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MarcellaB

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    Estudantes brasileiros em Coimbra.
  1. Simone, suas dicas foram ótimas! Estou indo pra Chillan e ainda estou perdida pois tem poucas informações na Internet. Minha intenção é ir de trem e alugar um carro em Chillan para ir pra Las trancas e me deslocar pelas estações de esqui, mas não estou achando informações sobre locação de veículos em Chillan. Você pode me ajudar? Em Las Trancas tem uma vila com restaurantes e bares para sair a noite? Também não consegui encontrar informações sobre valores para entrada nas estações de esqui e termas. Alguém pode me ajudar? Estou indo semana que vem. Eu ia para Valle Nevado mas adiaram a abertura da estação por falta de neve e minha reserva foi cancelada. Estou desesperada! !!!
  2. Oi Mário, que bom que gostou! Realmente essa viagem é fantástica, vale a pena demais!!! Desculpa pela demora pela resposta, fiquei um tempo ausente do site porque estou com um bebê de um mês! Em relação as estradas foi super tranquilo! Pegamos várias vezes estradas menores debaixo de neve (fraca) e chuviscando, como de Innsbruck para a Estação de Esqui e até Neuschweinstein, e foi super tranquilo! a manutenção é constante, sempre víamos aqueles caminhões limpando a pista. É só ir devagar, sem pressa, curtindo as paisagens, que é tranquilo! Alugamos o carro pela Europcar e o jogo de pneus para neve já era incluso. Mas, felizmente, não precisamos usar! A chuva nessa época do ano lá é apenas uma garoa, não aquelas pancadas que costumamos ter por aqui (pelo menos nos 2 anos seguidos que estive por lá em dezembro/janeiro) foi assim! E é engraçado como os Europeus não estão nem aí para chuva! A galera sai andando sem guarda-chuva, como se nada estivesse acontecendo, rsrs... Lembro de 2 dias que ficaram garoando / nevando, um em Praga e outro no Vale do Reno. Entramos no clima dos europeus, colocamos casacos mais impermeáveis e com gorro e saímos andando assim, rsrs... Stuttgart é uma cidade linda, bem diferente do restante das outras na Alemanha porque foi muito destruída durante a Guerra, mas lá eles decidiram construir edifícios modernos e não reconstruir conforme era antes. Assim, é uma cidade bem moderna. Nós também não tivemos muito tempo por lá, mas acredito que vale a pena conhecer o centrinho sim, é bem legal! Em relação ao Vale do Reno, acabamos não entrando nos Castelos! Nosso tempo ficou bem corrido e já estávamos bem cansados por ser o final da viagem. Então passeamos nas margens do Reno, apreciando as vistas, conhecemos as cidadezinhas da região, uma mais linda que a outra! Mas procura na internet o site dos castelos para confirmar sobre o funcionamento. Normalmente as atrações ficam abertas no inverno sim, mas com horário reduzido. Bom, espero ter ajudado! Se tiver mais dúvidas é só perguntar. Abraços
  3. Oi Juli! Que bom que o relato está ajudando... Compramos a passagem "fechada" como múltiplos destinos, sendo a ida BH - Madri e a volta Amsterdã - BH. Porém os 2 voos faziam escala em Lisboa, sendo que na volta ainda ficaríamos 24h em Lisboa para pegar o voo para BH, o que achamos uma ótima oportunidade de conhecer a cidade! Abraços, Marcella
  4. Dia 07/01/2012 Acordamos, arrumamos nossas malas e saímos com destino ao Aeroporto de Frankfurt. No caminho fomos passando por vários castelos e cidadezinhas ao longo do Reno. Passamos por Kaub e vimos o Burg Pfalzgrafenstein, castelo situado no meio do Reno e o Gutenfels, castelo que fica numa ponta rochosa e cercado de videiras. A estrada estava bem movimentada. De repente começaram a passar vários veículos de resgate e o trânsito parou. Pensamos: ainda bem que saímos com bastante antecedência (era de manhã e nosso voo de volta era a noite). Ficamos de 10 a 15 minutos parados e o trânsito foi liberado e não vimos nem sinal de acidente, o que é que tenha acontecido, já havia sido removido. Chegamos em Frankfurt, uma cidade bem moderna e diferente de tudo o que vimos na Alemanha! Estacionamos no centro e aproveitamos para fazer umas comprinhas! As ruas do Zeil estavam lotadas de gente comprando, pois estava tudo em promoção! Fomos embora para devolver o carro no Aeroporto, que é bem perto do centro. A conferência foi tranquila, fizemos check in e tudo mais e embarcamos no horário previsto!
