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Breno Pessoa

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  1. Breno Pessoa

    Cursos no Reino Unido - Perguntas e Respostas

    Oi Rodrigo, Já ouviu falar da EF? Eu mesmo escrevi este texto com algumas informações sobre curso de inglês em Londres, onde moro, e por trabalhar no dep. de marketing digital da empresa, escuto falar muito bem. Em Julho, fomos numa excursão a Brighton onde conheci dois brasileiros estudando na EF e teceram muitos elogios. Claro, a minha opinião tende a ser favorável, por razões óbvias, mas alguns fatores não podem ser negados, como o método desenvolvido em conjunto com a Universidade de Cambridge, e a super localização da escola. Hampstead, por exemplo, apesar de ser uma área bacana, não é muito central. Enfim, se puder ajudar,e tiver tempo... respondo algumas perguntas suas! Abs, Breno
  2. Breno Pessoa

    Cursos no Reino Unido - Perguntas e Respostas

    Lívia, concordo com a Laura, se o seu nível de inglês já é intermediário ou avançado, melhor! Escrevi há pouco este texto sobre intercâmbio em Londres e como já moro aqui há algum tempo, já não lembro quais minhas dúvidas na época do meu primeiro intercâmbio, mas a minha motivação era estudar por 9 meses, para buscar fluência. Como trabalho na área (embora nada relacionado a vendas!, apenas escrevo e traduzo), já ouvi muita gente dizer que é uma experiência maravilhosa. Eu adoro Londres. Acho que o crescimento pessoal tb conta muito, por estar vivendo em outro país, é enriquecedor. Há várias agências de intercâmbio no Brasil (não precisa vir pela qual trabalho! hahaha), mas certifique-se de que seu professor é nativo de inglês, minha dica top. Bjo, e boa sorte! B x
  3. Lu, um dia é bastante! Vá ao centro turísitico onde ficam as principais atrações e curta a parte mais interessante da cidade. Sim, pode ficar hospedada em Veneza e pegar o trem de ida e volta. Informe-se sobre o último trem de volta e saiba logo o qto pode ficar! Cath, valeu pela dica, devo retornar lá em breve para visitar a mesm amiga! B x
  4. Oi Lu, obrigado pelo comentário ;D Este ano, o calor estava incrível, mais quente que o Brasil! 38, 39 graus e a gente comprava água, coca-cola, iced tea a cada hora ou duas horas. Porém, é sempre bom ter um casaquinho se esfria de noite, tipo 11 horas. Só tinhamos roupas leves!
  5. Tocam os sinos quando subimos a torre. Estamos no alto e apesar de já pisar solos veroneses há 2 dias, é a primeira vez que meus olhos se dão conta da sua magnitude. Difícil não entender o porquê Shakespeare se apaixonou por Verona e nos deu Romeu e Julieta, para nos transformar em românticos anônimos, perdidos pelo mundo. A Torre de Lamberti fica no centro da área turísitica e por já passar das 7 horas, embora o Sol insista em não se pôr, nos vemos apenas na companhia de dois alemães. Trocamos a gentileza de tirar fotos uns dos outros, me escapole un Danke Scheon, e logo ganhamos de novo as ruas. A memória do tocar dos sinos continuam a agredir os meu ouvidos, mas a beleza da cidade faz os meus olhos sorrirem. Uma cidade cercada, que teve muralhas levantadas na época da grande guerra e que conserva a sua história em cada detalhe. Encanta-me saber que a Ponte Pietra, destruída pelos alemães durante a guerra, teve os seus materiais originais resgatados do fundo do rio para ser reconstruída em 1957. Quem me conta isso é um senhor italiano, que apesar de saber que não falo a sua língua, insiste em contar-me sobre a cidade. O italiano é fácil de entender. Porém, é como um conversa sem volta. Troco para o espanhol e pronucio tudo de forma mais lenta e de repente há um papo meio esquisito entre duas pessoas que devem soar insanas para outros, mas nos entendemos e aprendo a usar este idioma na Itália e engaveto o inglês. Seguimos até a casa de Julieta. Há inúmeras cartas na parede, dos dois lados. O que pedem os apaixonados? Resisto a ler as cartas, tiramos fotos distantes, e sorrimos. Vemos a sacada, a estátua de Julieta e não resisto a tocar um dos seus seios. Dizem que este ato nos traz sorte. Do lado de dentro da casa, as minhas indagações floreiam. Há um escrito que diz que a casa é tida como a casa de Julieta Capuleto. Será real? Nos arredores, fica a casa de Romeu, que é propriedade privada. Nos limitamos a observá-la de fora e caminhamos para a tumba de Julieta, num belo casarão, decorado com esculturas e quadros. Hoje, requinto de cerimônias de casamentos. O ápice do romantismo, não? Há um poço repleto de moedas, para fazer pedidos. Pegamos as menores e a deixamos cair. Não falamos sobre os desejos, mas corremos para o hotel e nos vemos de repente prontos para a Ópera. É a nossa primeira vez. Na Europa, em julho, o Sol banha as cidades até quase as 10 horas da noite. O ar da Arena é quente e as pedras que a compõem, guardam o calor dos dias. Construída antes do Coliseu, é o cenário perfeito para a nossa estréia. Escolhemos a Ópera mais clássica, Aida, escrita há quase 200 anos e encenada na Arena há quase cem. Os meus olhos e ouvidos se encantam, por fim, em conjunto e deixo as indagações de lado, e assisto a um espetáculo sem igual. Porém, estamos muito cansados para os seus quatro atos e o calor nos faz querer dormir. O cair da noite torna a Arena um palco ainda mais espetacular e ao final caminhamos leves pelas ruas quase desertas de Verona, para que outro dia possa de novo ter fim. Breno Pessoa mora em Londres, trabalha como produtor de conteúdo para uma empresa de intercâmbio, e adora viajar. Verona do alto A Arena pouco antes do espetáculo Amiga fazendo um pedido
  6. Breno Pessoa

    relato Veneza - Itália

    Só uma dica, para acrescentar. Por 6 euros pode-se ir a Verona de trem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Trenitalia
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