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Diogo Rodrigues

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Tudo que Diogo Rodrigues postou

  1. Oi Rafa! Tem bastante coisa lá no entorno, mas melhor fazer tudo de dia, porque a noite é meio perigoso lá. No Copan tem padaria, restaurante, etc, mas eu fiquei mais no apartamento mesmo curtindo a vista, porque é muito incrível. O ifood de lá também é demais, porque tem tanta coisa famosa pra provar que também vale a pena hahahah Eu indico pegar o mesmo lado que o meu, exatamente pelo pano das obras!
  2. Opa! Valeu! Então, foi pelo airbnb, você escolhe a data que quer e vê se ela está disponível. Geralmente dá pra conseguir uma data com menos de um mês. O instagram "Airbnb no Copan" administra vários apartamentos lá, dá uma olhada que vale muito a pena!
  3. Ficamos no Edifício Copan, um dos prédios mais famosos de SP. O Copan foi inaugurado em 1966, e foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Possui 1160 apartamentos residenciais, além de lojas, padarias e restaurantes, e é o maior prédio residencial da América Latina. Lá tem até CEP próprio! Ficamos no 32° andar (último andar!), e tivemos uma vista incrível de SP! Pra quem quiser ter essa experiência, uma diária no apartamento que ficamos custa em média 230 reais. Dicas de passeios e comidas proximas: - Estadão Lanches - A Casa do Porco - Bar da Dona Onça - Marilda Lanches - Hot Pork - Edifício Itália - Bullguer (em frente o Copan) A região do Copan a noite é um pouco perigosa, então compensa concentrar os passeios na parte do dia, e a noite pedir alguma comida no apartamento. Dá pra chegar de metrô (estação República, linha vermelha e amarela), e pra quem vai de carro, existem alguns estacionamentos 24 horas na região. Para visitar o terraço, somente em dias de semana, na parte da tarde, acompanhado de um bombeiro. Vale muito a visita, além de ter uma vista única de SP, é possível viver as infinitas possibilidades que aquela região proporciona. Quem puder se inscrever no canal, sempre tem viagens, dicas e ideias de lugares: www.youtube.com/umacameraviagens Valeu!
  4. Uma lista de 14 cachoeiras próximas da cidade de São Paulo (algumas delas são na própria cidade!). 1 – Cachoeira do Saltão – Itirapina – SP A cidade de Itirapina fica próxima de Brotas, que é famosa por sua natureza e por esportes radicais. A Cachoeira do Saltão está em uma propriedade particular, e existem mais duas outras cachoeiras no local. É possível também acampar no local. O único problema de ir de carro para lá, é que os pedágios somados chegam quase a 80 reais. Em alguns dias, é possível fazer uma tirolesa que sai da parte de cima da cachoeira. Distância de São Paulo: 217 km. Vídeo da cachoeira: 2 – Cachoeira da Laje – Ilhabela – SP A Cachoeira da Laje fica no meio da trilha para a praia de Bonete, em Ilhabela, uma das mais famosas e bonitas da ilha. A trilha é relativamente simples, embora dure um pouco mais de 1 hora, ela tem poucos trechos difíceis, somente algumas subidas mais fortes. Dá pra deixar o carro no começo da trilha, onde é cobrado estacionamento (em torno de 10 reais), lá eles vendem água, caso precise para a trilha. A cachoeira é linda, e nas duas vezes que visitei estava vazia. Em uma determinada parte, existe um tobogã natural, e você pode descer sem medo, já que não existem pedras próximas que podem machucar, embora seja recomendável sempre mergulhar antes para ver, pois pode ter rolado uma pedra ou galho recentemente. Distância de São Paulo: 202 km Vídeo da cachoeira: 3 – Cachoeira da Pedra Lisa – Boiçucanga – SP Gosto muito dessa cachoeira, pois está em Boiçucanga, onde podemos ver o Sol se pôr no mar, aproveitar praias bonitas, e ainda conhecer a Cachoeira da Pedra Lisa, que tem uma trilha muito legal, pois une uma mata preservada, travessias no rio, e uma cachoeira grande e quase sempre vazia. Para chegar mais próximo da queda, fique atento as pedras escorregadias. Distância de São Paulo: 158 km Vídeo da cachoeira: 4 – Cachoeira dos Pretos – Joanópolis – SP A Cachoeira dos Pretos é a maior cachoeira do Estado de São Paulo, mas ela não é uma das minhas preferidas, pois como tem uma estrutura de restaurante e chalés, ela acaba estando lotada quase sempre, principalmente em dias de calor. E eu gosto muito de cachoeiras tranquilas e vazias, então não escolho ela sempre como um destino para aproveitar o fim de semana. Apesar disso, o tamanho dela impressiona, ainda mais quando é visto de