  5. Dia 06/01/2012 O café da manhã do hotel não tem tantas opções quanto de outros hotéis, mas tudo é de excelente qualidade e delicioso! De diferente serviam espumante, salmão e camarões. Pegamos o carro e saímos em direção a Koblenz, com o objetivo de conhecer as cidades e castelo do Vale do Reno. Passamos primeiramente em St.Goarhausen, uma cidade bem pequena. É lá que fica o rochedo Lorelei, no trecho mais estreito do Reno e onde foi criada a lenda da sereia que atraía os marinheiros para a morte. Passamos pelo Burg Rheinfels, hoje em ruínas, onde funciona um hotel de luxo e pelo Burg Katz (Castelo do Gato) que foi construído pelos condes de Katzenlnbagen para protestar contra a construção do Burg Maus (Rato), pelos arcebispos de Trier, que queriam controlar a região. Passamos por Bad Salzig, cidade de 3 mil habitantes do outro lado do Reno, que fica próximo ao Castelo dos Irmãos Inimigos (Liebenstein e Sterrenberg). Chegamos em Boppard, que é considerada a cidade mais importante desse trecho do Reno. Possui grandes pomares e um vinhedo chamado Boppard Hamm. Andamos na sua rua principal de pedestres. A cidade estava bem deserta porque era feriado de 3 Reis Magos. Passeamos na Igreja e na Feirinha que vendia embutidos e queijos maravilhosos! Logo depois, ma outra margem, fica Braubach e o Marksburg, um castelo no alto onde são exibidas armas, armaduras e instrumentos de tortura. É interessante que em todo esse trecho não há ponte para atravessar o rio. Em alguns pontos há balsas. Chegamos em Koblenz, que é uma cidade bem maior que as outras da região e onde existem pontes para atravessar o Reno. Lá fica o Schloss Stolzenfels. Atravessamos a ponte e subimos em direção ao castelo e chegamos num bairro a direita do castelo que tem uma vista maravilhosa da cidade! Descemos, atravessamos novamente a ponte e paramos na margem, de onde sai o teleférico super moderno que vai até o castelo, mas que estava fechado. Continuamos seguindo a margem a pé e chegamos numa praça onde é o encontro dos Rios Reno e Moselle. Essa praça é chamada Deutcher Eck (Esquina Alemã) e tem uma estátua enorme de Guilherme I que foi reconstruída em 1990, já que a original havia sido destru[ida pelos americanos em 1945. A praça homenageia a reunificação alemã com a bandeira dos estados e dos Estados Unidos. Fomos de carro até o centro, paramos num estacionamento e passeamos pela rua principal de comércio. Passamos pela Prefeitura, comoramos lembrancinhas e paramos no Restaurante Alt Coblenz. O restaurante é super charmoso e tem vários tipos de vinhos. Pedimos Paulaner Escura de Trigo e Schnitzel! O prato veio delicioso e enorme e tinha uma promoção que saia por 8,95 euros acompanhado de sobremesa! Parece que a noite o bar fica bem movimentado pois já tinham várias mesas reservadas. Voltamos para Oberwesel e fomos para o hotel descansar um pouco e arrumar nossas malas. Mais tarde saímos para dar uma volta na cidade e procurar um bar / restaurante. Havia pouquíssimas opções e a cidade estava bem deserta. Decidimos ir num bar bem local (Jonsbach Weirauch / Zun Guten Quele), onde havia praticamente só velhinhos, todos se conheciam e conversavam no balcão e havia até uma mesa onde jogavam baralho. Eles ficavam olhando pra gente, sem entender como havíamos parado ali... Achamos o máximo ver de perto esses programas regionais. Pedimos Paulaner de Trigo e, para despedir, Schnitzel! Ficamos nos divertindo vendo os velhinhos tomando baldes de cerveja e comendo joelhos de porco enormes! Podemos comprovar com os nossos próprios olhos que essa é a comida típica alemã!!!
