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gms

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    técnica em enfermagem do IFPE

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  1. Volto ao fórum em busca de informações e opiniões sobre mochilas. Tenho uma Crampon Tech 48 que tem uma qualidade que considerei muito boa para o preço que paguei e fiz duas trilhas com ela mas o problema é que ela aguenta muito peso e como todos sabem, se tem espaço na mochila, sempre arrumamos alguma coisa que achamos útil levar. Pois bem, nas duas trilhas que fiz, a mochila passou beirou os 8 quilos e isso é demais para mim que estou na casa dos 50kg e como eu simplesmente não conseguia achar o que jogar fora para diminuir o peso, a solução pareceu trocar de mochila para uma menor. Vi algumas opções da T&R e duas que parecem interessantes são as Crampon 32 e a 38. O problema da 32 é que ela não tem as alças externas para prender uma barraca e o problema da 38 é que ela pesa o mesmo que a Tech 48 (segundo o próprio site da T&R). Acho que se eu fosse comprar, acabaria ficando com a 38, mas ela pesar o mesmo que a tech 48 é bem triste. Por acaso o material da Tech 48 é melhor? De qualquer forma, procurei sobre a Crampon 38 aqui no fórum mas só encontrei algumas pessoas comentando que a possuem, mas nenhuma opinião concreta sobre ela. Qual a qualidade? A construção é boa e confortável? E alguém tem alguma sugestão de mochila menor (e leve, se possível) que tenham tanto barrigueira larga e fitas alças externas para barracas?
  2. Interessante. Subi nessa pedra uma vez e preciso voltar lá novamente para encarar as outras trilhas, mas essa que você mencionou parece ser bem descolada do resto e parece ser bem mais longo também, talvez uma duas ou três vezes mais longo. Duas coisas. Primeiro, tem alguma instrução mais precisa sobre como chegar no começo da trilha? Qual ônibus pegar da rodoviária, o ponto onde começa a trilha, esse tipo de informação? Segundo, acho que compartilhar o link do mapa facilita a visualização (e a navegação) de todos. Para isso você precisa estar logado e salvar o mapa. Pelo seu post deduzo que você saiba fazer pelo menos até o passo 3 que vou escrever a seguir, mas vou deixá-los aqui de qualquer forma: 1) Acesse o google maps e faça login com alguma conta do gmail; 2) No topo da coluna à esquerda você verá na barra azul duas opções, "Como chegar" e "Meus mapas". Clique no segundo; 3) Crie um novo mapa (tanto faz deixar privado ou público), dê nome e coloque as infos; 4) Terminando, salve e no canto direito, na barra logo acima do mapa existe a opção "Lnk". Clique e copie o link para divulgar o seu mapa.
  3. gms

    Barraca para um

    Bom, eu não tenho grandes experiências com barracas, tanto que ainda estou na minha primeira, mas a Falcon 2 parece ser uma das melhores opções do "nível mais baixo" das barracas sabe? Para iniciar pode ser uma boa opção, já que ela é barata (dá para encontrar por menos de R$120 em promoções) e é auto-portante (aspecto interessante para iniciantes já que não precisa se preocupar com tipo de terreno para montar a barraca), além de ser bem fácil de montar. Ela não tem o avanço (embora diga que tenha, é uma coisa bem desprezível mesmo), mas o espaço interno para uma pessoa é bem considerável. Um amigo meu tem uma e quando vi dentro da barraca ele mais toda a mochila dele desarrumada que eu notei como o negócio é espaçoso. O fato dela não ser tão cara assim faz com que você tenha menos receio de "abusar dela" sabe? Você acaba não tendo tanta frescurite ou preocupações com ela porque, poxa, é "barato pra caramba", qualquer coisa é só comprar outra. Mas uma Falcon 2 bem cuidada dura bastante tempo. Enfim, eu só não comprei uma dessas para mim por causa do peso mesmo, mas ainda sim eu acho que é um modelo que vale a pena arriscar. Quanto à coluna d'água relativamente pequena, é só não ficar usando essa barraca em chuvas torrenciais. 800mm deve ser o suficiente para suportar grande parte do clima brasileiro.
