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KIRL

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Reputação

2 Neutra

Sobre KIRL

  • Data de Nascimento 04-08-1982

Bio

  • Ocupação
    Engenheiro Ambiental
  1. Fazer a trilha das Torres completa, igrejinha e chapadão pode ser em um dia. Pousada Vale do Catimbal na vila.
  2. No feriadão de Tiradentes resolvemos conhecer o Vale do Catimbal no município de Buíque à 300km de Recife. Trata-se de Parque Nacional http://www.icmbio.gov.br/portal/o-que-fazemos/visitacao/unidades-abertas-a-visitacao/732-parque-nacional-do-catimbau.html , também junto ao parque existe a terra indígena do povo Katinawá. Após uma viagem tranquila de carro chegamos em Buíque na pousada Santos, a idea inicial seria ficar na vila do Catimbal dentro do parque, que fica 11km de Buíque, mas não conseguimos contato pra fazer reserva lá. Ficar em Buíque tem a vantagem da cidade ter mais estrutura, mas tem a desvantagem de fazer os deslocamentos para a vila em estrada de chão. Logo após nosso check-in na pousada fomos para a Vila do Catimbal, na chegada à vila os paredões de arenito se destacam e avistamos o morro do Cachorro e do Elefante, procuramos pela Associação dos guias http://agturccatimbau.blogspot.com.br/p/apresentacao.html que fica quase de frente a praça, todas as trilhas dentro do parque é obrigatório está com o guia credenciado. Eles oferecem 10 trilhas e também a opção de travessia de 3 dias que abrange quase todas as trilhas, no entanto, é bastante dura e deve ser bem planejada com o guia. O Cícero nos recebeu e acertamos com ele que nos guiasse quinta à tarde e sexta o dia todo por R$ 160 e uma taxa de R$ 2 por atrativos, eles geralmente cobram R$100 por dia, ele é nativo da vila e trabalha como guia há 8 anos e seu irmão também é guia e trabalha há mais tempo que ele. Então iniciamos pela trilha da Igrejinha que fica uns 30 min de carro a partir da vila, a estrada não é boa, muita areia e buracos, como estávamos em um 4x4 não tivemos problemas, mas para carros baixo é preciso cuidado. Essa trilha é muito fácil e muito bonita, é uma formação em arenito que segundo eles lembra uma igreja, mas eu não percebi essa semelhança... mas vale muito a pena a vista de lá, a vegetação típica de agreste com muitos Cactus, de lá é possível perceber o encontro da formação em arenito com a formação em rocha cristalina (Granito), também é possível avistar a BR 232, essa trilha leva uns 40min e não exige muito esforço. Seguimos de carro em estradas estreitas e arenosas para a segunda parte do trekking, as trilhas do Sitio arqueológico dos Homens sem Cabeça e do Chapadão, trecho também fácil com vegetação exuberante e muitos pássaros, essa trilha possui trajeto circular onde passamos pelo Sitio arqueológico dos Homens sem Cabeça, uma pintura rupestre que representa uma cena de batalha onde todos estão sem cabeças, nessa área vive uma cascavel muito grande segundo o guia, mas não tivemos a sorte de avista-la. Já chegando na trilha do Chapadão, ponto mais alto do Vale com 1010 m do nível do mar, começou a chover, um grupo de gringos também acabava de chegar e logo uma neblina tomou conta do vale e não deu pra apreciar a vista, todos nós nos protegemos da chuva embaixo de uma arvore, mas fiquei em mente de retornar naquele local no outro dia, pois o lugar parecia mágico. Essa trilha é fácil, fizemos em mais ou menos 1:30min. Retornamos pra vila, deixamos o Cícero e seguimos pra Buíque. Após banho e relaxar um pouco na pousada saímos em busca de jantar, nos avisaram que estava tudo fechado em virtude do feriado, saímos em direção a praça central e logo próximo a rodoviária, encontramos aberta a pizzaria Tavares, comemos uma pizza muito boa acompanhada de uma taça de vinho, mesmo sendo Quinta do Morgado suave estava muito bom depois de pegar chuva e caminhar bastante à tarde. Pizza + vinho R$ 36. No dia seguinte, após um café muito bom na pousada seguimos pra vila e o Cícero já nos esperava as 8:30 em frente a sede da associação, seguimos para trilhas das Torres, Casa de Farinha e Loca das Cinzas. Trilha de nível médio com duração aproximada de 3 horas, inicio à 10min de carro a partir da vila. Essas trilhas estão na parte central do vale e possui vista privilegiada de 360º, fomos em direção ao sitio arqueológico Casa de Farinha onde antigamente funcionava uma fornalha de farinha, o que danificou as pinturas rupestres com a fumaça no teto do arenito, mas existem partes bem preservadas também. Esses sítios hoje são cercados, pois, como o parque ainda está em processo de desapropriação ainda tem muita criação de bodes, o que impacta muito na vegetação nativa e também nas paredes de pinturas rupestre onde os bodes gostam de se roçar. Depois desse sítio seguimos para o Loca das Cinzas, esse sítio é bastante grande e possui cenas de rituais e caçadas, todas as pinturas são pré-históricas com datação de 6 - 7 mil anos, também existem Lapiais multicolorido, uma formação comum em rochas calcárias e raras em arenito como nesse caso. Seguimos então para as Torres, passando pela formação em arenito chamada casco de tartaruga, muito comum em todo parque e após uma subida curta e um pouco íngreme, chegamos a um mirante incrível com vista para o Morro do Cachorro e rodeado por 12 torres em formato similar, essa é uma das melhores vista do parque. Pausa para contemplar a paisagem e fazer um lanche, em seguida iniciamos a descida em meio as torres com um pequeno trecho que requer cautela para passar, nada demais. Esse trajeto foi o mais completo, contemplando 2 sítios de pinturas rupestres importantes, vegetação exuberante, formações geológicas exóticas e vistas incríveis. Decidimos retornar ao Chapadão e aproveitar para almoçar no mirante de lá, seguimos uns 15 min de carro e fomos apressados para o mirante o mesmo que estava encoberto pela neblina no dia anterior, a vista é espetacular! possui um mirante natural no meio de uma formação circular de paredões de arenito avermelhado, em baixo uma planície verde onde se avista a grande casa de um importante coronel no passado, daí começamos a ouvir histórias desse coronel contadas pelo Cícero, também nos contou da seita do Meu Rei, um homem que fundou uma comunidade no Catimbal em 1952, dizia-se falar com Deus e receber missões, a comunidade Porto Seguro que ainda existe é quase uma vila fantasma, também pode ser visitada. Nosso almoço foi sanduiche de atum com cenoura ralada e chá mate gelado, com sobremesa de banana