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tcastro2010

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  1. Olá! Eu já fui para a Islândia no inverno e posso garantir que você vai adorar. É um pouco mais complicado, já que você vai ter que organizar o seu tempo para conseguir fazer as suas atividades enquanto ainda tem luz solar, mas ainda assim, vale muito a pena. Eu fui no final de 2013 então a minha memória pode estar um pouco falha, mas eu achei bem tranquilo na hora de fazer o meu planejamento. Meu roteiro foi um pouco compacto, já que eu só estive lá por quatro dias inteiros, (cheguei em 27 de dezembro a noite e saí dia 1º de janeiro) mas deu pra curtir bastante (especialmente o ano novo deles que é bem interessante). Eu não dirijo, então tive que contratar tours. Dê preferências para empresas que conduzem passeios em grupos pequenos, pois assim você consegue aproveitar melhor o tempo. Eu não saí daqui com nada comprado. No primeiro dia que eu estava lá, tirei para conhecer o centro de Reykjavik e aproveitei para comprar os tours. Na rua Laugavegur (a principal), na descida da catedral, vá no centro de informação dos turistas (What's On in Iceland - Tourist Information and Booking Centre, Laugavegur 5, 101 Reykjavík, Iceland) e de lá você pode comprar os seus passeios. Eu fiz dois. Um do Golden Circle (por uma empresa pequena que utilizava uma van para 15 pessoas) e um que passava por uma usina geométrica, ia em uma caverna de lava e caminhávamos no topo de uma geleira. Esse último tour foi contratado pela Extreame Iceland https://www.extremeiceland.is/en/ . Foi mais caro e valeu cada centavo. A Blue Lagoon eu peguei o ônibus e fui sozinho. Espero ter ajudado.
  2. Vou tentar sanar algumas das suas dúvidas. Sei que é muito difícil de encontrar relatos por aqui de viagens na europa nessa época do ano. Eu sei que penei para encontrar algum... meu relato está pelo fórum, é só procurar. Mas vamos as suas dúvidas... Viajar no inverno é meio complicado por alguns fatores... por exemplo, a maioria das atrações turisticas funcionam, mas a sua visão pode ser comprometida. Um exemplo disso é o London Eye (que se tiver névoa você não vê um palmo na sua frente) ou a torre Eifel (que as vezes eles fecham o top floor nessa época). Mas fora isso é tranquilo. Outra coisa que você tem que observar é o clima. Tente organizar o seu roteiro do país mais frio para o mais quente. Soa engraçado mas quando eu fui eu fiz o caminho inverso e nunca me acostumava com o frio já que eu saia de -5 graus para - 10 para - 15 para -22 e por ai vai. Das cidades que você listou eu fui a Paris, Londres, Berlim e Praga. Em todas essas cidades a balada funcionava normalmente. Mas, por exemplo, em Londres, teve a primeira neve do ano, e Londres não é nada preparada pra neve, então foi perrengue pra chegar até a boate que eu queria. Paris em matéria de noite eu achei bem mais ou menos (mas eu tava tão cansado que nem liguei rs - era o final da viagem). Berlim tem festa sempre, mas no inverno, diminuiu o ritimo. Você sempre encontra um bar, um clube aberto, mas não é tão vibrante como no verão. Praga foi a pior temperatura que eu peguei. Foram - 22 graus com sol na cabeça. A noite ficava mais frio ainda. Eu me aventurei em um bar por lá e no bar só tinha eu, o barmen, um brasileiro, um chines e uma russa. Então a moral da história é... pode ser que pelo clima a programação noturna fique comprometida. Mas olha, eu me diverti horrores na minha trip, então não se assusta com o clima não.
  3. Praga bonitinha mas ordinária Depois de nove horas de estrada, chegar em Praga por volta das 9 horas da manhã foi uma sensação de alivio. Acabei constatando uma informação que eu tive de um suíço que conheci em Santiago do Chile, quando este afirmou que o sistema de ônibus do chile e da Argentina é infinitamente melhor que qualquer companhia da Europa. Com toda sinceridade, fico impressionado com as pessoas que conseguem mochilar de ônibus na Europa. Bem, sendo bem direto, Praga tava FRIA PRA CARALHO em todos os dias que estive lá. E a maior ironia de todas, é que estava um sol lindo porém gélido na minha cabeça. A temperatura média das manhãs eram de 0 C à 2 C (que quentinho!) e durante a tarde era uma media de - 3 C à 0 C e durante as noites... Bem, a mínima que peguei foi de - 21 C como comentei anteriormente, em uma madrugada de domingo para segunda (me lembro perfeitamente) mas normalmente ficava entre - 16 e - 18. De novo, a sobreposição foi o que me fez sobreviver por lá. Um bom casaco, cachecóis e luvas é importantíssimo. Como relatei nas ultimas linhas do relato sobre Budapeste, comecei a sentir em minhas pernas e costas formigar... Quase que como uma queimadura mas nao entendi o porque. Em momento algum expus a minha pele ao clima local... Enfim, depois de muita pesquisa e umas ligações para minha medica no Brasil (Deus abençoe a tecnologia), descobri que tive uma alergia ao frio. Nao é muito comum mas mudanças fortes na temperatura podem ser causadoras dessa alergia que faz brotar manchas na sua pele. As minhas se concentravam na perna e articulações. Era uma sensação estranha, porque só sentia quando tomava banho ou passava algum creme para hidratar. Comecei a passar uma pomada recomendada para isso e nos locais que a situação estava mais critica, passei uma pomada a base de corticoide. Mas, o remédio principal é se agasalhar e ficar em um lugar aquecido... Nao preciso nem falar que nao segui essa orientação... Afinal de contas, estava de ferias na Europa! Fiquei no hostel Czech Inn, que fica localizado em Praha 2. Com certeza, o melhor hostel daquela cidade. Só nao falo que é boutique porque é grande demais para levar essa classificação mas o hostel é ótimo. Fiquei num quarto single que me custou € 32,00 por noite. O quarto era suite com um chuveiro incrível! Me esqueci de mencionar nas cidades anteriores mas enfrentei serias dificuldades com os chuveiros na europa. A força da água é uma coisa que deixou a desejar em Londres (parecia tomar banho com um contador de gotas) e Budapeste ou a água era gelada ou quente... Não existia meio termo! Foi refrescante poder tomar uma ducha, com pressão em um banheiro gigante. Esse hostel, pelo menos nos quartos individuais era como se fossem quartos de hotéis. MUITO bom mesmo. Quanto ao atendimento, confesso que nao era constante... Logo que cheguei pela manha, peguei um atendente que foi a a pessoa mais educada e solicita... Mas em outros horários os atendestes mudam e entram uns que são super carrancudos e cheios de atitude. Os preços em Praga são ok. Nao vou falar que é uma cidade barata, até porque ela é infestada de turistas durante o ano inteiro, então os preços tendem a ser mais altos, mas na verdade, o que influencia é aonde você está na