  4. Eu já tinha noção da presença de elementos tóxicos nas latas (motivo pelo qual não se deve comprar qualquer alimento enlatado caso a lata esteja amassada), mas não sabia que eram tão voláteis com a temperatura. Isso me trouxe uma dúvida: e quando cozinhamos a lata de leite condensado para fazer doce de leite? Isso não geraria calor o suficiente para volatilizar os elementos da lata tornando o seu conteúdo (doce de leite) nocivo? Até onde eu saiba não tem problema fazer isso, tanto que se tivesse eu provavelmente não estaria aqui perguntando, já que na minha vida eu comi bastante leite condensado cozido diretamente na lata. Por acaso o fato de estar imerso em água altera alguma coisa?
  5. Grato pela resposta, mas a dúvida sobre o fato de ser um produto usado continua em pé. Se o fiscal arbitra um valor qualquer que eu considere abusivo, como posso contestar se o produto é usado? Suponhamos que o fiscal decida que o produto vale R$500 e boa. Sendo usado, como posso contestar que ele vale R$250, por exemplo? No site da receita tem um adendo para o caso de haver presentes mas não para produtos de segunda mão. Outra dúvida, para que seja transportado pelo serviço postal, que tipo de entrega deve ser? Seria o USPS?
  6. Caros usuários do fórum. Estou ainda numa empreitada por uma barraca e optei por importar uma por diversos motivos mas a insegurança que fica é de o produto ser barrado e taxado (o que, mesmo assim, vai fazer com que o preço fique abaixo do preço que encontrei aqui no país). Agora a minha dúvida é a seguinte: como pretendo comprar pelo EBay, o pacote seria de pessoa física para pessoa física mas o vendedor, lá, declara o valor. É possível que seja declarado como um produto usado e, por isso, um valor mais baixo do que a do mercado? Assim, se for taxado, a porcentagem recairia sobre o valor declarado mais o frete? Ou eles iriam atrás do valor do produto novo no mercado para usar como base? Alguém sabe esclarecer essa dúvida? Dei uma procurada no fórum e na internet mas minha visão além do alcance não está funcionando muito bem hoje. Grato.
  7. Ah, Pedra Grande, um lugar bacana para um bate-volta. Mas me diz uma coisa sobre a volta Jorge. Por acaso a "discreta picada no capim q serpenteando rochas mais embaixo atraves dos arbustos e alto capinzal" que vocês tomaram é uma que se encontra à esquerda da quarta foto (como eu não sei os nomes das pedras eu vou pelas fotos mesmo)? Melhor dizendo, a partir do ponto da quarta foto, seguindo em frente até quase o pé da pedra onde o pessoal usa como rampa de vôo e virando à esquerda? Pergunto porque da vez que eu fui eu vi essa entrada (no local onde mencionei), adentrei um pouco mas como estava sem tempo para novas descobertas eu acabei voltando por medo de perder o busão para casa (coisa que no fim das contas aconteceu, mas tudo bem) e a quinta foto parece muito com uma parte que eu vi indo por esse caminho. De qualquer forma, é uma bela opção para um programa de um dia. Grandes chances que eu volte lá algum dia desse feriadão de outubro.
  8. É, como eu sou pobre eu compro dos EUA. Corro o risco de, por R$200, comprar uma barraca mais leve do que a Mini Pack (meio quilo a menos por R$150 a menos), mas estou com receio por causa da qualidade das varetas (que praticamente 50% das opiniões citaram) e da condensação que mencionaram. Eu tinha dado uma passada no tópico das barracas levíssimas mas as que eu vi estão muito além do meu orçamento. US$200 ou mais fora o frete que deve ficar em US$50 também. Se for taxado, o custo do frete entra junto e ferra ainda mais e de US$250 passa para US$400, dando uns R$720, muito além dos R$320 que eu pagaria caso a Eureka Solitaire fosse taxado (considerando a taxa de importação de 60% sobre o valor e o câmbio a US$1 para R$1,80). Vou dar uma garimpada a mais, mas opiniões extras são bem vindas.
