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Diogo Rodrigues

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Tudo que Diogo Rodrigues postou

  1. Acordei em uma quinta-feira com a intenção de ver o pôr do sol. Arrumei a mochila, peguei o carro, e estava indo em direção a Pedra Bela, no interior de SP. Mas antes, passei na cidade de Bom Jesus dos Perdões, onde queria conhecer a Cachoeira do Barrocão. Cheguei na cidade, e seguindo o GPS, logo cheguei a zona rural. Andei um pouco, e logo vi uma abertura na estrada de terra, sem placas ou avisos, eu cheguei na cachoeira. Estava vazia, com uma luz muito bonita passando por entre as árvores. Parei o carro, andei até as pedras e fiquei ali curtindo o sol. Tirei umas fotos, dei uma voltinha pra olhar os detalhes, e fiquei aproveitando a cachoeira sozinho e em silêncio, uma das coisas que mais gosto. Estava um clima tão bom, que fiquei tempo demais. Peguei minhas coisas, entrei no carro e coloquei no GPS a cidade de Pedra Bela. Porém vi que não daria tempo de chegar antes do pôr do sol, e pensei em outras possibilidades. Pensei em chegar a noite, e como o céu lá é incrível, tirar umas fotos e observar as estrelas. Mas como queria ver o pôr do sol, lembrei que Atibaia ficava ali do lado, e lá existe a Pedra Grande, onde eu poderia subir e assistir o pôr do sol. Saí com pressa, e parti rumo a Pedra Grande. Vídeo da viagem: Subi a estrada da terra bem rápido, e cheguei na hora exata lá em cima. A paisagem estava incrível, o tempo perfeito (pôr do sol no inverno é demais!), e vivi uma das coisas mais legais da minha vida. Aos poucos, vi a cidade de Atibaia aparecer em forma de luzes. E percebi que graças aos meus planos terem dado errado, tudo deu certo. Gastos: 70 reais de gasolina (acabei pegando um valor acima da média) O pedágio custou mais ou menos 5 reais na ida, e 5 na volta. Comi em um restaurante na beira da estrada, comprei água e um chocolate, gastei em torno de 30 reais. Good trips!
  2. Visitei a Praia do Éden, que é um local mais escondido no Guarujá, litoral sul de São Paulo. Para chegar a praia, você deve pegar uma estrada que dá acesso a um condomínio, e ao invés de entrar nele, você segue um pouco adiante. Chegando no final da estrada, existe duas alternativas: parar na rua, ou no estacionamento. A minha dica é: pare no estacionamento. Diversas pessoas que pararam na rua, tiveram o vidro do carro estourado, e alguns pertences foram furtados. As vezes, os donos do estacionamento colocam uma placa no local, dizendo que ali é uma área com alto índice de furto. Paga-se 15 reais para estacionar. A trilha para a praia é curta e simples. Uma escada com corrimão de madeira, e leva-se menos de 5 minutos para percorrer. Fui em uma terça-feira de inverno, porém o tempo estava ótimo, em torno de 27 graus. Sendo assim, peguei a praia bem vazia, diferente do que ocorre em fim de semana e feriados de verão. Nessa época fica inviável visitar a praia e aproveitá-la, e como não curto muvuca, evito viajar nessas datas. A faixa de areia é muito pequena, mas estava limpa e quase vazia. No canto direito, existem algumas pedras, e uma parte de concreto, que provavelmente é o que sobrou de alguma antiga construção. Pra mim a parte mais legal da praia é essa parte de concreto, onde fiquei longe de todo mundo que estava na praia, e pude aproveitar a vista, o barulho do mar, e fugir de uma caixinha de som que tocava na areia. Existe um “quiosque” que abre na temporada e em dias quentes. Depois de aproveitar o dia na Praia do Éden, antes de voltar pra casa, dei uma passada no Morro do Maluf, que é um local alto, e dá uma vista muito bonita do Guarujá. Gastos: 40 reais de gasolina Estacionamento: 15 reais Pedágio: 27,40 (ida) + 12,20 (volta) Good trips!