longe. Distância de São Paulo: 120 km Vídeo da cachoeira: 5 – Cachoeira do Pimenta – Cunha – SP A Cachoeira do Pimenta fica em Cunha, cidade de São Paulo que está bem próxima da divisa com o estado do Rio de Janeiro. Ela geralmente é um destino para quem vai assistir o nascer do Sol na Pedra da Macela, e como fica próxima, é um atrativo a mais. Ela tem 2 poços, e é muito bonita! Vale a pena subir por uma pequena trilha, e assistir a queda no poço de cima (esse da foto abaixo). Ela fica dentro de uma propriedade privada, e paga-se entrada. Distância de São Paulo: 232 km Vídeo da cachoeira: 6 – Cachoeira do Jamil – São Paulo – SP Visitar a Cachoeira do Jamil é uma viagem a outro país, mas sem sair de São Paulo. A vegetação próxima da cachoeira parece ter saído de algum filme Canadense ou Americano, e o cenário é muito bonito. Ela fica próxima do bairro de Parelheiros, e é recomendável ir de carro, já que de transporte público você vai andar MUITO. Paga-se 25 reais para entrar (50 por dia para acampar lá), e é recomendado ir bem cedo, pois depois a cachoeira recebe muitos visitantes que levam caixas de som e churrasqueiras. Vídeo da cachoeira: 7 – Cachoeira do Ribeirão Branco – Sete Barras – SP A Cachoeira do Ribeirão Branco fica na cidade de Sete Barras, dentro do Parque Estadual Carlos Botelho, e para fazer uma das trilhas é necessário contratar um guia. A queda é bonita, com um acesso mais fechado, cheia de pedras, mas tem uma água muito clara, principalmente em dias de Sol. Distância de São Paulo: 222 km Vídeo da cachoeira: 8 – Cachoeira do Meu Deus – Eldorado – SP A Cachoeira do Meu Deus tem 53 metros de queda, e impressiona pela força da água. Atrás dela existe uma gruta que pode ser acessada nadando, e existem dois caminhos para chegar na cachoeira: um menor, que é possível estacionar o carro e fazer uma trilha curta, ou então encarar a trilha do Vale das Ostras, que passa por mais de 7 cachoeiras, mas leva mais de 4 horas, parando em mais cachoeiras do caminho. Ela geralmente é feita por agências de turismo que incluem a Caverna do Diabo no mesmo dia, sendo a caverna de manhã e a cachoeira a tarde. Ela fica na cidade de Eldorado, já mais próxima da divisa com o estado do Paraná. Distância de São Paulo: 295 km Vídeo da cachoeira: 9 – Poço Formoso – Paranapiacaba – SP O distrito de Paranapiacaba faz parte da cidade de Santo André, e tem uma natureza incrível, que até parece ser longe de São Paulo. Lá existem diversas cachoeiras, embora a maioria delas esteja com a visitação proibida. Uma das atrações mais visitadas e legalizada é o Poço Formoso. Para fazer a trilha é necessário guia, e você pode se dirigir até a parte central da cidade, e lá conversas com guias para fechar um valor e fazer a trilha. Chegue cedo! Na maior parte das vezes a trilha começa as 8 ou 9 da manhã. Como chegar: pegue um trem até a estação de Rio Grande da Serra, e depois um ônibus até Paranapiacaba (ele sai da parte de fora da estação bem simples encontrar). Vídeo da cachoeira: 10 – Cachoeira da Fazenda Cabuçu – Santos – SP A trilha da Fazenda Cabuçu é feita com guias, e os donos possuem convênio com algumas empresas de ecoturismo. Eu fiz a trilha com uma agência de Santos, tivemos um guia da agência, um guia local, e no final rolou um café da tarde que os donos ofereceram, com salgados e bolos feitos lá mesmo. A trilha é relativamente tranquila, mas é interessante não ser totalmente sedentário, e ir com calçado específico, pois uma senhora torceu o pé e precisou ser carregada até o final da trilha. A cachoeira possui um tobogã natural. Distância de São Paulo: 95 km Vídeo da cachoeira: 11 – Cachoeira do Barrocão – Bom Jesus dos Perdões – SP A Cachoeira do Barrocão fica na área rural de Bom Jesus dos Perdões, e apesar de não ser grande, possui um ambiente muito agradável. Eu fui em um dia de sol, e fiquei sozinho por horas aproveitando o silêncio do ser humano, e os sons da natureza. Distância de São Paulo: 85 km Vídeo da cachoeira: 12 – Parque Estadual da Cantareira – Núcleo Cabuçu – Guarulhos – SP O Parque Estadual da Cantareira é uma floresta urbana, e que tem uma natureza que as vezes é difícil acreditar que fica em São Paulo. O Núcleo Cabuçu fica em Guarulhos, em uma região muito pobre, com péssimas ruas, que são constantemente pioradas pelas pedreiras que existem na região, que transitam o dia todo com caminhões pesados no meio do bairro. Paga-se 14 reais para entrar, e então parece que você se teletransportou pro interior. Eu vi