  6. Dia 05/01/2012 Acordamos, tomamos café da manhã em casa com nossos amigos e preparamos para seguir viagem. Saímos com destino a Heidelberg. Estacionamos o carro no centro histórico e fomos passear. A cidade é maravilhosa!!! Ela cortada pelo Rio Neckar e sobre ele passa a ponte Alte Brucke (Ponte Velha). Da ponte se tem uma vista linda da cidade com o Castelo Schloss em ruínas ao fundo. Passeamos pela Hauptstrasse, rua de pedestres repleta de lojas e restaurantes. Passamos pela Rathaus (Prefeitura) e pela Heiliggeistkirche. Paramos para almoçar no Zum Güldenen Schaf, na Hauptstrasse 115. Pedimos a Heidelberger de Trigo Escura, sopa de salmão defumado e Schnitzel com batatas e saladas. A comida estava deliciosa e muito bem servida. A conta deu 30 euros. Continuamos passeando, compramos lembrancinhas e tiramos muitas fotos da ponte. Seguimos viagem em direção ao Vale do Reno. Depois de Mainz pegamos a margem do Reno e fomos passando por várias cidades pequenas e diversos castelos. A vista é deslumbrante! É interessante que nas duas margens tem rodovia e ferrovia e não é comum ter pontes para atravessar para o outro lado. O rio é bem largo e constantemente passam navios enormes, principalmente de carga. Passamos por Rudesheim, Bingen, Bacharach e chegamos em Oberwesel. De longe vimos no alto o Burghotel Auf Schoenburg todo iluminado, maravilhoso! O castelo onde funciona o hotel foi construído entre os anos e 911 e 1166. Tudo lá é deslumbrante e o atendimento nos faz sentir num verdadeiro conto de fadas! http://www.hotel-schoenburg.com/ Felizmente não estamos mais em 911 e eles tem um carrinho elétrico que busca as malas no carro e adaptaram um elevador! O atendente, vestido com trajes típicos, nos levou ao quarto. A decoração é toda típica e de muito bom gosto! No quarto tinha chocolates e maçãs de boas vindas e o frigobar era liberado, com cervejas da região. Cada detalhe é pensado e, para não atrapalhar a decoração, a TV e o frigobar ficam dentro de armários. Eles nos entregaram uma carta de boas vindas em formato de pergaminho com o mapa e explicações do hotel. A recepcionista comunicou que havia feito uma reserva no restaurante pra gente. O restaurante é pequeno, muito agradável e estava cheio! As garçonetes eram muito bonitas, elegantes e usavam roupas e penteados de governantas. Pedimos um espumante da região chamado Sieben Riesling Brut, excelente! Pedimos um menu de 3 pratos (entrada, prato principal e sobremesa) por 35 euros por pessoa. Ainda veio um prato a mais e tudo estava divino!!! Assim como o atendimento impecável!!! Eles realmente nos fazem sentir como Princesa, haha... A conta deu 110 euros.
  7. Dia 04/01/2012 1748, 1762, 1782, 1786, 1792, 1796, 1823, 1841, 1853, 1871, 1875, 1880, Acordamos, tomamos café, arrumamos as malas e saímos com destino a Stuttgart, onde visitaríamos um casal de amigos, passando por Neuschwanstein. Para chegar ao castelo pegamos bastante neve e chuva e passamos por estradas estreitinhas e cheias de curvas subindo pelos Alpes. Mais uma vez passamos por várias charmosas. Passamos por Fussen, que é lindíssima e chegamos aos Castelos do Rei Ludovico. De longe vimos que o Neuscweinstein estava em reforma e todo cercado de andaimes, que decepção! Havia filas enormes para visitação e decidimos seguir viagem. Chegamos em Stuttgart e nossos amigos estavam nos esperando em casa. Conhecemos a casa deles e que é bem típica alemã, um chalé de madeira com 2 quartos no segundo andar, onde podemos perceber a inclinação do telhado. Conversamos um pouco e saímos para conhecer a cidade com eles. Fomos de carro até o centro e conhecemos uma fábrica de cerveja onde funciona uma cervejaria, chamada Helles, bem tradicional e as cervejas são excelentes! Comemos Schnitzel com molho de cerveja preta , batata portuguesa e salada, maravilhoso! Saímos e fomos caminhando até a Catedral que fica no Lago de Fogo. Seu estilo gótico nos fez lembrar Notre Dame. Depois andamos pela rua principal de comércio e paramos na Calwer-Eck Braun, uma cerevejaria bem no estilo alemão. Lá nosso amigo pediu uma jarra de chope do “Mestre Cervejeiro”, maravilhosa! Pedimos um prato sugerido por eles que vem 3 comidas típicas da região, mas não anotei o nome... Passeamos pela Rathaus (Prefeitura), pelo Castelo e outros prédios institucionais. Por ser próxima a Fábrica da Mercedez, a cidade foi completamente destruída na 2ª Guerra, mas na reconstrução optaram por fazer prédios novos, ao invés de reconstruir os antigos, o que deixa a cidade com um ar mais moderno. Voltamos de metrô até a Marienplatz, onde estava estacionado nosso carro e fomos para casa, curtir mais um pouco a companhia dos nossos amigos...