e paçoquinha de amendoim. Na minha opinião é o lugar mais precioso do parque, o guia nos disse que já acampou lá, deve ser demais fazer isso no Chapadão, não existe restrição para acampar no parque, desde que seja com guia. No lado direito desse mirante, existem formações de varias torres de arenito, o guia disse que lá existem anfiteatros naturais com marca de fogo no centro, provavelmente usados em rituais antigos, chama-se trilha do Santuário e está proibida a visitação, o Cícero disse que essa trilha é usada para fins ritualísticos e que não é qualquer um que pode ir lá, tem que ter o corpo fechado, afinal esse é o vale do Catimbal, nome que vem da palavra indígena Catimbó (feitiçaria), isso me chamou muito a atenção e ainda volto lá pra fazer essa trilha. Depois de apreciar muito a vista e descansar do almoço, seguimos para trilha dos Canyos, que fica próxima, trilha também em formado circular e de fácil acesso, com duração de 2:30 mais ou menos. Logo no inicio tem a formação do Cavalo Marinho ou Camelo, no caminho passamos pela formação do Lagarto de Pedra e do homem pré-histórico, também da águia. A trilha leva ao mirante do Canyo, lugar espetacular com paredões imensos de arenito amarelo e avermelhados, ficamos um bom tempo apreciando essa vista. Por volta das 16h retornamos para vila nos despedimos de Cícero e queríamos visitar o Museu municipal em Buíque, mas infelizmente não dava tempo. Retornamos cansados e felizes por conhecer esse pedaço quase desconhecido do Brasil, lugar de paisagens de tirar o fôlego, muita histórias, pré-história, misticismo e lendas. Esse é o segundo mais importante sítio arqueológico, ficando atrás apenas da Serra da Capivara no PI. Terminava nossa aventura no parque e no outro dia seguimos para a cidade de Triunfo-PE para terminar o feriado. Opções de pousadas e Camping Melhor opção de pousada na Vila é a Vale do Catimbal http://buiquenoticiasemdestaques.blogspot.com.br/2011/12/pousadas.html As áreas de camping não cheguei a visitar, mas existem duas e uma terceira está sendo feita Rindo Eco Camping (87) 9 9902-5239 / (81) 9 9810-5733 https://www.facebook.com/rindoecocamping/info/?tab=overview Paraiso Selvagem Camping (87) 99608-4096 https://www.facebook.com/Paraiso-Selvagem-438325949686882/info/?tab=overview
  3. Escolha de malta Devido a escassez de informações de intercambio no Mochileiros, resolvi fazer esse relato do intercambio que fiz na ilha de Malta após fazer o caminho de Santiago. Escolhi Malta por diversos fatores, primeiro o custo bem em conta em relação à Inglaterra, segundo por ter boas referencias de pessoas que foram estudar inglês por lá. Também levei em conta a temperatura amena no inverno e claro por ser também um paraíso no Mediterrâneo. Como sou mergulhador, fui também com essa intenção e super recomendo a pratica do mergulho em qualquer época em Malta. Escolha da escola: Uma das tarefas mais difíceis é a escolha da escola, optei por preço bom e qualidade, escolhi uma escola certificada pela FELTOM http://feltom.com/ um órgão do governo que estabelece os critérios mínimos de qualidade para as escolas de inglês, acho muito importante escolher uma das escolas listadas na FELTOM. Outro critério foi a incidência de Brasileiros na escola que é menor que 1%, isso é muito importante se você realmente quer falar inglês. Aliando tudo isso escolhi a Am Language http://www.amlanguage.com que fica em Sliema. Nas minhas buscas na internet entrei em contato com uma agencia de uma brasileira em Malta e optei finalizar minha matricula por essa agencia, já que não gastei nenhum centavo a mais por isso, pois eles ganham comissão da escola e não do aluno, ainda descolei um desconto na escola. A grande vantagem foi poder fazer o pagamento em uma conta no Banco do Brasil e me livrar dos impostos e taxa de remessa ao exterior, foi uma ótima sacada! 20150117_233639.jpg[/attachment]' alt='attachment]'> Malta: Pontos positivos O principal ponto positivo de Malta é o custo de vida mais barato em relação à outros destinos para estudar inglês, também por ainda ter poucos brasileiros e ser um país multicultural riquíssimo em história e belezas naturais. Também como uma grande qualidade é o clima, que no verão é muito mas muito quente! Pela localização, também é possível fazer pequenas viagens nos fins de semanas por preços muito bons principalmente pra Itália. Cidades como Bare, Pisa, Milão sempre tem promoções, também para Barcelona e Ibiza. Pontos negativos: Infelizmente a ilha é muito pequena e em poucas semanas você começa a repetir as programações e conhecer todos os lugares e até mesmo ver os mesmo rostos nas ruas. Também em Malta se fala predominantemente o maltês, apesar que o inglês também é oficial. Mas é comum ouvir o maltês nas ruas, principalmente naqueles bairros mais afastados. Alimentação: Comer não é caro na ilha, eu optava sempre por fazer minha comida no apartamento compartilhado que conta com cozinha completa. Comprava semanalmente no supermercado Scott ou no Tower (Carrefour) em Sliema, sendo que o Scott é mais barato. Eu costumava comprar frutas, leite, queijo, macarrão (Barila), molho de tomate, arroz, pão, frango, ovos, atum enlatado... em torno de 30 euros por semana. Próximo ao Scott existe uma loja de produtos congelados, carnes , peixes e vegetais por preços muito em conta, também existe uma peixaria com peixes frescos mas não tão baratos. Uma coisa estranha em Malta é a dificuldade de encontrar frutos do mar, realmente não é fácil e é caro. O melhor lugar pra encontrar a preços bons é aos domingos cedo na feira de Marxlokk, também em Gzira bairro ao lado de Sliema tem uma peixaria com muita variedade. Os preços que eu lembro são: Leite 1 Euro, frango inteiro 6 Euros, atum enlatado 1 Euro.... Uma dificuldade em Malta é água potável, a água da torneira não é potável! Por ser proveniente de dessalinização contém muitos minerais e é salobra, então, deve-se comprar água mineral importada sempre, eu pagava 1,5 Euros em vasilhame de 5 litros no supermercado. Dica: No calçadão próximo ao hotel Fortizza existe uma fonte de água potável, eu cheguei a buscar água algumas vezes lá, mas o trabalho não compensava pela qualidade da água que era um pouco salobra. Para comprar água e também produtos a 1 Euro, existe um supermercado quase ao lado da loja Zara de frente ao calçadão, lá compensa comprar algumas coisas, como cerveja gelada por 1 Euro. Para comer em restaurantes também não é tão caro, mas eu fiz isso poucas vezes. Uma