alguns macacos prego (antes do surto de febre amarela), lagartos e pássaros. E no final da trilha, existe uma cachoeira para se refrescar. Vídeo da cachoeira: 13 – Cachoeira Escondida – Joanópolis – SP A Cachoeira Escondida fica bem próxima da Cachoeira dos Pretos, mas felizmente costuma receber menos visitantes, embora ainda não dê para considerar como uma cachoeira tranquila. Para-se para entrar, e no terreno existe um restaurante que serve almoço. Distância de São Paulo: 130 km Vídeo da cachoeira: 14 – Parque Estadual da Cantareira – Núcleo Engordador – São Paulo – SP O Núcleo Engordador do Parque Estadual da Cantareira fica em São Paulo, e também está em uma região muito carente. A trilha até a pequena cachoeira é tranquila, e no caminho você passa por outra pequena cachoeira. Paga-se 14 reais para entrar, e você pode estacionar o carro dentro do parque. Vídeo da cachoeira: E aí, já decidiu qual vai ser seu próximo destino? Assista também: Uma cidade com 33 cachoeiras no Sul de Minas Gerais:
  5. Livros e filmes nos ajudam a fazer planos, criar sonhos, e viajar sem sair do lugar. Depois da lista que fiz com filme para quem ama viajar, faço também uma com livros! Todas as fotos são de livros que possuo, e essa lista está sempre em constante atualização, pois histórias sempre acontecem e são contadas. Boa leitura! 1 – On the Road On the Road – Jack Kerouac O primeiro livro da lista foi o livro que despertou em mim a paixão pelas viagens de carro, a contracultura, e os anos 50 e 60. Embora eu ainda goste a ideia da viagem que eles fizeram no filme, acho a rotina bem tóxica, além de todas as outras questões envolvendo o movimento Beatnik. “On the Road é um livro do escritor estadunidense Jack Kerouac. Considerada a obra-prima de Kerouac, um dos principais expoentes da geração beatnik dos Estados Unidos, sendo uma grande influência para a juventude dos anos 60, que colocava a mochila nas costas e botava o pé na estrada.” 2 – Pé na África Pé na África – Fábio Zanini Este foi o primeiro livro sobre o continente Africano que li, e me apaixonei! Depois dele, tive a chance de ler mais alguns, e minha vontade de vistar vários países do continente só aumentou. No livro, Fábio relata as suas andanças por 13 países do continente e cerca de 30 cidades. 3 – Islândia, seus vulcões e Eu Islândia, seus vulcões e Eu – Luciana Nobile “O livro conta a história da autora de sua viagem à Islândia, onde esteve para rever uma amiga islandesa que conhecera 40 anos antes, em um intercâmbio estudantil.” Acabei chegando a esse livro por acaso, enquanto olhava a parte de turismo de uma livraria, e me espantou o quanto tinha um valor elevado, apesar de ser bem curto. Gostei da leitura, e saí um pouco do estilo de livro de viagens que costumo ler, pois é uma viagem de turista, com estrutura e sem grandes aventuras, mas que conta uma boa história. Assista também: 4 – De Istambul a Nova Délhi – Uma aventura pela Rota da Seda Rota da Seda – Guilherme Canever O Guilherme é um verdadeiro mochileiro, que conhece muitos países do continente Africano, além de vários outros pelo mundo. Este foi o segundo livro que li do autor (o primeiro foi sobre uma viagem na África), e foram apresentados a mim países dos quais eu não conhecia absolutamente nada, além de muita história do mundo. 5 – Fé em Deus e Pé na Tábua Fé em Deus e Pé na Tábua – Donald Miller O livro do Donald Miller é uma história bem pessoal, mas que não deixa a desejar no quesito aventuras em viagens. Ele faz uma road trip muito legal, e escreve de uma forma fácil e acessível. 6 – Guia Fuja Por um Ano Guia Fuja por Um Ano Este guia foi um dos meus primeiros livros de viagens longas, e nele você lê histórias de pessoas que tiraram meses ou anos sabáticos, tem dicas de planejamento e destinos, além de se inspirar! Assista também: 7 – China, Diário de Bordo China – Leonardo Alves Eu não conhecia quase nada sobre a China além de algumas questões políticas e tecnológicas, e decidi ler este livro para aumentar meu conhecimento. Infelizmente me deparei com um autor extremamente preconceituoso, que me ajudou sim a ter mais familiaridade com a China, mas também me mostrou como não agir em uma viagem, e nem como ser na vida. Vale a leitura por conta da China, mas o autor está longe de ser um viajante de verdade. 8 – Na Natureza Selvagem Na Natureza Selvagem – Jon Krakauer O livro é famoso, e o filme mais ainda. Conta a história real de uma rapaz que largou o conforto da família e foi se aventurar no Alaska. O livro tem muitas informações novas, e vale como complemento do filme, embora eu ache que são obras bem diferentes. 