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Caru Bastides

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Sobre Caru Bastides

  • Data de Nascimento 20-03-1982

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  1. Incrível relato rcrlacerda! Informações preciosas que estão me ajudando muito no planejamento pra visitar o parque. Para bangalos mais baratos e camping (tenho toda tralha, rs) também é preciso reservar com antecedência? Valeu!
  2. Outras viagens vieram (estou agora no Nepal, numa volta ao mundo) e o relato acabou ficando inacabado! Helen_p, a foto do perfil foi em Zakynthos, numa praia chamada Navaggio Beach ou Shipwreck Bay... e sim, é tão linda quanto parece na foto (a mais mais de toda minha vida). RubensFeijo juto que vou tentar achar um tempinho pra escrever sobre Zakynthos! Marlamello, eu pessoalmente odeio tour pq vc tem que fazer tudo no ritmo dos outros. Estava viajando sozinha e achei muito tranquilo fazer tudo independentemente. Os passeios eu fechava sim na hora, tem coisas que rola fazer sozinha e outras não, depende do que vc quer saber. Os ônibus eu comprava assim que chegava na cidade, só os ferries que reservei do Brasil, pq tinha lido que esgotam na alta temporada (jul/ago). Boas viagens meus caros1
  3. Ha, agora que vi que vc é o João, do Sabe do João! Te sigo no FB, mas este relato aqui foi precioso!
  4. Jaumz, relato ótimo, parabéns e obrigada por compartilhar a experiência! Estou tb numa volta ao mundo e planejando a viagem pela África, suas dicas foram fundamentais, pois antes disso pouca informação consegui encontrar sobre o Vale do Rio Omo. Valeu!
  5. Oswaldo, muito obrigado pelo relato! Ficou muito interessante e me ajudou a definir o roteiro no Nepal.
  6. Oi GGomez Concordo com o Marcos, apesar do seus desejo, vc não tem tempo pra fazer a travessia. Três dias é o mínimo do mínimo (sem contar os dias de ida e volta pra São Luís), pra curtir mesmo e não ficar cansativo eu diria que o ideal são 4 ou 5 dias na travessia. Isso não te impede de fazer os passeios e curtir bem estes 2 dias. Barreirinha é a melhor opção, porque é bem mais acessível e fácil de chegar do que Santo Amaro do Maranhão. Beijos
  7. Carol, tem algumas dunas altas sim, mas não lembro disso ser um grande obstáculo. Sei lá, a dificuldade maior foi a distância mesmo, pq meu pé começou a doer por dentro (nada de bolhas ou coisa do gênero) talvez porque eu tenha andado de chinelo um bom tempo. O que facilita é que a areia não é quente nem fofa, a maior parte é firme e com temperatura boa. Gosto de andar, mas não tenho um super preparo físico, de qualquer modo faria de novo, as paisagens são muito lindas. Isso que o Marcos falou eu já li tb, que este sentido favorece a caminhada. Beijos
  8. Oi Carolvleone, Fico feliz que o relato tenha ajudado. Na travessia, vc vai andar bastante durante a manhã e vai chegar nas vilas na hora do almoço. É legal levar lanches e snacks pra caminhada... frutas, uns sanduíches, bolachinhas, o que puder levar, só cuidado com o peso da mochila (cuidado mesmo, pq peso faz muita diferença numa caminhada como esta). Nas vilas, o valor da dormida é R$25, e o que consumir é pago à parte (café da manhã, refeições, água, refri, água de coco). Para ter uma idéia, em Baixa Grande eu paguei R$72 pela dormida + almoço + jantar + café da manhã + 2 garrafas grandes de água. Então se calcular, não chega a ser R$25 a refeição. Se precisar de mais informação, é só perguntar. Beijos
  9. Isabel D, que bom que gostou do relato! Vc vai para a Turquia, certo? Não há nenhum problema comprar as passagens de ônibus lá mesmo. O que eu fazia era comprar a passagem assim que eu chegava na cidade, pois assim já garantia. O avião Istambul-Kayseri eu comprei lá pq não consegui comprar do Brasil, mas mesmo assim foi bem tranquilo e não foi caro, diferente do Brasil que é o olho da cara se vc compra passagem com alguns dias de antecedência. Se eu puder ajudar em mais alguma coisa, é só perguntar... e boa viagem!