refeição em um Kebah custa em torno de 7 euros, bem servida com arroz, salada, frango/cordeiro. Em um restaurante na beira mar por sair por 12-15 euros ou uma pasta por 8 euros (alias é o que mais se encontra por lá devido a influencia da Itália). Para comida típica super recomendo o Tas Kris em Sliema http://www.takrisrestaurant.com/, é um pequeno restaurante em um beco mas com atendimento muito bom e preços acessíveis e comida muito boa. Creio que o prato maltes mais consumido seja o coelho, eu experimentei no Tas Kris e realmente é muito bom. Nesse restaurante também tem uma pasta com frutos do mar por 8 Euros bem servida e muito boa. Para beber escolha um vinho Maltes, branco ou tinto são bons e baratos. Outra iguaria Maltesa é o Pastizi, um tipo de pastel de massa foliada de ricota ou espinafre, são oleosos mais muito bom e barato. Eu sempre comprava na rua da escola por 35 centavos. Como eu tinha apenas meia hora entre a aula da manhã e da tarde, eu levava sanduíche pra escola e deixava pra almoçar em torno das 15h em casa. No terraço da escola tem uma lanchonete muito boa com preços bons, mas como eu estava economizando em tudo comi lá poucas vezes. Mas eles servem refeições rápidas por 5 Euros, Sanduíche por 3,5 Euros, água pequena 60 centavos e o café expresso que eu tomava todos os dias era 1,25 Euros. Nos três meses que vivi em Malta não achei lugar pra comprar produtos do Brasil, achar farinha, cuscuz, tapioca, feijão entre outros itens é muito difícil. Cheguei comprar feijão enlatado mas é horrível, é um feijão branco no molho de tomate de gosto muito ruim. Existe um mercado africano na entrada de Valletta que possui alguns itens como farinha, aipim e etc, comprei aipim(macaxeira, mandioca) lá. Também tem um restaurante em San Julian que sempre serve feijoada e churrasco, sempre que tem é publicado no comunidade brasileiros que vivem em Malta, também em San Pauls tem um restaurante que de vez em quando serve feijoada. Transporte publico e Taxis: Chegando em Malta não tive boa impressão do transporte público, do aeroporto peguei a linha X2 para Sliema onde iria encontrar o cara pra fazer meu check in no flat, eles insistiram pra que eu comprasse o serviço de transfer por 20 Euros mas optei por pegar o bus por 1,50 e foi super tranquilo. Então ao ver o ônibus fiquei assustado por ser velho, cheio de enfeites e bancos de couro sem espaços pra mochilas ou malas, parecia que eu estava na Índia, mas eu via que aquele ônibus era exceção, pois via outros modernos e novos. Algum tempo depois entendi, os ônibus velhos são símbolos de Malta, eles tem formato arredondado e aspecto retrô, antigamente em Malta cada ônibus que circulava era conduzido por seu próprio dono e não existia preço tabelado e o itinerário não era muito padronizado. De um década pra cá o governo resolveu padronizar a frota e linhas, implantar um sistema de transporte público como em outras partes da Europa, então o fim do antigo modelo foi marcado por manifestações violentas por parte dos motoristas/dono dos ônibus, mas o governo venceu e pra sorte dos usuários o novo sistema foi implantado e até hoje está em aperfeiçoamento, ouvi muitas criticas, mas eu achei bom e as vezes muito bom. Por 1,5 por dia tem direito a usar o quanto quiser e também pode-se comprar o ticket semanal por 6,60 e andar a vontade por uma semana. Nos pontos de ônibus possui o horário que cada linha passa, normalmente o horário é cumprido, na estação central em Valletta tem painéis eletrônicos informando os horários de cada linha e dentro dos ônibus também tem um painel eletrônico informando visualmente e também por áudio onde será a próxima parada. Com o mapa do transporte público que eles entregam nos postos de informações turísticas (aeroporto, Sliema ou Valletta) é muito fácil andar por Malta, até mesmo por se perder em um ilha tão pequena não será fácil. O ticket comprado pra ilha de Malta não vale em Gozo, assim, como também não vale pra pegar o ferry entre Malta e Gozo. O Ferry é imenso, transporta carros e até caminhões no porão e para os passageiros existe um esquema parecido com aeroporto com sala de espera e ponte de embarque. Paga-se a passagem do ferry apenas na volta, então não se alegre achando que esqueceram de te cobrar a passagem na ida que na volta você terá que pagar 4,90 se não quiser voltar à nado pra Malta. Para andar de taxi também é muito fácil e pode chamar por telefone ou aplicativo, no entanto, não existe muita organização e preços tabelados. Usei uma única vez pra nunca mais, o cara me cobrou 20 Euros em uma corrida de menos de 10 minutos, só peguei o taxi porque tinha hora marcada no dentista e não sabia o endereço. 20141012_165348.jpg[/attachment]' alt='attachment]'> IAQUE_CAPITULO56.zip20141129_172306.jpg[/attachment]' alt='attachment]'> EstradaManut.zip20141122_164904.jpg[/attachment]' alt='attachment]'> GOPR0795.JPG[/attachment]' alt='attachment]'> Paradise Bay: Uma das primeiras praias que fui, ainda no mês de outubro e a água ainda estava morna, realmente um paraíso! Fica bem próximo ao terminal do Ferry para Gozo, mais ou menos 1h de ônibus de Sliema. Essa praia tem um faixa estreita de areia e fica numa enseada rodeada de paredão de pedra e água cor de esmeralda, tem bar e restaurante e é muito boa pra praticar o Snorking. Golden Bay: Essa é a praia mais badalada por ser a que mais tem areia, o que é raro em Malta. A longa faixa de areia dourada fica lotada aos fins de semana e também em dias de sol no inverno. No dia que fui era em Novembro e a água estava fria, ainda pratiquei snorking mas o lugar não tem muita vida marinha e encontrei muito lixo submerso. Praia do lado... Essa praia fica ao lado da Golden Bay e é bem mais tranqüila, também conta com estrutura de bar e restaurante. Desta praia sai uma trilha pra um mirante que fica em uma das pontas da praia, é bem alto e a trilha deve puxada, eu não fiz a trilha mas vi muita gente fazendo. Popeye Village: Um lugar muito bonito e legal pra passar o dia, esse foi o lugar onde foi gravado o filme Popeye e o cenário foi preservado e hoje é museu e parque aquático. Eu fui em uma das programações da minha escola, mas quem quiser pode ir de transporte público e pagar um ingresso no valor de 6 Euros que dar direito a visitação ao museu e todo cenário do filme e também ao parque aquático. No lugar tem bar e restaurante, o lugar é muito bom pra banho e a água é transparente e tem alguns brinquedos flutuantes e também pode praticar o snorking.