9 – Walden, ou a vida nos Bosques Walden – Thoreau Este livro chegou a mim pelo filme de Na Natureza Selvagem, e se tornou um marco em minha vida. Cheio de marcações, ele parece ser um consolo em momentos de desilusão com a sociedade, pois tem muitas mensagens importantes, e que podem ajudar em nosso crescimento como pessoa (e sociedade). Thoreau morou dois anos na floresta, em uma casa que ele mesmo construiu, e conta a história neste livro. Assista também minha visita em um lugar inspirado pelo livro: 10 – Candongueiro Candongueiro – João Fellet Este é meu livro preferido sobre o continente Africano! João Fellet me deixou feliz e me fez chorar, enquanto contou tudo que viveu em alguns países. Vale muito a leitura! Temos muito a aprender com o povo da África. 11 – Aventuras de uma Pseudovirgem Aventuras de uma Pseudovirgem – Iris Bahr Neste livro uma mulher de Israel faz um mochilão pela Ásia, e conta sua história, falando sobre sexualidade e conhecimento. Embora o título fale mais sobre sexo, o livro é bem recheado de viagens. 12 – Vida Nômade Vida Nômade – Robison Portioli Neste livro Robson fala sobre aventuras e viagens, que vão desde as que viveu com sua família enquanto ainda era criança, até as que vive atualmente rodando o Brasil e o mundo. É uma leitura bem pessoa, e vale a pena conhecer! Assista também: 13 – Projeto 5 Continentes Projeto 5 Continentes – Raphael Karan ” Conheça a partir de 160 mil km de estrada, a história e lendas do Oriente Médio, Ásia, África, America do Sul, Central e do Norte, Europa e Oceania.” Raphael fala sobre viagens de moto, intimistas, vivencialistas, e empolgantes. Vale a leitura! 14 – Kilimanjaro Kilimanjaro – Gustavo Ziller e Gabriel Tarso Gustavo tem um programa no Canal OFF chamado 7 cumes, onde o objetivo é escalar os 7 cumes mais altos do mundo. E este livro fala de um dos 7 objetivos, que é o ponto mais alto do continente Africano, o Monte Kilimanjaro, na Tanzânia. O livro é ilustrado pelas fotos do sempre incrível Gabriel Tarso. 15 – CHILE CHILE – Diogo Rodrigues Gonçalves Este livro é um pequeno relato de um mochilão que fiz pro Chile em 2011, a minha primeira viagem sozinho, primeira fora do Brasil, e até mesmo meu primeiro voo de avião. Pode ser baixado de graça aqui: http://www.mediafire.com/file/vxozcm56plgrb5j/CHILE_-_Diogo_Rodrigues_Gon%25C3%25A7alves.rar/file 16 – Piracanga Piracanga – Diogo Rodrigues Gonçalves Em 2017 visitei a comunidade de Piracanga, na Bahia, com o intuito de aprender mais sobre permacultura, sustentabilidade, ecovila, autogestão, e demais assuntos que lá são aplicados, além de vivenciar como é um modo de vida alternativo. Contei minhas impressões positivas e negativas neste livreto, e você pode baixá-lo de graça aqui: http://www.mediafire.com/file/48c6wposox7o3t1/Piracanga_-_Diogo_Rodrigues_Gon%25C3%25A7alves.pdf/file Meu vídeo sobre Piracanga: 17 – De Cape Town a Muscat – Uma aventura pela África *foto da internet Este foi o primeiro livro que li do Guilherme, um verdadeiro mochileiro que busca lugares fora do eixo do turismo. Uma viagem por vários países do continente Africano, ilustrado com fotos e ilustrações incríveis. Vale MUITO a leitura! Good trips!
  6. Tô nessa busca também. A estratégia que criei é ter diversas fontes de renda. Ainda não vivo viajando, mas tô na busca. Criei um projeto que documento viagens no youtube, blog, instagram, e facebook. Aí tô em busca de fazer crescer o canal pra conseguir ganhar com o Adsense, além de tudo que envolve e pode render grana. Também coloquei o adsense no blog , faço links com produtos da Amazon no programa de afiliados (ganho em média de 10% por produto vendido), participo do hormat (marketing de afiliados), vendo fotos e vídeos das viagens no adobe stock e no shutterstock, etc. Além de investir em fundos imobiliários (e um pouco em tesouro direto selic, apesar de que atualmente não ta tão bom) pra ter um extra todo mês. Apesar de ser bastante coisa, leva um tempo até ganhar uma grana relevante. Aliei também a sempre colocar o link de indicação pra cadastro no AirBnb, assim quem se cadastrar com meu link ganhar um desconto, e eu também, viabilizando mais viagens. E trabalho no meu emprego comum até conseguir fazer tudo isso virar. Enfim, acho que o caminho pra quem não trampa remoto em alguma empresa é esse, ter o maior número possível de fontes de renda.