  3. Fui pro Chile sozinho. Já faz um bom tempo, os valores mudaram bastante, mas acho que atualizando os valores pra algo mais atual, ficaria em torno de 2.500 reais. Fiquei 10 dias. Fiquei em hostel, cozinhei alguns dias, andei de metrô, a pé, e fiz rolês de graça, na maioria das vezes. Comprei também lanches baratos no lugar de refeições, pra dar uma economizada. Nunca tinha voado de avião, e logo de cara já fui pra fora e sozinho, mas foi minha melhor escolha. As coisas sempre se acertam, e você cria um senso de responsabilidade muito grande fazendo isso. Espero ter ajudado!
  4. Dependendo do lugar que você deseja ir, vê o canal da Danielle Noce, tem algumas playlists de viagens que pode te agradar. Dá uma olhada também no canal 3me3, acho que se aproxima bem disso que você deseja. Outra ideias de nomes de canais: Thiago Correa Travel and Share WeLove Num Pulo Espero ter ajudado! até mais!
  5. Fiz um bate e volta em Cunha, no interior de São Paulo. Levei quase 4 horas para chegar, e fui direto pra Pedra da Macela, na madrugada mesmo. Fiz a trilha bem rápido, pois não queria chegar lá em cima com o Sol já nascendo. A trilha é fácil, sem obstáculos, somente tem uma subida bem puxada, que faz qualquer um ter dor na panturrilha, mas nada que um tempinho parado não resolva. Dá entre quase 3km de subida! Chegando lá em cima, encontrei um lugar lotadíssimo, praticamente sem lugar para assistir o por do sol. Barracas, violões, cachorros passando frio, e pessoas tentando achar um lugar pra tirar uma foto e ver o nascer do Sol. Vídeo da viagem: A vista de lá é linda, e vale totalmente a subida. Além de que a noite as estrelas são um espetáculo a parte. Dá pra ver Angra dos Reis, Paraty, etc. Sofri a semana toda com medo do tempo não estar bom, mas estava perfeito para um nascer do Sol. Fiquei até 7:20 e desci. Fui tomar um café na cidade, e parti pra Cachoeira do Pimenta. A estrada é tranquila, e o carro chega até a cachoeira, que por sinal é linda! tem 3 quedas, e fazendo uma pequeno trilha de 1 minuto, você chega na mais bonita delas. Estava bem vazia, e deu pra aproveitar bem. Voltei pra cidade, almocei, e fui para o Lavandário de Cunha, uma plantação de Lavanda, Alecrim e outras coisas. Entrada: 10 reais por pessoa. A vista de lá é linda! O céu estava muito azul, e fiquei dando uma volta por lá, vendo as abelhas, as plantinhas, e pensando que moraria fácil num lugar como aquele. É um pouco corrido e cansativo, mas vale a pena fazer as 3 atrações no mesmo dia!
  6. É sim! tem que combinar com o dono, segue o contato: https://www.facebook.com/waldenxxi/
  7. Visitei a cidade de São Roque, no interior de São Paulo em busca de isolamento e descanso. Escolhi um Airbnb que vinha namorando a meses, uma cabana de madeira, com tratamento de água, energia solar, árvores frutíferas e ervas no terreno, galinheiro, e muita natureza. Vídeo da viagem: Paguei cerca de 280 reais na hospedagem. Levei comida que comprei em um mercado próximo, gastando 60 reais. Na casa o banho é todo fornecido pela energia solar, tanto do chuveiro quanto da banheira. A água cinza, que é a da lavagem da roupa, louça e do banho, é tratada com bananeiras, que filtram dessa água e a devolvem pra natureza. Causando menos impacto no meio ambiente. Lá existem árvores de tomate, laranja, limão, banana, alecrim, boldo, babosa, mirra, lavanda, e várias outras. A casa tem duas varandas no andar de cima, e em uma delas é possível assistir ao por do sol. Passei um fim de semana isolado de tudo que eu já estava saturado, e foi uma experiência muito boa, tanto com o airbnb, a natureza, e a cidade.
