deles.
  4. Existem várias cachoeiras grandes a uma distância relativamente baixa de São Paulo, e várias delas tem alguma estrutura que permite o acesso por pessoas que geralmente não fazem trilha, seja por problemas de locomoção, ou por simplesmente não gostar. Acho que é importante existir lugares para todos, quem deseja aproveitar o dia na cachoeira com a família toda, e quem deseja andar por horas para ter uma cachoeira mais vazia. O importante é que a natureza seja preservada, e que os locais, com estrutura para visitação ou não, sirvam de canal para conscientizar as pessoas sobre a preservação. Eu prefiro cachoeiras vazias, que geralmente são encontradas depois de trilhas, mas nem sempre rola visitá-las. Então visitei duas cachoeiras em Joanópolis, e tentei aproveitá-las da forma que mais me fizesse bem. Na Cachoeira Escondida, fui até a queda e aproveitei o clima fresco que as árvores e a água trazem, e na Cachoeira dos Pretos eu quis evitar a quantidade de pessoas que faziam a visita, então aproveitei vendo de longe, com uma vista incrível dos seus 154 metros. A viagem é mais importante que o destino. Gastos: 80 reais de gasolina (o carro é um Ka 2004 1.0) Tomamos café em casa, e almoçamos na volta (40 reais dividido entre 2 pessoas) De pedágios fica em torno de 10 reais, ida e volta somadas. Entrada na Cachoeira Escondida: 5 reais por pessoa. Joanópolis é a cidade do lobisomen, então você vai encontrar diversos bonecos e estátuas de lobisomens pela cidade. Vídeo da viagem: Good trip!
  5. Fui até a cidade de Sete Barras fazer uma trilha no Parque Estadual Carlos Botelho, e ganhei o “Passaporte das Trilhas de São Paulo”. É um livreto onde estão mais de 100 opções de trilhas no estado de São Paulo, e em cada uma delas, você ganha um carimbo indicando que ela foi feita, assim como acontece com a entrada em outros países em seu passaporte comum. Além de apresentar várias ideias de novas trilhas para quem não conhecia, ele incentiva a fazer mais destes passeios, além de empolgar a conseguir mais carimbos. O passaporte das trilhas de São Paulo pode ser retirado na portaria dos parques estaduais, ou na Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, localizada na Av. Professor Frederico Hermann Junior, 345 – Alto de Pinheiros. Muito se fala sobre a importância na preservação do meio ambiente, mas vivendo longe da natureza, quase esquecemos de sua existência. Crianças criadas sem contato com a natureza, tendem a dar menos importância a sua preservação. Assista uma das trilhas que estão no Passaporte: Assista também outra trilha que está no passaporte: Link do post original: https://umacameraviagens.wordpress.com/2019/10/28/voce-conhece-o-passaporte-das-trilhas-de-sao-paulo/ Good trips!
  6. Acordei em uma quinta-feira com a intenção de ver o pôr do sol. Arrumei a mochila, peguei o carro, e estava indo em direção a Pedra Bela, no interior de SP. Mas antes, passei na cidade de Bom Jesus dos Perdões, onde queria conhecer a Cachoeira do Barrocão. Cheguei na cidade, e seguindo o GPS, logo cheguei a zona rural. Andei um pouco, e logo vi uma abertura na estrada de terra, sem placas ou avisos, eu cheguei na cachoeira. Estava vazia, com uma luz muito bonita passando por entre as árvores. Parei o carro, andei até as pedras e fiquei ali curtindo o sol. Tirei umas fotos, dei uma voltinha pra olhar os detalhes, e fiquei aproveitando a cachoeira sozinho e em silêncio, uma das coisas que mais gosto. Estava um clima tão bom, que fiquei tempo demais. Peguei minhas coisas, entrei no carro e coloquei no GPS a cidade de Pedra Bela. Porém vi que não daria tempo de chegar antes do pôr do sol, e pensei em outras possibilidades. Pensei em chegar a noite, e como o céu lá é incrível, tirar umas fotos e observar as estrelas. Mas como queria ver o pôr do sol, lembrei que Atibaia ficava ali do lado, e lá existe a Pedra Grande, onde eu poderia subir e assistir o pôr do sol. Saí com pressa, e parti rumo a Pedra Grande. Vídeo da viagem: Subi a estrada da terra bem rápido, e cheguei na hora exata lá em cima. A paisagem estava incrível, o tempo perfeito (pôr do sol no inverno é demais!), e vivi uma das coisas mais legais da minha vida. Aos poucos, vi a cidade de Atibaia aparecer em forma de luzes. E percebi que graças aos meus planos terem dado errado, tudo deu certo. Gastos: 70 reais de gasolina (acabei pegando um valor acima da média) O pedágio custou mais ou menos 5 reais na ida, e 5 na volta. Comi em um restaurante na beira da estrada, comprei água e um chocolate, gastei em torno de 30 reais. Good trips!
