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lu_de_roberto

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Sobre lu_de_roberto

  • Data de Nascimento Maio 12
  1. Passei o carnaval de 2014 na Costa Rica com uma amiga e foi maravilhoso! Tivemos pouco tempo mas conseguimos aproveitar todos os dias ao máximo!! Costa Rica vale super a pena: o país é menor que o Rio Grande do Norte, achei super seguro, povo extremamente atencioso, simpático e bilingue (em todos os lugares perguntavam para nós que queriamos falar em espanhol ou inglês). O único ponto negativo são as estradas que não são bem sinalizadas, normalmente tem muitos buracos (demos sorte de não pegar trechos de terra) e muito sobe e desce. Apesar de ter lido alguns relatos, algumas coisas aprendemos na marra, entao vou dar um resumo do que fizemos e espero que ajude!! O roteiro em grandes linhas foi: La Fortuna - Tamarindo - Manuel Antonio, mas fizemos algumas paradas no caminho.... Resumo dos Custos: Passagem - Rio / San Jose / Rio (via Bogota) pela Avianca - R$2400 Hostel La Fortuna Backpackers - US$ 49 (diaria em quarto duplo) Hotel La Palapa Tamarindo - US$98 (diaria em quarto duplo) Hotel Jungle Beach Manuel Antonio - US$92 (diaria em quarto duplo) Aluguel do Suzuki Jimny na Adobe - US$ 438 (1 semana + GPS + seguro) Refeiçao em media US$15 Cerveja em media US$3 A moeda é o Colon e para conversao facil, 1.000 colones sao 2 dolares. Dica: nao troque no aeroporto, que a cotacao estava 1 dolar por 480 colones e chegamos a ver ate por 575 colones em Tamarindo. A maioria dos lugares aceita dolar, entao a sugestao é trocar so o minimo para o dia a dia. Saída do Rio: 02/03 - San Jose (Alajuela) Na verdade, perdemos um dia de viagem, pois nosso voo estava marcado para o dia 1. No entanto, no momento do check-in pediram o nosso certificado de vacinaçao internacional contra febre amarela e, nós duas, tinhamos deixado no trabalho.... Como não dava mais tempo de buscar nesse dia, remarcamos para o dia seguinte (sem custo adicional graças a tarifa cheia!) e, enfim, tudo certo! O mais engraçado é que, neste dia, em nenhum aeroporto nos pediram o certificado, mas vimos pedirem a outras pessoas, então, para não dar sorte ao azar: levem o certificado!!!! Chegando no aeroporto encontramos o funcionario da Adobe e fomos buscar nosso carro. Tramite completo, fomos em direcao a La Fortuna: 2h30 de carro numa estrada sofrivel... Pegamos o contrafluxo e demos sorte pq o transito La Fortuna - San Jose estava completamente parado as 19h da noite de domingo. Chegando em La Fortuna, achamos o hostel Backpackers La Fortuna, que fica bem na rua principal, onde ficam todos os outros albergues também... O albergue é bonitinho e o quarto super simples, mas com ar condicionado e agua quente. (Café da manha nao estava incluido no preço). Nao sei como é o quesito socializacao, mas nao havia programacao organizada por eles. O hostel irmao, Arenal BAckpackers, pareceu melhor! Fomos direto comer no Lava Lounge, que fica quase em frente. Tava tocando um "Mama Africa" sem parar e tinha bastante movimento pra ser domingo a noite... A cerveja local eh a Imperial, que é tipo uma Antartica, mas as versoes Light e Silver nao tem gosto de nada.... 03/03 - La Fortuna - Canopy + Pontes Suspensas + Termas Baldi Acordamos 7h30 e fomos ver o café da manha do Arenal Hostel (US$7). Nao gostamos da cara e fomos no Gecko Bar, que fica na esquina da rua do nosso albergue. Encaramos um breakfast burrito que estava uma delicia e fomos fechar os passeios. Do outro lado da rua havia um quiosque em frente a agencia de rafting Costa Rica Descents. Agendamos o Canopy AMA Extreme no Arenal Mundo Aventura mais o Rafting do Rio Balsa (Class III e IV) para o dia seguinte por US$105 (35+70) O Mundo Aventura fica a 1km do centro, na entrada da cidade. Fomos num grupo de 8 para o passeio Extreme, que sao as 8 melhores tirolesas do parque. A outra opcao sao 12 tirolesas, sendo que as 4 primeiras sao aquecimento, antes de entrar nas 8 melhores e depois eles vao ver umas danças indigenas (furada!). O melhor desse passeio eh que ve a Cachoeira de La Fortuna e mais uma outra menorzinha de cima. Fora que achei tudo bem organizado! De la, fomos para as Puentes Colgantes (Hanging Bridges ou Pontes Suspensas), que fica ha uns 20 minutos depois da cidade, no sentido do Arenal. Saiu por US$12 e lemos no Tripadvisor que era um passeio imperdivel. Bom, para nos brasileiros, e principalmente quem ja teve chance de fazer trilhas por aqui, nao tem muita novidade. Tem um visual bonito do vulcao e uns macaquinhos safados que nao dao a minima para a presenca de gente... Era umas 16h queriamos ir no Observatorio do Arenal, so que ele fecha nesse horario. Como nao teria mais nada para fazer nesse dia, resolvemos ir a Termas Baldi, a "Caldas Novas" da Costa Rica. Aí fica a dica: na entrada, o ingresso custa US$31 para usar as piscinas ou US$51 com buffet de jantar. Só que vimos um Tourist Center no caminho que tinha nos oferecido o pacote com jantar por US$35 entao compramos nesse lugar. Existem outras mais baratas, mas achamos muito toscas e nao nos arrependemos de ter pago um pouco mais. São umas 20 piscinas, com temperaturas que variam de 18 a 65C (surreal essa temperatura), alguns tobogas tambem, e foi bom para relaxar da viagem.... Como o forte da Costa Rica nao é a vida noturna, fomos dormir cedo pra estar dispostas pro rafting. 04/03 - La Fortuna / Tamarindo Depois do cafe de novo no Gecko, encontramos o pessoal do rafting na agencia. Saimos as 9h de microonibus rumo ao Rio Balsa. Nosso guia hiperativo, nao parou de falar um minuto, e fez bullying com quase o onibus inteiro, mas a intencao dele era ser simpatico... No final ate tava achando ele gente boa! Depois de 45min de trajeto, chegamos no hotel que serve de base pro rafting. Uns 10 minutos de caminhada e chegamos no rio. Apos as instrucoes de seguranca em terra e de uns 10 minutos de treino na margem do rio, comecou a brincadeira!! Foi o maximo!! Foram umas 2h de descida, com 15 minutos de intervalo para um banho de cachoeira e umas frutinhas de lanche. Ja tinha feito aqui no Rio e foi tao bom quanto! Nosso barco conseguiu ser o unico que nao virou ou que as pessoas voaram na agua, mas ninguem se machucou. É importante ir de tenis ou de papete pra nao se ralar nas pedras do rio. No final do passeio, almocamos perto de La Fortuna (buffet incluido no preco) e pegamos o carro para ir a Tamarindo. Sao umas 4h de trajeto, um pouco melhor que o caminho para La Fortuna, seguindo o Lago La Fortuna, via Liberia. No entanto, com eu gosto muuuuuito de cerveja artesanal, vimos umas sinalizacoes na estrada da Lake Arenal Brewery e tive que fazer um pitstop de 1h30! O Mason, que é o cervejeiro, é um amor e nos explicou todo o processo e nos atendeu super bem!! Eles produzem uma Pale Ale e uma Brown Ale que são uma delicia e, acabamos descobrindo que também vendem em Tamarindo!!! Chegando em Tamarindo, achamos nosso hotel facilmente. Ele fica literalemte pe na areia (arraste a mala pela areia para chegar no quarto) e encontramos a melhor cama da viagem!! Tomamos um banho (a temperatura da agua era meio instavel mas deu para suportar) e fomos catar a famosa noitada de Tamarindo. Resultado: Tinha um bar bem movimentado, mas muita garotada, um loungezinho com meia duzia de pessoas e a tal da Fisch, que acabou sendo a nossa opcao. Custou 2000 colones para entrar e tava tendo um concurso de salsa muito engraçado. 05/03 - Tamarindo / Playa Flamingo / Playa Conchal Tomamos o café do hotel, incluido na diaria e bem farto - tinha 3 opcoes, incluindo o famoso gallo pinto (baiao de dois) que eles só servem no desayuno! É bem gostoso mas nao adianta procurar no almoco, pq aí ele vira casado e o arroz e feijao sao servidos separados... Partimos para Playa Flamingo, que fica uns 12km ao norte e foi recomendada pelo pessoal do hotel. A agua é uma delicia e, como minha amiga faz Stand up paddle aqui no Rio, ela me convenceu a tentar... Pagamos US$45 por pessoa, com o guia/instrutor, para fazermos o passeio a uma ilha proxima. Foi bem divertido e para quem nunca tinha feito até que fui bem!! Acabou durando umas 3h entao acabou nao sendo caro.... Terminado o SUP, fomos almocar no restaurante/pensao, ou Soda, como chamam, Stereo Azul. Serio, nao sei se foi o desgaste do SUP misturado com a fome ou se a comida tava tao boa quanto achamos! O foco sao frutos do mar, o restaurante é pe na areia, mas super simples e cada prato saiu menos de US$10. Super recomendo! De la, fomos a praia Conchal, que fica no caminho de Tamarindo. É uma praia linda, super diferente, já que nao tem areia, mas sim conchinhas trituradas. Vale super a pena curtir essa praia tambem. Entao ficamos um pouco mais de 1h e voltamos para Tamarindo pois queriamos pegar o por do sol, bebendo a pale ale artesanal do lago Arenal, que é servida no bar Witch Craft Surf Shop, o point dos surfistas... Antes do por do sol, fechamos o nosso mergulho nas Islas Catalinas. Tentamos com o Agua Rica, que nos foi indicado, mas como estava lotado, nos encaminharam para o Aquacenter, cuja loja fica em Flamingo, mas eles buscam em Tamarindo. Saiu por US$100 dois cilindros, mais equipamento. Do lado do Agua Rica, tem um coffee shop, que para os amantes de café, é parada obrigatoria! A Heloisa, que é uma das donas, explica tudo de café e te deixa provar todos os tipos que quiser, antes de comprar!!! Amamos essa lojinha!!! Chegada a hora do por do sol... Gente, o que é isso?! Uma das coisas mais lindas que ja vi na vida!!! Se programem para curti-lo por inteiro na praia!! (Quando carregar as fotos, atualizo o post). Como no dia seguinte o pessoal do mergulho nos buscaria as 7h, preferimos pular a night de Tamarindo, que ja vimos que nao era tao imperdivel assim.... 