  8. Visitei a Cachoeira do Jamil, em São Paulo (capital). Ela está em uma propriedade particular, e é cobrada uma taxa de 25 reais para o acesso. Pode-se também acampar, pagando 50 reais. Vídeo da viagem: Saí de São Bernardo, e segui as orientações que os proprietários me passaram por whatsapp. Segui até a Marginal Pinheiros, e de lá coloquei no GPS “Cachoeira do Jamil”, pois se colocasse direto daqui, ele iria indicar um caminho muito mais difícil. Você anda muito, pega trânsito, muito farol, e bairros residenciais. Depois entra na estrada de terra, e o mais indicado é ir pela 2ª opção de estrada, que está melhor para o carro. Aí você atravessa trilho de trem, uma subida cheia de pedras que foi difícil fazer o carro 1.0 passar, mas descendo todo mundo do carro, e deixando ele mais leve, subiu. Na entrada o próprio Jamil te dá um “termo de responsabilidade” (um caderno que você assina seu nome, e explica que é perigoso entrar na água em alguns lugares, e fala da correnteza. Já ouvi relato de mortes ali. Chegamos bem cedo, e ela estava praticamente vazia, e tive uma surpresa com o tamanho de uma queda. O que também impressiona é como a paisagem da cachoeira parece ter saído de algum outro país, como Canadá ou Estados Unidos, pois o entorno da cachoeira é repleta de Pinheiros. A trilha dura uns 20 minutos, e indo até o final dela, chega-se a uma prainha, que é uma parte que o rio fica mais calmo, e tem um espaço maior para nadar. Ali realmente parece uma praia, pois tem uma faixa de areia para ficar. Na minha opinião, a trilha sendo curta, e com as “regras” dos proprietários, a cachoeira só é legal de ser visitada enquanto está vazia, pois depois chegou muita gente com churrasqueira, e uma família levou uma caixa de som enorme, fazendo um barulho que me deu vontade de ir embora. A trilha e a cachoeira são bem limpas. Existem avisos de levar seu lixo em todo lugar, mas quando ela fica lotada, o lixo começa a aparecer. Como lá só pode ser visitado em fim de semanas, provavelmente durante a semana eles fazem uma limpeza. Dá para chegar de transporte público, mas você vai andar bastante. Viajar me fez perceber que todo local tem seus atrativos, inclusive com natureza. E São Paulo tem vários assim.
  9. Em alguns feriados pessoal acampa na areia, mas quase sempre acordam com a barraca rasgada hahaha
  10. Acampar na praia em geral é proibido no Brasil. Recomendo acampar em um camping para ver como é, existem vários lugares que os preços são bem baixos. Na Prainha Branca existem camping de uns 30 reais a diária:
  11. Faz a trilha do Pico do Lopo, em Extrema! É autoguiada e bem tranquila!
  12. Muito se discute qual a diferença entre uma viagem comum e um mochilão. Opiniões a parte, vou detalhar aqui como eu planejo minhas viagens e mochilões. Lembrando que este é meu modo, e que obviamente varia de pessoa para pessoa. DESTINO Os destinos das minhas viagens aparecem em minha vida das mais diversas formas: vejo fotos ou vídeos na internet, leio sobre iniciativas locais, e assim vai. Geralmente eu escolho um ponto turístico que quero muito ir, então pesquiso sobre a cidade/estado/país, vejo outros pontos turísticos próximos, cidades próximas, e então monto uma lista de lugares a visitar que julgo os com melhor custo benefício. Exemplo: Se meu sonho é conhecer o Cristo Redentor no Rio de Janeiro, ele pode ser meu ponto de partida. Então vejo outros pontos turísticos de lá, como o Pão de Açúcar, Pedra do Telégrafo, Parque da Laje, Museu do Futuro, Mirante Dona Marta, e assim vai. De um ponto de interesse, eu pesquisei coisas próximas, e montei a