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MPacheco

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  • Data de Nascimento Dezembro 14
  1. Estive lá mês passado, na Basiléia. De lá pra Berna ou Lucerna (de trem) custava coisa de 30-40 CHF comprando na hora. O Swiss pass, se comprado lá, é mais barato, porque não tem nenhuma "taxa" adicional (Me ofereceram um bom desconto no centro de informações turísticas de Lucerna). Sobre comida, a Suíça é mais cara que a Alemanha, p. ex. Um kebab em algumas cidades custa 8-9 CHF, contra 4-5 euros. Mas as paisagens valem a pena. O passeio a Jungfraujoch vale muito a pena, desde que o tempo esteja bom. A vista lá de cima é fantástica. Abs.
  2. Sobre o raio-x, eu viajei pro exterior algumas vezes nos últimos anos, e a escolha era aleatória em Guarulhos, ou seja, vc entregava a declaração da receito pro agente e ele decidia se vc ia pro raio-x ou não. Acontece que esse ano viajei de novo, confesso que demorei um pouco no free shop, mas todo mundo que ficou ali no final passou pelo raio-x. Acho que estão mudando os procedimentos.
  3. Obrigado pela dica! Dei uma olhada no seu roteiro, bem legal. Queria saber tb qual dessas cidadezinhas tem trilhas próximas fáceis de fazer. Esqui, nem ligo primeiro pq não sei esquiar depois pq estou indo fora de temporada. Valeu.
  4. Oi galera. Estou planejando uma viagem para a Suiça e pretendo passar três noites na região de interlaken. Queria saber onde vale mais a pena ficar, se em Interlaken mesmo ou em alguma cidade menor, como Lauterbrunnen, Wengen ou Grindelwald, quais os prós e contras entre ficar em Interlaken ou numa cidadezinha menor. Valeu!
  5. Oi Erika. Vc pode comprar tranquila no free shop do Brasil na saída, não tem que declarar nada não, MAS quando o voo pingar em Auckland vc não pode ter nenhum líquido/creme/pasta em volume acima de 50ml, pq eles simplesmente jogam fora lá. Isso tb vale para a volta, ou seja, se vc quiser levar líquidos/cremes/pastas e seu voo pingar na Nova Zelândia, despache na mal, senão perde mesmo. Antes de desembarcar no país de destino vc tb tem que preencher uma declaração alfandegária, basicamente dizendo que vc não leva consigo mais que 10 mil dólares, produtos naturais (sementes, mel, carne, frutas e laticínios em geral), armas de fogo, que não foi condenada por nenhum crime, etc. Tanto Austrália quanto Nova Zelândia tomam muio cuidado com a entrada de produtos naturais, então se vc por acaso tiver levado alguma fruto p. ex. melhor jogar fora no desembarque. Na volta, o limite é de 500 dólares trazidos do exterior, mais 500 dólares no free shop do Brasil. Roupas para uso próprio pode trazer tranquila que não entra no limite, eles focam mais em eletrônicos - e ainda assim, geralmente uma câmera digital, um notebook e afins passam tranquilamente. Os preços lá são um pouco mais baratos, mas nem tanto, vc tem que pesquisar bastante (via google de preferência) para achar alguma loja com um preço realmente bom. Se vc gostar de vinho, tanto austrália quanto NZ têm vinícolas interessantes que produzem vinhos que geralmente não chegam no Brasil. Só não esqueça de colcoar na mala despachada, senão perde mesmo. Abs.
  6. Opa, tudo bem? Seguinte, eu achei as coisas lá um pouco caras, especialmente os passeios. Qualquer bungy é pelo menos 160 dólares, swing pelo menos 130, e assim vai. Mesmo passeios menos caros costumam ser uns 80 dolares. Aí se vc for fazer um bungy em Taupo e outro em Queenstown, por exemplo, já gastou pelo menos 320 dólares. (tem bungy de 250, como o nevis arc). Pra economizar é ficar em hostel mesmo e comer comida asiática (indiana, tailandesa ou chinesa) que sai mais em conta. Gasolina, quando eu estive lá, era um pouco mais cara que no Brasil - mas nada assustador. Recomendo levar um cartão de crédito internacional como garantia, pra vc não correr o risco de perder algum passeio por falta de grana. Ah, sim, veja se vale a penar ir pra Christchurch, pq acabou de acontecer outro terremoto por lá... Eu não fui por conta do primeiro terremoto. De repente é mais jogo ir pra Queenstown mesmo (passando pelas geleiras) e de lá pegar o vôo de volta.
  7. Então, pelo que tava no site da embaixada (ou no site do depto. de imigração em inglês, não lembro) no Brasil o pagamento é só por cheque administrativo. É quase igual a um cheque comum, a grande diferença é que o banco é quem emite o cheque nominal à embaixada, e não você. Em princípio qq banco pode emitir cheque administrativo, eles cobram uma taxa por isso. Fale com o seu gerente. Abs.