cidade. Quanto mais ao centro mais caro tudo fica. Quando você se afasta um pouco os preços já entram em patamares melhores. Bem, cheguei pelas 8 da manha na rodoviária e estava esperando a mesma temperatura de Budapeste, porém, nao sei o porque o frio estava muito mais intenso, a ponto de uma rajada de vento me fazer entrar na posição fetal. Peguei um taxi até o hostel e pedi para deixar minha mala no deposito enquanto nao dava o horário do check in, porém fui surpreendido com a possibilidade de ir direto pro quarto. Minha impressão sobre Praga se resume ao título deste post... Eu, pelo menos,,achei uma cidade linda, porém ordinária. Se é a única cidade do leste europeu que você vai fazer, você vai adorar e se encantar... Mas depois de Budapeste, confesso que Praga deixou a desejar. Primeiro, porque ela é tão perfeitinha que me lembra um pouco a Disney (rs). Outro fator que me desagrada é o excesso de turistas de todas as partes do mundo em tudo quanto é lugar... Chegava a ser irritante. Em 3 dias visitando a cidade, se conheci 4 locais foi muito. Uma quantidade grande de expatriados morando por lá também. Um outro fato que me deixou com uma cara meh foi o quão indiferente a população local era. Minha teoria é que eles estão de tão saco cheio dos turistas que nao se dão ao trabalho de interagir! Então juntou os turistas + indiferença local + a minha alergia ao frio = três dias longos. A cidade é bonita e tem bastante coisa pra se fazer. Continuei fazendo o mesmo esquema de GPS e bastante caminhada. Charles Brige, Praha Castle, relógio, centro cultural, cemitério judeu, dancing house... Tem muita coisa para ver. Uma anedota engraçada é que pra variar, no primeiro dia, fiquei perdido no metro (deveria ter usado somente o tram que vai para todos os lugares) e saltei em um local que nao fazia ideia de onde era. Entrei num bar (que na verdade era um porão - como na maioria dos bares) de russos, que tinha música ao vivo, uma luz negra com lazer saindo iluminando o teto, uma garçonete que parecia que estava trabalhando ali em regime de escravidão... Uma vibe muito estranha. Só sei que pedi um vinhozinho, entrei no Wifi deles, agradeci em russo e fui embora dali. Confesso que fiquei com medo de acordar em uma banheira de gelo, sem meu passaporte e um rim. Rs Só sei que o que salvou em Praga foram algumas pessoas que conheci em um barpor acaso. Um brasileiro (que jurava que era italiano), um russo (LOUCO DE PEDRA), um chinês que morava em Amesterdão e o bar man que era um plonês gente boa. Essa foi a recordação de praga. Outra coisa, como já falei antes, onde tem turista sempre tem algum tipo de golpe, e como de costume, o taxi no caminho da estação de trem tentou me passar a perna. Pedi para o hostel um taxi pensando que assim estaria livre de golpes... Me aparece um carro preto sem qualquer insígnia de taxi. Ele levou minhas malas e me levou até a estação. O preço da estação de trem até o hostel nao deveria passar mais do que 8€... No final da viagem ele resolve me cobrar 16€. Cara, fique tão puto que comecei a falar (em inglês pra ele) que em 29 anos nenhum taxista me passou a perna no Rio e que eu nao iria sair daqui pra levar golpe lá. Nao é que ele aceito os oito euros pelos 4 minutos de corrida? Serio, em depois de inúmeras idas a Buenos Aires (onde os taxistas tem trilhões de golpes diferentes para aplicar aquelas notas falsas deles) e NUNCA ter levado um golpe... Nao ia ser agora que em Praga eu iria abrir o precedente. Fazendo um balanço gera, acho que teria cortado Praga e ficaria a semana inteira em Budapeste... Achei a cidade mais autentica. Mas aconselho mesmo assim as pessoas irem e tomarem suas próprias conclusões. Próximo relato... Nobody knows me... In Berlin.
  4. Budapeste - onde a língua engana até o diabo... Meu ultimo dia em Londres deixou um gosto de quero mais. Quatro dias deu para aproveitara bastante, mas com certeza tem MUITO mais coisa para se ver e se fazer. Num futuro pretendo voltar e passar um tempinho por lá. Meu vôo pra Budapeste saia no meio da tarde, então, como relatei no post anterior consegui aproveitar bem o dia em Londres antes de me despedir da cidade. Peguei o metro em direção à Heathrow. Bem tranqüila a viagem. Durou uns 40 minutos o percurso. O vôo foi feito pela British Airways e ocorreu sem qualquer tipo de transtornos. Sai de lá por volta das 18:30 e cheguei em Budapeste duas horas depois (mais uma hora de fuso) as 21:30. Antes de começar a falar da cidade em si, tenho que falar que todos os meus amigos que moram na Europa ou que já viajaram durante o inverno me falaram que eu era um louco de incluir Budapeste no meu roteiro em pleno alto inverno. Mas eu nao sei porque se pré tive uma certa curiosidade pela Hungria e achei um desperdício ir a praga e nao ir a Budapeste que é logo do "lado". A temperatura para esses lados da Europa é extrema. O choque térmico na saída do avião é sentido muitas vezes de maneira violenta. Quando sai de Londres, a temperatura estava por volta dos 6 C e com um solzinho gostoso... Quando eu cheguei em Budapeste a temperatura era de - 10 C. Fui preparado, e junto da parca que me acompanhou nessa viagem resolvi fazer uma sobreposição. No banheiro do avião coloquei uma camisa de algodão, minha polo de material mais grosso, um casaco que havia comprado na Patagônia e a parca. Deu para nao sentir o choque... Ah, cachecol é importantíssimo. Comprei dois em Frankfurt que foram meus melhores amigos durante a viagem! Imigração no aeroporto tranqüila também, sem fazerem qualquer pergunta (se bem que nesse caso acho que foi pelos agentes alfandegários nao falarem inglês rs) e minha mala chegou sem problemas. Peguei uma van no aeroporto que me deixou no meu hostel. Foi coisa de 12 euros. Serviço bom e honesto... Além de taxi nao conheço outra alternativa. Fique num hostel chamado Unity. À época ele possuía uma boa qualificação no hostelworld. Foi relativamente barato. Peguei pelo quarto duplo (só pra mim) uma media de 40 euros. Detalhe, depois achei o site deles e vi que eles tem a opção de single mas nao disponibilizam no hostel world. Esse hostel foi uma experiência que merece comentários porque realmente foi toda uma experiência diferenciada na cidade. Além dos funcionários serem extremamente prestativos com qualquer tipo de pergunta ou necessidade que você tenha, o que mais me destacou foi a experiência de estar hospedado em um prédio BEM estilo leste europeu. Esse hostel na verdade fica dentro de um apartamento em um prédio bem no estilo leste europeu. Elevador velho que depende que vc feche as portas para ele andar, corredores abertos e tudo mais. No inicio deu um pouco de receio mais a experiência lá foi a melhor possível. Os preços em Budapeste são bem mais baratos que no resto da Europa. Foi um