  9. Sei que essa seção é meio parada mas vamos lá ver se consigo alguma opinião. Estou caçando uma barraca solo para trekking e estou procurando uma que seja leve e compacta. Como nunca tive uma barraca na vida e sou completamente leigo no assunto eu acabei levando mais em conta o preço e o peso apenas, embora tenha noção de que tamanho interno, capacidade de aguentar chuva, ventilação entre outros sejam importantes. Pretendo usá-la na região do estado de São Paulo e talvez em arredores próximos em qualquer época do ano. De qualquer forma, vendo as várias opções aqui e ali fiquei em dúvida entre quatro modelos. -Eureka Solo Solitaire Tent -Nautika Falcon 2 -Azteq Mini Pack -Azteq Nepal Dessas a que mais distoa é a Nepal por ser maior e mais cara, embora ela esteja na lista porque é relativamente leve para o tamanho e parece ser um bom negócio. Eu estou muito inclinado para a barraca da Eureka. Ela é a mais leve de todas e o preço deve ficar mais barato do que as da Azteq se não for taxado. (55 obamais mais o frete de 55 também, estimo uns R$200). O peso dela fica em torno de 2 pound e 9 ounces, o que daria algo em torno de 1,16kg. De comprimento ela tem 2,43m, consideravelmente curto mas se levar em conta que tenho 1,62m, me sobraria mais de 60cm para colocar a mochila (que tenho que comprar ainda, ô vida) e a bota. De altura ela tem 71cm, bem baixo mas como sou baixo, dá nada. 44,45x10 cm é o tamanho dela embalada. Todas essas informações foram tiradas do Amazon e do site da Eureka O problema que todos parecem ter é com a qualidade das varetas feitos de fibra de vidro, além de ter lido um ou outro review (inclusive aqui no fórum) sobre excesso de condensação. A Falcon 2 tem a vantagem (ou não) de ser auto-portante o que, para mim como um completo leigo no assunto, parece ser algo bom, não ser tão pesada assim (1,8kg) e ser consideravelmente barata (dá para achar por uns R$120). Já as Azteq temos a Mini Pack que tem como forte o peso (1,75kg acho), mas ser pequeno e sem avance são dois pontos negativos. A Nepal que é a mais pesada de todas (2kg) mas também espaçosa o que permitiria que uma pessoa sem barraca me acompanhasse em alguns perrengues. E nenhuma é auto-portante, mas o principal agravante delas é o preço, três e quatro vezes mais caras que a Falcon 2. Eu não cheguei a ler muita coisa sobre a Falcon 2, li mais sobre as da Azteq e da Eureka e as da Azteq parecem ser boas e uma das mais leves do mercado, embora o preço não ajude. Em termos de espaço interno real eu não faço idéia, ainda mais que eu nunca vi essas barracas montadas para comparar. Se alguém puder dar uns pitacos a respeito, eu agradeço.
  10. Vontade eu tenho, só tem que ver quando (a faculdade anda apertando bastante a minha vida agora, tanto que eu deveria estar estudando). E se tiver que fazer em dois dias, tenho que arranjar uma barraca e uma mochila cargueira, mas vontade eu realmente tenho. A fiscalização continua do mesmo jeito?