  8. Opa, tudo bem? Seguinte, sempre que quero voar para algum lugar dou uma checada no http://www.decolar.com.br e no http://www.kayak.com, para ter uma idéia geral sobre quais cias. voam para o meu destino e quanto custa. Para a Oceania, temos praticamente duas opções e meia, que seriam a Aerolineas Argentinas e a LAN/Quantas (essas voam em codeshare, por isso a alternativa e meia). São as únicas que voam saindo de GRU até lá pingando em Buenos Aires ou Santiago, ou seja, pelo caminho mais rápido. Se quiser voar de star alliance, acho que só pingando nos EUA ou Canada - ou ainda Europa, o que vai te fazer passar mais de um dia no avião. Eu dei sorte, peguei uma passagem promocional da Aerolineas, acabou saindo mil e poucos dólares chegando em Auckland e voltando de Sydney, A LAN, na mesma época, tb tinha promoção (mas só ida e volta de Sydney). Ah, fui em fins de abril e voltei no começo de maio. A viagem é cansativa, são 2:30 até Buenos Aires, 12 hs até Auckland e mais umas 3 hs até Sydney, fora eventuais atrasos. Abs. e boa sorte.
  9. Cara, eu tb fiquei com essa dúvida na hora de tirar o visto de turista, mas o site da embaixada da austrália em Brasília http://www.brazil.embassy.gov.au/brasportuguese/visto_turism.html tem as informações corretas - embora um pouco confusas. Vc não precisa mais mandar o passaporte para lá, eles emitem um visto eletrônico que fica vinculado ao seu passaporte. Agora, o resto da documentação (cópias autenticadas de passaporte, documento, vistos que vc tenha de outros países, etc), isso vc tem que mandar para a embaixada em Brasília, junto com um cheque administrativo (emitido pelo seu banco) no valor da taxa de emissão do visto. Eu mandei cópia colorida autenticada do meu passaporte, documento, visto americano e cópia autenticada de comprovante de renda, além, claro, do formulário preenchido e das fotos. O site informa que tem que ser para a embaixada mesmo, que os consulados nos estados não fazem esse serviço. Abs. e boa sorte.
  10. Fiquei no YHA Sydney Central e não me arrependo. Do lado da estação central de trens e perto de ônibus para todos os lugares. Detalhe: tem um ônibus gratuito, que circula desde a manhã até as 3:30 da tarde (acho) que te deixa do lado da Opera House e passa pertinho do hostel. E dá pra voltar a pé até o YHA, embora seja uma caminhadinha razoável. Outra opção é o novíssimo YHA Harbour Hostel, com vista para a Opera House - e por isso mesmo um pouco mais caro. Abs
  11. Oi Bianca! Voltei de lá no domingo. Sobre o visto, eu mandei toda a documentação mencionada no site pro consulado em BSB, com o cheque administrativo (emitido pelo banco) relativo à taxa, e SEM o passaporte - pq o visto é eletrônico, ou seja, fica vinculado ao seu passaporte sem ser colado nele. Depois de um tempo eles me notificaram por email que meu visto havia sido concedido, e recomendaram que eu imprimisse aquela informação e carregasse comigo. Se vc estiver em BSB talvez possa ir diretamente à embaixada, mas os consulados não fazem esse serviço. Bom, entrei na Australia por Cairns, vindo de Auckland, o cara da imigração escaneou meu passaporte (o passaporte atual tem código de barras) e nem pediu a tal carta que veio no meu email ou perguntou qq coisa, entrei tranquilo. Abs.
  12. Vou falar um pouco do que vi... Fiquei entre Austrália e NZ 18 dias, e com 10 dias de NZ conheci as duas ilhas. Com aéreo interno dá, mas vc vai ter que abrir mão de alguma coisa para fazer isso. Eu queria ter passado uma noite em Taupo, p. ex., mas acabei só passando o dia - e não conheci as geleiras do sul, pq foquei em Queenstown/Milford. Veja o que vc quer conhecer de cada ilha e monte seu roteiro, e considere alugar um carro, q te dá mais flexibilidade e não é tão caro (só tem que se acostumar a dirigir na mão inglesa). Agora, paisagens bonitas vi em ambas as ilhas, nesse curto tempo. Eu fiz o jetboat em Queenstown, bem legal. A lancha chega a 80 km/h, faz 360º e em vários momentos (especialmente num canyon estreito) parece que o capitão vai enfiar ela nas pedras - mas na última hora sai. Como já disseram aqui, é meio caro. Bungy lá, lembro que ia de 180 a 220 ou 250 dólares nz (esse mais caro é o nevis arc, o mais alto do mundo - confesso que não fui nem ver como era). Repetir a brincadeira fica mais barato, eles dão um bom desconto. O passeio de lancha rápida em Rotorua (e o bungy tb) são meio tocos, ficam no agroadventures - que é uma parte de uma fazenda turística. Vc anda na lancha num canalzinho que eles cavaram ali de + ou - 1 km que é bem sem graça comparado a Queenstown. O bungy lá é daqueles de guindaste, enquanto os outros são de pontes/plataformas com um visual bem mais bacana. Se não der pra ir pra ilha sul, Taupo (que é pertinho de Rotorua) tem um bungy com um visual bem legal, dá pra molhar a cabeça no rio lá embaixo, e lembro de ter visto uma jetboat navegando nesse mesmo rio, só que mais perto de uma cachoeira. Lá tb rola paraquedismo, mas eu não fiz. Ou seja, se não for pra ilha sul, conheça os maoris e as fontes termais em Rotorua e faça coisas radicais em Taupo. Abs.