verdadeiro choque sair de Londres, onde uma coca e uma pizza nao saiam por menos de 5 libras e pagar menos de 1,50 euros pela mesma pizza e lata de coca. Os meus almoços saíram por volta de € 12,00. O povo em Budapeste é extremamente amistoso. Pelo menos comigo sempre fui recebido com um sorriso e faziam o máximo para me entender. Outra coisa que percebi, era que a maioria das pessoas (até 40 anos) possuíam algum domínio da língua inglesas, facilitando bastante a comunicação. Outra coisa que notei, foi que os húngaros foram a população mais bonita que vi pela Europa. Conversando com uma húngara, ela atribuiu isso a miscigenação de raças decorrentes de tantas invasões sofridas pela Hungria... Turcos, croatas, sérvios, russos, alemães... Todos deixaram sua marca. A língua deles é uma das mais complicadas que já ouvi na minha vida. Sério... Não parecia com nada que me fosse familiar. Fui pra lá só sabendo falar uma palavra, que era (a grafia vai estar errada) fetchka que significaria andorinha e voltei sabendo falar também Kutzi (grafia também errada) que significa obrigado! rs Gostei MUITO Budapeste. Entra fácil no meu Top 3 de cidades visitadas. Tem muita coisa pra se fazer e muitos lugares para se visitar. Muitos parques, praças, museus... Dos passeios que mais gostei, fiz no meu ultimo dia na cidade, quando fui a um banho turco. Um resquício da época da ocupação turca, a cidade possui inúmeros banhos turcos que funcionam quase todos os dias da semana. O banho turco que eu fui custou no total 18 euros já com o aluguel de toalhas, mas é um sistema muito complicado, da época comunista que você paga tudo em separado. Mas vale a pena. Vale muito a pena ir no museu do terror... É uma visita interessante (e muitas vezes perturbadora) que me deixou tão deprimido a ponto de eu ter que comer uma torta de chocolate pra compensar os ânimos depois! rs Se você tiver um dia extra livre, no subúrbio existe uma praça que reúne as estatuas da era comunista. Eu nao fui, até porque é meio fora de mão, você tem que pegar metro e ônibus pra chegar lá, mas parece ser bem interessante. Como já disse antes, meu passeio favorito é me perder pelas cidades que eu vou então dou preferencia a fazer tudo a pé. Andar pelas ruas, visitar as sinagogas, caminhar as margens do Danúbio, cruzar de Pest para Buda pela Chains Bridge, subir o Castle Hill de ascensor e descer a pé... São memórias que nao saíram da minha cabeça. Pelo fato da cidade ser plana, é muito tranquilo de fazer tudo a pé. Eu por exemplo, cheguei a andar de Buda até a Heros Square que fica do outro lado em Pest. Sistema de transporte bem completo também. Tram, ônibus, metro e trolly unem a cidade, mas você só precisa mesmo do metro que é composto de quatro linhas. Os trens da linha um são super antigos que tocam um alarme muito alto ao fechar as portas. Meio que se sente transportado para os anos 70. Nao aconselho a pegar taxi por lá... Só quando você pede para o hostel pedir pra você porque lá eles são meio desonestos... Adoram dar golpes em turistas... Nao tem a melhor reputação nao. Dica para combater o frio... BEBA, E MUITO! Serio, é mais barato que comprar roupas e pelo menos você tem uma visão bem divertida da cidade. O frio em Budapeste pode castigar, então um vinhozinho para esquentar sempre vai bem. Em Budapeste eu quase congelei o meu dedão tirando fotos com meu iPhone. Dois minutos com ele fora da luva, ele começou a formigar... Os dedões do pé eram a mesma coisa... Tinha que verificar se ainda tinha eles! rs A vida noturna não posso comentar muito, já que cheguei lá numa Terça e fui pra praga na sexta, mas curti muito barzinho, pubs e afins. Como disse, o pessoal lá é bem amistoso, então para alguém como eu que viaja sozinho, isso é sempre bom. A media da temperatura foi de 5 à - 15 C na ultima noite. O transporte escolhido para praga foi pegar um ônibus noturno da Orangeways. Originalmente pretendia ir de trem para praga, mas depois de ler alguns relatos quando a segurança do trem e ao conversar com o dono do hostel sobre ir de trem, mudei de ideia. Ele me falou que o grande problema de ir de trem nessa época do ano é que o trem vem de outros lugares mais frios ainda (Romênia), logo, se tiver uma nevasca por lá, o trem vai atrasar. Parece que acontece sempre naquela época do ano. Então resolvi ir de ônibus. A passagem custa € 20 + €1 para colocar a bagagem no bagageiro. Comprei duas passagens porque queria dormir a noite e como sou gordo nao queria ter que ficar me espremendo por 9 horas. Esses ônibus saem de um "terminal" que na verdade fica no meio da rua, sem qualquer tipo de proteção... E para a minha sorte, ele atrasou por 20 minutos... 20 minutos em - 15 C! As maravilhas de se viajar no inverno. Outro detalhe importante, é que este ônibus nao tem banheiro e somente faz uma parada no meio da estrada. (observação: porque quanto mais frio está, mais a gente quer ir ao banheiro?! rs) Ah, ainda em Budapeste comecei a sentir uma queimação nas minhas costas e articulações... Mas isso é papo para Praga.
  5. tcastro2010

    Cajón del Maipo

    Fiquei muito tempo sem visitar o site... Como o tópico ficou inativo por por muito tempo, acabei esquecendo! Enfim, voltei com a própria vai que fica parada esperando pra voltar para Santiago. A van saiu da plaza Itália as 7 da manhã e demorou 3 horas e meia para chegar. Voltamos de lá as 17 hs da tarde chegando a Santiago as 20:30. O preço do passeio eu nao me lembro (já que fiz em janeiro de 2010 - posso estar enganado mas acho que foi 13.000) mas retornarei ao Chile em janeiro de 2013 e parece que agora esta custando 16.000. Simples pesquisa no Google: http://www.todomercado.com/Spa-y-termas/TERMAS-NATURALES-DEL-CAJON-DEL-MAIPO-BUSES-POR-EL-DIA-DESDE-PLAZA-ITALIA-TURISMO-MANZUR-02-6435651.view?id=1226100509450 Quero muito ir de novo mas nao sei se agüento ficar 7 horas lá em cima de novo nao! rs
  6. Nao curto postar foto minha mas posso postar fotos ilustrativas... Mas só no fim de semana já que estou escrevendo esses relatos de um iPad. O curso de inglês... Bem, é mais fácil eu explicar como conheci Malta e suas escolas de inglês. Em dezembro de 2010 fui pra Patagônia, e em Punta Arenas, conversei com duas alemãs e quando falei que pensava em fazer turismo em Malta, a resposta delas foi que "as pessoas só vão pra Malta para trabalhar má industria de cassinos online ou para aprender inglês". Fiquei com isso na cabeça e quando resolvi sanar a falta de uma experiência internacional no meu currículo, comecei a pesquisar em Londres (cara demais), Dublin (inglês complicado demais) e aí fui ver Malta. Uma simples procura no Google para "English for lawyers Malta" ou "professional English Malta" levou ao curso que escolhi. A escola foi a AM Language School. Bom custo beneficio.