06/03 - Tamarindo/Isla Catalina - Jaco/Manuel Antonio Dia do mergulho! As 7h em ponto nos buscaram e, como nao dava tempo de desayunar, levamos um sanduiche que compramos na vespera no mercado. Chegando novamente em Playa Flamingo, nos equipamos e fomos bucear (temos o Open Water da Padi, entao nao sei como é o esquema de batismo). O barco andou uns 20 minutos ate chegar em Isla Catalina. A agua estava uns 25C mas a visibilidade nao estava muito boa para os nossos padroes, mas nos disseram que para o Pacifico, estava um sonho!!! Vimos muitas arraias, cardumes gigantescos, tartarugas, moreias e de longe um "guitar shark"!!! No intervalo entre os mergulhos ainda fomos presenteados com a visita de uns 10 golfinhos e umas arraias saltadoras que queriam chamar a atencao. De volta a Tamarindo, tomamos um banho e pegamos o carro para ir a Manuel Antonio. A estrada melhora consideravelmente e sao umas 5h de trajeto. Como estava cedo, no caminho paramos em Jaco, para ver mais um por do sol inesquecivel!! E na 1h que passamos nessa cidade, deu pra ver que tomamos uma decisao acertadissima de nao pernoitar por la: a praia é bem feia e a cidade meio tosca.... Chegando em Manuel Antonio, tinhamos reservado o hotel Verde Mar, mas odiamos pq nos colocaram num anexo horroroso, atras de um restaurante, barulhento e com muita gente estranha.Nos mudamos para o vizinho Jungle Beach, que tinha uma aparencia bem mais agradavel (apesar de que a porta do banheiro e o ar deram pau durante a estadia). 07/03 - Manuel Antonio Hoje foi o primeiro dia "férias" que tivemos! Acordamos sem despertador e fomos curtir o parque Manuel Antonio. Ele fica muito perto do hotel, mas acabamos indo de carro... A entrada custa US$10 e para chegar na primeira praia nào chega a 1h de caminhada, parando para ver as preguicas, macacos, iguanas, capivarinhas e guaxinins que cruzam o caminho... A praia é uma delicia e perto das pedras rola um snorkel bem legal!!! Cuidado com sacolas com comidas porque os tais macaquinhos citados anteriormente sao piores do que os pivetes aqui do Rio de Janeiro e fazem a limpa na maior cara de pau.... O parque eh pequeno entao ficamos no total umas 5h, entre curtir a praia e fazer as trilhas que estavam abertas... Na saída, almocamos no Dragonfly Thai, um tailandes para variar da comida costarriquenha, em que fomos super bem atendidas e mais uma vez ficamos esperando o sunset na praia... Impressionante como nao me canso de fazer isso!! De volta ao hotel, hoje estavamos na disposicao de conhecer a night de Manuel Antonio/Quepos! Fomos no Byblos Casino e Bar, que teoricamente seria uma das melhores opcoes e... nao tinha uma alma!! Resolvemos entao ir tomar uma cerveja no Agua Azul, que fica bem em frente e serve a Cartago Craft Beer, que eu estava louca para provar! Esse foi o restaurante mais caro que fomos, mas a comida estava bem boa! Atencao apenas pq todos os restaurantes te expulsam as 10pm!! Depois da comilanca, acabamos desistindo de tentar ir no Republik, a boate de Quepos, que pelo movimento da cidade, também nao deveria estar la grande coisa.... 08/03 - Tamarindo / Poas / San Jose Para aproveitar o ultimo dia, saimos antes das 8h de Tamarindo. Fomos em direcao a San Pedro de Poas, quase 3h de viagem, contando com os desvios que tivemos que fazer por interdicoes na estrada, direto a Doka Estate, uma fabrica de café para fazermos um tour. Chegamos por uma estrada alternativa e nao vimos nenhuma indicacao de que estavamos no lugar certo. Vindo de San Jose é mais facìl de achar. O tour foi caro, US$22 e leva 1h, com direito a consumir quanto café quiser... De la, almocamos no restaurante La Casona de Dona Julia, que tinha lido indicacoes, e fica no caminho do volcao Poas. O prato é gigantesco (2 daria para 3 pessoas, mas como nao brincamos em serviço, comemos mais do que precisavamos! ) e com cerveja saiu US$15/pessoa. O lomito com queso estava divino!! Ultima parada antes do aeroporto, foi o volcao Poas: custa US$10 mais 1.500 colones para estacionar. É um passeio rapidinho, se nao incluir a caminhada ao lago. Como nao tinhamos tempo e chegamos as 2h30 (hora que fecha essa trilha), isso vai ter que ficar pra uma proxima vez... De la, voamos para a locadora para devolver o carro e nos deixarem no aero. Tudo no tempo certinho, incluindo a parada para pagar a taxa de saída de US$29 da Costa Rica. A viagem foi otima!!! Ja estou com muita vontade de voltar!!! Espero que tenho sido util!! Qualquer dúvida, podem perguntar!! Bjs!!
  2. Enia, que bom!!! fico muito feliz em ajudar!!! Como fiquei meio ausente aqui, provavelmente sua viagem até já rolou.... Espero que tenha dado tudo certo!! Obrigada Hugo! Entao, nao falo absolutamente nada de nenhuma dessa linguas e com o ingles ou a lingua dos gestos vc sobrevive tranquilamente! Eu aprendia pelo menos um "obrigada" ou "cerveja" para parecer mais simpatica.
  3. Em novembro/11 fiz um mochilao de 3 semanas, passando por: Peru/Chile/Bolivia/Argentina. Resumindo um pouco dessa viagem, em que aproveitei muitas dicas daqui... Antes de começar, pra fins de conversão: R$1 = s./1,2 = CLP250 = BOL 3,5 = ARS 2,5 Dia 1: Lima Peguei a passagem de ida com milha da Avianca. Volta e meia eles tem promoçao de 2x1 para comprar milha e o trecho RioxLima direto estava por 9mil e custou 150USD (menos de 300R$). Foram 5h de viagem e chegando no aero saquei um pouco de Soles. O hostel escolhido foi o Loki (s./40 diária, quarto quadruplo feminino com banheiro) e reservei o taxi com eles mesmo. Chegando lá, morta de fome, almocei no El Bigote, um restaurante de ceviche que me indicaram no albergue. Bem tradicional e aprovei, mas entra na categoria caro (s./45 ceviche misto com Cusqueña 600ml). De lá, começou a andança. Fui a Huaca Pullana (s./12) de lá pra orla, no Parque do Amor, shopping Larcomar, bairro de Barranco, Puente de los Suspiros... Jantei na La Lucha Sangucheria e gostei bastante! (s./23 sanduíche, suco natural e batata-frita, muito bem servido!). De noite, encontrei minhas amigas peruana que conheci na Colombia e me levaram no bar Ayahuasca, em Barranco. Ambiente bem legal, lotado, um milhao de tipos de pisco sour, mas cada um a uns s./20, mas vale a pena provar. Dia 2: Lima Dia de conhecer o centro. Vale a pena pegar um taxi, sempre acertando o preço da corrida antes de entrar! Visitei a Plaza de Armas, Catedral, convento de St. Domingo e almocei no Tanta, do chef Gastón Acurio. Gostei bastante da comida e para o nivel do restaurante, nao achei caro, principalmente comparando com o RJ. De lá fui ao Barrio Chino (Chinatown) e encerrei o dia no Parque de la Reserva, no show das águas (s./4), que achei bem legal, principalmente chegando no entardecer. Dia 3: Lima-Cusco Sai cedinho pra pegar o voo Lima-Cusco (tambem Avianca, com milhas = USD60). Chegando em Cusco, pegue o taxi fora do aeroporto! Os taxistas vem querendo cobrar s./40 e fora consegue por s./10! Reservei o Wild Rover (s./35 quarto de 8, feminino com banheiro). Gostei bastante do hostel, tem um pub bem animado todos os dias! Esse dia peguei leve, porque subia 2 degraus e já ficava sem ar (e olha que tenho bom condicionamento físico!). Só dei uma volta pela cidade e fui até San Blas. Bem legal o visual de lá! Aproveitei pra comprar o ticket de Machupicchu com Wayna Picchu (s./159) e reservar o city tour pro dia seguinte, junto com o Valle Sagrado. Dia 4: Cusco – city tour De manhã aproveitei pra ir na rodoviaria comprar o bilhete pra Arequipa (s./40 com a Cial) Voltando pra cidade descobri que existia o Free Walking Tour (igual aos da Europa), mas infelizmente não dava mais pra fazer porque sai as 11h (da praça em frente ao Choco Museo). Me pareceu ser bem legal! Como ia fazer o city tour, só fui no Choco Museo, almocei no El Cuate Mex (calle Procuradores) e fui a Plaza de Armas. Até aí tudo bem, até a hora que eu vi todas as agências saindo e nada da minha..... Fui entao conversar com uma guia que tinha