  10. Além de ser realmente Bonito, o lugar é conhecido como capital do ecoturismo, ou seja, uma delícia para se curtir a natureza, com rios, cachoeiras, grutas e a exuberância da fauna do Pantanal, tudo com aquele clima de interior. Por lá tudo é bem organizado, os passeios devem ser comprados com agências e ocorrem dentro de propriedades privadas, algumas delas dentro de APAs – Áreas de Proteção Ambiental. Diferente da preservação que pratica por lá, o caminho a partir de Campo Grande é feito por meio à paisagem de grandes fazendas, a maioria com criação de gado. Em cerca de 4h se faz o percurso de cerca de 300 km por estradas super bem conservadas, dá pra correr bastante e não há nenhum pedágio. Se a vantagem dos passeios em tours privados e pagos (aliás, muito bem pagos) é garantir a preservação ambiental, além do certo conforto de se ter tudo esquematizado, a desvantagem é a pouca liberdade de fazer o roteiro do passeio do seu jeito e curtir o tempo que quiser em cada parada, não é nada extremamente corrido mas tem sempre que acompanhar o grupo, fazer o que o guia mandar e tals. Se for em pelo menos 2 pessoas, vale a pena alugar um carro em Campo Grande, pois além de não haver ônibus com freqüência pra Bonito, os passeios não incluem transporte da cidade para os locais, que ficam de 10 a 30 km. Minha amiga e eu fizemos isso e não nos arrependemos! Os passeios devem ser reservados com antecedência, principalmente se for alta temporada ou feriado. Nós reservamos muito em cima da hora, umas 3 semanas antes do feriado de Páscoa/21 de abril, e não conseguimos os passeios que queríamos, por pura sorte e desistência de outras pessoas, conseguimos visitar a Gruta do Lago Azul. A hospedagem também foi reservada com antecedência, mesmo sendo camping. Aliás, super recomendo o Camping Nomadas, localizado no centro perto da avenida principal, espaço bem cuidado e criativo, com várias coisas reaproveitadas para decorar e equipar, muitas árvores e sombra, mesas, lugares para sentar, pontos de iluminação com tomada para carregar eletrônicos, cozinha coletiva com geladeira e todos utensílios, churrasqueiras. Tem chalés tb para quem não encara ficar de barraca. A Renata, dona do lugar é bem gente fina. Bem, dadas umas dicas iniciais, vamos ao que interessa: os passeios! Dia 1 Vôo São Paulo-Campo Grande (1h30) + Campo Grande-Bonito de carro (4h) = chegamos no início da tarde, armamos o acampamento e fomos almoçar na cidade. A avenida principal é cheia de restaurantes e lojinhas, depois de dar uma volta, fomos à agência Big Tour pagar o restante da reserva e pegar os vouchers dos passeios e mapa da cidade. Dia 2 Depois de preparar o café no camping, rumamos para o passeio de Bote no Rio Formoso, a 12 km da cidade. O percurso de bote é tranquilo, com 4 quedas/cachoeiras... é um lance mais família, com brincadeiras de jogar água e apostar corrida com os outros botes. Depois eu vi que o lugar tem caiaque e stand up, muito mais a minha cara, rsrs. O espaço no geral é gostoso, tem cachoeiras que dá pra ficar curtindo depois do passeio. Como o restaurante do lugar tava cheio, fomos comer na cidade. De lá, partimos para o passeio da tarde, Grutas de São Miguel, a 16 km da cidade. Pra quem curte gruta é ótimo, tem várias formações interessantes de estalactites e estalagmites, pra quem não curte tanto é só ok. Nós gostamos mais dos filhotes de morcegos pendurados no teto, ah e tb das araras que vimos ao final, rs. Achei estes passeios meio fracos. As Grutas de São Miguel podem ser feitas na mesma manhã da Gruta do Lago Azul, pois são bem próximos, e isso foi um vacilo nosso, pois poderíamos ter ganhado uma tarde se fosse programado melhor. À noite fomos jantar com um pessoal que conhecemos no camping no restaurante O Casarão, comemos Pintado ao molho de urucum servido na telha, prato bem típico, delicioso! O prato para 2 pessoas servem 3 ou 4 e custou R$ 64, super bem servido. Os restaurantes por lá tem tb o buffet livre, com o valor médio de R$ 30. Dia 3 Passamos o dia em uma fazenda que organiza o passeio das Cachoeiras do Rio do Peixe, a 36 km da cidade. Recomendo, foi um dia bem legal, várias cachus e poços bons pra banho, o guia Rodrigo era bem engraçado e legal, explicou várias coisas da flora e da fauna. Vimos muito peixe