  7. LONDRES Primeiramente, tenho que falar que Londres foi uma das cidades mais incríveis que visitei. Com certeza, entra no top 3 dessa viagem (vou fazer o ranking depois do ultimo relato). Cinzenta, fria porém viva. Sai de Malta num sábado (de ressaca e quase que virado por ficar comemorando a minha ultima noite em malta com o pessoal do curso) e parti para o aeroporto. Confesso que fiquei meio que melancólico na meia hora de viagem, porque quando você fica em um tempo em um lugar, conhece novas pessoas, faz amigos e depois... Vai embora. Confesso que tive uma ponta de inveja (branca, claro) das pessoas que passam meses criando uma rotina em outro lugar. Mas deixa que eu falo disso na terapia... Como já disse antes, vooei de easyjet pela primeira vez e foi exatamente o que esperei. Serviço básico (menos que básico até), comissários nada simpático MAS, pagar em uma passagem aérea para um vôo de duração de 3 horas o valor de um jantar parados, não dá pra reclamar. A easyjet possui um alto nível de utilização das aeronaves, logo, o vôo estando confirmado e nao tendo qualquer tipo de problema meteorológico, ele,vai sair na hora. Comprei a passagem pagando o despacho da mala (afinal, nao da pra sair do Brasil carregando somente a mmochila nas dimensões permitidas) e o embarque prioritário. O embarque prioritário funciona dependendo da estrutura do seroporto. São formadas duas filas e a do EP vai pra aeronave primeiro. Em Malta nao tem finger para o avião, então você é levado por um ônibus. Já li relatos em outros sites relatando erros e a ineficiência no embarque prioritário... Só comprei lá porque um colega de classe me avisou. Vale a pena, já que easyjet nao reserva assento e o pessoal parecem animais entrando em um avião e correndo pelo assiento. É cada um por si! Bem, o clima de Londres é aquela coisa imprevisível. Uma semana antes da minha chegada estava em 9 graus porém, como eu levei o frio para cada cidade que passei, quando eu chegue estava fazendo 5 graus com previsão de NEVE para a noite. Eu nao entrei em pânico, até curti, já que nunca tinha visto a vida de uma cidade com neve... Só no topo de um vulcão no Chile. O que me preocupou foi o impacto que se toma ao sair do avião... Dito e feito. Quando pousamos e eu passei pelo finger para ir para o terminal, senti um impacto do clima frio e me apressei correndo do frio! Quanto a temida imigração britânica, confesso que nao tive problema nenhum. Nao sei se foi porque entrei por gatwick ou se foi pela procedência do meu vôo, a senhora que me atendeu foi extremamente educada e só me perguntou "qual é o propósito da minha visita", "quantos dias eu pretendia passar lá" e "qual seria o meu destino depois de londres"... Depois só falou um welcome to London e acabou... Nao durou nem 30 segundos. Falar inglês na hora ajuda mas ter calma e falar a verdade é fundamental. O aeroporto de gatwick fica afastado (como todos os aeroportod de Londres) e tem alguns meios de transporte. Nao tem metro, mas tem um trem chamado Gatwick Express que é meio caro, taxi, mas eu escolhi usar o easybus... É o ônibus da easyjet, bem barato (acho que foi menos de 4 libras) e demora uma media de uma hora e meia para chegar em Earls Court. Fiquei no EasyHotel que fica localizado na região de Earls Court. A rede easyhotel pertence a easyjet e é um hotel super barato e simples. Você paga extra por TUDO (até a limpeza do quarto) mas tem um banheiro privativo no quarto e o preço é ridículo se você comparar com os dorms dos hostels de Londres. Eu paguei por um quarto pequeno, sem janelas, 30 libras. É MUITO barato e a cama é confortável... É o que importa! Oystercard é uma mão na roda se você vai usar ônibus e metro. Caso você pretenda usar somente o metro, é mais valido comprar um day pass que custa 7 libras. É bem tranquilo andar de metro por lá por mais que você possa se perder na hora de fazer as baldeações. Acontece! Ah, quando for subir a escada rolante, nao se esqueça de ficar do lado designado para nao atrapalhar as outras pessoas! Eles levam isso bem a serio. (com razão) Encontrei com uma amiga brasileira que mora na Europa e foi uma boa pedida. Ela conhecia Londres de cabo a rabo então nao deixou eu cair nos clichês. Eu nao gosto de fazer programa turistão (quando relatar Paris ou praga vocês vão entender mais rs) então decidi que faria as atracões tradicionais durante um dia (domingo) e nos outros iria me perder pela cidade. Eu nao faço aquela viagem como se fosse treinamento militar. Gosto de ter clama para fazer o que quero e na hora que quero. Sem contar que eu gosto de acordar tarde... Rs. Eu sempre parto do principio que nao dá pra conhecer tudo em quatro dias e que "eu volto depois" pra conhecer mais! No meu primeiro dia eu me encontrei com esses amigos em Shoreditch... Bairro descolado, artístico da cidade. A famosa invasão hipster. Nevou nesse dia, mas a temperatura fica mais agradável quando neva. O que nao fica agradável são os londrinos paranóicos falando que Londres vai parar se continuar nevando. Eles são bem paranóicos com isso, já que Londres nao é preparada para neve (chocante, né). Nos dias após a neve (só nevou nessa noite) percebi que varias estações de metro estavam fechadas por danos causados pela neve. Preços... Se você seguir a minha lógica de nao converter, Londres nao é tão cara como se espera. É cara, mas o rio de janeiro mão fica atras. Qualquer prato a la carte em um restaurante por Ipanema / Leblon nao sai por menos de 50 reais (16 libras à época que eu viajei)... Minha primeira refeição foi em um restaurante tailandes MUITO bom e minha refeição custou só 14 libras (já com a cerveja). Comi um bowl de noodles com camarões e tempero. Muito bom mesmo. Nos outros dias eu comia muito em pub e a refeição nao passava de 14 libras (se o pub fosse em região turística) e 11 libras em outras regiões. Abusei do cardápio típico inglês e provei o famoso porém controverso traditional English breakfast. Quanto a bebidas alcoólicas, eu bebo mais cerveja e media da pint é 3.5 libras. Na boate, o máximo que paguei foi por volta de 5 libras. Achei o povo de Londres bem educado e prestativo (pelo menos foram comigo) e quando eu edita alguma informação era prontamente atendido. Saí pra noitada mesmo com neve. Achei que iria perder o dedão do pé (sapato impermeável e meias são de extrema importância). A noite de Londres é muito diversa e tem alguma coisa em algum canto da cidade. Nesse dia eu fiz uma peregrinação entre dois pubs e uma boate do Outro lado da cidade. Foi uma verdadeira peregrinação mas valeu a pena. No meu segundo dia (domingo) fui fazer o programa turistão e minha amiga me levou para o London eye (nao subi porque tinha uma fila absurda e o dia estava super cinzento), Big Ben (not so Big), westmininster abbey (domingo é dia de oração então nao está aberta), buckIngham palaca, trafalgar square, museu natural, Piccadilly, abbey road...consegui fazer isso tudo em um dia porque minha amiga conhece bem então nao tinha jeito de se perder. Depois disso, voltei pra Shoreditch para encontrar com um amigo australiano que conheci na Patagônia no ano anterior e bater um papo num bar super transado, com uma cerveja própria com um preço honesto (3,5 libras). O papo com o Lindsay foi bem legal e aconteceu uma coisa curiosa. Enquanto nos estávamos falando das diferenças entre rio e Londres e de violência em grandes cidades em geral, ele estava me contando que trabalha no bairro que ele trabalha tem maior índice de facadas (stabbing é um crime bem comum lá) do pais... Nesse momento entrou uma mulher pedindo dinheiro e colocando um jornal sobre a mão dela... A gente falou que nao tinha e o gerente veio retira-lá do local. Quando ele voltou, ele perguntou se todos estavam com os seus telefones celulares... Nossos telefones estavam em cima da mesa, mas ela ESTAVA TENTANDO PEGA-LOS E COLOCA-LOS NA BOLSA! Moral da história... Nunca se esqueça que você é turista e turístico esta sujeito a levar golpes. Tudo bem que é só um iPhone mas colocaria uma nuvem negra na viagem. Um fator curioso é que eu conheci poucos ingleses em Londres. É uma mistura cultural impressionante. O motorista de taxi de Bangladesh, o consultor de marketing americano, meus amigos australianos.., nao é atoa que se vc pergunta para um britânico onde ele mora, ele fala "near London", porque em londres, a maioria são imigrantes. Eu até conheci um sulafricano super gente fina apaixonado pelo Brasil quando me perdi no metro tentando ir para uma baladinha em Vauxhall. Aconselho a quem puder e tiver algum domínio da língua a assistir um musical.eu tive o prazer de assistir Wicked e nao me arrependi. Musical é lindo, muito bem produzido e os tickets nem foram tão caros. Os tickets custavam de 25 à 65 libras. Um bom preço considerando a qualidade do musical. Meu ultimo dia eu gastei perambulando pelo Soho (maior concentração de sex shops por metro quadrado) e chinatown. Como já tinha falado, adoro me perder pelas ruas e deixa a cidade me surpreender. Passei o dia olhando brechós de discos (muita coisa boa pra se garimpar por lá) e brechós de roupas (muita coisa exclusiva e vintage que você nao acha em lugar nenhum). Next stop, Budapest. Mind the gap...