rádio e quetentou contato com a agencia, eles até atenderam, mas ficaram só dando desculpas... E eu já tinha pago! Enfim, me juntei a tal agencia que se chama Raices e fiz o city tour com eles (s./20). Visitamos a Catedral (s./10) e descobri que era um tour lotado de brasileiros! (mais velhos, mas todos uns amores!!!). Como eles iriam a pé pra próxima parada, o Qoricancha (s./25), resolvi correr na agência, que fica na calle San Blas e consegui pegar o $$ de volta e o cara, na cara de pau, falando que eu que não tinha ido no local combinado... Enfim! No final não tive prejuizo e consegui encontrar todo mundo na parada seguinte. De lá, depois do tour, pegamos a vanzinha pra ir a Sacsayhuaman, Q’enko e Tambomachay. Pra esses lugares o pro Valle Sagrado no dia seguinte, precisa do bilhete turístico (completo s./130). Visuais bem legais, mas leve casaco porque é um descampado e o vento maltrata! Na volta, aproveitei o bilhete turístico e fui no show de dança típica. Nada imperdível, mas passa o tempo.... Dia 5: Cusco – Valle Sagrado Achei esse tour muuuito legal! (s./40). Buscam as 8h no hostel e te leva a Pisaq, Urubamba e Ollantaytambo (vai a Chinchero também, mas como fui direto pra Aguas Calientes, dispensei essa etapa). O visual é lindo e vale a pena ouvir as histórias dos locais, a arquitetura... Vale bem a pena! No mercadao de Pisaq dá pra comprar as lembrancinhas pra todos e tem bastante prata boa. Ollantaytambo é show tb, as montanhas ao redor, com um milhão de imagens, sao demais! Em Ollanta, dei uma voltinha pela cidade, me abasteci de lanchinhos pra Machupicchu e peguei o trem (s./135) pra Aguas Calientes. Atrasou 1h e chegamos lá 21h. Reservei o hotel Sol de Oro pelo booking.com (s./78 quarto individual), achei justo o preço mas esperava alguma sustância no café da manha, o que decepcionou, só com pão seco e manteiga mesmo... Dia 6: Machupicchu Acordei 4h30 pra aproveitar o máximo do dia. As 5am começa a subir o ônibus, mas até comprar o bilhete (s./46 ida e volta) e enfrentar a fila, devo ter pego o 8º e ainda tinha uma filinha pra entrar em MP. Na chegada, tudo nublado!!! Que triste!!! Fiz o caminho até Wayna Picchu porque a minha entrada era de 7h as 8h. Entrei logo no início e depois de pouco mais de 1h de subida pesadinha, chegamos no topo e.... AINDA TUDO NUBLADO!!! Nao é possível!!!! Quase na hora que estavamos sendo expulsos pelo cara do parque, já que o 2º grupo ia começar a subir, por um milagre, o ceu abriu e o visual ficou incrível!!! Pra descer, é mais fácil, 1h também, com parada pras fotos. Fiquei muito satisfeita por ter escolhido o primeiro horário pra subir, pq MP nao é frio, e as 10h o sol já tava começando a dar uma castigada. Com o esforço da subida é muito mais cansativo e muito mais lotado tb. Depois, ficamos aproveitando a cidade por mais umas 4h o que é dá e sobra pra ver tudo e mais um pouco! Voltei pra cidade pra pegar o trem de volta a Ollanta (s./135) e, assim que entrei no trem desabou um temporal.... Que sorte! De Ollanta, peguei uma van, estilo lotaçao (s./10), que me levou a Cusco. Jantar no veggie El Encuentro (s./7) e fui pegar o bus pra Arequipa as 21h. Dia 7: Arequipa Umas 10h de viagem e chegamos a Arequipa. Já deixei comprado o bilhete pra Tacna, pra cruzar pro Chile. (s./20 com a Cromotex). Reservei o Wild Rover de novo (s./25 feminino com 4 camas e sem banheiro) e, pela 2ª estadia eles dão uma cerveja gratis! =)) Dei uma volta pela cidade e fui no Monasterio St. Catalina (s./35), como vi que não teria muito mais o que fazer por ali, comprei o trekking pro Canon de Colca (s./120 com a Andes Expediciones). Dia 8: Canon de Colca Esse tour busca as 4am no hotel porque é um chao até chegar a Colca e tem que comprar um boleto turístico pra la tb (s./40). Paramos as 7h pra tomar um café da manha (esse sim reforçado!), enquanto a galera que vai só fazer um bate-volta fica esperando na van. A primeira parada é pra ver os Condores (tímidos no dia, só um deu o ar da graça) e depois a van nos deixa um pouco mais a frente, onde começa o trekking. Fomos num grupo de 10 pessoas (franceses, alemaes e coreanos), mais 2 guias. São 2h30 de descida, parada pra almoço no meio de nada com comidinha gostosa e mais 3h até chegar no nosso refúgio também no meio do nada, sem luz eletrica, mas com uma piscininha, agua fervente pra tomar banho e quarto simplerrimo, mas bem quentinho. La servem um jantar gostoso tb, com o céu mais estrelado que já vi na vida! Dia 9: Canon de Colca Acordamos as 5h30 pra começar a subida e o café da manha é só lá em cima! #desespero! Heheheh A media de subida sao 3h, mas o grupo era frenetico e conseguimos chegar em 2h (o guia foi o ultimo, por sinal...). Café da manha gostoso em Cabanaconde e depois visitamos a cidade de Chivay, basicamente pra comer, ver uma feirinha e partir. De volta a Arequipa, foi só tomar banho, encontrar a galera do trekking pra tomar uns piscos e partir rumo a Tacna as 10pm. Dia 10: Tacna-Arica Essa viagem foi o inferno! Foram só 5h, mas o onibus parava de 30 em 30 minutos, entrava um povo vendendo comida e gritando, música alta... E lá se foi minha noite de sono.... Chegamos as 4h e já tinha uns carros (o tal do colectivo) pra levar até a fronteira com o Chile, pra cidade de Arica (s./20). Depois da migraçao o motorista deixa na rodoviária de Arica, onde já comprei o bilhete pra San Pedro de Atacama (CLP 22.000 pela TurBus), que saia as 21h30. E agora, o que fazer o dia inteiro em Arica? Resolvi tentar ir até o Parque Lauca, que me falaram que era bem legal. Encontrei um busao com destino a Bolivia (CLP 7.000), que passa por uma tal de Chungara e que me deixaria no Parque, depois de 4h de viagem e resolvi encarar. O visual estava bem interessante, vulcoes gigantes com picos nevados, flamingos pelos lagos, llamas e vicuñas espalhadas e eu tentando achar alguma entrada de parque. Ao falar com o motorista, numa paradinha que ele deu, ele me disse que a entrada já tinha passado e eu teria que voltar... Era tipo uma fronteira e tinha um onibus parado, vindo da Bolivia, sendo revistado e eu aproveitei pra voltar com eles (CLP 5.000)... Muita sorte! Podia ter ido parar no meio do nada ou ficar largada na estrada!! Na volta, prestei muita atençao e nao vi nenhuma entrada pro parque! Ou seja: Parque Lauca, se quiser encarar, alugue um carro ou pegue um tour, é mais seguro! De volta a Arica, fui pro centro e encontrei um calcadao legalzinho, com bastante movimento e lojinhas e gastei o resto do meu tempo por la, antes de voltar pra rodoviaria e encarar o proximo busao, até SPA. Dia 11 – Atacama: Valle de la Luna Cheguei em Atacama as 9h e essa viagem foi bem tranquila, mesmo sendo semi-cama com uma parada no meio do nada pra revista do onibus. A cidade é micro e fui a pé pro Hostel Campo Base, que também reservei pelo booking. (CLP 48.000 quarto quadruplo feminino com banheiro). Equipe super simpatica e prestativa, ainda me deixaram aproveitar o café da manha. O albergue é otimo e lotado de brasileiros, formamos uma mega gangue por la!! =) Reservei com eles o passeio pro Valle de la Luna (CLP 8.000 + 2.000 de entrada), mas antes fomos almoçar no Adobe Café: melhor refeiçao da viagem! (CLP 9.000 pelo menu do dia + cerva). Aproveitamos pra fazer enquete nas outras agencias e acabamos achando a Andes Travel, que fez uma proposta de preços muito melhor que a do albergue e que as demais da cidade e resolvemos fechar com eles o passeio das Laguna Altiplanicas e Cejar com eles, pro dia seguinte (CLP20.000 + 5.000 de entrada). O Valle é bem legal, mas tava um forno as 14h, quando ele sai... De noite, de volta a cidade, jantamos no Tierra todo Natural (CLP8.000), que também recomendo. Dia 12 – Atacama: Lagunas Altiplanicas Esse passeio passa as 7h pra buscar no albergue. O café da manha é na primeira laguna, com os flamingos, bem servido! E o guia, igualzinho a um indio, era uma figuraça, contando várias histórias! Depois fomos a mais umas 3 lagunas e fizemos mais umas paradinhas pra ouvir aos causos do guia. Achei o passeio legal, mas quem já foi a Bariloche talvez nao se surpreenda muito. Almoçamos uma chuleta de cerdo no Baltinache (indicacao do guia! CLP9.000 com cerva) e fomos a Andes Travel comprar os outros passeios. No jantar, empanadas do Delicias del Carmen (CLP2.500) com cervejas, mesmo com a indicacao de nao beber antes do passeio do Geiser del Tatio, pra nao passar mal pela altitude...Ops! Dia 13 – Atacama: Geiser del Tatio + Lagunas Cejar e Ojos de Salar A van passou as 4am pra chegarmos cedinho e vermos o Geiser (CLP 15.000 + 5.000 de entrada), enquanto ainda está frio, antes que sumam. Apesar de chegarmos com -4C na entrada, o visual é tao incrivel que o frio passa rapido! E olha que um mes antes estava -20C... Mesmo esquema cafezao com sustancia e depois fomos pras termas. Achei que nao conseguisse mas dá pra aguentar o frio