  7. O Pôr do Sol é um dos momentos que mais gosto do dia, pois em meio a cores vibrantes, e pensando no que o dia inteiro me trouxe, eu contemplo a chegada do céu estrelado, e com ele, surgem novos planos para novos dias. Aqui listo os lugares que mais gostei de presenciar o Pôr do Sol no estado de São Paulo. Praia de Boiçucanga – São Sebastião – SP A praia de Boiçucanga está a mais ou menos 8km da praia de Maresias, e esse curto caminho é incrível! Entre curvas fechadas, a todo momento o mar se mostra no horizonte, e o céu parece se fundir com a imensidão de água. Assistir o Pôr do Sol dessa praia é fácil e bonito, pois em algumas épocas do ano o Sol se põe no mar. Aproveite para antes passar na Cachoeira da Pedra Lisa, e depois assistir o Pôr do Sol na praia! Distância de São Paulo: 159km Vídeo do Pôr do Sol em Boiçucanga: Praça do Pôr do Sol – São Paulo – SP Por entre pizzas de 10 reais, pessoal praticando fazendo slackline, e casas de alto padrão, está a Praça do Pôr do Sol, no Alto de Pinheiros. O nome oficial da praça é Coronel Custódio Fernandes Pinheiros, e ela é um destino famoso da zona Oeste de SP. De lá é possível ver o Sol sumir no horizonte de prédios e poluição, mas ainda sim é uma cena linda, e vale uma visita! Pedra do Santuário – Pedra Bela – SP A cidade de Pedra Bela fica em uma região que tem algumas das cidades mais legais e próximas da capital. Ela é bem pequena, seu centrinho é bem típico de cidade do interior, mas subindo a Pedra do Santuário, você tem uma das vistas mais legais da região. Além de lá estar a segunda maior tirolesa da América Latina, com incríveis 1.900 metros de extensão. Existe uma escada para subir do estacionamento até a pedra, e mesmo cansando um pouco os mais sedentários, quando chega-se no topo, todo o cansaço some, e dá lugar a um alívio misturado com satisfação. Outra dica é: saia de SP perto das 23:00, suba a escada na madrugada, e em uma noite sem nuvens, deite no chão. A vista das estrelas é incrível! Já fiz isso duas vezes, e pretendo fazer muitas outras. Distância de São Paulo: 118km Vídeo em Pedra Bela: Pedra Grande – Atibaia – SP A cidade de Atibaia é famosa por ser a Capital Nacional do Morango (embora o título ainda não esteja oficializado), mas é na Pedra Grande que a natureza mostra toda sua beleza. A pedra tem 600 milhões de anos, e a 65 milhões ela já se encontrava exposta para quem ali passasse. Lá no topo não existe nenhuma estrutura de turismo (o que acho muito bom, evitando super lotação e sujeira), e ela pode ser visitada de carros comuns (carros 1.0 aguentam a subida sim!), ou por várias trilhas. Além de bicicletas e motos. A vista do pôr do Sol é incrível, além de pode voar de parente, pois algumas empresas realizam o voo dupla de cima da pedra. Distância de São Paulo: 66km Vídeo da Pedra Grande: Pedra do Bauzinho – São Bento do Sapucaí – SP A Pedra do Bauzinho é parte de um complexo com mais duas outras pedra: Pedra do Baú e Ana Chata. Elas ficam na cidade de São Bento do Sapucaí, mas também são muito visitadas por quem está em Campos do Jordão, por conta da proximidade com a cidade. A visita pode ser feita de carro, porém ainda assim você terá que andar um pouco em uma estrada de terra, e depois em uma trilha bem curta. Essa regra vale para quem chega até as 17 horas, pois quem chega depois pode subir de carro uma boa parte, e fazer só uma trilha bem curtinha até o topo da Pedra do Bauzinho. É possível também subir na Pedra do Baú através de uma trilha, que inclui escalar a pedra em ferros colocados nela mesma. Várias agências de viagens fazem esse passeio! Distância de São Paulo: 201km Vídeo da Pedra do Bauzinho: Praia do Julião – Ilhabela – SP Ilhabela tem um lugar especial nos meus sonhos, eu queria passar 1 mês na ilha, e cada dia conhecer algo diferente, pois ela tem tanto atrativos, que talvez nunca alguém consiga conhecer todos. A dica aqui é da Praia do Julião, mas digo com tranquilidade que qualquer ponto da ilha é uma atração incrível, e na maioria deles o pôr do Sol é lindo. Nessa praia é possível alugar standup paddle, e apreciar o pôr do Sol da água. Distância de São Paulo: 203km Vídeo com o Pôr do Sol em Ilhabela: Bônus: Pedra da Macela – Cunha – São Paulo (Nascer do Sol) Não poderia faltar nesta lista um representante do nascer do Sol! E para ocupar este lugar, está a Pedra da Macela, em Cunha. O topo da pedra pode ser alcançado em pouco mais de 1 hora, em uma trilha fácil, porém muito cansativa, por conta da subida intensa. Lá de cima você pode avistar Paraty, Angra e Ilha Grande! É incrível! Distância de São Paulo: 248km Vídeo da Pedra da Macela: Good trips!
