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gms

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    Maceió - AL (nasci lá); Recife, Ipojuca - Muro Alto, Vitória de Santo Antão, Igarassu, Itamaracá, Caruaru, Gravatá (na verdade um sítio em São Severino a 10km do centro de gravatá)-PE; Batatais, Jundiaí - SP; Cambuí-MG; Paripueria, Cumbuco, Canoa quebrada, Fortaleza-CE, Natal-RN
  • Próximo Destino
    São Paulo capital em agosto; Fortaleza em setembro; Maceió em Outubro.
  • Ocupação
    técnica em enfermagem do IFPE

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  1. gms

    Mochila anti-furto?

    Estou interessado pra ter menos preocupações andando com a mochila por aí, já que batedores de carteira existem em qualquer lugar. Além de ter uma segurança maior em viagens de trem e ao deixar a mochila em hostels ou mesmo em quartos de hotel (já que nem todos tem cofres) enquanto eu saio pra fazer alguma coisa. E essas mochilas anti-furto também são mais difíceis de levarem inteira, já que as alças são resistentes a corte e você pode prendê-las com um cabo de aço para deixar preso no quarto, por exemplo. E minha intenção é usá-la em uma viagem volta ao mundo, passando não só por países "seguros de primeiro mundo" (onde também tem problemas com furtos).
  2. gms

    Mochila anti-furto?

    Bom dia a todos. Suponho que essa seja a seção mais apropriada para esse tópico. Estive dando uma olhada e me interessei em mochilas com medidas anti-furto. Encontrei algumas opções, mas gostaria de saber se alguém conhece mais ou se esse mercado ainda é pequeno mesmo. O que eu estou buscando é uma mochila que dê para prender o zíper, que o zíper tenha proteção contra perfuração (pra evitar que se abra com uma caneta) e proteção contra cortes. E que tenha entre 35 a 40L. Eu encontrei a Pacsafe Venturesafe 30X, que tem tudo isso mas só tem 30L. Tem a Pacsafe Venturesafe 45l GII, que também tem tudo isso mas tem 45L. Então antes de eu me decidir entre uma delas, gostaria de saber se alguém conhece alguma outra marca/modelo que atenda a essas especificações. Grato.
  3. Volto ao fórum em busca de informações e opiniões sobre mochilas. Tenho uma Crampon Tech 48 que tem uma qualidade que considerei muito boa para o preço que paguei e fiz duas trilhas com ela mas o problema é que ela aguenta muito peso e como todos sabem, se tem espaço na mochila, sempre arrumamos alguma coisa que achamos útil levar. Pois bem, nas duas trilhas que fiz, a mochila passou beirou os 8 quilos e isso é demais para mim que estou na casa dos 50kg e como eu simplesmente não conseguia achar o que jogar fora para diminuir o peso, a solução pareceu trocar de mochila para uma menor. Vi algumas opções da T&R e duas que parecem interessantes são as Crampon 32 e a 38. O problema da 32 é que ela não tem as alças externas para prender uma barraca e o problema da 38 é que ela pesa o mesmo que a Tech 48 (segundo o próprio site da T&R). Acho que se eu fosse comprar, acabaria ficando com a 38, mas ela pesar o mesmo que a tech 48 é bem triste. Por acaso o material da Tech 48 é melhor? De qualquer forma, procurei sobre a Crampon 38 aqui no fórum mas só encontrei algumas pessoas comentando que a possuem, mas nenhuma opinião concreta sobre ela. Qual a qualidade? A construção é boa e confortável? E alguém tem alguma sugestão de mochila menor (e leve, se possível) que tenham tanto barrigueira larga e fitas alças externas para barracas?