Piraputanga naquela água verde bem bonita. A trilha é sussa, dá até pra criança fazer. No meio do dia, voltamos das cachoeiras para o almoço, comida beeem gostosa, vários pratos com banana, farofa de abacaxi, peixes, saladas, massas, sobremesas, tem que tomar cuidado pra não comer muito (o que é praticamente impossível! rs). Depois do almoço, há uma área com redes para descanso, local bem arborizado com vários macacos pregos que se aproximam pra pedir comida. Depois de algum tempo, o dono do local, Seu Moacir organiza a interação com os macacos: distribui pedaços de banana para os visitantes darem de comer aos macacos, daí primeiro dá banana pro chefe do bando e depois os outros podem vir comer. Foi bem interessante, pra quem mora na cidade e nunca vê bicho é animal, rs. Depois é a vez do showzinho das araras, há 4 delas que vão comer diariamente na fazenda. Uma das araras, de cor azul, é bem dócil e vem comer na mão do Seu Moacir, que aproveita e coloca pros turistas tirarem foto. Depois de um tempo pro descanso, o grupo volta com o guia pra trilha, onde dá pra curtir mais 2 cachoeiras e 2 poços com tirolesa. Ah, tem tb um poço com 5 metros de altura pra quem gosta de pular. Dia 4 Esse foi com certeza o dia mais legal de passeios. De manhã visitamos a Gruta do Lago Azul, o cartão postal de Bonito. A caverna é a maior cavidade inundada do planeta, alimentada por um rio subterrâneo que forma um lago com águas de um azul intenso, a 100m de profundidade, o que significa descer 259 degraus (e depois subir, rs), em um período de 1h30. Localizada a 20 km da cidade, é o único passeio que fiz que não pertencia a uma propriedade particular, pois a área é tombada e o manejo do turismo é feito pela prefeitura. A gruta é de uma beleza incrível... bem, as fotos falam por si mesmas. Logo após a visita à Gruta do Lago Azul, seguimos para o local da Nascente Azul. Chegamos às 10h30 e nossa flutuação no Aquário Natural estava marcada para às 15h, mas conseguimos antecipar para às 11h, o que foi ótimo segundo a guia, os horários da manhã são os melhores para a flutuação, pois com a maior incidência do sol, a água do rio fica mais claro. Uma curiosidade é que os rios de Bonito são transparentes devido ao calcário muito presente na região, substância que faz qualquer partícula sedimentar em 30 min. A flutuação foi o passeio mais interessante. O aquário fica na nascente do Rio Baía Bonita e é simplesmente impressionante de tão bonito. Dá pra nadar junto com vários peixes numa água azulzinha linda demais. Achei que o que via nas fotos era manipulado, mas não, é de um azul impressionante mesmo. Adorei! Depois de mergulhar no Aquário, descemos o rio até o ponto em que encontra o rio formoso. Daí tem um ponto de tirolesa. Depois do percurso no rio, pegamos uma trilha onde com sorte dá pra ver alguns animais: anta, capivara, cotia, macaco prego, pássaros diferentes, e até um jacaré! O passeio todo durou umas 2h30, depois há almoço no local, com buffet a R$30. Há também um espaço bem agradável para descanso na piscina. Dicas: Conversando com os guia, descobrimos que há uma melhor época do ano para cada passeio, por exemplo, o buraco das araras é melhor em agosto, em novembro é propício para o Abismo de Anhumas pois é nesta época que incide sol dentro da cavidade, e da mesma maneira a Gruta do Lago Azul é mais interessante entre 15 dezembro a 15 janeiro pela incidência do sol. CUSTOS Passagem aérea Gol, São Paulo – Campo Grande: R$ 188 (comprada com 6 meses de antecedência na promoção) Aluguel carro no aeroporto de Campo Grande com a Localiza: R$ 428 por 4 dias (reserva feita pelo site da Gol). Camping Nomadas: R$ 100/pessoa por 4 dias Passeios – Agência Big Tour: Bote no rio Formoso: R$ 89 Grutas de São Miguel: R$ 45 Cachoeiras do Rio do Peixe (almoço incluso): R$ 165 Gruta do Lago Azul: R$ 60 Flutuação no Aquário Natural: R$ 170 Fotos e vídeo da flutuação: R$ 60
  11. Gente, valeu! As fotos tentaram expressar o tanto de beleza que tem naqueles lugares! E olha que é muita beleza! renatohimself, eu tenho uma câmera Sony NEX F-3... e adoro ela! É uma semi-profissional bem compacta e de muita qualidade! E pessoal, prometo chegar logo na Grécia, rsrs thais_valeska, não avexe não, abraça esse roteiro que tenho certeza que vai aproveita muito!