  11. Eis que venho para relatar mais uma aventura de um dia. Novamente deixo explícito que infelizmente não há fotos pois não possuo máquina fotográfica e meu celular tira fotos de qualidade deplorável, mas nesse andatrilhos não houve muitas coisas para se ver então a máquina não fez tanta falta assim. Vamos ao relato. Essa aventura de um dia era para ter um destino diferente. Na verdade a idéia inicial era ir de Cascata (distrito de Poços de Caldas que fica na divisa entre SP e MG) e seguir a linha do trem sentido sul até cair em Águas da Prata e, dependendo da possibilidade, continuar até S.J. da Boa Vista, mas no fim das contas acabamos caindo em Poços de Caldas. Bacana não? Vamos lá. Saímos de Campinas em direção a Águas da Prata no ônibus das 6:20 mas não sem antes conversar com o motorista e confirmar que era possível ir de Águas da Prata até Cascata pagando um extra de R$2. Assim chegamos em Águas perto das 9:00 e depois de uns 10 minutos chegamos em Cascata onde começou a nossa jornada. Esse distrito é realmente um ovo e o ônibus nos deixou num posto de gasolina onde, ao norte, era possível ver o portal de entrada de Poços de Caldas (creio que a divisa passava perto desse posto). De lá, pedindo informações sobre a antiga estação ferroviária fomos em sua busca que foi facilmente concluída. Caso não queiram pedir informações, faça o seguinte: com o posto de gasolina a sua esquerda é possível ver duas ruas à direita que vão para sul, uma mais à direita do que a outra. Siga essa rua mais distante até voltar para uma área mais urbanizada (depois de sair de uma área bem arborizada) onde você encontrará um cruzamento. Continue seguindo reto até cair num ponto onde só é possível virar para a direita e pronto, encontrará a estação de trem. Chegamos na estação do trem e bateu a dúvida. Para que lado fica Águas? Uma dúvida pertinente, principalmente porque não há placas sinalizando então resolvemos apelar para o nosso próprio senso de direção que nos dizia que Águas da Prata ficava seguindo a linha para a esquerda. Decidimos e fomos para frente e avante. Pena que esse lado levava para Poços de Caldas, mas tudo bem, só fomos descofiar disso depois de uns bons 9km andados e confirmar depois de uns 10km, até então a caminhada foi feita debaixo de um sol infernal e a ilusão de que chegaríamos em Águas da Prata. O dia estava completamente ensolarado, praticamente sem nuvens e o caminho era praticamente todo descoberto. Para piorar a situação haviam muitos pontos onde houveram queimadas então o cenário estava meio desolador (tanto que encontramos um sapo morto e completamente desidratado no caminho, muito legal né?). Assim, se não fosse o sol de rachar a caminhada teria sido bem mais sossegado já que não há grandes desniveis perceptíveis. Bom, confirmamos que estavamos indo na direção errada em uma estação de trem de carga onde aparentemente estavam extraindo terra ou algum outro mineral, não sei bem ao certo. Lá perguntamos e descobrimos que a linha após aquela estação estava desativada há um tempo devido aos contantes roubos que a linha sofria e que graças a isso o mato estava alto, fato que poderia dificultar a caminhada. Balela, o mato não estava tão alto assim e é possível seguir em frente tranquilamente. Continuando a caminhada a linha do trem termina mas o caminho para pedestres continua e seguindo se chega num local com várias torres de alta tensão onde é possível ficar ouvindo os estalos por causa da tensão, bem interessante. Da próxima vez vou levar uma lâmpada de filamento para ver se acende. Depois de passar por uma ponte existem duas possibilidade, continuar seguindo a trilha ou virar a esquerda logo após a ponte e passar por uma brecha que tem na cerca de arames. Por ambos os caminhos é possível chegar em Poços, mas se resolver seguir em frente, vai chegar no lado leste da cidade, perto do aeroporto, que fica beeeeeem longe da rodoviária. Ah sim, a brecha na cerca não é visível da trilha, tanto que quando chegamos nessa ponte ficamos na dúvida sobre o que fazer pois a estrada estava indo para leste sendo que o nosos destino ficava a norte. Andamos mais um pouco depois da