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jenifervogel

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  1. @elaine_llorente desculpa responder só agora, não recebi notificações. Não lembro o horário que assistimos, Esse site tem os horários e preços dos shows: https://www.gauteng.net/attractions/lesedi_cultural_village Opening hours First shows: 11.30am – 1.30pm/2.30p with lunch Second show: 4.30pm – 6.30pm/7.30pm (if with dinner)
  2. Só posso ajudar da parte da Espanha: - 2 dias em Madri acho suficiente, 1 dia na cidade e 1 dia bate-volta até Toledo. - Entre as cidade da Espanha viajamos usando o ônibus ALSA ou trem da Renfe, pesquisar nos sites o valor dos trechos e veja o que vale a pena para você. Às vezes o trem sai mais caro mas é bem mais rápido, às vezes leva quase o mesmo tempo. - Se vai para o sul da Espanha, eu não deixaria de visitar Granada e a Alhambra. Alhambra acho a principal atração da Espanha. Eu amei o sul da Espanha mais que Barcelona e Madri.
  3. Olá! Desculpa a demora em responder, não recebi notificação. Eu aluguei antes. Pesquisei pelo rentalcars, mas aluguei direto no site da Budget e Hertz. Podes entrar no site http://www.budget.co.za para pesquisar, selecionar seu carro e pagar. Abraços!
  4. Olá Gabriel! Ótimo relato. Estou pensando em ir para lá nessa época do ano também, final deste ano, com a vó do meu noivo junto. Os lugares em Lisboa e Algarve são acessíveis? Sei que tem as longas escadarias para chegar até as praias, mas fora isso, tem muitos morros ou dá para caminhar tranquilo até as atrações? Você pegou mais dias de sol ou chuva lá? Você acha que valeu a pena visitar o Algarve e Faro nessa época? Abraços! Jenifer
  5. Olá! Como estava o tempo em Madri nessa época do ano? Já fui para Andalucia e também peguei bastante sol. E no norte da Espanha, qual foi a temperatura média e também pegou sol?
  6. Olá Ariete, O idioma oficial é inglês, mas minha mãe se virou sozinha lá por 4 dias sem falar inglês rsrs. Leve um livro de inglês para viagem, pesquise bem o que você quer fazer antes de ir, anotando os endereços, horário de funcionamento etc, enfim vá com um roteiro planejado, que você se vira sim. Baixe o Uber no seu celular que fica fácil se locomover, pois quando você chama o motorista já sabe o destino. E se você ficar em hostels, vai encontrar muitos brasileiros com certeza que irão te ajudar. E o povo lá se esforçava para tentar entender minha mãe rsrs então com certeza você consegue! Boa viagem!
  7. Olá, Esse valor foi por pessoa incluindo tudo, inclusive as passagens aéreas. Sem as passagens vai dar uns R$2.500 a R$3.000 cada. Mas como falei, gastamos pouco com acomodação, mas jantamos bem todos os dias, alugamos carro etc. Depende do estilo de viagem que vocês irão fazer. Boa viagem!
  8. Segue abaixo o relato da minha viagem à África do Sul entre 23/12/2016 e 05/01/2017: VISÃO GERAL: é um destino que reúne praias lindas, vinhos e gastronomia, safaris, cultura e história. O povo é muito simpático e hospitaleiro. VOO: compramos as passagens em uma promoção da South African (R$1.800). Os aviões da SA são bons, a tela para filmes a melhor que já vi, comida ok e serviço de bordo bom. O voo dura quase 9 horas até Joanesburgo. Mesmo quem vai a Cape Town/Cidade do Cabo precisa retirar a mala em Joanesburgo e despachá-la de novo. Quase perdemos a conexão porque nosso voo saiu atrasado de SP e a fila na imigração estava enorme! Saímos correndo aeroporto afora e conseguimos pegar o nosso voo a Cape Town, que também saiu atrasado. Ah, dica importante: nossa mala não chegou em Cape Town e ficamos sem bagagem até no outro dia (eles entregaram no nosso hostel). Me pareceu que era uma coisa "comum", portanto, na mochila de mão tenha itens e roupas essenciais para uns 2 dias rsrs. DINHEIRO: levamos dólares e reais. Fazendo as contas valia mais trocar dólares mesmo na época que fomos. No aeroporto não conseguimos uma cotação tão boa. No Waterfront tem diversos bancos que trocam dinheiro, pergunte a cotação e a comissão deles. O banco Bidvest troca reais (tem um no