  4. Zeca acabei de fazer o Paty com um guia muito gente boa. Ainda vou postar o relato, ele Chama-se Del o telefone é 75 3344 1351
  5. Olá Zé Luiz, primeiramente parabéns pelo relato muito bem elaborado e com fotos sensacionais! Já peguei várias dicas. Amanhã estou indo pra Salvador e segunda feira início o Paty 5 dias Capão-Andaraí, na volta pra Lençóis só terei 1 dia o que VC acha imperdível em Lençóis pra fazer nesse dia? Já terei visto o Pai Inácio antes de fazer o Paty. Abraço
  6. Parabéns pelo relato!!! Estou indo início de setembro de carro e vou fazer o Vale do Paty em 5 dias à pé e depois seguir para alguns pontos da chapada de carro e valeram muito suas dicas.
  7. Olá mochileiros! Estou indo dia 2 ou 3 de setembro/2015 para Salvador de carro e encontro uma amiga que está vindo da espanha e seguimos pra Chapada Diamantina, vamos fazer o Vale do Paty começar dia 7 ou 8, roteiros e nem guia definidos! Quem tiver sugestões de hospedagem, roteiro, e GUIAS serão bem vindas, também quem tiver interesse em pegar carona estou com duas vagas no carro, só entrar em contato. Abraços
  8. Cidade discreta e quase fora da rota turística do nordeste, sempre me perguntei o que teria de bom em Aracaju? Conhecendo 7 das 9 capitais do nordeste resolvi conhecer Aracaju no feriado da semana santa. Partindo de Recife de carro são 520 km, pouco mais de 6 horas, o trecho da BR 101 no estado de PE está perfeito, tudo duplicado e muito bem sinalizado, o pior trecho é no estado de Alagoas que existem muitos desvios e falta de sinalizações. Chegada em Aracaju logo impressiona a quantidade de prédios que se avista de longe, saindo da BR 101 entra-se na BR 235 que leva até a orla de Atalaia, cidade muito bem sinalizada e trânsito tranquilo, fiquei hospedado no hotel Litoral bem próximo ao Ibis em Atalaia, esse parece ser o melhor bairro pra se hospedar, também existe hostel pra quem quer economizar na hospedagem. Peguei uma dica de almoço bom e barato nas proximidades, fomos ao restaurante O Compadre bem perto dos arcos de Atalaia, realmente comida muito boa e atendimento excelente, comemos uma peixada! Depois andamos um pouco pela orla belíssima de Atalaia, interessante que a faixa de areia entre o calçadão e o mar é quilométrica e existem passarelas suspensas em madeira, também existe uma faixa de restinga preservada em toda a extensão da orla, com certeza a orla mais bem equipada e bonita que já visitei no Brasil. À noite fomos pra Passarela do Caranguejo, também em Atalaia e existem um Caranguejo gigante perfeitamente construído onde os turistas ficam disputando espaço para fotos. A atração desse lugar são os bares com música ao vivo e comida regional, fomos ao famoso Cariri, parece ser o mais badalado e os preços justos e atendimento excelente, nesse lugar a banda de forró é itinerante e passa pelas mesas perguntando de onde são os turistas e agradecem a cada cidade representada ali, o forró vai até às 4h da manhã. Percebi que tinha muitos turistas, mas também muita gente local. Experimentei pela primeira vez a Lambreta, um marisco grande que vem no caldo, após comer os mariscos toma-se o caldo, muito bom! Também experimentei o pastel de caranguejo. O covert nesse bar é caro, R$10 por pessoa e não tem escrito o preço, apenas placas que dizem que cobram o covert, mas vale apena. No sábado após o café caprichado no hotel, saímos em direção ao povoado de Mosqueiro, em torno de 20 km da orla de Atalaia, todo percurso a beira mar, asfaltado e com praias quase desertas. Ideal pra pedalar! Grande extensão de areia pra chegar na água, pouca sobra e poucas barracas nas praias, pra quem puder levar guarda sol é uma boa ideia. Nosso objetivo era conhecer a Crôa do Goré, uma ilha que surge na maré baixa na foz do rio Vaza-Barris. As embarcações partem da orla Pôr do Sol e pertencem a uma associação, são Catamarãs e lanchas, fechei a ida e volta por R$25 com a Gil - Catamarã Pôr do Sol, 3231-3580 / 9981-6946 / 9134-1264. Ida de Catamarã é bem devagar, mas é legal pra curtir a paisagem que está muito preservada, depois de uns 15 min chegamos à ilha onde existe um bar flutuante, quiosques de palha, mesas e cadeiras espalhadas na areia. Lugar paradisíaco e vale a pena andar pela ilha e desbravar o entorno do mangue da ilha, é possível ver milhares de pequenos caranguejos e também siris. No local também é possível fazer Stand Up Paddles por R$ 30 meia hora ou R$ 50 1h, também pratiquei pela primeira vez e com certeza irei tentar novamente esse esporte. O bar flutuante serve petiscos e refeições, experimentei o famoso pastel de Aratu e valeu a pena. O lugar só funciona na maré baixa, então quando a água começa chegar às cadeiras é hora de abandonar a ilha... retorno de lancha é super rápido. Da orla Pôr do Sol fomos em busca de almoço nos mercados de Aracaju, passamos pela orla de Atalaia e também avistamos o Mirante e a ponte do Imperador (na verdade é um pequeno porto antigo). Entramos no mercado Antônio Franco que ainda possui a arquitetura típica dos mercados antigos e é possível encontrar de tudo, um dos mercados mais interessantes que já visitei. Almoçamos no terraço desse mercado onde fica o restaurante Caçarola, ambiente simples e preços justos, R$ 31 o self-service com muitas opções de comida típica como frutos do mar, cordeiro, Caruru, Vatapá e etc. comida saborosa e local muito agradável, apesar de não experimentar, o restaurante oferece uma variedade de sobremesas típicas com nomes interessantes como “velha fogosa”. À noite fomos à feirinha ao lado do centro de cultura e arte na orla do Atalaia, muitas barracas de comidas diversas e também artesanato, entramos no Mercado do Turista e o forró ao vivo na porta animava quem passava, e do lado de dentro um grupo de samba também estava tocando animado. Nesse mercado é possível encontrar um pouco de tudo também, mas o local é mesmo turístico. Depois fomos ao bar Corno Velho na