  4. Interessante. Subi nessa pedra uma vez e preciso voltar lá novamente para encarar as outras trilhas, mas essa que você mencionou parece ser bem descolada do resto e parece ser bem mais longo também, talvez uma duas ou três vezes mais longo. Duas coisas. Primeiro, tem alguma instrução mais precisa sobre como chegar no começo da trilha? Qual ônibus pegar da rodoviária, o ponto onde começa a trilha, esse tipo de informação? Segundo, acho que compartilhar o link do mapa facilita a visualização (e a navegação) de todos. Para isso você precisa estar logado e salvar o mapa. Pelo seu post deduzo que você saiba fazer pelo menos até o passo 3 que vou escrever a seguir, mas vou deixá-los aqui de qualquer forma: 1) Acesse o google maps e faça login com alguma conta do gmail; 2) No topo da coluna à esquerda você verá na barra azul duas opções, "Como chegar" e "Meus mapas". Clique no segundo; 3) Crie um novo mapa (tanto faz deixar privado ou público), dê nome e coloque as infos; 4) Terminando, salve e no canto direito, na barra logo acima do mapa existe a opção "Lnk". Clique e copie o link para divulgar o seu mapa.
  5. gms

    Barraca para um

    Bom, eu não tenho grandes experiências com barracas, tanto que ainda estou na minha primeira, mas a Falcon 2 parece ser uma das melhores opções do "nível mais baixo" das barracas sabe? Para iniciar pode ser uma boa opção, já que ela é barata (dá para encontrar por menos de R$120 em promoções) e é auto-portante (aspecto interessante para iniciantes já que não precisa se preocupar com tipo de terreno para montar a barraca), além de ser bem fácil de montar. Ela não tem o avanço (embora diga que tenha, é uma coisa bem desprezível mesmo), mas o espaço interno para uma pessoa é bem considerável. Um amigo meu tem uma e quando vi dentro da barraca ele mais toda a mochila dele desarrumada que eu notei como o negócio é espaçoso. O fato dela não ser tão cara assim faz com que você tenha menos receio de "abusar dela" sabe? Você acaba não tendo tanta frescurite ou preocupações com ela porque, poxa, é "barato pra caramba", qualquer coisa é só comprar outra. Mas uma Falcon 2 bem cuidada dura bastante tempo. Enfim, eu só não comprei uma dessas para mim por causa do peso mesmo, mas ainda sim eu acho que é um modelo que vale a pena arriscar. Quanto à coluna d'água relativamente pequena, é só não ficar usando essa barraca em chuvas torrenciais. 800mm deve ser o suficiente para suportar grande parte do clima brasileiro.
  6. O melhor banco para poupança? Não sei se faz tanta diferença se for apenas uma conta poupança, já que não deveriam ter taxa de manutenção e a taxa de juros é definido por outros fatores. Não sei se tem algum banco que pratica taxas de juros para poupança diferenciada (e nem sei se isso é permitido, nunca estudei o funcionamento dos bancos). Uma coisa útil a se fazer para controlar os gastos é marcar todos os gastos numa planilha manual ou eletrônica (excel é o melhor que existe). Se você não sabe como fazer uma no excel, existem sites que fazem isso para você como o Organizze.com.br ou baixar planilhas prontas O problema de deixar num site é que pode se tornar inacessível se a internet cair ou se o servidor falhar então eu aconselho a utilizar uma planilha offline mesmo. Fazer uma planiha por alguns meses ajuda muito a ter uma visão mais ampla dos seus hábitos de consumo e aonde você pode podar gastos, mas é de extrema importância que se marque todos os gastos, principalmente gastos pequenos como lanches rápidos (salgados, sorvetes, etc, etc, etc) e compras por impulso (aquele item que você só estava esperando entrar em promoção para comprar mas que no fundo você não precisa). Ah sim, para quem é do estado de SP, a cada R$100 de compras que você faz colocando seu CPF você recebe um cupom para participar de um sorteio mensal de dinheiro. É uma outra possível fonte de renda. Basta acessar o site da Nota Fiscal Paulista para ter mais informações.