  8. Mais uma vez fui fazer a trilha da Pedra Grande, no Cantareira em SP. Fui no dia 08/12/2019. Apesar de ser um domingo, a trilha não estava tão cheia, e com menos barulho os animais aparecem mais. Em uma bifurcação que existe na trilha, você pode pegar a direita e em uns 800 metros chega na Pedra Grande, ou pegar a esquerda, que vai pro mesmo lugar, mas tem 1300 metros de trilha. Peguei a mais longa, pois nunca tinha passado por ela, e também achei que estaria mais vazia. E eu acertei, não vi ninguém até chegar na pedra, e como o silêncio reinava, vi vários pássaros, além de um Teiú ter ficado do meu lado, andando bem devagar a 1 metro de mim. A minha sorte veio quando vi um pássaro grande e colorido perto de mim. Sentei no chão e fiquei observando, até que ele pegou uma lagarta enorme que estava no galho, e almoçou ali na minha frente, por uns 20 minutos. Passei na portaria do parque pra ver se alguém conhecia o pássaro, e falei com um biólogo que trabalha lá. Ele disse que era um SURUCUÁ, e que não era tão fácil vê-lo no parque. Ele voava quando via alguém, e as vezes observadores de pássaros de fora do Brasil vinham no Cantareira, mas não conseguiam vê-lo. Tive a sorte dele ficar por 20 minutos na minha frente, e ainda mais fazendo uma refeição. Andei 9km em 5 horas, parando sempre pra ver os atrativos da trilha, e fiquei 1 hora lá em cima vendo o contraste da natureza com São Paulo enorme ao fundo. Perguntei também sobre os macacos do parque, pois não vi nenhum. E me informaram que existia uma população de 6 a 7 mil macacos Bugio, mas hoje em dia, praticamente não se vê, e nem se ouve nenhum. As vezes algum funcionário do parque avista algum, mas a febre amarela levou a maioria deles.
  9. Existem várias cachoeiras grandes a uma distância relativamente baixa de São Paulo, e várias delas tem alguma estrutura que permite o acesso por pessoas que geralmente não fazem trilha, seja por problemas de locomoção, ou por simplesmente não gostar. Acho que é importante existir lugares para todos, quem deseja aproveitar o dia na cachoeira com a família toda, e quem deseja andar por horas para ter uma cachoeira mais vazia. O importante é que a natureza seja preservada, e que os locais, com estrutura para visitação ou não, sirvam de canal para conscientizar as pessoas sobre a preservação. Eu prefiro cachoeiras vazias, que geralmente são encontradas depois de trilhas, mas nem sempre rola visitá-las. Então visitei duas cachoeiras em Joanópolis, e tentei aproveitá-las da forma que mais me fizesse bem. Na Cachoeira Escondida, fui até a queda e aproveitei o clima fresco que as árvores e a água trazem, e na Cachoeira dos Pretos eu quis evitar a quantidade de pessoas que faziam a visita, então aproveitei vendo de longe, com uma vista incrível dos seus 154 metros. A viagem é mais importante que o destino. Gastos: 80 reais de gasolina (o carro é um Ka 2004 1.0) Tomamos café em casa, e almoçamos na volta (40 reais dividido entre 2 pessoas) De pedágios fica em torno de 10 reais, ida e volta somadas. Entrada na Cachoeira Escondida: 5 reais por pessoa. Joanópolis é a cidade do lobisomen, então você vai encontrar diversos bonecos e estátuas de lobisomens pela cidade. Vídeo da viagem: Good trip!
  10. Fui até a cidade de Sete Barras fazer uma trilha no Parque Estadual Carlos Botelho, e ganhei o “Passaporte das Trilhas de São Paulo”. É um livreto onde estão mais de 100 opções de trilhas no estado de São Paulo, e em cada uma delas, você ganha um carimbo indicando que ela foi feita, assim como acontece com a entrada em outros países em seu passaporte comum. Além de apresentar várias ideias de novas trilhas para quem não conhecia, ele incentiva a fazer mais destes passeios, além de empolgar a conseguir mais carimbos. O passaporte das trilhas de São Paulo pode ser retirado na portaria dos parques estaduais, ou na Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, localizada na Av. Professor Frederico Hermann Junior, 345 – Alto de Pinheiros. Muito se fala sobre a importância na preservação do meio ambiente, mas vivendo longe da natureza, quase esquecemos de sua existência. Crianças criadas sem contato com a natureza, tendem a dar menos importância a sua preservação. Assista uma das trilhas que estão no Passaporte: Assista também outra trilha que está no passaporte: Link do post original: https://umacameraviagens.wordpress.com/2019/10/28/voce-conhece-o-passaporte-das-trilhas-de-sao-paulo/ Good trips!