orla do Atalaia próximo aos arcos, para tomar uma cerveja gelada e comer alguma coisa. Bar bastante animado com música ao vivo e atendimento bom, apesar de cobrarem o covert a música acabou cedo e antes das 2h o bar estava quase vazio. No domingo e último dia na aconchegante Aracaju, fomos à praia da Atalaia em frente aos arcos, depois de andar muito pra chegar ao mar, tomar uma água de coco R$ 3 e admirar a bela praia. Ondas constantes e pequenas, praia sem buracos e sem riscos de afogamentos, muito bom entrar na agua por lá. Logo depois fomos ao Oceanário de Aracaju, também na orla de Atalaia meia-entrada R$ 7 inteira R$ 14 e vale apena, pois existem muitos aquários e alguns tubarões lixa bem grandes, lugar ideal pra crianças, mas a diversão é garantida para os adultos também. No local funciona uma amostra do projeto Tamar e também tem a lojinha deles. Existe uma programação especial pra visitar o aquário onde é possível ver os animais que vivem a grandes profundidades, para isso é necessário adquirir ingresso especial e tem horários determinados e número máximo de 15 visitantes por sessão. Com certeza irei retornar à Sergipe, a impressão da cidade foi muito boa e superou todas as expectativas, considero uma joia do nordeste brasileiro. Muita coisa vai ficar pra próxima vez, por exemplo, ir à famosa praia do Saco, local de gravação da novela Tieta, ir aos cânions do Xingó, museu da gente Sergipana, parques urbanos em Aracaju, outras praias do litoral sul e muito mais... fica a certeza de retornar.
  9. Obrigado amigo! Minha mochila tem mais de 10 anos de uso e é de 60 litros, o peso variou em torno de 9kg.
  10. Esse dia foi muito cansativo, então dormi muito bem. Mas em outros dias que fiquei em grandes albergues lotados não foi boa a noite, principalmente pelos roncos de alguns.
  11. 22/12/2014 à 05/01/2015 Durante as férias da escola de inglês em Malta resolvi fazer um mochilão e visitar alguns amigos que conheci durante o curso de inglês, fiz um outro relato sobre o intercambio, onde também falo de Malta. Minha aventura foi traçada evitando aeroportos, pois eu estava sem visto, apenas com um visto provisório (blue paper) que não me permitia sair de Malta, por tanto, arrisquei e deu tudo certo. MILÃO 22-23/12 Cheguei dia 22 quase meia noite no aeroporto de Bergamo, voo da Ryanair direto de Malta, esse aeroporto fica uma hora de Milão. Peguei um ônibus na saída do aeroporto até a estação central de Milão por 5 euros. Tinha visto o hostal Koala http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Koala-Hostel/Milan/90089?dateFrom=2015-02-19&dateTo=2015-02-22 pela Internet mas não tinha feito reserva, depois de muito andar na rua indicada no mapa e não encontrar esse hostal, resolvi ficar no hostal Milano por 18 euros sem café. Não recomendo ficar nesse hostal, no outro dia cedo achei o Koala e fiquei lá por 15 euros mais uma taxa pra quem tem mais de 30 anos de 2 euros. Hostal super perto da estação de metrô LORETO e com muitas opções de bares, restaurantes e fast food por perto, o hostal fica meio escondido, apenas um pequeno nome no interfone, a entrada fica no pátio interno do prédio. Fiz o check in e logo peguei o metro (4.60 válido o dia todo) em direção à Duomo, fiquei por lá muito tempo e tinha uma feira em volta superinteressante. Depois disso entrei pela galeria Vittorio Emanuele II e sai pelas ruas estreitas até sair no castelo Seorzesco. Depois fui a pé até a igreja Santa Maria Delle Grazie, onde existe a o grande obra de Davinci “A ultima ceia” http://www.cenacolovinciano.net , normalmente deve-se reservar com muita antecedência para ver a obra, mas fui em baixa temporada e consegui para o mesmo dia, comprei o bilhete pra 15:30, enquanto isso peguei um bondinho em frente e voltei a Duomo pra comer na feira, uma Porqueta. Depois retornei de bonde, o bilhete do metro vale também pra esse tipo de transporte, mas eles não conferem quem tem tickets. Ver a obra foi a melhor coisa em Milão pra mim, vale a pena conferir. Voltei ao hostal e fiquei por lá pois estava muito frio, só saí pra comer no mc (ultima opção) Outro dia, resolvi conhecer o que faltava e decidi seguir pra Veneza no fim da tarde, até então não fazia parte dos meus planos conhecer Veneza. Peguei uma bike no bikemi https://www.bikemi.com/en/homepage.aspx e sai meio sem destino, fui à estação central e comprei o bilhete de trem pra Veneza na máquina de autoatendimento da http://www.trenitalia.com/ passei no parque Giardini Indro Montanelli, onde tem o museu de história natural, peguei a Via Manzoni até a Duomo, depois fui nos arcos Colonne de S. Lorenzo e voltei a Duomo por ruas estreitas. Peguei a Via Vitorio Emmanuele até perto do hostel, passando pela Porta Venezia, deixei a bike e passei em frente ao Come una Volta http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g187849-d3403943-Reviews-Come_una_Volta-Milan_Lombardy.html e comi uma delicia de pizza caseira, boa e barata. Peguei a mochila no hostel e by bike fui pra estação central. Encontrei Alessandro, um amigo que conheci em Malta e mora em Milão, fomos tomar um café e conversar sobre a cidade. Importante no embarque do trem não esquecer de autenticar o ticket em uma máquina no embarque, pois durante a viagem passa o conferente e quem não autentica paga multa. Milão é interessante, bonita e fácil de andar à pé, bike ou transporte público, muito boa pra fazer compras também, alias o Brasil inteiro parecia está fazendo compras por lá... Meus gastos anotados estão em euros: Ryanair Malta-Milão 44 Bus aeroporto 5 Hostel 35 Metro 4.60 Davinci 10 Alimentação 21,6 Bike 2.5 Ticket trem para Veneza 37,50 VENEZA 24-26/12 Cheguei à noite na estação S. Lúcia e logo comprei o ticket pra Verona pra dia 26. Não sabia como chegar ao hostal e logo procurei informações e descobri que era 7 euros por viagem, comprei um bilhete e peguei o waterbus linha 2 e desci na estação Zitelle