shopping) e tem várias agências no país. Quando trocamos a cotação ficou 1 Real = 3,88 Rands. Os preços no relato sempre estarão em Rands. VACINAS: é necessário ter a Carteira de Vacinação Internacional para Febre Amarela. Eles realmente olham se você tem. COMPRAS: pechinche e negocie. Nas lojas de shopping não conseguíamos muito desconto, mas nas tendas e feirinhas de rua conseguíamos as coisas até pela metade do preço. SEGURANÇA: em Cape Town não me senti insegura em nenhum momento, mas por conselho do staff do hostel, usamos Uber para nos locomover à noite. De dia você deve cuidar com batedor de carteira como em qualquer cidade grande do mundo. Já em Joanesburgo é mais perigoso e feio. Ficamos num local que tinha seguranças da rua de dia e de noite, então era tranquilo, mas nos falaram que podíamos ser assaltados mesmo de dia se saíssemos daquela área. Passávamos de carro e víamos muita gente na rua, lixo, gente pedindo dinheiro em cada semáforo. À noite dava um pouco de receio, ficávamos bem ligados, mas acho que não deve ter assaltos a carros como no Brasil. CLIMA: Cape Town tem um verão seco, não choveu nenhum dia enquanto estávamos lá. As temperaturas são bem quentes no sol durante o dia, mas a noite fica fresquinho. Mas é bom sempre ter um casaco, pois no barco e em lugares mais altos como a Table Mountain, sempre tem um ventinho frio. No Kruger Park e em Johannesburg chove mais no verão, mas pegamos chuva somente no primeiro dia. Também é mais quente e abafado que Cape Town. DICAS: - Se for nessa época de férias, reserve tudo com bastante antecedência. Tentei reservar os melhores restaurantes 3 meses antes de ir e já estavam fully-booked/lotados toda aquela semana entre Natal e Ano Novo. Os passeios para a Robben Island consegui apenas o último horário reservando 3 meses antes. Quando estávamos lá tinha uma papel avisando que só tinha vaga após 8 de Janeiro. Isso vale para acomodação, etc. - Todos os lugares que fiquei possuíam adaptadores para a tomada do Brasil, mas se precisar de mais algum, compre no Pick n`Pay. Este mercado está em todo canto e custou bem barato (R35 rands). - Baixamos o mapa da África do Sul no aplicativo Here e foi muito útil, usamos como GPS no celular sem precisar estar conectado na internet. GASTOS: RS 1.800 reais passagem saindo de SP. Antes de ir gastamos uns RS 670 reais com pré-reservas e levamos mais US$ 650 dólares. Com uns pequenos gastos de Uber no cartão dá pra jogar o total pra RS 5.000 reais cada. Com isso comemos bem, alugamos carros, compramos vinhos etc. 23/12 (sexta) - Chegamos já à noite por causa do atraso. Eu havia reservado um transfer antes de ir e não consegui avisar ele em Joanesburgo, mas quando cheguei em Cape Town consegui ligar pelo skype e o cara ainda estava lá esperando, coitado. O transfer foi pela http://www.airporttaxiservice.co.za/ e custou 270 Rands para os dois. Acomodação: ficamos no Atlantic Point Hostel (R340 quarto com 6 camas). Ótima localização, perto do Waterfront, centro e ponto de ônibus. Café da manhã excelente, seguro (possui senha na entrada principal e nos quartos), os quartos com 6 são camas e não beliches e bem espaçosos, armários com chave (leve seu cadeado), camas confortáveis, limpo. Enfim, foi um bom custo-benefício, já que acomodação em CT nessa época do ano fica bem cara. Quando chegamos encontramos minha mãe que já estava lá e fomos passear no Waterfront. Estava lotado de turistas e iluminado para o Natal, lindo! Aquela noite estava friiiia. Comemos fish and chips no shopping (69 rands) e depois fomos no Ferrymans Tavern que teria banda. A música estava legal, mas o atendimento péssimo! Um chope grande custava uns 40 rands. 