  11. Acordei em uma quinta-feira com a intenção de ver o pôr do sol. Arrumei a mochila, peguei o carro, e estava indo em direção a Pedra Bela, no interior de SP. Mas antes, passei na cidade de Bom Jesus dos Perdões, onde queria conhecer a Cachoeira do Barrocão. Cheguei na cidade, e seguindo o GPS, logo cheguei a zona rural. Andei um pouco, e logo vi uma abertura na estrada de terra, sem placas ou avisos, eu cheguei na cachoeira. Estava vazia, com uma luz muito bonita passando por entre as árvores. Parei o carro, andei até as pedras e fiquei ali curtindo o sol. Tirei umas fotos, dei uma voltinha pra olhar os detalhes, e fiquei aproveitando a cachoeira sozinho e em silêncio, uma das coisas que mais gosto. Estava um clima tão bom, que fiquei tempo demais. Peguei minhas coisas, entrei no carro e coloquei no GPS a cidade de Pedra Bela. Porém vi que não daria tempo de chegar antes do pôr do sol, e pensei em outras possibilidades. Pensei em chegar a noite, e como o céu lá é incrível, tirar umas fotos e observar as estrelas. Mas como queria ver o pôr do sol, lembrei que Atibaia ficava ali do lado, e lá existe a Pedra Grande, onde eu poderia subir e assistir o pôr do sol. Saí com pressa, e parti rumo a Pedra Grande. Vídeo da viagem: Subi a estrada da terra bem rápido, e cheguei na hora exata lá em cima. A paisagem estava incrível, o tempo perfeito (pôr do sol no inverno é demais!), e vivi uma das coisas mais legais da minha vida. Aos poucos, vi a cidade de Atibaia aparecer em forma de luzes. E percebi que graças aos meus planos terem dado errado, tudo deu certo. Gastos: 70 reais de gasolina (acabei pegando um valor acima da média) O pedágio custou mais ou menos 5 reais na ida, e 5 na volta. Comi em um restaurante na beira da estrada, comprei água e um chocolate, gastei em torno de 30 reais. Good trips!
  12. Visitei a Praia do Éden, que é um local mais escondido no Guarujá, litoral sul de São Paulo. Para chegar a praia, você deve pegar uma estrada que dá acesso a um condomínio, e ao invés de entrar nele, você segue um pouco adiante. Chegando no final da estrada, existe duas alternativas: parar na rua, ou no estacionamento. A minha dica é: pare no estacionamento. Diversas pessoas que pararam na rua, tiveram o vidro do carro estourado, e alguns pertences foram furtados. As vezes, os donos do estacionamento colocam uma placa no local, dizendo que ali é uma área com alto índice de furto. Paga-se 15 reais para estacionar. A trilha para a praia é curta e simples. Uma escada com corrimão de madeira, e leva-se menos de 5 minutos para percorrer. Fui em uma terça-feira de inverno, porém o tempo estava ótimo, em torno de 27 graus. Sendo assim, peguei a praia bem vazia, diferente do que ocorre em fim de semana e feriados de verão. Nessa época fica inviável visitar a praia e aproveitá-la, e como não curto muvuca, evito viajar nessas datas. A faixa de areia é muito pequena, mas estava limpa e quase vazia. No canto direito, existem algumas pedras, e uma parte de concreto, que provavelmente é o que sobrou de alguma antiga construção. Pra mim a parte mais legal da praia é essa parte de concreto, onde fiquei longe de todo mundo que estava na praia, e pude aproveitar a vista, o barulho do mar, e fugir de uma caixinha de som que tocava na areia. Existe um “quiosque” que abre na temporada e em dias quentes. Depois de aproveitar o dia na Praia do Éden, antes de voltar pra casa, dei uma passada no Morro do Maluf, que é um local alto, e dá uma vista muito bonita do Guarujá. Gastos: 40 reais de gasolina Estacionamento: 15 reais Pedágio: 27,40 (ida) + 12,20 (volta) Good trips!
  13. Fui pro Chile sozinho. Já faz um bom tempo, os valores mudaram bastante, mas acho que atualizando os valores pra algo mais atual, ficaria em torno de 2.500 reais. Fiquei 10 dias. Fiquei em hostel, cozinhei alguns dias, andei de metrô, a pé, e fiz rolês de graça, na maioria das vezes. Comprei também lanches baratos no lugar de refeições, pra dar uma economizada. Nunca tinha voado de avião, e logo de cara já fui pra fora e sozinho, mas foi minha melhor escolha. As coisas sempre se acertam, e você cria um senso de responsabilidade muito grande fazendo isso. Espero ter ajudado!
  14. Dependendo do lugar que você deseja ir, vê o canal da Danielle Noce, tem algumas playlists de viagens que pode te agradar. Dá uma olhada também no canal 3me3, acho que se aproxima bem disso que você deseja. Outra ideias de nomes de canais: Thiago Correa Travel and Share WeLove Num Pulo Espero ter ajudado! até mais!