  7. Eu já tinha noção da presença de elementos tóxicos nas latas (motivo pelo qual não se deve comprar qualquer alimento enlatado caso a lata esteja amassada), mas não sabia que eram tão voláteis com a temperatura. Isso me trouxe uma dúvida: e quando cozinhamos a lata de leite condensado para fazer doce de leite? Isso não geraria calor o suficiente para volatilizar os elementos da lata tornando o seu conteúdo (doce de leite) nocivo? Até onde eu saiba não tem problema fazer isso, tanto que se tivesse eu provavelmente não estaria aqui perguntando, já que na minha vida eu comi bastante leite condensado cozido diretamente na lata. Por acaso o fato de estar imerso em água altera alguma coisa?
  8. Ah sim, com disciplina e planejamento é possível economizar uma quantia considerável por mês. Frear o consumo impulsivo (ou seja, não ficar comprando só porque está em "promoção") deve ser o mais difícil de se conseguir. Agora umas dicas que devem ser óbvias mas não custa mencionar: Muitas vezes também pode parecer mais negócio em comprar um produto X na loja A porque lá é R$0,80 mais barato do que na loja B, mas você tem que levar em consideração também o seu gasto com a locomoção. Se a loja B for mais longe da sua casa que a loja A e você precisar ir de carro para comprar, a economia continua valendo ou será que já não fica mais caro? Outra estratégia interessante é comprar em quantidade. Se você tem condições (tanto financeiros no momento da compra quanto de armazenamento na sua casa) e o produto durar o suficiente, comprar em grandes quantias em atacados pode ser um ótimo negócio. Um exemplo, vá em um atacado e compre uma caixa com 30 caixas de sabão em pó. Você pode gastar pra caramba de uma vez, mas no longo prazo você economiza um dinheiro. Uma outra estratégia que talvez seja possível para alguns é comprar refis ao invés de produtos novos, ou então comprar produtos "sem marca". Por exemplo, ao invés de comprar uma lata nova de achocolatado em pó a cada mês, compre um refil (muitas marcas vendem) que é mais barato. Ou então procure em feiras maiores (grandes chances de encontrar no mercado da cidade, ou o "mercadão") bancas que vendam esses tipos de produtos "sem marca", talvez seja mais barato e a qualidade pode ser tão boa quanto. Aqui em Campinas, no mercadão tem algumas barracas que vendem sucrilhos, por exemplo, por quilo (não sei qual marca é, mas não deve ser nada muito genérico não) então dependendo do seu consumo mensal, pode ser mais barato comprar assim. Claro que aqui vai muito de cada um, gosto e mesmo credibilidade (se você acha que produtos assim são de qualidade inferior, seja qual for o motivo, não creio que você vá comprar). Por fim, guardar moedas/troco é sempre interessante, mas aconselho que a cada quinzena ou mês vocês peguem o que foi acumulado em moeda e coloquem na poupança para render um pouco (a não ser que o cofrinho/garrafa consiga gerar mais dinheiro do que a poupança).
  9. Grato pela resposta, mas a dúvida sobre o fato de ser um produto usado continua em pé. Se o fiscal arbitra um valor qualquer que eu considere abusivo, como posso contestar se o produto é usado? Suponhamos que o fiscal decida que o produto vale R$500 e boa. Sendo usado, como posso contestar que ele vale R$250, por exemplo? No site da receita tem um adendo para o caso de haver presentes mas não para produtos de segunda mão. Outra dúvida, para que seja transportado pelo serviço postal, que tipo de entrega deve ser? Seria o USPS?
  10. Caros usuários do fórum. Estou ainda numa empreitada por uma barraca e optei por importar uma por diversos motivos mas a insegurança que fica é de o produto ser barrado e taxado (o que, mesmo assim, vai fazer com que o preço fique abaixo do preço que encontrei aqui no país). Agora a minha dúvida é a seguinte: como pretendo comprar pelo EBay, o pacote seria de pessoa física para pessoa física mas o vendedor, lá, declara o valor. É possível que seja declarado como um produto usado e, por isso, um valor mais baixo do que a do mercado? Assim, se for taxado, a porcentagem recairia sobre o valor declarado mais o frete? Ou eles iriam atrás do valor do produto novo no mercado para usar como base? Alguém sabe esclarecer essa dúvida? Dei uma procurada no fórum e na internet mas minha visão além do alcance não está funcionando muito bem hoje. Grato.