24/12 (sábado) - Neste dia fomos ao Waterfront resolver umas coisas de início de viagem: - Trocar dinheiro: vale a pena nos bancos, tem vários do Waterfront. - Comprar um chip de telefone: compramos na Vodafone do shopping apenas para internet, custou R120 o chip + 500MB de internet. Rendeu a viagem toda usando apenas quando não tinha wi-fi. - Cartão para ônibus Myciti: esta é a melhor opção de transporte junto com o Uber se você está sozinho. Pagamos R30 pelo cartão e carregamos R80 rands. Ele conecta vários pontos da cidade. Depois vimos que vale a pena apenas se você está viajando sozinho. Em 3 teria sido mais barato a gente usar o Uber. O Uber lá é super barato. A parada de ônibus fica bem pertinho do hostel, na rua principal (Main St). Pegamos o ônibus 108 até Hout Bay, com o trânsito levou uns 40 minutos. Hout Bay é tipo uma vila de pescadores, praia bonita, vários barcos de pesca e restaurantes de frutos do mar. Mas meu objetivo era ir na feirinha que rola aos sábados e domingos entre 10AM e 4PM. Você tem que caminhar atééééé o final da praia, tipo 1km, para chegar na feirinha. Adorei esta feirinha, música ao vivo, gente bonita, uma vibe muito boa. Tem as tendas com artesanatos, as de comida e um bar no meio que vende vinhos e cervejas. Foi difícil achar um espaço nas mesas de tão cheio que estava. Pegamos ostras (R20 cada) e uma salada de atum selado (R69 e o melhor que comemos a viagem toda), um vinho rosé e curtimos o som. Não deixe de ir! Depois que acabou a feira fomos tentar pegar o barco para a ilha das focas, mas fomos avisamos que o barco não estava se aproximando da ilha por causa das condições do mar, então fomos outro dia. Caminhamos mais um pouco pela orla e então pegamos o ônibus de volta. À noite eu e o Renan pegamos um Uber até a Long Street e fomos no Beerhouse, bar com vááááárias cervejas. Esta rua tem vários bares e baladas e estava bombando, muito gente louca na rua rsrs Mas você tem que ficar ligado, embora tenha seguranças na frente de cada estabelecimento, ouvi falar de pequenos crimes. Pegamos uma régua de degustação. Como a maioria dos lugares na África do Sul, não veio gelado Ai a gente até perde o gosto de beber rsrsrs Tomamos mais uns 2 chopes e voltamos. 25/12 (domingo) - Neste dia acordamos cedo para subir a trilha da Table Mountain. Foram com a gente a brasileira Natália e um outro americano que minha mãe tinha feito amizade antes. Fomos de Uber até a entrada do teleférico (já cedo a fila para pegar o teleférico estava enorme, ouvi falar de 2-3 horas de fila para subir). Caminhamos mais um tempo pela rua até a placa indicando o início da trilha. A trilha foi bem mais puxada que eu imaginava. É subida direto, pedras altas e não tem sombra nenhuma pra aliviar o sol quente (leve bastante água e protetor solar). Mas minha mãe conseguiu subir, com muuuuito esforço kkkkkk Ao todo, com muitas paradas para esperar minha mãe se recuperar, levamos 2 horas e meia. A vista lá de cima é espetacular, as fotos falam por si só. Curtimos a vista lá de cima um tempo, compramos água, comemos umas frutas e compramos a descida (R135 rands). Também tinha fila para descer rsrs mas foi rápida até. Muito legal descer com o teleférico De lá pegamos um Uber para Camps Bay para almoçar. Lugar muito popular, com vários restaurantes de frente pro mar. Após o almoço a Natália tinha que ir e o Renan também queria voltar para o hostel porque estava cansado e torrado do sol. Eu e minha mãe fomos andar um pouco na praia. Realmente é gelada demais, ninguém entra na água rsrsrs Mas é linda, com as montanhas ao fundo. Ficamos lá até o pôr-do-sol. 26/12 - Acordamos mais tarde para descansar e fomos caminhando até o centro. Passamos pela igreja St. George e pela Company`s Garden. Este jardim é muito mais bonito que eu esperava...um oásis naquele dia quente. Lindos jardins e muuuitos esquilos fofos que vêm até você e ficam olhando esperando comida rsrsr parecem cachorros. Depois fomos ao South African Museum and Planetarium (R30 rands), mas o planetário estava fechado para reforma. Não é o museu mais legal que já fui, mas é interessante. Bem grande, dá para ficar umas 3 horas. Depois fomos caminhar na Long Street, de dia ela é mais parada, tem várias lojas de souvenirs e restaurantes. Também passamos na GreenMarket Square, uma praça com várias barracas de artesanato. À noite fomos passear novamente no Waterfront e jantamos no Den Anker, restaurante belga com localização privilegiada no Waterfront. Estava lotado mas logo