base do que vou visitar. PASSAGEM Sabendo para onde quero ir, pesquiso sobre como vou para o destino. Caso tenha possibilidade e disponibilidade (tempo), eu pesquiso primeiro passagens de ônibus, e verifico se a economia é suficiente para justificar o tempo que iria gastar na viagem. Por exemplo: ir de ônibus para a Bahia leva tanto tempo, que compensa mais ir de avião. Sem contar que o ônibus para lá nem é tão barato assim, e é possível encontrar boas promoções de passagens aéreas. E as vezes nossas folgas são tão curtas, que perder um dia e meio em um ônibus, pode sacrificar vários passeios no local. Eu pesquiso primeiro em algum site que compara preços, como o Decolar. Achando a passagem que quero, vou diretamente no site da companhia e compro lá mesmo. Assim, evito as taxas que esse site de site cobra. Caso eu tenha disponibilidade de dias, sempre verifico se não fica mais barata ir um dia antes do planejado, ou voltar um dia depois. As vezes essa mudança gera uma economia de centenas de reais. Nessa tabela podemos ver um exemplo do que falei. Indo sábado, dia 02 de março de 2019, e voltando na terça, dia 05, você pagaria 1567 reais. Já indo dia 4 e voltando dia 8, o valor cai para 812 reais! Em 2017 fui para uma comunidade alternativa na Bahia chamada Piracanga, e com essa técnica paguei 400 reais na passagem de ida e volta! HOSPEDAGEM Com o destino escolhido, e a passagem comprada, agora vou atrás de um lugar para ficar, de acordo com a grana que tenho, e com a experiência que desejo ter. Eu gosto muito de natureza, e tento integrar minha hospedagem com ela. Pesquiso no AirBnb cabanas de madeira, casas em meio a floresta, casas na árvore, etc. Também me agrada muito ficar em Hostels (albergues), pois a integração com outras pessoas é enorme! Você conhece outras realidade, países, pessoas, culturas, além de treinar sua inglês, espanhol... E os preços dos hostels costumam ser bem atrativos, deixando a viagem mais barata, podendo-se até fazer passeios a mais, pois você gastou menos com hospedagem. Recentemente fiquei nesta casa na árvore, pelo AirBnb. Ela tinha café da manhã, uma vista linda, e dividi a casa com os moradores. Conversamos sobre vários assuntos, conheci a vida deles, eles a minha, e tive uma interação maior com pessoas e com o local, pois os locais sempre dão dicas do que visitar da região. Em hostels eu costumo ligar ou mandar e-mail diretamente para eles, pois qualquer taxa que eles paguem para o site de reserva pode virar uma economia. Quando fui para o Chile, pesquisei um hostel que era uma casa de madeira em meio a uma vegetação, e fiquei encantado. Liguei para lá sem falar nada de espanhol, e depois de alguns minutos, já estava com a reserva feita. As pessoas são bem solícitas, e tentam de toda forma ajudar quem precisa. Exemplo do Booking, site onde você pode pesquisar pela data e destino, e receber indicações de hospedagem: Uma experiência no AirBnb: COMPILANDO AS INFORMAÇÕES Agora você já tem um destino, um local para dormir, e sabe como vai chegar até lá, mas ainda falta muita coisa! Chegando no aeroporto, como você vai até o local de hospedagem? Alguns hostels, pousadas, ou hotéis, possuem convênio com serviços de transfer, que te buscam no aeroporto ou rodoviária. Caso você queira um serviço desse (mais caro que um ônibus ou metrô), deve conversar com o estabelecimento, e contratá-lo. Eu busco sempre uma alternativa mais barata, já peguei carona, fui de taxi, uber, ônibus comum, fui a pé, mas em uma determinada situação, eu precisava estar no aeroporto 6 da manhã. Contratei então o transfer, uma van que passou