externo numa boa! Depois nao dá vontade de sair! Na volta, almoçamos no Inti Sol (CLP7.000 com cerva, bom mas o mais fraquinho de SPA) e fomos pro passeio da Laguna Cejar (CLP10.000 + 2.000 de entrada). Esse passeio me surpreendeu! Nao levava muita fé, mas achei divertiderrimo! Primeiro é uma laguna com altissimo teor de sal e que o povo flutua. A agua é gelada, mas é legalzinho... Minha amiga teve alergia e ficou toda coçando pelo sal! De la, fomos aos Ojos del Salar, tipo um piscinao no meio do nada. O negócio la é tomar coragem e sair correndo pra pular. Muito legal, mas é a agua mais gelada que ja vi na vida, achei que meu corpo ia congelar antes de conseguir sair da agua... heheheh E por último, vamos ver o por do sol, bebendo pisco, na lagoa mais linda que já vi! Dia 14: Atacama – Salar de Tara e Tour Astronomico A van passa as 8h pra levar pro Salar de Tara (CLP 35.000) e tem que se programar direitinho pra esse passeio, pq ele nao sai todo dia e fomos numa van só de 6 pessoas. Esse dia foi um fos poucos em que conseguimos tomar o café gostoso do hostel Esse tour tb é incrível, vale bem a pena pelas paisagens super legais. O almoço é numa casinha no meio do nada e na volta, apesar da emoçao de atolarmos no deserto, chegamos sãos e salvos as 15h. Tarde de descanso porque a noite teriamos o tour astronomico (CLP18.000), mas nao sem antes reunir a brasileirada pra cerveja no unico barzinho animado da cidade. O tour em espanhol saiu as 10h e também vale super a pena, diferente de qualquer outra coisa que eu já tenha feito! Dia 15 – Salar de Uyuni Comprei o tour do Salar na véspera, pela Cordillera Travel, que havia sido indicada por todos os que conheci em SPA (CLP 78.000). Foi um pouco mais cara que as demais, mas tava disposta a pagar um pouco mais e ter o mínimo de conforto, afinal ja tinha ouvido cada depoimento bizarro... A saída do Chile é tumultuada, mas a entrada na Bolivia é bem tranquila, e é quando saimos da van e pegamos a 4x4, alem de pagar pela entrada no parque (BOL 150) . Nesse dia vimos mais aguas termales, lagunas de cores variadas e geisers, paisagens maravilhosas e fotos que nao conseguem retratar a beleza! Chegamos no nosso hotel e aí veio a surpresa: era ótimo! Todos falaram do perrengue da primeira noite, mas a nossa foi otima! Comida boa, banheiro com água e camas quentissimas pra enfrentar a noite gelada do deserto. Dia 16 – Salar de Uyuni Nesse dia, chega-se no máximo da altitude e a cabeça doeu bastante, apesar de estar há mais de 10 dias acimas dos 3.000m. Uma dinamarquesa do tour desmaiou e ficou um lixo pelo dia inteiro! Passamos por um milhao de flamingos, a arvore de pedra e mais lagunas, mas a maior emoçao veio quando estavamos saindo do parque. Cancela abaixada e uns 30 bolivianos mal encarados pediram pro nosso motorista (que era um fofo!!) descer. Depois de uns 10 min deles falando e o nosso guia com uma cara feia, eles levantaram a cancela e deixaram a gente sair... Aí o guia explicou que a partir de 0h ninguem mais entraria ou sairia do parque, porque haveria uma greve pra protestar contra o governo boliviano que nao investe no local. Todo mundo tenso no carro até que o guia explicou que haviamos acabado de sair.... Ufa!!!!!! Nas vezes que paravamos, conversavamos com outras excursoes e todas elas voltariam a Bolivia porque falaram que esse esquema de greve é realmente sério e tenso!!! No fim da tarde, chegamos no nosso hotel de pedra, super confortavel, com agua quente e jantar com direito a vinho. Dia 17 – Salar de Uyuni Último dia, acordamos as 4h30 para pegar o por do sol no Salar. Um espetáculo! Vale muito a pena esse sacrifício!! Depois parada na ilha dos Cactos, numa feirinha e no cemitério de trens, além de sermos parados pela polícia que tentou subornar o nosso guia pela sua habilitaçao que estava com micro riscos, chegamos a Uyuni. Ahhhh!!! Amei o passeio e acho que ter sido surpreendida pela boa estrutura da agencia, somou mtsss pontos!!! Em Uyuni, achamos um hotel por BOL30 (menos de R$10!!!) para tomar um banho e esperar o dia passar, até a hora de pegar o trem até Villazon, fronteira com Argentina. Esse trem comprei pelo site fca.com.bo por USD24 e também valei muito a pena, porque é bem confortavel e serve até café da manha! Era pra sair as 22h mas atrasou 1h.... Dia 18 – Salta Chegando em Villazon, pegamos um taxi até a fronteira (BOL 4) e de lá caminhamos até o terminal de bus. Pegamos o primeiro que estava saindo e depois descobrimos que parava em Jujuy (ARS 110). No final das contas, demorou umas 8h até chegar a Salta e fiquei no hostel Prisamata (ARS 60 quarto feminino de 6, banheiro compartilhado). Esse albergue tava vazio, tanto que fiquei no quarto sozinha, mas o povo que tava la ficou mega unido e fizemos churrasco (o tal asado) e fomos pra night juntos, numas festinhas de locais. Dia 19 – Salta Dia pra perambular sem rumo por Salta. Tava sentindo falta de uma cidade grande, com buzina, poluicao.... Ver só llama, alpaca, vicunas, flamingos e lagunas já tava me cansando!! Hahahah Fiz o passeio do teleférico e fui no mercadinho de artesanatos. Como era domingo, foi um parto achar um lugar pra comer, até que cheguei num shopping grande, cheio de sala de cinemas e encarei o Mostaza (fast food argentino, mas preferi o La Lucha peruano) Como era domingo, tava tudo meio paradao na cidade.... Dia 20 – Salta/Buenos Aires Ultimo dia em Salta..... Mais uma voltinha pela cidade e ida pro aeroporto. Peguei a passagem de volta Salta/BsAs/Rio pela Tam, de milhas (15mil) com direito a uma pernoite na capital argentina. Fiquei no hostel Reina Madre, na Recoleta (ARS 90, quarto quadruplo feminino), que mais parece uma república, onde as pessoas que ficam lá sao estudantes, maioria latino, e eles moram la. Tanto que fiquei num quarto que parecia que eu estava dormindo na casa de alguma amiga, cheio de roupas, cremes e livros espalhados por todos os cantos. Dia 21 – Buenos Aires/Rio Último dia, passeio por Palermo e pela Recoleta, que eu já conhecia, só mesmo pra comprar umas lembrancinhas.... Esse dia foi o tal da greve geral argentina e todo mundo me colocou um terror absurdo, que eu nao conseguiria chegar no aeroporto e etc.... Super tranquilo! Fui de onibus mesmo, Manuel Tienda Leon, que recomendo! BsAs já nao é mais tao barato! Fui la em 2009 e os preços aumentaram consideravelmente! O taxi que era ARS 90 pra Ezeiza hoje em dia está mais de ARS 200!!!! Resumo da viagem: 21 dias divertidíssimos!! Fui sozinha e conheci muita gente legal, nao me senti insegura em momento nenhum, so me arrependo de ter feito algumas coisas de forma meio corrida ou ter emendado 2 noites pernoitando em onibus.... Qualquer dica, fico a disposicao! Bjs, Lu.
  4. Vou fazer um relato das 2 semanas que passei na Colômbia, entre Bogotá, Santa Marta, Cartagena e San Andrés, graças em grande parte às informações obtidas por aqui. As fotos, vou fazendo upload aos poucos... O roteiro foi: 06/04 - Rio/Bogotá 06 a 09/04 – Bogotá 09 a 13/04 – Santa Marta 13 a 16/04 – Cartagena 16 a 20/04 – San Andrés 21/04 – Bogotá/Rio Para fins de simplificação, 1.000 Pesos Colombianos (COP) = R$1 e vou dividir todos os valores por 1.000, que aí é como se fosse em real. (Na realidade, sacando dinheiro nos ATMs de lá ficou COP 1000 = R$ 1,09) 06/04 – Rio/Bogotá (sex) Viajei de Tam, peguei a passagem com milhas e saí as 7h40 do Rio, com escala de 4h+1h de atraso (terrível!) em SP e cheguei em Bogotá as 17h30. No aeroporto saquei $$ e aproveitei pra comer. Fui no Crepes & Waffles (que super recomendo!) e peguei um taxi no stand oficial do aeroporto (na saída, andar do lado de fora a esquerda) pro Cranky Croc, que fica na Candelária. Gostei desse albergue, recomendo! Melhor cama que dormi na Colombia e melhor chuveiro tb!! Como estava mega cansada por ter acordado cedo e ter mofado no aeroporto, além de ser 6a feira Santa e não haver nenhuma programaçao no albergue, fiquei um pouquinho socializando na área comum e fui dormir cedo. Passagem: 15.000 milhas + R$114,44 Almoço: COP 25 Taxi para Candelaria: COP 23 Albergue: 3 diárias COP 66 (reservei pelo Hostelworld) 07/04 – Bogotá (sab) Dia de caminhar por La Candelária. Início de dia no Café Juan Valdez (delícia!) do Centro Cultural Gabriel G. Marquez. Adorei o Museo Botero, Plaza Bolivar. Museo del Oro não fez muito meu tipo, mas é baratinho e como tinha começado a chover, acabei visitando. Almocei no Shawarma Khalifa que fica no caminho pro Cerro Montserrat. Subi de bonde e desci de teleférico e dei muita sorte porque o tempo abriu e o dia ficou lindo. Na volta, passamos no Bogota Beer Company que fica do lado do hostel e fizemos um aquecimento pra noitada no Andrés Carne de Res organizada pelo albergue. Eles fabricam a própria cerveja, que é muito boa por sinal! Li por aqui que existe um tour do BBC, que visita uma fábrica e dá direito a umas cervas e uns