conseguimos uma mesa. Serviço amigável, várias opções de cervejas belgas, menu bem variado e a comida estava bem boa. Com 2 entradas, prato principal e bebidas saiu cerca de R400 rands cada. 27/12 - Nesse dia o plano era subir a Lion`s Head de manhã, mas como estava muito quente acabamos não indo (me arrependo hoje rsrs). Fomos no Waterfront para andar por umas partes que não tínhamos ido ainda (é enorme o lugar), almoçamos um sanduíche no shopping (R45 rands) e fomos esperar o barco para a Robben Island (R320 rands, lembre de comprar antecipado online, tem às 9h, 11h, 13h e 15h). O passeio dura cerca de 4 horas (2h ida e volta de barco mais 2h na ilha). O passeio de barco em si já é legal. Na chegada entramos em um ônibus com uma guia. A parte 1 do passeio consiste numa volta na ilha dentro do ônibus onde a guia vai falando dados da ilha, história, fauna, explica algumas construções etc. Na parte 2 paramos na entrada da prisão e outro guia, que é um ex-prisioneiro político e ficou preso com Mandela, nos leva para dentro e fala um pouco sobre o apartheid, a luta deles, como funcionava o esquema prisional e as alas da prisão, visitamos as celas e ele fala como foram aqueles muitos anos presos lá (Mandela ficou 18 anos preso nessa ilha). Ninguém falava nada, todos só ouviam, é uma mistura de sentimentos. Após o passeio fomos jantar no restaurante La Mouette, bem concorrido e quando fiz a reserva 3 meses antes já tinha apenas 1 horário disponível e eles pegam um pré-pagamento no cartão. Esta foi a janta mais cara da viagem, mas também é outro nível, desde as mantas disponíveis nas cadeiras no exterior, atendimento impecável, cerveja gelada rsrsrs. Pegamos o Menu Degustação que custa R445 e vem 6 pratos. A comida e apresentação dos pratos estavam perfeitos, até minha mãe que não curte coisas diferentes gostou do carpaccio de avestruz e dos outros pratos. Com 2 garrafas de vinho saiu uns R650 rands cada. 28/12 - Acordamos cedo, fizemos check-out e fomos buscar o carro alugado na Hertz pela internet (R1044 rands 3 dias, carro B). Teoricamente precisaria carteira de motorista internacional, mas pegamos com a do Brasil sem problemas. No primeiro dia foi tenso dirigir do lado esquerdo, mas logo o Renan acostumou, após quase bater numa rotatória porque olhamos pro lado contrário Nosso destino era Cape of Good Hope/ Cabo da Boa Esperança, com paradas pelo caminho. Primeiro paramos em Hout Bay para fazer o passeio até a ilha das focas. Já no pier tem várias focas que os pescadores ficam jogando peixe. O passeio dura 40 minutos, custa R85 rands e vale muito a pena. A ilha é repleta de focas, muito legal ver elas brincando, brigando e nadando ali ao redor. Depois seguimos para Chapman`s Peak (R42 pedágio), uma das estradas costeiras mais espetaculares do mundo. Realmente espetacular! Vontade de ir parando a cada 10 metros para tirar fotos. Passando Chapman`s Peak drive seguimos em direção a Simon`s Town, depois seguimos as placas para Cape Point. Quando passamos por Boulders Beach resolvemos parar para almoçar e já ver os pinguins. Estava lotado, fila para estacionar, então estacionamos mais longe e caminhamos até lá. Por onde entramos tem uma tarifa para nadar na praia, e no outro lado do deck de madeira é a tarifa para ir observar os penguins. Pra variar tinha fila e estava lotado, então não entramos, porque caminhando pelo deck já é possível observar a praia, os pinguins na praia mais de longe e alguns penguins bem próximos da cerca. Seguimos viagem para Cape Point, várias placas de BABOONS pelo caminho, mas não vimos nenhum. Quando estávamos próximos de chegar já tinha uma fila de carros. Esperamos não sei quando tempo na fila e quando estávamos chegando próximos da entrada um guarda disse que poderia levar até 2 horas para liberar estacionamentos (tem que chegar cedo pra tudo ou pegar filas intermináveis, essa é a desvantagem de viajar nesta época do ano). Desistimos e resolvemos voltar no outro dia bem cedo. Seguimos para Stellenbosch para visitar algumas vinícolas. Como as degustações encerram às 16h-17h na maioria