  8. Dia 03/01/2012 Solicitamos no hotel que chamassem o pessoal de uma loja de roupas de inverno para nos levarem para alugar as roupas para esqui. Chegando na loja decidimos não alugar equipamentos de esqui, pois não teríamos tempo suficiente para aprender. Alugamos calça, casaco, luvas e botas para caminhada e pagamos 43 euros para nós dois, incluindo taxa para buscarem no hotel. Voltamos para o hotel, pegamos o carro e fomos em direção a Stubaier Gletscher. No caminho passamos por várias vilas super charmosas. O chão banco de neve, as casas de madeira com os tetos cobertos... As árvores branquinhas e as montanhas no fundo, cenário de filme! No caminho estava nevando... Na entrada da estação há vários pátios de estacionamento gratuito e eles estavam bem cheios, mas conseguimos uma vaga. A entrada da estação é um prédio de vidro moderno muito bonito! Compramos o ingresso individual por 23,40 euros para não esquiar. Incluindo esqui seria 40 euros. Pegamos o teleférico e fomos direto para o topo do Tirol, ponto de 3210m de altitude. Ficamos impressionados de ver a quantidade de gente de todas as idades esquiando! Tinha crianças bem pequenas, de 2 ou 3 anos lá! Chegamos lá no topo e fomos para a área externa. Lá em cima o dia estava lindo, céu azul e sol, apesar do frio que fazia... Lá tem restaurante que serve lanches, almoços e bebidas. As pessoas assentam do lado de fora do restaurante em mesas de madeira e cadeiras tipo de praia e ficam lá, tomando sol e cerveja. Curtimos demais a “praia austríaca”! Brincamos com a neve como 2 crianças e ficamos admirando as montanhas brancas... Que vista deslumbrante!!! Paramos para almoçar em uma das vilas do caminho, numa pequena cabana chamada Skialm, super legal! Pedimos Cheese Dumpling Soup e Schnitzel com Batata Frita e cerveja e a conta deu 15 euros, excelente! Deixamos as roupas de esqui no hotel para serem devolvidas e fomos dar mais uma volta no centro de Innsbruck. Mais uma vez poucas lojas estavam abertas após ás 19h, normalmente as de estrangeiros. Demos uma volta, compramos lembrancinhas e paramos no Augustiner, que é enorme! A garçonete nos colocou numa mesa com uma turma de italianas, o que é bem comum na região! Pedimos de entrada uma Truta deliciosa e, como não podia deixar de ser, Augustiner Weissbier! Depois pedimos Karserpãtzle, que é parecido com Nhoque e Tris, que são três bolinhos: um de cebola, um de espinafre e um de queijo ao molho de manteiga marrom e parmesão. Estavam deliciosos e os pratos vieram enormes! A conta deu 30,50 euros.
  9. Dia 02/01/2012 Fomos dar uma volta no centro para fazer umas comprinhas, já que no dia 01/01 as lojas estavam fechadas! Voltamos para o hotel, fizemos o check out e fomos para a Europcar retirar o carro que alugamos. Graças as maravilhas do planejamento, a loja ficava no mesmo quarteirão que nosso hotel! Bem diferente do Brasil, ninguém te acompanha na retirada do veículo para conferir se tem aranhões e tal. Simplesmente te entregam a chave e você retira o carro. Alugamos uma Mercedez Classe A novíssima e automática, muito bacana! Colocamos no GPS o endereço do nosso hotel em Innsbruck e seguimos viagem! Passamos pelas famosas Autobahns, estradas sem limite de velocidade. A qualidade da estrada é maravilhosa e ninguém fica na pista da esquerda, apenas a utilizam para ultrapassar e retornam para a outra pista. Muitas vezes estávamos a 140 km/h e de repente passava uma BMW voando na esquerda! Passamos por vários vilarejos branquinhos de tanta neve, com casinhas de madeira com os telhados de neve geleiras ao fundo, cenário de filme! Chegamos com muita tranquilidade em Innsbruck e no Hotel Grauer Bär. Paramos no estacionamento do hotel, que é cobrado a parte (12 euros). O hotel é super bacana, 4 estrelas, hall muito bonito. A atendente, nada simpática, perguntou se não havíamos cancelado a reserva! Respondemos que não. Entregamos nossa reserva feita pelo Decolar.com e ela informou que aquilo não era um voucher. Bateu aquele desespero. Confirmamos que o valor já havia inclusive sido pago. Ela chamou o gerente, os 2 ficaram conversando em alemão e, de repente, nos entregaram a chave do quarto. Que alívio! O quarto é muito bem decorado com móveis bacanas e ótimo acabamento com varanda com vista para os Alpes. O hotel tem uma excelente área de SPA com piscina coberta, saunas, duchas e academia. http://www.innsbruck-hotels.at/ Saímos para dar uma volta e pela própria rua do hotel temos acesso ao Centro Histórico, muito charmoso! Vimos o famoso Telhado Dourado, que na verdade é apenas uma varandinha. As ruas estavam vazias e muitas lojas já estavam fechadas ás 19h. Na praça do centro estava acontecendo uma feirinha de Natal e compramos algumas lembrancinhas lá. Fomos no Centro de Informações Turísticas e pegamos informações sobre as estações de ski. Nos informaram que a Stubaier Gletscher é a que possui o visual mais bacana, fica a 1 hora de distância e 3210m de altitude. Tem ônibus gratuitos saindo do centro. Tínhamos uma indicação do Bar e Restaurante Elferhaus (Herzog-Friedrich Strasse, 11), bem próximo do Telhado Dourado. Ele parece uma taberna, o ambiente é bem legal. Pedimos uma cereveja local chamada Tiroler Bier muito boa! Comemos Gulaschsuppentopf (Sopa de Gulache) e 5 Wurstlteller MIT senfragout, que é um prato com cinco diferentes tipos de salsicha e batatas fritas. A conta deu 23,60 euros. Passamos no supermercado e compramos água, espumante, biscoito e tira-gosto e fomos para a piscina e saunas do hotel. É delicioso curtir aquele ambiente quentinho vendo a beleza da neve do lado de fora...