ponte, vimos que a trilha realmente seguiria para leste, procuramos uma entrada pela cerca mas a única que encontramos não era muito inspirador (era para mim, não para os que me acompanhavam, infelizmente) então resolvemos deixá-la e voltar até a estação de trem anterior e, de lá, pegar uma rua que daria para a estrada que leva até Poços. Por sorte quando estávamos passando pela ponte para voltar um ciclista passou por nós vindo de Poços! Grande sorte! Graças a ele que ficamos sabendo dessa abertura na cerca (que é realmente uma porta), fato que facilitou bastante a vida. Depois de passar pela cerca, basta ir seguindo até chegar numa porteira (nada como entrar na fazenda dos outros) e cair numa estrada de terra. Aqui também há duas opções, ir para a esquerda e cair num ponto de Poços ou ir seguindo um pouco para a direita e encontrar uma entrada que dá para subir até o pico de um morro de onde é possível ter uma bela vista de Poços. Já que estava ali fui em direção ao pico, lógico, e a vista é bem bonita mesmo, dá para ver boa parte de Poços e é possível descer pela face norte do pico para chegar em um outro bairro de Poços. Assim, depois de sete horas de caminhada (chegamos na estação ferroviária de Cascata praticamente as 9:30 e chegamos em Poços as 16:30) ainda faltava achar a rodoviária para voltar para casa. Depois dessa longa caminhada eu pensei em pegar um ônibus mas, ah, já estou andando a tanto tempo, vamos conhecer um pouco da cidade né? E lá fui eu em busca da rodoviária da cidade, que encontrei depois de mais uma hora de caminhada. No fim, andei por oito horas para chegar na rodoviária de uma cidade que não era o destino planejado. Bom, agora vamos aos dados financeiros. Ônibus de Campinas para Cascata: Viação Cometa as 6:20 por R$24,06 mais R$2 direto para o motorista para ele levar até Cascata (não precisa nem trocar de ônibus) Ônibus de Poços de Caldas até Campinas: Viação Cometa as 19:00 por R$30. Agora preciso voltar para fazer o caminho "certo" que o Capis relatou há um tempo.
  12. Eis aqui um relato rápido com informações específicas de horários e valores para facilitar um pouco a vida de alguém que, por ventura, esteja na mesma situação que eu (querendo ir para Extrema a partir de Campinas via transporte coletivo). Primeiro farei um breve relato da trilha e depois passarei com maiores detalhes as informações sobre transporte. Infelizmente não tenho fotos pela ausência de uma máquina fotográfica decente. Saimos de Campinas às 6:30 e chegamos em Extrema perto das 10:00 e com as informações colhidas vimos que realmente seria impossível subir até a Pedra do Cume começando pela Trilha do Pinheirinho pois iríamos gastar praticamente 6 horas ou mais para fazer isso (provavelmente umas duas horas e meia no Pinheiro e mais umas 3 horas e meia para chegar ao Cume) visto que o casal de amigos que me acompanhava eram marinheiros de primeira viagem (não que eu fosse muito mais experiente, foi a minha terceira trip) e as informações sobre as trilhas eram meio escassaz. Além da necessidade que tinhamos de voltar para a rodoviária de Extrema até as 17:30, caso contrário não conseguiríamos voltar para Campinas via Bragança naquele mesmo dia e isso nos causaria um gasto extra considerável (pois teríamos ou de dormir por lá ou voltar via SP), ou seja, teríamos de fazer todo o percurso de ida e volta em menos de oito horas, um ritmo bem acelerado. Dadas as condições a opção foi pegar um táxi da rodoviária até a pista de asa-delta para economizar um tempo bom e, de lá, deixar a mordomia para trás e começar a bater pé mesmo, assim começamos a trilha rumo ao Lopo lá pelas 10:45. Achar a trilha é bem simples, basta continuar seguindo a via após a pista de asa-delta até chegar num portal onde se encontra uma placa dizendo que faltam 700m para a Pousada Céu da Mantiqueira. Na mata à esquerda há uma entrada meio escondida que é o início da trilha. A trilha realmente é muito gostosa de ser feita, passa a maior parte dentro da mata, bem fresco e longe do sol (ajudou bastante para suportar os 30 graus que fazia). Embora seja simples, dá para cansar e há passagens que é necessário uma atenção