brindezinhos, mas não cheguei a fazê-lo. Caso alguém se interesse, sugiro que peça pro albergue ligar e tentar agendar (704-8999). Fomos pro Andrés de Chia com uma van (com rum e cola liberados), um grupo de umas 30 pessoas do albergue. Fica a 1h de Bogotá. ADOREI a noitada, mega divertida, toca de tudo mesmo! Mas pros padroes colombianos a comida e a bebida são beeem carinhos! Desayuno: COP 7 Museo del Oro COP 3 Almoço: COP 16 Cerro Montserrat: COP 15,4 Cervas no BBC: COP 17,5 Tour p/ Andrés C. R: COP 50 + 2 Cervas: COP 22 (facadinha! considerando que a mesma cerva cheguei a pagar COP 1,8 na praia em Taganga) Dia 08/04: Bogotá-Zipaquirá (dom) Apesar de ter um desayuno super recomendado no albergue, preferi provar algum da rua. Encarei um café no Pan Pa' Ya, com um pan de yuca, igual ao nosso pão de queijo. Aqui destaco o que já tinha percebido: as pessoas na Colombia são muitooo simpáticas! Quando se fala que é brasileiro, então, meu Deus! Fui super bem atendidas em todos os lugares (exceção do El Viajero Cartagena, mas não foi privilegio meu, cenas dos próximos capítulos). Nesse dia descobri o Transmilenio, onibus esquema de Curitiba. Peguei um na Estaçao Museo del Oro, troquei pra outra linha na estaçao seguinte e fui até o Portal del Norte. Dica: fique atento porque existem os onibus expressos e os paradores. Descobri isso da pior maneira, que foi parando em todos os pontos com o B1, então prestem atenção nos mapinhas das estações pra poupar um pouco de tempo. Chegando no Portal del Norte se pega uma buseta (com S!) pra Zipaquirá que te deixa na entrada da cidade e de lá até a Catedral é uns 10min de caminhada mais um pouco pra subida (chatinha e piorada com o fator altitude) até a catedral. Existe a possibilidade do trem turístico, mas além de mais caro é beem mais lento (se não me engano, 3h dobro do tempo do busao). A Catedral vale muito a pena, é muito diferente de tudo o que já vi! Na volta, comi num mexicano de Zipaquira mesmo e peguei uma buseta (lotada, diga-se de passagem) de volta. Desci no ponto antes do Portal del Norte, (porque me disseram que se parasse no Portal teria que pagar outra passagem pra sair...) e peguei um onibus comum pra Usaquen. Adorei essa parte da cidade, tem o tal mercado de Pulgas que é uma feirinha bem fofa até as 18h, além de ser a chamada Zona Gastronomica, com vários restaurantes bonitinhos (pena que tinha acabado de comer...). Tem também o Hacienda Sta Barbara, um shopping com um layout bem legal, com um Crepes & Waffles que serviu pro lanchinho da noite. Voltei pro albergue, e acabamos a noite vendo um filme por lá mesmo, já que domingo de Pascoa estava tudo bem morto pela cidade. Desayuno: COP 5,5 Transmilenio: COP 1,75 Buseta p/ Zipa (2): COP 7,8 Catedral de Sal: COP 20 Onibus comum (2) : COP 3 Almoço: COP 9 Lanche: COP 7,5 Dia 09/04 – Bogotá/Santa Marta (seg) Bem que eu tava achando Bogotá bem tranquilo pra uma cidade enorme nos 3 dias que estive por lá. Até que chegou 2a feira, dia normal e pude ver quao caótico é o transito! A parte boa de ter ficado la no feriado é que tudo estava bem mais tranquilo. O bom é que não tinha muita pressa porque eu já tinha visto o principal. Tomei o café do hostel (que é bem demorado, mas gostoso!) e fui conhecer o Parque Simón Bolivar (maior de Bogotá) e passei também pelo estádio El Campin, mas se não der pra ir nos dois, ninguém está perdendo nada. O pior ainda estava por vir: no hostel, tinha um folheto com pontos turisticos e falava de San Andresito, uma regiao “tipo Duty Free”, bem perto de onde estavamos. Como não tinha o que fazer, fui ver qual era e em uma palavra: BIZARRO! Uma mistura de Uruguaiana (RJ) com Ciudad del Este (Paraguay) só com gente mal encarada e produto falsificado.... Conheci um brasileiro em St Marta que, quando eu disse que tinha ido nesse lugar, me chamou de maluca e falou que eu tive sorte de não ter tido problema porque parece que é uma regiao bem barra pesada.... hahahahahah Resumo: não se arrisquem como eu! Não vale a pena! Almocei muito bem no Dos Gatos y Simone (também no caminho do Cerro Montserrat, onde descobri a ótima cerveja Apóstol, artesanal do tipo Eisenbahn/Colorado), voltei pro albergue pra pegar minhas coisas e ir pro aeroporto. Sorte que saí cedo porque o transito estava caótico e demorei 1h30, o dobro do normal. No aero, do lado do embarque internacional, tem um Juan Valdez e nesse dia provei o brownie de la... MeuDeusdoCeu! Que perdiçao.... Viagem tranquila e pontual de Lan para St Marta, 1h de voo. Aeroporto micro e bem afastado da cidade e acho que nem rola busao. Como cheguei as 22h, nem arrisquei e peguei um taxi pro Hostel Dreamer, que fica em Mamatoco, fora do centro mas que depois, achei a melhor localizacao pra cidade. Recomendo muito esse albergue, ótimo ambiente pra conhecer outros viajantes, café da manhã BBB e quarto simples mas agradável! O único problema mesmo foi a água fria no chuveiro....(que no começo a gente estranha mas dps acostuma porque em Cartagena e San Andrés é a mesma coisa!) Desayuno: COP 6,7 Onibus Comum (3): COP 4,9 Almoço: COP 25 Taxi Bogotá: COP 23 Café: COP 5 Voo Lan: COP 182 Taxi em St Marta: COP 25 Hostel Dreamer (4 diárias): COP 112 (reservei pelo site deles) Club Colombia (das populares achei a melhor cerveja) no hostel (2): COP 6 Dia 10/4 – Parque Tayrona (ter) Tomamos café e saímos do hostel as 8h15. O ponto da vanzinha é mt perto, uns 3 min andando e ficando nesse hostel você já tá no caminho do parque, diferente de quem fica na cidade, que tem que enfrentar todo o caos das ruazinhas de la. 45 min depois chegamos na entrada do parque. Primeira dica, pegue a van que custa COP 2 te poupa 1h de caminhada. Não sabiamos disso e fomos andando pela estrada, e nada de chegar no inicio da trilha... Mais 1 hora e pouca de caminhada e chegamos na primeira praia Arrecifes, que é só pra tirar foto porque não é indicada ao banho. Mais outra hora e chegamos nas praias Arenilla, La Piscinita (a que mais gostei pro banho) e Cabo San Juan (a mais fotogenica) 30 minutos depois. Tem um povo que dorme no parque, eu não tava no clima mas as peruanas encararam uma barraca de camping e falaram que passaram um frio absurdo a noite e não tiveram pique de ir até Pueblito (que é o maior objetivo de dormir la!). Eu voltei no mesmo dia sem problemas, e fui de Cabo San Juan até onde saem as vans em 1h30 e aí não cometi o mesmo erro da ida e peguei uma pra ir até a entrada do parque. Comecei o retorno as 4h e sai do parque ainda claro, pra não correr o risco de me perder sozinha no mato. Achei que o Parque vale muito a pena!!! É lindo!!!! Peguei uma vanzinha de volta pra Mamatoco e fui no shopping que fica em frente ao hostel, que é uma mão na roda! Tem um Exito, mercado mais comum da Colombia, e uma praça de alimentaçao otima! Depois de comer uma paella show de bola no Sarten Dorada voltei pro albergue e depois de tomar uma cerveja só restava dormir, acabada da andança. Desayuno: COP 6,5 todos os (3) transportes pro Parque: COP 15 Entrada Parque: COP 35 almojanta: COP 15 11/04 – Taganga/Playa Grande/El Rodadero (qua) Depois do café peguei uma vanzinha a Taganga. Já tinham me dito que a praia era ruim, principalmente depois do Tayrona mas depois de 1h de transito, vi que realmente era muito ruim! Feia, suja e fedorenta. Procurei algum barquinho que estivesse saindo de la, pra qualquer lugar, e só achei um pra Playa Grande, que sendo um pouco mais afastada, deveria ser um pouco menos pior. Realmente é um pouco melhor, pelo menos dá vontade de entrar na água, mas não é imperdivel. A situação só melhorou quando vi que existia uma trilha sabe-se la pra onde... Depois de 30 min de caminhada passei por praias lindas, isoladas, só com alguns pescadores perdidos em cada uma delas, mas com um mar transparente e uma paz que dificilmente se encontra nas praias mais acessiveis da Colombia. Isso sim valeu a pena! As 3h, conforme tinha combinado com o barqueiro, voltei a Taganga e de la peguei 2 vanzinhas pra conhecer El Rodadero, a parte mais moderna de Santa Marta. Realmente, os grandes hotéis ficam por la, é bem mais bonito que o centro de St Marta, mas eu ainda preferi ficar em Mamatoco! Depois de ver o por do sol em Rodadero, passada pra almojanta no El Corral do shopping, que o pessoal recomendou por aqui mas sinceramente não achei que vale a pena pois é possível comer muito melhor e gastando menos em outros lugares. Noite de quiz no hostel. Desayuno: COP 6,5 3 bus: COP 4,8 barco a Playa Grande (ida e volta): COP 6 Almojanta: COP 23 Club Colombias: COP 9 (3x) Dia 12/04 – Bahía Concha (qui) Hoje pegamos o passeio do hostel pra Bahía Concha. As peruanas disseram que indo sozinha, de barco que pegaram em Taganga, pagaram o dobro do albergue, então achei melhor não arriscar. Fomos num grupo de 7 e ficamos o dia inteiro relax na praia. Dica de localizacao na praia: no canto direito, quando