na ilha Giudeca. Hostal super bem localizado, perto da parada do barco e na beira mar. Fiz o check in e fui tomar banho, o Generator Venice é fantástico, o melhor que já fiquei http://www.brazilian.hostelworld.com/hosteldetails.php/Generator-Venice/Veneza/72212 . Desci pra o bar e comi uma pizza com uma taça de vinho. Logo já conheci o canadense Mateus e outros brasileiros. Tinha lido uma reportagem sobre fazer Kayaking ao invés de passear de gondolas, seria mais divertido e mais barato, então no hostel eles me recomendaram procurar a empresa http://www.lefavettevenezia.com também exitem outras. Mas devido aos novos amigos mudei de planos, dia seguinte fomos para praça S. Marco e exploramos os becos e canais por algumas horas, depois os brasileiros foram pra estação de trem e eu e Mateus fomos procurar o local onde pega o barco pra ilha Burano, ele tinha referências do lugar e fui junto conferir, comprei o ticket para o transporte publico valido o dia todo 20 euros, uma dor no coração em pagar tudo isso, uns 45 min de barco chegamos no outra ilha. Lugar muito bonito, com casas coloridas, também tem verde que não se ver em Veneza. Uma hora pra conhecer é suficiente, voltamos e nos perdemos nas vielas de Veneza... queríamos chegar na praça s. Marco e chegamos na estação ferroviária, bem oposto, mas foi muito divertido e fomos explorando bem o lugar. Pegamos o barco e fomos para o hostel, comemos e bebemos no hostel, pois era mais em conta que na rua, depois ficamos conversando com outros brasileiros do lado de fora, fiquei sabendo sobre o http://www.blablacar.com/ , um site de caronas e eles estavam usando para viajar pela Europa, ideia fantástica e pode sair muito mais barato que outros meios de transporte. (acho que essa ideia no Brasil não funcionaria) Dia 26 Acordei cedo fechei a mochila, tomei o bom café da manhã do hostel e parti pra estação ferroviária, uns 30 min. Peguei o trem pra Verona as 10 e parti pra encontrar amigos do curso de inglês lá... Veneza pareceu me uma cidade fantástica, romântica também, acima de tudo diferente. O Hostel fabuloso, staff super atenciosos, agradável atmosfera. Transporte público absurdamente caro assim como o passeio de gôndolas (não fiz), acho que 2 dias em Veneza é suficiente pra conhecer os principais pontos. Hostel 2 x 16 Café no hostal 3.6 x 2 Transporte 20 + 7 Alimentação 18,5 Bilhete de trem Verona 8 Verona 26-27/12 Cheguei na estação principal de Verona logo após meio dia e um amigo que também conheci em Malta foi me buscar na estação, fomos direto encontrar outros amigos do intercambio. No caminho estacionamos perto do Rio e seguimos a pé até ao centro, passando pela ponte principal. Meu amigo foi me contando a historia da cidade, fomos até um bar e encontramos outros amigos, tomamos um vinho e depois fomos almoçar, por insistência de meu amigo experimentei carne de cavalo, um prato bem típico em Verona, não gostei! Depois saímos pelas ruas históricas de Verona, passando pelo Coliseu de Verona, uma construção bem parecida ao de Roma e também da mesma época, alias, Verona é um sitio arqueológico do império Romano. Cidade muito bonita e vale a pena conhecer, é a cidade de Romeo e Julieta. Nesse dia estava muito frio!!! Mas as ruas estavam lotadas de turistas. No fim do dia chegou mais um amigo da Áustria e ficamos de bar em bar até altas horas. Eu e esse amigo austríaco fomos para o B&B Compass, achei no Booking e foi um acerto! Bom e barato, o proprietário é brasileiro e super gente boa, assim como sua esposa que é russa. Quartos bem limpos e arrumados, café da manha simples mas muito bom, melhor mesmo é a conversa com sr. Luiz na mesa do café da manhã, ambiente bem familiar. B&B 25 Almoço 25 Áustria 27/12-01/01 Na saída de Verona começou a nevar, primeira que vez eu via neve de perto! Foi um momento emocionante ver esse espetáculo da natureza pela primeira vez. Eu e meu amigo seguimos no carro dele de Verona pra Bludenz, 4 horas de rodovias sob neve e paisagens deslumbrantes da região do Tirol. Após 2 horas chegamos em Innsbruck, Áustria, a entrada nesse pais é notória pela qualidade das estradas, organização e sinalização. Uma parada na cidade pra conhecer, fomos até ao centro onde conheci a casa onde Mozart viveu e também vi os famosos balcones dourados da cidade, também experimentamos uma espécie de castanha assada com quentão (vinho quente com ervas) vendidos na rua. Paisagem em volta muito bonita, a cidade é cercada de montanhas nevadas. Depois seguimos pra Bludenz, região de Vorarlberg, cidade onde vive meu amigo. Estava um pouco aflito pra conhecer as pessoas, pois tinha ouvido falar que os austríacos eram esnobes e não gostavam de se relacionar com estrangeiros, foi absolutamente ao contrario! Foi o lugar que fui mais bem recebido e todos vinham conversar e querer saber sobre o Brasil e sobre mim, as pessoas daquele lugar são felizes e receptivas, me senti em casa por lá. Todos me perguntavam sobre a cidade de Treze Tílias no Brasil, foi na Áustria que descobri que essa cidade em SC, próxima a Blumenau foi fundada por Austríacos da região onde eu estava. Fui esquiar, ou melhor, tentar na estação Brand essa é para crianças e iniciantes, experiência que vale a pena, um pouco perigoso mas muito divertido! Impressionante como crianças de 4 ou 5 anos esquiam muito rápido e eu como um robô e vários tombos. Também pratiquei o Rodeln descer ladeiras em um trenó, esse foi muito divertido e bem fácil de praticar. Também fiz a caminhada na neve no Brand Schattenlagant uma hora e meia de caminhada subindo a montanha, muito árduo, temperaturas abaixo de zero, mas como eu estava usando roupas bem adequadas fiquei lavado de suor por dentro dos agasalhos, em um momento retirei o capuz e parte do gorro e poucos minutos depois o suor em minha testa estava congelado. Chegando ao topo, existe um bar/restaurante http://www.schattenlaganthuette.at e colocamos as