  8. Estive em Malta no período de janeiro / fevereiro desse ano... Qualquer duvida é só perguntar. Também postei um tópico relatando minha viagem e já falei de Malta... Se alguém tiver alguma pergunta mais especifica é só perguntar!
  9. Estou tentando escrever um relato por dia... Então acho que até domingo a viagem já vai estar completa. Mas se faltar alguma coisa nos relatos que você queria saber, não deixe de perguntar!
  10. Escrevi um mega post sobre Malta, mas o mochileiros me deslogou e perdi o post todo! Malta Como se fossem os anos 70... Cheguei em Malta em um pleno sábado. O tempo estava bem mais ou menos. Bastante vento... Média de 8 à 10 graus durante o dia. Na semana seguinte abriu sol e o tempo ficou entre os 15 e 18 graus. Malta é completamente diferente do restante da Europa... Pelo menos dos países que fui. É atrasada, conservadora e até um pouco estranha, mas isso está longe de ser uma critica. Morando em cidades grandes e tendo planejado uma viagem para outras metrópoles, foi um bom descanso de duas semanas estar em um país onde o comercio fecha as 20 hs e as velhinhas viuvas se vestem de preto e vão a missa todo santo dia. Já tinha o inglês fluente e resolvi fazer um curso com ênfase na área jurídica... Mais para encher o currículo e escolhi Malta pelo custo, logo, minha hospedagem e transporte do aeroporto já estavam pagos pela escola. Fiquei no bairro de Sliema, que é conhecido como um shopping center. É a região em que a maioria dos expatriados ficam, onde tem varias lojas, restaurantes e infra estrutura... É meio que a barra da tijuca se você for comparar o crescimento imobiliário e a descaracterização da orla de Sliema. Ah, detalhe: Sliema nao é bairro... É uma cidade menor do que copacabana. Todas as cidades de malta são menores que os bairros aqui do Rio de Janeiro. Diga-se de passagem, os malteses se ofendem se você falar que as cidades deles são bairros! rs As línguas oficiais de Malta são o Maltês e o Inglês (resquício de colonização), mas o pessoal entende bem italiano, já que são obrigados a aprender se quiserem ver televisão (a televisão local é uma bosta então eles assistem os canais italianos). Um conselho que eu dou para as pessoas que quiserem aprender inglês em Malta, nao vá contando com a pratica do dia a dia já que o maltês nao gosta de falar inglês. A língua foi introduzida oficialmente na época da colonização mas o povo utiliza mais o maltês que é uma mistura de árabe, italiano e inglês, logo, se você for o iniciante na língua, vá para outro lugar. Malta é muito segura. O motorista do transfer me falou que a anos nao acontece um assassinato na ilha, e quando acontecem geralmente são crimes passionais. Confesso que minha guarda caiu quando ele falou isso. Cheguei no ape, desci para almoçar e cai no sono até as 20 hs da noite! Com uma insônia absurda, resolvi sair para um para o bairro que possui uma concentração de casas noturnas chamado Saint Julian, numa parte chamada Paceville. Cheguei lá pedindo carona a um estranho! Só eu mesmo, mas o cara que ofereceu a carona! Confesso que por um momento achei que iria acordar em uma banheira cheia de gelo sem um rim, mas depois relaxei. O cara era gente boa, com um papo legal e foi me dando dicas sobre a noite de Malta. Coisas positivas sobre a noite de Malta: nao se paga para entrar nas casas noturnas (a explicação faz sentido... Porque pagar se você nao sabe se a night é boa?) e as bebidas baratas. Uma cerveja custava 2 euros (cerveja csk, marca local e boa) e o publico é animado. Coisas negativas sobre a noite de Malta: todas as boates tocam as mesmas coisas, os mesmos remixes quase que na mesma seqüência. Sem contar que quando eu cheguei lá, Michel Teló era número 1 em nao sei quantos países europeus então em qualquer lugar que você ia tocava "Ai se eu te pego". Delicia, né? Outra coisa é o publico... Minha piada era que a beleza parou de migrar na Sicília e nao atravessou para Malta. rs Meu dia a dia era definido entre o curso e fazer passeios turísticos. De acordo com minha tabela de gastos, tive uma despesa media de 28 euros ao dia. Isso foi porque eu nao saia ou bebia todo dia e fazia compras semanais no mercado, então acabava gastando somente uma refeição na rua. Porém, isso é atípico já que nos fins de semana acabava gastando mais. Indo somente como turista você inevitavelmente gasta mais. Malta hoje em dia conta com um novo sistema de ônibus que substituiu o sistema arcaico (porém charmoso) anterior. Antes de julho de 2011, as linhas de ônibus eram estabelecidas de acordo com os donos dos ônibus, logo, eles faziam o que queriam com os passageiros e transformavam seus ônibus em verdadeiros altares (o pessoal lá é muito católico). Agora todas as rotas são operadas pela mesma companhia e o conforto melhorou já que os ônibus são novos e padronizados, porém, os motoristas grosseiros continuam os mesmos. As linhas de ônibus todas se encontram em Valetta (a capital) logo, vc perde algum tempo indo pra capital, trocando de ônibus e seguindo para o seu destino... Somente um dos ônibus (o X2) que nao vai para Valetta. Como nao se usa muito ônibus, o ideal é comprar o day pass que é só 30 cents a mais que o bilhete único e dura o dia todo. Tem muita coisa para se ver em Malta... Desde de o coliseu cafona que foi montado para filmar "O Gladiador" (filme) - que nao esta aberto para visitação, até visitar as catacumbas que reza a lenda, abrigaram Saint Jullian. Eu gostava de andar pela cidade amuralhada de Valleta (até me perder), caminhar pela costa de Sliema e observar o mar mediterrâneo (batia uma melancolia por nao poder ter ido durante o verão), apreciar a arquitetura da antiga capital de Mdina (e comer um bolo de chocolate tradicional no Forntnarina apreciando a vista), curtir a noite em Saint Julians... Muita coisa para se fazer. Um dos dias mais incríveis foi quando fui para a ilha de Gozo (ilha menor ainda) passar o dia. A ilha consegue ser mais "atrasada" que Malta... Lembra um clima muito de interior. Peguei um ônibus e fui até a Azure Window, que é um penhasco INCRÍVEL que em teoria você não poderia subir, mas todo mundo sobe e anda até a ponta... Fiquei observando a vista e acabei perdendo o ônibus para a cidade. Ai, fiz uma coisa que é bem tradicional em gozo... fique pedindo carona e indo de cidade em cidade para conhecer . Uma experiência que foi única e confesso que nunca pensei que faria! A ilha é pequena e algumas das cidades nao passam de vilas de casas, mas mesmo assim foi uma experiência interessante. Para ir para Gozo, partindo de Sliema, você deve pegar o ônibus X2 até o Porto e de lá você pega uma barca até a ilha de Gozo. Você só paga a barca na volta. A barca custou 6 euros pelos dois trajetos. Uma dica para facilitar a locomoção em qualquer parte da europa é ativar um chip 3G no seu celular e utilizar o Google Maps. Em épocas tecnológicas, para que abrir um mapa no meio da rua. Realmente ajuda. Eu sou o tipo de pessoa que nao tem o mínimo senso de direção, então o 3G me ajudou durante a viagem. Sem contar que ajudava a pedir taxi e coisas do gênero durante a viagem. Com relação a comida, a especialidade em Malta é coelho preparado de vários modos. Massas também estão presente em peso nos cardápios. Ah, evitem o refrigerante Kinnie que só é vendido em Malta. MEU PAI, que refrigerante horrível. Parece que todos os sabores foram misturados e depois colocaram capim! Recomendo Malta a todos... Acredito que no verão seja melhor ainda. Próximo post, London baby!