chega na praia, tem muita arvore pra se proteger do sol, menos vendedor enchendo o saco e menos vento. Não comentei, mas não sou a maior fã de peixe frito na praia então sempre levava umas frutinhas, biscoitinhos e agua pros passeios e deixava pra comer melhor, com mais garantia de higiene e gastando menos quando voltasse pra cidade. Voltei pra Sarten Dorada que achei otimo custo beneficio, provei o sorvete Popsy (que é bem gostoso mas perdeu pro Paradiso de Cartagena) e até estava animada pra conhecer a vida noturna de St Marta, que disseram que melhora a partir de 5a, mas uns meninos do hostel tentaram ir no tal de La Puerta, que falam que é o point de lá, e disseram que tinha apenas 1 alma. Pra quem quer ir pra noitada em Sta Marta, tento pelo menos a partir de 6a, sabado parece que rola a chiva rumbera igual a de Cartagena. Desayuno: COP 6,5 Tour Bahia Concha: COP 18 + Entrada Bahia Concha: COP 5 Jantar: COP 20 Sorvete: COP 4 Dia 13/04 – Sta Marta/Cartagena (sex) Depois do café, tinha pedido o transfer porta a porta pra Cartagena. Todos os albergues tem esse esquema, é uma vanzinha da Marsol que na minha opiniao vale mais a pena que o busao regular, pois custa uns COP 10 a mais mas te poupa o taxi pros terminais rodoviários de ambas as cidades pois te busca e te deixa nos albergues. O único problema disso tudo foi que eu programei minha chegada pro inicio da Cupula das Americas, ou seja, cidade tomada por policiais e exército e um milhao de blitz até conseguirmos chegar, quase 5h depois. Pensei que a Cupula atrapalharia toda a minha estadia em Cartagena mas acho que no final das contas o saldo foi positivo: com o evento, não passavam carros dentro das muralhas o que era otimo pra caminhar, segurança quadruplicada e passeios rolando normalmente. Pontos negativos: de noite não tava rolando nada, no máximo umas aulas de salsa ou musiquinha no albergue! Ou seja, não conheci a tal da chiva rumbera e nem a duvidosa noite de Cartagena (que me disseram que a prostituiçao rola solta.... então no fim das contas nem fiquei mt chateada com isso!) Chegando no El Viajero Cartagena, albergue dentro da cidade amurallada mais bem recomendado no hostelworld, conheci o pior tratamento da Colombia. Staff cheio de má vontade, grosso, que não faz a menor questão de ajudar em nada! De resto, o albergue é bonzinho: café da manha muito simples, quartos bons mas pra quem tem dificuldade de dormir, tem que levar tapa-ouvido potente porque a música fica alta no pátio, em frente aos quartos, até 2am. Na rua de trás fica o Makako Hostel, que algumas pessoas de Santa Marta recomendaram, mas realmente não sei como é. O outro que fica dentro das muralhas é o The Chill Out Hostel que eu não gostei da cara e as meninas do meu hostel falaram que passaram em frente as 8am e saia uma marola absurda.... Quando cheguei, fui dar uma rodada na cidade que é foférrima! Dá vontade de tirar foto de todas as casinhas lindas e no 3o dia eu já tava mais que familiarizada com tudo! Desayuno: COP 6,5 Transfer: COP 42 El Viajero Cartagena (3x): COP 84 almoço Pizza e Pasta: COP 19 jantar La Sanduicheria (recomendo!!!!): COP 18 Dia 14/04 – Cartagena (sab) Dia amanheceu nublado e matou os planos de ir pra Playa Blanca, então fui no porto comprar logo o passeio pro dia seguinte e segui pra Bocagrande, que é onde ficam os maiores hotéis, mas a praia em si é bem ruim! A agua é quentinha mas a areia é escura e tem muito vendedor pentelho, querendo fazer massagem e vender até a mãe. De la fui a pé (longe mas tranquilo) ao Castillo San Felipe de Barajas, que achei mt legal e tinham me recomendado o audio guide, que também achei que valeu a pena pra conhecer mais da historia do lugar. Com a visão panoramica assisti de camarote as manifestacoes genericas que estavam rolando por causa da Cupula: Guantanamo, não convite de Cuba à Cupula, mineiros do Peru, CUTs de todos os países... Mas nenhuma insegurança, mt policiamento! Na saída tentei ir a Getsemaní, mas com a Cúpula, tava muito difícil de circular pois muitas ruas estavam fechadas então voltei a circular dentro das muralhas e o bom é que sempre se descobre uma ruazinha nova, com um restaurante lindinho. Almocei no El Bistro uma das melhores refeiçoes da viagem, tomei o melhor sorvete da Colombia na minha opiniao no El Paradiso, com uns sabores diferentes e deliciosos como lulo, limonada de coco, corozo e a noite o jantar foi mais uam vez no Crepes & Waffles, que não tem erro, é muito bom a qualquer hora do dia! Castillo + audio guide: COP 27 almoço El Bistro: COP 24 gelato Paradiso: COP 6 jantar Crepes & Waffles: COP 20 Dia 15/04 – Playa Blanca (Isla Baru) (dom) Já tinha comprado o passeio a Playa Blanca com a empresa Lizamar no porto no dia anterior. Segui as dicas de várias pessoas de St Marta que disseram que não valia a pena ir a Islas del Rosario, mas sim pegar o passeio direto a Baru, pra poder aproveitar bem a praia. Saímos as 9h30 e com a lancha voando chegamos em 45 min na praia que é lindaaa!!! Leve seu snorkel e caminhe a esquerda (direçao do Decameron) quando chegar na praia pra ficar longe dos vendedores, nas partes que tem mais paz e peixinhos. O almoço já estava incluido no preço, foi o clássico arroz de coco com pescado, patacones e ensalada que realmente não é o meu forte.... Muita gente dorme nessa praia, nas redes/barracas de camping/quartinhos que alugam por la, pra aproveitar a praia bem cedinho, quando não tem ninguém. Mas eu também não tava nessa vibe, não só porque estava indo pra San Andrés no dia seguinte, mas porque esse esquema não tem infra (leia-se banheiro/chuveiro) nenhuma. Detalhe: é possível chegar em Playa Blanca de busao também, mas no albergue estava mais caro que o barco e é mais demorado também. O brasileiro que tava no barco, que foi a ilha particular (teoricamente o passeios mais vip) antes de chegar a Baru me falou que não valia a pena, porque era tipo um pier de um hotelzinho mais arrumadinho.... Pelo o que me falaram, Islas de Rosario é o mesmo esquema. A volta de barco, foi tensa! Depois que o brasileiro quase quebrou as costas e eu machuquei o dedo com uma batida da lancha, o piloto deu uma maneirada e chegamos vivos! Os relatos de fortes emocoes são recorrentes nesse trajeto...... De noite, jantamos no Cocina de Carmela, comida justa pelo preço que pagamos, devo ter pedido mal pq as argentinas que foram comigo gostaram bem mais do que eu.... Passeio Lizamar (almoço incluído): COP 50 taxa do porto: COP 12 jantar: COP 15 (Não comentei mas no preço das refeiçoes sempre está incluído o preco da bebida, seja uma cervejinha, um suco ou uma água, no geral custam COP 3 ou 4) Dia 16/04 – Cartagena/San Andrés (seg) Voltinha na cidade antes de ir pro aeroporto. Com o final da Cupula das Americas, a vida da cidade voltou ao normal e pude ver como foi bem mais gostoso andar pela cidadezinha sem os carros incomodando o tempo todo. Voo direto pela Copa para San Andrés foi bem tranquilo, com um atrasinho de 30 min e a dica é, sente do lado esquerdo do aviao que a chegada é muito mais bonita! Taxi pro albergue (na verdade dá pra ir a pé, mas com mochila e pelo preço não acho que valha a pena!). O El Viajero San Andrés fica bem no centro da cidade, é um prédio de 5 andares que costumava ser um hotel. O atendimento lá é um milhao de vezes melhor, todas as funcionárias nasceram na ilha e são uns amores de simpáticas, mas o padrão dos quartos e do café da manhã é igual em toda rede Viajero. Almocei uma salada bem gostosa no Qbano, uma lanchonete que já tinha visto em Bogotá e fui a Sprat Bright/Praia Peatonal, que é a que fica no centro. Parece bastante Playa del Carmen, no Mexico, não fosse pela mudança de lua bem naquela semana que fez com que o mar estivesse um pouco mais picado (segundo os colombianos, que quer dizer que estava bem mais agitado que o normal) e que chovesse todos os dias, nem que fosse apenas um chuvisquinho de final de dia para refrescar... San Andrés é uma zona livre de impostos, então tem muita loja de perfumes, bebidas, eletronicos e roupas estilo Tommy/Lacoste, com preços beeem melhores que no Brasil mas piores que o dos EUA. Só tem que ter cuidado porque tem muita loja de produto falsificado.... O jantar foi no Oceans, um restaurante bonitinho na orla, com um custo benefício relativamente bom.... Depois descobri outros lugarem melhores na ilha... taxi Cartagena: COP 12 taxa turismo para entrada em San Andres: COP 46 voo Copa: COP 308 taxi San Andres: COP 12 hostel El Viajero (4x): COP 132 almoço Qbano: COP 10,5 jantar: COP 23 Dia 17/04 – Volta a Ilha (ter) Eu e as 4 argentinas que havia conhecido em St Marta resolvemos alugar um carrinho de golfe para dar a volta na ilha. Passamos pelo museu da ilha e pela Cueva de Morgan e não animamos de parar. Passamos por West View que não entramos porque escolhemos a parada seguinte, La Piscinita, que nos disseram