roupas pra secar e fomos tomar cerveja de trigo e provar o prato típico chamado Kässpätzle, parecido com um nhoque 4 queijos. Depois todos descem a montanha de trenós (Rodeln), a neve estava muito fofa e em algumas partes é necessário caminhar e puxar o trenó. Paisagem espetacular! A luz da lua sobre a neve da um efeito de brilho na neve como diamantes foi possível enxergar tudo apenas com a luz da lua. Já na chegada a base da montanha uma pequena avalanche tinha espalhado neve sobre o caminho. Nesse dia fomos comemorar a virada do ano na casa da irmã do meu amigo, chegando lá um bar de neve construído na entrada da casa dela, é uma tradição deles, uma fogueira, musica clássica, muitos fogos de artifícios, muita cerveja, quentão e Schnapps, uma bebida destilada feita de maçã, é a cachaça austríaca, também experimentei o Gulasch, um ensopado de carne típico. Depois fomos para um bar na montanha, muito interessante que não tinha banheiro e era necessário fazer neve amarela do lado de fora (uma coisa que aprendi, nunca comer neve amarela). Depois disso fomos pra casa de uns amigos de meu amigo e amanhecemos o dia por lá, fizeram eu cantar Garota de Ipanema, eles tentavam repetir o único refrão que eu sabia... foi muito divertido. O sol nessa manhã surgiu forte e o céu estava bem limpo, um cenário fantástico poder ver as montanhas nevadas em volta da cidade e tudo na cidade coberto de neve, eles me disseram que fazia muito tempo que não tinha um dia tão bonito por lá, minha mochila já estava no carro e as 10 eu tinha um trem pra Roma. Comprei o bilhete na hora pela empresa OBB + tremitalia, http://www.oebb.at/en/ ficou assim meu roteiro, com conexões nas seguintes cidades Bludenz – Innsbruck – Brennero – Bolzano – Roma, 9 horas de viagem, por tanto, muito boa viagem e passando por paisagens muito bonitas. Mapa da região http://www.vorarlberg-alpenregion.at/downloads/panoramen+plaene/bergbahnen_winterpanorama_2014-15.jpg Passagem de trem pra Roma 130 euros ROMA 01-05/01/15 Chegada em Roma tarde da noite na estação central chamada Termini, meu celular parou de funcionar ainda na Austria e as informações do hostel estavam nele, não tinha reserva. Esse hostel foi indicação do canadense que conheci no hostel de Veneza. Sem mapa da cidade e com o posto de informações turísticas fechado, saí sem rumo pelas ruas de Roma. Após andar muito de repente me deparo com o tal hostel, sem acreditar entrei rapidamente mas infelizmente não tinha vagas e pedi informações sobre outro lugar que eu poderia dormir naquela noite, fiquei em um B&B próximo por absurdamente 70 euros. Importante em datas festivas fazer a reserva!!! 02/01 Após o café simples sai pra tentar consertar o celular, fui em duas lojas e me disseram não ter conserto, então resolvi comprar um e restabelecer o contato com minha família e amigos, nunca pensei que fosse tão importante um smartphone. Voltei no hostel http://www.hostelsalessandro.com e consegui vaga, recomendo esse hostel! Aliviado sai pra conhecer Roma e era final de tarde, com mapa na mão saí de próximo a estação central de trem e fui em direção ao Coliseu, notei que a cidade estava entupida de turistas, suja, muitos pedintes e muito mal sinalizada. Chegando ao Coliseu a noite ainda tinha muitos turistas, mas a vista noturna impressiona, também fui até o Arco di Constantino ao lado. Retornando pelas ruas em direção ao hostel, fui na Via Marsala e comi em um dos Kebah, existe vários lugares pra comer barato e também minimercados nessa rua. 03/01 Reservei com o pessoal do hostel um tour guiado no Vaticano, isso era pela tarde, então, pela manhã saí sem direção pelas ruas até chegar ao Fórum Romano e depois peguei um metro para o vaticano, metro super lotado e me alertaram que estava ocorrendo muitos furtos dentro do metro. O ponto de encontro para o tour guiado foi um restaurante próximo a entrada do Vaticano, o pessoal do hostel me deram um roteiro com mapa, eu tinha reservado em inglês, por tanto, tinha um grupo de mexicanos e eu seria o único do tour em inglês, então disse a guia que não teria problemas em ser em espanhol e foi tranquilo. O tour valeu muito a pena, principalmente por que eu não conhecia quase nada da historia do Vaticano, a capela Sistina foi o grande momento, uma gigante obra de arte feita por Michelangelo, o tour durou em torno de 3:30 e terminou na praça São Pedro, depois disso peguei o metro de volta ao Termini e voltei ao hostel. 04/01 Nesse dia foi domingo e a não sei exatamente por que quase todos os museus e pontos turísticos de Roma estavam de graça, então fui primeiro no Fórum romano e passei muito tempo por lá, também é imenso e tem muita coisa pra se ver por lá, também fui ao museu Palatino, após isso enfrentei uma gigantesca fila e finalmente entrei no Coliseu, passei muito tempo lá dentro e vale muito a pena entrar. Já era final de tarde quando sai do Coliseu, segui pela Via Alessandrina, passando pelo Foro de Nerva, Augusto e Traiano, passei pela coluna Trainana e fiquei um tempo em frente ao majestoso monumento a Vittorio Emanuelle II, depois segui até pequena ilha no rio Tevere, cruzei a ilha e retornei pela ponte Garibaldi, uma vista perfeita da ilha. Depois fui me embrenhando em ruelas até chegar na Via Nazionale até o Temini, fui na Via Marsala e comi uma pasta a Carbonara, mas nada especial, retornei ao hostel pra arrumar a mochila pra viagem no outro dia. Gastos Hospedagem 131 Alimentação 35,5 Metro 8 Tour vaticano 42.5 Bus para o aeroporto 4 Catânia (Sicília) 05/01/15 Saída as 6:30 do hostel e peguei um ônibus executivo direto para o aeroporto partindo do Termini, existe 2 empresas que fazem esse serviço e uma custa 4 e outra 5 euros, no ônibus tem wifi. Peguei um vôo pela Ryanair 22 euros pra Catânia na Sicília, minha ideia seria passar uns 2 ou 3 dias na Sicília, mas a grana estava no fim e precisava retornar à Malta. Chegando o aeroporto de Catânia peguei um