delas, conseguimos visitar apenas a Vredenheim. Serviço ok talvez porque já estavam quase encerrando, vinhos não estavam na temperatura certa. Em Stellenbosch alugamos uma casa pelo AirBnb https://www.airbnb.com/rooms/8746700. O melhor lugar que ficamos, linda casa num bairro residencial, super limpa e espaçosa, muito bom! 29/12 - Saímos de casa umas 6AM e levamos mais ou menos 1h30min até Cape Point. Fomos uns dos primeiros a chegar rsrs, não tinha fila nenhuma. Seguimos a Cape Point e subimos as escadas até o Farol. Vistas espetaculares de lá e pensa num vento. Bom ler um pouco da história deste local antes de ir, pois o mais legal além da beleza natural é sua importância histórica. Lá tiramos umas mil fotos. Depois seguimos pela trilha que vai até Cape of Good Hope, é possível ir até lá de carro, mas a trilha é bem tranquilo e leva no máximo 2h ida e volta. Depois dirigimos mais um pouco no parque e voltamos para Stellenbosch. Eu tinha reservado uma degustação na Neethlingshof às 13h, chegamos só um pouco atrasados porque nos perdemos um pouco. Vale muito a pena a Flash Food, Slow wine pairing! Custa R90 e cada vinho vem com um mini prato armonizando. De lá seguimos para a Die Bergkelder (Fleur du Cap) onde havia reservado outra degustação com comida, mas chegando lá falaram que só seria possível a de vinhos. Os vinhos são muitos bons mas não gostei do atendimento. Depois fomos para a Spier, vinícola muito popular, mas estava lotado e não conseguimos fazer a degustação, então apenas compramos uns vinhos na loja e fomos pra casa. 30/12 - Dia de degustações. Importante destacar que meu noivo estava de motorista, então a maioria das degustações só eu e minha mãe fizemos, tadinho rsrs Primeira vinícola foi a Warwick. Minha preferida, lindo lago e jardim, atendimento ótimo, vinhos excelentes! Eles fazem picnic gourmet então tem almofadas, mantas etc no jardim em frente ao lago. Sentamos na varanda sob uma árvore para fazer a degustação. Que lugar tranquilo e agradável, se tivesse mais tempo ficaria ali uma manhã inteira. A degustação básica custa R50 mas este valor é abatido se você comprar vinho depois, então vale muito a pena! Levamos 2 garrafas. Próxima vinícola foi a Fairview Cheese and Wine. Estava lotado. Na entrada tem uma casinha de cabras, muito fofas rsrs. Após um pouco de espera fizemos a degustação de queijos e vinhos (R40 ótimo preço). Os vinhos são bons, mas os queijos...deliciosos! Levei um queijo de cabra e um queijo azul. Recomendo muito este lugar também! Depois paramos na La Motte. Vinícola grande e mais chique, um jardim lindo, algumas esculturas e peças de arte, uma ponte sobre um lago. Os vinhos realmente são muito bons, mas também são os mais caros. Compramos apenas uma garrafa rsrsrs Quase em frente a La Motte fica a Eikehof. Faça um favor a si mesmo e visite este lugar! Amei! É uma vinícola familiar pequena e mais rústica. A degustação é feita sob as árvores em frente ao vinhedo. A própria família te recebe, e são muuuuito atenciosos e queridos, contando a história deles e daquele lugar. Minha mãe até foi andar no meio do vinhedo pra ver rsrsrs Pegamos uma tábua de frios, tudo delicioso. É um lugar imperdível na região! Fomos para casa pois já tinha dado de vinho, apaguei e acordei com aquela sede rsrs Quando olhei o relógio já estávamos atrasados para o jantar que tinha reservado na Tokara! Fomos correndo e chegamos a tempo para o pôr-do-sol. Sim, porque ver o pôr-do-sol neste lugar é obrigatório. Chegamos e o host já perguntou se queríamos primeiro tomar algo no deque. Lógico! Este é o restaurante e vinícola com o visual mais lindo! A fachada do restaurante é toda de vidro, então enquanto você janta pode ficar observando aquele restinho de sol no horizonte. Este restaurante é um dos melhores na região e possui poucas mesas, então reservei uns 3 meses antes. Comida maravilhosa, tudo perfeito! Com 2 entradas, 3 pratos principais, água e uma garrafa de vinho deu uns R400 cada. Como eu adoro gastronomia e vinho, amei Stellenbosh e ficaria mais tempo se meu noivo também gostasse tanto quanto eu. 31/12 - Saímos cedão para devolver o carro e pegar um voo para Lanseria/Joanesburgo. Esse voo foi comprado separadamente na Kulula (budget airline). No aeroporto pegamos outro carro alugado na Budget (R1923 rands carro automático por 6 dias). Ambas as empresas foram boas. Seguimos direto para Hoedspruit, cidade próxima ao Kruger Park. Todas as estradas da África do Sul são ótimas e foi super fácil dirigir por lá. No caminho vários pedágios, mas pelo menos as condições das rodovias eram excelentes. O caminho foi bem longo e levamos umas 6h para chegar. Ficamos na Lourie Guesthouse (reservado pelo Booking.com) e foi R270 uma diária em quarto família. É uma pequena cidade, apenas ponto de entrada para o Kruger Park, apenas para dormir e seguir viagem. Passamos o ano-novo dormindo rsrs 01/01 - Saímos umas 6AM rumo ao portão Orpen do Kruger Park. No caminho existem várias reservas privadas e vimos já uma girafa peto de uma cerca no caminho. Na entrada perguntam se temos armas, revistam o carro mais ou menos. Infelizmente ainda tem muita caça ilegal mesmo dentro do Kruger, vi num folheto que em 2013 foram mortos mais de 300 rinos Na próxima parada tem uma recepção onde mostramos nossa reserva e eles anotam a placa do carro etc. Também compramos um mapa muito bom por R40, que tem o tempo de viagem entre os acampamentos, fotos e nomes dos animais, etc. Observações: - Reservamos acomodação no Skukuza Camp e o Sunset Safári pelo site do governo https://www.sanparks.org/parks/kruger/. É importante reservar com bastante antecedência pois este camp é o maior e o mais popular. Tive problemas para pagar com meu cartão, bug no site, então liguei lá e o pagamento foi feito por telefone. - Esses safáris oferecidos pelo parque só estão disponíveis para quem dorme lá, pois começam ou terminam fora do horário que os portões estão abertos para "day visitors" (o nosso safari terminava as 20h e os portões fecham às 18:30 por exemplo). - Tem toda uma lista de regras que você recebe ao reservar, como limite de velocidade, recomendações como nunca abrir as janelas do carro etc. E tem que respeitar o limite mesmo que eles multam. - Se você faz questão de ver os Big 5, o ideal é ficar pelo menos 4 dias no parque. Logo na entrada vimos uns carros parados e fiquei olhando e não via nada, eles olhavam para uma árvore, então olhamos pra cima e vimos um leopardo num galho. Começamos bem, já que é super difícil ver leopardo. Seguimos pela via asfaltada em direção ao Satara camp. Em determinado momento pegamos uma estrada de barro para fazer um loop, mas tivemos que seguir por esta estrada de barro por muito tempo, pois todas as que ligavam a estrada principal estavam fechadas (parece que devido a uma forte chuva). Mas foi bom, pois quase não tinha carros nesse caminho e vimos elefantes, zebras, muitos tipos de antílopes, búfalos, rinocerontes... Claro, passamos muito tempo dirigindo sem ver nada, é muita questão de sorte..pois a savanna é imensa e tem que ter sorte de o bicho estar ali perto da estrada. Acho que as estradas de barro são melhores para achar os animais por ter menos movimento. Também quando o sol está mais forte, e estava muuuito quente aqueles dias, os animais tendem a ficar mais deitados e sob as árvores, então os melhores horários para vê-los é bem cedo ou final da tarde. Chegamos na recepção do Skukuza para pegar a chave pro nosso hut, pagamos a taxa de conservação (R304 cada) e fomos esperar a hora do check-in. Este acampamento possui um restaurante, uma loja de souvenirs e mini mercado, uma piscina. É bem completo, nem parece que você está no meio da savanna. E tudo com preço razoável, mesmo preço das cidades. Estava muuuito quente. Fomos no restaurante tomar um cerveja. O deck fica em frente ao rio e vimos um monte de macacos correndo sobre a ponte. Às vezes até é possível ver elefantes bebendo água no rio ali na frente (vi em fotos, mas não vimos). Fizemos check-in, tomamos banho e descansamos para o safári, que começava às 16:30h. Seguimos com o jipe, dirigimos bastante tempo sem ver nada. O próprio guia falou que como estava muito