em diversos hotéis e pousadas, pegando as pessoas para deixá-las no aeroporto. O próximo passo é separar as atividade por dia! Essa ordem de atividades deve ser feita com um critério muito simples: distâncias. Se na parte da manhã você vai em uma praia, que ao lado dela exista um lugar que você quer almoçar, marque para a tarde algo próximo. E deixe para o próximo dia algo que fique mais distante de lá. Assim você economiza o tempo e dinheiro do deslocamento. No próximo dia faça o mesmo, em outra região. Tudo pode ser consultado pelo Google Maps, assim você mede as distâncias, e faz mais por menos. Exemplo de roteiro em São Paulo: Dia 1 - Café de manhã no Hostel, caminhada no Parque Trianon e avenida Paulista, almoço na Rua Augusta, a tarde vai até o Beco do Batman, suco em algum local próximo, e depois Praça do por do Sol. Dia 2 - Café da manhã no Hostel, museu da imigração na parte da manhã, almoço do Mercado Municipal, e depois atravessar a rua para visitar o Museu Catavento. E assim vai o restante dos dias. Atrações próximas criam a possibilidade de ver mais coisas em sua viagem! ECONOMIA Algumas formas de economia nas viagens: No caso de AirBnb e Hostel, pelo menos algumas vezes durante a viagem, eu cozinho minha própria comida. Isso gera uma economia de dinheiro, e depois posso gastá-lo com outros passeios, comer em algum lugar mais caro, ou mesmo viabilizar a própria viagem, pois em alguns casos eu já fui planejando cozinhar, ou então eu não poderia ter viajado. Compre os ingredientes no mercado e use a cozinha comunitária. Geralmente eles já possuem sal, óleo, e outras coisas básicas. TRANSPORTE DURANTE A VIAGEM Para ir de uma atração a outra, caso não seja possível ir a pé, você terá que pegar um transporte. Em alguns países existem cartões que você pode recarregar e pegar ônibus e metrô. Em cidades maiores o Uber está presente, e se torna uma opção barata, mas atenção para as cidades que o serviço é proibido, e pegá-lo mesmo assim pode complicar sua viagem, caso seja pego. Cartão de Santiago - Chile. PREVISÃO DO TEMPO Embora seja algo que não podemos planejar, podemos usá-la a nosso favor para minimizar os transtornos que uma chuva pode causar. Por exemplo: No dia 1 você vai a um museu, e nesse dia a previsão é de Sol. No dia 4 você vai fazer uma trilha, mas a previsão é de chuva. Você pode inverter os passeios, e assim aproveitar os dois! Exemplo de roteiro visual: Dicas gerais: Verificar feriados locais, pois pode ter muita coisa fechadas nessas datas. Buscar cardápios de restaurantes na internet, isso pode poupar tempo e dinheiro, pois se for mais caro do que você deseja, você nem vai. Baixar aplicativos que podem ajudar a sua viagem: previsão do tempo, uber, bla bla car, app da companhia aérea (fazer checkin antecipado), etc. Caso seja um país de outra religião diferente da sua, verificar se você não vai desrespeitar costumes. Por exemplo, na Tailândia você não pode ter uma tatuagem de uma cabeça de Buda. Verifique se a cotação para trocar o dinheiro é melhor no destino. Trocar no Brasil quase sempre não é vantajoso. Verifique sem o país pede alguma vacina, como febre amarela. A maioria das vacinas precisa ser tomada alguns dias antes da viagem, e se você esquecer e tomá-la no dia anterior, ainda assim não poderá embarcar. Para países do Mercosul você pode viajar somente com RG recente. Não vale CNH, somente o RG. Agora é hora de fazer se roteiro e viajar! Good trip! *Eu fiz esse post originalmente para o meu blog de viagens, mas postei aqui porque ele pode ajudar muito mais pessoas do que o meu blog consegue alcançar*