  10. Dia 01/01/2012 1207,1220,1231,1237,1253,1282,1332 Acordamos mais tarde e fomos tomar café. O café foi a melhor surpresa do Ibis Munchen City! Maravilhoso! Vários tipos de pães, queijos, patês, frios, frutas! Fizemos o roteiro sugerido pelo Guia National Geographics. O passeio inicia-se bem próximo da Estação Central, no Portão Karlstor, que marca a entrada no centro antigo da cidade. Nele inicia-se a Neuhauser Strasse, uma via de pedestres super bacana, lotada de lojas, restaurantes, etc. Tem várias H&M, Zara, C&A, lojas de esportes, perfumarias e sapatarias. Chegamos na Michaelkirshe (Igreja de São Miguel) que estava sendo restaurada e tinha o tapume imitando a fachada. Entramos e estava acontecendo uma missa, que estava lotada! A igreja é belíssima, primeira renascentista da região dos Alpes. Fomos até a Frauerkirshe (Igreja de Nossa Senhora) que tem as torres gêmeas que são o símbolo de Munique. Entramos e também estava acontecendo uma missa. As torres tem elevadores para visitação, mas estavam fechados. Chegamos na Marienplatz e vimos o lindo prédio da Neues Rathaus (Nova Prefeitura). É nele que acontece diariamente (ás 11h e 12h e ás 17h no verão) o Glockenspiel, bonecos mecânicos que apresentam danças típicas da região. Vimos também a Altes Rathaus (Antiga Prefeitura) que na verdade parece ser mais nova que a Neues Rathaus. Passamos pelo Nationaltheater, que é a Ópera Municipal e pelo Residenz, que é enorme! Chegamos na Odeonplatz e na Feld Nerrhalle com seus arcos. Paramos na Cafeteria São Francisco para fazer um lanche e esquentar um pouco! Atravessamos o Hofgarten e vimos várias pessoas participando de jogos com umas bolas, parecendo uma “sinuca” com as mãos. Ficamos observando e tentando entender a brincadeira, mas nada... Passamos pelo famoso cubo de granito preto que é uma homenagem aos membros da resistência contra os nazistas. Chegamos no English Garten que é enorme. Passamos pelo Jardim Japonês com sua Casa de Chá. Vimos uma cena muito curiosa: várias pessoas surfando na correnteza do rio num frio de aproximadamente 5 graus! Na entrada do parque pela Prinzregentstrasse tem uma ponte e debaixo dela tem algum degrau no rio, que forma uma “onda eterna”. E os surfistas ficam se revezando para pegar essa onda. Incrível! Fomos caminhando pelo bairro até chegar na Estação Lehel. De lá pegamos o metrô até a Karlplatz e fomos no Augustiner que fica na Neuhauser Strasse, 27. Pedimos Sopa de Cogumelos (Schwammerlsuppe) que estava divina e Augustiner Weissbier. Na mesa tinha Pretzel deliciosos! Pedimos o Augustiner Restaurant Special Selection que vem Joelho de Porco, Lombo e Frango, acompanhado de bolinho de batata e salada de repolho. A conta deu 31 euros e valeu muito a pena! Voltamos para o hotel porque estávamos muito cansados da farra da noite de Reveillon!