  11. Ah, Pedra Grande, um lugar bacana para um bate-volta. Mas me diz uma coisa sobre a volta Jorge. Por acaso a "discreta picada no capim q serpenteando rochas mais embaixo atraves dos arbustos e alto capinzal" que vocês tomaram é uma que se encontra à esquerda da quarta foto (como eu não sei os nomes das pedras eu vou pelas fotos mesmo)? Melhor dizendo, a partir do ponto da quarta foto, seguindo em frente até quase o pé da pedra onde o pessoal usa como rampa de vôo e virando à esquerda? Pergunto porque da vez que eu fui eu vi essa entrada (no local onde mencionei), adentrei um pouco mas como estava sem tempo para novas descobertas eu acabei voltando por medo de perder o busão para casa (coisa que no fim das contas aconteceu, mas tudo bem) e a quinta foto parece muito com uma parte que eu vi indo por esse caminho. De qualquer forma, é uma bela opção para um programa de um dia. Grandes chances que eu volte lá algum dia desse feriadão de outubro.
  12. Provavelmente as mais movimentadas são as mais "tranquilas", isso pelo motivo que o pmichelazzo mencionou, muita gente significa que eles não tem como (falta mão-de-obra e agilidade) ficar checando todas as malas então vai por intuição ou por amostragem. Agora, se existe alguma aduana em que as malas não são escaneada, eu realmente não sei. Creio que todas as aduanas deveriam fazê-lo por motivos de segurança, afinal, passar no scanner é consideravelmente rápido....acho.
  13. É, como eu sou pobre eu compro dos EUA. Corro o risco de, por R$200, comprar uma barraca mais leve do que a Mini Pack (meio quilo a menos por R$150 a menos), mas estou com receio por causa da qualidade das varetas (que praticamente 50% das opiniões citaram) e da condensação que mencionaram. Eu tinha dado uma passada no tópico das barracas levíssimas mas as que eu vi estão muito além do meu orçamento. US$200 ou mais fora o frete que deve ficar em US$50 também. Se for taxado, o custo do frete entra junto e ferra ainda mais e de US$250 passa para US$400, dando uns R$720, muito além dos R$320 que eu pagaria caso a Eureka Solitaire fosse taxado (considerando a taxa de importação de 60% sobre o valor e o câmbio a US$1 para R$1,80). Vou dar uma garimpada a mais, mas opiniões extras são bem vindas.
  14. Sei que essa seção é meio parada mas vamos lá ver se consigo alguma opinião. Estou caçando uma barraca solo para trekking e estou procurando uma que seja leve e compacta. Como nunca tive uma barraca na vida e sou completamente leigo no assunto eu acabei levando mais em conta o preço e o peso apenas, embora tenha noção de que tamanho interno, capacidade de aguentar chuva, ventilação entre outros sejam importantes. Pretendo usá-la na região do estado de São Paulo e talvez em arredores próximos em qualquer época do ano. De qualquer forma, vendo as várias opções aqui e ali fiquei em dúvida entre quatro modelos. -Eureka Solo Solitaire Tent -Nautika Falcon 2 -Azteq Mini Pack -Azteq Nepal Dessas a que mais distoa é a Nepal por ser maior e mais cara, embora ela esteja na lista porque é relativamente leve para o tamanho e parece ser um bom negócio. Eu estou muito inclinado para a barraca da Eureka. Ela é a mais leve de todas e o preço deve ficar mais barato do que as da Azteq se não for taxado. (55 obamais mais o frete de 55 também, estimo uns R$200). O peso dela fica em torno de 2 pound e 9 ounces, o que daria algo em torno de 1,16kg. De comprimento ela tem 2,43m, consideravelmente curto mas se levar em conta que tenho 1,62m, me sobraria mais de 60cm para colocar a mochila (que tenho que comprar ainda, ô vida) e a bota. De altura ela tem 71cm, bem baixo mas como sou baixo, dá nada. 44,45x10 cm é o tamanho dela embalada. Todas essas