  12. ATENAS Ao passear pelas ruas da capital grega é impossível não notar todo o legado cultural presente em Atenas. Berço da civilização ocidental, Atenas foi a cidade mais próspera da Grécia Antiga, e tb com uma riqueza cultural sem tamanho. Pense em democracia, nos filósofos Aristóteles, Platão, Sócrates e Pitágoras, a Ilíada e a Odisséia de Homero, o Édipo Rei de Sófocles e outras peças de teatro memoráveis, que expunham as crenças baseadas na mitologia grega e os deuses do Olimpo, tb toda a rica arquitetura clássica, as olimpíadas... Pense que tudo isso aconteceu ali, naquela região. Foi a sensação que tive em Atenas, uma certa emoção indefinida por estar em um lugar palco de tantas cenas históricas. Assim, a primeira coisa que fiz foi fazer um free walking tour, que serviu como apresentação inicial dos principais pontos históricos e turísticos: Ancient Ágora, Filopappos Hill, Temple of Olympian Zeus, Hadrian’s Arch, Estadio Paratenaico, região Parlamento e National Garden. Agendei o tour no hostel, o guia passa pela manhã para ir arrebanhando os turistas e faz uma caminhada em grupo pelo centro da cidade, no bairro de Plaka. Ao final, é delicado deixar uma contribuição pelo trabalho. Foi interessante sua explicação da importância histórica das diversas ruínas da Acrópolis e região, dos fatos e mitos da Grécia Antiga e dos principais pontos da Atenas comtemporânea. Depois de terminar o tour na Praça Syntagma, voltei para região da Acrópolis. Com estava muito quente, depois de comprar o boleto turístico, decidi visitar antes o Museu da Acrópolis (ingresso a parte). No museu há um restaurante com uma vista bem agradável da Acrópolis. Depois de uma volta pela região, já no final da tarde a temperatura estava mais fresca e entrei na Acrópolis. Caminhada tranqüila monte acima, já que as principais ruínas ficam no topo do monte. No caminho, o Teatro de Dionísio e o Odeão de Herodes Ático. No topo, o Parthenon, grande templo da deusa Atena, e o Templo de Erectéion e as Cariátides, colunas com a forma de estátuas de mulheres que suportavam na cabeça todo o peso do entablamento e da cobertura do templo designado de Erectéion. Ao fundo, uma vista incrível da cidade e do Monte Lycabettus.
  13. MYKONOS Agito, badalação, beach parties, gente bonita e descolada... junte a isso praias completamente paradisíacas, com águas claras e calmas. Assim é Mykonos, a ilha mais conhecida e visitada da Grécia. Mas se não gosta de tanta festa assim, tb vale a pena conhecer, pois além das belíssimas praias, tem Chora, a charmosa vila central da ilha, com suas casinhas brancas e azuis, varandas floridas, vielas estreitas de pedra, e incontáveis lojinhas, restaurantes, cafés e bares, tudo uma gracinha. Na vila rola até uma Pequena Veneza, com suas casas penduradas no mar e os moinhos que se tornaram um dos cartões postais da ilha. Como meu interesse principal era curtir as praias, fiquei hospedada no Paraga Beach Hostel and Camping, que fica de frente pro mar de Paraga e tem uma bar e piscina bem legais. Na primeira noite em que cheguei na ilha, todo o povo do hostel estava animado para uma festa que segundo eles seria a melhor de toda a temporada. Confesso que não estava muito animada pra esta festa, e quando viajo prefiro aproveitar o dia, mas pensei “tô em Mykonos e tenho que conhecer pelo menos uma balada!”