  15. Fiz um bate e volta em Cunha, no interior de São Paulo. Levei quase 4 horas para chegar, e fui direto pra Pedra da Macela, na madrugada mesmo. Fiz a trilha bem rápido, pois não queria chegar lá em cima com o Sol já nascendo. A trilha é fácil, sem obstáculos, somente tem uma subida bem puxada, que faz qualquer um ter dor na panturrilha, mas nada que um tempinho parado não resolva. Dá entre quase 3km de subida! Chegando lá em cima, encontrei um lugar lotadíssimo, praticamente sem lugar para assistir o por do sol. Barracas, violões, cachorros passando frio, e pessoas tentando achar um lugar pra tirar uma foto e ver o nascer do Sol. Vídeo da viagem: A vista de lá é linda, e vale totalmente a subida. Além de que a noite as estrelas são um espetáculo a parte. Dá pra ver Angra dos Reis, Paraty, etc. Sofri a semana toda com medo do tempo não estar bom, mas estava perfeito para um nascer do Sol. Fiquei até 7:20 e desci. Fui tomar um café na cidade, e parti pra Cachoeira do Pimenta. A estrada é tranquila, e o carro chega até a cachoeira, que por sinal é linda! tem 3 quedas, e fazendo uma pequeno trilha de 1 minuto, você chega na mais bonita delas. Estava bem vazia, e deu pra aproveitar bem. Voltei pra cidade, almocei, e fui para o Lavandário de Cunha, uma plantação de Lavanda, Alecrim e outras coisas. Entrada: 10 reais por pessoa. A vista de lá é linda! O céu estava muito azul, e fiquei dando uma volta por lá, vendo as abelhas, as plantinhas, e pensando que moraria fácil num lugar como aquele. É um pouco corrido e cansativo, mas vale a pena fazer as 3 atrações no mesmo dia!
  16. Visitei a cidade de São Roque, no interior de São Paulo em busca de isolamento e descanso. Escolhi um Airbnb que vinha namorando a meses, uma cabana de madeira, com tratamento de água, energia solar, árvores frutíferas e ervas no terreno, galinheiro, e muita natureza. Vídeo da viagem: Paguei cerca de 280 reais na hospedagem. Levei comida que comprei em um mercado próximo, gastando 60 reais. Na casa o banho é todo fornecido pela energia solar, tanto do chuveiro quanto da banheira. A água cinza, que é a da lavagem da roupa, louça e do banho, é tratada com bananeiras, que filtram dessa água e a devolvem pra natureza. Causando menos impacto no meio ambiente. Lá existem árvores de tomate, laranja, limão, banana, alecrim, boldo, babosa, mirra, lavanda, e várias outras. A casa tem duas varandas no andar de cima, e em uma delas é possível assistir ao por do sol. Passei um fim de semana isolado de tudo que eu já estava saturado, e foi uma experiência muito boa, tanto com o airbnb, a natureza, e a cidade.
  17. Visitei a Cachoeira do Jamil, em São Paulo (capital). Ela está em uma propriedade particular, e é cobrada uma taxa de 25 reais para o acesso. Pode-se também acampar, pagando 50 reais. Vídeo da Cachoeira do Jamil: Saí de São Bernardo, e segui as orientações que os proprietários me passaram por whatsapp. Segui até a Marginal Pinheiros, e de lá coloquei no GPS “Cachoeira do Jamil”, pois se colocasse direto daqui, ele iria indicar um caminho muito mais difícil. Você anda muito, pega trânsito, muito farol, e bairros residenciais. Depois entra na estrada de terra, e o mais indicado é ir pela 2ª opção de estrada, que está melhor para o carro. Aí você atravessa trilho de trem, uma subida cheia de pedras que foi difícil fazer o carro 1.0 passar, mas descendo todo mundo do carro, e deixando ele mais leve, subiu.Na entrada o próprio Jamil te dá um “termo de responsabilidade” (um caderno que você assina seu nome, e explica que é perigoso entrar na água em alguns lugares, e fala da correnteza. Já ouvi relato de mortes ali. Chegamos bem cedo, e ela estava praticamente vazia, e tive uma surpresa com o tamanho de uma queda. O que também impressiona é como a paisagem da cachoeira parece ter saído de algum outro país, como Canadá ou Estados Unidos, pois o entorno da cachoeira é repleta de Pinheiros. A trilha dura uns 20 minutos, e indo até o final dela, chega-se a uma prainha, que é uma parte que o rio fica mais calmo, e tem um espaço maior para nadar. Ali realmente parece uma praia, pois tem uma faixa de areia para ficar. Na minha opinião, a trilha sendo curta, e com as “regras” dos proprietários, a cachoeira só é legal de ser visitada enquanto está vazia, pois depois chegou muita gente com churrasqueira, e uma família levou uma caixa de som enorme, fazendo um barulho que me deu vontade de ir embora. A trilha e a cachoeira são bem limpas. Existem avisos de levar seu lixo em todo lugar, mas quando ela fica lotada, o lixo começa a aparecer. Como lá só pode ser visitado em fim de semanas, provavelmente durante a semana eles fazem uma limpeza. Dá para chegar de transporte público, mas você vai andar bastante. Viajar me fez perceber que todo local tem seus atrativos, inclusive com natureza. E São Paulo tem vários assim.
  18. Em alguns feriados pessoal acampa na areia, mas quase sempre acordam com a barraca rasgada hahaha
  19. Acampar na praia em geral é proibido no Brasil. Recomendo acampar em um camping para ver como é, existem vários lugares que os preços são bem baixos. Na Prainha Branca existem camping de uns 30 reais a diária:
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