que seria igual. Leve seu snorkel (ou alugue um por lá) e verá e poderá dar comida aos peixinhos. Na sequencia paramos no Hoyo Soplador que estava soprando muito, mas não é nada demais, e é de graça, se você conseguir despachar os vendedores que querem que você contribua com o local, consumindo alguma coisa.... Depois passamos por San Luis, que é uma praia linda mas o tempo tava fechando e não ficamos muito tempo, até chegarmos a Rocky Cay, onde tem um navio naufragado e se pode ir caminhando até uma ilhota do lado desse navio. Gostei mt desse lugar! Comemos por lá mesmo, num restaurante atrás do Decameron, muito gostoso!! De noite, depois de provar a arepa com queso (gosto de fandangos!) fizemos uma festinha no albergue e foi o único dia com algum movimento noturno por lá. Carrinho de golf (dividido por 5): COP 14 (total COP 70, no albergue era COP 120) Piscinita: COP 1,5 Almoço: COP 23 arepa: COP 2 bebidas no hostel: COP 20 Dia 18/04 – Acuario + Johnny Cay (qua) Fechamos o passeio às 2 ilhas pelo hostel, que tb podem ser feitos separados, mas acho que não vale a pena! Primeiro, vamos a isla Acuario: meu Deus, que cor de mar é essa?!? Lá, você pode alugar tudo: armário pra curtir o mar despreocupado, sapatilhas para evitar se machucar com os ouriços e snorkel, que é o ponto alto do passeio. Vi mt mais peixinhos diferentes lá do que na Piscinita. As argentinas viram uma mantarraya igual a do passeio específico para isso que tinham feito na tarde anterior e a chilena viu até um tubarao filhote, mas eu não tive essa sorte.. ( De lá, depois de 1h30, ida a Johnny Cay que é uma ilhota com 1,5km de extensão super gracinha também. Lá é pra ficar morgando na praia, não tem peixinho, mas achei bem bonita! Saimos as 3h15 no último barco, almoçamos no Marguerita e Carbonara que é bem pertinho de onde o barco chega e de noite voltamos ao centro pra tomar uma cerveja. (Detalhe pra quem gosta de cerveja, em algum dia, fiz a besteira de provar a Redd's. SOCORRO!!! É horrível, parece que tacaram 1l de sprite em 100ml de itaipava.... As demais: Aguila, Costeña sao bebíveis... hehehe A Club Colombia, especialmente a roja, é a que vale a pena) Passeio: COP 15 + taxa de entrada a Johnny Cay: COP 4 almoço: COP 33 cerveja: COP 2,2 Dia 19/04 – Dilúvio em San Andrés (qui) Dia de descanso absoluto! Acordamos e chovia horrores, sem previsao de parar! As meninas que trabalham no hostel disseram que esse ano não tinha chovido, até 2a feira (que sorte a minha, não!? justo no dia que cheguei! Isso porque não é época de chuvas, mas culpa do clima destrambelhado do mundo). Aproveitei pra colocar o sono em dia e comer bem! Descobri o Mahi Mahi, restaurante tailandês delicia na orla que foi o local do almoço, e depois de umas comprinhas (já que não tinha mais nada pra fazer lá! hehehe) a noite fomos no La Regatta, considerado o melhor restaurante de San Andrés que tem um visual incrível, em cima do mar, onde vimos até uma moréia. Almoço: COP 33 La Regatta: COP 44 Detalhe: em San Andrés é possível comer o menu do dia a partir de COP 7, nos restaurantes do centro. Eu não me incomodei em pagar um pouco mais (preço nos padroes Rio/SP) e comer melhor. Dia 20/04 – Bike tour Aluguei uma bike com mais 2 argentinas do albergue e a ideia era ir somente a Rocky Cay e Playa San Luis, mas acabamos dando a volta na ilha de novo. Em Rocky Cay fizemos um snorkel muito legal com uns locais. Curtimos bem mais San Luis que é ótima e tem um restaurante com um clima super legal na praia que se chama Donde Francesca, onde petiscamos os melhores patacones de toda a viagem (logo eu que não como banana....). De lá, resolvemos ir a West View, que no fim das contas achei melhor que a Piscinita, e dá pra fazer só um dos 2. Comi num mexicano perto do porto e voltei pro hostel pra me arrumar e pegar o voo de volta a Bogotá. Obs.: não consegui fazer o tour a Cayo Bolivar, pois como comentei, o mar estava muito agitado e esse passeio sai mais aos finais de semana. As argentinas conseguiram fazê-lo no domingo depois que fui embora e pagaram COP 150, com almoço incluido e falaram que é espetacular! Pensei em ir a Providencia, depois do passeio de Johnny Cay pois já tinha feito tudo na ilha, mas tinha conseguido o voo ida e volta por COP 450 em um horário que teria menos de 1 dia pra aproveitar, aí achei que nao valeria a pena. Se tivesse me planejado antes, talvez tivesse conseguido um preço/horário melhor, mas com a chuva, foi bom mesmo não ter ido. Aluguel bike: COP 10 petiscos: COP 10 West view: COP 3 almojanta: COP 26 taxi San Andres: COP 10 voo Avianca: COP 100 (promoção maluca que encontrei)- o aviao é otimo mas a Avianca estava atrasando mt por la... taxi Bogota: COP 24 hostel Los Andes (quarto individual): COP 80 Dia 21/04 – Bogotá/Rio (sab) Cheguei de madrugada no ultimo dia de viagem e escolhi o albergue Los Andes, com quarto individual na Zona Rosa, para dormir bem e curtir a zona nobre de Bogotá. O albergue é mega tranquilo, para socializar não é o lugar! Mas em termos de atendimento e localizaçao é ótimo! É como um hotel e o staff é super atencioso. Fica do lado dos shoppings Retiro, Andino e da regiao dos bares. Se eu morasse em Bogotá seria nessa área! Tava passando o jogo Barça e Real Madrid e eu me senti na Espanha! Pubs lotados, todos com as camisas dos times, telao na praça, muito divertido! Aproveitei pra torrar o dinheiro que tinha sobrado pelos shoppings e a última refeicao fiz no mesmo lugar da primeira: Crepes e Waffles (ê vício...), sendo que ainda me despedi do BBC, tomando mais umas cervejinhas... =)) Infelizmente voltei pro albergue pra pegar meu taxi pro aeroporto... Fim da viagem... Mas não sem antes passar no free shop de Bogotá, que comparando, no geral, tem melhores preços que os daqui (especialmente cosméticos, maquiagem e bebidas). Almoço: COP 27 BBC: COP 15 taxi: COP 23 voo Tam: 4.000 milhas + R$ 145,85 Saldo final: adorei a viagem, super recomendo! Se pudesse refazer algo, deixaria um dia a menos em Bogotá, menos também em St Marta e teria deixado mais tempo em San Andrés para ir a Providencia, sendo que já sairia daqui com a passagem comprada. Além disso, o povo é muito simpático, as cidades sao baratas (comparando com o que estou acostumada no Rio) e super seguras (até me irritava ser revistada várias vezes por dia). Espero que tenha sido esclarecedor!!! Um abraço! Lu.
  5. Parabéns pelo relato!!! Muito legais as dicas!!! Vou fazer um roteiro bem parecido em abril, incluindo o Parque Tayrona.... Muito animada!!!! Um abraço!!
  6. oi Pedrada! gastei mais ou menos R$3.000,00, sendo que: passagem pela Copa GIG-SDQ-GIG= R$1075 hotel Bayahibe (4 noites): R$ 695 hotel Punta Cana (3 noite): R$740 hotel Santo Domingo (1 noite): R$62 transporte: R$200 fora extras, com o dólar a R$1,77. Um abraço!
  7. lu_de_roberto

    Cuba

    Oi Fabio! O seu relato foi um dos que contribuiu pro meu roteiro!!! Em Santa Clara e Trinidad a ideia é ficar 2 dias justamente pra ir em Cayo Santa Maria e Playa Ancon, respectivamente! Agora mt bom saber que em Cienfuegos 1 dia basta! Assim sobram 3 dias pra ir a algum Cayo (Largo ou Coco). Vou continuar estudando pra ver qual escolho... Li sobre Maria La Gorda, mas como devo ir sozinha, não sei se é tranquilo de chegar, por isso tinha descartado essa possibilidade.... E avião eu nem tenho medo! Seria mais a questão de não ser confiável, como li no tópico comentários sobre a Cubana.... Muito obrigada pela resposta! Abraço!!!
  8. Ah, eu sou dessa mesma filosofia: trabalho pra ter $$$ pra rodar esse mundo todo!!!!!! E eu tb amoooo cerveja!!! Só que brahma nao é exatamente a minha favorita... hahahah Até a Presidente que é de lá achei mais gostosa!!! Mas tá valendo, né?!? Vi que vc é colaboradora da Bahia, né?! Falta eu conhecer o Sul do teu estado!!!!! Quando tiver uma folguinha vou te pedir umas dicas!!! E quando for pra SSA te aviso pra tomarmos uma cervejinha tb!!! Abraço!!!
  9. lu_de_roberto

    Cuba

    Peguei passagem com milhas Rio-Caracas-Rio, pra abril/2012. A ideia é fazer Cuba (11 dias) e Los Roques (5 dias). Alguém já fez esse roteiro? Vi que voos Caracas-Havana só pela Cubana ou pela Conviasa. Pelo meu horário de chegada e para tentar aproveitar o máximo do tempo disponível, teria que ir pela Cubana e voltar pela Conviasa, mas li que a Cubana é muito arriscada e que a Conviasa é só avião caindo aos pedaços.... Alguém tem uma experiência recente pra contar com essas cias?? Sobre o roteiro em Cuba, pensei: Havana (3 dias) / Santa Clara (2 dias) / Trinidad ( 2 dias) / Cienfuegos (2 dias) / Cayo Largo (dias). Tá corrido? A ideia é conhecer a cidade mas também aproveitar pra esticar em alguma praia que tiver por perto... Obrigada!!! Abraços!!!
  10. Oi Frida_ssa! Que bom que gostou! Aí vão as fotos!!! https://picasaweb.google.com/lucianadro/RepublicaDominicanaNov2011?authuser=0&feat=directlink Bjs!