  7. Visitei a Praia do Éden, que é um local mais escondido no Guarujá, litoral sul de São Paulo. Para chegar a praia, você deve pegar uma estrada que dá acesso a um condomínio, e ao invés de entrar nele, você segue um pouco adiante. Chegando no final da estrada, existe duas alternativas: parar na rua, ou no estacionamento. A minha dica é: pare no estacionamento. Diversas pessoas que pararam na rua, tiveram o vidro do carro estourado, e alguns pertences foram furtados. As vezes, os donos do estacionamento colocam uma placa no local, dizendo que ali é uma área com alto índice de furto. Paga-se 15 reais para estacionar. A trilha para a praia é curta e simples. Uma escada com corrimão de madeira, e leva-se menos de 5 minutos para percorrer. Fui em uma terça-feira de inverno, porém o tempo estava ótimo, em torno de 27 graus. Sendo assim, peguei a praia bem vazia, diferente do que ocorre em fim de semana e feriados de verão. Nessa época fica inviável visitar a praia e aproveitá-la, e como não curto muvuca, evito viajar nessas datas. A faixa de areia é muito pequena, mas estava limpa e quase vazia. No canto direito, existem algumas pedras, e uma parte de concreto, que provavelmente é o que sobrou de alguma antiga construção. Pra mim a parte mais legal da praia é essa parte de concreto, onde fiquei longe de todo mundo que estava na praia, e pude aproveitar a vista, o barulho do mar, e fugir de uma caixinha de som que tocava na areia. Existe um “quiosque” que abre na temporada e em dias quentes. Depois de aproveitar o dia na Praia do Éden, antes de voltar pra casa, dei uma passada no Morro do Maluf, que é um local alto, e dá uma vista muito bonita do Guarujá. Gastos: 40 reais de gasolina Estacionamento: 15 reais Pedágio: 27,40 (ida) + 12,20 (volta) Good trips!
  8. Fui pro Chile sozinho. Já faz um bom tempo, os valores mudaram bastante, mas acho que atualizando os valores pra algo mais atual, ficaria em torno de 2.500 reais. Fiquei 10 dias. Fiquei em hostel, cozinhei alguns dias, andei de metrô, a pé, e fiz rolês de graça, na maioria das vezes. Comprei também lanches baratos no lugar de refeições, pra dar uma economizada. Nunca tinha voado de avião, e logo de cara já fui pra fora e sozinho, mas foi minha melhor escolha. As coisas sempre se acertam, e você cria um senso de responsabilidade muito grande fazendo isso. Espero ter ajudado!
  9. Dependendo do lugar que você deseja ir, vê o canal da Danielle Noce, tem algumas playlists de viagens que pode te agradar. Dá uma olhada também no canal 3me3, acho que se aproxima bem disso que você deseja. Outra ideias de nomes de canais: Thiago Correa Travel and Share WeLove Num Pulo Espero ter ajudado! até mais!
  10. Fiz um bate e volta em Cunha, no interior de São Paulo. Levei quase 4 horas para chegar, e fui direto pra Pedra da Macela, na madrugada mesmo. Fiz a trilha bem rápido, pois não queria chegar lá em cima com o Sol já nascendo. A trilha é fácil, sem obstáculos, somente tem uma subida bem puxada, que faz qualquer um ter dor na panturrilha, mas nada que um tempinho parado não resolva. Dá entre quase 3km de subida! Chegando lá em cima, encontrei um lugar lotadíssimo, praticamente sem lugar para assistir o por do sol. Barracas, violões, cachorros passando frio, e pessoas tentando achar um lugar pra tirar uma foto e ver o nascer do Sol. Vídeo da viagem: A vista de lá é linda, e vale totalmente a subida. Além de que a noite as estrelas são um espetáculo a parte. Dá pra ver Angra dos Reis, Paraty, etc. Sofri a semana toda com medo do tempo não estar bom, mas estava perfeito para um nascer do Sol. Fiquei até 7:20 e desci. Fui tomar um café na cidade, e parti pra Cachoeira do Pimenta. A estrada é tranquila, e o carro chega até a cachoeira, que por sinal é linda! tem 3 quedas, e fazendo uma pequeno trilha de 1 minuto, você chega na mais bonita delas. Estava bem vazia, e deu pra aproveitar bem. Voltei pra cidade, almocei, e fui para o Lavandário de Cunha, uma plantação de Lavanda, Alecrim e outras coisas. Entrada: 10 reais por pessoa. A vista de lá é linda! O céu estava muito azul, e fiquei dando uma volta por lá, vendo as abelhas, as plantinhas, e pensando que moraria fácil num lugar como aquele. É um pouco corrido e cansativo, mas vale a pena fazer as 3 atrações no mesmo dia!
  11. Visitei a cidade de São Roque, no interior de São Paulo em busca de isolamento e descanso. Escolhi um Airbnb que vinha namorando a meses, uma cabana de madeira, com tratamento de água, energia solar, árvores frutíferas e ervas no terreno, galinheiro, e muita natureza. Vídeo da viagem: Paguei cerca de 280 reais na hospedagem. Levei comida que comprei em um mercado próximo, gastando 60 reais. Na casa o banho é todo fornecido pela energia solar, tanto do chuveiro quanto da banheira. A água cinza, que é a da lavagem da roupa, louça e do banho, é tratada com bananeiras, que filtram dessa água e a devolvem pra natureza. Causando menos impacto no meio ambiente. Lá existem árvores de tomate, laranja, limão, banana, alecrim, boldo, babosa, mirra, lavanda, e várias outras. A casa tem duas varandas no andar de cima, e em uma delas é possível assistir ao por do sol. Passei um fim de semana isolado de tudo que eu já estava saturado, e foi uma experiência muito boa, tanto com o airbnb, a natureza, e a cidade.
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