maior pois um deslize pode ser desatroso, fora que em algumas partes a terra estava muito fofa, o que pode dificultar a estabilidade e pegar de surpresa os mais desatentos. Tendo isso em mente e tomando os devidos cuidade o passeio se torna muito proveitoso. Antes de chegar na primeira pedra há somente uma bifurcação, que pegamos o da esquerda pois ia em direção à pedra (que não sei qual é). Chegando à primeira pedra é possível subir nela e ter uma visão fantástica, além de ser um bom lugar para uma pausa (tanto que "almoçamos" lá mesmo com um sol de lascar). Para subir ou descer, há duas opções, uma é subir direto pela pedra, outra é ir por um caminho meio escondido à esquerda (olhando para a pedra) que é quase uma escada natural. Seguindo mais adiante, chega-se sem grandes demoras à Pedra das Flores, um grande platô com uma vista melhor do que da primeira pedra e que serve também como um bom ponto para uma pausa longa. Há muito para ver neste grande platô, sem dúvidas, formações curiosas, flores e pequenos detalhes que supreendem. Daqui é possível enchergar a Pedra do Cume e seguindo em sua direção (ainda na Pedra das Flores) encontra-se duas entradas de trilha que vão no sentido do pico. Ambas irão se afunilar para um ponto comum então qualquer uma delas serve, embora uma (a mais voltada para leste) pareça que vá descer em direção à rodovia Fernão Dias. Tanto em outro relato quanto de acordo com um rapaz que encontramos na Pedra das Flores, há duas bifurcações antes de chegar no pico e, em ambas, o caminho certo é o direito. Caso você opte em pegar a entrada mais a leste, a primeira bifurcação você realmente pega o da direita, caso contrario você voltará à Pedra das Flores.Se resolver pegar a entrada mais a sudoeste, na primeira bifurcação você pega o caminho da esquerda. Já na segunda bifurcação, havia uma corda amarrada no caminho da direita e fomos por ela, mas como ela parecia que iria descer até a Fernão Dias, optamos por voltar e pegar o caminho da esquerda. Seguindo nela chegamos na pedra onde supomos ser a Pedra do Cume pois batia com as referências vistas no mapa que o Augusto postou ao relatar sua travessia de 2006 e batia com o que o rapaz que se dizia guia disse sobre o fim da trilha chegar numa escalaminhada entre pedras e alguma mata. A escalaminhada é bem tranquila tirando uma parte apenas que achei mais trabalhosa, requerendo uma maior habilidade e força nos membros, mas nada que um pouco de esforço, determinação, força de vontade e alguém para dar uma mão não resolvam. A vista lá de cima é fenomenal. alí, os 1780 metros de altitude propciam uma vista simplesmente espetacular, ainda mais quando o tempo está muito bom, praticamente sem nuvens no céu e uma brisa suave mas refrescante, como foi o tempo que estava quando chegamos lá. Mais a leste é possível ver uma outra pedra, aparentemente menor do que a do Cume e que parece ser possível de se chegar porém, devido ao fato de estar acompanhado e de ter problemas com tempo eu resolvi não arriscar, mas assim que eu voltar lá com condições de explorar, farei-o sem dúvidas. Nessa brincadeira toda, chegamos na última pedra (provavelmente a do Cume) perto das 14:00, ou seja, gastamos praticamente três horas nisso sendo que paramos para almoçar na primeira pedra e paramos para apreciar a vista na segunda então, sem paradas longas deve ser possível fazer a ida em duas horas. A volta foi bem tranquila e mais rápida pois não fizemos longas paradas então chegamos no começo da trilha em cerca de duas horas se não me falha a memória (é, eu não estava controlando o tempo que gastávamos, não queria ter esse estresse lá) pois creio que chegamos na entrada da pousada perto das 16:00. E aqui começava um novo dilema, como voltaríamos para Extrema? O cansaço já tomava conta (mais de ambos, mas em mim também) então descer a pé pela estrada da Embratel seria bem angustiante e demorado, provavelmente não conseguiríamos completá-lo em uma hora e meia ou tinhamos a opção de chamar o táxi e pagar mais uma bagatela para chegarmos mais rápido. Como o cansaço era grande e os mantimentos escassos (o líquido que cada um tinha estava quente e quase