  13. Camping Raio de Sol! O contato: https://www.facebook.com/profile.php?id=100005492583245 Fiquei lá e gostei!
  14. Um ano depois, mas existem campings por 20 reais com você levando sua barraca. Quem quiser ver, minha experiência na Prainha Branca:
  15. No final de 2016 eu fui conhecer uma praia chamada Praia do Santiago, em São Sebastião - SP. Amo praia, e tenho um canal no YouTube de viagens, então estava com alguns equipamentos de filmagem e foto no dia. Fiz algumas imagens com o drone, e entrei no mar com um amigo para aproveitar e também fazer umas fotos embaixo da água. Fizemos algumas fotos, mas queríamos uma que fosse em um local mais fundo, então fomos até o limite de onde conseguíamos tocar o chão de forma tranquila. Mergulhamos e fizemos as fotos. Então começou um dos momentos mais angustiantes da minha vida. Começamos a voltar para a areia, mas entramos em uma área que estava com uma correnteza muito forte, e puxa demais para o mar. As ondas vinham, eu e meu amigo nadávamos e tentávamos pegar carona nelas, mas logo em seguida éramos puxado o dobro para o fundo. Nadei por 2 minutos, tentando a todo custo voltar. Quem nada sabe o quanto cansa isso, e eu não sou preparado para essas situações, apenas sei nada o básico. Eu cansei, cansei muito, já não tinha braços. Então pela primeira vez na vida eu pensei que iria estar em uma situação que poderia não ter volta. Os braços já faziam menos força, e eu tentava raciocinar, mas o desespero já tomava conta. Então eu olhei pro lado, e vi a alguns metros várias pedras. Como elas estava para o lado, e um pouco atrás, eu conseguiria nadar até elas. Gritei para o meu amigo para irmos até lá, e fomos. Subi na pedra e me machuquei nas pernas, ralei canela, joelho e braços. Mas consegui subir na pedra, mesmo escorregadia. O meu amigo chegou logo em seguida. Descansamos, e pulamos para uma pedra na frente, e assim por diante. Até que, exaustos, chegamos na areia. Eu já passei alguns perrengues na vida, já estava em um carro que capotou. Mas essa vez, foi a que estive mais próximo de perceber que a vida é frágil demais, e que qualquer vacilo, já era. Fica de lição, aprendizado, história, e tatuagem das coordenadas do local que quase tirou minha vida, e da pedra que a salvou. 23° 48' 33" S 45° 32' 42" W Não coloquei no vídeo a parte que quase me afogo, mas foi isso o que vimos no dia:
  16. Tem um camping quase selvagem que fui. Se alguém se interessar, coloquei o relato aqui no fórum:
  17. Oi Pessoal! Dia 09/12/2018 fiz uma trilha no Parque Estadual Carlos Botelho, na cidade de Sete Barras, interior de São Paulo. O parque possui algumas trilhas, porém eu fiz a da Cachoeira do Ribeirão Branco. Ela tem 10 km, e é no geral plana, sem subidas difíceis. Nível fácil, basta ter disposição pra andar. As trilhas só podem ser feita com guia, porém na entrada do parque existem alguns lugares para banho no rio, e para isso só é necessário pagar a entrada do parque. A trilha é fácil, e cruza-se o rio duas vezes, mas sem maiores dificuldades. A cachoeira é linda, não tão alta, mas tem um poço bom para banho. A água é muito limpa! Aqui um vídeo que fiz da trilha: Em anexo também estão as fotos. Encontrei alguns cogumelos amarelos enormes! Poucos pássaros, poucos insetos também, um sapo, e nada de macacos. A trilha é bonita, e boa para contemplação. Existia uma Figueira no parque mais mais de MIL ANOS! Porém ela estava infestada de cupins, e na última tempestade não aguento e caiu. O parque decidiu deixar o que resto da árvore no local, para preservar sua e memória. Sete Barras fica a mais ou menos 4 horas de SP, perto do PETAR. A cidade tem esse nome porque os portugueses pegavam algumas pessoas para recolher o ouro, e entregar a eles, para então seguir até Portugal. A lenda diz que algumas pessoas pegaram 7 barras de ouro e enterraram na cidade, para depois voltar a buscar. Nunca voltaram, e até hoje ninguém achou esse ouro. Trilha boa e bonita, vale a pena! Valeu!
  18. @Damarens Santos Eu fiz pelo Desviantes, o site que agrupa destinos de viagens. Tenho um canal de viagens no youtube e procuro testar alguns serviços de agências de viagens de aventura. Eu gostei!
  19. @Damarens Santos Com guia! Fiz a trilha que passa por muitas cachoeiras, e pelo que sei, essa trilha só pode ser feita com guia. E na caverna, vale a pena pegar um pra explicar, eu que gosto de natureza e de como as coisas se formam, aprendi bastante.
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