  11. Obrigado! Olha, dezembro é frio mas não é tão frio como se imagina. A questão é que o tempo europeu é um tanto imprevisível. Ano passado, por exemplo, em dezembro e inicio de janeiro o clima em Londres estava super ameno... Coisa de 9 C! Então vai muito de sorte mesmo (você vai entender quando eu relatar Londres, Budapeste e Praga hehe)! O mais frio que eu peguei foi - 21 C em Praga!
  12. Olá mochileiros, Resolvi escrever meu relato já que varias informações eu colhi atraves do mochileiros.com. Não pretendo relatar meu dia a dia... Primeiro para não estragar a futura experiência de vocês e segundo porque meu objetivo aqui é relatar como é viajar no alto inverno europeu. Ao planejar minha viagem eu acabei percebendo a falta de relatos sobre viagens nesta época do ano (compreensivo vocês que conseguem tirar ferias em junho / julho / agosto). Viajei em 19/01/2012 e voltei em 24/02/2012. Essa viagem quando foi formulada, deveria acontecer durante o verão, mas resolvi antecipar a viagem e fazer um intercâmbio e mochilar o restante dos dias. Como já falei, minha maior duvida era o período que escolhi viajar. O máximo de frio que havia enfrentado foi 0 C em Buenos Aires e o a intensidade é completamente diferente! Com toda sinceridade, se você for friorento, nao gostar de neve e afins, NÃO VÁ DURANTE O PERIDO DE INVERNO! Vamos ao relato! Passagens aéreas Rio x Frankfurt x Malta x Luxemburgo x Rio - R$ 2.350,00 (Lufthansa) Essas passagens foram compradas em no final de agosto de 2011, em uma época eu que o real tinha um valor... Digamos, mais digno frente as outras moedas. Malta X Londres - € 68,00 (R$ 172,00) (Easyjet) Era a mais barata para sair de Malta. Tinha também a opção de voar de Ryanair ou de Air Malta, porém eram mais caras. Ah, esse preço inclui a tarifa para mala despachada e taxas de cartão de credito. Londres x Budapeste - £ 68,00 (R$ 207,00) (British Airways) Tinha a opção de ficar outro dia em Londres e ir de easyjet, porém, além de Londres ser uma cidade mais cara e a easyjet ser extremamente apertada, nao valia apena as £ 10,00 de diferença. FRANKFURT É uma imagem embaçada na minha cabeça... Saí do Rio as 23 hs no vôo LH 500, da Lufhansa. O vôo seguiu sem qualquer problema (tirando as crianças ao meu lado que nao paravam de chorar a noite toda). Aquele serviço consistente da LH. O único problema foi que na chegada em Frankfurt o avião nao parou no finger do terminal internacional e paramos na área de segurança americana do aeroporto. Todos os passageiros tiveram que pegar o um ônibus para chegar até o terminal internacional. Nessa, consegui sentir frio que estava. Se for comparar com as temperatura que peguei no fim da viagem, não foi nada tão extremo (5 à 0 graus) porém, o choque de temperatura é forte. Se eu fosse replanejar a viagem, provavelmente iria primeiro direto para o lugar mais frio e iria para os mais quentes. Quando chegar a parte de Praga e Berlin vocês irão entender o porque. Ao chegar no terminal, um policial me parou e pediu pra ver meu passaporte. Tinha um carimbo da Argentina a menos de uma semana da viagem (havia viajado no dia 05/01 e voltado no dia 13/01). Nessa hora bateu um frio na barriga porque me lembrei que as duas viagens tão próximas uma da outra poderia ser considerado como movimento irregular (que vê boarder security Australia sabe do que estou falando). Na versão, esse policial foi super educado e tranquilo. Só perguntou o que eu estava fazendo por lá (falei estudo e turismo) e ele me devolveu o passaporte. Subi até os guiches de imigração para pegar o visto e escolhi a mulher mais carrancuda que estava sem filas. Nao tive problema nenhum. Ela nao me perguntou nada. Olhou para o meu rosto e carimbou meu passaporte. O conselho que dou para qualquer entrevista na hora de pegar visto no aeroporto, além de nao mentir, vá sempre na que tem menor fila ( quando tiver filas múltiplas). O aeroporto é super tranquilo de se localizar e o metro fica no subsolo. A passagem para o centro da cidade custa 4,20 E. Esse ticket é de 2ª classe, então preste atenção na hora de embarcar. Fiquei no hostel Four Elements que fica perto da Hauptbanhoff de Frankfurt. Paguei em um dorm com quatro camas E 36,00. Staff tranquilo... Aquela coisa germânica! rolou um quiz na noite que passei lá... Bem legal. Sem contar que tem um bar / lounge no térreo que da pra bater um papo com os outros viajantes. O único ponto meio negativo (só meio) é que o hostel fica no redlight district, então o que mais tem é casa de strip e prostitutas ao longo das ruas. Sem contar que eu, carioca, fui ver um cara injetando no meio da rua! Mas olha, em momento algum senti alguma insegurança. Recomendo. A cidade é relativamente barata (1 euro pela coca ou cerveja e 5 euros por uma pizza brotinho num turco) e fácil de se localizar. Frankfurt foi um stopover, logo, só deu para aproveitar algumas coisas da cidade. Nao aconselho a contar o dia da chegada porque o vôo realmente cansa muito. Eu andei bastante pela cidade mas fiquei exausto. Confesso que a única coisa que achei legal de Frankfurt foi a organização e limpeza. A falta de catraca no metro é algo que até agora me impressionam (fiquei imaginando isso aqui no Rio rs). Acho que pularia frankfurt para ficar mais descansado no meu primeiro dia em Malta, mas foi valida a visita. Próximo post, Malta!
  13. Oi Caio... Olha, eu me lembro que Baño Colinas geralmente é fechado no inverno. Um dos caras que trabalhava no parque comentou com a gente que dependendo do dia chegava a ficar com mais de 3 metros de neve! Não sei como fica a situação em Baño Morales que fica a menos altitude que Colinas. Vale a pena conferir quando você chegar por lá. Mas eu imagino que deve ser complicado você estar em uma água de 28 C e sair com um clima abaixo de zero! hehehe
  14. Estou pretendendo fazer um roteiro parecido com o seu... e quanto ao frio, vou te dar o conselho que me deram... vá preparado para o frio. Clima é uma coisa imprevisivel. Tenho alguns amigos que moram pela Europa e o que eles me falaram é que você pode dar a sorte de pegar um clima agradavél ou pegar -25 e uma nevasca. Pelo que andei lendo, Praga consegue ser mais frio do que alguns lugares mais ao norte, então se prepara!