no fim) optamos por ir até o restaurante da pousada para nos refrescar primeiro e depois decidir o que fazer, além do que, haveria a possibilidade de encontrarmos alguma alma caridosa na pousada que estivesse voltando e pudesse dar uma carona para nós. Decidido que decidiríamos mais tarde, fomos rumo à pousada que ficava a 700 metros, uma caminhada curta comparada aos supostos 26km da trilha que acabávamos de superar mas extremamente longa se contar o cansaço que tomava conta das pernas. Para a nossa sorte não tivemos que andar muito pois perto do que considerei a metade do caminho, um carro vinha em nossa direção e, olhem só, com apenas uma pessoa, o motorista! Demos um sinal e o rapaz que dirigia parou e confirmou que estava descendo para Extrema e, para a nossa sorte novamente, nos concedeu uma carona até lá! A felicidade tomou conta geral e lá fomos nós três ocupar os bancos vazios do carro! Isso nos economizou praticamente uma hora e pouco de caminhada pois chegamos perto da rodoviária de Extrema as 16:30 e, vejam só, mais uma cartada de sorte, conseguimos pegar o ônibus que saia as 16:30 para Bragança Paulista! Assim terminava o nosso bate-volta para Extrema, onde tivemos a oportunidade de atravessar a divisa SP-MG umas 20 vezes. Agora detalhes de horários, preços e companhias. De Campinas à Bragança Paulista as opções mais interessantes para um bate-volta seriam: Viação Fenix saindo às 6:30 (com chegada para as 7:50) ou às 7:30 (com previsão de chegar às 8:50). R$13,62 Optamos pela primeira opção pois de Bragança Paulista até Extrema as opções eram: Viação Cambuí saindo às 9:00 (com chegada para 9:50) ou o circular saindo às 9:15 (com chegada prevista para 10:05). O das 9:00 era direto e custava R$5,20 se não me engano. O circular é um ônibus urbano e custava R$2,60 (mais barato mas fica parando aqui e ali para pegar gente). Em Extrema, pagamos R$40 pro taxista nos levar da rodoviária até a rampa de asa delta . Salgado mas foi possível aproveitar melhor a trilha. De Extrema para Bragança Paulista temos: Circular saindo 16:30 ou 17:30 ou o direto saindo às 18:00 (todos com previsão de 50 minutos). Desses não faz diferença qual pegar, mas o mais seguro é pegar no máximo o das 17:30 pois de Bragança à Campinas o último ônibus sai às 19:00. Bom, isso ae pessoal. Agradeço ao Júnior, rapaz gente fina que nos deu carona da pousada até Extrema. Ele não conhecia este fórum e, embora eu tenha dito sobre sua existência, não sei se ele vai entrar e ler este relato mas está valendo. Até a próxima.
  13. Bacana o relato. Foz do Iguaçu é um lugar que parece valer muito a pena ir. Vendo os gastos, ir de ônibus de SP até Foz do Iguaçu vai dar cerca de R$130 por pessoa se não me engano, totalizando cerca de R$260 ida e volta. Pode até valer a pena ir de carro caso consiga rachar os gastos (baseado no seu relato) com mais duas pessoas mas, dependendo, ir de ônibus pode ser uma opção interessante também, afinal, não é necessário ficar preocupado com ficar acordado, dirigir ou saber o caminho. Isso vai de cada um, claro, só uma opção a ser ponderada. Como é o sistema de transporte público lá em Foz? É fácil fazer turismo por lá sem um carro particular?
  14. Ah sim, eu vi esse vídeo que você fez Raffa. Devo dizer que ele foi um dos motivadores para eu querer ir até lá. Vamos ver se eu consigo ir agora. Pelo que vi, o preço da pousada Alma de Pedra é meio salgado não? Embora no site só tinha o preço para quarto de casal...e não parece que a cidade oferece muitas outras opções de estadia além dessa pousada e uma outra que eu encontrei mas não tinha preço de quartos no site, acho que vou acabar ligando lá para descobrir.
  15. Fantástico, dá para chegar lá bem fácil então. Pego um ônibus para Bragança Paulista e depois pego um para Pedra Bela. O que pega é o horário de volta e Pedra Bela, que parece não ter muitas opções. Bom, vou ver se consigo ir lá esse fim de semana e vejo o que acontece, na pior das hipóteses eu fico uma noite por lá e volto no dia seguinte, que mal tem, além de buraco um pouco maior no bolso né? Muito obrigado pela ajuda!
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