  13. Opa, td bem? Seguinte, a ilha sul é longe, ainda mais que Auckland fica mais ao norte da ilha norte. Para conhecer de final de semana a ilha sul acho complicado, só mesmo com aéreo. Não sei se alguma cia. de ônibus viaja entre as ilhas (pesquisei essas duas: http://www.intercity.co.nz e http://nakedbus.com/ e não vi esses roteiros). Melhor vc pegar um feriado ou esticar um fim de semana, se programar e comprar com antecedência o aéreo. De cia. aérea que faz vôo interno, vi duas: http://www.airnewzealand.co.nz/, com uma malha bem abrangente, e http://www.jetstar.com, que só voa entre Auckland, Christchurch, Wellington e Queenstown. Fora isso, li no lonely planet que há pequenas empresas regionais que fazem a travessia entre as ilhas e pequenos vôos entre pontos turísticos (Milford-Queenstown, p. ex.). Se vc comprar com antecedência talvez consiga preços interessantes. Cara, tem bastante coisa para conhecer na ilha norte. Eu fui para Rotorua, passei por Whitianga para conhecer Cathedral Cove e Hotwater Beach e ainda passei rapidinho por Taupo e Waitomo. Isso pq não fui para Bay of Islands, que é pertinho de Auckland, nem pro Tongariro National Park, perto de Taupo. Isso dá pra conhecer de fim de semana tranquilo - e eu me arrependo de não ter dormido em Taupo, pareceu uma cidade bem interessante, mais agitada que Rotorua. Fora que Taupo é a capital radical da ilha norte, então se ficar entediado sempre fazer bungy jump numa ponte ou pular de pára-quedas. Olha, em Auckland realmente tem muito oriental, e japonês sempre transforma "l" em "r". Em Queenstown vi bem menos, poucos mesmo. Nunca fiz intercâmbio, mas acho que aprender vai mais de vc ter cara-de-pau pra se esforçar pra falar com os locais, sem ficar conversando só com a galerinha do intercâmbio (mas sem esquecer dela, claro), e tentar ler qq coisa em inglês, tipo o jornal do dia, pra pegar vocabulário. Viajando um mês por lá, se vc tiver grana, dá pra alugar um carro e rodar tranquilo as duas ilhas. Pesquisando para minhas pequenas férias, cheguei à conclusão que de 200 em 200 quilômetros tem alguma coisa interessante para ser vista. Se viajar de galera dá até pra alugar uma camper van (um carro/trailer), o que os kiwis fazem direto, tem várias empresas que alugam. Boa viagem! Abs.
  14. Fui pra lá de férias e voltei no FDS. O lugar realmente é lindo, mas as coisas são meio caras. De tudo o que vc perguntou (e se bobear agora até já fez) só posso falar de Milford: eu aluguei um carro em Queenstown, dormi em Te Anau (onde fechei o passei no i-site, o centro de informações turísticas deles) e dia seguinte fui pra Milford. De lá voltei direto pra Queenstown. Escolhi o carro pq, alugando pela http://www.jucy.co.nz ficava 56 dólares neozenadezes um Hyundaizinho com câmbio automático e seguro total, mais barato que duas passagens de busão (eu fui com minha namorada). O único porém é que tinha que ficar com ele 3 dias, mas ainda assim foi bom pq deu pra conhecer Arrowtown, cidadezinha bem bacana perto de Queenstown, além de algumas vinícolas. No final das contas, acho que não tem muita diferença entre os três métodos, a não ser preço x cansaço. Se vc for com mais alguém, alugar o carro pode ser uma boa pelo custo, mas vc vai dirigir bastante, e na mão inglesa (faz rotatória girando pro lado errado e vc vai entender do que eu to falando). Isso, claro, se vc vai só para o cruzeiro, pq de Te Anau saem várias trilhas que vc pode fazer - mas para isso tem que acampar ou pernoitar por lá. Vou parar por aqui pq se vc tá lendo o Lonely (como eu li tb), já sabe quais são as 4 cias. que navegam Milford e quais as empresas de busão que te levam lá, daí fica fácil comparar o preço. Sobre a estrada, é pista simples com meio acostamento de cada lado, além de ter um túnel de mão única com semáforo e alguns mirantes e paradinhas turísticas pelo caminho. Dito isso, tem pouco trânsito, então dá pra ir tranquilo - mas demora bem umas 2-2:30 hs até Te Anau e de lá a mesma coisa até Milford, cf. as paradas que vc fizer. Abs.
  15. MPacheco

    Los Roques

    Thiago, meu velho, dei uma olhada no http://www.kayak.com e ele acusou um voo da Aserca (outra cia. venezuelana de fokker 100) e um da... Gol! Ambos para o dia 08. Abs. e boa sorte.
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