. Foi em uma boate na Paradise Beach, com dois DJ´s super famosos... mas confesso que só reforçou o que eu já sabia: não curto música pop/eletrônica, rsrs. Pra quem curte, é irado! No dia seguinte decidi descansar e ficar só curtindo a praia de Paraga, aluguei uma espreguiçadeira e fiquei lagarteando ao sol daquele verãozão super quente. Praia lotada, a maioria dos turistas que estavam por lá eram italianos, daqueles que falam alto e gesticulam muito, rs. Eu disse, é a ilha do agito! Rs. No final da tarde, fui jantar na vila de Chora, aproveitei para usar a internet pois no hostel estava péssima (não consegui conexão nenhum dos dias). A vila é realmente um charme, com todas aquelas casinhas brancas. No segundo dia fui caminhando até Agia Anna ou Calua, a praia ao lado de Paraga. Lá conheci uma italiana e passamos o resto do dia juntas... no final da tarde fomos pra uma Beach Party em Paraga, espécie de happy hour com música eletrônica que rola nos bares da praia. No terceiro dia, um brasileiro que conheci nos hostel e eu alugamos um quadriciclo e fomos ates as praias no norte da ilha. Gostei bastante destas praias pois são mais vazias que as praias mais badaladas, sem aquele montaréu de cadeiras e guarda sóis. No quarto dia, fomos até Platys Gialos devolver o quadriciclo e de lá peguei um taxi boat até Superparadise. É das praias mais conhecidas e tem razão de ser, é um paraíso mesmo. Por último, uma foto do porto de Mykonos que representa o clima da galera que viaja pra ilha. Depois de tudo isso, impossível não dizer: é imperdível! Valores em EUR (euro) Ferry Santorini-Mykonos (2h35): EUR 56,50 Paraga Beach Hostel and Camping: EUR 21,50 Balada: EUR 60 Espreguiçadeira em Paraga Beach: EUR 8 Aluguel de quadriciclo + gasolina: EUR 26 Taxi boat para Superparadise: EUR 12
  14. SANTORINI A ilha mais conhecida da Grécia tem formato de meia lua e formação vulcânica, sendo que no centro há a cratera submersa de um vulcão. Isso faz com que haja uma beleza natural incrível, aliada aquele charme arquitetônico grego. Um exemplo disso é a vila de Oía, com as clássicas casinhas brancas no alto do penhasco que beira a cratera. Na outra ponta da ilha, há a Red Beach, uma praia de águas verdes com a baía rodeada por uma imensa falésia vermelha e rochas vulcânicas, e Praia Vlichada, cercada por imensas falésias de pedra esculpidas pelo vento. Santorini não possui aquelas praias com águas super claras do nosso imaginário em torno das ilhas gregas, o seu charme está mais nestas praias diferentes e belas, no pôr do sol na vila de Oía, na vista das encostas, nos restaurantes no porto de Amoudi. A ilha é grande e a melhor forma de circular é alugar um meio de transporte próprio, escolhi alugar um carro e super valeu a pena, ou a grana, rs. Como meu No primeiro dia visitei as praias Perissa, Vlichada, Red and White Beach, das quais gostei muito da Vlichada e Red Beach. Vlichada é uma praia para se sentir bem à vontade: lá o povo é adepto do nudismo e a mulherada em geral faz topless; sem os pudores que os brasileiros costumam ter em relação à nudez na praia. No final da tarde, fui passear na vilazinha de Oía e contemplar o pôr do sol, o melhor da viagem sem dúvida. Aqui vale uma advertência: se vc está viajando sozinha e deixou o(a) namorado(a) em seu país (como eu fiz), cuidado! aqui vai bater uma saudade enorme! Rs. Brincadeiras à parte, Oía e seu célebre pôr do sol é o lugar mais romântico de todo o roteiro grego. No segundo dia, fui conhecer as praias do norte da ilha: Amoudi, Katharos, Baxedes e Koloubos. O almoço foi em Fira, seguindo para a vila de Pirgos e para o Ancient Thira. Na companhia de uma carioca com quem fiz amizade, fui jantar no porto de Amoudi. A princípio estava em dúvida sobre quais ilhas gregas visitar, pois são muitas e é preciso escolher somente algumas, e posso dizer que apesar de estar louca pra curtir as praias paradisíacas das ilhas gregas, foi muito legal ter escolhido Santorini, tanto pelas diferentes paisagens quanto pelo charme de Oía. Valores em EUR (euro) Ferry Rodes-Santorini (9h): EUR 39 Youth Hostel Anna (sem café da manhã): EUR 7,5 Youth Hostel Oía: EUR 18 Aluguel carro (2 diárias + gasolina): EUR 110
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