  15. Olá mochileiros. Estou escrevendo este relato pelo meu roteiro ter sido feito através das informações contidas aqui. Então é bom pra deixar informações para outros mochileiros que pretendam fazer viagem pelo Chile. Vou escrever esse relato de uma maneira diferente, pois as viagens aconteceram em dois momentos distintos: uma ocorrendo em janeiro de 2010 e a outra ocorrendo em dezembro de 2010. Em ambas as vezes, após o Chile dei um “pulo” em Buenos Aires. Utilizei o decolar.com para comprar as passagens aéreas com destinos múltiplos e qualquer trecho interno foi comprado na hora. Vou tentar ser o mais fiel com preços, horários e impressões que eu tive da cidade. Para mim, o Chile é um país que tem de ser visitado de forma dinâmica, isto é, não dá pra ficar parado por muito tempo. Confesso que eu fiz as coisas com pressa demais, mas mesmo assim deu para aproveitar bastante. JANEIRO DE 2010 Bilhete Aéreo Rio X Santiago X Buenos Aires X Rio Pela TAM e o trecho para Buenos Aires pela Air Canada R$ 1.024,00 Hospedagem Andes Hostel Calle Monjitas U$ 35,00 (Diária) Eu adorei o Chile, mas confesso que a moeda deles é um tanto complicada de se utilizar e acostumar. Enquanto estava lá, em ambas as vezes, utilizei de uma cotação ficta de 250 pesos por real (as vezes se encontrava um pouco mais alta na Calle Agostinas) para ficar mais fácil de se fazer cálculos mais rapidamente. Minhas impressões geral sobre o Chile (sua arquitetura e estilo de vida) é que ao contrario de Buenos Aires, onde a maioria das pessoas observar a preservação e a fidelidade da arquitetura, o Chile é um país moderno, onde você vai encontrar ao lado de construções antigas, prédios altos e modernos. O segredo para curtir o Chile é nunca ficar comparando com Buenos Aires (o que muitos fazem). O Chile é outro país. Não se deve comparar e sim aproveitar. 1º Dia Embarque normal no galeão. O vôo foi meio que caótico. Tinha uma escala em Guarulhos que supostamente seria de 40 minutos para abastecimento mas acabou que ficamos QUATRO horas plantados em SP esperando uma chuva passar, o reabastecimento do avião e o engarrafamento (HÁ!) de aviões para decolar. Fiquei conversando com o australiano durante esse tempo enquanto que entre tinha um peruano desmaiado de sono. Fui chegar em Santiago por volta das 23 horas (previsão original as 20), com sono e fome. Fui sacar dinheiro, mas por idiotice minha não conseguia achar a opção para estrangeiros. Peguei um taxi do aeroporto para o hostel (15.000 CLP). O Andes Hostel é muito bom e preparado para receber, porém um tratamento bem profissional. Fiquei em um quarto single com banheiro compartilhado, o qual deveria ser chamado de Coloset Single de tão pequeno que era. Mas, como era só para dormir mesmo não tinha problema nenhum. O único defeito foi a falta de ventiladores. Por mais que em Santiago a noite, mesmo no verão faz um friozinho direto da cordilheira tem dias que faz MUITO calor mesmo a noite. É uma coisa incongruente, já que tinha uma TV de 20’’ no quarto e nenhum ventilador. Nada que desabone o hostel. Chegando lá perguntei se havia a possibilidade deles fazerem cambio de uma quantia pequena de reais, mas não teve jeito. Tive de esperar até o dia seguinte. Uma coisa que aconteceu e me irritou nesse dia foram os brasileiros bêbados cantando “eu sou brasileiro” lá em baixo. Sei que o pessoal ta em ritmo de festa mas é FODA pra quem encarou uma jornada desconfortável em uma lata de sardinha por 6 horas. Mas, como eu tenho um sono pesado foi só dormir. Ah, uma coisa que eu percebi é que as paredes de hostel são bem finas, então tinham uns americanos ficando no quarto ao lado que eram bem ativos e já saiam para caminhar de manhã cedo (6 AM) e batiam a porta bem forte. Nesse dia fiz amizade com um brasileiro que estava morando no Chile pra aprender espanhol (o porquê eu não sei, já que lá eles falam um espanhol incompreensível). Gente boa... me deu várias dicas. 2º Dia Acordei por volta das nove e peguei um mapa na recepção e o rapaz me explicou como chegar em uma casa de cambio. O Chile é bem tranqüilo de se andar e o hostel tem uma localização muito central então tudo que fiz foi seguir reto em direção a Plaza Armas. Dei um passeio pela Plaza Armas, região do centro e seus prédios históricos e consegui trocar o dinheiro na Calle Agustinas. Depois resolvi ir ao Cerro San Cristóbal porém não fazia a mínima idéia de como ir. Então, fiz o que mais gosto de fazer... me perder. Fui em direção a ele mas não estava me ligando com ruas e tudo mais. Estava andando por andar mesmo. Encontrando a Calle Pio Nono subi ela e cheguei no Cerro. Pretendia subir pelo funicular e descer no teleférico mas o teleférico estava desativado. Ainda estava desativado na minha segunda visita de janeiro. Santiago é um sobe sobe absurdo, então, até chegar no alto ao pé da estátua tem que subir muitos degraus. Porém, compensa muito porque a vista é incrível. Resolvi descer pelo funicular de novo e fui caminhando pela Bella Vista. Nessa hora bateu um arrependimento de ter ficado no Andes Hostel pelo fato de ser mais afastado da Bella Vista. Adorei o bairro... bem boêmio, muito barzinho, restaurantes (meio caro). Depois, fui ao Pátio BellaVista almoçar. Acabou que o almoço foi meio caro (por volta de 9000 CPL – mas dá pra comer por uma média de 3500 à 4000) mas valeu a pena já que era uma massa (esqueci qual) com caranguejo recheado e molho picante. (um ano depois e ainda me lembro do prato rs). Andei um pouco mais na Bella Vista e um pouco mais no centro. Voltei para o hostel e resolvi descansar um pouco para jantar fora a noite e me preparar pois iria pra Viña Del Mar. Fiquei socializando um pouco com o pessoal do hostel e depois saí para procurar alguma coisa pra fazer (barzinho / pub). Só lembro que fui seguindo dois caras que pareciam estar indo para alguma night... ao chegar vi um bar que tava tocando música alta e parecia estar cheio e resolvi entrar. Meu deus, que arrependimento! Pedi uma cerveja e me sentei... o cara que estava em frente a um teclado e lap top (eu crente que ele ia fazer um live set) ficava trocando a porra da música a cada minuto e gritando no meio dela. Tomei a minha cerveja e fui embora achanado que a night só foi trágica por que era dia de semana. 