  11. Dia 31/12 Acordamos, arrumamos as malas, tomamos café. Pedimos um taxi no hotel e fomos para a Estação Wilsonova. O taxista nos deixou exatamente no ponto onde sai o ônibus DB para Munich, mas o ônibus ainda não estava lá. Entramos para a Estação, que parecia abandonada, só tinha uma lanchonete. Depois descobrimos que estávamos em cima de uma estação de trem enorme, com lojas, lanchonetes, parecia até um shopping... Compramos lanche e quando voltamos o ônibus estava no ponto. O ônibus da DB é de 2 andares, moderníssimo, cadeiras de couro super confortáveis e reclináveis, TVs individuais, banheiro e com serviço de bordo vendendo bebida, cervejas, snacks com ótimos preços! Na saída de Praga ficamos impressionados como mesmo as áreas não turísticas da cidade são lindas! Pegamos a estrada e percebemos que havia nevado muito! A paisagem se tornou completamente branca, com pinheiros, vinhedos e casinhas com telhados brancos. Nevou bastante no caminho. O ônibus fez uma parada no Aeroporto de Munich, que é o mais moderno da Alemanha. O ônibus chegou na Hauptbahnof, que é a Estação Central de Trens e ônibus de Munich. Tem várias lojas, restaurantes, lanchonetes. Fomos na loja de informações turísticas que fica do lado de fora da estação para retirar os ingressos para a Festa de Reveillon, mas o atendente nos informou que só poderia ser retirado na bilheteria do Tolwood. Ele foi super simpático e conversou em Português, nos explicando como chegar lá. Fomos andando até o Ibis Munchen City, que fica a 2 quarteirões da estação. O hotel é bem básico, o quarto tem um tamanho bom, mas sem muito luxo. A localização é boa, dá para ir a pé para os principais pontos turísticos, mas por estar próximo a estação a área é mais marginalizada, com vários cassinos e sex shops. Fomos andando até o Theresienwiese e solicitamos nossos ingressos na cabine de informações. Eles nos entregaram um envelope nominal com os ingressos, super organizado! A estrutura da festa é enorme, com várias tendas e algumas bandas estavam passando som. Em frente a entrada tinha uma estação e pegamos o metrô até a Hauptbahnof porque estava chuviscando. Verificamos que o metrô iria funcionar até 2:09h da manhã. Os supermercados e restaurantes próximo ao hotel já estavam fechados e fomos para a Estação. Lá tem uma Praça de Alimentação bem completa com restaurantes típicos, lanchonetes, pizzaria, comida japonesa, etc. Nos arrumamos para o Reveillon e tomamos o espumante. Fomos para a estação e pegamos o metrô por volta de 8:30h. O movimento era grande e tinha gente de todas as idades, desde bebês até idosos, jovens cantando e bebendo... Descemos na Estação Theresienweisse com a maioria das pessoas e havia uma fila grande para comprar ingressos, mas o nosso estava garantido! Compramos pelo site http://www.muenchenticket.de A Tolwood estava muito bonita com as tendas iluminadas! Entramos e fomos numa das tendas, que chamava Mercato. Lá havia um bar, um guarda-roupa, um palco enorme e algumas mesas estilo Oktoberfest. Compramos Franciskaner e a cerveja fica 1 euro mais barata se você devolve o casco. Saímos para ver as outras tendas. Na Café Bar estava acontecendo um show super animado, mas estava insuportável de tão cheia. Numa outra ainda não tinha começado o show, mas a estrutura era bem legal, com uma mini-arquibancada. Tinha mais uma tenda de show e uma onde funcionava a Praça de Alimentação com várias comidas típicas. No fundo tinha uma outra tenda onde parecia ser a boate, mas ainda não estava funcionando. Voltamos para o Mercato onde estava rolando um show estilo Jack Johnson. O bacana é que essa festa é freqüentada pelo povo de Munich mesmo, nada turístico. E tinha gente de todas as idades! Depois fomos para uma outra tenda onde estava acontecendo um show animado, com metais, bem estilo alemão. Os foguetes já estavam rolando desde cedo. Por volta de 23:30h fomos para o lado externo das tendas e os fomos foram se intensificando, em todas as direções em volta da festa. Meia-noite iniciou a tradicional valsa e as pessoas dançavam debaixo da chuva (inclusive nós!). Os fogos não paravam, muito bacana! Voltamos para a Mercato e o show estava super animado, dançamos bastante! Depois fomos na Praça de Alimentação e comemos Baumstriezel Pikant mit Chili-Kase, que é tipo uma pizza de borda grossa com um creme de queijo e pimenta, muito bom! Fomos embora de metrô, que estava cheio mas a volta foi tranqüila!