informações foram tiradas do Amazon e do site da Eureka O problema que todos parecem ter é com a qualidade das varetas feitos de fibra de vidro, além de ter lido um ou outro review (inclusive aqui no fórum) sobre excesso de condensação. A Falcon 2 tem a vantagem (ou não) de ser auto-portante o que, para mim como um completo leigo no assunto, parece ser algo bom, não ser tão pesada assim (1,8kg) e ser consideravelmente barata (dá para achar por uns R$120). Já as Azteq temos a Mini Pack que tem como forte o peso (1,75kg acho), mas ser pequeno e sem avance são dois pontos negativos. A Nepal que é a mais pesada de todas (2kg) mas também espaçosa o que permitiria que uma pessoa sem barraca me acompanhasse em alguns perrengues. E nenhuma é auto-portante, mas o principal agravante delas é o preço, três e quatro vezes mais caras que a Falcon 2. Eu não cheguei a ler muita coisa sobre a Falcon 2, li mais sobre as da Azteq e da Eureka e as da Azteq parecem ser boas e uma das mais leves do mercado, embora o preço não ajude. Em termos de espaço interno real eu não faço idéia, ainda mais que eu nunca vi essas barracas montadas para comparar. Se alguém puder dar uns pitacos a respeito, eu agradeço.
  15. Matéria completa: Folha Online O governo de SP leva a audiência pública no dia 14 de outubro, em São Bento do Sapucaí (173 km de São Paulo) --onde fica a rocha--, a projeto de criar o Monumento Natural da Pedra do Baú. A área, equivalente a 20 parques do Ibirapuera, inclui ainda duas pedras menores --a do Bauzinho (1.760 m) e a Ana Chata (1.670 m). Monumento natural é um dos tipos de unidade de conservação de proteção integral definidos por lei federal em 2000. Tem o mesmo status de preservação dos parques, das estações ecológicas e das reservas biológicas. RENDIÇÃO "Não foi pra isso que viemos aqui?". A resposta, em forma de pergunta, do fotógrafo Diego Padgurschi à indagação do motorista da Folha se a reportagem iria encarar o Complexo do Baú, foi a deixa. Íriamos subir. [...] Não é para qualquer um. A reportagem ignorou dois conselhos básicos (o leitor não deve fazer isso): não contratamos guia (R$ 50 por pessoa) e levamos uma garrafinha de água para dois. Após mais de uma hora trilha adentro (e acima), demos de cara com a primeira das escadas dos irmãos Cortez. Dizem que tem 602 degraus, mas só a vista de uns 100 deles já assustava. A outra opção, indicava uma placa, era ir em busca da face norte da rocha, com 497 degraus. A placa: "Face Norte - 40 min". Quarenta minutos para quem, nobre amigo que escreveu a placa? Refugamos a primeira escada. Fomos em direção à face norte. Eu e Diego nem conversávamos mais. Poupar ar. Com isso cresciam os barulhos na mata, mostrando que não éramos os únicos seres vivos no local. Ver mesmo, só um grupo de esquilos. Molhado de suor, boca seca, pernas se recusando a obedecer, a cabeça pensa em bobagens do tipo "por que não tem um teleférico ou elevador panorâmico?". Até em escada rolante pensei, juro. Duas horas depois, Diego, sempre alguns passos à frente, anuncia: "Chegamos". Estávamos na base do impressionante paredão de 340 m de altura. Dependendo da sua condição, parece mais. Cortando o rochedo de alto a baixo, a longa escadaria de ferro cravada pelos Cortez. Com sorte, uma hora escada acima. Pior: ainda tinha a volta. Não ia dar. Quase sem ar, só me restou anunciar o óbvio: "Ok, pedra, você venceu!" =================================================================== Essa trilha é tão pesada assim é? E um guia é tão necessário assim? Enfim, só espero que não tornem a presença de um guia obrigatório e nem que atraia muitos farofeiros, ainda preciso ir lá.
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