ônibus da empresa Alibus, 4 euros pro centro da cidade e desci no porto, fui direto na empresa que faz transporte por Ferrie pra Malta http://www.virtuferries.com/ , comprei a passagem pro mesmo dia a noite, então fui ao centro de informações turísticas e saí pelas ruas da Catania, cidade bem interessante, passei por uma rua com muitos prédios em estilo barroco e depois de ir nos principais pontos turísticos, parei pra um café nas proximidades da Duomo e comi o melhor e mais barato Tiramissu da Itália, perfeito! Depois fui para o porto, peguei um ônibus pra Portolazo e depois o Ferri pra Malta, tive que mostrar varias vezes o passaporte mas ninguém conferiu carimbos de imigração, apenas os dados pessoais. Viagem muito confortável e tranquila, o Ferri é imenso e parece mais um transatlântico, viagem de quase 2 horas por 100km de mar, o ferri é muito rápido e transporta além das pessoas muitos carros e até caminhões. Chegada tranquila em Malta, ninguém conferiu meu passaporte e peguei o coletivo pra casa, terminava uma parte da aventura e retornaria as aulas de inglês no outro dia por mais 2 semanas antes de seguir pra Madri e depois Brasil. Sobre o intercambio em Malta fiz um outro post. Transporte aeroporto-centro 4 Ferri + bus 69 Alimentação 4,5+3 MADRID 21-26/01 Saí às 6 da manhã de casa e peguei o coletivo linha X2 na parada Ferries Sliema, check-in necessário para viajar para quem viaja pra outro país da Europa, apenas um carimbo no cartão de embarque. Cheguei em Madrid novamente nessa viagem, seria minha 4 vez na cidade, comprei um ticket de metrô de 10 viagens sem data de validade, 15 euros. Saí do T4 e troquei de metrô na estação Mar de Cristal e desci na estação Serrano. Caminhei até o trabalho de Minha amiga e tomamos um café e segui pra sua casa. Assim que ela chegou fomos ao bar Paladar 24 pra tomar umas cañas e assistir ao jogo atlético de Madrid x Barcelona. Dia 22 Saí a pé até a Plaza de Toros, lugar muito bonito e tradicional de Madri, parece o Coliseu de Roma, vale conhecer. Depois segui a pé pela Av Alcalá até o parque Del Retiro, fui ao palácio de Cristal, lagoa, Rosaleda... mais bonito parque urbano que já conheci. Depois segui até a estação Atocha para ver o monumento das vítimas do atentado, depois segui pelo passeio do Prado até a Plaza Cólon, passando por vários pontos turísticos. Depois encontrar minha amiga no trabalho dela fomos à Plaza Mayor comer um típico sanduíche de Calamares (Lula) com Cañas. Dia 23 Saí a tarde em direção ao parque Del Oeste, peguei o bus linha 21 na praça Manuel Bezerra. Muito bom ir de coletivo que vai vendo a cidade, alias, em Madrid o transporte publico é excelente! Cheguei ao ponto final e saí pelo parque, passei pelo teleférico estava fechado, rosaleda e cheguei ao destino que queria ir, o Templo Debod, é um templo e museu original trazido do Egito na década de 70, foi um presente do governo egípcio, vale muito ir conhecer e é de graça. Depois segui até Plaza de Espanha e Jardines de Sabatini, fica ao lado do palácio real e também da catedral de Madri e andando até chegar a Puerta do Sol. Encontrei minha amiga e fomos ao bar El Rincon de Jaen http://www.tripadvisor.es/Restaurant_Review-g187514-d813101-Reviews-El_Rincon_de_Jaen-Madrid.html muito típico Madrileno algumas cañas e tapas depois seguimos pra outro próximo é mais tapas e cañas esse bar é mais frequentados por estudantes de mestrado, Cáceres y Badajoz. Interessante que quanto mais guardanapos sujos jogados ao chão melhor é o bar, isso significa que as pessoas estão gostando do lugar, então não ache que o bar é imundo é bem pelo contrario. O clima nesses bares é muito descontraído e sempre alguém vai puxar assunto. Dia 24 Pegamos o metrô pra Moncloa e um ônibus pra Torrelodones 3,60 euros, fomos encontrar Maria, uma outra amiga que nos esperava na parada de ônibus em Torrelodones. Logo na chegada ela nos levou de carro para El Escoreal, lugar onde estão enterrados os Reis da Espanha. Na redondeza de Madrid é um dos lugares mais visitados pelos turistas. Depois fomos a alguns bares na praça da cidade e tomamos algumas cañas e tapas. Dia 25 Depois de ter porras para o café da manhã (churros) fomos passear num parque próximo com os cachorros, uma Labradora branca e um vira lata pequeno, paisagens fantásticos com montanhas nevadas, foi um passeio genial. Depois fomos almoçar em um restaurante típico da vila e seguimos de carro pra Madri, esse lugar fica 25 min de carro de Madrid e possui uma paisagem tão diferente e bonita. Chegando em Madri fomos ao Café Madrid no centro da cidade, depois fomos no supermercado comprar jamón. Queijos e camarões gigantes pra um jantar típico de despedida. Dia 26 Pela manha fui na loja Dealz na Via Alcalá, tudo por 1,50 e fiz algumas compras, a tarde encontrei minha amiga no trabalho, tomamos um café de despedida e segui de metro pro aeroporto, na chegada no T4 é necessário pagar um suplemento de 3 euros do metro para entrar no aeroporto. Tinha meu check-in impresso e não tinha bagagem para despachar, apenas minha mochila nas costas, não comprei nada durante minha estadia na Europa, exceto 2 brinquedos para meus sobrinhos, um jaqueta para o inverno e um celular para substituir o que quebrou. Dentre as cidades que conheci a que mais gostei foi Madri, tanto pela cidade quanto pelas pessoas. É uma cidade muito organizada, muito bonita, barata e fácil de andar e em toda esquina um monumento ou uma praça ou um parque, muito verde também na cidade, isso também fez com que eu me encantar por essa cidade. Após quase 5 meses na Europa terminava minha aventura na cidade que começou, retornei ao meu pais que apesar da vergonha na politica é insubstituível e eu estava sentindo falta de muitas coisas. Minha bagagem material era pouca, mas a bagagem imaterial que trouxe foi enorme, uma experiência como essa deve ser vivida.
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