  12. Fonk, você não está estragando meu relato de forma alguma, que bom que está gostando! Bom, em relação ao bate e volta a Innsbruck, acho a distância relativamente grande (aproximadamente 140km de Munique) e fica bem cansativo. Não sei como está o seu roteiro e como vai se deslocar, mas sempre acho interessante viajar de carro e passar por cidades no caminho. Conheci Fussen, por exemplo, quando estava indo de Innsbruck para Stuttgart e Heidelberg quando estava indo de Stuttgart para o Vale do Reno. O centrinho de Innsbruck é bem bacana, mas é bem pequeno. O mais impressionante de lá são as Estações de Ski. Nós também não sabemos esquiar, até pensamos em tentar, mas como não daria tempo de fazer aula e tal, preferimos alugar as roupas de inverno e a bota de caminhada e fomos na Stubaier Gletscher, que é considerado o topo do Tirol, fica a 3210m de altitude. A vista é maravilhosa e é muito interessante ficar vendo o pessoal esquiando. Existem restaurantes lá no alto. Para nós, é uma experiência completamente diferente e interessante. Divertimos como 2 crianças na neve, hehe... Realmente essa brincadeira não é barata, gastamos aproximadamente 20 euros por pessoa no aluguel de roupas e botas e mais 23,40 euros para entrada na estação (para quem vai esquiar o ingresso custa 40 euros). Do centro de Innsbruck saem ônibus gratuitos para a estação. O caminho até a estação é de tirar o fôlego, com várias vilas, inclusive paramos para jantar numa cabana super legal... Nós hospedamos no Hotel Grauer Baer: http://www.innsbruck-hotels.at/ A diária foi 137 euros e o hotel é bem bacana, tem uma área de piscinas aquecidas, saunas e spa super agradável. A localização é excelente, ao lado do centrinho de Innsbruck. Eu acabei não indo a Salzburg por falta de tempo. São tantas coisas para ver que acabamos cortando... Bom, espero ter ajudado com suas dúvidas... Se precisar de mais alguma ajuda é só chamar!!! Abraços, Marcella
  13. Dia 30/12 Acordamos e tomamos o café do hotel, que é maravilhoso! Várias opções de pães integrais caseiros, queijos variados, patês, ovos, saladas de frutas, etc. Saindo do café, passamos por uma área aberta do hotel e vimos que estava nevando, uma imagem muito linda! Saímos e fomos andando para o Castelo de Praga, que estava lotado. Na entrada havia uma orquestra tocando música clássica. Ficamos admirando a vista da cidade e entramos no Castelo. Seguimos a indicação do Guia da Folha de São Paulo, que é bem detalhada. Passamos pela Catedral de São Vito com suas torres maravilhosas. Vimos o Palácio Real e chegamos ao Convento de São Jorge. Lá percebemos que era necessário comprar um ticket para entrar nas atrações. Compramos o Short Tour, que dá direito a entrar na Capela de São Vito, Palácio Real, Convento de São Jorge e Viela Dourada. Custou 250 CZK. Entramos no Convento de São Jorge, que é a igreja em estilo românico mais preservada da cidade. Voltamos e entramos no Palácio Real. No salão principal o que chama atenção é o teto em forma de ogivas, com pé direito altíssimo. As escadarias possuem largos degraus que permitiam que os cavaleiros chegassem dentro do castelo montados em seus cavalos. Fomos na sala que ficou famosa pelo episódio da Defenestração de 1618, quando 100 nobres foram ao Palácio protestar contra o arquiduque Ferdinando. Três secretários foram jogados da janela de uma altura de 15 metros e saíram ilesos pois caíram sobre um monte de esterco, o que foi interpretado como intervenção dos anjos. O fato marcou o início da Guerra dos 30 anos. Fomos até a Capital de São Vito, com seu pé direito imenso e teto abobadado. Lá fica o túmulo de São João Nepomuceno – enorme, de prata e com 4 anjos segurando uma cortina. Lá fica também o túmulo de São Venceslau, chamado de “Bom Rei”. Estava nevando bastante e paramos numa lanchonete para esquentar um pouco. Continuamos o passeio pela Viela Dourada, que é uma rua de casinhas coloridas, que foram construídas no final do século XVI, que foram construídas para abrigar os guardas do castelo de Rodolfo II. No século XVII foi ocupado por ourives de Praga e no século XIX se deteriorou e foi ocupado pela população pobre e marginalizada. Em 1950 a viela foi revitalizada e hoje abriga exposições que mostram como eram as casas antigas, com utensílios e roupas da época. É impressionante o quanto as pessoas eram pequenas! Na parte de cima da viela há uma exposição com armaduras, armas e roupas da época, super interessante! Na torre Dalibor funcionava a prisão e estão expostos equipamentos de tortura e execução, impressionantes! Saindo do