quente, só quando o sol saísse veríamos mais coisas. O safari decepcionou na verdade, pensei que com o guia veríamos mais animais por eles saberem os melhores lugares para olhar, mas não. Valeu a pena pela família de girafas que passou na frente do jipe, aquele pôr-do-sol lindo ao fundo, parecia cena do Discovery rsrs e outros pequenos animais que sem o guia nem notaríamos, como cobra, pássaros, pequenos roedores, etc. Voltamos 20H para o acampamento e fomos jantar. À noite você percebe que está no meio na savanna, pois só ouve o barulho dos animais, o céu mais estrelado que já vi... 02/01 - Saímos umas 7h, jogamos a chave na caixa "Key Drop" (check-out mais eficiente rsrs) e seguimos mais ao sul do parque. Seguimos um bom tempo sem ver nada numa estrada de barro e de repente, uma grande manada de elefantes bem próxima da estrada, os filhotinhos brincando tãaaaao fofo. Sempre batia um medinho quando tinha filhotes, pois as mães ficam mais agressivas rsrs então sempre mantemos uma distância segura. Às vezes era impossível porque você vai dirigindo devagarzinho e de repente tem um elefante enooorme bem no lado do carro. Dava uns frios na barriga e eu começava a gritar "fica com a ré engatada" daí o elefante começava a vim na nossa direção e eu gritava "saaai sai rápido" kkkkkkk É que eu vi um vídeo onde um elefante derrubou um carro, dai já viu. Nesse dia vimos muuuitos elefantes naquela rota e também girafas, mas nada de leão Próximo da saída do parque vimos mais 2 rinocerontes bem perto, então já fiquei feliz pois eles também são difíceis de encontrar. Foi umas das experiências mais legais da minha vida, ver estes animais no seu habitat natural e a savanna africana e suas "Acacias tortilis". Nossa passagem foi rápida, não vimos o leão, mas valeu a pena. Como falei antes, se você quiser ver todos os animais, fique pelo menos 4 dias no parque. Seguimos viagem rumo a Joanesburgo, mais 5h. Ficamos num flat alugado no AirBnB no bairro Moboneng. 03/01 - Após dias acordando super cedo, dormimos até mais tarde neste dia. O bairro que ficamos tem guardas nas ruas, então é seguro sair ali a pé para tomar um café, mas fora daquela região é perigoso. Este bairro foi totalmente reformulado e se tornou "cool", cheio de galerias de arte, um cinema independente, lugar da moda. Fomos ao Museu do Apartheid (entrada R80 e estacionamento seguro e gratuito). Na entrada te dão um ingresso que te discrimina aleatoriamente pela cor, então você se separa do grupo na entrada, uma amostra de como muitas famílias foram separadas quando o regime começou. Muito louco pensar que isso é tão recente. O museu é enorme, dá pra ficar 4 horas ou mais, pois também conta a história da África do Sul desde a colonização. Nossa, o que dizer deste museu...impossível não se emocionar. Alguns vídeos são bem gráficos, tinha até gente chorando. O ser humano pode ser muito cruel. Mas emociona também a determinação, resiliência e força dos que lutaram contra a segregação, não somente negros, mas também indianos, brancos e asiáticos. Depois fomos para o shopping Sandton. É enoooorme, fizemos umas compras e jantamos no The Butcher Shop and Grill. Finalmente comi a carne de avestruz e o malva pudim que estava querendo provar. 04/01 - Fomos ao Cradle of Humankind/Berço da Humanidade, que fica cerca de 1h de carro de Joanesburgo. O ingresso custa R190 (combo cavernas Sterkfontein + Maropeng). Paramos primeiro na Sterkfontein Caves, caverna onde foram encontrados diversos fósseis dos primeiros seres humanos e os famosos Little Foot e Mrs. Pleas. A caverna é legal e tem estalagmites, um lago etc, mas o mais legal é a parte histórica e saber que naquela região viveram, milhões de anos atrás, os primeiros seres humanos. Algumas partes tem que andar agachado, passar por lugares bem estreitos, mas não muito. Depois fomos ao Maropeng Visitor Centre, que fica a 6km das cavernas. É um museu interativo focado da evolução do planeta, dos humanos e nossos ancestrais. Primeiro tem uma parte com fósseis de dinossauros. Depois vem a parte mais legal. Entramos num bote redondo que