3º Dia Acordei mais cedo porque além de ir a Viña, também queria procurar um passeio até a cordilheira dos Andes. Quando estava planejando ir ao Chile eu estava tentando encontrar um passeio que eu fosse a cordilheira dos Andes de alguma forma. Só que como fui no Verão não teria graça ir ao Valle Nevado (que além de tudo tem fama de ser bem caro). Uma amigo meu argentino, fez questão de demonstrar a rivalidade entre Chile e Argentina (sério... com brasileiros a única rivalidade é com futebol... com os chilenos é quase que um ódio declarado) me sugerindo que eu fosse de ônibus até Mendoza e voltasse no mesmo dia. Mas eu tinha lido sobre Cajon Del Maipo aqui no site e em outro site mas como as informações eram muito escassas resolvi procurar por lá como chegar. É uma região remota, com pouco transporte e o jeito que encontrei foi arrumar uma van. Tentei contratar um tour (coisa que eu odeio) mas eles exigiam mínimo de pessoas mas por sorte cruzei com esse site (http://santiago.olx.cl/aguas-termales-c ... d-58558292) e fiz uma reserva. Saiu pela metade do preço e eu só tinha que estar na Plaza Itália as 7:00 de sábado. Tranqüilo. Bem, perguntei para o rapaz da recepção a maneira mais tranqüila de chegar até Viña Del Mar e se eu teria de ir para o terminal de ônibus (algum dos 3) e ele me deu uma dica que eu acho que é bem válida. Me aconselhou a pegar o metro até a estação Pajaritos que os ônibus faziam uma parada por lá antes de seguir viagem e que assim eu cortaria um bom pedaço. Chegando na estação Pajaritos segui para a loja da Tur Bus e o ônibus para Viña tinha acabado de sair. Resolvi ir pelo ônibus de Valparaiso que sairia de lá em 15 minutos, porque eu, na minha cabeça falei “Ah, é só andar entre uma cidade e outra... rapidinho”. Ledo engano!!!! As cidades ficam meio afastadas uma da outra e teria de pegar um metro pra cruzar... mas como eu queria conhecer Valpo não tive problema nenhum. Ônibus confortável, na hora certa.... super tranqüilo. Paguei 6.200 CPL pela passagem de ida e volta mas isso foi em janeiro de 2010. Chegando na Rodoviária de Valpo, o primeiro choque. É um lugar HORRIVEL... mas essa foi só a primeira impressão! rs ... como eu não fazia idéia de como chegar a parte turística da cidade eu fui andando pela rua principal até eu achar alguma praça com um ponto de atendimento a turista. Devo falar que tava um friozinho brabo pela manhã e me arrependi de não ter carregado um casaco. Depois de muito andar e não achar nada resolvi perguntar por um casal de brasileiros que por coincidência havia visto no Cerro San Cristobal e que também estavam perdidos se eles sabiam onde tinha um ponto de informação ao turista. Eles não sabiam mas depois consegui achar o ponto de informação e usar todo o meu espanhol capenga a menina me informou que o tour que parte dali para ver as partes turísticas de valparaiso já havia saído mas me deu a informação que para subir para a parte da cidade que ficava nos morros deveria utilizar o Ascensor da Calle Esmeralda. Foi o que fiz... eu e uma turista italiana que provavelmente deixou a marca das unhas ali na madeira do ascensor por ele sacudir horrores e parecer não ser nada seguro. rs Andei pelas ruelas, tomei um café, bati foto... confesso que Valparaiso é uma cidade bem interessante. Sem contar que a vista ali do alto era incrível... o oceano pacifico, os navios... muito bonito mesmo. Resolvi descer a pé para procurar o caminho do metro/trem pra viña e quando encontrei fui informado que ele havia parado naquele dia por um problema nos trilhos. O jeito foi pegar um ônibus. Me senti um cego tentando pegar um ônibus por não saber qual deles seria. Mas depois de uma viagem de 10 minutos estava em Viña. Viña é o oposto de Valparaiso. Cidade bem balneário. Organizada, bem cuidade, bonita... de novo, não se deve comparar as duas... cada uma é diferente e deve ser aproveitada sem estar na base de comparações. Andei pela cidade o resto do dia, foi na praia (mas só molhei a ponta do meu pé... praia não é muito a minha, sem contar que o oceano Pacífico é MUITO FRIO... não entendo até hoje aquele pessoal se jogando naquela friaca – e olha que sou do Rio!! A praia aqui é bem fria). Valeria a pena pra quem tem disposição de tempo ficar uns dois dias por aqui. Cheguei no Hostel e tomei banho e fui jantar, mas estava tão cansado de andar que resolvi voltar pro hostel e dormir. 4º Dia No dia seguinte fui tomar café no hostel (pela primeira fez). É uma boa maneira de socializar (eu geralmente viajo sozinho). Lá, conheci uma menina chamada Fran de Goiás. Fomos eu e ela conhecer Las Condes e uma outra parte do centro que eu não havia visitado. Eu já havia ouvido falar que deveria ir na Providencia mas o pessoal do hostel falou que era muito “10 minutos atrás” e que não teria nada pra fazer por lá (meio que comprovado na viagem seguinte). Começamos andando pelo centro, passando pelo Palácio La Moneda e outras ruelas até chegarmos no metro. Pegamos o metro no sentido Escuela Militar porque o rapaz do hostel havia aconselhado que ali era a Las Condes. Bem, chegando lá, pra ser sincero eu não achei muita coisa não. É um bairro residencial que me lembrou muito a Barra da Tijuca aqui no Rio. Vários condomínios, ruas largas e a necessidade de um CARRO para se locomover. Andamos um pouco e resolvemos pegar um taxi para ir ao Shopping Alto Las Condes. Shopping bom, boas lojas e promoções boas também. Depois das compras, pegamos um taxi e voltamos para o hostel. Depois disso foi janta e cama porque tínhamos que madrugar no dia seguinte. 5º Dia Acordei as 6:00 para ir para Baño Colinas, em Cajon Del Maipo mas fiquei meio zumbi na cama, enrolando e quando vi eram 6:20 e eu ainda tinha que saber como ir para a Plaza Itália. Encontrei com a Fran e saímos em direção para encontrar um taxi para nos levar lá. Tolo fui eu, já que era só virar a esquina e andar duas quadras. Entramos na van e depois de uns 20 minutos de atraso ela saiu. A viagem foi tranqüila... acabou que conhecemos uma dentro da van uma menina chamada Rachel que era de Brasília mas estava morando no Chile. Ficamos andando juntos durante o dia. Para chegar em Baño Colinas demoram 3 horas mas a viagem é bem agradável. Passamos por um restaurante para tomar café (empanadas) e seguimos viagem. A sensação de que você está cercado pelas cordilheiras é evidente e muito boa... montanha para os dois lados, arvores, cavalos andando solto pelo pasto... é muito legal. E meio que uma coisa autentica, já que na minha van só tinha eu, a fran e outra pessoa fazendo turismo. Chegando em Baño Colinas esquecemos de pedir para que a tenda que é um restaurante preparar almoço pra gente (lá você pede com antecedência). A van te deixa lá no alto onde estão as piscinas termais. Lá tem um barracão que serve de banheiro improvisado e você troca de roupa e vai para as piscinas. Dá pra fazer caminhas em volta e trilhas (que eu soube que tem), mas confesso que não tive pique. Além de estar acima do peso, o ar rarefeito dali acabou comigo. Até pra subir o morro até as piscinas depois do almoço eu estava precisando de um balão de oxigênio do meu lado. Foi um dia bem divertido. Ficamos lá das 11 da manhã até as 16:30. Eu levei um protetor solar bem fraco e acabei ficado todo vermelho. Baño Colinas se encontra a 3.000 metros de altura... o sol é MUITO intenso lá, então leve protetor. Um passeio que vale muito a pena. Na minha humilde opinião, muito mais do que visitar aquelas vinícolas mais do que batidas (eu fui e me arrependi hehehe). Um passeio ainda não muito explorado por turistas brasileiros, com um preço honesto, bem divertido e relaxante. Agora, se você dirigir e tiver um GPS eu aconselho ir até lá de carro (muita gente vai assim). O problema desse transporte é que você fica na função deles, logo tem que seguir o horário deles. Confesso que poderia ter ficado lá pelo menos uma hora e meia a menos. Mas valeu muito a pena. Chegamos em Santiago por volta das 20 horas e depois saímos para comer um japonês para comemorar a minha ultima noite na cidade. Dia 5 Ida pra Buenos Aires. Mas isso eu acho que fica pra um relato em separado! Continua... (PARTE II com Santiago, Puerto Varas, Punta Arenas, Puerto Natales e Torres del Paine)
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