  11. Oi pessoal, fiz uma viagem de 8 dias pra República Dominicana e como tive alguma dificuldade pra encontrar infos, vou fazer um breve relato sobre a experiência: Saída do Rio dia 13/11 as 2:50am, em direçao a Santo Domingo pela Copa Airlines, com escala de 1h no Panamá. Cheguei em St Domingo às 11:15 (fuso de 2h a menos) e assim que desembarca tem que pagar uma taxa de USD 10 de visto, pra pegar um cartaozinho e entregar 10m depois. Alguns países como Argentina, Japão e China não pagam o visto, então se alguém tiver um desses passaportes aproveite! Reservei um transfer pela Interhabit para me levar ao hotel em Bayahibe - que é o Caribe dominicano - o Catalonia Gran Dominicus, um all inclusive que tb reservei pela internet. O transfer é USD35 por pessoa, com mínimo de 2 pax ou USD70. Sai do aeroporto e estavam me esperando lá com uma van. A viagem levou 1h30 e o motorista Juan foi mt simpático! Me explicou tudo ao longo do caminho, das vilas que passamos, do rio Chavon e os filmes que foram gravados, da cultura dominicana e até comprou cana de acucar inteira com os vendedores do sinalpra eu “provar”! O hotel sai por USD98 a diária pra 1 pessoa. No check-in o quarto ainda não tava pronto mas deixaram eu me trocar e guardar a mala e ficar já usufruindo do hotel. Ele tem 1 buffet principal que funciona no café, almoço e jantar; 2 restaurantes na praia pra petiscos, saladas e crepes; 1 pizzaria/massa para almoço e jantar e 3 restaurantes temáticos: um italiano, um mexicano e um steak house. Como fiquei por 4 noites ganhei 1 ticket pra cada um e sem dúvida o melhor foi o steak house! A comida la foi um pequeno problema e olha que eu não sou nem um pouco fresca! Era tudo muito gorduroso e no café da manha era meio triste de achar alguma coisa que desse vontade de comer! O hotel tem wi-fi grátis até nos quartos e tem programaçao com a equipe de animaçao pro dia inteiro: volei, salsa, bingo, step, hidroginastica. Como o público é na maioria italianos, franceses e alemaes, tem uma equipe de animacao dedicada pra eles então acabei me aproximando mais dos dominicanos que eram super gente boa! Toda noite tinha um showzinho de própria equipe de animacao, salsa e/ou karaoke e depois todos iam pra boate, mas eu sinceramente não fazia muita questão dessa parte. A bebida é liberada e a cerveja é Presidente que eu achei bem razoável! Já os destilados eram meio estranhos, aí não arrisquei muito.... O dia por la se resumia a ficar fazendo as atividades do hotel, vendo aquele mar maravilhoso e também dava pra dar uma caminhada pela orla inteira, passando pela frente do Be Live Canoa (achei a praia mais bonita!), Iberostar Dominicus, Viva Palace e Viva Beach. O Dreams fica isolado e o Gran Bahia de lá fica totalmente afastado, no meio do nada. Um dia fui até a vila de Bayahibe, cruzando pelo Viva Palace. Tem muito restaurante italiano e um assédio incomodo com turistas do sexo feminino também! Aproveitei pra reservar o passeio a Ilha Saona + Catalinita que no hotel estava por USD120. Paguei USD90 pela Seavis que estava super bem cotada no Trip Advisor. Tem o passeio da Ilha Catalina com Altos do Chavon, mas não consegui conciliar com meu calendário, ele sai por USD 90 no hotel e na rua eu não cheguei a ver. O passeio a Saona valeu mt a pena! Vamos de van do hotel até a entrada do Parque Nacional del Este que demora uns 15 min, pegamos os equipamentos, recebemos a orientação e comecamos a jornada: passamos por um manguezal, um ninho de pássaros, andamos pela Catalinita, fazemos snorkel em alto mar que dizem que aparece arraia e ate tubarao mas infelizmente eles não deram o ar da graça pra gente e depois ficamos em Catuano, que é uma praia da Ilha Saona, aonde almoçamos e também fazemos snorkel. Na volta paramos na Piscina para ver estrelas do mar e acabar com a bebida liberada que tinha no barco. Saimos de manha do hotel as 8h30 e voltei depois das 18h. O guia é o Carlos, um espanhol show de bola!!!! No dia 17/11 fiz o check out do hotel e começou a jornada rumo a Punta Cana: aí que estava o mistério! Nao tinha achado nenhuma informação solida nos sites.... O taxi do hotel saia USD 120 mas achei um roubo e utilizar o terrivel transporte publico dominicano que se chama guagua. Primeira guagua era uma van hotel-Bayahibe, foi de graça trajeto de uns 10 min no maximo, segunda guagua, outra van, Bayahibe-La Romana, USD 1, uns 20 min numa van que cabia 12 pessoas e tinha 18, incluindo minha mala e de outra pessoa e mais um cachorro na sua casinha, terceira guagua um onibus de viagem chamado expresso de La Romana-Higuey, bem tranquilo por USD 2, quarta e ultima guagua um micro onibus da linha Sitrahima por USD 3 (que veio tocando musica religiosa o tempo inteiro!) que me deixou na porta do hotel. Trajeto total de 2h30, uma hora a mais que o taxi, mas foi bem interessante pra realmente entrar em contato com o povo dominicano, que é realmente simpático, atencioso, e quando você diz que é brasileiro eles conversam sem parar, e ver a realidade deles e não ficar restrito aos mega hoteis que são um mundinho totalmente a parte. Em Punta Cana, fiquei no Gran Bahia Principe Bavaro, que reservei pela internet por 3 noites, pagando a diária por pessoa de USD 139 numa categoria upgrade chamada Hacienda Club. Vantagens: não senti tanta assim! O check-in/check-out é separado, mas nos horarios que fiz tava tranquilo então não fez diferença, tem 15 min de internet no computador deles por dia, mas como tem wi-fi liberado isso só é necessário pra quem não tem um aparelho pra acessar, o quarto aparentemente é maior, com uma hidromassagem e frigobar que dizem ser mais recheado que o normal, não tem cartão pra toalha da piscina e se ganha 1 reserva a mais nos a la carte. Eu fiquei 3 noites então só teria direito a 1 mas consegui 2 reservas . Por semana, se tem direito a 3, com o Hacienda 4, mas é bem ruim conseguir a reserva pra qualquer um! O hotel é monstruoso porque inclui mais 3 da mesma rede sendo o Punta Cana mesma categoria e o Ambar e o Esmeralda mais top e me falaram que a capacidade total é pra 7 mil pessoas, mas em nenhum momento o serviço é prejudicado por isso. Achei o buffet principal bem bom principalmente no café da manha e no jantar até melhor que os 2 a la carte que fui, o Las Ollas, um buffet na praia que se diz uma churrascaria mas é bem caído, e o Maiko que é um teppanyaki. Pelo o que conversei com outros hóspedes, os demais a la carte que eles tinham ido também não era nada demais.... No almoço tem 2 restaurantes na praia e na piscina e mais o buffezao. Ao longo do dia, mesmo esquema do hotel de Bayahibe, com atividades esportivas, dança, gincanas... A diferença do Catalonia é que todos os funcionários eram muito mais educados e simpáticos e acabavam ficando realmente próximos dos hóspedes. O GBP por ser gigantesco é muito impessoal e os funcionários em vários momentos acabam sendo grossos ou mal educados. O público já fica majoritariamente nos russos, americanos, canadenses, ingleses e também uns dominicanos, o resultado dessa mistura é um público mais zoneiro e sem educação do que em Bayahibe. Muitos fumantes e nuito topless rolando, mas não se animem porque era na maioria senhoras que não estavam com tudo tao em cima assim.... Punta Cana fica do lado do Atlantico então achei o mar é bem mais sem graça do que o de Bayahibe, aquela cor que estou acostumada com as praias do Rio, agitado (em todos os dias que eu estava la apesar de ter lido que há trechos ou dias em que fica mais tranquilo) e em alguns pontos lotado de algas! Sinceramente, não sei porque está sendo um destino tao pop por aqui, as praias do Nordeste na minha opiniao dão de mil a zero! E olha que eu andei aquela orla inteira de 13km pra ver se em algum lugar realmente a praia fazia jus a fama que tem, e não obtive sucesso! Nessa caminhada não deu pra ver muito a diferença dos hoteis.... Só que alguns estavam bem mais vazios e não contavam com tanta sombra na praia quanto o GBP! As bebidas la eram bem duvidosas também: a cerveja do quarto era Brahma mas o chopp dos bares não tinha marca. Quando dava, optava por tudo que tivesse champagne, que era até gostosinho! Toda noite tinha show que era bem mais produzido que o do Catalonia, inclusive o do Circo, as 5as, achei bem legal! Depois disso, o povo ia pro Pueblo Principe, uma área com um palquinho e mesas ao ar livre, onde também tinha um Casino bem trash só pros viciados que não conseguem ficar longe do jogo, um sports bar legal com karaoke e uma boate de musica latina que estava lotada com os dominicanos, dancando como não estamos acostumados! No dia 20/11, fiz o check-out e fui pra Santo Domingo: peguei um taxi do hotel até a parada do Expresso Bavaro (USD 12) e de lá o busao que custou USD 11. Esse onibus sai as 7am, 10am, 2pm e 4pm. As passagens são vendidas com 1h de antecedência e cheguei la as 13h10 e comprei uma das últimas! A viagem foi bem tranquila, sem fundo musical e durou 3h30. A pousada que reservei ficava na Zona Colonial, aí o motorista me deixou debaixo de um viaduto que eu não sei o nome e de la peguei um taxi que saiu por USD 10 pra um trecho bem curto! Esse percurso, com taxi do hotel, também sairia por USD 120! Cheguei no Hostal Nomadas que estava super bem cotado no TripAdvisor e todos foram extremamente simpáticos. Dei uma volta pela cidade e, como era domingo, tava rolando um show de salsa na rua do hostal, que tava lotado e foi bem legal! Na volta pro hostal que começaram os problemas: o quarto tinha TV mas não funcionava, o ar condicionado parecia um helicóptero e a janela era mt pequena então ele tinha que ficar ligado pra não morrer derretida, eu, com meus 1,75m, tinha que ficar curvada pra caber no chuveiro e a água quente sumiu depois de uns 5minutos de banho. Pesadelo total! E eu não faço questão de luxo! Pelo menos a cama era boa e com o meu tapa ouvido consegui dormir mesmo com a barulheira. Na saída apesar do meu relato de todos os problemas, eles falaram que eu dei azar! E o preço se manteve nos USD 35 que eu tinha acordado. Apesar da boa localizacao, recomendo que fujam desse lugar e procurem outro lugar pra ficar! Passei na frente da Doña Elvira, que acho que mais ou menos o mesmo preço e me pareceu ser beeeeem melhor! No último dia, dei uma volta pela Zona Colonial, que é bem bonitinha e vale a pena conhecer! Apesar do assédio também, ao verem uma mulher andando na rua sozinha, não me senti insegura em momento nenhum! Peguei um taxi do hostal pro aeroporto e saiu por USD 30. Dessa vez tinha feito o web check-in da Copa e isso é um adianto e tanto!!! Eles tem filas gigantescas e com o check-in feito, você tem preferencia no atendimento e fura ela toda! Estava achando a Copa bem boazinha pra viajar, apesar do aperto das poltronas, comum a maioria das cias aereas, até que no desembarque no Rio, eu e mais uns 60 passageiros ficamos sem a mala que, eles prometeram, que seria entregue no dia seguinte.... Esse problema deve ser comum porque eu ouvi uma mulher que tinha ficado sem a mala na volta, falando que na ida a mala dela também não foi, e no voo tinha malas sem dono, que provavelmente eram de passageiros que sairam de maos abanando outros dias. Vou carregar as fotos em algum site em breve e posto o link aqui. Qualquer dúvida, podem falar comigo que eu tento ajudar!!!! Beijos!
  12. Sinceramente acho que ficar no Centro na vale a pena!!! O tempo e o $$ que vc vai gastar se deslocando pra zona hoteleira pra sair a noite, além de que não vai ter mto o que vc fazer durante o dia (a menos que faça passeios...) Se der uma pesquisada, vai achar hotéis na praia por um preço bem razoável! As duas vezes que fui fiquei no Viva Beach e acho um ótimo custo benefício!! Esse ano paguei pra 2 pessoas USD 160 a diária, com tudo incluído!
  13. Oi André! Obrigada pela resposta!! =) Esse valor é mais ou menos o que custa aqui no Brasil? Sabe em quantos dias eu consigo fazer?! Um abraço!
  14. A localização do Riu Cancun é muito boa! Muito perto da night e numa praia mansinha! Mas li vários comentários de que, por ser muito alto, o hotel faz sombra na praia a partir de 1h da tarde......
  15. Mas no final foi o saldo foi positivo, né, MMAlbertini?!?!?! Ótimas as dicas e os relatos de todos por aqui! Pretendo ir a San Andrés em abril/12. Alguém chegou a conhecer Providência?! Falam que é bem mais "intocado" que San Andrés..... E no site do El Viajero Hostel, tem a previsão de abrir uma filial em San Andrés nesse mês... Vamos ver!!! http://www.hostelcartagena.com/eventos/eventos_masinfo.php?id=68&secc=eventos Um abraço!
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