vai passando por um túnel gelado e azul, depois passa uma parte escura com fumaça e lava, placas tectônicas se movendo, muito massa, só isso já valeu a pena a visita! Depois passamos por um túnel que é pra ser o momento do Big Bang (dá uma tontura) e saímos em uma sala com exposições interativas sobre a evolução da humanidade, extinções, etc. Curtimos! Depois fomos à Lesedi Cultural Village, mas chegamos tarde demais para visitar as "aldeias" (o tour ocorre 11:30 e 16:30). O lugar recria a vila/casas de 5 tribos africanas diferentes. É feito para turista, mas para quem não tempo para visitar uma tribo mesmo (acho que é possível somente em outros países da África), tá valendo. Vimos então apenas a apresentação das danças e músicas (R150). Minha mãe adorou e todos foram realmente muito queridos, mas eu achei apenas legalzinho. Na volta fomos novamente no Sandton Mall porque o Renan queria comprar uma camiseta de Rugby e jantamos no Ocean Basket, uma rede de fast-food de frutos no mar. Nossa como nos arrependemos de não ter comido nessa rede antes (tentamos mas sempre tinha fila e não temos paciência ). Muito bom custo-benefício!!! O fish and chips custou R59 e a casquinha tava bem sequinha e crocante, molho delicioso, bem servido. Também pegamos uma porção de frutos do mar (R119) com camarão, mariscos, peixe e arroz, o molho de manteiga é delicioso! Já o sushi não achei aquilo tudo. Essa rede tem em todas as cidades, se soubesse que era assim bom antes... À noite foi arrumar as malas e embalar bem os vinhos com papel bolha para a volta. 05/01- Dia de ir embora, já bate aquela depressão Minha mãe queria porque queria ir no Soweto. Não é o tipo de turismo que curto, é como ir nas favelas no Rio. Mas como ela não parava de insistir, chamei um Uber e fomos até a casa do Nelson Mandela. Ela entrou, tirou umas fotos, caminhamos um pouco ali na rua que é cheia de artesanato (e por ser turística não tinha pobreza), o nosso motorista do Uber falou um pouco sobre o Soweto e tal, e logo voltamos. Neste dia matamos tempo num shopping perto do Aeroporto, depois devolvemos o carro e pegamos o voo de volta. The end.
  9. Eu pesquisei isso e vale mais a pena levar dólar que real. O banco Bidgevest (https://www.bidvestbank.co.za/business-banking/forex-services/forex-calculator.aspx) compra reais, mas fazendo as contas hoje vale mais levar dólar e trocar no American Express (http://www.americanexpressforex.co.za) que fica no aeroporto de Joannesburgo.
  10. Olá Marco! Parabéns pelo relato! Estou indo em dezembro e estou em dúvida se tiro a carteira de motorista internacional. Pediram para você na hora de alugar o carro? E em Joannesburgo é tranquilo estacionar o carro de noite, os estabelecimentos tem garagem? Ah, e quando vc chegou em Jozy você teve que fazer check-in da bagagem novamente pq seu voo para Port Elizabeth era separado? Pergunto pois minha mãe vai sozinha uns dias antes, dai tenho que dar todas as instruções certinho pra ela kkkk espero que a mala dela vá até Cape Town. Valeu! Jenifer
  11. Olá! Ótimo relato! Estou indo em Dezembro e estou com uma dúvida! Eles pediram carteira de motorista internacional para alugar o carro ou nem pediram? E em Joannesburgo você ficou com o carro alugado? Os estabelecimentos e museus tem estacionamento ou melhor usar UBER ? Agora que vi que vc é de Blumenau! Eu também sou hehehehe mas me mudei para Videira faz 6 meses. Obrigada! Jenifer
  12. Olá, Alguém que foi recentemente para eu Calafate sabe me falar quanto está a cotacao nas casas de cambio? Pois vi que após a abertura do câmbio ficou parecido, mas no site do Banco de la Nación (que fica no aeroporto de buenos aires) vi que estão pagando 3,90 pelo real, enquanto no Cambio MaisBrazucas estão pagando 4,60... é uma boa diferença. Alguém pode me dizer quando estava nestas últimas semanas em Calafate? Para que quer fazer o Mini-Trekking e Big ICE, indico reservar com antecedência, ano passado não conseguimos ir pq estava cheio. No site da Hielo y Aventura tem os valores e outras infos.
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