Castelo há alguns pátios com a vista maravilhosa da cidade! Fomos descendo a escadaria, passamos pelo Palácio Wallenstein. Chegamos a Igreja de São Nicolau com sua imensa cúpula verde, linda! Fomos andando em direção a Ponte Carlos (Karlúv Most) e atravessamos. A ponte é deslumbrante e estava lotada de pessoas. A neve engrossou e paramos debaixo de uma de suas torres e esperamos um pouco. Saímos da ponte e pegamos a Rua Karlova, movimentadíssima e cheia de lojas de souvenirs. Viramos a esquerda em direção ao Bairro Judeu e passamos em frente ao Cemitério Judeu. Na esquina das ruas Zatecká e Platnérska havia uma loja de lembrancinhas com os preços muito melhores do que o restante da cidade. Caminhamos pela Platnérska até chegar a Praça da Cidade Velha, onde estava acontecendo uma Feira de Natal enorme! Tomamos Vinho Quente e comemos o tradicional Halúsky, que é um mexido de batata, repolho e bacon. Havia um palco e estava acontecendo um show divertido de músicas típicas, que pareciam marchinhas. Atrás da praça fica a Igreja de Nossa Senhora Diante de Tyn, com torres góticas maravilhosas! A Prefeitura da Cidade Velha fica nessa praça e tem um relógio astronômico super complexo. Ás 16h surgiu um trompetista na torre da Prefeitura e fez um anúncio nas quatro direções da torre. Fomos caminhando pela Rua Zelez que é fechada para veículos e onde se concentram as lojas de grife. Chegamos na Praça Venceslau, que é rodeada de restaurantes e de lojas tipo The New Yorker. Fomos para a Rua Rytirská onde ficam vários bares, restaurante e lounges e, por ser mais afastada da praça, é menos turística. Fomos no Cafe ~ Cafe, que fica na Rytirská 406/10 e é um bar lounge super agradável. Eles servem drinks e comidas e estava tocando músicas legais. Achamos interessante o fato de ser permitida a entrada de animais. Na mesa ao lado da nossa havia um Pincher e numa outra um Labrador enorme com seu pote de água. Também é permitido fumar. Tomamos várias cervejas Staropramen, tanto clara como escura, ótima! Pedimos dois pratos e a conta foi CZK 593. Achamos muito barato comparando os preços que pagamos nas áreas mais turísticas da cidade! Essa região é muito interessante pelo fato de ser próxima as atrações e por não ser uma área tão turística, onde é possível pagar preços melhores e vivenciar os costumes tchecos. A impressão que tivemos é que na área turística é que as pessoas são muito desconfiadas e mal-humoradas e o atendimento em geral é péssimo. Nas lojas as pessoas ficam te vigiando, não deixam que você pegue um produto e que tire foto da loja. A grande maioria não aceita cartão. Pegamos um metrô e depois o tram para chegar ao hotel.
  14. Cleber, que bom que você está gostando! O hotel de Berlim é perfeito: localização, atendimento, conforto e tudo mais, vale muito a pena! O de Praga é muito bom tb, mas se eu voltasse escolheria ficar perto da Praça Venceslau, que é a parte mais movimentada da cidade. O que nós ficamos fica ao lado do Castelo de Praga, mas a região não tem estrutura de mercados, lojas, apenas alguns poucos restaurantes que, por ser uma área extremamente turística, cobram muito caro! Na verdade, em Praga, eles praticam um turismo de exploração, bem parecido com o Brasil. Vc paga preços absurdos nas áreas turísticas, mas se sai um quarteirão das atrações os preços melhoram muito! Muito bom o seu roteiro, gostaria muito de ter ido a Viena, dizem que é maravilhoso. - Munich: Ficamos 2 noites, mas como uma delas foi Reveillon, o dia seguinte ficou um pouco curto, mas deu para passear pelos principais pontos turísticos, mas não entramos porque a maioria estava fechado por causa do feriado. Ficamos no Ibis Muenchen City http://www.accorhotels.com/pt-br/hotel-1450-ibis-muenchen-city/index.shtml A localização é excelente, perto da Estação Central e é possível ir a pé para o centro. Ele é um Ibis um pouco mais antigo e bem básico, mas o café é excelente! Passeios imperdíveis: Neuhauser Strasse, Michaelkirche, Frauerkirche, Marienplatz, Neues Rathaus, Residenz, English Garten, Restaurantes Augustiner e Hofbraus. Nós não usamos o Aeroporto de Munich pois chegamos de ônibus e saímos de carro, então não sei como é feito esse transporte, mas imagino que seja tranquilo... - Frankfurt: passamos apenas o dia, pois nosso voo saiu de lá. Acabamos andando pelo centro e fazendo compras. É uma cidade bem diferente das outras da Alemanha, bem moderna, tipo a São Paulo de lá... Vou tentar agilizar com o relato para que você possa aproveitar as informações. Abs Marcella
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